sexta-feira, 9 de outubro de 2026

MIMICAT COM NOVAS DATAS





















Numa versão mais despida e intimista, MimiCat leva a sua música a diferentes auditórios do país com a Tour "Pouco a Pouco", passando por Braga, Santiago do Cacém, Cartaxo e Alcochete.

Depois de uma vasta passagem em vários palcos, MimiCat prepara-se para apresentar a sua tour em Braga.

Mimicat convida agora o público para um encontro diferente: mais próximo, mais íntimo e mais pessoal. Pensado exclusivamente para auditórios, "Pouco a Pouco" desenha-se num ambiente acolhedor, onde a cenografia ganha contornos de casa e cada elemento em palco contribui para uma sensação de proximidade e partilha. Entre canções, histórias e momentos de conversa, a artista revela-se numa dimensão mais despida, permitindo que cada tema seja vivido com tempo, atenção e verdade.

Nesta tour, não há pressa. Há espaço para sentir, recordar, rir, emocionar-se e criar uma ligação genuína entre artista e público, porque as maiores emoções acontecem precisamente assim: pouco a pouco.

DANIELA SOARES LANÇA O NOVO SINGLE “SOPLACHEGAR”

 



















DANIELA SOARES
lança esta semana “SOPLACHEGAR”, o novo single da cantora e compositora, distribuído pela Altafonte. Ouvir | Ver vídeo.

“SOPLACHEGAR” é um tema irreverente e provocador, que fala sobre a vontade de conquistar espaço num cenário que nem sempre está preparado para o que é novo, recusando a ideia de esperar por uma oportunidade: se não há lugar, cria-se um. A canção é um statement sobre acreditar no próprio caminho, lutar pelo lugar que se quer ocupar, e chegar lá sem precisar de passar por cima de alguém (mas também sem pedir licença). É a afirmação de alguém que sabe ao que veio, que acredita no seu lugar e que está disposto a lutar por ele. 

Com uma escrita frontal, e uma atitude e sonoridade marcadas pela energia pop-rock, DANIELA SOARES faz dos obstáculos combustível para a sua ambição.

“SOPLACHEGAR” junta-se a "CRISE DE IDENTIDADE" (tema que faz parte da banda-sonora da novelada SIC, “Destino Maior”) e ambos vão integrar o novo EP “potencial desperdiçado”, que estará disponível digitalmente ainda este ano.

NOVO SINGLE DE NAPA

 



















NAPA e Julia Mestre
Canção Pra Dois

Os NAPA apresentam “Canção Pra Dois”, tema de destaque de Semitrópico, o novo álbum da banda, em colaboração com a artista brasileira Julia Mestre. Romântica, luminosa e subtilmente sensual, a canção vive da cumplicidade entre duas vozes que se cruzam num registo íntimo, quente e envolvente, evocando a naturalidade de uma história de amor.

Conduzida pela guitarra e por texturas acústicas, “Canção Pra Dois” cresce de forma gradual e cinematográfica: começa num plano próximo e delicado, expande-se com a entrada do piano, das cordas e de uma secção rítmica contida, e culmina num crescendo emocional amplo, sem perder a elegância e a suavidade que definem o tema.

A canção reflete o universo de Semitrópico, onde os NAPA aprofundam a sua identidade indie pop-rock, cruzando a Madeira — geográfica, afetiva e musicalmente no centro do álbum — com influências da música portuguesa e brasileira. Pela sua melodia imediata, interpretação emotiva e produção orgânica, “Canção Pra Dois” é uma forte aposta para rádios de perfil pop, indie, lusófono, adulto contemporâneo e programas de nova música.

Depois do forte impacto em rádio de “Deslocado” e “Sortudo”, os NAPA apresentam agora um tema mais íntimo e cinematográfico, com potencial para prolongar a sua relação crescente com a rádio e com o público.

 



















Fernando Daniel antecipa o álbum “Índigo” com o novo single “Entre 4 Paredes”

Fernando Daniel acaba de lançar “Entre 4 Paredes”, o novo single de Índigo, o seu quarto álbum de estúdio, com edição prevista para o primeiro trimestre de 2027. Depois de “Juro” e “Emocional”, o tema revela mais uma dimensão de um projeto que aproxima a sua identidade pop de novas referências country.

“Entre 4 Paredes” coloca em primeiro plano a vertente pop de Índigo. Num álbum que alarga o universo musical de Fernando Daniel, o single estabelece uma ligação

com a sonoridade pela qual o público o conhece, mostrando como essa identidade convive com as novas influências do projeto.

Índigo assume-se como o centro desta nova etapa. A música e a estética visual acompanham a mesma procura artística, com os singles a revelarem, progressivamente, as diferentes facetas do álbum. 

VSP AST LANÇA NOVO SINGLE "I'M SORRY"





















"I'm Sorry", o novo single de VSP AST, já está disponível em todas as plataformas digitais. O tema marca o início de um novo capítulo na carreira do artista e é o primeiro sinal do que aí vem. Há um novo álbum a ser preparado, sucessor de Lobotomia Pop, com edição prevista para 2027, e novas datas ao vivo ainda para este ano, a anunciar muito em breve.

O título do novo single diz quase tudo. "I'm Sorry" é um pedido de desculpa sem rodeios, de quem sabe que pode ter errado e decide assumi-lo. Depois de dois projectos construídos a partir do ruído, da provocação e da recusa em caber nas definições dos outros, VSP AST baixa a guarda e faz aquilo que raramente se espera de quem sempre viveu em contramão, pede perdão.

Em "I'm Sorry", a mudança ouve-se logo nos primeiros segundos. As vozes surgem cruas, gravadas com microfone dinâmico e rodeadas de sons ambiente, e há mais ruído, mais imperfeição e mais energia. É nessas arestas, que antes seriam limadas, que a canção se encontra.

Este novo capítulo não nasce do nada. Ao longo dos últimos anos, VSP AST tem vindo a construir um universo que é tão musical como cinematográfico, em que cada disco é também uma história. Em Putos Fixes Não Dormem (2025), a pergunta era quem decide o que é ser fixe, e a resposta era simples: a sociedade bem tenta definir, mas qualquer pessoa pode ser um puto fixe. Em Lobotomia Pop (2026), o álbum de estreia, a história dava o passo seguinte e olhava para quem não encaixa nessa definição, para quem insiste em fazer música diferente e é, por isso, tratado como "louco". "I'm Sorry" é já um novo acto: depois da afirmação e do confronto, chega a confissão.

O videoclipe leva essa ideia ao limite. A história começa numa jangada artesanal, construída com objectos deliberadamente inadequados para navegar, à deriva num rio. Tom Sawyer encontra o punk, num registo cómico, estranho e ligeiramente absurdo, em que VSP AST sorri para a câmara enquanto as emoções verdadeiras vão aparecendo aos poucos, entre uma pescaria que teima em não dar frutos, uma viagem que ninguém sabe muito bem como começou e uma banda que nunca o deixa sozinho.

Natural de Coimbra, VSP AST tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais inquietas da nova música portuguesa, cruzando a energia do rock com a música urbana e a electrónica. "Aguarela", lançado em 2024, é já single de ouro, e Lobotomia Pop, apresentado ao vivo numa Casa Capitão esgotada, consolidou uma estética que agora se transforma por dentro.

"I'm Sorry" é o primeiro passo de um caminho que se vai revelar ao longo dos próximos meses, primeiro em palco e depois em disco. 

MANILA LANÇA DICO DE ESTREIA



MANILA apresentam “SAUNA”, o seu álbum de estreia, acompanhado pelo novo single e videoclipe “Frida”. Depois de anteciparem o trabalho através de “Formigas”, “Tou mal” e “Rosa”, a banda portuguesa reúne agora num mesmo disco uma pop que procura escapar a fórmulas, cruzando soul, rock e R&B numa viagem pelo conflito interior, pela desconstrução do ego e pela aceitação das contradições que fazem parte da experiência individual.

O título estabelece a imagem central do álbum. Tal como numa sauna o corpo transpira para libertar aquilo que acumula, “SAUNA” parte da ideia de suar as coisas más e expurgar aquilo que pesa. Ao longo do disco, os MANILA transformam esse processo numa experiência simultaneamente física e emocional, confrontando diferentes versões de nós próprios e procurando encontrar espaço para aceitar também aquelas que preferiríamos esconder.

É nessa tensão que o álbum encontra parte da sua identidade. Em vez de procurar resolver as contradições que atravessam as canções, “SAUNA” aproxima-se delas e deixa-as coexistir. Ansiedade, desconforto, solidão, vulnerabilidade e desejo surgem lado a lado com movimento, groove e uma dimensão dançável, fazendo da música um espaço onde a introspeção não implica necessariamente imobilidade. O convite dos MANILA passa precisamente por encarar a pior versão de nós próprios e aprender a dançar com ela

A acompanhar o lançamento chega “Frida”, novo single que desloca esse confronto para o território das relações amorosas. A canção parte de uma pergunta: o que acontece quando alguém com tendência para o dramatismo se apaixona por uma pessoa calma, emocionalmente estável e com os pés assentes na terra?

A partir dessa premissa, “Frida” constrói uma canção de amor pouco convencional sobre a estranheza que pode acompanhar uma relação saudável. Habituada a encontrar matéria criativa no caos e na instabilidade de experiências anteriores, a figura que atravessa o tema confronta-se com um novo receio: o de que a ausência de conflito possa significar também a perda da inspiração. O amor deixa, assim, de ser observado apenas enquanto fonte de turbulência e passa a colocar outra possibilidade — a de aprender a criar a partir da tranquilidade.

“Frida” prolonga uma narrativa emocional que os MANILA foram revelando através dos singles que antecederam o disco. Em “Formigas”, primeiro avanço de “SAUNA”, uma aparente canção de amor escondia uma reflexão sobre a ansiedade. A própria construção musical acompanhava essa sensação, partindo de um ambiente descontraído e groovy para acumular progressivamente tensão, como uma inquietação que cresce até ocupar todo o espaço. O videoclipe foi realizado por Rodrigo Pedras.

Com “Tou mal”, a banda entrou num território mais noturno. Entre funk, pop, disco e neo-soul, a canção explorou o desejo de desaparecer sem abandonar verdadeiramente o lugar, acompanhando uma personagem que deixa de sentir necessidade de justificar aquilo que carrega e encontra algum conforto dentro da própria confusão. “Tou mal, mas ‘tass bem’” sintetizava precisamente essa convivência entre desconforto e aceitação que atravessa também o álbum.

Já “Rosa” revelou uma das faces mais despidas do trabalho. Gravada num único take e construída apenas através do diálogo entre a voz de Carmo Braga da Costa e o piano Rhodes de Gerard Torres, a faixa acompanha uma mulher que escolhe a própria companhia, abordando a solidão feminina através de um olhar marcado pela curiosidade e admiração. A redução dos elementos musicais expôs a fragilidade da interpretação e mostrou uma dimensão mais íntima de um disco que encontra na diversidade de registos uma das suas características.

Essa relação com a espontaneidade atravessa o próprio processo de gravação de “SAUNA”. O álbum foi registado em live take nos Namouche Studios, em Lisboa, espaço por onde passaram nomes como Buraka Som Sistema, Xutos & Pontapés e Orelha Negra. A opção permitiu preservar a energia crua, imprevisível e coletiva da banda em atuação, posteriormente trabalhada através de uma pós-produção atmosférica, detalhada e cinematográfica.A formação reúne Carmo Braga da Costa na voz, Gerard Torres nas teclas, Ricardo Pedrosa no baixo e vibrafone, João Serra nas guitarras e Zé Lobo da Costa na bateria e percussão. O disco conta ainda com vozes adicionais de Ciara Lea, Cécile Nolan, Tania Maree Rae, Ricardo Pedrosa, Zé Lobo da Costa e João Sampayo. As letras são assinadas por Carmo Braga da Costa.

A produção ficou a cargo de João Sampayo, com Miguel Peixoto como engenheiro de som e Miguel Sá Pessoa responsável pela masterização. Na componente visual, a fotografia de capa é de Luísa Bravo, com styling e direção criativa de Inês Mojo.

Os MANILA têm vindo a desenvolver uma linguagem própria dentro do universo do alt pop português, cruzando referências de soul, jazz e R&B com uma escrita direta e emocional. Depois do EP “Domingo à Tarde”, a banda iniciou com “Formigas” um novo ciclo que encontra agora a sua concretização no primeiro longa-duração.

Com “SAUNA”, os MANILA transformam esse percurso num exercício de confronto e libertação. Entre a energia orgânica do live take e uma produção que expande as canções para territórios mais atmosféricos, o álbum propõe um espaço de catarse onde não é necessário escolher entre vulnerabilidade e movimento. É precisamente ao reconhecer aquilo que pesa, contradiz e incomoda que o disco procura encontrar uma forma de o atravessar — e, eventualmente, de o suar para fora.

MAFALDA REVELA NOVO SINGLE ANTES DA CHEGADA DO ÁLBUM DE ESTREIA

 












‘Gosto Muito de Estar Aqui’, o álbum de estreia de MAFALDA, chega a 22 de outubro. Integralmente cantado em português, o disco é uma ode à vida e à capacidade de renascimento.

Hoje, a artista revela a canção que dá nome ao álbum, naquele que é o último avanço antes da sua chegada.

“Esta canção é um mantra que o meu passado deixou para o meu presente e que é muito mais do que cinco palavras: é uma afirmação de resiliência e sobrevivência, uma celebração da vida, na voz da criança que nunca deixei de ser.” - Mafalda Costa

Depois da passagem pelo evento Música à Sombra, em Guimarães, a digressão de apresentação prossegue já no dia 13 de outubro, no Café-Curto do Convento de São Francisco, em Coimbra. No dia 15 de outubro, MAFALDA integra a programação do Ovar Expande, em Ovar, num espectáculo que já se encontra com a lotação esgotada. No dia 24 de outubro, segue-se a apresentação do disco na sua terra natal, Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor. 

Em novembro, a digressão passa pelo RCA, no Porto, no dia 7, pelo Salão Brazil, em Coimbra, no dia 13, pela Casa Capitão, em Lisboa, no dia 14, e pelo Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, no dia 21. Nestas quatro datas, MAFALDA partilha o palco com o projeto Líquen. Pelo meio, no dia 11 de novembro, há ainda espaço para um showcase no Piso, em Braga. 

Para além da edição digital, ‘Gosto Muito de Estar Aqui’ estará também disponível em vinil, com duas edições limitadas - Standard e Deluxe -, ambas já disponíveis para pré-compra no site da editora.

13 Outubro - Café-Curto - Convento São Francisco, Coimbra (Showcase)

15 Outubro - Ovar Expande - Escola de Artes e Ofícios, Ovar - ESGOTADO

24 Outubro - Centro Cultural Vila Flor, Guimarães

7 Novembro - Rádio Clube Agramonte, Porto (+ Líquen)

11 Novembro - Piso, Braga (Showcase)

13 Novembro - Salão Brazil, Coimbra (+ Líquen)

14 Novembro - Casa Capitão, Lisboa (+ Líquen)

21 Novembro - Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco (+ Líquen)

20 Janeiro - Teatro Municipal, Bragança (+ Líquen)

Sobre MAFALDA:

Mafalda Costa sempre precisou de escrever para ser, e foi aos 17 anos, através do alter ego Mathilda, que se estreou na música.

Lançou em 2019 o álbum ‘Changing Colours', distinguido pela revista BLITZ como um dos melhores álbuns portugueses do ano, seguindo-se um período marcado por uma intensa actividade ao vivo, com dezenas de concertos em salas e festivais de referência, em Portugal e no estrangeiro. Mais tarde colaborou ainda com St. James Park, expandindo o seu universo musical e explorando novas sonoridades.

Em 2026 surge oficialmente como MAFALDA, abraçando o seu nome de nascimento como identidade artística e inaugurando uma nova fase em português com o álbum 'Gosto Muito de Estar Aqui'

EDITADA HOJE NOVA VERSÃO DE "QUANDO NÓS FORMOS VELHINHOS" DE ROGÉRIO CHARRAZ





















Chega hoje às plataformas digitais a nova versão e o novo vídeo de “Quando Nós Formos Velhinhos”, interpretada por Rogério Charraz em dueto com a cantora espanhola María Berasarte. Este lançamento assinala o primeiro avanço de “O Coreto 2”, álbum previsto para o início de 2027.

“Quando Nós Formos Velhinhos” regressa com novo arranjo de cordas, num vídeo filmado no coreto do Pinhal Novo e realizado por Daniel Mota.

TIAGO SOUSA AO VIVO

11 de Outubro às 18h
O Tempo dos Rios
Um espectáculo com música de Tiago Sousa c/ músicos da Orquestra Sem Fronteiras, textos de Joana Bértholo e video de Joana Patrão.
Fórum Cultural Transfronteiriço, Rua do Rôdo, Alandroal 
+ Info

22 de Outubro
Trova Solta (Aida Rosa + Tiago Sousa)
B.O.T.A. Largo de Santa Bárbara, Lisboa 
Reservas


24 de Outubro
Tiago Sousa, Reaude & Cyril Kaplan
Orto Creative Hub, Rua Sob Moinho 278, 4485-145 Fornelo 
+ inf

5 de Novembro
O Tempo dos Rios
Um espectáculo com música de Tiago Sousa c/ músicos da Orquestra Sem Fronteiras, textos de Joana Bértholo e video de Joana Patrão.
Muzeu,
Praça Mun. 62, 4700-435 Braga

7 de Novembro
Trova Solta (Aida Rosa + Tiago Sousa)
Cooperativa Mula, Largo de Santo André, Barreiro





DIAS DO JAZZ NAS CALDAS DA RAINHA

 



















Entre a criação contemporânea, a eletrónica experimental, o jazz e o blues tradicionais e a liberdade do improviso, o Festival Dias de Jazz prossegue com os concertos de Maria João que traz ao CCC esta sexta-feira, 9, o aclamado “Abundância”, álbum que assinala 40 anos de um percurso admirável na música. Fazendo eco da sua ascendência, a cantora de voz elástica e performativa volta a voar entre Lisboa e Maputo para mostrar, ao vivo, as músicas deste trabalho, na companhia de João Farinha (aliado do projeto OGRE).

No sábado, 10 de outubro seguimos os passos de John Coltrane levados pela Orquestra do Hot Clube. Aproveitando a celebração dos 100 anos de Coltrane, traz ao Dias do Jazz o espetáculo “Meditations”, com música original inspirada no universo musical de Coltrane com repertório de compositores contemporâneos consagrados. Serão apresentadas cinco obras originais de compositores contemporâneos como Ingrid Laubrock, Anna Webber, Frank Carlberg, Luís Cunha e Carlos Azevedo, inspiradas no legado musical, supremo e prodigioso, de John Coltrane.

Ontem subiu ao palco o Omniae Large Ensemble, dirigido pelo percussionista e maestro Pedro Carneiro, dando a conhecer as paisagens sonoras intrincadas, os sons expansivos da música contemporânea misturados com o fluxo da improvisação e a eletrónica experimen Próximos concertos Dias de Jazz

No mês a seguir, a 7 de novembro, Henri Texier Quarteto, liderado pelo lendário contrabaixista francês mostrará de que forma é possível brindar a audiência com um cocktail de fusão perfeita entre improvisação jazz, profundo lirismo e diálogo criativo e musical. Uma experiência sonora única servida por um dos nomes fundamentais da história do jazz europeu em plena atividade criativa – Henri Texier.

No último dia do Festival, a 11 de novembro, atua o trio TGB - sigla para Tuba, Guitarra e Bateria —projeto musical português singular que reúne três músicos de referência: Sérgio Carolino na tuba, Mário Delgado na guitarra e Alexandre Frazão na bateria. Oportunidade para testemunhar ao vivo o universo sonoro característico desta formação, onde o jazz se cruza com o rock, o country, o folk e até a música improvisada, resultando numa linguagem musical original, arrojada e inclassificável. De relevar que, para este concerto, o trio convidou o incrível artista superlativo, o acordeonista João Barradas.

Dias de Jazz | Fora de portas do CCC

Os Dias do Jazz têm ainda uma dimensão que ultrapassa os palcos e vive fora das portas do CCC. Mantendo a ligação com a comunidade educativa, o Festival irá desenvolver atividades paralelas e de mediação, através da colaboração com o Conservatório de Música das Caldas da Rainha.

Na semana de 18 a 25 de outubro, o Jazz nas Escolas procura aproximar as novas gerações à arquitetura sonora do jazz, com sessões e atuações pedagógicas em algumas escolas do concelho, estabelecimento prisional e outras estruturas da comunidade.

As Jam Sessions fazem também parte desta abertura do programa dos Dias de Jazz, no palco do Café-Concerto que irá transformar-se no habitual espaço de improviso em torno do jazz.

Ainda neste espaço terá lugar a iniciativa ABô Vinil Jazz Sessions para apresentar ao público parte do espólio/coleção de discos do Dr. Vicente de Sousa, numa viagem sonora pelo universo do jazz através da sua extraordinária coleção de vinil. Esta apresentação será feita pelo seu filho, Paulo Vicente e pelo seu neto, Francisco M. Sousa, mantendo viva uma paixão musical que atravessa gerações. As sessões acontecem a 8 de outubro (jazz contemporâneo e free jazz); a 9 de outubro (“As mulheres no Jazz”) e a 10 de outubro (Big Bands Jazz e John Coltrane).

DIAS DO JAZZ ’26
Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

26 setembro | 21h30 > Big Daddy Wilson — Warm Up

8 outubro | 21h30 > Pedro Melo Alves’ Omniae Large Ensemble

9 outubro | 21h30 > Maria João — Abundância

10 outubro | 21h30 > Orquestra do Hot Clube de Portugal — Meditations — Nos Passos de John Coltrane

6 novembro | 21h30 > TGB — Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão + João Barradas

7 novembro | 21h30 > Henri Texier Quartet

Informação e bilheteira | neste link

MARTA LIMA LANÇA PRIMEIRA COLABORAÇÃO INTERNACIONAL

 



















Depois de um concerto de sala cheia no Centro Cultural de Lagos, a sua cidade natal, e de uma primeira tour pela Europa, Marta Lima dá mais um passo no seu percurso internacional ao participar no novo single de Daphné Chenel, “Não Te Quero Magoar”. Esta é a primeira colaboração internacional da cantautora portuguesa, que continua a explorar novos caminhos e a afirmar a sua identidade musical para lá das fronteiras nacionais.

Num registo pop folk delicado, “Não Te Quero Magoar” aproxima Portugal e França através de um encontro entre as vozes das duas artistas, que cantam em português e francês, numa combinação que acontece de forma natural e acrescenta novas nuances à canção. O single revela, uma vez mais, a versatilidade de Marta Lima enquanto cantora e compositora, e fará parte do álbum de estreia de Daphné Chenel.

Esta colaboração surge num momento de mudança e crescimento para Marta Lima, que, depois de levar a sua música a palcos em França e Espanha, prepara agora o seu primeiro álbum de longa duração. Intitulado “Estrada de Girassóis”, o disco tem lançamento previsto para o início de 2027 e representa o próximo capítulo de um percurso que tem vindo a ganhar forma entre canções, concertos e novas experiências.

Com “Não Te Quero Magoar”, Marta Lima abre novas portas e cruza universos musicais, enquanto concentra agora atenções na chegada de “Estrada de Girassóis”, o álbum que marcará uma nova etapa na sua carreira.

“Não Te Quero Magoar” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

MXGPU ESGOTAM LIVE UNDER LISBON





















MXGPU acabam de anunciar lotação esgotada para este sábado, 10 de outubro, do Live Under Lisbon, que vai contar com oito horas de música num espaço escondido do Metro das Olaias, fechado ao público e transformado em sala de concerto e pista de dança, das 15h00 às 00h00. Fica-se agora também a conhecer os horários de cada actuação e as informações úteis para quem vai descer ao Hidden Metro Olaias.

Depois do Tejo e do céu do Porto, faltava o subsolo, e o público respondeu à altura. O esgotado confirma a escala que o projecto ganhou desde o álbum de estreia Sudden Light e a curiosidade que o gesto desta noite despertou: ocupar, pela primeira vez, um lugar da cidade que nunca foi pista de dança e onde normalmente ninguém entra.

Cabe aos próprios MXGPU abrir a tarde, às 15h00, com um DJ set. Segue-se Isadora, ao vivo, às 16h00, e depois os sets de Madd Rod, às 16h45, e de Adriana Ruas, às 18h25, que conduzem a passagem da tarde para a noite. Às 20h05, o duo regressa para o momento central do Live Under Lisbon: o concerto ao vivo que criou de raiz para aquele espaço. Sainte Vie apresenta-se ao vivo às 21h35 e a noite fecha às 23h05 com um DJ set surpresa.

Para chegar a sábado com o percurso do duo bem presente, o Live Over Porto está já disponível na íntegra no YouTube. O vídeo-concerto foi filmado no Primavera Sound Porto 2026, com os MXGPU suspensos por uma grua a trinta metros de altura sobre o público, envoltos num desenho de luz criado para aquele momento, a fechar o palco principal. É o capítulo que liga o Live Over Lisbon, filmado sobre o Tejo, à noite que agora acontece debaixo da cidade.

HORÁRIOS
15h00 MXGPU (DJ set)
16h00 Isadora (ao vivo)
16h45 Madd Rod
18h25 Adriana Ruas
20h05 MXGPU (ao vivo)
21h35 Sainte Vie (ao vivo)
23h05 DJ set surpresa

INFORMAÇÕES ÚTEIS

Como chegar
De metro, a Linha Vermelha leva até à estação Olaias, de onde o recinto fica a cerca de seis minutos a pé, pela Rua de Olivença e pela Rua Prof. Mira Fernandes. O percurso está sinalizado. De autocarro, as carreiras 34B, 208, 720, 730, 756 e 793 servem a zona. Quem optar por táxi ou TVDE deve indicar como destino a Escola Básica das Olaias.

Entrada e bengaleiro
Depois de feito o check-in, não é possível sair e voltar a entrar no recinto. Haverá bengaleiro no local, com capacidade limitada.

Comida e pagamentos
O recinto tem oferta de comida, com opções de comida mexicana, hambúrgueres e opção vegetariana. O Live Under Lisbon é um evento cashless: nos pontos de venda, os pagamentos são feitos com cartão, contactless ou MB WAY.

Objectos proibidos
Não é permitida a entrada com objectos perigosos, artigos com mensagens discriminatórias, vidro ou metal, comida e bebida do exterior, bagagem, drones ou equipamento profissional não autorizado.

JOÃO CASTILHO COM NOVO SINGLE


















João Castilho dá um novo passo com “Sei Que Dói”, o seu novo single, afirmando a sua identidade na nova cena pop portuguesa através de uma abordagem vulnerável e introspectiva à incerteza e à descoberta de si próprio. Com uma sonoridade pop contemporânea, marcada por um refrão forte e catchy, o novo tema revela um artista cada vez mais seguro da sua voz e daquilo que quer dizer.

Escrita em parceria com João Só e com música de Miguel Araújo, “Sei Que Dói” parte de sentimentos de incerteza e autodescoberta para construir uma canção próxima e identificável, pensada para chegar a uma nova geração de ouvintes de língua portuguesa. É também mais um passo na afirmação de João Castilho enquanto nome emergente da música pop nacional.

Com uma sonoridade que cruza Pop e Pop Rock, João Castilho constrói um projeto assente na autenticidade, numa escrita emotiva e numa identidade artística forte. Em 2024, deu um passo importante no seu percurso ao participar no The Voice Portugal, experiência que contribuiu para consolidar a sua afirmação enquanto artista.

Ao longo da sua evolução, tem vindo também a ganhar espaço nos palcos, onde se destaca pela intensidade das suas interpretações e pela ligação que estabelece com o público. Já partilhou palco com nomes consagrados da música portuguesa, como José Cid e João Só, e tem vindo a colaborar com alguns dos mais reconhecidos produtores da indústria nacional.

Agora, João Castilho entrega-nos “Sei Que Dói”, um tema mais seguro do que nunca e preparado para mostrar que veio para ficar.

“Nesta canção coloquei-me na pele de quem dá tudo e parece que não chega. Numerei várias emoções que chegam a atrapalhar fisicamente como a voz falhar, as pernas tremerem e a postura mostrar pouca confiança. Porque lutar por algo maior dói e mói.” João Castilho

O próximo grande momento acontece a 11 de dezembro, no Coliseu de Lisboa, onde João Castilho fará a primeira parte do concerto de João Só e Tiago Nogueira. Uma estreia numa das salas mais emblemáticas do país e mais um passo num percurso que se constrói entre canções, palco e uma ligação cada vez mais próxima com o público. Os bilhetes estão disponíveis na BOL e locais habituais.

”Não estava a contar ter uma música do Miguel Araújo e desde o início que a recebi como um prémio, por ser tão importante. O Coliseu é mais um prémio no meu ponto de vista, talvez pela minha dedicação, pela minha luta diária.” João Castilho

JOANA ALMEIRANTE EDITA HOJE "A CULPA É TUA"





















Joana Almeirante edita hoje "A Culpa é Tua", o segundo single de avanço do seu segundo álbum de originais, com edição prevista para o início de 2027. A canção já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e sucede a "Soamos Todas Iguais", o tema que em fevereiro abriu a porta a este novo capítulo. As novas canções sobem ao palco a 7 de novembro, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

"A Culpa é Tua" parte do fim de uma relação para chegar ao momento em que, finalmente, se deixa de carregar uma culpa que nunca dependeu só de nós. Em vez do lamento, a canção dá voz a quem já tomou a decisão, fez as pazes com o que ficou para trás e está pronta para virar a página. "É uma canção sobre recuperar o amor-próprio e seguir em frente. Retrata alguém muito confiante dessa decisão e que já fez as pazes com tudo o que aconteceu", partilha Joana Almeirante.

Se "Soamos Todas Iguais" virava do avesso uma crítica tantas vezes repetida, "A Culpa é Tua" faz o mesmo com o peso de uma separação: devolve-o com ironia e segue caminho. O novo single confirma o território que a artista tem vindo a desenhar nas últimas canções, uma pop confiante, de escrita sarcástica e afiada, onde a leveza nunca apaga a intenção. "Sinto que este single mantém a linha e a sonoridade que tenho vindo a mostrar, mais pop e confiante, com uma escrita sarcástica e irónica. Será uma das facetas do novo disco que quero apresentar", explica.

Joana Almeirante tem vindo a afirmar-se como uma das intérpretes e guitarristas mais consistentes da nova geração. Do seu repertório fazem parte temas como “Bem Me Quer", “Mera ilusão" ou "Dois Corações Partidos", ao lado de Samuel Úria. É também guitarrista da banda de Miguel Araújo, num percurso autoral e em permanente crescimento que encontra no novo disco o próximo passo.

Esse caminho faz-se também na estrada. Em 2026, entre concertos em nome próprio, participações especiais e as datas de 2 Pares de Botas, Joana Almeirante tem levado a sua música de norte a sul do país, de Bragança a Lagos. Esgotou o Cine-Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, subiu aos palcos do MEO Marés, das Festas de Oeiras e do Festival F, em Faro, e voltou a dividir a cena com Nena em 2 Pares de Botas, o projecto que cruza a linguagem country com canções originais e êxitos das duas cantoras e que este ano passou pelo Coliseu do Porto, pelo Teatro Maria Matos e pelo Campo Pequeno.

O próximo grande momento está marcado para 7 de novembro, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra. É aí que Joana Almeirante vai apresentar ao vivo as canções do novo álbum, de "Soamos Todas Iguais" a "A Culpa é Tua", numa noite que traz para o palco, antes ainda da edição, o disco que chega no início do próximo ano. Um concerto para conhecer de perto este novo capítulo.

CAT SOUP LANÇAM NOVO DISCO "COME IN, THANK YOU"

 


















Cat Soup, banda portuense em ascensão na cena rock instrumental portuguesa, editam o terceiro álbum Come In, Thank You, uma tempestade sonora que se forma e abate sobre as plataformas digitais.

Come In, Thank You são mais de 43 minutos de som incessante, uma verdadeira prova de esforço e ambição. Uma tormenta que vemos ao longe, avançando a passo certo na nossa direção, numa noite escura, ganhando corpo à medida que os relâmpagos se tornam mais frequentes. A cada momento, acrescentam-se novos sons, novas linhas de guitarra, baixo, saxofone, bateria e sintetizadores, que se multiplicam sem nunca deixar de encontrar espaço dentro desta massa sonora. E é precisamente esse corpo que, ao mesmo tempo que nos esmaga pela sua imensidão, se torna cada vez mais esbelto, tenso e imprevisível, sempre com a promessa de se eclodir sobre nós a qualquer momento.

Em Come In, Thank You a experiência é pensada para ser escutada do início ao fim dos seus 6 temas presentes no disco. Um convite para caminhar entre espaços que se revelam à medida que avançamos num corredor infinito. O movimento é caracteristicamente humano: seguir em frente mesmo quando parece impossível.

Há uma massa que ganha forma. Um puzzle que nunca termina de encaixar. A esperança que antecede a alegria. O convite para entrar. A curva inesperada. E, por fim, o fio que une tudo aquilo que parecia disperso. O surgimento de um novo horizonte. O raio de luz que atravessa a paisagem depois de uma tempestade.

Os Cat Soup vão nos próximos meses e até ao fim de 2026 fazer-se à estrada um pouco por todo o país, com os próximos concertos agendados - por ordem cronológica - para Vale de Cambra, Porto, Portalegre, Paredes de Coura, Bragança e novamente no Porto, para uma data especial de apresentação do Come In, Thank You no RCA a 18 de dezembro.

Originários do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a desenfreada energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. Depois de tocarem em vários palcos, abrirem para MAQUINA. e participar da Maratona de Bandas da Antena 3, o grupo lança hoje um novo longa-duração.

Come In, Thank You já está disponível em todas as plataformas. Em breve no seu formato físico.

Biografia Cat Soup:

Os Cat Soup preservam uma familiaridade cativante com o heavy rock. O seu primeiro LP, “you only 180”, editado em 2024, reafirma o poder da banda em palco, com atuações explosivas em salas e festivais de norte a sul do país.

Com novas composições que desafiam a forma e a estrutura ortodoxa, os Cat Soup abrem caminho a uma nova fase criativa, agora com o terceiro álbum cá fora.

ÉME JAY NAS PLATAFORMAS DIGITAIS




















Quem nunca entrou numa discussão sobre quem está a sofrer mais?

Todos conhecemos a conversa. Alguém diz que teve um dia difícil e, de repente, toda a gente tem uma história pior para contar. Mais trabalho, menos horas de sono, mais problemas. É precisamente sobre esta "competição" do dia a dia que fala "Realeza do Masoquismo", o quarto single de Éme Jay, que chega hoje às plataformas digitais. 

A canção brinca com a mania que temos de querer ser sempre quem sofre mais, como se a dor fosse um prémio a conquistar. O refrão resume tudo numa frase que fica no ouvido: nesta disputa, a taça não é "nem minha nem tua", porque ninguém ganha.

"Acho que toda a gente se vai rever nesta música, eu incluída. Às vezes, em vez de ouvirmos quem está mal, respondemos logo com um 'eu estou pior'. Quis falar disso de forma leve, sem julgar ninguém. No fundo, é um convite para pararmos de competir e começarmos a ouvir-nos mais uns aos outros.", conta Éme Jay.

Depois de “Medo de Estrelas Cadentes”, "Realeza do Masoquismo" promete ser uma das canções mais identificáveis do percurso da artista, com uma sonoridade que convida a ouvir, cantar e, quem sabe, refletir sobre nós próprios.

NOVO VÍDEO DE MALEDICTUS
















Os MALEDICTUS revelam o seu quarto single, intitulado «Siren's Lullaby», retirado do seu álbum de estreia, «Lazarvs», que será lançado a 13 de novembro através da Fireflash Records.

A banda comentou sobre o tema:

O nosso novo single «Siren's Lullaby» atrai-te para as profundezas de uma alma assombrada pela dor, pela traição e pela atração intoxicante de alguém que foi, simultaneamente, santuário e ruína. Tal como um marinheiro impotentemente enfeitiçado pela voz sedutora de uma Sereia, assim foi a sedução de um amor que prometia abrigo enquanto se mantinha lentamente destrutivo, até que a devoção e a destruição se tornaram a mesma coisa. Esta é uma canção sobre ser seduzido pela escuridão, sobreviver ao seu abraço e aprender que, por vezes, a única forma de voltar a casa é, finalmente, desapegar. Há canções que te chamam de volta a casa e há canções que te chamam para a tumba. Nunca confies naquelas que soam exatamente igual.

O grupo foi formado por músicos que procuravam explorar um som mais pesado e expressivo, combinando virtuosismo técnico com uma composição cativante e uma atmosfera cinematográfica. A sua música atinge um equilíbrio entre intensidade e melodia, movendo-se entre passagens de guitarra avassaladoras, ritmos dinâmicos e interpretações vocais dramáticas.

“A nossa música reflete quem somos e a forma como processamos a vida e as nossas próprias emoções. A música é a vida manifestada através da alma de um artista. Todos nós processamos a vida com um sentimento de melancolia sombria”, comenta o guitarrista Ben Stockwell. Como a história nos ensinou, as bandas de metal portuguesas são conhecidas pelo seu som melancólico, que reflete a sua identidade cultural.

Desde a sua formação, os MALEDICTUS têm estado focados na criação de música que reflete os aspetos mais sombrios e emocionais do género metal. Inspirando-se em projetos de metal clássicos e contemporâneos, a banda ambiciona criar um som que pareça familiar, mas distinto, apelando aos fãs de metal poderoso e atmosférico.

Contando com um alinhamento de músicos experientes e uma visão artística clara, os MALEDICTUS estão a desenvolver novo material e a estabelecer a sua presença na cena de metal portuguesa e mais além. O seu álbum de estreia, «Lazarvs», será lançado na Sexta-feira, 13 de novembro. O título do álbum inspira-se fortemente na história bíblica de Lázaro no Evangelho de João, na qual Jesus realiza o grande milagre de ressuscitar o seu amigo falecido, Lázaro, dos mortos, após este ter estado no túmulo durante quatro dias.

«Lazarvs» já pode ser pré-encomendado numa edição limitada em vinil branco (que inclui um cartão com autógrafo assinado), bem como em CD Digipak e formato digital. No Bandcamp, também é possível adquirir uma t-shirt com a capa do álbum e vários bundles.

“Queríamos que tivesse aquele toque poético de uma segunda vinda”, afirma o guitarrista, aludindo ao passado dos membros da banda nos SEVENTH STORM, que lançaram o seu aclamado álbum de estreia, «Maledictus», em 2022. Dois anos mais tarde, quatro membros saíram para formar os MALEDICTUS. “O núcleo da equipa de composição musical dos Seventh Storm manteve-se o mesmo, pelo que o som dos Maledictus poderá soar de certa forma familiar. No entanto, Peter Crushes trouxe um novo estilo para a secção rítmica e para as melodias, o que contribuiu para o som único da banda. «Lazarvs» é uma sequela espiritual do nosso trabalho anterior”, declara Ben Stockwell, que se mostra totalmente satisfeito com o resultado final. “Estamos extremamente orgulhosos de todas as faixas. O resultado superou as nossas expectativas iniciais. Sabíamos que tinha potencial e, à medida que as boas ideias surgiam, vinha também a inspiração para elevar a fasquia a cada canção.”

Com Rez na voz, a banda conta com um cantor excecional, dono de uma voz poderosa e distinta. “Ele é, sem dúvida, um dos melhores que por aí andam, com poder, alma, extensão vocal e um timbre único. Tudo se encaixa perfeitamente no nosso som. Não poderíamos ter pedido uma voz ou um vocalista melhor”, diz o guitarrista. As letras de Rez são outro complemento perfeito para o som sombrio, épico e parcialmente progressivo da banda. Os temas líricos focam-se nos momentos mais sombrios da vida. “A morte traz uma oportunidade de renovação, tal como as nossas lutas mais difíceis, que exigem que uma parte de nós morra para ser superada.”

Concerto de apresentação de «Lazarvs»:
Data: Sábado, 5 de Dezembro
Local: República da Música
Hora: 21:00
Bilhetes: à venda brevemente!

PZ COM NOVO SINGLE NA COMPANHIA DE BLACK BOMBAIM















“Quero Lá Saber” é o novo capítulo do "Álbum de Família" de PZ, desta vez com a participação dos Black Bombaim. Uma música sobre aquela fase da vida em que a rebelião começa a tomar conta das nossas atitudes, os pais deixam subitamente de perceber o mundo e há uma resposta que serve para tudo: “Quero lá saber.”

A ideia nasceu precisamente em casa. PZ começou a ouvir a expressão repetidamente pela boca do filho e reconheceu nela uma frase que atravessa gerações. A chegada à adolescência traz consigo uma espécie de fechamento sobre nós próprios, uma vontade de contrariar a autoridade — primeiro a dos pais e, pouco depois, a do resto da sociedade — e a necessidade de começar a construir uma identidade própria. Foi também nessa idade que a música ganhou um novo significado para PZ. Bandas como Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden e Sonic Youth, entre o grunge, o punk e outros territórios mais ruidosos, tornaram-se parte da banda sonora dessa transformação e uma forma de escapar à realidade.

É desse imaginário que nasce o convite aos Black Bombaim. Power trio instrumental no verdadeiro sentido da palavra, a banda representa para PZ essa energia física, crua e sem grandes cerimónias que a canção pedia. O encontro acabou por levar “Quero Lá Saber” para um território para além do imaginário rebelde, cruzando a escrita e o universo de PZ com a força instrumental dos Black Bombaim.

O videoclipe realizado, como até aqui, por Vasco Mendes demonstra bem a energia crua do tema, feito num take, gravado e misturado por Zé Nando Pimenta nos estúdios Arda. “Quero Lá Saber”, disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, é mais um capítulo de "Álbum de Família", projeto que ao longo de 2026 tem juntado PZ a diferentes convidados da música portuguesa, transformando episódios, frases e relações familiares em música. Esta peculiar reunião familiar culmina, em Dezembro, numa edição especial em vinil.

Ficha Técnica PZ “Quero Lá Saber” (feat. Black Bombaim)

Música, letra, produção, voz e guitarra: PZ
Banda convidada: Black Bombaim
Bateria: Paulo Gonçalves
Baixo: Tojó Rodrigues
Guitarra: Ricardo Miranda

Gravação e mistura: Zé Nando Pimenta
Gravado nos Estúdios Arda

Realização Vídeo: Vasco Mendes
Design: Studio Eduardo Aires

Fotografia: Rui Murka
Assistente Produção: Francisca Lacerda
Direção Criativa: PZ, Studio Eduardo Aires, Vasco Mendes

NOVO SINGLE DE BOKAGINHO

 



















Este é o mote para o mais recente single de BUKAGINHO, Bora Lutar Pelo Clima (E traz a Greta!). Editado a 9 de Outubro, encontra-se já disponível nas plataformas de streaming habituais.

Absolutamente mordaz, com muitos momentos corrosivos, esta canção festiva e que aponta para a dança (na qual até esta se torna irónica), é o retrato fiel e divertido de vários episódios relacionados com a problemática das alterações climáticas, e o modo como são noticiados nos media.

Campanhas, ações, propaganda, confusões, informação e desinformação, são os ingredientes de um formidável cocktail de agitação social. E torna-se por vezes grotesco o modo como se ergue a rampa de lançamento para as novas estrelas e gurus das causas. E modas.

Bora Lutar Pelo Clima foi escrito e produzido por BUKAGINHO, gravado e misturado por Duarte Carvalho no Tangerine Tree Studio, e contou com a participação dos pequenos Duarte e Sebastião Carvalho, crianças maravilha, nos coros .

A masterização ficou a cargo de Rui Dias no Estúdio Mister Master.

BUKAGINHO define-se como um artista de variedades várias. Neste momento é músico e produtor sediado na área da grande Lisboa, com ouvidos e pernas que passeiam pelo mundo, e o coração pelas músicas desse mesmo mundo.

https://open.spotify.com/intl-pt/track/3RwhTvRdwk0O7BRFBnT58E?si=5d89464e11e548d4


quinta-feira, 8 de outubro de 2026

PROGRAMA DE 08/10/26

1 - António Quintino - Recato
2 - Janeiro - Imune ao ruído (com Tatanka)
3 - Tio Rex - É como é como é como é
4 - Inês Apenas - Purgatório
5 - Inês Monstro - Ícaro
6 - Them Flying Monkeys - Attrition
7 - Mães Solteiras - Sala de espera
8 - Mundo Cão - O caixão da razão
9 - Um Corpo Estranho - Grifo
10 - Tiago Nóia - Morrer na praia 
11 . Cassete Pirata - Sou gente outra vez
12 - JáFuiPedro - Tudo ou nada
13 - Xico Gaiato feat Rossana - Roda de máscara
14 - Segue-me à Capela - Dona Iancra
15 - Ningue Ningue - Saloio afandangado