sexta-feira, 10 de julho de 2026

QUASE A ARRANCAR A 10ª EDIÇÃO DO DAR A OUVIR





















Entre 18 de julho e 6 de setembro, o Convento São Francisco recebe a 10.ª edição do Dar a Ouvir. Coorganizado pelo Convento São Francisco/Câmara Municipal de Coimbra e pelo Serviço Educativo do Jazz ao Centro Clube , a iniciativa reúne Fernando Mota, Teatro do Frio, Unloop e Xavier Paes & Inês Tartaruga Água, num programa que volta a desafiar as formas de ouvir, de sentir e de habitar o espaço através das artes sonoras e da criação contemporânea.

O Dar a Ouvir regressa ao Convento São Francisco para assinalar a sua 10.ª edição, de 18 de julho a 6 de setembro, com um programa que reafirma o lugar da escuta enquanto experiência artística, sensorial e crítica.

A programação volta a reunir artistas que trabalham nas fronteiras entre o som, a performance, a instalação, o corpo e a investigação científica, apresentando ao público um conjunto de propostas que expandem a forma como nos relacionamos com o espaço, a matéria e o tempo.

Ao longo de quase dois meses, o Dar a Ouvir apresenta instalações, performances, oficinas e videoarte. Os artistas Fernando Mota, Xavier Paes & Inês Tartaruga Água, e os coletivos Teatro do Frio e Unloop apresentam, nesta edição, obras que colocam a escuta no centro da criação e da experiência coletiva.

Na sua 10.ª edição, o Dar a Ouvir prossegue o percurso conceptual desenvolvido nos últimos anos. Depois de “O Som de Todas as Coisas” e “A Materialidade (e a Consciência) do Som”, o ciclo apresenta agora “Dar a Ouvir: A Montanha e o Micélio”.

Mais do que procurar ouvir a montanha ou a rede micelial - embora Fernando Mota o tenha feito nas gravações de campo usadas em “Até ao Fim do Mundo” e Sara Montalvão e David Negrão (Unloop) pesquisem a riqueza das trocas e das comunicação nos micélios em “Rhîza” -, as obras reunidas nesta edição convidam o público a pensar as relações entre corpos, matéria, tempo e espaço, questionando perspetivas centradas no humano (reconhecendo que o humano deixa de ocupar o centro da experiência) e abrindo espaço para outras formas de compreender o mundo através da escuta.

Um dos destaques desta edição é a presença de Xavier Paes & Inês Tartaruga Água, a quem o Dar a Ouvir deu carta branca para desenvolver uma nova criação, que abre ao público de 21 de agosto a 6 de setembro.. Ao longo de mais de um mês de trabalho, em contexto de residência artística, a dupla cria uma peça para o espaço do Convento São Francisco e apresenta também obras que marcaram o seu percurso recente.. Destaque ainda para a instalação Puro Spirito”, ativada por uma performance no dia 30 de julho, às 18h00, na Sala Sofia, onde vai ficar até 6 de setembro.

A dupla propõe ainda as performances “Berrante” (a 18 de julho, às 18h00, na Antiga Igreja do CSF), “Opus II” (a 5 de setembro, às 18h00, na Antiga Igreja) e “Variações para Piões” (a 6 de setembro, às 17h00, na Black Box). Paralelamente, os artistas conduzem três oficinas (no dia 24 de julho, às 10h30; e a 25 e 26 de julho, às 16h00). Este conjunto de propostas explora as relações entre corpo, espaço, matéria e escuta através da ressonância, do movimento e da transformação de objetos e de arquiteturas em instrumentos sonoros.

Outro dos destaques desta edição é “Rhîza” , instalação interativa do coletivo Unloop, patente entre 18 de julho e 6 de setembro, na Sentina do Convento São Francisco, com uma performance de ativação agendada para dia 18, às 17h00 e às 19h00. Cruzando pensamento artístico, tecnologia, corpo em movimento e investigação científica, desenvolvida na Universidade de Coimbra nas áreas da micologia e da neurociência, a obra convida o público a explorar novas formas de contemplação e de relação com o mundo biológico através da interação. A instalação assinala ainda o culminar de um processo de criação desenvolvido ao longo dos últimos oito meses, em residência artística no Salão Brazil, no âmbito do apoio à criação promovido pelo Jazz ao Centro Clube. Uns dias antes, a 14 de julho, Sara Montalvão promove a oficina “Rhîza: Prática de Corpo”, com entrada gratuita.

Em estreia absoluta, o Teatro do Frio apresenta a criação multidisciplinar “Da Prece ao Techno”. O coletivo de pesquisa, criação e produção teatral do Porto traz ao Dar a Ouvir um espetáculo inédito, a ser apresentado na Black Box do Convento, às 19h00, do dia 31 de julho. A nova criação cruza som, corpo e experiência sensorial, num percurso entre a escuta interior e a celebração coletiva, investigando a ressonância enquanto relação entre corpos, materiais e espaço.

O universo criativo de Fernando Mota vai estar presente com a instalação vídeo “Até ao Fim do Mundo”, de 18 de julho a 6 de setembro, desenvolvida com Mário Melo Costa.A 26 de julho, às 18h00, Fernando Mota apresenta, no palco do Grande Auditório do Convento, o espetáculo homónimo “Até ao Fim do Mundo” é uma criação multidisciplinar que reúne geologia, música, literatura e vídeo para refletir sobre a relação entre o tempo geológico e o tempo humano.

Paralelamente à programação artística, o Dar a Ouvir vai promover ainda um programa convergente de conversas, a decorrer no Salão Brazil, em Coimbra, a anunciar em breve.

Mantendo o seu arranque no Dia Mundial da Escuta (World Listening Day), celebrado a 18 de julho, o Dar a Ouvir apresenta, nesta edição, uma programação distribuída ao longo de quase dois meses. Sem se limitar ao fim de semana de abertura, o programa reforça a aposta na criação artística, nas residências e nos processos de experimentação, afirmando-se como um espaço de desenvolvimento e apresentação de novos projetos.

À semelhança do que tem acontecido nas edições anteriores, a maioria das propostas do programa tem entrada gratuita, sujeita à lotação dos espaços e mediante levantamento de bilhete no próprio dia, na bilheteira do Convento São Francisco (a funcionar diariamente entre as 15h00 e as 20h00). Os bilhetes para o espetáculo “Da Prece ao Techno”, do Teatro do Frio, já estão disponíveis na Ticketline e na bilheteira do Convento São Francisco, com desconto de 40% para Cartões Amigo, além dos descontos habituais.

PROGRAMAÇÃO 2026

14 de julho, terça-feira

18h00 até 19h30 Rhîza: Prática de Corpo

Convento São Francisco - Caixa Palco

Rhîza: Prática de Corpo é um convite ao movimento na Caixa de Palco do Convento São Francisco, dias antes da estreia/inauguração. Uma sessão ao fim da tarde para sentir no corpo o que a instalação traduz em interação visual e sonora, partindo de conceitos científicos sobre processos miceliais e neuronais.
Inscrições para bilheteira@coimbraconvento.pt


18 de julho até 6 de Setembro
em Loop
"Até ao fim do mundo"
de Fernando Mota e Mário Melo Costa / By Fernando Mota e Mário Melo Costa
Convento São Francisco
Entrada livre

Até ao Fim do Mundo é um projeto de criação que cruza a ciência com a arte numa pesquisa que confronta o tempo geológico com o tempo humano, refletindo sobre o papel e relevância da nossa espécie na história da Terra.

A instalação é uma performance musical de Fernando Mota utilizando materiais naturais e o oráculo chinês I Ching para definir estrutura e instrumentação.

Ficha técnica e artística
Uma co-produção Instrumentária Poética Associação Cultural; A Caravana Passa Associação Cultural; Câmara Municipal de Castelo Branco / Fábrica da Criatividade / Cine-Teatro Avenida; Teatro Municipal da Guarda / Município da Guarda; Teatro-Cine de Torres Vedras

Com a parceria de AVISTAVULCÃO; Largo Residências / Jardins do Bombarda; FIMFA Lx26; Câmara Municipal da Lourinhã; Convento de São Francisco - Coimbra Cultura e Congressos; Teatro Municipal de Bragança; CAE de Portalegre; Coffeepaste

Com a colaboração científica de Geopark Naturtejo; Geoparque Oeste; Geoparque Açores; Estrela Geopark

Projeto financiado por República Portuguesa – Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes

18 de julho, sábado

17h00 e 19h00 RHîZA
18 de julho até 6 de Setembro 15h00 - 20h00 - INSTALAÇÃO
Convento São Francisco - Sentina
Entrada livre

RHÎZA é uma instalação interativa que se apresenta como um objeto artístico que cruza pensamento artístico visual, tecnológico, sonoro e do corpo em movimento com o pensamento científico de grupos de pesquisa relativos a micologia e neurociência da Universidade de Coimbra. Encontrando paralelismos entre os processos orgânicos e a multidisciplinaridade artística, Rhîza procura instigar o pensamento crítico cruzado e a ativação da contemplação do mundo biológico através do sentido de jogo, característica dos projetos do coletivo Unloop. Esta é uma instalação que conta com uma performance inaugural.

RHÎZA é um projeto do coletivo UNLOOP - dirigido por Sara Montalvão (coreógrafa) e David Negrão (artista visual) - que desenvolve, desde 2020, projetos artísticos e de pesquisa inter-disciplinares. O projeto Rhîza conta com o suporte à criação do Jazz ao Centro Clube, no âmbito das linhas de trabalho em torno do interface entre a Arte e a Ciência.

Ficha técnica e artística

Direcção Artística: Unloop Collective (David Negrão, Sara Montalvão)
Criação e Direção Artística / Creation and Artistic Direction: David Negrão, Sara Montalvão
Criação Sonora: Fernando Mota
Produção e Gestão: Sara Montalvão
Gestão Administrativa: Apuro Associação Cultural e Filantrópica
Consultoria Arte-Ciência: Inês Montalvão
Colaboração Científica: Anabela Marisa Azul, Ana Luísa Carvalho, Ana Rita Quadros, Cristina Márquez, Luísa Amado, Luísa Cortes
CNC-UC / CIBB · Universidade de Coimbra
Parceria: Salão Brazil / Jazz ao Centro · Convento São Francisco
Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

18 de julho, sábado

18h00 BERRANTE de XAVIER PAES & INÊS TARTARUGA ÁGUA
Convento São Francisco - Antiga Igreja
Entrada livre

Berrante é uma peça sonora acústica que explora a ressonância e os corpos ressonantes através do uso de postes de madeira e da arquitetura enquanto instrumentos de produção sonora.

Através da percussão e do atrito, estes objetos são ativados como extensões do espaço, fazendo-o vibrar ao serem arrastados pelo chão. A peça desenvolve-se como uma coreografia circular que liga espaço e som num único corpo contínuo, em estado de drone.

As variações de pressão e velocidade introduzem pequenas nuances tímbricas, dando origem a um ambiente sonoro que preenche a sala com a presença de um coro estranho e etéreo. Diferentes vozes parecem mover-se pelo espaço, conduzidas pelos intérpretes que orientam os postes na procura de uma canção contínua, sem início nem fim.

Ficha técnica e artística
Xavier Paes e Inês Tartaruga Água - estacas de madeira

4, 25, 26 Julho, sexta, sábado e domingo

10h30-11h30 e 16h00-17h00 OFICINA PURO SPIRITO
Xavier Paes & Inês Tartaruga Água
Convento São Francisco - Sala Almedina 30 de julho, quinta
18h00 PURO SPIRITO
Xavier Paes & Inês Tartaruga Água
Convento São Francisco - Sala Sofia

“Puro Spirito” é uma peça que investiga a relação entre dança, ar e som, explorando a presença do corpo entre o espaço negativo e o invisível, e a forma como este pode ser ativado pelo movimento. Os intérpretes utilizam assobios DIY como extensões corporais, transformando o ar circundante numa experiência tangível e sensorial, através de uma coreografia intensa desenhada para gerar ritmomento.

26 de julho, domingo

18h00 ATÉ AO FIM DO MUNDO
DE FERNANDO MOTA COM TEXTO DE JOANA BÉRTHOLO E CRIAÇÃO DE MÁRIO MELO COSTA
Convento São Francisco - Palco do Grande Auditório
Entrada livre

"Até ao fim do Mundo", de Fernando Mota, é um projecto colaborativo de pesquisa e criação multidisciplinar que cruza a geologia com a exploração musical e sonora dos elementos naturais, a literatura e o vídeo. Do diálogo entre as várias áreas de criação artística e a ciência e do confronto entre o tempo geológico e o tempo humano resultam um espectáculo, um filme e uma instalação audiovisual. Partindo de vários locais de importância geológica, e colaborando com geólogos de vários geoparques do território português, foi realizada uma reflexão poética e filosófica acerca das várias concepções de tempo de várias culturas ao longo da história, dos tempos de vida dos mais variados organismos vivos do nosso planeta e da relação entre o “nosso” tempo de vida com o conceito mais vasto do tempo profundo.

Ficha técnica e artística

Direção Artística, Criação Musical e Interpretação: Fernando Mota
Texto: Joana Bértholo
Criação Vídeo: Mário Melo Costa
Espaço Cénico e Figurino: Hugo F Matos
Desenho de Luz: Nuno Meira
Apoio no Desenho de Som: José Grossinho
Operação Técnica: César Joaquim
Coordenação e Produção: Xana Libânio
Consultoria de Projeto: Violeta Mandillo
Fotografia e Vídeo de Comunicação: Ricardo Reis
Comunicação: Mónica Jardim

31 de Julho, sexta

DA PRECE AO TECHNO
Teatro do Frio
Convento São Francisco - BlackBox
Bilhetes disponíveis na Ticketline e bilheteira do Convento São Francisco

Da Prece ao Techno é um projeto multidisciplinar que cruza som, corpo e experiência sensorial, propondo um percurso entre a escuta interior e a celebração coletiva. A obra investiga a ressonância enquanto relação entre corpos, materiais e som, e a queda como gesto físico e simbólico — não como falha, mas como abdicação do controlo e abertura a outras formas de presença, movimento e escuta. 

Ficha técnica e artística

Direção Artística: Rodrigo Malvar
Apoio à Criação e Dramaturgia: Catarina Lacerda
Composição e Interpretação: Henrique Apolinário e Rodrigo Malvar
Desenho de Luz: Wilma Moutinho
Desenho de Som: Bernardo Bento
Figurinos: Çal Pfungst
Apoio à Investigação: Filipa Pimentel, Filipe Lopes, Miguel Homem, Rob Hopkins, sussurro
Dispositivo Cénico: Filipe Tootill
Produção: Ana de Sousa Vieira
Comunicação: Ana Rita Marreiros
Produtor: Teatro do Frio
Design Gráfico: Sérgio Couto
Registo Vídeo: Miguel F
Registo Fotográfico: João Quirino
Co-organização: Câmara Municipal de Coimbra / Convento São Francisco no âmbito da programação “Dar a Ouvir. Paisagens Sonoras da Cidade”
Apoio a Residências: CRL — Central Elétrica, Quarteto Contratempus 

Residência artística / Criação da instalação
Xavier Paes & Inês Tartaruga Água
1 a 20 agosto
SEM NOME / EM CRIAÇÃO
Convento São Francisco - Sala Mondego

21 de agosto a 6 de Setembro
15h-20h Instalação Ainda Sem Nome
Xavier Paes & Inês Tartaruga Água
Convento São Francisco - Sala Mondego
Apoio: PELE

5 de Setembro, sábado

18h00 OPUS II
XAVIER PAES & INÊS TARTUGA ÁGUA
Convento São Francisco - Antiga Igreja

Dois intérpretes permanecem ligados por um violino preso ao peito de cada um. O instrumento, partilhado como extensão comum do corpo, é tocado simultaneamente por ambos, enquanto os seus corpos se deslocam em rotações lentas e contínuas.

O som nasce da tensão entre proximidade e desequilíbrio, entre coordenação e perda de controlo, numa coreografia instável em torno de um centro que nunca se fixa.

A peça dissolve-se progressivamente no movimento até ao colapso inevitável: termina no instante em que o violino cai, interrompendo o som e devolvendo o corpo ao silêncio

Ficha técnica e artística

Inês Tartaruga Água e Xavier Paes – violino 2 arcos

6 de Setembro, domingo

17h00 Variações para Piões
XAVIER PAES & INÊS TARTUGA ÁGUA
Convento São Francisco - Antiga Igreja

Variações para Piões é um conjunto de exercícios que parte de jogos tradicionais de piões e do encontro desse corpo em rotação com diferentes materiais.

Na Variação n.º 1, exploram-se as potencialidades sonoras de piões de cerâmica que, devido à sua forma e rotação, produzem assobios com tonalidades específicas. O gesto e a ação tornam-se centrais neste processo. Corpo, matéria e movimento articulam-se numa prática composicional que usa o pião como instrumento sonoro, ocupando e distribuindo-se no espaço em trajetórias aleatórias. Cria-se assim uma dimensão sonora espacializada, onde a escuta atenta e os intervalos de silêncio intensificam momentos de tensão, hipnose e contemplação

Ficha técnica e artística

Inês Tartaruga Água e Xavier Paes – grés e corda

DAVID FONSECA LANÇA VIDEOCLIPE DO NOVO SINGLE "AMOR SEM PRESSA"





















David Fonseca lança hoje o videoclipe oficial de "Amor Sem Pressa", segundo single de avanço do seu novo álbum de originais em português. Realizado pelo próprio com assistência de Ana Félix, o vídeo acompanha uma das canções mais pessoais do próximo trabalho, uma reflexão sobre o amor e o tempo que nasce do confronto entre a pressão do mundo exterior e a descoberta de uma nova ordem emocional, a de que o amor pode chegar sem urgência, sem cálculo e sem destino previamente desenhado. "Amor Sem Pressa" um vídeo feito com papel e x-acto, já está disponível no YouTube oficial do artista.

Inspirado também pela experiência recente da paternidade, David Fonseca transforma essa reorganização de prioridades numa reflexão mais ampla e universal. “Amor Sem Pressa” não fala apenas de um amor concreto, mas da possibilidade de viver qualquer forma de amor com mais presença, mais entrega e menos medo de não chegar a tempo.

“Amor Sem Pressa” sucede a “Nada a Perder”, primeiro single do décimo álbum de originais em nome próprio de David Fonseca, previsto para 2026. Este novo disco marca um momento particularmente significativo na sua carreira, ao assumir-se como um trabalho inteiramente cantado em português e ao abrir uma nova fase autoral depois da celebração dos seus 25 anos de percurso a solo.

Estas novidades surgem após um ano histórico para David Fonseca, que celebrou 25 anos de carreira a solo com uma digressão que percorreu o país de norte a sul. Ao longo de mais de duas décadas e meia, editou 14 álbuns de estúdio e inúmeros singles que se tornaram referência, como “Kiss Me, Oh Kiss Me”, “Deixa Ser” ou “Someone That Cannot Love”, mantendo uma presença sólida, consistente e profundamente ligada ao público.

O novo álbum será apresentado ao vivo em 2026, em dois concertos especiais, no dia 21 de novembro, na Super Bock Arena, no Porto, e no dia 28 de novembro, no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa.

“Escrever canções é um exercício de observação constante. Os olhos postos nos pequenos e grandes pormenores do mundo, a dar passos para trás e para a frente de forma a ver outras perspectivas. Ou então a olhar para dentro do poço que cada um encerra em si, a fazer descer o balde na esperança de trazer à tona algo mágico. ‘Amor Sem Pressa’ nasce da mistura de vários quadros vivos: por um lado, a correria de um mundo moderno que nos exige um sucesso concreto e idealizado na vida emocional, um desígnio que temos de cumprir sem sabermos bem porquê; por outro, a minha experiência pessoal como pai recente, a reorganizar prioridades e vivências. A canção é um convite a desacelerar, a retirar o peso que o tempo quer exercer sobre nós num mundo rápido demais, a deixarmo-nos ir sem calcular constantemente o destino.” 

David Fonseca

A ETREIA DE MAHBE





















MAHBE
apresenta “Shake It”, o single de estreia do seu projeto artístico, numa canção que cruza pop contemporâneo, R&B e influências urbanas para explorar temas como confiança, liberdade e afirmação individual. O tema marca o início de uma nova etapa para a cantora e compositora portuguesa, inaugurando um percurso que se desenvolverá ao longo dos próximos meses através de novos lançamentos.

Construída a partir de uma linguagem direta e assumidamente pop, “Shake It” desenvolve-se em torno de uma figura feminina que toma controlo da sua própria narrativa. Entre atração, desejo e autoconfiança, a canção propõe uma perspetiva centrada na independência e na valorização pessoal, recusando condicionamentos externos e afirmando a liberdade da mulher de ocupar espaço sem concessões.

Inspirada pela energia e presença das grandes divas da pop das décadas de 1990 e 2000, MAHBE recupera parte desse imaginário para o transportar para um contexto contemporâneo. A influência de artistas que marcaram diferentes gerações faz-se sentir não apenas na atitude da interpretação, mas também na construção de uma identidade musical que procura equilibrar força, vulnerabilidade e expressão pessoal.

Musicalmente, “Shake It” desenvolve-se através de uma produção marcada por elementos de pop, R&B e música urbana contemporânea. A composição é assinada por Mariana Bellem, artisticamente conhecida como MAHBE, em parceria com Renato Parmi, responsável também pela produção musical e pela gravação do tema nos estúdios Outrosom Records, em Lisboa. A mistura e masterização ficaram a cargo de João Milliet, da Elephant Office, em Los Angeles, contribuindo para uma sonoridade que aproxima o projeto de referências internacionais do universo pop contemporâneo.

O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado por Byjohnbravo, que assume igualmente a direção criativa em colaboração com Renato Parmi e Glaze. A direção de fotografia esteve a cargo de Zhang Qinzhe, com produção vídeo assegurada pela Glaze. O elenco integra Cristina Sousa, Álvaro Madrid, Klardson Bertoni, Beatriz Rocha e Ana Cardoso, contando ainda com fotografia de bastidores de Mateus Andrade, maquilhagem de Sofia Constança e assistência de produção de Cristina Sousa.

Por detrás de MAHBE encontra-se Mariana Bellem, cantora e compositora portuguesa que tem vindo a desenvolver uma identidade artística assente no cruzamento entre pop contemporâneo, R&B, funk, hip-hop e sonoridades afro. Influenciada por artistas como Whitney Houston, Beyoncé ou Rihanna, a artista procura construir uma linguagem própria marcada por melodias fortes, presença interpretativa e uma abordagem centrada na autenticidade e na expressão individual.

Cantando em inglês e assumindo uma visão internacional para o seu percurso, MAHBE integra uma nova geração de artistas portuguesas que utilizam a música como espaço de afirmação criativa, diálogo cultural e representação feminina. “Shake It” surge assim como o primeiro capítulo de um universo artístico que continuará a ser desenvolvido através dos próximos lançamentos, entre os quais se encontram já anunciados os temas “Game Over” e “You Are The Problem”.

Nascida e criada na Margem Sul de Lisboa, MAHBE pertence a uma nova geração de artistas portuguesas com uma identidade multicultural. Com raízes em Moçambique e Cabo Verde, cresceu rodeada por diferentes referências musicais e culturais que hoje influenciam a sua visão artística. Embora se expresse maioritariamente em inglês e tenha uma ambição internacional, mantém uma forte ligação às suas origens e à cultura lusófona, que pretende explorar de forma crescente ao longo do seu percurso.

Com este single de estreia, MAHBE apresenta uma primeira amostra da sua identidade musical, propondo uma canção que cruza atitude, energia e contemporaneidade, ao mesmo tempo que afirma uma voz própria dentro do universo da pop atual.

TIAGO VILHENA REGRESSA COM "SALATRANO"

 













Depois de uma viagem musical que começou nos Savanna, passou pelo pop em inglês de George Marvinson e amadureceu na canção portuguesa com os discos Portugal 2018 e Canções Mundanas, Tiago Vilhena está de volta. O cantautor regressa com Salatrano no dia 25 de Setembro, antecipado pelo single “Mau Mau Bem Bem”.

Fiel ao seu hábito de fazer caber o mundo numa canção, Tiago volta a criar uma atmosfera sem nação que, ainda assim, respira costumes portugueses.

No primeiro single, Tiago apresenta-nos uma canção sobre sermões e a vontade de contrariar a autoridade ao som de um ritmo popular.

Numa música onde o tema é repreensão, liberdade, infância e autoridade, revisitamos memórias com uma letra brincalhona com a boa disposição já conhecida do artista. Já no título, um jogo de contrários, do "Mau Mau", "Bem Bem", revela-se a sua marca, o seu gosto pela palavra. Chega-nos com um título de dois opostos que nada mais nada menos querem dizer exatamente a mesma coisa: está o caldo entornado.

O single (e todo o disco que virá em setembro) foi gravado nos estúdios Cuca Monga com o Domingos Coimbra e o Manuel Palha, e misturado em “casa”, nos estúdios Pontiaq do irmão Miguel Vilhena com quem já tem um passado colaborativo vasto.

Quatro anos depois do último disco, Tiago Vilhena prepara-se para lançar um trabalho novo, fresco e onde o estilo já conhecido do artista continua a estar presente, mas abre espaço a elementos inéditos na sua discografia.

Desde o habitual folclore português, ao indie das suas raízes, cruzam-se influências improváveis de uma forma elegante sempre com a já conhecida vontade de trazer ligeireza a qualquer tema.

Em dez canções, Tiago Vilhena acrescenta um novo capítulo a um percurso marcado pela curiosidade, pela diversidade e pela recusa de ficar preso a um único estilo. E, no fim de contas, resta a dúvida: o que é Salatrano?

https://www.instagram.com/tiagovilhena/

SOFIA SILVA & CODE RELAMÇANM SINGLE "LUA"














Sofia Silva
& Code é um projeto açoriano de pop liderado por Sofia Silva, em colaboração com Félix Medeiros, Hugo Medeiros e Amadeu Medeiros. O grupo tem tido destaque com os temas “Fases” e “Outra Vez”, e viu “Fases” integrar a banda sonora da telenovela “Amor à Prova” emitida na TVI.

Nem sempre fugir é fraqueza. Às vezes, é a forma mais corajosa de alcançar a paz. 

“Lua” é uma canção sobre amor-próprio, mas não o amor bonito, fácil ou imediato. É aquele que só aparece depois de cair, de tentar demais, de guardar silêncios que magoam, e de finalmente deixar para trás o que já não faz sentido.

Esta música relembra que não vale a pena ficar onde não se cresce, que não devemos ser porto para quem só traz tempestade, e que há momentos em que deixar ir não é desistir - é sobreviver. É para quem já tentou tanto caber onde nunca foi realmente visto.

“Lua” não é uma despedida; é sobre chegar ao fim de uma história e, pela primeira vez, não tentar voltar atrás. É sobre paz. Sobre olhar para dentro, arrumar o mundo em nós, e finalmente perceber que não precisamos de outro lugar. – diz Sofia Silva

SMARTINI DE VOLTA AOS DISCOS












"Rush Mirror" é, no fundo, um espelho com duas faces. 

Ambas se misturam e, no fundo, tornam tudo numa manta de retalhos, onde se perde o foco e a identidade.
Hoje em dia, há uma crescente tendência ao crescimento precoce e desproporcional das novas gerações sempre mergulhados em tecnologia e imagem, abandonando os brinquedos e as brincadeiras de um tempo mais longínquo. Convencem-se, assim, que são dotados de força e de aptidões.

Enquanto uns enfrentam realidades duras, numa juventude precoce, outros percorrem vidas fúteis, num desperdiçar de toda a essência da nossa existência.

É urgente voltar a abraçar o que importa na humanidade e deixar para trás este fast food diário onde aquilo que se absorver, rapidamente desaparece e é automaticamente substituído.
Há que voltar a conhecer-nos enquanto indivíduo e não a ser uma projeção daquilo que a sociedade nos dá.

Vídeo: Beatriz Oliveira
Capa: Beatriz Oliveira, Sofia Lopes
Áudio, gravação, mistura: smartini

Os smartini são João Paulo Duarte, Lourenço Mendes, Patrício Ferreira e Ricardo Costa, uma geração que viveu os anos 90 com idade suficiente para os absorver na sua plenitude e que subiu ao palco sem redes sociais, sem algoritmo, sem necessidade de se tornar visível através de métricas, apenas pela música, pela urgência e pela vontade de tocar. 

Nascidos no início dos anos 2000, a sua sonoridade assenta numa ambiência crua cheia de fortes pinceladas de anos 90, misturando o indie, com experimentalismo sónico, sempre com olhos no vasto mundo do post punk. A influência electrizante e distorcida do mundo Sonic Youth sente-se de perto com a absorção de uma nostalgia bonita que nos remete para a última década de liberdade.

Em 2007 lançaram Sugar Train, que os fez ganhar notoriedade no panorama alternativo nacional, o álbum foi muito bem recebido pela crítica e a banda fez várias apresentações ao vivo pelo país.

Liquid Peace veio, alguns anos depois, em 2016, tendo novamente uma boa receptividade. Depois deste lançamento, em 2018 subiram ao palco do Festival Vodafone Paredes de Coura.

Ao longo destes anos, as vidas paralelas dos seus membros trouxeram alguns hiatos, mas o ano de 2026 promete regressos às edições.
Caminham agora para uma sonoridade ainda mais eléctrica e com mais noise e distorção. O regresso ao estúdio faz-se com o single “Rush Mirror”, a sair no próximo dia 10 de Julho.

DANIELA GALHOZ E RICARDO REIS SOARES JUNTOS NO COLISEU





















No dia 28 de outubro temos a estreia em Lisboa de dois novos artistas portugueses no palco do Coliseu Clube: Ricardo Reis Soares e Daniela Galhoz.

Ricardo Reis Soares, vai apresentar o seu primeiro EP “contra tempo”, que conta com Miguel Marôco na produção editado em novembro de 2025.

Daniela Galhoz, irá apresentar o seu primeiro álbum, “Feelings Are Not For Fools”, feito em colaboração com o músico e produtor André Indiana.

RICARDO REIS SOARES

Ricardo Reis Soares é um singer-songwriter que começou o seu trajeto musical entre Braga, onde nasceu, e Lisboa, onde vive. Bem cedo começou por estudar piano, mas foi a guitarra que se foi tornando a principal cúmplice e confidente ouvinte das suas narrativas.

Aprofundou a sua formação em jazz no Hot Clube de Portugal, experiência que veio influenciar a sua abordagem à composição. Traz para as suas canções a sua interpretação do mundo onde manifesta a sua sensibilidade através da capacidade de escutar devagar, observar e contar histórias. São os episódios do quotidiano que alimentam a sua escrita e imaginação criativa.

DANIELA GALHOZ

Daniela Galhoz é uma singer-songwriter num registo Indie/Alt, com influências Soul e uma identidade sonora muito própria. Desde os 18 anos vive entre diferentes cidades e países, um percurso que molda a sua escrita e lhe confere um olhar atento sobre as pessoas, os seus receios e as relações humanas. As suas canções cruzam observação e experiência pessoal, refletindo uma procura constante de compreender o mundo e a si própria.

Iniciou o seu percurso artístico no Reino Unido, onde atuou em salas como The Half Moon, The Amersham Arms e Temple of Art and Music. Atualmente reside em Madrid, onde se tem afirmado na cena musical local, com atuações em espaços como Clamores, Intruso e El Pez Gato. Este ano apresentou-se também no Festival Sons de Vez, em Portugal.

Dia: 28 de outubro
Local: Coliseu Club Lisboa)
Hora: 21:30 
Bilhetes: aqui

quinta-feira, 9 de julho de 2026

ENA PÁ 2000 AO VIVO


 











Os ENA PÁ 2000 não tocam no Alive 26 (talvez em 2027 ) mas tocam em:

Barrelas Summer Fest, em Vila Nova de Paiva no Estádio Municipal da Pedralva dia 25-07-2026 e em Setúbal na Feira de Sant´Iago no parque Sant´Iago dia 01-08- 2026

Como recordar é viver os Ena Pá 2000 apresentam um concerto de clássicos revisitados e novos temas arrebatadores do mais desejado (e novo) disco de todos os tempos e arredores.

MДQUIИД. LANÇAM NOVO DISCO















@ Emmanuel POTEAU

Depois da edição dos singles "pleasure/pressure" e "agony", da colaboração com os catalães Dame Area em "dança" e da estreia da banda num tema totalmente instrumental com "simulation", o álbum chega agora na sua forma completa - 'BODY TRANSMISSION' - Editado pela londrina Fuzz Club.

Após uma digressão intensa pela Europa, da primeira digressão pelo Brasil, de uma atuação na aclamada KEXP integrada no Trans Musicales 2025 e de uma série de concertos explosivos que passou por palcos como o The Great Escape Festival, o Festival Impulso, o Basqueiral, e o Rock in Bourlon, em França, entre tantos outros, onde o público respondeu com inúmeros crowdsurfings, circle pits e um momento especial com a participação de Silvia Konstance, dos Dame Area, em "dança", a banda apresenta agora o seu segundo LP, 'BODY TRANSMISSION'

“Obrigámo-nos a escrever canções em vez de apenas captar jams. Queríamos que soasse pesado, concentrado e dançável. É um álbum sempre a abrir.”

Pre-save 'BODY TRANSMISSION'

DESTAQUES:O disco arranca com "dança", que conta com os vocais irreverentes de Silvia Konstance de Dame Area (Barcelona), definindo o ritmo 4/4 abrasivo que guia o álbum.

Temas como "pressure/pleasure" evoluem sob uma base de guitarra densa e agressiva, captando a hipnose das pistas de dança mais obscuras.


Em "agony", a banda apresenta o seu lado mais frontal e político. Um retrato visceral de uma 'terra de ninguém', escrito sob a urgência do atual conflito global.


BODY TRANSMISSION TOUR 2026 (atualizado)

A energia intensa da banda prepara-se para incendiar palcos e pistas de dança até Novembro:25/07/2026 PT Gouveia Festival Romaria Cultural

31/07/2026 PT Costantina Rock ao Luar
06/08/2026 PT Aveiro Novas Quintas Teatro Aveirense
07/08/2026 DE Nürnberg Brückenfestival
08/08/2026 BE Liege Micro Festival
11/08/2026 ES Huesca San Lorenzo De Huesca
15/08/2026 PT Cadima Lúcia Lima
16/08/2026 ES Santiago De Compostela Capitol*
28/08/2026 ES Torremolinos Canela Party
02/09/2026 UK Leicester The International,
03/09/2026 UK Glossop The Globe
04/09/2025 UK Brighton Brighton Psych Fest
05/09/2025 UK Manchester Manchester Psych Fest
05/09/2025 UK Manchester The Abbey
06/09/2025 UK Bristol The Croft
10/09/2026 HR Sibenik Ship Festival
12/09/2026 FR Orleans Hop Pop Hop Festival
13/09/2026 NL Asten Misty Fields
18/09/2026 ES Oviedo Outside
03/10/2026 PT Viseu Viseu Rock Fest
08/10/2026 PT TBA
09/10/2026 ES Leon Cubo
10/10/2026 ES San Sebastian Dabadaba
11/10/2026 FR Bordeaux Le Krakatoa
12/10/2026 FR Rennes Ubu
13/10/2026 FR Laval 6PAR4
14/10/2026 FR Tourcoing Le Grand Mix
15/10/2026 FR Paris MaMA Music & Convention
16/10/2026 CH Zurich Bogen F
17/10/2026 AT Innsbruck Positive Future Festival
18/10/2026 CZ Prague Cargo Gallery
20/10/2026 DE Berlin Urban Spree
21/10/2026 DE Cologne Sonic Ballroom
22/10/2026 BE Brussels Ancienne Belgique
23/10/2026 NL Uttrecht Db's
24/10/2026 NL Rotterdam Left Of the Dial
25/10/2026 LUX Luxembourg Brandbau Prabbeli Wiltz
27/10/2026 FR Nantes Cold Crash
28/10/2026 FR Tolouse Motor / La Dérouille Party
29/10/2026 ES Barcelona Sala Upload
30/10/2026 ES Murcia LA YESERIA
31/10/2026 ES Sevilla HOLLANDER
01/11/2026 ES Madrid Copernico
*support for Amyl and the Sniffers

JAZZEGO RECORDS COM NOVIDADES





















Future3 são Irina (teclas/sintetizadores), Miguel (baixo/sintetizador) e Rodrigo (bateria), um trio de Berlim que parte do jazz sem o tratar como território fixo. Teclas, sintetizadores, baixo e bateria são as principais coordenadas, mas a música raramente permanece no mesmo lugar durante muito tempo: tanto pode aproximar-se da densidade harmónica da tradição jazzística, como atravessar o futurismo dos sintetizadores e do sampling.

O seu primeiro álbum Despite the Rumbling é editado pela Jazzego Records a 25 de julho. O título não é decorativo. Nasce de uma sensação bastante concreta: o mundo está ruidoso, instável, difícil de ignorar, e ainda assim a banda escolhe encontrar-se numa sala para fazer música em conjunto. Não há aqui qualquer tentativa de fingir que esse ruído de fundo não existe. O disco carrega consigo parte dessa pressão, tocando em ideias de comunidade, capitalismo, inteligência artificial, streaming e no estranho esforço de tentar manter uma vida artística enquanto tudo à volta se torna mais complicado.

Gravado no Butterama Recording Center em Berlim por Daniel Nentwig e Freddy Corazzini, Despite the Rumbling preserva a energia de músicos a tocar juntos no mesmo espaço. Os Future3 procuravam algo antiquado no melhor sentido: o som de pessoas a escutarem-se, a tomarem decisões em tempo real, a deixarem que a sala e o dia marcassem a música. Algumas coisas ficam soltas. Algumas arestas permanecem visíveis. A intenção nunca foi corrigir o disco até o deixar no sítio.

Ao mesmo tempo, este não é um álbum nostálgico. Fender Rhodes, piano acústico, Minimoog, Korg MS-20, cadeias de pedais, amostragem digital, síntese granular e resampling entram todos em cena. O grupo aponta Esbjörn Svensson Trio, Sun Ra, o afrofuturismo dos anos 70, jazz progressivo, jazz psicadélico e future jazz como referências. As peças atravessam partes, estados de espírito e texturas com uma paciência que vem de quase dois anos a tocar e a viver com algum deste material.

Há também convidados, e não entram apenas como ornamento. Jamichael Frazier surge na flauta em "Breeze on the Menu", Kelly O'Donohue acrescenta trompete a "Grace" e "Flares", e Kota No Uta junta-se a "Mystic Sheep", uma faixa que mudou tanto de forma durante a sessão que o seu papel se aproximou da co-escrita e da co-produção. Estas colaborações alargam o som do trio sem desviar o álbum da sua força central: a conversa instável e generosa entre três músicos.

O single "Breeze on the Menu" está já disponível nas plataformas digitais desde 7 de julho de 2026.

A capa, criada a partir de uma tapeçaria de Koen Taselaar com design de Simone Trum, oferece ao disco outra imagem útil. Remete para o longo hábito humano de prever o apocalipse e falhar. Essa ideia assenta naturalmente na música: há ansiedade, mas também humor, calor e uma recusa em parar de avançar.

Depois do EP Places e do single "No Slip", os Future3 já construíram uma vida ao vivo em torno da sua música, com concertos na Alemanha, Áustria, Dinamarca, Portugal, Eslováquia, Chéquia e Polónia. Despite the Rumbling soa ao momento em que essa experiência de palco, o estúdio e o conjunto mais amplo de influências da banda começam a assentar numa linguagem mais clara. É música feita com o mundo exterior audível nas paredes, mas também com a crença teimosa de que uma sala partilhada ainda pode produzir algo a que vale a pena agarrarmo-nos.

Despite the Rumbling é editado a 25 de julho de 2026 pela Jazzego Records. Os Future3 assinalam o lançamento nessa mesma noite no Arkaoda Berlin, com os convidados Jamichael Frazier, Kelly O'Donohue e Kota No Uta, e DJ sets de DJ Allynx, Sean Steinfeger e Jazzego Club Cuts.

TRÊS AMIGOS CRIAM OS 72 AM RADIO

 



















João Sousa - Voz, Baixo, Sintetizadores
Pedro Carneiro - Sintetizadores, Guitarras, Vozes
JC Santos - Sintetizadores, Guitarras, Voz

Os 72 AM Radio são uma criação de 3 amigos. (2 de Braga e 1 de Vila Nova de Gaia), e partilham o mesmo gosto por fazerem musica e escreverem canções, sem obedecerem a uma matriz sonora fixa.
A sua inspiração é um catalogo infinito de musica intemporal de longas décadas, estando assim libertos da pressão de modas.

Cada elemento alterna os instrumentos de acordo com as canções, e as canções surgem naturalmente e inspiradas por um olhar positivo e inadulterado do mundo.

Com o lançamento do primeiro video promocional do tema "Modern Superman", no dia 1 de Junho, a banda aponta para a estreia ao vivo em breve, na esperança de poderem partilhar a sua musica com o publico.

DUQUES DO PRECARIADO ACTUAM HOJE NO NOS ALIVE 2026

 



















Os Duques do Precariado actuam hoje às 21h00 no Coreto Stage do NOS Alive. O concerto integra a digressão de apresentação de Encarnação, o mais recente disco da banda, editado no início deste ano.

O primeiro concerto de apresentação do álbum aconteceu a 30 de janeiro, no Salão Brazil, em Coimbra, assinalando o arranque de uma série de atuações que têm levado os Duques do Precariado a vários pontos do país. A passagem pelo NOS Alive representa agora um novo momento nesse percurso, levando ao festival um espetáculo assente na dimensão coletiva que marca Encarnação.

Descrito pela banda como um disco anti-Máquina e pró-Carne, Encarnação nasceu da vontade de criar “um trabalho do tamanho da banda”, privilegiando a presença, a relação entre músicos e a intensidade do encontro em palco. Entre folk experimental, canção desconstruída e aquilo a que os próprios chamam “Folclore Independente” ou “Etno-novidades”, os Duques do Precariado têm vindo a afirmar uma linguagem singular na música portuguesa contemporânea.

“As letras são desconfortáveis, cantam as aflições da carne, a morte dos que amam, a própria morte, e a morte do mundo conhecido. Cantam o amor e as suas imitações especiosas”, refere a banda sobre o universo temático do disco.

A atual digressão dos Duques do Precariado continuará ao longo do verão com novas datas por anunciar.

9 de julho — NOS Alive - Coreto Stage
11 de julho — Cistermúsica
23 de julho — Sines, Festival Músicas do Mundo
24 de julho — Mêda+
15 de agosto - Coimbra - Verão a dois Tempos

quem são os Duques do Precariado? 

Os Duques do Precariado nasceram em Lisboa em 2014, quando o Pedro mostrou ao Fragoso as canções que tinha "no lixo". Depois de muitas conversas e algumas gravações numa cave da Graça, deram-se a conhecer a 1 de maio de 2017 com o tema “Vou Considerar”, produzido com Bernardo Fachada, que levou a canção a uma forma decente. Em Outubro de 2018, despejaram na internet o primeiro álbum, a que chamaram “Antropocenas”, grupo de 7 canções que retratam um encontro demorado com a certeza do colapso. No ano de 2023, este disco foi recuperado do esquecimento com a edição física pela Lux Records e foram tocá-lo a quem o quis ouvir, às vezes em quinteto e muitas vezes só os dois. No fim de 2024, já fora de Lisboa, e com o Neves que se juntou no caminho, decidiram que queriam fazer um disco novo, a celebrar as coisas que descobriram entretanto. Chamaram-lhe Encarnação.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

PROGRAMA 08/07/26

1 - Carlos Peninha - Poema dos náufragos tranquilos (c/ Zeca Medeiros e Coro Azul)
2 - Jorge Rivotti - Nossa roda
3 - João Afonso - Chuta para canto
4 - A. P. Braga - Lira
5 - Lavoisier - Portugal não me respeita
6 - Cara de Espelho - D de denúncia
7 - Voronet Blue - Juliette
8 - Monsterpiece - Sugarstorm

9 - Lovedust - Life goes on
10 - The Manchesters - Love my way
11 - Mekong - Danse danse
12 - Tsunamiz- Slide
13 - Electric Man - New wave
14 - Wipeout Beat - Endless road
15 - Floating Ashes - Deceivers

FERSTIVAL ARTES À VILA REGRESSA AO MOSTEIRO DA BATALHA














O Festival Artes à Vila está prestes a iniciar mais uma edição, voltando a ocupar o Mosteiro da Batalha com três dias dedicados à música, ao património e à participação da comunidade. De 17 a 19 de julho, o evento volta a afirmar-se como um dos momentos culturais de referência na região, reunindo artistas consagrados, novas propostas artísticas e atividades para públicos de todas as idades, num cenário classificado como Património Mundial da UNESCO.

Cartaz e programação artística

A edição de 2026 apresenta um conjunto diversificado de artistas que irão atuar nos dois palcos do festival — Palco Play Tradicional e Palco Emergentes GDA. Entre os nomes confirmados estão Jorge Palma, Tomás Wallenstein, Ana Lua Caiano, Gabriel Gomes, puto bacoco, Lisa Sereno, thispage e Os Mimos, reforçando a aposta do Artes à Vila na música portuguesa, na criação contemporânea e na descoberta de novos talentos.

Atividades paralelas

Para além dos concertos, o festival integra exposições, oficinas, atividades para famílias e visitas guiadas ao Mosteiro da Batalha, num programa concebido para promover o diálogo entre música, património e comunidade, proporcionando experiências acessíveis e intergeracionais.


Compromisso com a comunidade

Membro do Clube para a UNESCO, o Artes à Vila reforça este ano o seu compromisso social, convidando instituições da região a levar gratuitamente os seus utentes aos concertos de Tomás Wallenstein e puto bacoco. Esta iniciativa pretende aproximar a cultura de públicos que habitualmente enfrentam maiores barreiras de acesso.

Informações gerais

O festival decorre de 17 a 19 de julho, no Mosteiro da Batalha. O programa completo encontra-se disponível online.

Os últimos bilhetes estão à venda.

TRIBUTO IMIGRANTE A FAUSTO CHEGA ÀS PLATAFORMAS DIGITAIS A 10 DE JULHO E APRESENTA-SE AO VIVO EM OVAR





















Idealizado por Carlos Cesar Motta e Fred Martins, o projeto reúne músicos residentes em Portugal para revisitar o universo de Fausto a partir de novas geografias musicais.

O lançamento digital acontece esta sexta-feira, 10 de julho, seguindo-se a apresentação ao vivo no sábado, 11 de julho, no FESTA – Sons da Lusofonia, em Ovar.
 
Há artistas cuja obra permanece em permanente movimento. Fausto é um deles. poeta, compositor e contador de histórias, fez da viagem, da diáspora, do encontro entre povos e da memória atlântica alguns dos grandes temas da música portuguesa contemporânea. Não por acaso, nasceu em pleno Oceano Atlântico, durante uma viagem marítima entre Portugal e Angola — um lugar de passagem que, décadas mais tarde, parece encontrar um novo significado em Do Cabo do Mundo – Um Tributo Imigrante a Fausto.

Idealizado pelos músicos Carlos Cesar Motta e Fred Martins, o projeto reúne um coletivo de artistas emigrados residentes em Portugal que partilham uma condição comum: viver entre geografias, culturas e identidades. É precisamente desse "entre-lugar" que nasce esta homenagem, construída a partir de diferentes perspetivas musicais e culturais, mas unida pela língua portuguesa e pela extraordinária atualidade da obra de Fausto.

O álbum fica disponível em todas as plataformas digitais já a 10 de julho, seguindo-se, no dia 11 de julho, a sua apresentação ao vivo no FESTA – Sons da Lusofonia, num concerto marcado para as 18h00, no Palco Verde do Parque Urbano de Ovar.

Mais do que um disco de versões, Do Cabo do Mundo – um Tributo Imigrante a Fausto propõe uma nova leitura do repertório de Fausto. As canções mantêm intacta a força da sua escrita, mas encontram novas cores através das tradições musicais africanas e brasileiras trazidas pelos músicos que lhes dão voz.

A direção musical é assinada por Carlos Cesar Motta, que partilha os arranjos com Fred Martins e Kito Siqueira. O resultado é uma sonoridade onde o ritmo assume um papel central: uma linguagem construída sobre a polirritmia, a riqueza das percussões e a convivência natural entre diferentes universos musicais, aproximando o cancioneiro de Fausto de expressões como o samba, o maracatu, o forró, a bossa nova, a morna, o funaná e outras tradições do espaço atlântico.

Também as diferentes origens e sotaques dos intérpretes passam a integrar a própria narrativa musical do disco. Se na obra de Fausto o Atlântico é território de partida, chegada e cruzamento de culturas, neste projeto torna-se igualmente um espaço de criação contemporânea, onde Portugal dialoga com Brasil, Cabo Verde e Moçambique através da música.

Ao longo de nove temas, Do Cabo do Mundo – um Tributo Imigrante a Fausto revisita algumas das composições mais marcantes de Fausto:

Lembra-me um Sonho Lindo
Por Este Rio Acima
Ali Está a Cidade
Foi Por Ela
De Ocidente ao Oriente
Gargalham Muito as Sarracenas
Soldados de Baco
À Deriva Porto Rico
Rosalinda

 
O álbum conta com as participações especiais dos cantores Selma Uamusse, Nancy Vieira, Luca Argel e Nani Medeiros, reunindo ainda uma banda composta por músicos provenientes de diferentes geografias lusófonas:

Fred Martins – violão
Rolando Semedo – baixo
Carlos Cesar Motta – percussões
Pablo Marques – sopros
Kito Siqueira – sopros
Pri Azevedo – teclado e acordeão

Mais do que celebrar um dos mais importantes compositores portugueses, Do Cabo do Mundo – um Tributo Imigrante a Fausto reafirma a capacidade da obra de Fausto para continuar a inspirar novas leituras e novos encontros. Um tributo que não procura recriar o passado, mas prolongar a viagem iniciada pelas suas canções, fazendo delas um lugar de diálogo entre diferentes culturas, gerações e margens do Atlântico.

Edição independente, com distribuição Symphonic, o disco conta com a coprodução da Casa Varela e do Teatro-Cine de Pombal, onde foi estreado ao vivo em abril. 

MANEL SOARES EDITA EP DE ESTREIA "ESPERO QUE ESTEJAS BEM'





















Fotografia: Jaime Ferreira 

Após os singles ‘Sem Mim’ e ‘Olha As Coisas Que Faço’, o cantor e compositor apresenta o primeiro curta duração, com canções Pop Rock sobre amores mal resolvidos, noites longas e a tentativa de seguir em frente.

“Espero Que Estejas Bem” é o EP de estreia de Manel Soares, já disponível em todas as as plataformas digitais. Produzido por Filipe Survival - reconhecido pelas colaborações com artistas como Fernando Daniel, Mimicat e INÊS APENAS - e com influências que vão da Pop ao Rock, passando pela música alternativa, o curta duração reúne um conjunto de canções emocionais, diretas e com uma estética pensada para o palco, construídas entre desgostos amorosos, memórias e aquela sensação persistente de existir algo por resolver quando uma relação termina.

Nas palavras de Manel Soares, “ao fazer este EP percebi que acabava por escrever muito sobre relações passadas e o processo de tentar seguir em frente. Tanto que o título só surgiu quando fizemos a última música, ‘Espero Que Estejas Bem’. A ideia veio muito daquele momento em que envias uma última mensagem e ficas à espera de uma resposta. Quando percebes que essa resposta não vai chegar, acabas só por enviar um "espero que estejas bem" e tentas seguir em frente. Estas músicas acabaram por ser a minha forma de lidar com tudo isso".

O processo criativo do projeto decorreu ao longo de vários meses, com o produtor Filipe Survival e as cantoras e compositoras Ella Nor, Isaura e Maria Castro. Nessas sessões, Manel Soares encontrou espaço para a experimentação sem filtros, o que permitiu que encontrasse a sua identidade musical de forma sólida. O EP é acompanhado pelo novo single 'Sinal' e inclui os temas ‘Sem Mim’ e ‘Olha As Coisas Que Faço’, que anteciparam esta nova fase artística do cantor e compositor lisboeta.

“Sinto que este EP é um projeto no qual consigo mostrar quem sou musicalmente. Se alguém quiser conhecer-me através destas músicas, fico mesmo confortável com isso porque o resultado representa-me muito bem", afirma Manel Soares.

"A ‘Sinal’ fala metaforicamente da ideia de sentirmos a outra pessoa na forma de um sinal de rádio, numa frequência que não conseguimos ouvir bem, porque o sinal continua lá mas é fraco. A 'Olha As Coisas Que Faço’ nasceu da vontade de criar uma música mais feliz, com uma energia leve, que evoca ambientes de verão, praia e celebração. Finalmente, o primeiro single é uma forma de dizer adeus e apresenta uma narrativa sobre desejar que a outra pessoa esteja bem 'Sem Mim'", confessa o artista.

“Espero Que Estejas Bem” marca o arranque oficial da nova etapa artística de Manel Soares. Já disponível em todas as plataformas digitais, o EP apresenta-o como um artista que transforma vulnerabilidade em poderosos refrões Pop Rock e se afirma como um dos novos nomes da música portuguesa a acompanhar de perto. O EP conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.



SARAH NEGRA LANÇA NOVO SINGLE “GIRA” DO PRIMEIRO ÁLBUM DE ORIGINAIS AMOR E MAGIA



Depois do concerto de lançamento de Amor e Magia na Casa Capitão, Sarah Negra revela "Gira", um dos temas mais luminosos e libertadores do álbum.

A canção nasce da convicção de que o corpo guarda uma sabedoria própria e de que o movimento é uma das formas mais poderosas de transformação.

Mais do que uma canção sobre dançar, "Gira" é um convite a regressar ao corpo como lugar de presença, liberdade e regeneração. Através do ritmo, da repetição e da entrega ao movimento, o tema explora a forma como a dança pode dissolver tensões, desbloquear emoções e alterar a nossa energia. Cada volta, cada passo e cada gesto tornam-se uma possibilidade de libertação, lembrando que o corpo possui uma inteligência capaz de nos reconectar com a nossa essência.

"Gira" ocupa um lugar especial enquanto manifesto de liberdade corporal e emocional. É uma canção que convida cada pessoa a abandonar o controlo, a escutar o próprio corpo e a descobrir, no movimento, uma forma de cura, renovação e transformação.
 
Sarah Negra (Sara Ribeiro) é uma criadora multidisciplinar, poeta, cantora. Criadora e atriz, a sua afirma-se pela intensidade, pelo risco e por uma presença artística profundamente magnética. O seu trabalho atravessa música, artes performativas e visuais, construindo um universo onde o corpo, a palavra e a emoção se tornam ferramentas de transformação e confronto e libertação direta com o público.

Entre palco e estúdio, Sarah Negra afirma-se como uma artista total — uma mulher que escreve, interpreta e transforma, criando experiências que rompem e questionam os formatos tradicionais dos encontros entre artistas e públicos, e se aproximam de um território onde arte, corpo magia e presença se fundem.

Na música, desenvolve um percurso autoral onde a canção se cruza com a poesia e a performance. Fundadora de projetos como Los Negros e, mais recentemente, Sarah Negra, assume a escrita, composição, voz e direção artística, construindo uma linguagem própria que escapa a géneros e convenções. No universo de Sarah Negra, cada canção é um ato de presença — um espaço de libertação, tensão e transcendência, aqui ao lado dos músicos Ricardo Martins e Alexandre Bernardo a liberdade é matéria de ascensão.

O seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, consolida a sua identidade enquanto uma das vozes mais singulares da nova criação contemporânea portuguesa e expande o seu universo artístico, cruzando música, ritual, política e espiritualidade numa proposta estética intensa, atual e profundamente envolvente.

O novo disco conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo e vídeos de Carlos Miranda. Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígida.

https://www.instagram.com/itsarahnegra/

MIGUEL MARÔCO AO VIVO

 



















Depois de ter enchido o B.Leza para a apresentação em Lisboa do álbum “Desgraça”, Miguel Marôco anuncia novas datas na sua digressão, incluindo passagens por grandes festivais, como o Ageas Cool Jazz, dia 31 de Julho, e o Jazz na Relva, em Paredes de Coura, dia 13 de Agosto.

A digressão passa então pelo Ageas Cool Jazz, em Cascais, dia 31 de Julho, pelo Jazz na Relva, em Paredes de Coura, dia 13 de Agosto, por Famalicão, dia 15 de Agosto, pelo Porto, acompanhado por Mimi Froes, dia 30 de Agosto, por Alcanena no 19 de Setembro, acompanhado por músicos do CAORG e da Sociedade Musical Mindense dirigido por Martim Sousa Tavares e pelo Festival Cuca Monga, em Lisboa, dia 25 do mesmo mês.

O álbum “Desgraça” conta com 12 canções originais, todas com autoria e composição de Miguel Marôco, excepto a canção de abertura, “Desgraça (check-in)”, com letra e narração de Madalena Tamen. Os arranjos e a produção ficaram também a cargo de Miguel Marôco, sendo a mistura de Gonçalo Bicudo e a masterização de Pedro Joaquim Borges. Conta com a participação de Zé Maria no tema “Farra & Folia” e de Justin Stanton em “Nuvem”.

“Desgraça” pode ser ouvido em todas as plataformas digitais e os bilhetes para os concertos encontram-se à venda nos locais habituais.

AGENDA

AGEAS COOL JAZZ
31 de Julho - Parque Marechal Carmona
Bilhetes disponíveis aqui

PAREDES DE COURA
13 de Agosto - Jazz na Relva
Entrada gratuita

FAMALICÃO
15 de Agosto - ⁠Praça Mercado de Famalicão

PORTO
30 de Agosto - TBA
Entrada gratuita

ALCANENA
19 de Setembro - TBA
Entrada gratuita

FESTIVAL CUCA MONGA
25 de Setembro - Lisboa
Bilhetes disponíveis aqui

BRUNO CELTA CELEBRA 15 ANOS DE CARREIRA





















Bruno Celta celebra 15 anos de carreira com regresso em grande aos palcos no Cooperativa Fest. O músico e produtor sobe ao palco no dia 18 de julho para apresentar, em primeira mão, os novos singles "La Vendetta" e "Atlas" no festival que promete abanar a Margem Sul.

Bruno Celta está oficialmente de volta aos grandes palcos. O reconhecido músico e produtor escolheu a primeira edição do Cooperativa Fest para celebrar uma marca redonda e incontornável no seu percurso: 15 anos de uma carreira pautada pela irreverência e pela paixão pela música.

O reencontro com o público está marcado para o próximo dia 18 de julho, por volta das 21h30, num alinhamento que promete elevar a temperatura da Margem Sul. Para além de revisitar o seu legado, Bruno Celta traz na bagagem dois trunfos de peso: a apresentação ao vivo dos seus novos e aguardados singles, "La Vendetta" e "Atlas".

Surgindo com a força e o espírito do extinto e saudoso Sons no Montijo, o Cooperativa Fest emerge pela primeira vez este ano como uma lufada de ar fresco no panorama cultural regional e prometendo afirmar-se rapidamente como uma referência no circuito de música ao vivo.

A atuação de Bruno Celta neste novo palco assume-se como um dos momentos mais aguardados do festival, fundindo a maturidade de 15 anos de estrada com a energia crua e renovada do seu material mais recente.

Informações do Evento:
Evento: Cooperativa Fest (1.ª Edição)
Artista: Bruno Celta
Data: 18 de Julho de 2026
Hora: 21h30
Local: Montijo

terça-feira, 7 de julho de 2026

PROGRAMA DE 07/07/26

1 - Paul Oak - Sunny afternoon
2 - John Mercy - Strong sex
3 - Victor Torpedo e António Olaio - Follow me
4 - Bloom - Walking on water
5 - Bruno Pernadas - Steady grace
6 - Noiserv - 20.27. a long journey in a little train to Poland
7 - Monsterpiece - Bottle of wishes
8 - Voronet Blue - Juliette
9 - Astronauta Desaparecido - Comme ça (c/ Voz de Antonin Artaud)
10 - Jesuíno - Lust to dust
11 - Aftervoid - Negative space II
12 - João Lucas - Chaos paradise
13 - Orquestra Popular de Paio Pires - Arroz doce