terça-feira, 30 de junho de 2026

MEU GENERAL COM NOVIDADES

 









O álbum vê a luz do dia a 22 de Julho, numa sessão de apresentação muito especial no Arda Recorders, no Porto.

Mais do que um concerto, será uma experiência diferente: o álbum será interpretado ao vivo em estúdio, num espaço de referência nacional e internacional.

Editado em VINIL E CD, este novo trabalho assinala uma nova fase na carreira de Meu General, reforçando uma identidade sonora mais madura, enérgica e emocional.

É estar com a banda no seu ambiente natural. Desvendar os detalhes de um estúdio e a sua dinâmica.



A apresentação contará ainda com a participação especial de João Cabeleira(Xutos&Pontapés), convidado da banda no tema "Se Esperas", nesta noite de celebração.



A sessão tem lotação extremamente limitada a apenas 50 entradas, tornando este momento ainda mais exclusivo.

O acesso ao concerto é garantido através da aquisição do álbum (VINIL + CD).

Oportunidade de assistir ao vivo Meu General, num ambiente único e de grande proximidade com a banda.

No dia 22 de julho, todos os caminhos vão dar ao Arda Recorders.

Uma noite irrepetível para celebrar um disco que foi feito para ser sentido ao vivo.

No dia 10 de Julho a banda vai estar em concerto em Cinfães (Paúves), a convite do Motoclube Cinfanense.

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EXTRAZEN LANÇA NOVO SINGLE "DEMON"





















Acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais "Demon", o novo single de Extrazen e o regresso do artista português em nome próprio depois de quase um ano dedicado à produção para outros nomes. O tema, que já está disponível em streaming e também em vídeo no canal oficial de YouTube do artista, é uma faixa eletrónica e melancólica, construída a partir de synths e chops de vozes high pitched, que culmina num drum & bass caótico.

"'Demon' marca o final de quase um ano sem lançamentos em nome próprio, depois de ter estado envolvido na fase de produção para outros artistas", partilha Extrazen. "Fala da experiência de ser pintado como o vilão e de carregar essa cruz, sabendo que esse lado nunca deve ditar quem realmente somos. É aceitar o que não conseguimos controlar e continuar a andar, mesmo com a cruz às costas." partilha Extrazen.

A faixa nasce desse lugar íntimo e desconfortável, o de ser olhado pelo pior ângulo, e da recusa em deixar que essa imagem defina o artista. A sonoridade acompanha o percurso emocional da canção, partindo de uma melancolia contida até explodir num caos rítmico que espelha a tensão interior.

Este novo lançamento reafirma a inquietação criativa e a identidade artística de Extrazen, que tem vindo a afirmar-se como uma das figuras mais ousadas e imprevisíveis da nova música portuguesa. Depois da colaboração com o italiano Ethan em "Plano de Dios" e do hip hop visceral de "BANG DEM WALLZ ft. prettyboyface", "Demon" mostra um lado mais introspectivo e eletrónico, mas com a mesma assinatura estética que já se tornou marca da sua discografia. "What To Do With Your Hands" foi amplamente destacado como um dos trabalhos mais relevantes da nova música alternativa feita em Portugal, com elogios que atravessam fronteiras. Extrazen não dá sinais de abrandamento e continua a presentear os fãs com música nova e sempre a apontar para lá de Portugal.

O GAJO AO VIVO



















Mais 3 concertos do GAJO nos próximos dias:

3 Julho - Festival Artimanhas
Vila pouca de Aguiar
4 Julho - Festival portas do Sol
Covilhã
11 Julho - Museu Rural e do Vinho
Cartaxo

CONCERTO DE CANDURA ENCERRA BIENAL ANO ZERO

 











A sexta edição do Anozero – Bienal de Coimbra aproxima-se do fim. Até 5 de julho, ainda é possível descobrir mais de 50 participantes distribuídos por oito espaços da cidade, numa edição dedicada ao tema «Segurar, dar, receber».

Desde abril, milhares de visitantes percorreram o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, o Convento São Francisco, o Museu Municipal de Coimbra (Sala da Cidade e Edifício Chiado), o Jardim Botânico, o MUSEU, o Círculo Sede e o Círculo Sereia, encontrando obras que interrogam as formas de habitar, cuidar, partilhar e construir comunidade num mundo marcado pela incerteza.

Com curadoria de Hans Ibelings e John Zeppetelli, e curadoria-adjunta de Daniel Madeira, esta edição reúne artistas de diferentes geografias e gerações, entre os quais Taryn Simon, Thomas Demand, Shilpa Gupta, Nan Goldin, Eyal Weizman, Rui Chafes, Adriana Molder, Jonathas de Andrade e Julian Charrière

É precisamente no contexto do programa de encerramento da Bienal que terá lugar, no próximo dia 5 de julho, domingo, pelas 17h30, o concerto dos Candura, no Refeitório do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. A apresentação decorre no espaço que acolhe «From Ruin», obra criada por Rui Chafes e pelos Candura e integrada no percurso expositivo do Anozero’26.

Formado em Lisboa por André Hencleeday e Pedro Coragem, o projeto Candura tem vindo a afirmar-se como uma das propostas mais singulares da música experimental portuguesa, desenvolvendo uma linguagem sonora que cruza drone, noise, improvisação e composição contemporânea. Em «From Ruin», o duo estabelece um diálogo direto com o universo escultórico de Rui Chafes, um dos mais reconhecidos artistas portugueses contemporâneos.

No refeitório do Mosteiro, uma escultura suspensa em ferro, envolta em penumbra, surge como uma presença simultaneamente frágil e ameaçadora. A experiência sonora proposta pelos Candura prolonga e amplifica esse ambiente, conduzindo o público para um território de intensidade física, contemplação e recolhimento. Como escreveu o crítico James Mayor, em ArteCapital.Art (29/04/2026) , «asas de ferro negro rejeitam o excesso para ascender a espaços éticos mais elevados, numa exploração da espiritualidade e da transcendência que equilibra peso e leveza, ao som de uma banda sonora melancólica de Candura.O concerto integra a Finissage do Anozero’26 e terá a duração aproximada de uma hora.

A entrada é gratuita, mas, devido à lotação limitada do espaço, requer reserva prévia. A reserva efetuada não dispensa o levantamento de pulseira nas instalações do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova até às 15h30 do dia do concerto. Após esse horário, os lugares não reclamados serão disponibilizados aos visitantes presentes.

As inscrições serão consideradas por ordem de receção até ao limite da lotação disponível, neste formulário bit.ly/5JULCandura_Anozero26 .

O programa completo da Finissage do Anozero’26, que decorre nos dias 4 e 5 de julho, bem como as informações para reservas, encontram-se disponíveis em www.anozero26bienaldecoimbra.pt.

O Anozero – Bienal de Coimbra é uma iniciativa organizada pelo Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Câmara Municipal de Coimbra e Universidade de Coimbra desde 2015. É também um programa de ativação e reflexão sobre espaços patrimoniais, cujo momento fundador foi a classificação da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia como Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, em 2013.

LUÍS BITTENCOURT LEVA A PALCO "ARQUITETURA DAS ÁGUAS"





















“Arquiteturas da Água” reúne obras de grandes nomes da música experimental e estreia uma nova criação inspirada neste elemento essencial

26 de julho | Teatro Helena Sá e Costa, Porto | 17h

DIGRESSÃO:

Porto | Leiria | Castelo Branco | Mondim de Basto

A água é o elemento central de “Arquiteturas da Água”, o novo espetáculo performativo e transdisciplinar de Luís Bittencourt que explora as dimensões sonoras, visuais e simbólicas deste recurso essencial através de uma abordagem artística singular. O projeto reúne num mesmo programa um acontecimento raro na música moderna e contemporânea: a apresentação de quatro obras homónimas, “Water Music”, de alguns dos mais influentes criadores dos séculos XX e XXI: Tan Dun, Joseph Byrd, Toru Takemitsu e John Cage.

A digressão vai passar no dia 26 de julho, pelo Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, às 17h; segue depois a 27 de setembro para o espaço Black Box, em Leiria, às 19h30. A 22 de outubro será a vez do Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, às 21h30, e a 12 de novembro sobe ao palco do Favo das Artes, em Mondim de Basto.

Entre experimentação sonora, performance e instalação, “Arquiteturas da Água” propõe uma experiência imersiva onde a água é utilizada tanto como elemento conceptual quanto como instrumento performativo. Ao longo do espetáculo, o público é convidado a descobrir novas possibilidades acústicas e visuais geradas pela interação entre corpos, objetos, instrumentos e água, num percurso artístico que desafia fronteiras entre disciplinas e linguagens.

O programa inclui as primeiras audições nacionais das obras “Water Music” de Joseph Byrd e Toru Takemitsu, compositores fundamentais para o desenvolvimento da música experimental e contemporânea. A estas obras juntam-se as emblemáticas criações de John Cage e Tan Dun, artistas que marcaram profundamente a relação entre som, natureza, ritual e inovação artística.

Como ponto culminante do espetáculo, será apresentada a estreia absoluta de uma nova obra intitulada “Water Music”, criada pelo portuense Rui Penha, compositor, artista de novos media e investigador na área das tecnologias musicais. Esta criação inédita, feita sob encomenda para o projeto, caracteriza-se por seu teor colaborativo e de co-criação entre o Rui Penha e Luís Bittencourt. A obra estabelece também uma ponte entre tradição experimental, performance contemporânea e práticas artísticas mediadas pela tecnologia.

Reconhecido como músico, compositor, improvisador, produtor musical, artista-investigador e comunicador de ciência, Luís Bittencourt tem sido apontado como uma das vozes mais inovadoras da criação sonora contemporânea. Descrito pela revista Visão como “um mestre da experimentação sonora” e elogiado internacionalmente pelas suas performances imersivas e de elevada intensidade artística, desenvolve um trabalho que cruza música contemporânea, improvisação, arte sonora e investigação performativa.

O seu percurso inclui apresentações em diversos países da Europa, Oceânia, América do Norte e América do Sul, bem como colaborações com figuras incontornáveis da música experimental e contemporânea, entre as quais Lee Ranaldo e Leah Singer (Sonic Youth), Jeffrey Ziegler (ex-Kronos Quartet), Phill Niblock, Jon Rose, Gabriel Prokofiev, David Cossin (Bang on a Can) e Found Sound Nation.

DIGRESSÃO

26 de julho | Teatro Helena Sá e Costa, Porto | 17h00 
27 de setembro | Black Box, Leiria | 19h30 
22 de outubro | Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco | 21h30 
12 de novembro | Favo das Artes, Mondim de Basto | horário a anunciar

Bilhetes disponíveis através dos espaços de acolhimento 

BIOGRAFIA

Luís Bittencourt é um músico visionário, compositor, artista-investigador e produtor musical, reconhecido pelas suas contribuições inovadoras para a música contemporânea e a arte sonora. Conhecido pela sua criatividade sem fronteiras, Bittencourt foi descrito como um “mestre da experimentação sonora” (Revista Visão), cativando audiências com performances inovadoras que fundem diversas tradições musicais, experimentação de vanguarda e uma forte componente imersiva. As suas atuações a solo, elogiadas como “torrentes de originalidade”, combinam a precisão da música clássica, a alma da música popular sul-americana, a improvisação de vanguarda e sonoridades experimentais contemporâneas, criando experiências auditivas transformadoras. 

“A pluralidade de sons e instrumentos apresentada por Luís Bittencourt eleva a sua arte a um grau alquímico. Os seus movimentos corporais são revestidos pelo jogo de luzes, transformando-o num xamã instantâneo, uma espécie de sumo sacerdote do som.” - (*Grings Memorabilia, Brasil*)

Ao longo da sua carreira, Bittencourt apresentou-se a solo por toda a Europa, Oceânia, América do Norte e América do Sul, recebendo reconhecimento de prestigiadas instituições e salas de espetáculo, como a Casa da Música, em Portugal. Estreou composições próprias e obras de compositores de renome, como Tan Dun, Gabriel Prokofiev, Steve Reich e vários outros criadores contemporâneos. Através de colaborações com artistas reconhecidos internacionalmente, como Lee Ranaldo e Leah Singer (Sonic Youth), Jeffrey Ziegler (antigo membro do Kronos Quartet), Phill Niblock, Jon Rose, entre outros, Bittencourt enriqueceu o seu percurso artístico com parcerias diversificadas e intercâmbios criativos de grande relevância.

Enquanto compositor e produtor musical, os seus feitos são igualmente notáveis. As suas composições receberam diversos reconhecimentos, incluindo a conquista do prestigiado prémio “Legends of China – Confucius Arts Institute Award 2016”. Colaborou com artistas e instituições de referência, como o fotógrafo George Lange, o Instagram®, o Cannes Lions International Festival of Creativity e a Organização das Nações Unidas (ONU), demonstrando a sua versatilidade e excelência na produção musical e na composição original. 

Investigador apaixonado e inovador, Bittencourt dedica-se à exploração das interseções entre som, performance e criatividade experimental. A sua investigação pioneira sobre técnicas não convencionais de percussão e a redefinição dos instrumentos musicais posicionou-o como uma referência no meio académico. É professor no Mestrado em Música Computacional e Design de Som da Universidade de Coimbra, na ESAP – Escola Superior Artística do Porto e na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco. As suas contribuições académicas estendem-se ainda a colaborações internacionais com a Society for Artistic Research (SAR) e a Percussive Arts Society (PAS), onde desempenha funções como revisor científico (*peer reviewer*) e consultor artístico.

Detentor de um Doutoramento e de um Mestrado em Performance Musical, bem como de uma Licenciatura em Performance de Percussão, Bittencourt alia rigor académico à exploração artística. O seu álbum de estreia a solo, *Instrumentalities and Audible Volitions* (2023), evidencia as suas composições originais e a sua abordagem inovadora ao som.

Seja em palco, através de performances eletrizantes, ou em contextos académicos, impulsionando novas fronteiras para a música, Luís Bittencourt personifica criatividade, inovação e excelência, afirmando-se como uma força transformadora na comunidade artística e musical global.

NOVO DISCO DE MOONSPELL CHEGA ESTA SEXTA





















É já esta sexta-feira, dia 3 de Julho, que é editado o novo e muito aguardado álbum dos MOONSPELL, "Far From God", um disco nascido de cinco anos de procura criativa e derradeira redescoberta. A sua resposta musical a uma verdadeira crise existencial que, nos últimos anos, atingiu a banda e o estilo. Em vez de se dobrarem às tendências modernas, os MOONSPELL reforçam identidade e substância. "Far From God" é uma afirmação ousadamente bela e trágica do Metal Gótico na sua forma mais pura: obscuro, romântico, dramático e assumidamente pesado. "Far From God" vai ser disponibilizado em formato digital, CD, Vinil e Mediabook, via Alma Mater Books and Records, sob licença exclusiva da Napalm Records.

Produzido por Jaime Gomez Arellano (Paradise Lost, Ghost, Sólstafir), "Far From God" reconecta os MOONSPELL ao espírito clássico de álbuns como "Irreligious", mas com uma sonoridade poderosa e contemporânea. Tematicamente, percorre o amor baudelariano, a culpa existencial e a redenção, rejeitando o brilho artificial em favor de uma fantasia ancorada na sinceridade. O primeiro single e tema-título revelou-se um imediato sucesso, ultrapassando as 300 mil visualizações no YouTube e mais de 80 mil streams no Spotify em apenas algumas semanas.

“The Great Wolf in the Sky”, o novo single da banda, é um dos momentos mais majestosos e emocionalmente marcantes de "Far From God". Escrita em memória dos lobos que acompanharam o percurso da banda, é dedicada a um fã e amigo (Pedro Silva) que partiu antes de poder ouvir este álbum.

"Far From God" vai ser motivo de reflexão em duas FNAC Talks, nos dias 3 e 4 de Julho, no Colombo e NorteShopping, respectivamente. Em Lisboa, a moderação está a cargo do Padre João Sarmento e, no Porto, de José Carlos Guimarães do site Caminhos Metálicos. A entrada é livre.

À noite, a reflexão é outra: dia 3 de Julho é a Festa de Lançamento de "Far From God", no RCA Club, em Lisboa, e dia 4 de Julho há nova comemoração no Gym Bar 748, no Porto. Em ambas as festas, a banda vai estar presente e meter música até às 04h

"Far From God" é o disco mais importante de sempre da história dos MOONSPELL

Concertos de Apresentação
12.09: Quinta da Ribafria, Sintra [Blueticket]
31.10: Hard Club, Porto [Ticketline]

FESTIVAL QUE JAZZ É ESTE REVELA CARTAZ


Está fechado o cartaz da 14.ª edição do Festival Que Jazz É Este?, que decorre de 8 a 19 de julho em Viseu. Depois de duas semanas em que o jazz percorre hospitais, lares, um estabelecimento prisional, aldeias, ruas, museus e outros espaços da cidade, o festival concentra o seu momento mais intenso nos dias 18 e 19 de julho, transformando o Parque Aquilino Ribeiro, no coração de Viseu, no principal ponto de encontro entre artistas, públicos e comunidade.

Fiel à identidade que tem vindo a afirmar ao longo de catorze edições, o Que Jazz É Este? continua a cruzar diferentes linguagens musicais e artísticas, reunindo nomes consagrados, projetos emergentes e criação local numa programação de entrada livre que volta a desafiar as fronteiras do jazz.

No sábado, 18 de julho às 17h30 ouve-se Songsayer, o projeto de Rita Maria e Nuno Costa, que também orientam este ano o 18.º Workshop de Jazz de Viseu. Amigos e colaboradores de longa data, apresentam um concerto intimista onde voz, guitarra, eletrónica e improvisação reinventam canções que marcaram o percurso de ambos, criando um espaço de escuta sensível, experimental e profundamente pessoal.

Às 19h00, sobe ao palco Azul Piscina, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues, onde composição e improvisação convivem numa criação coletiva em permanente transformação.

A noite prossegue, às 21h30, com um dos concertos mais aguardados desta edição: Maria Luiza Jobim, que apresenta em Viseu uma música onde a MPB, a eletrónica subtil e a linguagem do jazz se encontram numa escrita delicada e contemporânea.

O primeiro dia termina de forma diferente. A partir das 23h00, o festival junta-se à DANCETERIA, projeto da companhia Mochos no Telhado, para uma sessão especial Que Jazz É Este?. que transforma o parque numa pista de dança aberta a todos, começando com uma aula de Giant Steps, orientada por Maria Antunes, seguida de um momento de convívio e partilha que convida o público a permanecer no festival para lá dos concertos.

No domingo, 19 de julho, a música regressa ao Parque Aquilino Ribeiro com o Hugo Santos Quintet, que às 17h30 apresenta composições originais do jovem baterista, vencedor do Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro nas categorias de Melhor Ensemble e Melhor Composição Original, afirmando uma linguagem onde jazz, rock e funk convivem naturalmente.

Às 19h o encerramento da 14.ª edição acontece com um encontro verdadeiramente especial: Omar, uma das vozes maiores da soul britânica, sobe ao palco acompanhado pela Gira Big Band, coletivo de jovens músicos da região de Viseu dirigido por João Martins e desenvolvido no âmbito do trabalho contínuo da Gira Sol Azul. Com uma carreira de mais de quatro décadas e colaborações com artistas como Stevie Wonder, Erykah Badu ou Angie Stone, Omar protagoniza um concerto inédito que simboliza o espírito do festival: promover encontros improváveis entre artistas internacionais e a criação musical local.

Ao longo das tardes de sábado e domingo, o Parque Aquilino Ribeiro acolhe ainda emissões especiais de rádio ao vivo conduzidas por Sandra Rodrigues, Filipa Fróis e a dupla Daniela Madaleno e Pedro Coutinho, a apresentação do novo livro do guitarrista viseense Luís Lapa, ‘Chave Mestra’, além de um mercado de livros e discos, reforçando a dimensão multidisciplinar e participativa do festival.

A programação completa integra ainda o Jazz ao Domicílio, que leva a música ao Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, ao Internato Dr. Vítor Fontes e ao Estabelecimento Prisional de Viseu; o Jazz na Rua, que atravessa a feira semanal da cidade; a programação em Várzea de Calde; o 18.º Workshop de Jazz de Viseu; as jam sessions no Carmo'81; e a oficina Cartazes Animados, orientada pela artista plástica Beatriz Rodrigues, que decorre no dia 11 de julho, às 15h00, na nova sede da Gira Sol Azul, na histórica Rua Direita. Nesta oficina, os participantes serão convidados a criar composições visuais e pequenas animações inspiradas nos artistas que integram o cartaz desta edição.

Todas as atividades mantêm entrada livre, mediante donativo consciente, um contributo voluntário que ajuda a tornar possível um festival acessível sem desvalorizar o trabalho dos artistas e de toda a equipa envolvida.

A realização da 14.ª edição conta com o apoio do Município de Viseu, parceiro fundamental para que o Que Jazz É Este? continue a afirmar-se como um projeto cultural de proximidade, criação e serviço público.

De 8 a 19 de julho, o Que Jazz É Este? volta a ocupar Viseu com música, encontros e experiências que ultrapassam o palco. Mais do que um festival, continua a ser um lugar onde a cidade se escuta a si própria - e onde o jazz continua a encontrar novas formas de acontecer.

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https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT

NO SALÃO BRAZIL
















Centenário Salão Brazil
4 julho • 10h30 - 00h00

O Salão Brazil celebra, em 2026, o seu centenário.
Há 100 anos, o edifício acolhia a Panificação de Coimbra, como testemunha esta rara fotografia do Largo do Poço. Desde 2012, o primeiro e segundo andares são uma casa das artes e das culturas no coração da Baixa de Coimbra.
Para assinalar esta data, o Jazz ao Centro Clube promove, ao longo do ano, um programa comemorativo que arranca já a 4 de julho, Dia da Cidade, com uma grande festa de entrada livre entre o Largo do Poço e a Praça do Comércio.

Agenda do dia 4 de Julho - Entrada Livre
10h30 |⁠ ⁠Mostra dos resultados das intervenções do Laboratório de Cidadania e Cocriação - Largo do Poço
11h00 - 13h00 |⁠ ⁠Casa Aberta “Há mais Salão” - Salão Brazil
11h00 |⁠ ⁠"Flores de Coimbra", de Carlos Costa (exposição) - Salão Brazil

14h00 - 16h00 | ⁠Casa Aberta “Mais Salão” - Salão Brazil
18h00 |⁠ ⁠Sara Serpa & Matt Mitchell (concerto) - Salão Brazil

21h30 | Baile da Rosa com o grupo Telefonia - Praça do Comércio
23h00 | ⁠Caucenus & Zhang Qinzhe "Corrupted Memories // Future Ruins" Largo do Poço

Embryo #5
Diogo Alexandre e Luis Figueiredo
7 julho • 21h30

Embryo é o projeto do pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo que, ao longo de cinco sessões, sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês, promove um espaço de encontro com cinco destacados músicos do panorama do jazz, convidados para atuar em duo com o pianista. Em julho, o convidado é Diogo Alexandre, baterista e compositor português nascido em Leiria, em 1998, cuja abordagem ousada ao instrumento e linguagem musical singular o têm afirmado como uma das vozes mais marcantes da nova geração do jazz português. Editou o álbum de estreia, Pipe Tree (JACC Records), distinguido pela Jazz.pt como um dos melhores discos do ano, e colaborou com músicos como André Fernandes, Pedro Melo Alves, Bram De Looze, Ben Van Gelder, Fabrizio Cassol, João Mortágua e João Barradas. O seu percurso tem sido reconhecido com o 1.º Lugar no Prémio Jovens Músicos (RTP/Antena 2, 2019), o prémio Músico Revelação (RTP/Festa do Jazz, 2020) e a distinção Revelação do Ano (Jazz Logical, 2021), consolidando uma carreira em crescente afirmação no panorama nacional e internacional.

Abertura de portas: 21h00
Bilhetes: 7 eur • 5 eur
BILHETEIRA ONLINE

segunda-feira, 29 de junho de 2026

PROGRAMA DE 29/06/26


 








1 - Post Saudade - Modern life
2 - Electric Man - Cristina (beleza é fundamental)
3 - José Cid _ Magia
4 - Carlos Peninha - Poema dos náufragos tranquilos (com Zeca Medeiros)
5 - Alice Boavista - Boa nova
6 - Lika - Barragem
7 - Cabrita - Good morning 
8 - The Legendary Tigerman - Lust
9 - Bandua - Barquinho
10 - Blaya e Maria João - Biri bam bam
11 - Sofia Leão - Não seria tão triste
entrevista Sofia Leão e André Júlio Turquesa
12 - André Júlio Turquesa - O panfleto

ALICE BOAVIDA LANÇA EP















Alice Boavista
apresenta “Boa Nova”, o seu primeiro single em nome próprio, tema que dá igualmente título ao EP de estreia atualmente em preparação. A canção surge como ponto de partida para um projeto que procura estabelecer um diálogo entre a música tradicional portuguesa e uma abordagem autoral contemporânea, afirmando uma linguagem assente na palavra, na memória e na ligação às raízes culturais.

Em “Boa Nova”, Alice Boavista parte da ideia de regresso e saudade para construir uma narrativa centrada na relação com um lugar que permanece vivo na memória. Através da forma de uma carta imaginária, o sujeito lírico dirige-se a esse espaço ausente, alimentando a esperança de um reencontro futuro e da possibilidade de voltar a sentir pertença, acolhimento e reconhecimento.

A canção desenvolve-se em torno da forma como os lugares moldam a identidade individual e emocional. Mais do que uma reflexão sobre distância física, “Boa Nova” explora a permanência das memórias, dos rituais e dos símbolos que acompanham cada percurso pessoal. Entre ausência e desejo de regresso, o tema propõe uma leitura da saudade enquanto força de ligação e construção identitária.

Musicalmente, o single reflete algumas das linhas orientadoras do futuro EP. A composição e letra são assinadas por Alice Boavista, com arranjo de Francisco Ribeiro. A artista assume a voz, o adufe e o piano, acompanhada por Carlos Barreto no contrabaixo, Eva Senra na flauta transversal e Isabel Sixel no pandeiro e voz. A gravação foi realizada no I Am Studio, sob direção de Artur Silva.

“Boa Nova” integra um projeto que cruza referências da música tradicional portuguesa com elementos da música popular portuguesa e brasileira, incorporando ainda influências da música erudita e do jazz. A utilização de instrumentos associados às tradições musicais de diferentes territórios lusófonos contribui para uma linguagem que procura simultaneamente preservar e reinventar heranças culturais, aproximando tradição e criação contemporânea.

O futuro EP homónimo surge como a primeira edição discográfica de Alice Boavista enquanto autora e intérprete a solo. Concebido como um manifesto artístico e pessoal, o trabalho propõe uma reflexão sobre pertença, memória, identidade e transmissão cultural. O título “Boa Nova” assume-se como metáfora de nascimento artístico e revelação, mas também como mensagem de esperança e continuidade.

Nascida em Marco de Canaveses em 2001, Alice Boavista é cantora, pianista, maestrina, adufeira, arranjadora e compositora. Formou-se em Direção, Teoria e Formação Musical pela Universidade de Aveiro, depois de estudos no Conservatório do Vale de Sousa, desenvolvendo desde cedo um percurso marcado pela diversidade de experiências musicais e performativas.

Ao longo dos últimos anos integrou diferentes projetos ligados à música tradicional portuguesa, à criação contemporânea e à prática coral. Foi maestrina do Coro de Santa Joana entre 2021 e 2025 e participa atualmente em formações como Quarteto Nota do Meio, Marca 4 D’Água, Gomo de Tangerina, Eiró, Crua e Zêzere Arts Vocal Ensemble. Paralelamente, tem desenvolvido atividade regular como intérprete, pianista e cantora em Portugal e no estrangeiro.

Com “Boa Nova”, Alice Boavista inaugura oficialmente o seu percurso discográfico em nome próprio, apresentando uma proposta que cruza tradição, criação autoral e identidade cultural, num trabalho onde a música surge como espaço de encontro entre memória, palavra e comunidade.

BRUNO CELTA E PETER STRANGE EM BRASA













Bruno Celta e Peter Strange promovem os seus mais recentes trabalhos, enquanto tentam chegar ao fim das várias provas das "Asas de Fogo". Entre desafios e perguntas sobre os seus processos criativos, o primeiro episódio de "EM BRASA" é bem humorado e dá-nos a conhecer um lado mais descontraído de ambos artistas.

Este formato é apresentado e dinamizado por Tatiana Fox (CEO da Silver Fox Artists)!

NA ZDB EM JULHO





















SEXTA 3 JULHO / 22H
Gabriele Mitelli ‘Three Tsuru Origami’ & Rodrigo Amado ← Gabriel Valtchev, Marija Kovačević, Paula Sánchez

A música do trio de Gabriele Mitelli é uma viagem ao âmago da improvisação, onde o jazz volta a ser uma aposta — uma prática ousada em que a tomada de riscos é fundamental para o progresso. Os companheiros de banda de Mitelli são dois grandes músicos ingleses, para quem o ruído e a rebeldia são um modo de vida: o baixista John Edwards e o baterista Mark Sanders. Para este concerto, o trio convida Rodrigo Amado naquilo que será uma estreia absoluta. Há aqui um mundo inteiro por descobrir.

Gabriel Valtchev, percussionista, baterista e improvisador, desenvolve a sua identidade artística nos domínios da música contemporânea, da música tradicional dos Balcãs e da música improvisada/alternativa. 

A violinista Marija Kovačević dedica-se à música clássica, experimental e improvisada. O seu projeto «Music for Broken Violins» é uma exploração de texturas sonoras com violinos partidos, arcos e os seus fragmentos. 

Situado na intersecção entre a música experimental, a improvisação livre e a arte performativa, o trabalho de Paula Sánchez centra-se na composição/descomposição de um espaço sonoro mutável. Trabalha com materiais como plástico, vidro e elementos da natureza, combinados com a voz e a eletrónica.

George Silver & Gold 'Ave Rara' ← Scorpions ← Paixão

Das figuras mais activas e incansáveis a agitar as águas neste país, André Neves tem vindo continuamente a experimentar com know how, deslumbramento e um sentido pleno de diversão e crença toda uma série de formas e linhagens históricas para as encarreirar numa personalidade muito sua e que tem novo patamar de afirmação com o recém-editado ‘Ave Rara’. Álbum grande no tamanho e no espectro, ‘Ave Rara’ vai mapeando os impulsos e obsessões de Silver, contando com uma vasta rede de colaboradores ao abrigo de Gold. Na impossibilidade de contar com todo o elenco de Gold para a celebração, Silver apresenta-se nesta ocasião com Puçanga e Bertrand tcp Menino da Mãe.

Scorpions do Barreiro é uma formação meio mutante que foi crescendo a partir do núcleo duro formado em 2017 por Vítor Lopes e Jaime Norberto, contando hoje habitualmente com Sara Zita, Tiago Franco e Diogo Vaz. Vivem no momento em que a jam se descorta das suas premissas tacanhas e assume o desconhecido, em linha de contacto com explorações de Jackie-O Motherfucker, NNCK, Excepter ou a Vibracathedral Orchestra em deambulações onde convivem vestígios da kösmische, tácticas dub, improvisação não idiomática, “jazz” e do paisagismo post-rock mais crú.

Fluido, pulsante e sonhador são algumas das palavras-chave que definem o som de Paixão. Explorador incansável de paisagens sonoras psicadélicas, constrói repertórios sem olhar a géneros, contando uma história que cruza elementos dub e explorações texturais.

QUARTA 15 JULHO / 21H 
Luís Vicente 4tet ‘Spirits Moving’ ← Gonçalo Feijão & António Martins

Após passagem pelo Aquário em 2021, Luís Vicente traz novamente o seu 4tet a casa, já com a formação cristalizada que gravou para a Clean Feed ‘House in the Valley’ em 2023, para apresentar ‘Spirits Moving’. Coadjuvado pelo saxofonista John Dikeman, pelo baterista Onno Govaert e pelo contrabaixista Luke Stewart, tudo gente de rodagem constante no mapa do jazz e da improvisação e camaradas do trompetista em várias das suas andanças, Vicente tem em ‘Spirits Moving’ mais um tomo significativo de uma obra em constante expansão que não dá grandes mostras de cessar.

Gonçalo Feijão e António Duarte Martins apresentam um encontro em duo entre improvisação livre e tradição portuguesa. Gonçalo Feijão, contrabaixista e compositor português, prepara o lançamento de Thyra, o seu álbum de estreia, enquanto António Duarte Martins, guitarrista com um percurso bem assente na tradição do Fado, desenvolve atualmente o seu primeiro disco em nome próprio. Os dois músicos cruzam linguagens distintas aproximando o universo do fado ao da criação improvisada.

SÁBADO 25 JULHO / 22H
ACID ACID ‘The Radio Under The Stars’ ← Afonso Sêrro

Enquanto Acid Acid, Tiago Castro anda por aí há cerca de dez anos. Como voz da rádio, conhecemo-lo há muito mais tempo. Depois de em 2020 ter editado Jodorowsky, Acid Acid está de volta com The Radio Under The Stars. The Radio Under The Stars pode-se ouvir de várias formas, ora tanto é um disco psicadélico, como um de ambient que se constrói através de texturas rock, que lembram algum Spiritualized de meados dos 1990s. Também se pode ouvir como uma mixtape, em que várias melodias se vão colando em construção do momento ideal.

Afonso Sêrro iniciou o seu percurso musical com estudos de piano clássico e mais tarde dedicou-se ao jazz de forma informal. Na ZDB, apresentará o seu álbum de estreia a solo, editado pela Ovo Estrelado Records, Piano Impromptus. Resultado de um isolamento de alguns dias na Casa do Piano para captar uns improvisos, este disco, nas palavras de Afonso Sêrro "inicia um percurso musical muito diferente do que andei a fazer até agora. Um percurso a solo, totalmente livre. O que farei depois disto?”

SEXTA 31 JULHO / 22H
Colectivo Casa Amarela x ZDB:
Jejum #43 c/ bela + Vomir

Artista de origem sul-coreana, assente entre Berlim e Praga, bela opera num complexo e cativante espaço de transformação. Entre visões e invocações, o ancestral e o visionário, o ruído e o silêncio, explora as múltiplas interseções possíveis entre estas aparentes dicotomias. Um dos melhores segredos deste ano chama-se Korean Love Sonnets. Documento sonoro intensamente vívido, centrado na voz, propõe um conjunto de mantras guturais, som em estado bruto e outras fantasias psicotrópicas envoltas em lava quente e fumegante.


O francês Romain Perrot, também conhecido como Vomir, dedica há mais de duas décadas a sua atividade ao êxtase do imaginário europeu da música extrema. Visão que viria a materializar no seu Manifesto do Muro Brutalista. Enquanto epicentro filosófico do harsh noise wall, a sua indagação da matéria sonora mais bruta parece invariavelmente sedenta por ir mais longe. Minimalista, saturado e volumoso, o seu trabalho gera uma sensação de sucção quase física. Apesar da agrestidade da obra, encontra-se uma estranha dimensão contemplativa, até meditativa, no coração do mais puro caos.

MEAJAZZ & BLUES REGRESSA AO JARDIM DO LUSO NA MEALHADA





















O Meajazz & Blues regressa já esta sexta-feira e sábado, dias 3 e 4 de julho, ao Jardim do Luso, na Mealhada, para mais uma edição de entrada gratuita dedicada ao jazz, blues, soul e às múltiplas linguagens que orbitam estes universos musicais.

Com produção e curadoria da Luckyman Music, em parceria com a Câmara Municipal da Mealhada, o festival volta a afirmar-se como um espaço de encontro entre diferentes gerações, estéticas e geografias musicais, mantendo uma programação acessível num dos cenários naturais mais emblemáticos da região centro.

Ao longo de dois dias, o Meajazz & Blues reúne artistas nacionais e internacionais que atravessam diferentes abordagens à música de raiz contemporânea. Entre os destaques da edição de 2026 encontram-se Tó Trips & Fake Latinos, Frankie Chavez, Cabrita e Mirla Riomar, nomes que representam percursos distintos mas unidos pela procura de novas possibilidades sonoras a partir do jazz, blues, folk, soul e das músicas do mundo.

A programação arranca no dia 3 de julho com Luís Martelo & His Band e Peter Storm & The Blues Society, culminando com o concerto de Tó Trips & Fake Latinos, projeto que cruza influências latinas, folk e rock instrumental numa linguagem marcada pela improvisação e pela construção atmosférica.

No dia 4 de julho, o festival recebe Cabrita, músico que tem vindo a desenvolver um percurso singular entre jazz, experimentação e fusão contemporânea, seguindo-se Mirla Riomar, cantora brasileira radicada em Portugal que cruza afrobeat, ritmos afro-brasileiros e soul numa proposta de forte dimensão performativa. O encerramento ficará a cargo de Frankie Chavez, um dos nomes mais reconhecidos da música portuguesa contemporânea, cuja abordagem ao blues e folk tem conquistado público dentro e fora do país.

A animação musical antes dos concertos volta a ser assegurada por DJ Rui Rosa, enquanto a banda Desbundixie será responsável pela animação de rua durante a tarde de sábado.

Desde a sua criação, o Meajazz & Blues tem vindo a consolidar-se como um projeto de valorização cultural e territorial, promovendo o acesso gratuito à música ao vivo e contribuindo para a descentralização da oferta cultural. Num ambiente de proximidade entre artistas e público, o festival continua a afirmar-se como um dos encontros mais consistentes dedicados ao jazz, blues e soul na região centro.

Meajazz & Blues 2026

3 de julho

20h00 - DJ Rui Rosa
20h30 - Luís Martelo & His Band
21h30 - Peter Storm & The Blues Society
23h00 - Tó Trips & Fake Latinos

4 de julho

17h00 - Desbundixie
20h00 - DJ Rui Rosa
20h30 - Cabrita
21h45 - Mirla Riomar
23h00 - Frankie Chavez

SAI HOJE O TERCEIRO DISCO DE POST SAUDADE















Sai hoje "Modern Life'" primeiro single do novo disco de Post Saudade, a sair em Novembro deste ano com o selo da Raging Planet.

Nos dias que correm existe muito a expressão "tempos modernos". Estarão estes tempos a fazer bem à humanidade? 

Conseguiremos sobreviver a eles sem ficar completamente destroçados ou a necessitar de psicoterapia? 

E as novas gerações? Será que algum dia darão valor ao sentir em prol da imagem e dos produtos? 

"Modern Life" é um breve resumo do que as relações são hoje: frágeis, voláteis, substituíveis, e, acima de tudo, uma ilusão.

Este é o primeiro single do terceiro disco de Post Saudade - Primitive Internet, a sair em Novembro deste ano, com o selo da Raging Planet.

Post Saudade é uma banda de rock alternativo do Porto, formada em 2023 por Jonny Saudade , inicialmente como projeto a solo e consolidada com a formação atual em 2025, com a entrada dos restantes membros: Amish Saudade (guitarra, back vocals), Henry Saudade (bateria) e Oscar Saudade (baixo).

A sonoridade que os caracteriza cruza o rock alternativo, com stoner e hard rock, combinando riffs pesados com momentos mais atmosféricos e imprevisíveis e longas camadas de distorção, algum fuzz e densidade sonora.

Entre as suas influências destacam-se QOTSA, Bowie, Kyuss, Black Sabbath e Faith No More. O resultado é um som denso, feito de dualidades entre agressividade e calmaria, com momentos melódicos.

Ao vivo, conseguem esmagar o público com uma parede sonora que não se sente em disco. O impacto é imediato, com riffs esmagadores que se conjugam com uma atmosfera quase tranquilizante, apresentando várias paisagens ao longo de cada música, revelando, também, diretas e dançáveis.

RÁDIO MACAU ANUNCIAM DIGRESSÃO NACIONAL

 


















O enorme entusiasmo gerado pelo anúncio do regresso dos Rádio Macau aos palcos motivou a banda a levar esta celebração a públicos de todo o país, através de uma digressão nacional.

Depois de esgotarem as duas datas no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e com o concerto no Coliseu Porto Ageas também praticamente esgotado (restando apenas alguns bilhetes nas galerias), os Rádio Macau prolongam este reencontro com o público através de uma tour que passará por várias cidades de Portugal Continental e pelas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

A digressão terá início a 20 de novembro de 2026, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, com um concerto particularmente simbólico para a banda: é na cidade que viu nascer os Rádio Macau que começa esta tour, seguindo depois para o resto do país ao longo de 2027. Os bilhetes estão à venda nas bilheteiras do Centro Cultural Olga Cadaval e na Ticketline.

A decisão surge na sequência das inúmeras mensagens enviadas pelo público que não conseguiu adquirir bilhete para os concertos de Lisboa, bem como do forte interesse manifestado por promotores de diferentes regiões do país em receber aquele que é um dos regressos mais marcantes da música portuguesa dos últimos anos.

Mais do que acrescentar novas datas, esta digressão representa a oportunidade de levar este reencontro a um público mais alargado, permitindo que milhares de pessoas possam voltar a ouvir ao vivo um repertório que atravessa gerações e continua a ocupar um lugar único na história da música portuguesa.

Formados em 1983, nos subúrbios de Sintra, os Rádio Macau afirmaram-se como uma das bandas mais influentes da segunda vaga do pop-rock português, construindo uma identidade singular entre o pós-punk, a new wave e uma forte dimensão literária. Ao longo de mais de quatro décadas, desenvolveram uma obra marcada pela atmosfera urbana, pela experimentação sonora e por canções que permanecem vivas na memória coletiva, como “Bom Dia Lisboa”, “A Vida Num Só Dia”, “O Anzol” e “Amanhã É Sempre Longe Demais”.

Hoje, a voz inconfundível de Xana continua a ser o centro emocional da banda, acompanhada por Flak, Alex Cortez, Filipe Valentim e Samuel Palitos, naquela que reúne a formação responsável por alguns dos momentos mais marcantes da música portuguesa.

As restantes datas, cidades e informações relativas à digressão serão anunciadas através dos canais oficiais da banda e dos respetivos promotores.

Coliseu dos Recreios, Lisboa
30 de setembro e 2 de outubro

ESGOTADO

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

Coliseu Porto Ageas
15 de Outubro

ÚLTIMOS BILHETES

Cadeiras de Orquestra 37€
1ª Plateia 32€
2ª Plateia 27€
Tribuna 30€
Camarote de 1ª Frente 30€
Camarote de 1ª Lateral 25€
Frisas Baixo 27€
Frisas Cima 22€
Balcão Popular 25€
Galeria 22€
Geral 20€
Camarote de 2ª 18€

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

sábado, 27 de junho de 2026

PROGRAMA DE 27/06/26












1 - aBAND'anados - Baixar ops braços (não)
entrevista  Amplificador do Rock (João Palma e Ricardo Serra)
2 - Peter Strange - A fúria
entrevista  Amplificador do Rock (João Palma e Ricardo Serra)
3 - Dixit - Madrugar em Gaza
4 - André Henriques - Pese embora
5 - Ezequiel - Portugalidade

6 - Estaca Zero - Corridinho manouche
7 - Raia - Saias cinza (c/ Omiri)
8 - Omiri - A saia da Carolina
9 - Luta Livre - Estufas & alojamento local
10 - Lituo - Assim assim

NOVO SOM DE MONOTRONOC



"Afterglow" é uma faixa de Deep-House sonhadora e emocional que transforma o brilho quente de momentos especiais em música.

Batidas suaves se misturam a synths etéreos e criam uma atmosfera entre nostalgia, melancolia e esperança.

No centro da música está a sensação de querer segurar um momento que já passou, mas cuja calor ainda permanece.

"Afterglow" convida você a pausar, revisitar memórias e olhar para frente com a certeza de que, após cada noite, há um novo amanhecer.

MUSIC
https://www.feiyr.com/x/mono-afterglow
INSTAGRAM https://www.instagram.com/monotronic_official
YOUTUBE
https://youtube.com/monotronic_releases_playlist

GIL HENRIQUES AVISA QUE "TÁ CALOR"





















"TÁ CALOR" surge como o primeiro capítulo deste projeto. A canção parte de uma experiência simples e universal: a dificuldade em adormecer numa noite excessivamente quente. Através de uma abordagem descontraída, visualmente criativa e com um toque de humor, o tema transforma um momento quotidiano numa narrativa musical facilmente identificável por qualquer pessoa. 

Musicalmente, "TÁ CALOR" apresenta uma sonoridade pop/rock contemporânea, acessível e imediata, funcionando como porta de entrada para um universo artístico que continuará a expandir-se através de futuros lançamentos em português e inglês. Embora este tenha sido o lançamento de estreia, "TÁ CALOR" não pretende definir os limites do projeto, mas sim apresentar uma primeira amostra da diversidade criativa que irá marcar os próximos temas.

GIL HENRIQUES é um cantor e compositor português que explora o pop e o rock contemporâneo através de uma identidade bilingue, visualmente criativa e musicalmente sem fronteiras.

Spotify: http://sptfy.bio/iamgilhenriques 
Apple Music: https://music.apple.com/us/album/t%C3%A1-calor-single/6776620411

sexta-feira, 26 de junho de 2026

PARA VER NA BATALHA

 



















No dia 18 de julho, o Claustro Real do Mosteiro da Batalha recebe dois encontros especiais com artistas que dispensam apresentações e que prometem transformar o património, a música e a proximidade com o público numa experiência memorável.

18h00 — TOMÁS WALLENSTEIN

Primeira parte: puto bacoco

Um dos nomes mais criativos da música portuguesa atual chega ao Mosteiro da Batalha para um concerto especial no âmbito do Palco Play Tradicional. Antes, os puto bacoco apresentam uma das propostas emergentes mais interessantes da nova geração.

21h30 — JORGE PALMA TRIO

Primeira parte: Gabriel Gomes

Uma noite de grandes canções, cumplicidade em palco e um formato intimista que aproxima os músicos do público como raramente acontece. Jorge Palma regressa ao Artes à Vila acompanhado por Gabriel Gomes e Vicente Palma, num concerto pensado para ser ouvido sem pressas.

Mais do que concertos, são oportunidades para descobrir a música portuguesa num dos espaços mais emblemáticos do país.

Os bilhetes já estão disponíveis e os lugares são limitados.

Garante já o teu lugar:
Tomás Wallenstein e puto bacoco
Jorge Palma e Gabriel Gome

PROGRAMA DE 26/06/26

1 - Sensible Soccers - Efeito Zandinga (Tolouse Low Trax remix)
2 - Bandua - A lua (Magupi remix)
3 - Richie Campbell - You
4 - IbsxJaur - Floating
5 - Silk Nobre - Chinchada
6 - Holy Nothing - Crença, ofensa e desafio
7 - Ezequiel - Portugalidade
8 - André Henriques - E de repente
9 - Cabrita - Good morning
10 - Gabci - Vanity queen
11 - Rovin - Motard
12 - Birds Arte Indie - Gold and symmetry
13 - Pullmao - Wool and wool
14 - Jacaréu - Eterno espectador
15 - O Simples Mente x luto - Desenho novo