segunda-feira, 12 de abril de 2021

INÊS DE VASCONCELLOS COM NOVO SINGLE






















O segundo single do álbum de estreia de Inês de Vasconcellos é em tudo distinto do primeiro. Onde “Fado das Amarguras” era introspeção, nostalgia e recolhimento, “Estou Bem” é extrovertido, alegre e descontraído; no videoclip, passamos das magníficas paisagens da ilha de São Miguel, nos Açores, para o confinamento de um apartamento em Lisboa. É apesar dessa aparente “clausura”, que os versos de Capicua nos dizem que podemos sempre retirar algo de positivo do que a vida nos oferece, mesmo estando sozinhos em casa.

A música resulta de uma parceria entre a cantora/autora/compositora portuense e Ricardo Cruz, baixista e produtor de “Amplexo”, um álbum multifacetado e surpreendente. “Estou Bem” vem comprovar a versatilidade interpretativa de Inês de Vasconcellos e também o seu à-vontade em frente às câmaras, mais uma vez dirigidas pela talentosa e criativa Rita Seixas.

“Amplexo”, de Inês de Vasconcellos, é uma edição da Museu do Fado Discos. O lançamento está agendado para o dia 21 de Maio.

YAGMAR ANTECIPAM EDIÇÃO DO PRIMEIRO LONGA DURAÇÃO HOMEM SEVERO COM SINGLE “MÍTICA LUZ”


SINGLE “MÍTICA LUZ”

Há sempre algo que nos guia nos momentos de aperto, aquilo que nos faz ter perseverança e lutar contra os momentos desafortunados desta vida. É nesse contexto que surge “Mítica Luz”, com um turbilhão melódico e rítmico mas que, por vezes, nos deixa respirar.

Este é o último single do primeiro longa duração dos You Actually Gave Me A Ride (YAGMAR), Homem Severo, que será editado dia 16 de Abril mas certamente que esta não será a última boleia que a banda vos vai dar! Entrem, vamos arrancar!

DISCO HOMEM SEVERO

A história deste disco começa como muitas outras ligadas a 2020: ano atípico, mas para quem não foi? 2020 foi o ano da gravação do primeiro longa duração dos Yagmar. No meio de diversas peripécias e tamanhas incertezas foi sendo adiada a estreia de Homem Severo. A entrada do novo ano foi o mote para revelar este conjunto de 8 temas, que, por premonição ou não, se adequam ao estado de espírito vivido nestas terras, em tempos difíceis tão adequados a um homem severo.

Homem Severo é um flirt aos ritmos africanos acompanhados de melodias de outras regiões, que tal como no trabalho anterior ainda está presente, mas com mais maturidade.

Depois de anos frutuosos de início de carreira, incluindo 2019 que contou com o lançamento do segundo EP da banda Amargo que levou a banda a muitos palcos deste país e a fazer parte da colectânea Fnac Novos Talentos 2019, tocaram no festival com o mesmo nome e também ao Super Bock em Stock 2019. No princípio de 2020 a banda decidiu voltar a unir forças com o produtor e engenheiro de som Vitor Carraca Teixeira, conhecido pelo seu trabalho com nomes emergentes e já consolidados do panorama musical em Portugal como Dream People, Meses Sóbrio, Vila Martel, Left., entre outros, e foi no seu estúdio que a banda se refugiou para criar o que viria a ser este disco.

Facebook: https://www.facebook.com/yagmarband/
Instagram: https://www.instagram.com/yagmar.jovem/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC9iIEutk-qrsKOMI6Fy-kZw
Soundcloud: https://soundcloud.com/user-556339908
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4MH8poPCB7vchDU77AG6C8?si=O4ZxyirjRw6hXK2F8ktHdg

JACINTA DOA FUNDOS À UNIÃO AUDIOVISUAL



"É com orgulho e imensa satisfação que lancei, ontem, dia 11 de Abril, em plena Pandemia, a campanha de crowdfunding a favor da União Audiovisual. A UA já ajudou, em um ano, mais de 250 famílias de profissionais de espectáculos, que como sabem, estão SEM TRABALHO.

A propósito da campanha surgiu um NOVO Álbum que existirá como oferta dos donativos feitos. VEJAM os PACOTES de OFERTA na campanha, são vários...

Não estava nos meus planos gravar um disco tão cedo mas a solidariedade imperou.

Muitos dos meus colegas de espectáculo estão a passar dificuldades pelo que, e uma vez que estava ao meu alcance, decidi ajudar!

Esta é a 1ª campanha crowdfunding de música a favor da União Audiovisual

Faz a tua doação aqui"

O tema "Luna Bar" é o 1º Single do NOVO Álbum com o mesmo nome e SÓ existe para ajudar quem mais precisa. O disco está a ser gravado e produzido durante os 2 meses da campanha.

MÃO MORTA, LENA D'ÁGUA, JAZZ E CLÁSSICA NO AUDITÓRIO DE ESPINHO ATÉ JUNHO
















Um filme-concerto por Mão Morta, um espetáculo por Lena d'Água e concertos por Mário Costa e Ricardo Toscano são algumas das propostas da programação do Auditório de Espinho até junho, revelou hoje a direção dessa sala de espetáculos.

Por esse equipamento cultural do distrito de Aveiro passará ainda a Orquestra de Jazz de Espinho e também a Orquestra de Jazz, que é uma das formações cuja apresentação tem agora nova data após um adiamento inicial devido às restrições impostas pela pandemia de covid-19.

É por isso que o programador do auditório gerido pela Academia e pela Escola Profissional de Espinho reconhece à Lusa que a reabertura da sala está a ser encarada com "um misto de ansiedade e esperança".

"O último concerto no Auditório foi já em novembro de 2020, algo realmente impensável. Não queremos sequer pensar na hipótese de uma quarta vaga, mas, se ela chegar, saberemos reagir. Entretanto, todas as recomendações da Direção-Geral da Saúde serão implementadas e reabriremos portas em maio com uma programação que reúne algumas novas propostas, mas, sobretudo, reagendamentos, alguns deles quase um ano após a sua primeira data", explicou o programador André Gomes.

O programador acrescenta que a participação do público tem agora um significado especial: "Ir a um espetáculo, neste momento, é absolutamente essencial para recuperarmos o sentimento de pertença ao mundo, o sentido de comunidade que tanto tem faltado aos nossos dias. O mundo anseia voltar ao normal e a cultura é um passo de gigante para conseguirmos isso mesmo".

No caso do concerto pela banda Mão Morta, a 21 de maio, vai envolver a exibição da comédia "A Casa na Praça Trubnaia", que, realizada em 1928 pelo cineasta russo Boris Barnet, constituiu "uma sátira à hipocrisia da pequena-burguesia, que, na sequência da Nova Política Económica de Lenine, sobrevivera à Revolução de 1917 e sorrateiramente continuava a explorar os necessitados, iludindo os sindicatos".

A acompanhar a projeção, estará em palco a versão "redux" dos Mão Morta: o trio composto por Adolfo Luxúria Canibal, Miguel Pedro e António Rafael, que interpretarão ao vivo a banda-sonora que conceberam especificamente para o que consideram uma obra-prima do cinema mudo soviético.

Lena d'Água, por sua vez, atuará com o Projeto Benjamim, que envolve cerca de 50 alunos da Escola Profissional de Música de Espinho. Em conjunto, artista e jovens músicos irão recriar a 04 e 05 de junho algumas das canções que marcaram o percurso da cantora a que André Gomes atribui a autoria de "uma das mais brilhantes páginas da música portuguesa".

Já o baterista e compositor Mário Costa, que em 2018 lançou aquele que a plataforma online Jazz.pt apontou como "o melhor disco de jazz nacional", levará a 06 de junho à sala de Espinho "um elenco internacional de luxo" para recriar o álbum "Oxy Patina" e revelar novas criações: o trompetista Cuong Vu, parceiro de David Bowie e Laurie Anderson; o contrabaixista Bruno Chevillon, membro de vários grupos de Louis Sclavis e Marc Ducret; e o pianista Benoît Delbecq, um dos "mais inconfundíveis da cena internacional".

Antes disso, a 15 de maio, o álbum "A love supreme", de John Coltrane, servirá de mote ao concerto homónimo do quarteto de Ricardo Toscano. "Não é por arrogância ou presunção que Ricardo Toscano, João Pedro Coelho, Romeu Tristão e João Lopes Pereira se atrevem a pegar em tamanha obra-prima, mas por devoção e em homenagem a um músico que jamais será esquecido", afirmou André Gomes.

Quanto à Orquestra Clássica de Espinho, tem dois espetáculos programados: um a 07 de maio dedicado à música do Romantismo, com obras de Gustav Mahler e Franz Schubert, e outro a 28 do mesmo mês, com jovens solistas da Escola Profissional de Música de Espinho.

Entre um e outro concerto, haverá ainda o da Orquestra de Jazz de Espinho, que a 14 de maio levará ao palco obras originais do compositor e pianista galego Abe Rábade, que, segundo André Gomes, se afirmou "ao longo das duas últimas décadas como uma das figuras de referência do Jazz Ibérico e um pedagogo de excelência".

A programação do Auditório de Espinho até junho integra ainda uma exposição de fotografia de Mario Calles, que, a propósito da aproximação do 15.º aniversário dessa sala de espetáculos, recupera registos dos seus primeiros meses de programação, apresentando retratos de artistas como Carlos do Carmo, Jay-Jay Johanson, Cristina Branco, Perry Blake, Mário Laginha e Stacey Kent.

AYC // TDI

Lusa/Fim

UNITREMOR PARA CAPTAR NOVOA AGENTES CULTURAID












Levada a cabo pela parceria entre o festival Tremor e o Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas, a UniTremor organizará um ciclo de quatro semanas de formação que visa a capacitação de novos agentes culturais locais, dando continuidade ao trabalho que ambas as entidades têm desenvolvido na abertura de novas oportunidades de empoderamento para o território. A ter lugar ao longo do mês de Maio, em formato misto: online e presencial, o ciclo parte de uma estrutura modular, tendo como principal eixo formativo a partilha de know-how e ferramentas que possam despoletar a implementação de novos projetos artístico-culturais na comunidade local. quatro módulos compostos por quatro sessões abordarão as áreas da Criação, Comunicação, Programação e Produção. A equipa de formadores para esta primeira edição é composta pelo músico David Bruno, pelo programador, curador e músico Luís Fernandes, o produtor e técnico de som Eduardo Maltez e os profissionais de comunicação Sara Cunha e André Forte.

No total serão disponibilizadas 15 vagas por módulo, sendo possível a inscrição em todo o curso pelo valor de 15 euros, ou em módulos específicos, ao preço de 5 euros cada. As inscrições podem ser feitas através do email: info@tremor-pdl.com. Os cursos funcionarão em horário pós-laboral: 18h30 às 21h30 nos dias de semana e 10h00 às 17h30 no sábado.

A ter lugar entre os dias 7 e 11 de setembro, a edição 2021 do Tremor anunciará novidades de programa no próximo mês de maio. Formação validada pela DGERT em parceria com a Arda Academy.

UNITREMOR: CONTEÚDO FORMATIVO

Módulo Criação por David Bruno
Entre 5 e 9 de maio de Maio (15 horas)
Serão abordados exemplos práticos e ferramentas para criação de conceitos e narrativas, metodologias de organização de ideias e projetos, tal como a tradução de conceitos para diferentes aplicações artistas e actividades. Aquisição de ferramentas para uma melhor articulação entre as ideias e a prática, metodologias de desbloqueio criativo, e compreensão da importância do conceito e narrativa na actividade artística, são os objectivos de conhecimentos a adquirir pelos formandos no final da formação.

Módulo Comunicação por Sara Cunha e André Forte
Entre 12 e 16 de maio de Maio (15 horas)
Serão abordados exemplos práticos e ferramentas para criação de planos de comunicação para artistas e eventos. Criação de objetivos, construção de equipas, relação com parceiros e definição de estratégias serão os objectivos de conhecimentos a adquirir pelos formandos no final da formação. O curso integrará ainda uma aula prática de gestão de anúncios e campanhas de investimento em redes sociais.

Módulo Programação por Luís Fernandes
Entre 21 e 25 de maio (15 horas)
Serão abordados exemplos práticos e ferramentas para criação de programas, ciclos, festivais e eventos. Diferenças entre programação continua de espaços e programação sazonal de eventos, criação de narrativas e conceitos, definições e execução de programas, são os objectivos de conhecimentos a adquirir pelos formandos no final da formação.

Módulo Produção por Eduardo Maltez
Entre 26 e 30 de Maio (15 horas)
Serão abordados exemplos práticos e ferramentas para criação de planos de produção e orçamentação para artistas e eventos. Criação de objetivos, construção de equipas, relação com parceiros e definição de estratégias serão os objectivos de conhecimentos a adquirir pelos formandos no final da formação.

NEEV ESGOTA CONCERTO EM LISBOA





















Restam bilhetes para “Uma Odisseia em Concerto” no Teatro Sá da Bandeira

Em apenas uma semana, NEEV esgotou o concerto de dia 25 de maio no Teatro Maria Matos, em Lisboa. Restam agora bilhetes para a segunda data do espectáculo "Uma Odisseia em Concerto", marcada para 2 de Junho no Teatro Sá da Bandeira, no Porto.

Tendo como ponto de partida o álbum de estreia “Philosotry”, estes dois concertos de NEEV surgem depois da bem sucedida passagem pelo Festival da Canção 2021 onde o tema que compôs, escreveu e produziu, “Dancing in The Stars”, foi o mais votado pelo público. Do alinhamento fará ainda parte a primeira música que NEEV editou em 2016, “Breathe”, em parceria com os noruegueses SEEB, e que conta com mais de 250 milhões de streamings no Spotify e no Youtube.

“Estes concertos vão ser mais um marco nesta que tem sido a maior viagem da minha vida. Até agora o caminho tem sido feito fora dos palcos, de forma apaixonada e honesta, com todos os que me acompanham, mas chegou o momento de viverem comigo esta odisseia em pleno, de uma forma até hoje impossível. Estes concertos vão ser como um portal para longe desta realidade, para algo que nos faça acreditar, mesmo que momentaneamente, na fantasia que queremos viver”, antecipa NEEV que está a preparar um espectáculo especial, musical e visualmente.

Em palco, ao lado de NEEV (voz, guitarra e piano), vão estar João Barradas (guitarra e teclados), Rui Reis (bateria), Ivo Martins (baixista) e Valter Freitas (violoncelo).

Os bilhetes para o concerto no Teatro Sá da Bandeira, a 2 de Junho, custam 15€ e estão à venda nos locais habituais e online em www.ticketline.pt.

MIRA QUEBEC AO VIVP

 














Depois de ter lançado a 15 de Março de 2021 o seu 4º álbum de estreia "Garrincha", Mira Quebec presenteia-nos com uma live performance de 20 min.

A convite do Município de Guimarães foi criado um concerto especial para a plataforma EM Guimarães. Para aprofundar o conceito visual e cinematográfico do universo que a música pretendia atingir foram convidados Diogo Mendes (Desenho de Luzes) e Pedro Bastos (Realização e edição). O concerto encontra-se disponível para visualização a partir do dia 12 de Abril no seguinte link:

https://em.guimaraes.pt/ver-agora/geo_evento/mira-quebec-12?fbclid=IwAR0vkaiNc_C-MehlQwyQpDN7tklwotHxF2I0u6foHNdIHj6OiNoelRE46w4

NOVIDADES DE ANA MOURA



















“A todos os que me têm acompanhado,

Canto desde que me lembro. E desde então tenho vivido na vossa companhia, sempre que vão aos meus concertos ou ouvem a minha música.

O que eu sempre mais quis e senti que podia fazer, dando algum contributo a este mundo, foi cantar, mas isso só foi possível porque, para além de todas as pessoas que me têm seguido, estive rodeada de imensa gente excepcional, infatigável, competente que acreditou em mim e que se disponibilizou para me acompanhar e ajudar a construir este sonho que tenho vivido. Que sorte ter tido todos estes excelentes profissionais e amigos comigo.

Não esqueço os meus editores, o meu manager e todas as pessoas que com eles trabalharam. Nunca os esquecerei!

Desde o início desta caminhada, a minha carreira tem sido gerida e trabalhada por entidades e pessoas que, de forma muito profissional e apaixonada, mediaram a minha relação com o público.

Após muita reflexão, sinto neste momento uma necessidade de mudança para seguir um novo caminho que quero que seja mais directo entre mim e vocês e onde todos possam participar directamente em todos os aspetos da minha carreira.

Eu canto porque é isso que me faz viver mas faço-o sempre numa partilha com quem me ouve. E comecei a sentir que o caminho mais natural seria envolver as pessoas que sentem a minha música como delas a participarem em todos os aspectos da minha actividade como nos direitos das músicas, nas digressões e em tudo o que está por vir, que sempre sonhei realizar e que agora posso concretizar, porque há um novo mundo digital que possibilita esta relação direta convosco.

E eis o que vos proponho:

A tecnologia tem permitido às pessoas ocuparem um papel central em várias áreas da sociedade. Por outro lado, tem contribuído para alargar as possibilidades de relacionamento dos artistas com o público através das redes sociais, das plataformas digitais e de tantas outras formas. Consequentemente, o público tem um papel muito mais activo na carreira dos artistas, tendo efeito directo e imediato, através das suas escolhas, nos seus percursos.

Neste momento, sinto que é importante inovar nesta área, partilhando diferentes aspectos do meu processo criativo numa relação directa convosco através das redes e utilizando todos os meios que a internet e a tecnologia oferecem para nos aproximar, nomeadamente os NFT’s (Non-Fungible Token), um novo conceito de valorização do trabalho dos artistas através da tecnologia blockchain que me tem aberto inéditas oportunidades de expressão artística e de relacionamento com novos públicos.

Julgo ser uma das primeiras artistas musicais em todo o mundo a assumir que, em alguma medida, pretendo disponibilizar ao público, através das redes, todos os aspectos da minha carreira, criando uma relação direta que permita que todos partilhem do meu processo e sucesso, desde a concepção até aos possíveis resultados. O mais perfeito exemplo disso será a emissão de um NFT que acontecerá antes do lançamento do meu novo single no fim de Abril. Este NFT é uma criação minha, que parte da capa desse trabalho e no qual fiz uso de outros meios para exprimir, de forma mais completa, a minha visão que está completamente alinhada com o meu pensamento e que acredito que melhor representa a minha música.

Assim, também vão poder participar sobre os direitos de parte das minhas músicas que já são vossas quando se tornam a música do vosso casamento, a música de amor entre o neto e a avó, a música que vos reconfortou num momento mais triste ou que vos elevou dando esperança e força para seguirem os vossos sonhos.

Estaremos ainda mais juntos neste novo caminho.”

Ana Moura, Abril de 2021.

domingo, 11 de abril de 2021

13 fados 15/2021 (11ABR)

 Dois temas novos e sem alterações na frente da tabela

Sairam:
GIVE IT TO ME - Marta
CATÁ BÓRRE - Acácia Maior e Cachupa Psicadélica

Aproximam-se:
A CONTENÇÃO - Samuel Úria
ÂNGULO MORTO - Benjamim
HONESTY BAR - D'alva com Cláudia Pascoal


13 (--) 01 THEME VISION - Bruno Pernadas  
12 (12) 05 WE ANDREA - Cabrita com Sam The Kid e Selma Uamusse
11 (07) 04 A PRÓXIMA VIAGEM - Cassete Pirata
10 (--) 01 CONFORTO - Afonso Pais com Capicua 
09 (09) 06 ATÉ DE MANHÃ - Murais com Xana
08 (08) 12 PURGA - Rita Vian
07 (11) 02 RIR E VOLTAR - Captain Boy
06 (06) 06 RUNNING WILD AGAIN - Meta  
05 (04) 10 CRAZY 20'S - The Manchesters
04 (05) 03 ALL OR NOTHING - Moonspell
03 (03) 03 RAPOTACHO - Senhor Vulcão
02 (02) 05 YOUNG KID - The Twist Connection
01 (01) 03 E NÃO SOBROU NINGUÉM - Linda Martini

Segunda semana na liderança para os Linda Martini

Entre todos os votantes temos 2 premiados
FÁTIMA SOARES
JOSÉ CORREIA
que serão contactados pela mesma forma como enviaram as votações

Votem, enviando 5 temas de bandas/artistas diferentes
para santosdacasa(a)ruc.pt
ou então por mensagem privada
para o facebook do santos da casa
e podem ganhar prémios

Nova tabela (16/2021) a 18ABR

sábado, 10 de abril de 2021

PROGRAMA DE 10/04/21

1 - Silente - Ninguém tem de saber
2 - Clã - Tudo no amor
3 - Samuel Úria - O muro
4 - Flávio Torres - Olá meu bem
5  - André Júlio Turquesa - Super-herói
6 - André Henriques - As melhores canções de amor
7 - Lula Pena - Rose
8 - Afonso Pais - Conforto (com Capicua)

9 - Adolfo Luxúria Canibal + Marta Abreu - O poeta em Lisboa
10 - Herr G meets Fuel 2 Fight - Fest (com Nuno Varudo)
11 - Erros Alternados - Rotina
12 - Broto Verbo - Altar
13 - Terminal Terminal - Isso lamento
14  - Lisboa Negra - Sangrar (outra vez)

A GAROTA NÃO NO MEDITERRÂNEO


Sensibilidade, verdade e musicalidade são adjetivos que caracterizam Cátia Mazari Oliveira, mais conhecida como A GAROTA NÃO.

O seu primeiro álbum "Rua das Marimbas nº7" chegou em 2019 e foi recebido pela crítica e público com grande entusiasmo e muitos aplausos.

Em tempo de quarentena, a sua criatividade foi amplamente explorada, tendo nascido novas ideias, canções, projetos e parcerias como a recentemente revelada com ORELHA NEGRA.

Em 2020, apesar das limitações impostas, A garota não apresentou-se ao vivo e fez concertos memoráveis, como o de apresentação no CCB ou no Fórum Luisa Todi, em Setúbal.

Foi neste concerto apresentado em Novembro de 2020, que Cátia apresentou o seu tema "Mediterrâneo" com a participação especial da Academia de Dança Contemporânea de Setúbal. O resultado surpreendente e de grande impacto junto de todos os que tiveram o privilegio de assistir a esse espetáculo é agora revelado no videoclipe que vos apresentamos.

Em 2021, A garota não, lança o single e o videoclip deste tema especial que chama a atenção para o que se passa diariamente no Mediterrâneo.

Um alerta essencial para não nos esquecermos da Humanidade.

"Todas as atenções estão voltadas para a pandemia mas há flagelos que continuam a perpetuar-se diariamente, o drama migratório no Mediterrâneo é um deles.

Milhares de seres humanos procuram na travessia a fuga à pobreza e à violência de conflitos armados. Procuram uma paz que tem sido negada e negligenciada de múltiplas formas: pela morte que chega nas ondas do Mediterrâneo, pela concentração desumana em campos de refugiados, pelas devoluções e expulsões coletivas. Deixou de ser abertura de telejornais mas continua a matar milhares de pessoas. Milhares de crianças. Uma canção sobre isto pode não mudar nada, pode não salvar ninguém. Mas pelo menos ajuda-me a lembrar que há muito para fazer enquanto Europa e Humanidade."

Catia Mazari Oliveira

sexta-feira, 9 de abril de 2021

PROGRAMA DE 09/04/21

1 - Sr. Jorge - Palhaço
entrevista Jorge Novo (Sr. Jorge)
2 - Sr. Jorge - Lembro-me de ti
3 - Lula Pena - Deus é grande
4 - Afonso Pais - Conforto (com Capicua)
5 - SAL - Passo forte
6 - Jónatas Pires - Terra prometida
7 - André Dal - Beyond the tagus river
8 - António Manuel Ribeiro - Amor perdi
9 - The Happy Mess - Perder o pé
10 - Jorge Ferraz - Sinfonietta kids
11 - Xinobi - Boats

M-PEX APRESENTA ONDAS CEREBRAIS MUSICADAS






















"Olá,

aqui está o meu novo disco :) Chama-se 'SOMNATIKA' e é muito especial para mim!

Ondas cerebrais registadas durante o sono, musicadas com guitarra portuguesa, foi o desafio. O resultado é SOMNATIKA, que já podes ouvir e fazer o download no meu BandCamp.

SOMNATIKA é um estudo experimental sonoro que envolveu o tratamento, processamento e codificação de sinais biométricos, que deriva da sonificação em chiptune de EEG gravado durante o sono.

O design é do amigo Marco Madruga do Mozo Studio e a edição digital é da Enough Records.

Até breve!
M-PeX"

PORTO REFOLK EXPRESS

 

















Porto ReFolk Express!

Noite de Abertura do Womex Porto na Casa da Musica! 4 Artistas e 2 convidados Lusofónica Stage !

Um palco dedicado aos sons e Artistas de Portugal, Palops e Brasil ! Segunda grande oportunidade para todos os Artistas lusófonos que se inscrevam até dia 16! Com o Apoio da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

Galandum Galundaina, Retimbrar, Seiva e Sopa de Pedra!

Selecionados por um júri Internacional, escolhido pela Why Portugal - parceiro desta noite.

Todos os anos, o WOMEX arranca com uma Cerimónia de Abertura, com destaque para um Concerto temático, que foca o país anfitrião ou região musical. Esta cerimónia marca o início de cinco dias agitados, repletos de música, networking e intercâmbio cultural, estabelecendo o padrão para o resto do evento.

Para esta inauguração especial - Porto ReFolk Express - do WOMEX 2021, pesquisámos, experimentámos e reinterpretámos as raízes da música tradicional portuguesa em todas as direções. O concerto de inauguração deste ano é apresentado pela Associação Why Portugal.

Pode ouvir estes Artistas na lista de reprodução WOMEX 21 no Spotify

Desde a edição do WOMEX em 2009 em Copenhaga, o programa WOMEX Showcase incluiu um palco especial para destacar a cena musical e cultural do país anfitrião e dar aos nossos delegados uma introdução mais profunda às tradições artísticas, musicais e linguísticas do país que recebe o evento.

Este palco oferece uma plataforma para artistas e profissionais da música dentro do setor cultural, dando-lhes exposição, influenciando a indústria musical local nos anos seguintes.
O Lusofónica Stage vai focar-se na música, riqueza e cultura das comunidades de todo o mundo, falantes da língua portuguesa e daquelas que partilham a história deste património comum.
O Lusofónica Stage constitui, assim, uma segunda fantástica oportunidade para todos os falantes de língua portuguesa participarem!

O prazo para a apresentação de propostas para o programa do Womex 21, termina sexta-feira, 16 de abril de 2021, à meia-noite.

http://www.womex-apply.com/

JORGE FERRAZ EDITA SINGLE






















Jorge Ferraz, músico e compositor português de vanguarda, edita no próximo dia 9 de abril o seu mais recente single Sinfonietta Kids, um primeiro avanço para o álbum Colonial Wars a sair no início de maio.

Sobre este single Sinfonietta Kids, Jorge Ferraz diz-nos que é "uma espécie de epopeia infantil feita de guitarras-noise reverberantes em diálogos esvoaçantes e com uma bateria esparsa sobressaltada por rápidos e densos breaks. É a banda sonora para um ataque de drones pestíferos e de borboletas estranhas numa futura qualquer guerra colonial".

Mas será que o que ouvimos neste Sinfonietta Kids representa aquilo que será o álbum Colonial Wars? Jorge Ferraz afirma que "Sinfonietta Kids representa um dos caminhos musicais por onde Colonial Wars segue. Aprofundando e depurando as vias do anterior Machines for Don Quixote ... et... viva la muerte?, editado em 2018, este mais recente álbum traz também algumas inesperadas novas aventuras".

Sinfonietta Kids de Jorge Ferraz já está disponível em todas as plataformas digitais.

Biografia

Guitarrista (embora trabalhe com variado equipamento eletrónico e digital, a guitarra e a guitartrónica são a sua grande obsessão), compositor e produtor, em atividade desde 1983. Fundou e liderou algumas bandas portuguesas underground com destaque para Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre! (cujo primeiro disco foi considerado em 1998, num trabalho conjunto do Público e da FNAC, um dos melhores discos da música popular portuguesa de 1960 a 1997), Ezra Pound e a Loucura, ou Fatimah X. Em 2006 passou a trabalhar em nome próprio, tendo publicado, desde então, três álbuns (em 2008, 2010 e 2018). Edita agora em formato digital e como edição de autor o seu quarto álbum em nome próprio.


Em 2014, no número comemorativo dos 30 anos da revista Blitz, foi considerado um dos melhores 30 guitarristas portugueses dos últimos 30 anos.

Foi ainda cofundador da efémera banda João Peste & o Acidoxibordel que reuniu, entre outros, músicos dos Pop Dell’Arte e dos Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre!, bem como o saxofonista Rodrigo Amado.

Foi produtor dos seus discos a solo e da maioria das edições das bandas que integrou. Foi ainda co-produtor do EP “So Goodnight” dos Pop Dell’Arte (editado em 2002)) e produtor do álbum “You’re Not Human Tonight” dos The Great Lesbian Show (editado em 2008).

Publicou também poesia e ensaio em revistas como “Vértice” “Bumerangue”, bem como um livro de contos, “Telescópio Quebrado Scanner Descontínuo” na Black Sun Editores.

Ferraz é ainda doutorado em Sociologia e publicou, nesse contexto, alguns textos científicos versando principalmente as problemáticas da ideologia, globalização, direitos humanos, interculturalidade e turismo nas sociedades contemporâneas.

Desde 2013 que é igualmente membro fundador do colectivo de criadores Cellarius Noisy, espaço de colaboração e entreajuda entre vários artistas out of the grid / out of sight das áreas da música, das artes visuais e do multimédia. Alguns dos membros deste colectivo estão também envolvidos na criação da componente visual dos concertos de Jorge Ferraz.

SENHOR JORGE ASSINALA EDIÇÃO DE EP COM VIDEOCLIP “PALHAÇO”



Single “Palhaço”

A dada altura, quando se olha para trás, surge — e se... —
e se eu tivesse ido antes por ali...? 
É o tempo perdido que nos deixa sempre mais marcas.
E, ao mesmo tempo, seja qual for a nossa condição, qual teria sido a melhor decisão.
Os tempos modernos, das máquinas espaciais, fazem de nós, descartáveis.
Sacam de cada um, toda a energia, numa ânsia desmesurada — é preciso, é preciso, é preciso...
É preciso mais uma horinha à caixa, é preciso mais esforço, é preciso o diabo a sete.
E depois, vê-se, tudo se reduz a lixo, incluindo nós mesmos — a pergunta fica, em prol de quem esta sofreguidão toda?
De qualquer forma, somos todos uns palhaços.

Texto de Pedro Bastos, Realizador do Vídeo “Palhaço”

Senhor Jorge ou a beleza dos encontros

É sabido que as igrejas são mais do que lugares de culto. Tantas vezes, ao longo da história e em diferentes partes do mundo, foram refúgio de quem não tinha outro abrigo. De quem, como os timorenses que lutavam contra a ocupação, encontrou nas igrejas um lugar de proteção e de resistência contra a opressão. De quem, como os sem-papéis e os sem-direitos, as ocupou e as tornou ponto cardeal de um movimento, como aconteceu com os imigrantes indocumentados em Paris ou as prostitutas em Lyon. De quem, como os peregrinos que percorrem quilómetros e quilómetros a pé ou de bicicleta, busca nelas a meta de um caminho percorrido que é, afinal, acima de tudo, uma viagem interior. De quem, como os viajantes que precisam de repousar, encontra nas Igrejas enclaves ao arrepio das cidades-mercadoria, portas abertas sem consumo obrigatório.

Mas são ainda as igrejas – e porventura sobretudo! – lugares de encontro. Foi na Igreja da Misericórdia de Viseu, feita palco de teatro e música em 2018, que um punhado de artistas (Rui Sousa - Dada Garbeck, João Pedro Silva - The Lemon Lovers e Gonçalo Alegre - Galo Cant’às Duas) viria a conhecer o Sr. Jorge Novo, sacristão, ex-lapidador de diamantes e ele próprio uma preciosidade escondida que rapidamente conquistaria o coração de quem o ouviu. Foi desse encontro inesperado e feliz, foi dessa surpresa e dos afetos que ela desencadeou, que nasceu este E.P. sr. jorge, exercício generoso de troca e de diálogo criativo entre universos artísticos que, frequentemente, estão condenados a viverem separados.

Beirão de origem e fadista por paixão, o Sr. Jorge é um exemplo. Exemplo de que a expressão artística não é monopólio de especialistas e de profissionais, mas antes a necessidade e a capacidade que todos temos (até os artistas!) de comunicarmos através dos sentidos. Exemplo de que a música toca em lugares da nossa emoção sensível que a transformam num território que une, muito para lá das fronteiras rígidas dos estilos, das gerações e das proveniências sociais. Exemplo de como, a partir da convocação fraterna de vontades de gente da música, do teatro e da militância cultural, é possível fazer nascer um disco assim em Viseu. Exemplo de como são os encontros improváveis que põem em comum os dessemelhantes – o que é, afinal, o modo mais fundo e transformador de fazer comunidade.

Neste E.P. temos ambientes sonoros contemporâneos que se juntam – ou aos quais se junta – a voz vivida e emocionante do Sr. Jorge. Temos uma espécie de lamento musicado sobre um passado que já foi, sobre um presente de saudade e de desencanto, sobre o envelhecimento e a perda, as alegrias e as tristezas, a memória das gargalhadas, dos desesperos e das paixões. Temos o amor – e sempre, implacável, o tempo. Temos, acima de tudo, o efeito de múltiplos e fecundos encontros cujo resultado agora se oferece à nossa fruição. Só temos de agradecer e aproveitar.

Texto de José Soeiro

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OMNICHORD ESTREIA VIDEOS


Versões e temas inéditos gravados em ambiente intimista, é esta a proposta dos Omnichord Outtakes, série de vídeos a serem lançados ao longo do ano nas plataformas da promotora, editora e produtora. A primeira série começa a ser divulgada em abril e propõe três novas formas de ouvirmos e vermos Surma, Jerónimo e Cabrita. O primeiro episódio, lançado hoje, apresenta Surma numa versão especial de Femme Fatale dos Velvet Underground.

"Não consigo acrescentar muito mais adjectivos que descrevam a importância desta banda, que marcou (e que continua) a marcar uma geração! Inspira-me a todos os níveis...as letras incríveis, a maneira tão particular de compor e de produzir as suas próprias músicas, não ter medo de arriscar! Todos os dias me inspiro em Velvet! São das minhas bandas preferidas desde muito miúda", Surma

NOVO SINGLE DE LUA E JASMIM






















“Se o tempo ouvisse” é o novo single de Lua e Jasmim.

Ela é cantora e atriz, ele é músico e compositor. Ela estuda teatro, ele estuda composição de música para filmes e videojogos em Londres.

Da amizade nasceu uma grande empatia artística entre ambos. Juntaram-se e começaram a compor e a produzir canções.

“Se o tempo ouvisse“ vem no seguimento de “Só a ti” single lançado no final do ano passado. Ambos os temas fazem parte de um lote de canções do álbum “Longe” com edição prevista para este ano.

PEDRO MENDES AO VIVO






















Pedro Mendes lançou em meados de março nas plataformas digitais o álbum TEMPO.

Às saudades dos palcos aliou a vontade de apresentar ao público algumas das suas músicas, e assim surgiu a gravação de um showcase, do qual resultou o EP ‘Pedro Mendes – Ao Vivo’.

Com ‘Pedro Mendes – Ao Vivo’, o cantautor apresenta-nos uma abordagem diferente de alguns dos seus originais, antecipando um pouco do que poderemos encontrar em breve nos seus espetáculos.

Os vídeos dos 6 temas do showcase encontram-se disponíveis no YouTube e nas lojas digitais.

Single ‘Só Te Sei Amar a Ti’ aqui.

HELENA OLIVEIRA LANÇA DISCO


 


















Helena Oliveira é natural de Ponta Delgada. Desde muito cedo se interessou pela música exercendo a arte do canto e explorando os horizontes da música de raiz tradicional e da música do mundo.

É uma das vozes femininas mais representativas da música Açoriana, tendo recebido o Prémio "Açores Música 2006" na categoria de melhor voz feminina da região.

Participou em vários programas produzidos pela RTP Açores:

ü Banda sonora do telefilme "A Viagem"

ü Documentário sobre a vida e obra de João de Melo" e no programa "Entre Nós", dando voz ao genérico de ambas as produções

ü Banda sonora do DVD – "Armando Cortes Rodrigues: breve homenagem"

ü Banda sonora – "Arriaga, o Republicano" para a Casa Museu Manuel de Arriaga, Horta

ü Telefilme "O Sorriso da Lua nas Criptomérias"

ü Telefilme “As 7 Viagens de Jeremias Garajau”

Gravou o seu primeiro álbum, com o grupo Orpheu – "Amanhã" em 2000, sendo este nomeado para prémio José Afonso.

Helena Cant’Autores Açorianos", pensado para prestar tributo a todos quantos têm emprestado a sua genialidade artística à região, poetas e músicos reconhecidos e anónimos, que ao longo dos tempos e com ou sem assinatura nos deixaram um legado que importa preservar e divulgar. Foi lançado em formato físico em Dezembro de 2007. Chega hoje às plataformas digitais.

O single de apresentação chama-se ‘Poema Destinado a Haver Domingo’, com poema de Natália Correia e música de Aníbal Raposo.