1 - Actvs Tragicvs - Le pchêur et son âme
2 - 7TV - Dressed in all black
3 - The Manchesters - love my way
4 - Lovedust - Life gos one
5 - Decline And Fall - Rome
6 - Wolf X - A silent blade
7 - Ena Pá 2000 - Ana Maria
8 - PZ - Sempre que te vejo (C/ Toy)
9 - Tó Trips & Fake Latinos - Rua escura
10 - Expresso Transatlântico - Não pares povo
11 - Estaca Zero - Corridinho manouche
12 - Raia - Sais da cinza (C/ Omiri)
13 - Rui Fernandes - Ares de milonga
14 - Miramar - Fado marafado
15 - Orlando Cohen - Lullaby
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
terça-feira, 21 de julho de 2026
PROGRAMA DE 21/07/26
BONS SONS PARA ALÉM DA MÚSICA: CINEMA, CONVERSAS, PERCURSOS, OFICINAS, ATIVIDADES PARA TODA A FAMÍLIA E MUITO MAIS
Para além da programação musical, o BONS SONS volta a ocupar toda a aldeia com uma programação que reúne cinema, conversas, percursos, oficinas, exposições e atividades para todas as idades.
Artes performativas
Entre os destaques está a parceria com a Materiais Diversos, que apresenta duas propostas de criação contemporânea: Conto Preto, obra coreográfica de Nala e que cruza as espiritualidades do Candomblé com a cultura ballroom, celebrando a ancestralidade, a identidade e a resistência de corpos negros e queer; e Fazer Ideia, de João Grilo & Inês Campos, uma performance entre texto, gestos coreografados, lipsync, música ao vivo e ações simbólicas, uma coreografia social onde público e performers, em diálogo com o lugar e o contexto, partilham tempo, escuta e presença.
Conversas e debates
Em parceria com o Gerador, realiza-se um ciclo de conversas dedicado ao conceito de lugar. Ao longo dos quatro dias do festival, nomes de diferentes áreas refletem sobre o futuro, a liberdade artística, a diversidade de vozes e o papel das comunidades, com a participação de Leonor Rosas, Paulo Lopes Silva, Mynda Guevara, Ana Paula Costa, Maria João Valente Rosa, Magda Henriques e Rita Cortezão.
A programação inclui ainda Um País Morto Não Pode Fazer Uma Cultura Viva, conversa promovida pela Fundação José Saramago, moderada por Ricardo Viel, com Patrícia Portela e Sérgio Machado Letria para refletir sobre cultura, desigualdades e intervenção artística a partir da obra de José Saramago.
No âmbito do concerto de Luca Argel, o músico e escritor participa numa conversa com a sexóloga Tânia Graça, sobre a situação do homem e da masculidade hoje em dia, enquanto a Música Portuguesa A Gostar Dela Própria promove Eu Fui ao Mar às Laranjas, encontro sobre criação de públicos, democratização do património imaterial e preservação do arquivo audiovisual, com Tiago Pereira, João Moura e Nuno Costa.
Cinema
O Curtas em Flagrante, mostra itinerante de curtas-metragens de língua oficial portuguesa, regressa ao BONS SONS com três sessões no Auditório Agostinho da Silva, incluindo uma especialmente dedicada ao público infantil.
A música portuguesa chega também ao grande ecrã através de longas-metragens, com dois documentários: Paraíso, realizado por Daniel Mota, e produzido por João Ervedosa e Maria Guedes, que revisita o nascimento da cultura rave em Portugal e a evolução da música eletrónica nacional, e Percursos Alternativos – Ecos de Garagem: o Rock em Viseu nos anos 80 a 90”, realizado por Rui Mota Pinto, com produção de Ana Bento, dedicado à cena musical alternativa viseense das décadas de 1980 e 1990.
Percursos
Entre as propostas para descobrir a aldeia destaca-se o percurso sonoro Cem Soldos para além do BONS SONS, criado por Ana Bento e Bruno Pinto, que convida o público a percorrer as ruas de auscultadores, revelando histórias, memórias e sons que aproximam visitantes e comunidade.
A associação 30POR1LINHA dinamiza novamente os Percursos Interpretativos da Biodiversidade, que dão a conhecer o património natural de Cem Soldos através da observação da fauna, flora e ecossistemas locais. Este ano, os percursos incluem ainda a oficina Bandeiras da Diversidade, orientada por Rute Campanha, que transforma a experiência de descoberta da natureza numa criação artística coletiva.
Oficinas
A Oficina Fritta apresenta duas propostas participativas: Okupamos Cem Soldos, uma oficina de criação coletiva de espaços de encontro a partir de materiais modulares, e O Dragão Maria João, dedicada à construção colaborativa de criaturas imaginárias que irão ocupar diferentes locais da aldeia ao longo do festival.
A programação inclui ainda uma Oficina de Canto e Toque Coletivo, com Liliana Abreu, que convida participantes de todas as idades a explorar o canto coletivo e o adufe através de repertório tradicional e contemporâneo.
A 30POR1LINHA promove também a oficina-jogo O Que Esconde a Aldeia, uma caça ao tesouro destinada a crianças e famílias que incentiva o contacto com os habitantes e as histórias de Cem Soldos.
Em parceria com a ECOX, que colabora com o BONS SONS no âmbito do plano de sustentabilidade, realiza-se o workshop Do Óleo ao Sabão, dedicado à reutilização de óleo alimentar usado e aos princípios da economia circular.
Exposição
Nos 20 anos do festival, a exposição 20 Anos, Aqui o Futuro Faz-se celebra o BONS SONS através do olhar das crianças e jovens de Cem Soldos. Desenvolvida em parceria com a SCOCS – Associação Cultural, a APEECS – Associação de Pais e Encarregados de Educação de Cem Soldos e a Escola do 1.º Ciclo de Cem Soldos – Agrupamento de Escolas Nuno Álvares de Santa Maria, reúne vídeos, entrevistas e um manifesto coletivo que refletem sobre a relação entre a comunidade e o festival.
Programação para toda a família
A programação para famílias volta a contar com a AEPGA – Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino, dedicada ao Burro de Miranda, volta ao BONS SONS. Ao longo dos quatro dias do festival realizam-se a Aula do Burro, Caminhadas com os Burros, o Jogo do Burro e a atividade Veterinário por um Dia.
A música tem também um espaço dedicado aos mais novos, com Sessões de Música para Bebés e Crianças, desenvolvidas a partir da Teoria de Aprendizagem Musical de Edwin Gordon, e com a Oficina de Instrumentos Musicais e Danças Tradicionais Portuguesas, orientada por Pedro Sousa, Vera Nunes e Ricardo Nunes.
Em parceria artística com Rui Paixão e Dona Edite, chega ainda o espetáculo Febre de Burro, produção dos Holy Clowns, concebida para contextos rurais e que estabelece uma relação próxima entre artistas, comunidade, natureza e território; e o espetáculo A Quinta dos Animais, de Inês Fonseca Santos, a partir da obra A Quinta dos Animais, de George Orwell, com encenação de Tonan Quito e interpretação de Cláudia Gaiolas.
Será possível participar no jogo Cem Soldos, Cem Moedas, que desafia visitantes de todas as idades a descobrir as cem moedas espalhadas pelas ruas da aldeia, criadas a partir de desenhos das crianças do Jardim de Infância e da Escola Básica de Cem Soldos, numa iniciativa que homenageia o nome e a história da aldeia.
Toda a programação paralela decorre entre 6 e 9 de agosto, em diferentes espaços de Cem Soldos. Os horários dos concertos e o programa completo podem ser consultados em breve em www.bonssons.pt
BLIND ZERO AO VIVO NO ROCK NO RIO FEBRAS E NO SANTA CRUZ OCEAN SPI
Os Blind Zero regressam à estrada no próximo fim-de-semana para dois concertos integrados na digressão de "Courage and Doom": no sábado, 25, no Rock no Rio Febras, em São Salvador de Briteiros, em Guimarães; e no domingo, 26, no Santa Cruz Ocean Spirit, na Praia de Santa Cruz, em Torres Vedras Ao vivo, Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes e Vasco Espinheira apresentam-se na companhia do guitarrista Pedro Vidal e do teclista Sérgio Alves, músicos convidados.
Com 32 anos de percurso, os Blind Zero continuam a dar provas de vitalidade e o mais recente "Courage and Doom" – do qual foram retirados os singles "Running Back to You" e "I Only Miss You When I'm Breathing" – são disso bons exemplos. O nono disco da banda percorre diversos estados de espírito, mas não procura sínteses. É um disco orgânico que vive da simbiose e recorte dos instrumentos do coletivo.
Trata-se de um disco intemporal onde os Blind Zero demonstram maturidade e lealdade à linguagem musical com que se deram a conhecer em 1994.
O GAJO AO VIVO
Desta vez, O GAJO estará no dia 25 de Julho em Arcos de Valdevez na LIVRINDIE, Feira do Livro Independente, e no dia 26 de Julho, estará no TRADFEST26 em Santiago de Compostela.
Ambos os concertos serão em formato duo com O GAJO na Campaniça e João Martins na Sanfona e Cavaquinho.
PRÓXIMAS DATAS:
- 25 Julho - Arcos de Valdevez - 26 Julho
- Santiago de Compostela
-14 Agosto - São Brás de Alportel (solo)
- 20 Agosto - Sines - 5 Setembro - Tavira
- 19 Setembro - Salvaterra de Magos (solo)
NOVO SINGLE DE RAUL RIBEIRO
Depois de It's Just a Memory, Raul Ribeiro apresenta PEACE Please, o segundo single de um projeto artístico que une música, cinema e emoção numa mensagem de paz, amor e esperança.
Com produção musical de Giovani Goulart, PEACE Please combina influências do rock, jazz, música clássica, sonoridades etno-tribais e linguagem cinematográfica, criando uma identidade artística própria.
O videoclipe dá continuidade à história iniciada em It's Just a Memory: um viajante do tempo regressa de um futuro devastado depois de descobrir que a humanidade perdeu aquilo que a tornava verdadeiramente humana: a capacidade de amar, de sentir empatia e de criar ligações genuínas.
Ao regressar ao presente, percebe que ainda existe tempo para mudar. É através da música que as vozes de Raul Ribeiro e José Cid se unem, lembrando que cada gesto de empatia, cada abraço e cada ato de amor podem alterar o futuro.
No último momento do filme, Eva, a filha mais nova de Raul Ribeiro, escreve apenas uma palavra:
LOVE
É nessa palavra que reside toda a essência de PEACE Please.
Mais do que um projeto musical, PEACE Please é um movimento artístico que procura utilizar a música e a imagem para inspirar reflexão, aproximar pessoas e recordar que o futuro ainda não está escrito.
Se esta mensagem fizer sentido para si, partilhe este vídeo.
O futuro começa nas escolhas que fazemos hoje.
NOVO SINGLE DE VIVIANE
Viviane revisita "Como Se Eu Fosse Tua", clássico de Lena d'Água, no terceiro avanço do álbum "Ela por Elas:
Viviane lança a 24 de julho o novo single "Como Se Eu Fosse Tua", terceiro avanço do álbum "Ela por Elas", com edição prevista para 25 de setembro de 2026.
Originalmente editado em 1980 pela banda Salada de Frutas, com letra de Luís Pedro Fonseca e Zé da Ponte e música de Zé da Ponte, o tema tornou-se um dos grandes clássicos da música portuguesa, eternizado pela interpretação de Lena d'Água.
Mais de quatro décadas depois, Viviane apresenta uma nova leitura desta balada pop-rock, transportando-a para o universo sonoro que caracteriza Ela por Elas. O novo arranjo privilegia a proximidade da voz, a contenção instrumental e uma abordagem mais contemplativa, revelando novas camadas emocionais de uma canção que continua profundamente atual.
Lançado no Dia Internacional do Autocuidado, o tema ganha uma nova leitura. A letra retrata o desgaste emocional de quem se anulou dentro de uma relação, deixando para trás a sua identidade, os amigos e os próprios interesses, até reconhecer a necessidade de quebrar esse ciclo de dependência. Uma mensagem que permanece particularmente relevante e que Viviane interpreta com delicadeza e maturidade.
"Neste álbum, as canções originais são desconstruídas e dão lugar a arranjos mais depurados, que abrem espaço à voz. Convidam a desacelerar e a escutar de forma mais contemplativa, como um porto de abrigo no final de um dia intenso." Viviane
Depois de "Alfama", editado a 13 de fevereiro, e de "Amor Errante", lançado a 1 de maio, "Como Se Eu Fosse Tua" reforça a identidade artística de Ela por Elas, o oitavo trabalho discográfico de Viviane.
O álbum presta homenagem às grandes vozes femininas da música portuguesa, revisitando temas que marcaram diferentes gerações através de uma linguagem musical contemporânea, inspirada no fado mediterrânico.
Além de "Como Se Eu Fosse Tua", Ela por Elas inclui interpretações de temas de Madredeus, Rádio Macau, Diva, A Naifa e outras referências incontornáveis da música portuguesa.
O novo álbum será apresentado ao vivo em: 6 de outubro, Teatro da Trindade, Lisboa
28 de outubro, Casa da Música, Porto
Os bilhetes já se encontram à venda, com preços entre 14€ e 20€ para Lisboa e 20€ para o Porto.
Em palco, Viviane é acompanhada por Tó Viegas, na guitarra portuguesa, Filipe Valentim, nos teclados, e João Vitorino, na viola acústica.
ORQUESTRA BAMBA SOCIAL ANUNCIA REGRESSO
A Orquestra Bamba Social encheu novamente o jardim secreto do Jangal Gastro Bar, junto ao Palácio de Cristal, na 6.ª edição da "Casa de Bamba" - Onde a Alegria Mora!, no passado sábado, 18 de julho. Com casa totalmente esgotada, a tarde confirmou o sucesso de um projeto que, desde que nasceu no ano passado, se tem afirmado como um dos pontos de encontro do verão portuense.
Depois da estreia a 23 de maio desta nova temporada, e com as duas edições totalmente esgotadas, a Orquestra Bamba Social promete novidades para as próximas edições e mantém a porta aberta a amigos e famílias. A próxima "Casa de Bamba" acontece já a 2 de agosto, no jardim do Palácio de Cristal.
A 6.ª edição contou com uma participação especial: diretamente do Rio de Janeiro, e em plena digressão europeia, Aline Paes fez uma paragem no Porto para se juntar à roda de samba da Orquestra Bamba Social. O público voltou a deixar-se levar pela energia única e icónica da roda de samba, num ambiente que cruza música, convívio e uma oferta gastronómica pensada especificamente para as tardes de verão.
Mais do que um concerto, a "Casa de Bamba" reafirmou-se como um abraço coletivo e intergeracional, que transforma o coração do Porto numa celebração da vida.
Os bilhetes para a próxima edição da “Casa de Bamba” já se encontram disponíveis nos locais habituais.
NIKI MOSS COM NOVO SINGLE
Depois de “Getting to the Bottom”, Niki Moss apresenta “Summer Feeling”, o segundo single de antecipação do seu próximo álbum. Com edição Street Mission Records e distribuição [PIAS], o tema chega a todas as plataformas digitais no dia 24 de julho.
“Summer Feeling” aprofunda algumas das temáticas centrais do novo disco: o fim dos ciclos, a memória e a passagem do tempo. A canção reflete sobre a forma como a memória reescreve o passado, suavizando as suas imperfeições e transformando experiências incompletas em recordações idealizadas. A nostalgia surge não apenas como saudade, mas também como aviso: esperar pelo futuro para reconhecer o valor do presente pode acabar por se tornar o nosso maior arrependimento.
Originalmente escrita e editada por Jonathan Richman, “Summer Feeling” é agora reimaginada por Niki Moss. A intimidade acústica e despojada do original dá lugar a uma versão densa, intensa e distorcida, concebida para ampliar a nostalgia da composição e exacerbar a carga emocional da letra.
Com uma produção marcada pela distorção, por camadas densas e por elementos de synth-pop, indie e rock alternativo, esta nova interpretação transporta a canção para o universo sonoro do álbum que se encontra a caminho, tornando-se uma peça central da narrativa emocional que atravessa o disco.
“Summer Feeling” estará disponível em todas as plataformas digitais a 24 de julho.
segunda-feira, 20 de julho de 2026
PROGRAMA DE 20/07/26
2 - Luís Vicente 4tet - Littler dance
3 - Vicente Oliveira Sexteto - Espaços
HOT AIR BALOON EM GAIA
Há muito que os Hot Air Balloon deixaram de ser apenas uma das bandas mais promissoras da nova música portuguesa. O percurso que têm vindo a construir, marcado por uma crescente circulação dentro e fora de Portugal, conhece agora um novo capítulo com a integração no cartaz do Morro Sonoro, em Vila Nova de Gaia. Ao lado de artistas como Tulipa Ruiz, Ana Frango Elétrico, Maria Luiza Jobim, Bezegol, Nunca Mates o Mandarim ou Asa Cobra, a banda de Braga confirma o lugar que tem vindo a conquistar entre os projetos mais relevantes da nova música independente em língua portuguesa.
Nos últimos anos, os Hot Air Balloon têm consolidado um caminho raro no panorama nacional. Depois da edição de Come This Far, editado também em vinil, a banda viu a sua música ultrapassar as fronteiras portuguesas, levando os seus concertos a Espanha, França e Irlanda e despertando o interesse de novos públicos e promotores internacionais. Paralelamente, a presença em alguns dos principais festivais e salas do país tem confirmado uma evolução sustentada, construída sem pressa, mas com uma consistência artística cada vez mais evidente.
A música dos Hot Air Balloon escapa às classificações fáceis. Entre a folk contemporânea, a pop independente e uma escrita de forte dimensão cinematográfica, o grupo criou uma identidade sonora reconhecível, onde o detalhe e a emoção ocupam um lugar central. É precisamente essa autenticidade que lhes tem permitido crescer de forma orgânica, conquistando espaço junto do público e da crítica sem nunca ceder à lógica da tendência ou da urgência.
A integração no Morro Sonoro representa mais do que uma nova data na agenda. O festival, que tem vindo a afirmar-se como um espaço privilegiado para a apresentação de propostas artísticas diferenciadoras, reúne nesta edição alguns dos mais estimulantes nomes da música contemporânea lusófona. Partilhar este cartaz significa integrar um contexto artístico de elevada qualidade e confirma o reconhecimento que os Hot Air Balloon têm vindo a conquistar junto de programadores e agentes culturais.
O concerto em Vila Nova de Gaia surge, assim, como mais um momento significativo de um percurso que continua a ganhar dimensão. Num tempo em que a velocidade parece ditar o sucesso, os Hot Air Balloon seguem um caminho diferente: o da construção paciente, da coerência artística e da convicção de que as canções encontram sempre o seu lugar quando existe verdade no que se faz. O Morro Sonoro será mais uma oportunidade para confirmar isso mesmo.
PRÉMIOS PLAY DE MUSICA TRADICIONAL ANUNCIAM VENCEDORES
Os Prémios Play Tradicional no Festival Artes à Vila celebram a excelência, a inovação e a preservação das músicas de raiz portuguesa. A edição deste ano destacou‑se pelo seu enorme sucesso, reunindo público, artistas e criadores num ambiente vibrante, participativo e profundamente celebratório. O festival reafirmou a sua relevância no panorama cultural nacional, mostrando que a tradição continua viva, dinâmica e em constante renovação. Nesta celebração, sobressaem projetos que, com mestria e autenticidade, renovam o património musical português. Aqui ficam os vencedores das categorias deste ano.
Vendedores desta edição
• Melhor Álbum de Música Tradicional - Cristina Branco
• Melhor Artista ou Grupo Tradicional - Retimbrar
• Melhor Álbum ou EP Instrumental -Amadeu Magalhães
• Melhor Recriação da Música de Raiz Tradicional - Omiri
• Prémio Guardião da Tradição (novo) - Octávio Augusto Fonseca Silva
BAPCAT CONTINUA A AFIRMAR-SE COMO UM DOS ARTISTAS MAIS INQUIETANTES DA MÚSICA URBANA PORTUGUESA COM O NOVO SINGLE "RESSACA"
Ao lado de xtinto, bapcat apresenta o 25.º episódio das Bapcave Sessions, o projeto que convida o público a entrar no estúdio e acompanhar, sem filtros, o nascimento de cada tema:
Depois de se afirmar como um dos artistas mais inquietantes da música urbana portuguesa, bapcat continua a consolidar um universo artístico muito próprio. "Ressaca", o novo single criado em parceria com xtinto, marca o 25.º episódio das Bapcave Sessions, um projeto onde a criação musical acontece de portas abertas e o processo criativo ganha tanto protagonismo como o resultado final.
Produzido por bapcat e escrito por xtinto, "Ressaca" mergulha num imaginário marcado pelo excesso, pela ironia e pelas consequências do dia seguinte. Entre memórias difusas, humor mordaz e uma escrita crua, o tema retrata uma geração que vive intensamente, sem esconder as suas contradições. A produção de bapcat acompanha essa narrativa com uma identidade sonora sólida e reconhecível, reforçando a sua capacidade de criar ambientes que se adaptam a cada colaboração sem nunca perder a assinatura que o distingue.
Criadas por bapcat, as Bapcave Sessions afirmam-se hoje como um dos projetos mais consistentes de criação colaborativa da música urbana nacional. Em cada episódio, um artista é convidado a entrar no universo criativo de bapcat e a construir um tema de raiz, enquanto todo o processo, desde a primeira ideia até à gravação final, é registado em vídeo e partilhado com o público.
Ao longo dos últimos episódios, as Bapcave Sessions receberam nomes como Joint One, ICARO, VSP AST, Espama Trincana, Isak, Zigarro e Armando Teles, afirmando-se como uma plataforma de descoberta, colaboração e experimentação artística. Com xtinto, bapcat reforça a identidade de um projeto que continua a crescer de forma orgânica e a reunir alguns dos nomes mais relevantes da nova música urbana portuguesa.
"Ressaca" já está disponível em todas as plataformas digitais. O 25.º episódio das Bapcave Sessions, que acompanha todo o processo criativo do tema, pode ser visto no canal oficial de bapcat no YouTube.
domingo, 19 de julho de 2026
CHEGA SINGLE DE WORD 1998
As canções deste álbum nasceram em Braga, em 1998 — escritas e gravadas por nós músicos jovens, com poucos recursos e muita urgência. O que resta desse momento é cru, honesto e inconfundivelmente daquela época(últimas faixas do disco). Este lançamento pergunta o que essas canções poderiam ter sido, gravadas agora — com o conhecimento, a tecnologia e a distância dos anos. Por isso produzimos as mesmas canções com recurso a inteligência artificial e é este o resultado.
Sobre "Picture"
- Faixa do álbum Word 1998
- Escrita por Sérgio Ferreira e Lourenço Gomes
- Tema original de 1998, reimaginado agora
- Nome do album: All it was. All it could have been.
Créditos históricos (gravação original, Braga, 1998)
- Lourenço Gomes (Leto) — guitarra e voz
- Vitor Carvalho — baixo
- Helder Azevedo — bateria
PROGRAMA DE 19/07/26
2 - Esteves Sem Metafísica - Sóbria
3 - Três Tristes Tigres - Terra prometida
4 - Vitória Vermelho - Não me o dês
5 - Márcia - Manhã bela
6 - Inês Sousa - Tornado
7 - U-Clic - Like
8 - 72 AM Radio - Modern superstar
9 - A. P. Braga - Lira
10 - João Afonso - Matope
11 - Carlos Peninha - Chão ardente
12 - Jorge Rivotti - Da-me uma rosa
13 - Lituo - Assim assim
14 - Lavoisier - Portugal não me respeita
15 - Cara de Espelho - D de denuncia
16 - Liquen - Cinzas, chreiro a limão
sexta-feira, 17 de julho de 2026
PROGRAMA DE 17/07/26
2 - The Acoustic Foundation com João Couto - Agora
VIRGEM SUTA LANÇAM SEGUNDO SINGLE DO NOVO ÁLBUM
O tempo tem uma forma singular de pôr tudo no lugar. Em "Ela Queria", agora apresentada numa nova versão acústica, essa ideia ganha ainda mais intimidade.
Segundo tema de avanço do álbum "Sala de Estar", a canção conta a história de um Romeu que, com o passar do tempo, se rende ao ímpeto de um amor alimentado pela sua "Julieta".
Entre humor, ironia e ternura, "Ela Queria" lembra-nos que, por vezes, contra todas as probabilidades, o tempo faz o seu caminho — e os finais felizes continuam a ser possíveis.
A nova versão acústica de "Ela Queria" já se encontra disponível em todas as plataformas digitais (ouvir aqui).
Entretanto, os Virgem Suta preparam-se para levar "Sala de Estar" aos palcos, numa digressão acústica que já tem três datas anunciadas: 17 de Outubro, no Cine-Teatro Oriental, em Aljustrel; 7 de Novembro, na Casa das Artes de Miranda do Corvo; e 8 de Novembro, no Coliseu Club, em Lisboa. Estes três concertos contam com o apoio da Fundação GDA, no âmbito do seu programa de apoio à circulação de espetáculos.
O disco "Sala de Estar" reunirá dez canções da banda em formato acústico, revisitando alguns dos momentos mais marcantes da sua discografia, como “Linhas Cruzadas”, “Dança de Balcão” e “Tomo Conta Desta Tua Casa”. Este novo trabalho assinala o início de um novo ciclo criativo, que ganhará vida em palco numa digressão nacional com arranque previsto para Outubro.
MXGPU LANÇA NOVO SINGLE 'THE HUSH'.
Depois de ‘rio’, MXGPU (Moullinex & GPU Panic), continuam a sua nova fase com ‘the hush’, tema escrito na reta final das gravações do álbum de estreia, Sudden Light.
MXGPU é a fusão de duas forças criativas, Moullinex e GPU Panic, com a sua colaboração enraizada em Lisboa, Portugal. O duo tem vindo a trabalhar em conjunto há vários anos, começando com ‘Innerchild’, um projeto cujo tema, estética e produção estabeleceram na perfeição as bases para tudo o que se seguiu até ao álbum de estreia ‘Sudden Light’ e à respectiva edição deluxe, que contou com remisturas de nomes como Xinobi, JOPLYN, Sam Shure, entre outros. Depois de ‘rio’, lançado pela Discotexas, sucede ‘the hush’ como o próximo passo desta nova era de MXGPU.
Depois de ‘rio’, MXGPU (Moullinex & GPU Panic), continuam a sua nova fase com ‘the hush’, tema escrito na reta final das gravações do álbum de estreia, 'Sudden Light'. ‘’Ainda estávamos completamente imersos no processo de composição, mas procurávamos criar algo mais energético e incisivo, sem perder a carga emocional que atravessa o álbum. Com vocais suaves e envolventes, a letra gira em torno da impossibilidade de deixar alguém ou algo para trás."
No coração da pista de dança, o duo afirmou-se como um dos atos ao vivo mais distintivos da música electrónica, oferecendo um espetáculo imersivo a 360° que remove quaisquer fronteiras entre o palco e público, com multidões esgotadas por toda a Europa, Ásia, América do Norte e do Sul.
Os lançamentos de MXGPU têm sido apoiados por nomes como &ME, Adam Port, Damian Lazarus e RÜFÜS DU SOL, tendo também músicas suas remisturadas por artistas como Patrice Bäumel. Atualmente em digressão mundial e depois de um concerto memorável de encerramento do Primavera Sound Porto, onde atuaram suspenso por uma grua de 30 metros de altura sobre o público, MXGPU tem presença confirmada em festivais como Gardens of Babylon, ADE e Tomorrowland, reforçando a ascensão contínua da dupla.
OUVE 'THE HUSH'
BAPCAT CONTINUA A AFIRMAR-SE COMO UM DOS ARTISTAS MAIS INQUIETANTES DA MÚSICA URBANA PORTUGUESA COM O NOVO SINGLE "RESSACA"
Ao lado de xtinto, bapcat apresenta o 25.º episódio das Bapcave Sessions, o projeto que convida o público a entrar no estúdio e acompanhar, sem filtros, o nascimento de cada tema.
Produzido por bapcat e escrito por xtinto, "Ressaca" mergulha num imaginário marcado pelo excesso, pela ironia e pelas consequências do dia seguinte. Entre memórias difusas, humor mordaz e uma escrita crua, o tema retrata uma geração que vive intensamente, sem esconder as suas contradições. A produção de bapcat acompanha essa narrativa com uma identidade sonora sólida e reconhecível, reforçando a sua capacidade de criar ambientes que se adaptam a cada colaboração sem nunca perder a assinatura que o distingue.
Criadas por bapcat, as Bapcave Sessions afirmam-se hoje como um dos projetos mais consistentes de criação colaborativa da música urbana nacional. Em cada episódio, um artista é convidado a entrar no universo criativo de bapcat e a construir um tema de raiz, enquanto todo o processo, desde a primeira ideia até à gravação final, é registado em vídeo e partilhado com o público.
Ao longo dos últimos episódios, as Bapcave Sessions receberam nomes como Joint One, ICARO, VSP AST, Espama Trincana, Isak, Zigarro e Armando Teles, afirmando-se como uma plataforma de descoberta, colaboração e experimentação artística. Com xtinto, bapcat reforça a identidade de um projeto que continua a crescer de forma orgânica e a reunir alguns dos nomes mais relevantes da nova música urbana portuguesa.
"Ressaca" já está disponível em todas as plataformas digitais. O 25.º episódio das Bapcave Sessions, que acompanha todo o processo criativo do tema, pode ser visto no canal oficial de bapcat no YouTube.
VELEZ NAS PLATAFORMAS DIGITAIS
Dois álbuns marcantes da discografia de Velez são reeditados hoje nas plataformas digitais.
Em 2005 lançou "Luz in the Night" através da WardRecords - JVC Japão, o terceiro álbum de originais; com produção de Markus Britto e Jorge Cervantes. O álbum reflete a forte ligação de Teresa Velez à música brasileira, destacando-se a sua interpretação de "Berimbau", de Baden Powell e Vinícius de Moraes, a par de composições de João Di Sabbato e Renato Corrêa. Este último assina, em parceria com Markus Britto, o tema que dá título ao álbum.
Em 2008 regressa com "Continuando…", o seu quarto álbum de originais, produzido por Markus Britto, tendo sido lançado através da LaikaRecords (Alemanha). O trabalho reúne novas composições e inclui uma versão de "Esse Cara", de Caetano Veloso, assinalando também o reencontro artístico com o compositor Renato Corrêa e a letrista Kris Kopke.
Hoje com estas reedições, a Farol Música recupera dois momentos fundamentais da carreira de Velez.
PZ CONVIDA TOY PARA NOVA MÚSICA
© Rui Murka
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"Sempre Que Te Vejo"]O amor está no ar…
“Sempre Que Te Vejo” é uma homenagem bem-humorada às canções romântico-popular portuguesas, evocando um imaginário que marcou gerações e que continua a fazer parte da memória coletiva. Entre a sátira e o carinho, PZ revisita esse universo sem preconceitos, celebrando uma forma muito portuguesa de cantar o amor:
Esta era uma música que vivia na minha cabeça há algum tempo. Uma espécie de ode às músicas romântico-popular portuguesas que tiveram o seu apogeu nos anos 80, com nomes como Marco Paulo a surgirem imediatamente na memória. O Toy começou precisamente nessa altura, mas teve uma capacidade rara de se reinventar, de se assumir exatamente como é e de viver sempre para a música. Tornou-se um dos ícones da música portuguesa e também da nossa cultura popular. Foi por isso um enorme prazer convidá-lo para esta canção. Fiquei muito feliz por ter aceitado o desafio, confirmando aquilo que sempre pensei do Toy: é um artista curioso, disponível e aberto a cruzar-se com universos diferentes.
O videoclip de "Sempre Que Te Vejo" volta a ser realizado por Vasco Mendes, mantendo a identidade visual que acompanha todo o "Álbum de Família". A produção musical foi gravada e misturada por Zé Nando Pimenta nos Estúdios Arda. As vozes foram gravadas em Setúbal. Porque se o Toy não vai à montanha… a montanha vai ao Toy.
Disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, "Sempre Que Te Vejo" integra o calendário mensal do "Álbum de Família" de PZ, projeto que, ao longo de 2026, vai revelar 12 músicas, 12 convidados, e culmina numa edição especial em vinil no final do ano.
















