A base é o jazz.
Bifurca-se por muitos caminhos.
Cada instrumento tem a sua área.
Os sopros mais funk. O piano mais clássico. A guitarras mais rock. A bateria mais word, E o contabaixo mais jazz.
Da fusão nasce um som que se desconstrói e se une logo de seguida para nos fazer embarcar na viagem.
No barco marinheiros de alto gabarito.
O capitão Rua sempre bem disposto vai animando um salão cheio.
Pelas colunas um som que por vezes não é fácil, mas que nos encanta sempre.
Na bagem vem “Do Androids Dream of Electric Guitars?”, disco agora lançado pela Cleen Feed
Foi um serão intenso, que culminou com duas improvisações a partir do iphone de Vitor Rua.
Um concerto se jazz e não só, que vai ficar na lista dos melhores do ano.
Texto & Fotos Nuno Ávila
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