quinta-feira, 21 de setembro de 2017

PROGRAMA DE 21/09/17

1 - Tomara - For no reason
entrevista Filipe Cunha Monteiro (Tomara)
2 - Tomara - Favourite ghost
3 - PZ - Mundo
4 - Tipo - Jugoslávia
5 - Dear Telephone - Slit
6 - Them Flying Monkeys - When pigs had wings
7 - Wipeout Beat - Stupid
8 - Electric Man - Electric domestique
9 - White Haus - Put my name on your list

GNTK APRESENTAM NOVO SINGLE “SÓ NÓS”




















"Só nós"! É este o nome do novo single dos GNTK! Um tema onde a revelação de um amor impera em forma de declaração. Com um ritmo calmo e contagiante, unido a melodias doces e sensuais, esta música abre caminho a novas sonoridades onde se pretende chegar aos corações de um público envolto em amores e desamores.

Depois da segunda Tour neste verão 2017 é altura de regressar ao estúdio e finalizar alguns dos temas que tanto ansiamos poder partilhar convosco.

GNTK é o alter-ego dos músicos e produtores de Leiria, Diogo Fernandes e João Correia, que a nível sonoro se movem dentro dos géneros Electrónica, Hip Hop/Rap, Trap, entre outros. Em conjunto, a dupla de profissionais soma mais de uma década de experiência live entre clubs e palcos e edições discográficas, assumindo-se como um projeto energético e muito interativo com o público.
#We Are GNTK

KONCEPT DE REGRESSO




















Os Koncept têm novo single, Chama-se "Tu És o Meu Lugar" e teve a sua estreia marcada com a divulgação do vídeo oficial, disponível desde ontem (dia 20 de Setembro) no seu canal de Youtube.

Esta sexta-feira, dia 22 de Setembro, o será a vez do single chegar às restantes plataformas digitais, como Spotify, MEO Music, Deezer, Google Play, Apple Music, Tidal, Amazon, etc.

TERROR EMPIRE REVELAM VÍDEO












A faixa que serviu de apresentação ao álbum “Obscurity Rising” assume agora a forma de videoclip. Realizado por Guilherme Henriques (Belphegor, Wormed, Hideous Divinity, Noctem, Haemorrhage, Unfathomable Ruination), o clip de “Burn the Flags” faz a mistura perfeita entre o frenesim sónico e a vertigem visual, uma constante ao longo do vídeo.

“A nossa intenção passa por transmitir uma sensação permanente de caos e e inquietude a todos os níveis”, refere o guitarrista Rui Alexandre. “Uma das melhores partes do meio artístico é a dispensa de funcionalidade, assim queiram os artistas. Não tivemos qualquer problema em pretender massacrar os sentidos do espectador. Intensidade máxima”, remata.

Apesar de novo, Guilherme Henriques já tem bastante experiência neste meio e considera que “é sempre uma honra poder fazer parte de uma nova etapa de uma banda. Com os Terror Empire não é diferente e orgulho-me imenso do que consegui alcançar juntamente com um grupo de músicos que considero já amigos de alguns anos. Um fim-de-semana de trabalho árduo refletido neste clip que não dá tréguas."

“Obscurity Rising” é lançado a 22 de setembro pela Mosher Records, e pode ser adquirido em www.mosherrecords.com. O concerto de lançamento decorre no dia seguinte em Coimbra, pelas 21h00.

FacebookInstagramYouTubeMosher Records

O GAJO AO VIVO




















O Gajo vai estar este fim-de-semana no Festival ONE MAN BAND que se realiza Sexta e Sábado em Portalegre e na Guarda.

 Sexta-feira O GAJO actua no CAE (centro de artes e espectáculos) de Portalegre e no Sábado é a vez do Teatro Municipal da Guarda

RICHIE CAMPBELL NO MEO ARENA













2 DE FEVEREIRO - MEO ARENA

Conhecido como o primeiro fenómeno musical da internet em Portugal a ter sucesso a uma escala nacional e internacional, líder da nova geração de artistas portugueses, Richie Campbell regressa aos palcos com uma estética renovada, numa nova fase que demonstra um claro regresso ao R&B e Dancehall e uma homenagem à Lisboa moderna, desde a sua arquitetura, às sonoridades e ao lifestyle.

Em “Do You No Wrong”, o primeiro tema desta nova fase do artista, produzido pelo português Lhast, é notório o regresso ao R&B. Single de platina e nomeado para um Globo de Ouro na categoria de Música do Ano, já ultrapassou os 12 milhões de visualizações no YouTube. “Heaven”, o mais recente single, já conta com mais de seis milhões.

O primeiro álbum de originais de Richie Campbell, “Focused”, lançado em 2012, contou igualmente com a nomeação para um Globo de Ouro, em 2013, com o hit “That’s How We Roll”. Em maio de 2015, lança o álbum “In the 876” produzido e gravado em Kingston, na Jamaica, que em apenas duas horas chegou ao N.º 1 do top de vendas do iTunes. O sucesso destes trabalhos levou Richie Campbell a atuar por países como França, Suíça, Suécia, Itália, Áustria, Luxemburgo e ainda pela Jamaica e Barbados, em tour juntamente com a sua banda The 911 Band.

2016 e o início de 2017 marcam o arranque de uma nova fase na música de Richie Campbell e o seu envolvimento na criação da Bridgetown, uma editora e agência que conta com alguns dos mais promissores artistas portugueses como Mishlawi, Plutonio e Pedro Teixeira da Mota e os já incontornáveis Dengaz e Luís Franco Bastos, que têm vindo a dar cartas na música e na comédia, respetivamente.

Mishlawi será responsável pela abertura do concerto de dia 02 de fevereiro no MEO Arena. O artista de nacionalidade portuguesa e americana, com início de carreira em 2016, sob influências no Rap e R&B, lançou o tema “All Night” que já conta com quase seis milhões de visualizações no YouTube.

MEO Arena | 02 de fevereiro de 2018
Abertura de portas: 19h30
Início de espetáculo: 21h00

BILHETES À VENDA DIA 23 DE SETEMBRO (SÁBADO) NOS PONTOS DE VENDA HABITUAIS

MEO ARENA | 02 FEVEREIRO DE 2018
Plateia em pé * 20,00€
Balcão 1 * 25,00€

A Everything is New aconselha a compra de bilhetes apenas nos seguintes pontos de venda oficiais:

Locais de venda: everythingisnew.pt, FNAC, El Corte Inglés, Worten e Agência ABEP
Espanha: Masqueticket, TicketMaster
Reino Unido: SEE Tickets

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

PROGRAMA DE 20/09/17

1 – Lustro –  Mais um primeiro dia
entrevista Lustro
2 – Lustro –  O meu nome é ninguém
3 – Tipo – Jugoslávia
4 – PZ – Croquetes

5 – Skypho – Contra relógio
6 – José Camilo – Eu penso, eu acho, eu sei
7 - Balbúrdia - …fúria ciúme
8 – Quinta Feira 12 – Cabra cega
9 – oLUDO – Abraço
9 – Siul Sotnas – Vende-te
10 – Brando Fel – Bairro alto

NOISERV NO FUNCHAL




















Na próxima sexta-feira, 22 de Setembro, Noiserv terá a oportunidade de regressar aos concertos no Funchal, desta vez para apresentar o seu disco mais recente, 00:00:00:00, no bonito Teatro Baltazar Dias:

#22 de Setembro - Teatro Baltazar Dias - 21h00 - Funchal (Sexta-feira)
+info: http://teatro.cm-funchal.pt/noiserv/

Os bilhetes já estão à venda e custam 5 euros.

O DISCO NOVO DE MIMICAT




















22 DE SETEMBRO
EM TODAS AS LOJAS E PLATAFORMAS DIGITAIS

Pré-venda de “Back in Town”:
https://itunes.apple.com/pt/album/back-in-town/id1276551833

22 DE SETEMBRO: SHOWCASE FNAC COLOMBO – 21h30

“Back in Town” é o nome do novo disco de MIMICAT. Este álbum marca uma viragem na carreira da artista, agora com uma imagem e sonoridade mais Pop e versátil. Este disco é sobre autoconfiança e autoconhecimento. MIMICAT é agora mais segura, enquanto mulher e enquanto artista, tendo passado por um processo de transformação interior e exterior também.

“Back in Town” é fresco, forte e moderno. Um disco Pop recheado de canções onde se cruzam a alma e carisma inconfundíveis da artista com as influências da música negra Soul, Hip-Hop e R&B, tanto na composição e melodias como na produção instrumental, com baladas minimais como “Lord”, temas grandiosos como “Nobody Knows” ou o atrevimento obscuro de “Cold Feet”.

“Back in Town” mostra-nos uma MIMICAT capaz de se re-inventar e surpreender. Uma artista confiante, audaz e genuína. Dona de uma presença incontornável, está de volta e veio para ficar.

28 de Outubro – Centro Cultural Olga Cadaval – Sintra
18 de Novembro – Teatro Académico Gil Vicente – Coimbra

Facebook: https://www.facebook.com/MimicatMusic
Instagram: https://www.instagram.com/mimicat_music/

SOBRE MIMICAT:

MIMICAT apresentou-se ao mundo em 2014, mas há muito que se aguardava a revelação de uma artista que gravou o primeiro disco aos 9 anos. Performer, intérprete e compositora desde muito jovem, desenvolveu uma voz quente e forte, característica da Soul-Pop de tradição Anglo-saxónica. É inspirada pelas grandes vozes da música negra e apaixonada pelo universo Pop, o que faz de Mimicat uma artista única no panorama musical atual. O single “Tell Me Why” foi a primeira canção extraída do seu álbum de estreia “For You”, editado pela Sony Music Portugal.

Entre 2015 e 2016 fez a apresentação do disco pelos mais consagrados palcos do país e fez a sua estreia internacional com concertos no Brasil. Ainda em 2016 apresentou-nos dois singles, “Stay Strong” e “Gave Me Love”, canções que farão parte do seu segundo álbum, com lançamento previsto para 2017, num registo Pop, sem nunca perder a força e carisma que tão bem a caracterizam enquanto artista.

2017 representa um ano de viragem para Mimicat com a apresentação de novas canções, incluindo o single “Fire” lançado a 16 de Janeiro e agora “Going Down”, produções Pop arrojadas, com uma escrita mordaz que nos mostra um outro lado da artista que não tinha ainda sido revelado. Este ano traz também um novo conceito de espetáculo com nova formação. Dando continuidade ao que já nos habituou enquanto performer, Mimicat promete um concerto dramático, forte e cheio de energia, capaz de captar a atenção de qualquer membro da plateia.
 

NA CASA INDEPENDENTE















Sábado - 23 de Setembro
22h - Casa Ardente (Produções Incêndio) Poesia de Bolso + Chão da Feira (concertos) Junkers & Vaillant (dj) Sallim (exposição)- 5€

Casa Ardente das Produções Incêndio regressam com a residência artística a ocupar as divisões da Casa Independente com propostas vibrantes.

Inauguração da exposição de Sallim (quiça mais conhecida na sua vertente musical) apresenta o seu trabalho visual composto por uma série de colagens.

A noite segue com Poesia de Bolso de António Reis & Manel Seatra, e o concerto de Chão da Feira.
Termina a noite em beleza com o dj set de Junkers & Vaillant.

Venham desfrutar da nova temporada 2017/2018.

Cartaz por Tiago Nunes

DEAR TELEPHONE MOSTRAM PRIMEIRA MÚSICA DE “CUT”

Feito de uma mistura fina entre tensão e contemplação, Slit é o tema de apresentação do novo álbum de Dear Telephone. A câmara de André Tentúgal revela esta ambivalência, prendendo os músicos em planos duros e estáticos, para logo perseguir os seus olhares entre a névoa de lirismo. Em fundo, como sempre, a cidade - agora, mais perto do que nunca.
“Cut” será editado em vinil no dia 27 de Outubro pela PAD e os primeiros concertos confirmados são dias 26 e 27 de Outubro no Theatro Gil Vicente em Barcelos.

“Em 2011 os Dear Telephone surpreenderam-me com uma canção chamada “Close my Eyes”, uma das mais felizes versões de Arthur Russel que alguma vez chegaram aos meus ouvidos. O espaço que o tema criava, pela sua parcimónia e sofisticação, transportava-me sempre para um lugar especial.

Os primeiros segundos de Cut, segundo longa duração dos Dear Telephone, anunciam um rumo diferente e transportam-nos para outro lugar. Continuando a explorar sabiamente as subtilezas do formato canção, a música do quarteto tornou-se mais expansiva e direta. E mais

americana que britânica. Talvez por isso, estranhamente, mais exigente para dela retirar toda a riqueza subjacente. Mas rapidamente nos sentimos recompensados por nos deixarmos envolver.

Neste novo lugar dos Dear Telephone os uníssonos desapareceram e o André recuou para a Graciela, como na belíssima capa, avançar e assumir a voz do grupo. A música ganhou mais espaço para respirar e divagar, mas o toque para as canções eficazes permanece intacto (“Automatic” e “Turnover”) mantendo a capacidade para, dentro do mesmo tema, nos transportarem à estratosfera para depois, suavemente, nos fazerem aterrar, como em “Cut”, “Nighthawks” ou “Slit”. E temos também convidados, que nunca soam excessivos ou redundantes, trazendo argumentos novos à sonoridade da banda. Ouça-se a espantosa

“View”, aprumada peça coral pop, ou os belíssimos arranjos de saxofone em “Fur”.

A música dos Dear Telephone continua a ser um lugar especial. Aproveitemos para nos deixar levar.”

Luís Fernandes

BIOGRAFIA

Formados em 2010, os Dear Telephone reúnem Graciela Coelho, André Simão e Ricardo Cibrão e Pedro Oliveira.

 Inspiram-se no nome da curta-metragem de Peter Greenaway “Dear Phone” – 1976, para deixar expressa a vontade de decantar soap operas e melodramas de bolso, em composições duras e frugais.

Editam o primeiro registo em março de 2011 pela PAD, o EP “Birth of a Robot”, entusiasticamente recebido pela imprensa e apresentado ao vivo em salas como o Theatro Circo, Hard Club (c/ Anna Calvi) ou em festivais como o Optimus Primavera Club e Milhões de Festa, entre outros. Integram a compilação “Novos Talentos Fnac 2011” e representam Portugal na edição de agosto 2011 do “Music Alliance Pact”.

Ocupam o final de 2012 no processo de composição do primeiro longa duração - Taxi Ballad - editado em Maio de 2013, ano que dedicam integralmente à tour de apresentação deste registo, do Centro Cultural Vila Flor – Guimarães, Casa da Música até ao Optimus Primavera Sound. Em 2014 fazem a estreia fora de Portugal, no Powerlunches -Londres e preparam simultaneamente os concertos de encerramento da tour – que termina no final de 2015, com uma mini-tour na Bélgica e passagem pelo Centro Cultural de Belém.

2016 foi dedicado à composição do segundo álbum, gravado em 2017 com Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho e edição agendada para outubro do mesmo ano.

http://www.deartelephone.com


Spotify — http://goo.gl/5EfBjS
Bandcamp — http://padstore.bandcamp.com
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ESTARREJAZZ 2017














A voz no Jazz, é o destaque para continuar a escrever em letras douradas: ESTARREJAZZ, que decorre de 5 a 14 de outubro. As portuguesas Cristina Branco e Rita Maria, a sueca Lina Nyberg, a espanhola Mili Vizcaíno, a carioca Paula Morelenbaum em concerto exclusivo, com Ralf Schmid e a ascendente Big Band Estarrejazz o saxofonista estarrejense João Mortágua, vencedor do Prémio RTP/Festa do Jazz “Artista do Ano”, garantem uma 12ª edição de luxo, no Cineteatro de Estarreja.

Qui 05 Out 21H30

ALMA NUESTRA C/ MILI VIZCAÍNO

Alma Nuestra é um projeto criado pelos dois amigos Victor Zamora e Salvador Sobral, entretanto substituído pela cantora espanhola Mili Vizcaíno, que partilham uma paixão pelos doces sons da América Latina e, em simultâneo, pelo Jazz. Posto isto, chamaram outros dois companheiros e deram origem a um “quarteto de luxo”, reinventando as já bem conhecidas e intemporais canções de Cuba, Argentina e de outras terras sul americanas, tornando-as únicas e pessoais.

Sex 06 Out 21H30

JOÃO MORTÁGUA

O músico estarrejense João Mortágua, que há bem pouco tempo recebeu o galardão de “artista do ano”, apresenta no segundo dia do Estarrejazz, “MIRRORS”, o seu novo disco, onde se propõe explorar as simetrias enquanto portais para um espaço inter dimensional, em que do seu eixo surgem novas sensações e até novos paradigmas.

Sáb 07 Out 21H30

NOA C/ RITA MARIA

NOA é um trio formado por Nuno Costa na guitarra, Óscar Graça nos teclados e André Sousa Machado na bateria, ao qual se vai juntar a camaleónica Rita Maria, voz, num projeto que explora diferentes dimensões e ambientes musicais, privilegiando a interação. Com o jazz e a música improvisada como pano de fundo, o seu repertório inclui temas originais e arranjos de canções do universo musical popular nacional e internacional. Com uma sonoridade elegante, personalidade musical bem vincada e melodias bem delineadas, este projeto procura assim estabelecer uma estética de fusão entre a contemporaneidade da música cosmopolita e a tradição da música improvisada com origem no jazz.

Sáb 07 Out 23H00

TOMÁS MARQUES 4TET | AFTERHOURS

TOMÁS MARQUES 4TET Tomás Marques, é um jovem músico estarrejense, membro da Big band Estarrejazz, com grande talento e progressão, que lidera um quarteto resultante do cruzamento entre amigos, cuja música foi o elo de ligação. Fazem parte da nova geração de músicos do painel do Jazz em Portugal e trazem uma fusão entre o Jazz Tradicional e o Moderno. Todos com influências distintas, culminam numa linguagem ímpar, o que acaba por ser o principal cartão-de-visita para este concerto.

Qui 12 Out 21H30

TRIO PAULO BANDEIRA C/ CRISTINA BRANCO

Nesta formação Paulo Bandeira procura um repertório jazzístico, mas com raízes e estéticas europeias. Com João Paulo Esteves da Silva no piano e Bernardo Moreira no contrabaixo, este trio interpreta temas originais dos seus elementos e alguns de outros compositores. Para este concerto estes três músicos convidam a fantástica Cristina Branco, cantora reconhecida internacionalmente.

Sáb 14 Out 21H30

BIG BAND ESTARREJAZZ C/ PAULA MORELENBAUM & RALF SCHMID

Composta por jovens e talentosos músicos estarrejenses e da região, a Big Band Estarrejazz, é o resultado da vertente formativa do Festival Estarrejazz. Com um crescimento consistente desde 2012, tem vindo a dividir o palco com grandes nomes do panorama musical português e é chegado o momento de ter ao seu lado Paula Morelenbaum, a brasileira que trabalhou com Tom Jobim, e Ryuichi Sakamoto. A cantora, junta a doçura melancólica da sua voz e o virtuosismo do pianista e arranjador Ralf Schmid, um dos protagonistas da nova geração do jazz alemão, à mestria musical da BBE, a encerrar a edição 2017 do ESTARREJAZZ, numa noite que se adivinha mágica!


Sáb 14 Out 23H00

DOMINGOS HENRIQUEZ QUARTETO | AFTERHOURS

Quarteto liderado por Domingos Henriquez, também elemento da BBE, segue as influências do jazz de John Coltrane e Miles Davis, mas com uma abordagem moderna, tanto de temas originais dos elementos constituintes do grupo, bem como dos standards de jazz.


+ INFO

AUDITÓRIO| 6€ | 4€ (CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)
PASSE GERAL 22,5€ (ACESSO AOS CONCERTOS ESTARREJAZZ NO AUDITÓRIO E AFTER HOURS)
JAZZ| 75 MIN| M/6

THEM FLYING MONKEYS COM NOVO SINGLE










"When Pigs Had Wings" é o terceiro avanço do álbum "Golden Cap"

O tema que vem acompanhado por um novo vídeo surge depois de um verão recheado de concertos e antecede a participação no MUSCARIUM, no Sábado, no
Centro Cultural Olga Cadaval.

Depois de "Molly" e "Halos" os dois primeiros singles de "Golden Cap" e de um 2017 com mais de 40 datas de onde se destacam os concertos no Indie Music Fest ou no Musicbox, os Them Flying Monkeys lançam agora o terceiro single do álbum que saiu em Fevereiro. "When Pigs Had Wings" vem acompanhado de um novo videoclip, realizado por Francisco Mineiro.

No video, o tempo parou, mas não para todos. Enquanto alguns contemplam desnorteadamente os céus, outros reencontram-se por trilhos familiares. "When Pigs Had Wings" é uma viagem incerta às lembranças de quem não parou no tempo.

O tema está já disponível no youtube no VEVO dos Them Flying Monkeys e pode ser visto desde já, aqui e descarregado no link em baixo.
 

AMÁLIA NO COLISEU




















A 3 de Abril de 1987 Amália faz o seu segundo concerto a solo em Lisboa. O primeiro tinha sido apenas dois anos antes, também no Coliseu dos Recreios, e mais de três décadas (pasme-se!) após ter começado a fazê-los por todo o mundo – também nessa dimensão concertística que acrescentou ao Fado, o percurso de Amália foi pioneiro e irrepetível.

Desde o seu início em 1939, a carreira nacional de Amália e o público lisboeta não podiam deixar de sofrer com a mentalidade tacanha vigente, que não reconhecia num fadista a dignidade artística suficiente para o recital, reservando ao fado e aos fadistas o “castiço” da verbena ou da casa de fados, a atracção de revista ou a festa de homenagem (onde, ao lado de artistas de outros géneros até poderia estar envolvido num concerto). A seguir ao 25 de Abril, também alguma cegueira política, que desprezava o fado e, muito em particular, a grandeza de Amália, tentou colá-la de forma indelével ao regime anterior, justificando-se apenas nalguma simpatia que a cantora por ele tivesse tido e, acima de tudo, fazendo tábua rasa do seu ímpar protagonismo na história da música popular no mundo. Se pensarmos nessa pouca noção que, ainda hoje, se tem por cá de Amália ter sido uma das maiores cantoras universais, foram escassas as homenagens que Portugal lhe ofereceu, destacando-se pela sua importância a que o Presidente da República Mário Soares lhe prestou, distinguindo-a com a Grã-Cruz da Ordem de Sant’Iago da Espada, com o especial simbolismo de ter sido conferida em cena aberta, neste mesmo Coliseu, em 1990. O preço dessa demora de quarenta anos foi Amália só ter dado concertos em Lisboa numa fase já distante do seu apogeu vocal. Amália já tinha ultrapassado os 60 anos e ninguém esperava que tivesse conservado a voz dos anos sessenta, mas dominava ainda tudo o resto que tinha feito a sua arte, sendo esse timbre já desvanecido, apenas uma das faces (talvez a mais brilhante) do todo que era o seu génio.

O público de 1987 aplaudiu à loucura não apenas a imagem que tinha de Amália, mas a própria cantora, ainda perfeita na percepção do ritmo de um espectáculo e atingindo, pela avassaladora comunhão que conseguia com esse mesmo público, alguns dos momentos mais emotivos da sua carreira. Aplaudiu também a voz dos anos oitenta, capaz de tantos prodígios, e cujo timbre lhes dava uma dimensão ainda mais trágica da finitude. Também o gosto pelos desafios se mantinha em Amália. No Coliseu, a 3 de Abril de 1987, perto dos 67 anos, faz duas estreias absolutas: “Soledad”, um fado de Alain Oulman e “Arraial de Santo António”, uma marcha acompanhada por um agrupamento inédito num concerto seu, o cavalinho. E canta dois fados que não tinham sido ainda publicados em disco: “Prece” e “Obsessão”. Passados trinta anos sobre essa noite, ei-la de novo, pela primeira vez na integralidade e com o som original, captado por Hugo Ribeiro e preservado em bobines multipista no arquivo da Valentim de Carvalho.

Quem nunca assistiu ao vivo a um concerto da Amália (e eu nunca assisti a nenhum), só pode ter uma vaga ideia das emoções que neles eram vividas, ou delas ter um vislumbre, através das gravações. Estes registos dão-nos a prova física da capacidade do seu génio e a matéria para podermos continuar certos do impacto que teve nos seus contemporâneos. Mas é também possível conseguir viver isso ainda, de forma real, apenas através do som gravado.

Frederico Santiago

PERCURSOS SONOROS EM OLIVEIRA DE AZEMÉS


















 
 
 
 
Um percurso musical por locais emblemáticos de Oliveira de Azeméis, para que a história e as memórias da cidade cheguem aos jovens oliveirenses.

A Incentivo Positivo – Associação de Empreendedorismo e Inovação em parceria com a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis e com o Gabinete da Juventude trazem a Oliveira de Azeméis cinco concertos cujos palcos, criteriosamente escolhidos, são locais fundamentais para a construção da memória oliveirense. Atualmente a maioria desses locais passa despercebido ao olhar dos mais desatentos, neste dia, graças ao Percursos Sonoros, os holofotes estarão apenas direcionados para eles.

A iniciativa, de entrada gratuita, realizar-se-á no dia 30 de setembro, em locais como a antiga Garagem Justino, o edifício do Millenium BCP, o antigo cinema Gemini, o restaurante Giratório, entre outros. Apostando nas novas sonoridades portuguesas, o Percursos Sonoros trará a Oliveira de Azeméis nomes como Zé Costa, Indignu, Miami Flu, Surma e First Breath After Coma.

A edição zero do evento contou com a presença de cerca de 300 pessoas, sendo que o património Oliveirense foi palco para nomes como os Nyobe (Oliveira de Azeméis), Homem em Catarse (Oliveira de Azeméis), Ana (Porto), Timeless Sound (Oliveira de Azeméis) e, os cabeça de cartaz, Gobi Bear (Porto), um dos talentos FNAC de 2014, e Sequin.

Antes do início dos concertos, o Jardim do Antigo Colégio foi transformado num palco garagem onde os interessados poderam mostrar o seu talento no workshop Ritmos do Mundo, ministrado por César Oliveira e Samuel Oliveira, baterista da banda Paradigma.

 A iniciativa visa a ampliação da programação cultural do município destinada ao público jovem, a divulgação de bandas emergentes da região, assim como a descoberta do património cultural da cidade. Destaca-se de outros eventos por não se centrar apenas na música, mas por fomentar a promoção de jovens talentos e a democratização cultural, promovendo o património local e sensibilizando a população para a sua salvaguarda, o que garante a consolidação da identidade oliveirense e contribui para o desenvolvimento da consciência de cidadania.

 Apresenta-se igualmente como sendo lufada de ar fresco na programação da cidade direcionada para este público. Devido a estas características, o Percursos Sonoros, um projeto desenvolvido pela Incentivo Positivo – Associação de Empreendedorismo e Inovação, tem um forte apoio do Conselho Municipal da Juventude, que prontamente compreendeu o impacto que esta iniciativa terá para jovens do município, fomentando o envolvimento dos mesmos com o Município e com as suas atividades. A iniciativa foi ainda apoiada pelo professor Magalhães, que redigiu textos sobre os locais, e pelos intervenientes responsáveis pelos diversos espaços onde decorrerão os concertos, nomeadamente da Casa-Museu Regional, da Câmara Municipal e da Casa dos Corte-Real.

Espera-se que o evento se realize anualmente, diversificando-se o percurso e promovendo outros locais emblemáticos e novas bandas emergentes.

Mais informações em: www.facebook.com/PercursosSonoros

terça-feira, 19 de setembro de 2017

ZURRAPA EDITAM PRIMEIRO EP




















Lançaram recentemente um Ep com 3 musicas (limitado a 69 cópias) que estranhamente já se encontra esgotado e vão ter o seu primeiro concerto  no o dia 14 de Outubro em Viseu, na Fora de Rebanho - Associação Cultural.

Saídos de uma qualquer adega em 2017 os Zurrapa são um trio Viseense composto por António Fonseca (Guitarra e Voz), Nuno Mendonça (Baixo) e Pedro Sales (Bateria).

Juntos nos copos (e pelos copos) decidiram que ensaiando à tarde... poderiam beber copos! E praticando um "Rock n' Roll Xunga" poderiam beber o dobro dos copos. Assim nascem os Zurrapa.

Facebook - https://www.facebook.com/Zurrapaa/
Bandcamp - https://zurrapa.bandcamp.com/releases


PROGRAMA DE 19/09/17

1 - Nial - Amber
2 - The Black Archer - Oporto
3 - [Syndrome 22] - Reconstruction
4 - Eletronic Church - The demon
5 - Mikroben Keieg - Zero day
6 - Ghost Hunt - Games
7 - PZ - Autarquias
8 - Tipo - Juguslávia
9 - Serushiô -  Bad news (i don't need you)
10 - Little Orange - Promiss land blues
11 - Frankie Chavez  - Whatever happened to our love
12 - Budda Power Blues & Maria João - I feel so blassed
13 - GrandFather's House - Sorow
14 - The Millions - My wqy with you
15 - Sean Riley & The Slowriders - Gipsy eyes

DIABO NA CRUZ NUMA CAIXA













TODOS OS DISCOS DO GRUPO NUMA SÓ CAIXA
DATA DE LANÇAMENTO: 06 DE OUTUBRO 2017

www.facebook.com/diabonacruz

Sem eles, a música portuguesa não seria a mesma. Com eles, a música portuguesa cresceu. Porque foi capaz de olhar para dentro, compreender a riqueza da sua herança cultural e seguir em frente. Numa altura em que se prepara um novo ciclo na vida de DIABO NA CRUZ, é tempo de olhar para o que foi feito até agora.

Nesta caixa cabe a discografia essencial de uma das bandas mais essenciais da música portuguesa contemporânea. Discos há muito esgotados e procurados voltam a ver a luz do dia numa edição que agrupa os três álbuns de estúdio – Virou! (2009), Roque Popular (2012) e Diabo na Cruz (2014) – mais o EP Combate (2010).

São três discos de personalidade vincada, que demonstram uma paixão pelo território, pela cultura e pelo sabor da língua portuguesa. Beberam de referências anglo-saxónicas, quiseram provocar ideias saloias, procuraram os prazeres proibidos da pop e encontraram a alegria num país condenado a tristes fados. Erguida nos ombros do legado da música portuguesa, esta é música do século XXI capaz de dizer algo de novo sobre as pessoas que o povoam, com o dom de digerir o mundo através do corpo de uma canção.

Os DIABO NA CRUZ transpiram música, fazem dela o que querem e com isso mudaram o mundo. Ou pelo menos o mundo dos muitos que com eles cantam, dançam e frutificam as suas canções. Concerto a concerto, canção a canção, estão hoje num lugar que só a eles pertence, livres para ser o que quiserem.

Biografia

Em 2008, a música portuguesa estava ainda a aprender a gostar de si própria. Uma nova geração de músicos com afinidades musicais e referências comuns começara a concentrar-se em Lisboa. Recém-chegado à capital, Jorge Cruz encontrou na família FlorCaveira o estímulo para voltar a explorar a ideia de um rock (em) português enraizado no legado musical de Portugal. Cruzou-se com Bernardo Barata (baixo) e João Pinheiro (bateria), com quem formou um trio, a que se juntou B Fachada (viola braguesa) e João Gil (teclados).

O álbum de estreia Virou! derrubou barreiras e foi considerado um marco pela forma como fundia música tradicional com rock contemporâneo. Instrumentos eléctricos evocavam melodias resgatadas da memória da tradição, convidando a música moderna portuguesa a encontrar-se com a sua raiz. Sempre a trabalhar de forma independente, o grupo foi consolidando um percurso ao vivo muito marcado na sua identidade, com uma presença forte no circuito de concertos que lhes garantiu uma falange de fãs fiéis.

Após três anos na estrada, foi tempo de mudança – B Fachada saiu, Manuel Pinheiro (percussões, electrónica) e Sérgio Pires (viola braguesa) entraram e cimentaram a formação actual de DIABO NA CRUZ. Em 2012, o álbum Roque Popular espelhava o momento que Portugal vivia. O resultado foi um disco mais denso, mais tenso e mais intenso. Com um travo de amargura, mas com pólvora suficiente para explodir em qualquer festival, romaria ou arraial. São duas mãos cheias de canções que se transformaram em hinos.

O terceiro álbum, o homónimo Diabo na Cruz (2014), trouxe um apetite mais omnívoro e experimental ao modo como a banda trabalha a memória colectiva da musicalidade portuguesa. Histórias de amor, ambição e esperança de quem vive em Portugal traduziram-se em canções mais abertas e universais.

Durante dois anos, o disco cresceu em espectáculos por todo o país – do Minho ao Algarve até às ilhas. Pelo meio, o prémio “Melhor Actuação ao Vivo” nos Portugal Festival Awards coroou uma festa única no panorama musical nacional. Uma banda que faz grandes concertos a partir de grandes canções espalhadas por três grandes discos que marcaram e celebraram a cultura portuguesa. Isto é DIABO NA CRUZ, até agora. E até já.

DIABO NA CRUZ – ATÉ AGORA

Virou! (2009)
Combate EP (2010)
Roque Popular (2012)
Diabo na Cruz (2014)
DIABO NA CRUZ – ATÉ AGORA

Virou!

1 – O Regresso da Lebre – Com Vitorino
2 – Tão Lindo
3 – Dona Ligeirinha
4 – Os Loucos estão certos
5 – Casamento
6 – Bico de um Prego
7 – Dom Fuas Roupinho
8 – Fecha a Loja
9 – Canção do Monte
10 – Corridinho do Verão
11 – Bom Tempo

 Combate EP:

1 – Eito Fora
2 – Macaco de Imitação
3 – Combate com Batida – com Sérgio Godinho
4 – Lenga Lenga
5 – Gala do Amor Segredo

Roque Popular:

1 – Bomba Canção
2 – Baile na Eira
3 – Sete Preces
4 – Luzia
5 – Estrela da Serra
6 – Pioneiros
7 – Chegaram os Santos
8 – Fronteira
9 – Siga a Rusga
10 – Memorial dos Impotentes

Diabo na Cruz:

1 – Duzentas Mil Horas
2 – Ganhar o Dia
3 – Moça Esquiva
4 – Amélia
5 – Ó Luar
6 – Vida de Estrada
7 – Verde Milho
8 – Mó de Cima
9 – Azurvinha
10 – Saias
11 – Armário da Glória
12 – Heróis da Vila

NO SALÃO BRAZIL









RAQUEL RALHA & PEDRO RENATO/A JIGSAW/ VICTOR TORPEDO

Sex, 22 de Setembro, 22h00
Fundo de Socorro Animal do grupo Gatos Urbanos apresenta
Raquel Ralha & Pedro Renato + a Jigsaw + Victor Torpedo

Raquel Ralha & Pedro Renato + a Jigsaw + Victor Torpedo juntam-se no palco do Salão Brazil, no dia 22 de Setembro, por um motivo nobre: angariar verbas para o Fundo de Socorro Animal do Grupo Gatos Urbanos.

O montante da venda de bilhetes para este concerto reverterá integralmente a favor desta causa.
Adoraríamos contar com a vossa presença!

Bilhete: pré venda nas lojas parceiras: 9€ //Bilheteira do Salão no próprio dia: 10€
 
GRAIN OF SOUND APRESENTA: PAULO RAPOSO E @C
Sáb, 23 de Setembro, 22h00
Grain of Sound apresenta
Paulo Raposo + @C

A Grain of Sound foi criada em Lisboa, em Fevereiro de 2002, para editar e promover músicos e artistas sonoros que actuam nas áreas da música experimental e arte sonora.

 Depois de um hiato de sete anos, a Grain of Sound voltou em Janeiro de 2016 e está agora a celebrar 10 anos de edições e de eventos que incluem também a programação do festival Sonic Scope.

Paulo Raposo tem desenvolvido, desde o início dos anos 90, o seu trabalho como artista e curador na área da arte sonora onde se intersectam os domínios da performance, imagem, instalação, gravação de campo, arte rádio e edição.

O seu trabalho explora múltiplas relações e circulações entre espaços acústicos, arquitectónicos ou paisagens sonoras, e interações digitais através de software que o próprio concebe.
Em 2001, criou a "Sirr", uma editora discográfica que tem por objectivo promover e divulgar a arte sonora tendo publicado mais de 30 edições de artistas internacionais. Em nome pessoal, tem cerca de 25 peças em várias editoras nacionais e internacionais.

Miguel Carvalhais e Pedro Tudela colaboram como @c desde 2000, desenvolvendo música, arte sonora, instalações, e performances sonoras ou audiovisuais, quando acompanhados pela artista austríaca Lia.

 O seu trabalho desenvolve-se por três abordagens complementares à arte sonora e à música digital: a composição procedimental, a música concreta e a improvisação. Ao longo dos anos Tudela e Carvalhais têm vindo a desenvolver composições progressivamente mais estruturadas e complexas, entre os campos da música experimental, da arte sonora e da performance ao vivo. Se por um lado as suas composições são normalmente construídas em torno de estruturas muito bem definidas, é também normal que múltiplas células sonoras sejam libertadas dessas estruturas quando integradas no trabalho, tornando-se parte de complexas estratégias de desconstrução.

 A improvisação, em diálogo ou discussão, é central nos concertos do @c, tal como é a vontade de criar composições abertas e processos que amplifiquem digitalmente as mais variadas realidades sonoras.

Links: [Grain of Sound]

EU FÚRIA LANÇA SINGLE














"Não Temo Nada" é o single de apresentação do álbum de estreia.

 A banda de Alvalade está agora em estúdio e tem o seu primeiro longa duração previsto para o primeiro trimestre de 2018. O trio vai apresentar-se ao vivo no dia 6 de Outubro no Popular Alvalade, onde irá apresentar não só "Não Temo Nada" como temas mais conhecidos do público como "Tudo o que Fizemos" ou "Dias Contados".

SOBRE A BANDA:
Em Junho de 2015 nasceram os Eu Fúria, um grupo de três amigos que começaram a tocar juntos muito antes dessa data no mítico bairro de Alvalade.

Estrearam-se ao vivo em Setembro nas Festas da Nazaré’15 num recinto com capacidade para 20 mil pessoas.

Em Novembro do mesmo ano, os Eu Fúria lançaram a primeira canção. “Tudo o que fizemos” teve uma critica muito positiva por parte do público e dos media.

A banda não tem parado de tocar e já passou por conhecidas salas e festivais, como o AgitÁgueda, Festas da Nazaré, CAE Portalegre, Texas Bar, Sabotage Club, entre outras…

Recentemente, lançaram um vídeo com uma sessão ao vivo gravada no Black Sheep Studios.
Pretendem levar a fúria do seu rock pelos caminhos de Portugal e além fronteiras.
O sangue novo no rock cantado em português tem o nome de Eu Fúria.
 

ALDINA DUARTE COM NOVIDADES









Quando a forma faz jus ao conteúdo, temos um disco escrito por Aldina Duarte - “Quando Se Ama Loucamente” - um elogio da paixão, que nasce da oferta de um tema inédito de Manuel Cruz (Ornatos Violeta) a Aldina. Um tributo à escritora Maria Gabriela Llansol e um encontro do fado com diversas artes: fotografia, grafismo, pintura e literatura. Tendo como convidados especiais, Hélia Correia, João Barrento, Maria do Rosário Pedreira e Pedro Cabrita Reis.

Para o Elfo da Araucária, qu está em tudo o que faço melhor.

Nada a temer, o fantasma matou o demónio e, depois, sem corpo onde habitar esfumou-se. Ficaremos ligados por uma corda de poemas e um romance de “lavoura arcaica”. Não temos um chão comum onde assentar os pés sem nos enterrarmos na terra. Temos raízes escondidas nos sapatos. No lugar das asas, um casaco de lã pura cinzento, só para o inverno mais frio que raramente sentes. Lembra-te de mim no primeiro mergulho no grande mar do verão. E eu beijo-te no instante em que fechas os olhos molhados de azul contra o sol. Abraço sem medo de te sentir meu irmão.

Fada Aldiana

«Quando se Ama Loucamente» | nas lojas a 13 outubro 2017
Edição: Sony Music Portugal

CAIS À NOITE EM ILHAVO











 
Depois de cinco sessões de Cais à Noite, são os White Haus a fechar um ciclo e música eletrónica que levou centenas de pessoas ao Cais Criativo da Costa Nova os últimos dois meses. Pelo palco mais exótico do 23 Milhas, passaram os Mirror eople, os Sensible Soccers, os Los Luchos, os First Breath After Coma e os Holy othing, além de alguns djs que prolongaram a dança.
 
Nesta última edição, que marca também o fim do verão, a eletrónica efusiva os White Haus aquece as já frias noites da Costa Nova, no próximo sábado, 23 de stembro. DJ, músico e produtor, João Vieira tem mais de dois amores, que em uito pouco são iguais. Depois de quatro álbuns com os X-Wife, banda que fundou e a qual é vocalista, guitarrista e co-produtor, e de reescrever a cena clubbing
nortenha sob o nome de DJ Kitten, nos anos 2000, foi com o alter-ego White Haus​ ue deu início à aventura da composição e produção eletrónica.
 
Um EP homónimo foi o ponto de partida, “The White Haus Album” em 2014 ançou-os na rota dos festivais de verão e em tudo o que é pista que se quer ançável, como é o caso da do Cais à Noite. “Modern Dancing” é disco maduro que á chega em 2016, a dança é moderna, mas conserva-se a eletrónica, o baixo nrolado nos sintetizadores, tudo se combina e os problemas resolvem-se na ista
quando João Vieira impõe na sua voz inconfundível: “this is heaven”. Fecha-se o Cais Noite no céu.
Depois do concerto, que arranca às 21:30, há dj set dos djs da Ballroom, atdizorder e Zé Nuno. As portas do Cais abrem às 19:00. Os bilhetes estão à venda nline em  Ihavo.bol.pt e nos espaços 23 Milhas.
 
O Cais à Noite é uma parceria do 23 Milhas, projeto cultural do Município de lhavo, com a Tomorrow Comes Today. Esta conferência internacional sobre música, unta os principais pensadores mundiais desta área para refletir sobre o passado, iscutir o presente e imaginar o futuro da indústria musical. Acontece nos dias 12 e 3 de Outubro deste ano, no Porto.

ASTROLÁBIO LANÇA SINGLE














Astrolábio é um projecto de Carlos Mendes, músico de Alcácer do Sal.
 
O Astrolábio é um instrumento utilizado na idade média por navegadores para se orientarem em alto mar. Serve aqui como metáfora para caracterizar a nossa necessidade de orientação nas sociedades modernas e na crescente dificuldade em assumirmo-nos enquanto
indivíduos.
Viver de Lobo é o tema que introduz o disco homónimo [Astrolábio] com edição prevista para Novembro.
O tema aborda a dificuldade em viver à margem dos cânones sociais onde somos pressionados tomar opções que convirjam com o actual modus vivendi burguês. A dificuldade do indivíduo em ser divergente numa sociedade onde tudo converge para ser igual.
O tema foi masterizado em Londres, nos Abbey Road Studios, por Alex Wharton [ Rufus Wainwright; Paul McCartney ].

 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

PROGRAMA DE 18/09/17

1 - Mazgani - The poet's death
2 - Filipe Cabeçadas - Bring back the man
3 - Brass Wires Orchestra - Youth
4 - João Tamura e Miguel Cruz - Dizer adeus
5 - Perigo Público X Sickonce - Quando o céu cair (feat Dino D'Santiago)
6 - Tipo - Jugoslávia
7 - PZ - Sem ponta por onde se pegue
8 - Carne Pa Canhão - Carne pa canhão
entrevista Carne Pa Canhão
9 - Carne Pa Canhão - Trabalho
10 - Cicatriz - Existir
11 - Mopho - Alter ego


YOLANDA SOARES AO VIVO




















Yolanda Soares vai apresentar pela primeira vez ao público , este seu novo CD Royal Fado, inspirado em Amália, no TEATRO TIVOLI BBVA no dia 18 de Outubro pelas 21:30h.

Royal Fado de Yolanda Soares apresenta novos convidados para a sua grande estreia no coração da cidade de Lisboa.

Claire Jones , a brilhante harpista da realeza britânica vem a Portugal acompanhar Yolanda Soares nesta estreia , assim como o compositor/ arranjador e percussionista deste projecto , Chris Marshall.

A eles irão juntar-se ainda outros convidados especiais. Artistas de diversos estilos que aceitaram o desafio de Yolanda Soares para completarem este conceito de , quase que, fantasiar o Fado . De o tornar um espectáculo fora de si mesmo. Um espectáculo que se assemelha a uma espécie de ópera romântica.Ou a um teatro musical.

Royal Fado foi pensado para trazer ao público a nobreza , romantismo e inovação que Amália já nos deixou como legado. Yolanda quer dar-lhe continuidade numa visão muito sua onde a música clássica, o canto lírico e a dança fazem parte.

As surpresas serão muitas e se o povo é Rei tendo o Fado e Amália no trono ,então Yolanda Soares quer que esta estreia seja nobre e homenageie a sua grande inspiração e Rainha do Fado. Amália Rodrigues.

BILHETES JÁ À VENDA

Veja aqui os convidados que se unem a esta estreia em Lisboa, do espectáculo Royal Fado de Yolanda Soares:

 

BRASS WIRES ORCHESTRA COM NOVO DISCO EM OUTUBRO














Este Outono traz consigo o novo álbum dos Brass Wires Orchestra (BWO), o tão aguardado sucessor de "Cornerstone", o primeiro registo de originais do sexteto. A troca da folhagem e a mudança das cores tecem de forma perfeita o mote para esta transição de identidade musical.

"Icarus" chegará às lojas em Outubro e, apesar de explorar os mesmos instrumentos do trabalho anterior, fá-lo numa perspectiva de renovação, de profundidade e procura de novos sons e texturas originais.

O conto mitológico de Icarus foi a premissa para a mentalidade geral do grupo, antes de entrarem em estúdio: "fail big or go home". Produzido pelos BWO, o disco foi gravado por Makoto Yagyu e Fábio Jevelim nos estúdios HAUS.

O concerto de lançamento de "Icarus" em Lisboa está agendado para 16 de Novembro no Musicbox.

O primeiro single "Youth" é o estandarte deste disco e resume sucintamente a nova linguagem dos BWO. O tema faz uma radiografia social atacando a óbvia alienação que provém do abuso da tecnologia e redes sociais.

Numa actualidade de constantes estímulos perde-se a beleza das entrelinhas, a subtileza dos silêncios, o indivíduo gira em torno de si mesmo num círculo cada vez mais pequeno. A frivolidade, a superficialidade e "descartabilidade" seduzem as pessoas como uma candeia a uma traça, numa dança mortífera, armadilha gulosa. Com "Youth", "tentamos alertar para uma situação alarmante de desumanização, sensibilizando o nosso público para esta questão".

O video oficial, realizado por Filipe Correia dos Santos, consegue retratar de forma inteligente a letra da canção. O filme roda à volta do protagonista José Mata e da sua busca interior. A acção mostra um libertar de convenções impostas e de estereótipos, o sair da sua bolha para entrar numa situação desconhecida ou esquecida, a estranha e libertadora sensação de se sentir genuíno.
  

NO MUSICBOX




















Esta semana no Musicbox Lisboa, CAVE STORY na bagagem com "West" e "Spider Tracks" . FOR THE GLORY apresentam "Now and Forever", a noite conta ainda com concerto de BESTA e FEAR THE LORD. Dj de Eminen e Action Bronson, produtor do ultimo disco de Kendrick Lamar e mais recentemente colaborou no novo disco de MF DOOM, THE ALCHEMIST passa pelo Musicbox esta semana.

QUA. 20 Setembro

00h00 House by Discotexas FLIP + Discotexas DJs .Clubbing
ENTRADA: Clubbing Ticket

QUI. 21 Setembro

22h30 Cave Story Live
ENTRADA: 6€

Shift Imprint
00h30 ADSR Unit
02h00 Dupplo
04h00 Audiopath
ENTRADA: Clubbing Ticket

SEX . 22 Setembro

22h30 Fear The Lord live
23h00 Besta . live
23h30 For The Glory . live
ENTRADA: 10 € c/ disco

00H30 Irmãos Makossa Clubbing
ENTRADA: Clubbing Ticket 

MUCHO FLOW 2017




















DEDEKIND CUT e SEGA BODEGA encerram as confirmações internacionais da quinta edição do Mucho Flow. O festival vimaranense reforça ainda o contingente nacional com FILIPE SAMBADO, EL SEÑOR, 800 GONDOMAR, DADA GARBECK, MLYNARCZYK. Com regresso marcado para dia 7 de Outubro, no CAAAA, o Mucho Flow volta a apontar os caminhos da música de hoje, antecipando alguns dos nomes que estarão nos ouvidos de todos nos próximos meses.

Os novos nomes juntam-se aos já anunciados HORSE LORDS, GOD COLONY + FLOHIO, SCÚRU FITCAHDU, NADJA TEHRAN e CHINASKEE & OS CAMPONESES. Os bilhetes estão à venda na ticketea por dez euros.

Já há muito que seguimos as pisadas de Fred Warmsley, produtor norte-americano anteriormente conhecido como Lee Bannon e que agora edita sob a insígnia de Dedekind Cut. Elemento essencial do colectivo Pro Era, Warmsley tem construído nome em torno de uma prolífica obra que cruza os espectros do breakcore, ambient e noise. Em nome próprio editou mais de dez discos, tendo assinado pela Ninja Tune o brilhante Alternate/Endings, apontado pela crítica da especialidade como um dos melhores discos de música de dança/electrónica de 2014. A estreia nacional de Dedekind Cut faz-se pela mão de $uccessor, trabalho editado em Novembro do ano passado e listado pela Pitckfork como um dos mais interessantes discos experimentais de 2016, ao lado de nomes como Arca, Moor Mother ou Tim Hecker.

Mantendo o espectro nos registos mais dançantes, destaque ainda para Sega Bodega, produtor escocês, que tem vindo a conquistar as pistas de dança pela sua abordagem única ao UK dance. “Colorido, melódico e cinematográfico” (assim se descreve o próprio), garantiu com We Don't Know What Sexy Is honras de abertura para nomes como Lil B ou SBTRKT. Em Guimarães apresenta 34, o EP de estreia.

A fechar o lote de novos anúncios, o pop onírioco de Filipe Sambado, o punk-rock trepidante dos 800 Gondomar, o ié-ié minhoto dos El Señor, as cumplicidades da dupla Veer e os novíssimos Młynarczyk e Dada Garbeck.

O alinhamento para o Mucho Flow conta ainda com a estreia dos Horse Lords, colectivo de Baltimore que tem vindo a alimentar um complexo romance entre o rock, o jazz e o minimalismo clássico. Com Interventions, o terceiro disco de estúdio, voltam a desafiar o status quo, solidificando a sua posição na vanguarda da música experimental que quer ser mais do que um exercício estético. Nos espaços mais próximos ao hip-hop, dupla de nomes: a sueco-iraniana Nadia Tehran, voz urgente e revolucionária contra ideais políticos e culturais opressivos, e o trio God Colony + Flohio. Fechar com dois discos novos, o terceira longa-duração de Chinaskee & Os Camponeses e o EP de Scúru Fitchadu, projecto mais recente do produtor Sette Sujidade.

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PRIMEIRO SINGLE DE FILIPE CABEÇADAS













Filipe Cabeçadas é um e muitos em simultâneo: compositor, multi-instrumentista e produtor farense. Como músico, participou em diversas bandas, todas com o seu mérito e tempo.

O seu percurso musical começa em meados de 1997. O resultado de uma rebeldia pura, baseada nalguma dificuldade na afirmação e interação social.

Estuda no Conservatório de Música, enquanto forma os Mindlock e compõe sobre a revolta interior e o inconformismo ao som do metal.

Junta-se a outras bandas algarvias de rock independente, tais como: Melomeno-Rítmica, oLUDO e os Nome.

Grava discos, aprende a filosofia das covers e dos bares, e colabora como freelancer com múltiplos artistas.

Por entre os anos, surgem as amizades, viagens e vidas cruzadas que trilham uma forma de estar despreocupada, mas atenta.

Um olhar humilde, mas crítico dos tempos.

Em Setembro de 2017, chegou a altura de recomeçar e de se reinventar.
  
O 1º single em nome próprio “Bring Back The Man” foi totalmente composto e tocado pelo próprio músico e leva um homem aos confins do seu ego musical e elogia a filosofia do absurdo de Albert Camus. Um ato narcisista, de afirmação da identidade fragmentada dos nossos dias. Um agradecimento simbólico ao passado e uma celebração da vida presente.

“ Foi a primeira canção que escrevi, depois de dois anos sem criar absolutamente nada. Numa noite quente, em que me apercebi que a frustração me tinha conquistado, enfrentei mais uma vez os fantasmas e derrotei-os com a música. Inevitavelmente, teria que cantar sobre um voltar e um revoltar prometido a mim próprio. No meio da confusão do espírito, veio a melodia. Ao som de uma voz amiga, reergui-me e voltei ao que era. Foi tudo em 15 minutos.

Depois de tudo imaginado, peguei nos instrumentos e gravei-os um a um no Boxer Studios, em São Brás de Alportel. Tive medo que a ideia imaginada não resultasse no real. Felizmente tudo casou, assim nasceu algo novo e simultaneamente veio de volta o homem que sou. Mas não se podia parar aí.

Para dar imagem cinematográfica ao tema, entrou em cena o realizador André Badalo, da Original Features que idealizou um videoclip sensualmente obscuro, com presença do conflito, da solidão e do ressurgimento. Deu o seu toque à minha música e o circulo ficou completo.”
 
Filipe Cabeçadas
 

NOVO ÁLBUM DE MAZGANI CHEGA ÀS LOJAS NO DIA 29 DE SETEMBRO




















18 DE OUTUBRO TEATRO DO BAIRRO LISBOA 21H30

A aquisição do novo trabalho na FNAC garante o acesso ao concerto de apresentação do novo álbum de MAZGANI - acesso mediante o número de lugares disponíveis na sala.

“Há quem pense que a arte conversa com o presente. Há quem esteja convencido de que é ao futuro que a arte endereça a longa carta. Que completo engano! A arte é um altar levantado aos mortos. Acreditem: está tudo aí. Todos os poemas são elegias, mesmo se clandestinas. Todos os relatos, literários ou filosóficos, são orações fúnebres. Todas as imagens são flores para arder junto de um túmulo, ainda que vazio.

Este disco, The poet’s death, o que é? É um disco pop, claro. Mas é um livro de preces; um ritual a ser praticado dentro da floresta; o registo de uma estrela que atravessou, sem que ninguém visse, o céu em vertigem; o apelo sedento dos amantes no escuro. É um disco pop, claro. E não é só isso. É um manifesto político sobre a natureza da arte. É uma declaração de amor interminável.
Mazgani é o grande cantor da sua geração. Quem ainda não o descobriu tem agora a oportunidade.”
José Tolentino Mendonça

É já no próximo dia 29 de setembro que Mazgani edita o seu quinto trabalho de longa duração - The Poet’s Death, pela Sony Music. Está, a partir de hoje, disponível em pré venda aqui em CD e aqui em vinil.

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Issac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, neste caso a 20 de Outubro.

Sobre a capa do álbum

A capa ficou a cargo de Michelle Henning, responsável por artworks de trabalhos de artistas como PJ Harvey (Let England Shake e Hope Six Demolition Project) e John Parish (Screenplay). O retrato é de Rita Carmo.

"I was delighted to be asked to design the cover for Mazgani’s new album as I am a big fan of his music. The songs immediately conjured a definite atmosphere, certain colours and a specific time of day. Mazgani and I agreed I would experiment with cyanotype – an old photographic process that produces white silhouettes on deep blue backgrounds. I made cyanotype images of plants and insects, which in the end were made into more fluorescent, modern colours and placed in the night sky on the back and inside cover. The music, the lyrics, and Rita Carmo’s portrait of Mazgani inspired the atmosphere of the whole design."
Michelle Henning

Em antecipação do novo álbum que aí vem, Mazgani apresenta para já o segundo single, com o mesmo nome, e cujo videoclipe ficou a cargo de Joana Linda:

"A primeira vez que ouvi esta música senti uma urgência, uma necessidade de movimento constante, como se o protagonista da canção estivesse a fugir de alguma coisa. Depois de conversar com o Shahryar e de ele me falar um pouco sobre a letra, percebi que era essa a minha reação à morte. O vídeo é por isso uma fuga, uma fuga à morte, à nossa impotência quando confrontados com ela, e ao mesmo tempo uma constante busca pelo que está do outro lado, pelo que pode vir e existir. É sobre o momento em que as duas coisas se fundem."
Joana Linda

Datas imediatas:

29 de Setembro, Festival de Outono, Salão Medieval da Universidade do Minho, Braga
18 de Outubro, Teatro do Bairro, Lisboa - disco bilhete

NO FUNDÃO

TIPIO - "JUGUSLÁVIA"

domingo, 17 de setembro de 2017

JIMMY P - "DRAMAS COMO TU"

CARLOS PENINHA A GRAVAR PRIMEIRO CD

Carlos Peninha
- nome artístico de Carlos Alberto Carvalho Marques, nascido em 1962 em Viseu.
 
O autor, Carlos Peninha, tem um percurso artístico de mais de 30 anos em distintas áreas de criação musical que não se confinam à sua atividade de compositor, sendo de realçar o seu trabalho na área de espetáculos poéticos onde as declamações de projetos da ACERT nomeadamente com José Rui Martins. Além disto, foi criador de música de cena para vários espetáculos teatrais, tendo-se neles também integrado como intérprete.
Desenvolveu ainda trabalho como compositor em três edições discográficas “Manifestasons”, “Soltar a Língua” e “Cantos da Língua”, para além de ser co- autor de arranjos com Luís Pastor, enquanto elemento de “A Cor da Língua ACERT”, do Livro Cd “A Viagem do Elefante” e instrumentista em edições discográficas, espetáculos de teatro e bandas sonoras de filmes, nomeadamente do realizador José Medeiros.
Este projeto de Carlos Peninha, “Tocar o Chão”, tem como objetivo primordial, dar a conhecer pela primeira vez o seu trabalho a solo, após ter desempenhado sempre um papel de compositor e intérprete em colectivos e para outros compositores e grupos.
A fundamentação da necessidade da edição deste trabalho consiste no facto de Carlos Peninha ter desenvolvido um apurado e continuado trabalho de compositor, musicando poemas de autores de língua portuguesa, tendo uma larga experiência de trabalho com músicos e grupos de Moçambique e com poetas como Mia Couto, Leite de Vasconcelos e José Craveirinha.~
 
Tomando em conta que a sua já longa carreira se tem dividido por várias áreas da criação artística onde desempenha coletivamente a sua criação musical, este projeto pretende consolidar e tornar público o trabalho a solo, enquanto compositor e multi-instrumentista e artista com desempenhos artísticos pluridisciplinares com uma natureza eminentemente coletiva.
Sobre o CD Carlos Peninha – Tocar o Chão
Tocar o Chão é o nome de um projeto musical de canções feitas a partir de poesia em língua portuguesa por Carlos Peninha, que assina a autoria da música e arranjos e algumas interpretações vocais. Carlos Peninha tem vindo a trabalhar há já muitos anos na criação de músicas originais sobre poesia de autores de língua portuguesa, nomeadamente para Companhia de Teatro Trigo Limpo Teatro Acert. Pontualmente algumas vozes interpretaram essas canções em espetáculos onde se mesclavam a música de influência portuguesa como o jazz e outros ritmos de várias latitudes. Nos últimos anos o projeto foi criando raízes num naipe de músicos que interpretam os arranjos e novas leituras do reportório existente bem como de novas canções, com destaque para Sara Figueiredo na voz. Jorge de Sena, Teodomiro Leite de Vasconcelos, Miguel Torga,

Amílcar Cabral, Eugénio de Andrade, António Quadros, Ruy Belo ou João Luís Oliva entre outros são visitados neste projeto. Tocar o Chão é o nome deste CD de Carlos Peninha em que se celebra a poesia de língua portuguesa vestida com música de raiz portuguesa temperada com
sabores de multiculturalidade.
O Alinhamento do CD conta ainda com uma canção a feita sobre um poema do cantautor espanhol Luís Pastor, musicado por Carlos Peninha e interpretado vocalmente por Luís Pastor, que é convidado neste CD, e ainda um original com música e letra de Carlos Peninha. O CD será editado pelo próprio autor, que é também coprodutor do mesmo, não tendo neste momento contrato com
nenhuma editora. Todas as músicas são criações de Carlos Peninha.
O CD tem a produção de Manuel Maio e Carlos Peninha e Mistura e Masterização de Rui Ferreira e design gráfico de Zé Tavares.
​​
O CD tem as PARTICIPAÇÔES e convidados;
Carlos Peninha- Voz, Guitarras acústicas aço e nylon, Guitarras eléctricas,
Braguesa, Cavaquinho brasileiro, Ukulele, Bandolim, Ebow.
Sara Figueiredo-Voz , Coros
Zeca Medeiros –Voz
José Rui Martins - Voz
Mariana Abrunheiro- voz
Luís Pastor (Espanha)–Voz
Cheny Wa Gune(Moçambique) - M’bira e Voz
Julieta Silva - Voz, Coros, Sanfona
Luísa Vieira – Voz, Coros, Flauta transversal
Manuel Maio - Bandolim, Violino, Rabeca, Voz
Rui Ferreira -Baixo eléctrico fretless, Palmas
Miguel Cardoso- Contrabaixo
Joaquim Telles Quiné- Percussões
Artur Fernandes - Concertina
João Mortágua -Saxofone alto
Daniel Tapadinhas- Trompete e Fliscorne
André Cardoso- Guitarra portuguesa
Jorge Cardoso - Oboé
Rui Silva – Percussões
André Carriço - Violoncelo
Sofia Adriana Portugal - Coros
Angela Oliveira-Coros
Davide Zacarias-Coros
Maria Anadon – Coros
André Carriço - Violoncelo

CD: Tocar o Chão

Todas as músicas de Carlos Peninha.
Poemas de:

Lança a rede ao mar- Carlos Peninha
Água de mi boca- Luís Pastor(Espanha)
Tocar o chão- João Luís Oliva

Regresso - Amílcar Cabral
Anunciação- Teodomiro Leite de Vasconcelos(Moçambique)
Pescador- Teodomiro Leite de Vasconcelos((Moçambique)
As palavras- Eugénio de Andrade

Ciganos-Miguel Torga
Fronteira- Miguel Torga

Notícia- Miguel Torga

O ter e o dar- Jorge de Sena

O Portugal futuro- Ruy Belo

Ora essa- João Pedro Grabato Dias (António Quadros)
As cataratas do céu- Jorge de Sena
 

sábado, 16 de setembro de 2017

PROGRAMA DE 16/07/17

1 - Spicy Noodles - Leve leve
2 - Cátia Pimenta - Corpo flutuante
3 - Noiserv - Onze
4 - La Chanson Noire - Familia de chantili
5 - PZ - Mais
6 - Ermo - Frito futuro
7 - Peste & Sida - Furo na cabeça
8 - Viralata - Estrelas decadentes

9 - Black Bombaim & Peter Brötzmann - Part IV
10 - The Rite Of Trio - Garb a chair, pic a card
11 - Galo Cant’Às Duas - Marcha dos que voam
12 - Riding Pânico - Rosa Mota
13 - Vircator - Tungusca

TSUNAMIZ - "THE SUN GOD"

Luís Severo no Salão Brazil (Coimbra) - 15/09/17














Luís Severo, essencialmente ao piano e voz.
Músicas a ganharem outros contornos. Som mais intimista, mas sem perder o seu lado pop.
Luís a revelar alguns problemas com a voz. Mas sem perder o encanto.
Passou a sua carreira em revista.
No fim mandou-se para a guitarra acústica. Tocou três tema sem amplificação.
Postura quase de fadista.
Severo a revelar todas as suas qualidades de escritor de canções.
Um bom representante da nova geração.
Foi por isso, esta uma excelente noite na boa companhia do Luís Severo.




















Texto & Fotos Nuno Ávila

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

PROGRAMA DE 15/09/17

1 - Ornatos Violeta - Punk moda funk
2 - Valas - Imagina (ft ProfJam)
3 - Marco Rodrigues - O tempo
4 - Antony Left - Petals
5 - Tomara - For no reason
6 - David From Scotland - Polish K
7 - Viralata - Estrelas decadentes
8 - Peste & Sida - Paranóia
9 - Luís Severo - Planície (tudo igual)
entrevista Luís Severo 
10 - Luís Severo - Boa companhia (ao vivo no estúdio)


EM COIMBRA












Música na Tabacaria
Vitor Torpedo Karaoke Live Show
+ Wipeout Beat
21 setembro, 22h, Tabacaria
entrada: 5€
Maiores de 12 anos

Dose dupla no regresso das noites de música na Tabacaria!

Vítor Torpedo, “o gajo mais porreiro do rock em Portugal” (título que lhe foi dado pela Insomnia Magazine), apresenta o Karaoke Live Show, uma espécie de espetáculo de “one-man-band” carregado de ironia, de punk rock, reggae, dub, rock, pop e música eletrónica. Segue a noite na música eletrónica com Wipeout Beat. Carlos Dias, Miguel Padilha e Pedro Antunes trazem à Tabacaria a música que gostam de fazer, com teclados encontrados em feiras e lojas de 2ª ou 3ª mão, uma guitarra e uma velha caixa de ritmos.

SEMANA DA MÚSICA EM BRAGA




















A música bate novamente à porta, desta vez na forma de uma mão morta e é sem medo que a deixamos entrar. De 29 de setembro a 7 de outubro, a cidade recebe a quinta edição da Braga Music Week, celebrando os 25 anos do álbum “Mutantes S.21” da mítica banda bracarense Mão Morta.

Na edição de 2014, os Mão Morta encerraram o festival com um concerto de casa cheia. Neste ano de 2017 dão o mote ao festival, com a sua presença a fazer-se sentir na imagem e na programação, que inclui um concerto de homenagem à banda, com vários artistas da cidade a tocarem as músicas emblemáticas desse álbum de 1992.

 A Braga Music Week mantém o conceito a que nos tem habituado: uma semana com 9 dias, durante a qual vários agentes culturais se unem para oferecer uma programação variada dedicada à música, distribuída pelos vários espaços da cidade que abrem as portas ao festival. Para além dos concertos, em espaços fechados e ao ar livre, a programação inclui sessões de cinema, quiz nights e até um campeonato de futebol do qual poderão sair novos projetos musicais, pois as equipas em competição são compostas por produtoras, editoras e festivais.

 Entre as bandas que vão passar pelos palcos do festival podemos encontrar projetos da cidade tão diferentes como Ermo, que lançaram este ano o seu badalado álbum de eletrónica “Lo-fi Moda” e Ângela Polícia, que está a mexer com o mundo do Hip-Hop português, e vários projetos de fora, como os imprevisíveis Conjunto Corona. Também Allen Halloween passará por Braga, para subir ao palco no último dia do festival.

 Este evento organizado pela NAAM e BAZUUCA conta com o apoio da Câmara Municipal de Braga, Associação Comercial de Braga e agentes culturais como o gnration, Theatro Circo, Ócio, Livraria Mavy, Projéctil e Um Ao Molhe.

O que fazemos quando a mão morta bate à porta? Abrimos, é claro!
Programação:

29 SET - NIGHT IN / Ponto de partida desta viagem de 9 dias com concertos numa sala de espetáculos propiciada pelas ruas de Braga. 0€

Centro Histórico
00:00 BOM, O MAU E O AZEVEDO
23:00 BALEIA BALEIA BALEIA
22:00 THE NANCY SPUNGEN X

JUNO
02:00DJ SALIVA (+)

30 SET - NAAMOBILE / Poderosos carrinhos de compras munidos de muitos décibeis atacam locais históricos da cidade. 0€

Largo da Sé
01:00 CONJUNTO CORONA
Rua do Souto
00:00 RDB
Jardim da Santa Bárbara
23:00 THIS PENGUIN CAN FLY
22:00 QUADRA

GNRATION
10:00 O ÓCIO OCUPA (+)
10:00 GNRATION MUSIC MARKET (+)

JUNO
02:00 DJ GAM (+)

01 OUT - LIGA DOS CAMPEÕES / Mega campeonato de futsal com as maiores estrelas fora dos palcos.

16:00 TORNEIO DE FUTSAL
NAAM vs RUM vs LOVERS & LOLLYPOPS vs RODELLUS vs VIRA POP vs BRAGA UNITED vs XISPES vs PROJÉCTIL

02 OUT - CINEMA NO THEATRO / Filmes que celebram a música num local icónico.

THEATRO CIRCO 3,5€
21:30 “GIMME DANGER” (2016) de Jim Jarmusch, apresentado por Eduardo Morais.

UNIVERSIDADE DO MINHO 0€
18:00 "UIVO". Documentário de Eduardo Morais sobre o radialista António Sérgio. (+)

03 OUT - DISCOS E RABISCOS / Chillar, esplanar, batotar, sempre de orelha no ar. 0€

UM AO MOLHE - LIVRARIA MAVY
23:00 MR GALLINI
22:00 QUIZ + JOGOS
18:00 DJ EDUARDO MORAIS

04 OUT - BRAGA A TOCAR MÃO MORTA / Homenagem épica com 16 jovens talentos bracarenses. 5€

21:00 GNRATION
SMIX SMOX SMUX + MAQUINA DEL AMOR
BED LEGS + ÂNGELA POLÍCIA
ERMO + LEVIATÃ
HUNTED SCRIPTUM + MILF
PÉ ROTO + WITHOUT FACE
NO!ON + NYX KAOS
MR. MOJO + PROJÉCTIL
THE MISSING LINK + QUADRA

JUNO - 0€
02:00 ANIVERSÁRIO DO JUNO (+)

 LUSTRE - 0€
02:00 NIGHTMAN

05 OUT - QUINTA DIMENSÃO / A loucura instala-se. Experimenta-se, provoca-se, descobre-se.

PROJÉTIL - 2€
23:30 ÂNGELA POLÍCIA
22:00 BOYANKA KOSTOVA
21:00 PÓLEN A X TURKO THE

LUSTRE - 0€
22:00 TONIGHT JAM SESSION (+)

06 OUT - BRACARALHADA / O comércio local abre as portas a um roteiro cultural "flash" de uma noite. 0€

01:00 ACID ACID @ JUNO
00:00 O GRINGO SOU EU (Brasil) @ LIVRARIA MAVY
23:00 FABIAN BRUSK-JAHN (Suécia) @ PELLE
22:00 HOMEM EM CATARSE @ ACB

02:00 TERZI + TELMA @ JUNO (+)

LUSTRE
02:00 MIDNIGHT & BUNGAHIGH APRESENTAM FUNKAMENTE!
01:00 ALLEN HALLOWEEN
00:00 ERMO
23:00 ATILA
22:00 NO HAY BANDA

Nota: Eventos assinalados com (+) tratam-se de programação paralela a decorrer durante a Braga Music Week.