terça-feira, 10 de março de 2026

HEVEWOOD COM NOVO SINGLE E VÍDEO





















“Já percorremos agora as etapas pelas quais o espírito desce na sua queda gradual e completa em direção ao mundo material. Tudo está agora concluído; o espírito encontra-se completamente materializado, e a mudança é assinalada pela décima oitava carta” - Papus

Os pioneiros portugueses do gothic/dark metal HEAVENWOOD anunciam a chegada do seu novo e assombroso single, “The Moon”. O tema é o primeiro vislumbre do muito aguardado álbum “The Tarot of the Bohemians – Part II”, com lançamento mundial previsto para o final deste ano.

Uma composição profunda e atmosférica, “The Moon” mergulha no simbolismo esotérico de Gérard Encausse, conhecido como Papus, traduzindo o seu estudo do Tarot numa jornada musical profundamente pessoal e carregada de emoção. Inspirada na décima oitava carta e no seu simbolismo de descida espiritual à matéria, a canção explora a dualidade do Amor através da relação metafórica entre o Sol e a Lua. Sombria, imersiva e rica em texturas, “The Moon” desenvolve-se com intensidade melancólica antes de culminar num clímax poderoso e catártico.

“Esta peça - e a minha interpretação musical do estudo e do conceito desenvolvido pelo ocultista Papus - é uma analogia para o processo de materialização de uma série de experiências pessoais, vividas a partir do meu próprio microcosmo e carregadas de profundas dualidades que, aos olhos do mundo exterior, nos são constantemente apresentadas de forma dogmática”, comenta Ricardo Dias dos Santos. “Neste caso, o Amor e a relação metafórica entre o Sol e a Lua”.

“The Moon” revela a profundidade conceptual e a sofisticação sonora de “The Tarot of the Bohemians – Part II”. O álbum foi gravado em Portugal e misturado e masterizado em França por Niko HK Krauss, elevando a característica fusão de melancolia gótica e intensidade metálica dos Heavenwood a novos patamares expressivos.

Formados em 1992, em Vila Nova de Gaia, os Heavenwood continuam a ser uma das bandas de metal portuguesas mais respeitadas e reconhecidas internacionalmente, conhecidos pelo seu papel pioneiro na expansão do metal português além-fronteiras. Com mais de três décadas de história, lançamentos aclamados e atuações ao lado de alguns dos nomes mais prestigiados da cena, a banda entra agora num novo capítulo sob a chancela da Mighty Music, reafirmando o seu legado enquanto abraça um futuro ambicioso.

Formação:
Ricardo Dias dos Santos - guitars, vocals

Single digital:
https://bfan.link/hvwd-moon

Outras ligações:
Amazon Music
Tidal
Qobuz
Deezer
Soundcloud

XTINTO ESGOTA CAPITÓLIO





















O concerto de apresentação do novo álbum de xtinto no Capitólio, em Lisboa, marcado para amanhã, 11 de março de 2026, encontra-se oficialmente esgotado. O espetáculo, o primeiro do artista em nome próprio numa das salas mais emblemáticas da capital, confirma o entusiasmo crescente em torno deste novo álbum e capítulo da sua carreira.

O artista português acaba de lançar Em sonhos, é sabido, não se morre., um trabalho profundamente pessoal e cinematográfico que marca a fase mais madura da sua obra. O nome do álbum inspira-se na canção Lisboa que Amanhece, de Sérgio Godinho, uma das maiores referências criativas de xtinto. A frase “Em sonhos, é sabido, não se morre” ecoou no artista pela multiplicidade de leituras possíveis e pela forma como espelha a inevitabilidade da música na sua vida. Sempre que ponderou desistir, regressou à criação, como quem acorda depois de “morrer” num sonho, pronto para recomeçar.

O álbum parte dessa ideia de renascimento para explorar temas íntimos e sociais, atravessados por sonhos individuais e coletivos: as raízes, os amigos, a família, a terra natal, o amor, o desamor e a saudade. É um projeto que percorre lugares e estados de espírito, sempre com transparência, vulnerabilidade e uma escrita cada vez mais depurada.

Em sonhos, é sabido, não se morre. conta com produção de Beiro, Kidonov e Lunn, e participações de iolanda, Ed, João Não e L-Ali, reunindo algumas das vozes mais relevantes da nova música portuguesa. O resultado é um álbum que expande o território sonoro de xtinto, cruzando hip-hop contemporâneo, pop, música alternativa e experimentação, num registo mais ousado e emocional.

Natural de Ourém, xtinto tem-se afirmado como uma das vozes mais distintivas da nova geração da música urbana em Portugal. Desde a estreia com Odisseia (2015) até ao álbum Latência (2023), passando por temas como “Opus Magnum”, “Pentagrama”, “Marfim”, “Android” e “Éden”, distinguido com galardão de ouro, o artista construiu um universo marcado pela escrita meticulosa, pela criação de narrativas conceptuais e por uma estética sonora em constante evolução.

Em 2026, está de volta com Em sonhos, é sabido, não se morre., um trabalho que aprofunda questões de identidade, fragilidade e reconstrução, consolidando a sua posição como um dos criadores mais sensíveis e inventivos da sua geração.
 

SAINT JOHN MARY E ARCTWEEN LANÇAM “ONE DAY AT A TIME















“One Day At A Time” é o novo single de Saint John Mary em colaboração com Arctween. A canção nasceu de forma espontânea numa noite quente de verão, num pequeno quarto na Alameda, em Lisboa. Foi ali que, entre um portátil aberto e um pequeno sintetizador Arturia, Arctween começou a construir a base da faixa com sintetizadores e ritmos.

A letra e a voz, escritas e interpretadas por Saint John Mary e gravadas num iPhone, refletem uma preocupação comum com a sobrevivência da cultura e de todos os que fazem parte dela. O resultado é uma canção direta e íntima, onde a simplicidade da gravação se cruza com uma atmosfera eletrónica envolvente.

Este single antecipa aladyn., o EP com lançamento previsto para abril. O projeto começou em 2022, quando Saint John Mary e Arctween se aproximaram e decidiram trabalhar juntos. A partir dessa amizade nasce um universo sonoro que mistura sintetizadores, guitarras, violoncelos, percussão natural e linhas de baixo progressivas. Grande parte do processo foi feito em casa, com recurso a hardware e métodos contemporâneos de produção.

Nascido no Porto, Arctween começou por criar beats e desenvolver a estrutura das suas próprias faixas, procurando sempre um som próprio e inspirado por ritmos e músicas de várias partes do mundo.

Já Saint John Mary é um artista multidisciplinar que explora melodias suaves, sons inesperados e ritmos pensados tanto para dançar como para ouvir com atenção.

O EP aladyn. contará ainda com colaborações de Falsotacho, Kyle Quest — responsável também pela composição, mistura e masterização — e Bone Slim, ampliando o universo criativo deste projeto.

“One Day At A Time” é o primeiro passo deste caminho e uma antevisão do que está por vir com aladyn., um projeto construído com tempo, amizade e experimentação.

NO MAKA COM NOVO SINGLE





















Depois de escreverem e produzirem 'Faz Gostoso' para Madonna e Anitta - que alcançou o Nº1 na tabela americana da Billboard - e de chegarem à final do Festival da Canção 2024, os No Maka apresentam 'Bem', uma balada pop já disponível em todas as plataformas digitais. Editada pela Universal Music Portugal e produzida pela banda, a canção revela um lado mais emocional e introspetivo.

'Bem', afirmam os No Maka, "fala daquela instabilidade emocional em que os sinais nunca são claros, do desgaste silencioso de estar sempre a tentar decifrar o outro, a tentar provar o nosso valor e na completa ausência de respostas. A verdade é simples e inevitável: seremos sempre segunda escolha enquanto não formos a primeira escolha de nós próprios"

"O refrão “E se tu fores, fica a saber que eu fico bem”, não nasce da indiferença. Nasce da consciência. Não é orgulho, é dignidade. É o momento em que alguém decide que prefere ficar inteiro a ficar na dúvida. 'Bem' é a canção sobre essa decisão e a certeza de que, mesmo quando uma história termina, a nossa identidade permanece. Não é apenas sobre amor, é sobre o momento em que percebemos que amar alguém não pode significar deixar de nos amar a nós próprios", completam os No Maka.

Escrita por Twelve e composta com Duarte Carvalho, 'Bem' foi uma das primeiras canções que o cantor mostrou ao músico, após ter integrado os No Maka. Descrita pelos próprios como "uma balada pop, emocional e direta", a faixa apresenta uma abordagem mais orgânica, centrada na voz e interpretação e na sonoridade do piano. A canção reforça a nova identidade do projeto enquanto banda, com menos eletrónica, mais instrumentação e mais verdade.

Duarte Carvalho confessa que 'Bem' o "arrepiou e emocionou desde a primeira audição, não só pela melodia, mas por ser uma história que deveria ser a de todos nós. A canção deixa-nos completamente rendidos ao talento do Bruno, não apenas como intérprete, mas como compositor e produtor. Há verdade, maturidade e uma identidade muito clara, pelo que o processo criativo a partir da maquete foi natural e honesto. Decidimos não produzir demasiado e preservar a essência do tema, porque o piano e a voz já diziam tudo".

'Bem' sucede-se a 'Faz Outra Vez' e 'Estaca Zero', os primeiros lançamentos desta nova era dos No Maka, que se afirmam agora como banda, após a entrada do vocalista Twelve, cantor, compositor e músico com vários singles editados em nome próprio. A banda soma mais de 88 milhões de streams e perto de 90 milhões de visualizações no YouTube e já atuou ao vivo em países como Alemanha, França, Luxemburgo e Suíça. Além das suas próprias canções, como 'Nota 100' e '#Sextou', os No Maka são também reconhecidos por temas que produziram para outros artistas, nomeadamente Madonna, Anitta, Calema, Blaya e SYRO, entre outros.

SÃO PEDRO E JOANA ALMEIRANTE JUNTOS EM SINGLE

 



















S. PEDRO e Joana Almeirante
Por Meu Pé

S. PEDRO edita hoje “Por Meu Pé”, canção gravada ao vivo com Joana Almeirante, no concerto na Casa da Música, no Porto a 26 de novembro de 2025, perante uma sala esgotada. A nova versão deste tema, editado originalmente por Joana Almeirante, já está disponível em todas as plataformas digitais.

"Há uns tempos escrevi esta canção para a Joana. Fala sobre o mérito das conquistas e sobre escolher o caminho mais difícil, e sem atalhos, para atingimos nas nossas metas. Como é normal, a Joana fez alguns ajustes na métrica e na melodia que deram mais autenticidade à música. Mais tarde, ao ouvir a gravação original no meu telemóvel, reparei em alguns pormenores que achei que podia ser interessante recuperar para o nosso dueto na Casa da Música. Desafiei a Joana a experimentarmos essas alterações, ela aceitou e assim nasceu “Por Meu Pé" versão beta." explica S. PEDRO.

"Por Meu Pé", escrito por S. PEDRO e editado em 2023 por Joana Almeirante, no álbum "Leva-me pra Longe" ganha agora uma nova roupagem nesta versão gravada ao vivo no concerto de apresentação do mais recente álbum do artista "TUDO AO MESMO TEMPO".

Depois de se dar a conhecer com os doismileoito, S. PEDRO iniciou a carreira a solo em 2017 com “O Fim”, seguido de “Mais Um” em 2019. Autor de canções como “Apanhar Sol” e “Passarinhos”, construiu um percurso singular na música portuguesa, equilibrando a observação do quotidiano com uma escrita sensível e direta.

Em 2025, celebrou 10 anos de carreira com o álbum “TUDO AO MESMO TEMPO”, um disco gravado sem plano nem pressa, que reflete a forma livre e curiosa como vive a vida e a música. Apresentado ao vivo no Teatro Maria Matos e na Casa da Música numa sala completamente esgotada, o álbum consolidou um percurso atento à emoção, às histórias e à música como lugar de encontro. 

AGENDA 2026

7 de março - Auditório Municipal do Sabugal, Sabugal
21 de junho - A Anunciar
26 de junho - A Anunciar
4 de julho - A Anunciar
7 de julho - A Anunciar
26 de julho - A Anunciar
12 de setembro - A Anunciar
2 de outubro - A Anunciar

CATARINA BRANCO REVELA "ONDE EU ME ESCONDO"





















“Onde eu me escondo” chega no exato dia em que Catarina Branco completa 30 anos e apresenta-se como o primeiro avanço do seu segundo longa duração, com edição prevista para 10 de abril. A canção surge como prenúncio do novo álbum e reforça o universo imagético que a cantautora tem vindo a desenvolver.

“Onde eu me escondo” é uma canção sobre alguém que, na espuma dos dias, se sente invisível. A letra invoca imagens alienantes, sempre de olhos no banal, no estilo poético concreto que caracteriza a escrita de Catarina Branco. O tema conta com Mariana Camacho nos coros e Sara Gonçalves na bateria, sendo os restantes instrumentos tocados pela própria artista.

O teledisco, realizado em plano-sequência por Leonard Collette, acompanha visualmente esta nova etapa criativa. O lançamento antecipa um novo álbum produzido pela própria, sucessor de “Vida Plena” (2022), e surge depois dos EPs “Não Me Peças Mais Canções” (2024) e “3 Canções”, do ano passado. O disco será apresentado numa listening party na Casa da Mully, em Lisboa, a 9 de abril, seguindo-se o concerto de apresentação na Bota Anjos, também em Lisboa, no dia 2 de maio.

Catarina Branco foi forjada no ferro num deserto à beira-mar plantado, talvez por isso seja mais permeável ao frio e ao vazio do inverno do que à cor e ao calor do verão. A vida na zona fluvial do Oeste - tão capaz de ser agreste quanto prazerosa, quase nunca nas doses desejadas - atravessa a sua identidade artística. Daí poderá nascer a sua pintura de palhaça a preto e branco, onde o vermelho e outras cores típicas não entram: uma imagem de um visual gótico náutico que desbota para a música.

Depois dos soalheiros conjuntos de canções originais que antecederam este percurso, o novo capítulo aprofunda uma atmosfera densa e neblinosa, com canções começadas no preto e branco do piano e concretizadas no dramatismo e melancolia que o contraste da maquilhagem invoca.

Com “Onde eu me escondo”, Catarina Branco inaugura uma nova fase criativa e abre caminho para um disco que promete aprofundar a sua linguagem poética, reafirmando uma identidade artística singular no panorama nacional.

ANA LUA CAIANO NO COOLJAZZ














Ana Lua Caiano
está confirmada para atuar no Ageas Cooljazz a 15 de julho. A artista portuguesa sobe ao palco do Hipódromo Manuel Possolo no mesmo dia em que atua o músico britânico Loyle Carner.

A fusão musical de Ana Lua Caiano constitui a característica mais distinguível da artista portuguesa. A combinação entre elementos eletrónicos em conjunto com uma visão sobre a música tradicional portuguesa apresentam a cama sonora para que Ana Lua Caiano explore as suas temáticas pessoais nas letras que canta. 

Com um currículo que acumula prémios e nomeações, como o caso do “Prémio da Crítica” (Prémios Play) e “Melhor Canção” (Globo de Ouro), formam uma das bases de sustentação ao sucesso evidente de uma artista que sobe a palco sozinha, apenas acompanhada de sintetizadores, drum machines e elementos orgânicos da tradição portuguesa.

segunda-feira, 9 de março de 2026

TOXIKULL COM NOVO SINGLE E VÍDEO















Os TOXIKULL lançam “Turbulence”, o segundo single e videoclip oficial retirado do seu próximo quarto álbum de estúdio, Turbulence, com edição marcada para 24 de abril pela Dying Victims Productions.

Depois de «Midnight Fire», tema de abertura do disco, «Turbulence» aprofunda a atmosfera do novo álbum, explorando a ideia de instabilidade e mudança interior.

A música utiliza a turbulência como metáfora para um estado de pressão tóxico no quotidiano, em que a vida acontece entre momentos de controlo e de choque, levando a realidade a altos e baixos tal como um voo turbulento. Entre decisões e indecisões, o percurso acaba por conduzir inevitavelmente ao destino que se anuncia desde o início: perder-se na turbulência.

Claustrofobia, incerteza e toxicidade — é isso que define “Turbulence”.

Tal como o resto do álbum, «Turbulence» foi produzido por Jaime Gomez Arellano no Arda Recorders, no Porto, produtor conhecido pelo seu trabalho com bandas como Ghost, Primordial, Mayhem, Opeth, Moonspell, Behemoth e Angel Witch.

O álbum Turbulence, quarto trabalho de estúdio dos TOXIKULL, será editado a 24 de abril pela Dying Victims Productions.

Para assinalar o lançamento, a banda realizará dois concertos de apresentação em Portugal:

24 de abril — RCA Club, Lisboa
com Xeque-Mate e Affair

25 de abril — Woodstock 69, Porto
com Toxik Attack e Yaatana

Bilhetes para Lisboa à venda aqui!
Bilhetes para o Porto à venda aqui!

TOXIKULL online:
https://www.facebook.com/toxikull
https://www.instagram.com/Toxikullofficial/
https://www.tiktok.com/@Tiktoxikull
https://www.youtube.com/Toxikull
https://toxikull.com/

https://toxikull.bandcamp.com/

GEORGE SILVER & GOLD EDITAM "AVE RARA" A 12 DE MARÇO


É um disco de colaborações (cerca de 18), tais como: Menino da mãe, Joana Guerra, Puçanga, Artur Jóia, etc..

Será disco duplo (LP), lançado pela Panama Papers.

O conceito do disco nasce do cruzamento de sons que encontrei pelas pessoas que colaboraram comigo, dando a oportunidade de experimentar diferentes formações para cada concerto.


MARCO OLIVEIRA E JOSÉ PEIXOTO AO VIVO





















O Coliseu Club recebe, no dia 7 de maio, um concerto dos músicos Marco Oliveira e José Peixoto.

Caminho é quanto fica da viagem” é o novo disco de Marco Oliveira com produção musical do guitarrista José Peixoto. Uma respiração entre duas guitarras, doze cordas e um canto que nos convida a refletir acerca da nossa identidade, esse longo rio que a vida vai tecendo.

Editado no passado dia 6 de março, “Caminho é quanto fica da viagem”, é um álbum onde escutamos canções originais para as palavras dos mais importantes poetas portugueses do séc. XX: Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Sebastião da Gama e Miguel Torga são os escritores que fazem parte desta recolha musical.

Caminho é quanto fica da viagem” tem produção do guitarrista José Peixoto que conheceu Marco Oliveira quando este o convidou para participar num concerto especial no Teatro São Luíz, em Lisboa, em 2021. 

Dia: 7 de maio 2026 
Local: Coliseu Club 
Hora: 21:30
Bihetes: aqui

Discografia de Marco Oilveira:

Caminho é quanto fica da viagem (2026) 
Uma noite em Lisboa (2023) 
Ruas e Memórias (2021) 
Amor é água que corre (2016) 
Retrato (2000)

SOMA PLEASE APRESENTAM NOVO SINGLE ‘LOVE’

 













Após a estreia em Novembro do ano passado com 'Pockets On My Sleeves', canção que teve honras de estreia na BBC Radio em Inglaterra, Nuno Bracourt e Rob Williamson, regressam com o novo single 'Love'.

Entre imagens de solidão e mudança, a música traça um retrato honesto de um coração frágil que persiste em amar apesar da sua própria condição, fazendo da repetição insistente da frase “I love you” um mantra que revela simultaneamente devoção e vulnerabilidade.

Em 'Love', o duo revela a sua faceta mais clássica ao abrir espaço a guitarras e arranjos de

cordas, preservando a sua identidade eclética num delicado equilíbrio entre a introspecção e a urgência do indie pop contemporâneo.

A acompanhar a canção, estreia também um videoclipe filmado entre Lisboa e Darlington, Inglaterra, com realização de Jordan Duff.

NON TALKERS NO COLISEU DO PORTO

 



















Os Non Talkers anunciam a sua estreia no Coliseu Porto Ageas a 8 de maio. 

No momento em que anunciam uma série de concertos fora de Portugal, os Non Talkers, confirmam a sua estreia no palco do Coliseu Porto Ageas a 8 de maio num espetáculo que celebra o crescimento da digressão e a consolidação da banda.

Digressão nacional que passou por salas esgotadas como a Casa da Cultura, São João da Madeira, o CAE, Sever do Vouga, a Casa da Cultura, Chaves, o Cine-Teatro João Verde, Monção ou o Cine-Teatro São João, Palmela. Nas próximas semanas, os Non Talkers vão estar fora do país com as seguintes datas já marcadas: Auditorio Mar de Vigo, Espanha – 14 de Março, Stadtcasino Basel, Suíça – 9 de Abril e Gasteig HP8, Munique, Alemanha – 11 de Abril.

O concerto de dia 8 de maio no Colieu Porto AGEAS faz parte da tour iniciada em 2025 intitulada “Weight of Doubt”, nome do single editado na altura.

Dia 1 de março foi disponibilizado nas plataformas digitais o tema “ Miles and Memories”.

Informações do concerto Coliseu Porto Ageas

Data: 8 de maio 2026
Hora: 21:30 
Bilhetes: aqui

O GAJO CELEBRA 10 ANOS




















10 anos, 10 músicos em palco, e bilhetes a 10 euros! e claro, 10 brindes aos próximos 10 anos!
Músicas do passado do presente e do futuro!

23 Abril, 21h30
B.Leza, Cais do Sodré, Lisboa

Bilhetes já à venda na TICKETLINE! 
Comprar BILHETES aqui!

DEEJAY TELIO LANÇA NOVO SINGLE "VOZ DA MULTIDÃO" E ANUNCIA EP "+RESERVADO"





















Depois do enorme impacto do álbum Reservado, um dos maiores sucessos da música urbana portuguesa do último ano, disco de ouro, com 44 milhões de streams em todas as plataformas de áudio e video, Deejay Telio regressa com uma nova fase criativa e estratégica. O artista apresenta hoje “Voz da Multidão”, o primeiro single do seu próximo EP, +Reservado, que dará continuidade ao universo sonoro e emocional que conquistou milhões de ouvintes.

Produzida e escrita pelo próprio Telio, com mistura de Lennobeatz e masterização de Mr. Villas, “Voz da Multidão” nasce como uma afirmação de força e maturidade artística. A faixa traduz a relação única entre o artista e o seu público, transformando essa energia coletiva num hino de união, resiliência e liderança. Mais do que um novo lançamento, é um statement claro, Telio está no topo e preparado para ir ainda mais longe.

Em +Reservado Telio expande o legado do álbum e consolida o seu estatuto como uma das figuras mais influentes da sua geração. Singles como “Álcool & Prazer” (tripla platina) e “Cacau”, com Slow J (platina), deste último LP, marcaram tendências e reforçaram a sua presença dominante nas plataformas digitais.

Agora, o artista prepara o próximo capítulo com a aproximação do concerto mais importante da sua carreira, a estreia em nome próprio no Sagres Campo Pequeno, a 21 de março de 2026. Um espetáculo que promete celebrar o passado, o presente e o futuro de um dos nomes mais marcantes da música urbana lusófona.

VALETE ENCERRA FESTIVAL CRIASONS













Festival dedicado à valorização da criação musical portuguesa contemporânea encerra quinta edição e o balanço é positivo;

Concerto acontece dia 28 de março pelas 18h00 no Auditório da Escola Secundária D. Dinis, em Lisboa;

Entrada gratuita (mediante inscrição prévia);A quinta edição do Festival CriaSons aproxima-se do seu encerramento em Lisboa, assinalando o último mês de programação com um balanço amplamente positivo. Apesar das vicissitudes provocadas pela tempestade que recentemente assolou a cidade, e que obrigou à alteração do espaço de apresentação em Marvila, o festival tem decorrido com assinalável adesão do público, registando salas esgotadas e uma receção entusiástica em praticamente todos os eventos.

A organização sublinha o “grande sucesso” da iniciativa, traduzido não apenas na lotação máxima das sessões, mas também na qualidade da participação e no envolvimento do público, que tem premiado a programação com sinais inequívocos de agrado.

Entre os momentos altos desta edição destacam-se os quatro “Concertos com Livros”, que confirmaram a aposta na transposição de obras literárias para uma linguagem musical própria. A iniciativa revelou-se uma das marcas distintivas do festival, consolidando o diálogo entre palavra escrita e criação sonora contemporânea.
Os Encontros promoveram debates densos e inesperados em torno de temas intemporais, enquanto as “Bibliotecas Extravagantes” trouxeram novas cores, vozes e sonoridades às histórias partilhadas com públicos de todas as idades, conquistando tanto miúdos como graúdos.

A programação de março reserva ainda cinco eventos antes do encerramento oficial. O concerto de encerramento acontece a 28 de março, pelas 18h00 no Auditório da Escola Secundária D. Dinis com o rapper Valete, numa proposta artística que promete surpreender.
O concerto propõe um cruzamento invulgar: o Hip-Hop, entendido aqui como forma literária e musical urbana de expressão espontânea, dialogará com dois agrupamentos menos habituais no seu universo estético, um quarteto de Jazz e um quarteto de cordas. A experiência anuncia-se como mais um passo na exploração de novos territórios criativos, coerente com a identidade do festival.

Festival CriaSons V

O Festival CriaSons é um projeto emblemático da Musicamera Produções, dedicado à valorização da criação musical portuguesa contemporânea. Com várias edições realizadas desde 2010, o festival construiu um percurso sólido e inovador na promoção de compositores e repertório nacionais, estabelecendo pontes entre a tradição e a experimentação, a música e outras linguagens artísticas, os criadores consagrados e os talentos emergentes.

A sua estrutura assenta numa lógica de encomendas de obras inéditas, concertos temáticos, circulação nacional e diálogo interdisciplinar, permitindo o contacto direto entre músicos, compositores, escritores e o público. Cada edição do CriaSons reinventa-se em torno de um tema ou conceito curatorial central, convocando artistas de diferentes gerações e estéticas para refletirem sobre a música do nosso tempo.

Em 2026, sob o tema “Música e Literatura”, o festival decorre em vários espaços da cidade de Lisboa, com programação distribuída pela Biblioteca de Alcântara - José Dias Coelho, Biblioteca de Marvila, Casa do Jardim da Estrela, Biblioteca Camões e Biblioteca Histórica do Liceu Camões, articulando-se em quatro núcleos principais que cruzam criação musical contemporânea, literatura, performance e mediação cultural: Concertos com Livros, Encontros em Diálogo, Encontros Hip-Hop e Biblioteca Extravagante.

“Este festival é um convite a mergulhar no pensamento dos autores e a descobrir como a música pode, por si só, tornar audíveis ideias literárias profundas, universos estéticos e pulsações narrativas”, afirmou Luís Pacheco Cunha - músico e diretor artístico do festival.

Programação Março

Concertos com Livros - Concertos dedicados a novas obras musicais criadas a partir de romances:

7 março, 15:00h na Biblioteca de Alcântara – “A máquina de fazer minúsculas” (Valter Hugo Mãe)
14 março, 18:00h no Auditório da Escola Secundária D. Dinis - “E-terno Retorno” (Dulce Maria Cardoso)Encontros em Diálogo - Conversas performativas entre um escritor e um músico, onde a música responde às perguntas do moderador:
21 março, 18:00h na Biblioteca de Alcântara - Dulce Maria Cardoso & Aldovino MunguambeEncontros com o Hip-Hop
28 março, 18:00h no Auditório da Escola Secundária D. Dinis - Valete com Quarteto Lopes-Graça e Quarteto de jazzBiblioteca Extravagante - F. Pedro Oliveira, acompanhado por músicos estimula a imaginação e o desenvolvimento intelectual das crianças, com sessões de contos na bibliotecas de marvila.
14 março, 11h00 - Biblioteca de Marvila

Informações gerais
Entrada gratuita (mediante marcação prévia)
Classificação etária: M/6
Sábados às 18h00 (programa principal)
Sábados às 11h00 (programação infanto-juvenil)

Saiba mais em musicamera.pt
Marcações para concertos em https://luma.com/user/musicamera

JOÃO AFONSO EDITA "MATOPE"

 



















Single disponível em todas as plataformas digitais a 06 de março.


Antecipando a edição do seu novo álbum "Todo Tempo", João Afonso lança um segundo single, intitulado "Matope".

"Matope" é um dos temas que capta uma ideia que nunca deixou de estar presente para o autor: a saudade. A letra, ou poema, é um burburinho de imagens, de sonoridades, de odores e cores e reflete sobre o “silêncio dos anos”, em que João Afonso guardava uma amarga ausência de Moçambique, terra da suas origens.

"Matope" revela também uma perfeita harmonia entre o texto do próprio João Afonso e a musicalidade de João Afonso e António Pinto, responsável pelos arranjos do novo álbum.
O tema conta ainda com as participações especiais de Tomás Pimentel, Tomás Marques e Ruben Luz, nos sopros, de António Pinto e Miguel Fevereiro, nas guitarras e a alma rítmica da percussão/ bateria de Quiné Teles.

"Matope" é assim um regresso diferente de João Afonso a Moçambique. Embarquemos também nesta viagem!

CONCERTOS DE RÁDIO MACAU QUASE A ESGOTAR E NOVAS DATAS EM VISTA





















Após esgotarem o concerto de 2 de outubro, no Coliseu dos Recreios, em apenas 48 horas, os Rádio Macau confirmam a realização de um segundo concerto em Lisboa, a 30 de setembro. Os bilhetes para esta nova data e os últimos bilhetes para o concerto de 15 de outubro, no Coliseu Porto Ageas, encontram-se à venda nos locais habituais.

Depois de mais de uma década de pausa, a banda volta a subir aos palcos com a formação que consolidou uma das discografias mais singulares do pop-rock português, prometendo um alinhamento que atravessa várias fases do seu percurso.

Surgidos no contexto da segunda vaga do pop-rock português, os Rádio Macau afirmaram-se desde cedo como um projeto que cruza a tensão do pós-punk com a sofisticação da new wave e uma forte dimensão literária. Mais do que acompanhar uma tendência, construíram um território próprio, guiado pela palavra e por uma atmosfera urbana em que guitarras e eletrónica dialogam com a experiência quotidiana de Lisboa e dos seus subúrbios.

A voz de Xana, entre o canto e a declamação, tornou-se um dos timbres mais marcantes da música portuguesa. Ao lado de Flak, na guitarra, de Alex Cortez, no baixo, de Filipe Valentim, nos teclados, e de Samuel Palitos, na bateria, a banda desenvolveu uma arquitetura sonora que conheceu sucessivos momentos de afirmação ao longo das décadas de 80 e 90.

O álbum de estreia, Rádio Macau (1984), apresentou temas como “Bom Dia Lisboa” e “A Noite”, fixando uma escrita marcada pela observação urbana e pela introspeção. O reconhecimento mais alargado chegaria com A Vida Num Só Dia (1985), que expandiu o alcance da banda sem diluir a sua identidade. Seguiram-se discos como Spleen (1986), conceptual e atmosférico, e O Elevador da Glória (1987), que inclui “O Anzol”, um dos seus temas mais populares. Já “Amanhã É Sempre Longe Demais”, de O Rapaz do Trapézio Voador (1989), tornou-se outro marco geracional.

Ao longo das décadas, os Rádio Macau oscilaram entre momentos de maior visibilidade e fases de reinvenção, explorando linguagens eletrónicas e modelos de produção autónomos. Nunca plenamente integrados no mainstream nem confinados ao underground, ocuparam um lugar intermédio e singular na música portuguesa: o de uma banda que fez da melancolia matéria pop e da literatura canção.

O anúncio da reunião dos Rádio Macau para estes concertos nos Coliseus não surge por isso como um exercício de nostalgia, mas como reencontro com um repertório intemporal, que atravessa gerações.



Coliseu dos Recreios, Lisboa
2 de outubro ESGOTADO
NOVA DATA 30 de setembro


Cadeiras Orquestra 45€
1ª Plateia 40€
2ª Plateia 35€
Balcão Central Com Marcação 30€
Balcão Lateral Sem Marcação (Vis.
Reduzida) 22€
Camarotes 1ª Frente 30€
Camarotes 1ª Lado – Vis. Reduzida 25€
Camarotes 2ª Frente 22€
Camarotes 2ª Lado – Vis. Reduzida 20€
Galeria de Pé 18€

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

Coliseu do Porto Ageas
ÚLTIMOS BILHETES 15 de Outubro

Cadeiras de Orquestra 37€
1ª Plateia 32€
2ª Plateia 27€
Tribuna 30€
Camarote de 1ª Frente 30€
Camarote de 1ª Lateral 25€
Frisas Baixo 27€
Frisas Cima 22€
Balcão Popular 25€
Galeria 22€
Geral 20€
Camarote de 2ª 18€

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

O REGRESSO DO IMPULSO





















O Impulso volta em 2026 no seu já habitual formato "season", uma programação anual a decorrer em vários espaços culturais de Caldas da Rainha, com apostas em talento alternativo, emergente e efervescente da música nacional e internacional.

Em 2026, o Impulso volta a assumir vários formatos e apresenta-se como temporada. De março a dezembro, mais de 55 momentos de criação — entre concertos, residências, cinema e performance — desenham um mapa vivo da música e de um ecossistema artístico que passa por vários espaços da cidade.

Nesta nova edição da Season Impulso a programação musical de mais de 60 artistas divide-se em 2 ciclos temáticos: o “Sororidade” que acontece como residência mensal, iniciativa do Centro Cultural e de Congressos com o apoio da DGArtes e RTCP ; as “Noites Impulso”, que ocupam espaços inusitados e de proximidade com a cidade, em atuações até dezembro 2026.

Um dos principais objetivos da organização Impulso é o de descentralizar; não apenas por programarem fora dos grandes centros, mas também por criar contexto, continuidade e relação. É fazer com que artistas regressem, que projetos amadureçam, que o público acompanhe processos e não apenas estreias. A ligação à ESAD.CR continua a ser estruturante: estudantes, artistas emergentes e criadores estabelecidos partilham espaço, risco e descoberta.

A programação de 2026 reflete essa matriz. Logo a 12 de março, na abertura do ciclo “Sororidade” no Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, o diálogo entre linguagens distintas afirma o território híbrido que habitamos: da intensidade performativa de Tristany Mundu ao encontro improvável entre João Pimenta Gomes, Bob Weston e Gabriel Ferrandini.

Nas “Noites Impulso”, a cidade deixa de ser cenário para se tornar protagonista. Igrejas, salas históricas, museus, espaços inesperados — tudo pode ser palco. Artistas como Rossana, Mordo Mia, Falcona, Stereossauro, Use Knife ou Scúru Fitchádu cruzam património, diversidade e vanguarda, convocando públicos diferentes para a mesma noite, o mesmo território, a mesma experiência partilhada.

Abril e maio aprofundam a lógica de descoberta e consolidação. A par de OkA, Nídia & Valentina, Helena Silva ou Unsafe Space Garden convivem com propostas que desafiam categorias e fronteiras. A presença de Dame Area, Sunflowers ou Trasgo reforça uma linha curatorial que valoriza um espaço de expressão vibrante, feito de risco e intensidade.

KYLE QUEST E BONE SLIM LANÇAM "LIGHTS UP"



Kyle Quest e Bone Slim apresentam “LIGHTS UP”, o terceiro single de avanço para AMIGOs – Volume 1, o projeto colaborativo que a dupla prepara com edição prevista para o segundo semestre do ano.

A história desta colaboração começa em 2021, no palco do Super Bock em Stock, no Capitólio, em Lisboa. Bone Slim viajava então de Londres com o coletivo Nine8, e foi nesse encontro que conheceu Kyle Quest.

Bone Slim muda-se para Lisboa e depois de três anos a viver na capital portuguesa, a dupla encontrou finalmente o tempo e o espaço certos para transformar essa ligação musical em algo concreto: AMIGOs – Volume 1, uma mixtape construída a partir de encontros, experiências e influências partilhadas.

“LIGHTS UP” surge agora como o terceiro capítulo deste percurso, depois dos singles “M4GIC FM” e “SAMS BAR”. A canção conta com as vozes de Bone Slim e Kyle Quest, guitarras de Velhote do Carmo e produção assinada por Kyle Quest.

Com uma energia direta e envolvente, “LIGHTS UP” abre espaço para a mistura de universos que define este projeto: a escrita íntima e emocional de Bone Slim, membro fundador do coletivo londrino Nine8, encontra a voz suave e os acordes melódicos de Kyle Quest, produtor e cantor-compositor lisboeta. Esta canção constrói um ambiente que oscila entre o hip-hop alternativo, o soul e a experimentação urbana.

AMIGOs – Volume 1 nasce também de uma vontade clara de falar sobre identidade, pertença e saúde mental. Ao longo das canções, Bone Slim partilha reflexões sobre os desafios do dia-a-dia e as suas experiências pessoais, enquanto a produção de Kyle Quest cria um espaço musical onde essas histórias encontram vida e intensidade.

“LIGHTS UP” será acompanhada por um videoclipe e terá uma exibição antecipada no dia 8 de março, na Casa Capitão, em Lisboa, onde o público poderá ver o vídeo antes do seu lançamento oficial.

Single a single, Kyle Quest e Bone Slim continuam assim a revelar o universo de AMIGOs – Volume 1, um projeto que nasce da amizade, da partilha criativa e do encontro entre Lisboa e Londres.

INSCRIçÕES ABERTAS PARA O OMNILAB #7


O Omnilab é um projeto onde se promove uma residência intensiva, que reúne jovens músicos que nunca trabalharam juntos e desafia-os a viverem juntos durante uma semana em modo banda.

Durante estes dias os momentos de partilha são constantes, desde o estúdio à mesa de refeições, o que possibilita uma experiência imersiva, onde os jovens músicos adquirem novas ferramentas, ideias e motivação, quer dos seus ‘colegas de banda’ quer da mentoria dos profissionais na área que os acompanham no decorrer da semana.

As quatro primeiras edições do Omnilab, subiram a palco, no dia 20 de dezembro de 2025 na Black Box, num concerto que assinalou um momento muito especial na história do projeto. Já podemos reviver este encontro com a estreia da gravação completa do Concerto Omnilab, disponível no Youtube. 

Seguimos com vontade de continuar a criar espaços e memórias juntos, e por isso abrimos novas inscrições para o Omnilab #7 que decorre de 30 de março a 5 de abril no Serra - Espaço cultural! Procuramos jovens entre os 14 e 21 anos que vivam e respirem música e que durante uma semana em modo banda criem uma versão de um tema Omnichord, que lhes será proposto, assim como um original sem qualquer tipo de restrições artísticas ou criativas, onde existe sempre espaço para que cada um se exprima livremente, com mentoria de Filipe Rocha e Guilherme Franco.

As inscrições estão abertas de 9 a 22 de março para mais uma semana intensa de laboratório musical, que promete novos encontros, desafios e muita partilha em modo banda! Para participar deve preencher o formulário e submeter um vídeo a tocar um instrumento ou a cantar, podendo apresentar um tema original ou um cover. Em caso de dúvida contactar através de omnilab.musica@gmail.com

O Omnilab é um projeto que privilegia a experimentação e inovação e que assume um papel de incubadora criativa, com o objetivo de preparar os participantes para o mundo da música em várias áreas: composição, gravação, proteção dos direitos de autor, e para as muitas outras facetas que um músico contemporâneo tem de assumir para sobreviver nesta indústria em crescente evolução. Além da parte técnica e musical, o Omnilab é também um impulsionador de amizade e esperança onde jovens que não se conhecem desenvolvem ao longo de uma semana uma relação de companheirismo e compreensão entre si, que não se esgota no final da semana mas mantém-se, cresce e cultiva a rede da cena cultural Leiriense.

Durante a semana os jovens músicos vão passar os dias em trabalho de estúdio, com sessões de criação livre, de composição e gravação, e com o dia de trabalho terminado terão a oportunidade de receber convidados surpresa. Em edições anteriores o Omnilab já recebeu nomes como Noiserv, Fernando Ribeiro, Surma, Cabrita, Selma Uamusse ou The Legendary Tigerman que ofereceram aos jovens que já passaram por este projeto dicas e conhecimentos, que tornaram a experiência ainda mais enriquecedora para todos os participantes. 

Até agora, 35 jovens passaram por esta experiência e desta jornada já nasceram seis músicas em formato digital, dois videoclipes, realizados com o acompanhamento da Casota Collective, um vídeo documental, um vinil e até um concerto Omnilab que será agora publicado. Os jovens, que são sempre os protagonistas, farão parte de um projeto que a cada ano conta com mais história, mais música e mais importante, mais participantes, amizades e momentos. Tudo possível graças a uma paixão comum: a música.

O Omnilab é um projeto produzido pela Omnichord em parceria com o Serra - Espaço Cultural e co-financiado pela Direção Geral das Artes e Município de Leiria.

Inscrições
Formulário de inscrições https://forms.gle/Sj9orPgCywx27v5L8

Omnilabs

Omnilab 1 https://www.youtube.com/watch?v=avJVhje7luE
Omnilab 2 https://open.spotify.com/intl-pt/album/11CCbVTG6kMVFeftQ2Zjke?si=kU1MnDa-RpG38XVgV1JCRA&nd=1&dlsi=13e1a1f1a5af4c0a
Omnilab 3 https://www.youtube.com/watch?v=RbOUsV2ANpo e https://www.youtube.com/watch?v=jZCE2LQ57Kw
Omnilab 4 https://www.youtube.com/watch?v=fjC1ENPCINk e
https://open.spotify.com/intl-pt/track/129uL2Q64Zi9xzENIS8ab9?si=ae19cf70b3924c0b
Omnilab 5 https://open.spotify.com/intl-pt/album/0qYgo8jQmeFP3PGnGsswNJ?si=7LXjV7FDRGy-9j6P1E6B-Q
Omnilab 6 https://open.spotify.com/intl-pt/album/5R1awtDL3JQj3iGu865oN4

Redes Sociais
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