segunda-feira, 29 de junho de 2026

BRUNO CELTA E PETER STRANGE EM BRASA













Bruno Celta e Peter Strange promovem os seus mais recentes trabalhos, enquanto tentam chegar ao fim das várias provas das "Asas de Fogo". Entre desafios e perguntas sobre os seus processos criativos, o primeiro episódio de "EM BRASA" é bem humorado e dá-nos a conhecer um lado mais descontraído de ambos artistas.

Este formato é apresentado e dinamizado por Tatiana Fox (CEO da Silver Fox Artists)!

NA ZDB EM JULHO





















SEXTA 3 JULHO / 22H
Gabriele Mitelli ‘Three Tsuru Origami’ & Rodrigo Amado ← Gabriel Valtchev, Marija Kovačević, Paula Sánchez

A música do trio de Gabriele Mitelli é uma viagem ao âmago da improvisação, onde o jazz volta a ser uma aposta — uma prática ousada em que a tomada de riscos é fundamental para o progresso. Os companheiros de banda de Mitelli são dois grandes músicos ingleses, para quem o ruído e a rebeldia são um modo de vida: o baixista John Edwards e o baterista Mark Sanders. Para este concerto, o trio convida Rodrigo Amado naquilo que será uma estreia absoluta. Há aqui um mundo inteiro por descobrir.

Gabriel Valtchev, percussionista, baterista e improvisador, desenvolve a sua identidade artística nos domínios da música contemporânea, da música tradicional dos Balcãs e da música improvisada/alternativa. 

A violinista Marija Kovačević dedica-se à música clássica, experimental e improvisada. O seu projeto «Music for Broken Violins» é uma exploração de texturas sonoras com violinos partidos, arcos e os seus fragmentos. 

Situado na intersecção entre a música experimental, a improvisação livre e a arte performativa, o trabalho de Paula Sánchez centra-se na composição/descomposição de um espaço sonoro mutável. Trabalha com materiais como plástico, vidro e elementos da natureza, combinados com a voz e a eletrónica.

George Silver & Gold 'Ave Rara' ← Scorpions ← Paixão

Das figuras mais activas e incansáveis a agitar as águas neste país, André Neves tem vindo continuamente a experimentar com know how, deslumbramento e um sentido pleno de diversão e crença toda uma série de formas e linhagens históricas para as encarreirar numa personalidade muito sua e que tem novo patamar de afirmação com o recém-editado ‘Ave Rara’. Álbum grande no tamanho e no espectro, ‘Ave Rara’ vai mapeando os impulsos e obsessões de Silver, contando com uma vasta rede de colaboradores ao abrigo de Gold. Na impossibilidade de contar com todo o elenco de Gold para a celebração, Silver apresenta-se nesta ocasião com Puçanga e Bertrand tcp Menino da Mãe.

Scorpions do Barreiro é uma formação meio mutante que foi crescendo a partir do núcleo duro formado em 2017 por Vítor Lopes e Jaime Norberto, contando hoje habitualmente com Sara Zita, Tiago Franco e Diogo Vaz. Vivem no momento em que a jam se descorta das suas premissas tacanhas e assume o desconhecido, em linha de contacto com explorações de Jackie-O Motherfucker, NNCK, Excepter ou a Vibracathedral Orchestra em deambulações onde convivem vestígios da kösmische, tácticas dub, improvisação não idiomática, “jazz” e do paisagismo post-rock mais crú.

Fluido, pulsante e sonhador são algumas das palavras-chave que definem o som de Paixão. Explorador incansável de paisagens sonoras psicadélicas, constrói repertórios sem olhar a géneros, contando uma história que cruza elementos dub e explorações texturais.

QUARTA 15 JULHO / 21H 
Luís Vicente 4tet ‘Spirits Moving’ ← Gonçalo Feijão & António Martins

Após passagem pelo Aquário em 2021, Luís Vicente traz novamente o seu 4tet a casa, já com a formação cristalizada que gravou para a Clean Feed ‘House in the Valley’ em 2023, para apresentar ‘Spirits Moving’. Coadjuvado pelo saxofonista John Dikeman, pelo baterista Onno Govaert e pelo contrabaixista Luke Stewart, tudo gente de rodagem constante no mapa do jazz e da improvisação e camaradas do trompetista em várias das suas andanças, Vicente tem em ‘Spirits Moving’ mais um tomo significativo de uma obra em constante expansão que não dá grandes mostras de cessar.

Gonçalo Feijão e António Duarte Martins apresentam um encontro em duo entre improvisação livre e tradição portuguesa. Gonçalo Feijão, contrabaixista e compositor português, prepara o lançamento de Thyra, o seu álbum de estreia, enquanto António Duarte Martins, guitarrista com um percurso bem assente na tradição do Fado, desenvolve atualmente o seu primeiro disco em nome próprio. Os dois músicos cruzam linguagens distintas aproximando o universo do fado ao da criação improvisada.

SÁBADO 25 JULHO / 22H
ACID ACID ‘The Radio Under The Stars’ ← Afonso Sêrro

Enquanto Acid Acid, Tiago Castro anda por aí há cerca de dez anos. Como voz da rádio, conhecemo-lo há muito mais tempo. Depois de em 2020 ter editado Jodorowsky, Acid Acid está de volta com The Radio Under The Stars. The Radio Under The Stars pode-se ouvir de várias formas, ora tanto é um disco psicadélico, como um de ambient que se constrói através de texturas rock, que lembram algum Spiritualized de meados dos 1990s. Também se pode ouvir como uma mixtape, em que várias melodias se vão colando em construção do momento ideal.

Afonso Sêrro iniciou o seu percurso musical com estudos de piano clássico e mais tarde dedicou-se ao jazz de forma informal. Na ZDB, apresentará o seu álbum de estreia a solo, editado pela Ovo Estrelado Records, Piano Impromptus. Resultado de um isolamento de alguns dias na Casa do Piano para captar uns improvisos, este disco, nas palavras de Afonso Sêrro "inicia um percurso musical muito diferente do que andei a fazer até agora. Um percurso a solo, totalmente livre. O que farei depois disto?”

SEXTA 31 JULHO / 22H
Colectivo Casa Amarela x ZDB:
Jejum #43 c/ bela + Vomir

Artista de origem sul-coreana, assente entre Berlim e Praga, bela opera num complexo e cativante espaço de transformação. Entre visões e invocações, o ancestral e o visionário, o ruído e o silêncio, explora as múltiplas interseções possíveis entre estas aparentes dicotomias. Um dos melhores segredos deste ano chama-se Korean Love Sonnets. Documento sonoro intensamente vívido, centrado na voz, propõe um conjunto de mantras guturais, som em estado bruto e outras fantasias psicotrópicas envoltas em lava quente e fumegante.


O francês Romain Perrot, também conhecido como Vomir, dedica há mais de duas décadas a sua atividade ao êxtase do imaginário europeu da música extrema. Visão que viria a materializar no seu Manifesto do Muro Brutalista. Enquanto epicentro filosófico do harsh noise wall, a sua indagação da matéria sonora mais bruta parece invariavelmente sedenta por ir mais longe. Minimalista, saturado e volumoso, o seu trabalho gera uma sensação de sucção quase física. Apesar da agrestidade da obra, encontra-se uma estranha dimensão contemplativa, até meditativa, no coração do mais puro caos.

MEAJAZZ & BLUES REGRESSA AO JARDIM DO LUSO NA MEALHADA





















O Meajazz & Blues regressa já esta sexta-feira e sábado, dias 3 e 4 de julho, ao Jardim do Luso, na Mealhada, para mais uma edição de entrada gratuita dedicada ao jazz, blues, soul e às múltiplas linguagens que orbitam estes universos musicais.

Com produção e curadoria da Luckyman Music, em parceria com a Câmara Municipal da Mealhada, o festival volta a afirmar-se como um espaço de encontro entre diferentes gerações, estéticas e geografias musicais, mantendo uma programação acessível num dos cenários naturais mais emblemáticos da região centro.

Ao longo de dois dias, o Meajazz & Blues reúne artistas nacionais e internacionais que atravessam diferentes abordagens à música de raiz contemporânea. Entre os destaques da edição de 2026 encontram-se Tó Trips & Fake Latinos, Frankie Chavez, Cabrita e Mirla Riomar, nomes que representam percursos distintos mas unidos pela procura de novas possibilidades sonoras a partir do jazz, blues, folk, soul e das músicas do mundo.

A programação arranca no dia 3 de julho com Luís Martelo & His Band e Peter Storm & The Blues Society, culminando com o concerto de Tó Trips & Fake Latinos, projeto que cruza influências latinas, folk e rock instrumental numa linguagem marcada pela improvisação e pela construção atmosférica.

No dia 4 de julho, o festival recebe Cabrita, músico que tem vindo a desenvolver um percurso singular entre jazz, experimentação e fusão contemporânea, seguindo-se Mirla Riomar, cantora brasileira radicada em Portugal que cruza afrobeat, ritmos afro-brasileiros e soul numa proposta de forte dimensão performativa. O encerramento ficará a cargo de Frankie Chavez, um dos nomes mais reconhecidos da música portuguesa contemporânea, cuja abordagem ao blues e folk tem conquistado público dentro e fora do país.

A animação musical antes dos concertos volta a ser assegurada por DJ Rui Rosa, enquanto a banda Desbundixie será responsável pela animação de rua durante a tarde de sábado.

Desde a sua criação, o Meajazz & Blues tem vindo a consolidar-se como um projeto de valorização cultural e territorial, promovendo o acesso gratuito à música ao vivo e contribuindo para a descentralização da oferta cultural. Num ambiente de proximidade entre artistas e público, o festival continua a afirmar-se como um dos encontros mais consistentes dedicados ao jazz, blues e soul na região centro.

Meajazz & Blues 2026

3 de julho

20h00 - DJ Rui Rosa
20h30 - Luís Martelo & His Band
21h30 - Peter Storm & The Blues Society
23h00 - Tó Trips & Fake Latinos

4 de julho

17h00 - Desbundixie
20h00 - DJ Rui Rosa
20h30 - Cabrita
21h45 - Mirla Riomar
23h00 - Frankie Chavez

SAI HOJE O TERCEIRO DISCO DE POST SAUDADE















Sai hoje "Modern Life'" primeiro single do novo disco de Post Saudade, a sair em Novembro deste ano com o selo da Raging Planet.

Nos dias que correm existe muito a expressão "tempos modernos". Estarão estes tempos a fazer bem à humanidade? 

Conseguiremos sobreviver a eles sem ficar completamente destroçados ou a necessitar de psicoterapia? 

E as novas gerações? Será que algum dia darão valor ao sentir em prol da imagem e dos produtos? 

"Modern Life" é um breve resumo do que as relações são hoje: frágeis, voláteis, substituíveis, e, acima de tudo, uma ilusão.

Este é o primeiro single do terceiro disco de Post Saudade - Primitive Internet, a sair em Novembro deste ano, com o selo da Raging Planet.

Post Saudade é uma banda de rock alternativo do Porto, formada em 2023 por Jonny Saudade , inicialmente como projeto a solo e consolidada com a formação atual em 2025, com a entrada dos restantes membros: Amish Saudade (guitarra, back vocals), Henry Saudade (bateria) e Oscar Saudade (baixo).

A sonoridade que os caracteriza cruza o rock alternativo, com stoner e hard rock, combinando riffs pesados com momentos mais atmosféricos e imprevisíveis e longas camadas de distorção, algum fuzz e densidade sonora.

Entre as suas influências destacam-se QOTSA, Bowie, Kyuss, Black Sabbath e Faith No More. O resultado é um som denso, feito de dualidades entre agressividade e calmaria, com momentos melódicos.

Ao vivo, conseguem esmagar o público com uma parede sonora que não se sente em disco. O impacto é imediato, com riffs esmagadores que se conjugam com uma atmosfera quase tranquilizante, apresentando várias paisagens ao longo de cada música, revelando, também, diretas e dançáveis.

RÁDIO MACAU ANUNCIAM DIGRESSÃO NACIONAL

 


















O enorme entusiasmo gerado pelo anúncio do regresso dos Rádio Macau aos palcos motivou a banda a levar esta celebração a públicos de todo o país, através de uma digressão nacional.

Depois de esgotarem as duas datas no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e com o concerto no Coliseu Porto Ageas também praticamente esgotado (restando apenas alguns bilhetes nas galerias), os Rádio Macau prolongam este reencontro com o público através de uma tour que passará por várias cidades de Portugal Continental e pelas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

A digressão terá início a 20 de novembro de 2026, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, com um concerto particularmente simbólico para a banda: é na cidade que viu nascer os Rádio Macau que começa esta tour, seguindo depois para o resto do país ao longo de 2027. Os bilhetes estão à venda nas bilheteiras do Centro Cultural Olga Cadaval e na Ticketline.

A decisão surge na sequência das inúmeras mensagens enviadas pelo público que não conseguiu adquirir bilhete para os concertos de Lisboa, bem como do forte interesse manifestado por promotores de diferentes regiões do país em receber aquele que é um dos regressos mais marcantes da música portuguesa dos últimos anos.

Mais do que acrescentar novas datas, esta digressão representa a oportunidade de levar este reencontro a um público mais alargado, permitindo que milhares de pessoas possam voltar a ouvir ao vivo um repertório que atravessa gerações e continua a ocupar um lugar único na história da música portuguesa.

Formados em 1983, nos subúrbios de Sintra, os Rádio Macau afirmaram-se como uma das bandas mais influentes da segunda vaga do pop-rock português, construindo uma identidade singular entre o pós-punk, a new wave e uma forte dimensão literária. Ao longo de mais de quatro décadas, desenvolveram uma obra marcada pela atmosfera urbana, pela experimentação sonora e por canções que permanecem vivas na memória coletiva, como “Bom Dia Lisboa”, “A Vida Num Só Dia”, “O Anzol” e “Amanhã É Sempre Longe Demais”.

Hoje, a voz inconfundível de Xana continua a ser o centro emocional da banda, acompanhada por Flak, Alex Cortez, Filipe Valentim e Samuel Palitos, naquela que reúne a formação responsável por alguns dos momentos mais marcantes da música portuguesa.

As restantes datas, cidades e informações relativas à digressão serão anunciadas através dos canais oficiais da banda e dos respetivos promotores.

Coliseu dos Recreios, Lisboa
30 de setembro e 2 de outubro

ESGOTADO

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

Coliseu Porto Ageas
15 de Outubro

ÚLTIMOS BILHETES

Cadeiras de Orquestra 37€
1ª Plateia 32€
2ª Plateia 27€
Tribuna 30€
Camarote de 1ª Frente 30€
Camarote de 1ª Lateral 25€
Frisas Baixo 27€
Frisas Cima 22€
Balcão Popular 25€
Galeria 22€
Geral 20€
Camarote de 2ª 18€

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

sábado, 27 de junho de 2026

PROGRAMA DE 27/06/26












1 - aBAND'anados - Baixar ops braços (não)
entrevista  Amplificador do Rock (João Palma e Ricardo Serra)
2 - Peter Strange - A fúria
entrevista  Amplificador do Rock (João Palma e Ricardo Serra)
3 - Dixit - Madrugar em Gaza
4 - André Henriques - Pese embora
5 - Ezequiel - Portugalidade

6 - Estaca Zero - Corridinho manouche
7 - Raia - Saias cinza (c/ Omiri)
8 - Omiri - A saia da Carolina
9 - Luta Livre - Estufas & alojamento local
10 - Lituo - Assim assim

NOVO SOM DE MONOTRONOC



"Afterglow" é uma faixa de Deep-House sonhadora e emocional que transforma o brilho quente de momentos especiais em música.

Batidas suaves se misturam a synths etéreos e criam uma atmosfera entre nostalgia, melancolia e esperança.

No centro da música está a sensação de querer segurar um momento que já passou, mas cuja calor ainda permanece.

"Afterglow" convida você a pausar, revisitar memórias e olhar para frente com a certeza de que, após cada noite, há um novo amanhecer.

MUSIC
https://www.feiyr.com/x/mono-afterglow
INSTAGRAM https://www.instagram.com/monotronic_official
YOUTUBE
https://youtube.com/monotronic_releases_playlist

GIL HENRIQUES AVISA QUE "TÁ CALOR"





















"TÁ CALOR" surge como o primeiro capítulo deste projeto. A canção parte de uma experiência simples e universal: a dificuldade em adormecer numa noite excessivamente quente. Através de uma abordagem descontraída, visualmente criativa e com um toque de humor, o tema transforma um momento quotidiano numa narrativa musical facilmente identificável por qualquer pessoa. 

Musicalmente, "TÁ CALOR" apresenta uma sonoridade pop/rock contemporânea, acessível e imediata, funcionando como porta de entrada para um universo artístico que continuará a expandir-se através de futuros lançamentos em português e inglês. Embora este tenha sido o lançamento de estreia, "TÁ CALOR" não pretende definir os limites do projeto, mas sim apresentar uma primeira amostra da diversidade criativa que irá marcar os próximos temas.

GIL HENRIQUES é um cantor e compositor português que explora o pop e o rock contemporâneo através de uma identidade bilingue, visualmente criativa e musicalmente sem fronteiras.

Spotify: http://sptfy.bio/iamgilhenriques 
Apple Music: https://music.apple.com/us/album/t%C3%A1-calor-single/6776620411

sexta-feira, 26 de junho de 2026

PARA VER NA BATALHA

 



















No dia 18 de julho, o Claustro Real do Mosteiro da Batalha recebe dois encontros especiais com artistas que dispensam apresentações e que prometem transformar o património, a música e a proximidade com o público numa experiência memorável.

18h00 — TOMÁS WALLENSTEIN

Primeira parte: puto bacoco

Um dos nomes mais criativos da música portuguesa atual chega ao Mosteiro da Batalha para um concerto especial no âmbito do Palco Play Tradicional. Antes, os puto bacoco apresentam uma das propostas emergentes mais interessantes da nova geração.

21h30 — JORGE PALMA TRIO

Primeira parte: Gabriel Gomes

Uma noite de grandes canções, cumplicidade em palco e um formato intimista que aproxima os músicos do público como raramente acontece. Jorge Palma regressa ao Artes à Vila acompanhado por Gabriel Gomes e Vicente Palma, num concerto pensado para ser ouvido sem pressas.

Mais do que concertos, são oportunidades para descobrir a música portuguesa num dos espaços mais emblemáticos do país.

Os bilhetes já estão disponíveis e os lugares são limitados.

Garante já o teu lugar:
Tomás Wallenstein e puto bacoco
Jorge Palma e Gabriel Gome

PROGRAMA DE 26/06/26

1 - Sensible Soccers - Efeito Zandinga (Tolouse Low Trax remix)
2 - Bandua - A lua (Magupi remix)
3 - Richie Campbell - You
4 - IbsxJaur - Floating
5 - Silk Nobre - Chinchada
6 - Holy Nothing - Crença, ofensa e desafio
7 - Ezequiel - Portugalidade
8 - André Henriques - E de repente
9 - Cabrita - Good morning
10 - Gabci - Vanity queen
11 - Rovin - Motard
12 - Birds Arte Indie - Gold and symmetry
13 - Pullmao - Wool and wool
14 - Jacaréu - Eterno espectador
15 - O Simples Mente x luto - Desenho novo 

JOSÉ CID FAZ "MAGIA"

 



















José Cid desvenda hoje a canção “Magia”, o terceiro avanço do álbum “Jovem aos 80”, que será editado em Setembro deste ano.

“Magia” é rock puro e duro, mas com uma sonoridade intemporal que conquista ouvintes de todas as gerações. Este tema revela, mais uma vez, o talento singular de um artista distinguido com um Grammy e reconhecido mundialmente pela sua excelência musical, sempre à frente do seu tempo. Recuperada do “baú do tempo”, esta canção com mais de 50 anos surpreende pela sua atualidade, autenticidade e energia genuinamente rockeira.

A canção tem voz e Hammond de José Cid, guitarra e coros de Zé Miguel, baixo e coros de Pepe Soares, e bateria e coros de Chico Cardoso. Foi produzida por Amadeu Magalhães e Zé Miguel.

“Magia” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

MARIZA RECRIA "20 ANOS DO CONCERTO EM LISBOA"

 



















No próximo dia 18 de julho, às 21h30, a Ribeira de Gaia será palco de um momento único na história da música portuguesa: Mariza, a Voz Portuguesa mais universal do mundo, regressa ao palco com a Orquestra Sinfonietta do Porto, sob a direção magistral de Jaques Morelenbaum, para celebrar o 20.º aniversário do lendário Concerto em Lisboa. O Concerto em Lisboa — A Noite que Mudou Tudo.

Há 20 anos, nos majestosos Jardins da Torre de Belém, em Lisboa, Mariza e o maestro Jaques Morelenbaum protagonizaram uma noite que ficou para sempre na memória de Portugal e do mundo. Acompanhada pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, o registo desse encontro sublime deu origem ao CD e DVD mais vendidos de sempre em Portugal, conquistando milhões de fãs nos cinco continentes e elevando a música portuguesa a um patamar de reconhecimento mundial sem precedentes.

O Concerto em Lisboa não foi apenas um espetáculo — foi o momento em que Mariza conquistou definitivamente o mundo. Um Novo Cenário, a Mesma Magia

Passados 20 anos, o concerto histórico regressa — desta vez numa nova cidade e com uma nova orquestra. Se em 2006 foi a Sinfonietta de Lisboa a dar corpo à música nos Jardins de Belém, em 2026 será a Sinfonietta do Porto a acompanhar Mariza na lindíssima Ribeira de Gaia, com o Rio Douro como pano de fundo e a icónica Ponte D. Luís como enquadramento natural.

Da Torre de Belém ao Douro, de Lisboa ao Porto, Mariza leva o seu imenso talento e a sua música a um dos cenários mais deslumbrantes do país. Uma noite de entrada gratuita, aberta a todos, que promete ser tão inesquecível quanto aquela que, há duas décadas, ficou gravada para sempre na memória de quem a viveu — e na história da música portuguesa.

Sobre MARIZA

Mariza é hoje, sem discussão, a maior embaixadora da música portuguesa no mundo. Dotada de uma voz única, poderosa e inconfundível, e de uma presença de palco absolutamente avassaladora, percorreu os mais prestigiados palcos internacionais — de Carnegie Hall ao Royal Albert Hall, passando pelos maiores festivais de música do planeta. A sua discografia acumulou prémios, certificações de ouro e platina, e um reconhecimento crítico unânime em todo o mundo.

Mariza não é apenas uma artista — é um fenómeno cultural.

Sobre JAQUES MORELENBAUM

Jaques Morelenbaum é um dos mais respeitados maestros e arranjadores do panorama musical internacional. Colaborador próximo de nomes como Caetano Veloso, Ryuichi Sakamoto ou Sting, a sua ligação a Mariza produziu um dos mais marcantes e belos registos de sempre do cancioneiro português sinfónico — uma parceria que o tempo consagrou como verdadeiramente única.

Detalhes do Evento

Data: 18 de Julho de 2026
Hora: 21h30
Local: Ribeira de Gaia, Vila Nova de Gaia
Entrada: Gratuita
Orquestra: Sinfonietta do Porto, dirigida por Jaques Morelenbaum

CABRITA AVANÇA NOVO DISCO















Depois da edição do EP “Afterlife”, Cabrita regressa com “Good Morning”, novo single acompanhado por um videoclipe realizado por Richard F. Coelho. O tema surge como o primeiro avanço de “#partytime”, terceiro longa-duração do músico, com lançamento previsto para outubro.

“Good Morning” ocupa um lugar particular na construção do novo álbum. Embora seja o primeiro tema revelado, representa simultaneamente o fim da narrativa que atravessa “#partytime”. A canção parte do momento seguinte a uma longa noite de excessos, colocando o ouvinte perante o despertar e as consequências emocionais de uma experiência vivida no limite.

É precisamente nesse instante de ressaca física e emocional que o tema se desenvolve. Entre ansiedade, arrependimento e tentativa de reconstrução dos acontecimentos da noite anterior, “Good Morning” procura capturar aquele momento de vulnerabilidade em que a euforia dá lugar à reflexão. O tema explora a sensação de acordar sem conseguir escapar ao peso das decisões tomadas horas antes, transformando esse estado num ponto de partida para uma narrativa mais ampla.

A própria génese da canção reflete essa lógica de continuidade. O seu esboço nasceu durante as sessões de composição de “Umbra”, álbum editado em 2023. Inspirado por uma conhecida máxima de Ernest Hemingway - a de deixar sempre algo por escrever para facilitar o regresso ao trabalho no dia seguinte - João Cabrita optou por interromper deliberadamente o desenvolvimento de algumas ideias quando concluiu o disco anterior. “Good Morning” foi uma dessas sementes deixadas em aberto, acabando por tornar-se o ponto de partida para o novo trabalho.

Do ponto de vista musical, o tema mantém a abordagem híbrida que tem caracterizado o percurso de Cabrita, cruzando diferentes linguagens e referências sem perder uma identidade própria. João Cabrita assume os saxofones, os baixos e a guitarra barítono, acompanhado por Ivo Costa na bateria e João Rato nas guitarras.

O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado por Richard F. Coelho, o primeiro de um conjunto de quatro vídeos concebidos para expandir o universo narrativo de “#partytime”. Mais do que uma simples tradução visual da canção, o projeto procura acrescentar novas camadas à história que atravessa o álbum, prolongando o diálogo entre música e imagem.

Com mais de três décadas de atividade, João Cabrita construiu um percurso singular na música portuguesa, afirmando-se como músico, compositor e colaborador de alguns dos mais relevantes projetos nacionais. Ao longo da carreira trabalhou com artistas como Sérgio Godinho, Dead Combo, The Legendary Tigerman, Cais Sodré Funk Connection, Virgem Suta, Susana Félix, X-Wife, Selma Uamusse e Márcia, entre muitos outros

Nos últimos anos, tem vindo a aprofundar uma dimensão cada vez mais autoral através de trabalhos como “Cabrita” (2020), “Umbra” (2023) e, mais recentemente, o EP “Afterlife”, onde explorou a ideia de transformação e continuidade das canções para além da sua forma original.

Com “Good Morning”, Cabrita inaugura agora um novo capítulo. Primeiro avanço de “#partytime”, o tema apresenta uma história que começa pelo fim, convidando o ouvinte a entrar numa narrativa onde a celebração, a memória e as consequências coexistem no mesmo espaço emocional.

NOVO SINGLE DE T-REX

 



















T-Rex
UM DIA VAIS PERCEBER

UM DIA VAIS PERCEBER assinala o aguardado regresso de T-Rex aos lançamentos de longa duração e sucede ao aclamado COR D'ÁGUA, disco que o consagrou como o artista mais ouvido em Portugal e Angola em 2023 e lhe valeu o Prémio PLAY de Álbum do Ano.

Ao longo de 14 faixas, o rapper e produtor luso-angolano expande a identidade sonora que o tornou uma das vozes mais marcantes do panorama nacional, num equilíbrio entre a familiaridade e a novidade que define esta nova fase artística. O lançamento antecede um momento histórico na sua carreira: a apresentação de UM DIA VAIS PERCEBER no Sumol Summer Fest, a 4 de julho, onde T-Rex atua como o primeiro cabeça-de-cartaz nacional da história do festival.

 

BANDUA LANÇA “BARQUINHO”, NOVO SINGLE QUE APONTA O RUMO DE BANDUA II













Depois de “Flor do Rosário” e da reVariação de “O Corpo É Que Paga”, a dupla revela uma nova canção sobre comunidade, pertença e transformação, antecipando o álbum com edição prevista para outubro de 2026.

No dia 26 de junho, os Bandua lançam “Barquinho”, novo single de antecipação de BANDUA II, o segundo álbum da dupla formada por Bernardo D’Addario e Edgar Valente, com edição prevista para outubro de 2026.

O lançamento sucede a “Flor do Rosário”, primeiro avanço do novo álbum (a ser editado pela editora germânica/sueca Ajabu! Records) divulgado em maio, e a ReVariação de “O Corpo É Que Paga”, de António Variações, editada a 13 de junho pela editora Postas de Pescada.

Conhecidos pelo cruzamento entre música eletrónica e o cancioneiro popular, os Bandua apresentam em “Barquinho” uma canção construída a partir de uma imagem simples: uma pequena embarcação que se recusa a navegar sozinha. A partir desta ideia, o tema desenvolve uma reflexão sobre comunidade, pertença, encontro e transformação, eixos centrais do novo álbum.

Inspirado pelo imaginário marítimo português, o single recupera uma das imagens mais presentes na memória coletiva para lhe atribuir um novo significado. O barco afasta-se das narrativas de conquista ou de viagem solitária e afirma-se como espaço de abrigo, partilha e encontro. Um lugar onde coexistem diferentes vozes, histórias e formas de estar no mundo.

É a partir do verso “Eu queria que o meu barquinho não navegasse sozinho / queria eu que fosse ninho para mais que um passarinho” que a canção estrutura a sua narrativa, transformando o barco em ninho e a viagem numa travessia coletiva. Musicalmente, “Barquinho” assinala uma nova etapa na evolução do projeto. Mantendo a ligação às tradições musicais portuguesas que marcaram a identidade dos Bandua desde a sua origem, a dupla expande agora o seu território sonoro para uma linguagem mais aberta, plural, luminosa e dançável.

O tema funciona também como chave de leitura para BANDUA II, disco que propõe uma reflexão sobre Portugal enquanto território em permanente construção e desconstrução, atravessado por encontros, circulação de influências e transformações contínuas. O barco surge, neste contexto, como metáfora de uma condição permanente de viagem, mas também de escuta e incontornável troca entre pessoas, territórios e tempos distintos.

Se no álbum de estreia os Bandua centravam a sua exploração musical na Beira Baixa, cruzando o património sonoro do interior do país com a eletrónica de matriz downtempo, em BANDUA II alargam esse horizonte. O novo disco parte desse território para o colocar em diálogo com outras geografias, influências e paisagens sonoras, propondo uma leitura mais ampla da identidade portuguesa enquanto espaço de encontro, circulação e transformação.

Esta mudança de rumo encontra eco em "Barquinho", uma canção que faz da viagem uma metáfora para o encontro e a construção coletiva. O videoclipe, filmado em Berlim nas margens do rio Spree, reforça essa ideia de travessia e de abertura ao exterior.

Com "Barquinho", os Bandua abrem o caminho para BANDUA II, um álbum que revisita a memória sem nostalgia, afirmando a identidade como um processo em permanente construção e a música como lugar de encontro entre tradição e contemporaneidade.

PRÓXIMOS CONCERTOS

27 JUNHO - Jardim de Verão, Gulbenkian
25 JULHO - Noites de Verão, Teatro de Vila Real
6 SETEMBRO - Festival Noites no Cais, Lagos

quem são Bandua

Bandua é um projeto musical colaborativo entre o músico e produtor luso-brasileiro Bernardo D’Addario e o músico e cantor português Edgar Valente. A sua prática assenta na articulação entre a memória e a cultura portuguesa e as tendências musicais contemporâneas globais, construindo uma linguagem de música eletrónica enraizada no território. O resultado cruza elementos digitais e orgânicos, tecnologia e tradição, esbatendo fronteiras entre campo e cidade, passado e futuro, local e global.

D’Addario e Valente inscrevem-se, neste contexto, como parte de uma geração que convoca e cruza heranças culturais diversas, refletindo simultaneamente uma ancestralidade plural e uma prática artística aberta à absorção e transformação das linguagens musicais contemporâneas.

Se em BANDUA o discurso incidia sobre dimensões identitárias e interpretativas de uma narrativa que se iniciava com “Era Assim”, em BANDUA II o enfoque desloca-se para a afirmação do presente e das suas possibilidades, assumindo uma abordagem menos centrada na construção de mito e mais orientada para a realidade, sintetizada na formulação “É Assim”.

Trata-se de um disco que coloca no centro a aceitação da alteridade, em articulação com a revisão crítica das noções de identidade. Um movimento de reaproximação ao passado com o objetivo de produzir música no presente, orientada por uma escuta projetada para o futuro.

A LAUGH TO CRY LEVADO AO PALCO DO TEATRO SÃO LUÍS





















A LAUGH TO CRY
ópera de Miguel Azguime e Paula Azguime

Visceral, íntima e profundamente humana.

10 e 11 de Julho de 2026, 20h, Teatro São Luiz, Lisboa 

A Laugh to Cry confronta a destruição da memória, a devastação da Terra, a guerra e o possível colapso da humanidade, mas afirma o poder da criação como recusa do silêncio.

A ópera desenrola-se entre o sonho e a realidade, o visível e o invisível, o riso e o choro.

Música e libreto multilíngue de Miguel Azguime, encenação de Paula Azguime, direcção de Pedro Neves, solistas Camila Mandillo, Andrea Conangla e André Henriques, recitantes Jade Mandillo e Miguel Azguime, e o Sond'Ar-te Electric Ensemble.

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ÏNIA EDITA NOVO SINGLE 'DESAPEGADA' E ANUNCIA EP DE ESTREIA





















Fotografia: Lucas Machado

O tema coescrito com xtinto conta com produção de Choro e fará parte do primeiro curta duração da artista, previsto para depois do verão

'Desapegada' é o título do provocador novo single de ÏNIA. A cantora e compositora edita agora a canção que dá início à nova etapa da sua carreira artística de originais. O tema foi criado com Choro, que assina também a produção, e conta ainda com a colaboração de xtinto, na escrita.

"Esta canção explora uma sonoridade mais experimental e diferente daquela que apresentei no 'Inesquecível', o meu primeiro lançamento. Sinto que é um passo importante na minha evolução artística, porque quero continuar a transformar e a descobrir a minha identidade musical", afirma a cantora e compositora.

O tema 'Desapegada' é acompanhado por um videoclipe realizado por Valdir Furtado, que encabeça a comunidade criativa Embaixada. Segundo ÏNIA, "mais do que existir um conceito narrativo específico, a ideia principal do videoclipe era começar a definir e consolidar a imagem artística que quero ter daqui para a frente. Sinto que este lançamento é uma porta de entrada muito importante para essa nova fase e queria que isso também se refletisse no lado visual".

Sobre o EP de estreia, previsto para o último semestre de 2026, contará com a colaboração de 3 produtores: Choro, Luar e João Borsch.

"Este conjunto de canções foi um percurso longo e muito importante para mim. É o resultado de quase três anos de trabalho, um tempo que quis dar a mim própria para me descobrir enquanto artista, perceber o que realmente queria fazer e procurar as motivações certas para criar as músicas que sentia que precisava de fazer", começa por explicar a artista. Os 3 produtores do EP tiveram um "papel fundamental" nesta construção sonora e, segundo ÏNIA, "cada um trouxe uma visão distinta e uma sensibilidade própria para as canções. Sentia que precisava dessas diferentes perspetivas para crescer artisticamente. Ao mesmo tempo, foi muito especial ver como todos conseguiram encontrar um ponto de encontro entre as suas abordagens e a minha visão, ajudando-me a concretizar exatamente aquilo que imaginava para este projeto".

Depois de 'Inesquecível', o primeiro lançamento em 2024 com produção de Luar, a cantora e compositora ÏNIA abre as portas do novo capítulo artístico com 'Desapegada', que promete ser o primeiro passo no percurso singular de uma das novas vozes da Pop portuguesa contemporânea.

ÏNIA é a pele artística da cantora e compositora de 24 anos, natural de Lisboa. Formada em Música Clássica e Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, aprendeu com professores de renome como a lendária Maria João, construindo uma sensibilidade lírica e vocal assente nas emoções, na técnica e também na vulnerabilidade artística.

Começou a colaborar com vários artistas do panorama nacional, nomeadamente, com Bárbara Bandeira, como back vocal, destacando-se no concerto de abertura da banda Coldplay, no Estádio Cidade de Coimbra; com Bárbara Tinoco, na direção de arranjos vocais, integrando concertos em salas emblemáticas como a MEO Arena e a Super Bock Arena; com Carolina Deslandes, na direção de arranjos vocais de versões "Unplugged" filmadas na MEO Arena; e integra a formação ao vivo de Branko, na nova tour de concertos do artista, tendo passado já por festivais nacionais como o MEO Kalorama e o Coala.

Em 2024, ÏNIA estreou-se como artista a solo, com o single 'Inesquecível'. Produzida por Luar, a canção Pop alternativa ganhou airplay na Rádio Renascença e RDP Internacional, entre outras. Dois anos depois do primeiro lançamento, a artista prepara agora o primeiro trabalho de originais, cuja escrita será marcadamente crua e honesta. Com edição prevista para o último trimestre deste ano, o EP de estreia de ÏNIA, inclui o novo single 'Desapegada' e promete novos rumos para a Pop nacional.

VIRGUL TEM NOVO SINGLE





















Virgul
publica hoje um novo single e um novo video.

“Não Tá Fácil” é o titulo da nova canção que, como surpresa, tem a participação de Maninho. Se as canções de cada um destes dois magnéticos artistas já é sinónimo de boas vibrações , os dois juntos prometem duplicar essa boa energia.

O tema tem letra de Virgul, Maninho, Azart e Gonçalo Malafaya

e música de Virgul, Maninho, Azart, Gonçalo Malafaya, Daus e Fumaxa.

A produção esteve a cargo da incrivel dupla de produtores, Daus e Fumaxa

O vídeo contagia-nos de toda a boa disposição da canção e teve realização de Gonçalo Carvoeiras.

Uma incrível musica que promete invadir as radios e discotecas neste Verão de 2026.

MATILDE BELLAMAR EDITA EP





















Matilda regressa com o novo EP intitulado "Entre Linhas"… agora em nome próprio, Matilde Bellamar. A cantora e compositora Matilde Bellamar concilia os estudos com a sua paixão pela música.

As canções de Matilde revelam as suas experiências e acontecimentos vividos, como já demonstraram com o seu tema de estreia, "Centro das atenções", canção que fez parte da banda sonora da telenovela – “Cacau” (TVI).

“Definir uma data exata para quando a música começou a fazer parte da minha vida é praticamente impossível…

A música sempre fez parte de mim!”, palavras de Matilde Bellamar.

Entre Linhas é um EP que nasce dos espaços que existem entre aquilo que sentimos e aquilo que conseguimos dizer. Ao longo das três músicas, o EP percorre diferentes momentos que habitam precisamente nesse lugar intermédio. Fala sobre o processo de crescer e da forma como as nossas expectativas nem sempre correspondem àquilo que acontece na realidade. Mas, acima de tudo, este EP nasce de algo que sempre a fascinou: ouvir quem tem algo para partilhar. Matilde gosta de ouvir as histórias das pessoas, mas gosta ainda mais de tentar perceber aquilo que existe para além das palavras, os pequenos detalhes, o que se esconde nas entre linhas. É aí que muitas vezes encontra o que mais lhe toca. E não acontece apenas com as histórias dos outros; acontece também com as suas histórias.

Foi precisamente dessa curiosidade pelo que se revela nos silêncios e nos detalhes que surgiu o nome deste EP - Entre Linhas. “Mulher” fala sobre a passagem de menina a mulher e tudo o que esse crescimento traz consigo. A “Mesma História” olha para os ciclos que insistem em regressar, mesmo quando já deveriam ter sido encerrados. E, por fim, “Palavra Namorar” mora no limbo entre o que queremos e o que realmente existe.

Mais do que três canções independentes, “Entre Linhas” reúne fragmentos de experiências ligadas por tudo aquilo que permanece implícito. É um convite a olhar com mais atenção para as nuances, os detalhes e tudo o que, muitas vezes, só ganha sentido quando aprendemos a ler nas entrelinhas.

EP – Entre Linhas, já disponível em todas as plataformas digitais, num click perto de sim!

"O INFERNO CAIU DO CÉU" GRITA RIYTA NO NOVO SINGLE "INFERNO"​





















Fotografia: Carolina Rosário

Produzido por DØR, reconhecido pelas colaborações com IOLANDA, Rita Onofre e JÜRA, o tema indie pop é um manifesto emocional entre a vulnerabilidade e a superação.

RIYTA acaba de lançar o novo single "INFERNO", já disponível em todas as plataformas digitais. Produzida por DØR - colaborador habitual de artistas como IOLANDA, Rita Onofre e JÜRA - a canção Pop com influências de música alterativa apresenta-se como um manifesto de libertação e superação. Entre explosões emocionais, vulnerabilidade crua e catártica a produção atmosférica intensa, melancólica e cinematográfica, a artista transforma a queda numa oportunidade de recomeço.

"'INFERNO' fala sobre a descoberta de que é na dor que reside o crescimento. É a partir do chão que desabou que se constrói o futuro. A música traduz esse processo num manifesto sonoro de libertação e superação, onde o desespero não anula a esperança -intensifica-a", explica RIYTA.

O processo criativo aconteceu de forma espontânea, com base num instrumental de DØR e com a letra a surgir praticamente de uma só vez, dando origem a uma das composições mais pessoais da cantora e compositora até à data. RIYTA afirma que a força da produção de DØR se uniu à sua vulnerabilidade, para criar "uma obra que incendeia o passado para iluminar o futuro. É um grito que precisava de ser libertado e acabou por escorrer em forma de indie pop".

A acompanhar o lançamento de "INFERNO" chega também o respetivo videoclipe, realizado por Beatriz Silvestre, com direção de fotografia de Tiago Brito e produção da Cinema Plastique. Gravado no Algarve, o vídeo expande o universo da canção, através de uma estética visual marcada pelo fogo, pela natureza e pela ideia de renascimento.

"Os visuais cinematográficos intensificam a força emocional da música e expandem o universo do projeto. A narrativa acompanha uma protagonista que se liberta do peso e da dor, caminhando pelo sofrimento em direção ao nascer de um novo dia, quase como uma travessia até à primavera", partilha RIYTA.

"INFERNO" surge numa fase particularmente importante para a artista. Após vários anos a conciliar a música com um trabalho fora da área artística, RIYTA decidiu dedicar-se à criação a tempo inteiro, assumindo este momento como uma afirmação da sua identidade criativa e da sua devoção à arte. Já disponível nas plataformas digitais, o novo single reforça esse compromisso, apresentando uma artista cada vez mais livre, inquieta e determinada a explorar novos caminhos.