quinta-feira, 1 de outubro de 2026

EXPOSIÇÃO DEDICADA A ANTÓNIO VARIAÇÕES NO CCC DAS CALDAS

 



















“Meu nome António ”, exposição de fotografia dedicada a António Variações no Centro Cultural das Caldas da Rainha

O Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha (CCC) vai inaugurar no sábado, 3 de outubro, às 18h00, a exposição de fotografia “Meu nome António – Fotografias de Teresa Couto Pinto 1981-1983”, dedicada ao cantor António Variações (1944-1984), e coorganizada pelo MUDE – Museu de Design e pela Terra Esplêndida.

A mostra reúne um conjunto de 88 fotografias da autoria de Teresa Couto Pinto e peças de vestuário e acessórios originais usados pelo icónico e criativo cantor português.

Teresa Couto Pinto foi agente e fotógrafa de Variações nos anos 80, mas também sua amiga e confidente. Como poucos, assistiu de perto ao processo criativo de Variações na criação dos seus álbuns e da sua persona artística, quando a sua proposta musical e estética, inovadora para os cânones da época, o começava a posicionar num lugar de destaque no panorama cultural português. Mas também teve acesso ao homem por detrás do mito, a quem fotografou com sinceridade e delicadeza em momentos de descontração. Esta é uma forma de homenagem ao cantor livre e criativo, que se apresentava de forma icónica e irreverente, inspirado pelo fado, pela música popular e pelo pop rock. A vida e a obra musical de António Variações foram já contadas numa peça de teatro, um filme de ficção, biografias, exposições, espetáculos e um álbum reinterpretado pelo projeto Humanos.

Esta exposição, que estará patente de 3 de outubro a 3 de janeiro de 2027, na Galeria do CCC, conta com o apoio da Direção Geral das Artes e do Município das Caldas da Rainha

A exposição, que esteve patente no MUDE em 2025, tem curadoria de Bárbara Coutinho, diretora do MUDE – Museu do Design e chega ao CCC no âmbito do programa MUDE Fora de Portas.

LIVE SESSIONS BY INDIEMUSIC.PT CHEGAM AO FIM





















As Live Sessions by indiemusic.pt encerram o ciclo de 2026 no dia 8 de outubro, às 21h, no Coliseu Club, em Lisboa, com puto bacoco e Beware Jack, acompanhados por New Max e Da Chick. 

Criadas para destacar novas edições de artistas independentes, as Live Sessions by indiemusic.pt promovem showcases e encontros dedicados à música lusófona, afirmando‑se como um espaço de descoberta e circulação de novas vozes.

Nesta sessão, puto bacoco apresenta o álbum de estreia Uma Noite Muito Estranha, um cruzamento singular entre canção de autor, música urbana e tradição oral portuguesa. O projeto, liderado por Gil da Costa, traz ao palco a sua escrita visual, o humor subtil e a experimentação sonora e, pela primeira vez, interpreta ao vivo um tema de Jorge Palma.

Beware Jack revela novos temas do próximo álbum, marcado pela escrita crua, autobiográfica e profundamente ligada à cultura hip hop dos anos 1990 e 2000. O disco, produzido por New Max, integra várias colaborações, entre elas Da Chick, reforçando a dimensão coletiva e intergeracional do projeto.

A sessão final de 2026 reúne diferentes linguagens e gerações da música independente portuguesa, celebrando o espírito de descoberta que define o ciclo e abrindo novas possibilidades para o futuro da criação lusófona.

BILHETES

RITA BRAGA EM DIGRESSÃO




















Rita Braga continua em digressão europeia, levando a sua música a três cidades na Bélgica, a um festival de artes gráficas em Madrid e a mais um DJ set no bar portuense Fiasco. A artista desde o início do ano actuou em Portugal, França, Reino Unido e Polónia.

Este ano, Rita Braga lançou o seu quinto álbum em vinil, “Fado Tropical”, aclamado pela crítica nacional e internacional. “Fado Tropical” é o seu primeiro disco inteiramente em português, onde recupera repertório esquecido do século XIX e início do século XX, com arranjos não tradicionais e colaborações especiais que incluem JP Simões (no single “Chão de Estrelas”), Tó Trips e The Legendary Tigerman (com quem já havia colaborado no disco “Femina”). Para a versão ao vivo, estreou um novo formato em trio, com Rui Rodrigues nas percussões e eletrónica e João Cabrita no saxofone, que acompanham a voz e o ukulele de Rita.

Teve também um dos dois projectos seleccionados para uma bolsa de residência na Casa Cheia, em Lisboa, onde, em Julho, desenvolveu um concerto performativo que questiona a relação e a confiança entre humanos e IA.

Rita Braga é natural de Lisboa e reside no Porto, tendo, ao longo das últimas duas décadas, actuado por toda a Europa e também nos EUA, Brasil, Austrália e Japão. É licenciada em Ciências Musicais e com pós-graduação em Performance Making na Goldsmiths, Universidade de Londres, com bolsa da Gulbenkian.

O GAJO AO VIVO





















Deste sábado a oito, dia 17 de Outubro, O GAJO estará na Ericeira (concelho de Mafra) para um concerto em formato trio no auditório da Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva.

O concerto contará com Isaac Achega na percussão e João Martins na Sanfona e Cavaquinho.

17 OUTUBRO - 21h30
Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva
Bilhetes: 5,37€ na Ticketline

PRÓXIMAS DATAS:
16 Outubro - Óbidos (Fólio) c/ José Anjos e Carlos Barretto
17 Outubro - Mafra
20 Novembro - Cine-Concerto - Castelo de Vide
21 novembro - Odemira - FICA

A RESISTÊNCIA PREPARA NOVO ENCONTRO COM O PÚBLICO NOS COLISEUS EM 2027





















Depois de um ano marcado por uma intensa presença nos palcos de norte a sul do país, A Resistência prepara-se para voltar aos Coliseus do Porto e de Lisboa para os Concertos de Ano Novo de 2027. A banda apresenta-se a 23 de janeiro no Coliseu Porto Ageas e, uma semana depois, a 30 de janeiro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

As duas datas dão continuidade a uma tradição que tem vindo a ganhar um lugar próprio no percurso d’A Resistência. Mais do que mais dois concertos na agenda, os Concertos de Ano Novo são o momento escolhido pela banda para começar cada ano junto do público, em duas das salas mais emblemáticas do país, celebrando um repertório que continua a atravessar gerações.

Em 2026, ano em que celebra 35 anos de carreira, A Resistência voltou a cumprir uma extensa digressão nacional, mantendo uma presença regular nos palcos e uma relação próxima com o público. Um percurso ao vivo que confirma a atualidade de um projeto com mais de três décadas de história e a capacidade das suas canções para continuarem a encontrar novas gerações.

É precisamente essa relação continuada com o público que encontra nos Coliseus uma expressão diferente. Se os concertos de verão levam A Resistência a grandes festas e palcos ao ar livre, os Concertos de Ano Novo permitem recuperar a proximidade das salas e construir um espetáculo pensado para este encontro anual entre banda e plateia.

Foi também nos Coliseus, no início de 2026, que A Resistência apresentou novos temas no seu repertório, prolongando uma característica que acompanha o projeto desde a sua origem: revisitar canções, apropriar-se delas através da identidade coletiva das suas vozes e instrumentos e devolvê-las ao público com uma nova leitura.

Com 35 anos de percurso, A Resistência permanece como uma das formações mais marcantes da música portuguesa. Canções como “Não Sou o Único”, “Nasce Selvagem”, “A Noite” ou “Amanhã é Sempre Longe Demais” ganharam uma nova vida através dos arranjos acústicos e das harmonias vocais da banda, construindo um cancioneiro que cruza diferentes autores, épocas e gerações da música portuguesa.

Depois de os Concertos de Ano Novo de 2025 e 2026 terem esgotado os Coliseus do Porto e de Lisboa, A Resistência volta a marcar encontro com o público em janeiro de 2027. Duas noites para começar um novo ano como a banda melhor sabe: em palco, rodeada de canções e com muitas vozes a cantá-las.

RESISTÊNCIA
Alexandre Frazão – bateria
Fernando Cunha – voz e guitarra de 12 cordas
Fernando Júdice – baixo elétrico
José Salgueiro – percussão
Mário Delgado – guitarras
Miguel Angelo – voz
Olavo Bilac – voz
Pedro Jóia – guitarra clássica
Tim – voz e guitarra de 6 cordas

NENA LANÇA “DEBAIXO DE ÁGUA, CONTIGO” NO DIA MUNDIAL DA MÚSICA

 



















A digressão de apresentação arranca este mês e inclui a estreia internacional da artista em Londres.

Nena lança hoje, 01 de outubro, Dia Mundial da Música, “debaixo de água, contigo”, o seu terceiro álbum de originais. São dez canções que partem de experiências pessoais para falar de sentimentos universais: o medo e a calma, a felicidade e a tristeza, o amor, a amizade, a saudade, o desejo, a perda e a procura de equilíbrio nos momentos em que tudo parece acontecer debaixo de água.

O título nasce de uma experiência pessoal da artista. Há alguns anos, Nena decidiu fazer um curso de mergulho apesar do medo que sentia de estar debaixo de água e de não saber o que poderia encontrar à sua volta. O que começou por ser desconforto acabou por se transformar, inesperadamente, num lugar de calma.

Foi dessa descoberta que nasceu “debaixo de água, contigo”: a calma e o medo podem existir ao mesmo tempo e nem tudo precisa de ter uma resposta imediata. O “contigo” dá outra dimensão ao título. Pode ser alguém que sempre esteve presente, alguém que já não está, alguém que acabou de chegar ou até a própria pessoa. É sobre essas presenças, e sobre o que cada uma deixa, que o disco também fala.

Essa dualidade atravessa as dez canções. Em “só depois, só depois”, tema que abre o álbum, Nena escreve sobre a pressão de fazer tudo, dar sempre 100% e adiar o descanso, as relações e a própria vida para depois. Logo a seguir, em “tenho saudades de casa”, o segundo single de antecipação do disco, admite estar feliz e triste ao mesmo tempo, enquanto contrapõe a vida de cidade em cidade à vontade de regressar a casa e às pessoas que permanecem.

Há amores que o tempo transforma em “afinal tínhamos tudo”, a vontade de continuar a acreditar no amor em “o amor existe”, o primeiro single que deu a conhecer, e reencontros que parecem desafiar o acaso em “nada é do acaso”, tema que conta com a participação d’Os Quatro e Meia. Em “holograma”, Nena olha para uma relação passada e para a pessoa que era dentro dela, numa canção sobre aprender a reconhecer o que merece e a encontrar liberdade depois de deixar ir. Em “deixa-te de coisas”, troca a necessidade de perceber e controlar tudo pelo impulso de viver o presente.

Um dos momentos mais pessoais do disco chega com “não foi isto que combinámos (para a minha avó)”, escrita para a avó de Nena. Uma canção sobre a perda, mas também sobre aquilo que permanece depois dela: as memórias, os objetos, os hábitos e a presença de alguém em cada uma das pessoas que deixou. O passado regressa ainda em “vi um fantasma”, antes de “sexo e a cidade” fechar o álbum com a procura de um final feliz que não tem necessariamente de ser perfeito, apenas sincero.

4 de outubro - Matos.in.Motion, Matosinhos
23 de outubro — Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo — digressão "debaixo de água, contigo"
24 de outubro — Multiusos de Guimarães, Guimarães — digressão "debaixo de água, contigo"
20 de novembro — Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco — digressão "debaixo de água, contigo"
24 de novembro — Teatro Tivoli BBVA, Lisboa — digressão "debaixo de água, contigo"
11 de dezembro - Participação @João Só & Tiago Nogueira, Coliseu dos Recreios, Lisboa
13 de dezembro — Jazz Cafe, Londres — digressão "debaixo de água, contigo"

DATAS 2027

16 de janeiro — Espaço Vita, Braga — digressão "debaixo de água, contigo"
25 de fevereiro — Convento São Francisco, Coimbra — digressão "debaixo de água, contigo"
27 de fevereiro — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra — digressão "debaixo de água, contigo"
13 de março — Super Bock Arena, Porto — digressão "debaixo de água, contigo”
3 de abril — Teatro das Figuras, Faro —digressão "debaixo de água, contigo"
8 de abril — Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, Caldas da Rainha — digressão "debaixo de água, contigo"
17 de abril - a anunciar
19 de junho — a anunciar

A edição do álbum antecede o arranque da digressão “debaixo de água, contigo”. Os primeiros concertos acontecem já a 23 de outubro, na Casa das Artes de Miranda do Corvo, e a 24 de outubro, no Multiusos de Guimarães. Seguem-se Castelo Branco, a 20 de novembro, e a apresentação do álbum em Lisboa, a 24 de novembro, no Teatro Tivoli BBVA. A 13 de dezembro, Nena estreia-se internacionalmente com um concerto no Jazz Cafe, em Londres. Em 2027, passa por Braga, Coimbra, Sintra, Porto, Faro e Caldas da Rainha. A 13 de março, regressa à Super Bock Arena, no Porto, para um concerto que contará com a participação especial d’Os Quatro e Meia.

RUI LUÍS LANÇA CLIP DE "BEM"



Já se encontra disponível o videoclipe oficial de «Bem», tema que abre OURO, o quarto álbum de Rui Luís, lançado em setembro de 2026.

«Bem» é uma canção sobre a passagem do tempo, os caminhos difíceis e a serenidade encontrada no amor. Olhando para trás, os desvios e as incertezas ganham um novo sentido quando surge um lugar a que chamar casa.

A letra equilibra a determinação de seguir em frente («Hoje eu decidi / Que vou decidir») com a vulnerabilidade e o receio da perda, assumindo que todo o percurso anterior fez parte do encontro com o outro.

Construída a partir de piano e voz, a canção cresce com arranjos de cordas, coros e uma base rítmica discreta no final. O videoclipe tem captação de imagem de Soraya Moon e edição de Rui Luís.

Ficha Técnica de «Bem»

Canção e captação de áudio: Rui Luís
Mistura: João Martins (PontoZurca)
Masterização: Rui Dias (Mister Master)
Captação de vídeo: Soraya Moon
Edição de vídeo: Rui Luís

Sobre o álbum «OURO»

Composto por 12 faixas, OURO reúne canções recentes e outras recuperadas de diferentes fases do percurso de Rui Luís. O disco reflete sobre o amor, a perda e a procura de sentido através das relações humanas e da mudança.

Apesar do cuidado na produção, o álbum mantém o valor dos momentos espontâneos — como em «Lei do Ser», faixa de encerramento que preserva a gravação original feita ao telemóvel. O título nasce do valor reconhecido na pessoa amada e estende-se à ideia de transformação pessoal. O trabalho gráfico é da autoria de Soraya Moon.

Sobre o artista

Rui Luís é cantautor e multi-instrumentista de Almada. Com formação em piano e canto na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, move-se no universo da canção de autor, cruzando influências de pop, folk e jazz com uma escrita intimista em português.

A sua discografia inclui os álbuns Retro Expectativa (2020), Amor Alado (2022), Ilusão (2024) e o recente OURO (2026).

AGENDA BAIRRO DA MÚSICA















02 OUT> Luísa Sobral @ Conta-me Histórias, Trofa

02 OUT> Pedro Moutinho @ Festival Amália Rodrigues, Fundão

02 OUT> Rita Braga @ Un Peu, Bruxelas

04 OUT> Rita Braga @ Ukelélé Sur Meuse, Liége

05 OUT> Rita Braga @ Brasserie La Binchoise, Binche

04 OUT> Virgem Suta @ Festival Vai Descalço, Vila Nova da Baronia

09 OUT> Francisco Palma @ MAP, Oeiras

10 OUT> Blind Zero @ Silves Urban Music, Silves

10 OUT> JP Simões @ Casa das Artes, Vila Nova de Famalicão

17 OUT> Virgem Suta @ Cine Oriental, Aljustrel

18 OUT> Frankie Chavez @ Cineteatro Louletano, Loulé

22 OUT> Frankie Chavez @ a anunciar

MELA REGRESSA COM O NOVO SINGLE 'VEIAS'





















Fotografia: Daniel Novo

O tema coescrito com Joana Alegre, arranjo de cordas de João Borsch e produção de Vitor Carraca Teixeira dá início à nova fase artística da cantora e compositora madeirense.

MELA está de volta ao lançamento de originais com o single 'VEIAS'. A canção, coescrita com Joana Alegre, é o primeiro capítulo do novo disco da cantora e compositora natural da Madeira. Depois da participação no Festival da Canção 2024, do álbum de estreia "Aguarelas" e do sucesso do single 'Não é amor', com rotação diária na Rádio Comercial, MELA prepara agora o segundo álbum de estúdio, com início em 'VEIAS'.

"Este single aborda a superação e transcendência após a adversidade e como a derrota pode ser redirecionada. A mensagem fulcral resume-se à existência de algo dentro de nós que não nos deixa desistir, em qualquer etapa da vida; corre-nos nas veias essa vontade profunda de continuar e é isso que faz de nós humanos: a constante superação da adversidade, por muito desesperante que possa parecer", revela MELA.

Com arranjo de cordas por João Borsch e produção de Vitor Carraca Teixeira, a artista madeirense revela, ainda, que "apesar de dentro da esfera Pop, o instrumental cinemático é elevado quase até ao seu limite. Com instrumentos de corda orgânicos e composição fortemente inspirados na música clássica barroca, o tema apresenta um arranjo que reforça a sonoridade monumental da sensação de renascimento".

O primeiro avanço do novo disco começa a desvendar um novo universo sonoro e visual de MELA. A artista envereda por uma "exploração visceral do nosso ser mais íntimo, em que cada faixa irá revelar uma nova dimensão da minha identidade".

Sobre o conceito do álbum, a cantora e compositora explica que "cada canção do disco vai representar uma parte do corpo que compõe um todo e constrói um indivíduo, simbolizando que somos todos o resultado coletivo das nossas vivências individuais e de cada experiência que nos moldou para sermos quem somos".

O disco foi construído em colaboração com o produtor Vítor Carraca Teixeira. MELA conta que "apostámos numa sonoridade cinematográfica, completamente inédita de tudo o que compus anteriormente, contrastando elementos eletrónicos com elementos orgânicos. Esteticamente, também explorámos esta dualidade, com particular interesse entre o industrial e o natural, inspirados pelo período Barroco e Rococó, especialmente pelo impacto visual e musical da época, que traduzia emoções intensas e antagónicas através da arte".

Com edição marcada para 2027, o longa duração será antecipado por mais canções, a lançar nos próximos meses. MELA acrescenta que "podem esperar visuais intensos, aliados a temas inéditos e arrojados, em que a música, a imagem e o conceito se cruzam para construir uma experiência coesa e imersiva. É um álbum que pretende desafiar, surpreender e, acima de tudo, deixar uma marca".

Após a participação no Festival da Canção 2024, com o tema 'Água', e a edição do disco de estreia "Aguarelas", MELA prepara então o lançamento do segundo álbum de originais para o próximo ano. O primeiro single, 'VEIAS', está disponível nas plataformas digitais.

Sobre o conceito do álbum, a cantora e compositora explica que "cada canção do disco vai representar uma parte do corpo que compõe um todo e constrói um indivíduo, simbolizando que somos todos o resultado coletivo das nossas vivências individuais e de cada experiência que nos moldou para sermos quem somos".

O disco foi construído em colaboração com o produtor Vítor Carraca Teixeira. MELA conta que "apostámos numa sonoridade cinematográfica, completamente inédita de tudo o que compus anteriormente, contrastando elementos eletrónicos com elementos orgânicos. Esteticamente, também explorámos esta dualidade, com particular interesse entre o industrial e o natural, inspirados pelo período Barroco e Rococó, especialmente pelo impacto visual e musical da época, que traduzia emoções intensas e antagónicas através da arte".

Com edição marcada para 2027, o longa duração será antecipado por mais canções, a lançar nos próximos meses. MELA acrescenta que "podem esperar visuais intensos, aliados a temas inéditos e arrojados, em que a música, a imagem e o conceito se cruzam para construir uma experiência coesa e imersiva. É um álbum que pretende desafiar, surpreender e, acima de tudo, deixar uma marca".

Após a participação no Festival da Canção 2024, com o tema 'Água', e a edição do disco de estreia "Aguarelas", MELA prepara então o lançamento do segundo álbum de originais para o próximo ano. O primeiro single, 'VEIAS', está disponível nas plataformas digitais.

PMDS LANÇAM NOVO ÁLBUM 'REDENÇÃO'





















‘Redenção’ é o novo e quarto longa duração dos PMDS, duo açoriano formado por Pedro Sousa e Filipe Caetano.

Nascidos e formados em São Miguel durante as décadas de 1980 e 1990, os PMDS transportam para o presente a memória de crescer numa ilha, entre a imensidão do Atlântico e a restrição de um território com regras próprias. ‘Redenção’ revisita essa experiência e transforma-a em matéria sonora.

Entre a leveza do seu esplendor e a consciência dos limites que moldam quem ali cresce, as faixas avançam, através de uma electrónica contemplativa e atmosférica, como pequenas crónicas de formação, liberdade e fronteira.

A condição insular surge aqui não apenas como cenário, mas como força moldadora de uma identidade em permanente diálogo entre a abertura e o isolamento. O resultado é um retrato sensorial da vida numa ilha, expansivo e libertador quando se abre ao mundo, introspectivo e melancólico quando se volta para dentro.

A música aponta para uma ideia de redenção, não no sentido religioso, mas espiritual, representando a elevação e transformação que acompanha o percurso de cada indivíduo e, em certa medida, o das próprias sociedades ao longo da sua história.

‘Redenção’ chega também aos palcos a partir de Outubro, com a primeira apresentação em Lisboa, no BOTA, no dia 15, seguindo-se os Maus Hábitos, no Porto, no dia 16 e o Piso em Braga, no dia 17. A 24 de janeiro de 2027, o álbum regressa às origens, com uma apresentação nos Açores, no Arquipélago – Centro de Artes. Os bilhetes estão já disponíveis nos locais habituais.

15 Outubro - BOTA - Lisboa
16 Outubro - Maus Hábitos - Porto
17 Outubro - Piso - Braga
24 Janeiro - Arquipélago Centro de Artes - S. Miguel, Açores

 

NOITE PESADA EM BARCELOS





















Foto: Renato Cruz Santos

04 de outubro, sede da Junta de Freguesia de Barcelinhos

O triciclo abre o novo trimestre de programação com uma noite de peso, com Cobrafuma e Caos Ritual, no próximo domingo, às 22:00, na sede da Junta de Freguesia de Barcelinhos.

Os Cobrafuma apresentam o seu segundo disco "Droga Total", editado em agosto com o selo da Lovers&Lollypops, em que lançam um olhar ainda mais direto e urgente sobre o estado do mundo. Com espírito punk, thrash e rock'n'roll, a banda é composta por José Roberto Gomes (guitarra), Rui Pedro Martelo (baixo e vozes), Luís 'Chaka' Santos (bateria) e Miguel Azevedo (guitarra).

A abrir a noite, o triciclo propõe a banda da 'casa' Caos Ritual. Em 2025, editaram o seu primeiro longa-duração, “Souls Corrupted, Vile Misdeeds”, um álbum coeso, direto, sem atalhos e sem adornos que consolida a identidade crua e visceral da banda que se enterra nos terrenos pantanosos do doom/stoner metal. Ao vivo, o perigo paira sempre no ar, como uma desgraça iminente sem data marcada.

A programação do triciclo segue em 15 de outubro com o trompetista João Pedro Dias, na Casa da Azenha, em Barcelos. Mais informações em www.triciclobcl.pt

Bilhetes disponíveis na bilheteira do Theatro Gil Vicente, BOL e locais habituais.

ROGÉRIO CHARRAZ COM NOVIDADES





















No dia 9 de outubro, chega às plataformas digitais uma nova versão e um novo vídeo do tema “Quando Nós Formos Velhinhos”, agora interpretado por Rogério Charraz em dueto com a cantora espanhola María Berasarte. Este lançamento assinala o primeiro avanço do álbum “O Coreto 2”, cuja edição está prevista para o início de 2027.

Originalmente incluída no disco “O Coreto” (2021), “Quando Nós Formos Velhinhos” tornou‑se a canção mais emblemática do projeto, alcançando o primeiro lugar no top da Rádio Comercial. O vídeo original, gravado em plena pandemia e protagonizado por Eunice Muñoz e Ruy de Carvalho, emocionou o país e soma atualmente mais de meio milhão de visualizações no YouTube.

Nesta nova versão, além da presença luminosa de María Berasarte, destaca‑se o requintado arranjo de cordas assinado por Paulo Loureiro, que acrescenta profundidade e elegância à composição. O tema é acompanhado por um novo vídeo, filmado no coreto do Pinhal Novo, palco do primeiro concerto do projeto, em agosto de 2020 e realizado novamente por Daniel Mota, que recupera algumas das cenas mais marcantes do vídeo original, cruzando‑as com a doce cumplicidade entre Rogério Charraz e María Berasarte.

“Quando Nós Formos Velhinhos” regressa assim com nova vida, mantendo intacta a sua ternura e ampliando o seu universo emocional.

Cantautor português cuja obra cruza música, literatura e narrativa. Ao longo de mais de três décadas de percurso, construiu uma linguagem própria dentro da canção de autor portuguesa, criando discos e espetáculos habitados por personagens, histórias e retratos da sociedade contemporânea. Nos últimos anos consolidou uma parceira criativa com o letrista José Fialho Gouveia, que deu origem aos discos e espetáculos conceptuais “O Coreto”, “Reunião de Condomínio” e “Anónimos de Abril”. Já gravou com Rui Veloso, Fausto, José Mário Branco, Júlio Resende ou Rui Pregal da Cunha e viu músicas suas gravadas por Luís Trigacheiro, Richard Bona, Marta Pereira da Costa ou Rodrigo Costa Félix.

OUTUBRO NO CARMO81

 



















𝗦𝗵𝗼𝘄 𝗖𝗮𝘀𝗲 | 𝗘𝗖𝗢𝗦 𝗗𝗢 𝗗Ã𝗢 | 𝟰 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 (𝗱𝗼𝗺) | 𝟭𝟴𝗵𝟬𝟬

Um projeto CVME - Coletivo Viseense de Músicos Emergentes

Depois de mais uma residência artística, chega a altura de apresentarmos os projetos que fizeram parte desta edição. 

Esta edição conta com Rui Costa, NAYO e Lucas dos Santos, que vão apresentar o trabalho desenvolvido ao longo da 1ª Residência Artística, da 2ª edição do Ecos do Dão. 

Para completar, contamos ainda com a presença dos Shangai Bikini, banda de Post Hardcore de Viseu, como artistas convidados.

𝗕𝗶𝗹𝗵𝗲𝘁𝗲𝘀: 3€ (𝘷𝘦𝘯𝘥𝘢 𝘯𝘰 𝘥𝘪𝘢 à 𝘱𝘰𝘳𝘵𝘢)

𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼𝘀 | 𝗗𝗔𝗗𝗔 𝗚𝗔𝗥𝗕𝗘𝗖𝗞 + 𝗙𝗜𝗕𝗥𝗝𝗔 | 𝟭𝟬 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 (𝘀á𝗯) | 𝟮𝟮𝗵𝟯𝟬

Dada Garbeck apresenta o seu quarto álbum Turno da Noite. Um disco sobre o Vale do Ave mas que, ao mesmo tempo, é sobre todos os territórios que habitam em nós. Empossado de uma inevitável melancolia, própria do artista, este disco promete uma lágrima aqui e acolá. Mas não nos enganemos, energia também não vai faltar. Dada Garbeck continua no seu caminho, um projeto num mundo próprio, mas aberto para que todos possam entrar.

+ 

Fibrja é o projeto musical de Filipa Branco Jaques, artista interdisciplinar e música de Évora, com formação em piano clássico, artes multimédia e direção de arte. Escreve, compõe, produz e mistura os seus próprios trabalhos. Filipa desenvolve projectos entre o som, as artes visuais, a performance e a participação, explorando as relações entre som, corpo e espaço. A sua prática inclui instalações sonoras, workshops performativos e outras formas de experimentação artística. Um dos seus trabalhos é em espera, instalação sonora itinerante apresentada no Centro Cultural Gil Vicente, no Sardoal, e na Culturgest, em Lisboa, entre 2022 e 2023, e na Bienal Jov’arte de Loures, em 2024.
Enquanto fibrja, lançou o LP Witch List (2023) e os EPs âmago, OWL e serere (2020). A sua música, influenciada por ambient, trip hop, folk e música clássica, habita o espaço entre a natureza e a civilização, a vida e a morte.

BILHETES

𝗖𝗶𝗻𝗲-𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 | 𝗙𝗜𝗟𝗠𝗘𝗦 𝗗𝗘 𝗠𝗔𝗬𝗔 𝗗𝗘𝗥𝗘𝗡 𝘔Ú𝘚𝘐𝘊𝘈 𝘋𝘌 𝘑𝘖Ã𝘖 𝘔𝘖𝘙𝘛Á𝘎𝘜𝘈 𝘌 𝘎𝘖𝘕Ç𝘈𝘓𝘖 𝘗𝘈𝘙𝘙𝘌𝘐𝘙Ã𝘖| 𝟭𝟲 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 (𝘀á𝗯) | 𝟮𝟯𝗵𝟯𝟬

𝘐𝘯𝘵𝘦𝘨𝘳𝘢𝘥𝘰 𝘯𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘨𝘳𝘢𝘮𝘢çã𝘰 𝘥𝘰 V𝘪𝘴𝘵𝘢𝘤𝘶𝘳𝘵𝘢: 𝘍𝘦𝘴𝘵𝘪𝘷𝘢𝘭 𝘥𝘦 𝘊𝘶𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘝𝘪𝘴𝘦𝘶

Um cine-concerto que pretende levar-nos numa viagem pelo trabalho de uma pioneira do cinema experimental norte-americano: Maya Deren. Herdeira do surrealismo e das vanguardas europeias dos anos 1920 e 30, cruzou diferentes artes e disciplinas, com especial foco na dança, poesia e antropologia. Os cinco filmes da realizadora — e bailarina, fotógrafa, poeta, e promotora cultural — serão acompanhados pelos músicos João Mortágua (saxofone) e Gonçalo Parreirão (guitarra). Uma imersão única ao universo da obra inovadora e multifacetada de Maya Deren.

BILHETES 

PEDRO JÓIA VIAJA ATÉ GUINÉ EQUATORIAL

 



















23 OUT
MALABO
Centro Cultural de Espanha

No dia 23, Pedro Jóia apresenta-se no Centro Cultural de Espanha, em Malabo, Guiné Equatorial, a convite da Embaixada portuguesa. Do fado às sonoridades mediterrânicas e ibéricas, o guitarrista continua a afirmar-se como uma referência da guitarra portuguesa contemporânea cá e lá fora.

LUCA ARGEL ESTREIA NOVO PROJETO "NOVELAÇO"





















O MIL Lisboa recebe a 9 de outubro a estreia absoluta de "Novelaço". O novo projeto de Luca Argel e Jhon Douglas apresenta-se como um concerto-portal que atravessa 50 anos através das canções mais inesquecíveis dessa herança musical que são as telenovelas brasileiras. No dia 11, Luca Argel ruma a Évora para o Festival do Guadiana. "Mapas de Um Homem Triste" é o nome deste espetáculo inspirado no novo disco e em outros marcos da sua discografia.

CRISTINA BRANCO NO CONVENTO SÃO FRANCISCO EM COIMBRA





















No dia 4, Cristina Branco atua no Convento São Francisco, em Coimbra, num concerto do festival Correntes de um Só Rio, com participação especial do coro infanto-juvenil Coimbra Cantat. A cantora apresenta o álbum "Mulheres de Abril", Prémio José Afonso. Mais tarde, a 23, é convidada da OJM num espetáculo no âmbito do Azeméis Jazz & Blues, no TeMA. Duas noites que cruzam a identidade única da artista com diferentes universos musicais.

AFONÇO DUBRAZ TOMA "CAFÉ" COM A BRASILEIRA MARI.ANA





















No Dia Mundial da Música e no Dia Internacional do Café, chega uma canção que vem do outro lado do Atlântico.

Afonso Dubraz lança hoje “Café”, o seu novo single em colaboração com a cantora brasileira Mar.iana. É a primeira colaboração internacional do artista e chega a 1 de Outubro, dia em que se celebram o Dia Mundial da Música e o Dia Internacional do Café.

“Café” é uma canção de amor construída a partir de um gesto de todos os dias: o café da manhã. O refrão, cantado a duas vozes, resume a ideia: “Como a manhã precisa do café / Eu preciso de você”. Uma imagem do quotidiano que, dita no sítio certo, diz tudo, como tem vindo a ser habitual nas canções de Afonso Dubraz.

A letra cruza o português de Portugal e o do Brasil ao mesmo tempo. O “tu” e o “você” coexistem nos mesmos versos, e o refrão diz a mesma coisa nas duas margens: “preciso de te ver” de cá, “preciso de você” de lá. A ponte assume de onde vem a inspiração, com uma referência directa a Chico Buarque e Tom Jobim. Este encontro com Mar.iana leva a canção de autor de Afonso Dubraz para lá do mercado português, sem sair da sua língua. 

O videoclip foi gravado no Rio de Janeiro com os dois artistas e fica disponível hoje, às 18:00, no canal de YouTube de Afonso Dubraz. As imagens levam-nos para a praia ao fim da tarde, numa luz dourada captada em película. “Café” é solar como “Voodoo” e “Verão”, mas tem outra temperatura: a do outro lado do Atlântico.

Com música e letra de Afonso Dubraz, “Café” tem produção de Zoo, Maninho e Paul Ralphes. Maninho assina as guitarras e o baixo, Marcus Costa as teclas e Filipe Moura os sopros. A mistura e a masterização são de Sassá Nascimento.

“Café” sucede a “Verão”, o single que juntou Afonso Dubraz a Luís Trigacheiro numa canção sobre os reencontros e as noites quentes, com um arraial português no centro do videoclip. Depois da edição de “Verão”, o artista atingiu o pico de 88.000 ouvintes mensais no Spotify e a canção chegou ao #5 do top de Airplay nacional. O ano fez-se também na estrada, com a primeira digressão nacional. Com “Café”, os duetos afirmam-se como parte do percurso de Afonso Dubraz.

Desde “Marido e Mulher”, em 2023, Afonso Dubraz tem vindo a afirmar-se como um dos cantautores mais consistentes da nova pop portuguesa, com canções que contam histórias em que o público se revê. O álbum de estreia “Barulho de Fundo” e o EP “Plano B – Parte 1” consolidaram esse caminho, que teve um dos seus pontos altos no concerto esgotado no Capitólio, em Lisboa.

Com “Café”, a música de Afonso Dubraz atravessa o Atlântico pela primeira vez. “Café” já está disponível em todas as plataformas digitais.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 30/09/26

1 - Desert Smoke - Fuzzy txitxu
2 - Junkbreed - Misantophe
3 - Last Piss Before Death - Echoes
4 - Morbid Death - Hole worm
5 - Spiralist - Underbelly
6 - Fjords - Virgilio
7 - Post Saudade - Miss cocaine
8 - Wraygunn - Lonely

9 - Black Pig Meat - Savana
10 - Flora - Irresistible light
11 - Lucifécit - Queque

FRESTIVAL VAPOR COM PROGRAMA COMPLETO E HORÁRIOS










O Festival Vapor realiza-se neste fim-de-semana - 3 e 4 de outubro, no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento - e anuncia a sua programação completa, incluindo os títulos dos filmes do programa de cinema e todos os horários.

Na música, há atuações de Mayra Andrade, Arapucagongon, Iolanda, Rita Vian, Fogo Fogo, Stereossauro, xtinto, Motherflutters, Mandra e Hermanas Sisters. Nas artes performativas, Antiprincesa Clarice Lispector, espetáculo de Cláudia Gaiolas, e a literatura tem espaço próprio com a Feira do Livro da DNLC (Distribuidora Nacional de Livros Convergência).

No cinema, festival acolhe duas sessões de curtas-metragens programadas pelo Planos Film Fest: a primeira, no dia 3 de outubro inclui Sash Window, de Mohammad Hormozi, Aquele Abraço, de Michael Joaquim Matias, 400 Cassettes, de Thelyia Petraki e Atom & Void, de Gonçalo Almeida; e na segunda sessão são exibidos Francisco Perdido, de Frederico Mesquita, Red Emma, de Macha Ovtchinnikova, Sarcum, de Ignacio Malagón e Amarela, de André Hayato Saito.

A programação inclui ainda propostas dedicadas à cultura steampunk e à criatividade: a Liga Steampunk apresenta a Fábrica de Autómatos, jogos de tabuleiro e o Steamsnap e a Cogworks promove a oficina Upcycling the Wheel, dedicada à reciclagem e reutilização criativa.

E porque o Museu Nacional Ferroviário é uma parte fundamental da experiência do festival, durante o fim de semana, o público pode igualmente descobrir as suas exposições permanentes, num convite a conhecer ou revisitar um dos mais relevantes espaços museológicos dedicados à história ferroviária. Para crianças e não só, há ainda o mini comboio, uma das atrações mais populares do Museu.

PROGRAMA :: HORÁROS
Sábado, 3 OUTUBRO
12:00 - Banca da Liga, Steamsnap, Jogos de Tabuleiro, Feira do Livro, Fábrica de Autómatos - Armazém de Víveres
15:00 - Antiprincesa Clarice Lispector, de Cláudia Gaiolas - Sala do Comboio Real
16:00 - Planos Film Fest - Carruagem Auditório
18:00 - Mandra - Palco Naves
19:00 - xtinto - Palco Telheiro
21:30 - Iolanda - Palco Naves
23:00 - Fogo Fogo - Palco Telheiro
00:15 - Stereossauro - Palco Naves

Domingo, 4 OUTUBRO
12:00 - Banca da Liga, Steamsnap, Jogos de Tabuleiro, Feira do Livro, Fábrica de Autómatos - Armazém de Víveres
15:00 - Antiprincesa Clarice Lispector, de Cláudia Gaiolas - Sala do Comboio Real
16:00 - Planos Film Fest - Carruagem Auditório
17:00 - Upcycling the Wheel - Oficina de Reciclagem por Cogwords - Rotunda das Locomotivas
18:00 - Rita Vian - Palco Telheiro
19:30 - Arapucagongon - Palco Naves
21:30 - Motherflutters - Palco Telheiro
23:30 - Mayra Andrade - Palco Naves
01:00 - Hermanas Sisters - Palco Praça

O Festival Vapor volta a afirmar-se como um espaço onde o património ferroviário encontra a música, a literatura, o cinema, as artes performativas e a cultura contemporânea, convidando públicos de diferentes idades e interesses a ocupar e descobrir o Museu Nacional Ferroviário, num festival inclusivo, acessível e sustentável.

Organizado pelo Museu Nacional Ferroviário e Município do Entroncamento, o Festival Vapor estreou-se em 2018 e realiza este ano a sua 6.ª edição.

Os bilhetes custam 15€ (passe de 2 dias) e 10€ (bilhete diário) e estão disponíveis na Ticketline, BOL, Worten, Fnac, CTT e, no Entroncamento, no Museu Nacional Ferroviário, Posto de Turismo, Serviço de Águas da Câmara e Piscinas Municipais. A entrada é gratuita até aos 11 anos de idade (inclusive) e para pessoas com deficiência e acompanhante. É aplicado um desconto de 30% nos bilhetes de "ida e volta" nos comboios Intercidades, InterRegional e Regional, em parceria com a CP – Comboios de Portugal, mediante a apresentação do bilhete do Vapor.

Como chegar

De comboio
O museu fica a 9 minutos a pé da Estação Ferroviária do Entroncamento. Seguir pela plataforma em direção ao viaduto. Nesse local, existe sinalética de orientação a indicar a entrada. A cidade do Entroncamento é servida pelas Linhas Ferroviárias do Norte e Beira Baixa. Tem ainda ligação ao Ramal de Tomar e à Linha do Leste, permitindo deslocações por comboio a partir vários pontos do país.

De carro
Na autoestrada A1, sair para a A23, no sentido de Torres Novas/Castelo Branco, seguindo as placas com indicação de Entroncamento. Na saída do Entroncamento Norte, ir até ao centro da cidade e seguir as indicações Museu Nacional Ferroviário. Na A23, no sentido Castelo Branco/Torres Novas, sair para Entroncamento Norte e ir para o centro da cidade, seguir as indicações do Museu Nacional Ferroviário.

Mais informações sobre o Festival Vapor no website https://festivalvapor.entroncamento.pt, no Instagram (instagram.com/festivalvapor) e no Facebook (facebook.com/festivalvapor).

IOLANDA REVELA CAPA E ALINHAMENTO DE “QUEBRANTO”

 



















O álbum de estreia chega a 08 de outubro e ganha palco a 07 de dezembro, no Coliseu dos Recreios, num espetáculo em formato 360º.

ALINHAMENTO

1. Quebranto
2. Entrai
3. Responso
4. Noite Inteira
5. Dei-te a Minha Mão
6. Alucinada
7. (Des)gosto
8. Tão Bonita
9. Não Volto Mais
10. Maldição (Fado Cravo)
11. Olha P’ra Ela
12. Fogo Não Apaga
13. Aurora

Falta uma semana. A 08 de outubro, “Quebranto”, o álbum de estreia de IOLANDA, chega a todas as plataformas digitais. A artista revelou a capa e o alinhamento oficial do disco, que reúne 13 faixas e as canções mais pessoais que já escreveu. "Quebranto" já está disponível para pre-save em todas as plataformas digitais e em countdown no Spotify. Dois meses depois, a 07 de dezembro, este novo capítulo sobe ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, para a apresentação oficial ao vivo, na estreia da artista em nome próprio nesta sala.

Antes de ser um título, quebranto era uma palavra que se ouvia em casa. IOLANDA cresceu na zona centro do país a ouvi-la sempre que alguém se sentia maldisposto sem razão aparente. Um prato branco, água, gotas de azeite a cair da mão e uma reza. É dessas tradições, ainda vivas nas aldeias à volta da sua, que parte o nome deste disco.

“Quebranto é, no fundo, uma homenagem a todas as pessoas, da aldeia ou da cidade, que de alguma forma ainda praticam estas tradições, porque são elas uma parte de Portugal que por vezes é esquecida, temida ou apagada da história, mas que sempre existiu, mesmo que escondida”, partilha IOLANDA.

A 07 de dezembro, “Quebranto” ganha corpo ao vivo no Coliseu dos Recreios. Na sua primeira noite em nome próprio nesta sala, IOLANDA atua num palco em formato 360º, montado ao centro, com o público à sua volta. Para um disco que tanto fala do olhar dos outros, o formato ganha um significado especial: durante toda a noite, a artista estará à vista de todos os lados, num palco sem frente nem costas, onde a proximidade passa a ser o centro do espetáculo. Primeiro álbum e primeiro Coliseu juntam-se na mesma noite, para celebrar “Quebranto” com quem tem acompanhado IOLANDA pelos palcos de todo o país. Os bilhetes já se encontram à venda.

03 out. — Entroncamento
25 out. — Foz Côa (Chefs on Fire)
07 dez. — Coliseu dos Recreios (Lisboa)