segunda-feira, 21 de setembro de 2026

SAI HOJE NOVO SINGLE DE POST SAUDADE


Sai hoje "Miss Cocaine'" segundo single de Primitive Internet, novo disco de Post Saudade, a sair no dia 23 de Novembro com o selo da Raging Planet.

“Miss Cocaine” explora a lógica circular da adição: querer afastar-se de algo e, ao mesmo tempo, continuar a gravitar à sua volta. A repetição funciona como compulsão, uma frase que tenta transformar-se numa decisão, mas acaba por revelar dependência. O objecto do desejo pode ser uma substância, uma pessoa, um comportamento ou uma ideia, o que importa é o momento em que deixa de ser escolha e começa a tornar-se necessidade.

A canção move-se entre atração e repulsa, prazer e desgaste, impulso e culpa. Em vez de representar a adição como uma queda linear, apresenta-a como um ciclo, aproximar, rejeitar, regressar, negar, insistir. Há algo de quase ritual nessa repetição, como se a vontade tentasse impor-se continuamente a um corpo ou a uma mente que já não obedecem por completo.

Mais do que falar de excesso, “Miss Cocaine” fala de perda de soberania, daquele ponto estranho em que ainda dizemos “eu quero” quando talvez já devêssemos admitir “eu preciso”.

Post Saudade é uma banda de rock alternativo do Porto, formada em 2023 por Jonny Saudade , inicialmente como projeto a solo e consolidada com a formação atual em 2025, com a entrada dos restantes membros: Amish Saudade (guitarra, back vocals), Henry Saudade (bateria) e Oscar Saudade (baixo).

A sonoridade que os caracteriza cruza o rock alternativo, com stoner e hard rock, combinando riffs pesados com momentos mais atmosféricos e imprevisíveis e longas camadas de distorção, algum fuzz e densidade sonora.

Entre as suas influências destacam-se QOTSA, Bowie, Kyuss, Black Sabbath e Faith No More. O resultado é um som denso, feito de dualidades entre agressividade e calmaria, com momentos melódicos.

Ao vivo, conseguem esmagar o público com uma parede sonora que não se sente em disco. O impacto é imediato, com riffs esmagadores que se conjugam com uma atmosfera quase tranquilizante, apresentando várias paisagens ao longo de cada música, revelando, também, diretas e dançáveis.

ANTÓNIO ZAMBUJO AO VIVO


António Zambujo continua a percorrer Portugal e o mundo com a digressão do novo álbum Oração ao Tempo, que tem novas datas: Vila Real, Braga e Aveiro juntam-se agora ao itinerário nacional, respetivamente a 20 de novembro, 23 de janeiro e 27 de fevereiro, enquanto Faro recebe uma segunda sessão, no dia 1 de dezembro, às 18h00, e Coimbra uma segunda data, a 11 de dezembro.

Depois das três noites, em abril, nos Coliseus do Porto e de Lisboa, e de uma digressão de 12 concertos no Brasil, António Zambujo prossegue também o percurso internacional de Oração ao Tempo. A próxima paragem acontece já este mês, no dia 26 de setembro, em Santiago de Compostela, seguindo-se a Corunha, a 2 de outubro, Vigo, a 16 de janeiro e Londres, a 18 de fevereiro.

Recorde-se que em Portugal, a digressão passa ainda pelos já anunciados Pax Julia, em Beja, com data extra no dia 9 de outubro, depois de a primeira data, dia 10 de outubro, ter esgotado; Teatro Cine de Pombal, a 17 de outubro; Vila Real, a 20 de novembro; Europarque, em Santa Maria da Feira, a 28 de novembro; CNEMA, em Santarém, a 4 de dezembro; Centro Cultural de Viana do Castelo, a 5 de dezembro; Panorama, em Alcobaça, a 19 de dezembro.

Em 2027, António Zambujo regressa aos Coliseus de Lisboa e do Porto com Miguel Araújo para dez espetáculos, sete dos quais já esgotados, uma década depois dos históricos 28 Coliseus esgotados. Com os três concertos de apresentação de Oração ao Tempo realizados em abril, António Zambujo atuará nos Coliseus um total de 13 vezes neste ciclo, prolongando uma relação com estas salas que tem marcado alguns dos momentos mais emblemáticos do seu percurso ao vivo.

Esta semana pudemos ouvir António Zambujo em “O Pack Inteiro”, a nova música de PZ, em que participa como convidado. António Zambujo está também entre os nomeados para os Globos de Ouro, cuja cerimónia de entrega se realiza já no próximo dia 26 de setembro, na categoria de Melhor Espetáculo, com E Agora Fado, uma atuação especial que em novembro de 2025 o juntou a Camané e Ricardo Ribeiro em três noites, em Lisboa e no Porto.

Editado a 19 de março, Oração ao Tempo é o décimo primeiro álbum de estúdio de António Zambujo e resulta de um processo criativo iniciado durante a pandemia, marcado por uma reflexão sobre o tempo e sobre a forma como este transforma a vida, os afetos e a memória.

O tema-título, originalmente composto por Caetano Veloso, surge neste álbum em dueto com o próprio autor. Ao longo dos quinze temas que compõem o alinhamento, António Zambujo volta a reunir autores e compositores fundamentais no seu percurso, como Maria do Rosário Pedreira, João Monge e Pedro da Silva Martins, ao mesmo tempo que abre espaço a novas colaborações, entre elas Carolina Deslandes, MimiFroes e Rita Dias.

Com arranjos e produção de André Santos, Oração ao Tempo foi integralmente gravado com os músicos que acompanham António Zambujo em palco: João Salcedo (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), João Moreira (trompete), Francisco Brito (contrabaixo), José Conde (clarinete baixo) e o próprio André Santos (guitarra).

Próximos concertos 2026 - 2027

26 set. Santiago de Compostela, Espanha 
02 out. Corunha, Espanha 
09 out. Pax Julia, Beja — DATA EXTRA
10 out. Pax Julia, Beja — ESGOTADO 
20 nov. Vila Real 
28 nov. Europarque, Santa Maria da Feira 
01 dez. Teatro das Figuras, Faro — SESSÃO EXTRA 18h00 
01 dez. Teatro das Figuras, Faro 
04 dez. CNEMA, Santarém 
05 dez. Centro Cultural, Viana do Castelo 
11 dez. Convento São Francisco, Coimbra — DATA EXTRA 
12 dez. Convento São Francisco, Coimbra 
19 dez. Panorama, Alcobaça 
16 jan. Vigo, Espanha 
23 jan. Theatro Circo, Braga 
18 fev. Londres, Reino Unido 
27 fev. Teatro Aveirense, Aveiro

NOVO SINGLE DE SOFIA CÂMARA

 



















Sofia Camara
Hallucinating

Sofia Camara apresenta o seu novo single “Hallucinating”, que antecipa o seu EP, Still Somewhere Here, com lançamento marcado para 9 de outubro.

Luminoso, divertido e contagiante, o tema traduz a euforia de perceber que alguém que parecia completamente fora do nosso alcance pode, afinal, sentir o mesmo por nós, captando precisamente esse momento quase irreal.

A artista luso-canadiana, que tem vindo a destacar-se junto das novas gerações com a sua identidade pop e presença crescente nas plataformas digitais, estreou-se pela primera vez em Portugal este ano, no palco do Rock In Rio Lisboa. 

FESTIVAL CUCA MONGA: HORÁRIOS JÁ DISPONÍVEIS E ÚLTIMOS PASSES GERAIS





















O Festival Cuca Monga volta ao coração da capital, nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, para a sua 4.ª edição. Em ambos os dias há concertos a partir das 18H00 e até às 02H00.

Depois de na 3.ª edição o Festival Cuca Monga se ter estreado com sucesso nos jardins do Museu de Lisboa - um oásis verde no meio da azáfama citadina ,um esconderijo sonoro coberto de relva, vagar e tranquilidade -, o evento volta a este espaço para celebrar a música ao vivo, com um cartaz que volta a apostar em talento estabelecido e emergente da música independente nacional e ligações internacionais, principalmente criando uma ponte cada vez mais sólida com o Brasil.

Novamente com dois dias cheios de música ao vivo, as confirmações são: Capitão Fausto, Manel Cruz, Sérgio Godinho & ZARCO, Marquise, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, Vaiapraia, Rapaz Ego, Rita Cortezão, Bruno Berle, Beatriz Pessoa, Leonor Arnaut, Manu Julian, IBSXJAUR e Miguel Marôco.

A encabeçar o primeiro dia de festival há Capitão Fausto, no regresso da banda à sempre saudosa Alvalade que os viu crescer. Esta é a primeira data do grupo em Lisboa depois de uma mítica atuação no Meo Arena em janeiro deste ano. Ainda no dia 25 de setembro há Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, banda de São Paulo que tem uma digressão nacional a começar após este primeiro espetáculo no Festival Cuca Monga.

Já a 26 de setembro o destaque do dia vai, claro, para um concerto especial e irrepetível de Sérgio Godinho e ZARCO, no qual serão tocados e cantados temas de ambos. A este acontecimento juntar-se-á Leonor Godinho, filha de Sérgio e companheira de sempre de ZARCO, que cantará no espetáculo. A amizade vai passar por aqui. Manel Cruz também atua neste dia, nome do rock português que dispensa apresentações e que promete trazer na bagagem o álbum Vida Nova (2019) e canções como “O Navio Dela” e “Ainda Não Acabei”.

O Festival Cuca Monga foca-se em promover música alternativa e independente. Uma celebração sonora da amizade entre artistas e profissionais da área, feita por músicos experientes que sabem o que é preciso para montar um bom espetáculo. Nas palavras da organização “Sejam artistas consagrados, artistas emergentes, ou artistas da Cuca Monga com música nova, a ideia é que todos partilhem palco e tenham lugar. O ponto em comum é adorarmos toda a música que recebemos.”

O espetáculo será montado nos dias 25 e 26 de setembro nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, um recinto fechado, com 2 palcos, várias bancas de comes&bebes, merchandise e, claro, contará com música a partir da tarde até madrugada fora.

Os bilhetes diários estão a partir de agora à venda por 30€, já os passes gerais com acesso aos dois dias de Festival Cuca Monga estão a 50€. Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline aqui, mas os passes gerais estão prestes a esgotar.

ALICE BOAVISTA ANTECIPA EP COM COM SINGLE "VINDIMA"





















Alice Boavista
apresenta “Vindima”, novo single que antecipa a edição de “Boa Nova”, o seu EP de estreia em nome próprio, agendado para 26 de setembro. Depois de “Boa Nova”, “Beija-Flor” e “Canto da Janela”, a cantora, compositora e multi-instrumentista natural de Marco de Canaveses revela uma nova canção ligada às tradições do Minho e Douro Litoral, recuperando a vindima enquanto prática comunitária e espaço de encontro.

“Vindima” desenvolve uma narrativa alegre e descritiva em torno do processo tradicional da apanha da uva na região do Vinho Verde. A canção recupera um contexto em que as videiras se desenvolviam em bardos e ramadas e em que a vindima mobilizava a comunidade envolvente, reunida nas quintas para a colheita e para a posterior pisa das uvas nos lagares.

Ao acompanhar as diferentes etapas desse percurso, Alice Boavista olha para a vindima não apenas enquanto trabalho agrícola, mas também enquanto momento de convivência. A reunião de diferentes pessoas em torno de uma tarefa comum transforma-se num espaço de proximidade e celebração, prolongando na canção uma dimensão comunitária que atravessa igualmente o futuro EP.

É a partir desse cenário que “Vindima” desenvolve uma segunda narrativa. Entre a apanha das uvas, a participação coletiva e os momentos de convívio, a descrição do processo acaba por desembocar poeticamente numa história de início de namoro. A dimensão amorosa surge assim no interior de um retrato mais amplo de uma prática onde trabalho, festa e relações humanas coexistem.

A instrumentação reforça a ligação da canção a esse universo. Alice Boavista assume a voz, a primeira viola amarantina e as tracanholas, acompanhada por Eduardo Kosta na segunda viola amarantina e Cláudia Oliveira na terceira. Sebastião Antunes participa na voz e na guitarra, numa formação que coloca instrumentos associados à tradição no centro da construção do tema.

“Vindima” é o quarto avanço de “Boa Nova”, depois da faixa homónima, “Beija-Flor” e “Canto da Janela”. Ao longo das cinco canções que integram o EP, Alice Boavista estabelece um diálogo entre música tradicional portuguesa e criação autoral contemporânea, trabalhando ideias relacionadas com memória, pertença, transmissão e identidade.

Se “Boa Nova” parte da saudade e do desejo de regresso a um lugar que permanece na memória, “Beija-Flor” constrói um universo imaginário em torno de uma sociedade de flores ao ritmo do côco brasileiro. Já “Canto da Janela” aproxima diretamente o trabalho da tradição oral portuguesa, entrelaçando “Ó meu amor tira a roupa”, recolhida do Rancho Folclórico de Santo Isidoro, em Marco de Canaveses, com as melodias da Beira Baixa “Cravo Roxo” e “Cantiga Bailada”. O alinhamento completa-se com “Quietude do Momento”, composição de Alice Boavista a partir de um poema de Alcino Vieira.

“Boa Nova”, com edição marcada para 26 de setembro, será a primeira edição discográfica da artista enquanto autora e intérprete a solo. Produzido por Alice Boavista, o trabalho reúne músicos convidados como Ana Laíns e Sebastião Antunes e percorre diferentes referências e instrumentos, do piano à viola amarantina e de Portugal ao Brasil, mantendo como ponto de encontro a relação entre tradição e criação contemporânea.

As gravações do EP decorreram em janeiro de 2026 no I Am Studio, de Artur Martins, e na EMA, em Coimbra. A mistura e masterização ficaram a cargo de Ricardo Ferreira, com fotografia de Miguel Teixeira e arte gráfica de Isabel Sixel.

Nascida em 2001, em Marco de Canaveses, Alice Boavista é cantora, pianista, maestrina, percussionista, arranjadora, compositora e multi-instrumentista. Formou-se em Direção, Teoria e Formação Musical na Universidade de Aveiro, depois de estudar no Conservatório do Vale de Sousa, e tem desenvolvido um percurso ligado à música tradicional portuguesa, à criação contemporânea e à prática coral.

Foi maestrina do Coro de Santa Joana entre 2021 e 2025 e toca viola amarantina desde 2023. Atualmente integra o Quarteto Nota do Meio como pianista, é cofundadora do duo Marca D’Água e do projeto Gomo de Tangerina, integra o grupo CRUA e participa como coralista no Zêzere Arts Vocal Ensemble.

Com “Vindima”, Alice Boavista apresenta a última antecipação de “Boa Nova” antes da chegada do EP a 26 de setembro, colocando uma prática coletiva ligada ao território no centro de uma canção onde tradição, comunidade e uma história de amor se encontram.

FESTA D'ANAIA ESTÁ A CHEGAR

 



















Festa D’Anaia nasceu em 2017 com intuito de trazer à nossa região o que de melhor se faz na música nacional. É uma Festa de todos e para todos os gostos, onde o que prima é a diversidade.

Nasceu da vontade do Centro Cultural e Recreativo da Pena e, desde a sua génese, passaram pelos seus palcos Samuel Úria, Best Youth, Xinobi, Benjamim, The Parkinsons, Joana Espadinha, Filipe Sambado, Linda Martini, Fogo Fogo, Cassete Pirata, Club Makumba, The Legendary Tigerman, Expresso Transatlântico, B Fachada, entre muitos outros. No entanto, a Festa D’Anaia não se esgota na música. É uma Festa multifacetada, com exposições e com grande dedicação à partilha da cultura regional da Bairrada.

Assim, antes dos concertos, é possível degustar os melhores vinhos da Pena nas Tardadas N’Adega, onde um bom copo de vinho acompanha concertos intimistas e depois, fazer uma viagem ao passado, até à Sede mãe - o Grémio - onde começa o lançamento e o calor para os concertos da noite.

Pela partilha, pela cultura e pela certeza de viver bons momentos te dizemos - é uma Pena faltares!

sábado, 19 de setembro de 2026

NUNO DA CÂMARA PEREIRA VOLTA AO LOGAR ONDE TUDO COMEÇOU

 




















Em 1977, numa noite no Coliseu dos Recreios, nascia profissionalmente o fadista Nuno da Camara Pereira. Meio século depois, o artista regressa à mesma sala para celebrar uma vida inteira dedicada ao fado e à música portuguesa.

Será uma noite única, carregada de história, emoção e memórias, onde se revisitam cinco décadas de canções que marcaram gerações. Dono de um timbre inconfundível e pioneiro da renovação do fado nos anos 80, Nuno da Camara Pereira levou o país a cantar temas como Mar Português, Pode Ser Saudade, Cavalo Ruço ou Rosinha dos Limões.

Nesta celebração especial, o palco do Coliseu recebe grandes nomes do fado português: Rodrigo, Custódio Castelo, Jorge Fernando, Artur Batalha e Mário Pacheco, entre outros convidados que integram esta viagem pela memória viva do fado.

Uma celebração de uma carreira, de uma voz e de um país.

18 de junho de 2027 · Coliseu de Lisboa

Bilhetes: 23 € – 40 €

50 anos depois, o regresso a casa.

GOD VILAIN COM NOVO CLIP



A Lei de Murphy parte de um princípio avassalador: tudo o que pode correr mal, irá correr mal. Aqui, no videoclipe do single Murphy’s Law, de God Villain, a ideia ganha asas num sentido completamente diferente.

Escolhendo este como o tema que provavelmente mais significado traz ao seu triplo testemunho musical, God Villain demonstra como as agruras do seu trauma e as desventuras do seu drama acabaram por resultar no culminar de um universo de cor e luz.

Colorido por afetos, novas histórias, reencontros, pela descoberta do sentido da vida e pela certeza de que o amor nos pode salvar daquilo que nos amassa ao longo do percurso, este é o derradeiro vídeo que ilustra uma amálgama de momentos simples e sublimes. Um verdadeiro flash sobre a intimidade do artista que percebeu que o Karma não é um castigo, mas uma porta para novos caminhos, para outros encontros e para um quotidiano tão simples quanto belo.

O último videoclipe num voo a solo, já que God Villain se prepara agora para desbravar novos sentidos e seguir novos rumos ao lado de companheiros de viagens antigas, Miguel Barros e Pedro Martins (Comité Caviar).

Texto por Susana Faria

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

DRENAZ DE REGRESSO

 



















Fiel a uma escrita que privilegia mensagens de autoafirmação e bem-estar, o artista traz em "Fala Di Mi" uma declaração de independência emocional, um convite a viver o momento sem se deixar condicionar pelo julgamento alheio, valorizando a liberdade de ser e de existir à sua maneira.

Assente numa sonoridade Afro envolvente e energética, o tema traduz um verdadeiro mindset: mais do que uma música, "Fala Di Mi" é uma vibe, uma energia positiva que acompanha o ouvinte no dia a dia.

"Fala Di Mi" confirma-se, assim, como mais um momento luminoso da discografia de Drenaz, reforçando a sua identidade artística e a capacidade de transformar vivências pessoais em mensagens universais de positividade.

RICARDO TOSCANO E E JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA APRESENTAM NOVO DISCO















8 de outubro, 21h Culturgest, Lisboa

Duas gerações, saxofone e piano, encontram-se num primeiro registo em duo marcado pela escuta, pela exploração e por uma extraordinária sensibilidade ao som e ao espaço

The Third Beside Us reúne o saxofonista Ricardo Toscano e o pianista João Paulo Esteves da Silva, figuras de proa do jazz nacional, de gerações distintas. Foi há pouco mais de uma década que os dois se encontraram pela primeira vez em palco, tendo desde então mantido uma colaboração semi-regular, mas este é o primeiro registo do seu trabalho em duo, gravado no Auditório Emílio Rui Vilar (Culturgest) e produzido por João Esteves da Silva (Artway Jazz).

A peça central do álbum é uma suite de autoria colectiva, em que o saxofone alto e o piano interagem com enorme contenção e sensibilidade ao timbre, às dinâmicas ou ao espaço: harmonicamente densa, exploratória, mas também lírica, esta música promete surpreender até os mais fiéis admiradores destes dois músicos criativos de excepção. Além da suite, o álbum abre com a composição “Grito Mudo”, de Toscano, outrora gravada em quarteto, e fecha com “A Entrevista”, um tema recente de Esteves da Silva. Nas notas de programa, o conceituado pianista britânico Alexander Hawkins fala num “milagre de cumplicidade musical”.

O disco vai ser lançado e apresentado ao vivo na Culturgest, no dia 8 de outubro, às 21h, em Lisboa.


Bilhetes para o concerto de lançamento em CULTURGEST.PT

ED EM TODAS AS PLATAFORMAS DIGITAIS





















O artista volta mostrar o porquê de ser uma das vozes mais autênticas da nova geração da música portuguesa com o lançamento do seu novo single, já disponível em todas as plataformas digitais.

quase nada” surge como confissão, um desabafo de quem escolhe perder-se numa relação, trocando a vida à sua volta por tudo o que está inerente a esse vínculo, como o conforto e a estabilidade, mas também o sufoco e a dependência de estar com alguém. A mesma pessoa, que provém algo positivo e necessário, é também a mesma que desestabiliza tudo o resto, criando um paradoxo que atravessa toda a canção e que traduz esse sentimento que é o amor. É desse contraste que nasce o título: abdicar de tudo para viver apenas em função de outra pessoa pode significar, afinal, viver muito pouco.

A letra da música foi escrita pelo próprio ed, em conjunto com Tomás Martins, enquanto produção ficou a cargo do artista em colaboração com Fabrice, Diogo Purpura e Afonso Carvalhido.

O novo single surge acompanhado por um videoclipe, disponível no canal oficial de YouTube do artista, produzido por ARV Mário que dá forma visual a uma música muito especial e que não deixa ninguém indiferente.

ed foi o primeiro artista a assinar pela Atlantic Records Portugal, onde se estreou com “tua falta” feat. Lhast. A sua sonoridade é marcada pelas raízes da música portuguesa, enquanto a sua formação em ópera, durante o ensino secundário, teve um papel importante no desenvolvimento da sua técnica vocal, na construção de melodias e na colocação de voz, sem definir, no entanto, o género musical pelo qual escolheu expressar-se.

Desde “tua falta”, ed tem vindo a afirmar-se também através da colaboração com outros artistas, marcando presença nos álbuns de Lhast e xtinto, e a construir um percurso cada vez mais assente numa escrita pessoal e numa interpretação próxima e intimista.

“quase nada” é o primeiro avanço do projeto "músicas para adormecer sem ti" e já está disponível em todas as plataformas digitais. Este lançamento marca uma nova fase na carreira do artista, que se irá apresentar pela primeira vez ao vivo, a solo, no dia 21 de setembro, segunda-feira, no Coliseu Box, no Porto.
 

AVESSO ATECIPAM NOVO EP















AVESSO lançam ‘eterno retorno’, single que antecipa o EP uma morte por mil cortes com lançamento previsto para novembro de 2026.

Este tema surge como um cartão de visita para o universo sonoro e conceptual do novo trabalho, revelando uma abordagem intensa que cruza sonoridades contemporâneas com uma escrita lírica cortante. 'Eterno retorno' traduz, desde logo, a identidade artística da banda, explorando inquietações e narrativas enraizadas na ideia de contemporaneidade como o produto de reverberações, ad aeternum, da história humana.

O single apresenta-se como um dos momentos mais marcantes do novo ciclo dos AVESSO, inspirado na força intemporal dos rubaiyat de Omar Khayyam. Com imagens poderosas e evocativas, a banda constrói um tema que oscila entre a inquietação e a contemplação, convidando o ouvinte a confrontar a efemeridade da vida. O resultado é uma canção que reforça a identidade artística dos AVESSO e antecipa a intensidade do EP que está por chegar.

Em Novembro de 2026, sairá uma morte por mil cortes, um EP composto por quatro temas que consolidam o percurso da banda e assinalam uma nova etapa na sua evolução estética e musical. O ponto alto deste novo ciclo será o concerto de apresentação oficial, agendado para o dia 28 de Novembro, no MOUCO, Porto. Este espetáculo foi concebido para transportar para palco a intensidade e a estética do novo EP, prometendo um momento marcante que poderá afirmar definitivamente a banda no contexto da nova música nacional.

Idealizado como residência artística no início de 2022, o encontro improvável de músicos oriundos de diferentes linguagens musicais, rapidamente se transformou num consistente e promissor projeto artístico. Assim, surge AVESSO que lançaram em 2023, desassossego, o seu primeiro disco.

Os AVESSO são constituídos por Diogo Leite na bateria, Dani Valente na guitarra, Vitor Hugo na guitarra e voz e Paulo Rui no baixo e voz. Exploram, através de rock vocalizado em Português, os domínios do espírito humano, dos seus pântanos aos seus cumes, não se fechando em sonoridades nem em fórmulas de criação ou expressão, trazendo assim uma mistura experimental tanto de melodias como dissonâncias.

PRIMITIVE REASON DE REGRESSO A LISBOSA PARA CONCERTO













Lisboa - 21 de Novembro - LX Factory
Primitive Reason · The Skints · Meryl Streek · Bad Tomato

Depois do regresso triunfante aos palcos em Lisboa, os Primitive Reason estão de volta à capital para um segundo concerto este ano, desta vez como headliners no LX Factory, no dia 21 de Novembro, numa noite que junta ainda The Skints, Meryl Streek e Bad Tomato.

A passagem anterior por Lisboa, em Março, marcou o aguardado regresso da banda aos palcos da cidade, mas a enorme procura e o sold out do concerto no LAV deixaram muitos fãs sem bilhete. Agora, a oportunidade surge novamente: os Primitive Reason regressam para um concerto especial, pensado também para quem não conseguiu estar presente na primeira data.

Formados em Cascais em 1993, os Primitive Reason tornaram-se uma das bandas mais singulares e influentes da música alternativa portuguesa, cruzando rap, punk, hardcore, reggae e ska numa mistura explosiva que marcou toda uma geração. O clássico Alternative Prison, lançado em 1996, tornou-se um dos discos de referência da cena alternativa nacional e continua a ser uma peça fundamental na história da banda.

Mas este regresso não vive apenas da nostalgia. Em Novembro, os Primitive Reason apresentam também material do seu segundo álbum, Tips & Shortcuts, acrescentando novas dimensões ao alinhamento e mostrando que a história da banda continua a escrever-se em palco.

A formação reúne os fundadores Brian Jackson, Guillermo de Llera e Jorge Felizardo, acompanhados por Mark Cain e Abel Beja, recuperando a química e a energia que sempre definiram os Primitive Reason ao vivo.

Com um cartaz que promete uma noite intensa e imprevisível, o LX Factory recebe uma celebração de várias gerações da música alternativa, com The Skints, Meryl Streek e Bad Tomato a juntarem-se aos Primitive Reason para uma noite de punk, reggae, hardcore, ska e atitude.

Os bilhetes para este grande regresso dos Primitive Reason com a sua formação original já estão à venda com o bilhete early bird a custar 30€.

Comprar Bilhete Primitive Reason no LX Factory

NOVO SINGLE DE FILIPA BIDARRA

 










“Farewell”
é o novo single de Filipa Bidarra e fará parte do EP “Therapy Mode”, a ser lançado em outubro, onde cada tema representa uma etapa distinta de um processo emocional, convertendo vivências pessoais numa narrativa musical.

Com uma linguagem pop alternativa e uma clara influência de teatro musical, aproxima-se de referências como Sara Bareilles e Ben Platt.

Depois de conquistar o público no The Voice Portugal, Filipa Bidarra afirma-se como uma das novas vozes da pop portuguesa. Cantora, compositora e atriz de teatro musical, formada pela London College of Music, constrói uma identidade artística onde a interpretação e a composição se complementam. 

Escrito em Londres em 2023, através de uma abordagem introspetiva, “Farewell” nasce de um contexto de crescimento pessoal e procura de identidade artística. “Estava a viver sozinha num país tão diferente, sem muito a que me agarrar. Escrever canções foi o meu escape, o meu refúgio.” 

Projeto desenvolvido nos estúdios MalwareSoundProd com banda acústica: David Jerónimo, Helder Godinho, Miguel Camilo, Ricardo Dikk. Gravado e produzido por David Jerónimo, mistura realizada por João Martins e masterização por Miguel Marques.

“Farewell” procura afirmar uma linguagem pop contemporânea e interpretativa no panorama musical português, consolidando a identidade artística de Filipa Bidarra enquanto compositora e intérprete.

LIKA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS





















LIKA lança hoje o seu novo single "Remember Me".

Esta canção conta-nos um dia na vida de dois amantes.

Fala-nos da manhã, do dia e da noite de duas pessoas que se encontram e se amam e coloca-nos no cenário onde um amor surge despido, sem nódoas, completo.

O refrão ("Remember me as I am") relembra-nos do conforto do que realmente importa: a certeza na autenticidade.

A batida, com uma energia incrível e irresistivelmente dançável, enche-nos de lembranças antigas e de agora. Uma loucura de bom que nos deixa a pedir mais e nos coloca no sítio certo: a única coisa que guardamos para sempre é aquilo que damos. Um mantra que nos fica, para sempre. 

Em junho deste ano lançou o EP “AL-MA” com a participação de João Cabeleira (Xutos & Pontapés) e Luiz Caracol.

MARIA CASTRO LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA E ANUNCIA CONCERTO DE APRESENTAÇÃO EM LISBOA





















Fotografia: Carolina Galvão

Reconhecida pelos êxitos que escreveu para artistas como David Carreira ou Tatiana Duarte, a cantautora edita o primeiro disco de originais, que inclui o single 'NÃO SÃO COMO TU'.

Maria Castro edita o álbum de estreia "8 horas, 7 dias, para sempre". Composto por 12 temas Pop originais, este é o primeiro longa duração da artista e conta com a colaboração de produtores e compositores como Barreto, Carolina Martins e INÊS APENAS, entre outros.

"Este projeto é uma reflexão dos tempos atuais perante a dependência social do telemóvel", revela Maria Castro. Para a cantora e compositora "a facilidade com que podemos comunicar uns com os outros tem vantagens e desvantagens, nomeadamente, fazer-nos sentir que temos de estar disponíveis a qualquer momento e a facilidade de podermos desligar-nos ao não responder ou não atender uma chamada". Foi precisamente nesta ideia que a artista se inspirou para o conceito para o álbum: "O título “8 horas, 7 dias, para sempre” surge das opções do WhatsApp quando queremos silenciar alguém. Essa escolha foi muitas vezes decisiva na minha vida e acabei por interpretá-la metaforicamente para o disco", explica Maria Castro.

Este "álbum-viagem" passa por sonoridades acústicas, bem como por lugares mais eletrónicos. Nas palavras da cantora e compositora, "é um álbum sobre silenciar sentimentos e emoções despoletadas desde o fim de uma relação amorosa ao luto e perda. Culmina numa canção final, mais livre e eletrónica, a 'TEMPORÁRIO', que resume que nada na vida é para sempre, que as fases que vamos vivendo fazem parte e que nos ensinam sempre algo".

"8 horas, 7 dias, para sempre" foi criado sobretudo com amigos. Escritas inicialmente, na sua maioria, no quarto de Maria Castro, as canções ganharam vida no MUSE - estúdio da própria artista, aberto ao público desde 2025 - com os produtores Barreto, DO Ó e COZY, e os compositores Carolina Martins, INÊS APENAS e David Lopes. O lançamento foi antecipado por vários singles, com destaque para o mais recente 'NÃO SÃO COMO TU'.

Maria Castro revela que aquele "foi o último tema composto para o álbum e conta com a produção de DO Ó e a contribuição da INÊS APENAS, uma artista que admiro e que se tornou uma amiga. É uma canção inspirada num casal que, apesar de ter terminado a relação, continua à procura do outro noutras pessoas, sem sucesso. É uma canção pop sobre a constante recaída amorosa".

Maria Castro prepara agora o regresso aos palcos, com a apresentação ao vivo do disco de estreia, no dia 9 de outubro, pelas 22h00, no Tokyo, em Lisboa, com os bilhetes já à venda na app da sala.

"Este concerto marca o meu regresso aos palcos, com banda, desde 2024. O público poderá viver comigo estas novas canções ao vivo, conhecer algumas destas histórias e experienciar também momentos acústicos. Terei também convidados especiais e surpresas. Pisar este palco em nome próprio é também muito importante para mim, depois de o ter pisado com alguns amigos nos últimos anos", diz a cantora.

"8 horas, 7 dias, para sempre", o álbum de estreia de Maria Castro, está disponível em todas as plataformas digitais.

Maria Castro, cantora e compositora de 26 anos, aprendeu a tocar guitarra de forma autodidata aos 12 anos. Mais tarde, seguiu-se o piano e a bateria. Começou a escrever canções em inglês aos 16 anos mas, pouco tempo depois, encontrou-se na escrita em lingua portuguesa, tendo como referências Diogo Piçarra ou Luísa Sobral.

Apesar de ter conquistado o público com versões de canções dos seus artistas favoritos, foi em 2022 que lançou o primeiro single, 'Sóbria'. Em 2023, surge o EP de estreia, "Parágrafo", no qual cada faixa representa diferentes fases emocionais do término de uma relação. Em 2024 estreia-se como compositora e autora de temas para outros artistas, nomeadamente David Carreira, Carolina Martins e Tatiana Duarte, para quem escreveu 'Apneia', faixa que integrou a banda sonora da novela "A Fazenda", emitida pela TVI.

No ano seguinte começa o caminho rumo ao álbum de estreia com o single '24 HORAS' e, em 2026, edita 'MORENA DE 1.70' e 'TENTEI LIGAR-TE', este último em colaboração com Barreto. Os temas integram o primeiro álbum de Maria Castro, "8 horas, 7 dias, para sempre", lançado em setembro de 2026.

MARIA MENDONÇA APRESENTA O EP DE ESTREIA “PERÍODO EXPERIMENTAL”

















Depois de se dar a conhecer ao público no The Voice em 2020 e com o tema original “8 ou 80”, Maria Mendonça chega agora a um momento decisivo do seu percurso: o lançamento de “Período Experimental”, o seu EP de estreia.

Mais do que uma estreia, “Período Experimental” é o retrato de um processo. Com produção de Twins, Maria entrega um conjunto de cinco canções construídas ao longo de um percurso feito de tentativa, erro, descoberta e, sobretudo, liberdade para experimentar. Sem procurar responder a uma fórmula ou encaixar-se num género específico, a artista deixa que cada canção encontre o seu próprio caminho, numa procura pela identidade que quer construir enquanto compositora e intérprete.

O próprio título do EP encerra essa ideia de procura. “Período Experimental” é uma expressão familiar ao universo jurídico, com o qual Maria convive profissionalmente, mas é também uma definição particularmente feliz para o momento que atravessa enquanto artista.

As canções foram surgindo muitas vezes depois de longos dias de trabalho, num processo que se foi construindo entre diferentes referências e linguagens. Rosalía, Rita Vian, Franco Battiato, Chico Buarque, Mayra Andrade e Garota Não são algumas das influências que acompanham este percurso e que ajudam a desenhar um universo onde tradição e contemporaneidade convivem sem necessidade de fronteiras muito definidas.

É num equilíbrio entre a nostalgia da infância e da inocência, a construção da identidade, o julgamento, a liberdade e as questões sociais que “Período Experimental” encontra a sua coerência. Um EP que não procura apresentar respostas definitivas, mas que assume a própria procura como parte essencial do caminho.

Depois de dar a conhecer “Aurora” no início de 2026, o foco agora é na “Estrada” que este EP escreve no caminho de Maria.

Para Maria Mendonça, esta é uma primeira fotografia de um percurso ainda em construção. Um trabalho onde diferentes sonoridades, referências e formas de escrever se encontram para dar lugar a uma voz que começa agora a afirmar-se, sem pressa de se definir, mas com vontade de descobrir até onde pode ir.

“Período Experimental” está agora disponível em todas as plataformas digitais.

EP DE ESTREIA DE RACHEL BANGS





















Uma coleção de fragmentos do que permanece depois de um colapso emocional, momentos de raiva, paranoia, desejo, negação e nostalgia que continuam presentes muito depois de tudo o resto se ter desmoronado.

Rachel Bangs é o projeto a solo da multi-instrumentista portuguesa Raquel Custódio e lança hoje “Silent Memories”, o seu primeiro EP.

O trabalho reúne seis temas que exploram diferentes estados emocionais e mentais que permanecem depois de experiências intensas de ruptura, transformação ou perda. Raiva, paranoia, desejo, negação e nostalgia atravessam o EP, criando uma coleção de pensamentos, sentimentos e memórias que continuam a surgir muito depois de o momento que os originou ter passado.

“Silent Memories” nasce desse espaço entre aquilo que terminou e aquilo que permanece. O EP não procura contar uma história linear, mas reunir fragmentos de pensamentos, sentimentos e memórias que continuam a surgir quando tudo o resto já mudou.

“Silent Memories é uma coleção de fragmentos do que fica depois de algo se desmoronar. Quis explorar diferentes emoções que podem permanecer connosco depois de uma experiência intensa, a raiva, a paranoia, o desejo, a negação e a nostalgia. Nem sempre desaparecem quando tudo o resto desaparece. Às vezes ficam silenciosamente em segundo plano e tornam-se memórias que continuamos a carregar connosco.”

— Rachel Bangs

Ao longo do EP, Rachel Bangs explora a tensão entre querer avançar e continuar ligada às marcas deixadas pelo passado. As memórias tornam-se silenciosas, mas não desaparecem. Elas permanecem através de pensamentos repetitivos, imagens, dúvidas e sensações que regressam inesperadamente.

Musicalmente, “Silent Memories” move-se entre momentos de intensidade e espaços de suspensão, cruzando Post-Punk, Shoegaze e Rock Alternativo. As seis faixas foram pensadas como partes de um mesmo trabalho, com “Into”, o tema instrumental do EP, a funcionar como um momento de passagem dentro deste percurso.

“Silent Memories” está disponível a partir de hoje nas principais plataformas de streaming e no Bandcamp.

Sobre Rachel Bangs 

Rachel Bangs é o pseudónimo de Raquel Custódio, natural de Caldas da Rainha, Portugal. Uma multi-instrumentista autodidata, cuja paixão pela música surgiu desde tenra idade. A compositora portuguesa tocou com a sua banda Palmers em várias salas, como o Music Box e o Maus Hábitos, abrindo concertos para bandas como Iceage e The Parkinsons. Agora, Rachel Bangs explora o universo do Post-Punk, Shoegaze e Rock Alternativo neste novo projeto a solo.

RUI LUÍS PARTILHA "OURO"





















Hoje, Rui Luís partilha convosco OURO, o seu novo álbum, que reúne 12 canções.

É uma balada de piano, voz e cordas.

RUI LUÍS · SOBRE «BEM»

«Bem é uma canção sobre o caminho atribulado que me levou a casa, com todas as pedras até lá; sobre o poder da resolução.»

SOBRE O ÁLBUM 

Entre o desassossego e o reencontro.

Entre o desassossego de «Atordoado» e o reencontro proposto por «Bem», OURO convida a entrar numa escrita íntima, feita de perguntas, fragilidades e vontade de seguir em frente. A canção de autor é o lugar desse encontro: a palavra aproxima o ouvinte de experiências pessoais e deixa espaço para que nelas reconheça as suas.

OURO sucede a Retro Expectativa (2020), Amor Alado (2022) e Ilusão (2024). A artwork é de Soraya Moon.

BIOGRAFIA 

Sobre Rui Luís

Rui Luís é um viajante de realidades. Cantautor e multi-instrumentista almadense, nascido em 1990, conduz-nos por paisagens sonoras onde o amor, a perda e a esperança se fundem com reflexões metafísicas e um tom quase profético.

NOVO SINGLE DE GARCIA

 













Garcia
apresenta “Quando Não Estás”, o primeiro single de avanço de “Fogo dos Dias”, novo disco do artista, que será editado gradualmente em formato digital ao longo dos próximos meses. O tema parte de um poema original do próprio João Garcia Barreto e afirma-se como uma canção centrada na importância do amor para manter a saúde mental em subterfúgio do lado escuro da solidão.

“Quando Não Estás” constrói-se em torno de uma abordagem intimista e melancólica, propondo uma reflexão sobre vulnerabilidade, ausência e saúde mental. A canção desenvolve-se a partir de uma ideia de permanência afetiva, onde o amor surge como elemento de equilíbrio perante o “lado escuro da solidão”, expressão que atravessa o universo conceptual deste novo trabalho.

Liricamente, o tema assume um registo direto e confessional, cruzando fragilidade emocional e procura de conforto. “E sabes, meu amor / que não há luz quando não estás / e só o amor / pode fazer jus e dar-te paz”, escreve Garcia, numa composição onde a palavra ocupa um lugar central e onde o silêncio, o tempo e a intimidade se tornam matéria narrativa.

“Fogo dos Dias” apresenta-se como um disco profundamente ligado às relações humanas e ao impacto da presença feminina no percurso pessoal e emocional do artista. Entre paixão, amor, confronto, liberdade e insegurança, o álbum constrói-se como uma espécie de manifesto poético e afetivo, assumido por Garcia como homenagem às mulheres que marcaram a sua vida.

O novo trabalho sucede a “Canção”, editado em 2021 pela Plateia d’Ilusões com o apoio da Antena 1, e aprofunda uma linguagem mais contemplativa e melancólica. A produção ficou a cargo de João Gil, também conhecido como Vitorino Voador, músico ligado a projetos como SAL, You Can’t Win Charlie Brown, Mafalda Veiga, Esteves e OIOAI. O disco conta ainda com a participação de João Pinheiro, Vicente Santos e Lília Esteves, do projeto Lobo Mau.

Garcia é o alter-ego de João Garcia Barreto, artista independente que ao longo dos anos desenvolveu o seu percurso em paralelo com a atividade profissional na área da gestão e finanças. Em palco, destacou-se pela colaboração continuada com Filipe Mendes, conhecido como Phil Mendrix, tendo participado no concerto de celebração dos 50 anos de carreira do guitarrista ao lado de nomes como Jorge Palma e Camané.

Depois de “Refúgio” (2014) e “Canção” (2021), “Fogo dos Dias” marca agora um novo capítulo no percurso do músico, aprofundando uma escrita centrada na observação emocional e na relação entre memória, afeto e liberdade. O álbum será editado single a single em formato digital, estando também previsto para novembro o lançamento de um livro de bolso com os poemas das canções e QR codes para escuta nas plataformas digitais, coincidindo com a apresentação ao vivo do disco.