quinta-feira, 30 de novembro de 2023

"SÉRGIO VEZES TRÊS" CHEGA AMANHÃ ÀS LOJAS













A COMPILAÇÃO QUE FAZ UM RESUMO DOS MAIS DE 50 ANOS DE CARREIRA, CHEGA AMANHÃ ÀS LOJAS

"SÉRGIO VEZES TRÊS" É COMPOSTA POR 3CDs QUE REÚNEM O SEU MELHOR, ESTANDO TAMBÉM DISPONÍVEL A VERSÃO 1CD, INTITULADA "SÉRGIO"

No âmbito da celebração de cinco décadas de actividade criativa e artística de Sérgio Godinho, a publicação de “SÉRGIO VEZES TRÊS” reúne o melhor do “escritor de canções” em três discos: o primeiro, “Estúdio”, junta temas que se destacaram nos seus 18 registos oficiais em nome próprio; o segundo, “Ao vivo”, centrado na sua actividade em palco, inclui momentos captados a partir de 1990 e até aos nossos dias; e o terceiro, intitulado “Avulsos (e outras colaborações)”, reúne gravações dispersas e colaborações que o músico foi concretizando ao longo da sua actividade.

“Ao sugerir para título desta compilação o sucinto nome “Sérgio vezes três”, tive desde logo a noção de quanto isso seria um ínfimo pedaço da história. Estava-se apenas a arrumar em três convenientes prateleiras uma multiplicidade de universos – cada qual com o seu olhar sobre a vida, o mundo em nosso redor, ora insensato ora sagaz, ora cruel ora generoso, as emoções e as suas formas de expressão, os empolgamentos, as indignações, enfim, a matéria-prima de cada canção: melodias, palavras, rimas e acordes, a tentativa de, vez após vez, definir o que é por essência indefinível. A música paira no ar, as palavras pousam na terra. Porém também a música brota do solo, e as palavras ascendem às nuvens e às estrelas. Como fazer delas um território comum? Deve ser assim que surge e cresce uma canção, mas estou apenas a adivinhar. Cada caso foi um caso, disso lembro-me. O resto dissolveu-se num todo, como a farinha se transforma no pão. “Sérgio vezes muitas”, seria afinal o título certo para este feixe de canções.

Mas, mais do que ter que as contar, melhor será ouvi-las. Foram feitas para isso, e é para isso que servem. Caso a caso, vez a vez.”

Sérgio Godinho

Com um acervo inacreditável de temas gravados em estúdio e em palco, “SÉRGIO VEZES TRÊS” mostra como as canções de Sérgio Godinho estão plenamente inscritas no código genético de Portugal. Como refere Lia Pereira num dos textos que integram a edição, “são dezenas de clássicos, centenas de memórias, milhares de leituras e significados, dos amplamente políticos aos puramente pessoais, mas sempre transmissíveis.”

Seria redutor, por exemplo, referirmo-nos a Liberdade e à Revolução do 25 de Abril sem mencionar a canção “Liberdade”, incluída originalmente no álbum “À Queima-Roupa”, lançado no ano da revolução, e que podemos redescobrir nesta compilação.

Em “SÉRGIO VEZES TRÊS” encontramos também a sua vitalidade com alguns dos seus melhores momentos em palco, sendo-nos possível percepcionar que o músico encontrou nos seus concertos um veículo para a renovação do seu repertório, sempre em constante mudança, sempre vivo.

Em “Avulsos (e outras colaborações)”, o terceiro disco desta compilação, a descoberta de repertório que, pelas mais variadas razões, se dispersou por álbuns em colaboração ou projectos especiais – seja pelas velhas canções populares quase esquecidas que Sérgio Godinho recuperou, ou pelas colaborações com pares de distintas gerações, do seus contemporâneos (José Mário Branco, José Afonso, Jorge Palma ou Fausto) até às gerações que lhes sucederam (entre outros, Clã, David Fonseca, Samuel Úria, Bernardo Sassetti ou Filipe Raposo).
Ou, outra das surpresas de “SÉRGIO VEZES TRÊS”, tema de abertura deste disco, a digitalização de “Nós por cá todos bem”, a canção do filme com o mesmo título assinado por Fernando Lopes, datada de 1977 e recuperada para esta edição.

“SÉRGIO VEZES TRÊS” traça o retrato de uma obra única que ao longo de mais de 50 anos não perdeu a sua actualidade e, arriscamos afirmar, a sua contemporaneidade. Ao ouvinte é proporcionada a audição de 66 canções – 65, para sermos mais correctos já que “O Primeiro Dia” é repetido na sua versão em italiano “Il Primo Giorno” - que traduzem o percurso, nas suas diferentes vertentes, de um criador e intérprete fundamental da história da música produzida em Portugal (*). Ou, fazendo uso do parágrafo de abertura do texto assinado por Pedro Dias de Almeida: “Lembro-me de canções de Sérgio Godinho desde que me lembro de mim”. Lembramo-nos todos!

SÉRGIO X 3
Disco 1 - Estúdio
1. “O Charlatão”
2. “Pode Alguém Ser Quem Não É?”
3. “Liberdade”
4. “O Namoro”
5. “O Primeiro Dia”
6. “Balada Da Rita”
7. “Cuidado Com As Imitações”
8. “Com Um Brilhozinho Nos Olhos”
9. “A Barca Dos Amantes”
10. “Quimera Do Ouro”
11. “Guerra E Paz”
12. “Isto Anda Tudo Ligado”
13. “A Democracia”
14. “O Elixir Da Eterna Juventude”
15. “Domingo No Mundo”
16. “Dancemos No Mundo”
17. “Às Vezes O Amor”
18. “O Velho Samurai”
19. “Bomba-relógio”
20. “Grão Da Mesma Mó”
21. “O Novo Normal”

SÉRGIO X 3
Disco 2 - Ao vivo
1. “Na Carroça dos Poetas”
2. “Emboscadas”
3. “Enfim S.O.S.”
4. “É Terça-Feira”
5. “O Homem Dos Sete Instrumentos”
6. “Os Conquistadores”
7. “O Primeiro Gomo da Tangerina”
8. “Arranja-me Um Emprego”
9. “Marcha Centopeia”
10. “O Homem Fantasma”
11. “Quatro Quadras Soltas”
12. “Os Vampiros”
13. “O Acesso Bloqueado”
14. “Maré Alta”
15. “Etelvina”
16. “Tem O Seu Preço”
17. “A Noite Passada”
18. “O Galo É O Dono Dos Ovos”_gravação inédita com Filipe Raposo
19. “Noite e Dia”
20. “Dias Úteis”

SÉRGIO X 3
Disco 3 -  Avulsos (e outras colaborações):
1. “Nós Por Cá Todos Bem”
2. “O Carteiro”_com Rui Veloso
3. “É P´ra Amanhã”
4. “Il Primo Giorno”
5. “As Certezas Do Meu Mais Brilhante Amor”
6. “Sextos Sentidos”_com Silence 4
7. “O Rei E A Virgem Romeira”
8. “Espetáculo”_com Clã
9. “Lisboa Que Amanhece”_com Caetano Veloso
10. “Que Força É Essa”_com José Mário Branco e Canto Nono
11. “Mudemos De Assunto”_com Jorge Palma
12. “Fotos Do Fogo”_com Carlos do Carmo e Camané
13. “Caramba”_com Sons da Fala
14. “O Rei Vai Nu”_com Xana
15. “Heat de Verão”
16. “Faz Parte (O Retorno Das Audácias)”_com José Mário Branco e Fausto Bordalo Dias
17. “Em Dias Consecutivos”_com Bernardo Sassetti
18. “Ora Vejam Lá”
19. “Espalhem A Notícia”_com Jorge Palma
20. “Sobe O Calor”
21. “Coro Das Velhas”_com Ana Bacalhau, Jorge Benvinda e Vitorino
22. “É Tão Bom”_com Ana Bacalhau

“SÉRGIO”
1. “Que Força É Essa”
2. "A Noite Passada”
3. “Liberdade”
4. “O Namoro”
5. “O Primeiro Dia”
6. “Cuidado com as Imitações”
7. “Com um Brilhozinho nos Olhos”
8. “Espalhem a Notícia”
9. “A Barca dos Amantes”
10. “Coro das Velhas”
11. “Definição do Amor”
12. “É Tão Bom”
13. “A Democracia”
14. “O Elixir da Eterna Juventude”
15. “Domingo no Mundo”
16. “Dancemos no Mundo”
17. “Lisboa Que Amanhece”_com Caetano Veloso
18. “Às Vezes O Amor”
19. “O Acesso Bloqueado”
20. “Grão da Mesma Mó”
21.“O Novo Norma

(*) Uma leitura atenta das fichas técnicas que figuram na publicação permitir-nos-á a produção de um inventário com largas dezenas de nomes de músicos, técnicos, designers, fotógrafos e outros profissionais que, frequente ou episodicamente, colaboraram com Sérgio Godinho.

Entretanto, Sérgio Godinho anunciou o seu regresso aos Coliseus de Lisboa e do Porto, a 20 e 23 de março de 2024, respectivamente, com o espetáculo “LIBERDADE25”, uma celebração de uma carreira que se confunde com história do quotidiano português. Os bilhetes estão já disponíveis - LINK

"JOÃO MARTINS ENSEMBLE & MIGUEL ARAÚJO — AO VIVO NA ESCOLA DE ARTES E OFÍCIOS DE OVAR















"João Martins Ensemble & Miguel Araújo — Ao Vivo na Escola de Artes e Ofícios de Ovar" é o álbum que junta o músico e arranjador João Martins e o cantautor Miguel Araújo, que será lançado já amanhã em todas as plataformas digitais. Já hoje é possível assisitir à captação da gravação do disco ao vivo no YouTube oficial de Miguel Araújo.

Resultado de um convite feito por João Martins a Miguel Araújo, o novo álbum "João Martins Ensemble & Miguel Araújo — Ao Vivo na Escola de Artes e Ofícios de Ovar", conta com sete canções da autoria de Miguel Araújo, entre elas o inédito “Castelos de Papel”, já revelado como single de avanço no passado dia 20 de novembro.

As canções que constam deste projeto são, em regra, canções da autoria de Miguel Araújo menos conhecidas pelo público, como “Sete Passos (Carolina)” e “Baile dos Sem-Ninguém” do álbum do cantautor Cinco Dias e Meio (2012), “O Quarto de Glória” e “Valsa Em Espiral” do álbum Giesta (2017), ou o tema “Ventura”, composto por Miguel Araújo para Carminho, presente no álbum Canto (2014) da fadista. A exceção a esta regra é a canção “Anda Comigo Ver os Aviões”, composta por Miguel Araújo para “Os Azeitonas”, em 2009, que ficou amplamente conhecida pelo público e que surge, agora, numa versão bastante distinta da versão original.

Todas as sete canções receberam novos arranjos e foram gravadas com uma formação instrumental pouco convencional, de 21 músicos — quarteto de vozes femininas, quarteto de cordas (violino, duas violas e violoncelo), quarteto de madeiras (flauta, oboé, clarinete e fagote), quarteto de metais (flugelhorn, duas trompas e eufónio) e uma secção rítmica (piano, acordeão, vibrafone, contrabaixo e bateria) —, e onde o cantautor apenas canta, deixando de lado a guitarra — instrumento seu de eleição de auto-acompanhamento.

A gravação do projeto ocorreu na Escola de Artes e Ofícios de Ovar, em março deste ano, e contou com o apoio do Município.

João Martins explica que “este projeto artístico surge do meu doutoramento na Universidade de Aveiro, que aborda o papel do arranjador na Música Popular Portuguesa Contemporânea e a sua relação com o cantautor. Naturalmente, não me passou pela cabeça convidar outro cantautor que não fosse o Miguel, dado o nosso histórico de colaboração e, sobretudo, pela profunda admiração que tenho por ele. Deu-me um gozo gigante ter trabalhado estas canções do Miguel que, como é seu hábito, transportam sempre histórias incríveis, contadas através do seu olhar singular e talento inato.

Já Miguel Araújo conta que “O João Martins e eu fazemos música juntos há muito tempo. Ele tem a capacidade de pegar nas minhas canções e, mantendo intacta a natureza primitiva com que elas vêm ao mundo, lhes oferecer uma dignidade muito singular, através daquilo que se pode chamar de "arranjo", em sentido simultaneamente lato e estrito. Estas canções fazem parte daquelas que se vão tresmalhando do rebanho que é o meu reportório base. Uma delas inédita, escrita em 2015 para um filme. São canções que ficam, de facto, esquecidas. Este trabalho do João tem o mérito de, para além de tudo resto, significar uma segunda vida para canções que foram amarelando com o tempo”.

João Martins, multi-instrumentista, compositor e pedagogo, tem colaborado como músico e arranjador com artistas como Miguel Araújo, Dino d’Santiago, António Zambujo, Omar Lyefook, Pedro Abrunhosa, Os Quatro e Meia, Expensive Soul, Os Azeitonas, Mafalda Veiga, Ricardo Ribeiro, Marta Ren, Tiago Nacarato, Virgem Suta, entre outros. É docente na Universidade de Aveiro (UA) onde assume, igualmente, a direção artística do Campus Jazz — Festival de Jazz da UA.

A seu tempo serão divulgadas as apresentações ao vivo deste projeto, previstas para próximo ano.

TOUR NACIONAL DE JIMMY ARRANCOU NA CASA DA MÚSICA















Jimmy P deu ontem início à tour nacional de Natal Urbano, em concerto na Casa da Música, no Porto, perante uma Sala Suggia cheia.

Uma data memorável e de grandes emoções, em que as canções mais icónicas de Jimmy P e verdadeiros clássicos desta época viram novas interpretações e arranjos. Foram vários os convidados em palco, tornando este espetáculo irrepetível.

“Girassol”, “Entre as Estrelas”, “Contigo” e “Sempre que acordares” não faltaram ao alinhamento, a par de clássicos como “Happy Day”, “Amazing Grace” ou "Hallelujah", que anunciaram: chegou o Natal.  

Syro, um dos mais promissores talentos da nova geração, surpreendeu o público e subiu ao palco da Sala Suggia para recuperar o dueto de “Volta Pra Ti” com Jimmy P. Foi uma das primeiras surpresas da noite. A jovem fã Joana Pacheco brilhou também na grandiosa sala portuense, numa expressão do carinho do público que marcou presença nesta estreia.

Jimmy P foi acompanhado pelo Coral Juvenil do Orfeão de Rio Tinto e Alumni, com perto de 90 elementos de diferentes idades, que engrandeceu e tornou ainda mais especial o concerto na Casa da Música.

Nas próximas cidades Jimmy P será igualmente acompanhado por coros locais, envolvendo a comunidade artística neste projeto que lhe é tão especial.

Esta é uma celebração, em palco, da universalidade da música e do espírito de partilha que se sublinha em cada época natalícia. Seguem-se concertos em Mirandela, Leiria, Lisboa, Barcelos, Entroncamento, Pombal e Ovar.

Bilhetes disponíveis nos locais habituais.

AGENDA

29 Nov. - Casa da Música, Porto
30 Nov. - Centro Cultural de Mirandela
1 Dez. - Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
5 Dez. - Teatro Maria Matos, Lisboa
8 Dez. - Theatro Gil Vicente, Barcelos (duas sessões)
9 Dez. - Cineteatro São João, Entroncamento
16 Dez. - Jardim do Cardal, Pombal
22 Dez. - Centro de Arte de Ovar
31 Dez. - A anunciar

AMTI-DEMOS-CRACIA EDITA THE JOY OF NATURE

The Spectral World of The Joy of Nature” é um disco de folk psicadélico e ambiental com algumas influências indianas, principalmente devido ao uso da tanpura e tabla.

É um disco que encerra um ciclo, desenvolvendo algumas sonoridades presentes no seu primeiro trabalho "The Shepherd's Tea" e levando-as para outras paragens. Esse encerrar de ciclo é sublinhado até pelo regresso à imagem gráfica inicial de The Joy of Nature e por ser o último disco de originais deste projecto.

A primeira parte do disco é mais orientada para canções, enquanto a segunda parte constitui-se como uma viagem sonora para outros domínios, com um carácter mais meditativo.

Menos melancólico e escuro que discos anteriores, é um lembrete de que este mundo, outrora, foi mais puro e mágico.

É um disco em memória de duas pessoas que foram muito importantes durante o tempo de existência deste projecto: B. Ardo e Mindaugas Peleckis.

NOITE DE REIS DA BAZUUCA

 











Desengane-se quem acha que a celebração dos Reis é apenas um acontecimento dos nossos vizinhos espanhóis, a Bazuuca está a criar uma nova tradição com muita música à mistura. A promoção da dinâmica cultural da cidade de Braga sempre foi o principal foco da agência e promotora cultural, contribuindo para o desenvolvimento, reconhecimento e projeção da comunidade artística da cidade. Foi a partir desta vontade que João Pereira, o fundador da Bazuuca, criou as Noites dos Reis da Bazuuca, um festival de dois dias que celebra o talento bracarense. Nas suas palavras tem sido “um trabalho fundamental para a visibilidade e promoção de artistas locais, e não só, proporcionando-lhes oportunidades e capacitando para prosperar e partilhar o seu talento com um público mais amplo”. João Pereira acrescenta ainda que “desde a primeira edição - na qual não tínhamos noção do impacto que o evento poderia ter nas pessoas presentes - que as expectativas estão sempre elevadas.”

Nos dias 5 e 6 de janeiro, a 4ª edição conta com 16 artistas, que prometem festa rija nas duas salas do Lustre. “Selecionamos bandas que já participaram em edições anteriores, mas que trazem algo de novo para apresentar, assim como novos nomes com grande potencial de progressão, que consideramos serem fundamentais incluir no evento. Além dos artistas, agregamos também coletivos artísticos que desempenham um papel significativo no circuito de clubbing da cidade”, acrescenta João Pereira.

A Noite dos Reis da Bazuuca, que na verdade são duas, conta com o apoio do Município de Braga e os passes gerais já se encontram disponíveis a 12€, havendo também bilhetes diários a 8€. As entradas podem ser adquiridas online, na Seetickets, e na bilheteira do Lustre durante os dias do evento.

Sexta, dia 5 de janeiro

23h00 - Palco Salão Mozart - Miguel Pedro
23h30 - Palco Bazuuca - Mayu
00h00- Palco Salão Mozart - Frank Lucas
00h30 - Palco Bazuuca - Palas
01h00 - Palco Salão Mozart - Navegantes da Rua
01h30 - Palco Bazuuca - Capela Mortuária
02h00 - Sala Espelhos - Wav. In Takeover c/ Mazda Fields + Terzi

Sábado, dia 6 de janeiro

23h00- Palco Salão Mozart - Mafalda BS
23h30 - Palco Bazuuca - Mutu
00h00- Palco Salão Mozart - Maison Vërt
00h30 - Palco Bazuuca - QUADRA
01h00 - Palco Salão Mozart - St. James Park
01h30 - Palco Bazuuca - Bed Legs
02h00 - Sala Espelhos - DarkSessions Takeover c/ MGR96 e o Aäg

MONSTRO BRILHANTE - "SERENIDADE"

“TERRA LIVRE” AO VIVO NO CCB





















O GAJO (PORTUGAL) E RICARDO VIGNINI (BRASIL) APRESENTAM O SEU PROJECTO COLABORATIVO

2 FEVEREIRO 2024, 21h - CCB, LISBOA

Depois do lançamento nas plataformas digitais e concertos de apresentação no Brasil, o álbum “Terra Livre” é apresentado ao vivo pela primeira vez em Portugal num concerto que terá lugar no CCB a 2 de fevereiro de 2024, com uma performance colaborativa entre a viola Campaniça do GAJO e a Viola Caipira de Ricardo Vignini.

“Terra Livre” é o disco/território exploratório destes dois músicos aventureiros. Portugal e Brasil em estreita afinidade e duas culturas a uma só voz.

Para o palco, as violas levam toda a sua bagagem cultural, a sua sonoridade característica e um repertório único e original, resultante de uma empatia musical que se transformou numa amizade inovadora, capaz de atravessar fronteiras e oceanos.

O encontro transatlântico do português João Morais, mais conhecido como O GAJO, com o brasileiro Ricardo Vignini, aconteceu no ano de 2022 através das redes sociais. Uma sintonia musical ativou um primeiro contacto com a participação de Vignini no disco do GAJO “Não Lugar” (2023) e que rapidamente se transformou numa regular troca de ideias e na vontade de cruzar os dois mundos artísticos e culturais que caracterizam estes tocadores. O resultado foi este “Terra Livre”.

No Brasil, Ricardo Vignini que tem uma carreira a solo de 20 anos, leva a sua Viola Caipira em grandes viagens desde as referências tradicionais, a abordagens mais personalizadas e contemporâneas. Em Portugal, O GAJO faz um caminho similar, levando a sua tradicional Viola Campaniça para territórios artísticos mais urbanos e atuais, inspirados na sua carreira musical ligada ao rock de mais de 25 anos.

Os bilhetes para a apresentação de “Terra Livre” ao vivo no Centro Cultural de Belém já se encontram disponíveis nos locais habituais.

NENA TRIUNFA EM LISBOA COM COLISEU DOS RECREIOS CHEIO PARA A RECEBER

 













Foi com casa cheia que Nena triunfou na sua grande estreia no emblemático Coliseu dos Recreios, na passada 5.ª feira, ao lado dos convidados de luxo Ana Bacalhau, Carolina De Deus e João Só. Esta foi a grande confirmação de Nena como uma das mais importantes jovens artistas do panorama nacional, testemunhada por um coro impressionante de fãs presentes, que ao longo de duas horas mostraram saber de cor as canções mais e menos conhecidas da artista.

A cantora e compositora levou até ao Coliseu de Lisboa temas do álbum de estreia, assim como o novo sucesso "Os croquetes acabam", tendo ainda surpreendido os fãs com novas canções do próximo álbum de originais. O espetáculo contou com uma banda de seis elementos e ainda um quarteto de cordas. Já o cenário esteve a cargo da cenógrafa Ana Sequeira.

2024 já se mostra promissor e Nena foi confirmada para participar na próxima edição do Festival da Canção. Neste contexto a artista reagendou a sua estreia na Super Bock Arena para dia 18 de maio de 2014. Para este espetáculo especial a artista chamará a palco, mais três convidados de peso, desta feita, Bárbara Tinoco, Joana Almeirante e Miguel Araújo.

Nena é uma das mais promissoras artistas da nova geração da música portuguesa. Editou o álbum de estreia de originais, "Ao Fundo da Rua", em novembro de 2022 e foi galardoada com o “Prémio Revelação” nesta última edição dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa. Mais recentemente foi anunciada como uma das artistas convidadas para autora do Festival da Canção 2024.

Os bilhetes para a nova data na Super Bock Arena, no Porto, já se encontram disponíveis nos pontos de venda oficiais. A artista remarcou a data do espetáculo na invicta para dia 18 de maio, sendo que os bilhetes para dia 20 de janeiro mantêm-se válidos para a nova data. Para quem desejar o reembolso, poderá solicitá-lo a partir do dia 30 de novembro no respectivo local de compra, apresentando o bilhete e comprovativo de pagamento, até 30 dias subsequentes à data prevista do espetáculo (com término a 19 de fevereiro de 2024).

AGENDA 2023/2024

13 jan - Castelo de Óbidos
25 jan - Casa da Música - Porto | ESGOTADO
12 fev - Amiais de Baixo - Festas S. Sebastião
23 fev - Centro de Artes de Águeda
1 abr - Auditório do Casino Estoril | part. concerto Joana Almeirante
12 abr - Teatro Maria Matos - Lisboa | part. concerto Carolina de Deus
28 abr - Lisboa - Jncquoi | com Joana Almeirante
13 mai - Feira de Leiria
20 mai - Casino da Póvoa
26 mai - Espaço Moche - Lisboa | part. concerto Mónica Teotónio
2 jun - Albergaria-a-Velha - Festival do Pão de Portugal
15 jun - Porto - Hot Five | Dois Pares de Botas, c/ Joana Almeirante
30 jun - Festas de Coimbra
5 jul - Tomar - Festa dos Tabuleiros
9 jul - Festas de Ponte de Sor
16 jul - Covilhã - Feira de São Tiago
21 jul - Fornos de Algodres - Festival da Biodiversidade
27 jul - Cascais - Cool Jazz
30 jul - Festas Grandes de Lousada
4 ago - Lisboa - Casino
14 ago - Ermidas-Sado - Festas de Verão
19 ago - Mafra - Festas N.S. da Nazaré
26 ago - Ermesinde - Festa do Ferroviário | part. concerto João Só
30 ago - Montemor-o-Novo - Feira da Luz
8 set - Lagoa - Dia da Cidade
10 set - Estoril - Chefs on Fire
16 set - Abrantes - Festival ao Alto
7 out - Alvaiázere - Capital do Chícharo
21 out - Aud. Municipal Peso da Régua | part. concerto Joana Almeirante
3 nov - Arraiolos - 22ª Mostra Gastronómica
23 nov – Coliseu de Lisboa
24 nov - Lisboa - Super Bock em Stock | part. concerto João Só
25 nov - Torres Novas - Gala CRIT
30 nov/1 dez - Lisboa - Evento Privado
02 dez - Porto - Evento Privado
16 dez - Vila Nova de Paiva - Auditório Carlos paredes | c/ João Só
20 dez - A Anunciar
08 mar 2024 – A Anunciar
18 mai 2024 - Porto - Super Bock Arena | NOVA DATA
15 jun 2024 - A Anunciar
27 jul 2024 - A Anunciar

GRAND SUN ENCERRAM TOUR À BOLEIA DE SINGLE NOVO E NOMEAÇÃO PARA EUROSONIC















Estão aí as últimas três datas da tour que sucede o lançamento do novo single da banda lisboeta, "Something More". Pelo caminho, os Grand Sun viram-se nomeados representantes de Portugal no Eurosonic, festival holandês dedicado à descoberta da nova música europeia.

Com força se faz o momento dos Grand Sun, e só há razões para com força se viverem as últimas três datas de promoção do novo single. “Something More” é um tema de pós-punk risonho, que sorri à força pop e acelerada da melodia, inspirado na recente tour que a banda concretizou em Nova Iorque. É o segundo single revelado pelos Grand Sun, depois de "Conceptualize", e antecipa novo álbum, a editar em 2024.

30/11 @ Verde Pinho, Fafe
01/12 @ CAAA, Guimarães (com Jepards)
02/12 @ Sala Avenida Escairón, Galiza

JOÃO SAMPAYO ANUNCIA CANÇÃO INÉDITA













João Sampayo anuncia canção inédita em colaboração com a artista australiana Ciara Lea e nova data ao vivo no dia 14 de dezembro no Tokyo Lisboa.

Depois da edição de "Luzes da Ponte" em maio deste ano - single que surgiu em antecipação ao seu futuro disco, com data de lançamento agendada para 2024 - João Sampayo acaba de dar a conhecer "your best" - canção inédita e single "solto" - em colaboração com a singer-songwriter australiana Ciara Lea, numa viagem intimista e acústica, que reflete sobre a importância da saúde mental no amor e nas relações.

Os caminhos de João Sampayo e Ciara Lea cruzaram-se quando o músico português começou a gravar e a produzir o primeiro EP da artista australiana. "Numa das sessões de gravação, surgiu a ideia do dedilhado de guitarra, e ambos nos identificámos com a paisagem da canção. Talvez por estar em frente a ela, as primeiras palavras que me saíram foram em Inglês e assim ficou. A Ciara escreveu o verso dela como quem pisca os olhos, e o refrão surgiu de improviso enquanto cantávamos. Em duas horas tínhamos a canção gravada, produzida e misturada" - sublinha João Sampayo. Na sequência deste lançamento e depois de esgotar o Teatro do Bairro na sua primeira apresentação ao vivo, o músico, produtor e compositor lisboeta, que aprofunda temas como as relações humanas, o amor e o desamor na leveza da sua sonoridade Pop/Alt-Pop, junta novamente a banda que o acompanha para um concerto no Tokyo Lisboa, no dia 14 de dezembro, onde apresentará pela primeira vez ao vivo canções inéditas que integram o seu próximo trabalho de estúdio, assim como as músicas de "ELIPSE" - disco de estreia editado em 2022.

Info's: O bilhete tem um custo de 10 euros e pode ser comprado no portal do local ou na aplicação TokyoJamaica.

Ficha Técnica: João Sampayo (Voz e Guitarras), Samuel Dias (Bateria), Francisco Nogueira (Baixo), Teresa Mello Sampayo (Coros) e Carlos Ribeiro (Teclados).

“your best” estará disponível digitalmente a partir deste dia, 8 de dezembro.

João Sampayo: João Sampayo é um músico, compositor e produtor lisboeta. Foi desde cedo que se entregou à música e, num regime autodidata, desenvolveu-se enquanto multi-instrumentista e compositor. Mais tarde, juntou-se à equipa do Bairro Up Estúdio, como produtor e engenheiro de som. Em paralelo com o seu projeto a solo, trabalha com diversos artistas e bandas, em variados géneros musicais, tais como o Pop, Rock, Jazz ou Hip Hop. Aos 26 anos, o artista decidiu dar início à gravação das canções que viriam a formar o seu primeiro álbum de originais, “ELIPSE”, lançado a 17 de Junho de 2022. Influenciado por artistas como John Mayer, Mac Miller, Bon Iver, Janeiro ou Tiago Bettencourt, o músico lisboeta aprofunda temas como o amor, o desamor, a depressão e as relações humanas na leveza da sua sonoridade Pop/Alt-Pop. O artista apresentou o disco ao vivo em Lisboa perante um Teatro do Bairro esgotado. João Sampayo encontra-se de momento a escrever e produzir o seu segundo álbum. “Luzes da Ponte” foi o primeiro avanço do novo trabalho do músico, lançado a 26 de maio de 2023.

Ciara Lea: Ciara Lea é uma singer-songwriter australiana, que cresceu no norte de Londres, onde desde cedo se começou a expressar através da sua voz, da escrita e da dança. Após lançar o seu primeiro single “Cry”, a artista australiana mudou-se para Lisboa, à procura de inspiração. Começou por tocar e cantar nas ruas e rapidamente estabeleceu conexões com diversos músicos que a influenciaram e inspiraram a escrever o seu EP de estreia. Gravado e produzido no Bairro Up Estúdio por João Sampayo e André Louro, o EP marca uma nova jornada na carreira da artista. Ciara Lea acaba de lançar “ Myself” e “Feel It”, singles de avanço do EP de estreia, com lançamento previsto para o início de 2024.

LOW MAK COM NOVO VÍDEO













De olhos postos na Grécia antiga, Demosthenes é sinónimo de força, perseverança e inteligência.

Aqui, rodeado de uma ambiência misteriosa, deixa-nos a pairar sobre uma atmosfera densa de camadas de electrónica negra com travo a descoberta.

"Demosthenes" sai hoje e é o mais recente vídeo desta história que é "Le Noir".

À medida que a vida segue e a sociedade vai evoluindo sente-se um negrume que caminha ao seu redor. Não se sabe de onde vem ou por onde se vai alimentando, mas a verdade é que, por vezes, sentimos que as ovelhas negras de outrora, poderão ser a luz dos dias de hoje, uma vez que poderão manter a humanidade que se tem vindo a perder ao longo das décadas e gerações.

Há, no entanto, uma fonte de esperança e nem tudo é corrompido ou se deixa corromper. A música é uma excelente forma de cultivo e de transmissão das coisas boas que ainda nos sobram.

Low Mak abre o seu coração e alma na sua música e, esperançosamente, anseia inspirar as pessoas a poder revelar as suas também.

A sua música é emocional, densa, coberta de alguma raiva e com um labirinto de melodias oníricas que têm como inspiração Rezz, Deftones, Gesaffelstein e Mick Gordon.

Le Noir, o seu primeiro LP, aborda o lado negro da sociedade assim como o do ser humano. Não deixando de lado alguma luz e esperança que podemos encontrar em faixas como "Yakusoku". A intenção deste disco foi sempre mostrar o lado honesto do artista e ter um caminho definido em termos de sonoridade, sem barreiras musicais ou artísticas.

Instrumentalmente encontramos uma viagem sonora que varia entre o midtempo, cyberpunk e bass music, conseguindo encontrar alguns pontos comuns com Nine Inch Nails.

Não existiam planos para Le Noir ser um disco, mas sim um compêndio de singles, até Rick Chain (Besta, Sinistro) dar o mote de juntar tudo num álbum. Vem assim ao mundo este disco composto por 11 faixas cobertas de uma electrónica negra e muita densidade sonora.

Le Noir foi misturado e masterizado por João Carvalho (DJ Deepblue) e produzido pelo próprio Luís Barradas. Saiu no passado dia 13 de Setembro com o selo da Raging Planet e tem agora um novo single com vídeo da música “Demosthenes”.

ÂNGELO FREIRE NO CASINO DO ESTORIL

 



















Por motivos pessoais do artista, o concerto de Ângelo Freire no Salão Preto e Prata no dia 2 de Dezembro foi cancelado, mas haverá uma nova oportunidade para o ver ao vivo, na 2ª Gala “Os Putos do Fado”, um espectáculo da sua criação.

A Gala terá lugar no Salão Preto e Prata no dia 27 de Janeiro, onde o mote é apresentar novos e promissores talentos do Fado aos amantes de música. Este ano estarão sob a direção musical de Ângelo Freire os e as fadistas Carolina Ribeiro, Catarina Dionísio, Francisco Moreira, Manuel Siqueira, Mel e Miguel Xavier. A Gala contará ainda com a convidada especial Maria da Fé.

Quem comprou bilhete para dia 2 de Dezembro pode pedir a devolução do dinheiro junto da MEO Blueticket ou usar o mesmo para assistir à 2ª Gala “Os Putos do Fado”.

Os bilhetes podem ser adquiridos na MEO Blueticket e nos locais habituais.

INÊS APENAS LANÇA EP “ACÚSTICO” E DUETO COM CLÁUDIA PASCOAL





















A cantora, compositora e pianista INÊS APENAS edita, esta sexta-feira, dia 1 de dezembro, o novo EP “acústico” em todas as plataformas digitais. O lançamento inclui um tema inédito, uma colaboração com Cláudia Pascoal, e outras versões intimistas, a piano e voz, de temas dos dois primeiros EPs “um dia destes” (2022) e “Leve(mente)” (2023).

“Este EP acústico surgiu de uma necessidade muito grande de me aproximar cada vez mais do meu público e mostrar como cada canção foi feita. Componho maioritariamente ao piano e queria que viajassem comigo da mesma forma que eu viajo quando escrevo canções”, afirma INÊS APENAS.

"acústico" inclui o inédito ‘LEIRIA NÃO EXISTE - escrito para desmistificar um mito e meme viral português, segundo o qual... Leiria não existe -, 'Shhinfrim', 'Leve(mente)' com LEFT., 'Fim do Mundo', tema finalista do Festival da Canção 2023 e uma versão de ‘Bloqueada’, em dueto com Cláudia Pascoal.

“Este tema é uma reflexão sobre o impacto das redes sociais nos nossos relacionamentos amorosos e afetivos. Sou fã da Cláudia Pascoal desde sempre e esta música era perfeita para nos juntarmos. Ela interpreta a ‘Bloqueada’ como ninguém, explorando sem limitações a melodia e a letra da canção", revela INÊS APENAS.

Já Cláudia Pascoal afirma que "foi com esta canção que a INÊS APENAS me conquistou, pela forma como diz verdades sem peso! Partilhar a 'Bloqueada' com ela foi dos meus pontos altos deste ano". A artista confessa, ainda, que "ter a Inês na minha vida é uma das minhas maiores sortes! Aprendo com ela. Aprendo a ser melhor artista e melhor ser humano. Sorrir para todo o mal da vida é um dos maiores talentos que alguém pode ter e a Inês tem isso à fartazana".

As artistas colaboraram pela primeira vez no videoclipe 'Tu Fazes Tão' (2021), single de estreia de INÊS APENAS, realizado por Cláudia Pascoal. Mais tarde, encontram-se na final do Festival da Canção 2023 e lançam, agora, o dueto acústico do tema 'Bloqueada'.

O EP "acústico" é apresentado ao vivo no dia do lançamento, sexta-feira dia 1 de dezembro, pelas 17h00, na FNAC Chiado, em Lisboa.

NOVO SINGLE DE JOÃO DA ILHA

Já está disponível o novo single VIAJAR E PERTENCER, canção que fala sobre o desejo dos "ilhéus" viajantes, de percorrer um destino além-mar, mas sempre com o sentimento de pertença à terra que lhes deu vida.

A arte gráfica ficou ao cargo do artista plástico César Martiniano, e teve co-produção e participação musical de João Ornelas Mendes no baixo elétrico, Ivo Mé nas percussões, e Evandro Meneses na viola da Terra.

O novo álbum de nome NOVE CANTOS, será apresentado em concerto no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Angra do Heroísmo, no dia 03 de dezembro de 2023, às 17h, com João da Ilha (voz, violão), Evandro Meneses (viola da Terra, coros), e convidados.

Terá uma edição limitada em formato CD que já está em pré-venda através de encomenda pelo e-mail: info@joaodailha.com

https://www.instagram.com/joaodailhamusic/
https://www.facebook.com/joaodailha

Para colecionadores e apreciadores do formato físico, há discos disponíveis por encomenda através do seguinte link:

Comprar aqui

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

PROGRAMA DE 29/11/23

1 – Norton – Young blood (c/ Filipa Leão)
2 – Paul Oak – October
3 – Non Talkers - You are my home
4 – Birds Are Indie – 21st century heroes
5 – Ian – Melodies
6 – Human Natures – The now
7 - Dela Marmy - E se o céu se apagar
8 – Amélia Muge – O mal lavado

9 – Rodrigo Leão – Amat (c/ Rosa Leão)
10 – Joseph K – And also the sun
11 - José Tornada – Haiku
12 - Júlio Resende – Peace at last
13 - Rui Tinoco - É preciso não estragar o amor
14 - Francisco Sassetti – Sara is happy

ELISA RODRIGUES E ISABEL RATO JUNTAS EM TEMA















Com percursos bem vincados em nome próprio, Elisa Rodrigues e Isabel Rato são dois nomes distintos do panorama jazzístico nacional.

Ambas alcançaram destaque e reconhecimento imediatos com os seus discos de estreia.

Elisa Rodrigues foi considerada cantora revelação jazz com “Heart Mouth Dialogues”, dirigido por Júlio Resende, e Isabel Rato, tornou-se num dos nomes femininos mais relevantes da nova geração de compositores Jazz com “Para além da curva da estrada”.

Veia é o novo projecto a que se propõem juntas. Um duo feminino que surge de uma grande admiração mútua, da vontade de unir visões e deixar a empatia pessoal transbordar para o domínio da música. Com o jazz como ponto de partida assistimos a um espectáculo de Voz e Piano onde interpretam temas originais da sua autoria bem como se propõem a re-interpretar temas de Mário Laginha, Luis Barrigas, Nina Simone, The Police ou Elvis Presley. A que soam dois talentos tão distintos juntos? Onde é que as diferenças se tornam essenciais ao Equilíbrio e ao Movimento? Fluir. Talvez seja a premissa deste projecto. Da maneira mais livre possível.

Com uma sonoridade quente mas crua, na medida em que se foca no essencial, sem grandes distrações. Voz e piano apenas, num pulsar intenso.

O duo marcou a sua estreia em Outubro de 2018, contando já com concertos no Festival de Jazz de Galway na Irlanda, Festival Caldas Nice Jazz, Évora JazzFest, Ciclo de Jazz de Mafra, Festival “Aqui Há Jazz” Sesimbra, Cinema S. Vicente no Seixal, Festival “Wine and Jazz” Palmela, entre tantos outros.

Ficha Técnica:

Elisa Rodrigues — Voz
Isabel Rato — Piano

Elisa Rodrigues - Voz

No Jazz, Elisa Rodrigues conquistou já o respeito da crítica e de uma pequena legião de fãs que a tornam numa das mais preciosas descobertas da música portuguesa dos últimos anos. Com o seu disco de estreia “Heart Mouth Dialogues”, a cantora portuguesa iniciou também o seu percurso por alguns dos mais prestigiados palcos nacionais como o Vodafone Mexefest, Cool Jazz Fest, Festival MED, Douro Jazz, entre tantos outros.

Inicia os seus estudos musicais em 1994, ao integrar-se na Escola de Música da Costa do Sol como membro do coro Pequenos Cantores do Estoril, sob a direcção de Teresa Lencastre (coro), Maria Repas (coro), Mário Marques (formação vocal), Stela Lalova (formação musical) e do maestro Nikolay Lalov (orquestra).

Em 1997, inicia aulas de guitarra. Com quinze anos, e algum contacto com repertórios clássicos, abandona os dois coros e começa a interessar-se pela linguagem jazzística, depois de frequentar pela primeira vez o workshop de música de Cascais leccionado por professores da JB Jazz.

Em 2003, entra para a Escola de Música Michel Giacometti onde frequenta aulas de guitarra e Ensemble, sob a direcção de João Rato. Dois anos depois inicia aulas de técnica vocal, com o professor Tiago Pereira Bastos.

A partir de 2007, inicia a participação como vocalista num projecto de nouvelle jazz e ELLE, em conjunto com José Dias (guitarra), Alcides Miranda (guitarra), Nuno Oliveira (baixo) e Alexandre Alves (bateria). Colaborou activamente com o pianista Júlio Resende e juntos criaram o grupo Elisa Rodrigues Quarteto, vindo a dar origem ao seu 1o disco “Heart Mouth Dialogues”.

O talento e carisma de Elisa Rodrigues despertou a atenção da famosa banda de culto britânica These New Puritans. Em 2013, Jack Barnett, líder dos These New Puritans, convidou-a para participar em “Field Of Reeds” e integrar a digressão mundial de apresentação do disco, actuando nos mais prestigiados palcos como o Barbican Centre em Londres ou o Hollywood Bowl em Los Angeles, na primeira parte do concerto de Bjork. Colabora também com Rodrigo Leão.

Em 2018, lança o seu álbum de originais “As Blue As Red” produzido por Luísa Sobral. Participou também no Festival da Canção com o tema “Não Voltes Mais” no ano de 2020.

Atravessados os anos da pandemia, tem vindo a lançar um single por ano com a edição de um EP em Setembro de 2023, com o título “Até ao Sol” com as convidadas Rita Onofre e Joana Alegre. Esta é a primeira edição totalmente em português da cantora.

Isabel Rato - Piano

Compositora, arranjadora, pianista e produtora, com trabalho seguro junto de grandes nomes da música nacional, Isabel Rato é já um nome singular no panorama do Jazz em Portugal. Teve reconhecimento imediato do seu álbum de estreia em nome próprio, “Para Além da Curva da Estrada” editado em 2016, pela Editora Sintoma Records.

A compositora também lançou em 2019 o seu segundo disco “Histórias do Céu e da Terra” pela Editora Nischo Records, considerado pela revista jazz.pt como um dos melhores discos de jazz nacional de 2019.

Presentemente, apresenta-se ao vivo com o seu terceiro disco “Luz” que teve lançamento no dia 1 de Maio 2022, pela Editora Nischo. É vencedora também de Bolsa atribuída pela SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) para a gravação de disco em 2023 de repertório português.

Com licenciatura em Piano Jazz na Escola Superior de Música de Lisboa, teve como seu mentor e professor o pianista João Paulo Esteves da Silva. Frequentou aulas também com pianistas e músicos mundialmente reconhecidos como: John Taylor, Fred Hersch, Enrico Pieranunzi, Joshua Redman, João Paulo Esteves da Silva, Mário Laginha, Hal Galper, Kenny Werner, Vardan Ovsepian e Albert Bover.

A pianista tem vindo a apresentar-se com o seu grupo de Jazz em várias salas e Festivais em Portugal como: Ciclo de Jazz do Entroncamento 2023; AlãoJazz Fest 2023 - Alenquer; Festival Causa/Efeito 2023; Festival Até Jazz - 1a edição 2022 (1a parte de Dave Weckl´s Band); Caparica Jazz 2022; Ciclo Respect - 2022, Hotclube de Portugal; “Festival Jazz AlémTejo 2022”; Festival “Ciclo de Jazz de Setúbal” 2022; “Festival Jazz tem Voz - 2021” (concerto Pedagógico); Festival “Guarda in Jazz” - 2021; “Noites Azuladas” Castelo Branco, 2021; Festival de Jazz Valado de Frades - 2021 (Concerto Pedagógico); Festival Internacional SeixalJazz 2020; Festival de Jazz de Bragança 2019; Festa do Jazz 2019; Festival de Jazz do Entroncamento 2019; Festival Wine and Jazz Palmela 2019; Auditório Municipal de Almada; Festival Internacional SeixalJazz 2018 (concerto pedagógico); Festival Spring On 2019 - Casa da Música, Porto; Auditório Municipal do Seixal; Festival de Jazz de Odemira 2018; Ciclo de Jazz de Setúbal 2017 e 2019; Auditório dos Oceanos, Lisboa; Hot Club de Portugal, Lisboa; Ciclo de Jazz em Mafra 2018; Jazz no Museu em S. Brás de Alportel; Centro Cultural de Cascais; entre muitos outros.

Tem o seu duo Veia com a cantora Elisa Rodrigues desde 2018.

Trabalha nos últimos anos como arranjadora para vários artistas.

Tem tocado com vários músicos na área do Jazz e música improvisada ao longo destes anos como João Barradas, Desidério Lázaro, Edgar Caramelo, Sofia Vitória, João Hasselberg, Elisa Rodrigues, Beatriz Nunes, Joel Silva, Jorge Moniz, João Lencastre, João Capinha, Pedro Madaleno, Edu Miranda, Nanã Sousa Dias, José Menezes, Bruno Pedroso, Luís Candeias, André Rosinha, entre outros.

Isabel Rato nasceu em Lisboa em 1981. Iniciou os seus estudos de piano com a Professora Julieta Boavida com apenas 5 anos. Frequentou aulas de ballet clássico e, desde cedo, apresentou-se em espectáculos de teatro, dança e música.

Aos 12 anos iniciou também o estudo de guitarra clássica e eléctrica em Cascais. Mais tarde prosseguiu os estudos de piano na área da Música Clássica e Improvisada, Guitarra Clássica, Teoria, Harmonia, Voz, Coro e História da Música. Mais tarde, estudou piano com a professora e concertista Maja Stojanovska. Estudou também canto com a professora e cantora Paula Oliveira.

Desde os 18 anos que se apresenta profissionalmente como pianista e teclista de vários grupos e artistas do panorama musical português dos quais se destacam: Despe e Siga, Linha da Frente, Mikkel Solnado, Samuel Quedas, Chen Liony, Carolina Deslandes, entre muitos outros. Já partilhou o palco com nomes como Maria João e Mário Laginha, Luís Represas e Corvos. No “The Voice” da RTP tocou com vários artistas destacando Daniela Mercury e Rui Reininho.

Enquanto professora, lecciona as disciplinas de piano Jazz e piano Clássico em várias scolas na região de Lisboa como: Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal; e Escola de Música Michel Giacometti em Cascais.


DEPOIS DE UM HIATO CHEGA NOVO EP DE LÓGICO





















João Correia ou "Lójico" é um rapper proveniente de Gaia, Porto que começou o seu percurso no hip-hop em Junho de 2015. Lançou a sua primeira mixtape em 2016, à qual deu o nome "Lojicamente (4 anos depois)" que contou com 14 faixas entre as quais algumas originais.

Em 2016, começou a desenvolver um novo projeto, um EP com o nome Amor & Arte que saiu a 14 de Dezembro 2018, com participações, entre outros, de João Tamura, e produções de Holly. Seguiram-se os singles de maior destaque Canela e Voa com distribuição da Universal Portugal...
Mesmo com um interregno nos lançamentos, goza de uma boa reputação dentro do rap e conta atualmente com mais de 11.100 subscritores no YouTube e mais 2.225.000 visualizações nas suas músicas disponíveis nesta plataforma e com um total que excede o 1.000.000 de streams no Spotify.

Com o selo Big Bit Música, o novo EP estará nas plataformas digitais a 30 de Novembro de 2023, de nome Now & Forever contando com o tema já lançado (ainda pela Universal) Dá-me O Teu Mundo, o single Oh Baby que também saiu este ano e os destaques Carro, Tempestade e o single que acompanha este EP - Kika (que tem granjeado uma enorme reputação nos circuitos de Gaia)... cinco temas para os nossos cinco sentidos!

CLAV LIVE SESSIONS | TOUR


54ª CLAV LIVE SESSIONS I TOUR I - José Valente

13 Dezembro/ 21h30m/ CLAV em Vermil, Guimarães
14 Dezembro/ 21h30m/ Moinho de Moreira de Cónegos, Guimarães
15 Dezembro/ 21h30m/ Auditório António Gomes- Avidos, V.N. de Famalicão
16 Dezembro/ 21h30m/ Auditório da Junta de Airão S. João, Guimarães

JOSÉ VALENTE

Considerado um dos violetistas mais inovadores da sua geração, José Valente continua a desenvolver uma intensa actividade musical definida pela irreverência, virtuosismo e contemporaneidade das suas composições e concertos. Desde o seu regresso de Nova Iorque que o premiado violetista tem vindo a explorar os limites do seu instrumento através da simbiose de diversos estilos musicais, raramente associáveis ao repertório tradicional para viola d’arco, estabelecendo assim uma linguagem e visão musical única.

José Valente: compositor e violetista premiado. Doutorado em Arte Contemporânea com distinção e por unanimidade pela Universidade de Coimbra. Em concerto destaca: Carnegie Hall (solista convidado); Union Square Park (concerto a solo); Festival Imaxinasons; Teatro Maria Matos, Fundação Calouste Gulbenkian; Bookaroo Festival (Índia), Rauf R. Denktas Cultur and Congress Center em Famagusta (Chipre); Casa da Música. Trabalhou, entre outros, com Paquito d’Rivera e Dave Douglas. Prémios: Menção Honrosa no Prémio de Composição Lopes-Graça 2009; vencedor do concurso de projectos artísticos Serralves em Festa 2010; Novo Talento Fnac 2014; The Hannah S. and Samuel A. Cohn Memorial Foundation Endowed Fellowship (E.U.A). Compôs Passaporte para viola d’arco solo, uma encomenda Antena 2 / RTP para a 32ª Edição do Prémio Jovens Músicos.

O seu disco Serpente Infinita, gravado a convite do Musibéria, recebeu 5/5 estrelas pela revista jazz.pt, integrou a lista de discos do ano da mesma publicação, e várias listas individuais de críticos. Serpente Infinita foi laureado com o Prémio Carlos Paredes 2019.

É co-criador do espectáculo infantil e encomenda do Teatro São Luiz Os Figos são para quem passa, inventado juntamente com Marta Bernardes. Compôs Trabalho, Palavra, Som e Preguiça em colaboração com Gonçalo M. Tavares e Paulo Mendes, uma encomenda do MAAT.

O seu disco Trégua para viola d'arco e Orquestra Filarmónica, é um projecto vencedor do Apoio à Edição Fonográfica GDA e do Apoio à Criação da DGArtes. O seu último disco, Águas paradas não movem moinhos, também disco Antena 2, inaugura o seu novo sexteto de violas, 6 Violas, e homenageia a música de José Mário Branco. Águas paradas não movem moinhos está a ser extremamente bem recebido, multiplicando-se em destaques feitos pela imprensa nacional e, depois da sua estreia no Porto, foi recentemente apresentado no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

José Valente está neste momento a gravar o seu próximo álbum a solo.

www.josevalente.com

CLAV LIVE SESSIONS | TOUR

As CLAV LIVE SESSIONS I Tour estão de volta para a emocionante 2ª temporada de 2023, trazendo consigo quatro artistas convidados para um universo de 16 concertos que se espalharão por vários locais de Guimarães, V.N. de Famalicão e ainda no Porto.

Após o encerramento de um ciclo composto por 50 memoráveis CLAV LIVE SESSIONS, o projeto retorna com um novo formato e uma proposta ousada de Vermil para um território mais abrangente. A grande novidade desta temporada é a esperada Tour, que se integra perfeitamente à programação regular do CLAV - Centro e Laboratório Artístico de Vermil.

Nesta nova temporada, as CLAV LIVE SESSIONS são o palco de quatro artistas excepcionais, que unirão seus talentos ao projeto CLAV LIVE SESSIONS para criar um ciclo impressionante de 16 concertos, abrangendo as deslumbrantes paisagens de Guimarães, V.N. de Famalicão e Porto.

Com uma agenda repleta de emoções, os artistas não realizarão apenas um concerto empolgante em formato de streaming no CLAV, mas também registarão essa experiência única para formato televisivo e haverá a criação de novos conteúdos digitais.

E as surpresas não param por aí! O público terá o privilégio de vivenciar três performances ao vivo memoráveis: uma no charmoso "Moinho de Moreira de Cónegos", na encantadora Vila de Moreira de Cónegos, Guimarães; outra como parte do inspirador Projeto "Há Cultura", promovido pelo Município de V.N. de Famalicão; e uma terceira no aconchegante espaço "APURO", situado na cidade do Porto.

Alberto Fernandes, diretor artístico do CLAV, músico, produtor e realizador, destaca que esta nova série das CLAV LIVE SESSIONS reflete anos de esforço e dedicação. Ele enfatiza a crescente relevância dessas sessões no cenário musical, tanto a nível nacional quanto internacional.

Os projetos selecionados para as próximas quatro CLAV LIVE SESSIONS passaram por um criterioso processo de seleção entre 64 propostas artísticas emergentes que responderam à CALL realizada no início do ano.

A tour associada a essa visão arrojada tem como objetivo a concretização de políticas públicas de descentralização cultural e ampliar o acesso à cultura para um público que, de outra forma, poderia não ter essa oportunidade enriquecedora.

Essa ambiciosa empreitada é impulsionada por uma colaboração inspiradora entre diversos parceiros. Os Municípios de Guimarães e V.N. de Famalicão contribuem financeiramente para tornar o projeto uma realidade, enquanto várias Juntas de Freguesias oferecem suporte financeiro e logístico. Parceiros de mídia influentes desempenham papéis cruciais na divulgação e transmissão televisiva e radiofónica destes eventos.

Com um novo ciclo de CLAV LIVE SESSIONS para a 2ª temporada de 2023, repleto de grandes novidades, novos formatos e conteúdos envolventes, prepare-se para uma experiência cultural inesquecível. As "CLAV LIVE SESSIONS I Tour" estão prontas para iluminar os palcos de Guimarães, V.N. de Famalicão e Porto.

NATAL CELEBRADO COM FILMES E MÚSICA PELO SPACE ENSEMBLE















O Space Ensemble termina o ano com uma digressão do seu espetáculo “Filmes da Terra do Pai Natal” entre 30 de novembro e 17 de dezembro, com 9 sessões no Centro e Norte do país: Marinha Grande, Ourém, Águeda, Leiria, Seia e Porto.

Em “Filmes da Terra do Pai Natal”, um filme-concerto criado a partir de uma parceria com o Finnish Film Contact (instituição de apoio à divulgação da cinematografia finlandesa), o Space Ensemble interpreta uma banda sonora original para curtas-metragens dos realizadores filandeses Heikki Prepula (Canguru Gussy e outras fábulas), Ismo Virtanen e Mariko Härkönen (episódios do filme Turilas & Jäärä).

Inicialmente criado por encomenda da Casa da Música a propósito da temporada Focus Nordico, este filme-concerto continua a circular por várias localidades, convidando famílias, crianças ou simplesmente entusiastas de filmes musicados ao vivo a celebrar o Natal de uma forma diferente, apelando à imaginação de jovens e adultos ao revelar formas únicas de criar música para filmes.

As curtas-metragens são acompanhadas com interpretação musical em tempo real do Space Ensemble, recriando o ambiente clássico do filme-concerto. Combinando instrumentos clássicos, como o piano, a guitarra ou a harpa, com instrumentos menos convencionais, incluindo serrote, theremin, berbequim, brinquedos e objetos variados, o espetáculo convida o público a fazer uma viagem pela Finlândia, passando pelas suas florestas, histórias e elementos característicos. Algumas das músicas podem ser ouvidas no álbum Music For Short Films, lançado em 2022.

Além das sessões para público em geral, especialmente direcionadas a famílias, a tour conta ainda com três sessões exclusivas para escolas, apostando no potencial educativo em torno da relação entre o cinema e a música. O espetáculo é capaz de cativar os mais jovens através dos efeitos especiais sonoros criados por mais de 15 instrumentos e objetos para dar vida aos filmes. Enquanto formação musical mutante, que varia as suas combinações instrumentais e estilísticas consoante o espetáculo e o contexto em que é apresentado, o Space Ensemble será composto nestas sessões pelos músicos Sérgio Bastos (Piano), Eleonor Picas (Harpa), João Martins (Saxofones / Melódica / Flauta / Berbequim), João Tiago Fernandes (Bateria / Marimba), Henrique Fernandes (Contrabaixo / Acordeão), Nuno Alves (Eletrónica) e José Miguel Pinto (Guitarra / Theremin).

Tour:
30 NOV | 10h00 & 15h15 | Teatro Stephens | Marinha Grande [Exclusivo Escolas]
01 DEZ | 16h00 | Teatro Stephens | Marinha Grande
02 DEZ | 17h00 | Teatro Municipal de Ourém | Ourém
03 DEZ | 17h00 | Centro de Artes de Águeda | Águeda
04 DEZ | 10h30 | Centro de Artes de Águeda | Águeda [Exclusivo Escolas]
09 DEZ | 16h00 | Teatro Miguel Franco | Leiria
10 DEZ | 15h00 | Casa Municipal da Cultura de Seia | Seia
17 DEZ | 18h00 | Largo do Amor de Perdição | Porto

Bilhetes para as várias sessões: https://linktr.ee/bilhetesspaceensemble

CARMO' 81 APRESENTA





















KARMA É...

Já nesta sexta 01 e sábado 02.

Tens aqui o programa por dias e links para a bilheteira da See Tickets e locais.

𝗕𝗜𝗟𝗛𝗘𝗧𝗘𝗜𝗥𝗔 SEETICKETS

Bilhete Geral: 25€ (até 30 de Novembro)

Bilhete Diário: 5€ cada concerto (vendido só no próprio dia no local)

Lotação Limitada

carmo81.pt

terça-feira, 28 de novembro de 2023

PROGRAMA DE 28/11/23

1 – António Zambujo - A saga inaudita do Bom Jesus de Teibas
2 – Daniel Catarino – Fado do caixão
3 - Duques do Precariado - Boom
4 – Samuel Úria – A côr do teu batom
5 – Tomara – Dias a mais
6 - Tontos - Réstia
7 – Amélia Muge – O cego pedinte
8 - Dela Marmy - E se o céu se apagar

11 – Expresso Transatlântico – Ressaca bailada
12 – O Gajo – Tarântula
13 – Paulo Bragança - Canção com lágrimas
14 – Cantigas de Maio – O meu menino é de oiro
14 – Miguel Calhaz – Senhora do almortão
15 – Retimbrar – Maneio (c/ Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro)

LEONOR BALDAQUE AO VIVO









Depois de uma bem sucedida estreia em Leiria, a cantautora dá-se a conhecer ao vivo no Porto, onde continua a apresentação das FIRST SONGS ao vivo.

29 NOV - PORTO - Socorro
19h

16 DEZ - LISBOA - Chasing Rabbits

Leonor Baldaque vai estar ao vivo, esta semana, na loja de discos e livros Socorro, no Porto.

Depois da primeira apresentação das suas FIRST SONGS no passado sábado em Leiria, a cantautora-actriz-escritora-poetisa continua a convidar para encontros intimistas onde nos desarma com a sensibilidade e refinamento das suas composições - mais ou menos auto-referenciais - e com a suavidade assertiva da sua pop que bebe inspiração nos clássicos, renovando-os.

No alinhamento estão, claro, os três temas que já tem editados como Few Dates of Love, My New Drink e o mais recente This is Where e alguns ainda desconhecidos do que será o seu disco de estreia, com edição marcada para 2024.

Dia 16 de Dezembro, é a vez de Lisboa comprovar a folk pessoal e transmíssel de uma das mais interessantes vozes da música nacional.

" Ser artista é uma forma de sentir o mundo e também uma forma de lutar e viver por uma liberdade. Essa forma de sentir, num ou numa artista, pode-se exprimir de diferentes maneiras. Consoante as inclinações naturais de cada um. Para mim, é a performance, a escrita, e agora a canção. " LB

FESTIVAL MONTEPIO ÀS VEZES O AMOR REGRESSA EM 2024 DE 14 A 17 DE FEVEREIRO, CELEBRANDO A SUA 10ª EDIÇÃO

 











O 'Montepio Às Vezes o Amor - Festival de Música do Dia dos Namorados' regressa em fevereiro de 2024, assumindo-se como o primeiro festival do ano.

De 14 a 17 de fevereiro, o Festival “Montepio às vezes o amor” irá percorrer o país de Norte a Sul para apresentar espetáculos de grandes nomes da música nacional em salas de referência, celebrando o amor, a cumplicidade, as emoções e a excelente música que os artistas nacionais nos oferecem, ano após ano.

A primeira confirmação da 10ª edição do Festival, representa o reforço do conceito único que foi apresentado, pela primeira vez, em 2023: “As Canções de Amor”.

O primeiro músico a aceitar o desafio de realizar um espetáculo especial com as canções de amor que marcaram a sua vida foi Jorge Palma que, acompanhado por uma orquestra de câmara, dirigida pelo maestro Cesário Costa, com a participação de A Garota Não, Márcia e Marisa Liz, celebrou o amor perante duas salas completamente esgotadas. O sucesso deste espetáculo levou mesmo que fosse nomeado este ano na categoria "Melhor Atuação" dos Globos de Ouro.

Em 2024, será Rui Veloso a pensar num alinhamento único para o espectáculo “As Canções de Amor de Rui Veloso”, concerto que será pensado de raiz para o Festival “Montepio às vezes o amor” e que será apresentado no dia 14 de fevereiro no Coliseu Porto Ageas e no dia 17 de fevereiro no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa.

Rui Veloso é um dos nomes mais influentes da música portuguesa, com uma carreira repleta de sucessos que atravessam gerações. São mais de quarenta anos de canções do cantor, compositor e guitarrista que, neste novo conceito, irá inspirar o público a celebrar o amor, cantando-o a uma só voz.

Os bilhetes para estes espetáculos estarão à venda a partir das 12h00 do próximo dia 30 de novembro na Ticketline e nos locais habituais.

O Montepio às vezes o amor é um evento cultural sonhado e concretizado pelas agências Produtores Associados e Locomotiva Azul, e abraçado desde a primeira hora pela Associação Mutualista Montepio, como naming sponsor.

NOVO TEMA DE FONZIE

 



















Uma semana depois do lançamento da canção que marcou o regresso da banda, Fonzie lançam um novo tema, “Estamos Todos Loucos”.

“Estamos Todos Loucos” é o segundo lançamento de Fonzie em duas semanas, marcando um regresso em força da banda de culto do punk rock Português. A canção aborda a temática da saúde mental e assuntos como transtornos, ansiedade, falta de confiança ou tiques. É uma reflexão sobre um tema muito importante nos dias de hoje. Este é o segundo tema de uma série de lançamentos que Fonzie estão a preparar para os próximos meses, antecipando o álbum que sairá em 2024.

Sobre esta canção, a banda conta que «a música é o espelho do que é lidar todos os dias com variantes da saúde mental, tal como tiques, transtornos compulsivos obsessivos, ansiedade, falta de confiança, demónios na cabeça e afins...é uma descarga emocional de alguém em frente ao espelho a falar consigo próprio. Foi assim que a letra foi escrita - em frente a um espelho, de cadernos e caneta na mão, a disparar frases que vinham à cabeça sobre a pessoa que estava a ver refletida.»

A canção foi escrita e composta por Hugo Maia. Foi gravada e misturada por Tiago Canadas no Poison Apple Studios e masterizada por Mike Kalajian no Rogue Planet Mastering.

“Estamos Todos Loucos” está já disponível em todas as plataformas digitais.`

JOÃO DA ILHA APRESENTA DISCO NOVE CANTOS





















Concerto de apresentação do álbum no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Angra do Heroísmo, no dia 03 de dezembro de 2023, às 17h, com João da Ilha (voz, violão), Evandro Meneses (viola da Terra, coros), e convidados.

«A obra consiste numa gravação e edição fonográfica contendo nove canções originais (música e letra) que continuam a explorar o conceito de açorianidade de obras anteriores do autor-compositor, assim como sentimentos pessoais resultantes da vivência no arquipélago dos Açores. Em termos musicais apresenta-se uma sonoridade atlântica em conceito acústico (sustentado na voz e no violão, com presença pontual de viola da terra), profundamente inspirada nas baladas açorianas, que habitualmente são carregadas da melancolia consequente da insularidade característica de ser açoriano.»

Este foi um álbum musicalmente produzido por João da Ilha em colaboração com o músico multi- instrumentista lajense Evandro Meneses, e com trabalho gráfico artístico do designer e artista plástico angrense César Martiniano. Contou com a participação especial da cantora Lúcia Moniz numa das canções, e ainda com as presenças de: Catarina Rosa (coros), Filipe José Silva (flugel), Fernando Molina (percussões), Ivo Mé (percussões), João Ornelas Mendes (baixo elétrico), João Mendes (guitarra elétrica), Marcos Fernandez (guitarra clássica), e Pedro Cravo Fernandes, que escreveu duas letras.

Esta é uma obra parcialmente apoiada pelo município de Angra do Heroísmo através do programa de apoio a atividades de interesse municipal, no âmbito da edição de fonogramas.

João da Ilha faz dos Açores o seu universo de inspiração, e a sua voz e o seu violão provavelmente trazem em si uma sonoridade influenciada pela infinitude oceânica e a força lávica!

NOVE CANTOS é o seu quarto álbum (longa duração) de música original, num percurso profissional que se estende ao longo de 15 anos, repartido entre os Açores e Portugal Continental, nomeadamente a cidade de Setúbal onde residiu por vários anos.

No ano de 2013, a canção “Oh Meu Velho!” estreou na banda sonora da telenovela da TVI - “Destinos Cruzados” (vencedora de um Emmy com autoria do argumentista António Barreira), associada à personagem do conceituado ator Ruy de Carvalho, tendo permitido airplay nacional e, a passagem por vários espaços televisivos e palcos nacionais.

Em 2019 restabeleceu-se na ilha Terceira, de onde é natural, continuando a fazer música de inspiração
atlântica, e em 2020 editou o mini-álbum (EP) – ''Quatro Estações Num Dia" inspirado numa vivência plena de açorianidade, passível de ser experienciada em qualquer uma das ilhas do arquipélago dos Açores.

Na ilha Terceira, e mais precisamente em Angra do Heroísmo, além de manter a ocupação de autor- compositor, perpetua a sua atividade musical envolvendo-se em diversos projetos artísticos locais, colaborando com a Direção da Cultura Açoriana através de projeto infanto-juvenil desenvolvido na Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da silva Ribeiro, e colaborando com o município angrense numa conjugação de arte com ação social na população idosa da comunidade.

GILENO SANTANA ESTREIA TEMA DE NATAL "NOITE ESTRELADA"





















Gileno Santana celebra o espírito natalício com o lançamento do tema "Noite Estrelada", que estará disponível em todas as plataformas a partir de 1 de Dezembro.

O renomado músico Gileno Santana comemora esta temporada festiva com o lançamento de uma música inédita, com o objetivo de criar uma atmosfera natalícia dos anos 50. Para isso, convida os talentosos artistas Paulo Praça e Rosemary (finalista do The Voice Kids 2021) para juntarem-se a ele nesta celebração musical única. Nesta história, um menino busca um Natal diferente, onde as prendas não têm importância. Seu desejo é construir um mundo melhor, onde a verdadeira magia está no reencontro e no apelo para que ninguém fique sozinho neste Natal.

A produção meticulosa de André Indiana eleva a música a novos patamares. O arranjo e a música escrita por Gileno Santana conta com um quarteto de cordas, uma flauta, um trio clássico de jazz e instrumentos como Fender Rhodes e Hammond. "Que um novo mundo possa ser melhor neste Natal."

Sobre Gileno Santana:
Projectos
Gileno Santana Trio
Inevitável
Ciranda
Miles Davis Legacy
Akarui

Realizações
Vencedor do Concurso BEJAZZ14
Palestra na Harvard University 2019
Palestra na Juilliard School 2022
Medalha de Honra Ordem dos Músicos - SP
Melhores discos de Jazz 2014 pela Jazz.pt
Melhores discos de Jazz 2014 Jazz Logical
Trompetista Indicado pela Time Out Lisboa
Proclamation Mayor - NJC

Como Docente
CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO (2017 - Presente)
ESCOLA DE JAZZ DO PORTO (2008 - 2012)
CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA JOBRA (2013 - 2014)
ESCOLA DE MÚSICA E ARTES DE TÁBUA (2022 - 2023)
PROFESSOR ASSISTENTE (James Morrison Academy - 2017 - Austrália)

Gileno Santana já ministrou masterclass em todos os continentes.

Percurso Académico
ESCOLA SUPERIOR DE MÚSICA E ESPETÁCULO
Licenciatura em Trompete Jazz Mestrado em Ensino
CRIADOR DO CURSO ON-LINE #BEYOURSELF
Lead Trumpet da Orquestra Jazz de Matosinhos 2008 - 2018
Lead Trumpet da David Regan Jazz Orchestra - CH 2018 - 2020
Músico convidado da Orquestra Sinfónica da Casa da Música + Gregory Porter

Patrociníos e Parcerias
Schagerl, Inderbinen, Donat, Briston Watches Torelli, Eletro-Voice, Hercules, Pony Fred Perry, Dr. Martens, JOTT, Óptica Boutique Ildelfonso, Cooland, Fluid, Hawkins Mute

MUTU NO PRIMAVERA SOUND





















Os mutu acabam de ser anunciados para o Primavera Sound Porto 2024.

Depois dos concertos no gnration, Festival Paredes de Coura 2023, Festival EsteOeste, Teatro Gil Vicente e no Festival Para Gente Sentada, com o Theatro Circo lotado, surge agora a confirmação na próxima edição do Primavera Sound e, em breve, serão apresentadas novas datas.

Os mutu são um projeto bracarense, com início em 2020, que consolida num só registo influências que vão desde a música electrónica à tradicional. Com uma abordagem moderna, procuram sensibilizar o público a refletir, através da arte, sobre o meio que o rodeia.

Com uma forte componente identitária, num registo musical contemporâneo, A Morte do Artista, o primeiro trabalho discográfico dos mutu mistura os diferentes percursos dos músicos envolvidos. A esse cruzamento de influências juntam-se mensagens que pretendem despertar no ouvinte pensamento crítico sobre problemáticas sociais dos dias de hoje.

A expressão popular que dá nome ao disco serve de invólucro dos vários temas abordados. Assistimos hoje a um desbaste colectivo da criatividade pela pressão crescente das rotinas quotidianas e do fluxo migratório colectivo para os grandes centros urbanos. Deixamos secar as nossas fontes criativas, as nossas origens, pessoas e costumes em prol do sonho do sucesso laboral e financeiro. Abdicamos muitas vezes de quem somos e do que realmente queremos, por este desconfortável conforto. Este disco é por isso uma chamada de atenção, um toque de despertar introspectivo para estas questões sociais e individuais que se tornam urgentes. Na era da tecnologia avançada criámos e desenvolvemos inteligência artificial criativa, algo irónico, pois enquanto as máquinas se tornam artísticas, nós definhamos esta dimensão tão humana.

Será que estamos mesmo a assistir à Morte do Artista?

O GAJO AO VIVO





















E depois do Rio de Janeiro, O GAJO segue para Porto Alegre onde irá participar no Festival MATE que é o evento que levou O GAJO até ao Brasil.

A atuação está marcada para dia 30 de Novembro às 20h30 no Centro Cultural Vila Flores.

Com o apoio da Fundação GDA