Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
No dia 21 de fevereiro celebra-se o aniversário da relação do autor com a sua mulher — uma data que, mesmo não sendo vivida com solenidade por ambos, representa um ponto de viragem pessoal: desde esse dia deixou de existir a sensação de solidão absoluta. “Fá Sustenido” nasce desse reconhecimento. É a primeira canção que lhe foi escrita.
Partindo da ideia de que, por muito deslocado ou “alien” que se sinta no mundo, existe sempre aquela presença que o traz de volta à terra, a música assume-se como um gesto simples e direto de amor. O título surge de uma intuição quase sinestésica: Fá sustenido é o tom que ela lhe parece ter desde que a conhece.
A letra sintetiza esse impulso afetivo num dos versos centrais: “e com a ajuda do transpositor eu canto alto e assalto-te com o meu amor”
Na vertente sónica, a faixa aproxima-se de um território jazzy e blues, com um swing irregular e guitarras em slide que atravessam a canção de forma constante. “Fá Sustenido” foi gravada quatro ou cinco vezes até chegar à versão final agora apresentada, num processo que reforça o carácter artesanal e insistente do projeto.
“Fá Sustenido” integra a sequência de cravos mensais e liga-se a todos os anteriores — “Bem-vindos”, “À Margem”, “Salta Desse Barco”, “Castigo”, “Chuva”, “No Fundo”, “De Lado”, “Direito” e “Lição” — reforçando a ideia de continuidade conceptual onde cada lançamento é uma peça autónoma mas parte de um todo maior. Em paralelo com estas edições mensais, cravo continua a preparar um álbum com temas inéditos ainda por revelar.
“Fá Sustenido” estará disponível em todas as plataformas digitais a 20 de fevereiro.
> LINKS E FICHA TÉCNICA
Ficha Técnica Projeto: cravo Single: Fá Sustenido Data de lançamento: 20 de fevereiro de 2026 Duração: 1:55 Composição, voz, edição, produção, ilustração e animação: cravo
A caminho da celebração de dez anos de carreira, no Coliseu, os Ganso fazem escala na Casa Capitão para uma sessão especial de cinema, à maneira deles, no próximo domingo, dia 22 de fevereiro.
No ecrã, “Et Cetera”, documentário de Francisco Ferreira que acompanha as gravações de “Vice Versa”, o mais recente álbum da banda. E ainda “Sinais a Mais”, curta de terror realizada pelo mesmo Francisco Ferreira, onde o universo dos Ganso ganha contornos inesperados.
Domingo à tarde, como deve ser: filme, conversa implícita e um DJ set da própria banda para fechar a sessão em modo celebração. Com entrada livre e mais informação aqui.
Ganso com concerto de 10 anos no Coliseu dos Recreios:
Depois de apresentarem e esgotarem salas com o mais recente disco “Vice Versa” e passado por festivais de verão em 2025 um pouco por todo o país, avizinha-se um novo desafio para os Ganso: o primeiro Coliseu da carreira da banda, no dia 6 de março de 2026.
Uma década de Ganso, João Sala, vocalista e letrista da banda reflete um pouco sobre esta simbólica data: ”para além da nossa paixão por fazer música, o nosso público é uma grande potência que nos leva a cumprir estes 10 anos de banda. Ao longo desta década, sempre sentimos vontade de ser ouvidos e isso motiva-nos imenso. Temos 3 álbuns e um EP muito diferentes uns dos outros e ainda há muita margem para continuar a experimentar outras sonoridades.”
Muito em breve serão anunciados convidados especiais, surpresas e mais detalhes desta performance inédita na carreira dos Ganso.
Ganso com dois novos singles, "Mal Vestido" e "Deixar-te":
“Mal Vestido” e “Deixar-te” são os dois novos singles de Ganso. Canções com guitarra, de ironia e protesto, refletem algumas das maiores ânsias do hoje, sempre de olhos postos no amanhã.
No início de 2025, meses depois do lançamento de Vice Versa, a banda decidiu fazer um retiro para compôr música nova, de lá nasceram as primeiras ideias destes dois singles. Foi depois com o convite a Carlo Coberllini, italiano e compositor dos Post Nebbia de Pádua, para a produção, que as duas canções começaram a ganhar forma.
As duas canções apoiam-se muito na guitarra, há quem diga na banda que a “Mal Vestido” é mesmo a “maior rockalhada que já fizemos”, e não podia deixar de assim ser: são dois temas que têm em comum a incapacidade de mudar o que está à nossa volta e o consequente derrotismo - a guitarra eléctrica é um instrumento perfeito para comunicar essa inquietação.
João Sala, vocalista e letrista de Ganso, reflete por exemplo sobre a “Mal Vestido”; “A letra fala sobre modas que vão e voltam, sendo a extrema direita uma delas. É referida uma nostalgia pelas skinny jeans, que estavam na berra pouco antes da direita radical chegar ao parlamento.”
Também em “Deixar-te”, uma cantiga de desamor, o primeiro instrumento que se ouve é a guitarra eléctrica, algo que não acontecia há muito tempo nas canções da banda. “A letra fala sobre a intenção de deixar de fumar e sobre a relação tóxica que existe entre o fumo e o fumador”, remata Sala.
Andrea Verdugo edita hoje o single Varanda nas plataformas digitais.
Varanda é o single que apresenta Andrea Verdugo em nome próprio, ela que é uma das vozes do projeto Para Sempre Marco de homenagem a Marco Paulo. Curiosamente, é um tema que a artista escreveu há já algum tempo “há cinco anos, Varanda nasceu de um silêncio e de uma promessa, e manteve-se em segredo,na tentativa de levar este meu luto em forma de canção ao Festival da Canção. O júri nunca a escolheu, mas a vida encarregou-se de lhe dar um propósito mais nobre”.
Escrita em parceria com João Serra, Varanda nasceu para homenagear a avó de Andrea Verdugo “… o grande amor da minha vida e a luz que, nunca deixou de brilhar no meu peito”, conta-nos a artista.
Numa produção despida de artifícios, minimal e intensa de Tomás Cruz, co-produzida, misturada e masterizada pela mão cirúrgica de SuaveYouKnow, a música envolve-nos num ambiente onde cada respiração conta a história de quem se sentiu "um barco perdido a naufragar”, mas escolhe acreditar que haverá sempre uma estrela no céu para nos guiar.
Até mesmo o vídeo que acompanha o tema Varanda tem um significado, uma história especial para Andrea Verdugo como nos diz “ao desenhar o vídeo que ilustraria esta canção, decidi que não o faria sozinha. Trouxe comigo histórias de pessoas reais que, tal como eu, perderam os seus pilares e os pretendem homenagear através das minhas palavras”.
Varanda está disponível em todas as plataformas digitais.
Depois de conquistarem a MEO Arena em duas noites consecutivas, completamente esgotadas, Os Quatro e Meia anunciam o regresso às raizes com a digressão "Interior", que vai levar a banda de Coimbra a dez cidades do norte ao sul do país, em formato acústico e intimista. Os bilhetes vão estar disponíveis para venda nos pontos de venda brevemente.
Dez anos depois do lançamento de "Pontos nos Is", o álbum de estreia, e no ano em que celebram 13 anos de carreira, Os Quatro e Meia voltam às origens com uma digressão que promete uma proximidade ainda maior com o público. Em salas intimistas e num formato acústico, o sexteto reforça desta forma, que continua a colocar os fãs no centro da experiência. Cada espetáculo é pensado para ser sentido e partilhado.
Os dois concertos na MEO Arena, contudo, já marcaram um momento histórico na carreira da banda. Com mais de 25 mil pessoas e uma ovação de pé a meio da noite, ficou claro que Os Quatro e Meia vivem um dos capítulos mais sólidos da sua trajetória. A MEO Arena voltou a encher-se para celebrar a banda em dose dupla, em duas noites que foram festa, emoção e partilha.
O espetáculo desenrolou-se como uma história viva, o sexteto foi “mandado” para a Escola do Romantismo pelo próprio manager, numa divertida missão para provar que eram dignos de atuar na MEO Arena no Dia dos Namorados. Curtas-metragens intercaladas entre as canções, deixaram claro que não se tratava apenas de um alinhamento de sucessos; cada momento estava pensado para gerar humor, emoção e cumplicidade com o público, transformando as duas horas de espetáculo numa experiência completa.
O palco, montado no centro da arena em formato 360º, aproximou o público da banda como nunca. Durante “A Terra Gira”, as luzes apagaram-se e a plateia iluminou a sala apenas com as lanternas dos telemóveis, enquanto vozes e instrumentos se fundiam numa energia contagiante. A meio do concerto, uma ovação de pé inesperada destacou o impacto do sexteto. Homenagens às mães e aos pais, canções que atravessam gerações e um final em festa, com toda a arena de pé a dançar ao som de “Baile de São Simão” e “Sentir o Sol”, reforçaram o caráter profundamente humano que marcou cada instante do espetáculo.
O espetáculo contou ainda com o convidado especial Luís Represas, para atuar ao lado d'Os Quatro e Meia a versão de “Perdidamente” que foi recentemente lançada pelo grupo no álbum "Florbela", de homenagem à poetisa Florbela Espanca.
O que se viveu na MEO Arena foi muito para além das canções, durante as duas noites, o público pertenceu a algo maior. Os Quatro e Meia mostraram a sua capacidade de transformar qualquer lugar num ponto de encontro humano e genuíno. Foram duas noites de cumplicidade pura, que vão ficar na memória muito depois do último acorde.
DIGRESSÃO "INTERIOR"
06 de novembro 2026 — Europarque, Santa Maria da Feira 13 de novembro 2026 — Centro Cultural de Viana do Castelo 14 de novembro 2026 — Multiusos de Guimarães 18 de dezembro 2026 — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra 19 de dezembro 2026 — Coliseu de Elvas 16 de janeiro 2027 — Coliseu Micaelense, Açores 23 de janeiro 2027 — Centro Cultural de Caldas da Rainha 30 de janeiro 2027 — Convento de São Francisco, Coimbra 06 de fevereiro 2027 — Teatro das Figuras, Faro 13 de fevereiro 2027 — Arena de Póvoa de Varzim
Rapaz Ego não escolheu o caminho fácil. E ainda bem.
No próximo Sábado, dia 21 de fevereiro, Rapaz Ego, sobe ao palco do Lustre com o novo álbum “Fazer as Pazes”. Composto por sete canções, o disco é descrito como uma obra de catarse emocional e sonora, o mais pop, mas também o mais experimental da sua carreira. Com uma super banda a seu lado - integrando João Borsch na bateria, Miguel Maroco nas teclas, Gonçalo Bicudo no baixo e Rodrigo Sousa nas percussões e teclas - o rastilho está aceso para um ano que será, sem dúvida, de emancipação.
Lustre, Braga 21 de fevereiro de 2026 O bilhete do concerto é o teu passe para a noite inteira no Lustre - tens acesso às 3 áreas. Depois do concerto podes sair e voltar quando quiseres - basta apresentares a pulseira na entrada!
Promo finos: até ao final do concerto, pede 1 e leva 2. (É para brindar, claro.)
No dia 17 de maio, o Salão de Festas d' Voz do Operário recebe Cristina Branco para um concerto muito especial: "Mulheres de Abril – Cristina Branco canta José Afonso". Este projeto homenageia a Revolução dos Cravos sob uma perspetiva feminina, reinterpretando com sensibilidade e profundidade o repertório do icónico cantautor português.
O espetáculo conta com a participação especial do Coro Infantil d’A Voz do Operário, acrescentando uma dimensão única e emocionante à interpretação das canções. Cristina Branco oferece ao público um repertório cuidadosamente elaborado, que combina tradição, inovação e emoção, num encontro inesquecível com a música e a História mais recente de Portugal.
Em palco, a cantora é acompanhada pelos músicos de excelência também seus cúmplices no novo disco "Mulheres de Abril": Alexandre Frazão (bateria), Bernardo Moreira (contrabaixo), Mário Delgado (guitarras), Ricardo Dias (piano) e Tomás Marques (saxofone).
Com quase 30 anos de carreira, 19 álbuns editados e inúmeros concertos por todo o mundo, Cristina Branco é uma incansável embaixadora da cultura e da língua portuguesas. A música tradicional é a sua principal raiz estética, mas a influência do jazz, da literatura e dos músicos com quem partilha o palco confere à sua obra um carácter universal e um charme sublime.
Em "Mulheres de Abril", o seu novo disco, Cristina Branco regressa ao universo de José Afonso com uma obra fundamental tanto para a sua discografia como para o património musical português. Se em “Abril” (2007) explorou o repertório do cantautor com refinada sensibilidade e profundidade emocional, agora foca-se num prisma específico e revelador: o universo feminino. Este projeto ilumina as mulheres que José Afonso cantou, as suas narrativas íntimas e a visão progressista que o compositor revelou sobre o papel feminino numa sociedade em transformação.
A originalidade desta proposta reside precisamente na abordagem centrada no feminino, revelando dimensões ainda pouco exploradas do legado do compositor. Cristina Branco desvenda e dá voz a personagens femininas marcantes, estabelecendo um diálogo entre épocas sobre questões de género na sociedade portuguesa. O álbum reúne oito composições emblemáticas: “Endechas a Bárbara Escrava”, “De Não Saber o Que Me Espera”, “Canção do Desterro”, “Teresa Torga”, “Canção da Paciência”, “Mulher da Erva”, “Verdade e Mentira” e “Verdes São os Campos”.
"UNLIKELY, MAYBE" AO VIVO: 19 FEVEREIRO 2026 - CULTURGEST, LISBOA. Esgotado 20 FEVEREIRO 2026 - CULTURGEST, LISBOA. Bilhetes aqui [NOVA DATA] 21 FEVEREIRO 2026 - AUDITÓRIO DE ESPINHO - ACADEMIA. Esgotado
É já a partir de amanhã, dia 19 de fevereiro, que Bruno Pernadas apresenta "unlikely, maybe" ao vivo pela primeira vez. A digressão de apresentação arranca com duas datas na Culturgest em Lisboa, seguindo depois para Espinho. Mais concertos a anunciar em breve e ao longo de todo o ano.
Nos próximos dias, Bruno Pernadas e a sua banda renovada sobem ao palco da Culturgest, em Lisboa, a partir das 21H00 para os primeiros espetáculos de apresentação de "unlikely, maybe". A primeira data já se encontra lotada, mas é ainda possível comprar bilhetes para a segunda apresentação em Lisboa, que se encontra prestes a lotar também.
No dia 21 atuam no Auditório de Espinho - Academia, num concerto que arranca às 21H30 e que se encontra igualmente esgotado.
Formação da banda ao vivo: Direção musical, guitarras, sintetizadores, voz - Bruno Pernadas Baixo elétrico, contrabaixo - António Quintino Bateria - João Correia Rhodes e sintetizadores - José Diogo Martins Trompete, flugelhorn, voz - Jéssica Pina Saxofone, flauta, voz - Maria João Leite Flauta, voz - Teresa Costa (Lisboa) e Clara Saleiro (Espinho) Voz, guitarras - Afonso Cabral Voz (convidada) - Leonor Arnaut
Sobre "unlikely, maybe":
Uma obra dividida em 9 composições para secção rítmica, vozes, metais, madeiras e eletrónica. Um álbum que varia entre diversos estilos, onde a improvisação e a presença do jazz assumem um papel determinante.
Ao escutarmos "unlikely, maybe", somos levados pelas paisagens sonoras da música de fusão dos anos 80, indie, pop, jazz descontrolado, passando pelo dance hall proveniente da cultura sound system da Jamaica dos anos 50 e 60.
Bruno Pernadas assina como compositor, autor e produtor deste disco, com exceção da letra de "Já não tem mais encanto", que partilha com Rita Westwood, co-autora de trabalhos anteriores. O novo trabalho conta com a participação dos músicos Margarida Campelo, António Quintino, João Correia, Diogo Alexandre, José Soares, Teresa Costa, Jéssica Pina e Eduardo Lála. À voz de Margarida Campelo juntam-se também as cantoras convidadas Leonor Arnaut, Lívia Nestrovski e Maya Blandy.
Gravado no verão de 2025 entre Lisboa, Porto, Funchal e Azeitão; e o apartamento de Bruno Pernadas em pleno dia, sem isolamento acústico.
A artista luso-britânica Bernardo apresenta ao vivo o seu álbum de estreia, “Secrets of Six-Figure Women”, em dois concertos em Portugal: no dia 5 de março na BOTA Anjos, em Lisboa, e no dia 6 de março no Ferro, no Porto. O espetáculo no Porto conta com a primeira parte a cargo de Berma.
Editado em setembro de 2025, “Secrets of Six-Figure Women” foi escrito e produzido por Sónia Bernardo e co-produzido por Dave Maclean (Django Django), cruzando influências britânicas e portuguesas numa reflexão sofisticada sobre a ambição e a identidade contemporâneas. A exploração subtil da vida adulta ganha forma através dos arranjos distintivos de Sean O’Hagan (The High Llamas), com mistura a cargo de Syd Kemp (Ulrika Spacek) e Dom Shaw (Real World Studios). O álbum contou ainda com o apoio de Gilles Peterson e Huw Stevens nos seus programas da BBC.
Para assinalar esta primeira digressão europeia, incluindo os concertos em Portugal, será lançada uma série de versões repensadas e remisturadas dos temas do disco. A primeira chega a 27 de fevereiro, com Laetitia Sadier (Stereolab) a assinar uma nova leitura de “Turn Around, Keep Going”.
Bernardo, multi-instrumentista e produtora luso-britânica, construiu um percurso marcado pela fusão entre as suas raízes portuguesas e britânicas. Nascida em East Ham, Londres, mudou-se aos 8 anos para a aldeia da mãe, no centro de Portugal, onde cresceu entre o fado tradicional e a música alternativa. Aos 17 regressou a Londres para aperfeiçoar a sua arte, desenvolvendo um som próprio que funde alt-soul e indie enquanto explora as suas raízes culturais. A sua carreira inclui colaborações com nomes como Phil Manzanera (Roxy Music), Django Django, Skinny Pelembe e Sean O’Hagan.
Os concertos em Lisboa e no Porto assinalam a apresentação nacional de um disco que cruza introspeção, sofisticação sonora e reflexão contemporânea, propondo ao público um encontro direto com o universo artístico de Bernardo.
Novo remix da canção originalmente composta em 1990, uma obra que marcou
profundamente a banda de música alternativa e independente LD no final
do século XX e que agora renasce em uma versão contemporânea, alinhada
às sonoridades imersivas e holográficas que definem nossa era.
A música, que há anos ecoava em discos compactos, fitas cassete e transmissões analógicas, foi cuidadosamente restaurada a partir dos arquivos sonoros originais e reinterpretada com produção quântica e ambientação tridimensional. O resultado preserva a essência poética e melódica da composição de 1990, ao mesmo tempo em que dialoga com o público de 2026 — conectado às plataformas digitais neurais e aos sistemas de streaming sensorial.
O remix já se encontra disponível em todas as principais plataformas digitais, podendo ser acessado tanto por interface tradicional quanto por integração direta aos dispositivos auditivos inteligentes. Acreditamos que sua programação, reconhecida por valorizar a herança musical e promover novas releituras artísticas, é o espaço ideal para apresentar esta obra renovada aos ouvintes https://open.spotify.com/album/2nOBZfyKBsMEIIWBNxFIQc?si=VT2-GFhXSiKVaS-yHbZvsQ
idiossINcrasias é uma edição da ANTI-DEMOS-CRACIA (ADC RECORDS), especial de coleção em formato CD-Digipack, limitada a apenas 40 exemplares numerados.
Este é o primeiro avanço do Vol. 4 desta série, que será lançado a 3 de Março e que promove o encontro entre os projetos Lisboa Negra e Spreader. Embora partilhem a mesma geografia lisboeta, as suas estéticas e texturas sonoras trilham caminhos opostos.
De um lado, Lisboa Negra deambula por territórios habitados por figuras como Bukowski, Cave, Brel, Bowie, Sade, Woody Allen, Cohen, Depeche Mode e até Amália. Do outro, os Spreader percorrem ambientes mais electrónicos e industriais e focam-se no pulso mecânico e na urgência humana, criando um espaço onde o experimentalismo e a intensidade convivem lado a lado.
Recordando que a série "idiossINcrasias" teve início em Junho de 2025, com o Vol. 1 com os Floating Ashes e Kokori, o Vol. 2, lançado em Outubro de 2025, com Herr G meets Fuel2Fight e Primata e o Vol. 3, lançado em Janeiro de 2026 com Orquestra Popular de Paio Pires e Dub Station.
ANTI-DEMOS-CRACIA ADC152MAR2026
Formato: CD Digipack Edição limitada a 40 exemplares numerados ADC desde 1988, registando sonoridades diferenciadas!
DITZ (GB), COBRAFUMA (PT), LEROY SE MEURT (FR), PARQUET (FR), SCÚRU FITCHÁDU (PT), SERVO (FR), SUNFLOWERS (PT) e LOS SARA FONTAN (ES), são as primeiras 8 confirmações do Basqueiral 2026.
Parquet, de França, em estreia absoluta em Portugal.
Transeunte, edifica-se a partir da deriva do indivíduo por um espaço transgénico, simultaneamente urbano, industrial e rural; simultaneamente local e global. Partindo de um tratamento dramatúrgico, é composto por artifícios de universos ambience, distorções abstratas desses mesmos ambientes, cruzamentos de instrumentos virtuais e analógicos. Base esta, mediada pela poética experimental de Carlos A. Correia (que articula os seus escritos com palavras de António Aleixo, Cecília Meireles e Gil Vicente), pelas híbridas percussões de Ricardo Martins, ambas sublinhadas pela refinaria mental de Jonathan Saldanha.
Em Fevereiro de 2026 é editado pela Revolve em formato cassete e digital.
Ao vivo é apresentado na forma de performance audiovisual, com Carlos A. Correia, Ricardo Martins e Diogo Mendes em cena.
Biografia
Raso é um colectivo artístico desenhado da raiz da flor da pele, arquitetado por Carlos A. Correia (Outra Voz, Ensemble Libecciu) na poesia vocal e dramatúrgica. Constituído por Ricardo Martins (Pop Dell'Arte, PAPAYA, Fumo Ninja) na eletrónica e pintura polirrítmica, dimensão sono-escultórica de Jonathan Uliel Saldanha (HHY & The Macumbas), os "soundscapes” distorcidos de Pedro Ribeiro e a profanação em forma de luz de Diogo Mendes. A completar o colectivo, juntam-se ainda os realizadores Pedro Bastos, Cláudia Ribeiro e a designer de moda Susana Bettencourt.
David Garcez, Ana Valadas, António Barradinhas, Grupo Coral Raízes do Cante e Vértebra são os convidados a subir a palco com os Recante no dia 28 de fevereiro, na Casa do Alentejo, em Lisboa. Com a sessão das 21h30 praticamente esgotada, mantém-se também a nova sessão às 18h30, reforçando um momento particularmente significativo no percurso do projeto.
Os Recante transformam a tradição alentejana numa experiência sensorial capaz de atravessar territórios e ideias. A sua música não se limita às fronteiras geográficas: é uma cultura viva em constante diálogo com o presente. Entre sons eletrónicos e experimentações contemporâneas, a essência alentejana permanece intacta, mas ganha uma nova dimensão, numa viagem inovadora, provocadora, inesperada e envolvente.
Encabeçado pela voz e interpretação de Maria João Jones, o projeto tem vindo a dar a conhecer o cancioneiro tradicional e as modas seculares alentejanas através de uma abordagem singular, que alia a paixão pelo património imaterial do Alentejo a ambientes criados por sintetizadores e batidas energéticas. Partindo da música tradicional alentejana - dos seus modos, cadências e poéticas - os Recante reinventam-na por meio de uma linguagem contemporânea, onde a eletrónica e a experimentação sonora surgem como ferramentas de expansão, nunca como substituição da identidade de raiz.
O concerto, em sessão dupla, reforça a proposta do grupo de cruzar tradição alentejana com linguagens contemporâneas. Agora, a menos de um mês do evento, os Recante revelam os convidados especiais que complementarão a noite.
O Grupo Coral Raízes do Cante, grupo de Cuba dedicado ao cante alentejano tradicional, promete reforçar o diálogo entre tradição e abordagem contemporânea; Ana Valadas, reconhecida pela sua voz inconfundível no fado e na música tradicional portuguesa, junta-se ao encontro; David Garcez, cantor e compositor que ganhou notoriedade através da sua participação no The Voice Portugal em 2024, integra também o alinhamento; e António Barradinhas, músico com uma trajetória notável em projetos como Riding a Meteor, Índios da Meia Praia e Gadz Band, acrescenta novas camadas expressivas ao espetáculo.
As sessões contarão ainda com uma pequena mostra do projeto Vértebra, que une Tiago Marcos e o Kijota numa dança de palavras poéticas surpreendente.
A Casa do Alentejo, espaço profundamente ligado à história e cultura alentejana em Lisboa, serve como pano de fundo simbólico para estas apresentações, contribuindo para que estes momentos se afirmem como encontros marcados pela memória, pela contemporaneidade e pela diversidade expressiva.
Mais do que um concerto, a apresentação de 28 de fevereiro assume-se como um gesto de afirmação cultural. A música que nasce do Alentejo regressa simbolicamente à sua casa, agora em contexto urbano e nacional, reforçando a dimensão identitária, patrimonial e contemporânea do projeto.
O espetáculo é organizado pela associação A Tal Emersa, com produção da Epopeia Records em co-produção com a Casa do Alentejo e apoio da Câmara Municipal de Cuba. A sessão das 18h30 (nova sessão) e a sessão das 21h30 (últimos bilhetes) realizam-se no dia 28 de fevereiro, com bilhetes a 16 euros, disponíveis em epopeia.eu/store.
A dupla irlandesa DEA MATRONA sobe ao palco da República da Música, em Lisboa, no próximo dia 8 de Março, para apresentar o seu álbum de estreia «For Your Sins», e fá-lo-á acompanhada pelos portugueses THE BATELEURS, que asseguram a abertura de uma noite que promete afirmar a nova geração do rock europeu, feito de riffs muito diretos, de harmonias bem trabalhadas e de uma atitude que combina irreverência com elegância.
O público português teve recentemente a oportunidade de descobrir o carisma e a força do duo quando Mollie McGinn e Orlaith Forsythe subiram ao palco do LAV – Lisboa Ao Vivo, em Outubro. A receção calorosa confirmou o potencial da banda em território nacional e abriu caminho para este regresso em nome próprio. A abrir a noite estarão os THE BATELEURS, formação portuguesa que tem vindo a afirmar-se no circuito nacional da música ao vivo com uma abordagem que recupera a herança clássica do rock de inspiração setentista, filtrando-a através de uma identidade própria.
Com o recente «A Light In The Darkness», a banda aprofundou essa matriz estética, revelando uma maior maturidade composicional e cuidado acrescido na construção de ambientes e dinâmicas. No final, o disco confirma a capacidade do grupo para trabalhar melodias envolventes sem abdicar da crueza das guitarras e de uma secção rítmica sólida, que sustenta um repertório que ganha ainda mais dimensão em palco. Ao longo dos últimos anos, os THE BATELEURS têm vindo a reforçar a sua presença em Portugal, afirmando-se como um dos nomes mais consistentes da nova geração rock nacional, o que torna a sua presença nesta noite na República da Música não só pertinente, mas também representativa do momento que atravessam.
Os bilhetes para o espetáculo custam 22€, disponíveis em primeartists.eu e nos locais habituais.
Horários: Abertura Portas: 20h00 Inicio do espetáculo: 21h00
NEXT STOP IS YESTERDAY António Olaio + Manuel Guimarães 20 Fevereiro • 22:00
NEXT STOP IS YESTERDAY é o nome do concerto de António Olaio e Manuel Guimarães e também o nome do primeiro cd que gravaram juntos, editado pela Lux Records.
Num formato de piano e voz, para além da canção que dá o nome ao álbum, apresentarão canções como "Black Jello Birthday Party", "Lost in Space", "Heading West", "My Left hand keeps on changing", entre outras.
"Many Rivers" junta o trompetista galego Ricardo Formoso ao pianista e compositor português Luís Figueiredo. Uma ideia antiga partilhada pelos dois músicos, que agora vê a luz do dia através da editora Roda Music. O repertório compreende 12 composições da autoria de Luís Figueiredo, caracterizadas por um comovente lirismo. A combinação destas duas personalidades musicais resulta numa sonoridade poética, cinematográfica e de enorme expressividade musical. O título deste projecto deriva do poema Many Rivers Run Down to Many Seas, de Fernando Pessoa.
Depois de editarem “OUTRA VEZ ARROZ” no passado dia 12 de fevereiro, os BALEIA BALEIA BALEIA anunciam agora as primeiras datas de apresentação ao vivo do novo disco. A digressão arranca já a 19 de fevereiro, no Porto, e prolonga-se até abril, com concertos um pouco por todo o país.
Editado com selo da Saliva Diva e o apoio da Fundação GDA, “OUTRA VEZ ARROZ” marca o quinto lançamento do duo portuense - e o terceiro longa-duração, depois de “Baleia Baleia Baleia” (2018) e “Suicídio Comercial” (2022). A dupla formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz) mantém o espírito DIY que sempre os definiu, num disco que nasce da sua assinatura particular: baixo, bateria e voz como motor criativo.
No alinhamento do disco, o tema de abertura, “ANTIFA AO CONTRÁRIO É OTÁRIO” (que conta com participações de Scúru Fitchádu [Marcus Veiga], EVAYA [Beatriz Bronze] e do Coro Informal Antifa), estabelece desde o início o carácter crítico e provocatório do álbum. Em “AUTO-EXTINÇÃO” e “SUPER-AGROBETO”, a banda assume o humor como arma afiada. Já “NPC”, o single previamente lançado, explora o niilismo contemporâneo estimulado pelo pára-arranca típico do duo. Entre estas tensões surgem ainda temas como “DEIXA O FRIO ENTRAR” e “HEDONINHO”, onde a banda polvilha um horizonte duro com fragilidade, prazer e pequenas aberturas de luz. “SOBRESTIMULADOS” e “VAI CHAMAR-SE OVERTHINKING, OU SE CALHAR NÃO, TALVEZ SEJA MELHOR UM TÍTULO EM PORTUGUÊS” refletem sobre a vida sem descanso, e a faixa que dá nome ao álbum, “OUTRA VEZ ARROZ”, oferece uma pequena pausa instrumental para respirar feedbacks e outros barulhos.
Reconhecido pela intensidade e pela relação direta com o público, o espetáculo dos BALEIA BALEIA BALEIA regressa à estrada para apresentar ao vivo este novo capítulo.
Datas de apresentação de “OUTRA VEZ ARROZ”
Fevereiro
19 Fev - Porto | Maus Hábitos 26 Fev - São João da Madeira | Casa da Criatividade 27 Fev - Barreiro | Mula 28 Fev - Lisboa | Casa Capitão
Março
13 Mar - Praia da Tocha | Piolho 14 Mar - Loulé | Bafo de Baco 15 Mar - Fátima | Montamora SC 20 Mar - Ovar | TBA 21 Mar - Famalicão | Casa do Artista Amador
Abril
2 Abr - Barcelos | Feira da Isabelinha 3 Abr - Seixas | GRCA 4 Abr - Guimarães | CAAA 5 Abr - Bragança | TBA 10 Abr - Montemor-o-Novo | Oficinas do Convento 11 Abr - Barreiro | Galo Negro Fest 16 Abr - Coimbra | Teatrão 17 Abr - Leiria | Texas 18 Abr - Viseu | Fora do Rebanho
“OUTRA VEZ ARROZ” reafirma BALEIA BALEIA BALEIA como uma das bandas mais ativas e singulares do panorama nacional, fiéis ao DIY e à sua permanente capacidade de transformar caos, humor e crítica em música visceral.
Os TOXIKULL anunciam dois concertos de apresentação do seu novo álbum «Turbulence», o quarto álbum de estúdio da banda, editado a 24 de abril pela Dying Victims Productions.
Concertos de Apresentação 24 de abril — RCA Club, Lisboa
Convidados especiais: Xeque‑Mate e Affaire
25 de abril — Woodstock 69, Porto
Convidados especiais: Toxik Attack e Yaatana
Bilhetes 12 € (pré‑venda) 15 € (no próprio dia)
Bilhetes para Lisboa à venda aqui! Bilhetes para o Porto à venda aqui!
Recorde-se que os TOXIKULL lançaram recentemente, «Midnight Fire», o primeiro single e videoclip oficial retirado do seu próximo quarto álbum de estúdio, «Turbulence».
Enquanto tema de abertura do álbum, «Midnight Fire» funciona como o primeiro contacto com o universo de «Turbulence», apresenta a energia, intensidade e direção do novo trabalho da banda, enraizado no heavy metal clássico e no speed metal.
A nível lírico, «Midnight Fire» centra-se no dilema entre manter vivo o fogo interior ou deixá-lo apagar. O fogo simboliza a paixão, a intensidade, a inquietação e a vontade de viver de forma ardente, em oposição à estabilidade, à contenção e à normalização. A canção reflete esse conflito pessoal através da pergunta central: “should I let you go, should I let you die?”.
O single foi produzido por Jaime Gomez Arellano no Arda Recorders, no Porto, produtor conhecido pelo seu trabalho com bandas como Ghost, Primordial, Mayhem, Opeth, Moonspell, Behemoth e Angel Witch.
O videoclip de «Midnight Fire» foi realizado por Simão Carvalho de Matos, com produção de Catarina Ventura, e marca o primeiro lançamento visual associado ao álbum «Turbulence».
Este lançamento assinala o arranque do novo ciclo dos TOXIKULL, antecipando aquele que será o quarto álbum de estúdio da banda.
Há várias definições de inferno: enquanto lugar físico imaginário e enquanto lugar mental (imaginário, também, pois o que conhecemos de inferno serão sempre conceitos e nunca uma realidade concreta). GEHENNA poderá ser mais um dos nomes que o inferno pode ter… O inferno como local físico de punição e/ou purificação. É, também, o nome do primeiro disco de Fjords. Não porque nos remeta para um possível inferno, mas porque aborda o percurso interno de chegar lá, ficar lá e sair.
É um disco que tem por base a divina comédia de Dante Alighieri. É composto por 4 intensas e densas faixas e tem início com “Virgílio" que apresenta o poeta e o guia da personagem principal. As outras três faixas representam, cada uma, uma fase da viagem do herói. “Inferno” explora a viagem de Dante pelos 9 círculos infernais; tem 9 partes diferentes, cada uma inspirada na temática individual de cada círculo, sendo que as letras também andam de mãos dadas com estas temáticas bebendo muito do julgamento próprio e de como as ações praticadas no passado podem corromper, ou não, o futuro. A “Purgatorio" vai beber a um sentido repetitivo, onde a mudança advém da consciência de que para enfrentar o futuro e mudar, há que olhar para o passado e enfrentar os erros. Por fim, a ”Paradiso” aborda a morte de deus como conceito, o homem deixa de acreditar no julgamento falível de um ser superior, passando a acreditar na força dos seus atos por onde este cria o seu próprio caminho. O homem enfrenta a mentira que é o apoio de deus e a noção de salvação divina!
Este primeiro disco tem um conceito mais teatral do que a banda já fez anteriormente nos seus dois EP’s: não só pela referência cultural, como pela criação de uma banda sonora para a viagem. Estão prontos para a fazer?
GEHENNA, teve gravação e mistura por André Figueiredo, produção da banda e masterização por João Pires (Hetta). Teve como cartões de visita "Purgatório" e "Virgílio" e sai hoje em formato CD e cassete. Vai ser apresentado no dia 21 de Fevereiro na Cooperativa Mula, no Barreiro.
Fjords surge em 2019 no distrito de Coimbra. Nasce da união de dois amigos com um mesmo amor em comum: o gosto por viagens sonoras por vales densos e opacos.
É uma banda de stoner doom progressivo que desafia as convenções dos géneros com o seu som poderoso e atmosférico.
A dupla formada por Rafael Borges no baixo e voz e André Figueiredo na bateria, sintetizador, caixa de ritmos e voz, cria paisagens sonoras épicas, fundindo riffs de baixo pesados e ritmos viciantes de bateria com histórias inspiradas numa ampla gama de influências culturais.
A adição de sintetizadores à sua sonoridade elevou a sua música a novas fronteiras, explorando texturas e ambientes únicos que convidam o ouvinte a vivenciar uma jornada de autodescoberta e aventura musical, enquanto continuam a empurrar os limites do rock pesado rumo à transcendência.
Já com dois EP’s lançados em 2020 (Fjords e Dunes), percorreram vários palcos do país passando por Aveiro, Figueira da Foz, Coimbra, Freamunde, Ovar, Porto, Barreiro, Almada, Cadima, Lisboa, Évora, entre outros.