segunda-feira, 12 de outubro de 2026

SOFIA CÂMARA COM NOVO SINGLE





















Sofia Camara, artista luso-canadiana, apresenta “Unlike You”, o tema de destaque do novo EP Still Somewhere Here, um trabalho de seis canções que combina pop cinematográfica com uma escrita profundamente pessoal e emotiva.

Com uma sonoridade delicada e envolvente, “Unlike You” acompanha o percurso de quem, depois de se perder numa relação e de começar a questionar a própria identidade, descobre a possibilidade de um amor que aceita e valoriza a sua verdadeira essência.

THE BATELEURS TRAZEM A VISEU O ROCK QUE NÃO PEDE LICENÇA





















Depois de uma digressão ibérica que tem levado o quarteto português a várias salas e cidades espanholas, os The Bateleurs regressam a Portugal para uma noite de blues rock à antiga, tocado com nervo, alma e electricidade. A 17 de Outubro, a Fora de Rebanho, em Viseu, recebe uma banda que está a transformar quilómetros de estrada em afirmação musical.

Há bandas que tocam rock. E depois há aquelas que parecem ter percebido que o rock'n'roll não é propriamente uma questão de época, de roupa ou de penteado. É uma questão de atitude. Os The Bateleurs pertencem a esta segunda categoria.

Vindos de Lisboa, com os pés assentes no blues e o olhar virado para a tradição mais eléctrica do rock dos anos 70, os The Bateleurs têm vindo a construir um percurso que se faz à antiga: canções, estrada, salas de concertos e público. Sem atalhos, sem pedir licença e sem a obrigação de caber na playlist de toda a gente.

Em 2026, esse caminho ganhou uma dimensão particularmente expressiva. A digressão The Light on the Road Tour levou a banda por diferentes pontos de Espanha, com passagens por Santander, Villava, Gandía, Castelló de la Plana, Areatza, Ourense, Guadalajara, A Coruña, Pontevedra e Lugo, entre outras paragens anunciadas ao longo do percurso. Uma viagem que confirma a capacidade dos The Bateleurs para atravessar fronteiras e encontrar novos públicos num território onde o rock continua a ter salas, comunidades e gente disposta a ouvi-lo ao vivo.

O motor desta etapa é A Light in the Darkness, o álbum que marca um novo capítulo na história do grupo. Um disco onde o blues rock, a herança setentista e uma abordagem contemporânea se cruzam sem cerimónias. Guitarras incisivas, uma secção rítmica sólida e uma voz que não precisa de pedir desculpa pela intensidade fazem parte da identidade de uma banda que ganha outra dimensão quando sobe ao palco.

E é precisamente ao vivo que tudo faz sentido. Porque o rock, quando é a sério, não se explica inteiramente em ficheiros digitais, não se mede apenas em reproduções e não vive de nostalgia. Precisa de amplificadores, de suor, de proximidade e daquele momento em que uma canção deixa de pertencer exclusivamente a quem a escreveu.

No sábado, 17 de Outubro, às 22h00, os The Bateleurs chegam à Fora de Rebanho, em Viseu, para mais um capítulo desta viagem. A noite conta também com os Devil of a Woman, numa proposta que promete manter a electricidade em alta e os decibéis no sítio certo.

A programação integra ainda o cineclube da casa, com No No, Zuritas Eléctricas e JJ 2000 Fantasmas, numa sessão de homenagem a Zurita de Oliveira. Uma combinação que faz da noite mais do que um concerto: um encontro com diferentes expressões de uma cultura alternativa que continua a encontrar na música e no cinema espaços de liberdade.

Num tempo em que tanta música parece nascer já formatada para desaparecer depressa, os The Bateleurs insistem na velha e boa ideia de que uma banda se constrói em movimento. E que cada palco conta.

A Espanha já faz parte desta história. Agora, é a vez de Viseu aumentar o volume.

THE BATELEURS + DEVIL OF A WOMAN
Sábado, 17 de Outubro de 2026 · 22h00
Fora de Rebanho — Associação Cultural, Viseu
Avenida Emídio Navarro · Complexo do Académico · Loja B · Cave

OVO ESTRELADO E EDIÇÕES DA RUÍNA APRESENTAM #LUZ LEJANA, CÁLIDA NEBLINA" DE MONTES















O novo álbum de Montes tem edição a 28 de Outubro, numa parceria Ovo Estrelado e Edições Da Ruína.

Luz Lejana, Cálida Neblina é o sucessor de Vozes Antenas Fragas (Lovers & Lollypops) de 2021. É o regresso da dupla Arianna Casellas e Kauê Gindri enquanto Montes, após alguns anos de entrega musical em nome próprio, assim como no colectivo Sereias, que os tem levado a incendiar palcos por todo o país.

Em Montes, Arianna e Kauê, abraçam a exploração sónica com guitarras eléctricas, violoncelo amplificado, sopros e camadas de vozes, criando uma teia de texturas, sedutora e arrepiante.

No álbum Luz Lejana, Cálida Neblina há tensão, silêncio, caos e harmonia, numa viagem por mitologias perdidas, como se o vento nos sussurrasse histórias do antigamente.

Concertos de apresentação de Luz Lejana, Cálida Neblina

28 Outubro - RCA, Porto 
06 Novembro - Cosmos, Lisboa 
08 Novembro - Space Festival, Centro Cultural de Verdoejo, Valença 
20 Novembro - Cooperativa Mula, Barreiro 
07 Dezembro - CAAA, Guimarães

SENSIBLE SOCCERS EM LISBOA ESTA QUINTA-FEIRA, DIA 15 OUTUBRO





















Camminando di Notte, o quinto álbum dos Sensible Soccers, com o selo da 8mm Records, é esta semana apresentado ao vivo no B.Leza em Lisboa. Os bilhetes estão prestes a esgotar.

Os Sensible Soccers são uma das propostas mais singulares da música instrumental portuguesa, cruzando eletrónica e instrumentos orgânicos numa linguagem própria, construída entre a pulsação, a melodia e estruturas em constante progressão.

Formada por André Simão, Hugo Gomes, Manuel Justo e Sérgio Freitas, contando ao vivo com João Nuno Vilaça, a banda editou o primeiro EP em 2011, seguindo-se Fornelo Tapes Vol. 1 e o single “Sofrendo Por Você”. Em 2014 lançou o álbum de estreia, 8, destacado pela imprensa nacional como um dos discos portugueses do ano. Em 2016 editou Villa Soledade, que deu origem a uma extensa digressão em Portugal e no estrangeiro, e, em 2019, Aurora, produzido por B Fachada. Durante a pandemia, o grupo compôs novas bandas sonoras para os filmes Douro, Faina Fluvial e O Pintor e a Cidade, de Manoel de Oliveira, trabalho que deu origem a Manoel, o quarto álbum da banda.

Composto por oito temas, Camminando di Notte chega após a edição de dois EPs de remisturas assinadas por nomes como Mad Professor, Danilo Plessow (Motor City Drum Ensemble), Peaking Lights e Tolouse Low Trax. As remisturas chegaram antes das próprias faixas, abrindo caminho para as versões originais que só agora se revelarão.

O disco está a partir de agora disponível na sua versão stream em todas as plataformas digitais e em breve na sua versão física nas lojas habituais, já se encontrando em pré-venda.

BAPCAT LEVA BAPCAVE SESSIONS À CASA CAPITÃO COM CONVIDADOS SURPRESA

 



















Depois do Porto e Coimbra, o músico e produtor sobe finalmente a palco em Lisboa já dia 30 de outubro, para uma noite de colaborações com alguns dos protagonistas da bapcave.

As bapcave sessions do coimbrão bapcat chegam à Casa Capitão, em Lisboa, no dia 30 de outubro. Com bapcat nos papéis de DJ, músico e mestre de cerimónias, o Rés do Chão recebe uma noite que transporta para o palco as colaborações nascidas no estúdio, com convidados de luxo cujas identidades ficam, por agora, por revelar.

Tudo começa com uma partilha em estúdio. As bapcave sessions têm vindo a afirmar-se como um espaço de encontro e criação da cena musical nacional. Cada episódio acompanha o músico e produtor enquanto trabalha com artistas, mostrando depois, na íntegra, a canção nascida dessa partilha. Do estúdio para o ecrã, e agora também para o palco, a bapcave faz-se destas ligações.

O projeto materializou-se pela primeira vez num concerto nos Maus Hábitos, no Porto, no início do ano, reunindo muitos dos protagonistas das sessões. No passado dia 01 de outubro, bapcat fez a sua estreia em palco na sua cidade natal, Coimbra, como não podia deixar de ser, com uma passagem pelo NB Coimbra. Agora, é a vez de Lisboa.

Quem vem com ele? Para já, ficam as pistas espalhadas pelas sessões. Há vozes que quem acompanha a bapcave reconhecerá aos primeiros segundos e encontros que ganham outra vida quando saem do estúdio. Os nomes guardam-se para a noite. Até lá, vale a pena voltar aos episódios onde se ouvem nomes como Carolina Deslandes, xtinto, SMORRA, MAR ou Espama Trincana, e tentar adivinhar quem vai passar pela Casa Capitão.

BILHETES JÁ À VENDA EM DICE.FM

NOVO SINGLE DE TIAGO BETTENCOURT





















Tiago Bettencourt
Luz No Escuro

Em 2027, Tiago Bettencourt celebra 25 anos de carreira com uma digressão especial, que inclui concertos nos Coliseus de Lisboa e do Porto.

Tiago Bettencourt revelou, o novo videoclipe de “Luz no Escuro”, o terceiro single retirado de “Foz”, o seu mais recente álbum, editado em novembro de 2025.

Uma canção sobre a capacidade de encontrar luz onde aparentemente só existe escuridão. Um convite a parar, a olhar de outra forma e a descobrir aquilo que, por vezes, está diante dos nossos olhos, mas que ainda não conseguimos ver.

Nas palavras de Tiago Bettencourt:

“Midríase é o termo médico utilizado para descrever a dilatação da pupila, que no escuro permite a entrada de mais luz. Como os gatos, se nos deixarmos serenar num desorientante breu, talvez vejamos vagamente alguma coisa onde antes víamos nada. Esta música fala sobre isso, e começa com uma descrição literal de uma instalação de James Turrell onde a manipulação da luz, entre o sono e o sonho, nos faz duvidar da nossa perceção. ‘Há luz no escuro’ é uma frase que já ouvimos tantas vezes que pode passar despercebida… mas por vezes, com o devido respirar fundo, faz bem parar nos lugares que nos parecem comuns e deixar que a midríase nos guie.”

O videoclipe de “Luz no Escuro” transporta-nos até Bruson, na Suíça, onde Tiago Bettencourt realizou um retiro artístico. É neste cenário de contemplação e descoberta que se abre uma janela para o ato criativo, para a procura de inspiração e para a construção de um universo sonoro onde a natureza, o silêncio e a introspeção se cruzam. Um olhar sobre o processo de criação e sobre os lugares.

MISS LAVA REEDITAM PRIMEIRO DISCO















Fotografia - André Cardoso 

Os Miss Lava reeditam o seu primeiro álbum em vinil com uma edição limitada que tem o selo da Raging Planet.

Os Miss Lava nascem no ano de 2005, em Lisboa. Quatro amigos com a mesma paixão e essência, que se resume a fazer rock honesto e genuíno numa dinâmica e sede de criar música focada no stoner rock como resultado descomprometido do exorcismo de quatro almas agitadas.

A música que tocam é densa, quente e intensa capaz de provocar viagens por paisagens bucólicas que rasgam sonhos e inquietações.

Com dois EP's e seis LP’s (cinco originais e um live) na bagagem, a banda teve os seus discos elogiados pela crítica especializada nacional e internacional e já levou os seus concertos exclusivos aos palcos no Reino Unido, Espanha, Alemanha e atuaram em festivais como Stoned From The Underground (Alemanha), Resurrection, Riff Ritual e Stonefest (Espanha), Desertfest London (UK), assim como o Sonic Blast Moledo, Festival Woodrock, Super Bock Super Rock, Rock In Rio Lisboa (Palco Vodafone Showcase), Reverence Valada, Vagos Open Air, Barroselas Metal Fest e a Concentração Motard de Faro. Passaram, também, pelo palco do histórico Whisky a Go-Go em Los Angeles e partilharam o palco com bandas como Queens Of The Stone Age, Graveyard, Ufomammut, Greenleaf, W.A.S.P., Kyuss Lives!, Fu Manchu, Valient Thorr, Entombed, Truckfighters, Slash e muitos mais.

Os Miss Lava são o Johnny Lee na voz, o K. Raffah na guitarra, o Ricardo Ferreira no Baixo, o Pedro Gonçalves na bateria (desde 2021) e o Hugo Jacinto na Guitarra.

Como celebração dos 20 anos de banda, lançaram no ano de 2025 o seu mais recente disco Under A Black Sun, que carrega um peso emocional mais sombrio e pesado do que os seus trabalhos anteriores, o quinto álbum da banda foi lançado pela norte-americana Small Stone Recordings e pela germânica Kozmik Artifactz no dia 25 de abril. 

Lançam agora o primeiro álbum da banda Blues For The Dangerous Miles (2009) em vinil com uma nova capa e uma edição limitada de colecionador com o selo da Raging Planet.

Depois do lançamento do EP de estreia, a banda de heavy rock MISS LAVA editou o seu primeiro álbum de originais, Blues For The Dangerous Miles pela Raging Planet no final de 2009. 

O trabalho foi produzido por Samuel Rebelo e pela banda, tendo sido ainda misturado e masterizado nos Fascination Street Studios, em Örebro, pelo conceituado Jens Bogren, conhecido pelo seu trabalho com bandas como Opeth, Katatonia ou Paradise Lost. As gravações foram coordenadas pelo co-produtor Samuel Rebelo e por Ricardo Espinha (Fonzie, BlackSunrise, More than A Thousand, etc).

É agora reeditado, pela primeira vez, em vinil, com edição limitada de colecionador. Podem adquiri-lo aqui.

“Oriundos de Lisboa, os Miss Lava produzem um inventivo rock pesado, entre o metal, o stoner e até algum do rock americano mais alternativo. (…) Na sua música há power, groove, melodia.”, in underreview.blogspot.com 30 Jan’10

“… o seu álbum de originais de estreia é uma das melhores coisas que aconteceu ao stoner rock português nos últimos anos.”, in LOUD! Setembro’09

“Blues For The Dangerous Miles” é um petard de rock/metal musculado…”, in LOUD! Out’09

“… Blues For The Dangerous Miles” é um autêntico carrossel sonoro em excesso de velocidade. (…) a força destrutiva da música dos Miss Lava só comprova que eles são homens de barba rija a fazerem em Portugal o que de melhor há na Califórnia.”, in ruído-alternativo.blogspot.com’09
“… a banda respira e transpira Rock.”, in abcdemonium.blogspot.com’09

PIPA DE MA$$A APRESENTA "PIPA$TAR" AO VIVO NA MUSA DE MARVILA





















PIPA DE MA$$A prepara-se para a primeira apresentação ao vivo do álbum de estreia "PIPA$TAR". O concerto, integrado no festival Oktober Festa 2026, terá lugar a 17 de outubro, este sábado, pelas 00h00, na Musa de Marvila, em Lisboa, com entrada livre. Após o sucesso dos singles 'papagaio loiro' - viral na rede social TikTok - 'sonhos cor-de-rosa' e 'pop/rock', o primeiro disco de PIPA DE MA$$A apresenta-a ao público português com temas Pop efervescentes, letras singulares e uma colaboração surpreendente com João Borsch e o palhaço Batatinha, conhecido do grande público pelo programa infantil "Batatoon".

Sobre "PIPA$TAR", a artista e DJ conta que "é um álbum pop, mas a minha versão daquilo que um álbum pop pode ser. Nunca pensei vir a ser uma artista pop mas decidi, pela primeira vez, tentar fazer pop comercial de rádio. Falhei redondamente, mas pelo menos fi-lo com alguma falta de respeito pelas regras do género". O título "PIPA$TAR" refere-se à sua "vida imaginária de popstar" e também às "relações, emoções e pequenas situações do quotidiano que, na minha cabeça, com as quais quem me ouve se pode identificar", explica PIPA DE MA$$A.

Em termos sonoros, o álbum apresenta passagens pelo rock, punk, hyperpop, música electrónica, "club music" e "música de circo". A artista mostra "o resultado do que me dá vontade de criar no momento e acho que é essa mistura que dá identidade ao disco. É um álbum para quem gosta de sorrir, dançar e não tem vergonha alheia".

O álbum encerra com a surpreendente colaboração entre PIPA DE MA$$A, João Borsch e o palhaço Batatinha, na faixa 'circo da vida'. "Sou super fã do João Borsch e queria muito ter neste disco algo mais teatral, quase como um musical. A canção fala da minha expectativa do que é ser “industry planted”: e se alguém aparecesse, do nada, com um contrato, uma caneta dourada e dissesse que me ia tornar numa estrela? O álbum é também a minha tentativa de sair da casca e do underground e pôr mais olhos em mim, por isso, achei engraçado imaginar o que seria ser “plantada” na indústria e tudo aquilo que estaria disposta a dar em troca desse sucesso", explica a artista.

Para PIPA DE MA$$A, "a relação que tenho com a indústria é obviamente um circo e a analogia acabou por ser literal. Sou muito ligada a esse universo - até organizo uma festa de palhaços aqui em Berlim -, por isso tornou-se óbvio convidar o Batatinha para participar neste tema. Trabalhar com ele foi absolutamente incrível. É um génio da comédia, uma das minhas maiores inspirações e, provavelmente, a minha primeira popstar favorita".

O álbum é coproduzido por PIPA DE MA$$A e o produtor alemão Baby Rocket - que atua depois do espetáculo da artista, na mesma noite do Oktobert Festa 2026. A artista revela que o conheceu "em Berlim e começámos por criar os singles 'sonhos cor-de-rosa' e 'pop/rock', uma experimentação mais pop comercial, e percebemos que funcionávamos bem e nos divertíamos a trabalhar juntes. O Baby Rocket está mais no universo do hyperpop e club music, enquanto eu tenho referências muito mais diversas", revela PIPA DE MA$$A. 

A artista e DJ já se apresentou em vários espaços e festivais nacionais, como Musicbox, Casa Capitão, Faculdade de Belas-Artes, Maus Hábitos, Passos Manuel, Festival Impulso e, internacionalmente, em Berlim, Paris, Londres e Nova Iorque. Sobre a apresentação ao vivo do álbum de estreia em Lisboa, PIPA DE MA$$A conta que "quero muito que o disco ganhe vida ao vivo e que seja uma mistura entre ir ao teatro, a uma rave e ao circo. Vou explorar mais a minha teatralidade, a dança, criar uma experiência bastante imersiva e, acima de tudo, um ambiente seguro e divertido, onde as pessoas se sintam à vontade para serem um bocadinho parvas comigo. O meu único objetivo é divertir-me e ver o público a sorrir e a dançar. Não vou estar sozinha em palco e já estou a preparar algumas surpresas e participações especiais para este circo!".

"PIPA$TAR" já está disponível em todas as plataformas digitais.

Cantora, compositora, produtora e DJ, PIPA DE MA$$A nasceu nos subúrbios de Lisboa. Em contacto com a música desde criança, quando assistia a desenhos animados, ao Batatoon, ou cantava em qualquer lugar, começou o percurso como performer em 2021, com os primeiros DJ sets e experimentações como produtora e cantora.

Um ano depois, 'beto de vilamoura', o primeiro lançamento oficial, tornou-se viral nas redes sociais e deu início ao percurso como artista musical. Seguiram-se 'água fria brrrr', 'sync button', em 2023, e o EP "não foi só uma fase :(", em 2024. A artista e DJ já se apresentou em vários espaços e festivais nacionais, como Musicbox, Casa Capitão, Faculdade de Belas-Artes, Maus Hábitos, Passos Manuel, Festival Impulso e, internacionalmente, em Berlim, Paris, Londres e Nova Iorque. A "maior palhaçada" do seu percurso artístico foi "ter cantado para cerca de 10 mil pessoas na Uber Arena, em Berlim, num espetáculo de circo".

PIPA DE MA$$A reside em Berlim desde 2023, quando quis fugir da precariedade e da crise habitacional em Portugal. Na Alemanha, tem conseguido construir uma vida com mais possibilidades de financiar o próprio trabalho artístico, enquanto trabalha como DJ e babysitter. Em 2026 edita 'papagaio loiro', que rapidamente se tornou viral na plataforma TikTok, seguindo-se 'sonhos cor-de-rosa', 'pop/rock' e 'circo da vida', em colaboração com João Borsch e o palhaço Batatinha. Os temas fazem parte do álbum de estreia "PIPA$TAR", um disco-circo que apresenta a artista ao público português, pronta para todos os aplausos.

sábado, 10 de outubro de 2026

QUE JAZZ É ESTE? REGRESSA ÀS ALDEIAS DE SILGUEIROS DE BODIOSA E VÁRZEA DE CALDE

 


















Depois de uma 14.ª edição marcada pela forte adesão de público e pela vitalidade da nova geração do jazz português, o Que Jazz É Este? prolonga a sua programação para o outono e volta a fazer aquilo que está na sua natureza: deslocar-se, cruzar territórios, aproximar pessoas e colocar a música em lugares onde nem sempre se espera encontrá-la.

Em outubro, o festival sai do centro de Viseu e instala-se em duas freguesias do concelho — Silgueiros de Bodiosa e Várzea de Calde — propondo duas tardes de programação que aproximam o jazz, a música improvisada e outras linguagens artísticas das comunidades locais.

Nos dias 11 de outubro, em Silgueiros de Bodiosa, e 25 de outubro, em Várzea de Calde, cada domingo terá uma programação composta por uma arruada do coletivo Chinfrim, uma conversa aberta que cruza música e ciência e dois concertos, estabelecendo diferentes diálogos entre música, teatro, performance e artes visuais.

O programa começa sempre na rua, com os Chinfrim, coletivo ambulante que transforma o espaço público em palco e leva consigo uma mistura contagiante de dixieland, blues, funk, rock, latin e reggae. A música será também o ponto de partida para duas conversas que procuram abrir outras portas sobre a criação musical, aproximando-a de áreas aparentemente distantes.

Em Silgueiros de Bodiosa, João Paulo André e Carlos Fiolhais conversam com Catarina Machado sobre A Harmonia das Esferas, livro que explora as relações entre música e ciência, da matemática e física à biologia, química, ciências da Terra e do ambiente e ciências da saúde. Uma conversa sobre fenómenos que, embora muitas vezes invisíveis, estão presentes na criação e na perceção musical.

Segue-se Mar Mor + Filipa Fróis, encontro entre o duo de improvisação livre formado por Bruno Pinto e Miguel Rodrigues e a atriz e criadora Filipa Fróis. Música, corpo e palavra cruzam-se num território de improvisação que toma como mote a censura e o controlo do pensamento, numa criação em que os estímulos sonoros e performativos se influenciam mutuamente em tempo real.

A tarde termina com o João Tavares Quinteto, formação composta por cinco jovens músicos da nova geração do jazz português. Liderado pelo trompetista João Tavares, o quinteto apresenta música original e chega a Viseu depois de ter sido distinguido no 6.º Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro com os prémios de Melhor Ensemble e Melhor Arranjo. A sua presença dá continuidade a uma das linhas fortes da programação do festival: acompanhar e dar palco a uma geração de músicos portugueses que está a renovar o jazz nacional com talento, risco e uma identidade própria.

Em Várzea de Calde, a conversa aberta será conduzida por Ana Bento com Nuno Trocado, em torno da tese de doutoramento Analogia na Música e as Metáforas do Organicismo. Pólipos, sementes, rebentos, flores, o som da natureza ou o corpo humano são alguns dos pontos de partida para uma reflexão sobre a relação entre música e organismos e sobre a forma como o pensamento organicista pode ser hoje entendido no contexto da criação musical contemporânea e das práticas improvisatórias.

A relação entre música e imagem estará no centro da atuação de Os Filhos de Hey!, projeto multidisciplinar que junta percussão, eletrónica, objetos e vídeo. Num círculo em que as fronteiras entre causa e efeito se tornam difusas, a imagem gera som e o som gera imagem, numa criação em tempo real com Pedro Melo Alves, João Carlos Pinto e Maria Mónica.

A programação termina com o João Rocha Quarteto, formação criada no âmbito do recital final de licenciatura do baterista João Rocha e composta por Gil Silva, Lucas Oliveira, Gonçalo Cravinho Lopes e João Rocha. Sem instrumento harmónico, o quarteto assume a liberdade e a responsabilidade acrescidas de uma formação em que cada músico ocupa um papel determinante na construção coletiva da música.

Em paralelo ao ciclo de concertos, o Colectivo Gira Sol Azul, sob direção artística de Ana Bento e Bruno Pinto, está a preparar o regresso da Orquestra (In)fusão, projeto de criação coletiva criado em 2015 que procura colocar em contacto diferentes pessoas, organizações e culturas musicais.

Nesta nova edição, a orquestra reúne o Grupo de Cantadeiras de Várzea de Calde, os BodiBombos e o coletivo Batalha da Visa, além dos músicos do Colectivo Gira Sol Azul, numa experiência de criação de repertório original concebido especificamente para esta formação. A (in)fusão de estilos é, mais uma vez, o ponto de partida para uma prática artística baseada na colaboração: fazer em conjunto aquilo que dificilmente se faria da mesma forma a solo.

O projeto terá ainda uma dimensão plástica, através de sessões de residência conduzidas por Mara Maravilha, envolvendo participantes das aldeias e da cidade na criação de elementos cenográficos, figurinos e adereços.

O resultado de todo este processo será apresentado no Teatro Viriato, no dia 22 de dezembro, num concerto que reunirá no mesmo palco músicos de diferentes gerações, tradições musicais e territórios.

O ciclo inclui ainda, no dia 19 de dezembro, um workshop de jazz dirigido a músicos e estudantes de música, orientado pelo guitarrista e pedagogo Luís Lapa, autor de Chave Mestra, livro recentemente publicado que reúne exercícios e ferramentas práticas para a improvisação jazz.

O workshop propõe precisamente a passagem da teoria à prática: experimentar, testar e aplicar as ferramentas apresentadas no livro, num espaço de aprendizagem coletiva que culminará também na apresentação do trabalho desenvolvido.

Entre aldeias e cidade, tradição e experimentação, ciência e música, imagem e som, o ciclo de outono do Que Jazz É Este? mantém a pergunta aberta e leva-a para novos lugares.

Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao donativo consciente.

Mais informações e horários detalhados serão disponibilizados em breve em quejazzeeste.com

https://www.instagram.com/quejazzeeste/ 
https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

MIMICAT COM NOVAS DATAS





















Numa versão mais despida e intimista, MimiCat leva a sua música a diferentes auditórios do país com a Tour "Pouco a Pouco", passando por Braga, Santiago do Cacém, Cartaxo e Alcochete.

Depois de uma vasta passagem em vários palcos, MimiCat prepara-se para apresentar a sua tour em Braga.

Mimicat convida agora o público para um encontro diferente: mais próximo, mais íntimo e mais pessoal. Pensado exclusivamente para auditórios, "Pouco a Pouco" desenha-se num ambiente acolhedor, onde a cenografia ganha contornos de casa e cada elemento em palco contribui para uma sensação de proximidade e partilha. Entre canções, histórias e momentos de conversa, a artista revela-se numa dimensão mais despida, permitindo que cada tema seja vivido com tempo, atenção e verdade.

Nesta tour, não há pressa. Há espaço para sentir, recordar, rir, emocionar-se e criar uma ligação genuína entre artista e público, porque as maiores emoções acontecem precisamente assim: pouco a pouco.

DANIELA SOARES LANÇA O NOVO SINGLE “SOPLACHEGAR”

 



















DANIELA SOARES
lança esta semana “SOPLACHEGAR”, o novo single da cantora e compositora, distribuído pela Altafonte. Ouvir | Ver vídeo.

“SOPLACHEGAR” é um tema irreverente e provocador, que fala sobre a vontade de conquistar espaço num cenário que nem sempre está preparado para o que é novo, recusando a ideia de esperar por uma oportunidade: se não há lugar, cria-se um. A canção é um statement sobre acreditar no próprio caminho, lutar pelo lugar que se quer ocupar, e chegar lá sem precisar de passar por cima de alguém (mas também sem pedir licença). É a afirmação de alguém que sabe ao que veio, que acredita no seu lugar e que está disposto a lutar por ele. 

Com uma escrita frontal, e uma atitude e sonoridade marcadas pela energia pop-rock, DANIELA SOARES faz dos obstáculos combustível para a sua ambição.

“SOPLACHEGAR” junta-se a "CRISE DE IDENTIDADE" (tema que faz parte da banda-sonora da novelada SIC, “Destino Maior”) e ambos vão integrar o novo EP “potencial desperdiçado”, que estará disponível digitalmente ainda este ano.

NOVO SINGLE DE NAPA

 



















NAPA e Julia Mestre
Canção Pra Dois

Os NAPA apresentam “Canção Pra Dois”, tema de destaque de Semitrópico, o novo álbum da banda, em colaboração com a artista brasileira Julia Mestre. Romântica, luminosa e subtilmente sensual, a canção vive da cumplicidade entre duas vozes que se cruzam num registo íntimo, quente e envolvente, evocando a naturalidade de uma história de amor.

Conduzida pela guitarra e por texturas acústicas, “Canção Pra Dois” cresce de forma gradual e cinematográfica: começa num plano próximo e delicado, expande-se com a entrada do piano, das cordas e de uma secção rítmica contida, e culmina num crescendo emocional amplo, sem perder a elegância e a suavidade que definem o tema.

A canção reflete o universo de Semitrópico, onde os NAPA aprofundam a sua identidade indie pop-rock, cruzando a Madeira — geográfica, afetiva e musicalmente no centro do álbum — com influências da música portuguesa e brasileira. Pela sua melodia imediata, interpretação emotiva e produção orgânica, “Canção Pra Dois” é uma forte aposta para rádios de perfil pop, indie, lusófono, adulto contemporâneo e programas de nova música.

Depois do forte impacto em rádio de “Deslocado” e “Sortudo”, os NAPA apresentam agora um tema mais íntimo e cinematográfico, com potencial para prolongar a sua relação crescente com a rádio e com o público.

 



















Fernando Daniel antecipa o álbum “Índigo” com o novo single “Entre 4 Paredes”

Fernando Daniel acaba de lançar “Entre 4 Paredes”, o novo single de Índigo, o seu quarto álbum de estúdio, com edição prevista para o primeiro trimestre de 2027. Depois de “Juro” e “Emocional”, o tema revela mais uma dimensão de um projeto que aproxima a sua identidade pop de novas referências country.

“Entre 4 Paredes” coloca em primeiro plano a vertente pop de Índigo. Num álbum que alarga o universo musical de Fernando Daniel, o single estabelece uma ligação

com a sonoridade pela qual o público o conhece, mostrando como essa identidade convive com as novas influências do projeto.

Índigo assume-se como o centro desta nova etapa. A música e a estética visual acompanham a mesma procura artística, com os singles a revelarem, progressivamente, as diferentes facetas do álbum. 

VSP AST LANÇA NOVO SINGLE "I'M SORRY"





















"I'm Sorry", o novo single de VSP AST, já está disponível em todas as plataformas digitais. O tema marca o início de um novo capítulo na carreira do artista e é o primeiro sinal do que aí vem. Há um novo álbum a ser preparado, sucessor de Lobotomia Pop, com edição prevista para 2027, e novas datas ao vivo ainda para este ano, a anunciar muito em breve.

O título do novo single diz quase tudo. "I'm Sorry" é um pedido de desculpa sem rodeios, de quem sabe que pode ter errado e decide assumi-lo. Depois de dois projectos construídos a partir do ruído, da provocação e da recusa em caber nas definições dos outros, VSP AST baixa a guarda e faz aquilo que raramente se espera de quem sempre viveu em contramão, pede perdão.

Em "I'm Sorry", a mudança ouve-se logo nos primeiros segundos. As vozes surgem cruas, gravadas com microfone dinâmico e rodeadas de sons ambiente, e há mais ruído, mais imperfeição e mais energia. É nessas arestas, que antes seriam limadas, que a canção se encontra.

Este novo capítulo não nasce do nada. Ao longo dos últimos anos, VSP AST tem vindo a construir um universo que é tão musical como cinematográfico, em que cada disco é também uma história. Em Putos Fixes Não Dormem (2025), a pergunta era quem decide o que é ser fixe, e a resposta era simples: a sociedade bem tenta definir, mas qualquer pessoa pode ser um puto fixe. Em Lobotomia Pop (2026), o álbum de estreia, a história dava o passo seguinte e olhava para quem não encaixa nessa definição, para quem insiste em fazer música diferente e é, por isso, tratado como "louco". "I'm Sorry" é já um novo acto: depois da afirmação e do confronto, chega a confissão.

O videoclipe leva essa ideia ao limite. A história começa numa jangada artesanal, construída com objectos deliberadamente inadequados para navegar, à deriva num rio. Tom Sawyer encontra o punk, num registo cómico, estranho e ligeiramente absurdo, em que VSP AST sorri para a câmara enquanto as emoções verdadeiras vão aparecendo aos poucos, entre uma pescaria que teima em não dar frutos, uma viagem que ninguém sabe muito bem como começou e uma banda que nunca o deixa sozinho.

Natural de Coimbra, VSP AST tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais inquietas da nova música portuguesa, cruzando a energia do rock com a música urbana e a electrónica. "Aguarela", lançado em 2024, é já single de ouro, e Lobotomia Pop, apresentado ao vivo numa Casa Capitão esgotada, consolidou uma estética que agora se transforma por dentro.

"I'm Sorry" é o primeiro passo de um caminho que se vai revelar ao longo dos próximos meses, primeiro em palco e depois em disco. 

MANILA LANÇA DICO DE ESTREIA



MANILA apresentam “SAUNA”, o seu álbum de estreia, acompanhado pelo novo single e videoclipe “Frida”. Depois de anteciparem o trabalho através de “Formigas”, “Tou mal” e “Rosa”, a banda portuguesa reúne agora num mesmo disco uma pop que procura escapar a fórmulas, cruzando soul, rock e R&B numa viagem pelo conflito interior, pela desconstrução do ego e pela aceitação das contradições que fazem parte da experiência individual.

O título estabelece a imagem central do álbum. Tal como numa sauna o corpo transpira para libertar aquilo que acumula, “SAUNA” parte da ideia de suar as coisas más e expurgar aquilo que pesa. Ao longo do disco, os MANILA transformam esse processo numa experiência simultaneamente física e emocional, confrontando diferentes versões de nós próprios e procurando encontrar espaço para aceitar também aquelas que preferiríamos esconder.

É nessa tensão que o álbum encontra parte da sua identidade. Em vez de procurar resolver as contradições que atravessam as canções, “SAUNA” aproxima-se delas e deixa-as coexistir. Ansiedade, desconforto, solidão, vulnerabilidade e desejo surgem lado a lado com movimento, groove e uma dimensão dançável, fazendo da música um espaço onde a introspeção não implica necessariamente imobilidade. O convite dos MANILA passa precisamente por encarar a pior versão de nós próprios e aprender a dançar com ela

A acompanhar o lançamento chega “Frida”, novo single que desloca esse confronto para o território das relações amorosas. A canção parte de uma pergunta: o que acontece quando alguém com tendência para o dramatismo se apaixona por uma pessoa calma, emocionalmente estável e com os pés assentes na terra?

A partir dessa premissa, “Frida” constrói uma canção de amor pouco convencional sobre a estranheza que pode acompanhar uma relação saudável. Habituada a encontrar matéria criativa no caos e na instabilidade de experiências anteriores, a figura que atravessa o tema confronta-se com um novo receio: o de que a ausência de conflito possa significar também a perda da inspiração. O amor deixa, assim, de ser observado apenas enquanto fonte de turbulência e passa a colocar outra possibilidade — a de aprender a criar a partir da tranquilidade.

“Frida” prolonga uma narrativa emocional que os MANILA foram revelando através dos singles que antecederam o disco. Em “Formigas”, primeiro avanço de “SAUNA”, uma aparente canção de amor escondia uma reflexão sobre a ansiedade. A própria construção musical acompanhava essa sensação, partindo de um ambiente descontraído e groovy para acumular progressivamente tensão, como uma inquietação que cresce até ocupar todo o espaço. O videoclipe foi realizado por Rodrigo Pedras.

Com “Tou mal”, a banda entrou num território mais noturno. Entre funk, pop, disco e neo-soul, a canção explorou o desejo de desaparecer sem abandonar verdadeiramente o lugar, acompanhando uma personagem que deixa de sentir necessidade de justificar aquilo que carrega e encontra algum conforto dentro da própria confusão. “Tou mal, mas ‘tass bem’” sintetizava precisamente essa convivência entre desconforto e aceitação que atravessa também o álbum.

Já “Rosa” revelou uma das faces mais despidas do trabalho. Gravada num único take e construída apenas através do diálogo entre a voz de Carmo Braga da Costa e o piano Rhodes de Gerard Torres, a faixa acompanha uma mulher que escolhe a própria companhia, abordando a solidão feminina através de um olhar marcado pela curiosidade e admiração. A redução dos elementos musicais expôs a fragilidade da interpretação e mostrou uma dimensão mais íntima de um disco que encontra na diversidade de registos uma das suas características.

Essa relação com a espontaneidade atravessa o próprio processo de gravação de “SAUNA”. O álbum foi registado em live take nos Namouche Studios, em Lisboa, espaço por onde passaram nomes como Buraka Som Sistema, Xutos & Pontapés e Orelha Negra. A opção permitiu preservar a energia crua, imprevisível e coletiva da banda em atuação, posteriormente trabalhada através de uma pós-produção atmosférica, detalhada e cinematográfica.A formação reúne Carmo Braga da Costa na voz, Gerard Torres nas teclas, Ricardo Pedrosa no baixo e vibrafone, João Serra nas guitarras e Zé Lobo da Costa na bateria e percussão. O disco conta ainda com vozes adicionais de Ciara Lea, Cécile Nolan, Tania Maree Rae, Ricardo Pedrosa, Zé Lobo da Costa e João Sampayo. As letras são assinadas por Carmo Braga da Costa.

A produção ficou a cargo de João Sampayo, com Miguel Peixoto como engenheiro de som e Miguel Sá Pessoa responsável pela masterização. Na componente visual, a fotografia de capa é de Luísa Bravo, com styling e direção criativa de Inês Mojo.

Os MANILA têm vindo a desenvolver uma linguagem própria dentro do universo do alt pop português, cruzando referências de soul, jazz e R&B com uma escrita direta e emocional. Depois do EP “Domingo à Tarde”, a banda iniciou com “Formigas” um novo ciclo que encontra agora a sua concretização no primeiro longa-duração.

Com “SAUNA”, os MANILA transformam esse percurso num exercício de confronto e libertação. Entre a energia orgânica do live take e uma produção que expande as canções para territórios mais atmosféricos, o álbum propõe um espaço de catarse onde não é necessário escolher entre vulnerabilidade e movimento. É precisamente ao reconhecer aquilo que pesa, contradiz e incomoda que o disco procura encontrar uma forma de o atravessar — e, eventualmente, de o suar para fora.

MAFALDA REVELA NOVO SINGLE ANTES DA CHEGADA DO ÁLBUM DE ESTREIA

 












‘Gosto Muito de Estar Aqui’, o álbum de estreia de MAFALDA, chega a 22 de outubro. Integralmente cantado em português, o disco é uma ode à vida e à capacidade de renascimento.

Hoje, a artista revela a canção que dá nome ao álbum, naquele que é o último avanço antes da sua chegada.

“Esta canção é um mantra que o meu passado deixou para o meu presente e que é muito mais do que cinco palavras: é uma afirmação de resiliência e sobrevivência, uma celebração da vida, na voz da criança que nunca deixei de ser.” - Mafalda Costa

Depois da passagem pelo evento Música à Sombra, em Guimarães, a digressão de apresentação prossegue já no dia 13 de outubro, no Café-Curto do Convento de São Francisco, em Coimbra. No dia 15 de outubro, MAFALDA integra a programação do Ovar Expande, em Ovar, num espectáculo que já se encontra com a lotação esgotada. No dia 24 de outubro, segue-se a apresentação do disco na sua terra natal, Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor. 

Em novembro, a digressão passa pelo RCA, no Porto, no dia 7, pelo Salão Brazil, em Coimbra, no dia 13, pela Casa Capitão, em Lisboa, no dia 14, e pelo Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, no dia 21. Nestas quatro datas, MAFALDA partilha o palco com o projeto Líquen. Pelo meio, no dia 11 de novembro, há ainda espaço para um showcase no Piso, em Braga. 

Para além da edição digital, ‘Gosto Muito de Estar Aqui’ estará também disponível em vinil, com duas edições limitadas - Standard e Deluxe -, ambas já disponíveis para pré-compra no site da editora.

13 Outubro - Café-Curto - Convento São Francisco, Coimbra (Showcase)

15 Outubro - Ovar Expande - Escola de Artes e Ofícios, Ovar - ESGOTADO

24 Outubro - Centro Cultural Vila Flor, Guimarães

7 Novembro - Rádio Clube Agramonte, Porto (+ Líquen)

11 Novembro - Piso, Braga (Showcase)

13 Novembro - Salão Brazil, Coimbra (+ Líquen)

14 Novembro - Casa Capitão, Lisboa (+ Líquen)

21 Novembro - Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco (+ Líquen)

20 Janeiro - Teatro Municipal, Bragança (+ Líquen)

Sobre MAFALDA:

Mafalda Costa sempre precisou de escrever para ser, e foi aos 17 anos, através do alter ego Mathilda, que se estreou na música.

Lançou em 2019 o álbum ‘Changing Colours', distinguido pela revista BLITZ como um dos melhores álbuns portugueses do ano, seguindo-se um período marcado por uma intensa actividade ao vivo, com dezenas de concertos em salas e festivais de referência, em Portugal e no estrangeiro. Mais tarde colaborou ainda com St. James Park, expandindo o seu universo musical e explorando novas sonoridades.

Em 2026 surge oficialmente como MAFALDA, abraçando o seu nome de nascimento como identidade artística e inaugurando uma nova fase em português com o álbum 'Gosto Muito de Estar Aqui'

EDITADA HOJE NOVA VERSÃO DE "QUANDO NÓS FORMOS VELHINHOS" DE ROGÉRIO CHARRAZ





















Chega hoje às plataformas digitais a nova versão e o novo vídeo de “Quando Nós Formos Velhinhos”, interpretada por Rogério Charraz em dueto com a cantora espanhola María Berasarte. Este lançamento assinala o primeiro avanço de “O Coreto 2”, álbum previsto para o início de 2027.

“Quando Nós Formos Velhinhos” regressa com novo arranjo de cordas, num vídeo filmado no coreto do Pinhal Novo e realizado por Daniel Mota.

TIAGO SOUSA AO VIVO

11 de Outubro às 18h
O Tempo dos Rios
Um espectáculo com música de Tiago Sousa c/ músicos da Orquestra Sem Fronteiras, textos de Joana Bértholo e video de Joana Patrão.
Fórum Cultural Transfronteiriço, Rua do Rôdo, Alandroal 
+ Info

22 de Outubro
Trova Solta (Aida Rosa + Tiago Sousa)
B.O.T.A. Largo de Santa Bárbara, Lisboa 
Reservas


24 de Outubro
Tiago Sousa, Reaude & Cyril Kaplan
Orto Creative Hub, Rua Sob Moinho 278, 4485-145 Fornelo 
+ inf

5 de Novembro
O Tempo dos Rios
Um espectáculo com música de Tiago Sousa c/ músicos da Orquestra Sem Fronteiras, textos de Joana Bértholo e video de Joana Patrão.
Muzeu,
Praça Mun. 62, 4700-435 Braga

7 de Novembro
Trova Solta (Aida Rosa + Tiago Sousa)
Cooperativa Mula, Largo de Santo André, Barreiro





DIAS DO JAZZ NAS CALDAS DA RAINHA

 



















Entre a criação contemporânea, a eletrónica experimental, o jazz e o blues tradicionais e a liberdade do improviso, o Festival Dias de Jazz prossegue com os concertos de Maria João que traz ao CCC esta sexta-feira, 9, o aclamado “Abundância”, álbum que assinala 40 anos de um percurso admirável na música. Fazendo eco da sua ascendência, a cantora de voz elástica e performativa volta a voar entre Lisboa e Maputo para mostrar, ao vivo, as músicas deste trabalho, na companhia de João Farinha (aliado do projeto OGRE).

No sábado, 10 de outubro seguimos os passos de John Coltrane levados pela Orquestra do Hot Clube. Aproveitando a celebração dos 100 anos de Coltrane, traz ao Dias do Jazz o espetáculo “Meditations”, com música original inspirada no universo musical de Coltrane com repertório de compositores contemporâneos consagrados. Serão apresentadas cinco obras originais de compositores contemporâneos como Ingrid Laubrock, Anna Webber, Frank Carlberg, Luís Cunha e Carlos Azevedo, inspiradas no legado musical, supremo e prodigioso, de John Coltrane.

Ontem subiu ao palco o Omniae Large Ensemble, dirigido pelo percussionista e maestro Pedro Carneiro, dando a conhecer as paisagens sonoras intrincadas, os sons expansivos da música contemporânea misturados com o fluxo da improvisação e a eletrónica experimen Próximos concertos Dias de Jazz

No mês a seguir, a 7 de novembro, Henri Texier Quarteto, liderado pelo lendário contrabaixista francês mostrará de que forma é possível brindar a audiência com um cocktail de fusão perfeita entre improvisação jazz, profundo lirismo e diálogo criativo e musical. Uma experiência sonora única servida por um dos nomes fundamentais da história do jazz europeu em plena atividade criativa – Henri Texier.

No último dia do Festival, a 11 de novembro, atua o trio TGB - sigla para Tuba, Guitarra e Bateria —projeto musical português singular que reúne três músicos de referência: Sérgio Carolino na tuba, Mário Delgado na guitarra e Alexandre Frazão na bateria. Oportunidade para testemunhar ao vivo o universo sonoro característico desta formação, onde o jazz se cruza com o rock, o country, o folk e até a música improvisada, resultando numa linguagem musical original, arrojada e inclassificável. De relevar que, para este concerto, o trio convidou o incrível artista superlativo, o acordeonista João Barradas.

Dias de Jazz | Fora de portas do CCC

Os Dias do Jazz têm ainda uma dimensão que ultrapassa os palcos e vive fora das portas do CCC. Mantendo a ligação com a comunidade educativa, o Festival irá desenvolver atividades paralelas e de mediação, através da colaboração com o Conservatório de Música das Caldas da Rainha.

Na semana de 18 a 25 de outubro, o Jazz nas Escolas procura aproximar as novas gerações à arquitetura sonora do jazz, com sessões e atuações pedagógicas em algumas escolas do concelho, estabelecimento prisional e outras estruturas da comunidade.

As Jam Sessions fazem também parte desta abertura do programa dos Dias de Jazz, no palco do Café-Concerto que irá transformar-se no habitual espaço de improviso em torno do jazz.

Ainda neste espaço terá lugar a iniciativa ABô Vinil Jazz Sessions para apresentar ao público parte do espólio/coleção de discos do Dr. Vicente de Sousa, numa viagem sonora pelo universo do jazz através da sua extraordinária coleção de vinil. Esta apresentação será feita pelo seu filho, Paulo Vicente e pelo seu neto, Francisco M. Sousa, mantendo viva uma paixão musical que atravessa gerações. As sessões acontecem a 8 de outubro (jazz contemporâneo e free jazz); a 9 de outubro (“As mulheres no Jazz”) e a 10 de outubro (Big Bands Jazz e John Coltrane).

DIAS DO JAZZ ’26
Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

26 setembro | 21h30 > Big Daddy Wilson — Warm Up

8 outubro | 21h30 > Pedro Melo Alves’ Omniae Large Ensemble

9 outubro | 21h30 > Maria João — Abundância

10 outubro | 21h30 > Orquestra do Hot Clube de Portugal — Meditations — Nos Passos de John Coltrane

6 novembro | 21h30 > TGB — Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão + João Barradas

7 novembro | 21h30 > Henri Texier Quartet

Informação e bilheteira | neste link

MARTA LIMA LANÇA PRIMEIRA COLABORAÇÃO INTERNACIONAL

 



















Depois de um concerto de sala cheia no Centro Cultural de Lagos, a sua cidade natal, e de uma primeira tour pela Europa, Marta Lima dá mais um passo no seu percurso internacional ao participar no novo single de Daphné Chenel, “Não Te Quero Magoar”. Esta é a primeira colaboração internacional da cantautora portuguesa, que continua a explorar novos caminhos e a afirmar a sua identidade musical para lá das fronteiras nacionais.

Num registo pop folk delicado, “Não Te Quero Magoar” aproxima Portugal e França através de um encontro entre as vozes das duas artistas, que cantam em português e francês, numa combinação que acontece de forma natural e acrescenta novas nuances à canção. O single revela, uma vez mais, a versatilidade de Marta Lima enquanto cantora e compositora, e fará parte do álbum de estreia de Daphné Chenel.

Esta colaboração surge num momento de mudança e crescimento para Marta Lima, que, depois de levar a sua música a palcos em França e Espanha, prepara agora o seu primeiro álbum de longa duração. Intitulado “Estrada de Girassóis”, o disco tem lançamento previsto para o início de 2027 e representa o próximo capítulo de um percurso que tem vindo a ganhar forma entre canções, concertos e novas experiências.

Com “Não Te Quero Magoar”, Marta Lima abre novas portas e cruza universos musicais, enquanto concentra agora atenções na chegada de “Estrada de Girassóis”, o álbum que marcará uma nova etapa na sua carreira.

“Não Te Quero Magoar” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.