quarta-feira, 15 de julho de 2026

PROGRAMA DE 15/07/26

1 - Pedro G. Marques - R
2 - Rui Massena - Parent's house
3 - Bruno de Almeida - Soliloquy
4 - Máximo - Pangea
5 - Hélder Bruno - Alma
6 - Bloom - Do not disturb
7 - 72 AM Radio - Modern superman
8 - U-Clic - Pop rock

9 - Galgo - Vapor
10 - Baleia Baleia Baleia - NPC
11 - Polivalente - Senhorio
12 - Acesso de Raiva - Gincha porco
13 - Bastardos do Cardeal - Porco
14 - Santa & as Visões - O meu cão não morde
15 - Lesma - Breakdown

MXGPU REVELAM A LOCALIZAÇÃO DE LIVE UNDER LISBON: LEVAM A PISTA DE DANÇA AO HIDDEN METRO OLAIAS.





















Depois de três datas esgotadas, de um concerto suspenso sobre o Tejo e outro sobre a cidade invicta do Porto, MXGPU descem agora ao underground (literalmente!) para o projeto mais ambicioso da dupla.

Esgotado. Esgotado outra vez. Esgotado uma terceira vez.

Depois de desafiarem a gravidade com um vídeo-concerto suspenso por uma grua sobre o rio Tejo, de lançarem o seu álbum de estreia e de afirmarem um dos live shows mais singulares da música electrónica contemporânea, MXGPU apresentam o próximo capítulo: LIVE UNDER LISBON.

O mistério chegou ao fim. A localização escolhida é o Hidden Metro Olaias, um espaço subterrâneo inédito que nunca antes recebeu uma pista de dança e que abrirá excepcionalmente portas para uma única noite de música.

Mais de 8 horas de música, este local escondido transforma-se numa pista de dança onde MXGPU apresenta um concerto especial, acompanhado por um lineup de artistas cuidadosamente selecionado pela dupla. Tal como os seus mais recentes singles estão mais rápidos, mais edgy, e intransigentemente virados para a pista, Live Under Lisbon vai transformar um dos espaços mais inesperados da cidade numa experiência irrepetível.

Os lançamentos de MXGPU têm sido apoiados por nomes como &ME, Adam Port, Damian Lazarus e RÜFÜS DU SOL, tendo também músicas suas remisturadas por artistas como Patrice Bäumel. Atualmente em digressão mundial e depois de um concerto memorável de encerramento do Primavera Sound Porto, onde atuaram suspensos por uma grua a 30 metros de altura sobre o público, MXGPU tem presença confirmada em festivais como Tomorrowland, Gardens of Babylon, e ADE reforçando a ascensão contínua da dupla.

Live Under Lisbon é a estreia de um espaço que nunca existiu enquanto pista de dança e uma oportunidade única para viver Lisboa a partir das suas profundezas.

Uma noite. Um local secreto tornado público. O metro nunca soou assim.

BLAY COM NOVO SINGLE





















Blaya junta-se a ATTOOXXÁ em “Bate o Pé no Chão”, um hino de pista construído para arrasar.

Tambores tribais, coros hipnóticos e um groove afro-lusófono contagiante transformam a música num ritual moderno de liberdade, energia pura para deixar as más vibrações para trás e dançar sem parar. Produção de RDD, guitarra de Chibatinha. Um single feito para se tornar hit de verão.

NOVO SINGLE DE X-TENSE





















X-TENSE está de regresso com «Lego», o novo tema da recém-retomada série Pablo, que chega mesmo a tempo de acompanhar os dias e as noites de verão. Construída em torno de uma instrumentação vibrante e orgânica, com claras influências de reggaeton, a faixa cruza calor, ritmo e tensão emocional, dando origem a um som simultaneamente íntimo, envolvente e contagiante.

Em «Lego», X-TENSE canta sobre uma mulher que reaparece de tempos a tempos, escondida por detrás de diferentes rostos, nomes e identidades. A canção dá continuidade à história de Yolanda, a musa romântica do universo de Pablo, recuperando uma narrativa marcada pelo desejo, pela instabilidade e por encontros que parecem nunca ficar verdadeiramente resolvidos.

Ao longo do tema, o artista explora os padrões das relações tóxicas e a forma como determinadas experiências tendem a repetir-se em diferentes capítulos da vida, ao som de uma sonoridade quente, dançável e cinematográfica, «Lego» equilibra a energia própria de um tema de verão com uma escrita pessoal e emocionalmente carregada. X-TENSE reforça, assim, a identidade narrativa da série Pablo e apresenta uma canção pensada tanto para a pista como para uma escuta mais atenta.

 

FESTIVAL M REGREESA A TORRES DO MONDEGO


FESTIVAL M 2026
17, 18 e 19 de Julho | Praia Fluvial de Palheiros e Zorro, Coimbra
entrada livre

O verão volta a ganhar uma nova dimensão com o regresso do Festival M, nos dias 17 e 18 de julho, à deslumbrante Praia Fluvial de Palheiros e Zorro (Torres do Mondego, Coimbra). De entrada livre e envolto num cenário natural único — entre a areia fina, o rio e a paisagem verdejante — o festival afirma-se como um dos encontros mais especiais da temporada, onde a música, a natureza e o convívio secruzam de forma orgânica e memorável.

Este ano, o Festival M reforça o seu posicionamento como espaço de descoberta e celebração da música contemporânea, apresentando um cartaz que combina grandes nomes da cena nacional com propostas emergentes e uma forte ligação internacional. Pela primeira vez, o festival disponibiliza também uma zona de campismo de acesso livre, prolongando a experiência para lá dos concertos e
convidando o público a viver o evento em pleno, com tempo e liberdade.

Outro dos momentos incontornáveis desta edição será a presença dos PAUS, numa das últimas oportunidades para ver a banda ao vivo, integrada na sua tour de despedida — um concerto que promete ser tão intenso quanto emocional.

Sexta | 17 Julho | 21h00
- So Dead
- Raquel Ralha & Pedro Renato
- Common Ideal (UK)
- Nuno Holanda DJ set

Sábado | 18 Julho | 21h00
- PAUS
- Mães Solteiras
- Bráulio DJ set

Dia exta | 19 Julho | 16h00
Dia Club Motard do Mondego
DJ NUKA
Jabalizes
Banda de covers que interpreta os grandes clássicos de pop-rock dos anos 80 e 90

www.instagram.com/festival_m_torres_do_mondego
www.facebook.com/FestivalM.Torres.do.Mondego

TRAVO COM DISCO NOVO EM OUTUBRO















Os TRAVO acabam de lançar "WASTELAND", o segundo avanço do terceiro álbum de estúdio com o mesmo nome, cuja edição está agendada para 2 de outubro pela prestigiada editora britânica Fuzz Club.

Depois de "BURIAL", o novo single aprofunda a transformação sonora da banda, apresentando aquele que é, assumidamente, o momento mais denso, abrasivo e emocional da sua carreira. "WASTELAND" cruza pulsação industrial, ritmos tribais, explosões hardcore e longas derivações de heavy psych, refletindo um disco que abandona os universos de ficção científica dos trabalhos anteriores para mergulhar nas inquietações do presente.

Sobre o tema, a banda explica:

"WASTELAND é a nossa canção mais intensa até hoje. Começa com uma pulsação techno industrial de inspiração tribal antes de explodir num refrão próximo do hardcore e de mergulhar numa viagem pesada e hipnótica de heavy psych. É uma música sobre o desespero, mas onde ainda existe uma ténue possibilidade de esperança."

O álbum nasce depois de três anos de intensa circulação internacional, período durante o qual a banda percorreu dezenas de palcos europeus e consolidou a reputação como um dos nomes mais explosivos da nova vaga psicadélica portuguesa. Pelo caminho passaram festivais como ESNS, Sonic Whip, Krach am Bach, Transmusicales, Paredes de Coura e atuações internacionais que culminaram numa muito aclamada sessão para a KEXP. Em 2026, a banda já passou pelo Bearstone Festival (Croácia) e pelo Red Smoke Festival (Polónia), juntando-se em agosto ao conceituado cartaz do PALP Festival, na Suíça.

A banda estará este fim de semana pelo Montijo no Cooperativa Fest mas ainda figurará em cartazes conceituados do verão português como o MEO Kalorama ou Festival F.

"WASTELAND" já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um novo videoclip.

Single já disponível em todas as plataformas digitais. Deixo também acesso a todos os materias promocionais AQUI. Caso exista interesse, posso disponibilizar o álbum para audição prévia.

A SUL LANÇA VIDEOCLIPE DE “CEPA TORTA” E ATUA NO MEO KALORAMA A 28 DE AGOSTO
















Depois de dar a conhecer QUER QUER QUER, o seu álbum de estreia, A SUL continua a revelar o universo deste primeiro longa-duração com o lançamento do videoclipe de “Cepa Torta”, segunda faixa do disco. O novo vídeo antecede também a atuação da artista no MEO Kalorama, onde sobe ao palco no próximo dia 28 de agosto.

“Cepa Torta” apresenta uma das perspectivas mais inquietantes do álbum. Nas palavras de Cláudia Sul, a canção "representa a perspectiva de um outro alguém, ou entidade, que nos quer mal e que torce para que as coisas corram pelo pior", dando voz a essa presença invisível que tantas vezes acompanha os momentos de maior fragilidade.

Para transportar essa atmosfera para o ecrã, A SUL contou com Catarina Branco, sua amiga e produtora musical, cuja atual linguagem artística, mais sombria, se revelou um encaixe natural na identidade da canção. Realizado por Tommy Loureiro, o videoclipe foi filmado na Fonte da Telha e traduz visualmente a tensão, o desconforto e a inquietação que atravessam este tema.

Depois da apresentação de QUER QUER QUER, A SUL prepara-se agora para levar o disco a vários palcos pelo país, como o BONS SONS / Cem Soldos, no dia 9 de agosto. O próximo grande momento acontece no MEO Kalorama, a 28 de agosto, onde apresentará ao vivo o universo do seu primeiro álbum, afirmando um dos projetos mais singulares da nova geração da música portuguesa.

Próximas datas:
09/08 - BONS SONS / Cem Soldos
28/08 - MEO Kalorama / Lisboa
03/10 - Glória Viva / Glória do Ribatejo
13/11 - Casa da Música Jorge Peixinho / Montijo
21/11 - Teatro-Cine Torres Vedras

FESTIVAL VAPOUR REGRESSA AO ENTRNCAMENTO

 










O Festival Vapor – organizado pelo Município do Entroncamento e Museu Nacional Ferroviário – está de regresso e acontece nos dias 3 e 4 de outubro, no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, e os bilhetes a preço reduzido estão disponíveis a partir de sexta, 17 de julho.

A partir de agora – e até 31 de agosto - estão também abertas as candidaturas para voluntariado, feira e restauração.

Sob o mote Fantasiar o Futuro, o Festival Vapor regressa com uma programação contemporânea, com concertos, filmes, feira do livro, oficinas e atividades steampunk para todas as idades.

A programação será anunciada em breve.

No Festival Vapor, a história não é um ponto de chegada, mas um ponto de partida. A memória da ferrovia cruza-se com a criação contemporânea para fazer da imaginação uma ferramenta de transformação. É desse encontro entre património, arte e inovação que nasce um convite coletivo a fantasiar o futuro e a descobrir novas formas de viver, criar e estar em comunidade.

Mais informações no website https://festivalvapor.entroncamento.pt, no Instagram (instagram.com/festivalvapor) e no Facebook (facebook.com/festivalvapor).

Bilhetes à venda a 17 de julho

Preço reduzido até 15 de setembro: 12€ (passe de 2 dias) e 8€ (bilhete diário) e a partir de 16 de setembro, custam 15€ (passe de 2 dias) e 10€ (bilhete diário). Bilhetes à venda na Ticketline, na BOL, Worten, Fnac, CTT e no Entroncamento: Museu Nacional Ferroviário, Posto de Turismo, Serviço de Águas da Câmara e Piscinas Municipais. A entrada é gratuita até aos 11 anos de idade (inclusive).

BERNARDO SILVA E JOÃO SILVA FAZEM A TROMPA GANAR VOZ















Data de edição: 17 de julho

Evento de apresentação:
16 de julho, 18h30 | ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, Porto)


Música recente para trompa e piano preenche o novo disco com o selo Artway. O trompista Bernardo Silva e o pianista João Araújo, dois instrumentistas premiados e de grande nível, juntaram-se em estúdio para explorar e dar a conhecer obras novas de compositores como Anne Victorino d’Almeida, Telmo Marques e Anthony Plog, nunca antes registadas em disco, e outras peças do século XXI escritas por Sérgio Azevedo, Salvador Brotons e Tommi Hyytinen. Música inspirada que ora remete para a introspecção, ora liberta passos de dança, explorando o virtuosismo do instrumento e lançando pontes com o jazz e o blues. Um álbum imperdível que faz jus à imensidão expressiva da trompa.

De destacar que Bernardo Silva é um dos mais reconhecidos trompistas portugueses da atualidade. Trompista principal da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e Vice-Presidente da International Horn Society, venceu o prestigiado Concurso Internacional Farkas e desenvolve uma intensa carreira internacional como solista, pedagogo e divulgador da música contemporânea, tendo estreado inúmeras obras e inspirado compositores a expandirem o repertório para trompa. João Araújo é um dos mais destacados pianistas colaborativos portugueses da sua geração, distinguido com prémios internacionais em Montréal e no Wigmore Hall, nomeado para o prestigiado Gerald Moore Award e reconhecido pela revista Gramophone como "um artista a seguir com atenção".

terça-feira, 14 de julho de 2026

PROGRAMA DE 14/07/26

1 - John Mercy - Naked blues
2 - Paul Oak - Sunny afternoon
3 - Tricycles - Heaven
4 - Electric Man - New wave
5 - Caustic, Babe! - Sonic life
6 - From Atomic - Dream baby dream
7 - U-Clic - Robot'n'roll
8 - 72 AM Radio - Modern superman

9 - Alex FX - Abjuration / condemnation
10 - Herr G meets Fuel2Fight - Os cães vagueiam pela berma da autoestrada (C/ José Henrique Almeida)
11 - Turning Point - Jesus num bar
12 - mARCIANO - Sem remédio
13 - Lisboa Negra - Morremos sós
14 - La chanson Noire - Valsa dos escombros

FESTIVAL F APRESENTA A 11.ª EDIÇÃO E VOLTA A FAZER DE FARO UM PONTO DE ENCONTRO DA MÚSICA E DA CULTURA





















Entre 03 e 05 de setembro, o Último Grande Festival de Verão está de regresso à Vila Adentro de Faro num cartaz que reúne alguns dos maiores nomes da música portuguesa e volta a estender pontes ao Brasil, refletindo uma realidade artística cada vez mais plural, onde diferentes gerações, estilos e influências convivem naturalmente.

O Festival F regressa à Vila Adentro para celebrar a sua 11.ª edição e reafirmar Faro como um dos grandes pontos de encontro da música e da cultura em Portugal. Entre 03 e 05 de setembro, o Último Grande Festival de Verão volta a ocupar ruas, praças e largos entre muralhas na cidade velha, com uma programação que cruza artistas consagrados, novos talentos, artes performativas, exposições, tertúlias, espaços para crianças e mercados de autor, pensado para públicos de todas as gerações.

Ao longo de mais de uma década, o Festival F afirmou-se como uma celebração da música portuguesa e da criação artística nacional. Em 2026, mantém-se fiel a essa identidade, apresentando um cartaz que acompanha a evolução natural da música e dos seus cruzamentos culturais. Da pop ao hip hop, da eletrónica ao rock, do fado ao jazz, diferentes estilos convivem num programa que espelha a riqueza da criação musical contemporânea.

Slow J, Carminho e Orquestra do Algarve, Bárbara Tinoco, Wet Bed Gang, Tz da Coronel, Papillon, HMB, Clã, Moonspell, Branko, D.A.M.A, Nelson Freitas, The Gift, Chico da Tina, ÁTOA, Ricardo Ribeiro com a Orquestra de Jazz do Algarve, Maninho, Mind da Gap e Danni Gato são alguns dos nomes que compõem um cartaz que atravessa diferentes gerações, estilos e sensibilidades musicais.

Ao lado dos artistas mais consagrados, o Festival F continua a afirmar-se como uma plataforma de descoberta, reunindo projetos em diferentes momentos do seu percurso artístico. Entre novas vozes, carreiras em afirmação e nomes já incontornáveis da música portuguesa, PAUS, Irina Barros, Bizarra Locomotiva, Aragão, Camaleão Azul, Peculiar, TRAVO, Joana Almeirante, Diana Vilarinho, Afonso Rodrigues, Jasmim, Elisa, Rafael Toral, Rita Cortezão, Peixe e Ana Tereza distribuem-se pelos vários palcos da cidade, enriquecendo uma programação que espelha toda a diversidade do Festival F.

A presença de artistas brasileiros, entre os quais Tz da Coronel, volta a reforçar a histórica ligação entre Portugal e o Brasil. O cartaz integra ainda Nelson Freitas, um dos maiores nomes da música cabo-verdiana contemporânea, consolidando o diálogo do Festival F com diferentes geografias do espaço lusófono. A esta diversidade junta-se uma forte representação regional, com cerca de 30% do cartaz composto por artistas algarvios, uma presença que não resulta de uma lógica de quota, mas do mérito, da qualidade e da vitalidade da criação musical que nasce na região.

A edição de 2026 marca ainda o regresso do Palco Fábrica, reforçando os espaços dedicados à descoberta de novos projetos. O Palco Castelo assume uma nova configuração e passa a receber a Silent Party, enquanto o antigo Palco Magistério deixa de integrar o circuito de concertos.

Ao longo das suas onze edições, o Festival F expandiu-se de 5.000 m² para 38.500 m², acolheu 560 concertos e recebeu mais de 350 mil visitantes. Um percurso que acompanha o crescimento do próprio festival e consolida Faro como um dos mais relevantes destinos culturais do país.

Durante três dias, o Festival F convida o público a descobrir Faro para lá dos palcos. Entre ruas históricas, praças, muralhas e edifícios emblemáticos da Vila Adentro, a cidade transforma-se num palco vivo, onde a música se cruza com o património e a proximidade entre artistas e público cria uma experiência verdadeiramente única. A Ria Formosa, que abraça toda a cidade, uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal e um dos mais importantes santuários de biodiversidade da Europa, completa um convite para viver Faro em toda a sua riqueza cultural, histórica e natural.

Organizado pela Câmara Municipal de Faro, Ambifaro e Teatro das Figuras, o Festival F continua a crescer e a reforçar a sua missão: valorizar a criação artística, apoiar novos talentos e contribuir para o desenvolvimento cultural e social da cidade de Faro, do Algarve e do país.

Ao longo do evento, o público poderá percorrer os diferentes espaços do recinto, distribuídos por toda a Vila Adentro:

Palco (Ria)
Palco Sé
Palco Quintalão
Palco Fábrica
Palco Museu
Palco Músicos
Palco Arco
Silent Party (Castelo)

A programação já anunciada pode ser consultada em www.festivalf.pt.

Os bilhetes para a 11.ª edição do Festival F ficam disponíveis a partir de hoje. Nesta edição, o Passe Geral apresenta um preço mais acessível face ao ano anterior, reforçando a aposta da organização em incentivar o público a viver a experiência completa do festival ao longo dos três dias.

PREÇOS E CATEGORIAS DE BILHETES
FESTIVAL F 2026

Pré-venda até 31 de julho (ou até esgotar)
Bilhete diário (03, 04 ou 05 de setembro) — 20 €
Passe geral (3 dias) — 45 €

A partir de 01 de agosto

Bilhete diário — 22 €
Passe geral (3 dias) — 54 €
* Crianças dos 3 aos 12 anos (inclusive) têm entrada gratuita desde que acompanhadas por um adulto

BILHETES

INDIE MUSIC FEST ENCERRA CARTAZ COM MAIS 20 CONFIRMAÇÕES





















Os britânicos Sports Team, os belgas Lander & Adriaan e os portugueses PAUS e Capital da Bulgária lideram a terceira e última vaga de confirmações do Indie Music Fest, que regressa a Baltar, entre 3 e 5 de setembro. A organização revela ainda a distribuição do alinhamento pelos três dias do festival, num total de 40 atuações.

Pela primeira vez na sua história, o festival inclui artistas internacionais na programação. Entre os destaques estão os londrinos Sports Team, nomeados para um Mercury Prize, são uma das bandas mais irreverentes da nova geração do indie rock britânico, e vêm apresentar o seu mais recente álbum “boys these days”. Entre as novas confirmações internacionais constam ainda os belgas Lander & Adriaan, duo que cruza jazz com música de dança underground dos anos 90 e que se tem afirmado como um dos projetos mais entusiasmantes da nova cena eletrónica europeia. Nomes que se juntam aos belgas Lézard e aos luso-britânicos Soma Please, já anteriormente anunciados.

A programação reforça igualmente a presença da música portuguesa com o regresso dos PAUS, numa das datas da digressão de despedida da banda, e de Capital da Bulgária, projeto de Sofia Reis, que ganhou notoriedade com o EP “Pequeno-Almoço”, o álbum “contei e deixei que tu me julgasses” e a participação no Festival da Canção. O cartaz fica completo com Celso, MONSTRO, Puro L, Samuel Mor, Santos Carneiro, Trouble Trouble, DJ Mariska, DJ Tiago Carvalho e Diana Oliveira (mentores da RDZ), e ainda Gusta-vo e Dani, a representar o Neopop, que celebram a missão primordial do Indie Music Fest de dar voz à música independente portuguesa.

Estas confirmações juntam-se aos nomes já anunciados, entre os quais Expresso Transatlântico, X-Tinto, Them Flying Monkeys, Vaiapraia e Femme Falafel.

A edição de 2026 arranca a 3 de setembro com um dia de entrada gratuita dedicado ao projeto Indie Talents. Depois de encerradas as candidaturas, sete artistas emergentes foram selecionados para atuar e disputar um prémio de 500 euros, bem como a gravação de um tema nos Stone Sound Studios.

Além da programação musical, o Indie Music Fest volta a apostar numa experiência alargada, com zonas de lazer como a Piscina e o Fúria; aulas gratuitas de skate e bmx, no novo skate park de paredes; um novo palco dedicado a projetos emergentes; e ainda, o regresso do Mercado Indie e do espaço Mini-Indie, ambos com uma oferta reforçada.

Após o regresso em 2025, na sequência do interregno provocado pela pandemia e da mudança de recinto, o festival recebeu cerca de 8 mil visitantes. Para a edição de 2026, a organização pretende aumentar a capacidade para 9.500 pessoas, consolidando o crescimento do evento.

Os passes gerais, com acesso ao camping, encontram-se disponíveis por 30 euros até ao fim de julho, passando depois para 35 euros. Conhecida a distribuição do cartaz pelos três dias do festival ficam agora disponíveis os bilhetes diários a 25 euros. O primeiro dia do festival mantém entrada gratuita.

ORQUESTRA DE JAZZ DO HOT CLUBE DE PORTUGALNO FESTIVAL DAS ARTERS EM COIMBRA



Concerto de Apresentação
16 de julho, 21h, Festival das Artes, Coimbra

A Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal apresenta o concerto de lançamento do seu novo disco, Peace and Justice, em colaboração com o compositor e baterista norte-americano John Hollenbeck, figura central do jazz contemporâneo.

O espectáculo decorre no dia 16 de julho, pelas 21h, na Quinta das Lágrimas, em Coimbra, no âmbito do Festival das Artes.

Hollenbeck assina a composição de todos os temas do álbum, com exceção de algumas canções oriundas da música tradicional ucraniana. É também responsável pelos arranjos de todas as obras e integra a orquestra como baterista convidado. Este disco propõe uma música heterogénea onde convivem texturas delicadas e ritmos intensos, melodias líricas e soluções harmónicas sofisticadas.

Neste concerto, a estética singular de John Hollenbeck encontra a profundidade e o rigor da Orquestra de Jazz do Hot Clube, dirigida por Pedro Moreira.

Sobre "Peace and Justice"

Alguns anos depois de um memorável concerto em Lisboa, Hollenbeck e a orquestra iniciaram este projeto - gravado entre 4 e 6 de junho de 2022 - precisamente quando as viagens internacionais retomavam após a pandemia. Alguma da música tem origem num projecto de Hollenbeck com músicos Ucranianos que, com o início da guerra, acabou por não se concretizar; não obstante, o seu espírito atravessa todo o disco.

Entre os nove temas de "Peace and Justice", destacamos:

- "Sinanari" transforma uma popular canção turca numa dinâmica fusão de big band, combinando a sua melodia transformada em baixo com um groove de bateria inspirado em John Bonham.

- "Racing Heart, Heart Racing" reimagina uma peça originalmente escrita para a Orchestre National de Jazz (ONJ), culminando numa luminosa melodia de clarinete baixo que Hollenbeck considera uma das suas mais pessoais.

- "Sighs" explora o gesto coletivo e a respiração, enquadrada por um piano preparado pulsante e uma meditação falada em inglês e português.

- "Feed the Fire" homenageia a falecida Geri Allen, incorporando elementos transcritos da sua célebre gravação em trio com Ron Carter, abrindo espaço amplo para a improvisação.

- "Verbena" e "Power of Water" revisitam material de "Shut Up and Dance", terminando este último com toda a orquestra a cantar - um inesperado momento de comunhão.

Lançado pela editora de Hollenbeck, a "Flexatonic Records", o disco "Peace and Justice", produzido por John Hollenbeck e Luís Cunha, afirma-se como um manifesto artístico em torno de um propósito comum. Nas palavras de Bekenshtein, "uma muito necessária prática de esperança."

Sobre John Hollenbeck

John Hollenbeck, compositor, baterista e percussionista norte-americano, é reconhecido pela sua linguagem arrojada e versátil.

Estudou percussão e composição de jazz na Eastman School of Music antes de se mudar para Nova Iorque, no início da década de 1990. O seu percurso foi extremamente influenciado pelo compositor e trombonista Bob Brookmeyer e pela compositora e coreógrafa Meredith Monk. É um músico difícil de classificar, tendo sintetizado as tradições do jazz e da música contemporânea numa linguagem simultaneamente eclética e sofisticada. É igualmente um baterista e percussionista dotado de grande versatilidade e inteligência musical.

Os seus grupos - seja o Large Ensemble, o Claudia Quintet ou, mais recentemente, o grupo George - e a sua longa lista de colaborações, com nomes que incluem Meredith Monk, a Frankfurt Radio Big Band e Theo Bleckmann, entre muitos outros, atestam a prolificidade da sua produção musical bem como a profundidade da sua prestação em contextos musicais muito diferentes.

Sobre a Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal

A Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal surgiu em 1991 e é, neste momento, dirigida por Pedro Moreira.

Conta com inúmeros concertos em todo o país, tendo participado em vários festivais como Jazz em Agosto, Festa do Avante, Festival de Jazz do Porto, Guimarães Jazz, Lisboa em Jazz, Jazz no Parque de Serralves, Angra Jazz, Funchal Jazz, Festa do Jazz (Teatro São Luís) e Arte da Big Band (EGEAC), além de apresentações no Círculo de Belas Artes em Madrid, na Assembleia da República e no CCB.

Com um repertório variado, que oscila entre programas contemporâneos e o repertório de compositores importantes da história da big band, contou já com músicos convidados como Freddie Hubbard, Benny Golson, Curtis Fuller, Eddie Henderson, Mark Turner, John Ellis, Tim Hagans, Tom Harrell, Mário Laginha, Maria João, Zé Eduardo, Joe Lovano, Miguel Zenón, John Hollenbeck, Julian Arguelles, Guillermo Klein e Perico Sambeat, entre outros.

O ano passado, apresentou em tournée nacional o projeto "Impermanência(s)", resultante da encomenda de cinco peças inéditas a compositores residentes em Portugal, já gravado e que será editado em breve. Prepara agora o novo projecto “Meditations - Nos passos de John Coltrane”, um novo ciclo de encomendas para assinalar o centenário deste importante músico de Jazz

Sobre Pedro Moreira

Saxofonista, compositor e maestro, nasceu em 1969, em Lisboa. Fez os seus estudos musicais em Nova Iorque. Atuou com o seu grupo nos principais festivais nacionais, assim como em vários países na Europa, África e nos EUA. Tem vários discos editados, tanto em nome próprio como em colaboração com outros músicos.

É o maestro da Orquestra de Jazz do Hot Clube, tendo dirigido a European Youth Jazz Orchestra, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestrutópica, a Orquestra do Algarve, a Orquestra Angrajazz, a Orquestra de Câmara Portuguesa, o Coro Ricercare e a Orquestra Pop Portuguesa.

Compõe para vários grupos de jazz e de música erudita, assim como para teatro. Como arranjador e/ou produtor musical, trabalhou com artistas como Camané, Pedro Abrunhosa, Cristina Branco, Milton Nascimento e António Zambujo, entre outros.

É docente na Escola Superior de Música de Lisboa, da qual foi diretor, assim como coordenador da variante de jazz. Lecionou igualmente no Conservatório Nacional. Foi diretor pedagógico da Escola Luiz Villas-Boas do Hot Clube de Portugal.

HEAVENWOOD NO COLISEU PORTO AGEAS





















HEAVENWOOD AO VIVO
COLISEU PORTO AGEAS
22 de Setembro 2026
21h30 | COLISEU BOX

Este setembro, o Coliseu Box recebe os Heavenwood numa noite única de celebração: três décadas de gótico, dark e melodic death metal, entre a intensidade sinfónica de “Abyss Masterpiece” e o simbolismo hermético que atravessa “The Tarot of the Bohemians”, ciclo agora encerrado com a edição de “Part II”. Um concerto que percorre a discografia da banda — de “Swallow” a “Redemption” — e revisita o imaginário poético e místico que sempre definiu a sua identidade.

Há mais de três décadas, em Vila Nova de Gaia, nascia uma das bandas mais pioneiras do Metal português. Os Heavenwood Official construíram, sob a liderança de Ricardo Dias dos Santos, um percurso singular que levou Portugal aos maiores palcos do género — de “Diva”, o primeiro álbum de uma banda portuguesa de Metal editado no Japão, ao histórico concerto no Wacken Open Air, como os primeiros portugueses a subir ao palco do maior festival de Heavy Metal do mundo.

Uma noite pensada para celebrar não só uma banda, mas um marco na história do Metal português: resistência, reinvenção e uma visão artística que atravessou gerações sem perder a sua essência melancólica.

Coliseu Porto Ageas | Coliseu Box
Os bilhetes já se encontram disponíveis em https://www.ticketline.pt/evento/heavenwood-106410

NOTA: Para informações sobre bilhetes de Mobilidade Condicionada, por favor contacte a bilheteira do Coliseu Porto Ageas: telefone 223 394 940, ou através do email bilheteira@coliseu.pt

SPACE FESTIVAL REGRESSA EM NOVEMBRO




















Space Festival regressa de 4 a 15 de novembro com nomes nacionais e internacionais na programação

O Space Festival está de volta de 4 a 15 de novembro, com uma programação de concertos, residências e outras atividades. Com passagem já confirmada por Paredes de Coura, Caminha, Valença, Arcos de Valdevez, Mondim de Basto e Montemor-o-Velho, continua a apostar na presença fora dos grandes centros urbanos.

A exploração da música experimental e improvisada continua a marcar a programação do Space Festival. Nas primeiras confirmações para a edição de 2026 surgem projetos nacionais e internacionais.

Unindo talento nacional e internacional, chega-nos o projeto IT DEEL IV, com Joana Guerra, Maria do Mar, Romke e Jan Kleefstra. Esta união de artistas resulta do projeto IT DEEL, criado em 2024 pelos irmãos Kleefstra e com o intuito de cruzar poesia e música num ensemble frísio-internacional em constante renovação. Ao poeta Jan Kleefstra e ao músico multi-instrumentista Romke Kleefstra, associou-se a violinista Maria do Mar e a violoncelista Joana Guerra - já habituadas a trabalhar juntas, como provado no projeto Lantana, também presente no Space Festival 2025. IT DEEL centra-se na relação entre o ser humano e a natureza, explorando essa ligação de forma sensível e experimental, onde cada encontro reflete o diálogo entre os artistas e o território frísio (região dos Países Baixos).

A nível nacional, o festival contará com diversos percursos, dando espaço quer a projetos consolidados quer emergentes. CIGARRA, um coletivo de 8 percussionistas dedicado à interpretação e criação de música contemporânea, é umas das primeiras confirmações. Um projeto que colabora com artistas de diferentes áreas que exploram o som como matéria basilar das suas práticas. Partindo da experimentação e da interpretação de repertório contemporâneo, Cigarra transita entre a escrita e a improvisação, entre o gesto acústico e a manipulação electrónica. No Space Festival apresentam “RLLRLRLLRRLRLRLRLLRLRLR”, uma colaboração entre Julian Sartorius e do Ensemble ET|ET, que o coletivo se propõe reinterpretar, investigando a premissa conceptual da performance. O título é um padrão rítmico de 23 notas dividido entre a mão direita (R) e esquerda (L), tocado continuamente por 5 percussionistas. A narrativa sonora e estrutural da obra é controlada por um ou mais elementos através de adição e/ou subtração de instrumentos e processamento de som. Assim, o músico assume um papel de performer - mesmo quando não toca nenhum instrumento.

O guitarrista e improvisador João Carreiro é outra das confirmações para esta edição. Artista que se move entre os terrenos do experimental e jazz, com particular foco na exploração sónica da guitarra. Se na edição de 2025 se apresentou com Mariana Dionísio no duo REQUIEM, em 2026 toma o palco para revelar o seu projeto a solo, no qual mostra composições originais, mantendo o instinto da improvisação como elemento central. Camuflando a identidade da guitarra através de pedais e técnicas estendidas, ou deambulando em esboços e pequenos motivos, constrói um universo musical próprio em formato aberto e focado na escuta, reunindo este trabalho em EPs tais como os já lançados I, II e III.

Luís Bittencourt volta a marcar presença no Space Festival, após a apresentação do espetáculo multidisciplinar “Sons de Resistência” em 2025. Este ano apresenta o espetáculo performativo e transdisciplinar “Arquitecturas da Água”. Esta performance homenageia a água enquanto matéria criativa, através de uma abordagem conceptual. A água é usada quer de forma simbólica quer de forma literal, de maneira a revelar novas potencialidades sonoras, performativas e visuais, num programa que reúne obras de Tan Dun, Joseph Byrd, Toru Takemitsu e John Cage.

O músico e compositor italiano, Mauro Basilio é mais uma das confirmações internacionais da edição deste ano do Space Festival. O artista explora as intersecções entre a música antiga e a contemporânea, quer escritas, quer improvisadas, carregando consigo uma educação musical variada: violoncelo, guitarra, oud, percussão e música computacional. No Space Festival 2026 apresenta o seu novo espetáculo, Mechanics. Um concerto a solo, preparado para violoncelo, que surge de uma exploração contínua de objetos, materiais e montagens. Uma performance que se move pela improvisação, música contemporânea, free jazz e noise, procurando o equilíbrio entre o subjectivo e o objectivo, questionando o papel do compositor/improvisador.

A estas primeiras confirmações anunciamos a estreia da nova criação do Space Ensemble, “Animações da Estónia”. Um projeto focado na riqueza visual do cinema de animação estónio, acompanhado pela música experimental e improvisada caraterística do trabalho do Space Ensemble.

A edição de 2026 mantém a passagem por locais já conhecidos, como o Centro Cultural Paredes de Coura, Teatro Valadares em Caminha, Auditório Municipal Ramos Pereira em Vila Praia de Âncora, Centro Cultural Verdoejo (Valença) e o Teatro Esther de Carvalho em Montemor-o-Velho, prometendo levar este género de música a muitos outros locais a anunciar.

O Space Festival é organizado pela Associação Cultural Rock‘n’Cave em parceria com o Space Ensemble, contando com o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes e de vários parceiros locais. Mais informações em: https://www.spacefestival.pt/  

DA WEASEL FESTIVAL MEO MARÉS FALTAM 3 DIAS





















FESTIVAL MEO MARÉS
FALTAM 3 DIAS
17 JULHO 2026 - 23:30

Três anos depois do memorável concerto de 2023, que reuniu mais de 40 mil pessoas, os DA WEASEL regressam ao MEO Marés para um espetáculo único.

No dia 17 de julho, pelas 23h30 a banda sobe ao palco da Praia do Aterro para um concerto dividido em três atos, um alinhamento renovado que percorre os grandes clássicos e os temas mais intensos da sua carreira.

O segundo ato será um dos momentos mais especiais da noite e conta com o convidado Maestro Rui Massena que irá dirigir uma orquestra de 24 elementos, especialmente formada para interpretar os temas da "Doninha", sendo também responsável pelos arranjos.

Este é o único concerto de DA WEASEL em 2026, numa noite imperdível, tanto para quem cresceu ao som da banda, como para uma nova geração de fãs.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

PROGRAMA DE 13/07/267

1 - Carminho - Canção à ausente
2 - Teresinha Landeiro - Será que descobres a poesia?
3 - Raquel Tavares - Ai se os meus olhos falassem
4 - Sara Correia - Avisem que eu cheguei
5 - Lina_ Marco Mezquida - Senhora do Almortão
6 - Cristina Branco - Canção do deserto
7 - 72 AM Radio -  Modern superman
8 - U-Clic - Unfashinautic superstars
9 - Santa Clara Blues - Heart an soul
10 - Kakerlakk - Everytime I die
11 - Democrash - The concept of clothing
12 - The Pages - Teenage rebels
13 - The Twist Connection - Crime
14 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Friends
15 - Them Flying Monkeys - Les gens son fous, les temps son flous

NO SALÃO BRAZIL













Luís Vicente 4tet
17 julho • 21:30
Largo do Poço
Entrada Livre

Luís Vicente apresenta o seu quarteto numa formação consolidada, a mesma que gravou House in the Valley para a Clean Feed, em 2023, e que agora dá a conhecer o mais recente Spirits Moving

Ao lado do saxofonista John Dikeman, do baterista Onno Govaert e do contrabaixista Luke Stewart, estes músicos tem um percurso sólido no universo do jazz e da improvisação e são colaboradores habituais do trompetista, Vicente continua a expandir uma obra singular e em permanente evolução.

Gravado ao vivo nas Caldas da Rainha, Spirits Moving é um dos seus discos mais intensos e enérgicos. Ao longo de quatro temas, o quarteto percorre passagens de grande intensidade coletiva e momentos de desconstrução harmónica e rítmica, evocando o espírito criativo do jazz de vanguarda norte-americano das décadas de 1960 e 1970. Longe da imitação, o álbum afirma uma linguagem própria que reconhece essa herança e a projeta para o presente.

Neste mesmo dia, às 19h00, na Praça do Comércio e também com entrada livre, a Blue House apresenta o Tanhai Collective, numa união de esforços entre o Jazz ao Centro Clube, a Blue House e o Cistermúsica. O sexteto londrino destaca-se pela fusão entre jazz improvisado, soul e funk, aliando uma forte cumplicidade em palco a uma abordagem contemporânea da tradição jazzística. Com um percurso em ascensão no Reino Unido, onde já atuou em salas como o Ronnie Scott's e partilhou palco com os Headhunters de Herbie Hancock, o grupo afirma-se como um dos nomes mais promissores da nova geração do jazz britânico.

L.U.M.E. - Lisbon Underground Music Ensemble
19 julho • 17:00

O L.U.M.E. - Lisbon Underground Music Ensemble é um colectivo de 15 músicos que tem por objectivo a criação de um espaço de expressão de música original num contexto orquestral particular. Constituído por alguns dos músicos mais experientes da cena jazz e erudita nacional, o L.U.M.E., liderado pelo compositor Marco Barroso, é uma proposta verdadeiramente original. Seja por uma dramatização (muitas vezes irónica) das práticas e vocabulários que passam pelo jazz, rock ou música erudita, seja pela incursão no experimentalismo, a música do L.U.M.E. reconstrói de forma original e pertinente, a carga patrimonial do “bigbandismo”, fugindo assim aos seus padrões mais convencionais e abrindo novas e refrescantes perspectivas estéticas. A celebrar duas décadas de existência, o L.U.M.E. apresenta uma seleção criteriosa do seu já extenso repertório, trazendo a palco um olhar renovado que coloca o foco principal nas suas composições mais recentes.

Entre palcos nacionais e internacionais e vários registos discográficos, o LUME tem-se apresentado em salas e festivais como: Jazz em Agosto, Guimarães jazz, Casa da Música, CCB, Festa do Jazz, London Jazz Festival, Moers Festival (Alemanha), Saalfelden Jazz Festival (Áustria), Big Sounds Amsterdam, Jazz Festival Ljubljana, Sarajevo Jazz Fest, Vilnius Jazz festival, Skopje Jazz festival, Jazz sous les pommiers, Novara Jazz, Nijmegen music meeting, Ha’fest Gent, Imaxinasons, entre outros.

Abertura de Portas: 16:30
Bilhetes: 12 eur
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HORTUS MUSICALIS REGRESSA AO JARDIM BOTÂNICO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA





















Hortus Musicalis regressa ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra para uma segunda edição dedicada à liberdade da criação musical

Depois da primeira edição em 2018, o Hortus Musicalis regressa ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra para voltar a cruzar música, natureza e criação contemporânea. Promovido em parceria com o Jazz ao Centro Clube (JACC), o ciclo conta com curadoria do guitarrista e compositor Marcelo dos Reis e realiza-se nos dias 24, 25 e 26 de julho e 4, 5 e 6 de setembro, sempre às 18h00. Todos os concertos têm entrada livre, convidando o público a descobrir seis propostas que reúnem alguns dos mais relevantes nomes da música improvisada e da criação musical contemporânea.

Sob o tema "Plantar Liberdade", o Hortus Musicalis afirma-se como uma plataforma dedicada à apresentação da música de vanguarda, convocando artistas de diferentes geografias e percursos para um programa que privilegia a experimentação, o diálogo e a liberdade criativa. Ao longo de dois fins de semana, o Jardim Botânico transforma-se num espaço de escuta, descoberta e encontro, onde a paisagem natural se torna parte integrante da experiência artística.

A edição de 2026 propõe uma reflexão sobre o jazz livre e a música improvisada enquanto práticas de criação, partilha e transformação social. Num tempo em que importa imaginar novas formas de pensar e de estar em comunidade, o Hortus Musicalis convida o público a olhar para a improvisação como uma expressão de liberdade e como um território aberto à construção de novas possibilidades sonoras.

A curadoria traduz esta visão através de um programa que reúne projetos nacionais e internacionais, evidenciando diferentes abordagens à improvisação, à composição e à exploração sonora contemporânea. A programação foi concebida para potenciar o diálogo entre artistas, público e o património natural do Jardim Botânico, fazendo deste espaço um lugar privilegiado para a escuta, onde a música floresce como um gesto de imaginação, liberdade e futuro.

A programação tem início a 24 de julho com Taubenfeld / Espvall / Sousa. No dia 25 de julho, apresentam-se Marcelo dos Reis com o projeto Flora e Gonçalo Almeida com Resonant Debris. O primeiro fim de semana encerra a 26 de julho com States of Restraint.

O ciclo regressa ao Jardim Botânico nos dias 4, 5 e 6 de setembro, com atuações de Fish Dish, Lantana e Made of Bones, respetivamente.

Programa
HORTUS MUSICALIS
24, 25 e 26 de julho | 4, 5 e 6 de setembro
18h00
Jardim Botânico da Universidade de Coimbra

24 de julho | 18h00
Taubenfeld / Espvall / Sousa

25 de julho | 18h00
Marcelo dos Reis – Flora
Gonçalo Almeida – Resonant Debris

26 de julho | 18h00
States of Restraint

4 de setembro | 18h00
Fish Dish

5 de setembro | 18h00
Lantana

6 de setembro | 18h00
Made of Bones

CARLOS AZEVEDO APRESENTA "NA CORDA BAMBA"






















Evento de apresentação: 15 de julho, 18h30 | Sala 210 da ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, Porto)

Com participações do Quarteto de Cordas de Matosinhos, Filipe Quaresma, Inês Lopes e Fernando Ramos, o álbum revela novas facetas da escrita camerística do compositor

Se há compositor português com um historial multifacetado, esse compositor é Carlos Azevedo. O seu trabalho estende-se da música sinfónica ao jazz, da ópera à música de câmara, e das performances como pianista ao mundo académico. O disco Na Corda Bamba, uma nova edição Artway Next, centra-se em peças escritas para formações de câmara e instrumentos solo. Conta com as participações de intérpretes de referência como o Quarteto de Cordas de Matosinhos, o violoncelista Filipe Quaresma, o contrabaixista António Augusto Aguiar, a pianista Inês Lopes e o saxofonista Fernando Ramos.

A música passa por pontos de referência como o granito da cidade do Porto, o mar de Matosinhos ou temas do cancioneiro tradicional, que surgem mascarados em obras com grande poder sugestivo.

Um disco que promete tornar-se uma referência da música erudita nacional, tanto pela imaginação inesgotável de Carlos Azevedo, como pelas interpretações de instrumentistas que estão entre os mais conceituados do país.

Na Corda Bamba é lançado a 17 de Julho, e estará disponível nas plataformas digitais.