terça-feira, 25 de julho de 2017

PROGRAMA DE 25/07/17

1 - Éme - Puxa patinha
2 - Luís Severo - Boa companhia
3 - Samuel Úria - Carga de ombro
4 - Capitão Fausto - Tem de ser
5 - Rua Direita - Mariana
6 - PZ - Mais
7 - Pluto - Só mais um começo
8 - Manuel Cruz - Ainda não acabei
9 - Luísa Sobral - Cupido
10 - Rita Redshoes . Mulher
11 - Afonso Pais & Rita Maria - Olhos azuis
12 - Salvador Sobral - Nem eu
13 - Medeiros/Lucas - Fome de vento
14 - Terra Batida - Aldeia
15 - Capitão Capitão - Sessenta & quatro
16 - Sopa de Pedra - Cantiga de la segada

ARTE SONORA EM EXCLUSIVO NA LOJA DA ARTE SONORA



















 
Arte Sonora vs. Riding Pânico

Edição de Coleccionador
146 páginas
Em exclusivo na loja Arte Sonora

Os Riding Pânico e o Haus estão no núcleo desta nova edição, onde viajamos de Trás-os-Montes até Los Angeles atrás de pedais de excelência e de um acontecimento tão marcante como a revolução Fender American Professional.

Estão de regresso os Riding Pânico. À pitoresca expressão “baralhar e dar de novo” juntem-se os termos solidez, peso e experimentação e temos um terceiro disco que é mais pesado, mais arrojado e mais tudo o que a banda quis que fosse. Há aqui uma sensação de as coisas a irem de encontro ao local certo. Onde o processamento das guitarras era mais etéreo, com recurso a chorus/reverb, agora vive mais do mundo de pitch shifters e é mais exótica essa insistência numa identidade quase exclusiva no som de guitarra. É este carácter único na música nacional que nos fascina na banda e que nos fez criar uma edição especial em que visitamos a construção, figurada, do álbum “Rabo de Cavalo” e a construção, literal, da casa onde foi feito. Para ilustrar uma edição tão especial, convidámos a Vera Marmelo para fotografar os Riding Pânico e criar a capa da revista.

O Haus é um espaço vibrante de nova música, de amigos e de ideias e é também um estúdio dotado de características únicas em Lisboa. Makoto Yagyu e Fábio Jevelim conduzem-nos pela história da sua casa, «da casa de Paus». Continuamos a procurar afirmar o melhor da música nacional. E viajámos até Barroselas, para celebrar o 20º aniversário do carismático SWR Metalfest, e mesmo até Trás-os-Montes para descobrir a Ohmfects – marca nacional de pedais boutique, construídos com componentes de altíssima qualidade e com grande capacidade sonora, testámos ainda (junto de Jorge Loura, dos Souq) o Zentaur, pedal que a marca criou em homenagem ao lendário Klon Centaur.

FESTIVAL (IN) COMUM EM COIMBRA












A Lugar Comum, em colaboração com a Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, convida a explorar alguns dos espaços de comércio tradicional da cidade.

Ao longo da tarde e noite de 28 de Julho, sob o signo da música independente, haverá um concerto, diversos showcases, dj sets e projecções de documentários. Abaixo poderão consultar toda a programação.

O acesso é gratuito, limitado à lotação de cada espaço.

Esperamos por vós!

SHOWCASES
 
Espaços tradicionais da Baixa de Coimbra recebem alguns dos nomes mais interessantes e emergentes no panorama da música independente em Portugal, em showcases acústicos e irrepetíveis.
 
ALEK REIN
16h30 - Kucky Lux (R. Sargento-Mor, 11)
19h00 NARC (R. Ferreira Borges, 25)
 
O álbum "Mirror Lane", editado pela Galeria Zé dos Bois, foi uma das boas surpresas da música nacional, no final de 2016. Liderado por Alexandre Rendeiro, que na música encarna o heterónimo ALEK REIN, trouxe-nos uma folk impregnada de elementos ácidos e psicadélicos. Bebendo referências em nomes que vão desde Syd Barrett a David Bowie, passando por Leonard Cohen e Bob Dylan, e em bandas como Led Zeppelin ou Love & Rockets, criou um universo em torno de uma personagem por si ficcionada, em forma de música.

MARCO LUZ
17.10 - Banana Chiclete (Arco de Almedina)
18h00 - Galeria Victor Costa (Ed Arnado, R/C, loja 16)
 
MARCO LUZ acompanha-se à guitarra e a guitarra acompanha-o para onde vá. Subtileza e intensidade caracterizam as suas gravações e actuações, onde coloca, em medidas exactas, despojamento e virtuosismo. Trará consigo o disco "Cores", editado em 2015, e alguns temas mais recentes, que farão parte do novo álbum, a editar ainda este ano.
 
RITA BRAGA
17.50 - Pet & Tea (R. João Cabreira, 4)
18.50 - Pinto & Folhos (R. da Louça, 2)
 
Faz frequentes digressões pelo Centro e Leste europeus, já atravessou o Atlântico para mostrar a sua música no Brasil e nos Estados Unidos e, em Portugal, é habitual companheira em palco de nomes como Ian Svenonious. RITA BRAGA é uma cidadã do mundo e uma esponja musical que, com a ajuda do seu banjolele, assimila e recria o vaudeville, os standards de jazz, a bossa nova, a folk e tudo o que lhe chega aos ouvidos. Numa viagem entre uma ilha havaiana e os estúdios de um filme de Bollywood, as suas escalas musicais garantem ainda algumas provocações kitsch, que se recebem de sorriso na cara.
  
SENHOR DOUTOR
16.50 - Ágata Joalharia (R. Ferreira Borges 149)
18h30 - Hotel Oslo (Av. Fernão de Magalhães 1235)
 
O SENHOR DOUTOR licenciou-se na universidade dos The Guys From The Caravan, com pós-graduação n'Os Pinto Ferreira. Exímio escritor de canções, tal como o seu amigo Samuel Úria, combina a ironia e a melancolia em doses perfeitas, numa figura simultaneamente clássica e popular. Com disco de estreia a editar em breve, espera-se um cancioneiro de histórias, sobre damas-de-honor, noites que terminam na roulotte de bifanas e outros amanhãs.
 
VALTER LOBO
17h30 - Jorge Mendes Decorações (Praça do Comercio, 19)
19h30 - Gang Of Four (R. Visconde da Luz, 72, 1º)
 
Depois de um prometedor EP de estreia "Inverno", VALTER LOBO leva-nos ao "Mediterrâneo", álbum que celebra a melancolia e o sossego, como quem repousa junto à costa, de guitarra, papel e caneta em punho. De uma elegante intimidade nas letras e na sonoridade, o músico percorre temas clássicos como o amor, pontuando-os com referências à sempre presente, bela e inspiradora natureza.
 
DOCUMENTÀRIOS

Entre as 11h00 e as 19h30m, o Museu Municipal de Coimbra e a loja Lucky Lux acolhem a projecção de documentários em que a música independente é o ponto de partida.

“I LOVE MY LABEL – A Edição Independente em Portugal” é uma série de documentários em torno de editoras discográficas portuguesas, pensada por Rui Portulez, produzida pela Antena 3 e realizada pelo Centro de Inovação da RTP Porto. Ao longo de seis episódios é possível mergulhar na história de alguns dos selos da música independente portuguesa (Lovers & Lollypops, Pataca Discos, Discotexas, Omnichord Records, Rastilho e Flor Caveira), através dos relatos narrados na primeira pessoa pelos mentores, editores e produtores responsáveis por cada editora e dos testemunhos de músicos revelados e editados por estas.

“UM QUARTO NO ÉTER” surge a propósito dos 25 anos de emissão em FM da Rádio Universidade de Coimbra (RUC). Os realizadores Rita Alcaire e Rodrigo Lacerda acompanharam durante um ano o trabalho diário desta secção da Associação Académica de Coimbra: os concertos, as sessões especiais, a formação dos novos rucianos, a amizade que permite que esta rádio seja um exemplo de inovação a nível mundial.

PLAYLIST (IN)COMUM
                      
Entre as 11h00 e as 19h00, a música independente far-se-á também ouvir através de uma playlist com curadoria da Lugar Comum, disponível para escuta em vários espaços da Baixa de Coimbra (Be51, Banana Chiclete, Café Santa Cruz, Cavalinho, Chronospaper, Decorações de Coimbra, Gang of Four, Loja da Laura, Margem d'euforia, Miss Curvy Lingerie, Pet & Tea). Nestes espaços, com uma app de leitura de QR Codes, será possível descarregar a playlist e levá-la para escuta durante os percursos pelas ruas da Baixa.

DJ SETS

Durante o jantar, na Praça do Comércio, ou a fechar a noite, no Largo da Portagem, o dia 28 incluirá dois djsets de Emanuel Botelho.

EMANUEL BOTELHO foi adoptado por Coimbra há quase 15 anos, quase tantos como pela RUC - Rádio Universidade de Coimbra, instituição essencial no seu percurso de radialista, DJ e músico (Sensible Soccers). Enquanto DJ, passou por diversos espaços e eventos um pouco por todo o país, reinventando há pouco mais de um ano o seu alter-ego como Cosmonauta17, na sequência do arranque das emissões regulares de L'Espace (Vodafone FM).

INFORMAÇÕES

É aconselhável o planeamento prévio do percurso a realizar durante o Festival (in)Comum, podendo para isso recorrer ao mapa e indicações abaixo, que incluem toda a programação do festival. O encadeamento dos showcases está definido para que seja possível assistir a pelo menos 1 showcase de cada artista. No entanto, não será viável assistir a 2 showcases de forma sequencial.

Todas as actividades são de entrada gratuita, sendo a lotação dos espaços limitada.

Mais informações e actualizações poderão ser consultadas na página do evento
 

BISPO NA XAPA 13














Bispo já deixou de ser a revelação do Rap Nacional, sendo já uma certeza assegurada. Dispõe de um trabalho distinto devido às suas letras e apresenta-se em palco com uma energia e uma emoção contagiante.

De Algueirão-Mem Martins, Bispo desde muito cedo demonstrou o gosto pela lírica, mas foi em 2003 que começou o seu percurso musical, embora que mostrando o seu talento, num circuito restrito.

Em 2012 decide partilhá-lo com o mundo e grava a mixtape “Recomeço”, lançada no dia antes de iniciar a sua carreira militar, e que teve como videoclipe single, o tema “Camuflado”.

O público não ficou indiferente, e no ano seguinte, Bispo lança a mixtape “Passo a Passo” e estreia-se a solo.

Em 2014, lança o seu primeiro trabalho de originais, o EP “Bispoterapia”, com a colaboração com o Produtor “Intakto”, e nesse mesmo ano começa a trabalhar com o seu atual DJ e Back Vocal “Fumaxa”.

Em 2015, surge o primeiro álbum de originais, “Desde a Origem”, com a participação de dois grandes nomes do hip-hop português, Sam the Kid e Maze (Dealema) e com voz mágica de Veecious V.

Desde o lançamento do seu primeiro álbum teve a oportunidade de conhecer e encher centenas de palcos de norte a sul do país, ilhas e até Espanha ao som de “Desde a Origem” e outros singles como “Dinâmico” e “Necessidade”.

Após o sucesso alcançado com o seu primeiro álbum, Bispo despertou o interesse das grandes editoras acabando por assinar pela Sony Music, ainda antes de lançar o seu último EP “Fora D’horas” em 2017. Este projeto conta apenas com duas participações, Dino Santiago e Gson (Wet Bed Gang), e proporcionou ao público hits como “Não Fui Sincero”, “Como Dá”, “Sem Mágoa” ou até “Como Deus Quiser”.

2017 está a provar que Bispo é um dos artistas mais requisitados do momento e os mais de 20 milhões de views no YouTube não deixam margem para dúvida.

Para o poderem comprovar, o vídeo “Puto Strong”, com Fumaxa
 

EM REGUENGOS

segunda-feira, 24 de julho de 2017

FESTIVAL NO NOISE




















05 AGOSTO 2017
No Noise / O Menor Festival de Verão
Porto / Sonoscopia / 16:00
ENTRADA - 10 SONOS COM OFERTA DE JANTAR

Linden: Diana Combo & Tiago Silva (pt)
Nostoc (es)
Dganit Elyakim (il)
O Lendário Homem do Trigo (pt)
Alen Ilijic (rs)
Paisel: João Filipe & Julius Gabriel (pt / de)
Well: Inês Castanheira & João Sarnadas (pt)
Machine Gun Medusa (es)
Jorge Coelho (pt)

Na terceira edição daquele que se assume como o Menor Festival de Verão, mais uma vez não haverá grandes surpresas, grandes confirmações ou promessas de momentos inesquecíveis. Pelo contrário, destaca-se a pequena escala, a intimidade e a proximidade entre músicos, público e o espaço físico e mental que é partilhado pela Sonoscopia. Do programa constam os portugueses Jorge Coelho, Linden, O Lendário homem do Trigo, Paisel e Well, os espanhóis Nostoc e Machine Gun Medusa, a israelita Dganit Elyakim e o sérvio Alen Ilijic. Comum a todos estes projectos é a afinidade com a ética do-it-yourself, a liberdade criativa e a exploração sonora, que vai desde o noise até ao dada-pop. Orbitando em torno da música, haverá ainda espaço para mini-golf, sono-gastronomia, grelhadores-tuning e várias bancas com edições independentes.

NOVO DISVO NACC RECORDS



Marcelo dos Reis & Eve Risser
Timeless
Eve Risser . piano
Marcelo dos Reis . guitarra acústica

Ouvir e comprar - Bandcamp
Faixa completa - Pendulum no Soundcloud
Video - Youtube

JR034
Marcelo dos Reis / Eve Risser - Timeless

Gravado
João P. Miranda
20th October 2016
Salão Brazil /Jazz ao Centro Festival/ Coimbra
Design
Joana Monteiro

Produção Executiva
JACC - Jazz ao Centro Clube

Toda a música por:
Eve Risser e Marcelo dos Reis

JACC Records 2017


O SOL DA CAPARICA












Canções para todas as gerações n’O Sol da Caparica

Manel Cruz, À Sombra do Cristo Rei, Xutos e Pontapés, Sean Riley & The Slowriders, e Sam Alone: guitarras, vozes afiadas e canções para todos, em três dias de concertos.

Manel Cruz, um momento alto garantido!

Se procurarmos expoentes para a geração de 90, um nome certamente consensual será o de Manel Cruz: trata-se de um dos mais celebrados escritores de canções da sua geração, sobretudo pela obra que deixou em Ornatos Violeta, que assegurará um dos momentos altos do festival, quando subir ao palco d´O Sol da Caparica no dia 12.

 Na sua longa bagagem há não apenas hinos incontestáveis como “Punk Moda Funk”, “Ouvi Dizer” ou “Capitão Romance”, clássicos dos Ornatos Violeta, como todo o restante material que gravou com os projetos Supernada ou Fogefogebandido e Pluto, facetas variadas de um prisma precioso que em palco consegue congregar energias, públicos e gerações inteiras. Porque as suas canções chegaram de facto a toda a gente e a todo o lado.

Manel Cruz escolheu O Sol da Caparica para desvendar novas propostas. Imperdível

Uma especial homenagem a Almada

"E depois À Sombra do Cristo Rei vai ser muito especial", assegura Tim. O grupo que formou com os filhos Sebastião e Vicente e ainda com Nuno Espírito Santo assinou uma sentida homenagem musical a Almada explorando o cancioneiro que grupos históricos como os UHF ou os Da Weasel inscreveram neste território particular.

"O António Manuel Ribeiro e o Carlão acabam por ser dois pilares do projecto e depois de terem marcado presença nos concertos da Incrível Almadense vão subir aqui ao palco connosco. Depois, de Londres, virá a Midus, dos Roquivários, para tocar o "Cristina" e o "Ela Controla", o que será fantástico. E ainda teremos o João Cabeleira porque também tocamos uma música dos Xutos".

Tim vai ter a vida agitada n'O Sol da Caparica. O músico veterano vai tocar em três contextos diferentes: "Vai ser giro", começa por nos garantir. “No dia 10 os Tais Quais vão abrir o Palco SIC / RFM e nesse mesmo dia fecharemos o Palco Blitz com À Sombra do Cristo Rei. E depois, claro, ainda haverá Xutos no dia 11".

O Alentejo dá à Costa n´O Sol da Caparica.

Os Tais Quais são o supergrupo de Vitorino, João Gil, Vicente Palma, Tim, Celina da Piedade, Paulo Ribeiro e Sebastião Santos, gente de proveniências musicais muito diferentes, mas que encontrou um território comum de canções, que João Gil já garantiu fazerem festa rija. As violas, o acordeão, a percussão, quem sabe uma viola campaniça e um coro de arrepiar fazem parte do código genético de um grupo que faz música de inspiração popular, com canções que todos podem cantar, que dizem coisas concretas e reais e que ainda inspiram um pézinho de dança no momento certo.

Promessa de um espetáculo para a memória

E por falar em Xutos e Pontapés, que serão um dos pontos altos do cartaz de dia 11, Tim abre o jogo: "Andamos a tocar dois temas novos, o "Alepo" e o "Mar de Outono", uma balada muito fora e muito bonita. E se calhar ainda tocaremos um tema novo que fizemos para um filme do Joaquim Leitão. E, claro", conclui o músico, "ainda deveremos fazer parte do concerto acústico com que temos andado na estrada". Com tantas frentes de combate, ainda há espaço para nervosismos: "Eu ao todo vou tocar com 11 ou 12 músicos diferentes neste festival. Há em todos os projectos um tronco comum da língua portuguesa, mas depois cada um tem a sua personalidade. Já sei que dia 8 vou ensaiar com toda a gente. Vão ser dois dias muito engraçados. E claro que ainda deixam um certo nervoso miudinho".

Puros "rockers"

No dia 12 subirá também ao palco d` O Sol da Caparica, Sean Riley & The Slowriders, um dos expoentes da cena indie nacional do presente, que este ano vêm o já clássico Farewell celebrar uma década e que ainda o ano passado editaram o seu quarto álbum de originais, sinal claro de que esta tem sido uma viagem proveitosa em termos criativos e que, claro, tem colhido os favores do público. E tanto Manel Cruz como Afonso Simões de Sean Riley estarão em conversa com Rui Miguel Abreu no espaço Debaixo da Língua, nesse mesmo dia 12: ambos contribuíram para o mais recente volume da série, livro que será lançado durante o festival.

Que se ouçam as guitarras na Caparica!

Sam Alone, homem que sabe com quantas malhas de guitarra se conta uma grande história, fecha o leque destes grandes homens de guitarras e canções que este ano têm lugar no cartaz d'O Sol da Caparica. Acompanhado pelos Gravediggers, Sam Alone tem vindo de forma tranquila a construir uma bastante elogiada carreira, apoiada numa visão particular do grande legado musical americano, da folk e dos blues ao rock and roll primitivo e daí em diante até às grandes vozes que nunca deixaram de colocar a América em sentido, como Dylan ou Springsteen. Tougher Than Leather é o seu mais recente trabalho, uma coleção de canções apoiada na sua "working class rifle", uma velha guitarra "áspera", como ele próprio a descreve, de onde arranca não apenas melodias e riffs musculados, mas também histórias e paisagens carregadas de imagens com que todos conseguem relacionar-se

MENAGE COM SINGLE SURPRESA




















A banda luso-canadiana Menage lançam um single surpresa de verão intitulado "They Never Call".

Produzido por Dale Penner e David Bottrill (Mixing), `They Never Call´ foi escrito em ambos os países, Portugal e Canadá, e é o primeiro aroma do que virá com o novo álbum a sair este ano.

`They Never Call´ é agora lançado em estreia exclusiva na idobi.com e idobi/anthm, as rádios (internet) mais escutadas em todo o mundo. Brevemente em mais estações de rádio.

NO PORTO

VÍTOR BACALHAU & BUDDA POWER BLUES COM NOVIDADES

OLD SOUL" por VÍTOR BACALHAU & BUDDA POWER BLUES :: Música de VÍTOR BACALHAU

Aproveitando o facto de estarem juntos no mesmo ponto geográfico, Budda Guedes, Nico Guedes, Vitor Bacalhau, Luis Trindade, João Ventura e Alex Gonçalves (Estúdio 21 - Funchal ) combinaram gravar um tema de Budda Power Blues e outro do Vitor Bacalhau, ao vivo, em estúdio. A ideia era gravar as duas bandas a tocar juntas um tema de cada banda. Dois bateristas, dois guitarristas, duas vozes e um baixo (o Carl Minnemann tinha voltado para o continente mais cedo). Dificuldades? Não!!! O Vitor tinha uma janela de 2h antes de apanhar o voo de regresso a Faro e bastava montar, fazer som, definir os arranjos e filmar tudo! Só no Estúdio 21!

Deu tempo para um take de cada música e assim foi!!

Primeiro saiu o tema "I'll Treat You Good" de Budda Power Blues. Agora é a vez de "Old Soul" tema inédito que estará incluído no 2º disco do Vitor Bacalhau que sai em Outubro deste ano.

Aqui fica uma versão ao vivo e sem rede deste tema, que deixa antever aquilo que se pode esperar do novo disco deste artista Mobydick Records.

ARMANDO TEIXEIRA LANÇA NOVO TRABALHO DE KNOK KNOK



É importante referir que para lá dos suportes digitais habituais e obrigatórios nos dias que correm, este novo álbum dos Knok Knok está igualmente disponível em cassete no facebook da banda. E faz pleno sentido que assim seja: as micro-partículas metálicas que se reordenam na fita analógica perante os impulsos magnéticos eléctricos da cabeça de gravação correspondem certamente à melhor maneira de fixar esta música criada com artefactos da Roland e da Moog, da Korg, da Buchla e da Oberheim, da Yamaha e da Sequential Circuits, nomes mais ou menos exóticos que designam fabricantes de instrumentos electrónicos, mas que bem poderiam encontrar-se em logos estampados nas cabines de naves espaciais, tal o poder evocativo que carregam.

Ao longo de 14 temas divididos simetricamente por dois lados de uma cassete que se estende tanto no tempo como um LP (e bem que este som também faria sentido em vinil...), os Knok Knok recuperam para o presente o pulsar metronómico do Krautrock, mas também se alinham com as experiências electrónicas pioneiras que etiquetas como a Finders Keepers têm vindo a relançar. Mas a proeza dos Knok Knok é não se limitarem a evocar o passado, conseguindo uma sintonia com um particular presente que projectos como Ekoplekz ou, por exemplo, Pye Corner Audio e o que certas editoras como a Ghost Box têm vindo a explorar: um particular ponto de intersecção entre o kraut e o techno, as pioneiras experiências do Radiophonic Workshop, a synth scene experimental dos anos 80 que derivou da new age, o synth pop mais aventureiro de projectos como os Yello ou Yellow Magic Orchestra, etc.

Descarregar audio + capa:
Lado A + Lado B
Músicas separadas

As peças desenvolvidas por Armando Teixeira têm sempre – qualquer que seja o contexto, Bulllet ou Balla são exemplos possíveis – uma dimensão pop, adivinhável nas melodias transparentes e nos arranjos escorreitos, mas mergulhado na sua panóplia de teclados vintage, o produtor consegue igualmente explorar uma mais funda vertente experimental que neste caso passa pela procura de novas texturas, de novos sons e combinações de pulsares, estratégia própria de quem vê no estúdio, na mesa de mistura, as mesmas possibilidades que um cientista encontra no laboratório – uma forma de descobrir novos mundos através de uma postura inquisitiva.

Igualmente importante aqui é o diálogo entre Armando Teixeira e Duarte Cabaça, com a base rítmica fornecida pelo baterista que bem conhece as derivas motorik do kraut e entende que o que importa são os desenhos rítmicos angulares de grande precisão a servirem para que os teclados pintem abstractos quadros que títulos como “Vapor”, “Casa de Papel”, “Roda” ou “Acrílico Azul” não esclarecem, antes servem como estímulos para orientar a nossa imaginação.

Knok Knok. Quem é? É um som que atravessa o passado até ao presente para se projectar num futuro possível.

facebook/knokknok

BASE. RECORDINGS
[BRK7 00817]
baserecordings.wordpress.com
facebook/baserecordings
 

domingo, 23 de julho de 2017

ESTA SEMANA NO SANTOS DA CASA




















Entrevistas:

17.07.26 19h00 - MÁRIO MATA

Para ouvir nos 107.9fm da Rádio Universidade de Coimbra ou em emissao.ruc.fm

sábado, 22 de julho de 2017

PROGRAMA DE 22/07/17

1 - Nial - Amber
2 - The Black Archer - Oporto
3- [Sidrone 22] - Reconstruction
4- Ghost Hunt - Games
5 - Mira, un Lobo - Tramadol
6 - White Haus - This is heaven
7 - No!On - Save today
8 - The Ultimate Architects - Amber
9 - O Gajo - Há festa aqui ao lado
10 - Há lLbos Sem Ser Na Serra - Sarapateado
11 - Sebastião Antunes - Balada do desajeitado
12 - Sónia Oliveira - Lembra-me um sonho lindo
13 - Carla Pires - Cavalo à solta
14 - Cristina Branco - E ás vezes dou por mim
15 - Celina da Piedade - Aurora tem um menino


sexta-feira, 21 de julho de 2017

PROGRAMA DE 21/07/17

1 - Manel Cruz - Ainda não acabei
2 - Manuel Fúria & Os Náufragos - Aquele grande rio
3 - Los Luchos - Baker girl
4 - Squeeze Theeze Pleeze - Mismatch
5 - Calcutá - Over night
6 - Capitão Fausto - Os dias contados
7 - Samuel Úria - Tapete
8 - NO!ON - Save today
9 - The Ultimate Architechts - Nanorealidades (com Adolfo Luxúria Canibal)
10 - Spicy Noodles - Leve leve
11 - Mundo Segundo - Não há competição (com Bezegol)
12 - Primeira Dama - Rita
13 - Luís Severo - Cabeça de vento
14 - Éme - Roma-Sé

MANUEL CRUZ DE VOLTA AOS DISCOS

O cantautor português volta aos discos com a canção "Ainda Não Acabei", primeiro sinal do projeto Extensão de Serviço.

É da mesma forma inócua com que se reinventa de projeto em projeto que Manel Cruz mostra, em primeira mão, uma das canções que fazem parte do roster dos principais festivais portugueses durante os próximos meses.

"Ainda Não Acabei", como o ex-líder da banda de culto Ornatos Violeta avisa, é uma nova etapa da vida musical de Manel Cruz, a sucessora de Estação de Serviço. Assim, Extensão de Serviço faz-se acompanhar dos suspeitos do costume: Nico Tricot, Edu Silva e António Serginho.

A Extensão de Serviço passa pelo Festival MIMO Portugal, em Amarante, já este domingo e pelo Festival MIMO, no Brasil, em Novembro.

Outras datas se seguem:
12/08 - Sol da Caparica
19/08 - Vodafone Paredes de Coura
 

EM SETÚBAL

JOÃO PEQUENO COM NOVIDADES

"Guna não pára" é o novo single de João Pequeno e, à semelhança dos singles anteriores, é um tema da sua autoria.

Neste single João Pequeno conta a história de Siga, conhecido no Porto como o "Rei da Pasteleira" e que acabou por marcar a sua adolescência:

"Siga era o miúdo mais temido na zona onde eu cresci, na Foz, Porto. Todos conheciam as suas histórias de assaltos a pessoas, a motas, carros e até autocarros e carros de polícia. Tudo isto até aos 16 anos. Dizia que não ia ser preso. Antes disso ia roubar um avião e despenhar-se contra a 15ª Esquadra, a esquadra da Foz onde era detido com frequência mas temporariamente.
Quando parava à porta da minha escola causava o terror entre os alunos e eu sabia que tinha de o conhecer para ficar a salvo. E, pensando bem, talvez esse tenha sido o primeiro motivo para hoje eu fazer Rap. Através do Siga conheci alguns gunas* com quem frequentei os bairros e tomei contacto directo com o Hip Hop. Se não tivesse conhecido o Siga talvez nunca me tivesse tornado Rapper."

O vídeo foi gravado nas ruas do Porto e realizado por T. Zimmermann.

João Pequeno atuou recentemente no Festival Meo Marés Vivas onde certamente conquistou mais fãs.

*gu•na
(inglês goon, rufia, valentão)
 
(Porto;informal)

NOVO DISCO DE MOONSPELL














1755:Novo álbum totalmente cantado em português
Um dos temas tem como convidado o fadista Paulo Bragança

30 e 31 OUT - LISBOA AO VIVO, LISBOA
1 NOV - HARD CLUB, SALA 1, PORTO

Os MOONSPELL e a ALMA MATER RECORDS orgulham-se de apresentar 1755, novo álbum dos Moonspell que irá incidir sobre o terramoto que devastou Lisboa no século XVIII.

A ser editado a 3 de novembro, é o primeiro disco da banda totalmente cantado em português e tem o fadista Paulo Bragança como convidado no primeiro single a lançar em setembro "In Tremor Dei".

O novo disco será apresentado, pela primeira vez, ainda antes da sua edição e em sessão tripla da "Tour 1755": dois concertos em Lisboa (30 e 31 OUT) e um regresso muito aguardado ao Porto onde os Moonspell não tocam há mais de dois anos, no primeiro de novembro.

1755 será tocado na íntegra nestes concertos de apresentação em Lisboa e no Porto, que contam ainda com a presença do fadista Paulo Bragança em palco. O alinhamento para estes concertos inclui também temas mais obscuros da carreira dos Moonspell.

O disco é uma reflexão poética, musical e filosófica da banda sobre o evento de 1 de Novembro de 1755 em Lisboa e as suas repercussões no mundo civilizado. Serão 10 temas que na carreira da banda encontram ecos longínquos em discos como "Under the Moonspell" ou "Alpha Noir" mas que apresentam, sobretudo, uns Moonspell como nunca os ouviram a cantar um Portugal e uma Lisboa que não é solarenga, nem turística, nem luminosa.

É um disco de raiz Metal, com riffs vibrantes, orquestrações épicas e vozes e letras que testemunham a agonia daquele dia. A banda preocupou-se também em recriar a época, existindo uma fusão com elementos percussivos e melódicos que remete para os fins do século e para a atmosfera que se vivia na capital portuguesa na altura.

Um disco histórico, rigoroso e sério. A besta negra que fazia falta à Música contemporânea em Portugal.

Mais informações concertos 1755:

Os bilhetes para os concertos 1755 incluem como oferta uma das edições do disco que não estará disponível nas lojas até ao dia 3 de Novembro, data oficial de lançamento:

40 euros - bilhete para um espetáculo + oferta da edição 1755 em vinil duplo

30 euros - bilhete para um espetáculo + oferta da edição 1755 digipack

Os primeiros quinhentos compradores, terão as edições assinadas pela banda.

Reservas, informações e bilhetes disponíveis em: www.letsgo.PT.

ENOQUE COM NOVO SINGLE




















O Verão de 2017 fica marcado pelo lançamento do novo single de Enoque “Jura” com a participação de Anselmo Ralph que apadrinha um dos novos talentos da música nacional e deixa antever o álbum de estreia a sair no início de 2018. Este tema é uma junção das suas maiores influências (Frank Ocean, Justin Timberlake e HMB), que contagia pela voz e também pela boa disposição e mensagem positiva que traduzem a sua personalidade.

O single "Jura feat. Anselmo Ralph" sucede ao tema “Nunca É Bom Demais” e que o apresentou enquanto artista a solo. Enoque é, sem dúvida, um nome a memorizar. São já muitas as sua colaborações, sendo a mais recente com a Aurea, no seu novo single "I Feel Love Inside feat. Enoque", tema que também compôs.

O Enoque cresceu rodeado rodeado de música - de Marvin Gaye a Stevie Wonder, do Soul ao Funk - por influência dos pais, e desde a adolescência que colabora com Heber Marques (HMB), primeiro como backvocals, depois ao partilharem o sucesso do single “Naptel Xulima”, em 2014. Escreveu para outros artistas, como a Aurea e Mikael Carreira, até decidir arriscar e seguir o sonho de uma carreira a solo.

"JUNTOS AO VIVO NO THEATRO CIRCO" É DISCO DE OURO














Jorge Palma & Sérgio Godinho - Juntos ao Vivo no Theatro Circo, o registo histórico que reúne duas das figuras mais preponderantes do panorama musical português atingiu o galardão de ouro. O álbum ao vivo que foi editado em duas versões, uma deluxe com 2 CD+DVD, e outra, com apenas um CD foi captado em duas noites na histórica sala da cidade de Braga.

“Estamos muito contentes por estar juntos’ foi a primeira frase que os músicos ouviram, no primeiro ensaio, mesmo sem ninguém ter dito isso. Ia dar certo. Deu certo.” Assim escreveu Sérgio Godinho, sobre o arranque desta parceria que correu o país, passando pelos mais diversos palcos de inúmeras cidades e festivais, onde se apresentaram os mais de "135 anos de música" que ambos os artistas representam.

“O meu prazer em ouvir as canções do Sérgio é genuíno desde sempre e cantá-las tem sido minha prática comum - quando o fazemos em conjunto esse gozo aumenta exponencialmente", escreveu Jorge Palma aquando da edição deste registo ao vivo onde estão alguns dos mais consistentes e criativos músicos nacionais – Nuno Rafael e Pedro Vidal, responsáveis pela direcção musical, nas guitarras; Nuno Lucas no baixo; João Cardoso nas teclas; e João Correia e Sérgio Nascimento, num admirável jogo de energia e sensibilidade nas duas baterias e percussões.

Este registo está disponível na Fnac e também em:
iTunes: http://po.st/fg2AOY
Apple Music: http://po.st/D3jK4Z
MEO Music: http://po.st/VtWaD6
Spotify: http://po.st/zlSLQW
Google Play (download): http://po.st/GPcwt6
Deezer: http://po.st/Rg46Vv
TIDAL: http://po.st/WZoQ1T
Rdio: http://po.st/eg4d52
 

5º INDIE MUSIC FEST




















Novas confirmações
Manuel Fúria & Os Náufragos, Marvel Lima, JonnyAbbey, Phantom Trio e Los Luchos

31 de agosto, 1 e 2 de setembro de 2017
Bosque do Choupal, Baltar
www.indiemusicfest.pt | www.facebook.com/indiemusicfestofficialpage


O Indie Music Fest apresenta mais cinco nomes para se juntarem ao Bosque do Choupal, em Baltar, nos dias 31 de Agosto, 1 e 2 de Setembro de 2017, para uma edição que promete ser histórica e que conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Paredes. Uma união há muito desejada e que agora ilustra esta celebração recheada de muitas surpresas. Para já as recentes confirmações para a edição 2017 do Indie Music Fest.

Um dos nomes bastantes aguardados no Bosque do Choupal é sem duvida o de Manuel Fúria. O artista multifacetado vem apresentar o seu recente registo ”Viva Fúria”, álbum este já reconhecido como um dos grandes trabalhos de 2017. Voz afinada para debitar ilustrações lusófonas juntamente com Os Náufragos que são para além de Manuel Fúria na voz e guitarra, Tomás Cruz na guitarra baixo e vozes, Tiago Brito na guitarra, Francisca Aires Mateus em Londres, Nuno Carrolo Santos na reserva, Carolina Bernardo nas vozes, Tomás Branco Gonçalves nas teclas e Vasco Magalhães na bateria.
Do coração alentejano, o groove synth-prog- pop-rock dos Marvel Lima. O Bosque vai ser invadido por uma mistura de géneros, onde o rock psicadélico, congas e groove marcam na criativa secção rítmica e na fusão pelas texturas sintetizadas influenciadas pelos anos 70.
Batidas electrónicas, ambientes Indie e melodias Pop caracterizam a sonoridade do portuense Jonny Abbey, onde a guitarra e os teclados são os instrumentos de eleição para uma combinação desinibidora do digital com o analógico. O álbum de estreia “Unwinding” leva-nos a viajar por ambientes alternativos, mantendo sempre a vertente “catchy” do estilo Synth-Pop. O ritmo urbano em perfeita harmonia com a natureza. Vai ser interessante.
O jazz também vai marcar posição neste edição do Indie Music Fest com Phantom Trio. A música deste trio é um espaço de acção e um laboratório sónico. Experimentemos ver e ouvir Fábio Almeida nos Saxofones, Sérgio Tavares no Contrabaixo e João Martins na Bateria.
Paulo Barreto irá para um dos palcos IMF com vários músicos, defender as canções de “EP of the Year”. Deixará fluir ritmos mais dançantes, deixará o Bosque do Choupal rendido nesta quinta edição, com o espírito Los Luchos no encontro entre as colunas e os nossos ouvidos.
É para dançar! É para festejar!

A estes nomes juntam-se ao Indie Music Fest 2017 os já anunciados Conjunto Corona, Them Flying Monkeys, Twins Transistors, Heavy Cross of Flowers, Paraguaii, The Miami Flu, Lucky Who, Moon Preachers, Killadelphia e El Señor.

Os bilhetes estão à venda na bol e nos locais habituais a um preço exclusivo para os amantes da nova musica nacional. Passe Geral - 3 dias: 25,00€ até dia 23 de Juho.

Depois do dia 24 de Julho, passe geral a 30€ com oferta da t-shirt do festival (limitado a 150 unidades)

Confirmados para o IMF 2017:
Conjunto Corona, Them Flying Monkeys, Twins Transistors, Heavy Cross of Flowers, Paraguaii, The Miami Flu, Lucky Who, Moon Preachers, Killadelphia, El Señor, Manuel Fúria & Os Náufragos, Marvel Lima, Jonny Abbey, Phantom Trio e Los Luchos.


Mais novidades a anunciar em breve...

Preço dos Bilhetes
  
Preço dos Bilhetes Passe 3 dias:

Últimos passes a 25€ até dia 23 de Julho.
Depois do dia 24 de Julho: 30€ com oferta da t-shirt do festival (limitado a 150 unidades)

O GAJO NA ESTRADA




















Vai actuar ao vivo este Sábado dia 22 de Julho às 21:30h no Parque das Canoas (Gaio-Rosário), concelho da Moita, inserido no evento "Cultura em Movimento 2017" organizado pela Câmara Municipal da Moita.

Mais informação, AQUI!

quinta-feira, 20 de julho de 2017

EM FAMALICÃO



















 
Oliveira de Santa Maria a​colhe o terceiro concerto d​o III Ciclo de Música Portuguesa Avecultural 2017 com JOANA BARRA VAZ.

Sábado dia
​22​ de ​Julho​​ pelas 21h45 no
​Mosteiro de Oliveira Santa Maria em V.N. de Famalicão com entrada livre.

O êxito da iniciativa, que se enquadra na estratégia de dinamização cultural implementado pela Câmara Municipal de Famalicão neste território.


Neste sentido, o II​I​ Ciclo de Música Portuguesa AVECULTURAL 201​7​ apresenta-se com um cartaz de músicos/bandas consagradas no panorama artístico nacional​ como Cru,Old Jerusalém. Joana Barra Vaz e Roger Pléxico​ com concertos em ​três freguesias:​Riba de Ave​
​,​ Oliveira de Santa Maria, ​Bairro.
O objectivo deste certame é por agora crescer com qualidade artística, captar e fidelizar públicos.


PROGRAMA DE 20/07/17

1 – David Fonseca - This is not America (C/ Márcia)
2 – Raquel Ralha e Pedro Renato – Peek a boo
3 – Sweet Nico – Fade into to you
4 – Grandfathers’s House – My love
5 - Frankie Chavez – My religion – (C/ Same Alone)
6 – Little Orange – Promissed land blues
7 - The Ultimate Archietects – Collision
8 - NO!ON - Save today

9 – The Partisan Seed – Inescapable
10 – Sandy Killpatrick & The Origins Band - Burlesque sky
11 – Gobi Bear – Selion (C/ Surma)
12 – Minta & The Brook Trout - Old habits
13 – Vaarwell – YOU
14 – Monday – Yo yo

XINOBI AO VIVO












Está marcado e vai ser uma noite única. Xinobi vai estar, dia 8 de Setembro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa no CCBeat a apresentar o seu mais recente álbum "On The Quiet" num espetáculo muito especial e recheado de surpresas.

O segundo álbum que Bruno Cardoso edita sugere o retrato de um percurso pessoal que evoca as vivências ‘punk’ que teve na sua formação e a progressiva construção de uma identidade que o encaminhou rumo às eletrónicas e à música de dança. A ideia de criar um disco como auto-retrato onde habitam os sons, as palavras e também o objeto físico em si é, logo à partida, o principal atrativo num primeiro contacto com On The Quiet álbum que, três anos depois de 1975, representa um seguro e bem mais focado segundo álbum na obra que Bruno Cardoso (com 39 anos) apresenta como Xinobi.

No plano musical o disco apresenta uma sequência coerente de temas que exploram diálogos entre o formato da canção e a zona de maior liberdade formal em terreno de trégua depois de uma noite de ritmos mais agitados, entre a house, periferias da pop e cercanias mais suaves do techno, conciliando ainda o canto e o spoken word para, sobre eletrónicas e batidas, lançar memórias, sugestões ou reflexões que, mesmo se por vezes usam palavras dos outros, no fim acabam sempre por nos falar de si mesmo.

O músico vem apresentar-se com a sua banda formada por Óscar Silva (Jibóia), Ana Miró (Sequin) e Vasco Cabeçadas, assim como contará com a presença de alguns convidados muito especiais para um concerto que será memorável.

Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e locais habituais e variam entre os 12,5€ e os 15€.

JOÃO GRANOLA COM NOVIDADES

João Granola revelou em finais de Maio o tema "Amigo Vaivém" (videoclip) que faz parte do EP de Estreia, "O Convidado", que será editado em Setembro.

Amanhã no Popular de Alvalade (Lisboa) João Granola vai dar a conhecer os temas do trabalho de estreia

João Granola
Sexta, 21 Julho às 23h00
Popular de Alvalade, Lisboa
evento de facebook >>

https://www.facebook.com/j.granola/

KIUMPANIA ALGAZARRA EM TOUR
















Depois de terem passado por Almeria, Fuerteventura, Mogadouro e Faro no inicio de Julho, os Kumpania Algazarra fazem as malas e voltam à estrada. A próxima paragem será no Encontro de Fanfarras, em Águeda, no âmbito do Agitágueda 2017, onde os Kumpania Algazarra vão tocar em formato Banda Móvel a 23 de Julho. Dois dias depois, a 25 de Julho, a banda estará nas Festas de Loures pelas 22h.

A 27 de Julho os Kumpania Algazarra atravessam a fronteira em direcção a Espanha e voltam a marcar presença no palco principal do Íboga Summer Fest onde tocaram para cerca de 30 mil pessoas em 2014. O concerto apresentado em 2014 foi considerado um dos grandes momentos do Festival e a banda volta a ser convidada 3 anos depois para apresentar o seu último trabalho. A Algazarra continua no Festival Folk Celta, em Ponte da Barca, onde os Kumpania Algazarra serão a banda de encerramento do 10º aniversário do Festival a 29 de Julho. Antes do regresso a casa a banda passará ainda em Vila de Rei onde subirá ao palco da Feira dos Enchidos Queijo e Mel a 30 de Julho.
 
Em Setembro os Kumpania Algazarra estão de volta ao estúdio para terminarem o seu novo disco que tem lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2018.
 
Com 13 anos de carreira e cinco discos editados, os Kumpania Algazarra continuam a levar a sua música a diferentes palcos dentro e fora de Portugal garantindo sempre a que a festa acontece!

Tour 2017:

23 Julho | Agitágueda | Águeda

25 Julho | Festas do Concelho | Loures

27 Julho | Festival Íboga Summer Fest | Valência (ES)

29 Julho | Festival Folk Celta | Ponte da Barca

30 Julho | Feira de Enchidos, Queijo e Mel | Vila de Rei

6 Agosto | Festival Sons do Atlântico | Lagoa

9 Agosto | Festas de S. Lourenço | Azenhas do Mar

19 Agosto | Ariano Folk Festival | Ariano Irpino (IT)

26 Agosto | Evento Privado | Genebra (CH)

www.facebook.com/kumpanialgazarra

HÁ MÚSICA NO TRINDADE











Pedro Gonçalves e Tó Trips oferecem uma das mais personalizadas bandas sonoras que a cidade de Lisboa conhece e aplaude. Dias 27 e 28 de julho eles garantem que Há Música no Trindade.

Os Dead Combo de Tó Trips e Pedro Gonçalves tornaram-se, muito justamente, num sério caso de sucesso nacional e internacional, facto que deve ser imputado exclusivamente à profunda originalidade da música que criaram: recolhendo influências tão diversas como as que vão do fado ao jazz, das mornas de Cabo Verde ao Choro do Brasil, de Ennio Morricone e dos mestres ciganos do flamenco, do rock e de músicas periféricas mais experimentais. Os Dead Combo ergueram uma linguagem singular, que só a eles pertence. E à cidade de Lisboa, claro, a maior inspiração da música que a dupla tem vindo a criar desde que se estrearam em disco em 2004.

A discografia do duo tornou-se, entretanto, um sólido repositório dessas marcas de identidade: seis aplaudidos álbuns de originais, incluindo o mais recente A Bunch of Meninos, gravações ao vivo e DVDs, que funcionam sempre como bandas sonoras para filmes imaginários que todos podemos ver se fecharmos os olhos e nos concentrarmos nos ricos diálogos que estes músicos conjuram. Música que encontrou mundo quando Anthony Bordain os usou como interlocutores na sua paragem em Lisboa para a célebre série No Reservations. É que Dead Combo é tão de Lisboa como são as sardinhas.

No horizonte desenha-se agora um novo álbum que merecerá antecipação no concerto do Trindade. Pedro Gonçalves sublinha: “Já não tocamos em Lisboa há muito tempo. Aliás, neste momento nem me consigo recordar do nosso último concerto na capital. Sei que já foi há algum tempo e por isso mesmo este regresso será especial”. Para já os Dead Combo ainda fazem segredo do essencial do concerto que vão levar nos próximos dias 27 e 28 de julho ao programa Há Música no Trindade, mas lá vão revelando algumas pistas: “Posso dizer que teremos convidados em palco”, adianta Pedro Gonçalves, “mas não quero para já estragar a surpresa”.

O concerto, assegura ainda o guitarrista e baixista, “será uma viagem pela nossa carreira” e tocará por isso mesmo no mais recente trabalho de originais, A Bunch of Meninos, mas noutros pontos chave da sua discografia, como Lisboa Mulata ou Lusitânia Playboys. “Também vamos apresentar alguns temas novos, que ainda não têm título, material que contamos incluir no nosso próximo álbum e que continua a dar voltas ao nosso som, ao nosso imaginário”, esclarece Pedro Gonçalves.

O Há Música no Trindade prolonga-se com os espectáculos de Salvador Sobral, Vitorino e Dois pianos, Frankie Chavez e em Dezembro, mês que receberá dois concertos de Mário Laginha e Tcheka, encontro entre um enorme piano português e uma voz gigante de Cabo Verde que acontecerá nos dias 15 e 16. Tudo Imperdível, obviamente.

NA CASA INDEPENDENTE












Sábado - 15 de Julho
22h30 - Casa Ardente (Produções Incêndio) João Raposo + Punk D’Amour (concertos), Daniel Vintém (dj set), “Vestígios” de Bruno José Silva (exposição)

Última residência a cargo das Produções Incêndio antes da pausa em Agosto.
Casa ardente regressa em Setembro.

Até lá, oportunidade de ver ou rever a instalação de Fotografia “Vestígios” de Bruno José Silva.

No Salão Tigre os concertos de João Raposo, jovem promessa da editora Xita Records, vem dar a conhecer as suas músicas intrincadas de Lisboa, serenidade e sonhos atípicos.
Seguir-se-ão Punk D'Amour a entusiasmar o público para a dança orgânica.

Segue-se Daniel Vintém, jovem dj com sets cinematográficos inspirados na fusão de diálogos musicados (ou vice-versa!).

Bannner por Tiago Nunes

HER NAME WAS FIRE ACTUAM ESTE SÁBADO NO FESTIVAL WOODROCK




















HER NAME WAS FIRE vão actuar este sábado, dia 22 de Julho no Festival WoodRock na Figueira da Foz 
Depois de vencerem o SUBEROCK em Espanha, os Her Name Was Fire dirigem-se à Figueira da Foz onde vão fazer a abertura dos míticos Mão Morta no dia 22 de Julho, este sábado no Festival WoodRock.

O Festival abre as portas hoje, dia 20 e promete "uma experiência pura de música e naturalmente selvagem de envolvência. Concertos vibrantes emoldurados por um sítio de eleição, que junta a paisagem verdejante da Serra da Boa Viagem ao azul do mar do oceano atlântico e da humanamente pouco explorada Praia de Quiaios, localizada do lado norte da cidade da Figueira da Foz".

10 ANOS DE PER7UME

E foi no passado dia 07/07/17 que a banda Portuense festejou em casa (Passos Manuel - ao Coliseu do Porto), o seu 10º ano de actividade, em confluência com o lançamento dos perfumes Y (M/F) que, como a restante linha de merchandising, puderam ser adquiridos neste espectáculo de aniversário para uma sala esgotada...

O novo disco dos PER7UME está practicamente a ver a luz do dia. Trata-se do 5º da carreira da banda (4º de originais). Depois de inúmeras reedições, sincronizações e compilações, o grupo revela voltar à chancela da editora Vidisco. Chama-se "3D - Eixo Y" e promete deixar marcas no universo Pop-Rock Nacional!


quarta-feira, 19 de julho de 2017

PROGRAMA DE 19/07/17
















1 - Padre Fanhais - Juventude
entrevista Daniel dos Reis Nunes (Rebuliço)
2 - Grutera - Hoje é para sempre
3 - NO!ON - Save today
4 - The Ultimate Architects - Run
5 - David Fonseca com António Zambujo - Life on Mars?
6 - Paulo Bragança - Sorrow's child
7 - Linda Martini - Adeus tristeza
8 - B Fachada / Minta / João Correia - O charlatão
9 - Valter Lobo - Oeste

JAMESON URBAN ROUTES 2017 COM PRIMEIRAS CONFIRMAÇÕES












Cá está! Regressa em Outubro o festival do Musicbox.

De 24 a 28 de Outubro serão cinco dias, 13 sessões, 26 projetos musicais, 34 horas de música que pretendem explorar e dar a conhecer algumas das tendências globais bem como olhar sobre o ombro e perceber que herança e relevância o passado continua a ter nas nossas vidas. E com estas somas, fazer futurologia.

Primeiros destaques desta edição vão para a estreia dos históricos dinamarqueses LAID BACK, para o raro momento que é juntar em palco os BLACK BOMBAIM com PETER BRÖTZMANN, para o concerto de apresentação do novo disco de ACTRESS, para o regresso ao Musicbox de OS TERNO e YOU CAN’T WIN CHARLIE BROWN e para a grande surpresa nacional de 2017, os SCÚRU FITCHÁDU.

O cartaz que começa agora a compor-se terá novos desenvolvimentos em breve.

Os bilhetes para as sessões apresentadas já estão à venda na rede BOL.
PROGRAMAÇÃO CONFIRMADA

QUARTA-FEIRA – 25 OUTUBRO

SESSÃO 2 | 21h30 - 00h00
BLACK BOMBAIM & PETER BRÖTZMANN
SCURU FITCHÁDU
bilhete sessão: 15€
Passe diário (todas as sessões de quarta-feira): € 25,00

O disco homónimo que Black Bombaim e Peter Brötzmann lançaram no ano passado não só foi um dos discos de 2016 aqui do pedaço como também o foi para publicações como a Wire ou a Stereogunn. Há mais de um ano que não atuam em Lisboa e temos urgência em voltar a ver uma das melhores bandas ao vivo juntamente com um dos melhores saxofonistas da atualidade num caldeirão que resulta na explosão de vários géneros, de várias barreiras que se quebram. Entre o free jazz e o psicadelismo há uma densidade que se pode encontrar - quase exclusivamente - neste maravilhoso e obrigatório disco. Ouvir

E porque esta sessão é toda dedicada à descoberta de novas identidades, SCÚRU FITCHÁDU são os escolhidos para completar o programa. A banda de Marcus Veiga está desde o inicio deste ano a destruir todos os locais por onde passa com culpa máxima para a força monumental que a mistura de punk com funaná origina. Ouvir

QUINTA-FEIRA – 26 OUTUBRO

SESSÃO 5 | 21h30H – 00H00
YOU CANT WIN CHARLIE BROWN
O TERNO
Bilhete sessão: 12€
Passe diário (todas as sessões de quinta-feira): € 22,00

Da primeira vez que os You Cant Win Charlie Brown passaram pelo Jameson Urban Routes tinham acabado de lançar o Ep de estreia, preparavam-se para nos mostrar o primeira longa duração e eram mais um sinal da nova vitalidade da música nacional, de promessa popular. Regressam em 2017 com a certeza de que não houve uma única profecia que se tivesse esquecido de acontecer e com um historial de concertos épicos pelo Cais Sodré. Parece que na cozinha os YCWCB preparam nova fornada, mas enquanto esperamos… absorvemos. Ouvir

O Terno, de São Paulo, regressam também ao melhor pôr do sol do mundo envoltos de promessa e juras de sucesso. Deste lado não foi preciso esperar pelos 3 discos que a banda já carrega para assobiar singles de escrita com pinta mas é também justo dizer que “Melhor do que parece”, disco de 2016, rouba-nos o coração e quis o destino que fosse esse o espetáculo que O TERNO trazem a Lisboa. Ouvir

SQUEEZE THEEZE PLEEZE COM NOVIDADES

Quem não se lembra do hit single "Ode To A Child (Bea)", que fez furor nas rádios nacionais e pôs o país a cantar Squeeze Theeze Pleeze, ou o "ataque" das bolas brancas e vermelhas "STP" no Festival Paredes de Coura, os poderosos concertos nas Queimas das Fitas, Semanas da Juventude, Festivais de Verão e primeiras partes de artistas internacionais de renome como Morphine, Cranberries, Alanis Morissette entre outros... Sim, isso tudo faz parte do já credenciado percurso musical dos Squeeze Theeze Pleeze!

2016 marcou o regresso dos Squeeze Theeze Pleeze com o EP “Mais Fácil” em formato digital editado pela Farol Música.

Depois do single “Mais Fácil”, os Squeeze Theeze Pleeze” apresentam o 2º single “Mismatch”.

Squeeze Theeze Pleeze: keep squeezing!! We're back...

AL MOURARIA EM TOUR


















AL MOURARIA Fado Tour 2017 - AGENDA

28 de Julho - Campo Maior - 21h30 - Praça da República
29 de Julho - Vila Nova de S. Bento (Feira anual do presunto e enchidos) - 22h00 Palco da Feira
04 de Agosto - Nerva (Espanha) 20h00 - Festival de Música À La Luz De La Mina
05 de Agosto - Lagos - 21h00 - Centro Cultural
16 de Setembro - Vale do Lobo - 19h30 - Auditorium

Com 14 anos de experiencia, este grupo apresenta a garantia da experiência e a maturidade conseguida em centenas de concertos.

Criado em 2003, fruto de um convite endereçado a um dos elementos para levar um grupo de fado a um Festival de Músicas do Mundo a realizar no sul de Espanha, o projeto haveria de continuar em face da excelente aceitação do público, tendo-se solidificado no ano seguinte com atuações no país vizinho, e sobretudo no sul de Portugal.

Ao longo dos anos o grupo atuou por todo o país desde romarias populares até às salas dos melhores casinos do país, tendo sempre demonstrado estar preparado para lidar com o público mais variado.

Os festivais da World Music foram sempre também uma atração, tendo feito parte do cartaz de alguns deveras importantes como o Festival de Essaouira (Marrocos), Festival Cajandalouse (Casablanca), Festival Internacional de Cordoba, Festival Três Culturas (Toledo e Murcia), Festival Internacional de Granada, Festival Albhuera, Festival Med Loulé (3 vezes), e ainda outros.

Nos últimos concertos e por solicitação dos contratantes o grupo tem alternado temas de fado/tango com outros de álbuns anteriores abordando ainda alguns clássicos da música portuguesa.
 

NOISERV AO VIVO








Na próxima sexta-feira, 21 de Julho, Noiserv terá a oportunidade de regressar aos concertos em Torres Novas, desta vez para apresentar o seu disco mais recente, 00:00:00:00 nas festas de inauguração do renovado Convento do Carmo:

#21 de Julho - Convento do Carmo - 21h45 - Torres Novas (Sexta-feira)
+info: http://www.cm-torresnovas.pt/index.php/listaeventos/475-inauguracao-do-convento-do-carmo
 
www.noiserv.net
www.noiserv.bandcamp.com

EM FAMALICÃO




















ZIGURFEST 2017






 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A espera foi longa mas o TRC ZigurFest está de volta a Lamego de 31 de Agosto a 2 de Setembro, sob o signo da descoberta, do novo e do desafiante.

Sem mais demoras, é com gosto que anunciamos que Harmonies (Joana Gama, Ricardo Jacinto e Luís Fernandes), Stone Dead e The Rite of Trio são as três primeiras confirmações para o TRC ZigurFest 17.

Para além disso e invocando a boa onda do passado, anunciamos também o Warm-up ZigurFest 17 que antecipa a 7ª edição do festival e que decorrerá no dia 28 de julho no Maus Hábitos, no Porto. Para nos ajudar com os exercícios de aquecimento convidamos alguns dos nomes que já fizeram parte do festival no passado, como BlacKoyote, os Galo Cant'Às Duas, os Baleia Baleia Baleia. O dj-set desta noite é assegurado pelas MoneyHoney.

As restantes novidades serão anunciadas ao longo dos próximos dias.

Sigam o TRC ZigurFest17:
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Site (em construção)
 

 

FILHO ÚNICO APRESENTA









Noberto Lobo
c/ Marco Franco e Ricardo Jacinto                

O guitarrista Norberto Lobo é uma das figuras principais da música portuguesa contemporânea, transversalmente celebrado e acarinhado pela forma inspiradora como integra tradição e inovação no seu trabalho. O álbum “Muxama” do ano passado é já o 6º título na sua discografia em nome individual iniciada com o debute "Mudar de Bina" há uma década, tendo este ano voltado aos discos com o grupo Oba Loba com o lançamento de “Sir Robert Williams” na Primavera. Nesta ocasião apresentar-se-á acompanhado pelo baterista Marco Franco e pelo violoncelista Ricardo Jacinto, no seguimento da residência artística na Galeria Zé dos Bois empreendida recentemente e cujos frutos granjeou elogios pela harmonia anímica do grupo em palco e a amplitude elegante dos arranjos desenhados para as composições do Norberto.

 Este concerto do Norberto em trio, com entrada livre, é uma cortesia do programa “Lusco-Fusco” do Polo Cultural Gaivotas | Boavista, para o qual a Filho Único contribui com propostas de música ao vivo, seguindo-se a derradeira com Éme a 14 de Setembro.

Bandcamp https://norbertolobo.bandcamp.com
Vídeo ao vivo https://youtu.be/WZZxguqSy98

Concerto: Noberto Lobo c/ Marco Franco e Ricardo Jacinto
Local: Polo Cultural Gaivotas | Boavista
Data: 20 de Julho
Horário: 19h00
Entrada: LIVRE

Mais informação em http://www.cm-lisboa.pt/polo-cultural-gaivotas-Boavista

Vaiapraia e as Rainhas do Baile + Pega Monstro DJ set

Vaiapraia e as Rainhas do Baile é pontificada por Rodrigo Soromenho Marques, também edificador da MATERNIDADE, justamente proposta como uma "comunidade de produção e promoção artística”. Alinhado diacronica e sincronicamente com a 'pop underground internacional', e comandado pelo seu arguto olhar artístico sobre a cultura popular mainstream presente e passada, lançou no ano passado o disco “1755”, na nacional Spring Toast Records. A maioria das suas canções têm o condão de se nos revelarem em perfeito equílibrio entre simplicidade clara e subtileza cúmplice, seja na lírica e interpretação, seja nos arranjos directos desenhados para os temas. A estrutura e direcção minimal que imprime à banda, em que menos é mais, e o vulnerável é o que tem mais força, um não tão frequente exemplo inspirador e emancipante, tem progressivamente angariado uma generosa plateia de ouvintes pelo país fora, online e IRL. Prova de que muita gente estará sempre disponível para ser entusiasmada por quem lhes desafia pistas para pensar e abraçar a realidade social à sua volta, dentro e fora de si.

Bandcamp https://vaiapraia.bandcamp.com
Vídeo “Rapaz #1“ https://youtu.be/k1K2PvffIKI
Entrevista Ípsilon https://www.publico.pt/2016/12/07/culturaipsilon/noticia/enfrentar-os-medos-para-respirar-melhor-a-seguir-1753815

Concerto: Vaiapraia e as Rainhas do Baile + Pega Monstro DJ set
Local: Noites de Verão no Jardim dos Coruchéus
Data: 28 de Julho
Horário: 19h30
Entrada: LIVRE

Ricardo Rocha                                

Nasceu em 1974, sendo neto do guitarrista Fontes Rocha, um nome incontornável do repertório da guitarra portuguesa tão enraizado na música popular no nosso país. Começou a tocar guitarra aos 8, e nos seus verdes anos a curiosidade levou-o ao piano, instrumento e repertório associado que considera ter-lo permitido compor para a guitarra portuguesa. Agraciado já por duas vezes com o Prémio Carlos Paredes, assim como recipiente do Prémio Revelação Ribeiro da Fonte para Jovens Compositores e Troféu Amália Rodrigues para Melhor Guitarra Portuguesa, diz sempre ter distinguido e vivido “com muita disciplina os dois mundos: a guitarra e o mundo do fado, e depois poderia criar-se outro mundo paralelo ao do fado”. Ou como a editora Mbari propunha em 2010 pelo lançamendo do seu segundo álbum “Luminismo”, apelando a entendê-lo para além da técnica fenomenal evidenciada, Ricardo Rocha “assemelha-se mais a um cirugião, extraíndo o tumor ‘Fado’ de um instrumento que raramente conheceu vida própria, para além da inscrita nessa tradição de Lisboa”. Afiançou um provável ‘adeus aos palcos’ em nome próprio a 29 de Março de 2011, num monumental concerto no Teatro Maria Matos em que apresentou a integral – até essa data – das suas composições para guitarra portuguesa. Em 2014 lançou um novo disco, ''Resplandecente'', com um quarteto de guitarras interpretado pelo próprio em lúcida heteronímia, revelando que “subverter um cânone socorrendo-me de outro – o do quarteto – provou-se simplesmente irresistível.” Neste regresso aos concertos apresentará um conjunto de Prelúdios para guitarra portuguesa, inéditos em disco, intuindo-se novo abalo sísmico na literatura do instrumento por este raro, desafiante e precioso compositor-intérprete.

“Irradiante” (do álbum “Resplandescente”, Mbari, 2014) https://soundcloud.com/mbari-m-sica/ricardo-rocha-irradiante
Álbum “Luminismo” (Mbari, 2010) https://ricardorocha.bandcamp.com
Entrevista no ‘Pessoal… E Transmissível’ na TSF http://www.tsf.pt/programa/pessoal-e-transmissivel/emissao/ricardo-rocha-amor-e-odio-pela-guitarra-897058.html

Concerto: Ricardo Rocha
Local: Noites de Verão no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
Data: 4 de Agosto
Horário: 19h30
Entrada: LIVRE

Calhau!                                

Von Calhau! nasceu no Porto em 2006 e “designa todo o trabalho produzido em bicomunhão prática por João Artur e Marta Ângela”. Desde a sua incepção tem desenvolvido um admirável contínuo transdisciplinar em artes visuais, filme e música. A sua produção de desenhos e obra (seri)gráfica, explorações em poesia visual, engenho de instrumentos musicais, idealização de figurinos e caracterização cenográfica, e apresentação pública de projecções de filmes, concertos, performances e lectures, evocando referências que vão desde Lygia Clark a Raymond Roussel bem como evidenciando um fascínio pelo “elitismo, às vezes esotérico, de certas manifestações da cultura popular (rural)” como qualificava João César Monteiro, em entrevista por alturas de ‘Veredas’, interpelam-nos a considerar as fabulosas dimensões fasciculadas que compõem a sua cosmologia calhauística. Realizações recentes em Lisboa incluem o espectáculo Tau Tau que esteve em cena por duas noites no Teatro da Politécnica, no âmbito da BoCA, e a exposição ‘Valun Chão’ na Galeria Pedro Alfacinha, consecutiva a ‘Rotornariz’ no mesmo espaço.

Site oficial http://www.einsteinvoncalhau.com
“Ú” LP (2016, KRAAK) https://voncalhau.bandcamp.com/album/-
Vídeo teaser “Ú” https://youtu.be/oQ3UGrXEqA8

Concerto: Calhau!
Local: Noites de Verão no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
Datas: 18 de Agosto
Horário: 19h30
Entrada: LIVRE

Primeira Dama

Manel Lourenço é desde o início de 2015 Primeira Dama e, a partir do aparecimento do colectivo e editora Xita, este rapaz lisboeta tem vindo a trabalhar com os seus amigos formas de transformar a natural afiliação em matéria relevante para o cancioneiro nacional. A história começou muito antes quando este se vê rodeado de músicos em toda a sua família, tanto paternal como maternal. Estudou música durante quase 10 anos da sua vida e encontrou instrumentos de criação e expressão musical, como o saxofone, obviamente o piano e os teclados, sem esquecer a sua desenvolta tessitura vocal que faz com que tenha aprendido a lidar com a melodia e a harmonia sem grande esforço. Lançou o debute “Histórias por Contar” no ano passado, gravado com a orientação de Filipe Sambado, uma coleção de cantigas pop atlânticas, uma foz de cafeína num mar de codeína, onde episódios do quotidiano, rasurados, abstractos, buscavam pelo universal a partir da sua experiência individual e geracional. Este Verão chega-nos o ambicioso novo disco, homónimo, gravado em Aveiro, com a ajuda preciosa de João Sarnadas (Coelho Radioactivo).

“Primeira Dama” (2017, Xita Records) https://xitarecords.bandcamp.com/album/primeira-dama
Vídeo “Rua das Flores” https://youtu.be/AK2Qi4Qz53I
Entrevista VICE https://www.vice.com/pt/article/wjqzk5/a-vida-real-de-uma-primeira-dama

Concerto: Primeira Dama
Local: Noites de Verão no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
Datas: 25 de Agosto
Horário: 19h30
Entrada: LIVRE