quarta-feira, 3 de junho de 2026

O PALCO DAS MÚSICAS BONITAS ESTÁ DE REGRESSO AO MOSTEIRO DA BATALHA











O Festival Artes à Vila regressa ao Mosteiro da Batalha com três dias de música, exposições, oficinas e encontros que celebram a criação contemporânea, o património e a comunidade.

Sexta-feira, 17 de julho

Exposições

Recordações da Batalha
A Pedra e a Batalha — da matéria à vida

Concertos — Claustro Afonso V - Palco Emergentes GDA

21h30 — Lisa Sereno
22h15 — this page

Sábado, 18 de julho

11h — Visita ao estaleiro das obras de conservação e restauro das Capelas Imperfeitas
14h — Oficina “Vamos fazer um videoclip”
17h — “Retratos de uma aldeia Vol. III”, de Luís Rocha

Concertos - Claustro V - Palco emergentes GDA

18h — puto bacoco

Claustro Real — Palco Play Tradicional

18h30 — Tomás Wallenstein
21h30 — Jorge Palma
DJ Set

18h00–00h00 — ninguém e Débora (warm up & after party)

Domingo, 19 de julho

11h — Oficina “Cartinha de Amores”

Concertos — Claustro Afonso V — Palco Emergentes GDA

16h — Casa do Mimo apresenta Projeto Experimental “Os Mimos”

Claustro Real — Palco Play Tradicional

17h — Ana Lua Caiano
18h — Prémios PLAY Tradicional — atuações de: Romeu Barios, Joana Alegre e Cristina Maria

IRINA BARROS APRESENTA O VIDEOCLIPE DE “BANDEIRA BRANCA”

 











Depois do lançamento de CICLOS, o seu aguardado álbum de estreia, Irina Barros apresenta agora o videoclipe de “Bandeira Branca”, uma das faixas mais pessoais do projeto.

Composta como uma narrativa de reconciliação, evolução e aceitação, “Bandeira Branca” espelha o amadurecimento artístico e pessoal de Irina Barros. Esta composição, que integra o seu disco de estreia, ganha agora um novo visual com o lançamento de um videoclipe que conta com a realização de Blackrose e a produção da My Vibe Music.

O lançamento acontece num momento particularmente relevante da carreira de Irina Barros: depois de editar Ciclos, o seu aguardado álbum de estreia, a artista apresentou o projeto ao vivo num concerto esgotado no Capitólio, em Lisboa.

Ao longo dos últimos anos, Irina Barros tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais relevantes da música lusófona. Em 2025, integrou a lista das 10 artistas femininas portuguesas mais ouvidas no Spotify em Portugal e viu o single “Tu e a Lua” permanecer durante três meses consecutivos no Top 10 do Airplay Nacional, reforçando o impacto crescente da sua música junto do público.

Este percurso ganha agora uma nova dimensão com a confirmação de Irina Barros no Rock in Rio. A artista integra o cartaz de um dos maiores festivais de música do mundo, assinalando mais um marco numa trajetória que continua a crescer e a conquistar novos públicos. A presença no festival surge numa fase de afirmação plena da cantora, que soma mais de 100 milhões de streams nas plataformas digitais e uma comunidade superior a 800 mil seguidores.

10 ANOS DEPOIS ANTÓNIO ZAMBUJO E MIGUEL ARAÚJO REGRESSAM AOS COLISEUS COM 10 CONCERTOS ÚNICOS





















10 anos depois dos históricos 28 Coliseus esgotados, António Zambujo e Miguel Araújo regressam aos palcos onde tudo ganhou outra dimensão. São 10 novos concertos, sem datas extras, 5 noites no Coliseu Porto AGEAS, de 5 a 9 de janeiro, e 5 noites no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, de 2 a 6 de fevereiro de 2027. Os bilhetes ficam disponíveis a partir de 10 de junho nos locais habituais.

Ao longo dos anos, os UJOS conquistaram um lugar muito próprio dentro da música portuguesa. Um espaço raro de liberdade, amizade e cumplicidade, onde as canções convivem com o improviso, o humor e a sensação constante de que nenhuma noite acontece exatamente da mesma forma. Talvez seja por isso que estes concertos tenham criado uma relação tão emocional com o público, uma ligação construída sem fórmulas, sem personagem e sem artifício.

Em 2016, essa relação tornou-se um fenómeno sem precedentes, com 28 Coliseus esgotados entre Lisboa e Porto. Mais tarde, em 2023, António Zambujo e Miguel Araújo voltaram a confirmar a dimensão única deste projeto com mais de 47 mil bilhetes vendidos nas Arenas de Lisboa e Porto, concertos que deram origem ao álbum ao vivo “UJOS nas Arenas”, editado em 2025.

Agora regressam às salas onde tudo aconteceu pela primeira vez, não para repetir o passado, mas para continuar uma história que permanece viva. Dez noites únicas pensadas como reencontro, celebração e continuação natural de um projeto que continua a ocupar um lugar único na música portuguesa.

COLISEU DO PORTO AGEAS

05 de janeiro 2027
06 de janeiro 2027
07 de janeiro 2027
08 de janeiro 2027
09 de janeiro 2027

COLISEU DOS RECREIOS, LISBOA

02 de fevereiro 2027
03 de fevereiro 2027
04 de fevereiro 2027
05 de fevereiro 2027
06 de fevereiro 2027

BILHETES COLISEUS - A PARTIR DE 10 DE JUNHO

ARRÁBIDASHOPPING DESAFIA BANDAS PARA ABERTURA DE CONCERTO DE MIGUEL ARAUJO


 

















A 3.ª edição do ArrábidaMusic regressa com o objetivo de impulsionar novos nomes da música portuguesa, oferecendo ao vencedor a possibilidade de subir ao palco antes do artista. As candidaturas abrem hoje até 5 de julho.

O ArrábidaShopping volta a apostar na descoberta de novos talentos musicais com o regresso do ArrábidaMusic, que em 2026 chega à sua 3.ª edição e reforça a ligação entre artistas em início de carreira a alguns dos maiores nomes da música portuguesa. Este ano, o vencedor do concurso terá a oportunidade única de abrir o concerto de Miguel Araújo, no dia 11 de setembro, num dos eventos mais aguardados do ano no centro comercial.

Nas edições anteriores, a iniciativa proporcionou experiências de grande visibilidade a artistas em ascensão. Em 2024, os The Stupid Cupids abriram o concerto dos GNR perante milhares de pessoas, enquanto em 2025 o palco foi entregue ao quinteto Times of Trouble, na abertura do concerto de Rui Veloso.

Para participar, a partir de hoje e até 5 de julho, os interessados devem submeter as candidaturas através de um formulário online, no website do Centro, acompanhado de um vídeo de apresentação publicado no Instagram, com menção à conta oficial @centro.arrabidashopping e utilização da hashtag #arrabidamusic. O regulamento completo encontra-se disponível em www.arrabidashopping.com. Tal como aconteceu no ano anterior, podem participar músicos que tenham lançado, de forma independente, um álbum ou EP.

Após este período, serão selecionados os finalistas, num máximo de seis, que serão anunciados até 10 de julho. Os escolhidos vão subir ao palco no dia 22 de julho, para um concerto final aberto ao público, que terá lugar numa sala de cinema do ArrábidaShopping. Nesse dia, cada finalista apresentará um showcase com uma duração aproximada de 20 minutos, perante um júri composto por representantes do ArrábidaShopping, Brain Entertainment, Lda e Primeira Linha, Lda.

“Chegamos à 3.ª edição do ArrábidaMusic com a certeza de que este projeto já ultrapassou a ideia de concurso e se tornou num espaço de valorização e promoção de novos talentos da música nacional. É especialmente gratificante voltar a proporcionar esta experiência a músicos em início de percurso e fazê-lo ao lado de um nome como Miguel Araújo, que acrescenta ainda mais relevância e entusiasmo a esta edição. No ArrábidaShopping, queremos continuar a afirmar-nos como muito mais do que um centro comercial: um espaço de encontro, partilha e experiências diferenciadoras, capaz de apoiar a cultura e criar oportunidades”, afirma Tomás Furtado, diretor do ArrábidaShopping.

Sobre o ArrábidaShopping

Inaugurado em 1996, o ArrábidaShopping dispõe de uma oferta de lojas diversificada, numa Área Bruta Locável (ABL) de 59.894 m2. Remodelado em 2008, o ArrábidaShopping espelha a sua sofisticação e elegância nas cerca de 168 lojas que oferecem um vasto leque de serviços. Dispõe de cerca de 3.400 lugares de estacionamento. Os cinemas são, também, uma mais-valia no Centro, com capacidade para 4.000 pessoas, juntamente com o SouldPark Bowling, um espaço único e inovador na zona do Porto. A par da experiência única de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, ArrábidaShopping assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social. Todas as iniciativas e novidades sobre o Centro podem ser consultadas no site www.arrabidashopping.com. Para mais informações, por favor, contactar:

THE ACIUSTIC FOUNDATION COM NOVO DISCO





















Os The Acoustic Foundation assinalam os 15 anos de carreira com uma listening party especial do novo álbum “whaTAFunk”, agendada para o próximo dia 9 de junho, pelas 19h00, no espaço Transistor (Edifício CCOP), no Porto. A entrada é gratuita e permitirá ao público ouvir, em primeira mão, o novo trabalho da banda, cuja edição está marcada para o dia 17 de julho.

A iniciativa surge como um momento de celebração e partilha entre a banda e o público, proporcionando uma audição antecipada de um disco que marca um novo capítulo no percurso do coletivo. Depois de revelar os singles “Fresh News”, “O Conto do Vigário” e o mais recente duplo single “Mojo / Queen of Hearts”, os The Acoustic Foundation apresentam agora o primeiro contacto integral com “whaTAFunk”, trabalho que sintetiza a identidade musical construída ao longo de uma década e meia.

Fundados em 2011 por Marta Oliveira (voz) e Ricardo Fidalgo (baixo), os The Acoustic Foundation afirmaram-se através de uma abordagem que cruza soul, funk, rhythm & blues e uma forte componente performativa, onde a música e a dança coexistem de forma orgânica. Ao longo dos últimos 15 anos, o coletivo construiu uma presença consistente em palco, desenvolvendo uma linguagem própria centrada no groove, na secção de sopros e na energia coletiva da banda.

“whaTAFunk” surge precisamente como um ponto de convergência desse percurso. O disco reúne novas composições que refletem diferentes dimensões da identidade do grupo, cruzando momentos mais dançáveis e expansivos com abordagens mais introspectivas, mantendo sempre o funk e a soul como territórios de referência.

Os temas já revelados antecipam essa diversidade. Em “Fresh News”, a banda explorou uma abordagem marcada pela atualidade e pela observação crítica do quotidiano. Seguiu-se “O Conto do Vigário”, tema que aprofundou a dimensão narrativa da escrita do coletivo. Mais recentemente, o single duplo “Mojo / Queen of Hearts” apresentou duas perspetivas distintas sobre o desamor: uma primeira marcada pelo impulso, pelo desejo e pelo groove, e uma segunda construída sobre uma linguagem soul mais emocional e contemplativa.

A listening party do dia 9 de junho permitirá escutar pela primeira vez o álbum na íntegra, antes da sua chegada às plataformas digitais e aos formatos físicos. Para além da audição exclusiva, o encontro funcionará também como momento de celebração dos 15 anos de atividade dos The Acoustic Foundation, reunindo público, amigos, colaboradores e seguidores do projeto num ambiente informal e de proximidade.

A banda prepara ainda a apresentação oficial de “whaTAFunk” em palco, bem como uma série de concertos e datas internacionais que serão anunciadas nas próximas semanas.

Com edição marcada para 17 de julho, “whaTAFunk” afirma-se como um dos projetos mais ambiciosos da história dos The Acoustic Foundation, celebrando um percurso de 15 anos onde o groove, a coletividade e a permanente vontade de reinvenção continuam a ocupar um lugar central.

POLIVALENTE DE VOLTA A COIMBRA
















Foto: Pedro Roque

No próximo dia 9 de junho, às 22h, a Tabacaria da Oficina Municipal do Teatro (OMT) recebe Polivalente, projeto a solo do músico, compositor e produtor lisboeta João Valente. O concerto traz a palco LOVE PT, segundo álbum do artista, lançado em novembro de 2025 com o selo da Saliva Diva.

Depois do EP BIRRA!, onde começou a afirmar uma identidade sonora marcada pela fusão entre punk-rock e música eletrónica, LOVE PT aprofunda esse universo musical através de onze temas muito diretos, construídos entre guitarras cruas, drum machines e sintetizadores. Entre experiências pessoais e inquietações coletivas, o álbum percorre questões ligadas à precariedade, à habitação e às desigualdades sociais. Faixas como “Habitat”, “Mudar de casa”, “Senhorio” e “Remediados” refletem sobre a dificuldade de construir estabilidade no presente, retratando a insegurança e a instabilidade que marcam a vida de grande parte da sua geração.

Com uma forte componente performativa e uma linguagem sonora intensa e inquieta, Polivalente apresenta um espetáculo que cruza energia, vulnerabilidade e reflexão sobre o presente.
João Valente iniciou o projeto Polivalente em 2017, depois da passagem pela

Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e pela Escola de Jazz Luiz Villas-Boas (Hot Clube de Portugal). Em 2019 lança o álbum de estreia A Revolta dos Hipersensíveis, apresentado no festival Super Bock em Stock.

Paralelamente ao projeto a solo, integrou durante cinco anos a formação ao vivo de EVAYA como multi instrumentista e codiretor musical, tendo também coproduzido o aclamado álbum de estreia da artista, Abaixo Das Raízes Deste Jardim. Ao seu lado, percorreu diversos palcos nacionais, tendo ainda participado numa digressão no Brasil, onde também se apresentou como Polivalente. Foi também um dos compositores do tema “Sprint”, interpretado por EVAYA na primeira semifinal do Festival da Canção 2026. Além do trabalho com esta artista, Polivalente tem assinado a produção de bandas

como MAQUINA ou Humana Taranja. Os bilhetes têm um preço fixo de 6€ e podem ser adquiridos na OMT, nos postos Ticketline e online através de tinyurl.com/PolivalenteOMT

CONCERTOS DE VOLTA A BANHOS VELHOS ESTA SEXTA















Até setembro, o Museu Cultural de Caldas das Taipas, em Guimarães, recebe concertos, cinema, tertúlias, teatro, ateliers infantis, visitas guiadas, uma noite de astronomia e até uma aula de iniciação à canoagem. São mais de 20 iniciativas para todas as idades, sempre com entrada livre.

A 15ª edição dos Banhos Velhos traz várias novidades, tanto na programação como na utilização do espaço. Nas palavras de Luís Mota da organização, “entre as principais inovações estão novas atividades, como os Banhos de Canoa, que ligam o evento à natureza e ao rio, e a reformulação do workshop de escrita criativa, agora adaptado a diferentes públicos. A programação inclui também uma tertúlia com diretores de grandes festivais de verão, incentivando a reflexão sobre a música ao vivo em Portugal”. Há ainda um reforço da aposta na música local, com dois dias extra dedicados a bandas da região de Guimarães. Quanto ao espaço, “os concertos terão uma abordagem mais intimista, concentrando-se no recinto dos Banhos Velhos, valorizando o caráter único do local”, reforça Luís Mota.

Ao longo de mais de 4 meses, o público poderá contar com a atuação de alguns dos nomes de maior destaque da música nacional. A música chega dia 5 de junho com Inês Marques Lucas e Rapaz Ego e, no dia seguinte, com apresentação do novo projeto local de THEO & The DONS; a 4 de julho o palco é entregue a Bruno Pernadas e Hot Air Balloon; agosto traz um dia de muita festa e celebração com Memória de Peixe e Fidju Kitxora, e ainda, a tradicional Noite de Fados com o Grupo de Fados da Vila; já em setembro há dose dupla, no dia 18, com Club Makumba e PZ + Banda Pijama, enquanto que, no dia 19, a temporada encerra com as bandas locais This Penguin Can Fly e Tyroliro. Ainda no universo musical, destaque para uma tertúlia muito especial que coloca em perspetiva os últimos 15 anos de música ao vivo em Portugal e reflete sobre os próximos 15 com convidados de relevo da cena musical nacional.

A área de serviço educativo, marca o arranque da tempora cultural a 23 de maio, com a apresentação do livro “As lontrinhas regressam ao Parque das Taipas” numa parceria entre o agrupamento de escolas das Taipas, o clube Náutico das Taipas e a Taipas Termal. Há ainda para explorar duas oficinas de barro, uma aula de iniciação à canoagem, workshop de escrita criativa e character design, visitas guiadas e uma noite de astronomia.

O cinema ao ar livre é também presença regular e, por isso mesmo, regressa às Piscinas de Verão da Taipas Termal. Em julho, acontece a primeira sessão com a exibição do filme “It was just an accident” de Jafar Panahi. Em agosto, “Sentimental Value” de Joachim Trier completa o ciclo.

O teatro fará, também, o seu regresso à agenda cultural dos Banhos Velhos pela companhia de teatro ATRAMA com a peça “Aquistas” – uma peça onde o público é convidado a participar ativamente num contexto de “relax” no SPA Termal. Em setembro, a fechar a temporada, o GTAC – Grupo de Teatro Amador de Campelos, traz ao museu cultural a peça “Apeadeiro Rural”.

À 15ª edição, os Banhos Velhos consolidam um modelo que combina diversidade artística com uma forte ligação ao território, equilibrando a continuidade de iniciativas já reconhecidas pelo público com espaço para inovação, aproveitando as condições e infraestruturas da vila termal. Esta temporada cultural mantêm a sua identidade como evento gratuito, inclusivo e pensado para todas as idades. O programa completo é atualizado em permanência em taipastermal.com ou na página do Facebook e Instagram dos Banhos Velhos.

terça-feira, 2 de junho de 2026

PROGRAMA DE 02/06/26

1 - Rui Massena - Nocturne
2 - Hélder Bruno - Alma
3 - Máximo - Pangeia
4 - Bruno de Almeida - Soliloquy
5 - Bloom - Do not disturb
6 - Torcido - Despedida
7 - Sensible Soccers - Barco
8 - This Penguin Can Fly - The lightning bolts are here!

9 - A Garota Não - Este país não é para mães
10 - Esteves Sem Metafísica - Sóbria
11 - António Zambujo - Regresso à infância
12 - A. P. Braga - Erguer a voz e cantar
13 - João Afonso - Matope
14 - Lituo - Assim assim
15 - Cara de Espelho - D de denúncia
16 - Líquen - Cinzas, cheiro a limão

RODA DE CHORO DE LISBOA AO VIVO

 



















A Manzwine volta a abrir as portas da sua adega, em Cheleiros, para mais uma edição do já habitual Concerto na Adega, uma experiência que junta música ao vivo, vinho e enoturismo num ambiente intimista rodeado pelas vinhas da região.

No próximo dia 26 de junho, às 21h30, o palco será entregue aos Roda de Choro de Lisboa, coletivo que celebra um dos mais ricos géneros musicais brasileiros, numa atuação marcada pela improvisação, virtuosismo e proximidade com o público.

Mais do que um concerto, a iniciativa foi pensada para proporcionar uma experiência completa aos visitantes. O bilhete, com o valor de 25 €, inclui três copos de vinho Manzwine e ainda acesso exclusivo e antecipado ao Feirão Manzwine, logo a partir das 19:00, um mercado de oportunidades onde estarão disponíveis garrafas de vinhos premium a preços especiais.

Neste feirão, os visitantes poderão adquirir referências habitualmente indisponíveis para venda, devido a pequenas imperfeições estéticas, como rótulos defeituosos, ausência ou danos nas cápsulas, ou erros de rotulagem, sem qualquer impacto na qualidade dos vinhos.

A iniciativa reforça a aposta da Manzwine em criar experiências diferenciadoras que unem cultura, património e vinho, transformando a adega num espaço de encontro para apreciadores de música e enoturismo.

O evento decorre no Jardim da Manzwine, em Cheleiros, e os bilhetes já se encontram disponíveis para venda.

Informações

Evento: Concerto na Adega – Roda de Choro de Lisboa
Data: 26 de junho de 2026
Hora: 21h30
Local: Jardim da Manzwine, Cheleiros
Bilhete inclui: concerto, 3 copos de vinho Manzwine e acesso antecipado ao Feirão Manzwine a partir das 19:00

INDIE MUSIC FEST REVELA MAIS 10 NOVAS CONFIRMAÇÕES E APOSTA, PELA PRIMEIRA VEZ, EM NOMES INTERNACIONAIS











Nesta segunda leva de confirmações constam os belgas Lézard e os luso-britânicos Soma Please e, ainda, os talentos nacionais Expresso Transatlântico, Xtinto, IBSXJAUR, Bardino, Elias, Ben&G, The Green Bin e Tendency. O festival regressa a Baltar, de 3 a 5 de setembro, agora também de portas abertas ao panorama internacional.

O Indie Music Fest abre, pela primeira vez, o cartaz a projetos internacionais com duas estreias absolutas em solo português. Lézard atuam pela primeira vez em Portugal, numa altura em que conquistam cada vez mais fãs pelas suas atuações explosivas, um pouco por toda a Europa. Entre post-punk, disco, glam rock, new wave e electro-clash a banda belga traz o álbum de estreia, “Que Se Passe-t-il”, num universo tão caótico quanto dançável. Já os Soma Please trazem ao festival os seus sintetizadores etéreos e ritmos pulsantes. A dupla luso-britânica acaba de editar o novo single ‘I’m a Fan’, que conta com a participação de Julien Barbagallo, baterista dos Tame Impala.

As novas confirmações juntam ainda os portugueses Expresso Transatlântico, Xtinto, IBSXJAUR, Bardino, Elias, Ben&G, The Green Bin e Tendency que celebram a missão primordial do Indie Music Fest de dar voz à música independente portuguesa.

A organização já havia anunciado no cartaz Beatriz Pessoa, Ela Jaguar, Evols, Femme Falafel, Jepards, Nunca Mates o Mandarim, Rapaz Ego, Them Flying Monkeys, Vaiapraia e Warout. Outra das novidades já divulgadas é a abertura do festival, a 3 de setembro, num dia dedicado ao projeto Indie Talents e com entrada totalmente gratuita.

O Indie Music Fest reforça a sua proposta enquanto experiência completa, pensada para um público diversificado e familiar com a Piscina e o Fúria, bem como uma oferta ampliada de atividades no recinto, além de um novo palco para projetos emergentes. O Mercado Indie e o espaço Mini-Indie regressam também com conteúdos alargados face à edição anterior.

Depois de um hiato provocado pela pandemia e pela mudança forçada de espaço, o festival regressou em 2025, com uma afluência de perto de 8.000 participantes, num recinto que permite palcos de maior dimensão e infra-estruturas de apoio mais amplas e melhoradas. Para 2026, a organização pretende aumentar a capacidade para 9.500 visitantes, consolidando o crescimento sustentado do evento.

Os bilhetes Early Bird esgotaram em poucas horas, mas estão agora disponíveis os Passes Gerais, com camping incluído, pelo valor promocional de 30€, até 31 de julho.

FESTIVAL CUCA MONGA FECHA CARTAZ E ANUNCIA ALINHAMENTO DIÁRIO





















O Festival Cuca Monga volta ao coração da cidade, nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, para a sua 4.ª edição e apresenta agora o cartaz completo com alguns dos nomes mais relevantes da música independente portuguesa e brasileira.

Depois de na 3.ª edição o Festival Cuca Monga se ter estreado com sucesso nos jardins do Museu de Lisboa - um oásis verde no Campo Grande, no meio da azáfama citadina um esconderijo sonoro coberto de relva, vagar e tranquilidade -, o evento volta a este espaço para celebrar a música ao vivo, com um cartaz que promete continuar a destacar talento estabelecido e emergente da música independente nacional e ligações internacionais, principalmente criando uma ponte cada vez mais larga e consistente com o Brasil.

Novamente com dois dias cheios de música ao vivo, às primeiras confirmações (Capitão Fausto, Sérgio Godinho & ZARCO, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, Marquise, Leonor Arnaut, Rapaz Ego e Beatriz Pessoa), juntam-se agora: Manel Cruz, Vaiapraia, Rita Cortezão, Bruno Berle, Manu Julian, IBSXJAUR e Miguel Marôco.

A encabeçar o novo anúncio temos Manel Cruz, nome do rock português que dispensa apresentações e que promete trazer na bagagem o álbum Vida Nova (2019) e canções como “O Navio Dela” e “Ainda Não Acabei”.

Ainda no indie português há Vaiapraia, com o longa-duração recente Alegria Terminal (2025) e o acabado de lançar - foi editado no passado dia 29 de maio - Alegrigrigria; Rita Cortezão, um dos nomes mais efervescentes da nova pop nacional e que apresenta o seu disco de estreia tudo, um pouco (2025); IBSXJAUR e Miguel Marôco são nomes da família Cuca Monga e que ambos editaram recentemente, o duo de Vila Real o disco SANITY (2025) e Marôco seu álbum Desgraça, lançado a 10 de abril deste ano.

Na ligação Portugal - Brasil que o Festival Cuca Monga quer estabelecer e reforçar a cada nova edição temos também novos nomes para a comitiva: Bruno Berle que não só traz consigo o disco de 2022 No Reino dos Afetos, como também já vai desvendar algumas das canções de um próximo disco, a ser lançado ainda este ano. Manu Julian - vocalista dos Pelados que tocam este ano no MEO Kalorama - traz consigo as primeiras canções originais e a solo ao festival.

O Festival Cuca Monga foca-se em promover música alternativa e independente. Uma celebração sonora da amizade entre artistas e profissionais da área, feita por músicos experientes que sabem o que é preciso para montar um bom espetáculo. Nas palavras da organização “Sejam artistas consagrados, artistas emergentes, ou artistas da Cuca Monga com música nova, a ideia é que todos partilhem palco e tenham lugar. O ponto em comum é adorarmos toda a música que recebemos.”

O espetáculo será montado nos dias 25 e 26 de setembro nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, um recinto fechado, com 2 palcos, várias bancas de comes&bebes, merchandise e, claro, contará com música a partir da tarde até madrugada fora. O alinhamento diário de concertos já está definido e pode ser consultado nas imagens abaixo.

Os bilhetes diários estão a partir de agora à venda por 30€, já os passes gerais com acesso aos dois dias de Festival Cuca Monga estão ainda em preço early bird de 45€, subindo de valor em breve.
Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline aqui.

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS CELEBRAM 20 ANOS DE BANDA






















Créditos Kid Richard

No início do próximo ano os Sean Riley & The Slowriders voltam aos palcos. A digressão que assinala 2 décadas desde o concerto inicial da banda tem agora as primeiras datas agendadas e começa em Leiria e no Porto.

Vinte anos depois do primeiro concerto, o regresso de Sean Riley & The Slowriders aos palcos revelou-se tão natural quanto inevitável. O concerto em Lisboa esgotou em tempo recorde, confirmando a força intemporal da banda e a ligação duradoura ao seu público. A resposta foi imediata e intensa — marcada pelas saudades de quem há muito esperava voltar a ouvir muitas das canções mais reconhecíveis do grupo ao vivo.

A 3 de março de 2006, no Teatro Académico de Gil Vicente, três jovens músicos – Afonso Rodrigues, Bruno Simões e Filipe Costa – subiram ao palco juntos pela primeira vez, num concerto integrado nas celebrações do 20.º aniversário da Rádio Universidade de Coimbra, da qual faziam parte. Após algumas maquetes gravadas de forma caseira, o desafio para tocar ao vivo surgiu antes mesmo de se assumirem como Sean Riley & The Slowriders. Um curto set de 20 minutos e seis canções bastaram para conquistar uma sala cheia — e marcar definitivamente o início de um percurso que mudaria as suas vidas.

Depois da atuação ao vivo é que chegaram os discos, as digressões e um longo caminho que, apesar de saudoso, nem sempre foi fácil. A formação foi-se alargando, com a entrada de Filipe Rocha e, mais tarde, de Nuno Filipe.

Vinte anos passaram, mas o vínculo entre o grupo de músicos (e amigos) nunca se perdeu e a paixão pela música permaneceu intacta. Razão mais do que suficiente para voltarem a subir ao palco, celebrando e homenageando essa data fundadora. Este reencontro único propõe uma viagem pelo repertório mais emblemático de Sean Riley & The Slowriders e assinala, de forma simbólica e emotiva, duas décadas de canções que marcaram a música portuguesa contemporânea. Juntos, mais uma vez.

Com esta nova digressão de Sean Riley & The Slowriders a iniciar, a primeira data acontece na Casa da Música no Porto (23 janeiro) e a segunda está agendada para o Teatro José Lúcio da Silva em Leiria (29 janeiro). Os bilhetes estão a partir de agora disponíveis e à venda.

Sean Riley & The Slowriders são uma das bandas mais marcantes do panorama musical português do século XXI. Formados em Coimbra em 2006, o projeto nasceu da visão artística de Afonso Rodrigues (Sean Riley), acompanhado por Filipe Costa, Bruno Simões e Filipe Rocha, fundindo influências do folk, rock e blues norte-americanos com uma escrita intimista e profundamente emocional.

A música dos Sean Riley & The Slowriders move-se por sonoridades etéreas e envolventes, sustentadas por guitarras acústicas, arranjos cuidados e uma abordagem contida, onde cada instrumento ocupa um lugar preciso. Sean Riley rapidamente se destacou como um cantautor de maturidade invulgar, apostando na simplicidade das letras e na força da composição como eixo central do seu trabalho. O álbum de estreia, Farewell (2007), afirmou a banda como uma referência emergente, revelando um disco coeso e inspirado que rapidamente conquistou público e crítica. A discografia foi-se consolidando com Only Time Will Tell (2009) e It’s Been a Long Night (2011), reforçando a identidade sonora do grupo e a sua reputação enquanto banda de palco. Em 2016, o lançamento do álbum homónimo Sean Riley & The Slowriders marcou uma nova etapa criativa, mais madura e introspectiva, seguida por Life (2021), que confirma a longevidade e relevância artística do projeto.

 

O GAJO AO VIVO

 


















Na próxima sexta-feira dia 5 de Junho, O GAJO estará na Zambujeira do Mar para uma residência e concerto no evento "Quintais Adentro".

A residência acontece nos dias 3 e 4 e cruza a Viola Campaniça do Gajo com as Tablas Indianas de Inderjeet Singh e os ambientes Cabo Verdianos de Henrique Silva.

A apresentação de dia 5 começa às 19h e acontece no "Quintal da Laginha".
A entrada é livre mas sujeita a reserva antecipada

Mais Informações AQUI:

PEDRO ABRUNHOSA ANUNCIA DIGRESSÃO EUROPEIA DA TOUR ‘INVERBO’

 



















Entre outubro de 2026 e março de 2027, o músico percorre palcos emblemáticos em cidades como Genebra, Luxemburgo, Londres e Paris.

Pedro Abrunhosa prepara-se para levar a Tour INVERBO a várias cidades europeias, numa digressão internacional que decorrerá entre o final de 2026 e o início de 2027. Acompanhado pela sua banda, o Comité Caviar, o músico regressa aos palcos internacionais com um espetáculo único.

A proximidade e a partilha poética, refletindo o percurso de um artista que utiliza a escrita para documentar a emoção de forma intemporal, fazem de ‘INVERBO’ um espectáculo líquido que, centrado na palavra em português, levará ao publico europeu a experiência de palco e a escrita plena de Pedro Abrunhosa. Assim, entre o final de 2026 e o início de 2027, a Tour ‘INVERBO’ atravessará fronteiras para unir os novos temas aos clássicos incontornáveis que marcam a sua carreira. É o regresso de Pedro Abrunhosa aos palcos internacionais, reafirmando a força da sua narrativa e a universalidade das suas autorias que continuam a emocionar o público e a marcar o seu tempo.

A digressão internacional arranca em dezembro, no dia 9, em Genebra, na Victoria Hall. No início de 2027, Pedro Abrunhosa subirá ao palco da Rockhall, no Luxemburgo, a 19 de fevereiro. Em março de 2027, a tour passa pela mítica sala EartH Theatre, em Londres, no dia 5, seguindo- se Le Trianon, em Paris, no dia 7. A Tour INVERBO na Europa não ficará por aqui, pelo que sairão novidades em breve.

Os bilhetes para os espetáculos da digressão europeia já se encontram disponíveis para venda nos locais habituais e através das plataformas oficiais de cada sala de espetáculos.

Agenda da Tour Internacional: 9 de dezembro - Victoria Hall, Genebra - BILHETES
19 de fevereiro de 2027 - Rockhall, Luxemburgo - BILHETES
5 de março de 2027 - EartH Theatre, Londres - BILHETES
7 de março de 2027 - Le Trianon, Paris - BILHETES

Agenda da Tour Nacional: 17 de outubro - Teatro das Figuras, Faro - BILHETES
07 de novembro - Panorama, Alcobaça - BILHETES
14 de novembro - Póvoa Arena, Póvoa de Varzim - BILHETES
27 de novembro - Olga Cadaval, Sintra - BILHETES
28 de novembro - Arena d’Évora, Évora - BILHETES
09 de janeiro - Forum Braga, Braga - BILHETES
15 e 16 de janeiro - Convento S. Francisco, Coimbra - BILHETES
23 de janeiro - Europarque, St.ª Maria da Feira - BILHETES
30 de janeiro - CNEMA, Santarém - BILHETES
13 de fevereiro - Centro Cultural de Viana do Castelo, Viana do Castelo - BILHETES

MIMI FROES AO VIVO NO PORTO E EM LISBOA





















O Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (Lisboa) recebe Mimi Froes no dia 4 de março de 2027. Na semana seguinte (dia 10 de março) é a vez da Sala Suggia da Casa da Música (Porto) dar palco ao novo álbum, com edição prevista para último trimestre de 2026.

Mimi Froes assume voz, texto e música em tudo o que faz. É uma escritora de canções nata. Nos últimos tempos, a compositora tem composto música para artistas como António Zambujo e Teresinha Landeiro, entre outros.

Foi com o tema “Não Faz Mal Não Estar Bem” que Mimi Froes chamou a atenção do público. A música consta do EP “Vamos Conversar” (2020). No ano seguinte (2021), a compositora apresentou o álbum “E a cantar” em que constava o tema nomeado para Globo de Ouro: “Declarações de Meia Noite”. As atuações sucederam-se nesse período até 2022 com presenças no AGEAS Cooljazz, Matosinhos em Jazz e salas emblemáticas como o caso de Tivoli BBVA (Lisboa), Theatro Circo (Braga), Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima), Teatro Aveirense (Aveiro), Festival F, Devesa Sunset (Famalicão), CAA (Agueda), Auditório Municipal (Chaves),entre outros.

Já este ano, Mimi Froes mostrou algumas das novas canções num espetáculo esgotado no Auditório Municipal Beatriz Costa (Mafra), onde teve ainda tempo para recuperar passagens do seu último trabalho de estúdio: “Contornos” (2023).

Para 2026 está então previsto um novo trabalho de originais e estão já lançadas datas de apresentações em Lisboa e Porto, que ocorrem no próximo ano (2027).

BILHETES | CCB LISBOA | 4 março 2027

BÁRBARA BANDEIRA ASSINALA A ABERTURA DA FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL PERANTE MAIS DE 37 MIL ESPECTADORES E O VÍDEO JÁ ESTÁ DISPONÍVEL





















Fotografia: Pluma

Bárbara Bandeira foi a artista convidada para protagonizar o espetáculo de abertura da final da Taça de Portugal e o vídeo da atuação já está disponível no canal de YouTube da artista e da Federação Portuguesa de Futebol.

Perante uma plateia de mais de 37 mil espectadores que enchiam o estádio, a cantora subiu ao relvado para apresentar os temas "Marcha" e "Manel", duas das canções que integram o seu novo EP "Lusa: Ato II".

Momentos antes do início do jogo, Bárbara Bandeira subiu novamente ao palco para interpretar "A Portuguesa". A atuação do hino nacional marcou o momento solene que antecedeu o início do jogo, num momento de grande ligação com o público e tem sido alvo de inúmeros elogios.

Naquele que é um dos momentos mais emblemáticos do desporto nacional Bárbara Bandeira trouxe a estética e a sonoridade do seu novo projeto que celebra e homenageia a “portugalidade” para o relvado do Jamor, juntando a isso uma interpretação irrepreensível do hino nacional, num momento que mereceu numerosos elogios nas redes sociais e marcou não só todos os presentes como a própria história da competição. 

Esta participação na final da Taça de Portugal surge num momento de consolidação da carreira da artista, que se mantém como uma das figuras centrais da pop nacional atual. “Lusa: ato II” é o mais recente projeto de Bárbara Bandeira e propõe-se a celebrar as raízes portuguesas.

O sucessor de “Lusa: ato I”, que homenageia as suas origens brasileiras, é composto por 7 faixas, inclui um dueto inédito com Amália Rodrigues e já se encontra disponível em todas as plataformas.

4ª EDIÇÃO DO FESTIVAL QUINTAIS ADENTRO COMEÇA AMANHÃ











De 3 a 6 de junho, a 4.ª edição do festival promovido pela Bazarulho leva concertos, uma residência artística e atividades comunitárias a Odemira, São Martinho das Amoreiras, Zambujeira do Mar e São Luís, reforçando a sua identidade descentralizada e a aposta na diversidade sonora.

O Quintais Adentro está de regresso para a sua 4.ª edição, afirmando-se como um dos projetos culturais mais singulares do Alentejo Litoral. Entre os dias 3 e 6 de junho, o festival volta a ocupar quintais, escolas e espaços improváveis de quatro localidades do concelho de Odemira — este ano com estreia na Zambujeira do Mar —, mantendo a missão de aproximar a música das comunidades e de cruzar geografias, linguagens e públicos.

Inspirado pelo imaginário de José Afonso — “por esses quintais adentro vamos” —, o festival anuncia agora o cartaz, que reflete uma programação eclética, reunindo artistas emergentes e projetos já consolidados.

Entre os confirmados estão Luca Argel, Mr. Gallini, Femme Falafel, April Marmara, Pista, The Twist Connection e Bardino, compondo um alinhamento que atravessa diferentes estéticas, do rock à eletrónica, da experimentação à canção.

Um dos momentos centrais da programação será a residência artística que junta O Gajo, Cachupa Psicadélica e Indeerjeet. Este encontro inusitado propõe um diálogo entre a viola campaniça, a música cabo-verdiana experimental e a tradição indiana do tabla, promovendo a interculturalidade e a partilha como eixo artístico e social. A residência culminará numa apresentação pública, sublinhando o caráter processual e comunitário do festival.

A programação volta também a incluir as chamadas “Atividades Perpendiculares”, entre as quais se destaca o “Recreio Adentro”. Nesta edição, a Orquestra Locomotiva, composta por cerca de 30 jovens músicos da região, será dirigida pela maestrina Joana Carneiro num concerto especial na Escola Básica de São Martinho das Amoreiras — um espaço com o qual mantém ligações pessoais.

Outra novidade é a parceria com o Festival Termómetro, iniciativa fundada por Fernando Alvim, que há décadas revela novos talentos da música nacional. Uma das bandas participantes na etapa de Odemira, Jacaréu, foi selecionada para integrar o cartaz final, reforçando o compromisso com a descoberta de projetos emergentes.

Mantendo a forte ligação ao território, o Quintais Adentro continua a reservar espaço para músicos locais, integrando-os tanto nas atividades paralelas como na programação principal. Neste âmbito, além da participação do tablista indiano Inderjeet Singh na residência, haverá espaço para a música improvisada com o saxofonista Edmar Pereira e o trombonista Marco Alves, a dream pop da dupla Tilde & Mari, o coro Vozes Femininas de Amoreiras-Gare e um showcase de Jorge Galvão, membro fundador dos saudosos Afonsinhos do Condado, atualmente residente no concelho. Estão ainda previstas ações como o “Lar Adentro”, que pretende levar pequenos concertos a lares e centros de dia, envolvendo jovens músicos da região.

Com o apoio do Município de Odemira, juntas de freguesia, CCDR Alentejo, Antena 3 e parceiros locais, o festival mantém uma política de acessibilidade, com vários concertos de entrada gratuita e condições especiais para menores de 18 e maiores de 65 anos.

ANTÓNIO ZAMBUJO TOCA NA EUROPA





















António Zambujo
regressa aos palcos europeus, depois de uma digressão de doze concertos no Brasil que terminou no final de maio e reforçou ainda mais a sua forte ligação ao público brasileiro. Antes do concerto no Teatro Real de Madrid esta semana, atuou em Guimarães e Lousã num reencontro com o público português que continua a poder descobrir ao vivo o novo álbum Oração ao Tempo.  

Depois das três noites em abril nos Coliseus do Porto e de Lisboa, e desta passagem pelo Brasil, António Zambujo prepara também uma nova série de concertos em Portugal no final de 2026. O arranque acontece em outubro, no Pax Julia, em Beja, com uma primeira data já esgotada e uma sessão extra no dia 9.

Seguem-se concertos em Santa Maria da Feira, a 28 de novembro (Europarque), Faro, a 1 de dezembro (Teatro das Figuras), Santarém, a 4 de dezembro (CNEMA), e Viana do Castelo, a 5 de dezembro (Centro Cultural). A reta final acontece em Coimbra, a 12 de dezembro (Convento São Francisco), e em Alcobaça, a 19 de dezembro (Panorama).

Editado a 19 de março, Oração ao Tempo é o décimo primeiro álbum de estúdio de António Zambujo e resulta de um processo criativo iniciado durante a pandemia, marcado por uma reflexão profunda sobre o tempo e sobre a forma como este transforma a vida, os afetos e a memória.

O tema-título, originalmente composto por Caetano Veloso, surge neste álbum em dueto com o próprio autor. Ao longo dos quinze temas que compõem o alinhamento, António Zambujo volta a reunir autores e compositores fundamentais no seu percurso, como Maria do Rosário Pedreira, João Monge e Pedro da Silva Martins, ao mesmo tempo que abre espaço a novas colaborações, entre elas Carolina Deslandes, Mimi Froes e Rita Dias.

Com arranjos e produção de André Santos, Oração ao Tempo foi integralmente gravado com os músicos que acompanham António Zambujo em palco: João Salcedo (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), João Moreira (trompete), Francisco Brito (contrabaixo), José Conde (clarinete baixo) e o próprio André Santos (guitarra).

Em paralelo com a sua presença em palcos internacionais, António Zambujo regressa às salas nacionais com um novo espetáculo, centrado nas canções do mais recente álbum, sem deixar de revisitar alguns dos temas mais marcantes do seu repertório.

Próximos concertos

05 jun. Teatro Real de Madrid - Madrid, Espanha
09 jun. Cineteatro Alba, Albergaria-a-Velha
26 jun. Castelo de Moura, Moura
24 jul. Grandiosas de Lousada, Lousada
04 a 06 set. Festa do Avante
09 out. Pax Julia, Beja - DATA EXTRA
10 out. Pax Julia, Beja - ESGOTADO
28 nov. Europarque, Santa Maria da Feira
01 dez. Teatro das Figuras, Faro
04 dez. CNEMA, Santarém
05 dez. CCVC, Viana do Castelo
12 dez. Convento São Francisco, Coimbra
19 dez. Panorama, Alcobaça

segunda-feira, 1 de junho de 2026

NO SALÃO BRAZIL





















Embryo #4
Michael Formanek e Luis Figueiredo
02 junho • 21:30

Embryo é o projeto do pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo que, ao longo de cinco sessões, sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês, promove encontros em formato duo com destacados músicos da área do jazz; em junho, o convidado é Michael Formanek, contrabaixista, compositor e uma das figuras centrais da cena jazzística avant-garde nova-iorquina das últimas cinco décadas. Originário de São Francisco, Califórnia, e atualmente residente em Portugal, Formanek construiu um percurso singular marcado por colaborações com nomes como Tony Williams, Joe Henderson, Stan Getz, Fred Hersch, Tim Berne e Mary Halvorson, afirmando-se através de projetos incontornáveis como Bloodcount, Kolossus ou Thumbscrew e de uma abordagem profundamente inventiva à improvisação, onde composição contemporânea, liberdade idiomática e experimentação sonora se cruzam numa obra amplamente reconhecida no universo do jazz contemporâneo e exploratório.

Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 5 eur • 7 euros
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O REGRESSO DOS CARNIFICATION





















Formados em 1993, tendo como protagonistas João Raposo, Marco Camilo e Rui Frias, os Carnification começam por tocar um género de heavy metal, rumo este que mais tarde viria a ser alterado para o Death Metal devido às influências dos seus elementos na onda de Death, obituary, Morbid Angel etc...

Em 1995 é feita a apresentação da banda ao público e depois de uns quantos concertos e também de algumas alterações de line up, o quinteto entra em estúdio e grava a promo track Embracing Solitude, que viria a ser lançada em 1999 e que se nota uma sonoridade mais nórdica, estilo este que se mantém até aos dias de hoje, o Death Metal Melódico.

Em 2001 a banda vê se forçada a encerrar as suas atividades devido à vida pessoal e profissional de alguns dos seus elementos. Em 2009 os Carnification ganham uma nova vida e gradualmente começam com ensaios e actuações ao vivo.

Em 2012 dá se uma nova entrada em estúdio e com o trabalho já numa fase super adiantada, os Carnification sofrem uma baixa de peso com o falecimento do baixista e também produtor do trabalho Paulo Castro e, como um mal nunca vem só, a banda não perde apenas um irmão, mas também o acesso aos ficheiros do trabalho e com isso todo o processo fica estagnado. Sem motivação e com a concordância de todos os elementos a banda decide fazer uma pausa até se achar a melhor solução.

Reunidas todas as condições, o fundador João Raposo reúne as tropas e dão novamente entrada em estúdio para regravar todo o trabalho que tinham perdido anteriormente, com a particularidade de aparecer músicas novas entre algumas que já existiam.

Os Carnification escolheram o produtor Stepan Kobyakin, amigo de muitos anos, para gravar no seu Stepkeys studio e diga se que o resultado final superou todas as expectativas. Com o trabalho concluído, assinam com a Ethereal Sound Works para o lançamento do álbum. A banda pode adiantar que já existe matéria prima para uma nova entrada em estúdio que futuramente irá acontecer.