quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

DISCO DE ESTREIA DOS HER NAME WAS FIRE








 
Se 2015 marca o nascimento, 2016 regista o primeiro grito de fogo com epicentro em Lisboa.

HER NAME WAS FIRE surge numa noite de conversa de bar entre dois amigos, em que a presença de espírito já era pouca e as emoções estavam ao rubro.

Das mentes de João Campos (Gula, ex-Rejects United, ex-Summer of Damien) e Tiago Lopes (ex-Rejects United, ex-Witchbreed, ex-Parasomnia Noise), nasce um coeso duo de Rock com groove embebido em amores incendiados, Stoner, Grunge e Blues.

Com as frequências graves, massivas e gritantes da guitarra, os ritmos tempestivos e flamejantes da bateria e com as vozes melódicas e imorais, os HER NAME WAS FIRE vieram para abalar as fundações do rock e seduzir os ouvidos daqueles que se atreverem a cruzar-se no caminho das suas demolidoras ondas sonoras.

Durante o ano de estreia tocaram inúmeros concertos e festivais, partilhando o palco com várias bandas internacionais, como Death Hawks, Mondo Generator (de Nick Oliveri, ex- Queens of the Stone Age), The Vintage Caravan, entre outras, conquistando todas as plateias por onde passaram, com as suas actuações de uma energia única e poderosa.

Fechando o ano em beleza, apresentaram o videoclip do primeiro single do álbum (“Gone in a Haze”) num concerto ao vivo, lançando-o dias mais tarde online com presença marcada no  histórico programa de televisão CC ALLSTARS.
 
O videoclip foi escrito e idealizado pela banda, co-realizado e editado por Tiago Lopes e produzido por João Campos em colaboração com a PUSH VFX. O vídeo é a primeira parte de uma história visual ficcionada sobre a formação da banda.
É de momento uma das mais proeminentes bandas emergentes em solo nacional, preparando-se para lançar o seu primeiro longa-duração, “ROAD ANTICS” – disco que conta com a composição e produção a cargo da própria banda, com co-produção, captação, mistura e masterização a cargo do músico de renome Miguel Camilo.

A versão digital do álbum sai com o selo da BLITZ Records, juntamente com uma entrevista de 4 páginas em destaque naquela que é a maior revista de música em Portugal – BLITZ. A versão física do mesmo (CD) será editado pela Raging Planet Records a 10 de Fevereiro.

O duo arranca com a tour do álbum a 3 de Fevereiro por Portugal, com várias datas ao vivo já confirmadas – e sedentos de expandir esta tour à Europa e ao mundo. “ROAD ANTICS” é certamente um dos álbuns mais marcantes e de maior impacto a sair no ano de 2017 – e que irá permanecer nos ouvidos e mentes de todos.
ROAD ANTICS – Edição Fevereiro 2017 (Digital e CD)

Tracklist:
1. Little Pain
2. Take My Soul
3. Gone in a Haze
4. Wrong
5. Bring The Ransom
6. Nightcrawler
7. Way to Control
8. Summer Strummer
9. To The Sunset
10. So Long Starman

Todas as músicas e letras escritas, compostas, executadas e produzidas por Tiago Lopes e João Campos.

“Take My Soul” co-escrito com Paulo Spínola e Alexander Uitenbroek.

Teclados em “Bring The Ransom” compostos e executados por Miguel Camilo.

Gravado, misturado e masterizado @G Spot Studios entre Agosto e Dezembro de 2016 por Miguel Camilo.

Digital – Distribuído pela BLITZ Records através da Sony Music. Disponível online em todas as plataformas de streaming de música.

CD – Distribuído pela Raging Planet Records em lojas físicas e virtuais.

– Distribuído pela Raging Planet Records em lojas físicas e virtuais.
 

MÁRCIA ANUNCIA CONCERTO NO TIVOLI A 20 DE ABRIL




















Convidado Especial: Tiago Bettencourt

"Tenho muita vontade de dar um concerto meu. Em Abril fará quase um ano que toquei em concerto com os "meus rapazes". Por causa da gravidez tive de cancelar concertos e esperar por uma altura em que pudesse voltar, em forma.

Agora o momento chegou. Foi esta vontade que me fez decidir marcar este concerto numa sala emblemática da minha cidade, para começar a despedir-me do meu ‘Quarto Crescente’ na companhia do meu público, e começar a vislumbrar um novo disco.
Vamos fazer uma celebração bonita, entre discos e entre amigos.” (Márcia)

É assim que Márcia anuncia o regresso aos palcos, com o concerto do próximo dia 20 de Abril no Teatro Tivoli BBVA, onde conta com a participação de Tiago Bettencourt como convidado especial . Um regresso que será, simultaneamente, um início de despedida do seu terceiro e último álbum de originais “Quarto Crescente” (editado a 15 de Junho de 2015) e, como Márcia refere, um vislumbre dum novo disco, com a apresentação de um novo single.

O single, cujo nome ainda não foi divulgado, será dado a conhecer no próximo mês de Março e terá a sua estreia em palco no Teatro Tivoli.

Preço dos Bilhetes : Plateia:17,50 | Frizas:17,50 |1º Balcão:15,00 | 2º Balcão:15,00
Inicio do concerto : 21h30
Bilhetes à venda: Bilheteira Tivoli | ojas FNAC | lojas Worten | El Corte Inglês | lojas CTT https://ticketline.sapo.pt | Reservas: 18 20 (todos os dias, 24h)

CRISTINA NÓBREGA NO SÃO LUIZ




















A 27 de Março, Cristina Nóbrega irá apresentar, a convite do Museu do Fado, o espectáculo “Vida” no Teatro São Luiz, concebido especialmente para esta ocasião. Uma noite única que marca a estreia desta grande fadista numa sala de espectáculos na capital. Uma viagem inolvidável que partirá de Lisboa para o mundo, do fado mais purista a sonoridades da World Music. Sendo este o dia em que se celebra também o Dia Mundial do Teatro, este espectáculo terá apontamentos cénicos de extraordinária beleza, com imagens e sons da nossa Lisboa, retratada na sua singela grandeza.

Uma grande noite em que o público poderá disfrutar de toda a magia, força e emoção em estado puro e da notável presença em palco de Cristina Nóbrega, dos seus músicos e de outros convidados que serão anunciados em breve.

Cristina Nóbrega é já considerada uma das vozes incontornáveis do Fado em Portugal. Galardoada com o Prémio “Amália Revelação” (2009) e o Prémio de Interpretação da SPA (2010), o seu curriculum conta com a edição de 5 álbuns, 1 DVD e muitos espectáculos, em Portugal e no estrangeiro.

Com um percurso particular e um estilo muito próprio, o seu repertório integra mais de 35 temas originais e um dueto inédito, gravado em 2013, com a cantora cubana Omara Portuondo (Buena Vista Social Club).

Esta é uma oportunidade imperdível para conhecer de perto uma das grandes fadistas portuguesas numa noite que ficará seguramente na memória colectiva.

Cristina Nóbrega será acompanhada por:

Luis Ribeiro na guitarra portuguesa
Miguel Gonçalves na viola de Fado
Joao Penedo no contrabaixo
Luis Pedro na percussão

No dia 3 de Março às 18h30, Cristina Nóbrega estará em showcase na FNAC Colombo para desvendar um pouco este seu novo espectáculo.

PROGRAMA DE 23/02/17

1 - Budda Power Blues & Maria João - I feel so blessed
entrevista Budda Guedes
2 - Budda Power Blues & Maria João - By your side
3 - Riding Pânico - Rosa Mota
4 - PAUS - Língua franca
5 - The Miami Flu - Sugarcane
6 - The Twist Connection - Turn off the radio
7 - Yolanda Soares - Lianor
8 - Há Lobos Sem Ser Na Serra - Afã
9 - Marafona - Chula da alvorada

SLOW J COM NOVIDADES









Apresentação do primeiro álbum T.A.O.S.D acontece dia 17 de Março,
no Estúdio Time Out

"The Art of Slowing Down" tem saída prevista para o mesmo dia e será a primeira vez que as novas músicas serão apresentadas ao vivo.

Está a chegar um dos álbuns do ano. Dia de 17 de Março é a data escolhida em simultâneo para o lançamento e apresentação do novo trabalho de Slow J, T.A.O.S.D, no Estúdio Time Out, em Lisboa.

O primeiro álbum do músico de Setúbal, que tem "Pagar as Contas" como primeiro single, será editado de forma independente e foi inteiramente produzido por Slow J nos estúdios da Kambas e na Lost Collective, tendo uma componente lírica muito forte fundida com sonoridades variadas que provam de forma inequívoca a transversalidade musical de João Coelho (A.K.A. Slow J).

Nesta noite que se espera inesquecível, Slow J apresentará um novo espectáculo que contará com a presença de convidados muito especiais e com as actuações de referências da nova escola do Hip-Hop como Lhast, Gson e DJ Big. Uma noite verdadeiramente a não perder!

Depois desta apresentação, estão já agendadas passagens pelo Caparica Surf Fest e pelo Greenland Festival, na Madeira.

Bilhetes à venda em ticketline.pt e nos locais habituais com o preço único de 10€. No dia do evento, caso ainda não esteja esgotado, os bilhetes podem ser adquiridos no local por 12€.

SOBRE SLOW J:
O trabalho todos podem conhecer, mas é o modo como o trabalho é feito que define aquele que o faz. Assim a natureza obsessiva com que vive a música é a primeira coisa que nos vem à cabeça quando pensamos em Slow J. Nascido e criado na cidade de Setúbal até aos 8 anos, muda de casa dez vezes nos doze anos seguintes. Passando por locais como Carcavelos, Cascais e Alenquer, encontra na música a constante e uma companhia de viagem. Dez anos depois é esta obsessão que o leva a Londres onde se dedica a fazer música sob o pretexto de estudar Engenharia de Som. Interrompendo o curso, regressa a Portugal em 2013 para se dedicar inteiramente à produção musical começando por estagiar na Bigbit Estúdios (Lisboa) onde tem a oportunidade de trabalhar com alguns dos nomes maiores do hip hop nacional, como NBC e Valete. Inspirando-se na profundidade da poesia de Sam the Kid e Manuel Cruz e na viagem de energia pura pela qual nos levam Imagine Dragons e Da Weasel, Slow J apresentou-nos em 2015 "The Free Food Tape", álbum bastante aclamado pela critica e prepara-se em 2017 para completar a sua afirmação no panorama da música nacional com "The Art of Slowing Down"
 

JOÃO GIL CELEBRA 40 ANOS DE CANÇÕES













 
Ana Bacalhau, Carlão, Carlos do Carmo, Carminho, Jorge Palma, Luísa Sobral, Miguel Araújo, Pedro Abrunhosa, Raquel Tavares e Rui Veloso, são apenas alguns dos nomes que João Gil convidou para interpretar mais de 20 temas da sua autoria – entre inéditos e canções que fazem parte do imaginário musical de todos os portugueses.

“Saudade”, “125 Azul”, “Loucos de Lisboa”, “Timor”, “Postal dos Correios”, “Solta-se o beijo” ou “Perdidamente”, ganham uma outra vida na voz dos convidados com novos e surpreendentes arranjos pela mão do seu próprio compositor, João Gil.

A realização deste disco foi, também, o argumento perfeito para João Gil voltar a reunir três dos grupos mais emblemáticos da sua carreira: Trovante, Ala dos Namorados e Rio Grande.

O disco duplo denominado “JOÃO GIL POR…” será editado entre Abril e Maio e conta com co-produção de Pedro Vidal, Rúben Alves e do próprio João Gil.

João Gil é um dos nomes mais (re)conhecidos da música portuguesa. Guitarrista e compositor, inicia a sua carreira como músico profissional em 1976 quando, em parceria com João Nuno Represas, Luís Represas, Artur Rocha e Manuel Faria, forma o Trovante.

Do Trovante à Filarmónica Gil, passando pela Ala dos Namorados, Rio Grande, Cabeças no Ar, Baile Popular ou, mais recentemente, os Tais Quais, a sua vida é pautada por grandes sucessos que suplantam a notoriedade dos grupos por onde passou e nos quais deixou o seu forte contributo.

Ao longo de mais de 40 anos de música portuguesa, João Gil distingue-se como compositor de algumas das músicas que farão, para sempre, parte da memória colectiva nacional: “Perdidamente”, “Esplanada”, “Solta-se o beijo”, “Postal dos Correios”, entre tantas outras, são exemplos de canções com a assinatura de João Gil que se tornaram verdadeiros fenómenos de popularidade.

DUQUESA AO VIVO

FESTIVAL SUBEROCK




















A Câmara Municipal de San Vicente de Alcántara (Badajoz) e a Associação Cultural Extremasound apresentaram no passado dia 1 de Dezembro a 10a edição do SubeRock, que entra assim e por méritos próprios na categoria dos festivais mais veteranos da Estremadura Espanhola.

Desta maneira, os dias 30 de Junho e 1 de Julho de 2017, San Vicente de Alcántara receberá a visita de artistas de renome, como Aurora & The Betrayers, uma das bandas mais eclécticas, geniais e de maior projecção no panorama musical espanhol; de Kurt Baker Combo ou Los Chicos, duas propostas paralelas do melhor rock e o mais brilhante power-pop que se podem encontrar na actualidade; o de Cápsula, o trio hispano - argentino que passeia o seu formidável e intenso rock por toda Europa e América e que são os únicos artistas nesta edição doSubeRock que repetem visita ao festival.

O anúncio continuou com artistas internacionais procedentes de Austrália, como Animal House, de Suécia, como Bottlecap ou The Bongo Club, e dos Estados Unidos da América, como a excepcional banda de blues rock de Nova Iorque Revel in Dimes; para finalizar aquele adianto com a apresentação dos extraordinários aragoneses The Bronson, absoluta garantia de qualidade e diversão.

Na passada quinta-feira 16 de Fevereiro SubeRock confirmou a presença de novos artistas no seu cartaz: Travellin’ Brothers Big Band, uma monumental referência da música de raiz norte-americana tanto em Espanha como na Europa; Paradise Key, uma jovem formação de electro-rock com uma enorme projecção neste momento; a Isbilya Jazz Brass, uma banda de dixie que homenageia às mais autênticas partituras do jazz originário; e, finalmente,duas excepcionais formações portuguesas: os míticos The Act-Ups, provavelmente uma das melhores formações de rock que deu o país irmão; e Fast Eddie Nelson, quem com o seu desgarrado e contundente blues eléctrico atinge cotas de qualidade poucas vezes vista. Além deste elenco, já excepcional, SubeRock incorporará ao seu cartaz três nomes de bandas emergentes que neste momento concorrem no certame que a esse propósito esta aberto e cujo veredicto se fará público a finais do mês de abril. SubeRock é um festival gratuito que cada ano durante o primeiro fim de-semana de Julho transforma a San Vicente de Alcántara num acto incomparável a qual não se pode faltar, com una proposta musical jovem, intensa e inesquecível que cria adição entre um público que vai crescendo de ano para ano.

Igualmente  se informa que o prazo de inscrição no concurso ainda se encontra aberto até o fim do corrente mês e que poderão consultar o Regulamento do Concurso no site: http://suberock.com/ regulamento-port/

O GAJO GRAVA PRIMEIRO DISCO




















Depois de 6 meses de criação, composição e muitos concertos com a Campaniça, O GAJO está finalmente em estúdio a registar esta primeira fase da caminhada.
Muito mais notícias para breve...

RASTILHO APRESENTA MÃO MORTAS + REMIX ENSEMBLE EM VINIL











Data de edição Vinil: 10/03/2017
Pre Venda Vinil Rastilho: link
Pre Venda Vinil Fnac: link
Pre Venda Edição 2CD: link
Triplo-Vinil, 3LP12" Black
Tri-Gatefold
Edição de luxo e limitada

NÓS SOMOS AQUELES CONTRA QUEM OS NOSSOS PAIS NOS AVISARAM
MÃO MORTA + REMIX ENSEMBLE
AO VIVO NO THEATRO CIRCO

Quando o Theatro Circo convidou os Mão Morta a criarem um espectáculo especial para o encerramento das comemorações do seu centésimo aniversário abriu uma porta de quase infinitas possibilidades. Mas a banda decidiu de imediato que a singularidade do espectáculo a apresentar se iria basear na exploração musical do seu reportório, através de uma abordagem que criasse desafios aos músicos e à essência da própria obra.

Se a história cultural do Ocidente se baseia na dicotomia entre alta e baixa cultura, entre cultura erudita e cultura popular – dois universos paralelos que raramente se encontram –, então nada melhor do que subverter essa separação, cruzando a prática musical erudita com a prática musical popular. Não era uma novidade, pois esse cruzamento já fora amiúde experimentado no passado com resultados, aliás, pela maior parte, bem desinteressantes – mas a consciência desse historial negativo alimentava ainda mais o propósito! Com essas experiências do passado a servirem de alerta e de exemplo do que não deve ser feito, o que os Mão Morta pretendiam não era uma orquestra a fazer acompanhamento sinfónico dos seus temas, mas um parceiro com quem pudessem interagir numa abordagem exploratória do seu reportório, descobrindo cumplicidades, partilhando intentos, dirimindo confrontos, dentro de uma linguagem musical tornada comum pela contemporaneidade. E o único agrupamento de música erudita com as características necessárias para isso, pela sua prática de interpretação de obras contemporâneas e capacidade de improvisação, era o Remix Ensemble, a Sinfonieta de 15 elementos da Casa da Música ou, como lhe chama Telmo Marques citando Frank Zappa, a sua Low Budget Orchestra. Telmo Marques que, pela sua formação musical erudita, a sua familiaridade com a linguagem e escrita das vanguardas e a sua curiosidade pelas práticas da música popular, tinha sido escolhido pelos Mão Morta para fazer a orquestração e os arranjos do material musical a interpretar e que se viria a revelar um vértice fundamental da experiência, ao compreender profundamente o espirito do que estava em jogo e ao criar, como ele próprio diz, as “situações de interacção com intensidades variáveis, oscilando entre a consonância aprazível e complacente entre os músicos, contrapondo com posições extremadas de agitação e confronto entre as partes, onde caos não é limite e pode mesmo ser ultrapassado”, indispensáveis para a desejada abordagem exploratória conjunta dos Mão Morta e do Remix Ensemble.

Isso fez, como pretendido, que cada um dos quatro concertos realizados – no Theatro Circo, em Braga, no Convento de São Francisco, em Coimbra, na Aula Magna, em Lisboa, e na Casa da Música, no Porto – fosse um momento irrepetível e um discurso musical invulgar e único na sua natureza emotiva. É a cristalização do primeiro momento, no Theatro Circo, que este disco apresenta, deixando perpassar toda a emoção do encontro improvável entre essas duas entidades tão distintas e de origens tão diametralmente opostas como são os Mão Morta e o Remix Ensemble, a reflectir a subversão da divisão entre erudito e popular e dos preconceitos académicos e populistas que instigam a desconfiança mútua entre os dois universos. E no final, felizes, todos puderam orgulhosamente dizer, como os velhos anarquistas, “nós somos aqueles contra quem os nossos pais nos avisaram”!

3LP, Tracklist
A
1. Abertura
2. Humano
3. Facas em Sangue
B
1. Pássaros a Esvoaçar
2. Tu Disseste
C
1. Tiago Capitão
2. Estilo
D.
1. Aum
2. Destilo ódio
3. Berlim (Morreu a novo)
E
1. Penso que penso
2. Hipótese de Suicidio
F
1. Vamos Fugir
2. Primeiro de Novembro

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

PROGRAMA DE 22/02/17

1 – Rita Redshoes – Mulher
2 – Luísa Sobral – Cupido
3 – Afonso Pais & Rita Maria – Olhos azuis
4 – Joana Barra Vaz – Casa é canção
5 – Lula Pena – Poema/Poème
6 – Carminho – Sabiá (c/ Fernanda Montenegro)
7 – PAUS – Ocre
8 – Riding Pânico – Rosa Mota
9 – Rodrigo Leão & Scott Matthew – Thath’s life
10 - André Barros – Reynir (c/ Myrra Rós)
11 – The Loafing Heroes – O Outro lado
12 – Minta & The Brook Trout – Old habits
13 – Gobi Bear – Sealion (c/ Surma)

O SEGUNDO DISCO DE ATILA




















Depois do lançamento do aclamado ‘V’, em 2015, o portuense ATILA regressa aos discos com o seu segundo longa duração ‘Body’. O primeiro concerto de apresentação acontece já no dia 24, no Porto.
 
ATILA, o alter ego de Miguel Béco, continua a explorar a electrónica de forma cada vez mais negra e estende os seus tentáculos do power-electronics ao techno, com um constante namoro de fundo com as sonoridades mais pesadas. O resultado é “Body”, já disponível para audição integral e uma arrojada aventura pelo breu psicológico, concretizado de forma física.

OUVIR ‘BODY’: https://atillla.bandcamp.com/

O primeiro concerto de apresentação do disco acontece já na sexta-feira, 24 de Fevereiro, no Passos Manuel do Porto, numa noite com protagonismo partilhado com IURTA, seguido de um DJ set de Gabi Von Dub. De recordar que ATILA já partilhou palco com nomes como Tim Hecker, Vessel, Gazelle Twin ou WIFE, e passou recentemente pelo festival Bicefal de Barcelona, onde também actuaram Kerridge, Cut Hands e Trepaneringsritualen, entre outros.

'Body' está disponível em formato CD e LP, num esforço conjunto das editoras Dissociated e Hið Myrka Man, e em cassete pela Bisnaga Records.

PEDRO E OS LOBOS COM NOVO SINGLE




















Novo Single "Somos pró que somos" com Adolfo Luxúria Canibal.

''Este chão que pisamos'' é o titulo do novo disco de Pedro e os Lobos, que sublinha um caminho musical esteticamente marcado pela interligação de várias culturas e linhas musicais na busca de uma sonoridade própria.

Tendo as guitarras como figura central das suas composições, Pedro Galhoz continua a mostrar neste disco a sua paixão pela mistura de diferentes culturas, pelas bandas sonoras, pelo deserto e pelos clássicos da música americana que convivem aqui em harmonia com a lusofonia, na palavra e no sentimento.

''Este chão que pisamos'' é composto por sete temas originais em que os convidados Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Jorge Benvinda (Virgem Suta), Viviane, Joana Machado, Marisa Anunciação e Sónia Oliveira dão voz às palavras de Pedro Galhoz.

Para lá das canções com voz, este disco conta ainda com um tema instrumental “ Andaluzia” que pertence à banda sonora da curta metragem “ Luto branco”.

''Este chão que pisamos'' é mais um capitulo numa caminhada musical marcada pela vontade de fazer música entre amigos e consequentemente mostrar o resultado desse trabalho em disco e no palco.

Próximos Concertos

11 de Março | Évora, Teatro Municipal Garcia de Resende
06 de Maio | Famalicão, Casa das Artes

NA CASA INDEPENDENTE


O PRIMEIRO DVD DA CARREIRA DOS GNR


















O novo CD/DVD dos GNR entrou diretamente para o top de vendas nacional. Este que é o primeiro CD/DVD da história da banda foi lançado a 10 de fevereiro e foi o terceiro álbum mais vendido da semana a nível nacional.

Editado pela Indiefada, editora independente dos próprios GNR e com distribuição a cargo da Sony Music Portugal, este CD/DVD retrata um espetáculo marcante para os GNR que, perante um Campo Pequeno absolutamente esgotado, interpretaram 26 canções que já marcaram mais do que uma geração.

Incluído no CD/DVD "GNR - Os Primeiros 35 Anos" a banda relança o single "Morte ao Sol", que conta já com um vídeo ao vivo do concerto que esgotou o Campo Pequeno no dia 12 de novembro de 2016.

Este registo faz parte de um conjunto de quatro concertos de comemoração de 35 anos de Carreira, que tiveram lugar no Multiusos de Guimarães, no Campo Pequeno, no Casino do Estoril e, como não poderia deixar de ser, no Coliseu do Porto, terminando a "jogar em casa". Este formato inclui ainda a oferta de um excerto de 12 temas gravados no Estádio de Alvalade em novembro de 1992, precisamente há 25 anos.

Mais informações:
CD 1
1. Bem Vindo ao Passado
2. Vídeo Maria
3. Efectivamente
4. Caixa Negra
5. Cadeira Eléctrica
6. Ana Lee
7. Homens Temporariamente Sós
8. Dançar Sós
9. Asas (Eléctricas)
10. Bellevue 11. Vocês
12. Valsa dos Detectives
13. Sete Naves

CD 2
1. Impressões Digitais
2. Sangue Oculto
3. Las Vagas
4. MacAbro
5. Pronúncia do Norte
6. Nova Gente
7. Morte ao Sol 
8. Coimbra B 9. Dunas
10. Quando o Telephone Pecca
11. Quero Que Tudo Vá Pró Inferno
12. Sub-16
13. + Vale Nunca

- DVD -
Os Primeiros 35 Anos
1. Bem Vindo ao Passado
2. Vídeo Maria
3. Efectivamente
4. Caixa Negra
5. Cadeira Eléctrica
6. Ana Lee
7. Homens Temporariamente Sós
8. Dançar Sós
9. Asas (Eléctricas)
10. Bellevue 11. Vocês
12. Valsa dos Detectives
13. Sete Naves
14. Impressões Digitais
15. Sangue Oculto
16. Las Vagas
17. MacAbro
18. Pronúncia do Norte
19. Nova Gente
20. Morte ao Sol
21. Coimbra B 22. Dunas
23. Quando o Telephone Pecca
24. Quero Que Tudo Vá Pró Inferno
25. Sub-16
26. + Vale Nunca

Ao Vivo em Alvalade 1992
1. Quando o Telefone Pecca
2. Acorda 3. Dunas
4. Pronúncia do Norte
5. Ana Lee
6. Ao Soldado Desconfiado
7. 1991 8. Sangue Oculto
9. Efectivamente 10. Vídeo Maria
11. USA 12. Homem Mau
 

THE TWIST CONNECTION - "TURN OFF THE RADIO"

YOLANDA SOARES COM NOVO SINGLE




















LIANOR" | Letra:: Camões | Música : Alain Oulman

Ouvir o Fado Lianor "Harpeado" e cantado por Yolanda Soares é como entrar directo no coração de Camões.

A cantora Yolanda Soares escolhe Amália, Camões e Alain Oulman como uma trilogia de expressão artística representativa de si mesma e do seu Royal Fado. Indo ainda mais além escolhendo a Harpa como instrumento principal neste disco para continuar a percorrer os caminhos Amalianos da criatividade, da inquietação e de um coração que bate perfeito desta forma. O coração da artista bate perfeito com uma Lianor de Camões acompanhada de harpa, guitarra portuguesa , percussão , cordas e uma voz que canta um fado que é só seu. Ouvir esta Lianor "Harpeada" e cantada é como entrar directo no coração de Camões..."Descalça vai para a fonte Lianor pela verdura, vai formosa e não segura..." . Yolanda Soares viu na harpa as características perfeitas e o instrumento por excelência para este caminhar de Lianor descrito por Camões. Como uma seta musical de um cupido que escolhe o Fado como alvo da sua paixão e inquietação.


ANTÓNIO ZAMBUJO EM BEJA











O músico bejense, que conquistou o Brasil ao cantar Chico Buarque em São Paulo, num concerto considerado entre os 10 melhores do ano de 2016, no Brasil, está de regresso a Beja a 4 de março.

António Zambujo regressa à sua cidade natal para mais um concerto que promete esgotar o auditório do Pax Julia – Teatro Municipal de Beja.

Será no sábado, dia 4 de março, que o músico bejense apresentará o seu novo trabalho “Até pensei que fosse minha”, já depois de ter esgotado os 3 concertos agendados para 1, 2 e 3 de março na Gulbenkian Música.

Lançado em Outubro de 2016, o disco “Até pensei que fosse minha”, que já é disco de platina em Portugal, apresenta vários clássicos do compositor brasileiro, contando com a participação de Carminho, Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil, entre muitos outros músicos de renome.

É já antiga a ligação de António Zambujo à música brasileira, apresentando com frequência ao Brasil o seu fado muito particular, com um travo a samba e bossa nova. O mundo, aliás, despertaria em definitivo para o músico português depois de Caetano Veloso escrever que "é um jovem cantor de fado (…) que faz pensar em João Gilberto" e "é de arrepiar e fazer chorar".

Uma produção da Câmara Municipal de Beja em parceria com a Produtora Sons em Trânsito com bilhetes à venda no Teatro e na bilheteira online.

Um concerto a não perder, dia 4 de março, pelas 21h30, no Pax Julia - Teatro Municipal de Beja!

ANTÓNIO CHAINHO E MONDE JUNTOS










Mestre António Chainho e o projecto Monda juntos num espectáculo de fusão e reinterpretação de dois géneros iconográficos portugueses elevados a Património Imaterial da Humanidade: o Fado e o Cante Alentejano.

Para lá de todas as geografias estão os caminhos da alma, as histórias dos homens, por dentro da sua música. São essas histórias do campo, da cidade, de trabalho e celebração que mestre António Chainho e o projecto Monda reúnem neste espetáculo.

Mais que celebrar dois Patrimónios Imateriais da Humanidade, exploram-se caminhos, encurtam-se distâncias e desenham-se novas rotas no mapa na geografia da música portuguesa.
Um projecto a acompanhar em 2017. O primeiro concerto é já dia 4 de Março, em Matosinhos, no Teatro Municipal Constantino Nery

PROFJAM EM NOITE C.R.E.A.M.




















O rapper irá substituir o dj e produtor britânico Oneman na curadoria de Dj Glue que acontece uma vez por mês no Lux Frágil em Lisboa.

ProfJam atua pela primeira vez nesta sala da capital com a promessa de proporcionar uma noite única acompanhado de novos temas como "Xamã", lançado no passado mês de Dezembro, assim como o seu último trabalho “Mixtakes”.

Em tour a dar a lição de norte a sul do país, ProfJam tem vindo a sensibilizar os jovens para a prática do empreendedorismo num workshop em parceria com o Projeto 80 e o Moche iniciado no passado mês de Janeiro.

ProfJam é um dos nomes mais promissores do hip-hop nacional que tem vindo a conquistar o seu público através das suas rimas e de uma sonoridade ímpar muito presente na nova escola.
Em 2014 lançou o seu primeiro trabalho “The Big Banger Theory”, seguindo-se de “Mixtakes”, lançado em 2016.
Ao vivo, ProfJam já atuou nos maiores palcos nacionais, destacando-se as atuações no Meo Sudoeste, Sumol Summer Fest e Coliseu dos Recreios.

Mais Informações
Abertura das Portas // 01:00h
Warm Up // 01:00h
ProfJam // 02:00h
Dj Glue // 03:00h

CONCERTO SOLIDÁRIO DE APOIO À CANTAUTORA ERICA BUETTNER




















Com:
Frankie Chavez & Selma Uamusse
Beautify Junkyards
Nice Weather For Ducks

25 MARÇO | 22H00 | MUSICBOX

Erica Buettner é uma cantautora norte-americana que escolheu Portugal para viver e trabalhar em 2010. Seis anos depois regressou à sua terra-natal com a promessa de voltar, muito em breve, ao nosso país para apresentar “Book of Waves”, o sucessor do aclamado disco de estreia “True Love and Water” apresentado em várias salas nacionais.

Os planos foram drasticamente alterados nos últimos meses com Erica obrigada a enfrentar uma batalha contra o cancro. Com apenas 32 anos, a jovem precisa da ajuda de todos para suportar o custo elevado dos tratamentos nos Estados Unidos. Nesse sentido, um grupo de músicos portugueses que, de uma forma ou outra, partilharam o palco ou o estúdio com a cantora e intérprete, decidiu organizar um concerto solidário para Erica.

No dia 25 de março, sábado, Frankie Chavez & Selma Uamusse, Beautify Junkyards e Nice Weather For Ducks partilham o palco do Musicbox a partir das 22H00, num concerto de solidariedade com a artista que, recentemente, foi diagnosticada com cancro.

O bilhete tem um custo único de 10€ e a receita da bilheteira reverte, na sua totalidade, para ajudar a cantautora a ultrapassar este momento inesperado e custear todos os tratamentos necessários.

Às primeiras 100 pessoas que chegarem ao Musicbox, com bilhete adquirido previamente ou na altura, serão oferecidos, aleatoriamente. discos de Frankie Chavez e Nice Weather For Ducks.
 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

PROGRAMA DE 21/02/17

1 - Marvel Lima - Primavera
2 - Benjamim & Barnaby Keen - Warm blood
3 - Cacique'97 - Sal
4 - Terrakota - Social insecurity
5 - Haka - Descer à terra
6 - PAUS - Malhão
7 - Riding Pânico - Rosa Mota
8 - HMB - Peito
entrevista Joel Silva (HMB)
9 - HMB - Estrela brilha (com Ermicida)
10 - Samuel Úria - Ei-lo (com Selma Uamusse)

TREMOR NOS AÇORES




















O cartaz do TREMOR caminha para fechado. Enquanto tal não acontece, acrescem às contas a dupla Cate Le Bon e Tim Presley, aka Drinks, Jacco Gardner, K-X-P, Stone Dead e o regresso da Escola de Música de Rabo de Peixe, entre outros.
Já se conta um mês e meio para o TREMOR chegar a São Miguel e abalar culturalmente o arquipélago dos Açores de forma indelével, de 4 a 8 de Abril, pelo que é a altura certa para levar o cartaz para a forma mais aproximada do que será a sua versão final. Para isso, acrescenta-se uma nova leva de nomes com Drinks (Cate Le Bon), Jacco Gardner e K-X-P à cabeça.

Drinks são Cate Le Bon e o líder de White Fence Tim Presley, que juntos trazem o sol dentro de duas guitarras e no fundo de um copo para se sorver alegremente, algo que os finlandeses K-X-P tentarão contrabalançar com a sua festa rija de tons negros. Também confirmado fica o holandês e guru da pop barroca Jacco Gardner, que estará em residência em São Miguel para proporcionar um momento único na natureza selvagem da ilha. A leva internacional fecha-se com o belga Manu Louis e a sua electronic chanson, e o já mítico DJ Fitz.

Do continente para Ponta Delgada vão os Stone Dead com o seu mais recente álbum “Good Boys”, declaração de interesses para com todo o rock ’n roll, o Coelho Radioactivo com as suas canções imbuídas em estranhesa pop e a festa electro-orgânica dos Vive Les Cônes. Acrescem, também, os DJs La Flama Blanca, xamã sul-americano movido a poncha da Madeira, e ainda Violet x Photonz, mentores da Rádio Quântica e dos melhores a misturar techno e house nos pratos.

Regista-se, por fim, o regresso da Escola de Música de Rabo de Peixe, quem em 2016 protagonizou um dos momentos altos do TREMOR e que se prepara para continuar a embevecer corações neste festival, e confirma-se a actuação do trio de rock Silicon Seeds, a estreia do virtuoso guitarrista Tiago Franco como frontman de uma experiência stoner blues.

O TREMOR regressa a São Miguel para a quarta edição com uma lotação limitada a 1500 pessoas. Os bilhetes, já à venda, custam 25€ até ao dia 3 de Abril e os preços fixam-se nos 30€ a partir de dia 4.

⚐ TREMOR #4 ⚐
Ponta Delgada || 4-8 de Abril

Bilhetes / Tickets: https://loverslollypops.bol.pt/
Lineup: Beak>, Mão Morta, Bonga, Circuit des Yeux, Drinks (Cate Le Bon + Tim Presley), Yves Tumor, K-X-P, Norberto Lobo, Stone Dead, Morbid Death, Flamingods, Camera, Conjunto Corona, Coelho Radioactivo, Ghost Hunt, Vive Les Cônes, Filipe Furtado, Escola de Música de Rabo de Peixe, PMDS, We Sea, Manu Louis, The Quiet Bottom, 3rd Method, La Flama Blanca, Violet x Photonz, more TBA

“Isto é o mundo numa só ilha. Todos juntos em comunhão. O Tremor é isto. E é, de facto, maior do que a ilha” in Expresso

“Quando as pessoas se juntam de forma diferente entre pessoas muito diferentes é uma pequena revolução. O Tremor é uma renovação em curso em Ponta Delgada” in Público

"Um dos festivais mais únicos de todo o mundo" in The Line of Best Fit

"A experiência de ir ao Tremor revelou-se cada vez mais especial, principalmente por ser uma verdadeira experiência" in Stereogum

http://www.tremor-pdl.com/pt/
https://www.facebook.com/tremorpdl/
https://www.instagram.com/tremorpdl/

SANGRE IBERICO COM NOVO SINGLE




















Saídos da última edição do Got Talent Portugal, os Sangre Ibérico foram convidados a apresentar o seu mais recente single, “Cavalgada” no Got Talent Espanha. A atuação foi um êxito, com público e jurados rendidos à sua sonoridade, como se pode ver pelas reações no vídeo publicado no Youtube: https://youtu.be/9uOgpt5el5Y.

Os Sangre Ibérico revelaram-se um dos mais interessantes projetos musicais surgidos em Portugal nos últimos tempos. Fortemente influenciados pelo flamenco, e pelo fado, unem os dois países na transformação de fados e de música tradicional portuguesa em rumbas flamencas, para além de escolherem e arranjarem temas originais, também em castelhano.

“Cavalgada” é o single de apresentação do grupo, uma versão do tema original de Roberto Carlos, agora produzido por Diogo Clemente. Composto por 3 jovens, com idades compreendidas entre os 21 e os 26 anos, os Sangre Ibérico estão servidos por músicos de excelência, possuindo um dos melhores guitarristas do género a tocar em Portugal, e uma voz única, numa mistura de rouquidão, sensibilidade, alma e timbre.

Os Sangre Ibérico são nesta altura apontados como uma das maiores revelações da música portuguesa, tendo já assinado um contrato de 3 anos com a Sony Music, e esperam-se para breve novidades ao nível discográfico.

Os Sangre Ibérico, um caso muito sério na música Portuguesa!

Facebook oficial: https://www.facebook.com/SangreIbericoppa
 

O EP DE ESTREIA DOS THE CODE




















The Code apresentam o EP “Estrada” em formato digital a 10 de março.

Dois anos após a primeira atuação em público na Ilha de São Miguel (Açores) de onde são oriundos, The Code apresentam o primeiro trabalho de originais, “Estrada”.

Percorrendo vários estilos, desde o funk ao pop, passando pelo rock e pelo jazz, os 3 temas (“É o Amor”, “Hope Song”, “What’s Wrong With You”) que compõem o EP não irão deixar ninguém indiferente.

The Code são:

Marisa Oliveira (voz), Félix Medeiros (guitarra), Amadeu Medeiros (bateria), Hugo Medeiros (teclados) e André Ferreira (baixo).

KAPA JOTTA EM PALCO













Tema conta já com cerca de 200 mil visualizações numa semana e ocupa os primeiros lugares das tendências do Youtube

Nome sonante e influente do hip-hop/rap urban, Kappa Jotta, entra em 2017 com “Chama”, onde o liricista da linha de Cascais prova que o hip-hop continua na boca dos poetas prometendo um segundo álbum mais viral do que o anterior “Vírus”, apontado como um dos 10 melhores álbuns de hip-hop português em 2015.

“Chama” é apenas o primeiro single do próximo álbum que terá conexões intermináveis entre a metafísica da palavra do asfalto, aos beats e ao mad-sampling da habitual mágica produção de Reis. O tema tem sido um dos sucessos do momento com 100 mil visualizações no youtube em 3 dias, contando já com quase 200 mil ao fim de uma semana. O tema tem ocupado diariamente o top 20 das tendências da plataforma.

É ouvir, ver e crer que Kappa Jotta elevar-se-à nos nossos palcos, soando alto e bem, deslindando em rouquidão o entendimento do seu intimo mundo.

O ano de Kappa Jotta ainda agora começou e já está aí em "Chama"s!!

OSSO VAIDOSO EM PALCO

Ana Deus e Alexandre Soares, que cruzaram as suas experiências musicais nos Três Tristes Tigres, voltam a encontrar-se em disco e em palco no projecto OSSO VAIDOSO que editou em Novembro passado o segundo disco de originais, "Miopia", amplamente aplaudido pela crítica.

Concertos de Apresentação de "Miopia" em Lisboa

Sexta-Feira, 24 de Fevereiro
Lisboa - Titanic Sur Mer- 21h30

Sábado, 25 de Fevereiro
Setúbal - Casa da Cultura - 21h30

NO SABOTAGE








Quinta 23 - 22h30 - Concertos + DJing
Sessão Nariz Entupido:
JOANA GUERRA + SAD PUTO
NUNO RABINO (DJ)
Evento

Servindo-se do violoncelo, da voz e de uma loopstation, Joana Guerra compõe temas que transitam entre a canção e a experimentação acústica, afirmando-se como cantautora ímpar no panorama nacional. Ao Sabotage traz "Cavalos Vapor", o novo disco lançado em 2016 pela editora Revolve. Neste registo, encontra-se a linguagem erudita, sabida ao detalhe, em confronto com um folclore familiarmente português, com um entendimento estabelecido no tom sorumbático e negro que pauta as suas 8 peças.

Na primeira parte recebemos Sad Puto, a one man band de João Maio Pinto. Nome incontornável da ilustração e do design, João Maio Pinto mantém desde há muito uma ligação umbilical à música, colaborando com gente tão diversa quanto o Barreiro Rocks, ZDB, Lovers & Lollypops, Groovie Records, Teratron, Blitz, LOUD!, Underworld, e o próprio Sabotage. Partilha agora connosco uma viagem instrumental embalada pela sua guitarra e pedais.

Entrada: 5€. Bilhetes à venda no Sabotage Club - de 2ª a 6ª das 14h30 às 18h30 - e no próprio dia, à porta, a partir das 22h30.

Sexta 24 - 22h30 - Concerto + DJing
NU:N - Apresentação de "naked until noema"
SEROTONIN & NUNO RABINO (DJs)
Evento

Formados em 2014, no Porto, os NU:N, assumem uma sonoridade alternativa no vasto universo do gothic rock/post-punk. Com o lançamento do seu álbum de estreia, "nothing unveils nothing" (2014), logo atraíram a atenção da crítica e dos amantes do género. O novo trabalho, "naked until noema", lançado em 2016, veio confirmar o seu estatuto de banda revelação do movimento gothic rock em Portugal. Apresentam-no pela primeira vez em Lisboa, no Sabotage Club, esta sexta-feira, 24 de Fevereiro.
 
Entrada: 6€. Bilhetes à venda no Sabotage Club - de 2ª a 6ª das 14h30 às 18h30 - e no próprio dia, à porta, a partir das 22h30.

Sábado 25 - 22h30 - Concerto + DJing
ANARCHICKS
MÚSICA INDISCRETA por JOÃO PESTE (DJ)
Evento

As Anarchicks dispensam apresentações. Embaixadoras do riot grrrl em Portugal, Marta Lefay, Katari, Synthetique e Lola sobem ao palco do Sabotage Club este sábado, 25 de Fevereiro, para apresentar o segundo álbum, "We Claim The Right to Rebel and Resist" (2016) e mostrar os primeiros temas de um novo trabalho: "Vive la Ressonance". Neste novo EP, que será lançado ainda em 2017, dão continuidade ao som a que já nos habituaram apontando para outras pistas sonoras, que incluem um tema cantado em português e uma versão do emblemático Helter Skelter dos Beatles, entre outras surpresas.

Entrada: 6€. Bilhetes à venda no Sabotage Club - de 2ª a 6ª das 14h30 às 18h30 - e no próprio dia, à porta, a partir das 22h30.

NOITE BAZUCCA

NO SALÃO BRAZIL









PZ APRESENTA "IMPÉRIO AUTO-MANO"
24 Fev, Sex, 22h30

Depois de ter enviado as “Mensagens da Nave-Mãe” em 2015, eis que surge o “Império Auto-Mano”. O caos moderno é reorganizado fazendo uso de todos os géneros e não olhando a rótulos. Desde o techno ao hip-hop, desenvolvem-se temas e histórias que compõem um objecto meio Pop, meio estranho, e totalmente Português.

Bilhete: 7€
Pré-venda (nas lojas parceiras): 5€
Bilheteira Online e proprio dia na bilheteira do Salão: 7€

GIOVANNI'S + CAELUM
25 Fev, Sáb, 22h30

Giovanni's
Projecto conimbricense, os Giovanni's é o reflexo do trabalho desenvolvido por João Simões (Giovanni). Nos Giovanni’s confluem várias abordagens do rock, tratadas com conhecimento e com dose moderada de reverência.

Caelum
Os Caelum são uma banda de Pop-Rock/Space Rock criada em 2012. Desde então, têm evoluído bastante no panorama da música nacional pisando palcos como o NOS Alive 2013 e 2014, HardClub ou Rock no Rio Sado. Inicialmente chamados de Caelum’s Edge, decidiram abreviar o nome para Caelum em Agosto de 2016.

Bilhete: 4€

WARM UP "MARÇO A PARTIR" EM PALMELA















Os Skyard, do Barreiro, e Alexandre Silva & Os Impróprios, de Pinhal Novo, apuraram-se para a final do concurso de bandas amadoras de Palmela na 2.ª eliminatória, que se realizou no dia 18 de fevereiro, na sede da Sociedade de Instrução Musical, em Quinta do Anjo.

Em conjunto com os Mundo Escuro, de Pinhal Novo, e os Esfera, de Setúbal, constituem o lote de quatro bandas a subir ao palco do Espaço ContraFacção, no dia 4 de março, para a final do concurso. Entretanto, está já a decorrer a votação online para o Prémio Especial “Escolha do Público”, que tem o valor de 50 euros.

A organização do concurso é da responsabilidade do Município de Palmela com associações juvenis, no âmbito do grupo de trabalho “Março a Partir”, e pretende promover a música moderna, proporcionando visibilidade e oportunidades de atuação perante o público a projetos musicais amadores da região e, em particular, do concelho de Palmela.

O primeiro lugar receberá 350 euros, o segundo classificado receberá 200 euros e o terceiro 100 euros. Todos os finalistas terão direito a um live take gratuito de quatro horas e a banda do concelho de Palmela melhor classificada representará o Município no Festival Liberdade 2017.

Transmissão online do evento em
https://www.facebook.com/juventudeinteractiva
Mais informação sobre os Esfera em
https://www.facebook.com/esferamusicpt/?fref=ts
Mais informação sobre os Mundo Escuro em
https://www.facebook.com/mundoescuro/
Mais informação sobre os Skyard em
https://www.facebook.com/SkyardOfficial/
Mais informação sobre Alexandre Silva & Os Impróprios em

REFLECT COM VÍDEO NOVO

"Eu fico bem". É assim que Reflect renasce quatro anos depois do seu mais recente álbum.

É numa ida até à ponta do molhe que a decisão acontece. Mergulhar e desistir, ou ficar.

Nesse conflito interno, há uma divisão em dois cenários possíveis (imaginados).

A corrida em desespero até ao último salto, e a corrida em direção à vida - a uma segunda oportunidade de ser feliz.

No cubo onde se cruzam estas duas realidades, existe um espaço mental onde há uma luta entre a luz e a sombra.

Mas no fim, o equilíbrio entre o corpo e a mente faz com que as duas energias opostas se unam.

Laura Abel

REFLECT

Com uma timidez de rapaz novo numa qualquer cidade, surpreende pela grandiosa forma como vê a vida – algo de belo, moldável e único.

Pedro Pinto é Reflect para a música e fundador da editora algarvia Kimahera.

O seu percurso a solo ligado intimamente a esta arte desde 2003, conta-se através dos álbuns "Último acto" e "Reflect".

A sua simpatia facilmente se mistura com o seu humor genuíno e inocente que completa o seu lado de poeta e músico, pessoa altamente sensível e igualmente resiliente, sensibilizada pelos outros.
 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

TERRAKOTA COM NOVO SINGLE

Hoje, 20 de fevereiro de 2017, Terrakota lança o seu novo videoclip Social Insecurity. É o terceiro videoclip do novo álbum Oxalá, filmado na praia do Meco e na praia de Galapos (Sesimbra ).

Criado a partir de constantes linhas de guitarra e coros afros, o tema é um Afrobeat poderoso executado com um feeling rock 70s.
O vídeo retrata a chegada de "piratas que limpam as águas" das praias lusitanas. Ele traduz uma atmosfera"pós-apocalíptica" em contraste com a maravilhosa paisagem e luz de verão da costa portuguesa.

Foi dirigido por Rafael Espinel, cantor da banda La Chiva Gantiva, com fotografia de Nicolas Moins e figurinos de Margarida Gomes e dos próprios músicos de Terrakota.

Social Insecurity é um reflexo da sociedade no início do século XXI, onde é prometida fidelidade ao Deus-Dinheiro e onde o povo perdeu totalmente a sua autonomia em favor de grupos financeiros e multinacionais. É uma sátira, assim como um retrato real de quem dirige as nossas vidas neste "fascismo neoliberal desenfreado" onde tudo significa dinheiro. Direitos humanos, estética, consciência ecológica, inteligência e uma visão do futuro são atirados ao mar.

O tema foi composto quando a Troika entrou em Portugal para resolver a chamada crise financeira e aplicar um regime de austeridade desumana. A letra é o reflexo directo dessa situação, denunciando a maneira atrevida com que o shitstem monetário mundial e as multinacionais jogam com crises apenas para obter mais lucro e levar a economia directo para o abismo.

Realizador:
Rafael Espinel

Produção:
Marta Almada

Direcção de Fotografia:
Nicolas Moins
Rafael Espinel

Operador de Câmara:
Nicolas Moins
Rafael Espinel

Maquilhagem e caracterização:
Margarida Gomez

Cenário / Figurinos / Adereços / Arte:
Margarida Gomez
Alex Louza
Diana Rego
Gonçalo Sarmento
Junior
Marc Plannels
Márcio Pinto
Nataniel Melo

Edição:
Rafael Espinel

Tratamento de cor:
Nicolas Moins

 

NO SABOTAGE

NARIZ ENTUPIDO APRESENTA




















CRUA em Residência na SMUP - Parte 6
Eduardo Chagas + Mestre André
25 de Fevereiro \ 18h30 \ SMUP

CRUA é uma colaboração perpétua, na medida em que há um propósito intrínseco de experimentação baseado na improvisação contínua. O objectivo é o da própria criação, nunca a procura de um estilo. Na sua génese está o controlo total sobre a sua energia. CRUA é um trio - André Hencleeday (percussões), Carlos Carvão (guitarras) e Daniel Neves (electrónicas), mas está na sua essência a colaboração com outros músicos, alargando assim os seus horizontes. É então, que este ano, surge a ideia de testar este conceito. A abertura a outras colaborações é, também, uma forma de expandir a sonoridade que lhes é característica, bem como teste a novos limites. O resultado de cada concerto dará origem a um álbum/cassete, sendo que no final do ano espera-se lançar as 6 cassetes como um só álbum de colaborações! 

Eduardo Chagas | trombonista e sonorizador participante da comunidade de improvisação livre portuguesa. Com décadas de trabalho, organização e intervenção crítica nas áreas do jazz e da música improvisada, tem colaborado com uma plêiade de músicos nacionais e estrangeiros.

Mestre André | Mestrado em Artes Musicais pela Universidade Nova de Lisboa e com uma visita de investigação ao seio da World Soundscape Project (SFU Burnaby, Canadá), tem um interesse especial por estéticas de rotura... Agora, apicultor e envolvido no pensamento ecológico da prática artística e das relações estéticas dentro de contextos naturais humanos e não-humanos. Tem desenvolvido trabalho como Artista Sonoro, Field Recordist, Performer, Artista de Instalação, Livre Improvisador, Compositor Electroacústico e Sonoplasta. Mestre André é também O Morto, Alacrau, Notwan, saxtronics em Älforjs, membro do ensemble Tratado de Cardew e da Variable Geometry Orchestra!

Actualmente o seu trabalho desenvolve-se em torno da escuta profunda como uma abordagem ecológica ao som e à música. Como compositor, explora a ‘aflição da incomunicabilidade’ existente na tentativa de troca/compreensão/comunicação entre ser humano e o mundo/percepção humanizada e o que a excede, desenvolvendo métodos para, de alguma forma, recrear ou relacionar-se com o ambiente natural por meio de mapeamento e criação sonora. Neste contexto tem trabalhado para sistemas octofónicos, desenvolvendo peças nos campos da soundscape composition e eco-acústica, e escrito “Towards a Rewilding of the Ear” que terá publicação em Abril 2017 na Organised Sound journal.

Bilhetes 5 EUR (4 EUR sócio)
à venda à porta na tarde do concerto

CRUA Facebook \ Soundcloud \ Bandcamp
Eduardo Chagas Facebook
Mestre André Facebook \ Site
Evento Facebook

Morada SMUP : Rua Marquês de Pombal 319, 2775-265 Parede (mapa) - mesmo ao lado da estação da CP da Parede
Transportes c_Parede
Coordenadas 38°41’21.9″N, 9°21’26″ W
Cartaz Daniel Neves

PROGRAMA DE 20/02/17

1 - Rodrigo Amado Motion Trio - Responsibility
2 - Few Fingers + Surma + Luís Jerónimo + Paulo Mouta Pereira - 2nd hand battle
3 - L Mantra - Indian girl
4 - Riding Panico - Rosa Mota
5 - PAUS - Descruzada
6 - Moullinex - Open house
7 - Jonny Abbey - White
8 - PZ - Olá
9 - Maze - Vamos ascender
10 - NBC - Acorda

DESTAQUES DA SEMANA

SANTO NO ALTAR

ROSA MOTA - Riding Pânico
("Rabo de cavalo" sai em março)

Para ouvir todos os dias desta semana

DISCO RECORDAÇÃO

PAUS - PAUS
(2011, Enchufada)

Para ouvir um tema diferente todos os dias desta semana

OMNICHORD COM 5 VINIS PARA 5 ANOS














Há cinco anos havia uma série de miúdos a quererem fazer música em Leiria. Ao longo desta meia década, onze projectos musicais da cidade foram associando o seu trabalho a este movimento, fazendo parte de uma família que é uma editora e ao mesmo tempo agência e promotora, e que nos últimos anos lançou mais de 15 discos e marcou concertos com esses projectos para mais de 50 festivais em oito países.

Para comemorar o 5º Aniversário, a Omnichord Records lança um tema composto em conjunto por cinco pessoas de diferentes projectos da editora e anuncia o lançamento de uma caixa de 5 vinis personalizados para a Record Store Day de 2017 .

A música inédita, Second Hand Battle, é uma colaboração conjunta entre os dois elementos dos Few Fingers com Surma, Luís Jerónimo (dos Nice Weather For Ducks) e Paulo Mouta Pereira (habitual técnico e produtor da Omnichord e músico de David Fonseca).
 
Ouçam Second Hand Battle:
https://omnichordrecords.bandcamp.com/track/second-hand-battle

Os vinis (7" etched vinyls) inspiram-se nos quatro elementos da natureza (aos quais se acrescenta um quinto) e no disco mais valioso de sempre (o que foi enviado pela Voyager para o espaço), daí o grafismo que ocupa sempre uma das faces dos vinis.

Projectos musicais do catálogo da omnichord: (dentro de cada um há texto, fotos, streaming e vídeo)
http://omnichordrecords.com/pt/artistas-2/

NOVA EDIÇÃO JACC RECORDS



STAUB QUARTET
HOUSE FULL OF COLORS
Miguel Mira . violoncelo
Carlos "Zíngaro" . violino
Hernani Faustino . contrabaixo
Marcelo dos Reis . guitarra acústica

Gravado ao vivo por José Martins no dia 11 de Setembro de 2015 no Salão Brazil em Coimbra.
Misturado e masterizado por Marcelo dos Reis.
Design e Artwork de Joana Monteiro.
Texto introdutório de Sergio Piccirilli.
Produção executiva de JACC Records.
Música original de Carlos "Zíngaro", Marcelo dos Reis, Hernani Faustino e Miguel Mira.

Ouvir faixa completa no Soundcloud
Pre escuta e compra no Bandcamp - Acesso imediato à versao digital, o CD será enviado no início de Março.

facebook

BONS SONS A PREÇOS ESPECIAIS














4 DIAS EM VENDA ANTECIPADA POR 25€

A Aldeia de Cem Soldos volta a realizar o BONS SONS. Este ano, o aguardado evento que reúne o melhor da expressão musical portuguesa decorre entre 11 e 14 de Agosto.

Até ao final de Fevereiro, os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais ao preço especial de 25€ por cada Passe 4 Dias. Esta é a oportunidade para quem reconhece a qualidade do evento e pretende adquirir o ingresso antecipadamente por um valor muito apetecível.

A partir de Março, os Passes 4 Dias passam a custar 40€ e os Bilhetes Diários serão disponibilizados pela primeira vez por 20€.

9 NOMEAÇÕES PARA OS IBERIAN FESTIVAL AWARDS
O Iberian Festival Awards divulgou os finalistas da sua 2ª edição, com o BONS SONS referido em nove das 19 categorias de prémios e assumindo-se como o festival com mais nomeações.

Para dez das categorias, os finalistas foram obtidos por votação online do público. Os nomeados das restantes nove categorias foram determinadas por um júri composto por três elementos de Portugal, três de Espanha e três convidados internacionais.
 
O BONS SONS está nomeado para os seguintes prémios:

CATEGORIAS DECIDIDAS PELO JÚRI

Melhor Programa Cultural
Melhor Comunicação
Melhor Activação de Marca (Strongbow)
Melhor Acolhimento e Recepção
Melhor infraestrutura
Contribuição para a sustentabilidade

CATEGORIAS DECIDIDAS PELO PÚBLICO

Melhor festival de Média Dimensão
Melhor Alinhamento
Melhor Zona de Campismo
Melhor Espectáculo ao Vivo Nacional (Jorge Palma)

Estas nomeações reflectem bem o esforço de toda a equipa do BONS SONS que se envolve na organização comunitária do evento. A Aldeia de Cem Soldos mobiliza-se com dedicação e entrega à música portuguesa para apresentar o festival que é uma referência no panorama nacional e ibérico.

Na passada edição do Iberian Festival Awards, o BONS SONS foi nomeado para quatro categorias tendo arrecadado o galardão ibérico em duas delas: Melhor Festival de Média Dimensão e Contribuição para a Sustentabilidade.

Os vencedores serão conhecidos na gala de atribuição dos prémios, que decorrerá a 16 de Março no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA), inserido na programação do 6º Talkfest – International Music Festivals Forum para aquela cidade espanhola.

O DISCO DE ESTREIA DE JONNY ABBEY














Álbum de estreia chama-se "UNWINDING" e já se encontra em todas as plataformas digitais.

Depois de 3 singles de introdução, um deles pertencente à colectânea Novos Talentos Fnac 2016 (“So Far”), e o mais recente (“White”) lançado com o carimbo exclusivo Antena 3, finalmente chega o aguardado longa duração “UNWINDING”.

"UNWINDING" nas Plataformas Digitais:

Spotify: https://open.spotify.com/album/3Fi3HboEsuto7LH3BR0bXZ
iTunes: https://itunes.apple.com/pt/album/unwinding/id1205612131?l=en
Soundcloud: https://soundcloud.com/jonnyabbey/sets/unwinding-1

As 10 faixas do disco reflectem a vibrante cena musical presente na vida da cidade do Porto e levam-nos a viajar por ambientes alternativos, mantendo sempre a vertente “catchy” do estilo Synth-Pop. Contam também com participações de Lewis M. (Luis Montenegro de Salto e Rapaz Ego), inFeathers e Sandra Martins.

Retratam as vivências directas dos últimos 2 anos de Jonny Abbey, englobando tudo o que lhe fez sentir algo, todas as pessoas que tiveram impacto e todos os momentos importantes que o marcaram.

 É um disco de edição de autor, o que permitiu ao artista controlar todos os passos do processo, como a composição, interpretação, gravação, mistura e edição.

 Foi gravado e misturado nos estúdios “O Silo” e masterizado por Andrés Malta
Jonny Abbey - "White"

"White" é o mais recente single de Jonny Abbey e está incluído no seu álbum de estreia, "Unwinding".

Composta e interpretada por Jonny Abbey, misturada pelo mesmo nos estúdios O Silo e masterizada por Andrés Malta, é a música do disco que mais retrata a vibrante cena musical electrónica presente na vida nocturna portuense.

Vasco Mendes é o realizador do vídeo coreográfico que aqui apresentamos, em que os movimentos são estudados digitalmente para se criarem formas e esqueletos digitais, abordando a tensão e a intensidade de uma jovem que decide usar a dança como escapatória ao seu quotidiano. Tal foi amplificado pelos efeitos visuais de Jay e pela coreografia e interpretação de Rina Marques.
 

BENJAMIM LANÇA DISCO BILINGUE

'Warm Blood' é o primeiro de dois singles de apresentação de '1986', álbum feito a quatro mãos pelos dois escritores de canções, multi-instrumentistas e produtores Benjamim e Barnaby Keen.
 
Keen é um músico britânico, mentor e membro de vários projectos do circuito underground londrino, entre eles os Flying Ibex (o seu projecto mais pessoal), e Electric Jalaaba, banda de carácter explosivo, largamente influenciada pelo Afro Beat, que partilha com dois irmãos e um amigo de infância.

As suas canções despertam a atenção dos ouvidos mais atentos: James Blake escolheu uma canção de Barnaby Keen para rodar na sua Mixtape para a BBC Radio 1 e Tom Ravenscroft destacou-o igualmente na BBC 6 Music. Colaborou com nomes como Andreya Triana, Kate Tempest, Kimberly Anne, Hudson Taylor e Bastille, para além de ter sido músico de sessão em estúdios como Abbey Road ou Church Studios.

Benjamim é já conhecido do público português por ter lançado o álbum 'Auto Rádio' em 2015 e por ter produzido ou tocado em inúmeros discos de vários nomes relevantes do panorama musical do país como B Fachada, Lena d'Água, Márcia, Éme, Pista, Golden Slumbers, João Coração, Frankie Chavez, Cassete Pirata ou Flak, só para referir alguns.

Os dois músicos, nascidos em 1986, cruzaram-se pela primeira vez em 2012, num cinema de Brixton, no sul de Londres, e selaram amizade a partir do amor por um disco de Chico Buarque. Barnaby Keen viveu no

Brasil durante seis meses, onde descobriu o amor pela língua portuguesa com sotaque brasileiro e pelos mestres do samba e da bossa nova.

A paixão comum por fazer música, pela gravação caseira e pela busca incessante das canções levou-os a encontrarem-se em Lisboa, cidade onde decidiram começar a fazer um disco que sintetizasse o universo musical de ambos – produto da mesma geração mas originária de contextos muito distintos. Um álbum que sintetizasse não só a estética e as influências de ambos, mas também a língua.

O álbum contém canções escritas por ambos os músicos na respectiva língua. É um exercício de reciprocidade e partilha: Benjamim faz coros em inglês das canções de Barnaby e este empresta o seu sotaque brasileiro quebrado para fazer vozes em português nas canções de Benjamim. E os dois tocam quase tudo nas canções um do outro, escolhendo o melhor das capacidades de cada um, seja no saxofone, no piano ou na bateria.

Para além dos dois músicos, participaram nestas gravações Sérgio Costa (The Millions, Belle Chase Hotel, Quinteto Tati, Real Combo Lisbonense) na flauta, Leon de Bretagne (Batida) no baixo e António Vasconcelos Dias nas vozes.'1986'; foi gravado em duas sessões no estúdio 15A, casa da Pataca Discos que o irá lançar em vinil e formato digital ainda antes do Verão.
 

A PEREGRINAÇÃO DE DULCE PONTES










10 Março | Teatro Tivoli BBVA
 
Peregrinação é o mais recente projecto de Dulce Pontes.

Cantado em português, castelhano, galaico-português e com um tema em inglês, Peregrinação reflecte a vivência da artista, conciliando harmoniosamente diferentes autores e estilos musicais.
Para descobrir dia 10 de Março. M/6

STONE DEAD EDITAM DISCO




















“Good Boys” é o álbum debutante de Stone Dead, quadrilha de Alcobaça versada em rock e a nova adição à equipa Lovers & Lollypops. O disco sai para a rua a 13 de Março e a música de avanço “Moonchild” já está disponível para audição.

O dia 13 é emblemático no nosso jardim e em Março registar-se-á uma nova aparição de proporções bíblicas: é a estreia dos Stone Dead no formato longa-duração com “Good Boys”, álbum que abrirá caminho na cena rock para a chegada dos novos judas do riff.

Namorando o conceptual, e ao longo de dez faixas, o quarteto de Alcobaça percorre o rock ’n roll de lés a lés nas botas de Tony Blue, personagem que vive nas músicas de “Good Boys”, que variam do psicadélico até guitarradas mais robustas sem que nunca se abdique do riff e das linhas de baixo gingonas como principais motores da narrativa. Em súmula, os Stone Dead apontam dez músicas trabalhadas com afinco para bater o pé e electrificar a espinha, crescendo para além especificidades genéricas, como se pode ouvir já na música de avanço “Moonchild”.

OUVIR "Moonchild" dos Stone Dead: https://soundcloud.com/lovers-lollypops/stone-dead-good-boys-03-moonchild

Os Stone Dead partem para a apresentação do novo conjunto de canções já em Março, estando os concertos de apresentação oficiais apontados para os dias 16, em Lisboa, 18 na terra natal de Alcobaça e 24 no Porto, mas antes disso assinalam passagem no Évora Metal Fest, e têm ainda concertos marcados para Rio Maior e Monção. Em Abril partem à conquista da Europa com Killimanjaro, numa digressão com fecho apontado para SWR Barroselas Metalfest, onde actuarão enquanto porta-estandarte do festival Milhões de Festa. Eis as datas completas:

3.03 - Évora Metal Fest - Évora
16.03 - Sabotage Club - Lisboa
17.03 - Maiorais - Rio Maior
18.03 - Cineteatro D’Oliva Monteiro - Alcobaça
23.03 - Coimbra, TBA
24.03 - Woodstock 69 - Porto
25.03 - Porta Onze - Monção
30.04 - Milhões de Festa @ SWR - Barroselas

“Good Boys” terá selo da Lovers & Lollypops e chega aos escaparates a 13 de Março.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

13 FADOS 08/2017 (19FEV)


Quatro temas novos esta semana

Sairam:
PRO PROCRASTINATOR - You Can't Win, Charlie Brown
JUNIPER - Toulouse
BOM PARTIDO - Linda Martini
ALIEN LOVE - Paraguaii

Aproximam-se:
WHITE - Jonny Abbey
NORTE LITORAL - Duquesa
POST BREAKUP STONER - Sunflowers


13 (04) 03 PÁSSAROS A ESVOAÇAR (ao vivo) - Mão Morta + Remix Ensemble
12 (--) 01 FAZES ISSO TÃO BEM - O Martim
11 (12) 05 CLINIC HOPE - The Gift
10 (--) 01 PEITO - HMB
09 (07) 07 GIPSY EYES - Sean Riley & The Slowriders
08 (03) 04 SE ME DEIXASSES SER - Tiago Bettencourt
07 (--) 01 YOU - Vaarwell
06 (09) 04 CAUGHT BY CHANCE - Ra-Fa-El
05 (--) 01 PEYOTE - The Poppers
04 (08) 02 BENI - Georges Marvinson
03 (06) 02 YOUR FRIENDS - Flying Cages
02 (02) 05 PES MOU MIA LEXI - Lula Pena
01 (01) 04 MY RELIGION - Frankie Chavez (com Sam Alone)

Frankie Chavez lidera pela terceira semana consecutiva

Entre todos os votantes temos dois premiados
CAROLINA PIRES
RODRIGO PINHEIRO
que serão contactados para o email de onde enviaram as votações

Votem, enviando 5 temas de bandas/artistas diferentes
para santosdacasa(a)ruc.pt
ou então por mensagem privada
para o facebook do santos da casa
e podem ganhar prémios


Nova tabela (09/2017) a 26/FEV

ESTA SEMANA NO SANTOS DA CASA




















Entrevistas:

17.02.21 19h30 - HMB
17.02.23 19h00 - BUDDA POWER BLUES
17.02.24 19h00 - RODRIGO AMADO

Para ouvir nos 107.9fm da Rádio Universidade de Coimbra ou em emissao.ruc.fm

Birds Are Indie + Convidados - Teatro da Cerca de São Bernardo (Coimbra) - 18/02/16















7 anos de vida. 7 anos de sorte.
Festa rija. Muitos amigos para soprar as velas.
Casa cheia. Palco cheio.
Tocaram Carlos Mendes (The Twist Connection, Bunnyranch, Tédio Boys), João Rui (a Jigsaw), Jorge Ferreira (Senhor Doutor, Pinto Ferreira, The Guys From The Caravan), Jorri (a Jigsaw), José Rebola (Anaquim, Speeding Bullets), Pedro Chau (Ghost Hunt, The Parkinsons), Toni Fortuna (d3ö, Mancines, Tédio Boys, é’Mas Foice), Tracy Vandal (Tiguana Bibles, a Jigsaw) e Victor Torpedo (The Parkinsons, Tiguana Bibles, Tédio Boys).
Tanta gente junta permitiu fazer coisas bonitas.
Tocaram-se musicas nunca tocadas.
Deram-se roupas novas a temas antigos.
Os Birds Are Indie sempre se assumiram como não músicos.
Por isso, como sempre, o erro foi levado a rir. Tudo na boa.
E o público até aplaude. Gosta deles assim. Ao natural.
Revisitaram toda a sua vida de folk e pop. Contaram estórias.
No fim todos em palco cantaram e assobiaram um dos seus primeiros temas.
À saída ofereceram biscoitos.
Foi bonito. E eles merecem todo este carinho.
Bela festa, pá!
Venham outros tantos ou mais.














Texto & Fotos Nuno Ávila