sexta-feira, 15 de maio de 2026

FAUSTO VASCONCELLOS EDITA ÁLBUM DE ESTREIA "INÍCIO DO FIM"​















Fotografia: Gustavo Cardoso

Primeiro disco de estúdio do cantor e compositor do Porto inclui os singles 'ALQUIMIA.', 'VISION BOARD.' e 'PERDOA.', que contam mais de 130 mil streams. O artista já atuou no Rock In Rio e partilhou o palco com SYRO.

"INÍCIO DO FIM" é o aguardado primeiro álbum de Fausto Vasconcellos. Disponível em todas as plataformas a partir da meia noite desta sexta-feira, o disco de estreia do artista apresenta uma narrativa universal, que retrata diferentes sentimentos de perda. Com uma sonoridade é eminentemente pop, influenciada por uma estética eletrónica e alternativa, o disco vem afirmar o cantor como uma das mais promissoras vozes da musica pop contemporânea.

"O álbum gira em torno do tema da perda. Ao longo das diferentes faixas exploro várias formas de perda e as emoções associadas a esses momentos. No fundo, todas as músicas refletem o fim ou a transformação de algo, seja uma relação, uma fase da vida ou um sentimento, criando uma linha narrativa comum que liga todo o projeto. O título “INÍCIO DE UM FIM” representa como muitas perdas na vida parecem o fim do mundo mas, na verdade, são apenas o começo de uma nova história. Isso aplica-se tanto às relações quando acabam, como a um momento de carreira que já não é a primeira tentativa mas um recomeço consciente. Mesmo que as coisas acabem, cada fim abre espaço para novas experiências e novas oportunidades", afirma Fausto Vasconcellos.

Sobre o processo processo criativo e a estética sonora do disco, o artista confessa que "foi longo, sobretudo porque, no início, não tinha planeado criar um álbum. No entanto, à medida que as músicas iam surgindo e as temáticas se iam ligando entre si, começou a fazer sentido reuni-las num projeto maior. Foi exigente e por vezes cansativo, porque quis trabalhar cada detalhe até sentir que tudo estava exatamente como eu imaginava. Em termos de sonoridade, tem como base o pop, mas explora também outras influências. Algumas músicas aproximam-se mais de uma estética eletrónica e refletem também um lado mais alternativo da minha identidade musical."

"INÍCIO DE UM FIM" inclui composições do próprio Fausto Vasconcellos e de diversos colaboradores, entre os quais o cantor e compositor Pedro Gonçalves, que coescreveu uma das canções e produziu duas. O álbum é acompanhado pelo novo single 'MAUS SINAIS.', cujo videoclipe é uma produção da Luxa Producions, que já colaborou com artistas como NAPA, Julinho KSD, Nunca Mates o Mandarim e Wet Bed Gand. Do alinhamento constam também o single anterior, 'PERDOA.', e a faixa 'VOLTA.'.

"A 'PERDOA.' é uma nota de culpa - sincera, crua e verdadeira -, que deixa claro que no lugar da nostalgia e da tristeza houve um dia Amor e intenção. É sobre assumir erros, sim, mas também sobre estar ciente de que eles vão acontecer na nossa jornada", diz Fausto Vasconcellos. "‘VOLTA.' é, provavelmente, aquele que melhor capta a essência do álbum, uma vez que envolve diferentes sentimentos de perda num só: a perda de um familiar, de um amigo ou de um amor. A 'MAUS SINAIS., que encerra o álbum, representa o momento de maturidade depois de todas as perdas contadas ao longo do disco. A música fala dessa aceitação: entender que largar faz parte da vida e que uma perda não é o fim, mas apenas o início de algo novo", acrescenta o cantor.

Após passagens pelo "Ídolos" e o "The Voice Portugal", um concerto no Rock In Rio Lisboa, em 2024, e ter partilhado o palco com SYRO, em 2025, Fausto Vasconcellos lançou os singles temas 'ALQUIMIA.', 'VISION BOARD.' e 'PERDOA.', que somam mais de 130 mil streams acumulados. O cantor e compositor lança agora o aguardado primeiro disco de originais, "INÍCIO DE UM FIM". Disponível em todas as plataformas digitais a partir da meia noite desta sexta-feira, o álbum reflete o trabalho e a persistência do artista nestes últimos anos e confirma-o como uma das vozes mais poderosas da música pop nacional.

Fausto Vasconcellos é um jovem e promissor artista de Paranhos, no Porto. Carrega a alma, a fibra e a pronúncia nortenha, que imprime nas suas canções pop, influenciadas por géneros musicais que vão do rock à eletrónica, passando pela música alternativa.

Sobrinho de Edmundo Vieira dos DZRT e primo do guitarrista e produtor Frankie On The Guitar, o seu primeiro contacto mais próximo com a música surgiu ainda na adolescência, quando teve aulas de guitarra. Aos 12 anos participou pela primeira vez num concurso de talentos, o “My Camp Rock” do Disney Channel, no qual alcançou o segundo lugar. Em 2015 chegou ao Top 40 no “Ídolos” (SIC) e no ano seguinte atingiu o Top 16 do “The Voice Portugal” (RTP), bem perto da final. Essas participações despertaram em Fausto Vasconcellos a vontade de seguir o sonho da música de uma forma mais profissional.

Influenciado por artistas como Diogo Piçarra, T-Rex, Muse e Coldplay, Fausto Vasconcellos tem objetivos claros e bem definidos: que as suas músicas façam as pessoas sentir algo verdadeiro e com que se possam identificar, que quem o ouve se sinta compreendido e encontre um espaço para reconhecer e viver as suas próprias emoções. Acima de tudo, veio para transmitir a ideia de que desistir nunca pode ser opção.

Mais maduro e fiel à sua identidade artistica, Fausto Vasconcellos atuou no Palco Ibis do Rock in Rio Lisboa, em 2024. Um ano depois cantou com SYRO num dos concertos do artista e editou os singles 'VISION BOARD.' e 'ALQUIMIA.'. Seguiu-se, já em 2026, a faixa 'PERDOA.', que abriu caminho para o aguardado álbum de estreia, “INÍCIO DE UM FIM". Já disponível em todas as plataformas, o disco vem afirmar Fausto Vasconcellos como uma das mais poderosas e promissoras vozes da pop nacional.

MEU GENERAL NAS PLARAFORMAS DIGITAIS





















Em 2025 Meu General foi o convidado especial para abrir a primeira parte do concerto dos Xutos & Pontapés no MEO Arena

“Quero e Não Quero” é o single de avanço do novo álbum de Meu General “A Programação Segue Dentro de Momentos” a ser lançado em breve.

“Quero e Não Quero” apresenta-se como um manifesto: viver apesar da dúvida, agir apesar do medo e encontrar, no som e na atitude, uma forma de continuar.

É uma canção rápida, quase ofegante, que reflete a velocidade dos dias de hoje — onde tudo acontece em simultâneo, e nada parece realmente resolvido.

Carrega a tensão de uma geração que vive presa entre o impulso de agir, o medo de escolher, ou a indiferença. “No Future” deixou de ser apenas um slogan para se transformar num estado de espírito.

A música capta essa inquietação, transformando-a em energia crua e honesta. Mas no meio desse caos, há uma força que resiste — o Rock N’ Roll.

Mais do que um género musical é uma atitude, uma catarse: A recusa em ficar parado!

SENHOE VULCÃO EDITA "BOCA DE FOGO"





















© Paulo Romão Brás

Senhor Vulcão acaba de editar “Boca de Fogo”, o seu quinto disco de estúdio, já disponível nas plataformas digitais. A acompanhar o lançamento do álbum, o artista apresenta também o novo single e respetivo videoclipe “Dentes Tortos”.

Depois dos avanços “Rock N Roll” e “Ratos em Nova York”, o novo trabalho aprofunda o universo poético e sonoro que Senhor Vulcão tem vindo a construir ao longo do seu percurso. “Boca de Fogo” apresenta-se como um conjunto de dez canções que cruzam poesia, folk, rap, lo-fi, downbeat e punk, afirmando uma linguagem híbrida que escapa a classificações fechadas.

Escrito entre a Buraca e um imaginário urbano que se estende até Nova Iorque, o disco constrói-se a partir de uma tensão entre lugares, referências e experiências. As canções nascem de contextos marcados pela intermitência - “baldios e espaços com luz intermitente” - mas afirmam-se como exercícios de resistência, onde a reflexão individual e coletiva se cruza com uma ideia persistente de esperança.

Ao longo do álbum, Senhor Vulcão propõe uma escuta que apela simultaneamente ao pensamento e à emoção. Entre a inquietação e a procura de sentido, “Boca de Fogo” aponta o conhecimento pessoal como forma de cura, reclamando, mesmo em estado de revolta, a paz, a união e a ternura como horizonte possível.

O disco mantém a recusa de barreiras estilísticas que tem marcado o percurso do artista. Sem se fixar em convenções ou rótulos, a música afirma-se como espaço de liberdade, onde a palavra ocupa um lugar central - dita, cantada ou declamada - num registo direto e sem mediações.

Neste contexto surge “Dentes Tortos”, single que acompanha a edição do álbum. O tema prolonga a abordagem crua e incisiva de Senhor Vulcão, reforçando a dimensão narrativa e oral da sua escrita, numa canção que se inscreve na mesma lógica de tensão entre o íntimo e o coletivo que atravessa todo o disco.

“Boca de Fogo” tem sido descrito por diferentes vozes do panorama musical como um objeto singular no contexto nacional. Para Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), trata-se de “algo nunca antes visto em Portugal”, sublinhando a forma como o disco cruza “folk, rap, punk e poesia inspirada na beat e em Pessoa”. Já RAY sintetiza o seu eixo central: “os beats são de Nova Iorque, a poesia é da Buraca, o Senhor Vulcão é do mundo”.

Também Afonso Rodrigues (Sean Riley) destaca a força do trabalho enquanto gesto de afirmação num tempo complexo, apontando a capacidade do artista para “chamar as coisas pelos nomes” e sublinhando uma produção “de enorme bom gosto e sofisticação”. No mesmo sentido, Nuno Figueiredo (Virgem Suta) descreve o disco como “uma rajada de consciência”, enquanto Fausto da Silva (RUC) realça a combinação entre novas “roupagens sonoras a piscar o olho ao hip hop” e uma escrita “incisiva e acutilante”. Já João Nuno Silva (A Certeza da Música) sublinha a independência estética do projeto, descrevendo-o como “música que não anda atrás de nenhuma modinha e simplesmente existe porque é assim que o seu criador a sente”.

Senhor Vulcão - alter ego de Bruno Pereira - é uma figura singular do panorama cultural português, com um percurso que atravessa a música, a escrita, as artes visuais e a direção criativa. Nascido em Lisboa em 1976, cresceu na Buraca, num contexto urbano marcado pela diversidade cultural, antes de se mudar ainda jovem para o campo, experiência que viria a influenciar de forma determinante a sua relação com o espaço, a linguagem e a observação do quotidiano.

Formado em Design de Comunicação pelo IADE, onde chegou também a lecionar, fundou em 2000 a agência Labdesign, desenvolvendo ao longo das últimas décadas um percurso consistente enquanto diretor criativo. Trabalhou com artistas como Rita Redshoes, Márcia, Ena Pá 2000 ou Norton, e com marcas internacionais como Nike, Adidas, MTV ou Onitsuka Tiger, afirmando-se como uma referência no campo do design e da comunicação visual.

Paralelamente, tem desenvolvido uma prática contínua nas artes visuais e na curadoria, sendo fundador e diretor artístico do Departamento, um projeto dedicado à criação e amplificação cultural, responsável por iniciativas como o BOLD Creative Fest ou o projeto Manifesto. Como artista plástico, expõe há cerca de três décadas, com trabalhos apresentados em diferentes contextos institucionais e independentes.

A palavra, no entanto, permanece o eixo central do seu trabalho. Enquanto escritor e poeta, editou em 2023 o livro “Flor em Vaso não será Floresta” e prepara a publicação de novas obras, incluindo os títulos “As Raposas estão a arder” e “Parafernália. Pranto Foguetes e Luz”, bem como o seu primeiro romance, “Carcaça”. A sua prática estende-se também ao spoken word, tendo sido distinguido em 2024 em competições de Poetry Slam.

Na música, Senhor Vulcão tem vindo a afirmar um percurso autoral desde “Montanha” (2013), seguido por “Canções do Bandido” e “Flores do Bem” (2015), “Mansidão e Blandícia” (2019) e “Bixos Bons” (2021). Ao longo destes trabalhos, construiu uma linguagem própria, profundamente enraizada na oralidade e na exploração da língua portuguesa, onde convivem humor, crítica social, afeto e observação.

“Boca de Fogo” surge assim como a síntese desse percurso - um disco que reforça a centralidade da palavra e a liberdade formal que define o projeto. Entre a Buraca e Nova Iorque, entre o concreto e o simbólico, o álbum constrói-se como um retrato inquieto do presente, onde a expressão artística se afirma como gesto de resistência.

Senhor Vulcão está de volta. E está em erupção.

ANDRÉ HENRIQUES LANÇA REMISTURA PARA 'BEM' DOS NO MAKA





















Fotografia: Kim Willer

Após ter assinado novas leituras de temas originais de artistas como os ÁTOA, Ivandro ou Filipe Gonçalves, André Henriques acaba de editar uma remistura para 'Bem', o single mais recente dos No Maka. Já disponível nas plataformas digitais, 'Bem (André Henriques Remix)' apresenta uma sonoridade entre a Pop, a Eletrónica e o Afro, bem diferente da balada acústica original.

DJ, produtor e radialista, detentor de uma identidade e estética sonora bem definidas e com provas dadas na cena eletrónica nacional, André Henriques tem vindo a editar canções e remisturas capazes de viver entre as pistas de dança, os festivais de música e as rádios, num diálogo constante entre tradição e inovação. 'Bem (André Henriques Remix)' é disso exemplo.

"Quando produzo para a pista, penso sempre na reação que quero provocar", afirma André Henriques.

A versão original de 'Bem' foi escrita por Twelve e composta com Duarte Carvalho e é descrita pelos No Maka como "uma balada pop, emocional e direta". A faixa apresenta uma abordagem orgânica, centrada na voz, na interpretação e na sonoridade do piano, reforçando a nova identidade do projeto, com mais instrumentação. 'Bem' sucede-se a 'Faz Outra Vez' e 'Estaca Zero', os primeiros lançamentos desta nova era da banda.

Os No Maka somam mais de 88 milhões de streams e perto de 90 milhões de visualizações no YouTube, já atuaram em países como Alemanha, França, Luxemburgo e Suíça e chegaram à final do Festival da Canção em 2024. Além do seu reportório, que inclui canções como 'Nota 100' e '#Sextou', são reconhecidos por temas que produziram para outros artistas, nomeadamente para os Calema, Blaya e SYRO. Para Madonna e Anitta escreveram e produziram 'Faz Gostoso', que alcançou o Nº1 na tabela americana da Billboard.

PICAS EDITA ÁLBUM DE ESTREIA





















PICAS (C) DR

O aguardado álbum de estreia de Picas é finalmente editado. O registo indie-pop dos 11 temas do disco aproximam Picas das rádios mais atentas. “Vendavais” constitui o título do álbum da cantora e compositora portuguesa. A estreia em palco ocorre no Coreto NOS Alive no próximo dia 10 de julho.

"O álbum Vendavais reflete a turbulência da casa dos 20 anos, um período de incertezas, descobertas e mudanças intensas, que gosto de chamar de 'crise de um quarto de idade'. O título não é apenas um símbolo dessa fase 'ventosa', mas também um jogo de palavras com 'venda' e 'vais', representando as barreiras e desafios que enfrentei enquanto artista a iniciar a sua carreira musical e a tentar posicionar-se nesta indústria. O Vendavais é, para mim, uma resposta a tudo isto e, acima de tudo, um grito de resiliência e autenticidade." Picas, Maio 2026

A artista portuguesa assume a escrita de todas as músicas do álbum, num caminho que começou a oficializar com o primeiro single da sua carreira, intitulado “Orquídeas”, editado em 2022.

Os singles “7+7=14”, “Promessas” e “Tatuagens” já tinham indicado o caminho artístico de Picas. O mais recente tema “Quem Eu Quero Agora” antecipava na perfeição o compêndio das músicas que a artista portuguesa tem vindo a revelar nos últimos tempos.

E não é só o público que tem aderido ao som de Picas. Além das rádios portuguesas também os grandes eventos começam a prestar atenção ao trabalho da compositora, como é o caso do NOS Alive, que acolhe a artista no palco Coreto, a 10 de julho.

MAIS NOMES NO FESTIVAL DO CRATO

 



















Veigh, Papillon e Soraia Ramos confirmados no Festival do Crato 2026

Artistas juntam-se aos já anunciados Buba Espinho & Convidados, Bispo, Calema, Slow J, Sara Correia e Dub Inc:

O Festival do Crato anuncia mais três nomes para a edição de 2026 com a confirmação de Veigh, Papillon e Soraia Ramos. Os artistas juntam-se a Buba Espinho & Convidados, Bispo, Calema, Slow J, Sara Correia e Dub Inc. O Festival está de regresso à vila alentejana de 26 a 29 de agosto de 2026.

Veigh é um dos principais nomes do trap brasileiro, acumulando centenas de milhões de streams nas plataformas digitais. Temas como “Novo Balanço”, “Vida Chique” ou “Movimento” contribuíram para a rápida afirmação do artista dentro e fora do Brasil. O álbum “Dos Prédios Deluxe” consolidou o seu crescimento internacional e presença nos tops digitais.

Papillon tem vindo a afirmar-se como um dos nomes mais respeitados da música urbana portuguesa. Depois do percurso nos GROGNation, lançou-se a solo com projetos como “Deepak Looper” e temas como “Impec”, “C’est La Vie” ou “00:00”, mantendo uma presença consistente no circuito ao vivo e nos principais festivais nacionais.

Soraia Ramos soma milhões de visualizações e ouvintes nas plataformas digitais, afirmando-se como uma das artistas lusófonas com maior crescimento nos últimos anos. Temas como “Bai”, “BKBN” ou “O Nosso Amor” destacam-se no seu percurso, marcado por influências afro-pop, kizomba e R&B. A artista tem atuado regularmente em vários países europeus e africanos, consolidando uma forte ligação junto do público lusófono.

Sobre o Festival do Crato

O Festival do Crato, situado no Alto Alentejo, é um dos festivais de verão mais relevantes em Portugal, combinando música, território e tradição. Para além do cartaz musical, o evento integra uma feira de artesanato e gastronomia que valoriza produtores e tradições locais, criando uma experiência que vai além dos concertos.

O recinto conta ainda com uma zona de campismo para portadores de passe geral com campismo, que permite prolongar a experiência ao longo de toda a programação.

Com uma média de cerca de 100 mil visitantes por edição, o Festival do Crato é hoje o principal festival de verão do Alentejo, reunindo diferentes gerações num ambiente marcado pela cultura local, música e gastronomia.

A edição de 2026 realiza-se de 26 a 29 de agosto.

NOVO TEMA DE BATEU MATOU















Chega hoje às plataformas digitais o novo single de Bateu Matou e Tatanka, “Olinda”. Uma canção com sabor a arraial de verão, que chama toda a gente para o baile.

“Olinda” é um hino à mistura única que faz de Lisboa uma pérola crioula. Bateu Matou juntam-se a Tatanka numa canção que mistura afro, soul e música Portuguesa num dos refrões mais contagiantes deste verão. A canção de baile que é feita de todas as músicas para todas as pessoas e promete abanar os arraiais e festivais deste ano, foi estreada ao vivo na última edição de “O Nosso Baile” e foi também estrela no concerto de Tatanka no Teatro Tivoli BBVA esta semana.


O tema tem letra, música e produção de Tatanka, Ivo Costa, Quim Albergaria, Rui Pité e Gus Liberdade, voz de Tatanka e coros de Ivo Costa, Quim Albergaria e Rui Pité. As baterias e percussão são de Ivo Costa, Quim Albergaria e Rui Pité e as guitarras de Tatanka. Foi gravado no Estúdio Barulho.

“Olinda” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

O NOSSO BAILE
14 de Junho - Casa Capitão
12h (concerto às 16h)
Adulto 19,50€ | Criança 5,50€
Bilhetes disponíveis aqui

EMMY CURL CRIA MANIFESTO MATRIARCAL COM NOVO SINGLE "LEMBRA-ME UM SONHO LINDO"

Com a interpretação de “Lembra-me um sonho lindo”, de Fausto Bordalo Dias, emmy Curl, vencedora do Prémio José Afonso em 2025, reintroduz o místico, o mágico e o feminino na produção musical moderna, desafiando uma estrutura social patriarcal dominante. O novo single está já disponível nas plataformas.

Produzido e orquestrado pela própria artista, emmy Curl é, com 20 anos de carreira, uma das primeiras compositoras em Portugal a completar uma série de álbuns criados a 360 graus por si mesma. Desde os vestidos de palco, aos visuais projetados, videoclips e joalharia, tudo contribui para um universo distinto, com paisagens sonoras derivadas dos sons e ritmos tradicionais do Norte de Portugal combinados com sonoridades modernas como sintetizadores, batidas techno e linhas jazzy de guitarra elétrica tocadas pelo seu parceiro, Andreas Sidenius.

“Desde os meus 15 anos que produzo e lanço a minha própria música, desafiando-me sempre a descobrir novas formas de incluir as minhas raízes de Trás-os-Montes, a cultura celta baseada em rituais e nas mudanças do ano. Os meus estudos sobre a cultura celta em que cresci já contam mais de uma década”, afirma emmy Curl, que conta que a produção de “Lembra-me um sonho lindo” aconteceu de forma oposta às produções normais.

“Normalmente temos a música pronta e depois filmamos o vídeo. Desta vez, filmámos primeiro o vídeo, e os visuais afetaram profundamente a orquestração e a produção. Foi um processo de criação muito inspirador e novo, que espero explorar mais.”

O videoclipe foi realizado e captado por André Macedo, companheiro visual de muitos trabalhos de emmy Curl.

Emmy Curl propõe-se a desafiar o patriarcado dominante com os dois singles já apresentados de Pastoral 2.0

O primeiro single do novo álbum, “Encanto” , pertencente a Pastoral 2.0, simboliza uma ruptura com a estrutura patriarcal em que vivemos. Conta a história da pureza na floresta ardida, acompanhada pela antiga tradição da capa de honra, transformando-se numa criatura mística e colorida, um ser livre.

“Lembra-me um sonho lindo” representa a conclusão deste trabalho místico e feminino que desafia visual e musicalmente uma forma masculina e racional de criação. O novo single define assim a direção do novo álbum que, como continuação do primeiro disco Pastoral, procura aprofundar a sua investigação sobre a cultura portuguesa esquecida do Norte e do interior.

Até o dia de lançamento, quinta-feira, 14 de maio, reflete a tradição mística e foi calculado como um forte dia de manifestação para lançar um novo começo, uma artista em transformação.

“Viver com a ideia de que a magia, a astrologia e práticas relacionadas são fundamentais para a parte feminina da nossa sociedade - e portanto para uma parte de nós mesmos - é controverso. Tento mostrar na minha arte como a magia e a beleza natural podem não ser assim tão estranhas para nós, e como a energia mística e feminina faz parte de toda a gente e não deve ser reprimida como algo errado”, afirma emmy Curl, que orquestrou e produziu totalmente esta reinterpretação radical solarpunk da famosa “Lembra-me um sonho lindo” de Fausto, mantendo ainda assim respeito pela versão original.

Pastoral 2.0, com edição Cuca Monga, está com edição apontada para a setembro 2026.

21 Maio | Evento Privado | Vila Real
22 Maio | Teatro Sá da Bandeira | Santarém
05 Junho | A anunciar
06 Junho | Festa Viriato | Cáceres (Extremadura)
11 Junho | Primavera Sound | Porto
20 Junho | Feira Ibérica de Teatro | Fundão
25 Junho | A anunciar
10 Julho | A anunciar
16 Julho | A anunciar (Galiza)
26 Julho | Festas de Loures | Loures
13 Agosto | A anunciar
25 Setembro | Casa da Música Jorge Peixinho | Montijo
26 Setembro | A anunciar
02 Outubro | A anunciar
24 Outubro | A anunciar
13 Novembro | A anuncia

Sobre emmy Curl:

Catarina Miranda, nascida em Vila Real de Trás-os-Montes, em 1990, é uma cantora, artista visual, produtora e compositora. Atua sob o nome artístico emmy Curl e foi uma das primeiras mulheres produtoras de música em Portugal, tendo começado o seu trabalho artístico apenas com 15 anos, usando o Myspace para mostrar os seus primeiros trabalhos. Desde aí, tem lançado vários álbuns e EPs durante a carreira que conta agora com vinte anos.

“Pastoral”, o mais recente álbum editado em 2024 pela Cuca Monga, e que integrou várias listas dos melhores discos do ano, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Este disco venceu o Prémio José Afonso em 2025, um prémio que visa homenagear o cantautor que lhe dá nome e é atribuído anualmente, distinguindo álbuns musicais que tenham como referência a Cultura, História, Língua e Música Popular Portuguesa e que já foi atribuído a artistas como Fausto, Sérgio Godinho, Jorge Palma, A Garota Não, entre outros.

Em 2025 participou no Festival da Canção com a sua própria composição “Rapsódia de paz” interpretada pela própria - uma canção que segue a mesma linha do álbum Pastoral de 2024 e que chegou à final do Festival.

Em 2026 celebra 20 anos de carreira e prepara-se para editar "Pastoral 2.0". 

QUNTA DO BIL APRESEMTA SINGLE NOVO













“Acredita no Amor”, o novo single da Quinta do Bill, já está disponível em todas as plataformas digitais.

A Quinta do Bill, que celebra em 2027 os 40 anos de carreira, e que sempre nos habituou a canções que nos tocam na alma e no coração, lança hoje o seu novo single: “Acredita no Amor”

Vivemos num contexto geopolítico difícil, em que o ritmo das notícias nos apresenta constantemente cenários de guerra e sofrimento em diferentes partes do globo. A violência e a falta de empatia pelo próximo tornam-se, a cada dia, mais evidentes. Perante esta realidade, a Quinta do Bill dá o mote para refletirmos e darmos verdadeira atenção ao mais importante: às pessoas e às relações, fazendo do Amor o seu elo de ligação nas suas múltiplas formas de existência e ação.

“‘Acredita no Amor’ é um grito de esperança, é uma ode à dignidade da vida humana. Eu acredito no Amor.” - Carlos Moisés

A canção surge também como o despertar para uma reflexão mais profunda sobre os vários problemas que a sociedade enfrenta, relevando para um papel de destaque a importância das relações humanas.

Esta premissa ganha imagem num videoclipe de cariz documental. A banda levou para a rua uma pergunta simples: “Acredita no amor, porque…?”. O resultado transforma-se numa coleção de momentos, memórias e cumplicidade reais, revelando gestos que mostram que o amor continua presente naquilo que realmente importa. Nos laços familiares, nas amizades, na entreajuda e na capacidade de acreditar.

Com música de Carlos Moisés e letra de Sebastião Antunes, “Acredita no Amor” traz a sonoridade mais característica da banda, num ambiente folk-rock a que a Quinta do Bill nos habituou e dentro do qual lançou canções que fazem hoje parte da história da música em Portugal.

“Acredita no Amor”, que conta com produção de João André, já está disponível em todas as plataformas digitais e marca a continuação dos novos lançamentos da banda.

MALVA COM NOVIDADES





















MALVA
apresenta “antes de mais”, o novo single da artista, já disponível nas plataformas digitais. O tema surge como um momento de suspensão dentro do seu percurso recente, partindo de um lugar de pausa e de observação sobre o amor, a ausência e a construção individual.

Escrita por Carolina Viana (MALVA), “antes de mais” nasce de um período em que a artista se encontra afastada de relações amorosas, num raro instante em que o amor não surge como presença nem como perda. A canção constrói-se a partir dessa condição provisória - uma espécie de intervalo - onde o amor é ainda uma possibilidade, uma projeção futura.

“Escrevi esta canção durante um pequeno instante da minha vida em que nenhum amor me atormentava, pela perda ou ainda ausência”, refere a artista, sublinhando a excecionalidade desse momento. “Era só uma miragem, uma possibilidade, uma certeza de que mais tarde ou mais cedo, o amor ia ter um novo nome.”

Neste contexto, “antes de mais” afirma-se também como um gesto de compromisso consigo própria, onde o tempo de espera é entendido como espaço de cuidado e crescimento. “É também uma promessa e uma dádiva, porque juro cuidar-me e nutrir-me enquanto esse não vem”, acrescenta.

Do ponto de vista sonoro, o tema desenvolve-se num registo contido e íntimo, centrado na voz e na palavra. A interpretação vocal de Carolina Viana é acompanhada por guitarra e arranjo de Beatriz Madruga, numa construção que privilegia a proximidade e a escuta atenta. A captação de voz ficou a cargo de Luís Neto e a captação de guitarra de Maria Rocha, com mistura de Zé Poças e masterização de Carlos Nascimento.

Esta é também a primeira vez que este duo (MALVA e Beatriz Madruga) se junta para materializar um tema e, quem sabe, trará mais surpresas no futuro.

MALVA é o projeto a solo de Carolina Viana, cantora e compositora natural de Viana do Castelo, com base no Porto. Depois de surgir no panorama musical português com o projeto redoma, em colaboração com a produtora Joana Rodrigues, a artista iniciou um percurso individual motivado pela vontade de afirmar uma linguagem própria. O álbum de estreia, “vens ou ficas” (2023), foi incluído em várias listas de melhores discos nacionais do ano. Em 2025, editou “poros”, um segundo trabalho que abriu o seu processo criativo à colaboração, assumindo-se como um espaço de transição e expansão.

Com “antes de mais”, MALVA dá continuidade a esse percurso, propondo uma escuta centrada na relação entre interioridade e expectativa, num tema que observa o amor a partir do lugar onde ele ainda não chegou.

MARGARIDA CAMPELO COM SINGLE NOVO



A antecipar o seu novo álbum, com edição marcada para Setembro, Margarida Campelo lança hoje “Um só final”. Um tema que confirma a singularidade do seu universo artístico e a solidez de uma identidade musical cada vez mais vincada.

“Um só final” mergulha no esplendor pop/soul das grandes baladas dos anos 80, tanto na composição como na estética que acompanha este lançamento. Entre sintetizadores envolventes, piano e um magnético solo de saxofone, a canção constrói-se com uma sofisticação melódica rara — simultaneamente complexa e imediatamente reconhecível. O refrão impõe-se desde a primeira escuta e a interpretação de Margarida Campelo revela, uma vez mais, uma voz absolutamente inconfundível.

A estética visual que acompanha o tema — visível no vídeo e nas fotografias — prolonga um imaginário sonoro que evoca — com muito sentido de humor — o brilho e o excesso da década de 80.

Margarida Campelo continua a afirmar-se como uma das artistas mais originais da nova música portuguesa. Cantora, compositora e multi-instrumentista, tem vindo a construir um percurso sólido, onde a expressão pessoal e a liberdade criativa ocupam um lugar central.

Previsto para Setembro, o novo álbum promete afirmar-se como um dos lançamentos mais relevantes do ano. Até lá, “Um só final” é o convite perfeito para entrar no universo de Margarida — um lugar onde a artista nos abre a porta do seu mundo onde tudo parece ser possível.

COMEÇA A DESAGUAR MAIS UMA EDIÇÃO DE NASCENTES










Começa a desaguar mais uma edição do Nascentes na mais querida Aldeia das Fontes, em Leiria, entre 1 e 5 de julho, onde tudo volta a encontrar o seu ritmo próprio.

O Nascentes chega a 2026 como um encontro que se constrói devagar e em conjunto, feito das mãos de quem o imagina, de quem o levanta e de quem o vive.

O Nascentes só existe porque é feito a várias mãos, mãos que acompanham, orientam, apoiam e abrem caminho.

Mãos que partilham o esforço, o pensamento e o cuidado.

São as mãos da gente desta aldeia, que tornam possível que tudo aconteça com esta proximidade tão própria e natural, e é nesse gesto coletivo que encontramos uma das forças mais importantes da criação artística e da própria comunidade.

Ao longo dos dias, são as casas, os jardins, as hortas, os espaços abertos pela aldeia que dão forma ao Nascentes.

São as pessoas que vivem nas Fontes que abrem as suas portas e acolhem a programação, num gesto de cuidado e proximidade que transforma cada lugar em palco.

Para nós, a arte é um lugar de encontro, escuta e transformação. Nasce da capacidade de olhar o outro com atenção, de criar pontes entre diferentes experiências e de atravessar fronteiras culturais, geográficas e emocionais. A programação do Nascentes reflete essa visão. 

Voltam a transformar a aldeia das Fontes num espaço de descoberta, partilha e criação coletiva, reunindo projetos musicais de diferentes geografias e linguagens sonoras. Entre momentos de escuta mais íntima e experiências de forte intensidade física e emocional, o Nascentes propõe um percurso entre tradição, improvisação, eletrónica, jazz, psicadelismo e música ritual.

Entre os concertos mais contemplativos, os suecos e dinamarqueses BITOI exploram o encontro entre baixo elétrico e um trio de vozes, num equilíbrio subtil entre força e delicadeza, enquanto a sul-coreana Dasom Baek cruza instrumentos tradicionais coreanos com abordagens contemporâneas, criando paisagens sonoras sensíveis entre memória e experimentação.

A dimensão mais rítmica e dançável surge com Elektro Hafiz (Turquia/Alemanha), que funde heranças musicais turcas com psicadelismo e energia punk, e com INDUS (Colômbia), projeto eletrónico de Óscar Alford que mistura ritmos afro-caribenhos com uma abordagem experimental e intensa. Do Reino Unido chegam os MADMADMAD, cuja eletrónica mutante e pulsante vive entre improvisação, tensão e catarse coletiva.

A improvisação ocupa também um lugar central no festival. Os portugueses PLAKA trabalham ritmos inspirados em diferentes tradições do mundo através de estruturas em constante transformação, enquanto os britânicos Vipertime levam o jazz para territórios explosivos onde groove, afrobeat, pós-punk e liberdade criativa se fundem numa poderosa experiência ao vivo.

Nas atuações noturnas, os portugueses Sunflowers trazem a urgência do punk e da distorção numa descarga caótica e visceral. Também de Portugal, La Familia Gitana celebra as suas raízes e herança musical numa afirmação de identidade e celebração coletiva.

Já os japoneses WaqWaq Kingdom atravessam múltiplos territórios sonoros entre tradição japonesa, eletrónica contemporânea e ritmos globais, enquanto os catalães ZA! (Espanha) fazem de cada concerto um espaço irrepetível de improvisação e energia desenfreada. Conjunto Contratempo, banda mítica de sangue e coração Cabo Verdiano, que nasceu em Cacém nos anos 80, traz as suas coladeras e um funaná mais despojado para dançar sem parar.

Na continuidade do espírito colaborativo que define o Nascentes, regressam ainda às Fontes as residências artísticas, com o reencontro entre Carincur & João Pedro Fonseca e o Coro das Fontes, num trabalho construído entre vozes, território e comunidade.

Ao longo dos dias, o Nascentes estende-se também a outras formas de encontro e descoberta, com momentos de participação, escuta e criação partilhada pensados para todas as idades. Entre os passeios sonoros do Luís Antero, diversas oficinas infanto-juvenis,, discos e petiscos, o projeto volta a afirmar-se como um lugar onde é possível estar, parar, experimentar e usufruir em conjunto.

O Nascentes nasce de uma dimensão profundamente humana: a consciência de que somos frágeis e interdependentes.. É precisamente nessa vulnerabilidade que encontramos a capacidade de cuidar, resistir e criar em conjunto. A mão que ampara é também a mão que impulsiona. A que ajuda a levantar, a experimentar, a falhar e a continuar.

No NASCENTES, a arte é um lugar essencial de encontro, reflexão e transformação. Parte da escuta atenta, da vontade de compreender o outro, de atravessar fronteiras — sejam elas geográficas, culturais ou emocionais — para afirmar a nossa humanidade comum.

BOKOR APRESENTA EP





















“Cancela” constitui o título da música escolhida como single do EP “naive”. Bokor assume escrita e voz de todo o registo. O trabalho inclui 5 canções originais de Bokor e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

“O Cancela é uma sátira à era dos soundbites, onde o foco está mais no impacto da resposta do que no conteúdo da mensagem, empobrecendo o diálogo e dando espaço ao insulto gratuito. A música convida à reflexão sobre a autocensura, a busca por respostas rápidas para temas complexos e a crescente ausência de diálogo, como travões à evolução da sociedade.” (Bokor sobre “Cancela”)

Bokor é nome do meio de Cristina Bokor Rogeiro. Com ascendência portuguesa e croata, a artista distingue-se por uma abordagem descomplexada à canção pop, sempre tendo presente a sua formação na área do canto jazz na Escola Superior de Música de Lisboa.

Antes do presente EP, Bokor já tinha lançado músicas como “Mesmo a Saber” e “Conta Poupança”, chegando mesmo a palcos como NOS Alive e Ageas Coojlazz. Em 2026, a compositora e intérprete fez-se rodear de músicos e produtores como Rodrigo Correia e Jon para aprimorar um conjunto de 5 músicas de sua autoria.

“naive” é o meu olhar de criança sobre o mundo. Tal como as crianças, estas músicas são cruas, ingénuas e despidas de intenções que não sejam dizer a verdade. Para quem me conhece com uma pessoa leve e alegre, este EP poderá soar mais melancólico. Mas não o é, é só profundamente verdadeiro."
(Bokor sobre o EP “naive”)

A artista portuguesa com influências várias da música portuguesa a anglo-saxónica, passando por várias latitudes do mundo, avança com um EP em que trabalha o formato canção com uma personalidade vincada e com olhos postos no futuro.

JOANA BANZA APRESENTA EP DE ESTREIA “ANTES QUE O CORAÇÃO PARE

 



















Joana Banza, elemento do grupo AGRIDOCE que participou no Festival da Canção 2026, apresenta “Antes que o Coração Pare”, o seu primeiro EP, um projeto que marca o início de um percurso artístico profundamente pessoal, onde a emoção se transforma em matéria sonora e a vulnerabilidade encontra lu

gar na canção.

Cantora e compositora de pop com influências de R&B, Joana traz consigo uma ligação à música que antecede qualquer decisão consciente de a seguir: cantar sempre fez parte de quem é. Foi, no entanto, nos últimos três anos que começou a dar forma a uma identidade artística própria, explorando uma escrita honesta e uma sonoridade que cruza delicadeza e intensidade emocional. As suas canções mergulham em temas universais, o amor, as relações, os desgostos, traduzidos em histórias íntimas cantadas em português.

“Antes que o Coração Pare” é um retrato desse percurso. Composto por seis canções, o EP nasce de experiências reais e acompanha um período de transformação, crescimento e descoberta. Ao longo das faixas, Joana percorre diferentes estados emocionais, do encanto ao desgaste, do arrependimento à vontade de recomeçar, sempre com uma abordagem direta, sensível e profundamente humana. Construído ao longo de dois anos, este trabalho reflete também a evolução da artista, que foi encontrando, com o tempo, maior segurança na sua identidade dentro do universo Pop R&B.

O tema-título surge como o coração emocional do projeto. “Antes que o Coração Pare” nasce de uma história real e de um lugar de arrependimento profundo, aquele momento em que se reconhece a dor causada a alguém que se ama e se instala a urgência de voltar atrás, de refazer, de dizer tudo o que ficou por dizer. Entre a aceitação e o desejo de corrigir o passado, a canção vive desse conflito silencioso, dessa tensão entre o que foi e o que ainda poderia ser.

A canção conta com letra de Joana Banza, Maria Castro e Carolina Martins, e com produção de Tiago Barbosa (COZY).

Este lançamento surge pouco depois da participação de Joana Banza no Festival da Canção 2026, enquanto integrante do projeto AGRIDOCE, uma experiência que marcou um ponto importante no seu percurso. Entre aprendizagem, partilha e exposição, foi também um momento de afirmação pessoal, que reforçou a vontade de seguir o seu próprio caminho e dar voz à sua identidade artística.

“Antes que o Coração Pare” não é apenas um conjunto de canções, é um registo honesto de um tempo vivido com intensidade, confusão e verdade. Um primeiro capítulo onde cada palavra carrega intenção e cada silêncio diz tanto quanto a música.

O EP de estreia da artista encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

LOS ROMEROS LANÇAM EP DE ESTREIA “PRIMEIRA PARAGEM”





















Depois de se darem a conhecer com os singles “Rosas”, “Agradeço o Convite” e “Foi Assim”, os Los Romeros apresentam agora Primeira Paragem, o EP de estreia da banda. Composto por 7 faixas, este trabalho marca o início de uma nova viagem na história do grupo e representa o primeiro grande capítulo de um percurso construído ao longo de muitos anos.

O nome surge precisamente dessa caminhada musical que os Los Romeros têm vindo a construir juntos. Primeira Paragem simboliza o momento em que a banda decide parar, olhar para o caminho percorrido e, finalmente, convidar o público a escutar a sua própria música. Um ponto de partida emocional e artístico para tudo aquilo que sempre sonharam viver enquanto banda.

Desde crianças, imaginavam como seria ouvir outras pessoas cantar canções escritas por eles. Mais tarde, depois do sucesso de “Loucamente”, nasceu uma nova paixão: a paixão pela composição, pelo estúdio e pelo processo criativo. Foi aí que começaram a descobrir uma nova forma de comunicar através da música, mais pessoal, mais verdadeira e mais próxima daquilo que realmente são.

Entre o Flamenco, o Fado e o Pop, Primeira Paragem percorre diferentes sonoridades que fazem parte da identidade musical da banda. Há uma forte presença das raízes ibéricas, mas também uma abordagem contemporânea e emocionalmente direta, onde cada canção carrega a linguagem, a entrega e a intensidade que definem os Los Romeros.

O EP reúne os temas já conhecidos do público e acrescenta quatro novas canções: três inéditos e uma versão muito própria de “Jardins Proibidos”, clássico incontornável de Paulo Gonzo. A escolha do tema não surge por acaso. Durante mais de uma década, os Los Romeros dedicaram-se a reinventar músicas conhecidas do público, criando a sua identidade através de versões e interpretações que acabaram por construir uma forte ligação com quem os acompanha. Revisitar “Jardins Proibidos” acaba por simbolizar exatamente essa génese da banda: pegar em canções que marcaram gerações e dar-lhes uma nova emoção, um novo som e uma nova vida.

Produzido por Zacky Man e pela Make it Loud, Primeira Paragem conta ainda com a participação de vários compositores e autores que fizeram parte desta viagem criativa, entre eles os próprios Los Romeros, Marcio Gago, Plena, Aurora Pinto, João Direitinho e Inia.

O single de apresentação do EP chama-se “Amanhã de Manhã”, uma canção luminosa e emotiva que representa esta nova etapa da banda e a vontade de continuar a crescer através da música original.

Mais do que um EP, Primeira Paragem é o reflexo de anos de amizade, sonhos partilhados e da vontade de transformar histórias em canções.

O EP encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

SIBGLE NOVO DE MARIA FERNANDES

 



















Maria Fernandes
Livro Aberto

Maria Fernandes, uma das vozes emergentes mais promissoras da música portuguesa atual, apresenta “Livro Aberto”, o seu primeiro single em português. A letra e música foi assinada pela própria Maria e por João Direitinho (ÁTOA, Vizinhos, Fernando Daniel), em conjunto, a nível da composição, com Christian Tavares (SYRO, Matias Damásio) e Jon (Milhanas, Carolina Deslandes), que produziu também o tema.

O tema surge depois de se dar a conhecer com “God’s Choices”, tema que lhe rendeu a vitória do concurso Hyundai Rock The Progress, integrou a banda sonora da telenovela Terra Forte (TVI) e já ultrapassou os 50 mil streams nas plataformas digitais.

“Livro Aberto” vira a página e marca um novo capítulo no percurso da artista. Intimista, honesta e emocionalmente exposta, a canção retrata alguém que vive em constante conflito interno na descoberta de si mesma à luz dos seus pensamentos e do mundo externo.

PROFJAM COM DISCO NOVO





















ProfJam
LSD

LSD (Love Songs Die) marca o regresso de ProfJam aos álbuns em nome próprio com 16 temas inéditos que dão vida ao amor nas suas mais diferentes formas. Idealizado ao longo de vários anos, o sexto disco de Mário Cotrim abre uma nova dimensão na discografia do artista, com uma abordagem mais melódica, íntima e emocional, sem perder a densidade lírica que o caracteriza. Produzido maioritariamente pela dupla 2LO, com contributos de nomes como MIGZ, Ariel, Mizzy Miles ou Fumaxa, o álbum cruza diferentes sonoridades e conta ainda com participações de Sippinpurpp, LON3R JOHNY, Ana Moura, Ivandro e Plutónio. Entre vulnerabilidade e intensidade, LSD afirma-se como uma declaração de fé no amor e na canção romântica, mesmo num tempo que insiste em decretar-lhes um fim precoce.

 

"HORMONAL" É O TERCEIRO DISCO DE BÁRBARA TINOCO





















"Hey malta,

“HORMONAL”, é o meu terceiro disco.
É um lançamento surpresa, (SURPRESA!!!).

É um álbum conceptual. Conta à minha filha Masha, a história de amor dos seus pais.

Que filha não mataria, para ler o diário da sua mãe?

É um “filme”, não é um “documentário”. Inspirado em factos muito reais, mas incrivelmente cinematográfico.

É um álbum para horas mais nostálgicas. É um álbum para mães.

É um álbum para todos os que se apaixonaram pelos menos uma vez.

É um álbum feminino.

Já não é meu. Espero que gostes dele,

Com amor,

Bárbara Tinoco"

Este é um álbum conceptual. O álbum conta à Masha, a minha filha, como é que me apaixonei pelo seu pai. Que mulherzinha não mataria para poder ler o diário da sua mãe?

A nossa história de amor não é convencional, devo confessar — mas sobre o que é que eu escreveria, se fosse?

O disco é sobre a menina antes da mulher, a mulher antes da mãe, a mãe antes do pai. Sobre o nosso romance ao estilo de Anna Karénina, sem o final trágico, devo acrescentar. É sobre a nossa separação e como nunca conseguimos ficar muito tempo longe um do outro. É sobre a Masha — ela, que é verdadeiramente o final feliz da nossa história de amor. É sobre ser mãe e ser artista. É sobre as várias dores de ser mulher. É sobre a Masha outra vez.

Uma das coisas que mais amo no disco são as conexões líricas entre as canções, a sonoridade e a forma como as palavras “Mãe” e “Pai” aparecem nas canções menos expectáveis (“MILF” e “DADDY ISSUES”). A última canção do disco é cantada pela madrinha da Masha, Carolina Deslandes, e é o final perfeito para o disco.

As duas vozes femininas que aparecem no disco comigo, Mari Froes e Carolina Deslandes, são as vozes que me fizeram companhia no pós-parto da Masha. Para mim, é absolutamente mágico tê-las comigo neste disco.

Acho que não é o álbum que as pessoas esperam que a Bárbara, grávida e mãe, escreva. E, ao mesmo tempo, é — e, ao mesmo tempo, não.

Estou muito orgulhosa do álbum. Assustada de o pôr cá fora. Feliz de o pôr cá fora. Assustada outra vez. Todos os sentimentos certos.

Dizem que estamos hormonais
Quando estamos zangadas
Ou tristes
Devastadas
Ou de paixão em riste
Desenfreadas
Incendiadas
Mas nunca se estamos felizes
Dizem que somos seres emocionais
Como se fosse uma desvantagem
Um insulto
Um erro na engrenagem
Mas as mulheres não começam a guerra
Começam a vida
E nenhuma que tenha deixado um filho na terra
Dispara bala Perdida 

Bárbara Tinoco

“Hormonal”, o novo disco de Bárbara Tinoco, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, conta com 17 faixas e tem já hoje disponível para todas as rádios o single “10MIN △”.

Um disco conceptual que atravessa amor, maternidade, separação, desejo, identidade e as múltiplas contradições emocionais de ser mulher, contado quase como um diário aberto à sua filha, Masha.

Ao longo do disco, Bárbara Tinoco constrói uma narrativa contínua, feita de ligações líricas entre canções, referências cruzadas e símbolos emocionais que se repetem, num trabalho pensado para ser ouvido do princípio ao fim.

A sonoridade do álbum afasta-se frequentemente do imaginário mais previsível associado à artista, sem nunca perder a sua identidade enquanto autora. Entre ironia, vulnerabilidade e consciência emocional, “Hormonal” assume-se como um dos trabalhos mais pessoais da carreira de Bárbara Tinoco.

O álbum conta ainda com participações de Mari Froes, no tema “Tem Lá Uma Tristeza”, lançado há alguns meses como single isolado, mas que se revela agora uma das peças mais simbólicas e centrais de todo o disco, e Carolina Deslandes, duas artistas que, como a própria Bárbara descreve, “lhe fizeram companhia no pós-parto”, acrescentando ao álbum uma dimensão ainda mais íntima e afetiva.

Bárbara Tinoco irá apresentar o novo disco em digressão, de norte a sul do país, ao longo deste verão e, em janeiro de 2027, arranca a tour “Tem Lá Uma Tristeza – Cordas em Concerto”, na qual se apresentará num formato inédito para a artista, com dois violinos, duas violas, um violoncelo e um contrabaixo.

Inicialmente tentou, com ajuda dos especialistas que consultou, atribuir uma hormona a cada canção, tarefa que percebeu ser mais complexa do que aquilo que esperava. Esta associação encontra-se no booklet das versões em vinil e CD, que em breve estarão disponíveis no site oficial da artista.

O lançamento de “Hormonal” surge numa fase particularmente marcante da carreira da artista, que se tornou na primeira cantora portuguesa a estrear um concerto na Disney+. Bárbara Tinoco é ainda, pela segunda vez, a artista nacional mais ouvida no Spotify em território português.

LOWZADA ESTREIA "KEEP"





















Lowzada, o novo projeto eletrónico do músico e criador sonoro português Pedro Lousada, em colaboração com a bailarina, performer e vocalista sul-coreana Sunbee Han, apresenta o single de estreia “KEEP” a 15 de Maio de 2026.

“KEEP nasce desse impulso invisível que nos faz continuar — mesmo quando tudo abranda. A letra transmite essa persistência. Do que vale a pena guardar. E do que é necessário largar.” Pedro Lousada

Produzido e composto por Pedro Lousada, com voz de Sunbee Han, “KEEP” parte de uma ideia simples e universal: o que escolhemos manter connosco — e o que precisamos de deixar ir.

Assente numa base eletrónica hipnótica orientada para a pista de dança, o tema cruza pulso físico com uma dimensão mais introspectiva. Entre momentos de tensão e libertação, reflete a oscilação natural da experiência humana: força e fragilidade, impulso e queda.
O projeto explora a relação entre ritmo, voz, corpo e estado emocional, criando peças que funcionam simultaneamente como experiências de pista e objetos artísticos.
A sua linguagem move-se entre a energia do clubbing e uma dimensão mais sensorial, procurando equilíbrio entre impacto imediato e leitura conceptual.


Sem abdicar do dancefloor, Lowzada propõe uma abordagem eletrónica com intenção: música que funciona no corpo, mas também na cabeça.

Pedro Lousada 

Pedro Lousada é músico, compositor, sound designer e DJ, com um percurso de mais de duas décadas na música, rádio, televisão e criação sonora. 

Fundou os Zedisaneonlight em 1997 e integrou os Blasted Mechanism a partir de 2008. 

Paralelamente, desenvolveu uma carreira consistente em sound design e pós-produção áudio para televisão, colaborando em diversos formatos ao longo dos últimos 25 anos. 

Mantém desde 1998 uma ligação contínua à cultura DJ, onde privilegia a descoberta e o groove em detrimento de fórmulas previsíveis.

O seu universo sonoro ecoa semanalmente na Rádio Oxigénio (quartas às 22h00 · domingos às 19h30), no papel de Capitão Lowzada, leva o público numa viagem electrizante pela disco dos anos 70 e 80 — grooves intemporais, energia de pista e uma selecção fina de quem vive a música por dentro.

Sunbee Han 

Sunbee Han é bailarina, performer e vocalista, nascida em Seul, Coreia do Sul. 

Licenciada e mestre em Dança e Dance Film pela Hanyang University, foi distinguida com a Medalha de Ouro no Dong-A Dance Competition, uma das mais prestigiadas competições de dança na Coreia do Sul.
Entre 2013 e 2020 fez parte da Shobana Jeyasingh Dance Company, participando em várias produções e digressões internacionais. 

Foi ainda destacada como “Dancer of the Month” pela revista britânica Dancing Times.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

MEU GENERAL EDITAM SINGLE "QUERO E NÃO QUERO"

 



















“Quero e Não Quero” é o primeiro single do novo álbum de Meu General “A programação segue dentro de momentos”, com edição em Vinil e CD para 22 Julho.

Apresenta-se como um manifesto: viver apesar da dúvida, agir apesar do medo e encontrar, no som e na atitude uma forma de continuar.

É uma canção rápida, quase ofegante, que reflete a velocidade dos dias de hoje — onde tudo acontece em simultâneo, e nada parece realmente resolvido.

Carrega a tensão de uma geração que vive presa entre o impulso de agir, o medo de escolher, ou a indiferença.

“No Future” deixou de ser apenas um slogan para se transformar num estado de espírito.

A música capta essa inquietação, transformando-a em energia crua e honesta.

Mas no meio desse caos, há uma força que resiste — O Rock.

Mais do que um género musical é uma atitude, uma catarse: A recusa em ficar parado!

22 de JULHO todos os caminhos vão dar ao Arda Recorders (Porto) para uma festa de lançamento. Uma experiência única num espaço de referência