terça-feira, 24 de outubro de 2017

A ESTREIA DOS L MANTRA












 
L MANTRA são Madalena Palmeirim e João Teotónio.

 Tendo ambos um percurso musical ligado a projectos como Nome Comum e ÖLGA, esta colaboração surgiu espontaneamente quando se encontraram em casa de um amigo e resolveram juntar as suas vozes. Rapidamente passaram da sala-de-estar para o estúdio de gravação e o resultado foi o seu disco homónimo de estreia, um conjunto de canções imersas num universo lo-fi que, apesar do seu minimalismo depurado, tem em si uma complexidade própria que embrenha o ouvinte numa espécie de sonho distante e intemporal mas, ao mesmo tempo, íntimo e caloroso.

L MANTRA
Edição física :: Outubro 2017
Gravação, Edição, Mistura :: MagaSan @ Golden Pony
Masterização :: Eduardo Vinhas @ Golden Pony
Artwork :: Gonçalo Viana, Fish Tank

www.lmantra.bandcamp.com
www.facebook.com/Lmantramusic

PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES




















Depois de ter lançado “Frenética” em janeiro deste ano, Patrícia Candoso continua a fazer chegar a sua música ao público através de espetáculos intimistas.

Assim, Patrícia Candoso estará em concerto dia 10 de novembro, pelas 22h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, apresentando ao vivo temas como “Em bruto” e “Só Sei Que Nada Sei”.

Esta é a oportunidade perfeita para escutar o mais recente trabalho de Patrícia Candoso, produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

10.11 | Lisboa, Auditório Carlos Paredes, 22h - 12€

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 36 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001.
Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso como atriz.
 
Atualmente, divide a sua carreira entre o teatro e a música. “Frenética”, o seu terceiro álbum de estúdio, editado em janeiro e produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado, foi a sua última mostra musical. Editado pela Music In My Soul, este álbum é um trabalho maduro, no qual Patrícia Candoso explora e arrisca novos terrenos musicais.
 

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

PROGRAMA DE 23/10/17

1 - Vítor Bacalhau - Old soul (feat. Budda Guedes)
entrevista Vítor Bacalhau
2 - Vítor Bacalhau - Dirty little girl
3 - George Marvinson - Lazy
4 - Savanna - Dreams to be awake
5 - mARCIANO - Cepalovi
6 - Cat Boto - Karma (ft. Mike El Nite)
7 - Moullinex - Work it out (feat. Fritz Helder)
8 - Mundo Secreto - Cadeira de praia
9 - Lavoisier - Opinião
10 - Ricardo Gordo - Luar

NOVO VÍDEO DE GALO CANT'ÀS DUAS

Processo entre Viagens é a exploração de cores e texturas como se entrasse em múltiplas metamorfoses dentro de um só indivíduo.

Tal como na música, a ideia de viagem e ações ao longo de um determinado ciclo torna-se fulcral para a existência de uma evolução, seja ela constante ou inconstante. O tempo vai galgando e conduzindo a velocidade para uma sensação de tensão ou liberdade absoluta, querendo comunicar também com o desconhecido, arriscando por vezes a procura do desconforto.

O encontro de um equilíbrio, ou de algo entendido como tal, de caso para caso só é possível ao confrontar todas estas irregularidades – vamos viajando e fazendo o balanço do passado com o presente, conseguindo assim o controlo de um futuro próximo, idêntico ao espelhar de nós próprios e conseguirmos ver o que queremos e o que não queremos.

Todas as variáveis fazem parte do Todo, apenas é importante salientar que tudo isto é suposto levar-nos a lugares cada vez melhores.

Realização: Galo Cant'Às Duas e Rafael Farias
Montagem: Tiago Resende
Direção de Fotografia: Rafael Farias
Correcção de Cor: Rafael Farias

Depois do fenómeno quase inexplicável que abalou o rock nacional a norte do país, com Barcelos a fazer as vezes de Laurel Canyon como incubadora dos mais interessantes projectos psicadélicos nacionais, chegou a vez do interior dar cartas. Galo Cant'às Duas é uma ideia de Gonçalo Alegre e Hugo Cardoso, que são de Viseu - e fazem questão de o dizer.

"Os Anjos Também Cantam" é o primeiro trabalho discográfico do duo, mas nem por isso terá pouca projecção editorial. Lançado pela Blitz Records e distribuído pela prestigiada Sony Music Entertainment, o álbum vem confirmar as esperanças já depositadas nos Galo Cant'Às Duas pelas performances ao vivo já conhecidas que não deixavam grande margem para dúvidas quanto à inegável ousadia e virtuosismo do duo.

O carácter improvável e único, quase misterioso, da junção entre os dois músicos se ter dado num encontro artístico isolado da cidade, num local recôndito em Castro Daire, só poderia culminar num som igualmente singular.

Piscam o olho ao pós-rock e ao space rock. Riffs graves são repetidos até penetrarem nos nós cerebrais e finalmente rebentam em clímaxes com tanto de longamente antecipados como de inesperados e surpreendentes.

O uso dos loops facilita a que uma outra nuance seja determinante no som dos Galo Cant'Às Duas: a criação de camadas de som, que o tornam intrincado, complexo e multifacetado. Ainda assim, essa repetição assalta-nos de forma inusitada e pouco usual. Ao contrário dos mui aclamados e também nacionais Memória de Peixe, que fazem uso do loop como método de aglomeração de riffs que acabam por culminar numa explosão de guitarras em duelo de espadas, a percussão de Hugo Cardoso e os instrumentos de cordas de Gonçalo Alegre têm no acumular das camadas de som o seu trunfo para moldar a vibe mais atmosférica e cerebral da banda.

"Os Anjos Também Cantam" é um disco que, intencionalmente ou não, não deixa passar em claro a predilecção pelo cariz sensorial da música criada pelos Galo. É curioso atentar no uso constante do verbo nos títulos: "Os Anjos Também Cantam", "Marcha dos que Voam" e "Respira" deixam bem vincada a intenção dos Galo Cant'Às Duas convidarem o ouvinte a fazer parte da acção do disco. Fazerem deste álbum de estreia uma experiência, uma viagem.

Se nos focarmos no aspecto sónico, essa viagem será provavelmente associada a um cariz cósmico, espacial. Em "Respira", por exemplo, os nossos ouvidos são irrompidos por um contrabaixo a fazer lembrar uns saudosos Raindogs, que a juntar ao estado de espírito ambient desta composição nos trazem o momento mais psicadélico e dreamy do disco.

Contudo, virando os holofotes para um prisma mais conceptual, a viagem que este disco pretende representar pode muito bem ser temporal, do passado ao futuro. Pela "capa", ou neste caso pelo nome do duo, poderíamos ver uma alusão a elementos mais tradicionais, com uma expressão aparentemente tão familiar e quase conservadora como Galo Cant'Às Duas. Mas, abrindo o livro que é este "Os Anjos Também Cantam", ouvimos meia hora de canções que embora não sejam futuristas nas texturas ou no método, conseguem ser inovadoras e imprevisíveis na sua forma e estrutura. E, a espaços, sublimes.

Os anjos também cantam, diz o nome do disco. O Galo só sentiu o impulso de o fazer na última canção do álbum. Mas nem necessitava: já há muito estávamos acordados.

Escrito Por: Luis Sobrado

SOMMA COM NOVIDADES



















Os Somma lançaram o seu mais recente single no passado dia 28 de Setembro e apresentam agora o Lyric Video do tema "Mundo Inquebrável".

Relembramos que para este tema contaram com a colaboração dos seguintes músicos:

Sandra Peres (vocalista do projeto musical: Aza de Jorge Riobom), cuja interpretação deu uma inigualável carga emocional ao belo poema que povoa esta música.

Gustavo Afonso (teclista: human cycle, Heavenwood, Mazzalov, entre outros) talentoso músico que ficou responsável pelos arranjos do Piano.

 Rodolfo Cardoso - produtor consagrado que já trabalhou com os seguintes artistas: The Gift, Slimmy, human cycle, Lullabye, Pedro Khima, Per7ume, Alberto Índio, Meu General, entre muitos outros - ficou responsável da Gravação, Mistura e Masterização, assim como dos Arranjos de Cordas.

 Composição do tema "Mundo Inquebrável": Somma / Letra: Mário J. Dias



TRÊS BAIRROS NAS FNAC'S


















OUTUBRO
Dia 27 – 21h30 - FNAC Alfragide
Dia 28 – 21h30 - FNAC Vasco da Gama

NOVEMBRO
Dia 03 – 21h30 – FNAC Oeiras

DEZEMBRO
Dia 02 - 17H00 – FNAC Colombo
Dia 08 – 17h00 – FNAC Faro
Dia 09 - 21h30 – FNAC Algarve Shopping
Dia 10 –17h00 - FNAC Lagos 

NO SABOTAGE












03/11 – SEXTA-FEIRA – 22:30h - CONCERTO + DJing
BAND OF HOLY JOY (EN) + QUIET AFFAIR (PT)
DJ – Pedro Chau

09/11 – QUINTA-FEIRA – 22:30h CONCERTO + DJING
BIRDS ARE INDIE + SENHOR DOUTOR
DJ – A Boy Named Sue
 
10/11 – SEXTA-FEIRA – 22:30h – CONCERTO + DJing
BLACK WIZARDS + VIRCATOR
DJ – Noise Dolls Club

1
7/11 – SEXTA-FEIRA – 22h30h – CONCERTO + DJing
SCÚRU FITCHADU + CACHUPA PSICADÉLICA
DJ – Maria P. + Candy Diaz


18/11 – SÁBADO – 22:30h – CONCERTO + DJing
TRÊSPORCENTO
DJ – FREAKOUT: A Boy Named Sue


23/11 – QUINTA-FEIRA – 22:30h – CONCERTO + DJing
ROSEMARY BABY
DJ – Nuno Rabino

24/11 – SEXTA-FEIRA – 22:30h – CONCERTO + DJing
ABSTRACT SIRQ
Dj El Fuser


25/11 – SÁBADO – 22:30h – CONCERTO + DJing
D3O
DJ – Mau Mau Rabino!


30/11 – QUINTA-FEIRA – 22:30h – CONCERTO + DJing
SLOW IS POSSIBLE
DJ – Nuno Rabino

PEDRO ABRUNHOSA NO FESTIVAL DE BLUES DE BRAGA













Inserido na Programação do Nova Arcada Braga Blues, no próximo Domingo dia 29 de Outubro, Pedro Abrunhosa fará uma entrevista / concerto no Cineplace Nova Arcada pelas 17h.

Budda Guedes leva o seu programa de YouTube para a sala de cinema do Nova Arcada e entrevista Pedro Abrunhosa, numa conversa sobre o Blues. Juntos irão ainda tocar alguns Blues escolhida pelo consagrado músico portuense, que traz consigo dois dos seus músicos (Cláudio Souto, nos teclados e Bruno Macedo na guitarra) para se juntarem a Budda Guedes (voz e guitarra) e fazerem um mini concerto à volta do Blues.

Vamos Falar de Blues é um programa de YouTube que teve inicio em Fevereiro deste ano, onde Budda Guedes entrevista várias figuras do Blues nacional e internacional, com o intuito de divulgar o género e de munir de ferramentas todos aqueles que se queiram aprofundar no género.

Este programa especial será filmado e exibido mais tarde no canal de Youtube.

(O evento é gratuito mas, limitado aos lugares disponíveis.basta ligar para 253101886 )

DIABLO O NOVO SINGLE DE CAPTAIN BOY










"Um diabo pode ser a face do bem ou do mal, dependendo do lado da moeda. Pode ser a transformação necessária. Pode, ele próprio, possuir a solução para dois seres humanos que acham que o mundo é demasiado grande. Quão mais fácil seria se nos transformássemos em peixes, fechados num universo sem esquinas ou cantos, onde pudéssemos continuar a ver o outro mundo, aquele que não é nosso?” Pedro Ribeiro

Captain Boy é o alter-ego de Pedro Ribeiro. Vagabundo com voz rouca e guitarra a tiracolo que canta histórias que transcendem o tempo. A sonoridade ferrugenta acompanha-o em todos os seus temas remetendo-nos para um ambiente como se nós próprios estivéssemos a bordo de um barco imaginário. “Diablo” é o novo single retirado do seu álbum de estreia “1”, editado em Janeiro pela Moon Records.
 
Próximos espectáculos:
26 Outubro | Quintas de Leitura, Teatro do Campo Alegre | Porto
27 Outubro | Três a Solo, Cine Teatro Garret | Póvoa de Varzim
11 Novembro | Paços da Cultura | São João da Madeira 

DEAR TELEPHONE - "SIT"

sábado, 21 de outubro de 2017

PROGRAMA DE 21/10/17

1 - Capitão Capitão - Sessenta & quatro
2 - Homem Em Catarse - Monchique
3 - Astrolábio - Viver de lobo
4 - Joana Barra Vaz - Casa é canção
5 - Lula Pena - Pesadelo da história
6 - Teresa Salgueiro - Desencontro
7 - Moonspell - Todos os santos
8 - Heavenwood - One step to devotion

9 - Sweet Nico - Fade into you
10 - Minta & The Brook Trout - Hold habits
11 - Vaarwell - YOU
12 - Gobi Bear - Sealion (c/ Surma)
13 - The Partisan Seed - Inescapable
14 - Mazgani - The poet’s death

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

PROGRAMA DE 20/10/17

1 - Dear Telephone - Slit
entrevista Pedro Oliveira (Dear Telephone)
2 - Dear Telephone - Cut
3 - Heavenwood - Fragile
4 - Moonspell - Todos os santos
5 - Peste & Sida - Estrela da têvê
entrevista João San Payo (Peste & Sida)
6 - Peste & Sida - Família em stress
7 - O Gajo - A carteirista

JANEIRO COM SALVADOR SOBRAL









Depois de estrear com o convidado Miguel Araújo, Janeiro Sessions conta agora com novo episódio e a participação de Salvador Sobral.
 
Janeiro, um dos nomes da nova música nacional a memorizar, que se prepara para em 2018 lançar o seu longa duração de estreia, apresenta o segundo episódio do seu novo projeto "Janeiro Sessions" com o convidado Salvador Sobral. Neste "Janeiro Sessions" para além da conversa informal, tocam e cantam dois temas, "Canção Para Ti", o novo single de Janeiro e "Santa Chuva" de Marcelo Camelo.

Esta é uma web series idealizada e desenvolvida pelo próprio, onde em cada episódio convida um artista para a sua sala, para uma pequena conversa e duas canções - uma sua e outra do artista convidado.

"Podem esperar destas sessões momentos informais onde dois artistas se reúnem numa sala, conversam e tocam dois temas de forma descomprometida. Os artistas foram escolhidos pela minha ligação emocional e musical, são artistas que admiro e que são uma referência para mim e me definem enquanto músico e compositor." explica o Janeiro.

Recorde-se ainda que Salvador Sobral convidou recentemente Janeiro para compositor do Festival da Canção 2018.

BEA COM NOVIDADES




















BEA pode ter chegado há pouco tempo mas já nos habitou a uma boa dose de talento, uma ersonalidade vincada e irreverência q.b. Depois de uma estreia surpreendente com o viciante Don’t are”, a cantora portuguesa está de regresso e vem mais urbana do que nunca. Waste” revela uma faceta de BEA até agora desconhecida, colocando-a lado a lado com os maiores ícones atuais do mundo Pop.
 
Com uma sonoridade que nos remete mais para o Hip Hop do que para o Soul e o R&B de Don’t Care”, este novo tema vem acompanhado de um videoclip oficial que promete não eixar ninguém indiferente. Para muito em breve está marcada a edição do EP de estreia, egisto que contará com o selo da Music For All.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a ndústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e ompreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta acional da Music For All.
Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne arwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s hild, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve obre si.
 
Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação usical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola e música alentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.
 
Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe fereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar uma universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente a sua carreira no país que a viu nascer.
 
É nesta fase que escreve, e grava, os seus primeiros singles. Com influências Pop, mas nunca escurando os territórios da Soul e do R&B surge “Don’t Care” e agora “Waste”, este com uma ertente Hip Hop mais vincada. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia través do selo da Music For All.


DISCO DE GEORGE MARVINSON JÁ CHEGOU




















George Marvinson é o pseudónimo criado por Tiago Vilhena (músico dos Savanna) para nos mostrar a sua visão do mundo em forma de canções.

“Chill Wild Life”, o álbum de estreia, permite-nos acompanhar George nos seus dilemas, paixões e devaneios sob a forma de letras simples e honestas acompanhadas de uma musicalidade ora divertida ora nostálgica, sempre com um descomprometimento fora do vulgar. O disco foi gravado em família, no estúdio da Pontiaq, e é editado a 20 de Outubro de 2017, também pela Pontiaq. O primeiro single deste álbum, “Beni”, mostra uma faceta sedutora e romântica do músico. “My Summer” mostra-nos um espírito lutador e insistente, agressivo mas, ao mesmo tempo, divertido. “Lazy”, o terceiro single, desvenda uma opinião irónica sobre a realidade confusa dos dias de hoje.

Apesar de ter influências bem presentes de décadas passadas, George Marvinson não tem medo de dar uso a elementos e técnicas mais modernas. As músicas de “Chill Wild Life” começam a revelar ser uma composição quase autobiográfica de uma fase de vida atribulada de um jovem comum. "Chill Wild Life", com estas e outras músicas, sintetiza uma personalidade em mutação que, na sua confusão e diversidade de sons e inspirações, consegue mostrar também uma direcção bem vincada. Composto um quarto da cidade lisboeta, este álbum junta as experiências de uma mente consciente, mas que adora fantasiar.
 

LUIZ CARACOL - "FALHOU NA DANÇA"


PRANA COM NOVIDADES












 

No Dia Mundial de Combate ao Bullying – 20 de Outubro – os Prana avançam com novo tema, volumoso, debruçado nesta temática silenciosa.

Depois de ‘Não Te Dás a Ninguém’, Prana avançam com novo tema mantendo um registo de pop alternativo, com fortes traços de rock e uma componente melódica e digital. Pela primeira vez a banda não contou com qualquer colaboração externa em estúdio, na produção do álbum. O trio compôs e gravou apenas com os próprios elementos, o que resultou numa sonoridade naturalmente genuína e líricas mais íntimas.

A abordagem musical é marcada por componentes híbridas, onde guitarras frenéticas se aliam a uma percussão com nuances eletrónicas, sempre em crescendo até atingir um clímax musical.

Sobre o novo tema, Miguel Lestre, vocalista e baixista de Prana, adianta que a ‘música fala das batalhas internas que travamos diariamente com aquele que é muitas vezes o nosso pior inimigo. Nós mesmos’. Apesar de energético e volumoso, ‘Mulher ou Comandante’ trata de doenças silenciosas que acumulam vítimas percetíveis entre tantos estratos etários e sociais. ‘Achámos que este tema funcionaria bem como apelo a uma maior atenção ao que nos rodeia, aos que nos são próximos’.

O videoclipe que acompanha o tema acentua a colaboração entre a banda e Ricardo Leite, realizador de ‘A Instalação do Medo’, baseado na obra homónima de Rui Zink e que conta já com prémios e distinções em vários festivais de cinema. Esta é a terceira vez que unem esforços numa fórmula que vai continuar. A estética aproxima-se de uma curta-metragem, onde uma personagem jovem desenvolve ações insurgentes que acabam por ter uma razão muitas vezes difícil de descortinar mas que devem ser encaradas como sinais reais de algo sombrio numa cadeia de eventos. Entre atores jovens, como Ana Príncipe, a obra audiovisual contou com a colaboração de João Melo, ator com vasta experiência no circuito nacional de teatro.
 

DEEP BLUES FEST PORTALEGRE 2017

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS RE-EDITAM HOJE FAREWELL














Chega hoje às lojas a re-edição em CD e digital de Farewell, o primeiro disco de Sean Riley & The Slowriders originalmente editado em Outubro de 2007 pela Valentim de Carvalho. A edição-estreia em vinil chegará no próximo mês.

O formato CD inclui três temas-extra: Bring Your Boy Home e as gravações originais de Wout Straatman para Moving On e Lights Out. Em vinil, o álbum surge em duas versões: uma a preto e a outra a cor-de-laranja, com o poster da primeira digressão da banda.

Contando já com casas cheias no Faial e no Porto (este último esgotado) a tour que celebra o décimo aniversário do primeiro disco da banda continua por Aveiro, Coimbra, Leiria, Faro, Guarda e Lisboa. Em palco a banda recria o ambiente mais informal e próximo da tour original e atua o disco na íntegra, incluindo raridades que não visitam ao vivo desde 2008.

HÀ MÚSICA NO TRINDADE








Depois do enorme sucesso de Vitorino, com os pianos de João Paulo Esteves da Silva e Filipe Raposo,

Frankie Chavez com amigos e Mário Laginha com Tcheka.
O Teatro da Trindade recebe dois espetáculos com grandes vozes, guitarras e pianos.

Frankie Chavez vai levar amigos e apresentar supresas, enquanto Mário Laginha promete embalar o seu piano com o balanço maior de Cabo Verde: Tcheka.

Este Há Música no Trindade vai fechar 2017 com chave de ouro.

“Tocar no coração da minha cidade é um privilégio”

Rui Veloso será um dos convidados de Frankie Chavez nas suas apresentações de 27 e 28 de outubro próximo, quando Double Or Nothing servir de mote para a sua apresentação no âmbito da programação Há Música no Trindade. “Tocar no coração da minha cidade é um privilégio”, confessa Frankie Chavez.

O guitarrista e cantor explica que vai tocar Double or Nothing na íntegra e que vai levar alguns convidados muito especiais para dividirem o palco consigo e com João Correia (bateria), Dony (baixo) e Paulo Borges (teclas): “o Sam Alone virá tocar a “My Religion”, já que gravou esse tema comigo. O Benjamim, que produziu esse tema, também há-de subir ao palco, bem como o Peixe”. E depois haverá também Rui Veloso: “Uma honra poder contar com um nome assim no meu concerto”, explica-nos o músico e cantor, sem querer abrir muito “o jogo”.

“Este teatro é muito bonito, muito acolhedor, perfeito para o espectáculo que tenho na cabeça “, confessa Frankie Chavez que nos diz ainda guardar mais uma surpresa importante para revelar mais próximo da data.

AZÁFAMA APRESENTA









ANTONY LEFT APRESENTA DISCO DE ESTREIA NO PORTO E EM LISBOA

Antony Left é o nome de palco de António Graça, cantor e compositor nascido em Lisboa há 22 anos. Parte de influências como Ben Howard, Bon Iver ou Lewis Watson, para criar a sua própria identidade sonora, com base na guitarra e na voz, complementada pelo violoncelo, o violino e a bateria. Após vencer o Campeonato Nacional de Bandas da Antena 3, o foco passou para a edição do primeiro álbum, «Influence», que chega esta sexta-feira às principais plataformas de streaming e lojas online.

O disco, de onde já tinham sido apresentados os temas "Evil" (vídeo aqui) e "Petals", vai ser apresentado ao vivo no Café-concerto da Casa da Música (Porto), no dia 25 de Outubro, às 21h30 (entrada livre) e, no Teatro do Bairro (Lisboa), no dia 27 de Outubro, às 23h30 (reservas & informações em reservas@azafama.com).

Vaarwell com novo single & live session

«I never leave, I never go» é o terceiro single retirado de HOMEBOUND 456, disco de estreia dos Vaarwell, seguindo-se a «YOU» e «Homebound 456», temas que obtiveram airplay nacional e internacional, incluindo nas prestigiadas BBC Radio 1 e BBC Radio 6.

A banda acaba de editar uma live session deste single, bem como da sua versão do tema «Exit Music (For a Film)», dos Radiohead, criada no âmbito das comemorações dos 15 anos da Rádio Radar e dos 20 anos da edição de "Ok Computer".

Cachupa Psicadélica e Trêsporcento AO VIVO

Nas noites de 17 e 18 de Novembro vai haver dose dupla de Azáfama no Sabotage Club, no Cais do Sodré (Lisboa).
 
No dia 17, Cachupa Psicadélica convida Ângela Polícia, numa noite que contará ainda com mais surpresas.
E, no dia 18, os lisboetas Trêsporcento voltam aos concertos em nome próprio, e em casa, numa noite íntima e intensa, em que a banda promete percorrer toda a discografia. O seu último disco, "Território Desconhecido", foi editado em Abril deste ano. [Evento Facebook]

Agenda AZÁFAMA: Próximas datas

25.10 - Antony Left - Casa da Música (Porto)
27.10 - Antony Left - Teatro do Bairro (Lisboa)
28.10 - Golden Slumbers - Casa da Cultura (Setúbal)

01.11 - MONDAY - Casa da Música (Porto)
02.11 - João Berhan - Concertos n'O Átrio by Strongbow (The Decadente, Lisboa)*
06.11 & 07.11 - TBA (Lisboa)
17.11 - Cachupa Psicadélica - Sabotage Club (Lisboa)
18.11 - Trêsporcento - Sabotage Club (Lisboa)
23.11 - Golden Slumbers - Teatro Municipal Campo Alegre (Porto)

06.12 - Trêsporcento - Teatro de Vila Real
07.12 - Cachupa Psicadélica - Teatro Aveirense (Aveiro)
07.12 - TBA (Lisboa)
16.12 - The Poppers - Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra)

*curadoria Azáfama

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

PROGRAMA DE 19/10/17

1 - Sean Riley & The Slowriders - Bring your boy home
2 - Sitiados - Soldado
3 - Ana Bacalhau - Leve como uma pena
4 - Samuel Úria - Tapete
5 - Madrepaz - A mão direita
6 - Cavalheiro - Bundy
7 - Oioai - Pintar o mar
8 - Heavenwood - 13th moon
9 - Moonspell - Todos os santos
10 - The Legendary Tigerman - Fix of rock'n'roll
11 - Vítor Bacalhau - Old soul (feat Budda Guedes)
12 - Dj Lycox - Solteiro
13 - Deolinda Kinzimba - More than a 100
14 - Richie Campbell - Midnight in Lisbon
15 - Chinaskee & Os Camponeses - Aqui findam as vaidades

O REGRESSO DE NUNO DA CÂMARA PEREIRA


















Nuno da Camara Pereira, recria-se após quarenta anos dedicados à renovação do fado do qual foi pioneiro na procura de tons e sons por terras de aquém e além-mar; por onde andou e se foi recolhendo numa incessante e vibrante busca de razões plenas de música e poesia; aonde apenas o fado, expressão máxima da lusitana língua portuguesa não permitiu deixar esquecer em toda a sua vertente, bem para lá de sua matriz única e soberana; nunca se deixando corromper por insidiosas modulações musicais, de fusão ou não, soube emprestar ao Fado todo o seu talento, toda a sua experiencia e toda a sua nobreza que conseguiram de forma única, e no decorrer de sua longa carreira, influenciar e ser ponto de partida para a modernização deste modo musical, hoje polarizado por todos os cantos do mundo.

São os novos valores do fado que hoje a ele, até mesmo sem saber, vêm buscar a partida para novos pontos de chegada.

Soube dar textura ao fado quer através de novos instrumentos musicais, através de novas sonoridades, movimentos ou mesmo através do reencontro com matrizes transcontinentais que apenas o coloriram; sem nunca se deixar levar nas modernas condições de mercado, lançou-se para caminhos mais cosmopolitas, mais comerciais, e soube manter intrinsecamente a matriz que o fazendo diverso, lhe inculcam “devaneios “ e comparações que não lhe retiram a sua genuinidade.

Com este álbum “Belmonte, Em Cantos mil”, Nuno Cabral da Camara Pereira relança o tema do “achamento do Brasil “por temas dedicados à viagem, no tempo e no espaço, de uma língua e de um povo que apenas a diáspora entende e justifica através da poesia e música de poetas e intérpretes de aquém e além-mar.

Cantando Caetano, Saulo Fernandes ou Doryval Cayme, Nuno com Luiz Caldas lança novamente o desafio, através de sete originais a par e passo dos temas popularizados por aqueles, como “Os Argonautas”, ”Raiz de todo o bem”, ”Saudade da Bahia”, ”É doce morrer no mar”, aonde repõe sentimentos e impressões que a música e seu talento fazem sentir indiferenciadamente na música brasileira e portuguesa, que sem se misturarem a tornam original e própria sem sequer se fundirem.

É o Fado em toda a dimensão da palavra que tão exemplarmente se pretende fazer transmitir neste disco que ora relança a consanguinidade e dimensão transatlântica da língua portuguesa.

"Belmonte Em Cantos Mil”

Consegue geminar a urbana guitarra portuguesa com a rural viola caipira, ao mesmo tempo que junta a afro-brasileira percussão com o hispânico “carron “; a viola clássica em sua peculiar forma lusa de tocar à volta do fado, com o baixo elétrico e o brasileiro cavaquinho.

São duas formas aparentemente difusas de abordar o mesmo tema, apenas geminadas pela voz de Nuno da Camara Pereira que de forma uníssona e única, as torna cúmplices e surpreendentemente sós e nostálgicas, perante um movimento modernista e fascinante pleno de poesia e utopia.

Belmonte, de onde partiu Cabral, que uniu pela primeira vez os dois continentes é agora testemunha ímpar da consanguinidade luso-brasileira no domínio cultural que apenas a música é cúmplice e testemunha.

Assim é que se divide por temas diversos e unidos pelo passado e pelo amanhã, cada vez mais presente e fundamentalmente justificativos num movimento interpretativo não apenas contemplativo, a citar:

Originais de Luiz Caldas e Nuno da Camara Pereira:

Belmonte “Em Cantos Mil” |Perdão |Nau Catrineta |Mãe |Se te chamasses saudade |Amor maior |Amor

Clássicos Portugueses: Coimbra| Rio azul |Fado xu-xu

Clássicos baianos: É doce morrer no mar |Saudade da Bahia |Argonautas |Raiz de todo o bem

ZIGUR APADRINHA A ESTREIA DE BARDINO




















Porque esta música é iminente e urge ser ouvida, deixemos os floreados para depois e vamos direitinhos ao que interessa: a ZigurArtists vai editar no dia 27 de outubro o disco de estreia dos Bardino.

Colectivo nortenho, surgido das cinzas de saudosas formações há muito admiradas por nós, os Bardino são Diogo Silva no baixo, Rui Martins nos teclados, Pedro Cardoso na guitarra e Nuno Fulgêncio na bateria. Alicerçados na herança do rock progressivo e suas variantes tingidas a funk e jazz-fusão, pautam o seu caminho pela busca de um psicadelismo antigo e que parece escassear: aquele que prefere a introspecção escapista ao uso do riff pelo riff. Gravado em plena Serra das Meadas, envolto no silêncio palpável das terras altas, “Bardino EP" exsuda uma serenidade rara e particularmente bem-vinda.

BAIRRO DA MÚSICA APRESENTA









CONCERTOS

20 OUT> Blind Zero | Apresentação de "Often Trees" @ Casa da Música - Porto

28 OUT> Jorge Palma @ Casa da Criatividade - São João da Madeira

04 NOV> Anaquim | 10 Anos @ Centro de Artes e Espectáculos - Portalegre

04 NOV> Jorge Palma & Sérgio Godinho @ Cine-Teatro Caracas - Oliveira de Azeméis

10 NOV > Vicente Palma @ G.A.S. Porto | Hard Club - Porto​

11 NOV> Jorge Palma @ Teatro Municipal Joaquim Benite - Almada

30 NOV> Jorge Palma com Sam Alone | Ciclo o Longe é Aqui @ Quarteira

07 DEZ> Anaquim | 10 Anos @ Convento São Francisco - Coimbra


Blind Zero |"Often Trees" ao vivo na Casa da Música

Com 23 anos de percurso, o grupo, de Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo revela, uma vez mais, a sua capacidade de reinvenção sem perder a identidade que os distingue e os tem projectado ao longo destas duas décadas. Um percurso ímpar celebrado em palco onde demonstram a força que os anos têm solidificado

O concerto de apresentação de "Often Trees" será marcado pela estreia das canções do disco e acontecerá no dia 20 de outubro, às 23h00, na Casa da Música, no Porto. Os bilhetes custam 15€ estão à venda na Casa da Música e nos locais habituais.

+ informações e bilheteira

Anaquim | 10 Anos

Da poeira das ruas, o Anaquim cimentou-se num mundo que tornou seu. Irrequieto como as folhas das árvores, juntou às Vidas dos Outros estórias que foi vivendo, amigos que foi fazendo e lugares que foi visitando. Neste concerto especial celebram-se os dez anos de um duende curioso que se multiplicou em cinco músicos cuja entrada em palco é apenas o início de uma conversa.

É hora de embarcar connosco nesta viagem desde 7 de Dezembro de 2007, data enciclopédica do primeiro ensaio, até aos dias de hoje, passando pelos três álbuns da banda e acrescentando-lhes algumas surpresas. Venha fazer parte deste verdadeiro "Dez"concerto ." José Rebola

+ informações e bilheteira

CAVALHEIRO COM NOVO DISCO















O Cavalheiro é Tiago Ferreira. Nascido no Porto, criado em Santo Tirso e exilado em Braga. Tem seis registos discográficos (4 EP e 2 LP) e estreou-se ao vivo em 2009.

Bundy” é o primeiro single do novo disco, intitulado "Falsa Fé", que será editado em Fevereiro de 2018. "Bundy" reporta-se a uma espécie de transposição para a vida social do julgamento do infame Ted Bundy, assassino em série norte-americano que se defendeu em tribunal recusando a ajuda de advogados, negando de forma veemente e incompreensível as acusações que sobre si recaíam.

Com letra e música de Tiago Ferreira, o tema foi produzido com o auxílio de Ricardo Cibrão (Dear Telephone e La La La Ressonance). A mistura e a masterização são do José Arantes. O vídeo foi idealizado pelo Tiago e realizado pelo João Freitas.

Para assinalar este novo ciclo do Cavalheiro, há um concerto especial e gratuito no dia 1 de Dezembro, no Sé La Vie, em Braga. A acompanhá-lo estarão os supracitados Ricardo Cibrão (baixo) e João Freitas (bateria), mas também o João Coutada (teclados) e o João Oliveira (guitarra).
 

PRIMEIRO DISCO DOS SITIADOS REEDITADO 25 ANOS DEPOIS





















O primeiro álbum dos Sitiados, homónimo e lançado em 1992, volta a ser editado 25 anos depois, com mais de 20 temas extras e imagens inéditas, revelou hoje a editora Sony Music.

"Sitiados" sairá a 03 de novembro numa edição remasterizada, com 25 temas adicionais, imagens inéditas dos arquivos pessoais dos músicos e textos do jornalista Ricardo Alexandre e do antigo diretor da revista Blitz Pedro Gonçalves.

O álbum vendeu na altura cerca de 40 mil cópias e foi um dos maiores sucessos do grupo criado por João Aguardela. Do alinhamento original faziam parte músicas como “Vida de Marinheiro”, “Pérola Negra” e “A Cabana do Pai Tomás”.

A nova edição inclui agora os temas das primeiras maquetas, que permitem perceber a evolução musical do grupo e a transição do pop rock para composições marcadas pela música popular portuguesa.

Nesta reedição comemorativa estão, por exemplo, “Revolta”, “Submissão” e “A Noite”, músicas gravadas ainda nos anos 1980 e que fizeram com que os Sitiados tivessem sido selecionados para o Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-Vous de 1988.

Ainda antes do lançamento do primeiro álbum, os Sitiados já percorriam o país com concertos. Num dos textos que acompanha a reedição, Pedro Gonçalves recorda: “Havia já vários anos que os Sitiados arregimentavam para os seus concertos um séquito militante, público jovem ou não, que do cruzamento entre rock, o fado e o folclore faziam celebração e selvajaria da boa”.

Para Ricardo Alexandre – autor também da biografia de João Aguardela, que morreu em 2009 – a nova edição remasterizada servirá para “dar a conhecer a um público mais vasto as preciosidades do início da carreira dos Sitiados”, num tempo que “não era de telemóveis, nem de Internet, nem de música gratuita”.

“Também, ainda, não era o tempo da festa que os Sitiados iriam trazer ao Portugal acomodado e cabisbaixo, pois ainda não era o tempo de bater forte no ‘cavaquismo’ reinante”, escreveu o jornalista.

Depois desse álbum de estreia homónimo, os Sitiados duraram até ao final dos anos 1990, com a entrada e saída de vários músicos e a edição de mais quatro registos, o último dos quais, “Mata-me depois”, em 1999, e a participação em coletâneas dedicadas aos Xutos & Pontapés, José Afonso e António Variações.

SS // TDI

Lusa/fim

XUTOS & PONTAPÉS EM LISBOA

MAZGANI ANUNCIA PRIMEIRAS DATAS DE APRESENTAÇÃO DE THE POET'S DEATH




















Foi no passado dia 29 de Setembro que Mazgani editou, pela Sony Music, o seu mais recente álbum – The Poet’s Death - com direito a entrada directa para o 13º lugar no top nacional de vendas e subindo para 12º esta semana.

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani, foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Issac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, a partir de amanhã.

Sobre o disco (link aqui)

“Há quem pratique tai chi chuan ou ioga para descomprimir do frenesim da cidade, há quem faça retiros no campo para desacelerar os dias, há quem procure spas e massagens para oferecer algum sossego ao corpo, há quem se adentre na natureza para ter direito ao silêncio por oposição ao ruído incessante do bulício humano. As canções de Shahryar Mazgani (nascido no Irão em 1975 e chegado a Portugal aos quatro anos, em fuga da Revolução Islâmica de 1979) cumprem um propósito semelhante. São feitas com recursos mínimos, desenvolvidas com lentidão, gravadas sem procurar obsessivamente a perfeição, acolhendo erros e desvios do momento. “É preciso que haja arestas para sermos gente, para sermos indivíduos, para sermos sujeitos”, justifica ao Ípsilon numa altura em que lança o seu quinto álbum, The Poet’s Death (…)

Mazgani armadilha também, com absoluta consciência, a sua própria engenharia de fazedor de canções. Para escrever The Poet’s Death, tentou encontrar novos processos, novos locais onde deixar as palavras emergirem, novas posições na guitarra que os dedos não conheçam de cor. “Uma tentativa de mapear novas geografias interiores”, resume. The Poet’s Death fareja constantemente esses novos rumos, sem ter de fazer um Espectáculo disso, sempre com a graciosidade de quem tenta novos caminhos sabendo que vai chegar ao mesmo sítio. Afinal, Mazgani está convencido de que escreve sempre a mesma canção. Por muito que assuma sempre jeitos diferentes(…).”

Gonçalo Frota, Jornal Público, ****

Depois de um Teatro do Bairro cheio para o ver e ouvir na noite de ontem, Mazgani anuncia agora as primeiras datas da tour onde apresentará ao vivo o novo trabalho

9 de dezembro, Centro Cultural de Ílhavo
29 de dezembro, Fórum Luisa Todi, Setúbal
2 de fevereiro, Theatro Circo, Braga
3 de fevereiro, CCB, Lisboa
3 de março, Centro de Arte, Ovar

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

PROGRAMA DE 18/10/17

1 – Ermo – Contra
2 – La Chanson Noire – Família de chantilly
3 – PZ – Mais
4 – Linda Martini – Putos bons
5 – Mão Morta e Remix Ensemble – Berlim (morreu a nove)
6 – Peixe : Avião – Quebra
7 – Heavenwod – Bridge to neverland
8 – Moonspell – Todos os santos
9 – The Dowsers Society – (Just) let it go
10- Blaze & The Stars - Blues for sister sally
11 – First Breath After Coma – Salty eyes
12 – Twin Transistors – Sun of wolves

NA CASA INDEPENDENTE













Quarta - 18 de Outubro
22h - They're Heading West + Daniel Romano (concerto) - 10€

Hoje à noite, o multi-instrumentista, produtor e artista visual Daniel Romano apresenta-se ao vivo pela primeira vez em Portugal.
Relativamente desconhecido entre nós, chega-nos com um novo disco (o sétimo longa duração) na mala - "Modern Pressure" pela New West Records/You’ve Changed, disco que segundo o próprio é uma colectânea de canções espirituais.
A sua música combina na perfeição aquela vibe psicadélica que vai do punk ao folk, do rock ao country, soando tudo incrivelmente bem.

Com a primeira parte do concerto a cargo dos nossos They're Heading West, vai ser uma noite de grandes canções.

Venham daí.

Fotografia DR

LINDA MARTINI ASSINA COM SONY MUSIC
















Os LINDA MARTINI de Cláudia Guerreiro, André Henriques, Pedro Geraldes e Hélio Morais, acabam de assinar com a Sony Music Entertainment.

O grupo encontra-se neste momento num estúdio na Catalunha a gravar o sucessor de “Sirumba”, o quinto trabalho discográfico que tem edição agendada prevista para o início de 2018.

Entre 29 de Novembro e 10 de Dezembro, os LINDA MARTINI estarão em digressão nacional conjunta com The Legendary Tigerman. “Rumble in The Jungle” será uma digressão de clubes passará por Cascais, Braga, Viseu, Leiria, Porto, Coimbra, Alpedrinha, Évora e Torres Vedras e antecipa o muito aguardado novo álbum.

Mais info:

www.lindamartini.net
www.facebook.com/lindamartinirock
www.instagram.com/lindamartini
https://twitter.com/lindamartinilx

GONÇALO - "CHAMPAGNA"



Gonçalo é humano, “Boavista” camaleão.

Há pessoas e coisas estanques, com receio ou incapazes de mudar, incolores e sem vida aparente. “Boavista” é a antítese de tudo isso. É a luz matinal e a comunhão que daí advém; a noite e a sua solidão e introspeção; são memórias de sempre cruzadas com o viver do presente; é a constante mutação e a prova de que devemos experimentar ser tudo para realmente ser algo.

O normal seria redigir uma tão habitual lista de influências para enclausurar Gonçalo. Más notícias para os que se ajeitam nestes caminhos: quem ouve este disco desistirá desse exercício pelo suceder das músicas em catadupa ao pisarem universos tão díspares acabando por confundir os devotos.

Há quem sonhe mudar o mundo e há quem sonhe mudar o seu. “Boavista” alcança-o com graciosidade.

“Boavista” é a primeira incursão longa duração de Gonçalo, longe dos seus Long Way to Alaska. Sucede a QUIM, o EP do bracarense lançado em 2014 pela Lovers & Lollypops. O disco chega após uma recente participação com Castello Branco, com o nome de "Mar Nenhum", colaboração proposta e promovida pela webzine Bodyspace, com participações entre músicos lusófonos.

Com lançamento digital agendado para dia 13 de Novembro e lançamento físico agendado para dia 17 de Novembro pela Lovers & Lollypops, “Boavista” foi gravado e produzido por Gonçalo e João Moreira e conta a participação de André Simão (La La La Ressonance), Filipe Azevedo (Sensible Soccers), João Moreira, João Pereira (Guilty Ones), Jorge Queijo (Torto), Pedro Oliveira (peixe : avião) Sérgio Alves (Marta Ren).

O primeiro single de avanço de Gonçalo, "Champagna”, é uma pequena brisa de Verão neste Outono que se inicia e o respectivo vídeo é realizado por Vasco Mendes.

WHY PORTUGAL LÁ POR FORA









A WHY Portugal com missões de internacionalização
da música portuguesa em Paris e Amesterdão

Presença no MaMa Festival & Convention (18 - 20 de Out)
e no ADE - Amsterdam Dance Event (18 - 22 de Out)

SELMA UAMUSSE, STONE DEAD, SURMA e WHITE HAUS são os artistas portugueses selecionados pela organização do MaMa Festival & Convention para atuar no evento.
 
No seguimento da apresentação do calendário de eventos e feiras profissionais em que a Associação WHY Portugal estará presente ao longo do ano de 2017, confirma-se a presença no MaMa Festival & Convention e no ADE - Amsterdam Dance Event.

O MaMa Festival & Convention acontece em Paris entre os dias 18, 19 e 20 de outubro e tem lugar no coração da capital francesa, mais concretamente entre as zonas de Pigalle e Montmartre, reunindo inúmeros profissionais da indústria internacional da música assim como artistas. Tal como outros showcase festivals e feiras profissionais da indústria, o MaMa Festival & Convention inclui a vertente artística ("festival") e profissional ("convention") sendo que inclui no seu programa, para além de concertos, meetings internacionais, conferências, workshops, open talks e sessões de networking (cocktails e almoços) vocacionadas para profissionais, momentos estes altamente benéficos para o fortalecimento de contactos em prole da exportação da música portuguesa.

Os artistas nacionais selecionados pela organização do evento para integrarem a sua programação artística são Surma (que atua dia 20, às 21h50, na sala "L'Atalante"), White Haus (dia 20, às 19h30, na sala "Folie's Pigalle"), Selma Uamusse (dia 20, às 22h35, na sala "Backstage By The Mill") e Stone Dead (dia 18, às 20h30, na sala "La Boule Noire").

Na vertente profissional e, após uma convocatória aberta aos profissionais da indústria da música portuguesa via WHY Portugal, vão estar no terreno dez profissionais portugueses, como é o caso, por exemplo, de Mário Pato (diretor internacional Altafonte Portugal), Felícia Silva (Agência Ao Sul do Mundo, CRL) e João Brilhante (Freelancer em Relações Públicas & Assessoria de Imprensa).

No dia 19 às 19h00, a WHY Portugal promove também um "Appero Pró", um encontro informal de livre acesso dirigido a todos os delegados internacionais presentes de forma a que possam contactar, mais de perto, com a comitiva nacional no terreno e, eventualmente, proporcionar maiores oportunidades reais de negócio.

De 18 a 22 de outubro, a WHY Portugal marca também presença no ADE - Amsterdam Dance Event, um evento de referência para a música eletrónica e dance music na Europa. Com contornos semelhantes ao MaMa Festival & Convention, o ADE inclui uma programação artística assim como uma programação mais dedicada a profissionais da indústria. Rui Murka, manager de DJ Ride, será o representante da Associação neste evento onde a WHY Portugal estará pela primeira vez.

Estas presenças continuam a reforçar a posição do cluster de música portuguesa em vários mercados internacionais, salientando-se as presenças passadas no Reeperbahn Festival, na Alemanha, e a ação "Portugal Country Focus" no Eurosonic Nooderslag, na Holanda, em Janeiro deste ano.

Comentários de participantes:

"Estou à espera de dar a conhecer o valor, a criatividade e o talento português/ibérico para o amplo mercado europeu. A música não tem fronteiras e existem tantas histórias de sucesso no passado que podem ser replicadas e aprimoradas no presente" (Mário Pato, Diretor Internacional Altafonte Portugal)

"Tirar partido do networking com parceiros internacionais de diversas áreas para aumentar a rede de contactos e conhecimento sobre o mercado internacional, encontrando novas oportunidades para os artistas com que trabalhamos. Por outro lado, identificar projectos artísticos internacionais que possam circular em Portugal, bem como o estabelecimento de parcerias em áreas acessórias ao booking e management." (Felícia Silva, Booking Internacional, Ao Sul do Mundo, CRL)

Outras informações:
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RICARDO DE SÁ EDITA EP




















É costume dizer-se que na vida não há coincidências, apenas alinhamentos: de energias, de vontades, de pontos de vista. Talvez tenha sido esse o caso de Ricardo de Sá que viu cair-lhe no colo, na sua estreia como actor numa série de televisão juvenil, um papel de um jovem músico. Foi o rigor no seu papel de actor que o levou a aprender bateria, primeiro, surgindo aí uma vontade de expressão que o levou a agarrar a guitarra, logo depois, e a tirar um curso de produção musical. Lá está a tal seriedade que parece investir em tudo aquilo que faz.

Dessa vontade, dessa garra pode dizer-se, nasceram os trabalhos Histórias e Epifania, primeiros passos numa arte que Ricardo de Sá ainda não parou de refinar. Tocou muito ao vivo, aprendendo em directo como gerir emoções e energias e momentos de comunhão - com o público, claro, mas também com os outros músicos. A ambição e o que aprendeu no palco levou-o de volta ao estúdio: pegou em 5 dos temas de Histórias, elaborou novos arranjos com os músicos com quem trabalhava, e gravou ao vivo nove instrumentos, num só take também documentado em vídeo. Se é para saltar, então que seja sem rede...

Agora, com 28 anos, Ricardo de Sá é o primeiro a confessar sentir o peso da bagagem que foi coleccionando no seu percurso de artista como actor, como músico e como autor. Manifesto, o seu novo trabalho, é o resultado de todas essas experiências que foi vivendo: "Sinto que consegui pela primeira vez ser totalmente verdadeiro e transparente, sinto que estou a fazer algo de diferente e que estou a fazer arte", assegura.

"O que me fez escrever e compor estes temas foi a própria vida e ter sentido uma necessidade gigante de manifestar algumas coisas que sentia mas que não tinha outra maneira de as poder exprimir a não ser através da música", prossegue.

Manifesto é um EP que inclui os temas "Arte", "Faz-te Um Homem", "Palavras Por Dizer", "Só Tu Sabes" e "Eu Vou Estar Aqui". Ricardo de Sá aborda o peso dos sonhos, as questões da maturidade, da determinação, da vida e do amor, pois claro, em palavras que exploram métricas mais elaboradas servidas por arranjos arrojados e ambiciosos. São dele a maior parte das letras, nasceram da sua visão os beats que as suportam, trabalhando sempre com alguns amigos, como faz questão de sublinhar, e são dele as ideias de produção que o levaram a experimentar temas com o pitch da voz alterado, com vocoder e talk box, sempre em busca de novos timbres e soluções para transmitir as mensagens que injecta nas palavras.

"Desde que me conheço que sou teimoso, insistente e determinado em querer levar as minhas ideias avante. Acredito mesmo que seja possível ser levado a sério como ator e como músico. Espero que o público goste e que se identifique com a minha mensagem", conclui Ricardo de Sá.

Manifesto é o resultado da ambição de um artista que não teme elevar a sua própria fasquia. Como deve ser sempre."

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terça-feira, 17 de outubro de 2017

O NOVO DISCO DE RICARDO GORDO




















Título | Ricardo Gordo
Autor | Ricardo Gordo
Género | Guitarra Portguesa; World Music

Conceito| No seguimento da procura pela sonoridade ideal surge o projecto musical Ricardo
Gordo, uma evolução da guitarra portuguesa fora dos ambientes de Alfama mas respeitando a
técnica característica do instrumento. Ricardo Gordo, agora primeiro Mestre em Ensino de
Música na variante de Guitarra Portuguesa, reúne estas "experiências de vida" que começou
após o lançamento do seu primeiro álbum “Fado Metal”, a que se seguiu "Mar Deserto". Para
amplificar esta nova sonoridade, artistas como Os Corvos, Sara Madeira, Wallace Oliveira,
entre outros, fundem-se com a música de Ricardo Gordo para ter como resultado esta nova
fase musical do operário da Guitarra Portuguesa.

Edição | Autor
Faixas | 11
Ano | 2017
Single de apresentação | Setembro 2017
Artistas Convidados | Os Corvos, Sara Madeira e o guitarrista brasileiro Wallace Oliveira
 



PROGRAMA DE 17/10/17

1 – Valter Lobo – Fora do Coração
2 – Astrolábio – Viver de lobo
3 – Um Corpo Estranho – Scarlett
4 – Luís Severo – Boa companhia
5 – Rua Direita - Mariana
6 – Trêsporcento – Tempos modernos
7– Moonspell – Todos os santos
8 – Heavenwood – Me & you

9 – The Millions – Tango a go-go (c/ Raquel Ralha & Pedro Renato)
10 - Grandfather’s House – Sorrow
11– Frankie Chavez – Watever happened to our love
12 – Little Orange – Promissed land blues
13 – Sean Riley & The Slowriders – Gipsy eyes
14 – The Poppers – Peyote
15 – The Twist Connection - Turn off the radio

ENCONTROS INTERNACIONAIS DE JAZZ DE COIMBRA









ESTÓRIAS DA HISTÓRIA DO JAZZ EM PORTUGAL

Sex, 20 Out, 18h
BILBIOTECA GERAL DA UNVERSIDADE DE COIMBRA
Palestra com Rui Eduardo Paes
integrada na Exposição Bibliográfica 'Histórias do Jazz'
patente na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra
Entrada Livre

APEB CONVERSA COM QUARTABÊ


Sex, 20, 19h30
CASA DA LUSOFONIA (POLI I UC)
Conversa em torno de questões de género e LGBT, face à situação política no Brasil.
Entrada livre e gratuita
APEB - Associação de Pesquisadores e Estudantes Brasileiros em Coimbra

LISBON FREEDOM UNIT

Sex, 20 de Outubro, 22h30 
Salão Brazil

Luís Lopes (guitarra eléctrica)
Rodrigo Amado (saxofone tenor e alto)
Pedro Sousa (saxofone tenor e barítono)
José Bruno Parrinha (clarinete saxofone alto e soprano)
Rodrigo Pinheiro (piano/Rhodes)
Pedro Lopes (gira-discos e electrónicas)
Ricardo Jacinto (violoncelo)
Hernâni Faustino (contrabaixo)
Gabriel Ferrandini (bateria e percussões)

A Lisbon Freedom Unit tem o seu propósito no próprio nome: ser um espaço de liberdade criativa. Tudo é possível acontecer com este noneto que, apesar de ser uma iniciativa do seu guitarrista, Luís Lopes, tem carácter colectivo, entregando as decisões a todos os seus membros. Na apresentação do grupo, este mesmo ano, na Festa do Jazz no S. Luiz, isso significou um enquadramento do tutti por meio de drones, com massas contínuas de som habitadas por uma miríade de pequenos eventos, e intervenções solísticas – com um, dois ou mais elementos a tomar(em) posição na dianteira – a introduzirem abordagens contrastantes. No caso, ouviu-se um Rodrigo Amado muito próximo do hard bop, o já referido Lopes a tocar uma suave balada de registo bluesy ou José Bruno Parrinha a ser ainda mais melódico do que lhe é habitual. Ou seja, o conceito de liberdade aplicado significa poder também entrar em idiomatismos convencionais e tocar tonalmente. Há 50 anos, quando a chamada música improvisada iniciou o seu caminho, ser livre era sair desse âmbito, porque o constrangimento que existia era o da tradição do jazz. Hoje, já é pacífico entender-se que o abstracionismo musical pode ser uma limitação, e a LFU age, ou pode agir, em conformidade.

Bilhete: 7€
Preço Estudante/ Cliente CGD: 5€

CARLOS BICA/ FRANK MOBUS/ JIM BLACK: Masterclass

Sáb, 21 de Outubro, 11h30
LOCAL: Convento São Francisco / Grande Auditório (palco)
Nº MÁX. PARTICIPANTES: 150
Participação gratuita sujeita a inscrição prévia através do email: servicoeducativo.jacc@gmail.com

A Masterclass com Carlos Bica, Frank Möbus e Jim Black é aberta a todos os que desejem participar, independentemente da sua formação musical. Os três artistas irão falar acerca da sua prática instrumental e da sua trajetória enquanto músicos. Os instrumentos estarão em palco e haverá espaço para exemplificar ideias. O público será incentivado a participar activamente.

CARLOS BICA & AZUL

Sáb, 21 de Outubro, 22h
Convento de São Francisco/ Grande Auditório
Carlos Bica – Contrabaixo
Frank Möbus – Guitarra
Jim Black – Bateria

No rescaldo da edição de “More Than This”, o CD que assinala o 20º aniversário dos Azul de Carlos Bica, encontramos o trio do contrabaixista e compositor português com o alemão Frank Mobus e o norte-americano Jim Black naquela que talvez seja a sua melhor fase de sempre. Uma fase de maturidade que estes músicos estão a gerir como uma oportunidade de reinvenção de si mesmos, com um muito semelhante nível de entusiasmo e frescura que caracterizou o primeiro álbum, “Azul”, há duas décadas. Tal circunstância não é, de todo, habitual num grupo com esta longevidade. Mantêm-se as linhas definidoras do projecto, mas tudo surge agora como se fosse a primeira vez: o lirismo poético das melodias e a candura folky transmitida equilibrando-se com libertadoras interiorizações do rock e intrigantes jogos entre simplicidade e complexidade. Nos terrenos abertos à acção por estes parâmetros abrem-se novas portas e exploram-se ideias e soluções que antes não podíamos adivinhar, confirmando que a fórmula Azul ainda tinha mais para oferecer.

Bilhete: 10€ 

"SPICE TRIP" - EDDY SLAP PROJECT fFEAT. TRILOK GUTU

DESTAQUES DA SEMANA

SANTO NO ALTAR

TODOS OS SANTOS - Moonspell
("1755", Napalm Records)

Para ouvir todos os dias desta semana

DISCO RECORDAÇÃO

REDEMPTION - 
Heavenwood
(2008, Recital Records)

Para ouvir um tema diferente todos os dias desta semana

EM SETÚBAL

NO SABOTAGE




















26 de Outubro/ 22h30m/ 5€
Trauma Lips + The Dust
DJ Nuno Rabino

Os Trauma Lips são um power trio oriundo de Lisboa, formados por Pedro Lourenço - Voz/Guitarra, Emanuel Severino - Bateria e Inês Vicente - Baixo.

Movimentando-se entre o Rock'n'roll e o Punk, com rápidas deslocações ao Indie e ao Stoner, a música dos Trauma Lips reflete vivências quotidianas, numa estética muito classic/vintage.
Your Ghost é o segundo EP da banda a ser apresentado neste dia.

Renegade (kick in the eye), a primeira amostra da banda, retirada do duplo single made in china já se encontra disponível. Renegade, nome retirado do jogo de computador dos anos 80, Target Renegade, liricamente compara a violência psicológica/emocional à violência física e faz uma pequena homenagem aos Bauhaus...

Ao lançar o EP “It May Only Have Three Songs But This Is Our Extended Play”, os The Dust vão diretamente ao assunto. A capa e o título indicam logo que nos vão dar a escutar algo truculento: vem aí amor e ódio e, se calhar, feitiçaria. Ou então estaremos apenas a ser redundantes.

O primeiro trabalho da banda lisboeta, lançado dia 4 de Setembro, embora bastante melódico, contém material mais pesado – em todos os sentidos - fruto de uma inconformidade (e imperfeição?) emocional polvilhada aqui e ali por uma enorme fonte de influências. Os The Dust foram até essas paisagens sonoras, sentindo o chamamento sem ganhar sotaque. E é mesmo por este motivo que o som do trio é facilmente reconhecível: torna-se possível viajar por diferentes estilos e sensações sem sair da assinatura do rock. Está lá o reggae (e o mojo) jamaicano sem os contratempos, os blues sem a repetição das escalas e a crueza do rock moderno sem a fanfarronice adolescente.

27 de Outubro/ 22h30m/ 5€
Moonshiners
DJ Vítor Torpedo

A banda aveirense apresenta o novo trabalho "Prohibition Edition".

Resultado de uma relação tumultuosa entre a inquietude da música e o luxo do seu ócio, os Moonshiners, constituídos por Gamblin' Sam (voz e harmónica), Susie Filipe (bateria) e Victor Hugo (voz e guitarra), surgem em Portugal no início de 2011. Sob a alçada de influências tão distintas como Robert Johnson e Amália Rodrigues, a sua música não podia deixar de ir buscar os seus ecos às esquinas mais meninas e aos seus velhos becos, a lupanares e botecos, às cidades baixas das águas-furtadas e aos tectos rentes das suas madrugadas.

Em Outubro de 2013, após um longo perídodo de digressão desde o norte ao sul do país em que se dão em primeira mão à luz do público português, os Moonshiners lançam o seu primeiro EP, homónimo, constituído por seis faixas originais, gravado e masterizado por João Veludo. Conta com a participação de Alexandre Mano (no baixo) e Miguel Leitão (no saxofone). Neste Extended Play, em registo live, encontram-se canções sobre whisky e sobre cerveja, conversas entre Deus e o Diabo, réquiens de amor falhado, mas sobretudo eles próprios e a sua longa digressão: mais ao fim da noite do que ao do país. Malas e misturas feitas dos ritmos dos blues e do country, das harmónicas estridentes e dos riffs explosivos, os Moonshiners voltam à estrada com o seu primeiro registo discográfico no bolso, passando por festivais como Jardins Efémeros, OffBeatz, Fura e Vagueira Surf Fest.

2015 abre com boas notícias e o lançamento do seu primeiro álbum "Good News For Girls Who Have No Sex Appeal", abrilhantado pelo olho fotográfico de Paulo Moreira, da naked-fotografia. Contando com a presença dos músicos já anteriormente convidados e com a mesmíssima batuta técnica de João Veludo, este novo álbum conta também com a participação especial de Paulo Furtado (The Legendary Tiger Man). Constituído por sete faixas originais, este segundo trabalho deslinda uma banda mais madura consolidada e sobretudo viajada que alcança as mais novas e variadas direcções sem, apesar disso, perder o seu traço ou o seu destino original.

Em 2017 tocam pela primeira vez fora do país, primeiro no Eurosonic na Holanda, depois em Veszprem na Hungria e por último em Espanha numa mini tour. Com três singles lançados, "Really Into You", "Songrider" e "Musicommentary", os Moonshiners, anunciados viajados saltimbancos, traficando melodias e contrabandeando emoçôes, preparam agora o seu 2º álbum, com data de lançamento marcada para o Sabotage, com canções para homens sensíveis e mulheres da barba rija. No fundo do seu copo: o outro lado do vidro da madrugada.

PORTO BEST OF COM LOTAÇÃO ESGOTADA














Clã + Best Youth
19 Outubro, quinta-feira, 21h30 // Teatro Rivoli

O Porto Best Of, iniciativa da Câmara do Porto com curadoria de Miguel Guedes, regressa ao Rivoli dia 19 de Outubro com os Clã e os Best Youth numa noite dedicada à Pop e já com lotação esgotada.

Editado há 20 anos, o segundo disco dos Clã será recordado na integra ao vivo por Manuela Azevedo, Hélder Gonçalves, Miguel Ferreira, Pedro Rito, Pedro Biscaia e Fernando Gonçalves. Composto por uma cover de "I’m Free", dos Rolling Stones, e 12 originais com letras de Carlos Tê – consolidando uma parceria criativa, indissociável da carreira dos Clã, que dura até aos dias de hoje -, de "Kazoo" fazem parte hinos como "Problema de Expressão", "GTI (Gentle, Tall & Intelligent)" e "Loja de Porcelanas". Com este disco, que sucedeu a "LusoQualquerCoisa", os Clã conquistaram o reconhecimento da crítica e do público, e seguiram em digressão ao longo de mais de dois anos por Portugal, mas também Macau e Brasil.

Desde 1997 muito mudou na música em Portugal e na carreira dos Clã que, entretanto, já editaram cinco discos de originais, um DVD, um disco com Sérgio Godinho e um best of ao vivo.

Antes dos Clã é a vez dos Best Youth de Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves apresentarem o álbum de estreia, "Highway Moon", do qual foram retirados os radiofónicos "Red Diamond", "Mirrorball", "Black Eyes", "Renaissance" e o mais recente "Sunbird". Seis anos depois do lançamento do primeiro EP, "Winterlies", os Best Youth são um dos projectos indie-pop mais interessantes da cena nacional tendo já marcado presença nos principais palcos portugueses.
 
O Porto Best Of é um ciclo de concertos promovido pela Câmara do Porto, com curadoria de Miguel Guedes, onde as bandas do Porto são convidadas a tocar e revisitar na íntegra o seu primeiro, mais influente ou seminal álbum, revisto à luz do tempo presente.

Em 2016, passaram pelo palco do Teatro Rivoli, a convite do PORTO BEST OF, os GNR e os Lobo, no ciclo dedicado à Pop; Dealema e Capicua, na noite do Hip-Hop; Tarantula, Equaleft e Redemptus, a lembrar as raízes do Metal da cidade; Expensive Soul e Cru, na noite soul e funk. O ano de 2017 começou da melhor forma, dedicado à palavra, com Três Tristes Tigres, Old Jerusalem e Dan Riverman. Em Maio foi a vez das cadências rítmicas dos Jafumega e Marta Ren & The Groovelvets. O passado, o presente e o futuro da música portuguesa, com raíz no Porto, no mesmo palco.