sexta-feira, 17 de abril de 2026

NOVO SIGLE DE NOVOS ROMÂNTICOS

Os Novos Românticos acabam de editar o seu álbum de estreia, “Criptopátria”, já disponível nas plataformas digitais. A acompanhar o lançamento do disco, o projeto revela também o novo single e respetivo videoclipe “Festival da Canção 2027”. O álbum será apresentado ao vivo amanhã, dia 18 de abril, no RCA - Radioclube Agramonte, no Porto, pelas 21h30. Os bilhetes estão disponíveis na BOL.

Depois de um percurso que se foi desenhando ao longo dos singles “Mesa Posta”, “Pátria” e “Comunidade Europeia”, “Criptopátria” apresenta-se como um retrato fragmentado do presente - um disco que cruza comentário político, tensão identitária e uma dimensão íntima que atravessa toda a narrativa.

Se os primeiros avanços estabeleciam uma leitura progressiva - dos alicerces da democracia portuguesa à construção simbólica da identidade nacional, culminando numa cartografia emocional da Europa -, o álbum aprofunda esse território, deslocando o olhar para um espaço mais difuso, onde o coletivo e o individual se contaminam.

Ao longo do disco, os Novos Românticos constroem um conjunto de imagens que oscilam entre o concreto e o abstrato, entre o quotidiano e o colapso iminente. Em “Portugal 2020”, a repetição de símbolos - “bomba atómica”, “paraíso fiscal”, “manifesto sindical” - expõe uma realidade suspensa entre a ameaça e a normalização, enquanto a pergunta recorrente (“Como vai o pai, o tio, o sócio gerente?”) introduz uma dimensão quase doméstica no meio do ruído estrutural.

Esse mesmo cruzamento entre escalas atravessa “Criptopátria”, tema que dá nome ao disco, onde o culto da personalidade, o capital e a lógica viral se sobrepõem, num cenário dominado por figuras mediáticas e discursos simplificados, refletindo um tempo marcado pela saturação informativa e pela erosão do pensamento crítico.

Em “Sangue Latino” e “Sonho Ibérico”, o disco desloca-se para um território mais instintivo e emocional, onde o desejo, a violência simbólica e a exaustão convivem com uma ideia de pertença em constante tensão. Entre imagens de vampirização, colapso e desencanto, emerge um olhar sobre o espaço ibérico como lugar simultaneamente afetivo e político.

Já “Festival da Canção 2027”, single que acompanha o lançamento do álbum, introduz um gesto de recusa - quase nihilista - perante a ideia de representação e espetáculo, desmontando a lógica de validação cultural associada a formatos competitivos. A canção afirma-se também como uma crítica à transformação da música em entretenimento televisivo despolitizado, sublinhando que a ausência de posicionamento é, em si mesma, uma forma de posicionamento.

Em “Putos”, esse desencanto condensa-se numa imagem crua e direta, onde a infância e a expectativa de conflito se cruzam, sintetizando uma tensão permanente que atravessa todo o disco.

“Criptopátria” constrói-se, assim, como um organismo instável, onde diferentes camadas - política, social e emocional - se sobrepõem sem se resolverem. Mais do que oferecer respostas, o disco insiste na formulação de perguntas, propondo uma escuta que reflete um tempo marcado pela ambiguidade e pelo excesso.

Num registo pós-punk marcado pela repetição, pela tensão e pela contenção, os Novos Românticos afirmam uma linguagem própria, onde a palavra assume um papel central.

Formados no Porto e liderados por David Félix, os Novos Românticos têm vindo a desenvolver um percurso que cruza comentário social e político com uma abordagem estética marcada pelo pós-punk. Depois dos EPs “Novos Românticos” (2023) e “Saudade Internacional” (2024), o projeto apresenta agora o seu primeiro longa-duração, consolidando uma identidade que procura espelhar “as vivências tal como elas nos chegam”.

O concerto de apresentação de “Criptopátria” realiza-se amanhã, dia 18 de abril, no RCA - Radioclube Agramonte, no Porto, pelas 21h30, marcando o início da vida ao vivo do disco.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

MARIA LÉON AO VIVO

 



















Chowcases FNAC– Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma


FNAC Faro | Faro| 18 Abril | 17h00
FNAC AlgarveShopping | Guia | 19 Abril | 18h00
FNAC Cascais | Cascais |21 Junho| 16h00

Emanuel de Andrade - Piano

(FNAC Faro e Guia -formato voz e piano)

Maria León apresenta ao vivo o seu novo trabalho, “Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma”, um álbum que mergulha na essência atlântica da cidade, entre a luz que se esconde no nevoeiro e a memória que persiste na voz. Nestas sessões especiais nas FNAC, a artista partilha canções que atravessam fado, canção urbana e paisagens sonoras contemporâneas, revelando um Lisboa íntimo, marítimo e profundamente humano.

O público é convidado a descobrir novas histórias, novas marés e a alma que dá nome ao disco — num encontro próximo, onde música e palavra se tocam.

O GAJO E RAIA JUNTOS EM LAGOA





















Hoje dia 16 de Abril às 19h30, O GAJO e Tó Zé Bexiga do projecto RAIA sobem ao palco do auditório Carlos do Carmo em Lagoa para um concerto conjunto.
2 Campaniças aventureiras a uma só voz!

Os bilhetes estão à venda na BOL:

BILHETES AQUI:

HERLANDER EDITA VIDEOCLIPE OFICIAL DO SINGLE "BEMBANG"





















HERLANDER edita hoje o videoclipe de “bembang”, um dos temas que integra CÁRIE, a sua primeira mixtape. O vídeo já se encontra disponível no YouTube e surge num momento-chave desta nova fase, poucos dias antes da apresentação ao vivo do projeto, marcada para dia 18 de abril, na Casa Capitão.

Realizado por Valdir Furtado, o videoclipe reforça uma colaboração que tem vindo a consolidar-se ao longo deste percurso, depois de trabalhos conjuntos anteriores como “deixa-me em paz”, recentemente nomeado para Melhor Vídeo nos Prémios Play da Música Portuguesa. Mais do que um objeto isolado, “bembang” inscreve-se como uma extensão natural do universo visual e emocional que tem acompanhado a construção de CÁRIE.

Este lançamento surge como uma antecipação direta do concerto de apresentação da mixtape, onde HERLANDER levará para palco, pela primeira vez, o universo do projeto na sua totalidade. Pensado como uma experiência imersiva, o espetáculo promete traduzir ao vivo a intensidade emocional, sonora e visual que atravessa CÁRIE, aprofundando a relação com o público que tem acompanhado este percurso.

Editada recentemente, CÁRIE afirma-se como um gesto de identidade e de liberdade artística. Entre referências indie, experimentais e pop, e géneros ligados às suas raízes, como a kizomba, o kuduro ou o hip-hop, HERLANDER constrói um espaço próprio, onde diferentes influências coexistem sem concessões.

Natural do Seixal, HERLANDER tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais singulares da nova música portuguesa. Depois de um primeiro EP editado em Londres, em 2018, tem explorado o cruzamento entre som, performance e identidade, colaborando com nomes como Ana Moura, Extrazen e Odete. Em 2025, atuou no NOS Alive, no Palco Coreto, consolidando um percurso cada vez mais consistente e autoral.

PEACE PLEASE EDITA SINGLE DE ESTREIA















PEACE Please, o novo projeto de Raul Ribeiro, anuncia o single de estreia “It’s Just a Memory”.

Raul Ribeiro formado em Gestão Cultural​ ,diretor artístico, programador e produtor, bem como músico e compositor, tem vindo a afirmar-se nos últimos anos como um dos mais relevantes profissionais do setor, tanto no seu percurso no Teatro Experimental de Cascais como, mais recentemente, no Centro Cultural Malaposta. Mais recentemente, abraçou a gestão e direção artística em Benavente. Agora, apresenta uma nova faceta profissional como líder do projeto PEACE Please.

Nas palavras de Raul Ribeiro, o single “It’s Just a Memory” “… marca o início da identidade discográfica de PEACE Please e apresenta de forma clara o seu universo conceitual e emocional. A canção convoca temas como a guerra, o silêncio, a perda, a memória e a fragilidade do mundo contemporâneo, transformando essas imagens numa reflexão musical intensa sobre a condição humana. Entre a consciência do colapso e a esperança de despertar.”

A produção musical de Giovani Goulart desempenha um papel determinante na definição da identidade sonora do projeto, contribuindo para a construção das atmosferas, das dinâmicas e das texturas que caracterizam este universo artístico.

Musicalmente, PEACE Please cruza influências que vão da música clássica ao jazz, do rock a expressões sonoras de matriz étnica e tribal, criando uma linguagem contemporânea onde a melodia assume um lugar central como elemento de ligação entre emoção, memória e escuta.

Mais do que um projeto musical, PEACE Please assume-se como um testemunho artístico do seu tempo, onde a voz, a música e a presença se tornam gesto consciente e espaço de reflexão coletiva. Como nos conta Raul Ribeiro “o projeto afirma a importância do amor e da paz numa relação de igualdade essencial para a humanidade, não como ideias abstratas ou distantes, mas como forças conscientes, complementares e urgentes, capazes de redefinir a forma como nos relacionamos connosco próprios, com os outros e com o mundo.”

“It’s Just a Memory” já pode ser ouvido nas plataformas digitais.

MÃO LANÇA DISCO DE ESTREIA















©Kenton Thatcher

A aliança entre DJ Vibe e Paulo Pedro Gonçalves está pronta para bater às portas do mundo.

Hoje, 16 de Abril, Mão lança o seu álbum de estreia homónimo exclusivamente em vinil: oito temas instrumentais que traçam uma rota pelo mundo, da América à Ásia, partindo da electrónica para trilhar um leque de géneros como a pop, os blues, o ambient ou o rock.

Tó Pereira e Paulo Pedro Gonçalves são dois iconoclastas que, desde a década de 1980, continuam a escrever a narrativa da música portuguesa. O primeiro é DJ Vibe, um dos pioneiros da cultura de dança e da electrónica, na linha da frente da house music, dono de um culto que ultrapassa as fronteiras. Quanto ao segundo, conhecemo-lo como um dos fundadores da instituição pop chamada Heróis do Mar, fonte inesgotável de êxitos que ainda hoje acendem as almas de tantas gerações. Antes, fez parte de uma das incursões inaugurais em Portugal do punk, Os Faíscas, e da new wave, Corpo Diplomático, e, depois, do glam dance rock dos LX-90, para onde convida Tó Pereira.

Mão é o projecto que volta a juntar os dois, agora no primeiro quarto do século XXI.

Desta vez, surge por iniciativa de DJ Vibe, fruto da sua constante vontade de criar e, sobretudo, de explorar musicalmente outras áreas. O resultado cristaliza-se em oito viagens sonoras que traçam uma rota pelo mundo, com vénias às geografias e à música de cada lugar.

Oito países, oito viagens

Com arranque nos Estados Unidos, em “Pine Ridge”, e a terminar no Japão, com “Yokohama Clouds”, o grupo conduz uma viagem que cartografa um mundo sem fronteiras, um “que nos enriquece culturalmente, espiritualmente, em todos os sentidos”. A par desta expansão geográfica, homenageiam a música e os protagonistas desses lugares: a percussão singular de Fela Kuti, no funk cósmico e ritualista de “Motel Danakil”, ou os tapetes electrónicos e luxuriantes de Giorgio Moroder, na fragrância onírica de “Acqua Della Medici”. Em “Reeperbahn”, segundo single do álbum, situam-nos no bairro de Hamburgo, onde os Beatles se fizeram banda, para tributar os Kraftwerk e o krautrock. No primeiro single, “Brasil de Janeiro”, acenam à riqueza e ao calor daquele país. Já em “Electricity Will Kill You England”, DJ Vibe e Paulo Pedro Gonçalves sublinham a sua paixão pelas máquinas com que desenham estas paisagens sónicas, num piscar de olhos ao trip hop, enquanto alertam para uma nova Revolução Industrial que, nestes tempos escuros, assola o Reino Unido.

A génese de Mão remonta ao regresso dos LX-90, em 2023, para um espectáculo único em Lisboa, que colocou Vibe e Paulo novamente em contacto. Tó Pereira procurava fazer algo diferente; Paulo Pedro Gonçalves (que partilha com a música uma carreira ligada à moda, em Londres, onde vestiu David Bowie ou o elenco de Velvet Goldmine) trazia consigo a experiência das suas incursões a solo mais recentes, Scarecrow Paulo e Cabra, onde explora o seu lado de trovador. A cumplicidade voltou. “Trabalhamos muito bem juntos e conseguimos ser bastante criativos, com muita qualidade e, ao mesmo tempo, muita rapidez”, explica Paulo Pedro Gonçalves.

Fruto da inquietação dos dois artistas, o álbum representa também a procura por novos caminhos. Uma sonoridade em constante actualização, em sintonia com uma maneira de estar na música que os acompanha há quatro décadas. “É como se fôssemos um vulcão a expulsar a sua lava de ideias e de emoções”, exemplifica o outrora membro dos Underground Sound of Lisbon (quem não se recorda do intemporal “So Get Up”?), que, em 2024, lançou o seu primeiro longa-duração a solo, Frequências. Para ele, o projecto com Paulo Pedro Gonçalves “é uma forma de devolver todo o conhecimento e absorção ao longo dos anos”.

Para já editado apenas em vinil (100 exemplares numerados) e disponível no Bandcamp, Mão tem o selo da Chic Choc Music, fundada pelos próprios. Uma identidade que repesca ao passado um lugar que assinalou um dos seus primeiros encontros, o centro comercial Chic Choc, nos Restauradores, em Lisboa, onde o pai de Tó Pereira mantinha uma loja de discos cheia de pérolas importadas do estrangeiro. Uma paragem obrigatória para tantos ilustres, como António Variações, e lugar do contacto inicial de DJ Vibe com os discos e com os Heróis do Mar, banda pioneira em Portugal na introdução de maxi-singles (de 12 polegadas de diâmetro), a pensar nas pistas de dança.

Agora, tudo faz sentido. O círculo completa-se. A Mão está dada.

Agarrem-na e mergulhem nesta viagem de ida sem data de regresso.

NARY FAQUIRÁ AO VIVO NO MAUS HÁBITOS





















Depois de revelar o single “Púrpura”, Nayr Faquirá anuncia um concerto especial de apresentação da versão deluxe do álbum de estreia “Entrelinhas”, agendado para o dia 1 de maio, no Maus Hábitos, no Porto. Os bilhetes já se encontram disponíveis.

O espetáculo antecipa a edição da versão deluxe de “Entrelinhas”, com lançamento previsto para o dia 8 de maio nas plataformas digitais, e surge como um momento de síntese e expansão de um disco que marcou a afirmação da artista no panorama nacional.

Em palco, Nayr Faquirá propõe uma revisitação do universo de “Entrelinhas”, integrando os temas originais com as novas canções que compõem esta edição alargada. Entre elas, “Púrpura”, primeiro avanço deste novo capítulo, onde a artista aprofunda uma linguagem mais íntima e sensorial, aproximando-se da declamação e da exposição emocional direta.

Lançado em maio do ano passado, “Entrelinhas” construiu-se como um registo confessional, centrado em temas como identidade, resiliência e liberdade, cruzando dimensões pessoais e coletivas. A versão deluxe surge agora como um prolongamento desse discurso - uma forma de revisitar o que foi dito e de acrescentar novas camadas à narrativa artística de Nayr Faquirá.

Cantora, compositora e produtora luso-moçambicana, Nayr Faquirá tem vindo a afirmar uma linguagem própria, onde se cruzam influências de soul, R&B, afrobeat e música contemporânea. A sua abordagem combina raízes culturais com uma estética atual, propondo uma escrita marcada pela intensidade emocional e pela procura de identidade.

O concerto no Maus Hábitos assume-se, assim, como um momento singular no percurso da artista - um encontro direto com o público, onde o palco se torna espaço de partilha, revisitação e afirmação de um trabalho em constante transformação.

A apresentação de “Entrelinhas” (versão deluxe) acontece no dia 1 de maio, no Maus Hábitos, no Porto.

CATARINA BRANCO EM PALCO





















Catarina Branco
apresenta ao vivo o seu mais recente álbum, “Acordava cansada”, no próximo dia 2 de maio, na BOTA Anjos, em Lisboa. As reservas para o concerto já se encontram disponíveis através do formulário disponibilizado pelo espaço.

Depois da edição do disco, lançado recentemente em formato digital e vinil, a cantautora leva agora para palco um trabalho que marca um novo momento no seu percurso artístico, aprofundando uma linguagem mais densa, introspetiva e minimal.

“Acordava cansada” surge como o reverso de uma discografia anteriormente marcada por canções luminosas, afirmando-se como um território onde o silêncio, a melancolia e o esvaziamento ganham forma musical. É a partir desse lugar que o concerto se constrói, propondo uma transposição ao vivo de um universo onde cada canção funciona como a materialização de um estado emocional em processo de descoberta.

Do ponto de vista sonoro, o disco aproxima-se de uma estética folk minimalista, privilegiando a captação de instrumentos acústicos e a redução dos elementos ao essencial. Este princípio estende-se à apresentação ao vivo, que se antecipa como um momento de proximidade e escuta atenta, centrado na palavra, na voz e na contenção.

Integralmente composto, produzido, captado e misturado por Catarina Branco, “Acordava cansada” reflete um processo profundamente pessoal, desenvolvido ao longo de vários anos e consolidado em residência artística na Casa de Gigante, no Vale do Pereiro. Para a concretização do disco, a artista contou com a colaboração de músicos como Sara Gonçalves, Leonor Orca, Mariana Camacho, Catarina Valadas, Rodrigo Nogueira e Bá Álvares, contribuindo para uma paleta sónica diversa, mas sempre contida na sua intenção minimal.

Natural do Oeste, Catarina Branco tem vindo a afirmar uma identidade artística marcada pela relação com o território e pela tensão entre o íntimo e o exterior. Com “Acordava cansada”, aprofunda essa linguagem, propondo uma escuta centrada no silêncio, na sombra e no que permanece por dizer.

O concerto na BOTA Anjos, a 2 de maio, assinala assim o primeiro momento de apresentação ao vivo deste novo trabalho.

NUNO RIBEIRO ESGOTA COLISEU DOS RECREIOS E SOBE A PALCO COM CONVIDADOS ESPECIAIS





















O cantor, compositor e produtor, Nuno Ribeiro, conhecido por êxitos gigantes como Maria Joana (com Calema e Mariza), Rosa (com Conan Osiris), Por ti (com a espanhola Ainoa Buitrago) Essa Mulher, Amor Limbo (com Bluay) e o mais recente Saloia, entre muitos outros êxitos, ESGOTA o Coliseu dos Recreios em Lisboa.

Depois do sucesso no Coliseu do Porto, em novembro de 2023, Nuno Ribeiro sobe este sábado ao palco da emblemática sala de Lisboa, completamente esgotada, onde apresentará muitos dos seus maiores êxitos acompanhado de um leque incrível de convidados. Calema, Nelson Freitas, Bluay, Conan Osiris, Anjos, Soraia Ramos, Loony JohnsonPorbatuka vão juntar-se a Nuno Ribeiro no palco do Coliseu e fazer a festa numa noite que cheia de emoções e que marca o arranque da Tour de Nuno Ribeiro, “Norte Sul”, para 2026. 

Sobre a emoção de tocar no Coliseu, em Lisboa, pela primeira vez Nuno Ribeiro conta-nos que “o sonho trouxe-me até aqui ! Do Norte, diretamente para o Coliseu dos Recreios! Obrigada por esgotarem o Coliseu e por fazerem parte desta história. Prometo uma noite que ficará para sempre na nossa memória. Até sábado!”

Nuno Ribeiro tem tido um percurso extraordinário, com vários êxitos nos Top’s de rádio e streaming como são o caso, “Maria Joana” com Calema e Mariza (6xPlatina), “Rosa” com Conan Osiris (Platina), “Pra Lá das 8” (Rogg), “Nas Ondas do Mar” (Platina), “Dias Cinzentos” (Platina) “Longe” (Ouro), “Tarde Demais” (Ouro), “Imagina” (Ouro), “Essa Mulher” (Ouro), entre outros.

Desde 2018, altura em lançou a sua carreira, conquistou já 10 certificações de Platina e 7 de Ouro. Venceu ainda o prémio de Canção do Ano nos Prémios Play com o tema “Maria Joana” , foi nomeado por dois anos consecutivos para os Globos de Ouro para Melhor Canção (com “Maria Joana” em 2024 e com “Essa Mulher” em 2025) e tem percorrido todo o país com largas dezenas de concertos todos os anos.

Nuno Ribeiro é hoje reconhecido com um dos mais talentosos cantores e compositores da musica nacional, um verdadeiro hit maker, e com um futuro absolutamente promissor à sua frente.

STONE DEAD EDITAM NOVO DISCO

 



















© Rodrigo Correia

Os Stone Dead editam “Milk”, o novo álbum de estúdio, já disponível nas plataformas digitais. O disco, com selo da editora Suburbia, marca o regresso da banda de Alcobaça aos longa duração e afirma uma nova etapa no seu percurso.

Depois dos avanços “The Jar” e “Plasticine”, que anteciparam o universo do disco, “Milk” apresenta um conjunto de canções que consolidam a identidade do grupo, ao mesmo tempo que apontam para uma evolução clara na forma como escrevem, constroem e apresentam a sua música.

Mantendo a base energética e visceral que sempre os caracterizou, os Stone Dead afastam-se aqui de abordagens mais diretas para explorar um território mais amplo, onde a melodia, a dinâmica e a atmosfera assumem um papel central. Ao longo do álbum, a banda trabalha um equilíbrio constante entre peso e subtileza, tensão e contenção, construindo canções que se movem entre o impulso e a reflexão.

Tematicamente, “Milk” percorre territórios como o desejo, a vulnerabilidade e o desgaste, revelando um lado mais exposto e introspectivo do grupo. Em “The Jar”, primeiro avanço, essa tensão manifesta-se no confronto entre pertença e autopreservação, cruzando desejo, memória e fuga num retrato direto das contradições da experiência afetiva. Já em “Plasticine”, os Stone Dead aprofundam esse universo, explorando o contraste entre permanência e transitoriedade - entre o que se grava em pedra e o que se molda e desfaz - numa reflexão sobre compromisso, fragilidade e desencontro.

O resultado é um disco coeso e envolvente, que se constrói como uma viagem emocional e sensorial - simultaneamente densa, cinematográfica e inquieta. Mais do que uma rutura com o passado, “Milk” afirma-se como uma expansão natural do universo dos Stone Dead, aprofundando a intensidade sem a diluir.

Formados em Alcobaça, os Stone Dead têm vindo a afirmar-se como um dos nomes mais consistentes do rock alternativo português, cruzando uma energia crua com uma abordagem marcada pela tensão, pela dinâmica e pela criação de ambientes singulares. O álbum de estreia, “Good Boys” (2017, Lovers & Lollypops), marcou a sua afirmação, seguido de um percurso sustentado em palco, com digressões por vários países europeus e presença em festivais como Super Bock Super Rock, Vodafone Paredes de Coura, SonicBlast Moledo e Milhões de Festa.

Com “Milk”, a banda regressa aos discos reafirmando o seu lugar na linha da frente do rock alternativo nacional, com um trabalho que mistura melodia, peso e viagem, traduzindo a evolução natural de um projeto que se mantém fiel ao espírito que o viu nascer - direto, visceral e incendiário.

PROGRAMA DE 15/04/26

1 - Aftervoid - Negative space 2
2 - The Nine Lands Of Oblivion - Black chamber 2
3 - José António Carrapato - Lisboa a cair
3 - Júlio Pereira - Voa cavaquinho
4 - Carlos Raposo - Rua do castelo


Crónica de Pedro Andrade
Guitarras do Meu país 

5 - António Bernardino - Guitarras do meu país
6 - António Portugal - Aguarela portuguesa
7 - José Afonso - Menino do bairro negro
8 - José Manuel dos Santos - A rosa e a noite
9 - Adriano Correia de Oliveira - Balada de estudante
10 - Adriano Correia de Oliveira - Trova do vento que passa

11 - José Peixoto e Nuno Cintrão - Canto de embalar

MERAI EDITA SINGLE

 



















Merai lança “Diz-me”, o primeiro single de avanço do álbum Linhas Imaginárias. Pensado como um tema de Verão, “Diz-me” afirma-se como uma canção leve e sensorial, feita para a dança, para o movimento e para a celebração.

Num primeiro contacto, o tema apresenta-se imediato e acessível, mas revela também uma camada mais profunda: uma reflexão sobre a tensão entre aquilo que somos e a forma como somos vistos pelos outros. A canção propõe um gesto de libertação face às expectativas externas, afirmando a possibilidade de sermos contraditórios, mutáveis e livres.

“Diz-me” antecipa o universo de Linhas Imaginárias, um álbum musical e poético que explora a travessia entre o eu e o todo — entre a ilusão da separação e uma ideia de unidade. O projeto cruza influências da pop, do folk e da música clássica, nascendo de uma inquietação espiritual, filosófica e existencial, e materializando-se numa linguagem que equilibra intuição e conceito.

Nascida em Lisboa em 2000, Mariana Frangioia Portela — conhecida artisticamente como Merai — é uma criadora multidisciplinar de ascendência luso-angolana. A sua prática artística estende-se entre a música, a escrita, a performance e a imagem, construindo um universo autoral coeso onde todas as dimensões se interligam. Enquanto cantautora e produtora, tem vindo a afirmar uma linguagem própria em temas como “Ser (Mito de Orfeu)” e “O Meu Corpo Não”, explorando tanto o simbólico e o abstrato como a dimensão política e de intervenção.

Em Linhas Imaginárias, Merai reforça também o seu papel enquanto produtora musical, assumindo os arranjos e a produção do álbum e do single “Diz-me”, aprofundando o carácter autoral do seu trabalho.

Em 2025, editou o livro Contos e Mitos de Plorema, expandindo a dimensão literária do seu universo artístico. Paralelamente, tem desenvolvido projetos em diferentes contextos, incluindo a composição para dança contemporânea e a participação em festivais e debates ligados a temas como feminismo, arte e democracia.

“Diz-me” conta também com videoclipe e já se encontra disponível nas principais plataformas digitais.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

TONDELA ROCKS REGRESSA A 25 DE ABRIL COM MASTER E DESTAQUE PARA O METAL E ROCK NACIONAL




















A cidade de Tondela volta a ser palco de um dos eventos mais consistentes do underground nacional. A 9.ª edição do Tondela Rocks realiza-se no dia 25 de abril, na Associação Recreativa e Cultural Ermidense, reunindo um cartaz que cruza um nome internacional, referências do metal e do hardcore e uma forte representação da cena alternativa portuguesa.

Com produção da Rocha Produções, o festival reafirma a sua identidade enquanto espaço de encontro entre diferentes vertentes do rock e do metal, consolidando-se como uma das apostas mais relevantes do circuito independente em Portugal.

MASTER

O grande destaque internacional da noite são os MASTER, veteranos norte-americanos e pioneiros do death metal, que celebram 41 anos de carreira com uma digressão mundial. Master é uma banda de death metal originária de Chicago, Estados Unidos, no ano de 1983. Inicialmente chamada Death Strike, Paul Speckmann mudou o nome da banda para Master em 1985. Master é uma das primeiras bandas de death metal ao lado de Possessed, Necrophagia, Death e Morbid Angel.

Em 1985 eles conseguiram um contrato com a gravadora Combat Records e gravaram um álbum, que só foi lançado em 2003 pela Displeased Records, intitulado "Unreleased 1985 album". Em 1990 eles assinaram com a gravadora alemã Nuclear Blast Records, que havia contratado a outra banda de Speckemann Abomination. O primeiro álbum foi gravado e intitulado como "Master", com Chris Mittleburn na guitarra e Bill Schmidt na bateria.

Mas essa gravação não foi aceite pela gravadora Nuclear Blast, então ele foi regravado com Jim Martinelli na guitarra e Aaron Nickeas na bateria, a versão regravada acabou sendo lançado mais tarde pelo nome Speckmann Project, e a gravação original foi lançada como primeiro álbum oficial da banda em 1990. Em 1991 o segundo álbum foi lançado: "On the Seventh Day God Created ... Master", com Paul Masvidal na guitarra, seguido por "Colection Of Souls" de 1993 o último pela Nuclear Blast Records. Cinco anos depois eles lançaram pela Pavement Records, o quarto álbum da banda "Faith Is in Season".

Speckmann se focou em vários projetos durante esse tempo, incluindo o Abomination, também entrou para banda tcheca Krabathor, com isso Speckmann se mudou para a República Tcheca. Em 2002 saiu o quinto álbum do Master "Let's Start a War" pela System Shock, em 2004 lançaram o álbum "Spirit of the West" um anos depois lançaram o álbum "Four More Years of Terror". Em 2007 sai o álbum "Slaves To Society" e a banda sai em turnê pela Europa de maio a junho, o álbum foi relançado nos Estados Unidos em setembro de 2008, pela bex Moon Records. Foram mais de 38 shows na primavera de 2009. Durante a turnê "Masters of Hate Tour 2010" a banda passou pelo Brasil, fazendo mais de 20 shows aqui.

Após assinar contrato com a Pulverised Records, a banda lançou seu décimo álbum de estúdio, "The Human Machine", em 2010.

Em 2012, sai um novo trabalho do trio: "The New Elite", que foi gravado, mixado e masterizado no Shaark Studios.

A passagem por Tondela será data única em Portugal em 2026, prometendo um concerto histórico para os fãs do género.

REVOLUTION WITHIN
Revolution Within é uma banda portuguesa de thrash metal moderno. Formada em 2005, a formação atual da banda é composta por Raça (voz), Matador e Flávio (guitarras), Lestre (baixo) e Tozé (bateria).
Até à data, lançaram 4 álbuns, todos pela editora Rastilho Records: Collision (2009), Straight From Within (2012), Annihilation (2016) e Chaos (2020).
A banda participou em importantes eventos nacionais de metal e em alguns internacionais, com destaque para o Wacken Open Air (Alemanha) e o Resurrection Fest (Espanha), o que lhes permitiu partilhar o palco com bandas internacionais como Slayer, Megadeth, Anthrax, Motörhead, Rammstein, Kreator, Morbid Angel, Opeth, Sepultura, Soulfly, Trivium, Arch Enemy, Mastodon, Amon Amarth, Devin Townsend, Behemoth, Carcass, Children of Bodom, Dew-Scented, Hatesphere, Hatebreed, Skid Row, Sodom, Destruction, Blind Guardian, Sabaton, Suicidal Tendencies, Angelus Apatrida, Crisix, Obituary, entre outras.
Em síntese, os Revolution Within são uma banda que conquistou o público e não deixa ninguém indiferente nos seus concertos.

LAW OF CONTAGION

Originários do Porto, os Law of Contagion evocam um rito sombrio de velocidade e escuridão, construído para impactar ao vivo e permanecer na memória do público durante muito tempo. Forjado em 2019, o projeto avançou rapidamente num início com a Moribund Records, lançando dois álbuns completos que marcaram a sua posição no underground, antes de se transformar completamente numa arma ao vivo a partir do final de 2022. Desde então, a banda tem mantido a sua presença afiada e seletiva, partilhando o palco com nomes como Dead Congregation, Mercyless, Corpus Christii, Morte Incandescente, Holocausto Canibal e Analepsy. Mais recentemente, Law of Contagion selou o pacto "Profanação Lusitana", um split com SARDONIC WITCHERY e DECAYED, lançado pela Nekrogoat Heresy Productions, três lâminas apontadas na mesma direção.
Quando os ritos são invocados, Law of Contagion trazem um sermão de peste e morte, uma celebração sombria esculpida em volume e suor. Que haja morte, que haja luz.

VOIDWOMB

No início de 2019, nasceram os Vøidwomb, que cedo revelaram um forte compromisso em entregar um som extremo com identidade própria. Originária de Viana do Castelo, a banda de black/death metal Vøidwomb foi formada para expressar as ideias de M.S. Void (voz) e dos irmãos Noctvs (bateria) e F.S. Void (baixo). Este último convidou Lord (guitarra) para se juntar à banda. Após apenas um ensaio, sentiram a necessidade de dar mais corpo e plenitude ao som característico da banda. Fractal (guitarra) entrou na formação, e o círculo fechou-se finalmente. O processo criativo iniciou-se então na sua plenitude. Em fevereiro de 2021, o seu EP de estreia, "Altars of Cosmic Devotion", foi lançado pela conceituada editora alemã Iron Bonehead, despertando curiosidade tanto a nível nacional como internacional. Pesado, obscuro e com melodias hipnotizantes, o som da banda é uma marca desde a sua génese. A sua música transita entre o black metal e o death metal, por vezes com nuances de um estilo mais doom. Devido à recente pandemia, as primeiras atuações da banda foram constantemente adiadas para novembro do mesmo ano. O quinteto foi recentemente anunciado como uma das novas aquisições da histórica editora italiana Avantgarde Music (Mayhem, Behemoth, Carpathian Forest, Katatonia). Logo após o anúncio desta parceria, foi revelado o lançamento do primeiro álbum completo da banda. "Spiritual Apothéosis" promete ser um marco para uma nova e ambiciosa fase da banda.


MIZZURA
Mizzura é uma banda de metal/punk/crust com seis anos. Criada pela vocalista Grace Kaos com o intuito de abordar temas como o antifascismo, a luta feminista antipatriarcal, anti-colonialismo e anti-xenofobia, a banda age como um contraponto direto ao capitalismo imperialista de forma ativamente crítica, denunciando as diversas formas de violência propagadas pelo sistema policial do Estado burguês.

Na sua formação atual a banda luso-brasileira conta com Grace Kaos (vocal), Catipanga (bateria), Ferrão (guitarra) e André (baixo). Mizzura apresenta também o seu primeiro álbum de estúdio intitulado "Essência", já disponível em todas as plataformas de streaming.

aBAND'onadosOs aBAND'onados são uma banda de Coimbra formada no ano de 2020. Ricardo Serra, João Vilela, Pedro Amado e Ricardo Basílio são apaixonados por música e estão comprometidos a partilhar as suas histórias e emoções através das suas composições. Com uma mistura eclética de influências musicais, que vão desde o punk rock até ao funk rock, a banda cativa o seu público com uma energia contagiante e letras poderosas.

A banda já pisou o palco do Centro de Artes de Águeda, Cercal Rock, Ceira Rock Fest, Associação Académica de Coimbra, Ceirarte, Feira Popular de Coimbra, Festa dos Cronheiros, entre outras festas de vários municípios e freguesias e algumas concentrações motards.
Depois de vários meses dedicada aos concertos ao vivo a banda começou a trabalhar nas gravações do primeiro CD: "Baixar os Braços (Não)". O álbum, lançado a 11/07/2025, aborda uma variedade de temas significativos que vão desde o amor e a família até histórias de vida, resiliência e determinação. Além disso, o álbum apresenta uma crítica social afiada, refletindo a perspetiva única da banda sobre o mundo ao seu redor.
Destacando-se entre as faixas está o poderoso single "Baixar os Braços (Não)", que não apenas dá título ao álbum, como também representa a determinação inabalável da banda em realizar este projeto. Outros destaques são a balada "Vai Lá", que aborda um tema delicado com sensibilidade e profundidade e a enérgica “Ser Motard” que é dedicada a todos os amantes das motas e inspirada nos mesmos.

PROPAGANDAZ

A abrir o festival estarão os Propagandaz, com uma proposta de rock direto e sem filtros, preparando o terreno para uma noite de alta voltagem sonora.

HORÁRIOS
16h00: Portas
17h30: Propagandaz
18h35: aBAND'onados
19h35: Mizzura
20h35: Law of Contagion
21h35: Revolution Within
22h55: MASTER
00h35: Voidwomb

BILHETES
Venda antecipada: 15€
No dia do evento: 20€
Bilhetes disponíveis em TicketLine e Unkind

UM FESTIVAL COM IDENTIDADE PRÓPRIA
Ao longo das suas edições, o Tondela Rocks tem vindo a afirmar-se como uma plataforma de valorização da música pesada, promovendo o cruzamento entre nomes consagrados e novos projetos, e contribuindo para o fortalecimento da cena rock e metal em Portugal.

A 9.ª edição promete reforçar essa missão, oferecendo uma experiência intensa, diversa e autêntica — onde o underground encontra palco, público e futuro.


LINKS DAS BANDAS
 
MasterSpotify | YouTube | Instagram | Facebook
Revolution WithinSpotify YouTube Instagram Facebook
Law of Contagion: Spotify YouTube | Instagram | Facebook
Mizzura: Spotify | YouTube | Instagram | Facebook

THE TWIST CONNECTION CELEBRAM 10 ANOS DIA 9 DE MAIO




















The Twist Connection regressam a casa, a Coimbra, para celebrar uma década de vida. Desde 2016, o trio tem vindo a construir um percurso sólido e singular, onde o passado serve de combustível para uma linguagem própria e contemporânea, ainda que com raízes num passado onde o rockabilly, o garage rock, o punk e o post-punk alimentaram a electricidade do rock'n'roll.

Esta noite não é apenas um regresso: é também uma celebração. O concerto assinala o 10º aniversário da banda e marca, simultaneamente, a edição em vinil do mais recente álbum, “Concentrate, Give It Up, It’s Too Late”. Um disco direto, sem concessões, onde a urgência das canções se cruza com a maturidade de quem sabe exatamente o que quer dizer — e como o dizer.

Ao longo dos anos, os The Twist Connection afirmaram-se como uma das bandas mais intensas do circuito nacional, levando a sua crença no poder transformador do rock'n'roll a clubes e festivais, dentro e fora de Portugal. E é em palco, no confronto direto com o público, que tudo ganha verdadeiro sentido.

E, nesta noite, o palco é em casa.

SAI HOJE O TRABALHO DE ESTREIA DE TIME AND MOUTH











O tempo, aquele que foge, aquele que cura e aquele que mata. Um dos bens mais preciosos da vida e tão menos valorizado.

É nele o foco deste projecto e do seu primeiro trabalho, o EP Keep up the Pace.

As músicas são simbólicas da transformação pessoal e da procura do verdadeiro propósito. Temos um desejo intenso e muitas vezes destrutivo de experimentar a beleza da vida em pleno, mesmo com o tempo dolorosamente curto que temos para isso.

Paulo Rui e Aaron D.C. Edge criaram algo especial com o EP Keep Up the Pace, oferecendo dezanove minutos de urgência. Estas quatro canções convidam-nos a olhar para o nosso reflexo no espelho em busca da verdade que procuramos, em vez de nos virarmos para os ecrãs dos nossos dispositivos.
É uma viagem que vale a pena.

Como as traças, somos atraídos pela luz. Mas, com demasiada frequência, somos iluminados pelos media, amigos, colegas e ídolos, em vez de procurarmos a criatividade, a esperança ou sermos guiados pela verdade e pela ciência.Precisamos de um farol para nos guiar pela turbulência da vida moderna. Ansiamos por um raio de luz mais acolhedor, suave e caloroso que brilhe para todos... não apenas para alguns.
Time And The Moth procura essa luz e, uma vez encontrada, reflete-a de volta para os outros, ajudando-os também a seguir em frente.

Toda a instrumentação foi composta, interpretada, gravada e misturada e masterização por Aaron D.C. Edge no Myelin Studio (Londres, Reino Unido). Letra e voz compostas e interpretadas por Paulo Rui, gravadas por Dani Valente no Caos Armado Studio (Santa Maria da Feira, Portugal).

"Time and the Moth" são palavras que evocam a passagem do tempo. Este é um conceito frequentemente associado à natureza fugaz da vida, que faz lembrar a curta vida de uma traça enquanto voa pela escuridão.

As palavras incorporam a ideia de que, mesmo nesta escuridão, a nossa intuição e força interior nos ajudam a navegar pelas lutas e desafios. A frase alude à mortalidade, à transformação e ao legado, e à ideia de que mesmo uma vida curta, vivida em pleno, pode ainda ter um impacto duradouro.

Time and the Moth surge da parceria de dois conhecidos de palcos e estrada: Paulo Rui (Besta, Redemptus, Avesso) e Aaron D.C. Edge (The Forest of Knives, The Lumbar Endeavor, Process Black, Hellvetika, Brothers of the Sonic Cloth e Interitio), um projecto concretizado à distância por dois amantes de música pesada e com sentido.

Desta parceria surge o primeiro trabalho, o EP Keep up the Pace que traz como cartão de visita a música “Plugged…” a sair no dia 16 de Março.

Toda a instrumentação foi composta, interpretada, gravada e misturada e masterização por Aaron D.C. Edge no Myelin Studio (Londres, Reino Unido). Letra e voz compostas e interpretadas por Paulo Rui, gravadas por Dani Valente no Caos Armado Studio (Santa Maria da Feira, Portugal).

STEREOSSAURO LEVA "TRISTANA II" A MAFRA E LEIRIA















Fotografia de Aidan Klessi

Após a edição de TRISTANA II, o mais recente capítulo de um dos percursos mais singulares da música portuguesa contemporânea, Stereossauro apresenta o novo espetáculo ao vivo em duas datas imperdíveis: 2 de maio, no Museu da Música, em Mafra, e 16 de maio, no Texas Club, em Leiria.

Editado em vinil e apresentado ao público no passado dia 30 de janeiro, TRISTANA II revela uma nova fase na narrativa criada por Stereossauro. Mais luminosa, afirmativa e entregue à noite, Tristana abandona a introspeção do primeiro disco para se lançar no risco, na dança e na incerteza. O single de avanço, “Martelo de Porcelana”, marca essa viragem — uma noite onde tudo pode acontecer, onde a viagem se sobrepõe ao destino.

A dar corpo e voz a esta personagem está novamente Ana Magalhães, cuja interpretação intensa e crua aprofunda a dimensão emocional do projeto. Com raízes no fado tradicional e uma aprendizagem feita em contexto orgânico, entre casas de fado e encontros de Fado Vadio, a cantora imprime uma autenticidade rara a esta nova Tristana, agora mais livre e indomável.

Sonoramente, o disco assume uma linguagem mais uptempo e dançável, atravessando territórios como o house, o techno e o drum’n’bass. A palavra permanece central, mas em diálogo direto com o corpo e com a pista de dança — um território que Stereossauro conhece profundamente.

Produzido, composto e gravado integralmente pelo artista nas Caldas da Rainha, TRISTANA II reflete um gesto autoral e artesanal, onde todas as letras são da sua autoria. A ausência da guitarra portuguesa — instrumento central em trabalhos anteriores — abre espaço a novas texturas e abordagens, sem nunca perder a ligação à tradição.

Reconhecido pela sua capacidade de construir pontes improváveis entre universos distintos, Stereossauro afirma-se como um criador que traduz a alma da música portuguesa numa linguagem contemporânea, livre de fronteiras estéticas. Ao longo do seu percurso, colaborou com nomes maiores da música nacional, consolidando uma identidade artística única.

Os concertos em Mafra e Leiria serão das primeiras oportunidades para experienciar ao vivo esta nova Tristana.

O disco conta com o apoio da GDA.

quem é Stereossauro

Com uma carreira consolidada que se divide entre o DJing e a produção musical, iniciada no início dos anos 2000, Stereossauro construiu um percurso singular, marcado por uma discografia extensa e por um palmarés ímpar no universo do DJing competitivo.

Apresentou DJ sets e concertos com as suas próprias produções nos principais festivais em Portugal, tendo também atuado internacionalmente em países como os Estados Unidos, Alemanha, França, China e Macau.

Na cena das batalhas de DJ, é quatro vezes campeão mundial. Em 2024, venceu tanto o DMC Open Online como a batalha mundial DMC Open, em Paris. Enquanto membro dos Beatbombers, ao lado de DJ Ride, conquistou ainda a categoria Show/IDA em 2011 e 2016, consolidando uma reputação de excelência técnica e criatividade performativa à escala global.

Enquanto produtor, Stereossauro tem desenvolvido um trabalho profundamente ligado ao sampling da guitarra portuguesa e à herança do fado, dando-lhe nova vida através da música electrónica. É considerado um dos pioneiros do movimento “novo fado” surgido em Lisboa, tendo a sua expressão mais marcante no aclamado álbum Bairro da Ponte (2019). Nesse disco, cruzou batidas electrónicas com vozes e obras de referências maiores da música portuguesa, como Carlos do Carmo, Amália Rodrigues, Carlos Paredes e Ana Moura, contribuindo para a criação de uma nova linguagem musical no contexto nacional.

Com mais de 50 mil ouvintes mensais no Spotify, a sua música tem registado um crescimento consistente a nível internacional. Paralelamente, Stereossauro conta com um vasto catálogo de produções para outros artistas e com vários placements em publicidade e televisão, incluindo o tema de abertura do Festival Eurovisão da Canção 2018 e o hino oficial do Campeonato Português de Futebol de 2021.

VEM AÍ O FESTIVAL MÊDA+





















O Festival Mêda+ regressa para a sua 12.ª edição, a decorrer entre os dias 22 e 25 de julho, na cidade da Mêda, e anuncia os primeiros nomes do cartaz: Da Chick, Mães Solteiras e Mr. Gallini.

Mantendo a identidade que o tem vindo a afirmar no circuito nacional, o Mêda+ continua a apostar numa programação centrada na música portuguesa, cruzando diferentes linguagens e gerações, e reforçando o seu compromisso com a descoberta e valorização de novos projetos.

A edição de 2026 volta a estender-se por quatro dias, com início a 22 de julho, integrando o habitual warm-up que antecede três dias de concertos. Ao longo deste período, o festival propõe uma ocupação contínua do território, convocando público e artistas para um encontro que ultrapassa o formato tradicional de festival.

Promovido por uma associação juvenil sem fins lucrativos, o Festival Mêda+ distingue-se pela sua natureza inclusiva e acessível, mantendo a entrada e o campismo gratuitos. Ao longo dos anos, tem vindo a consolidar uma identidade própria, aliando um cartaz consistente a um forte sentido de comunidade e a uma relação próxima com o território onde se insere.

Para além da componente musical, o evento continua a valorizar a experiência coletiva, beneficiando de infraestruturas como o parque de campismo e o complexo de piscinas municipais, contribuindo para um ambiente de proximidade e permanência.

Com mais nomes a anunciar nas próximas semanas, o Festival Mêda+ prepara-se para mais uma edição que reafirma o seu lugar como um dos projetos mais singulares do verão em Portugal.

BÁRBARA TINOCO - A CURTA VIDA DE UMA POPSTAR, AO VIVO NA MEO ARENA” CHEGA EM EXCLUSIVO AO DISNEY+ DIA 17 DE ABRIL





















O Disney+ disponibiliza aos subscritores registados em território nacional, a partir de 17 de abril, o concerto ao vivo na MEO Arena “Bárbara Tinoco — A Curta Vida de uma Popstar, Ao Vivo na MEO Arena”. Este é o primeiro concerto de uma artista portuguesa disponível no Disney+.

Os fãs de Bárbara Tinoco poderão ver, e rever, um dos momentos mais marcantes da carreira da artista: o concerto de outubro de 2024, que a tornou a mais jovem artista a esgotar a MEO Arena. O espetáculo contou com a presença de convidados especiais, entre eles Bispo, com quem Bárbara interpreta ‘Planeta’, e Buba Espinho, que se junta à artista em ‘Ao Teu Ouvido’.

“Sinto-me muito sortuda por poder gabar-me e dizer que o meu espetáculo está no Disney+ e acreditem eu vou gabar-me. Aprendi com a Disney que o mais especial de tudo é poder emocionar ao mesmo tempo uma avó e uma neta. No mesmo espetáculo, na mesma canção. A acreditar no poder das histórias e a fazer disso a minha identidade artística. Obrigada por terem feito uma menina sonhar e isto é o que a mulher faz com os sonhos”, afirma Bárbara Tinoco.

“Bárbara Tinoco — A Curta Vida de uma Popstar, Ao Vivo na Meo Arena” não foi apenas um concerto isolado, mas o início de um conceito artístico maior, que evoluiu para uma digressão nacional e que agora fica imortalizado no Disney+.

SOBRE O DISNEY+

O Disney+ é o serviço de streaming exclusivo dos filmes e séries Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, bem como da série The Simpsons e, fora dos Estados Unidos, da marca de entretenimento geral Hulu. Como principal serviço de streaming direto ao consumidor da The Walt Disney Company, o Disney+ serve como ponto de ligação entre públicos de todo o mundo, oferecendo uma coleção inigualável de entretenimento premiado e programação familiar de referência. Com acesso ilimitado à longa história da Disney, marcada por entretenimento incrível em cinema e televisão, o Disney+ é também o serviço de streaming exclusivo para os mais recentes lançamentos dos The Walt Disney Studios. Para mais informações, visite disneyplus.com, ou consulte a aplicação Disney+, disponível na maioria dos dispositivos móveis e televisões conectadas.

HELENA SARMENTO APRESENTA "TANTO MAR"

 









24 de Abril — Teatro Helena Sá e Costa (Porto)
21 de Maio — Teatro Independente de Oeiras

Helena Sarmento é cantora e fadista cuja obra se inscreve na tradição da canção em língua portuguesa como campo vivo de criação. Desde 2003 desenvolve carreira na Europa e na América Latina. A sua discografia inclui cinco álbuns, entre eles Lonjura (Disco Antena 1) e Tanto Mar (2024).

AS BLUES SESSIONS DO FESTIVAL NOVA ARCADA ESTÃO DE VOLTA!




















15/ Maio. - Sábado - 21h30 - Auditório do Espaço Vita

BRAGA

São sessões de Blues que acontecem durante o ano inserido na programação do Festival.

Budda Guedes & Paulo Gonzo dão o arranque à 9ª edição do Festival Nova Arcada Braga Blues com um concerto especial no Auditório do Espaço Vita em Braga,

Portuguese Blues Reunion, é uma imagem de marca do Festival, onde Budda Guedes desafia um galáctico da música nacional para fazer um concerto de Blues. O convidado deste ano é Paulo Gonzo, pioneiro do blues Nacional com a sua Go Graal Blues Band desde 1975.

Neste especial concerto estará acompanhado com uma super banda em palco. Esta será certamente uma noite irredutível e inesquecível!

BILHETES AQUI!