quarta-feira, 18 de maio de 2022

JÜRA COM CONCERTO AMANHÃ NO ESTÚDIO TIME OUT

 




















O EP de estreia "Jüradamor" da Jüra chega finalmente a todas as plataformas digitais esta sexta-feira.

Este primeiro trabalho de estúdio da jovem artista e compositora, natural de Alcobaça, composto por seis temas originais, será apresentado ao vivo, um dia antes do seu lançamento, esta quinta-feira, 19 de maio, no Estúdio Time Out em Lisboa. Este será também o primeiro concerto de sempre da Jüra, para se sentir e ouvir na primeira pessoa o universo que tem vindo a criar, onde vive a arte, da expressão corporal à música.

“Jüradamor” nasceu em casa, da vivência em conjunto com o beat maker Free Soul Beats e junta, Pop, R&B, e sonoridades do Hip Hop. Não foi algo propositado, enquanto Free Soul Beats produzia os beats, Jüra acabava por escrever, criar, e a urgência de traduzir o seu coração aconteceu. Esta é uma viagem do que é sentir na pele de Jüra, nos altos e baixos da vida, das relações, do amor, da procura da beleza também na tristeza, porque é na música que Jüra encontra a tradução da emoção, da dor e do amor que sente.

"Nunca foi sobre escrever canções, é a urgência de descarregar o peito, o corpo, de deixar falar, de me ouvir, traduzir o que em mim é mais profundo: a dor, o amor, a dor do amor. O momento que é único e se imortaliza aqui, em canções que nascem sem avisar, e que me fazem ouvir a complexidade do que é sentir. É sobre ser, expressar sem pensar, é o que senti, o que é sentir em mim.” partilha Jüra.

A artista levou os seis temas originais para estúdio, juntou-se ao produtor DØR (Miguel Ferrador), e desde o final de 2021 que trabalharam nesses temas caseiros à medida que se foram conhecendo, dando vida à visão da artista. Os seis temas são acompanhados também por videos para cada uma das faixas, com fotografia e realização de Ana Landislau e Joanna Correira, onde se vê Jüra da mesma maneira como se ouve, como ela é, por inteiro.

PREÇOS & HORÁRIOS

ESTÚDIO TIME OUT, LISBOA

Abertura de Portas: 20h30
Início de espetáculo: 21h30

Plateia — 12 €

SAMUEL URIA ENCERRA SOAM AS GUITARRAS


 


















A despedida de Samuel Úria da edição de 2022 do Festival Soam As Guitarras ocorrerá no próximo sábado, 21 de Maio, na Póvoa de Varzim, com outra convidada de luxo - Manuela Azevedo.

Depois de apresentações em Setúbal e em Oeiras, Samuel Úria terá na sala nortenha a companhia da voz dos Clã, numa colaboração que antecipa momentos únicos.

Não será a primeira vez que Samuel e Manuela se cruzam, afinal ao longo dos últimos anos, um par de convites recíprocos têm possibilitado o seu encontro em palco, o último dos quais recentemente, quando Samuel se juntou aos Clã na tour de clubes que o grupo efectuou, mas será a primeira vez que privam num tête-à-tête musical, apenas os dois.

A participação do cantautor neste festival itinerante teve como proposta inicial que se concretizasse em registo "a solo" ainda que com uma participação especial em cada uma das apresentações - no Cinema Charlot, Setúbal, foi Cláudia Pascoal; em Oeiras, no Auditório Ruy de Carvalho, Joana Espadinha.

Tendo como base o seu último registo discográfico, "Canções do Pós Guerra", estes concertos em solitário surgem na sequência do EP com o mesmo título publicado em 2021 em que, para além de reinterpretações do seu repertório, abordou alguns temas compostos para outras vozes.

Sem que se trate de uma coincidência, um desses temas era "Sinais", canção escrita por Samuel que integra o último disco do grupo de Manuela Azevedo, os Clã. Será seguramente uma das canções a ser escutada no dia 21, sem esquecer "Carga De Ombro", canção que deu título ao penúltimo disco de Samuel e que contou com uma versão "a dois" com Manuela.

AGENDA:
19 MAIO / LISBOA / SPA / COMEMORAÇÕES DIA DO AUTOR
21 MAIO / PÓVOA DE VARZIM / FESTIVAL SOAM AS GUITARRAS / CINE-TEATRO GARRETT (A SOLO_CONVIDADA MANUELA AZEVEDO) - BILHETES
05 JUNHO / LISBOA (EVENTO A ANUNCIAR)
17 JUNHO / MACEIRA
02 JULHO / RESENDE
06 JULHO / COIMBRA
16 AGOSTO / VODAFONE PAREDES DE COURA
17 SETEMBRO / GUIMARÃES / BANHOS VELHOS

Os temas de Samuel Úria estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
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Youtube »
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"DEAD MOON " É O NOVO SINGLE DE VICTOR TORPEDO


 










A solidão pode ser algo onde nos encontramos por vontade ou, simplesmente, por circunstâncias da vida. Já a lua pode ser extremamente solitária, um estado de espírito alineado ou, ainda, um refúgio.

"Dead Moon" é um inédito gravado durante as sessões do álbum "I And I", em 2018, e está agora neste Meet Me In The Woods que pode ser encontrado em versão EP solitário ou em versão Total Torpedo acompanhado de outros EP's e várias surpresas.

Quem celebra e vive o rock’n’roll de modo intenso, merece ser celebrado em toda a sua plenitude e da mesma forma. Já todos sabemos que Victor Torpedo, para além de sangue, tem a circular pelas suas veias um certo excedente de rock’n’roll.

Vindo de bandas carismáticas e explosivas como os The Parkinsons, Subway Riders, Tédio Boys, 77, Blood Safari, Tiguana Bibles, insaciável apresenta um EP especial composto por 3 músicas suas e 3 versões feitas em segredo e sem o seu conhecimento - Meet Me In The Woods.

"Dead Moon", primeira música do disco, é um inédito gravado durante as sessões do álbum "I And I" (2018). Os temas "Out Of Date" e "Meet Me In The Woods" têm misturas especiais feitas por John Mercy a partir das maquetes (demos) destas canções do álbum I And I e, as versões são revistas por John Mercy + Tracy Vandal, From Atomic e Tricycles.

Meet Me In The Woods não foge às raízes dos anos 80 que tanto acompanham Victor no seu percurso desde o rock ao punk, da synth à new wave e alguma pop. Trata-se de mais um disco para degustar física e mentalmente na companhia dos Pop Kids que, desde o ano de 2021 acompanham Victor pelos palcos.
Meet Me In The Woods saiu no dia 8 de Abril com o selo da Lux Records e não veio sozinho! Com ele, uma edição especial de uma box numerada e limitada a 100 exemplares - Total Torpedo - que inclui toda a sua discografia a solo: Raw (2CD, 2015), Adventure Culture (CD, 2016) I And I (CD, 2018) Béri Béri (CD, 2020) Punk/Pop And Soft Rage (CD, 2021), Meet Me In The Woods EP (CD, 2022) um livro de contos e ilustrações de Victor Torpedo de título Fantasma de Cabeceira / Tales From A Ghost e uma T-shirt.
Podem adquirir a box de celebração da carreira de Victor Torpedo com todo o material ou o EP e o livro em separado.

Próximas datas: 20 Maio - Castelo Branco - Pandemónio
21 Maio - Figueira da Foz - A Tua Cara/Caras Direitas
10 Junho - Barreiro - ADAO
11 Junho - Lisboa - Roterdão

NOVO DISCO DE ALDINA DUARTE VAI SAIR EM VINIL A 20 DE MAIO
















Estreia ao vivo no Teatro São Luiz, dias 6 e 7 de Junho
 
“Tudo Recomeça”, o mais recente disco de Aldina, será apresentado em duas sessões únicas e especiais a realizar no Teatro São Luiz, na Sala Bernardo Sassetti, nos dias 6 e 7 de junho às 19h. Num formato inédito, serão interpretados exclusivamente os fados que integram o álbum, respeitando o seu alinhamento, seguindo-se uma conversa com o público.

Aldina é responsável pela estrutura e ambientes musicais, de acordo com a sua apurada visão poética, sendo autora de parte do reportório, e os seus músicos descobrem e executam as soluções musicais, conforme as características de cada instrumento, sem fugir à essência da linguagem musical do fado.

Paulo Parreira, guitarra portuguesa, e Rogério Ferreira, viola, são a pedra angular de todo o trabalho.

Há uma sonoridade que pertence exclusivamente a este trio, que é inconfundível e arrebatadora; uma dupla que faz parte da história do fado de Aldina, que como alguém um dia disse: "É um fado muito nosso e só dela."

terça-feira, 17 de maio de 2022

PROGRAMA DE 17/02/22

1 – Josefh K Belém
2 – Storm Factory – Meltemi
3 – Joana Gama – Indigo (C/ Angelica Salvi)
4 – Homem em Catarse – Rua do Souto deserta
5 – Marco Franco – Sambódromo
6 – Songbird - Cantar de emigração
7 – Flood – Despertar
8 – OZ – Silouettes ans shadows
9 – Uncanny Chanmber – All lights are fading (C/ Nuno Varudo)
10 – The Ending Nights – Reaching new ways
11 – Cry Madame – Mycyberpunk
12 – Ghost Hunt – Shadow factory
13 – The Black Archer -Disappear
14 - Dapunksportif - Raw&vulnerable

OS SETE ANOS DA BAZUUCA

 









O encerramento das comemorações do sétimo aniversário da produtora Bazuuca acontece já no próximo sábado, dia 21 de maio, com um evento único que vai levar diferentes ritmos e sons ao Lustre, em Braga. Neste que é o último dos sete momentos de celebração do sétimo aniversário da marca bracarense prevê-se uma festa grande, repleta de música e várias surpresas.

As celebrações arrancam às 23h com o concerto de StereoAcid, projeto criado em 2020 procurando explorar dinâmicas sonoras variadas e ecléticas. Luís Marques e Sérgio Alves estabelecem pontes entre os mais variados elementos, desde o ecoar de um clarinete atmosférico até aos ritmos mais dançantes e explosivos.

A meio da noite entram em cena os Travo, coletivo bracarense que vagueia pelo rock de cariz instrumental, psicadélico e espacial. Formados em 2016, estrearam-se nos discos três anos mais tarde com Ano Luz e, do hiato forçado pela pandemia, surgiu o tempo e a inspiração necessária para a composição. Sinking Creation é o novo trabalho do grupo e demarca-se do anterior por uma transição na sonoridade. Partindo da estética e linguagem artística antecedente, elevam-nas agora a um novo patamar.

A última banda a subir ao palco do Lustre é praticamente da família e chama-se QUADRA. Este quinteto bracarense tem na sua génese o rock instrumental, mas tem andado a trilhar por caminhos mais dançáveis com música orientada e influenciada pela eletrónica com uma vertente disco. “Dançar” é, por isso, a palavra de ordem.

Logo a seguir aos concertos, o Tiago da Cunha e o Vøltt tomam conta da cabine de Dj, numa festa que só acabará de manhã.

Este é um evento feito em parceria com as Dark Sessions, Gig.Rocks e Wav.In e os bilhetes já se encontram à venda a preço reduzido de 5€, online através da SEETICKET, dos pontos de venda físicos Sé La Vie e Café Concerto RUM By Mavy, passando a custar 7€ no dia.

FESTIVAL QUE JAZZ É ESTE? EM VISEU






















10 anos, 10 edições! A génese do festival Que Jazz É Este? é reflexo da génese da associação que o promove, a Gira Sol Azul. Fruto do encontro de jovens naturais ou residentes fora dos grandes centros de formação e produção cultural mas com a vontade comum de fazer, criar, experimentar e partilhar mantendo-se em constante aprendizagem e aperfeiçoamento. O festival é eclético, diversificado e acessível e ocupa preferencialmente espaços públicos.

Entre 20 e 24 de Julho o festival acontece em Viseu e integra 11 concertos para público em geral, 5 concertos em formato ambulante na rua, 5 concertos ao domicílio, 3 jam sessions, 1 exposição, 3 conversas, 20 horas de rádio ao vivo e 5 sessões cinema musicado ao vivo.

Os CONCERTOS estão desenhados em 3 blocos de programação dirigidos a públicos diversos mas contamináveis entre si e distribuídos por 3 horários: 17h, 19h e 21h30. A par de integrar o trabalho que é desenvolvido localmente e que pretende deixar marcas, a programação do festival pretende colocar a região no mapa incluindo concertos únicos; dá continuidade ao trabalho de proximidade com músicos em formação, integra bandas de artistas emergentes e contribui para a circulação de projetos nacionais e internacionais de relevo.

É nos incríveis claustros do Museu Nacional Grão Vasco que Pedro Moreira Sax Ensemble apresenta Two Maybe More, peça escrita para o espetáculo de Sofia Dias, Vítor Roriz e Marco Martins, adaptada entretanto para ensemble de 8 saxofones, ao qual se junta contrabaixo e bateria, para melhor explorar as possibilidades de abertura à improvisação.

No Parque Aquilino Ribeiro, bem no coração da cidade, passam José James, artista Blue Note frequentemente referenciado como uma das mais celebradas vozes da sua geração que combina jazz, soul, drum’n’bass, e spoken word na sua marca própria de vocalista jazz; Spinifex, baseados em Amsterdão, combinam free jazz, punk-rock polirrítmico e estruturas rigorosamente compostas com poesia tâmil e islandesa antiga e contemporânea e aventuram-se agora em Spinifex Sings nos territórios da música, da letra e do grito primordial; Karyna Gomes, cantora e compositora de Bissau, onde cresceu a ouvir música tradicional, urbana e ritmos de todo o mundo cuja musicalidade está enraizada nos convívios de quintal típicos das sociedades mestiças dos trópicos e do hemisfério sul e que é influenciada pela sua vivência em três continentes (África, América Latina e Europa); e ainda o tradicional concerto do Colectivo Gira Sol Azul composto por músicos baseados na região de Viseu e que este ano convidam o aclamado pianista de jazz britânico Jason Rebello e a excecional e versátil cantora e multi-instrumentista Sumudu baseada em Londres.

No âmbito da parceria com o Carmo’81, o Combo Jazz da Gira Sol Azul (composto pelos mais jovens músicos da Gira Sol Azul) apresenta-se num concerto especial com os viseenses Smoke Hills cujo caminho parte do Hip Hop mas faz-se também da procura de criar um estilo não convencional.

A Casa do Miradouro, que é também palco Inatel, acolhe projetos dos mais talentosos jovens músicos do panorama musical atual: Peixe Boi e Garfo, que têm sido aclamados pela crítica nacional. Ambos se caracterizam por integrarem amigos que têm abordagens musicais comuns e que alternam entre as componentes escrita e improvisada.

Manuel Linhares (Porta Jazz) apresenta-se na mais emblemática sala de espetáculos da cidade, o Teatro Viriato. O seu mais recente álbum Suspenso reforça os seus argumentos dentro do panorama do jazz português, onde para além de se salientar como uma das poucas vozes masculinas da atualidade, apresenta também um trabalho inteiramente composto por repertório original e de enorme criatividade.

A Pousada de Viseu, situada no edifício histórico do antigo hospital da cidade, acolhe Miguel Valente Quarteto, projeto fundado em Amesterdão. Vencedor da 1ª. edição do Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro, promete ser uma força ascendente no panorama do jazz português.

As rubricas JAZZ NA RUA e JAZZ AO DOMICÍLIO que têm como principal objetivo fazer a música atravessar-se no caminho das pessoas, vêem renovadas as parcerias com escolas profissionais de música da região, contando com apresentações de combos de jovens músicos que vêm contagiar a cidade com a energia do jazz todos os dias do festival nas ruas, hospitais, prisões e lares alargando desta forma o acesso de todos à cultura.

A RÁDIO ROSSIO emite a partir da sua caravana, estúdio móvel que usa frequências de rádios locais com programas especialmente concebidos para o festival. Este ano, as manhãs estão sob o comando de radialistas de rádios locais, e as tardes com Rui Miguel Abreu (Rimas e Batidas) e Ricardo Ramos (Viseu Demo Tapes).

O trio João Guimarães, Bruno Pinto e Olívia Pinto, músicos de diferentes gerações, encontram-se para a apresentação de um FILME MUSICADO AO VIVO com repertório original que reflete as diferentes e contrastantes influências individuais.

Além da oferta eclética e de qualidade de concertos, o festival continua a ser um espaço de criação de dinâmicas e oportunidades de formação e profissionalização na área da música e neste âmbito realiza-se o 14º WORKSHOP DE JAZZ DE VISEU orientado por Jason Rebello [UK] e Xose Miguélez [ES] em dias de trabalho intenso partilhado depois em palco no jardim do Hotel Grão Vasco.

Instalada no Carmo81, a EXPOSIÇÃO QUE JAZZ É ESTE? PRÉ-HISTÓRIA E 10 ANOS DE HISTÓRIA relembra projetos das últimas décadas relacionados com o aparecimento do festival: da Orquestra Cine Jazz, ao grupo rock Os Tubarões, Quinteto de Jazz de Viseu, à 1ª. Edição do Workshop de Jazz de Viseu, chega-se à história do festival que começa em 2013.

À boleia da exposição e com moderação de Catarina Machado (radialista), realizam-se CONVERSAS em torno dos atores da pré-história do festival e dinâmica musical de Viseu desde os anos 40. Também aqui se reflete sobre a produção cultural e musical fora dos grandes centros e ainda sobre o que é ou não jazz, e como se define e posiciona o jazz ao longo dos tempos.

Promovido pela Gira Sol Azul, o festival Que Jazz É Este? é financiado pelo programa Eixo Cultura do Município de Viseu e pela Direção Geral das Artes e conta com vários importantes parceiros e mecenas locais e nacionais que têm contribuído para a afirmação do festival como um projeto de relevo e prestígio na região centro.

À distinção de ‘melhor cidade para viver’ e ao título de cidade-jardim, juntam-se características ímpares ao nível da gastronomia, património, roteiros, percursos pedestres e, claro, excelente música para ver, ouvir e fazer parte: motivos não faltam para vir ao festival Que Jazz É Este? de 20 a 24 de Julho em Viseu.

https://quejazzeeste.com
https://www.facebook.com/quejazzeeste

“UNREST MAN” LIVE PERFORMANCE “IN HIGH SPIRITS"














No próximo dia 20 de Maio, pelas 22:00, Unrest Man, apresentará a sua nova performance "In High Spirits", no túnel do Jordão, em Guimarães

Alter-ego do músico Marco Ferreira, “UNREST MAN” propõe-se a ser uma experiência sonora que tem como ponto de partida a exploração do instrumento “Caixa de Terror” e a eletrónica.
O resultado será uma performance muito pessoal, que terá como base o improviso e a própria história e estória do local do evento – O Túnel do Jordão.
Os sons de interferências, ressonâncias e ruídos resultarão numa dicotomia entre emoções contraditórias (amor-ódio, calma- terror, desalento-esperança) e a tecnologia.

Organização:
Câmara Municipal de Guimarães

Ficha técnica
Direção artística e musical: Marco Ferreira
Produção: Elsa Isabel Moreira
Captação de som: Zé Caldas (Estúdio Lobo Mau)
Desenho de luzes: Diogo Mendes
Realização e edição: COALBLUR – João Martins, Sara Gonçalves e Tiago Sousa

Canal Youtube
https://www.youtube.com/channel/UCCdMK-8-plh9j3_qmji2kyA


Facebook
https://www.facebook.com/UnrestManmusic


Instagram
https://www.instagram.com/unrest.man

NOVO EP DE LLAMA VIRGEM














Llama Virgem com novo registo, desta vez em formato EP/Livro, "Não são as unhas que me roem" foi lançado no passado dia 7 de Maio no festival MAP, o EP partiu de uma open call da A Palavra para a edição de um livro/cd pela coleção batimento.

Após o EP homónimo de 2017 e o LP "Desconseguiste?" de 2018 (ed. Goela) os cinco temas de "Não são as unhas que me roem" assentam numa já característica sonoridade post-punk, com batidas eletrónicas e spoken word que de uma forma engajada e acutilante revolvem os temas da gentrificação, o ressurgimento da extrema direita nos corredores do poder, os dias da pandemia e o racismo estrutural da sociedade portuguesa.

Todas as músicas foram compostas e executadas por Daniel Antunes Pinheiro (Baixo, Ritmo), Pedro Januário Gomes (Guitarra, Loops), Rui Gonçalves (Voz); "Lisboa" contou com a participação especial da meteórica Sreya.

Gravado em vésperas de fim-do-mundo, entre Fevereiro e Março de 2022 num anacrónico gravador de quatro pistas em cassete no estúdio da Associação Goela, mixado por Daniel Antunes Pinheiro e masterizado por Sara Braz Ferreira no estúdio da Palavra. A edição faz parte da coleção batimento / ed. Cidade Nua (A Palavra).

O Livro/Cd com uma edição limitada, conta com ilustrações e fotos dos artistas: Sreya, Rita Grancho, Nuno Gonçalves, Tiago de Sá, Ivo Relveiro, Llama Virgem, Pedro Carinhas, Marco Pestana, Salomé Paiva e Gonssalo.

Depois do lançamento do single "Ninguém saía", o EP pode ser escutado no Spotify e nas demais plataformas, ou baixado no Bandcamp da banda.

EPICENTRO DE VOLTA

 




















TEATRO DA CERCA DE SÃO BERNARDO . 20 a 22 MAIO

Num fim-de-semana inteiro, a decorrer no Teatro da Cerca de São Bernardo, acolhemos o colectivo Omnichord Records, uma editora que cresceu para se tornar também numa agência e produtora, com núcleo em Leiria e repercussões em vários pontos do mundo. Cooperativa cultural com um princípio voluntarista, sob o lema “The Only Truth Is Music”, o pretexto deste encontro é a celebração do 10o aniversário de encontros e cumplicidades. O programa deste fim-de-semana conta com o vídeo-concerto “NU”, de

First Breath After Coma, showcases, uma sessão de documentários comentados e ainda a oficina “A Música dá Trabalho”.

TEATRO DA CERCA DE SÃO BERNARDO
sexta-feira, 20 de Maio
21H30 / SHOWCASE OMNICHORD
22H15 / CASA DA OMNICHORD [documentários / conversa]
sábado, 21 de Maio
21H30 / SHOWCASE OMNICHORD
22H15 / FIRST BREATH AFTER COMA “Nu” [vídeo-concerto]
domingo, 22 de Maio
15H00 / “A Música dá trabalho” [oficina]

FILIPE KARLESON NO HARD CLUB






















Filipe Karlsson retrata uma relaxada correria entre as ondas do mar e o estúdio de produção, na forma de uma Disco Pop despretensiosa, inspiradora e carregada de groove. Em 2020, o artista luso-sueco estreou-se nas edições em plena pandemia, numa altura em que as suas "Teorias do Bem Estar" se acabaram por revelar mais essenciais do que nunca. No mesmo ano, foi revelado um novo conjunto de canções, na forma de "Modéstia à Parte". Deste EP fazem parte êxitos como "Razão" ou "A Paragem" que, meses mais tarde, seriam finalmente libertados perante plateias esgotadas, em palcos como a Altice Arena, o Teatro Maria Matos ou a Casa da Música. Determinado em não baixar o ritmo e continuar a boa onda em forma de canção, Karlsson editou em 2021 o single de Verão "Vento Levou". “Madrugada”, por sua vez, foi o primeiro single do novo EP a ver a luz do dia.

É numa contínua inspiração nos anos 70 acompanhada de uma lufada de ar fresco e positivismo de um indie rock leve, que Filipe Karlsson nos traz agora o segundo tema que acompanha “Mãos Atadas”. “Confusão” é o novo single editado que acompanha a estreia do EP e traz consigo mais uma visita ao mundo de outros tempos, porém super atual, do artista. É ilustrado novamente por um videoclipe realizado por Guilherme Proença e faz parte de um alinhamento de 5 músicas que compõem este novo trabalho.

"Mãos Atadas” não poderia deixar de ser apresentado e aplaudido ao vivo. No dia 19 de maio, no Hard Club, no Porto, e a 3 junho no Capitólio, em Lisboa, o novo EP é acompanhado dos temas mais calorosos de Filipe Karlsson. Acerca dos concertos, Karlsson conta ainda: "Serão dois concertos muito especiais a nível pessoal, marcam o culminar de um objetivo para o qual tenho vindo a trabalhar há mais de um ano. É uma etapa onde queria muito chegar, e fico feliz por poder partilhar todo o meu repertório ao vivo com todos aqueles que têm acompanhado o meu trabalho”. Os bilhetes já estão disponíveis para compra através do seguinte link https://blueticket.meo.pt/Event/6379/ para o Porto e deste link https://blueticket.meo.pt/Event/6373/ para Lisboa. Para além destes dois concertos de apresentação, o artista é cabeça de cartaz no palco LG do festival Super Bock Super Rock, no dia 16 de julho.

“Mãos Atadas” está disponível em todas as plataformas digitais habituais.

PALCO DE DANÇA NO SOL DA CAPARICA






















O Festival O Sol da Caparica divulga palco de dança onde passarão centenas de bailarinos nacionais, internacionais e Salah Benlemqawanssa, um dos melhores bailarinos do mundo!

O Sol da Caparica inicia a semana a anunciar trazer ao parque Urbano da Costa da Caparica, o Palco Dança onde passarão os melhores bailarinos e grupos de dança a nível nacional e internacional.

De 11 a 15 de Agosto, passarão cerca de 250 bailarinos, entre o grupo residente (presente diariamente em palco) Jazzy Dance Crew e os grupos convidados Dance Coolture, Dance Life Academy, Feel It Company, Kriss Kross Crew, Latin Attitude, Lil Malaikes, MGBoos, Star Fyah Crew e Soulja Fighters que proporcionarão, através de battles, verdadeiros espetáculos de hip hop, popping, house e break dance. Já Yayaa, transformará este palco numa verdadeira pista de dança de funk brasileiro.

O festival contará também com a presença do talentoso Salah Benlemqawanssa, um dos melhores bailarinos de popping do mundo. Também conhecido como Spider Salah, considerado uma lenda viva, integrou como figura principal a tour mundial do Cirque du Soleil, na produção Michael Jackson: The Imortal, e, para além de inúmeras outras vitórias e conquistas, venceu os programas de televisão Incroyable Talente (1º temporada, França, 2006), Arabs Got Talent (4º temporada, Arábia, 2015), entre outros.

Neste espaço dedicado à dança, haverá ainda um concurso de talentos - "O Palco é teu!" - onde vários bailarinos, competirão a solo.

Ano após ano, o festival procura cada vez mais apostar na cultura portuguesa: para além da música e da dança, O Sol da Caparica'22 conta com o palco comédia onde estarão presentes artistas portugueses para animar o público.

Esta é mais uma das muitas novidades que o festival O Sol da Caparica tem para desvendar!

Os bilhetes já se encontram à venda:

Bilhetes Diários-22€

Dia da Criança-2,40€

Passe 5 Dias(inclui Dia da Criança)-75€

O Festival Sol da Caparica’22 é uma iniciativa da Câmara Municipal de Almada, com produção do Grupo Chiado.

O Grupo Chiado aconselha a compra de bilhetes apenas em  Festicket, Meo Blueticket e nos restantes pontos de venda oficiais: Lojas Fnac, Worten, El Corte Inglês, CTT e Agências Abep.

Programação Anunciada até ao momento:

11 agosto

Calema
Clã
Fernando Daniel
Ive Greice
Jimmy P
Julinho KSD
Miguel Angelo
Puro Rock
Virgul
Wet Bed Gang
Palco Eletrónico
Buruntuma
Diego Miranda
Rich & Mendes
Sightseer
Palco Comédia
Fernando Rocha
Miguel Neves

Palco Dança
Dance Coolture
Jazzy Dance Crew
King Kross Crew
Souljah Fighters

12 agosto
Alcoolémia
Anna Joyce
Bonga
Djodje
HMB
Mão Morta
Nowhere To Be Found
Piruka
Richie Campbell
Rui Orlando
Syro
Zeca Sempre
Palco Eletrónico
Danni Gato
Hugo Tabaco
Kamala
Mandas
Palco Comédia
Gilmário Vemba
João Pinto

Palco Dança
MGBoos
Jazzy Dance Crew
Star Fyah Crew

13 agosto
Branko
Cuca Roseta
Diogo Piçarra
Ivandro
Kady e Convidadas
Karyna Gomes
Nuno Ribeiro
Plutónio
ProfJam
Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra
Soraia Ramos & Amigos
Yuri NR5
Palco Eletrónico
Afrokkilerz
Karetus
Zanova
Zullu
Palco Comédia
Hugo Sousa
Vasco Elvas

Palco Dança
Jazzy Dance Crew
Latin Atitude
Showmen
Tiago e Fi

14 agosto
António Zambujo
Bateu Matou
Bispo
Cláudia Pascoal
Conjunto Cuca Monga
Dynamo
Gabily
Mafalda Veiga
Mishlawi
Nelson Freitas
T-Rex
Palco Eletrónico
Kevu
Kura
Vuddu

Palco Dança
Battle All Styles
Funk Fest com Yayaa
Jazzy Dance Crew
Jazzy Summer Dance Intensive
Salah

15 agosto
Bárbara Bandeira
Carlão
José Cid
Kevinho
Maneva
Maninho
Nenny
Papillon
Tiago Bettencourt
Vado Más Ki Ás
Palco Eletrónico
Djeff
Massivedrum
Vanco
Palco Comédia
Aldo Lima
Rui Xará

Palco Dança
Dance Life Academy
Feel it
Jazzy Dance Crew
Jazzy Dance Kids Crew
Lil Malaikes
Lil Malaikes kids
Salah

NO MAKA COM NOVO SINGLE

 




















"ANIMAIS" é o novo single de No Maka, André Henriques, Favela Lacroix e I Love Baile Funk e que atingiu o top nº1 no Itunes em menos de 24 horas.

Depois do estrondoso sucesso de “#Sextou” que, em 2019 viralizou Portugal e Brasil transformando-se em uma trend, os No Maka juntam-se novamente a André Henriques, I Love Baile Funk e Favela Lacroix, com mais uma música que promete explodir.

“ANIMAIS” junta ingredientes de sucesso numa fórmula de festa garantida.

Qualquer um dos nomes presentes é sonante na indústria musical, , No Maka a dupla persona de Duarte Carvalho e Emanuel que já demonstrou o seu talento em grandes produções musicais, André Henriques com mais de 20 anos de carreira, já pisou os maiores palcos de Norte a Sul do país e Favela Lacroix que podemos facilmente considerar um one Drag show completo não só a nível vocal como, no entretenimento.

Como diz a música "senta, desce, kicka e vem no movimento" porque o hit “ANIMAIS” já está disponível em todas as plataformas e, promete aumentar as temperaturas do verão em território nacional e internacional.

NOVO DISCO DE GEORGE SILVER






















O novo disco de George Silver (aka André Neves) é um exercício dialético em torno do impulso e da forma; uma tentativa de canalizar o fluxo que precede a linguagem e de parar, ouvir, e voltar atrás sob o compromisso de não o comprometer. Uma conversa de si para sobre criar com a consciência de que já tudo parece ter sido criado, sem que se perca o espanto da revelação.

A dezena de temas do disco (composto e gravado ao longo de 2021 e ao abrigo da Bolsa de Criação da associação OUT.RA) atravessa territórios de contemplação beatífica transcultural (como em “Jardim”, meditação de encontro entre Brasil, África Ocidental e o Sudoeste Asiático), de electrónica chill para um sunset inquieto (“Insultório” ou “Pessoas são ilhas”) ou de synthpunk (em “Bom petisco” imaginamos, como se ouvida do outro lado do rio, uma colaboração entre os Suicide e os Scúru Fitchádu), para acabar placidamente numa esplanada parisiense não-necessariamente deste século (“Última rodada”).

Entre motivos transversais que remetem em permanência para a música de um fourth world que são todas as civilizações e nenhuma em particular, revela-se o ser-no-mundo de Silver – em todas as partes e em todas as épocas onde se imagine a sua música, no interior do fluxo que lhe precede a linguagem, sabe-se de tudo mas sabe-se nada.

-Rui Pedro Dâmaso

O disco “Inocente Indecente” tem lançamento para dia 14 de Maio de 2022 e contará com uma edição limitada em vinyl (300 unidades) pela Panama Papers, a partir do dia 31 de Maio. O artwork é uma pintura da Mariana Malheiro, e a masterização foi feita pelo Tiago Alves Henriques (Lisbon Vinyl Cutters).

segunda-feira, 16 de maio de 2022

PROGRAMA DE 16/05/22

1 - Tiago Nacarato - Paz interior
2 - Irma - Fica comigo
3 - Equinócio - Dentro de mim
4 - Rei Marte - Chiado
5 - Lustro - Quase imperfeito
6 - Persona 77 - Odisseia 
7 - Trevo - Falo alto
8 - Dapunksportif - Raw&vulnerable
9 - Flood - Identidad
10 - TerraSul - Guerreona
11 - Gama - Desabafo
12 - Wayn Dior - Primeira vez
13 - Jüra - Porquê?
14 - G. Fense - Passing by
15 - Sogranora - Alguém
16 - Throes + The Shine - Hey! (ft Preto Show)
17 - Benjamim - Incógnito (Mirror People remix)

NOVO CLIP DE ALINE FRAZÃO






















Aline Frazão esteve recentemente em Portugal para a apresentar ao vivo o seu mais recente disco, Uma Música Angolana, que nos transporta numa viagem por sonoridades africanas. Batuku, tema cujo videoclipe conhecemos hoje, é um bom exemplo da matriz deste disco. Na obra de arte que é este vídeo, seguimos a protagonista Urano por paisagens de uma beleza sublime, numa realização exímia de Kamy Lara.

Aline conta-nos: Dei carta branca à Kamy Lara, realizadora angolana e parceira de longa data, para escolher uma canção do disco ‘Uma Música Angolana’ e realizar o videoclip. Ela escolheu “Batuku”, uma letra da Brisa Marques e do Zé Luís Braga, com música do João Pires, rearranjada por mim para este novo álbum. O vídeo é protagonizado pela Urano e foi gravado nas exuberantes margens da foz do Rio Kwanza, a cerca de 70 km de Luanda indo pra sul. Da equipa de produção fazem também parte a Nark Luenzi e a Tucaiana Delgado. O vídeo tem um quê de profecia, outro quê de profunda beleza, um pouco de futuro e um pouco de passado, com esse personagem misterioso interpretado pela Urano que desliza sobre as águas do Kwanza e se mistura com a paisagem. A chave do enigma está na própria estória, poderosa e urgente, acrescentando ainda mais camadas a esta música que é tão especial para mim.

O vídeo conta com a realização, direção de fotografia e edição de Kamy Lara, produção de Kamy Lara e Nark Luenzi e é protagonizado por Urano.

"Uma Música Anglana" está disponível em todas as plataformas digitais:
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VEM AÍ SILK NOBRE






















O Verão tarda em chegar, mas já se sente o calor desta primavera, o pólen das novidades anda aí pelo ar...

Uma brisa citadina, acaba de anunciar a edição de "Sabe, Sabe" a 20 de maio, o primeiro single do novo projecto artistico de Silk Nobre !

Diz, quem sente, que “ Sabe, Sabe” sussurra no ouvido e arrebata corações...!

“...Sabe sabe sabe ,sabe sabe sabe ,sabe de munde, sabe de munde
sabe sabe sabe, sabe sabe sabe, sabe de munde ,sabe de munde...! ”

A nova proposta artística de Silk Nobre, (ex-vocalista dos Cais de Sodré Funk Connection) é uma viagem pela história da música negra, em versão atualizada, segundo os ensinamentos e estudo dos clássicos da diáspora atlântica entre Portugal e Africa num convite à celebração, dança e festa: Blackmusic orgânica e ascensional !

“Sabe , Sabe “ foi gravado no estúdio Pimenta Preta.

Letra de Silk Nobre e António Nobre.

Música de Silk Nobre e Pity.

Produzido por Gonçalo Pimenta, Ivo Costa e Pity.

Mistura de Ivo Costa.

Masterização de Sassa Nascimento.

E conta com as participações em estúdio de:

Voz – Silk Nobre.

Coros – Silk Nobre, Pity.

Percussão - Gonçalo Pimenta, Ivo Costa, Pity.

Viola & Cavaquinho - Vaiss Dias.

Guitarra - Vaiss Dias, Pity.

Baixo – Pity.

Teclados- Gui Salgueiro.

Rabeca - António Barbosa.

Ferro - David Pessoa

Silk Nobre é um interlocutor musical da festa Afro-Funk !

“Sabe, Sabe” é para usar, amar e dançar!

Edição: 20 de maio de 2022 estará disponível em todas as plataformas digitais

Label : Nobre Funk

Distribuição: Altafonte
    

EM JULHO ÁGUEDA VAI SER AGITADA


 




Todos os anos, Águeda oferece um Verão cheio de música, cor, criatividade e imaginação com a realização do AgitÁgueda que celebra, este ano, a sua 15.ª edição.

De 2 a 24 de julho, as ruas da cidade voltam a encher-se de milhares de chapéus-de-chuva coloridos e incontáveis instalações de arte urbana, transformando-as em autênticas galerias de arte ao ar livre, cujas imagens já correram o mundo. Música, artesanato, gastronomia, animação de rua e eventos desportivos juntam-se ao apelativo roteiro, tornando o AgitÁgueda um dos eventos mais acarinhados pelo público nacional e internacional, colocando a cidade na rota mundial dos festivais.

O cartaz musical do evento integra alguns dos mais consagrados artistas e bandas nacionais e internacionais, oferecendo uma programação de qualidade, dirigida a todos os públicos, e com entrada livre.

14 de julho | SARA CORREIA

Conhecida como o “Furacão do Fado”, é uma das novas e mais brilhantes vozes da canção tradicional portuguesa. A crítica celebrou a estreia de Sara Correia e aplaudiu unanimemente aquela a quem chamaram a “grande voz da nova geração”. Reconhecida também pelos seus pares, a fadista vem apresentar o seu novo álbum “Do Coração”, nomeado para os Grammy Latinos, entre outros importantes prémios internacionais. Em palco faz-se acompanhar por uma banda de luxo: Diogo Clemente na viola, Ângelo Freire na guitarra portuguesa, Frederico Gato no baixo e Joel Silva na bateria.

Mas há muito mais para além da música: o evento inclui ainda uma área AgitaKids, destinada aos mais jovens, a Feira de Artesanato, animação de rua, performances, o Carnaval Fora D' Horas, palco com DJ’s e, entre outros, 24 tasquinhas que mostrarão o melhor da gastronomia do concelho.

Em breve serão anunciadas mais informações sobre o programa musical e outras atividades a decorrerem nestes 23 dias de animação.

Em julho, todos os caminhos vão dar a Águeda!

FESTIVAL RÁDIO FANECA ESTÁ DE REGRESSO






















Depois de uma última edição especial, em 2020, em que foi o primeiro festival em Portugal a realizar-se num desenho pós-pandémico, o Festival Rádio Faneca regressa às ruas e becos de Ílhavo de 9 a 12 de junho, em quatro dias de festival, e em mais espaços do centro histórico, sob o mesmo mote de sempre: Ílhavo a transmitir alegria.

Passaram dez anos desde a primeira edição do Rádio Faneca, em 2012. Tudo mudou: o tempo, o mundo, os palcos, o lugar das coisas. O festival cresceu, em escala, em espaços, em público, aumentou-se o labirinto estonteante do tabuleiro de jogo que é o centro histórico ilhavense, mas manteve-se a premissa do festival: ouvir o que os outros têm para dizer.

Duas dezenas de concertos, cinco projetos especiais, jogos e atividades para as famílias e a rádio, que é também um palco, e que funciona durante todo o festival, marcam o programa deste ano.

Nos concertos, Marta Ren e os Funk You Brass Band, Fogo Fogo, Lavoisier, Rita Red Shoes, Sal, Castello Branco, Expresso Transantlântico e Criatura asseguram os concertos das noites dos dias 9, 10 e 11, que terminam com os djs sets de Samuel Úria e Bunny O’Williams, Brandos Costumes e Jero. Nos concertos dos becos, que acontecem ao longo das tardes do festival, atuam Equinócio, Aníbal Zola, Bia Maria, Galo Cant’Às Duas, Moses Christopher e Jorge da Rocha.

No que diz respeito à programação da rádio do festival, que emite todos os dias do festival das 10:00 às 20:00 em 103,9FM e também online, terá concertos, conversas e os habituais discos pedidos. Além dos jogos da rádio, que desafiam os mais novos a apresentar o conhecer a sua dinâmica, há concertos de Labaq, Samuel Martins Coelho, Éme e Moxila, Chica e Rossana. Nas conversas e outros programas, a apresentação do projeto “Se esta rua fosse minha”, do Centro de Documentação de Ílhavo, o podcast Ílhavo Antigo, a Rádio-Novelo ao vivo da Quinto Palco e a apresentação do livro de noiserv, com algumas músicas tocadas ao vivo pelo artista.

No que toca a projetos especiais, destaque para o projeto de comunidade “Vem pelo jardim”, orientado pelo artista Renato Cruz Santos, que descobre e eterniza os pátios e jardins do centro histórico, para a instalação “Sofá em Mi Maior”, da Amarelo Silvestre, que estará nos becos ilhavenses, para o concerto especial da Orquestra Filarmónica Gafanhense, “Heróis do Mar” e para o projeto da Terceira Pessoa, “Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver o universo”, que interage com o território e com as pessoas que o habitam.

Durante todo o festival, o Jardim Henriqueta Maia terá atividades para as famílias, como a oficina do brincar. No Planteia, há “Jogos Ganhar Futuro”, dos Jogos do Hélder, com desafios sobre sustentabilidade e consciencialização ambiental para os mais novos.

O festival decorre no Jardim Henriqueta Maia, no Planteia, junto à Casa da Cultura de Ílhavo e nos becos do centro histórico de Ílhavo. A entrada é livre.

PROGRAMA

9 JUNHO
10:00 - 20:00 Emissão Rádio
10:00 - 20:00 Jogos Ganhar Futuro - Jogos do Hélder
10:00 - 20:00 Espaço de brincar
10:00 + 14:00 Trilogia de Histórias - Catarina Requeijo
11:00 + 15:00 Oficina do Brincar
17:30 Podcast Ílhavo Antigo - Rádio
18:00 Percurso Vem pelo jardim com Renato Cruz Santos - Projeto especial
19:00 Labaq - Concerto Rádio
22:00 Marta Ren + Funk You Brass Band - Concerto jardim
23:30 Fogo Fogo - Concerto jardim
00:30 Samuel Úria + Bunny O’Williams - Dj set

10 JUNHO
10:00 - 20:00 Emissão Rádio
10:00 - 20:00 Jogos Ganhar Futuro - Jogos do Hélder
10:00 - 20:00 Espaço de Brincar
11:00 + 15:00 Oficina do brincar
11:00 + 16:00 Trilogia de Histórias - Catarina Requeijo
12:00 Se esta rua fosse minha com CDI - Rádio
15:30 Equinócio - Concerto becos
15:30 Sofá em Mi Maior - Instalação artística por Amarelo Silvestre
16:00 Samuel Martins Coelho - Concerto rádio
17:00 Aníbal Zola - Concerto becos
18:00 Percurso Vem pelo jardim com Renato Cruz Santos - Projeto especial
19:00 Éme e Moxila - Concerto rádio
21:00 Lavoisier - Concerto praça
22:00 Rita Red Shoes - Concerto jardim
23:30 Sal - Concerto jardim
00:30 Brandos Costumes - Dj set

11 JUNHO
10:00 - 20:00 Emissão Rádio
10:00 - 20:00 Jogos Ganhar Futuro - Jogos do Hélder
10:00 - 20:00 Espaço de Brincar
11:00 + 15:00 Oficina do brincar
11:00 + 16:00 Trilogia de Histórias - Catarina Requeijo
15:30 Bia Maria - Concerto becos
15:30 Sofá em Mi Maior - Instalação artística por Amarelo Silvestre
17:00 Galo Cant’Às Duas - Concerto becos
17:30 Rádio-Novelo com Quinto Palco - Rádio
18:00 Percurso Vem pelo jardim com Renato Cruz Santos - Projeto especial
19:00 Chica - Concerto rádio
21:00 Castello Branco - Concerto praça
22:00 Expresso Transatlântico - Concerto jardim
23:30 Criatura - Concerto jardim
00:30 Jero - Dj set

12 JUNHO
10:00 - 20:00 Emissão Rádio
10:00 - 20:00 Jogos Ganhar Futuro - Jogos do Hélder
10:00 - 20:00 Espaço de Brincar
11:00 + 15:00 Oficina do brincar
11:00 + 16:00 Trilogia de Histórias - Catarina Requeijo
15:30 Moses Christopher - Concerto becos
15:30 Sofá em Mi Maior - Instalação artística por Amarelo Silvestre
16:00 isto não é um concerto de noiserv - Rádio
17:00 Jorge da Rocha - Concerto becos
17:00 Percurso Vem pelo jardim com Renato Cruz Santos - Projeto especial
18:00 Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no universo por Terceira Pessoa - Projeto Especial
19:00 Rossana - Concerto rádio
21:00 Heróis do Mar por Orquestra Filarmónica Gafanhense - Projeto especial

 

NOVO SINGLE DE RITA DIAS





















Retirado do fresquíssimo álbum Morremos tanto para crescer, Rita Dias apresenta o seu novo single, E conta-me como foi. Esta canção radiante lembra-nos que, mesmo gostando de alguém, primeiro que tudo fomos feitos para nós próprios. O vídeo conta com a coreografia e participação de Marta Viana e nele acompanhamos as duas artistas numa dança cúmplice, oscilando entre a serra, o mar e a cor que a Rita escolheu para este tema. A realização ficou a cabo de Frederico Cardoso e a direção de fotografia de Arlindo Camacho. Contemos-lhe como foi, depois.

Rita Dias não foi feita só para si: abraça a missão de servir cada pessoa e cada lugar através de artes como a escrita, a composição, o teatro, a rádio e convida-nos tantas vezes para dançar com ela. Morremos tanto para crescer é um trabalho introspetivo da multifacetada artista, em que, ao crescer na arte e como mulher, percebeu que as grandes transformações interiores provocam grandes mortes que nos levam a nascer outra vez, mais fortes, mais seguros, mais livres. Este disco traz-nos as dores de crescimento, esse chão comum que nos aproxima, em forma de arte.

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