terça-feira, 19 de maio de 2026

BRUNO CELTA REVELA "ATLAS": O SEGUNDO AVANÇO DO ANSIADO ÁLBUM "AD ASTRA PER ASPERA#

 



















Depois de ter capturado as atenções com o lançamento de "La Vendetta" — apresentado e estreado ao vivo nos ecrãs da V+ TVI — Bruno Celta prepara-se para elevar a fasquia. No próximo dia 29 de maio, o artista da Farol Música lança "Atlas", o segundo single de antecipação do seu próximo trabalho discográfico.

PRE-SAVE AQUI - https://orcd.co/qkvkej5

Se "La Vendetta" abriu a porta para esta nova fase, "Atlas" corre definitivamente a cortina. O tema revela a nova identidade artística de Bruno Celta: uma estética sonora mais robusta, carregada de densidade emocional e influências que mergulham no universo Emo e Rock alternativo.
É um manifesto de maturidade técnica e criativa que mantém a coerência com o capítulo anterior, mas que não tem medo de explorar texturas mais pesadas.

A Arte do Controlo Total

Fiel ao seu percurso como artista 360º, "Atlas" é uma prova do virtuosismo de Bruno Celta. O músico assume novamente o papel de compositor, produtor e multi-instrumentista, tendo gravado e misturado o tema na íntegra. Para garantir a excelência sonora final, a faixa contou com a masterização de Rui Dias, selando uma colaboração de peso que garante ao single um impacto de nível internacional.

O Caminho para outubro

"Atlas" serve como o pilar central de sustentação para o que aí vem. Este lançamento é o prelúdio ideal para "Ad Astra Per Aspera", o novo álbum de originais com data de saída prevista para outubro. O título parece espelhar a densidade e o esforço criativo que Bruno Celta tem impresso nesta nova era.
Preparem-se para uma viagem! O peso de "Atlas" chega a todas as plataformas digitais no dia 29 de maio.

SOBRE BRUNO CELTA:

Artista multifacetado sob a chancela da Farol Música, Bruno Celta é reconhecido pela sua capacidade de transitar entre a composição, a performance e a produção técnica. Com uma sonoridade que funde a sensibilidade melódica com a energia do rock, tem-se afirmado como uma das vozes mais autênticas e completas do panorama musical atual.

HOURSWIL LAMÇAM DISCO PELA ETHEREAL SOUND WORKS





















HOURSWILL, banda de prog metal/rock de Lisboa. Ensemble é o seu 4° trabalho de originais a ser editado através da Ethereal Sound Works. Foi gravado nos Pentagon Audio Manufacturers e produzido por Fernando Matias e pela própria banda. Contém 8 temas, sendo um deles a versão de uma canção de um dos mais respeitados compositores da música portuguesa, Fausto Bordalo Dias, e que conta com a participação especial do multi-instrumentista Luís Simões dos Saturnia. 

Fazem actualmente parte do colectivo, o vocalista Leonel Silva, os guitarristas Tainan Reis e José Bonito, o baixista Pedro Burt Costa e o baterista Nuno Peixoto. 

Fundados no já distante ano de 2009, contam na sua discografia, para além do single de apresentação de 2009 e uma demo em 2011, com os álbuns "Inevitable" de 2014, "Harm Full Embrace" de 2017, " Dawn Of The Same Flesh" de 2019 e ainda o EP "AfterHours" de 2020.  

segunda-feira, 18 de maio de 2026

D'ALMA APRESENTA EP DE ESTREIA "PSICATRIZES"





















Fotografia: Rodrigo Anjos

O cantor e compositor dá-se a conhecer através de um conjunto de canções Pop Rock com influências de música alternativa, que transformam vulnerabilidade e autoconhecimento num manifesto honesto e profundamente pessoal.

“PSICATRIZES” é o primeiro EP do cantor e compositor D'Alma, já disponível nas plataformas digitais. Composto por sete canções, o curta duração explora as cicatrizes emocionais e, por isso, invisíveis, que resultam das suas vivências e experiências pessoais. Com uma sonoridade entre a Pop e o Rock, fortemente influenciada por música alternativa, o artista apresenta um manifesto honesto e profundamente pessoal sobre temas como ansiedade, dúvida, culpa e aceitação. Cada faixa contém fragmentos de um mesmo universo, marcado pela introspeção e pelo autoconhecimento.

Nas palavras de D'Alma, "PSICATRIZES" é um trabalho que "vive do contraste entre melodias luminosas e letras mais densas. Tentei que as canções apresentassem uma energia cativante e envolvente, para revelar uma dimensão mais crua e vulnerável, que refletisse a dualidade entre o exterior leve e o interior carregado que define o conceito do projeto. É um retrato honesto das batalhas internas e um convite a transformar vulnerabilidade em força, dando forma musical às marcas que nos moldam".

D'Alma assina todas as letras e compôs as melodias com os produtores COZY - reconhecidos pelas colaborações com artistas como Aragão ou VSP AST -, Alexandre D'Carvalho, David Morfeu e David Lopes. O curta duração conta, ainda, com vozes adicionais de Lázaro, Catarina Guinot, Ema Monteiro, Tiago Barbosa e David Morfeu.

"PSICATRIZES" foi antecipado pelos singles 'INÉRCIA', editado em 2025, e 'MESA P’RA 2', lançado em março de 2026. O curta duração é acompanhado pelo videoclipe para a faixa 'PSICATRIZES', com realização da GOYA Films, um coletivo formado pelos fotógrafos e videógrafos Mafalda Alves Lopes, Rodrigo Duarte e JOVY que, individualmente, já fotografaram artistas como Capitão Fausto, Carolina Deslandes, Os Quatro e Meia, Pedro Abrunhosa, pikika e Ricardo Ribeiro, entre outros.

"O vídeo da 'PSICATRIZES' explora a tensão entre controlo e colapso, entre contenção e explosões de energia, numa viagem introspectiva marcada pela culpa, pela ansiedade e pela fragmentação da identidade. Quis que refletisse aquilo que se passa dentro da minha cabeça. Não é uma história linear, mas sim uma sensação, algo que se constrói entre a tensão e a libertação para dar forma às cicatrizes invisíveis que cada um carrega", partilha o cantor e compositor.

D’Alma estreia-se com um projeto que transforma fragilidade em força e identidade artística e afirma-se na indústria musical nacional com uma escrita emocionalmente crua e uma sonoridade pop rock intensa e enérgica. "PSICATRIZES" está disponível em todas as plataformas digitais.

D’Alma é o alter ego artístico de Filipe Pereira. Cantor, compositor e performer com experiência professional em Teatro, cuja abordagem artística combina sensibilidade e força, aliadas a uma voz distinta e uma presença em palco magnética. 

A ligação de D'Alma à música começou com a paixão pelo ukulele e rapidamente evoluiu para o desejo de explorar diferentes sonoridades e linguagens musicais. Deixa-se inspirar pela música de artistas como Ornatos Violeta, Imagine Dragons, Capitão Fausto, RAYE e SLOW J e a sua escrita reflete influências de Billie Eilish ou Carolina Deslandes.

A participação no The Voice Portugal em 2020 - com uma Prova Cega que se tornou viral e soma mais de 900 mil visualizações -, foi um ponto de viragem e reforçou a vontade de construir uma identidade musical autêntica e emocionalmente honesta. Regressou ao programa em 2025 e alcançou as galas em direto. Nessa altura, tinha já editado o single de estreia, 'O Jogo', produzido por Twins (ÁTOA, Fernando Daniel, Vizinhos).

Em 2025 lançou 'INÉRCIA', tema através do qual consolidou a sua identidade artística e revelou uma sonoridade pop rock mais definida e distinta da que tinha explorado até então. Essa estética entre o indie e o mainstream abriu caminho para 'MESA P’RA 2', editado no ano seguinte como antecipação ao primeiro EP. Intitulado "PSICATRIZES", o curta duração afirma uma abordagem contemporânea ao Pop, com letras introspetivas que exploram vulnerabilidade, autoconhecimento e as cicatrizes invisíveis que moldam quem somos.

DUQUES DO PRECARIADO ANUNCIADOS NO NOS ALIVE 2026

 



















Os Duques do Precariado acabam de ser confirmados no cartaz do NOS Alive, atuando no próximo 9 de julho no Coreto Stage. O concerto integra a digressão de apresentação de Encarnação, o mais recente disco da banda, editado no início deste ano.

O primeiro concerto de apresentação do álbum aconteceu a 30 de janeiro, no Salão Brazil, em Coimbra, assinalando o arranque de uma série de atuações que têm levado os Duques do Precariado a vários pontos do país. A passagem pelo NOS Alive representa agora um novo momento nesse percurso, levando ao festival um espetáculo assente na dimensão coletiva que marca Encarnação.

Descrito pela banda como um disco anti-Máquina e pró-Carne, Encarnação nasceu da vontade de criar “um trabalho do tamanho da banda”, privilegiando a presença, a relação entre músicos e a intensidade do encontro em palco. Entre folk experimental, canção desconstruída e aquilo a que os próprios chamam “Folclore Independente” ou “Etno-novidades”, os Duques do Precariado têm vindo a afirmar uma linguagem singular na música portuguesa contemporânea.

“As letras são desconfortáveis, cantam as aflições da carne, a morte dos que amam, a própria morte, e a morte do mundo conhecido. Cantam o amor e as suas imitações especiosas”, refere a banda sobre o universo temático do disco.

A atuação no Coreto Stage integra a atual digressão dos Duques do Precariado, que passou já por Coimbra, Odemira, Lisboa, e continuará ao longo do verão com novas datas por anunciar.

DATAS CONFIRMADAS

18 de junho — Aveiro, Novas Quintas — Teatro Aveirense
9 de julho — NOS Alive - Coreto Stage
11 de julho — Cistermúsica
23 de julho — Sines, Festival Músicas do Mundo
24 de julho — Mêda+

CRAVO LANÇA "VALSA DO CEPO TORTO" A 22 DE MAIO

 



















Com 2:37 de duração, a canção parte da comparação entre o autor e um cepo torto — um pedaço de vinha que já não dá grandes frutos, mas que continua, ainda assim, a produzir qualquer coisa. É uma música sobre sentir que nunca se chega onde se queria chegar, sobre estar preso a uma certa sensação de perda e desalinho, independentemente do que se faz.

Mais uma vez, cravo escreve a partir de um lugar emocional pesado, mas sem dramatismo excessivo. “Valsa do Cepo Torto” assume-se como uma reflexão simples sobre continuar a existir e criar, mesmo quando a sensação é a de estar constantemente fora do sítio certo.

Musicalmente, a faixa aproxima-se de uma ideia de música portuguesa feita num t0 — crua, próxima e artesanal. A principal referência acaba por ser o universo de Manuel Cruz, sobretudo na forma como a canção coloca o poema no centro de tudo.

“Valsa do Cepo Torto” sucede a “Bem-vindos”, “À Margem”, “Salta Desse Barco”, “Castigo”, “Chuva”, “No Fundo”, “De Lado”, “Direito” , “Lição” , “Fá Sustenido” e “O Mar Que Eu Fiz” mantendo a lógica de lançamentos regulares do projeto. Em paralelo, cravo continua a trabalhar no seu primeiro álbum.

 O single estará disponível em todas as plataformas digitais a 22 de maio de 2026.

PEDRO DO VALE LANÇA NOVO SINGLE 'NÃO SEI ONDE VAIS'





















Fotografia: Lucas Coelho

Cantor e compositor regressa com uma canção entre a Pop, a Soul e o R&B, que dá início a uma nova etapa criativa e antecipa outros lançamentos previstos para 2026.

Pedro do Vale apresenta 'Não Sei Onde Vais', o novo single coescrito com Pedro da Silva Martins (Lena D'Água, Deolinda) e Rita Onofre (IOLANDA, Aurea) e com a composição e desenvolvimento harmónico trabalhados com o músico e produtor Francesco Meoli (Janeiro, Ana Mariano). Esta é uma canção Pop influenciada por Soul e R&B que reflete sobre a frágil fronteira entre o controlo e a perda do mesmo.

"Este tema fala sobre compulsividade e sobre essa linha ténue entre o controlo e a perda dele. É sobre quando somos nós a guiar e, de repente, já estamos a ser guiados, seja numa relação, por emoções ou até por padrões mais profundos que carregamos. A canção vive dessa dualidade entre seguir alguém ou algo e perceber se ainda somos nós que estamos no controlo, ou se já estamos só a ir. É uma narrativa muito pessoal, porque me identifico com essa forma intensa de viver. A música acaba por refletir a tendência de me entregar por completo, mesmo sem saber bem para onde estou a ir", afirma o artista.

"Ao mesmo tempo", acrescenta Pedro do Vale, "também fala da forma como a arte entra na minha vida. Antes de qualquer ambição ou carreira, é para mim um estilo de vida, é a forma que eu tenho de aspirar a felicidade. Mesmo com todos os altos, baixos e desgostos durante o processo, há sempre essa intenção de encontrar algo verdadeiro e por si só belo e de alguma forma poder partilhar isso com o mundo".

O videoclipe acompanha a dimensão íntima e introspetiva da canção, através de um conceito desenvolvido por Pedro do Vale com os realizadores Billy Verdasca (Mike El Nite, João Maia Ferreira) e Henrique Rocha, (xtinto, VSP AST).

“Sendo um tema muito pessoal, o videoclipe desenvolve-se num registo mais introspetivo. Explora ideias de repetição e controlo, em diálogo com um impulso mais intuitivo. Procurei traduzir esse equilíbrio de forma visualmente poética, partindo também da minha prática como artista plástico, trabalhando formas e deixando que o próprio processo orientasse o caminho. O meu foco nunca foi "ser artista”, mas antes viver da criação e encontrar aí um espaço de realização. Neste momento, sinto-me estável, com o processo criativo como principal motor", afirma o músico e cantor.

Com 'Não Sei Onde Vais', Pedro do Vale reforça um percurso multidisciplinar, no qual música, artes visuais e criação poética coexistem de forma orgânica, como partes de uma mesma linguagem artística. Algures no espaço sonoro entre a Pop, a Soul e o R&B, o single - já disponível em todas as plataformas digitais - antecipa um novo capítulo na sua trajetória musical e afirma uma identidade em constante construção ou, nas palavras do próprio artista, "imperfeita e em movimento".

Cantor, compositor e artista plástico, Pedro do Vale cruza música, pintura, desenho e cenografia como formas de expressão. Já editou um EP e vários singles e foi distinguido com um Prémio Design Galp Energia e um Prémio Galp Energia Arte, afirmando-se como uma voz sensível e multidisciplinar no panorama artístico contemporâneo. Nasceu no Barreiro, em 1990, e cresceu entre Ourém Faro, desenvolvendo desde cedo uma acentuada ligação à arte, influenciada em partes iguais pelo ambiente rural, pela proximidade do mar e pelo pai, dedicado à construção artesanal de instrumentos musicais.

Com apenas 13 anos assinou o primeiro mural - dedicado ao 25 de Abril de 1974 e que revelou a sua precoce consciência estética e social -, aos 15 venceu o Concurso de Ilustração Sophia de Mello Breyner Andresen e em 2009 ingressou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde concluiu o curso de Desenho. Entre Portugal e os Estados Unidos da América, começou a comercializar o seu trabalho, participou em diversas exposições e realizou encomendas institucionais, como retratos e um mural. Atualmente integra a residência artística do Taguspark. Na área da cenografia, trabalhou em Teatro e tem vindo a desenvolveu trabalhos para artistas como Janeiro, Tiago Nacarato, Ana Mariano e xtinto.

A par das artes plásticas, iniciou ainda jovem, os estudos de música clássica no Conservatório Canto Firme de Tomar. Como músico e compositor, Pedro do Vale tem vindo a afirmar uma abordagem à arte como espaço de questionamento, equilíbrio, sensibilidade e conexão, no qual a beleza emerge também do erro e da sua superação. Lançou o primeiro EP, em 2021, "Umbilical", com produção do cantor, músico e produtor brasileiro Paulo Novaes (Leo Middea, ANAVITÓRIA) - distinguido com um Latin Grammy em 2023 -, ao qual seguiram diversos singles e um espetáculo de música e poesia com Pedro Giestas. O novo single 'Não Sei Onde Vais' está disponível em todas as plataformas digitais.

CARLOS FÉLIX ESTÁ DE VOLTA COM NOVO SINGLE 'FICA'





















Fotografia: Joanna Correia

Após a estreia discográfica com 'Um Amor Assim' e 'Quero Ir', o novo tema reforça a identidade artística pop do cantor, compositor e ator.

'Fica' é o novo single de Carlos Félix. Já disponível em todas as plataformas digitais, a canção pop com uma estética eletrónica foi escrita pelo artista em colaboração com Rita Onofre e apresenta uma reflexão sobre relações intensas e ambíguas.

Nas palavras de Carlos Félix, 'Fica' "vive na tensão entre risco e atração. Aquele segundo em que decides não pensar, só agir. É sobre desejo e ego mas também sobre vulnerabilidade, quase como um jogo silencioso entre duas pessoas que sabem exatamente o que estão a fazer, mas fingem que não. Há aquela sensação de ‘isto pode correr muito bem ou muito mal’ e é precisamente isso que o torna viciante. Mas mais do que uma história linear, este tema é um retrato emocional de uma geração que vive intensamente, mas que quer sempre proteger um pouco de si".

Com este novo single, o cantor e compositor não pretende contar uma história no sentido tradicional da palavra, mas antes traduzir um estado. 'Fica', acrescenta Carlos Félix, reflete "aquela energia de quando tudo está a acontecer depressa demais e, mesmo que não distingas o que é certo ou não, o que tu decides é ir atrás na mesma, seguindo o teu instinto. A letra reflete isso: frases diretas, imagens rápidas, quase como flashes de memórias de uma noite ou várias. E este tema foi sendo construído à volta desse conceito, quase como um mantra levado ao limite - que depois até aparece literalmente na repetição do verso ‘sigo a tua dança’".

A produção de NED FLANGER - que já trabalhou com artistas como JÜRA e INÊS APENAS - constrói uma base rítmica pulsante, na qual baixo e percussão conduzem a música com a intensidade e urgência que a letra carrega. O resultado é uma canção que transmite uma energia crua, imediata, trabalhada de forma intuitiva e sem excesso de racionalização. o vídeo de 'Fica' prolonga a tensão emocional para o plano visual, através da realização a cargo da dupla MANA A MANA - composta por Ana Ladislau e Joanna Correia, reconhecida sobretudo pelas colaborações com a cantora JÜRA.

"O videoclipe constrói uma atmosfera através de uma estética cuidada, meio surrealista, que cruza cenários estranhos mas ao mesmo tempo muito familiares, com um cenário íntimo e próximo de casa, criando um jogo de controlo e descontrolo da nossa emoção. Esta linha de ritmo e repetição criada também pela Joanna Correia e pela equipa MANA A MANA, acaba por resultar numa identidade que se traduz no polido e no imperfeito a coexistirem. E essa é uma imagem que eu estou a gostar muito de explorar", conta Carlos Félix.

Editado após 'Um Amor Assim' e 'Quero Ir', o novo single surge numa fase de afirmação para o cantor e compositor, marcada por uma maior consistência e clareza artísticas. Já disponível nas plataformas digitais, 'Fica' vem confirmar Carlos Félix como uma das vozes em ascensão da nova pop nacional.

Cantor, compositor e ator, Carlos Félix teve o primeiro contacto com a música no seio familiar, por influencia da avó materna, que canta frequentemente nos serões em família e é a sua inspiração maior no modo como vê, ouve e cria música. Foi também a avó que despertou nele a vontade de estudar e desenvolver as suas capacidades enquanto cantor e músico. Ingressou, assim, no Conservatório de Música de Coimbra em 2007, onde se formou em Canto e Guitarra Clássica. Em 2009 chegou à semifinal do programa de talentos "Uma Canção para Ti". Cantou depois em bandas de covers e atuou diversas vezes ao vivo em Coimbra, a sua cidade Natal, e por toda a zona centro.

Radicado em Lisboa, Carlos Félix tem vindo a investir também na formação como ator, junto de renomeados atores e encenadores nacionais e internacionais como Ricardo Neves-Neves, São José Correia, Marco Medeiros, Ricardo Conti ou Lorena de Las Bayonas. Estreou-se na companhia de teatro conimbricense “Teatrão”, participou em várias novelas entre 2019 e 2022 e em 2023/2024 protagonizou o musical “Quando for Grande Quero Ser”, encenado por Ricardo Conti. A estreia como protagonista num projeto de ficção aconteceu no ano de 2024 em "Tony”, uma série biográfica sobre Tony Carreira coproduzida pela Amazon Prime e TVI. Atualmente integra o elenco da novela "Amor à Prova".

Na música, é influenciado por cantores e compositores icónicos como Johnny Cash, Frank Sinatra e Elvis Presley mas, também, pelos contemporâneos John Legend, Josef Salvat e Stephen Sanchez e os portugueses Rui Veloso e Pedro Abrunhosa. Carlos Félix tem como objetivo conectar diferentes gerações, desde as mais jovens, que se deixam conquistar por uma sonoridade épica e diferente, como as mais velhas, que vão certamente sentir-se nostálgicas ao ouvir as suas composições. Veio sobretudo para cantar o amor nos seus mais diversos estados - seja amor próprio, amor nas relações ou amor pela família -, um amor escrito de forma a que qualquer pessoa se identifique.

É no início de 2025 que Carlos Félix dá início ao seu percurso discográfico, com o lançamento do primeiro single 'Um Amor Assim', com uma sonoridade pop e uma estética retro, inspirada pelos clássicos dos anos 60 e 70, coescrito com Rita Onofre e produzido por Ricardo Ferreira, que colaborou com Aurea no inicio da carreira da artista. Seguiu-se 'Quero Ir', que combina pop e eletrónica com a energia orgânica do piano e do violino, cuja produção ficou a cargo de NED FLANGER (IOLANDA, JÜRA, INÊS APENAS, João Maia Ferreira). Já em 2026, o cantor e compositor lança 'Fica', tema com o qual reafirma a sua estética e identidade Pop.

HOT CLUB SONG FEST 2026





















A Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal é a mais antiga escola de jazz do país, tendo iniciado a sua atividade em 1979. Ao longo de décadas, tornou-se uma referência na formação musical em Portugal - não apenas no jazz, mas em todos os estilos que com ele dialogam.

A formação em jazz é, pela sua natureza, transversal, dando competências que transcendem géneros e fazem com que os seus músicos profissionais sejam procurados nos mais diversos contextos. Não é por acaso que tantos nomes da Pop, do Rock ou do Fado têm raízes no Hot Clube.

Mais recentemente, a escola tem atraído músicos que, após construírem uma base sólida no jazz, enveredam por carreiras próprias - escrevendo e interpretando as suas canções. Foi esse o percurso de Bruno Pernadas, Margarida Campelo, Beatriz Pessoa, Ana Lua Caiano, João Borsch e Inóspita, entre tantos outros.

Em resposta a esta crescente procura por uma abordagem mais centrada na canção, foi criada a disciplina de Songwriting, orientada por Joana Espadinha e João Firmino, dois músicos de referência no panorama nacional da Pop e do Rock, cuja formação teve igualmente lugar na escola do Hot Clube. Esta disciplina surge, assim, como um espaço dedicado a alunos que, partindo da formação em jazz, procuram desenvolver um percurso autoral mais direcionado para a escrita e interpretação de canções.

Deste percurso têm emergido vários artistas com trabalho próprio, como Rita Cortesão, Marta Lima, Dreia, Maria Leitão e Ricardo Reis Soares.

O Hot Clube Song Fest celebra esse movimento, afirmando-se como o primeiro evento da escola inteiramente dedicado à canção e provando o seu contributo para a criação de uma nova e talentosa geração de cantautores em Portugal. Em parceria com a Casa Capitão, apresenta uma tarde e noite de showcases, mesa-redonda e DJ sets, reunindo alunos e ex-alunos em diferentes momentos do seu percurso - dos primeiros passos a projectos já consolidados.

TERRAÇO
17:00 - 23:30

DJ Sets Inóspita, João Borsch, Beatriz Pessoa, Margarida Campelo

PRIMEIRO ANDAR

17:00 - 18:00

Showcase - “Mostra de Canções” do curso de Song Writing do Hot Clube, coordenado por Joana Espadinha e João Firmino

Inês Khoehler
Andreia Ferreira
Guilherme Santos
Lourenço Diogo

18:00 - 19:00

Conversa “Ser Cantautor em Portugal: percursos, desafios e oportunidades”
Com: Joana Espadinha, Mário Rui Vieira (Blitz/Expresso), Beatriz Pessoa e outros convidados

RÉS DO CHÃO

19:00 - 23:30

Showcase

19:00 - Dreia
19:30 - Ricardo Reis Soares
21:00 - Marta Lima
21:30 - Diogo Chorão
22:00 - Maria Leitão
22:30 - Samuel Pacheco
23:00 - Razy

NOVO SINGLE ANA LUIA CAIANO CHEGA ESTA SEXTA

 



















Esta sexta-feira, dia 22 de maio, a Ana Lua Caiano apresenta aquele que será o primeiro single do seu próximo disco (com selo Glitterbeat Records e agendado para novembro 2026).

Depois de se apresentar ao mundo em 2024 com o disco de estreia “Vou Ficar Neste Quadrado”, uma das edições nacionais desse ano mais celebradas pelas rádios e media, a artista volta à edição de álbuns. “Uma Vida A Menos” é uma canção que critica o pouco tempo de descanso a que temos direito, mostrando que muitas vezes as pessoas anseiam apenas pelos fins-de-semana, folgas, férias e feriados - querendo escapar da rotina do trabalho.

Esta nova música revela uma sonoridade transgressora e progressista, apoiada em elementos electrónicos e na tradição musical portuguesa revelando também novos elementos que são utilizados ao longo do disco como o maior protagonismo do piano, instrumentos de sopro e o uso de vozes frenéticas.

MAEZ APRESENTA NOVO SINGLE 'L1BERDADE'





















Fotografia: Eliseu Ferreira

Propositadamente editada por ocasião do 25 de abril, a canção Pop com influências de Jazz e da Música de Intervenção celebra a liberdade nos difíceis dias de hoje. ​O tema antecede outros lançamentos da artista previstos para este ano.

maez está de regresso com o novo single 'l1berdade', já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade Pop fortemente influenciada por Jazz e Música de Intervenção, a cantora e compositora reflete neste tema sobre os limites da liberdade individual no atual contexto social e político desafiante. Escrita pela própria maez, o alter ego artístico de Mara Nunes, a faixa conta com produção de Daniel Constantino (INÊS APENAS, Miss Universo) e mistura e masterização de Pedro Rafael (Dinis Mota, Mariana Tereso).

'l1berdade', afirma maez, "é um grito de desespero vindo de quem precisa de lutar pela sua liberdade mas que se sente cada vez mais presa para o fazer. Cansada pela rotina exaustiva do dia a dia e sem conseguir ir sequer a uma manifestação - porque a renda ao fim do mês pesa e não há tempo. Cresci a ouvir que vivíamos numa era progressista em que os nossos direitos humanos eram agora garantidos e não só tem havido muitos retrocessos nos últimos anos, como lutar pela própria liberdade e autonomia é um privilégio não acessivel a todas as pessoas. E é por isso que 'l1berdade' tem também, na minha opinião, algo de intervenção".

Influenciada pela música de intervenção de autores como Zeca Afonso, Ary dos Santos, Capicua e A garota não, que a motivam a lutar pelos seus valores e ideais, maez escreveu este tema "numa altura em que me sentia especialmente desmotivada, devido ao contexto político mundial. Cada vez que assistia às notícias via mais uma coisa que me deixava com pouca esperança no futuro. Nas redes sociais, os meus comentários enchiam-se de ódio e sentia que não podia falar das coisas mais importantes, porque acabava a ser censurada. Então, decidi escrever uma carta à liberdade e o que saiu não foi tudo bonito e inspirador. O título 'l1berdade', com o "1" a substituir o "i", é uma espécie de truque anti-censura para que o algoritmo não apanhe a palavra e me bloqueie, como já aconteceu no TikTok".

Realizado pelo coletivo Mal Criadas, o videoclipe que acompanha 'l1berdade' expande o universo emocional da canção, ao explorar a liberdade através da comunidade. Partindo de experiências pessoais, o vídeo reúne pessoas e grupos que marcaram o percurso da artista. O resultado é um retrato coletivo, no qual se cruzam diferentes perspetivas numa reflexão íntima e partilhada sobre pertença, segurança e expressão individual.

"Para o videoclipe decidi ir um pouco mais longe do que a letra e pensar nos momentos da minha vida em que me senti mais livre. Cheguei à conclusão de que esses momentos estavam intrinsecamente ligados à comunidade e que esse sentido de comunidade - como um grupo de pessoas que nos aceita, nos mantém seguros e nos ajuda num piscar de olhos - é algo em que eu própria deveria investir mais tempo e carinho. Chamei, então, para participar no vídeo pessoas que já me tinham feito sentir assim: segura, divertida, aceite… livre. Cada um deles trouxe a sua perspetiva do que seria dirigirem-se à liberdade e gravámos. Estou apaixonada por cada uma destas pessoas", afirma a artista.

Com 'l1berdade', maez afirma-se como uma das vozes emergentes mais conscientes da nova música portuguesa, cruzando Pop contemporâneo com discurso político e identitário. O single reforça o universo conceptual e a abordagem artística da cantora e compositora enquanto espaço de reflexão, resistência e expressão. 'l1berdade' antecede outros lançamentos de maez previstos para este ano.

maez, nome artístico de Mara Nunes, nasceu em Águeda, no distrito de Aveiro. A ligação à música estende-se à história familiar da cantora e compositora, porque o seu avô paterno, que não chegou a conhecer, foi um músico reconhecido na sua região, que tocava contrabaixo e violino numa banda local.

Formada em Canto pelo Conservatório de Lisboa, maez viveu durante cinco anos no Reino Unido, onde aprofundou a sua formação artística em Teatro e Música, na The Musical Theatre Academy (The MTA), em Londres. Consolidou, nesta fase, a sua abordagem multidisciplinar à criação artística e editou o EP de estreia, "NATIVE", em 2020. Regressou a Portugal em 2021, lançou o primeiro álbum, "ELA", em 2022, e atuou nesse mesmo ano no festival AgitÁgueda.

Influenciada por artistas como Khalid, Kehlani, Carla Prata, Moses Sumney, JÜRA, Amaura, AnaVitória, RAYE, Mimi Froes ou Silly, maez apresenta um projeto centrado na fusão entre voz, palavra e poesia. Através de uma linguagem artística que alia leveza sonora a profundidade temática, a sua música procura criar espaço para a autorreflexão e, em simultâneo, normalizar diferentes formas de amor, de identidade e de experiências. Assumindo a sua arte como uma plataforma de resistência, celebração e visibilidade, maez tem como propósitos amplificar vivências diversas e promover o diálogo sobre identidade, liberdade e desejo, incentivando outros a partilharem as suas próprias histórias.

Após os temas 'dois cafés', de 2024, e 'sempre que quiseres', editado em 2025, a cantora e compositora regressa em 2026 com 'l1berdade', uma canção Pop influenciada por Jazz e Música de Intervenção, através da qual reflete sobre os limites da liberdade individual no atual contexto social e político desafiante. O novo single foi escrito pela própria maez, o novo single foi produzido por Daniel Constantino (INÊS APENAS, Miss Universo), com mistura e masterização de Pedro Rafael (Dinis Mota, Mariana Tereso). 'l1berdade' antecede outros lançamentos de maez previstos para este ano.

ELISA APRESENTA "INCOERENTE" DIA 28 DE MAIO





















Elisa acaba de desvendar o nome do seu próximo álbum de originais, “INCOERENTE”, bem como a capa, com edição marcada para 28 de maio. O novo trabalho conta com dez faixas, das quais já são conhecidas "Asas", "Como é fraco o coração ft. Tiago Nogueira", "É a tua vez" e "Conversar".

O nome do disco não surge por acaso. Ao longo do álbum, as canções afastam-se constantemente umas das outras, na forma como soam, na maneira como são escritas e até na emoção de onde nascem. Há temas mais delicados e outros mais diretos, momentos de maior silêncio e canções que crescem quase sem aviso. Em vez de tentar unir tudo dentro da mesma fórmula, Elisa escolheu deixar cada música existir exatamente como precisava de existir. “INCOERENTE” nasce precisamente dessa liberdade, da recusa em tornar tudo linear.

A vitória no Festival da Canção, em 2020, colocou Elisa num lugar de exposição rara para uma artista em início de percurso. A não realização do Festival Eurovisão da Canção acabou por interromper esse momento, mas trouxe também distância suficiente para perceber que não queria construir a sua identidade artística à velocidade da expectativa. Entre “No Meu Canto”, o álbum de estreia editado em 2021, e este novo disco, houve tempo para experimentar, falhar e voltar a aproximar-se da música sem a pressão de corresponder imediatamente ao olhar dos outros.

Esse percurso sente-se em “INCOERENTE”. Há uma maturidade mais silenciosa no disco, mais interessada em deixar espaço para dúvida, imperfeição e contraste. Algumas canções parecem quase sussurradas; outras aproximam-se de um lado mais cru e emocionalmente exposto. Ainda assim, existe um fio invisível que atravessa o álbum do princípio ao fim: a forma particular como Elisa interpreta cada palavra, sempre num equilíbrio raro entre delicadeza e intensidade.

No centro permanece a voz, uma das mais distintas da nova geração portuguesa, e uma capacidade interpretativa que nunca depende do excesso para criar impacto. Elisa canta muitas vezes como quem guarda alguma coisa para si, e talvez seja precisamente aí que o disco ganha força.

Este novo momento estende-se também ao palco. Depois de se ter cruzado com Tiago Nogueira em “Como É Fraco o Coração”, um dos temas portugueses mais tocados atualmente nas rádios nacionais, Elisa prepara agora uma série de concertos especiais em formato de dueto ao lado do vocalista d’Os Quatro e Meia. O projeto estreia a 29 de maio, no Funchal, e continua em 2027 com apresentações em Ovar, Lisboa, Bragança e Coimbra. Os espetáculos irão cruzar momentos partilhados, revisitações inesperadas e temas a solo, num encontro pensado para deixar as músicas respirarem de outra forma.

Natural da Madeira, Elisa venceu o Festival da Canção com “Medo de Sentir” e editou, em 2021, o álbum de estreia “No Meu Canto”. Desde então, tem vindo a construir um percurso feito de forma discreta, mas consistente, afirmando-se como uma das vozes mais particulares da pop portuguesa atual. “INCOERENTE” chega agora como o retrato mais completo dessa evolução, um disco que não tenta esconder as mudanças, as hesitações ou os desvios que o atravessam e que encontra precisamente aí a sua força.

Agenda 2026

29 de maio Elisa & Tiago Nogueira Teatro Baltazar Dias, Funchal
14 de junho Festas de Oeiras, Oeiras
3 de julho Concerto Solidário, Em notas de Mimo, Seia
17 de julho A Anunciar
16 de agosto A Anunciar
27 de agosto A Anunciar
4 de setembro, MEO Sons do Mar, Funchal
5 de setembro A Anunciar
12 de setembro Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra
14 de novembro Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo

AGENDA 2027

19 de março Centro de Arte de Ovar, Ovar
23 de março Teatro da Trindade, Lisboa
17 de abril Teatro Municipal de Bragança, Bragança
6 de maio Convento São Francisco

domingo, 17 de maio de 2026

NOVO SINGLE DE MONOTRONIC


Lost in Love” é uma faixa de trance emocional que conta a história de se perder a si mesmo e reencontrar-se através do amor.

Entre batidas enérgicas, atmosferas envolventes e melodias emotivas, cria-se uma poderosa montanha-russa de sentimentos, da saudade e da dúvida até à esperança e à clareza interior.

No seu núcleo, explora-se essa tensão especial entre deixar ir e redescobrir-se, os momentos em que nos perdemos no caos e descobrimos algo verdadeiro dentro dele. Ao mesmo tempo, a faixa transmite a mensagem de que o verdadeiro amor perdura e encontra sempre o seu caminho no final.

“Lost in Love” leva-te numa viagem sonora cheia de profundidade e emoção.

Uma faixa que permanece e lembra que os sentimentos verdadeiros são mais fortes do que tudo.

sábado, 16 de maio de 2026

RUI TINOCO LANÇA NOVO DISCO





















Já se encontra disponível nas principais plataformas digitais "Beyond the Script", o mais recente álbum de originais de Rui Tinoco. Este novo trabalho mergulha na forma como pequenas variações do quotidiano podem alterar profundamente o rumo da vida. Com uma sonoridade madura e uma escrita introspetiva, o álbum explora a ideia de que a existência humana é composta por rotinas — ciclos discretos que se repetem — até que um detalhe mínimo transforma tudo.

O conceito do álbum nasce da reflexão: "Our life is filled with routines. Discrete loops. And sometimes a small detail, a small variation, finds a different meaning. The script of life follows that meaning and rewrites itself, as if accepting this new direction. And perhaps it is in these small deviations that life finds a way out." Esta visão serve de fio condutor para um conjunto de temas que abordam mudança, descoberta e a beleza subtil das pequenas ruturas.

Com "Beyond the Script", Rui Tinoco reforça a sua identidade artística, combinando sensibilidade melódica com uma abordagem conceptual que convida o ouvinte a uma viagem pessoal e emocional.

O álbum está disponível em: https://album.link/beyond_the_script
Instagram: instagram.com/rtinoco
Facebook: facebook.com/ruitinocomusic
YouTube: youtube.com/@ruitinoco

PROJETO AZUL EDITA EP





















— “Virtualidade Real” é o primeiro EP do Projeto Azul: 4 canções entre o pop-rock português, o indie e o rock n’ roll, num retrato irónico (mas ao mesmo tempo esperançoso) da realidade contemporânea.

Sobre o EP

“Virtualidade Real” é o primeiro EP lançado pelo Projeto Azul. Um conjunto de 4 canções que navegam na musicalidade do pop-rock português, temperado com a melancolia do indie e a inquietação do rock n’ roll.

Da mordida sarcástica de “Armadilha do ego” à narrativa melódica de “Canto o teu conto”, do grito de (des)ordem de “Dá uma deixa” ao final esperançoso de “Voar baixo”, o EP é uma reflexão sobre a realidade dos dias de hoje, cada vez mais alterada e exacerbada. E nesse caminho de reflexão tudo podemos encontrar: ironia, vulnerabilidade, desilusão, mas também esperança.

“Virtualidade Real” significa um contraponto (talvez necessário) à famigerada realidade virtual, com tudo o que há de bom e mau nisso. Um movimento de retorno ao essencial que há dentro de nós e entre nós. É a realidade a ganhar força, a tornar-se plena de possibilidades e potencialidades. Pronta a ser vivida.

Créditos

• Letras, músicas e produção musical: João Marta
• Gravação e mistura: João Martins (estúdio PontoZurca)
• Masterização: Estúdio Zeco
• Músicos: João Marta (voz, guitarra, baixo elétrico, piano), João Cortesão (coros e
guitarra elétrica), Diogo Rosa (bateria) e Luís Barreto (teclados)

• Editora: Estúdio Zeco
• Distribuição digital: Universal Music Portugal

NOVO LANÇAMENTO DA OMICHORD















Depois da edição digital lançada em 2025, 𝗠𝗮𝘂 𝗧𝗲𝗮𝘁𝗿𝗼 ganha agora uma edição em vinil que expande o universo íntimo, político e cinematográfico criado por Humberto ao longo do disco.

Com selo Omnichord em co-edição com a Matéria do Absurdo, o vinil conta com design de Paulo Mariz e fotografia de capa de João Hasselberg.
 

SOBRE O MAU TEATRO:

Humberto lançou em outubro de 2025 o álbum de originais MAU TEATRO.

Com uma sonoridade indie-folk, popular, influenciada pela música tradicional e fado, Humberto propõe-nos um álbum com várias peças inspiradas no absurdo quotidiano - na esfera da política e nas relações amorosas.

Remete para um universo íntimo, obscuro e ao mesmo tempo permeável à luz.

Fala de solidariedade e de resistência. A falha, o drama, a alegria e a catarse em igual medida alimentam as canções deste álbum, e dão continuidade a algumas das vozes do trabalho anterior A DEMOLIÇÃO DAS CASAS (EP 2021).


SOBRE O HUMBERTO

Natural das Caldas da Rainha, Humberto desenvolve trabalho entre a música, o teatro e a performance. Estudou e lecionou na Goldsmiths College, em Londres, onde co-fundou a banda Orchestra Elastique. Ao longo do seu percurso colaborou com artistas e instituições como o MAAT, Teatro D. Maria II, Barbican ou Festival Todos, cruzando composição sonora, dramaturgia e criação performativa. É também fundador da banda CATARATA, da companhia Gazpacho Unlimited e co-editor da revista Wrong Wrong. Este ano foi distinguido com o Prémio Revelação nos Futurawards da Rádio Futura.

Já podes garantir a tua cópia de 𝗠𝗮𝘂 𝗧𝗲𝗮𝘁𝗿𝗼 em vinil através do Bandcamp da Omnichord. O disco estará também disponível nos próximos concertos de Humberto.

Próximos concertos

16 de Maio | Livros a Oeste - AMAL, Lourinhã 
17 de Maio | Aniversário Lounge @Duro de Matar
23 de Junho | Coimbra

sexta-feira, 15 de maio de 2026

MIMICAT ATUA ESTE DOMINGO NA TAÇA DE PORTUGAL FEMININA DE FUTEBOL





















A cantora vai interpretar o Hino de Portugal e o novo single 'A Minha Gente' ao vivo e em direto do Estádio Nacional, em Lisboa, com transmissão na RTP 1 a partir das 17h00.

Mimicat apresenta-se este domingo, dia 17 de maio, na Final da Taça de Portugal Feminina de Futebol. A convite da Federação Portuguesa de Futebol, a cantora e compositora vai interpretar o Hino Nacional e apresentar o novo single, 'A Minha Gente', num momento simbólico com uma produção cuidada, que contará com a participação de 30 bailarinos. O jogo entre o Benfica e o FC Porto e a atuação ao vivo serão transmitidos em direto pela RTP1, a partir das 17h00, a partir do Estádio Nacional, em Lisboa.

Já disponível em todas as plataformas digitais, 'A Minha Gente' representa precisamente a mensagem que a Federação Portuguesa de Futebol pretende transmitir. Escrita por Mimicat e composta e coproduzida com Filipe Survival (SYRO, Bárbara Tinoco, INÊS APENAS) e Duarte Carvalho (Madonna, Anitta, Bispo), a canção Pop inspirada em R&B e Soul presta homenagem às raízes, à família e à comunidade que moldaram e inspiraram o seu percurso pessoal e artístico.

“Cresci livre e com valores vincados, numa rua em que toda a gente me conhecia, no seio de uma família grande, intensa e sempre próxima. Cresci e evolui mas cada vez mais abraço esta que afinal é a herança portuguesa. A minha família é só uma amostra do povo português. Esta canção é uma homenagem, através de uma mensagem muito portuguesa", afirma Mimicat.

O videoclipe realizado por Rodrigo Pernas acompanha a dimensão emocional da faixa e desenvolve-se como um tributo às pessoas e lugares que inspiram Mimicat. O conceito visual estabelece uma forte ligação às paisagens portuguesas do mar e do campo, criando um ambiente natural e simbólico, que reforça a ligação da artista às suas raízes e histórias que a formaram e continuam a marcar o seu caminho pessoal e artístico.

“Este vídeo celebra a nossa gente e as fontes de inspiração importantes para mim, tudo de uma forma muito natural. Há uma forte ligação ao mar e ao campo e quisemos colocar-me nesses locais. Além disso, gravámos toda uma série de conteúdos conceptuais que acrescentam mais informação visual à música", diz a artista.

Numa fase criativa marcada pela vontade de concretizar novas ideias, 'A Minha Gente' reforça a identidade artística singular de Mimicat e a sua visão contemporânea da música Pop portuguesa. É, precisamente, essa energia que a cantora e compositora irá levar ao Estádio Nacional este domingo, dia 17, quando interpretar o tema na Final da Taça de Portugal Feminina de Futebol.

Cantora, compositora, performer e detentora de uma voz poderosa, Mimicat move-se nos territórios pop, soul, jazz e canção portuguesa. Com três álbuns de estúdio editados e atuações ao vivo tão intensas como intimistas nas mais emblemáticas salas nacionais, a artista portuguesa venceu o Festival da Canção em 2023, com o tema 'Ai Coração' e representou Portugal na Eurovisão, nesse mesmo ano.

Fortemente inspirada pelas grandes vozes da música negra e formada em Som e Imagem pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, Mimicat - alter ego artístico de Marisa Mena - gravou o primeiro disco aos 9 anos. Em 2014, a sua música ganhou eco nas principais rádios e na ficção nacional, com o lançamento do primeiro álbum, "For You", através da Sony Music, ao qual se seguiu, em 2017, "Back In Town". Os discos deram a conhecer canções como 'Tell Me Why', 'Savior', 'Stay Strong', 'Fire' ou 'Gave Me Love', entre outras, foram apresentados nos maiores palcos do país, nomeadamente na Culturgest, na Festa do Avante, em festivais como o Sol da Caparica, Cool Jazz e Marés Vivas, entre outros, e levaram a artista a atuar internacionalmente, na Virada Cultural de São Paulo, no Brasil.

Em 2019, Mimicat lançou a primeira canção em português, 'Até Ao Fim', à qual se seguiram 'Tudo Ao Ar' e 'Mundo Ao Contrário', esta última um dueto com Filipe Gonçalves.

Com 'Ai Coração' venceu a 57.ª edição do Festival da Canção e representou Portugal na Eurovisão, em Liverpool, alcançando a final do certame. O tema conta, até à data, com mais de 10 milhões de streams no Spotify e integra o terceiro álbum de originais da cantora e compositora, "Peito", editado em 2024. Do alinhamento do LP constam, também, os singles 'Vais Ter Saudades', 'Dança Comigo', 'No Teu Lugar' e o tema título, 'Peito', bem como colaborações com Matay, Tatanka, Catana, Diana Castro, Elisa Rodrigues, Joana Alegre e Luísa Sobral.

O ano de 2025 marca o início de uma nova era no percurso de Mimicat, com nova imagem e uma sonoridade que cruza as influências da canção portuguesa dos anos 60 e 70 com os ritmos mais alegres do Fado e da pop contemporânea. Os temas 'Agostinho', 'Santa' e 'A Minha Gente' refletem esta nova fase artística de Mimicat.

DANIEL GALVÃO APRESENTA NOVO SINGLE 'LIMA LIMÃO'





















Fotografia: Matheus Pereira

Após o EP de estreia “perfil.”, o cantor e compositor dá seguimento aos seus exercícios de escuta e experimentação com esta canção que une MPB e Gospel a influências de Funk e Jazz.

O cantor e compositor Daniel Galvão está de regresso com o novo single 'Lima Limão', já disponível em todas as plataformas digitais. Inspirada por Funk e Jazz, a canção posiciona-se numa fusão entre o lado descontraído e sedutor da MPB e o groove do Gospel afro-americano, com toda a sua força e complexidade. A letra de 'Lima Limão' encerra uma narrativa sobre o amor enquanto espaço de contradição, transformação e descoberta.

Daniel Galvão conta que se apercebeu de que "no Brasil o termo ‘limão’ designa aquilo a que, em Portugal, chamamos ‘lima’, enquanto o nosso ‘limão’ é frequentemente referido como ‘limão-siciliano’. Trata-se, admito, de uma observação cultural pouco profunda; ainda assim, esta divergência semântica suscitou-me interesse, na medida em que inspirou a ideia de que o amor pode assumir diferentes denominações e até constituir-se a partir de aparentes contradições. Na sua génese, a canção propõe uma reflexão sobre a possibilidade de o amor se manifestar como algo divergente e até contraditório daquilo que aprendemos a reconhecer como tal, e também sobre o entusiasmo que pode emergir da sua aceitação".

Com 'Lima Limão', Daniel Galvão continua a afirmar um percurso artístico independente e autoral, no qual a experimentação sonora e a liberdade criativa assumem um papel central. O novo tema vive no diálogo constante entre o baixo, a guitarra acústica e a percussão. À semelhança do EP de estreia “perfil.”, editado em 2024, o cantor e compositor assumiu aqui um processo criativo autónomo, assinando a composição, gravação, produção e mistura. Apenas a letra foi escrita em colaboração com Natacha Maia e a masterização ficou a cargo de Sassá Nascimento.

"Tudo começou com uma ideia para o refrão. O meu processo inicia-se invariavelmente pela música e pela voz, sendo que a letra surge no fim, quase como uma consequência daquilo que a composição me faz sentir", afirma Daniel Galvão.

“Encaro esta canção com o mesmo espírito de sempre: é um privilégio poder criar música sem as imposições do que ‘funciona’ ou não comercialmente. Sinto-me grato por poder partilhá-la e entusiasma-me a possibilidade de alguém se identificar com o meu ponto de vista. Mesmo que a mensagem não seja imediatamente reconhecível, espero sempre que a música e a voz falem e digam algo que faça as pessoas sentir alguma coisa”, diz ainda.

A imagética de 'Lima Limão' prolonga o conceito da letra, explorando a ideia de oposição e contraste através da cor e da simbologia dos citrinos, numa linguagem que desafia o óbvio e o esperado.

"A identidade visual surgiu da intenção de traduzir a mensagem da canção para a imagem, explorando a premissa de que o amor se pode manifestar de forma contraditória face às convenções que aprendemos a reconhecer", afirma Daniel Galvão, que acrescenta: "nesse sentido, os pilares do conceito visual foram a contradição e os opostos. A primeira vertente manifesta-se no uso de cores opostas, através do contraste entre o laranja do fundo e os apontamentos de azul no pescoço e na cor dos olhos. A segunda envolve a utilização de diversos citrinos, desde limões e limas até laranjas e toranjas. A capa do single, especificamente, materializa esta tensão, pois, apesar de o tema se intitular Lima Limão, o fruto em destaque na imagem é uma toranja".

Já disponível nas plataformas digitais, 'Lima Limão' vem reforçar o posicionamento de Daniel Galvão no panorama musical nacional enquanto artista que cruza referências e linguagens, numa ponte sonora entre Portugal e o Brasil, propondo uma experiência sensorial onde emoção, voz e experimentação se encontram.

Daniel Galvão cresceu rodeado de cantores e músicos. Começou a gravar canções ainda muito novo e teve uma educação musical formal com cinco professores de canto diferentes, sendo que cada um deles lhe transmitiu técnicas distintas. No entanto, foi na igreja que frequentava com a família que conheceu a voz como "veículo" e "instrumento" e, ainda, a importância de ouvir e sentir os músicos em seu redor e executar, independentemente de qualquer improviso ou adversidade.

Muito por conta da sua formação musical contexto familiar as principais inspirações e referências musicais de Daniel Galvão encontram-se no Gospel. Em casa ouvia Whitney Houston ou Sade, mas, também, cantores e músicos de Jazz como Melody Gardot e Louis Dowdeswell, compositores como Claude Debussy e Tchaikovsky e os contemporâneos Kings of Convenience, Tom Misch, Gal Costa ou Margarida Campelo. As suas próprias composições são um reflexo da fase da vida em que foram criadas.

2024 é o ano da estreia discográfica de Daniel Galvão, com o lançamento do EP “perfil.”. O curta duração ê uma mistura de R&B, Neo-Soul, Pop, Jazz e Bossa Nova e retrata o mundo na sua perspetiva, com as canções a representarem coragem e liberdade. Todas as letras e músicas são da sua autoria e o artista assina também a produção, exceto na faixa ‘sem refrão.’, coproduzida com João Sampayo e Martim Tonic. Do alinhamento de “perfil.” faz, ainda, parte o single ‘búzios.’ - inspirado por uma viagem a Búzios, no Brasil - que Daniel Galvão diz ser a canção mais biográfica e que descreve como “um antídoto de alegria”.

Já em 2026, o cantor e compositor dá seguimento aos seus exercícios de escuta e experimentação, com o lançamento do single 'Lima Limão', uma reflexão sobre o amor, a contradição e o inesperado, que une MPB e Gospel a influências de Funk e Jazz.

ASA COBRA LANÇA DISCO DE ESTREIA 'REVOLTA & AMOR'



'











Revolta & Amor' é o disco de estreia da Asa Cobra e nasce como um corpo em movimento, onde o íntimo e o coletivo se tocam e se confundem. Entre pulsação eletrónica e influências luso-brasileiras, a banda desenha uma linguagem própria onde o amor se impõe como força de rutura e a revolta como resposta sensível ao presente.

Em temas como “Asa à Cobra”, “Puro Veneno” com Pahua, “Penedo da Saudade” ou “O Estudo é o Escudo”, a palavra ganha carne e ritmo, afirmando-se entre o desejo, a crítica e a necessidade urgente de dizer. Produzido e gravado pela própria banda ao longo de 2025, o disco reflete um percurso feito com tempo, intenção e controlo artístico.

Com edição em formato digital e numa edição especial em vinil dourado transparente, limitada e concebida como objeto de coleção, o disco encontra também o seu lugar em palco, com apresentação a 5 de junho em Ílhavo, na Rádio Faneca. Formada em 2024, Asa Cobra propõe uma música que se vive por dentro e por fora, onde sentir é já transformar e onde cada canção abre caminho para que a voz não volte a ser contida.

MUNDO SECRETO COM NOVO SINGLE















Próximos Espectáculos
7 Junho - Póvoa de Varzim
12 Junho - Lisboa
1 Agosto - Leiria

Jammin', o novo single dos Mundo Secreto, prepara o caminho para o quarto álbum de estúdio do coletivo com edição agendada para o final do ano. Com mais de 25 anos de história, a banda regressa à essência das Jam Sessions que marcaram o seu início e transformaram a cultura urbana de Leça da Palmeira. O tema assenta numa abordagem freestyle que se impõe de forma natural, reforçando o estilo e a autenticidade característicos da banda. Combinando o Hip-Hop e o Reggae, Jammin' é a soma desta herança com a fluidez e a energia que os Mundo Secreto imprimem na atualidade.

E não há margem para dúvidas, a mensagem é clara e sem filtros: os Mundo Secreto estão na área!

Sobre Mundo Secreto

Os Mundo Secreto são uma banda de Leça da Palmeira fundada no ano de 1999. Em 2007, o grupo editou o seu álbum de estreia, “Mundo Secreto”, que imediatamente levou a banda até ao topo da música nacional. Temas como “Põe a Mão no Ar”, “Chegámos à Party”, “Põe Aquele Som”, “Sabemos Onde Vamos” e “Essência” foram fenómenos imediatos que tornaram o disco de estreia da banda num clássico. O single “Põe a Mão no Ar” atingiu a posição número 1 a nível mundial no YouTube e manteve-se nas tendências durante uma semana. O sucesso radiofónico e televisivo (na série juvenil da TVI “Morangos com Açúcar”) bem como a consequente exposição mediática noutros meios de comunicação permitiram que a banda actuasse com gigantes da pop internacional como as Pussycat Dolls ou a Rihanna. Ainda em 2007, os Mundo Secreto foram convidados a fazer o novo genérico da série “Morangos com Açúcar” e o tema “Essência” integrou a banda sonora da novela “Vila Faia” transmitida na RTP.

Em 2009 o grupo editou o segundo álbum de originais intitulado “Soa o Alarme”. Deste disco destacam-se os temas “Soa o Alarme”, “Oldskool”, “Fala a Sério" e “o Limite é o Céu” que consolidaram a banda como uma referência no panorama do Hip-Hop em Portugal.

Em 2015, com a edição do seu 3º disco, “Néons & Lasers”, a irreverência dos Mundo Secreto volta a destacar-se. “Bilionário” e “Brinde” são os 2 singles que dão o mote à diversidade de estilos e sonoridades do projecto inteiramente gravado, produzido e editado pela banda. Em 2017 lançaram um novo single intitulado “Cadeira de Praia” que conta com a co-produção de New Max (Expensive Soul).

A banda juntou-se em 2023 ao evento “Revenge of the 2000's” para celebrar os temas de Mundo Secreto que marcaram uma geração, tendo pisado palcos um pouco por todo o país, incluindo o da Queima das Fitas do Porto.

Em 2024, os Mundo Secreto lançaram um novo tema intitulado “Não Me Cortes a Vibe” e comemoraram o seu 25º aniversário. Este marco na carreira da banda foi assinalado com um concerto especial de celebração destes 25 Anos, no Hard Club (Porto).

A banda é composta por Nuno Melo (guitarra), Durval Nunes (MC/vocalista) e os gémeos Diogo e Miguel Moreira (ambos enquanto MC/vocalista).

MIKE EL NITE COLABORA NO NOVO SINGLE DE FILIPE KARLSSON





















Mike El Nite junta-se a Filipe Karlsson numa colaboração que é pura sinergia. “Segura Firme”, o novo single que fala sobre aliviar a pressão do dia a dia e saber relaxar, já está disponível em todas as plataformas digitais.

“Segura Firme” cruza o universo melódico e cheio de groove de Filipe Karlsson com a escrita descontraída e o carisma singular de Mike El Nite, numa canção que fala sobre abrandar, aliviar a pressão e aceitar o seu próprio ritmo. Entre referências a viagens, verão, liberdade e leveza emocional, o tema transporta uma sensação de movimento constante sem urgência, assente numa produção relaxada e despretensiosa com assinatura dos dois artistas.

“Convidei o Mike para entrar neste som porque, apesar de nunca nos termos cruzado em estúdio, já nos conhecemos há muito tempo e sempre senti que temos uma sonoridade e uma energia compatíveis. Segurar firme é sobre largar a pressão, sem stress e perceber que cada pessoa está na sua própria corrida. Às vezes estamos tão focados no que vem a seguir que nos esquecemos de aproveitar o caminho”, partilha Filipe Karlsson. 

A letra é da autoria de Filipe Karlsson e Mike El Nite, a música por Filipe Karlsson, produção por Filipe Karlsson e Mike El Nite, mistura por Filipe Karlsson e masterização por Diego Reis.

Durante o mês de março, Mike El Nite (ou “Simplesmente Miguel”) apresentou o o seu novo álbum Existencisensual numa tour pelos principais clubes nacionais, em formato live. Em palco, Miguel conduz a noite como um anfitrião carismático acompanhado por um duo de coros femininos, o seu companheiro e produtor Baco, além de músicos convidados. Depois da última atuação no Sonoridades, a digressão continua: 16 de maio em Lisboa (Musa de Marvila); 4 de junho em Leiria no Festival A Porta; e passa ainda por Colares, Lisboa (novamente), Fagilde, Palmela e Montijo.

Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.

Esta nova fase e o lançamento do álbum Existencisensual (2026) revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Existencisensual é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade — sempre com romance no centro.