NOVO AMANHECER”, “ A MÁSCARA”, “JOGO VICIADO” E “CANÇÃO PAI FILHO” SÃO OS TEMAS AGORA APRESENTADOS EM VERSÃO INSTRUMENTAL
O lançamento do novo álbum “ A Linha do tempo” do guitarrista, compositor, cantor e produtor, sucede à ambiciosa homenagem ao seu instrumento e instrumentistas favoritos que foi A Guitarra a Tocar onde vários dos temas que compunham o álbum eram instrumentais com destaque nos arranjos para as guitarras. Na sequência desta sua forma habitual de compor música instrumental que por vezes evolui para temas cantados, também o inverso acontece, as suas canções, despidas da letra e em parte da sua melodia de voz, originam temas instrumentais que nos trazem novas sensações e sentimentos, através dos arranjos que revelam paisagens sonoras que ganham outro espaço e protagonismo, dando-nos uma perspectiva diferente e única dos temas que ouvimos inicialmente nas suas versões cantadas e que nos transportam para o universo musical instrumental do artista que sempre fez e fará parte da sua “ Linha do Tempo”.
“Novo Amanhecer”, “ A Máscara”, “ Jogo Viciado” e “ Canção Pai Filho” são os primeiros quatro temas em versão instrumentais do novo álbum “ A Linha do Tempo” a serem publicados, já disponíveis em todas as plataformas digitais.
Fernando Cunha (que se ocupa das guitarras eléctrica, baixo e sintetizadores) volta a rodear-se de amigos, cúmplices e aliados, companheiros de um longo percurso musical como João Gomes (teclados, baixos electrónicos e programações), João Alves (guitarra 12 cordas) e Francisco Cunha (bateria).
“Novo Amanhecer” - Instrumental, foi gravado entre a habitual base de trabalho de Fernando Cunha, o estúdio 1 Só Céu em Cascais, com baterias a serem captadas no Auditiv por Carlos Vales e misturas finais a cargo de Nuno Fernandes nos Great Dane Studios. O carimbo final, da masterização, foi dado por Gwyn Mathias, em Inglaterra. Neste trabalho, Cunha continua a explorar a clássica sonoridade que desenvolveu ao longo do tempo, partindo das guitarras para a construção de paisagens sonoras sofisticadas, com a electrónica a dar um válido contributo para a definição de uma personalidade musical vincada.
Essa personalidade marcou não apenas projetos como a Resistência, histórico coletivo que já leva três importantes décadas de atividade, mas também os eternos Delfins, grupo para que assinou, em estreita parceria com Miguel Ângelo, todos os grandes sucessos que marcaram gerações e que agora vão inspirar uma série especial de concertos de celebração marcados para o próximo ano, incluindo o Rock In Rio, oportunidade para um encontro dos milhares de fãs com um dos mais aplaudidos cancioneiros pop-rock nacionais de sempre.

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