quinta-feira, 5 de março de 2026

TOKIO WANDERER ANTECIPA NOVO DISCO





















Abrasivo e feroz, “Iron Lungs” é o novo single de Tokyo Wanderer que dá o mote ao seu próximo álbum, Last Ditch Effort.

Acompanhada por vídeo, a música aplica ao rock e metal a linguagem electrónica previamente explorada pelo artista, resultando num instrumental tão emocionalmente rico como as letras que o complementam.

Tokyo Wanderer bebe de vastas influências — Deftones, Nine Inch Nails, Cynic, Boris ou Sweet Trip — para edificar o seu próprio universo sónico retratado em Last Ditch Effort, a sair nas plataformas de streaming 24 de abril.

«A Iron Lungs foi o tema que mais me custou a escrever no álbum inteiro, demorando três anos para produzir. Serviu-me como uma maneira de fazer o luto pela morte do meu avô — tentei narrar os seus últimos meses de vida através desta música, tanto do meu ponto de vista como do dele. O vídeo também foi gravado na garagem do meu avô, durante o qual a equipa com que trabalhei teve a ideia de utilizar as ferramentas de eletricista dele como adereços.»

— Tokyo Wanderer

Tokyo Wanderer nasce em 2015 quando Nuno Cruz, músico e produtor almadense, se aventura na onda future funk e vaporwave.

Inicialmente, navega influências que convergem em lançamentos únicos repletos de sintetizadores, que chamam a atenção da editora baseada em Hong Kong Neoncity Records, com quem lança Sleepless (2017), e da americana Coraspect, que edita Incubus em 2019.

Após uma década de carreira, Nuno deixa o future funk por um rock electrónico com o lançamento Last Ditch Effort, sem desaprender o groove já estudado.

Lança-se sozinho ao novo álbum, abarcando todos os instrumentos, voz e produção. O resultado são oito faixas pessoais, intensas, e arduamente trabalhadas.

MIKE EL NITE AO VIVO PELO PAÍS

 



















Depois de lançar o seu tão aguardado novo álbum Existencisensual, Mike El Nite (ou “Simplesmente Miguel”) apresenta-o numa digressão especial que passará pelos principais clubes nacionais durante o mês de março.

Existencisensual nasce de uma ideia simples mas poderosa: “Que ao pensar na vida, se apaixona por ela.” É nessa dualidade - entre a reflexão existencial e o romantismo sensorial - que Mike El Nite (ou “Simplesmente Miguel”) encontra a sua nova linguagem.

“É um álbum conceptual que acompanha uma noite de trabalho de um artista de variedades no seu turno como residente num bar de música ao vivo.” – afirma Miguel.

O disco desenrola-se como uma viagem noturna onde coexistem dois espetáculos: o que acontece em palco, perante o público, e o que decorre no interior da mente do artista “Simplesmente Miguel”. Ser artista num bar de música ao vivo exige versatilidade - e Existencisensual reflete essa polivalência.

Ao longo do álbum, Miguel cruza múltiplas sonoridades - da soul ao italo-disco, da música popular portuguesa ao city pop e ao jazz-fusão japoneses, do neomelódico napolitano à new age dos anos 90, passando pelo R&B - num exercício consciente de homenagem e desconstrução.

“É como se Ricardo Landum vivesse em Tóquio, e lá houvesse uma Lisboatown de vida noturna” - diz-nos Miguel. 

Existencisensual será agora apresentado ao vivo numa digressão especial que passará pelos principais clubes nacionais durante o mês de março:

12 DE MARÇO - B.LEZA CLUBE - LISBOA - bilhetes aqui
13 DE MARÇO - MAUS HÁBITOS - PORTO - bilhetes aqui
14 DE MARÇO - LUSTRE BRAGA - BRAGA - bilhetes aqui
21 DE MARÇO - SALÃO BRAZIL - COIMBRA - bilhetes aqui
27 DE MARÇO - TEXAS CLUB - LEIRIA - bilhetes aqui
28 DE MARÇO - BANG VENUE - TORRES VEDRAS - bilhetes aqui

Mais do que um passeio estilístico, o disco procura desmistificar a catalogação rígida da música por géneros e criar pontes entre universos que, à primeira vista, não seriam primos óbvios. Essa ideia ecoa na recuperação de um “pré-pimba” associado a nomes como Ágata, José Malhoa ou Ana, especialmente nas produções assinadas por Tó-Zé Brito, Mike Sergeant ou Luís Jardim. Essas pontes estendem-se geograficamente de Portugal à Ásia, passando pelo Mediterrâneo, para regressar ao ponto de partida - um reflexo direto da natureza multifacetada do artista.

Existencisensual é um ensaio sobre a vida e a nossa forma de estar nela: é um convite para um encontro romântico entre o ouvinte e a intimidade do performer que procura fazer as pazes consigo mesmo, encontrar a paz interior, tudo isto enquanto entretém o público o melhor que consegue.

No centro desta narrativa surge uma pergunta inevitável: quem entretém o entertainer? Em última instância, ele próprio.

Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.

Esta nova fase revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Simplesmente Miguel é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade - sempre com romance no centro.

MANUEL FÚRIA EDITA NOVO SINGLE

 



















Foto: Martim Torres

Artista: Manuel Fúria
Single:Verde Veneno
Letra: Manuel Fúria
Música: Manuel Fúria
Duração do tema:04:18
Data de lançamento do single: 6 de marçode 2026
Single antecipa o álbum:Verde Veneno–27de março 2026
Editora:FlorCaveira
Idioma: Português

“Verde Veneno”é o novo single de Manuel Fúriae faixa-título do disco que será editado a 27 de março pela FlorCaveira. Depoisde “Eu Devia Estar Calado”, este é o mais recente avanço do próximo álbum do artista.

Com aparticipação de Inês Baptista, otemamergulha num revivalismo house que artistas como Peggy Gou ou PNAU têm trazido de volta. Aqui, porém, a pista não é lugar de fuga, mas de confronto.Após Os Perdedores(2022), Verde Venenocelebra o hedonismo enquanto o expõe como maleita. Como se procurasse na música de dança não uma libertação, mas uma maneira de diagnosticar o mundo.Nas palavras de Carlos Maria Bobone: “Verde Veneno, ou uma esperança que mata. É uma canção que percebe a esperança como uma doença, que só é ganha quando é perdida.”É essa tensão —entre febre e fé, entre pista e abismo —que anuncia o disco.

Sobre Manuel Fúria

Manuel Barbosa de Matos nasceu emLisboa, mas foi em Santo Tirso, entre o Ave e Vizela, que cresceu. Fundou a editora Amor Fúria e foi figura central de uma geração da música portuguesa, dos Golpes a Manuel Fúria & os Náufragos. Em 2022, reinventou-secom o pessoalíssimo e introspetivamente dançante “Os Perdedores”, um dos registos mais transparentes, desarmantes e honestos que a pop portuguesa gerou em muito tempo.Em 2026, regressa aos álbuns com Verde Veneno.

VEM AÍ DISCO DE COBRAFUMA















Fotografia @ Rui Pina

“Droga Total” é o primeiro tomo do novo disco dos Cobrafuma, com o mesmo nome, a sair a 18 de maio. Um tema que - como é apanágio da banda- chega sempre a abrir, no contraponto com um mundo que insiste em fechar-se.

Entre riffs rijos como aço, baixo venenoso e bateria em estouro bravo, o single encarna novos mantras da banda portuense. É punk, é thrash, é rock’n’roll sibilado em português, directo ou cortado, fino ou traçado — gasolina nos filtros, copo cheio de amor.

“Droga Total” entra sem pedir licença e agora é deixar arder até dia 18 de maio.

O tema pode ser ouvido no YouTube, sendo acompanhado de vídeo realizado por Luís Sobreiro, com colaboração de na correção de cor de Angela Morant Manau, captação de João Diogo Marques, João Brojo e grafismo de Jil Martel. 

NOVO CLIP DE JUNKBREED



“Over What I Know” assume um papel central enquanto desfecho conceptual de Sick of the Scene. Sendo a última faixa do disco, sentimos que encerra uma narrativa marcada pela inquietação, pela perda de identidade e pela crescente desumanização nos tempos modernos. 

Para nós, é um momento de aceitação amarga, onde já não resta resistência, apenas o peso da consciência e uma profunda sensação de vazio. Este tema reflete uma descida progressiva para um estado de apatia e alienação, funcionando como o capítulo final desta jornada.

No videoclipe, procurámos reforçar esta mensagem de forma visual e simbólica. 

Surgimos em composições fixas e estáticas, desprovidos de movimento e quase de vida, como figuras suspensas no tempo. 

Esta abordagem estética representa a perda de humanidade, transformando-nos em objetos inertes, uma metáfora direta para o impacto da tecnologia e da desconexão emocional na condição humana.

Na era em que nos encontramos, onde tudo é mera produção e consumo, seja o que for. Onde qualquer coisa vale mais que a empatia e, até, a vida humana, paramos muitas vezes para pensar como é que chegámos aqui. Onde e quando é que o ser humano deixou a humanidade para passar a ser máquina? Onde é que os princípios se perderam e deram lugar ao egoísmo, ao ódio e à violência?
E a arte? onde fica a arte? aquela que se alimenta do sentir?

O segundo disco de JUNKBREED é um murro na mesa! Na mesa e no estômago. É um grito de revolta nesta era da desumanização na tentativa de poder acordar quem adormeceu no caminho. 

Sick Of The Scene apresenta uma evolução natural mas corajosa do som da banda, misturando rock, punk e post-hardcore com a sua energia crua e a atitude provocadora que está no ADN da banda. Apresenta um som mais directo e imediato, sem perder o caos criativo que os caracteriza. A ideia era manter a intensidade, experimentando estruturas mais tradicionais, acabando por ser o álbum mais pesado que fizeram até à data.

Há uma certa maturidade, onde se percebe que a banda continua a explorar novos territórios com ousadia e sem filtros. 

Desafiam o ouvinte a escutar o disco com atenção, revelando que há detalhes subtis que mostram o quão se desafiaram na criação do álbum.

Este disco mergulha num conceito provocador e atual, fazendo uma crítica metafórica ao impacto da inteligência artificial na arte.

Apesar de fascinante, a tecnologia está a desumanizar a criação artística. A capa do disco, a cargo de Miranda, foi feita de forma satírica com recurso a IA, entrando em perfeito contraste com o título. 

Sick Of The Scene tem nove faixas e não é apenas um grito contra o conformismo! É um verdadeiro assalto sonoro que prova que a criatividade e a identidade podem (e devem) andar de mãos dadas.

O disco foi gravado nos estúdios SinWav, teve mistura e masterização por parte de Mau e saiu no dia 10 de Outubro de 2025 com o selo da Raging Planet.

CAROLINA DESLANDES E RODRIGO CORREIA LANÇAM “MARIA”, O PRIMEIRO SINGLE DO NOVO EP CONJUNTO

 



















Carolina Deslandes e Rodrigo Correia apresentam “Maria”, o primeiro single do EP “cantar as dores baixinho vol. 1”. Este lançamento marca o início da revelação de um projeto colaborativo, composto por seis canções, que será editado na íntegra no próximo dia 13 de março.

O EP, gravado inteiramente live on take, sem pausas ou correções técnicas, assume a vulnerabilidade da interpretação como a sua maior força.

“Maria” é uma canção que retrata uma das temáticas mais sensíveis da sociedade: o amor reprimido e a vida adiada. Através da história de uma mulher que vive em silêncio um sentimento que não corresponde às expectativas familiares, o tema aborda o medo do abandono e a coragem de assumir a própria identidade. Para os artistas, esta é uma composição que recorda que "não existe culpa no amor".

“Acredito que alguém nos desenhou em anos diferentes, para um dia nos encontrarmos e criarmos música juntos. Seja quem for essa pessoa: muito obrigada! Este projeto é todo gravado live on take, sem pausas, sem auto tunes, sem nada. Só a música pela música. Tal como sentimos os dois.”
Carolina Deslandes

“Eu e a Carolina sentimos essa urgência de fazer canções que descrevam situações reais (com personagens que podem perfeitamente ser qualquer um de nós), e que nos façam, não apenas cantar ou dançar, mas acima de tudo sentir e pensar.”
Rodrigo Correia

“cantar as dores baixinho vol. 1” é um trabalho que privilegia a proximidade e a interpretação, num encontro artístico que celebra a honestidade, amizade e música no seu estado mais genuíno.

"Maria" já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

NOVO SINGLE DE MAFALDA VEIGA

 



















Mafalda Veiga
O Inverno Não Dura Tanto Quanto Parece

"O Inverno não dura tanto quanto parece” é o novo single da cantora e compositora Mafalda Veiga. O tema já se encontra disponível digitalmente e é o primeiro avanço do seu próximo álbum de originais, que será lançado ainda este ano.

Num registo acolhedor de guitarras acústicas e elétricas, teclados e violoncelos, em "O Inverno não dura tanto quanto parece” há um desejo de que o frio (em todos os seus sentidos, principalmente nestes tempos que vivemos) passe depressa, mas há também o encanto de receber o calor de um abraço. Esta é uma canção que cria um ambiente feliz e de esperança; perfeita para estes dias nublados enquanto esperamos que o sol volte a brilhar nas nossas vidas.

O lançamento do novo single "O Inverno não dura tanto quanto parece” sucede aos dois espetáculos (esgotados) de Mafalda Veiga com o mesmo nome, que aconteceram no passado mês de janeiro (dias 17 e 24 de janeiro), em Lisboa (Teatro Tivoli BBVA) e no Porto (Casa da Música), e que tiveram a participação
especial do Ensemble Ibérico. Este espetáculo irá percorrer algumas das salas mais emblemáticas do País com datas a anunciar em breve. 

Ainda no passado mês de janeiro, a cantora e compositora disponibilizou igualmente na FNAC a edição física e especial, em formato em vinil (vermelho transparente), do seu último EP, ‘GEOGRAFIA PARTICULAR’, editado inicialmente (e apenas em digital) em março de 2024, e que inclui também, como faixa extra, o single “A Fonte” (edição digital de dezembro 2024). Na loja online da FNAC está disponível uma edição limitada autografada.

Já no próximo sábado, dia 7 de março, Mafalda Veiga participará de uma conversa musicada, no âmbito do Festival Literário Húmus, em Guimarães. A mesma terá lugar no Centro Cultural Vila Flor, pelas 21h30, com a participação especial do músico vimaranense Manuel de Oliveira e com moderação de Sara Otto Coelho.

EVOLS EM BARCELOS

 
















Os Evols apresentam o novo álbum "Ephemeral", no sábado, no Theatro Gil Vicente, em Barcelos. O concerto está inserido no ciclo de concertos triciclo e tem início às 22:00.

Há quase 20 anos que os Evols exploram o minimalismo e o psicadelismo à boleia das guitarras. Em 2008, a banda originária de Vila do Conde deu o seu primeiro concerto, ainda em formato trio, e, dois anos mais tarde, lançou o seu primeiro LP homónimo. Ao longo destes anos, a banda compôs quatro álbuns e desenvolveu projetos audiovisuais e cinematográficos.

“The ephemeral” (2025) é o mais recente trabalho e entrega com a música o que promete no título: um fim em si mesmo, com cronologia própria e uma anomalia a prazo. O sucessor de “iii” expande a sua sonoridade psicadélica para motivos mais ornamentados, mantendo as progressões simples, em ganchos pop, como ponto de partida das composições. Propõe a saudável coabitação de todos os estados da matéria de guitarra numa única forma.

O disco, que foi um dos trabalhos nacionais mais aclamados pela crítica em 2025, conta com a participação do saxofonista Rodrigo Amado e das vozes de Sara Macedo e Calcutá.

A banda é atualmente composta por Vítor Santos (voz e guitarra), Francelino Gomes (guitarra), Carlos Lobo (guitarra), Pedro “Jimmy” Feio (baixo e voz), André Simão Reis (bateria) e Sérgio Bastos (sintetizadores).

O triciclo fecha o trimestre a bordo do programa "tricircular". A dupla Calcutá & Maria Amaro atua no Monte da Franqueira, no dia 21 de março. A programação completa está disponível em www.triciclobcl.pt

Bilhetes disponíveis na bilheteira do Theatro Gil Vicente, BOL e locais habituais.

LLAMA VIRGEM DE REGRESSO





















Após um hiato de 4 anos, os Llama Virgem lançam Bichos, primeiro avanço para o seu novo álbum “Síndrome do toque fantasma”.

Bichos:

Considerem esta música a resposta de uma carta registada a anunciar o despejo de uma família, de uma mãe solteira ou de um casal a planear o seu futuro.

Nesta carta, o remetente é o inquilino, que sem as salvaguardas, descontos fiscais e garantias de “rendas moderadas”, enuncia ao destinatário numa balada compassada, um conjunto de pragas e parasitas da cidade, sem artificios zoomorficos: um rato é um rato, uma barata é uma barata, e um senhorio é um senhorio. O contraponto é dado pelo tom e pela tremenda compaixão pelos bichos em geral e os pombos em particular nesta “simbiose mal programada, onde não sobra uma gota de sangue para alimentar a bicharada”.

Download gratuito (bandcamp)

Spotify

Letra e música: R.D.P.

Rui Gonçalves: Voz, letra
Daniel Antunes Pinheiro: Baixo, sintetizador e batida
Pedro Januário: Guitarras e piano

Captação, mix e masterização: Francisco Dias Pereira (Black Sheep Studios).

Artwork: Daniel e Victória

JP SIMÕES CANTA JOSÉ MÁRIO BRANCO EM MATOSINHOS
















(C) TiagoFezasVital

Na noite de 24 de abril o músico português JP Simões canta José Mário Branco. O disco de homenagem é o ponto de partida para uma apresentação no Salão Nobre da CM Matosinhos, com início agendado para as 22h30.

“Como uma transfusão de sangue, creio que comecei a sentir-me cada vez mais próximo da música de José Mário Branco à medida que a fui tocando e cantando, sempre que a oportunidade surgia. Como se a espessura ética e poética das suas canções fosse progressivamente ocupando e fortalecendo um lugar onde antes havia insegurança e incerteza, à medida que as fui cantando e cantando e acreditando cada vez mais no que cantava.”
(JP Simões)

Originalmente editado em 2024, o álbum “JP Simões canta José Mário Branco” recebeu os maiores elogios de público e crítica especializada. A edição do trabalho aconteceu no preciso ano que se comemorava os 50 anos do 25 de Abril de 1974. O repertório engloba clássicos do compositor José Mário Branco como são o caso de “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, “Perfilados de Medo” e “Mariazinha”, entre outros. Em palco, JP Simões faz-se acompanhar de banda com guitarra, contrabaixo, percussão, marimba e electrónica.

“O 25 de Abril é uma das datas mais emblemáticas e significativas em Portugal. Para o município de Matosinhos é sempre uma comemoração muito especial por todo o significado que tem para o povo português e em especial para as gentes de Matosinhos. O convite ao JP Simões para interpretar parte da obra valiosa de José Mário Branco faz todo o sentido para esta noite”.
(Fernando Rocha, Vereador CM Matosinhos)

No dia 24 de abril (22h30), o Salão Nobre da CM Matosinhos recebe um dos projetos mais edificantes da música portuguesa, numa altura em que se comemora os 52 anos do 25 de abril de 1974.

RUMIA CONFIRMADA NO DIA 9 DE JULHO NO NOS ALIVE 2026





















Rumia é a mais recente confirmação do NOS Alive'26 e sobe ao Palco WTF Clubbing no dia 9 de julho, o primeiro dia do festival.

Com uma herança cultural que atravessa Portugal e Espanha, Rumia tem-se vindo a afirmar como uma das vozes mais singulares da pop electrónica europeia. Com uma sonoridade única combina nostalgia e modernidade, fundindo elementos electrónicos com instrumentação orgânica, o que a torna uma das artistas mais promissoras do panorama musical nacional.

O álbum de estreia, 'Forget Me Not' (2022), marcou o início da sua projeção internacional, recebendo destaque em países como Espanha e Estados Unidos.

Em 2025, Rumia lançou o seu segundo álbum, 'Old Enough To Save Myself', um trabalho que evidencia a sua maturidade artística. Deste álbum destacam-se singles como 'Emergency', 'Role Model' e uma versão muito pessoal de 'Desfado', originalmente interpretado por Ana Moura.

Com este disco, a artista embarcou numa digressão internacional de mais de trinta concertos, passando por Portugal, Espanha, Alemanha, Japão e Coreia do Sul. Para coroar um ano de enorme sucesso, Rumia foi uma das vencedoras dos Prémios Martín Códax da Música, em Espanha.

Em 2026, Rumia continuará a levar 'Old Enough To Save Myself' aos palcos internacionais, enquanto prepara novas canções que prometem expandir ainda mais o seu universo sonoro. O Palco WTF Clubbing, no dia 9 de julho, será uma das etapas desta viagem, na 18.ª edição do NOS Alive.

HERR G MEETS FUEL2FIGHT COM NOVA CANÇÃO





















 MÚSICA DE MARÇO

HERR G meets FUEL2FIGHT

Posto de escuta: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/grafismos

Para o ano de 2026, o projecto Herr G meets Fuel2Fight apresenta uma proposta arrojada: o lançamento de um tema inédito por mês.

Alguns destes momentos sonoros contarão com a presença de convidados especiais, culminando em Dezembro com a reunião dos 12 temas num álbum exclusivo e de edição limitada com o selo da ADC.

O terceiro tema, surge a 4 de Março e conta com a colaboração especial de Nadine Mesquita - voz e David Polido (The Cordovox Project) – violoncelo.

LANÇAMENTOS ATÉ À DATA

04.03.2026

Canção Vulgar Sempre que me Apetece Cantar 
Paisagem Sonora: Herr G meets Fuel2Fight 
Convidados: Nadine Mesquita - voz e David Polido (The Cordovox Project) - violoncelo

04.02.2026

“A escuridão do quarto era preenchida pelo ruído da chuva caindo sobre a casa devastada 
(39.7500730386327, -8.933073500278624)” 
Paisagem Sonora: Herr G meets Fuel2Fight 
Convidado: José João Loureiro (Orquestra Popular de Paio Pires) – guitarras

01.01.2026

A Essência Sonora da Identidade em Perpétuo Movimento 
Paisagem Sonora: Herr G meets Fuel2Fight

PROGRAMA DE 04/03/26


















1 - Black Pig Meat - Savana
entrevista  Black Pig Meat
2 -  Black Pig Meat - Sóbole
4 - Rui Luís - Atordoado
5 - Rogério Charraz - Abaladiça

6 - Corsage - Cidade fantasma
7 - Afonso Rodrigues - Um amor qualquer (c/ Catarina Salinas)
8 - Márcia - Quem cá está (c/ Catarina Salinas)
9 - Cara de Espelho - D de denúncia
10 - Lituo - Assim assim
11 - Duques do Precariado - Falho
12 - Resonant - Os ventos mudaram 

quarta-feira, 4 de março de 2026

XIKO RODRIGUES LANÇA NOVO DISCO

















O músico e compositor Xiko Rodrigues regressa com um novo álbum de originais, "Memória de Elefante". O disco está disponível, desde 27 de fevereiro, em exclusivo no Bandcamp e a partir de 21 de março ficará disponível em todas as plataformas digitais.

Depois da forte receção ao disco de estreia Bode Expiatório (2021), Xiko aprofunda agora um universo sonoro híbrido que cruza música popular, jazz, afrobeat, funk, hip-hop, reggae e ska, afirmando a música como território de encontro, identidade e memória coletiva.

Editado com o apoio da GDA, este é um trabalho profundamente colaborativo, onde convivem influências que vão da tradição balcânica aos ritmos africanos, passando pela expressão urbana contemporânea.

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LUTA LVRE EM DIGRESSÃO

 



















"O tempo, para quem já gastou algum dele, é o bem mais raro e precioso de que dispomos. Usá-lo, durante 10 canções, para ouvir Contrafação, o último disco da Luta Livre editado em outubro passado, é um inestimável investimento pessoal, que redundará num enorme benefício coletivo.

Indissociável desta Luta Livre, está Luís Varatojo, o intrépido e inconformado lutador que teima em irromper numa furiosa mariposa contra a corrente, quando a maioria se limita a boiar ao sabor dela. Observando o percurso do Luís (Peste & Sida, Despe & Siga, Linha da Frente, Naifa, Fandango e Luta Livre), é inevitável olhá-lo como um Punk elegante, eloquente e esclarecido, uma espécie de James Bond, trajando de Smoking e Doc Martens, perto do pensamento comunitário e a milhas dos vis e costumeiros compadrios bacocos.

Em suma, Luís Varatojo representa aquilo que de melhor Portugal tem para dar: um criador humanista, inteligente, talentoso e livre, que de forma empática e corajosa, acredita profundamente que a música e a palavra têm o poder transformador de conduzir o mundo a um melhor lugar.

Contrafação é muito mais do que um disco. É um texto/manifesto, superiormente escrito e temperado com arranjos musicais de grande latitude, sempre com irrepreensível bom gosto e ungido por um humor fino e mordaz."

Jorge Guerra e Paz

É um espaço híbrido onde se canta a saudade e se gritam palavras de ordem ao embalo de um combo inusitado - guitarras, percussão eletrónica e sintetizador - que toca fado, corridinho e malhão, mas também se faz à morna, ao reggae e ao rap, num cocktail musical eclético e livre. É uma espécie de comício numa casa de fados dançante, um apelo à consciência e à resistência e um momento de partilha e de festa.

E porque não há luta sem festa, nem festa sem luta, Contrafação será apresentado ao vivo em quatro espetáculos especiais:

- 14 de março - BARREIRO - ADÃO
- 21 de março - LISBOA - BOTA
- 27 de março - PORTO - PASSOS MANUEL
- 28 de março - COIMBRA - SALÃO BRAZIL

JULIA MESTRE NA CASA CAPITÃO

 



















Julia Mestre regressa a Lisboa no dia 13 de Agosto, à Casa Capitão. Os bilhetes encontram-se à venda a partir de hoje.

Julia Mestre é a fusão entre a atitude magnética e a delicadeza de uma voz serena. Vencedora do Grammy Latino: é cantora, compositora, multi-instrumentista, produtora musical, atriz e diretora criativa, carioca, que fundiu as suas facetas para incendiar a música brasileira recente, com canções vibrantes que refletem a MPB transpirante e pegajosa.

A artista já coleciona 3 álbuns a solo, um álbum colaborativo e três EPs, obras que renderam um Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa. É conhecida por ser “Mestre em Hits”, hits esses que a consolidaram como uma das compositoras mais talentosas da atualidade.

Julia Mestre faz música pop com um charme nostálgico, ampliada pela performance carismática e inconfundível que a faz arrebatar corações em todo o mundo.

Os bilhetes estão à venda na Dice pelo preço de 24€ (online, 28€ à porta) acrescidos de taxas de distribuição.

LISBOA
13 de Agosto - Casa Capitão
21h30 - 24€ (28€ à porta)
Bilhetes disponíveis aqui

HELENA CALDEIRA ESTRIA-SE NA MÚSICA COM "VIZINHAS"





















(C) DR

A atriz portuguesa apresenta o seu primeiro momento nas lides da música com o tema “Vizinhas”. Com um álbum de estreia programado para 2026, intitulado “ABALAR”, Helena Caldeira apresenta nesta música uma ode à Mulher, ao Campo e ao Alentejo numa homenagem às heranças culturais e um apelo às origens. A artista assume voz, letra e composição da música, bem como a realização da curta-metragem do tema.

“Vizinhas é uma tentativa de entrar no universo doméstico da mulher camponesa em tempo de ditadura. Um lugar muitas vezes vazio da presença masculina, de direitos e liberdade de expressão, onde os desejos e vontades não tinham espaço para florescer. Neste imaginário, duas mulheres rompem as suas amarras e iniciam um movimento de libertação feminina em busca do carinho e prazer.” Helena Caldeira, sobre o tema “Vizinhas”

Neste primeiro momento na área da música, a artista com raízes alentejanas (Montemor-o-Novo) procura cantar as histórias das mulheres que a rodeiam, onde cada música é uma história que vive entre os ambientes sonoros e melódicos do Alentejo. Com produção de FOQUE, Helena Caldeira assume escrita e voz, criando uma ponte entre a sonoridade tradicional com a eletrónica contemporânea.

O novo single é acompanhado por uma curta-metragem, realizada por Helena Caldeira, com a participação da própria artista e da atriz Isabela Valadeiro. A curta-metragem reflete as palavras cantadas por Helena Caldeira, destacando a imagem feminina e a amplitude do Alentejo, do passado para o presente.

Maioritariamente reconhecida pelo grande público através do sucesso da série da Netflix (“Rabo de Peixe”), Helena Caldeira agrega a música à sua vasta experiência na área do teatro e do cinema.

NOVO SINGLE DE VITOR BACALHAU



O músico e produtor português Vítor Bacalhau acaba de lançar o novo tema Burn Me Slow, uma canção intensa, cheia de groove e personalidade.

Co-produzido por Budda Guedes e com letra de Carolina Fonson, “Burn Me Slow” destaca-se por um padrão de bateria envolvente, inspirado no lendário baterista James Gadson, que serve de base a um riff de slide guitar carregado de carácter. A linha de baixo minimalista sustenta o tema com elegância, enquanto a voz em falsete acrescenta tensão à interpretação.

Ao longo da faixa, surgem licks de fuzz arrojados e teclas com forte identidade, criando uma sonoridade orgânica, crua e moderna ao mesmo tempo.

À semelhança de trabalhos anteriores, Vítor Bacalhau volta a assumir todos os instrumentos, reforçando a sua abordagem autoral e independente em estúdio.

A mistura do tema foi partilhada para feedback com o conceituado produtor e mixer Tchad Blake, através da plataforma Mix With The Masters. O feedback recebido teve um impacto muito positivo, reforçando a confiança no resultado final.

“Burn Me Slow” afirma Vítor Bacalhau como um criador versátil, capaz de fundir groove clássico com uma estética contemporânea.

 

 

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BÁRBARA TINOCO ESGOTA DUAS NOITES NA SUPER BOCK ARENA E ANUNCIA NOVA DIGRESSÃO PARA 2027

 



















Bárbara Tinoco acaba de esgotar as duas datas na Super Bock Arena, a 06 e 07 de março. A digressão “A Curta Vida de Uma Pop Star” chega assim ao fim, na maior sala do Porto, encerrando o ciclo do disco Bichinho, depois do concerto também esgotado na MEO Arena e de uma extensa tour por todo o País.

Estas duas datas ganham ainda um significado especial com a presença de Mari Froes e Papillon como convidados, com quem editou os seus últimos singles "Tem Lá Uma Tristeza" e "¡ N.M.N !" tema integrado em “Wonder” o mais recente álbum de Papillon.

É precisamente desse encontro artístico que nasce o próximo capítulo.
A artista anuncia agora a digressão “Tem Lá Uma Tristeza” — Cordas em Concerto, com estreia marcada para 2027. Uma nova proposta estética e sonora, apresentada pela primeira vez em formato de teatro e acompanhada por um sexteto de cordas, composto por dois violinos, duas violas, um violoncelo e um contrabaixo.

Será a primeira vez que a artista sobe a palco com esta formação clássica, num espetáculo acústico, íntimo e poderoso, onde as canções ganham outra profundidade e as emoções respiram sem pressa. As músicas de sempre convivem com as que pedem silêncio, tempo e escuta. Os bilhetes serão colocados à venda dia 18 de março.

O nome da digressão não é inocente. “Tem Lá Uma Tristeza” é o primeiro single revelado do próximo disco de originais, editado em dueto com Mari Froes, e antecipa o universo emocional do novo trabalho, ainda sem data de lançamento anunciada. A tour surge assim como o primeiro grande sinal dessa nova fase criativa, desenhada com antecedência e ambição.

06 de março de 2026: Super Bock Arena, Porto - ESGOTADO
07 de março de 2026: Super Bock Arena, Porto - ESGOTADO

DATAS 2027
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“Tem Lá Uma Tristeza” — Cordas em Concerto
Bilhetes à venda dia 18 de março
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13 fevereiro — Caldas da Rainha — Centro Cultural das Caldas
20 fevereiro — Almada — Academia Almadense
27 fevereiro — Portalegre — CAE Portalegre
13 março — Faro — Teatro das Figuras
26 março — Lisboa — Teatro Tivoli BBVA
27 março — Lisboa — Teatro Tivoli BBVA
10 abril — Guimarães — Multiusos Guimarães
17 abril — Figueira da Foz — CAE Figueira da Foz

PUTO BACOCO APRESENTA DISCO DE ESTREIA





















puto bacoco prepara‑se para um momento marcante da sua carreira com o lançamento oficial do seu disco de estreia, agendado para o dia 27 de março. No mesmo dia, o músico sobe ao palco do M.Ou.Co, no Porto, para apresentar ao vivo este primeiro trabalho, revelando ao público a identidade sonora que tem vindo a construir.

O álbum "Uma noite muito estranha", reúne composições que cruzam influências contemporâneas com uma escrita pessoal, direta e emocional. O resultado é um registo coeso, onde cada tema contribui para um universo artístico próprio, marcado pela autenticidade e pela experimentação.

A apresentação no M.Ou.Co promete um espetáculo imersivo, pensado para dar a conhecer o novo repertório num ambiente que combina proximidade, energia e uma forte componente visual. Este concerto assinala o início de uma nova etapa para puto bacoco, que se afirma como uma das bandas emergentes a acompanhar no panorama musical português.

1º single - Deus Passou
2º single - Hoje à Noite na Giesta
 
27 Março| M.OU.C.O.| Porto| 21h30
28 Março | FNAC Coimbra | Coimbra - 16h00
29 Março | Pensão Amor | Lisboa | 18h00
11 Abril | Fnac Chiado | Lisboa | 16h00
11 Abril | Fnac Vasco da Gama | Lisboa | 18h30
12 Abril | Fnac Leiria | 16h00