sexta-feira, 22 de maio de 2026

MXGPU REGRESSA COM NOVO SINGLE 'FEEL THE FLOOD'





















Após o lançamento de ‘tree of life’, MXGPU (Moullinex & GPU Panic), dão agora o próximo passo da sua nova era com ‘feel the flood’.

MXGPU é a fusão de duas forças criativas, Moullinex e GPU Panic, com a sua colaboração enraizada em Lisboa, Portugal. O duo tem vindo a trabalhar em conjunto há vários anos, começando com ‘Innerchild’, um projeto cujo tema, estética e produção estabeleceram na perfeição as bases para tudo o que se seguiu até ao álbum de estreia ‘Sudden Light’ e à respectiva edição deluxe, que contou com remisturas de nomes como Xinobi, JOPLYN, Sam Shure, entre outros. Depois de ‘tree of life’, lançado pela Discotexas, sucede ‘feel the flood’ como o próximo passada nova era de MXGPU.

Após o lançamento de ‘tree of life’, MXGPU (Moullinex & GPU Panic), dão agora o próximo passo da sua nova era com ‘feel the flood’: mais rápida, ousada e pensada para as pistas de dança. Com a sua marcante linha de baixo é simplesmente impossível não dançar. ‘Às vezes uma linha de baixo é tudo o que é preciso para fazer alguém dançar. Foi exatamente o que aconteceu no estúdio quando fizemos a ‘feel the flood’. Desde esse dia que não conseguimos parar de a tocar em todos os concertos.’ - MXGPU

No coração da pista de dança, o duo afirmou-se como um dos atos ao vivo mais distintivos da música electrónica, oferecendo um espetáculo imersivo a 360° que remove quaisquer fronteiras entre o palco e público, com multidões esgotadas por toda a Europa, Ásia, América do Norte e do Sul.

Os lançamentos de MXGPU têm sido apoiados por nomes como &ME, Adam Port, Damian Lazarus e RÜFÜS DU SOL, tendo também músicas suas remisturadas por artistas como Patrice Bäumel. Atualmente em digressão mundial, com presenças confirmadas em festivais como Mayan Warrior, Primavera Sound e Tomorrowland, os fãs podem esperar uma experiência sonora completa que evidencia a química musical única de MXGPU.

'feel the flood' já está disponível em todas as plataformas!
OUVE AQUI

MATILDA LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA "DE CORPO INTEIRO"





















Créditos: Sebas Ferreira

A cantora e compositora portuguesa MATILDA lança hoje o seu álbum de estreia, DE CORPO INTEIRO disponível em todas as plataformas digitais. Depois de um ano a desvendar, single a single, o universo emocional que a habita, a artista apresenta finalmente o trabalho completo, um álbum de Pop, R&B íntimo, corajoso e profundamente pessoal. O álbum consolida a chegada de uma das vozes mais prometedoras da música portuguesa contemporânea, uma artista que traz consigo uma herança musical única e uma perspetiva genuinamente sua.

DE CORPO INTEIRO é um álbum de R&B e Pop com influências portuguesas profundamente enraizadas, construído a partir de letras intimistas e de uma sonoridade envolvente que percorre a vulnerabilidade, a autodescoberta e o crescimento pessoal. O título não poderia ser mais apropriado, MATILDA entrega-se neste disco sem reservas, de corpo inteiro.

O álbum conta já com quatro singles que foram preparando o terreno para este momento, "Inconstante", que marcou a estreia oficial da artista; "Cem Flores", “Meu Norte” e “Miragem”, o mais recente avanço do projeto, agora também disponível na íntegra.

MATILDA cresceu rodeada de música e arte, influenciada por uma família com uma ligação profunda à cultura portuguesa. Longe de se deixar paralisar por essa herança, a artista encontrou nela inspiração para construir um caminho radicalmente seu, após uma jornada de autodescoberta e superação de desafios pessoais que se reflete em cada faixa deste álbum.

"Este álbum de Pop, R&B é íntimo, quase como um diário. É a minha viagem emocional. Cada música revela uma camada, da insegurança à força, da dúvida à aceitação. Na minha música, a vulnerabilidade é vivida de corpo inteiro. Aqui estou a revisitar feridas, desmontar versões antigas de mim e reconstruir-me. 'DE CORPO INTEIRO' fala de ser mulher em todas as suas contradições: sensível, intensa, frágil, consciente, mas acima de tudo poderosa. Ao mesmo tempo, ao longo do álbum, existem histórias de amor. Mas há uma que permanece. É o meu chão no meio do caos, a linha invisível que liga o início ao fim. É uma carta aberta das minhas vulnerabilidades, ao mesmo tempo que procuro encontrar o meu próprio espaço: emocional, físico e artístico, sem pedir permissão. Sobre transformar o que dói em linguagem e o que é silêncio em voz. Este álbum é sobre existir por inteiro.", partilha MATILDA.

Com "DE CORPO INTEIRO", MATILDA afirma-se como uma das artistas mais sensíveis e promissoras da sua geração, pronta para se revelar por completo, de corpo inteiro e sem medo. O álbum será apresentado ao vivo pela primeira vez no dia 28 de maio, no Gracinha, em Lisboa, num concerto que promete ser tão íntimo e verdadeiro quanto o disco que o motivou.

FILIPA BIDARRA COM NOVIDADES





















Filipa Bidarra
- cantora, compositora e atriz de teatro musical, formou-se em Teatro Musical e Performance Musical pela London College of Music (2023), desenvolve o seu trabalho entre o pop alternativo e o storytelling musical. Trabalha também na área de Direção Vocal para várias companhias de teatro em Lisboa. Artista a solo desde 2020, prepara o seu EP de estreia “Therapy Mode” a ser lançado ainda este ano.

Escrito em Londres em 2023, “Won’t You Come Back Now” nasce de um contexto de solidão e procura de identidade artística e pessoal. “Estava a viver sozinha num país tão diferente, sem muito a que me agarrar. Escrever canções foi o meu escape, o meu refúgio.” Projeto desenvolvido nos estúdios MalwareSoundProd com banda acústica: David Jerónimo, Helder Godinho, Miguel Camilo, Ricardo Dikk. Gravado e produzido por David Jerónimo, mistura realizada por João Martins e masterização por Miguel Marques.

“Won’t You Come Back Now” fará parte do EP “Therapy Mode”, onde é explorada uma fase de análise emocional ao longo de uma relação amorosa, convertendo experiências afetivas em registo sonoro. Procura afirmar uma linguagem pop-rock mais narrativa e interpretativa no panorama musical português, valorizando a performance ao vivo, a escrita autoral e a colaboração entre músicos. O projeto representa um passo decisivo no percurso de Filipa Bidarra enquanto criadora e intérprete.

ANDRÉ VIAMONTELANÇA "DE VEZ"





















Mãe, e quando vocês voltam mesmo… de vez?”

Esta pergunta, guardada desde a infância, tornou-se o ponto de partida emocional para um projeto profundamente autobiográfico de André Viamonte, enraizado no desejo de regresso ao lar e na procura da identidade portuguesa, tão comum às comunidades emigrantes. Mais do que uma memória, esta frase encerra a saudade, a ausência e a esperança de um retorno pleno, não apenas físico, mas também emocional e cultural.

“De Vez” nasce assim como um reencontro com o colo familiar, artístico e simbólico. Reúne artistas profundamente admirados por Viamonte: Ana Bacalhau, Mimicat, Matu Miranda, Mari Segura, Janeiro, Pedro do Vale e Paulo Ribeiro — numa fusão de estéticas musicais que celebra autenticidade, pertença e renovação criativa no panorama musical português.

Ao longo do seu percurso, Viamonte foi colecionando encontros, aprendizagens e ligações humanas que moldaram este trabalho. Delas se constrói uma obra de entrega absoluta, onde reencontra o lugar da composição na língua portuguesa, enquanto espaço de identidade, expressão e herança.

Este projeto une música e arte visual, cruzando símbolos de infância de cada artista com a memória pura da criança interior, construindo uma narrativa de partilha, pertença e sensibilidade coletiva. Cada canção estabelece também uma ligação concreta a causas sociais e humanas, através de parcerias com instituições como a ILGA Portugal, o IRA, a Nuvem Vitória, a APAV, o Coração Amarelo, a Casa do Artista e a Crescer, entre outras associações que trabalham diariamente em prol da dignidade, inclusão, proteção e apoio social. Esta dimensão solidária reforça o propósito maior de “De Vez”: transformar a música numa ponte entre emoção, consciência e ação, demonstrando que a arte pode sensibilizar, mobilizar e contribuir ativamente para uma sociedade mais humana.

LUÍS BRAZ TEIXEIRA LANÇA "BONAPARTE"

 











Luís Braz Teixeira
apresenta “BONAPARTE”, um novo single pop/R&B que celebra o entusiasmo das possibilidades amorosas com leveza e boa energia. 

Assente numa base instrumental orgânica, o tema combina sensibilidade contemporânea com uma atmosfera fresca e descontraída. Mais do que uma declaração intensa “BONAPARTE” é um convite a deixar a música fluir, a arriscar no amor e a acreditar que as coisas podem simplesmente resultar.

Entre imagens românticas e metáforas artísticas, Luís capta aquele instante em que tudo começa a ganhar cor — quando um simples gesto muda a direção e a esperança fala mais alto. A interpretação surge espontânea e luminosa, transmitindo a sensação de alguém que se expressa exatamente como sente.

“BONAPARTE” é uma canção sobre energia positiva, sobre deixar acontecer e sobre confiar que, quando a ligação é verdadeira, o resto encontra o seu caminho.

MOZART REINVENTADO EM JAZZ POR MÁRIO LAGINHA


















© Artway/Joana Pereira

Data de edição: 30 maio

Dois dos pianistas de jazz mais destacados do panorama nacional, Mário Laginha e Daniel Bernardes, mergulharam na música de Mozart como fonte de inspiração, recriando, cruzando e transfigurando alguns dos seus temas. São recomposições de peças instrumentais ou vocais, umas vezes reconhecíveis, outras nem tanto, mas em todos os casos resultando em temas brilhantes que os músicos partilham com os seus parceiros de quarteto: Bernardo Moreira no contrabaixo e Joel Silva na bateria, que se conhecem intimamente e têm uma musicalidade instintiva.

O projecto nasceu de uma encomenda do Festival Around Classic, para a criação de um concerto de jazz a partir da música do genial compositor vienense. Sem pôr em causa o respeito absoluto por Mozart, a nova música foi criada com um espírito de liberdade e entusiasmo, e encontra-se no disco “Mozart Transfigurado”: um arrojado conjunto de temas com muito espaço para a improvisação, a editar pela Artway Next no próximo dia 30 de Maio.

NUNO DA CÂMARA PEREIRA APRESENTA "FADO ANSIÃES"

 



















A guitarra “manufacturada” por Nuno da Camara Pereira nasce como o embrião da sua carreira ímpar dedicada ao fado. As flores que a envolvem dão corpo ao amor que o move, e no centro — de onde brotam as notas musicais — surge o útero simbólico, guardando a ode à vida: um recém‑nascido que representa o início de tudo. Se o fado é amor, por vezes perdido, também é a transparência das suas próprias ansiedades.

Ouvir esta guitarra é tornar‑se cúmplice: os sons confundem‑se com a voz do poeta e com o próprio intérprete, menino que regressa à transcendência do seu próprio útero. Não há fado sem cumplicidade.

É neste mesmo gesto criador que surge o novo single “Fado Ansiães”, cuja capa é da autoria do próprio Nuno da Camara Pereira — atualmente aluno do curso de Pintura e Escultura da Cascais School of Arts & Design, onde aprofunda a dimensão plástica que sempre acompanhou o seu percurso artístico. A capa, tal como a guitarra, revela essa fusão entre música, corpo e símbolo: um universo onde a imagem prolonga o fado e o fado devolve sentido à imagem.

No próximo ano, Nuno da Camara Pereira celebra 50 anos de carreira, marco que será assinalado com espetáculos comemorativos a anunciar em breve — um ciclo que promete revisitar a sua obra, revelar novas criações e reafirmar a singularidade de um artista que continua a reinventar‑se sem perder a raiz.

Valle COM NOVO SINGLE





















Valle
lança “cola em mim”, o seu novo single já disponível em todas as plataformas digitais. O tema sucede a “à chuva” e marca mais um momento na evolução artística do músico, aprofundando uma narrativa centrada nas relações, na vulnerabilidade e na intensidade emocional que tem definido o seu percurso no R&B contemporâneo em Portugal.

Em “cola em mim”, Valle constrói um retrato íntimo de uma relação que permanece presa entre dois polos opostos: o desejo de proximidade e o afastamento emocional inevitável. A canção vive desse contraste constante, explorando a saudade e a dependência emocional num contexto em que o toque ainda existe, mas a ligação já não é clara. É um tema que traduz a urgência de dois corpos que continuam a procurar-se, mesmo quando a dúvida sobre o “nós” já se instalou.

A escrita foi desenvolvida por Valle e Tcharo, com composição assinada por Valle, Extrazen, Rodrigo Correia e Jon. O single chega acompanhado por um videoclipe gravado em Paris, com conceito de Mateus da Cunha e Valle, realizado por Mateus da Cunha, e edição de David Oliveira e Valle. O visual prolonga a narrativa da música, explorando a tensão emocional entre presença e ausência através de uma abordagem cinematográfica e simbólica.

Com este lançamento, Valle reforça o seu lugar no panorama do R&B nacional, consolidando uma linguagem artística própria, marcada pela honestidade emocional e por uma estética cada vez mais definida.

cola em mim” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

OS RAIZ LANÇAM NOVO SINGLE “RECADO”





















OS RAIZ revelam “RECADO”, o oitavo single de originais e um momento de viragem artística para o grupo.

Nascidos da amizade, da verdade e de uma ligação profunda à música cantada em português, os OS RAIZ apresentam-se como “uma família alentejana, irmãos de diferentes pais e mães, mas netos da música na nossa língua materna.” É nesse lugar de encontro, entre a emoção, os poemas e a sonoridade Pop contemporânea, que a banda tem vindo a construir um percurso singular no panorama nacional.

Com um registo emotivo e uma identidade musical muito própria, os Os RAIZ cruzam a intensidade das palavras com melodias que vivem da proximidade, da esperança e da verdade que carregam para palco. O grupo tem conquistado públicos de norte a sul do país, destacando-se atuações em importantes palcos nacionais, entre eles o Palco Principal do Festival do Crato.

Desde o single de estreia “OU É OU NÃO É”, lançado em 2021, os OS RAIZ têm vindo a afirmar uma discografia marcada pela honestidade emocional e pela capacidade de transformar experiências profundas em canções. “SIGO O MEU CAMINHO”, “ELA NÃO QUER”, “RECOMEÇAR”, “VAI PASSAR” e “VOU” revelam diferentes capítulos dessa viagem, da introspeção à superação, da vulnerabilidade ao recomeço.

Em 2025, a banda lançou ainda “À PROCURA”, a primeira colaboração da sua história, ao lado de KIKA. O tema trouxe uma nova leveza sonora ao universo da banda, aproximando o POP do R&B.

Agora, os OS RAIZ revelam “RECADO” produzido por Johnny Barbosa, o novo tema apresenta-se como uma canção POP fresca, emocional e dançável, onde um poema intenso e honesto se cruza com uma musicalidade contagiante.

“RECADO” fala sobre aquelas pessoas que deixamos “para depois” ao longo da vida, mas que acabam por regressar para ficar. É uma canção sobre reencontros, memória, amor e tempo.

O novo single está agora disponível em todas as plataformas digitais.

“EU SÓ QUERO A PAZ” ABRE CAMINHO PARA O ÁLBUM AMOR E MAGIA DE SARAH NEGRA QUE SERÁ APRESENTADO AO VIVO NA CASA CAPITÃO DIA 18 DE JUNHO



Sarah Negra (Sara Ribeiro) é uma criadora multidisciplinar, poeta, cantora. Criadora e atriz, cuja obra se afirma pela intensidade, pelo risco e por uma presença artística profundamente magnética. O seu trabalho atravessa música, artes performativas e visuais, construindo um universo onde o corpo, a palavra e a emoção se tornam ferramentas de transformação e confronto e libertação direta com o público.

Com um percurso sólido nas artes performativas, integrou durante mais de uma década a companhia de João Garcia Miguel, apresentando-se em alguns dos mais relevantes palcos e festivais de Portugal, Europa, América do Sul e África. Este percurso internacional consolidou uma linguagem artística singular, marcada pela fisicalidade, pela entrega e por uma relação visceral com o momento performativo. Em teatro, foi distinguida com o Prémio SPA de Melhor Espetáculo do Ano com “Yerma”, reforçando o reconhecimento crítico do seu trabalho.

Paralelamente, colaborou com diversos criadores da cena contemporânea em teatro, televisão e cinema, afirmando uma presença carismática, intensa e difícil de categorizar.

Na música, desenvolve um percurso autoral onde a canção se cruza com a poesia e a performance. Fundadora de projetos como Los Negros e, mais recentemente, Sarah Negra, assume a escrita, composição, voz e direção artística, construindo uma linguagem própria que escapa a géneros e convenções.

No universo de Sarah Negra, cada canção é um ato de presença — um espaço de libertação, tensão e transcendência, aqui ao lado dos músicos Ricardo Martins e Alexandre Bernardo a liberdade é matéria de ascensão.

Após o lançamento do EP “Deus Só” (2025), o seu primeiro álbum de originais Amor E Magia será editado no dia 31 de Maio, um trabalho que consolida a sua identidade enquanto uma das vozes mais singulares da nova criação contemporânea portuguesa. Com apoios da GDA e da SPA, este novo disco expande o seu universo artístico, cruzando música, ritual, política e espiritualidade numa proposta estética intensa, atual e profundamente envolvente.

A escrita de Sarah Negra destaca-se pela sua dimensão poética e performativa, cruzando diferentes línguas e registando uma tensão constante entre contemplação e ação, violência e fragilidade, beleza e destruição.

O novo disco conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo e vídeos de Carlos Miranda. Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígida.

O disco é antecipado pelo novo single “Eu Só Quero a Paz”, uma composiçao que artista descreve:

“É um tema bonito, e é mesmo o que é. Um desejo único para mim, para todos, para tudo: Paz. Mesmo que seja sem mim, depois de mim, comigo, não me importa como. Paz em mim, em ti, em tudo.

É uma canção sobre desaprender para aprender de novo, sobre largar tudo — excesso de ruído, de expectativas, de respostas, de pressa, de provas e conclusões.

Este terceiro single do disco Amor e Magia fala sobre encontrar beleza nas coisas simples, sobre a beleza que nos traz o vazio e a sua imensidão. Há qualquer coisa de oração nesta música, mas também de nascer. É uma nota para lembrar que às vezes perder-se também pode ser uma forma de voltar para casa.”

O concerto de apresentação acontece dia 18 de junho, na Casa Capitão, em Lisboa, assinalando o início de uma nova etapa na trajetória da artista, com ambição de circulação nacional e internacional. Ao vivo, a magia constrói-se entre o rock e o pop de matriz e ascendência cósmica, o pop onírico, lírico e o spoken word, resultando numa experiência imersiva, singular, onde cada canção assume a forma de um manifesto que emana e invoca a liberdade e a expansão coletiva e individual do público.

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PEDRO JÓIA CONVIDA NEY MATOGROSSO NOS 50 ANOS DA FESTA DO AVANTE!

 















Joana César

Pela primeira vez na Festa do Avante!, um encontro absolutamente único promete marcar a 50.ª edição com um dos momentos mais memoráveis do cartaz: O guitarrista e compositor Pedro Jóia convida o artista brasileiro Ney Matogrosso para um concerto irrepetível que cruza geografias, linguagens e sensibilidades artísticas. Uma celebração de uma relação artística de vários anos, a não perder no evento que se realiza entre 4 e 6 de setembro, na Quinta da Atalaia, no Seixal.

De um lado, Pedro Jóia, mestre da guitarra e figura maior da música instrumental, reconhecido internacionalmente pela sua capacidade de dialogar com diferentes tradições. Do outro, Ney Matogrosso, uma das vozes mais intensas e carismáticas da música brasileira, cuja presença em palco é sinónimo de liberdade, expressão e força interpretativa.

Mais do que um encontro pontual, este espetáculo assenta numa relação artística construída ao longo de vários anos. Pedro Jóia e Ney Matogrosso têm colaborado em diferentes contextos, desenvolvendo uma cumplicidade musical rara, num diálogo contínuo entre Portugal e Brasil.

O primeiro encontro artístico aconteceu em 2003, quando Pedro Jóia convidou Ney Matogrosso para participar no álbum "Jacarandá". A afinidade musical revelou-se imediata: a guitarra de Pedro Jóia encontrou na voz teatral e expressiva de Ney um espaço de enorme liberdade estética. A colaboração evoluiu rapidamente para uma parceria continuada. Ney convidou então Pedro Jóia para integrar a sua banda, participação que se prolongou durante cerca de quatro anos. Nesse período, Jóia colaborou nos discos "Vagabundo" (2004) e "Canto em Qualquer Canto" (2005), além das respetivas digressões pelo Brasil. Em 2017, voltaram a atuar juntos num concerto especial no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

O reencontro na 50.ª edição da Festa do Avante! surge, assim, como a celebração desta relação artística, num concerto concebido especialmente para esse palco e que promete muitas outras surpresas — um momento raro de maturidade, cumplicidade e plena liberdade criativa.

Pedro Jóia é um dos mais prestigiados guitarristas e compositores portugueses das últimas décadas. A estreia em disco deu-se há precisamente 30 anos, com “Gaudiano”, seguindo-se “Sueste” (1999), “Variações Sobre Carlos Paredes” (2000) e “Jacarandá” (2003). Em 2008, recebeu o Prémio Carlos Paredes com o álbum “À Espera de Armandinho”. Em 2020, volta a receber o mesmo galardão, desta feita com o disco “Zeca”. “Mosaico” (2024) é o seu mais recente trabalho discográfico, pilar da sua presente digressão a solo por Portugal e pelo mundo.

Ao longo da carreira, Pedro Jóia apresentou-se diversas vezes como solista, em dueto ou trio, com várias orquestras e formações de câmara, e colaborou com destacados nomes da música internacional, nomeadamente no Brasil. Em Portugal, acompanhou grandes intérpretes, explorando novas abordagens ao fado tradicional. Desde 2010, faz parte do coletivo Resistência.
 

FUNK YOU BRASS BAND COM NOVIDADES

















A FUNK YOU BRASS BAND acaba de editar “A New Groove Odyssey”, o primeiro álbum integralmente composto por originais da banda, já disponível nas plataformas digitais e com edição em vinil. A acompanhar o lançamento do disco, o coletivo apresenta também o novo single e respetivo videoclipe “Hot Soup”, com participação especial de Tatanka.

Depois do primeiro avanço com “Red Pumas”, a FUNK YOU BRASS BAND aprofunda agora o universo sonoro que marca este novo ciclo do projeto, afirmando uma abordagem centrada na criação original e numa leitura contemporânea do universo das brass bands. “A New Groove Odyssey” constrói-se como uma viagem sonora que cruza jazz, funk, pop, soul e R&B, mantendo a energia coletiva dos sopros e a dimensão rítmica como elementos centrais da identidade da banda.

“Hot Soup”, tema que acompanha a edição do disco, conta com a participação especial de Tatanka e surge como um dos momentos mais diretos e expansivos do álbum. Com uma sonoridade que cruza funk, rock e soul com a energia das brass bands de New Orleans, o tema desenvolve-se através de grooves contagiantes, riffs marcantes e uma abordagem simultaneamente intensa e descontraída. A música foi composta por Samuel Silva e Pedro Taborda (Tatanka), com letra assinada pelo próprio Tatanka.

O single reforça a linguagem que a banda tem vindo a consolidar ao longo dos últimos anos, cruzando metais, secção rítmica e uma forte ligação à energia de palco. O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado por Nuno Trindade, prolongando visualmente o universo do tema.

Criada em 2010 no distrito de Aveiro, a FUNK YOU BRASS BAND reúne nove músicos oriundos de diferentes contextos musicais, partilhando referências ligadas ao funk, pop e disco, numa aproximação assumida à tradição das brass bands americanas de New Orleans. Ao longo do percurso, o coletivo destacou-se pela capacidade de reinterpretar repertório de artistas como Ray Charles, James Brown, Herbie Hancock, Stevie Wonder, Earth, Wind & Fire, Michael Jackson, Beyoncé ou Bruno Mars, afirmando uma linguagem centrada na secção de sopros, no groove e na dimensão coletiva do espetáculo ao vivo.

Entre momentos relevantes da trajetória da banda, destaca-se a participação, em 2018, no concerto “A Primeira Década” dos HMB, no Campo Pequeno, em Lisboa, bem como a colaboração conjunta na Rádio Comercial. Em 2022, a banda iniciou também o projeto “PT Music Sessions”, dedicado à revisitação da música portuguesa através de versões gravadas em diferentes locais do distrito de Aveiro, culminando na edição de um EP em 2024.

A formação integra Marco Brandão (saxofone alto), Tiago Martins (saxofone tenor), Rodrigo Neves (saxofone barítono), João Pereira e Tiago Rocha (trompetes), Élson Pinho (trombone), Marco Freire (sousafone), Luís Fernandes (bateria) e Luís Santiago (percussão). O disco conta ainda com participações de AMAURA, Gary Alesbrook, GB, Jéssica Pina, João Sêco, Samuel Silva e Tatanka.

A produção executiva de “A New Groove Odyssey” é de João Pereira, com direção musical de Tiago Martins. A produção musical esteve a cargo de Samuel Silva e João Sêco, enquanto a captação foi assegurada por Gonçalo Garcia, Samuel Silva e Rúben Teixeira. A mistura ficou a cargo de Rúben Teixeira (Wakai Studios) e a masterização de Andy VanDette.

O projeto conta com a parceria da Companhia dos Sopros e com o apoio institucional da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto, da DGArtes – Direção-Geral das Artes e da 23 Milhas / Município de Ílhavo.

O disco será apresentado ao vivo já amanhã, dia 23 de maio, na Casa da Cultura de Ílhavo, e contará com as participações especiais de AMAURA, GB e Tatanka.

NOVO SINGLE DE MARIZA LIZ

 



















Marisa Liz
Vício Difícil

“Relatos de Um Coração Confuso” é o novo álbum de originais de Marisa Liz e chegou hoje às plataformas digitais e lojas físicas. O lançamento do novo disco vem acompanhado de um videoclipe oficial para a canção “Vício Difícil”, com realização de André Tentugal.

O tema, que contou com a produção de Marisa Liz, Gui Salgueiro e Tiago Pais Dias, fala de um amor intenso e contraditório, entre a vontade de seguir em frente e a dificuldade de deixar para trás aquilo que ainda se sente. É uma história de dor, memória e esperança, onde amar continua a ser o que dá sentido a tudo.

CRISTINA CLARA REGRESSA COM 'BONANÇA', UM DUETO COM ANTÓNIO ZAMBUJO





















Fotografia: Ana Viotti

O novo tema antecipa o próximo álbum da cantora e autora e chega durante a tour de concertos da artista por países como Estados Unidos, Brasil, Bélgica, Áustria e Bulgária.

Cristina Clara está de volta aos lançamentos com 'Bonança', o primeiro single do seu próximo disco, cuja edição está prevista para outubro deste ano. Depois do primeiro álbum "Lua Adversa", de 2021, a artista inaugura um novo ciclo criativo, no qual se destaca a forma como pensa a canção enquanto território de memória, circulação e reinvenção. Interpretado em dueto com António Zambujo, 'Bonança' tem por base o fado tradicional Alexandrino Antigo e reabre-o num arranjo que recria o ambiente de criação coletiva onde se move, reunindo músicos de Portugal, Brasil e Cabo Verde, revelando um espaço sonoro em que a herança não é matéria fixa, mas impulso vivo - permeável e aberto ao presente.

"Eu já conseguia imaginar esta história na voz do António Zambujo antes de ela acontecer. Há na forma como ele usa as palavras uma naturalidade refrescante - quase como quem conversa dentro da melodia. Contar esta história com ele foi profundamente inspirador e confirmou uma afinidade poética e musical que eu já intuía", revela Cristina Clara.

Com letra da autoria da artista, 'Bonança' nasce de um lugar íntimo com que facilmente nos identificamos: o momento em que uma espera prolongada deixa de ser promessa e se transforma em ocupação, desconforto e excesso. A canção fixa, precisamente, esse instante de rutura - quando libertar o espaço da espera se torna condição para que o vazio volte a ser possibilidade, respiração e movimento.

'Bonança' abre caminho para o próximo longa duração de Cristina Clara, que entende a tradição como matéria viva e a cultura popular como linguagem em permanente transformação. Nesta nova etapa da sua carreira, a artista desenha um universo de escuta sensível e de compromisso, assumindo a direção artística, a seleção do repertório, a construção dos ambientes sonoros, a escolha dos parceiros e também a escrita. Mais do que um alinhamento de canções, o novo álbum propõe uma dramaturgia musical e afetiva. A narrativa que sustenta este novo trabalho nasce da vivência de Cristina Clara no meio musical contemporâneo e dos diferentes contextos artísticos e culturais em que se move.

"O contacto continuado com linguagens e práticas em diferentes lugares faz-me acreditar, cada vez com maior convicção, que a cultura popular persiste não por se manter intacta, mas por conservar a capacidade intrínseca de se deixar atravessar pelo tempo, pelas pessoas e pelas suas vivências e encontros", conta a artista.

Enquanto termina o novo disco, com lançamento previsto para outubro, Cristina Clara atuou em Washington, nos Estados Unidos, a convite da Universidade de Georgetown, passou pelo Antwerp Spring Festival, na Bélgica, e por Viena de Áustria. No próximo mês de junho segue para o Brasil numa tour de várias cidades, à qual se segue uma apresentação no A to Jazz Festival, em Sófia, na Bulgária, em julho.

Cantora e autora com um percurso centrado na criação, interpretação e reconfiguração de repertórios ligados às canções de tradição oral e urbana de Portugal, do Brasil e de Cabo Verde, Cristina Clara tem vindo a afirmar uma linguagem artística própria, assente nesse diálogo entre as origens e a contemporaneidade. Desenvolveu a formação em voz, canto e interpretação teatral no espaço Evoé, em Lisboa. A ligação ao Teatro, com a interpretação do papel de uma fadista em contexto cénico, esteve na origem de um convite para cantar no Café Luso, que marcou o inicio da sua atividade profissional como intérprete.

Em 2021, lançou o primeiro álbum, "Lua Adversa", que articula Fado e Choro. O disco, distinguido pela Antena 1, contou com o apoio do Museu do Fado e teve distribuição digital pela Sony Music. Em 2024, foi uma das autoras convidadas do Festival da Canção, da RTP, onde chegou à final com a canção 'Primavera', cuja letra é da sua autoria e a música do compositor cabo-verdiano Jon Luz. No mesmo ano, foi selecionada para showcase oficial na WOMEX, em Manchester e, em 2025, nomeada para o Upbeat New Talent Award.

Desde então, tem apresentado o seu trabalho em palcos nacionais e internacionais, entre os quais Teatro da Trindade, Centro Cultural de Belém (no ciclo Há Fado no Cais), Festival Santa Casa Alfama, Festival Jardins do Marquês, Centre des Arts Pluriels (Luxemburgo), Casa de Portugal (São Paulo, Brasil), AME (Cabo Verde), Festival MED (Portugal), Festival Glatt & Verkehr (Áustria) ou Antwerp Spring Festival (Bélgica).

Paralelamente à sua atividade artística, desenvolve ações de mediação sob a forma de masterclasses e workshops dedicados às canções tradicionais portuguesas, relacionando-as com práticas de percussão de mão, historicamente associadas ao universo feminino.

LUZA EDITA EP DE ESTREIA "NOVELO"





















Fotografia: Rafaela Lopes
 
Antecipado pelos singles 'Look At Me Now' e 'Eros', o curta duração inclui letras coescritas com autores como IOLANDA, Gui Alface, Carolina Martins e Daniel Drake. O concerto de apresentação será no dia 29 de maio, na icónica sala lisboeta Trumps.

"Novelo" é o primeiro EP do cantor e compositor LUZA, já disponível nas plataformas digitais. Com uma sonoridade Pop contemporânea, o projeto apresenta quatro canções que representam as diferentes etapas da vida - infância, adolescência, idade adulta e velhice -, cada uma delas com as suas próprias emoções, conflitos e descobertas, numa narrativa íntima, contínua e cíclica. "Novelo" foi escrito pelo artista com nomes como IOLANDA, Carolina Martins, Gui Alface e Daniel Drake e produzido maioritariamente por Hits Mike (SYRO, Bárbara Tinoco), bem como por Miguel Valente (Khiaro, aaatchiiim).

Nas palavras de LUZA, "um novelo não é mais do que um fio longo, reunido sobre si mesmo, um emaranhado onde não se distingue facilmente o início, o fim ou o que se esconde pelo meio. Tal como um novelo, a vida é, muitas vezes, marcada pela complexidade e dinâmica da confusão e do caos, um conjunto de acontecimentos que se entrelaçam, nem sempre de forma linear ou perfeita". O artista acrescenta que "quando, em algum momento, nos sentimos perdidos ou confusos, talvez baste parar, respirar fundo e procurar o início do fio do nosso novelo. Ao puxá-lo com calma e paciência, começamos, pouco a pouco, a desfazer os nós e a ver com maior clareza. É também assim que olho para mim enquanto LUZA e para esta nova fase artística. Ao puxar o fio do meu próprio novelo, vou revelando, camada a camada, a minha verdadeira identidade - o eu que esteve escondido, mas que sempre quis encontrar o seu lugar no mundo".

"Novelo" foi antecipado pelos singles 'Look At Me Now' e 'Eros', acompanhados por videoclipes realizados pelo videógrafo João Pereira, que deram a conhecer o universo visual, emocional e estético de LUZA, assim como o seu posicionamento artístico dentro da nova geração da Pop portuguesa.

O EP abre e fecha com 'Novelo I' e 'Novelo II', duas faixas que funcionam como prólogo e epílogo de uma mesma história, reforçando o caracter circular do conceito criado para o curta duração. Pelo meio, LUZA apresenta ‘Moving On’, sobre o impacto do bullying na infância, coescrita com Carolina Martins e Gui Alface; 'Eros', escrita lado a lado com IOLANDA e centrada no conflito entre sentimento e razão durante a adolescência, no despertar emocional e a liberdade de amar sem culpa; ‘Look At Me Now’, o primeiro lançamento de LUZA, que representa a fase adulta e o empoderamento, aceitação, superação e a liberdade de viver sem medo; e ‘Canção do Fim’, uma reflexão melancólica sobre memória, passagem do tempo e o fim da vida.

‘Moving On’, afirma LUZA, "transmite uma mensagem clara de resiliência e autoafirmação e expõe o confronto entre a crítica externa e a construção da identidade, transformando vulnerabilidade em força". Já 'Eros’ é uma canção que fala "sobre aceitação e a coragem para amar quem se ama". 'Look At Me Now' é "um grito de revolta para finalmente tomarmos o rumo das nossas vidas, deixando de querer corresponder às expetativas dos outros". E, finalmente, 'Canção do Fim’ evoca "o fim da vida, conduzindo- nos por uma retrospetiva feita de memórias revividas, num olhar final sobre a própria existência".

Com "Novelo", LUZA apresenta-se como uma das novas vozes do Pop português, num cruzamento entre vulnerabilidade, identidade e atitude, que resulta em canções emocionalmente diretas, atuais e sem filtro, transformando experiências pessoais em narrativas universais e impactantes. Já disponível nas plataformas digitais, o EP será apresentado ao vivo no dia 29 de maio, pelas 00h30, no icónico Trumps, em Lisboa.

LUZA é o projeto artístico de Diogo Almeida. Natural de Sintra, o cantor, compositor e performer com formação em Artes Performativas iniciou a sua trajetória na música com apenas 9 anos e trabalhou em Teatro Musical.

Embora tenha editado música desde 2018 enquanto Diogo Almeida, é em 2025 que surge LUZA - uma versão mais crua, livre e fiel a si próprio. Mais do que um alter ego, LUZA representa tudo aquilo que Diogo nunca se permitiu ser, por medo, insegurança ou necessidade de corresponder às expectativas dos outros. Sem filtros nem concessões, o artista assume uma identidade visual provocadora, marcada por maquilhagem, silhuetas ousadas e uma estética que cruza vulnerabilidade, atitude e liberdade de expressão. O single de estreia, 'Look At Me Now', marcou o arranque desta nova era artística, com uma mensagem de empoderamento, aceitação e superação. Seguiu-se 'Eros', no qual explora o conflito entre sentimento e razão, o despertar emocional e a liberdade de amar sem culpa.

'Look At Me Now' e Eros' antecederam o EP de estreia de LUZA, "Novelo", coescrito com autores como IOLANDA, Gui Alface, Carolina Martins e Daniel Drake e produzido maioritariamente por Hits Mike (SYRO, Bárbara Tinoco), mas também por Miguel Valente (Khiaro, aaatchiiim). Já disponível nas plataformas digitais, o curta duração apresenta quatro canções que representam as diferentes etapas da vida - infância, adolescência, idade adulta e velhice -, transformando experiências pessoais em narrativas Pop intensas, emocionais e profundamente humanas. Com “Novelo”, LUZA afirma-se como uma das novas propostas mais irreverentes e emocionalmente honestas do Pop português, combinando música, imagem e performance numa identidade artística sem medo de ocupar espaço.



NOVO SINGLE DE BADOXA

 



















Chega hoje às plataformas digitais o novo tema de Badoxa com Khiaro, “Volta Meu Bem”, que junta os dois artistas numa homenagem às raízes populares e à multiculturalidade.

Através do ritmo moçambicano Marrabenta, a faixa narra a história de uma mulher que deixa a sua terra rumo à capital em busca de uma vida melhor. Unindo o canto de Portugal à cadência de Moçambique, a colaboração entre amigos celebra os laços inquebráveis entre os dois povos. Um lançamento vibrante e emocional que reforça a identidade africana no panorama musical lusófono atual.

A letra tem autorida de Badoxa, Khiaro e Ricardo Nóbrega, com vozes de Badoxa e Khiaro. A canção tem produção de Badoxa e co-produção de Khiaro.

“Volta Meu Bem” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

SAI HOJE NOVO DISCO DE TERESINHA LANDEIRO

 



















Teatro Tivoli BBVA (Lisboa) a 1 de abril de 2027

“Será que lhe Descobres a Poesia? é o desafio em forma de pergunta escolhido pela artista para título do seu quarto álbum de estúdio, disponível a partir de hoje. Teresinha Landeiro apresenta 12 temas inéditos, onde assume a produção e escrita de grande parte do álbum, mas abrindo convites para artistas como Dino D’Santiago, António Zambujo, Marcelo Camelo, Amaro Freitas, Mimi Froes, Eduardo Cardinho, Orquestra Assintomática e Luísa Sobral. A artista volta ao Teatro Tivoli BBVA (Lisboa) a 1 de abril de 2027.

Neste novo trabalho, Teresinha Landeiro inspira-se diretamente na obra de Alfredo Luz, onde associa uma canção a um quadro do artista, num exercício criativo que junta a escrita de poemas, com a composição musical e a pintura. A artista explora ao longo de 12 temas os seus sentimentos e preocupações, num movimento de exposição e de partilha interior.

O novo videoclipe é dedicado ao tema que dá nome ao álbum. Em “Será que lhe Descobres a Poesia? (Fado Licas), encontramos a profundidade do universo abstrato onde Teresinha Landeiro mergulhou, abrindo assim a porta para o universo do seu quarto disco. “Se um dia eu te mostrar o coração” é o mote de arranque deste fado onde a artista canta para uma flor, deixa-se abraçar e reconfortar numa casa e descose um coração. A realização é de Gonçalo Pelágio. O vídeo antecessor, “Não Partas Hoje” foi o primeiro tema deste novo disco que a artista decidiu partilhar, dando assim inicio a uma nova narrativa através das palavras de Mimi Froes, que assumiu composição e letra.

Para gravação do álbum, a artista contou com Bernardo Couto (guitarra portuguesa), André Ramos (viola de Fado) e Francisco Gaspar (baixo acústico) formam o trio de fado que marca presença na quase totalidade do álbum captado, mixado e masterizado por Fernando Nunes.

Teresinha Landeiro edita assim o seu quarto álbum, contando já com apresentações anunciadas para 2026 em Penamacor (1 junho) e Arraiolos (7 junho), e 2027 no Teatro Tivoli BBVA (Lisboa) a 1 de abril de 2027 (co-produção do Museu do Fado).

ANA LUA CAIANO LANÇA NOVO SINGLE “UMA VIDA A MENOS”





















Créditos - Tiago Nuno

Ana Lua Caiano, cantautora portuguesa que em 2024 surpreendeu o país e o mundo com o seu disco de estreia “Vou Ficar Neste Quadrado”, prepara-se para novos lançamentos. “Uma Vida A Menos” é a primeira canção a ser desvendada de um novo álbum.

A canção “Uma Vida A Menos” descreve o modo como a vida das pessoas está centrada à volta do trabalho, deixando pouco tempo para o descanso e o lazer. Devido à organização dos dias em torno do ofício, as pessoas acabam completamente exaustas e “enterradas” nele: “Há mais homens enterrados no trabalho do que em covas”, canta Ana Lua Caiano em parte da música.

Dias e dias - num ciclo que parece quase perpétuo -, as pessoas vivem agrilhoadas e a ansiar pelos “fins-de- semana, folgas, férias e feriados.” “Uma Vida A Menos” pretende e assume-se como uma chamada de atenção e canta a ânsia pela valorização do tempo livre e a melhoria dos direitos laborais.

O videoclipe, que nasce criativamente da parceria com Joana Caiano, começa num ambiente de trabalho aparentemente típico – num escritório – , porém, o chão do espaço está completamente coberto de terra, representando a ideia de que as pessoas estão soterradas em trabalho. Ao longo do vídeo a ideia de “trabalho” vai sendo desconstruída e torna-se cada vez mais surreal e absurda: imprimem-se alfaces, retiram-se teclas com pinças, digitalizam-se troncos de árvores.

“Uma Vida A Menos” já está disponível em todas as plataformas digitais e o videoclipe que o acompanha encontra-se no YouTube oficial da artista.

O sucessor de “Vou Ficar Neste Quadrado” chega em novembro de 2026, numa edição internacional Glitterbeat Records, um disco que promete ser de letras mais afiadas e de protesto a um mundo cada vez mais inquietante. Munida de um leque cada vez mais eclético de instrumentos e técnicas, Ana Lua Caiano prepara um álbum de estreias: aos sons já característicos de outros lançamentos, junta-se um maior destaque às teclas, piano, sopros, harmonias vocais e um trabalho de sobreposições cada vez mais inquietante e desenfreado. Uma engrenagem ligada e que continua viva e a aumentar de ritmo.

Ana Lua Caiano continua na estrada nos próximos tempos, estando nestes dias em atuações na Croácia e depois passando por Espanha, Itália e Reino Unido, onde atua no WOMAD. Em Portugal a artista atua nos próximos meses em localidades como Almada, Cartaxo, Matosinhos e Cascais (Ageas CoolJazz).

EXOMORTIS AO VIVO NA MARINHA GRANDE





















A banda Exomortis apresenta no dia 13 de junho de 2026, no Clube dos Músicos na Marinha Grande, o seu recente trabalho em vinil, “SeMente”, num concerto especialmente concebidopara assinalar este momento.

Com uma abordagem que se afasta do passado da banda, “SeMente” marca uma nova fase criativa, assente em composições originais em português e numa linguagem que cruza energia e densidade sonora afirmando uma identidade própria. O resultado é um rock alternativo musculado e directo, mas aberto a múltiplas leituras.

Este lançamento surge como afirmação de um percurso independente, desenvolvido fora dos circuitos convencionais e o concerto de apresentação será dos primeiros momentos de contacto integral com este novo repertório em formato ao vivo.

Na noite de 13 de junho, o público poderá adquirir o disco em vinil, “SeMente” pelo valor especial de 20 Exos, sendo que a pré-venda se encontra disponível por 25 Exos com a oferta dos portes de envio, no email exomortis.oficial@gmail.com. No dia do concerto a banda terá mais surpresas no local.

Mais do que um concerto, este será um momento de materialização de um novo ciclo para Exomortis, onde a criação se afirma como necessidade e não como continuidade de fórmulas passadas.

Informação:
Data: 13 de junho de 2026
Local: Clube dos Músicos, Marinha Grande
Formato: Concerto de apresentação + Lançamento de vinil
Vinil: 20 Exos no dia / 25 Exos em pré-venda (oferta de portes)
Banda convidada: Maloio

quinta-feira, 21 de maio de 2026

FESTIVAL N2 COM REFORÇO DE DATA










O Festival N2 regressa ao Jardim Público de Chaves nos dias 26, 27 e 28 de junho, naquela que será a sua 8.ª edição. Depois de sete edições realizadas em agosto, o festival antecipa este ano a sua realização para junho, reforçando a ambição de afirmar o arranque do verão no interior do país através de três dias de música, encontro e celebração cultural.

O cartaz foi oficialmente apresentado hoje, 21 de maio, numa sessão que decorreu no Aquanatur Palace, revelando uma programação marcada pela diversidade artística, pela presença de projetos ibéricos e por uma maior ligação à comunidade local.

Entre os nomes já confirmados para a edição de 2026 encontram-se David Fonseca, Buba Espinho, Fillas da Cassandra e Lavoisier. O cartaz preenche-se ainda com Unsafe Space Garden, Bar Dançante, Miss Universo, S. Pedro, Rumia, Blash e DJWILD, num alinhamento que cruza diferentes linguagens musicais, gerações e geografias.

Um dos principais destaques desta edição passa precisamente pelo reforço da participação da comunidade no próprio desenho artístico do festival.

No dia 27 de junho, Buba Espinho sobe ao palco acompanhado pelo Coro Infanto-Juvenil do Agrupamento de Escolas Júlio Martins e Coro Conexão, num encontro que cruza tradição, território e novas gerações. Já os Lavoisier apresentam, no dia 28, um concerto especial desenvolvido a partir da residência artística realizada em Chaves no final de 2025, envolvendo o Coral de Chaves e o Coral Vicentino.

A programação distribui-se entre o Palco N2, destinado aos concertos principais, e o Palco Paragem, reforçando o compromisso do festival com a descentralização cultural e a criação artística de proximidade.

Ao longo dos três dias, o flaviense DJWILD assume a residência artística do festival, garantindo as transições entre concertos e encerrando a edição de 2026 com um DJ set especial na tarde de 28 de junho.

A edição deste ano conta ainda com a RTP Antena 1 como media partner oficial, reforçando a projeção nacional do evento e a ligação ao conceito de viagem que inspira toda a identidade do Festival N2.

Pela primeira vez, o Festival N2 integra também o Plano Anual de Eventos do Turismo do Porto e Norte de Portugal, reforçando o reconhecimento do evento enquanto proposta cultural e turística relevante para a região Norte. Mantêm-se ainda as parcerias com o Hotel Ibis Styles Chaves, hotel oficial do festival, e com as Termas de Chaves, parceiros associados à experiência de acolhimento e bem-estar proporcionada pelo evento.

Durante a apresentação, Nuno Vaz, presidente da Câmara Municipal de Chaves, destacou a importância do festival para a valorização cultural e turística do concelho: “Este festival representa muito mais do que um cartaz musical: é uma celebração da identidade, da cultura e da ligação à Nacional 2. Queremos continuar a construir um evento inclusivo, agregador e com ambição internacional, capaz de unir artistas, associações locais e todos aqueles que vivem a música com paixão. Sabemos que o caminho traz desafios, curvas e incertezas, mas estamos convencidos de que este é o percurso certo. Porque o mais importante não é apenas chegar ao destino final, mas viver cada etapa com alegria, partilha e sentido de comunidade, promovendo aquilo que nos distingue enquanto território, cultura e povo.”

Já Diogo Martins, da INDIEROR, entidade produtora do festival, salientou a dimensão comunitária da edição de 2026 e explicou a mudança de data do evento: “A mudança para junho representa também uma afirmação do próprio festival. O objetivo é que o público venha a Chaves propositadamente para viver o Festival N2, reforçando a sua capacidade de atração cultural e turística fora do período habitual de maior afluência à cidade.”

Inspirado na Estrada Nacional 2 — a via que liga Portugal de norte a sul — o Festival N2 continua a afirmar-se como um ponto de encontro entre música, identidade e território, consolidando o Jardim Público de Chaves como quilómetro zero de uma viagem cultural cada vez mais abrangente.