A base está no post rock.
Só que os Indignu vão mais longe ao juntarem às guitarras baixo e bateria, um violino, piano, xilofone e teclas.
Assim o concerto oferece-nos momentos quase em estão sónico, onde as muralhas de guitarras imperam, misturados com outros de pura introspeção.
Em cima do palco o grupo de Barcelos desfilou "Odyssea" de uma ponta à outra. Quase sem paragens.
Um trabalho conceptual que funciona quase como uma banda sonora que nos leva a criar imagens, quase todas elas com o mar de fundo.
Este foi um concerto de sensações intensas.
A banda mostrou-se confortável denotando uma rodagem de palco.
E por momentos esqueceu-se a chuva que caía lá fora. Cá dentro o Salão Brazil aquecia ao som dos Indignu.
Texto & Fotos Nuno Ávila
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