segunda-feira, 20 de julho de 2026

PROGRAMA DE 20/07/26

1 - Manuel Linhares - Impérios da devastação
2 - Luís Vicente 4tet - Littler dance
3 - Vicente Oliveira Sexteto - Espaços
4 - Almedina Ensemble - Que força é essa
5 - PZ - Sempre que te vejo (com Toy)
6 - Ena Pá 2000 - Baum
7 - Inês Apenas - Vejam bem
8 - José Afonso - Década de Salomé
9 - Futuremonday - Crystal new dreams
10 - Word 1998 - Picture
11 - Meu General - Quero e não quero
12 - A Mosca - Corpos em stock









HOT AIR BALOON EM GAIA





















Há muito que os Hot Air Balloon deixaram de ser apenas uma das bandas mais promissoras da nova música portuguesa. O percurso que têm vindo a construir, marcado por uma crescente circulação dentro e fora de Portugal, conhece agora um novo capítulo com a integração no cartaz do Morro Sonoro, em Vila Nova de Gaia. Ao lado de artistas como Tulipa Ruiz, Ana Frango Elétrico, Maria Luiza Jobim, Bezegol, Nunca Mates o Mandarim ou Asa Cobra, a banda de Braga confirma o lugar que tem vindo a conquistar entre os projetos mais relevantes da nova música independente em língua portuguesa.

Nos últimos anos, os Hot Air Balloon têm consolidado um caminho raro no panorama nacional. Depois da edição de Come This Far, editado também em vinil, a banda viu a sua música ultrapassar as fronteiras portuguesas, levando os seus concertos a Espanha, França e Irlanda e despertando o interesse de novos públicos e promotores internacionais. Paralelamente, a presença em alguns dos principais festivais e salas do país tem confirmado uma evolução sustentada, construída sem pressa, mas com uma consistência artística cada vez mais evidente.

A música dos Hot Air Balloon escapa às classificações fáceis. Entre a folk contemporânea, a pop independente e uma escrita de forte dimensão cinematográfica, o grupo criou uma identidade sonora reconhecível, onde o detalhe e a emoção ocupam um lugar central. É precisamente essa autenticidade que lhes tem permitido crescer de forma orgânica, conquistando espaço junto do público e da crítica sem nunca ceder à lógica da tendência ou da urgência.

A integração no Morro Sonoro representa mais do que uma nova data na agenda. O festival, que tem vindo a afirmar-se como um espaço privilegiado para a apresentação de propostas artísticas diferenciadoras, reúne nesta edição alguns dos mais estimulantes nomes da música contemporânea lusófona. Partilhar este cartaz significa integrar um contexto artístico de elevada qualidade e confirma o reconhecimento que os Hot Air Balloon têm vindo a conquistar junto de programadores e agentes culturais.

O concerto em Vila Nova de Gaia surge, assim, como mais um momento significativo de um percurso que continua a ganhar dimensão. Num tempo em que a velocidade parece ditar o sucesso, os Hot Air Balloon seguem um caminho diferente: o da construção paciente, da coerência artística e da convicção de que as canções encontram sempre o seu lugar quando existe verdade no que se faz. O Morro Sonoro será mais uma oportunidade para confirmar isso mesmo.

PRÉMIO PLAY DE MUSICA TRADICIONAL ANUNCIA VENCEDORES

















Os Prémios Play Tradicional no Festival Artes à Vila celebram a excelência, a inovação e a preservação das músicas de raiz portuguesa. A edição deste ano destacou‑se pelo seu enorme sucesso, reunindo público, artistas e criadores num ambiente vibrante, participativo e profundamente celebratório. O festival reafirmou a sua relevância no panorama cultural nacional, mostrando que a tradição continua viva, dinâmica e em constante renovação. Nesta celebração, sobressaem projetos que, com mestria e autenticidade, renovam o património musical português. Aqui ficam os vencedores das categorias deste ano.


Vendedores desta edição
• Melhor Álbum de Música Tradicional - Cristina Branco
• Melhor Artista ou Grupo Tradicional - Retimbrar
• Melhor Álbum ou EP Instrumental -Amadeu Magalhães
• Melhor Recriação da Música de Raiz Tradicional - Omiri
• Prémio Guardião da Tradição (novo) - Octávio Augusto Fonseca Silva

BAPCAT CONTINUA A AFIRMAR-SE COMO UM DOS ARTISTAS MAIS INQUIETANTES DA MÚSICA URBANA PORTUGUESA COM O NOVO SINGLE "RESSACA"





















Ao lado de xtinto, bapcat apresenta o 25.º episódio das Bapcave Sessions, o projeto que convida o público a entrar no estúdio e acompanhar, sem filtros, o nascimento de cada tema:

Depois de se afirmar como um dos artistas mais inquietantes da música urbana portuguesa, bapcat continua a consolidar um universo artístico muito próprio. "Ressaca", o novo single criado em parceria com xtinto, marca o 25.º episódio das Bapcave Sessions, um projeto onde a criação musical acontece de portas abertas e o processo criativo ganha tanto protagonismo como o resultado final.

Produzido por bapcat e escrito por xtinto, "Ressaca" mergulha num imaginário marcado pelo excesso, pela ironia e pelas consequências do dia seguinte. Entre memórias difusas, humor mordaz e uma escrita crua, o tema retrata uma geração que vive intensamente, sem esconder as suas contradições. A produção de bapcat acompanha essa narrativa com uma identidade sonora sólida e reconhecível, reforçando a sua capacidade de criar ambientes que se adaptam a cada colaboração sem nunca perder a assinatura que o distingue.

Criadas por bapcat, as Bapcave Sessions afirmam-se hoje como um dos projetos mais consistentes de criação colaborativa da música urbana nacional. Em cada episódio, um artista é convidado a entrar no universo criativo de bapcat e a construir um tema de raiz, enquanto todo o processo, desde a primeira ideia até à gravação final, é registado em vídeo e partilhado com o público.

Ao longo dos últimos episódios, as Bapcave Sessions receberam nomes como Joint One, ICARO, VSP AST, Espama Trincana, Isak, Zigarro e Armando Teles, afirmando-se como uma plataforma de descoberta, colaboração e experimentação artística. Com xtinto, bapcat reforça a identidade de um projeto que continua a crescer de forma orgânica e a reunir alguns dos nomes mais relevantes da nova música urbana portuguesa.

"Ressaca" já está disponível em todas as plataformas digitais. O 25.º episódio das Bapcave Sessions, que acompanha todo o processo criativo do tema, pode ser visto no canal oficial de bapcat no YouTube.

domingo, 19 de julho de 2026

CHEGA SINGLE DE WORD 1998





















As canções deste álbum nasceram em Braga, em 1998 — escritas e gravadas por nós músicos jovens, com poucos recursos e muita urgência. O que resta desse momento é cru, honesto e inconfundivelmente daquela época(últimas faixas do disco). Este lançamento pergunta o que essas canções poderiam ter sido, gravadas agora — com o conhecimento, a tecnologia e a distância dos anos. Por isso produzimos as mesmas canções com recurso a inteligência artificial e é este o resultado.

Sobre "Picture"
- Faixa do álbum Word 1998
- Escrita por Sérgio Ferreira e Lourenço Gomes
- Tema original de 1998, reimaginado agora
- Nome do album: All it was. All it could have been.

Créditos históricos (gravação original, Braga, 1998)
- Sérgio Ferreira — voz
- Lourenço Gomes (Leto) — guitarra e voz
- Vitor Carvalho — baixo
- Helder Azevedo — bateria

PROGRAMA DE 19/07/26

1 - Maria João - Esperança
2 - Esteves Sem Metafísica - Sóbria
3 - Três Tristes Tigres - Terra prometida
4 - Vitória Vermelho - Não me o dês
5 - Márcia - Manhã bela
6 - Inês Sousa - Tornado
7 - U-Clic - Like
8 - 72 AM Radio - Modern superstar

9 - A. P. Braga - Lira
10 - João Afonso - Matope
11 - Carlos Peninha - Chão ardente
12 - Jorge Rivotti - Da-me uma rosa
13 - Lituo - Assim assim
14 - Lavoisier - Portugal não me respeita
15 - Cara de Espelho - D de denuncia
16 - Liquen - Cinzas, chreiro a limão

sexta-feira, 17 de julho de 2026

PROGRAMA DE 17/07/26

1 - MXGPU - The hush
2 - The Acoustic Foundation com João Couto - Agora
3 - PZ com Toy - Sempre que te vejo
4 - Xico Gaiato com Bia Maria - Na raiz
5 - Rita Redshoes - não é normal
6 - Jonny Abbey, escapist - Marigold
7 - bapcat, xtinto - Ressaca
8 - U-Clic- Xhuttle
9 - 72 AM Radio Modern superman
10 - Kactoslitos - Find the gold
entrevista Lito Pedreira (Kactoslitos)
11 - Kactoslitos - The world ...
12 - mARCIANO - Este coração não é o meu (Spreader remix)





 

VIRGEM SUTA LANÇAM SEGUNDO SINGLE DO NOVO ÁLBUM

 


















O tempo tem uma forma singular de pôr tudo no lugar. Em "Ela Queria", agora apresentada numa nova versão acústica, essa ideia ganha ainda mais intimidade.

Segundo tema de avanço do álbum "Sala de Estar", a canção conta a história de um Romeu que, com o passar do tempo, se rende ao ímpeto de um amor alimentado pela sua "Julieta".

Entre humor, ironia e ternura, "Ela Queria" lembra-nos que, por vezes, contra todas as probabilidades, o tempo faz o seu caminho — e os finais felizes continuam a ser possíveis.

A nova versão acústica de "Ela Queria" já se encontra disponível em todas as plataformas digitais (ouvir aqui).

Entretanto, os Virgem Suta preparam-se para levar "Sala de Estar" aos palcos, numa digressão acústica que já tem três datas anunciadas: 17 de Outubro, no Cine-Teatro Oriental, em Aljustrel; 7 de Novembro, na Casa das Artes de Miranda do Corvo; e 8 de Novembro, no Coliseu Club, em Lisboa. Estes três concertos contam com o apoio da Fundação GDA, no âmbito do seu programa de apoio à circulação de espetáculos.

O disco "Sala de Estar" reunirá dez canções da banda em formato acústico, revisitando alguns dos momentos mais marcantes da sua discografia, como “Linhas Cruzadas”, “Dança de Balcão” e “Tomo Conta Desta Tua Casa”. Este novo trabalho assinala o início de um novo ciclo criativo, que ganhará vida em palco numa digressão nacional com arranque previsto para Outubro.

MXGPU LANÇA NOVO SINGLE 'THE HUSH'.





















Depois de ‘rio’, MXGPU (Moullinex & GPU Panic), continuam a sua nova fase com ‘the hush’, tema escrito na reta final das gravações do álbum de estreia, Sudden Light.

MXGPU é a fusão de duas forças criativas, Moullinex e GPU Panic, com a sua colaboração enraizada em Lisboa, Portugal. O duo tem vindo a trabalhar em conjunto há vários anos, começando com ‘Innerchild’, um projeto cujo tema, estética e produção estabeleceram na perfeição as bases para tudo o que se seguiu até ao álbum de estreia ‘Sudden Light’ e à respectiva edição deluxe, que contou com remisturas de nomes como Xinobi, JOPLYN, Sam Shure, entre outros. Depois de ‘rio’, lançado pela Discotexas, sucede ‘the hush’ como o próximo passo desta nova era de MXGPU.

Depois de ‘rio’, MXGPU (Moullinex & GPU Panic), continuam a sua nova fase com ‘the hush’, tema escrito na reta final das gravações do álbum de estreia, 'Sudden Light'. ‘’Ainda estávamos completamente imersos no processo de composição, mas procurávamos criar algo mais energético e incisivo, sem perder a carga emocional que atravessa o álbum. Com vocais suaves e envolventes, a letra gira em torno da impossibilidade de deixar alguém ou algo para trás."

No coração da pista de dança, o duo afirmou-se como um dos atos ao vivo mais distintivos da música electrónica, oferecendo um espetáculo imersivo a 360° que remove quaisquer fronteiras entre o palco e público, com multidões esgotadas por toda a Europa, Ásia, América do Norte e do Sul.

Os lançamentos de MXGPU têm sido apoiados por nomes como &ME, Adam Port, Damian Lazarus e RÜFÜS DU SOL, tendo também músicas suas remisturadas por artistas como Patrice Bäumel. Atualmente em digressão mundial e depois de um concerto memorável de encerramento do Primavera Sound Porto, onde atuaram suspenso por uma grua de 30 metros de altura sobre o público, MXGPU tem presença confirmada em festivais como Gardens of Babylon, ADE e Tomorrowland, reforçando a ascensão contínua da dupla.

OUVE 'THE HUSH'

BAPCAT CONTINUA A AFIRMAR-SE COMO UM DOS ARTISTAS MAIS INQUIETANTES DA MÚSICA URBANA PORTUGUESA COM O NOVO SINGLE "RESSACA"

 



















Ao lado de xtinto, bapcat apresenta o 25.º episódio das Bapcave Sessions, o projeto que convida o público a entrar no estúdio e acompanhar, sem filtros, o nascimento de cada tema.

Depois de se afirmar como um dos artistas mais inquietantes da música urbana portuguesa, bapcat continua a consolidar um universo artístico muito próprio. "Ressaca", o novo single criado em parceria com xtinto, marca o 25.º episódio das Bapcave Sessions, um projeto onde a criação musical acontece de portas abertas e o processo criativo ganha tanto protagonismo como o resultado final.

Produzido por bapcat e escrito por xtinto, "Ressaca" mergulha num imaginário marcado pelo excesso, pela ironia e pelas consequências do dia seguinte. Entre memórias difusas, humor mordaz e uma escrita crua, o tema retrata uma geração que vive intensamente, sem esconder as suas contradições. A produção de bapcat acompanha essa narrativa com uma identidade sonora sólida e reconhecível, reforçando a sua capacidade de criar ambientes que se adaptam a cada colaboração sem nunca perder a assinatura que o distingue.

Criadas por bapcat, as Bapcave Sessions afirmam-se hoje como um dos projetos mais consistentes de criação colaborativa da música urbana nacional. Em cada episódio, um artista é convidado a entrar no universo criativo de bapcat e a construir um tema de raiz, enquanto todo o processo, desde a primeira ideia até à gravação final, é registado em vídeo e partilhado com o público.

Ao longo dos últimos episódios, as Bapcave Sessions receberam nomes como Joint One, ICARO, VSP AST, Espama Trincana, Isak, Zigarro e Armando Teles, afirmando-se como uma plataforma de descoberta, colaboração e experimentação artística. Com xtinto, bapcat reforça a identidade de um projeto que continua a crescer de forma orgânica e a reunir alguns dos nomes mais relevantes da nova música urbana portuguesa.

"Ressaca" já está disponível em todas as plataformas digitais. O 25.º episódio das Bapcave Sessions, que acompanha todo o processo criativo do tema, pode ser visto no canal oficial de bapcat no YouTube.

VELEZ NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

 


















Dois álbuns marcantes da discografia de Velez são reeditados hoje nas plataformas digitais.

Em 2005 lançou "Luz in the Night" através da WardRecords - JVC Japão, o terceiro álbum de originais; com produção de Markus Britto e Jorge Cervantes. O álbum reflete a forte ligação de Teresa Velez à música brasileira, destacando-se a sua interpretação de "Berimbau", de Baden Powell e Vinícius de Moraes, a par de composições de João Di Sabbato e Renato Corrêa. Este último assina, em parceria com Markus Britto, o tema que dá título ao álbum.

Em 2008 regressa com "Continuando…", o seu quarto álbum de originais, produzido por Markus Britto, tendo sido lançado através da LaikaRecords (Alemanha). O trabalho reúne novas composições e inclui uma versão de "Esse Cara", de Caetano Veloso, assinalando também o reencontro artístico com o compositor Renato Corrêa e a letrista Kris Kopke.

Hoje com estas reedições, a Farol Música recupera dois momentos fundamentais da carreira de Velez.

PZ CONVIDA TOY PARA NOVA MÚSICA













© Rui Murka 

["Sempre Que Te Vejo"]

O amor está no ar…

Depois de Samuel Úria, Joana Espadinha, Retimbrar, Emmy Curl, Mão Morta e Margarida Campelo, o sétimo capítulo do "Álbum de Família" junta PZ e Toy numa das colaborações mais inesperadas — e talvez mais naturais — de todo o projeto.

“Sempre Que Te Vejo” é uma homenagem bem-humorada às canções romântico-popular portuguesas, evocando um imaginário que marcou gerações e que continua a fazer parte da memória coletiva. Entre a sátira e o carinho, PZ revisita esse universo sem preconceitos, celebrando uma forma muito portuguesa de cantar o amor:

Esta era uma música que vivia na minha cabeça há algum tempo. Uma espécie de ode às músicas romântico-popular portuguesas que tiveram o seu apogeu nos anos 80, com nomes como Marco Paulo a surgirem imediatamente na memória. O Toy começou precisamente nessa altura, mas teve uma capacidade rara de se reinventar, de se assumir exatamente como é e de viver sempre para a música. Tornou-se um dos ícones da música portuguesa e também da nossa cultura popular. Foi por isso um enorme prazer convidá-lo para esta canção. Fiquei muito feliz por ter aceitado o desafio, confirmando aquilo que sempre pensei do Toy: é um artista curioso, disponível e aberto a cruzar-se com universos diferentes.

O videoclip de "Sempre Que Te Vejo" volta a ser realizado por Vasco Mendes, mantendo a identidade visual que acompanha todo o "Álbum de Família". A produção musical foi gravada e misturada por Zé Nando Pimenta nos Estúdios Arda. As vozes foram gravadas em Setúbal. Porque se o Toy não vai à montanha… a montanha vai ao Toy.

Disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, "Sempre Que Te Vejo" integra o calendário mensal do "Álbum de Família" de PZ, projeto que, ao longo de 2026, vai revelar 12 músicas, 12 convidados, e culmina numa edição especial em vinil no final do ano.

FESTIVAL M REFORÇA LIGAÇÕES DOS SMTUC





















O Festival M começa hoje e prolonga-se até domingo dia 19 de Julho e conta com o reforço especial da Linha 9 dos SMTUC durante os três dias do evento.

A Junta de Freguesia de Torres do Mondego informa que, no âmbito da realização da 8.ª edição do Festival M, que decorre nos dias 17, 18 e 19 de julho, na Praia Fluvial de Palheiros e Zorro, será disponibilizado um reforço especial da Linha n.º 9 dos SMTUC, em período noturno, para facilitar o acesso ao recinto e incentivar a utilização do transporte público.

O reforço funcionará com as seguintes partidas:

Portagem (Parque) → Casal da Misarela 21h00
22h00
00h00
01h00

Casal da Misarela → Portagem (Parque) 21h30
22h30
00h30
01h30

Para assegurar um tempo de viagem de aproximadamente 30 minutos, este serviço efetuará um percurso direto, não realizando os desvios sazonais à Praia Fluvial do Rebolim nem ao Parque de Campismo.

Este reforço integra a rede regular dos SMTUC ao abrigo das Obrigações de Serviço Público (OSP), sendo aplicáveis as tarifas habituais em vigor. Os passageiros deverão ser portadores de um título de transporte válido e proceder à respetiva validação.

O serviço especial complementa a oferta regular da Linha n.º 9F, cujos horários habituais permanecem disponíveis nos pontos de paragem, no site e nas aplicações móveis dos SMTUC.

Com esta medida, a Junta de Freguesia de Torres do Mondego pretende proporcionar uma alternativa cómoda, segura e sustentável ao transporte individual, permitindo que residentes e visitantes desfrutem do Festival M sem preocupações com estacionamento ou deslocações.

Recorde-se que a entrada no Festival M e o campismo são gratuitos, reforçando a aposta do evento na acessibilidade e na valorização da Praia Fluvial de Palheiros e Zorro como espaço de cultura, convívio e lazer.

www.facebook.com/FestivalM.Torres.do.Mondego
www.instagram.com/festival_m_torres_do_mondego/
www.facebook.com/TorresdoMondego.governamental
www.instagram.com/jftorresmondego/

NOVO SINGLE DOS THE ACOUSTIC FOUNDATION COM JOÃO COUTO















Os The Acoustic Foundation apresentam “whaTAFunk”, o segundo álbum de estúdio do coletivo portuense, já disponível em todas as plataformas digitais. O lançamento é acompanhado por “Agora”, novo single em colaboração com João Couto, tema que surge como uma das canções centrais de um disco que assinala simultaneamente os 15 anos de percurso da banda e nove anos após a edição do álbum de estreia, “Big Sculpture”.

“whaTAFunk” marca um momento inédito na história do coletivo ao incluir, pela primeira vez, três temas cantados em português, correspondendo a um desejo antigo de muitos seguidores da banda. Entre eles encontra-se precisamente “Agora”, canção escolhida para acompanhar o lançamento do álbum. Com letra e música assinadas por João Couto, o tema ganha forma através de um dueto entre o próprio músico e Marta Oliveira, vocalista dos The Acoustic Foundation, reforçando a dimensão colaborativa que atravessa todo o projeto.

Mais do que uma simples continuação do trabalho iniciado em “Big Sculpture”, o novo disco surge como a consolidação de uma identidade construída ao longo de uma década e meia. Mantendo o funk e a soul como territórios de referência, o coletivo apresenta um trabalho mais coeso, mais maduro nas suas opções artísticas e simultaneamente mais livre na forma como cruza diferentes linguagens musicais. Ao longo de doze temas convivem groove, dança, baladas, influências gospel e momentos onde o rock também encontra espaço, num disco que reflete a diversidade sonora que sempre caracterizou os The Acoustic Foundation.

A dimensão coletiva do projeto ganha uma expressão particularmente evidente neste novo trabalho. Para além da formação habitual da banda, “whaTAFunk” reúne um total de 23 músicos, integrando uma secção de sopros reforçada pela presença do saxofone barítono de Samuel Silva, as percussões de Pedro Vasconcelos e um coro gospel que amplia a escala e a intensidade de várias composições. A produção ficou a cargo de Colin Girod e Ricardo Fidalgo, numa colaboração desenvolvida ao longo de intensas sessões de estúdio que ajudaram a moldar o universo sonoro do álbum.

Ao longo dos últimos meses, o universo de “whaTAFunk” foi sendo revelado através dos singles “Fresh News”, “O Conto do Vigário” e do duplo lançamento “Mojo / Queen of Hearts”, temas que anteciparam diferentes facetas do disco. Da observação crítica do quotidiano à reflexão sobre relações, passando pelo groove expansivo, pelas atmosferas soul e pela presença crescente da língua portuguesa, cada avanço revelou uma parte distinta daquele que agora se apresenta na sua forma completa.

Há também espaço para momentos de maior descontração e autoironia. Tal como aconteceu no álbum de estreia, os The Acoustic Foundation voltam a incluir um tema instrumental, “Gin For Eight”, inspirado num dos muitos episódios caricatos vividos pela banda ao longo dos seus 15 anos de estrada. O resultado contribui para reforçar o carácter coletivo, humano e celebratório que atravessa todo o disco.

Criados em 2011 por Marta Oliveira e Ricardo Fidalgo, os The Acoustic Foundation afirmaram-se como um dos projetos mais singulares da cena nacional, construindo uma linguagem própria onde soul, funk, rhythm & blues e performance coexistem de forma orgânica. Depois da edição de “Big Sculpture” em 2017 e de um percurso marcado por uma forte presença em palco, a banda chega agora a “whaTAFunk” com uma identidade plenamente consolidada e uma visão artística mais ampla do que nunca.

Com “whaTAFunk”, os The Acoustic Foundation celebram 15 anos de atividade sem olhar para trás de forma nostálgica. Pelo contrário, apresentam um disco que reafirma o espírito coletivo, o gosto pela experimentação e a permanente procura de novas possibilidades dentro do universo do funk e da soul. Um trabalho que sintetiza o percurso realizado até aqui e aponta, simultaneamente, para o próximo capítulo do coletivo.

NOVO SINGLE DE XICO GAIATO

 














Depois de apresentar “Voltas e Voltas”, Xico Gaiato regressa com

“Na Raíz”, um novo single com a colaboração de Bia Maria.

O novo single integra “A Cada Passo Que Dou”, o álbum de estreia de Xico Gaiato, com lançamento marcado para 10 de setembro pela Omnichord, onde Francisco Barata parte dos sons que marcaram a sua infância na Beira Interior para os reinterpretar através de uma linguagem contemporânea.

O novo tema “ Na Raiz” surge na sequência de vários meses marcados por acontecimentos extremos. Da união entre Xico Gaiato e Bia Maria, duas vozes profundamente ligadas ao território nasce uma canção que olha para as comunidades que resistem, permanecem e se reconstroem.

Cantam um futuro mais unido, coletivo, rural e justo.

NOVO SINGLE

Durante o verão, os incêndios consumiram milhares de hectares de floresta em Portugal. Meses depois, a tempestade Kristin deixa um novo rastro de destruição em várias regiões do país. Casas perderam forma, paisagens transformaram-se e muitas comunidades voltaram a enfrentar a fragilidade dos territórios onde vivem.

É nesse contexto que “Na Raíz” recupera histórias que não podem cair no esquecimento. A canção presta homenagem a quem ficou para cuidar, reconstruir e resistir quando os alarmes deixaram de soar e a atenção se desviou para outro lado. Mais do que denunciar a ausência, celebra a força que nasce quando as pessoas se juntam.

O lançamento é acompanhado por um visualizer realizado a partir de imagens cedidas por testemunhos dos incêndios e fenómenos meteorológicos que marcaram o último ano. Com direção visual de André Ivo, o vídeo transforma esses registos num arquivo de memória coletiva, reforçando a mensagem da canção.

A cada passo que dou

“Na Raíz” é o segundo avanço de “A Cada Passo Que Dou”, o álbum de estreia de Xico Gaiato, com edição marcada para 10 de setembro pela Omnichord. 

Ao longo do disco, Francisco Barata parte dos sons que marcaram a sua infância na Beira Interior para os reinterpretar através de uma linguagem contemporânea, onde a eletrónica, a pop e a música tradicional se encontram naturalmente. Grande parte do álbum foi gravada em residência artística nas Donas, aldeia onde cresceu a sua mãe, e é aí que ganham forma muitos dos sons que atravessam o disco, dos bombos ao pífaro.

Numa das canções com a participação de Rossana nasceu também nesse processo, com uma sessão criativa realizada no Cabeço do Pião, junto às antigas Minas da Panasqueira.

O resultado é um conjunto de canções que dialoga entre passado e presente, revisitando memórias, lugares e histórias para construir uma identidade sonora profundamente enraizada no território
O disco será apresentado ao vivo no próprio dia do lançamento, 10 de setembro, no Fundão no Auditório da Moagem,, cidade onde o projeto nasceu, seguindo depois para o Teatrão, em Coimbra, a 16 de setembro, para a Casa da Criatividade, em São João da Madeira, a 17 de setembro, e para os Maus Hábitos, no Porto, a 9 de outubro. Estão ainda previstos novos concertos em Leiria e Lisboa, a anunciar brevemente.

A cada passo que dou

“Na Raíz” é o segundo avanço de “A Cada Passo Que Dou”, o álbum de estreia de Xico Gaiato, com edição marcada para 10 de setembro pela Omnichord. 

Ao longo do disco, Francisco Barata parte dos sons que marcaram a sua infância na Beira Interior para os reinterpretar através de uma linguagem contemporânea, onde a eletrónica, a pop e a música tradicional se encontram naturalmente. Grande parte do álbum foi gravada em residência artística nas Donas, aldeia onde cresceu a sua mãe, e é aí que ganham forma muitos dos sons que atravessam o disco, dos bombos ao pífaro.

Numa das canções com a participação de Rossana nasceu também nesse processo, com uma sessão criativa realizada no Cabeço do Pião, junto às antigas Minas da Panasqueira.

O resultado é um conjunto de canções que dialoga entre passado e presente, revisitando memórias, lugares e histórias para construir uma identidade sonora profundamente enraizada no território.

O disco será apresentado ao vivo no próprio dia do lançamento, 10 de setembro, no Fundão no Auditório da Moagem,, cidade onde o projeto nasceu, seguindo depois para o Teatrão, em Coimbra, a 16 de setembro, para a Casa da Criatividade, em São João da Madeira, a 17 de setembro, e para os Maus Hábitos, no Porto, a 9 de outubro. Estão ainda previstos novos concertos em Leiria e Lisboa, a anunciar brevemente.

“Voltas e Voltas” foi o primeiro single deste disco e uma das canções mais antigas. Escrita durante a chegada de Xico a Lisboa para estudar, a canção nasce de um período marcado pela desorientação, pela ausência de referências e pelo confronto com o desconhecido.

PECULIAR APRESENTA "MOSS MOÇA", UM NOVO SINGLE ONDE O POP ENCONTRA A IDENTIDADE DO ALGARVE.

 


















Depois dos primeiros avanços do seu álbum de estreia, Os Camelos Também Sabem Nadar, Peculiar apresenta "MOSS MOÇA", um novo single que transforma uma história de desilusão amorosa num tema quente, dançável e marcado pela identidade algarvia.

O título recupera uma das expressões mais características do Algarve. "Moss", uma interjeição popular do falar algarvio, dá nome à canção e reforça a ligação de Peculiar às suas origens e ao universo que inspira todo o projeto.

Através de metáforas ligadas ao mar e à pesca, "MOSS MOÇA" fala sobre a importância de reconhecer relações que já provaram não ser saudáveis e de encontrar a força para não voltar a cair nas promessas de alguém do passado.

Musicalmente, o tema cruza o pop com elementos da música tradicional algarvia e a energia do funk brasileiro, criando uma sonoridade luminosa que evoca o verão, o calor e as paisagens do sul de Portugal.

Com "MOSS MOÇA", Peculiar afirma uma linguagem própria onde tradição e modernidade se encontram.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

PROGRAMA de 16/07/26

1 - Ameeba - Lucid dystopia
2 - Louvado Abismo - Corrida lenta (remix)
3 - Smartini - Rush mirror
4 - A Sul - Cepa torta
5 - Rapaz Ego - Ainda tenho mentiras por contar 
6 - David Fonseca - Amor sem pressa
7 - Tiago Vilhena - Mau mau bem bem 
8 - 72 AM Radio - Modern superman
9 - U-Clic - Ici in Disneyland
10 - Future 3 - Breeze on the menu
11 - Sci-Fi Industries - Inca cabs
12 - Suav - Dilema
13 - Leo2745 - História
14 - Rony Fuego - Verão de Lisboa
15 - X-Tense - Lego
16 - Blaya e Attooxxá - Bate o pé no chão 

NOVO SINGLE DE RITA REDSHOES


Rita Redshoes está de volta aos discos e apresenta, ao seu sétimo álbum, um novo capítulo na sua carreira e no panorama musical português. Dando seguimento ao espetáculo The Other Women (2012), em que homenageava compositoras de todo o mundo, surge agora a vontade de trazer de novo esta ideia, desta vez
celebrando exclusivamente autoras portuguesas. O novo trabalho será lançado no final de Setembro.

Sob o mote das múltiplas facetas do universo feminino, Rita convidou algumas das cantautoras mais relevantes do nosso país a criarem canções e letras inéditas sobre as diversas perspetivas do que é ser-se mulher no mundo atual.

Depois de revelar “A Tua Trança”, o primeiro tema de avanço da autoria de Márcia - que conquistou as rádios nacionais, amplamente elogiado pela crítica - é a vez de dar a conhecer “Não É Normal”, o segundo single escrito por Cláudia Pascoal.

“Escrevi ‘Não É Normal’ porque continuo fascinada com a quantidade de regras invisíveis que inventámos para existir. Há uma forma certa de ser mulher, uma orma certa de ser homem, uma forma certa de falar, de amar, de ocupar espaço”, afirma a compositora. “A canção nasce dessa estranheza. Da ideia de que passamos a vida a chamar “normal” a coisas que talvez não o sejam assim tanto.

No fundo, é uma música sobre liberdade. Sobre a possibilidade de sermos um bocadinho menos obedientes e um bocadinho mais nós.” Para Rita Redshoes: “Foi um enorme prazer pegar nesta canção da Cláudia, trazê- la para o meu universo e interpretá-la. Li-a como um apelo à reflexão sobre papéis a cumprir, normas e (pre)conceitos que urge desconstruir, para podermos viver, mulheres e homens, em maior liberdade, em consciência e com espaço para a autenticidade. Sem medo de sair de lugares onde já não cabemos, sem julgamentos. É um convite à coragem.”

NOVO ÁLBUM E CONCERTOS DE APRESENTAÇÃO

Com a primeira apresentação ao vivo deste novo projecto no Festival “Bons Sons” no dia 9 de Agosto - que promete algumas surpresas e irá envolver a comunidade local - o resultado vai ser um disco intenso, emotivo e profundamente marcante, onde serão abordados temas como o cansaço, a intimidade, a capacidade de sonhar, a maternidade ou a liberdade.

Mais do que uma celebração feminina, este novo trabalho afirma-se como um convite ao encontro, à reflexão conjunta e à construção de uma voz coletiva feita de mulheres, homens. Pessoas.

Estão a ser preparados dois espetáculos especiais de apresentação em Outubro:
- dia 24 na Casa da Música, Porto 
- dia 28 no Teatro Maria Matos, Lisboa 

ATR CONVIDA





















Este sábado (18 de Julho) os dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) regressam ao Porto para participar na festa de 7 anos do Ferro Bar, que está a acontecer entre os dias 14 e 19 de Julho e que inclui diversos concertos e dj sets! (+ info aqui)

E na sexta-feira seguinte (24 de Julho) os dSCi vão tocar no Unifant Festival, evento comunitário que irá decorrer nos dias 24, 25 e 26 de Julho em Travancinha (Seia) e que contará com muita música, comida e várias actividades para todas as idades! (+ info ali)

Entretanto no dia 26 de Julho os TURBOANX, power-trio de noise-rock do terapeuta do ruído (e membro dos dSCi) Diogo Vouga, estarão a apresentar o seu álbum homónimo de estreia na ADAO (Barreiro) por ocasião do Vida Bindi Summer Fest! (+ info acolá)

E entretanto já abriu A Narina, quiosque de livros do contra e música atonal da Nariz Entupido e da SPH/Thisco situado na cave do novo espaço da Groovie Records em Lisboa, onde entre muitas outras edições gráficas e sonoras se podem encontrar algumas das edições da ATR!

NOVO SINGLE DE HELENA SARMENTO



Helena Sarmento lança, no próximo dia 24 de julho, a sua versão de "Sonhos", canção da autoria de Peninha, imortalizada na voz de Caetano Veloso.

Gravada em João Pessoa, na Paraíba, esta é uma canção que acompanha Helena Sarmento há muitos anos.

"É uma música que conheço há muito tempo e que, no último ano, comecei a cantar entre amigos. As pessoas ficavam sempre surpreendidas ao ouvi-la interpretada por mim.

Percebi que a canção encontrava uma identidade muito própria na minha voz e decidi levá-la para
estúdio."

O lançamento de "Sonhos" assinala também a Tour Tanto Mar na América Latina, que percorreu 16 salas, em 10 cidades de 3 países — Argentina, Uruguai e Brasil —, num momento marcante da carreira de Helena Sarmento, tornado possível graças ao apoio da Ibermúsicas.

A artista quis gravar este tema precisamente no Nordeste do Brasil, em João Pessoa, uma das últimas cidades por onde passou em digressão, reunindo os músicos — e amigos — que a acompanharam em vários concertos da tour, designadamente, em João Pessoa, Fortaleza, Recife, Olinda, São Paulo e Brasília, cidade onde interpretou "Sonhos" ao vivo pela primeira vez, no Auditório Agostinho da Silva, a convite do Instituto Camões: Vinícius de Lucena (bandolim) e Samuel Alves (violão).

Também a dimensão visual do lançamento foi construída no Nordeste: a sessão fotográfica para a capa do single foi realizada no Recife Antigo, em Recife, pelo fotógrafo pernambucano Lívio Fabrício. A arte da capa é assinada por Iara Mol, artista de Minas Gerais.

A direção musical e o arranjo são assinados por Vinícius de Lucena, que procurou inspiração "em canções de trânsito de origem ibérica que se converteram, ao longo dos séculos, em pontes de saberes, costumes e valores simbólicos na América Latina".

"Sonhos" surge como um trabalho de transição entre ciclos criativos. A 23 de julho, Tanto Mar, o quinto e mais recente álbum de Helena Sarmento, assinala dois anos desde o seu lançamento.

Depois de Tanto Mar, Helena Sarmento encontra-se já a desenvolver um novo projeto artístico. "Sonhos" marca o início desse novo ciclo criativo.

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