quarta-feira, 11 de março de 2026

MIGUEL MARÔCO COM SINGLE NOVO





















Chega hoje às plataformas digitais o novo single de Miguel Marôco, "Sayonara (meu amor)". Este é o último avanço do álbum “Desgraça”, que será editado no dia 10 de Abril e apresentado no B.Leza no dia 18 de Junho. Os bilhetes encontram-se à venda.

"Sayonara (meu amor)" é uma canção com uma batida pulsante e um tom confessional, sobre um último adeus de quem segue em frente com a sua vida.

Segue-se a "Clichês", "Daphne" e "Graça" no caminho para o novo álbum do virtuoso artista que se tem vindo a destacar ao leme das teclas de vários projectos como Capitão Fausto, Rapaz Ego ou Mimi Froes e reafirma, neste trabalho, o cruzamento de géneros musicais aliando o Funk, Jazz e Fusão americanos à lírica e expressão da canção em Português.

«É uma das canções mais pessoais e íntimas do disco. Escrevia-a como uma espécie de ponto final de um período de luto pelo qual passei, numa altura em que a minha vida já estava numa configuração muito diferente. É a última canção do álbum e também o encerrar do capítulo destes últimos dois ou três anos que vivi e registei neste disco.» partilha Miguel Marôco.

Com encontro marcado no B.leza para dia 18 de Junho, este tema é a última chamada do disco "Desgraça". Tem autoria, produção e arranjos de Miguel Marôco. Conta com Miguel Marôco nos teclados, Frederico Martinho na guitarra elétrica, Gonçalo Bicudo no baixo, Francisco Vieira Santos na bateria e Mimi Froes nos coros.

"Sayonara (meu amor)" é uma edição da Cuca Monga e já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.
 
LISBOA
18 de Junho - B.Leza
21h40 - 12€
Bilhetes disponíveis aqui

CRISTINA BRANCO DISTINGUIDA COM PRÉMIO JOSÉ AFONSO

 



















Augusto Brázio

Cristina Branco é a vencedora da 38.ª edição do Prémio José Afonso, galardão atribuído pela Câmara Municipal da Amadora ao álbum "Mulheres de Abril". O disco ilumina as mulheres que José Afonso cantou, as suas narrativas íntimas e a visão progressista que o compositor revelou sobre o papel feminino numa sociedade em transformação. 

Criado em 1988, o Prémio José Afonso visa prestar homenagem ao cantor e compositor português que lhe dá o nome, além de incentivar a criação musical de raiz portuguesa. O júri desta 38.ª edição — composto pelo músico e compositor Sérgio Azevedo, em representação da Câmara Municipal da Amadora, pelo maestro Pedro Teixeira da Silva, em representação do Teatro Nacional de São Carlos, e pela vencedora da edição do prémio anterior, emmy Curl —, considerou por unanimidade que «a recriação da artista dos temas de José Afonso resultou numa homenagem ímpar, que não só não desvirtua os originais como lhes imprime uma camada de originalidade e de frescura que transporta José Afonso para os dias de hoje de forma exemplar. Quase 40 anos após a morte de José Afonso, esta é uma das provas mais evidentes de como a sua música e exemplo continuam a inspirar as novas gerações de artistas, artistas vindos das mais variadas áreas musicais e adeptos das mais variadas correntes estéticas.»

Em “Mulheres de Abril”, Cristina Branco revisita e reinterpreta o universo de José Afonso, sublinhando a dimensão humana e social das suas canções e trazendo para o presente histórias de mulheres que marcaram a poética do autor. O projeto afirma-se como uma homenagem sensível e contemporânea à herança musical e cultural do cantor e compositor. O álbum reúne oito composições emblemáticas: “Endechas a Bárbara Escrava”, “De Não Saber o Que Me Espera”, “Canção do Desterro”, “Teresa Torga”, “Canção da Paciência”, “Mulher da Erva”, “Verdade e Mentira” e “Verdes São os Campos”.

«Num mundo de ruído e distração, escolho a presença, a música, a mensagem. A mensagem do amigo Zeca. O meu mais profundo agradecimento por este reconhecimento do nosso trabalho, da nossa inquietação. Que essa seja sempre e para sempre a brecha no muro da indiferença. Algumas palavras e gestos não são pensados para aplausos, mas para nos lembrar que a decência ainda existe. "Mulheres de Abril" é isso e talvez seja isso que o poder também teme: para além do protesto que grita, aquele que recusa ajoelhar-se.»

CRISTINA BRANCO

Depois da estreia ao vivo no Auditório Carlos do Carmo (Lagoa) e da apresentação apoteótica na Casa da Música (Porto), o espetáculo "Mulheres de Abril — Cristina Branco canta José Afonso" acaba de regressar à estrada. Em abril, estão já agendados concertos no Espaço Multiusos de Almeirim (dia 10), no Cine-Teatro São Pedro em Alcanena (dia 24), no Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco (dia 25). A 17 de maio, a cantora atua n'A Voz do Operário (Lisboa), num concerto com a participação do Coro Infantil daquela instituição.

Tanto no disco como em palco, Cristina Branco é acompanhada pelos músicos Alexandre Frazão (bateria), Bernardo Moreira (contrabaixo), Mário Delgado (guitarras), Ricardo Dias (piano) e Tomás Marques (saxofone).

COMPRAR BILHETES

NO LUSTRE EM BRAGA





















No dia 14 de março de 2026, Braga recebe ‘Existencisensual’ - o novo capítulo onde @mikeelnite se revela numa pele diferente: a de cantor romântico do futuro.

Entre ecos de neo-romantismo, memórias douradas dos 80/90 e uma ligação absoluta ao público, Mike El Nite convida-nos para um date com a vida, com a música… e com ele próprio.

Um encontro íntimo, existencial e profundamente humano.
@lustrebraga
14 de março de 2026

O “artista de variedades” está a caminho.

GARANTE JÁ O TEU LUGAR
 
Os @m.ar.qui.se não vieram reinventar a roda. Vieram lembrar-nos porque é que as grandes canções nunca passam de moda.

Entre a sensibilidade pop dos 80s e o rasgo cru dos 90s, com poesia abstrata e guitarras que tanto acariciam como explodem, a banda portuense apresenta Ela Caiu (2025), o disco de estreia que confirma o que já se adivinhava: isto é rock feito para ficar.

Dia 11 de abril, os Marquise sobem ao palco do Lustre para provar que a chama olímpica da canção intemporal continua bem acesa.

Lustre, Braga
11 de abril de 2026
O bilhete do concerto é o teu passe para a noite inteira no @lustrebraga - tens acesso às 3 áreas. Depois do concerto podes sair e voltar quando quiseres - basta apresentares a pulseira na entrada!

Promo finos: até ao final do concerto, pede 1 e leva 2. (É para brindar, claro.)

23h00 - Abertura de Portas
23h30 - Concerto

GARANTE JÁ O TEU LUGAR
 
Com o álbum de estreia debaixo da barbatana, o septeto de Barcelos traz-vos um retrato tão jazzístico quão minhoto do que significa isto da amizade nos tempos que (literalmente) correm, acrescentando umas pepitas de trip-hop, afrobeat e daquele verde branco fresquinho que nos ajuda a refrescar a alma, em crescente ebulição a cada concerto que nos oferecem.

Lustre, Braga
28 de março de 2026
O bilhete do concerto é o teu passe para a noite inteira no Lustre - tens acesso às 3 áreas. Depois do concerto podes sair e voltar quando quiseres - basta apresentares a pulseira na entrada!

Promo finos: até ao final do concerto, pede 1 e leva 2. (É para brindar, claro.)

GARANTE JÁ O TEU LUGAR
Edmundo Inácio abriu as portas… e nós entrámos logo sem bater

O novo espetáculo é literalmente uma casa cheia de som: instrumentos por todo o lado, música a acontecer à frente dos nossos olhos e o público a virar banda sem dar por isso.

Uma hora de energia, improviso, emoção e aqueles momentos únicos que só acontecem mesmo ali. É mais do que um concerto. É uma celebração onde toda a gente faz parte da família.

Dia 25 de abril de 2026, no Lustre.
A casa está pronta. 

GARANTE JÁ O TEU LUGAR

ENCHUFADA CELEBRA 20 ANOS





















A editora Enchufada celebra duas décadas de legado com dois eventos especiais, que acontecem no Porto (Mouco, 26 abril) e em Londres (The Lower Third, 9 maio). Os bilhetes para ambas as datas já estão disponíveis em pré-venda. Para assinalar este marco, “Enchufada: A Lisbon Club Story” é a compilação que conta com alguns originais inéditos com selo Enchufada, que junta os artistas que contribuíram durante duas décadas para a criação de pontes entre sonoridades como o afro-house, batida, kuduro e a eletrónica. A edição da compilação está apontada a 24 de abril.

O primeiro lançamento Enchufada aconteceu em 2006 e foi igualmente o primeiro EP dos Buraka Som Sistema, “From Buraka To The World”. Criada por Branko e Kalaf Epalanga, a Enchufada surgiu como resposta a uma necessidade de criar e desenvolver um lugar para um tipo de sonoridade que não tinha um lugar certo. Ao longo de 20 anos, a mistura entre o afro-house, batida, kuduro, zouk bass e eletrónica passou a ser o selo de apresentação da Enchufada em diversos campos artísticos.

Para celebrar o caminho de 20 anos, a Enchufada prepara assim uma edição de comemoração intitulada de “Enchufada: A Lisbon Club Story”. Tusabe, Dengue Dengue Dengue, BLOQO e Buraka Som Sistema, são alguns dos artistas convidados, apresentando temas inéditos. O primeiro tema revelado hoje chama-se “Rainha”, da autoria de Tusabe, onde ritmo do amapiano liga-se com o gqom, resultando numa faixa que nos envolve através do cruzamento da suavidade e ritmo elétrico. A compilação contará com uma edição física limitada, disponível depois do lançamento digital.

A história do selo discográfico alastrou por vários domínios além dos lançamentos de música com identidade própria. A história da label encaixou também eventos icónicos como Hard Ass Sessions ou Enchufada na Zona, que contribuíram para um movimento de partilha e celebração da música de dança.

Dando continuidade a essa ideia de comunhão da pista de dança, a Enchufada toma conta do Mouco, no Porto (26 de abril), celebrando o marco dos 20 anos na cidade Invicta, num cartaz que conta com a curadoria da editora. A 9 de maio, a celebração ruma até ao The Lower Third em Londres, para um dia dedicado à história dos 20 anos da label de Lisboa.

NOVO DISCO DE ORQUESTRA DE JAZZ DE LEIRIA





















A Orquestra Jazz de Leiria apresenta o seu mais recente trabalho discográfico que conta com a participação de Paulo de Carvalho, Tatanka, Samuel Úria, Kiko Pereira, Kurt Elling, Maria Schneider e Jon Faddis. Depois do álbum de estreia “Dez”, editado em 2021, chega agora “Bridges”, um disco onde as ligações artísticas e humanas refletem a identidade plural e contemporânea da Orquestra Jazz de Leiria.

“Bridges” inclui ainda duas faixas gravadas ao vivo no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, captando a energia e a cumplicidade únicas entre a orquestra e os seus convidados em contexto de concerto. O alinhamento do disco integra também dois temas originais, um da autoria de César Cardoso e outro de Pedro Nobre, reforçando a aposta na criação original dentro do universo da big band.

Fundada em fevereiro de 2011, a Orquestra Jazz de Leiria (OJL) é um projeto idealizado pelo músico César Cardoso, com o objetivo de criar uma formação de excelência que reunisse músicos da região, dedicada à prática e divulgação do jazz. Ao longo do seu percurso, a OJL construiu um repertório vasto e diversificado, que percorre desde os clássicos de Count Basie, Duke Ellington, Thad Jones, Charles Mingus, Glenn Miller, Ella Fitzgerald ou Frank Sinatra, até compositores contemporâneos como Mário Laginha, Maria Schneider, Bob Mintzer, Michael Abene, Bernardo Sassetti, Pedro Nobre, entre muitos outros.

O concerto de apresentação de "Bridges" realiza-se no dia 21 de março no Teatro José Lúcio da Silva, às 21:30, e contará com a participação em palco de Paulo de Carvalho, Tatanka, Samuel Úria e Kiko Pereira ao lado da Orquestra Jazz de Leiria.

O novo disco “Bridges” estará disponível nas habituais plataformas digitais e em CD e Vinil nas lojas da especialidade.

ALEX D’ALVA LANÇA VÍDEO PARA “CARTAS” FT. MALLINA




















 
Alex D'Alva e MALLINA, fotografadods por Kate

Retirado do recém-editado LIVRE, o novo projeto em nome próprio de Alex D’Alva, um EP onde a eletrónica une a energia da pista de dança ao apetite melódico da pop, “CARTAS” ganha agora um videoclipe oficial.

Segundo Alex D’Alva, “CARTAS” foi o momento de descoberta e a bússola concetual do projeto LIVRE.

“CARTAS”, escrita, composta e produzida pelo próprio e em colaboração com MALLINA, com produção adicional, mistura e masterização de Choro, é uma canção que se debruça sobre a imprevisibilidade das forças centrífugas e centrípetas dos afetos, perante a tentação humana de medir, prever e domesticar aquilo que, no fundo, não obedece a métricas. Partimos da palavra “cartas” e dos seus significados possíveis, como quem abre múltiplos mundos a partir de um mesmo nome.

No vídeo que agora ganha vida figuram Miguel Angelo Silva e Marta Pakh, atletas de dança desportiva responsáveis pela performance e coreografia, numa abordagem que convoca a tradição coreográfica das danças de salão enquanto linguagem física de aproximação, tensão e gravidade entre corpos. A realização, fotografia e edição estão a cargo de João Descalço, também responsável pelos vídeos de “LIVRE” (o single que dá nome ao EP) “MINA (F.O.Q.Q.)” e “ALVOR (0.0)”.

LIVRE poderá também ser ouvido e dançado ao vivo, já que Alex D'Alva prepara a digressão “LIVRE x BRUTA”, em parceria com Rita Onofre (no âmbito do lançamento do seu novo álbum), com datas já confirmadas: Lux Frágil (Lisboa), Salão Brazil (Coimbra), Maus Hábitos (Porto), Quarteirão Cultural - Indieror (Chaves), Texas Bar (Leiria), Sociedade Harmonia Eborense (Évora). A tour acontece de 26 março a 11 de abril, com apoio Antena 3.

Os bilhetes para a digressão “LIVRE X BRUTA” já estão disponíveis nos locais habituais.

BILHETES LIVRE X BRUTA JÁ DISPONÍVEIS:

26 MAR - LUX FRÁGIL, LISBOA. AQUI
27 MAR - SALÃO BRAZIL, COIMBRA. AQUI
03 ABR - MAUS HÁBITOS, PORTO. AQUI
09 ABR - INDIEROR, CHAVES. AQUI
10 ABR - TEXAS CLUB, LEIRIA. AQUI
11 ABR - SHE, ÉVORA. AQUI

IDIOTHEQUE COM NOVO SINGLE


Os Idiotheque, coletivo de 9 elementos de Afro-infused Electro-Funk nascido no coração do Parque Natural da Serra da Estrela, anunciam o lançamento do single “Space Age”, com estreia marcada para 20 de março em todas as plataformas digitais.

Com uma identidade sonora marcada por grooves de inspiração afro-ocidental, energia funk e elementos eletrónicos, os Idiotheque continuam a afirmar a sua missão: fazer o público dançar enquanto transmite uma mensagem consciente através da música e da performance. “Space Age” surge como mais um passo na construção do universo criativo da banda, antecipando o seu disco de estreia, atualmente em produção.

Os Idiotheque formaram-se em 2024 e desde então, o colectivo tem vindo a conquistar público com concertos imprevisíveis, cheios de energia, interação e teatralidade, onde tudo pode acontecer.

Durante o último inverno, a banda entrou em estúdio para gravar o seu álbum de estreia, refinando o seu som e preparando os próximos capítulos da sua jornada. Com “Space Age”, os Idiotheque continuam a expandir o seu universo sonoro e performativo, convidando o público a entrar numa nova dimensão rítmica em coletiva.

Ficha técnica
Single: Space Age
Artista: Idiotheque
Data de gravação: Outubro de 2025
Estúdio Paraíso Nas Nuvens
Gravado por Scott Heller aka Dr Space
Produzido por Carlos Gonzalez
Mistura por Adam Williams
Data de lançamento: 20 de março de 2026
Músicos: Lamin Garnet (bateria), Phil Valdum (percussão), Carlos Gonzalez
(percussão), Nick Horder (baixo e vozes), Alex Lopez (teclado), Dinis Rodrigues
(guitarra), Noa Sander (flauta e saxofone), Rodrigo Paredes (trompete), Solomon
Furious (voz) e Adriana das Neves (voz)

MANUEL FÚRIA AO VIVO NO COLISEU DE LISBOA





















Manuel Fúria apresenta a 14 de maio no Coliseu Club o seu novo disco “Verde Veneno”.

Acompanhado por João Eleutério (multi-instrumentista) e Francisca Aires Mateus (teclado e voz), o músico leva ao palco um espetáculo onde máquinas, ritmos e palavras se cruzam entre a dança e a reflexão. Continuação natural de Os Perdedores (2022), “Verde Veneno” explora as inquietações do presente e os mal-estares do mundo. Entre ditos populares, visões apocalípticas, ruído urbano e gestos mínimos de resistência, estas canções movem-se num território onde o progresso não redime, a comunicação falha e a repetição se torna — como nas orações aprendidas em criança — um modo de sobreviver.

Informações do concerto:

Dia: 14 de maio 2026 
Local: Coliseu Club 
Hora: 21:30 
Bilhetes: aqui

Breve Sinopse:

Manuel Fúria é um músico e compositor português, conhecido pelo seu papel como vocalista, guitarrista e letrista da banda Os Golpes entre 2008 e 2011, e pelo seu subsequente trabalho a solo com Manuel Fúria e os Náufragos e Os Perdedores.

Discografia de Manuel Fúria:

Verde Veneno (2026) 
Viva Fúria (2017)
Manuel Fúria Contempla os Lírios do Campo (2013)

NOVO SINGLE DEC MAR

 



















MAR
CUÍCA

A cantora, compositora e produtora luso-hispânica MAR acaba de lançar CUÍCA, o seu álbum de estreia. Escrito, composto e em grande parte produzido pela própria artista, o disco reúne 22 faixas e reflete o seu percurso entre Monte Gordo e Lisboa, cruzando diferentes linguagens entre o rap e o R&B. Depois de um ano a revelar vários avanços do projeto, “GRADUADA” surge agora como focus track e apresenta um dos lados mais versáteis da artista, que se afirma neste trabalho como uma das novas vozes a acompanhar na música portuguesa.

terça-feira, 10 de março de 2026

PROGRAMA DE 10/03/16

1 - The Pages - All eyes on me
2 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Friends
3 - Caustic, Babe! - Should I dream
4 - The Twist Connection - Crime
5 - Democrash - The concept of clothing
6 - Kakerlakk - Every time I die
7 - From Atomic - Heavens bless
8 - Birds Are Indie - Not today

9 - John Mercy & Tracy Vandal - Angels don't cry
10 - So Dead - Roadkill
11 - Mekong - Danse danse
12 - Phantom Vision - Global warning
13 - Floating Ashes - Deceivers
14 - Electric Man - New wave
15 - DRKNSS - Looking for mercy

HEVEWOOD COM NOVO SINGLE E VÍDEO





















“Já percorremos agora as etapas pelas quais o espírito desce na sua queda gradual e completa em direção ao mundo material. Tudo está agora concluído; o espírito encontra-se completamente materializado, e a mudança é assinalada pela décima oitava carta” - Papus

Os pioneiros portugueses do gothic/dark metal HEAVENWOOD anunciam a chegada do seu novo e assombroso single, “The Moon”. O tema é o primeiro vislumbre do muito aguardado álbum “The Tarot of the Bohemians – Part II”, com lançamento mundial previsto para o final deste ano.

Uma composição profunda e atmosférica, “The Moon” mergulha no simbolismo esotérico de Gérard Encausse, conhecido como Papus, traduzindo o seu estudo do Tarot numa jornada musical profundamente pessoal e carregada de emoção. Inspirada na décima oitava carta e no seu simbolismo de descida espiritual à matéria, a canção explora a dualidade do Amor através da relação metafórica entre o Sol e a Lua. Sombria, imersiva e rica em texturas, “The Moon” desenvolve-se com intensidade melancólica antes de culminar num clímax poderoso e catártico.

“Esta peça - e a minha interpretação musical do estudo e do conceito desenvolvido pelo ocultista Papus - é uma analogia para o processo de materialização de uma série de experiências pessoais, vividas a partir do meu próprio microcosmo e carregadas de profundas dualidades que, aos olhos do mundo exterior, nos são constantemente apresentadas de forma dogmática”, comenta Ricardo Dias dos Santos. “Neste caso, o Amor e a relação metafórica entre o Sol e a Lua”.

“The Moon” revela a profundidade conceptual e a sofisticação sonora de “The Tarot of the Bohemians – Part II”. O álbum foi gravado em Portugal e misturado e masterizado em França por Niko HK Krauss, elevando a característica fusão de melancolia gótica e intensidade metálica dos Heavenwood a novos patamares expressivos.

Formados em 1992, em Vila Nova de Gaia, os Heavenwood continuam a ser uma das bandas de metal portuguesas mais respeitadas e reconhecidas internacionalmente, conhecidos pelo seu papel pioneiro na expansão do metal português além-fronteiras. Com mais de três décadas de história, lançamentos aclamados e atuações ao lado de alguns dos nomes mais prestigiados da cena, a banda entra agora num novo capítulo sob a chancela da Mighty Music, reafirmando o seu legado enquanto abraça um futuro ambicioso.

Formação:
Ricardo Dias dos Santos - guitars, vocals

Single digital:
https://bfan.link/hvwd-moon

Outras ligações:
Amazon Music
Tidal
Qobuz
Deezer
Soundcloud

XTINTO ESGOTA CAPITÓLIO





















O concerto de apresentação do novo álbum de xtinto no Capitólio, em Lisboa, marcado para amanhã, 11 de março de 2026, encontra-se oficialmente esgotado. O espetáculo, o primeiro do artista em nome próprio numa das salas mais emblemáticas da capital, confirma o entusiasmo crescente em torno deste novo álbum e capítulo da sua carreira.

O artista português acaba de lançar Em sonhos, é sabido, não se morre., um trabalho profundamente pessoal e cinematográfico que marca a fase mais madura da sua obra. O nome do álbum inspira-se na canção Lisboa que Amanhece, de Sérgio Godinho, uma das maiores referências criativas de xtinto. A frase “Em sonhos, é sabido, não se morre” ecoou no artista pela multiplicidade de leituras possíveis e pela forma como espelha a inevitabilidade da música na sua vida. Sempre que ponderou desistir, regressou à criação, como quem acorda depois de “morrer” num sonho, pronto para recomeçar.

O álbum parte dessa ideia de renascimento para explorar temas íntimos e sociais, atravessados por sonhos individuais e coletivos: as raízes, os amigos, a família, a terra natal, o amor, o desamor e a saudade. É um projeto que percorre lugares e estados de espírito, sempre com transparência, vulnerabilidade e uma escrita cada vez mais depurada.

Em sonhos, é sabido, não se morre. conta com produção de Beiro, Kidonov e Lunn, e participações de iolanda, Ed, João Não e L-Ali, reunindo algumas das vozes mais relevantes da nova música portuguesa. O resultado é um álbum que expande o território sonoro de xtinto, cruzando hip-hop contemporâneo, pop, música alternativa e experimentação, num registo mais ousado e emocional.

Natural de Ourém, xtinto tem-se afirmado como uma das vozes mais distintivas da nova geração da música urbana em Portugal. Desde a estreia com Odisseia (2015) até ao álbum Latência (2023), passando por temas como “Opus Magnum”, “Pentagrama”, “Marfim”, “Android” e “Éden”, distinguido com galardão de ouro, o artista construiu um universo marcado pela escrita meticulosa, pela criação de narrativas conceptuais e por uma estética sonora em constante evolução.

Em 2026, está de volta com Em sonhos, é sabido, não se morre., um trabalho que aprofunda questões de identidade, fragilidade e reconstrução, consolidando a sua posição como um dos criadores mais sensíveis e inventivos da sua geração.
 

SAINT JOHN MARY E ARCTWEEN LANÇAM “ONE DAY AT A TIME















“One Day At A Time” é o novo single de Saint John Mary em colaboração com Arctween. A canção nasceu de forma espontânea numa noite quente de verão, num pequeno quarto na Alameda, em Lisboa. Foi ali que, entre um portátil aberto e um pequeno sintetizador Arturia, Arctween começou a construir a base da faixa com sintetizadores e ritmos.

A letra e a voz, escritas e interpretadas por Saint John Mary e gravadas num iPhone, refletem uma preocupação comum com a sobrevivência da cultura e de todos os que fazem parte dela. O resultado é uma canção direta e íntima, onde a simplicidade da gravação se cruza com uma atmosfera eletrónica envolvente.

Este single antecipa aladyn., o EP com lançamento previsto para abril. O projeto começou em 2022, quando Saint John Mary e Arctween se aproximaram e decidiram trabalhar juntos. A partir dessa amizade nasce um universo sonoro que mistura sintetizadores, guitarras, violoncelos, percussão natural e linhas de baixo progressivas. Grande parte do processo foi feito em casa, com recurso a hardware e métodos contemporâneos de produção.

Nascido no Porto, Arctween começou por criar beats e desenvolver a estrutura das suas próprias faixas, procurando sempre um som próprio e inspirado por ritmos e músicas de várias partes do mundo.

Já Saint John Mary é um artista multidisciplinar que explora melodias suaves, sons inesperados e ritmos pensados tanto para dançar como para ouvir com atenção.

O EP aladyn. contará ainda com colaborações de Falsotacho, Kyle Quest — responsável também pela composição, mistura e masterização — e Bone Slim, ampliando o universo criativo deste projeto.

“One Day At A Time” é o primeiro passo deste caminho e uma antevisão do que está por vir com aladyn., um projeto construído com tempo, amizade e experimentação.

NO MAKA COM NOVO SINGLE





















Depois de escreverem e produzirem 'Faz Gostoso' para Madonna e Anitta - que alcançou o Nº1 na tabela americana da Billboard - e de chegarem à final do Festival da Canção 2024, os No Maka apresentam 'Bem', uma balada pop já disponível em todas as plataformas digitais. Editada pela Universal Music Portugal e produzida pela banda, a canção revela um lado mais emocional e introspetivo.

'Bem', afirmam os No Maka, "fala daquela instabilidade emocional em que os sinais nunca são claros, do desgaste silencioso de estar sempre a tentar decifrar o outro, a tentar provar o nosso valor e na completa ausência de respostas. A verdade é simples e inevitável: seremos sempre segunda escolha enquanto não formos a primeira escolha de nós próprios"

"O refrão “E se tu fores, fica a saber que eu fico bem”, não nasce da indiferença. Nasce da consciência. Não é orgulho, é dignidade. É o momento em que alguém decide que prefere ficar inteiro a ficar na dúvida. 'Bem' é a canção sobre essa decisão e a certeza de que, mesmo quando uma história termina, a nossa identidade permanece. Não é apenas sobre amor, é sobre o momento em que percebemos que amar alguém não pode significar deixar de nos amar a nós próprios", completam os No Maka.

Escrita por Twelve e composta com Duarte Carvalho, 'Bem' foi uma das primeiras canções que o cantor mostrou ao músico, após ter integrado os No Maka. Descrita pelos próprios como "uma balada pop, emocional e direta", a faixa apresenta uma abordagem mais orgânica, centrada na voz e interpretação e na sonoridade do piano. A canção reforça a nova identidade do projeto enquanto banda, com menos eletrónica, mais instrumentação e mais verdade.

Duarte Carvalho confessa que 'Bem' o "arrepiou e emocionou desde a primeira audição, não só pela melodia, mas por ser uma história que deveria ser a de todos nós. A canção deixa-nos completamente rendidos ao talento do Bruno, não apenas como intérprete, mas como compositor e produtor. Há verdade, maturidade e uma identidade muito clara, pelo que o processo criativo a partir da maquete foi natural e honesto. Decidimos não produzir demasiado e preservar a essência do tema, porque o piano e a voz já diziam tudo".

'Bem' sucede-se a 'Faz Outra Vez' e 'Estaca Zero', os primeiros lançamentos desta nova era dos No Maka, que se afirmam agora como banda, após a entrada do vocalista Twelve, cantor, compositor e músico com vários singles editados em nome próprio. A banda soma mais de 88 milhões de streams e perto de 90 milhões de visualizações no YouTube e já atuou ao vivo em países como Alemanha, França, Luxemburgo e Suíça. Além das suas próprias canções, como 'Nota 100' e '#Sextou', os No Maka são também reconhecidos por temas que produziram para outros artistas, nomeadamente Madonna, Anitta, Calema, Blaya e SYRO, entre outros.

SÃO PEDRO E JOANA ALMEIRANTE JUNTOS EM SINGLE

 



















S. PEDRO e Joana Almeirante
Por Meu Pé

S. PEDRO edita hoje “Por Meu Pé”, canção gravada ao vivo com Joana Almeirante, no concerto na Casa da Música, no Porto a 26 de novembro de 2025, perante uma sala esgotada. A nova versão deste tema, editado originalmente por Joana Almeirante, já está disponível em todas as plataformas digitais.

"Há uns tempos escrevi esta canção para a Joana. Fala sobre o mérito das conquistas e sobre escolher o caminho mais difícil, e sem atalhos, para atingimos nas nossas metas. Como é normal, a Joana fez alguns ajustes na métrica e na melodia que deram mais autenticidade à música. Mais tarde, ao ouvir a gravação original no meu telemóvel, reparei em alguns pormenores que achei que podia ser interessante recuperar para o nosso dueto na Casa da Música. Desafiei a Joana a experimentarmos essas alterações, ela aceitou e assim nasceu “Por Meu Pé" versão beta." explica S. PEDRO.

"Por Meu Pé", escrito por S. PEDRO e editado em 2023 por Joana Almeirante, no álbum "Leva-me pra Longe" ganha agora uma nova roupagem nesta versão gravada ao vivo no concerto de apresentação do mais recente álbum do artista "TUDO AO MESMO TEMPO".

Depois de se dar a conhecer com os doismileoito, S. PEDRO iniciou a carreira a solo em 2017 com “O Fim”, seguido de “Mais Um” em 2019. Autor de canções como “Apanhar Sol” e “Passarinhos”, construiu um percurso singular na música portuguesa, equilibrando a observação do quotidiano com uma escrita sensível e direta.

Em 2025, celebrou 10 anos de carreira com o álbum “TUDO AO MESMO TEMPO”, um disco gravado sem plano nem pressa, que reflete a forma livre e curiosa como vive a vida e a música. Apresentado ao vivo no Teatro Maria Matos e na Casa da Música numa sala completamente esgotada, o álbum consolidou um percurso atento à emoção, às histórias e à música como lugar de encontro. 

AGENDA 2026

7 de março - Auditório Municipal do Sabugal, Sabugal
21 de junho - A Anunciar
26 de junho - A Anunciar
4 de julho - A Anunciar
7 de julho - A Anunciar
26 de julho - A Anunciar
12 de setembro - A Anunciar
2 de outubro - A Anunciar

CATARINA BRANCO REVELA "ONDE EU ME ESCONDO"





















“Onde eu me escondo” chega no exato dia em que Catarina Branco completa 30 anos e apresenta-se como o primeiro avanço do seu segundo longa duração, com edição prevista para 10 de abril. A canção surge como prenúncio do novo álbum e reforça o universo imagético que a cantautora tem vindo a desenvolver.

“Onde eu me escondo” é uma canção sobre alguém que, na espuma dos dias, se sente invisível. A letra invoca imagens alienantes, sempre de olhos no banal, no estilo poético concreto que caracteriza a escrita de Catarina Branco. O tema conta com Mariana Camacho nos coros e Sara Gonçalves na bateria, sendo os restantes instrumentos tocados pela própria artista.

O teledisco, realizado em plano-sequência por Leonard Collette, acompanha visualmente esta nova etapa criativa. O lançamento antecipa um novo álbum produzido pela própria, sucessor de “Vida Plena” (2022), e surge depois dos EPs “Não Me Peças Mais Canções” (2024) e “3 Canções”, do ano passado. O disco será apresentado numa listening party na Casa da Mully, em Lisboa, a 9 de abril, seguindo-se o concerto de apresentação na Bota Anjos, também em Lisboa, no dia 2 de maio.

Catarina Branco foi forjada no ferro num deserto à beira-mar plantado, talvez por isso seja mais permeável ao frio e ao vazio do inverno do que à cor e ao calor do verão. A vida na zona fluvial do Oeste - tão capaz de ser agreste quanto prazerosa, quase nunca nas doses desejadas - atravessa a sua identidade artística. Daí poderá nascer a sua pintura de palhaça a preto e branco, onde o vermelho e outras cores típicas não entram: uma imagem de um visual gótico náutico que desbota para a música.

Depois dos soalheiros conjuntos de canções originais que antecederam este percurso, o novo capítulo aprofunda uma atmosfera densa e neblinosa, com canções começadas no preto e branco do piano e concretizadas no dramatismo e melancolia que o contraste da maquilhagem invoca.

Com “Onde eu me escondo”, Catarina Branco inaugura uma nova fase criativa e abre caminho para um disco que promete aprofundar a sua linguagem poética, reafirmando uma identidade artística singular no panorama nacional.

ANA LUA CAIANO NO COOLJAZZ














Ana Lua Caiano
está confirmada para atuar no Ageas Cooljazz a 15 de julho. A artista portuguesa sobe ao palco do Hipódromo Manuel Possolo no mesmo dia em que atua o músico britânico Loyle Carner.

A fusão musical de Ana Lua Caiano constitui a característica mais distinguível da artista portuguesa. A combinação entre elementos eletrónicos em conjunto com uma visão sobre a música tradicional portuguesa apresentam a cama sonora para que Ana Lua Caiano explore as suas temáticas pessoais nas letras que canta. 

Com um currículo que acumula prémios e nomeações, como o caso do “Prémio da Crítica” (Prémios Play) e “Melhor Canção” (Globo de Ouro), formam uma das bases de sustentação ao sucesso evidente de uma artista que sobe a palco sozinha, apenas acompanhada de sintetizadores, drum machines e elementos orgânicos da tradição portuguesa.

segunda-feira, 9 de março de 2026

TOXIKULL COM NOVO SINGLE E VÍDEO















Os TOXIKULL lançam “Turbulence”, o segundo single e videoclip oficial retirado do seu próximo quarto álbum de estúdio, Turbulence, com edição marcada para 24 de abril pela Dying Victims Productions.

Depois de «Midnight Fire», tema de abertura do disco, «Turbulence» aprofunda a atmosfera do novo álbum, explorando a ideia de instabilidade e mudança interior.

A música utiliza a turbulência como metáfora para um estado de pressão tóxico no quotidiano, em que a vida acontece entre momentos de controlo e de choque, levando a realidade a altos e baixos tal como um voo turbulento. Entre decisões e indecisões, o percurso acaba por conduzir inevitavelmente ao destino que se anuncia desde o início: perder-se na turbulência.

Claustrofobia, incerteza e toxicidade — é isso que define “Turbulence”.

Tal como o resto do álbum, «Turbulence» foi produzido por Jaime Gomez Arellano no Arda Recorders, no Porto, produtor conhecido pelo seu trabalho com bandas como Ghost, Primordial, Mayhem, Opeth, Moonspell, Behemoth e Angel Witch.

O álbum Turbulence, quarto trabalho de estúdio dos TOXIKULL, será editado a 24 de abril pela Dying Victims Productions.

Para assinalar o lançamento, a banda realizará dois concertos de apresentação em Portugal:

24 de abril — RCA Club, Lisboa
com Xeque-Mate e Affair

25 de abril — Woodstock 69, Porto
com Toxik Attack e Yaatana

Bilhetes para Lisboa à venda aqui!
Bilhetes para o Porto à venda aqui!

TOXIKULL online:
https://www.facebook.com/toxikull
https://www.instagram.com/Toxikullofficial/
https://www.tiktok.com/@Tiktoxikull
https://www.youtube.com/Toxikull
https://toxikull.com/

https://toxikull.bandcamp.com/

GEORGE SILVER & GOLD EDITAM "AVE RARA" A 12 DE MARÇO


É um disco de colaborações (cerca de 18), tais como: Menino da mãe, Joana Guerra, Puçanga, Artur Jóia, etc..

Será disco duplo (LP), lançado pela Panama Papers.

O conceito do disco nasce do cruzamento de sons que encontrei pelas pessoas que colaboraram comigo, dando a oportunidade de experimentar diferentes formações para cada concerto.


MARCO OLIVEIRA E JOSÉ PEIXOTO AO VIVO





















O Coliseu Club recebe, no dia 7 de maio, um concerto dos músicos Marco Oliveira e José Peixoto.

Caminho é quanto fica da viagem” é o novo disco de Marco Oliveira com produção musical do guitarrista José Peixoto. Uma respiração entre duas guitarras, doze cordas e um canto que nos convida a refletir acerca da nossa identidade, esse longo rio que a vida vai tecendo.

Editado no passado dia 6 de março, “Caminho é quanto fica da viagem”, é um álbum onde escutamos canções originais para as palavras dos mais importantes poetas portugueses do séc. XX: Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Sebastião da Gama e Miguel Torga são os escritores que fazem parte desta recolha musical.

Caminho é quanto fica da viagem” tem produção do guitarrista José Peixoto que conheceu Marco Oliveira quando este o convidou para participar num concerto especial no Teatro São Luíz, em Lisboa, em 2021. 

Dia: 7 de maio 2026 
Local: Coliseu Club 
Hora: 21:30
Bihetes: aqui

Discografia de Marco Oilveira:

Caminho é quanto fica da viagem (2026) 
Uma noite em Lisboa (2023) 
Ruas e Memórias (2021) 
Amor é água que corre (2016) 
Retrato (2000)