1 - Wolkskin - Unmanifested void
2 - Drusuna - An emerald reverie
3 - Urze de Lume - Liturgia da caruma
4 - Karnnos - In the harrowing distance
5 - André Júlio Turquesa - Ninguém
6 - Tio Rex - É como é como é como é
7 - Baleia Baleia Baleia - Auto-extinção
8 - Galgo - Vapor
9 - Cortada - Fossa sética
10 - Polivalente - Senhorio
11 - Mordo Mia - Noz_s
12 - Chat Grp - Engenheiros
13 - Marquise - Passado
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
terça-feira, 13 de outubro de 2026
PROGRAMA DE 13/10/26
SARA MEGRE LANÇA “(NÃO) ’TOU BEM” EM COLABORAÇÃO COM A IVORY THERAPY
“(Não) ’Tou Bem” marca um novo capítulo no percurso de Sara Megre, explorando a complexidade da saúde mental e a dificuldade, tantas vezes silenciosa, de reconhecer e expressar aquilo que sentimos. Com letra da própria artista, a canção nasceu na Cozy Music Studios e mantém a identidade pop e R&B que tem vindo a definir o seu universo musical, contrastando uma sonoridade upbeat e dançável com uma mensagem emocionalmente complexa.
Lançado no Dia Mundial da Saúde Mental, em colaboração com a Ivory Therapy, o single procura sensibilizar para a importância de falar abertamente sobre saúde mental e de criar espaço para as emoções que nem sempre conseguimos verbalizar. Desta parceria nasce também uma peça exclusiva, inspirada na canção e desenvolvida em conjunto com a marca, prolongando a mensagem do tema para além da música.
A acompanhar o lançamento, o videoclipe retrata um dia caótico na vida da artista, que procura responder às exigências do quotidiano enquanto reprime aquilo que sente. Entre tarefas, expectativas e a tentativa de manter tudo sob controlo, a narrativa revela uma exaustão crescente e a possibilidade de estar à beira de um burnout. A imagem torna-se, assim, uma extensão da mensagem da canção, expondo o contraste entre a aparência de normalidade e o que se passa verdadeiramente no nosso interior.
Na sequência de “Incenso” e “Chora por Mim”, Sara Megre dá continuidade à identidade visual que tem vindo a construir, mantendo uma forte componente coreográfica e aprofundando, neste novo vídeo, a interpretação e o storytelling.
Com “(Não) ’Tou Bem”, Sara Megre reafirma a vontade de explorar novas dimensões da sua identidade pop, sem deixar de lado temas que atravessam a experiência de uma geração. Um convite a olhar para aquilo que escondemos, a reconhecer os nossos limites e a perceber que, por vezes, dizer que não estamos bem pode ser o primeiro passo para mudar alguma coisa.
A sua peça exclusiva com a IVORY THERAPY ficará disponível em breve.
"TOUR MARESIA": BÁRBARA BANDEIRA LEVA O UNIVERSO DE LUSA A UM FORMATO ÍNTIMO E ACÚSTICO
Bárbara Bandeira anuncia a Tour Maresia, a sua primeira digressão acústica de auditórios de Lusa. Pensado para uma relação mais próxima com o público, este novo formato transforma o palco numa casa íntima, luminosa e sensível, onde cada canção ganha espaço para ser ouvida de outra forma. A digressão arranca a 18 de dezembro, em Leiria, e passa por Chaves, Santa Maria da Feira, Espinho, Coimbra, Braga, Algarve e Sintra, percorrendo o país de norte a sul até abril.
No centro deste universo está "Maresia", uma instalação inédita assinada por Joana Vasconcelos, criada especialmente para esta digressão. A instalação da artista plástica portuguesa convoca o mar, o croché, os bordados e os canutilhos típicos do norte de Portugal, cruzando memória, artesanato, identidade e fantasia e dá nome a toda a digressão.
A Tour Maresia chega no seguimento de "Lusa", o projeto musical e visual em que Bárbara Bandeira tem vindo a explorar as suas raízes. Pensado em quatro atos, Lusa arrancou em 2025 com "Lusa: Ato I", o EP que deu a conhecer a introdução ao universo Lusa com influências brasileiras, e teve continuidade em "Lusa: Ato II", que celebra a portugalidade e inclui um dueto inédito com Amália Rodrigues. Ao longo deste percurso, Bárbara Bandeira tem cruzado a tradição com o pop moderno, construindo uma ponte entre o passado e o presente.
Antes da venda geral, a Tour Maresia abre uma pré-venda exclusiva de 48 horas, que decorre até 15 de outubro, às 08h59, para os concertos de St.ª Maria da Feira, Coimbra e Braga. Durante este período, quem já faz parte do universo de Bárbara Bandeira pode garantir os bilhetes em primeira mão, escolhendo os melhores lugares antes de todos. O acesso a esta pré-venda, bem como as novidades reveladas em exclusivo sobre a digressão, está reservado a quem se inscrever no website oficial da Tour Maresia. A partir das 09h00 de 15 de outubro, abre a venda geral, disponível para todo o público.
Inspirada no mundo de "Lusa: Ato II", a Tour Maresia abre a porta a um registo mais onírico, visual e emocional. Algumas das canções mais pessoais de Bárbara Bandeira ganham finalmente lugar em concerto na digressão. É neste formato que temas nunca antes apresentados ao vivo encontram espaço para existir, revelando novas camadas das histórias e das emoções que lhes deram origem. Mais do que assistir a um concerto, o público é convidado a entrar em casa e a descobrir o lugar onde nasceu Lusa. Feita de proximidade, detalhe e presença, a Tour Maresia propõe-se criar um encontro entre a artista, a obra, o espaço e quem a escuta.
"Um espaço onde nos encontramos uns com os outros"
Agenda da Tour Maresia:
18 de dezembro - Teatro José Lúcio da Silva, Leiria - BILHETES
23 de janeiro - Casino de Chaves, Chaves - BILHETES EM BREVE
20 de fevereiro - Europarque, St.ª Maria da Feira - BILHETES
06 de março - Casino de Espinho, Espinho - BILHETES EM BREVE
12 de março - Convento São Francisco, Coimbra - BILHETES
13 de março - Forum Braga, Braga - BILHETES
20 de março - Casino de Vilamoura, Algarve - BILHETES EM BREVE
23 de abril - Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra - BILHETES EM BREVE
aBAND'onados AO VIVO
Os aBAND'onados atuam este sábado no Gargântua Bar, um espaço que combina música ao vivo com uma oferta renovada de gastronomia e bebidas
Com um percurso ligado à música original e uma forte energia em palco, os aBAND'onados vão apresentar-se num espaço que tem vindo a reforçar a sua aposta na música ao vivo, integrando-a na dinâmica cultural e de entretenimento do estabelecimento.
O concerto surge também como uma oportunidade para dar a conhecer a nova fase do Gargântua Bar, situado junto ao Castelo de Montemor-o-Velho, num local de referência da zona histórica.
Gargântua Bar aposta numa oferta renovada
Com uma história que remonta a 1992, o Gargântua Bar reabriu em março de 2025, sob a gerência de Duarte Veloso, iniciando uma nova etapa assente num conceito que alia a oferta de bebidas à gastronomia.
O espaço disponibiliza uma ampla seleção de cervejas, gins e cocktails, à qual se juntou uma carta de petiscos que inclui propostas como hambúrgueres e ovos rotos, entre outras opções. A oferta permite desfrutar de uma refeição ligeira ou partilhar petiscos, acompanhados por uma bebida, num ambiente marcado pela localização histórica do estabelecimento.
Além da componente gastronómica, o Gargântua Bar recebe pontualmente concertos e outras iniciativas, procurando dinamizar o espaço através de diferentes propostas de convívio e animação.
O estabelecimento está aberto de segunda-feira a domingo, encerrando à terça-feira para descanso da equipa.
Concerto dos aBAND'onados
Data: sábado, 17 de outubro de 2026
Local: Gargântua Bar
Localidade: Montemor-o-Velho
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FESTIVAIS DE OUTONO DE REGRESSO A AVEIRO
Os Festivais de Outono da Universidade de Aveiro regressam entre 25 de outubro e 27 de novembro para uma 22.ª edição dedicada ao diálogo entre a música e outras formas de expressão artística. Sob o mote “Música +”, a programação reúne 15 concertos e espetáculos e uma mesa-redonda, distribuídos por Aveiro, Águeda, Ílhavo e Oliveira de Azeméis, cruzando nomes como Ana Moura e o Ensemble Mediterrain com diferentes gerações de intérpretes, criação contemporânea e projetos desenvolvidos no contexto da Universidade de Aveiro.
Literatura, pintura, dança, teatro e novos média atravessam uma edição que coloca a música no centro de diferentes relações inter e multidisciplinares. Ao longo de pouco mais de um mês, a programação propõe pintura criada em tempo real, narração e poesia, projeções audiovisuais, dança, eletrónica e um espetáculo concebido para ser ouvido no escuro, estendendo esse diálogo a questões de tradição, património, formação, integração e multiculturalidade.
“A presente edição provoca, de forma intencional, a convivência da música não apenas com outras expressões artísticas como a literatura, a pintura, a dança, o teatro, os novos media, mas também com conceitos mais vastos como tradição, património, formação, integração, inter e multiculturalidade”, explica Pedro Rodrigues, diretor artístico dos Festivais de Outono.
A 22.ª edição arranca a 25 de outubro, às 17h00, no Auditório Renato Araújo da Universidade de Aveiro, com “Illuminations”. Sob direção do maestro convidado Pablo Urbina, a Orquestra Filarmonia das Beiras recebe a soprano Sofia Marafona num programa que aproxima três universos estéticos distintos e os coloca em diálogo com live visuals concebidos por Arianny Cavalcante e Matheus Almeida, estudantes do mestrado em Comunicação Audiovisual para Novos Média.
O concerto de abertura parte de “Metamorphoses... homage à M. C. Escher”, de Luís Carvalho, obra inspirada nas gravuras de M. C. Escher, passando depois por “Les Illuminations”, de Benjamin Britten, sobre poemas de Arthur Rimbaud, e pela Segunda Sinfonia de Louise Farrenc. A relação entre música, palavra e imagem estabelece desde o primeiro momento o princípio que atravessa a edição de 2026.
Dois dias depois, a 27 de outubro, os Festivais de Outono chegam ao Centro de Artes de Águeda com “Da Saudade à Liberdade”, projeto do Quarteto Parnaso com Estefânia Surreira. A partir de arranjos para quarteto de guitarras sobre música de José Afonso, Carlos Paredes, Madredeus, Ferrer Trindade e Armandinho, o espetáculo junta narração, verso dito e improvisação num percurso entre diferentes expressões da música portuguesa.
Ana Moura é um dos nomes em destaque na programação e atua a 31 de outubro, às 21h30, na Caixa UA. A artista apresenta “Casa Guilhermina”, o sétimo álbum da sua discografia e o primeiro em que assumiu responsabilidades de escrita. Editado em 2022, o trabalho marcou uma nova etapa no seu percurso, aproximando diferentes tradições que atravessam a sua música de linguagens contemporâneas e incluindo temas como “Andorinhas”, “Jacarandá”, “Agarra em Mim” e “Arraial Triste”.
A relação entre música e património prossegue a 3 de novembro, na Igreja Carmelita de Aveiro, com “António Acorda António”, recital-conferência de Tiago Matias e Orlando Trindade. O projeto nasce do estudo direto de uma guitarra ibérica de seis ordens pertencente ao Ashmolean Museum, a partir da qual foi construída uma réplica recorrendo a materiais e técnicas do final do século XVIII.
A literatura regressa ao centro da programação a 7 de novembro. No Auditório Renato Araújo, o Ensemble Mediterrain interpreta as “Variações Goldberg”, de Johann Sebastian Bach, na versão para trio de cordas de Dmitri Sitkovetsky. A execução será intercalada por leituras do poema “Bach: Variações Goldberg”, de Jorge de Sena, incluído em “Arte de Música”, aproximando a composição de Bach da resposta literária que inspirou no poeta português.
No dia seguinte, 8 de novembro, o festival desloca-se ao Teatro Vista Alegre, em Ílhavo, para um concerto do Duo Torres Fruscella. Bandoneón e guitarra percorrem diferentes momentos da história do tango, da música associada à dança ao desenvolvimento de uma linguagem destinada à escuta em sala, através de repertório que passa por Carlos Gardel, Aníbal Troilo e Astor Piazzolla.
A criação contemporânea ocupa também um lugar central nesta edição. A 10 de novembro, “Presente(em)mente”, do Ensemble Momentum UA, aproxima obras de compositores dos séculos XX e XXI de estreias mundiais de estudantes de composição do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, estabelecendo um espaço de encontro entre repertório consolidado e uma nova geração de criadores.
Três dias depois, o Perdigão Ensemble apresenta “De tenebris ad lucem sonorum”, uma criação para ensemble e eletrónica que parte do conceito de música acusmática — ouvir os sons sem observar as suas causas. O concerto começa em completa escuridão, evolui progressivamente para a claridade e regressa, nos últimos minutos, à ausência total de luz, deslocando a atenção do público para a própria experiência da escuta.
A formação e a criação desenvolvida no contexto académico prolongam-se a 14 de novembro com “Laureados UA — Prémio Frederico de Freitas”. Alexander Stretile e Victor Canto, vencedores das edições de 2019 e 2026 do Prémio de Interpretação Frederico de Freitas, apresentam no Auditório do Departamento de Comunicação e Arte um recital de piano com obras de Franz Liszt e Sergei Prokofiev.
No dia 15, os Festivais de Outono chegam a Oliveira de Azeméis com “O Canto da Natureza”. O Duo Senza Misura, formado por Ana Ester Santos, na harpa, e Marina Camponês, na flauta, interpreta obras de Jean-Michel Damase, Toru Takemitsu, Sérgio Azevedo e Erik Satie enquanto o aguarelista Carlos Santos Marques pinta ao vivo. O próprio público é convidado a desenhar em tempo real aquilo que a música lhe sugere, transformando o concerto num exercício partilhado entre som e representação visual.
Música e imagem voltam a encontrar-se a 19 de novembro em “Cartografia Sonora Imaginária”, da Companhia de Música Teatral. No Centro de Estudos de Jazz da Universidade de Aveiro, Paulo Maria Rodrigues e Jorge Graça constroem em tempo real um discurso de memórias, imagens, reverberações e provocações, organizado através de quadros cuja concretização depende daquilo que os performers observam e experienciam em palco.
“Pintar a Música”, a 21 de novembro, leva essa relação a outro território. O QCContemporâneo interpreta no Salão Amizade quatro obras de compositores portugueses contemporâneos — Sara Carvalho, João Pedro Oliveira, Amílcar Vasques-Dias e Ana de Ataíde Magalhães — enquanto João Sobreira desenvolve uma pintura ao vivo, captada e projetada em tempo real.
A programação contempla igualmente os públicos mais novos. “Música em Movimento”, no dia 22 de novembro, reúne o violinista André Fonseca, o pianista João Araújo e estudantes do Curso de Dança da Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro. A partir de sonatas de Beethoven e Prokofiev, o concerto para famílias explora a relação entre música e movimento e é aberto a todos os públicos.
A dimensão multicultural da edição ganha particular expressão a 25 de novembro, no Teatro Aveirense, com “Todos os sons vão dar à UA”. O Ensemble Internacional da Universidade de Aveiro reúne onze jovens músicos provenientes da Costa Rica, China, Brasil, Venezuela, Colômbia e Turquia, cruzando instrumentos da tradição ocidental com o xiao, o guzheng, o zhongruan e o bağlama. Constituído por estudantes de diferentes ciclos de ensino, o projeto transforma a diversidade de proveniências e práticas musicais num espaço de encontro e partilha.
O oceano encerra simbolicamente a 22.ª edição. A 27 de novembro, o Teatro Aveirense recebe “O Som da Água”, concerto com endosso da Década das Nações Unidas das Ciências do Oceano para o Desenvolvimento Sustentável 2021-2030. Através de três obras do repertório sinfónico dos séculos XX e XXI, o programa observa o oceano enquanto força natural, ecossistema e espaço de ligação entre culturas, memórias e histórias.
A Orquestra das Beiras e a Orquestra Sinfónica do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro percorrem “Four Sea Interludes”, de Benjamin Britten, “O Sotaque Azul das Águas”, de Luís Tinoco, inspirado na poesia de Manoel de Barros, e “La Mer”, de Claude Debussy, num programa que atravessa diferentes representações musicais do mar.
Antes do concerto de encerramento, às 18h00, o Salão Nobre do Teatro Aveirense acolhe uma das novidades da edição: uma mesa-redonda dedicada à relação entre cultura, literacia oceânica e criação artística. A conversa reúne Susana Sardo, Pró-Reitora para a Cultura, Património Imaterial e Multiculturalidade da Universidade de Aveiro, Luís Menezes Pinheiro, coordenador do Comité Nacional da Década do Oceano, e o compositor Luís Tinoco, com moderação de Pedro Rodrigues.
Entre a música antiga e a criação contemporânea, o fado, o tango, a literatura, a dança, as artes visuais e os novos média, os Festivais de Outono regressam assim em 2026 procurando ampliar aquilo que pode existir em torno da experiência musical. Ao longo de 15 concertos e espetáculos e uma mesa-redonda, “Música +” propõe a música não como uma linguagem isolada, mas como ponto de partida para encontros entre diferentes práticas, gerações, geografias e formas de criação.
A edição de 2026 reforça ainda as medidas de inclusão e acessibilidade iniciadas no ano anterior. No concerto de Ana Moura estarão disponíveis audiodescrição, legendagem em tempo real, interpretação em Língua Gestual Portuguesa, sistema ring loop e dois coletes hápticos destinados a pessoas surdas e/ou com deficiência auditiva. Em todos os concertos, pessoas com deficiência poderão adquirir um bilhete que inclui, pelo mesmo valor, a entrada de uma pessoa acompanhante ou assistente pessoal.
Os bilhetes para os Festivais de Outono variam entre os 4 e os 15 euros, existindo ainda packs família e vários momentos de entrada gratuita. A programação completa, a bilheteira e as informações relativas a cada espetáculo encontram-se disponíveis através do site: https://www.ua.pt/pt/festivaisdeoutono/
COELHO RADIOACTIVO APRESENTA "MINHAS MÃOS"
© Paula Yubero
Se “Fogo Artifício” colocava em confronto a luminosidade da música com a incerteza de um presente onde o passado parece cada vez mais distante e o futuro difícil de antecipar, “Minhas Mãos” dirige o olhar para a capacidade — ou incapacidade — individual de agir perante aquilo que acontece em redor.
A imagem das mãos assume, por isso, um duplo significado ao longo da canção. Num primeiro momento, representam a falta: de sustento, de agência e de poder perante forças que parecem demasiado grandes para poderem ser contrariadas individualmente. Coelho Radioactivo observa um contexto onde aquilo que nos rodeia parece ruir e onde as estruturas do próprio sistema contribuem para aprofundar a miséria, o isolamento e o egoísmo.
É a partir desse lugar mais escuro que “Minhas Mãos” encontra a sua segunda face. As mesmas mãos que parecem incapazes de alterar aquilo que as ultrapassa são também aquelas através das quais se torna possível estabelecer uma ligação com o outro. Sem transformar essa mudança numa resposta definitiva ou numa visão ingenuamente otimista, a canção encontra nos gestos individuais uma possibilidade de resistência à sensação inicial de impotência.
Dar carinho, abraçar, amparar ou simplesmente segurar alguém tornam-se, assim, ações concretas perante uma realidade que frequentemente parece impossível de controlar. Se uma mão traduz a incapacidade de responder ao todo, a outra aponta para aquilo que permanece ao alcance de cada pessoa: cuidar, criar proximidade e procurar um lugar mais empático através da relação com quem está à volta.
O novo trabalho dá continuidade a um percurso iniciado por João Sarnadas em 2007, quando criou Coelho Radioactivo enquanto projeto de cantautor. Desde então, editou trabalhos como “Canções Mortas” e um disco com a sua banda de apoio, Os Plutónios, além de vários singles e EP, e realizou mais de 150 concertos em Portugal.
Paralelamente, João Sarnadas tem desenvolvido atividade em diferentes territórios da criação musical. Faz parte de Flamingos, Well e Montanha e é um dos fundadores de José Pinhal Post-Mortem Experience. O seu percurso cruza ainda a música experimental e improvisada através da Favela Discos, coletivo no qual participou na criação de projetos como Milteto, Vive Les Cônes e Xula Velhos, assim como na programação e desenvolvimento de residências artísticas.
Ao longo dos últimos anos, tem explorado diferentes estratégias de improvisação e abordagens à eletrónica, com particular atenção ao loop, ao drone e à utilização da mesa de mistura enquanto instrumento. O seu trabalho estendeu-se igualmente ao teatro, à dança e à criação de identidades sonoras, incluindo projetos para a CRL – Central Elétrica e para o Batalha Centro de Cinema.
Com “Minhas Mãos”, Coelho Radioactivo apresenta uma nova dimensão do universo de “Anti-Ontem”. Entre a impotência perante aquilo que parece demasiado grande para mudar e a possibilidade de agir através dos gestos mais próximos, João Sarnadas encontra nas mãos uma imagem para aquilo que simultaneamente nos limita e nos permite chegar aos outros.
APRIL IVY COM NOVIDADES
A cantora e compositora nomeada para os Globos de Ouro e os prémios da MTV apresenta um tema da sua autoria e composto e produzido por Filipe Survival. A faixa é a última a ser editada antes do disco, que conta com a colaboração de nomes como João Direitinho, Diana Lima, Diogo Piçarra, Djodje e Jimmy P. O vídeo da canção estreia hoje, pelas 18h00.
‘Vai que é teu’ é o novo single de April Ivy, já está disponível em todas as plataformas digitais. Editada pela Sony Music Portugal, a canção foi escrita e composta pela artista e produzida por Filipe Survival, reconhecido pelas colaborações com nomes como Fernando Daniel, SYRO e Bárbara Tinoco, entre outros. O resultado é uma faixa dance pop que joga com a ironia e o sarcasmo para contar o fim de uma relação sem dramas - ou, pelo menos, sem levar a situação demasiado a sério. April Ivy parte dos hábitos, gostos e referências que ficam depois de uma relação terminar e transforma aquilo que poderia ser apenas memória numa narrativa descontraída, provocadora e divertida sobre as marcas que deixamos uns nos outros.
'Vai que é teu', afirma April Ivy, "é uma música leve, divertida e sarcástica sobre o fim de uma relação. A canção foi inspirada naquela sensação de vermos uma pessoa com quem já estivemos com alguém novo e reconhecermos tudo o que deixámos nessa pessoa".
Sucedendo-se a ‘Olha Nós’, uma colaboração com Djodje, ‘Vai que é teu’ chega acompanhado por um lyric video filmado em Miami. O visual apresenta uma estética retro, com referências ao universo do VHS, que reforçam o lado nostálgico e irreverente da canção.
Com lançamento marcado para 18 de novembro, o aguardado segundo álbum de April Ivy foi escrito pela artista em colaboração com nomes como João Direitinho, Diana Lima, Diogo Piçarra e Jimmy P. Mais do que uma coleção de canções, o longa duração revela uma dimensão íntima e autobiográfica de April Ivy, acompanhando o crescimento pessoal, entre mudanças, escolhas, relações, descobertas e tudo aquilo que ficou pelo caminho. Além disso, é também um retrato sem filtros da evolução da identidade artística da cantora e compositora.
Nas palavras de April Ivy, este é "um álbum autobiográfico, que acompanha o crescimento aos olhos do público de uma menina até se tornar mulher, tanto na vida pessoal como na carreira. Cada música revela um lado diferente dessa evolução, passando por relações, inseguranças, e autodescoberta. Na sonoridade, apresento uma mistura Pop com influências portuguesas e momentos mais orgânicos".
O novo álbum de April Ivy é o sucessor de “game.of.love”, o disco que a apresentou ao grande público e deu origem a êxitos como ‘Shut Up’, ‘Run For Cover’ e ‘Be OK’. Este último tornou-se um fenómeno, liderando as tabelas de airplay das rádios, do Spotify, YouTube e iTunes. O impacto do álbum valeu-lhe nomeações para os prémios MTV, na categoria “Melhor Artista Português”, e para os Globos de Ouro, na categoria “Revelação do Ano”. Agora, April Ivy regressa mais madura, com uma história pessoal e sem medo de ocupar o seu espaço no panorama musical. 'Vai que é teu' está disponível nas plataformas digitais e faz parte da banda sonora da novela "Terra Forte", em exibição na TVI. O vídeo oficial da canção estreia hoje, pelas 18h00, no YouTube da artista.
RAPAZ EGO CELEBRA 10 ANOS DE CARREIRA NUM CONCERTO ESPECIAL
Depois de viajar pelo país com o seu segunda longa-duração Fazer as Pazes, e de esgotar várias salas na apresentação do seu disco, Rapaz Ego promete soprar as velas dos 10 anos de carreira num concerto especial e irrepetível no Capitólio, uma das salas mais emblemáticas da capital portuguesa, no coração do Parque Mayer.
Encabeçado pelo músico Luís Montenegro, Rapaz Ego conta com a sua banda repleta de pérolas — João Borsch na bateria e vozes, Miguel Marôco nos teclados e vozes, Rodrigo Andrade e Sousa nas teclas, percussões e voz e Gonçalo Bicudo no baixo — serão tocadas canções de todos os seus lançamentos, dos dois discos Vida Dupla e Fazer as Pazes passando pelos seus EPs Gente a Mais e Rapaz Ego Canta Durante La Siesta.
Para além de garantir mais de 1h30m de canções e momentos especiais com convidados e surpresas, Rapaz Ego promete lançar duas músicas novas que marcam a viragem para uma nova etapa na carreira.
O artista entrou com o pé direito em 2026, editou Fazer as Pazes, o disco mais pop mas também mais experimental de Rapaz Ego. Dele conhecemos canções como a energética "Tão Perto", a esquiva "Bater de Frente", a honesta “Culpa” ou a eletrizante “Bomba de Fumo”.
Na festa dos 10 anos, além dos temas já referidos, podemos também esperar êxitos de outros tempos como “Quero Tanto”, “Vida Dupla”, “Crime em Tânger”, entre outras.
Os bilhetes estão a partir de agora disponíveis.
Sobre Rapaz Ego:
Rapaz Ego nasceu em 2017, de cesariana — um corte profundo, mas preciso — fruto da falta de auto-estima de Luís Montenegro. Surge da força da raiva, por se tornar maior do que o corpo que o carrega e, por isso, aparece já com percentil de maioridade. Nesse mesmo ano, edita o seu primeiro EP, “Gente a Mais” .
Em 2020, um novo e primoroso EP de música latina é deliciosamente concebido com o título “Rapaz Ego Canta Durante la Siesta” .
Em 2021, apresenta o seu primeiro longa- duração, “Vida Dupla” , com canções icónicas como “Quero Tanto” e “Crime em Tânger” , onde comprova o seu domínio do prog-rock e indie pop. É com este disco que também afirma a sua perícia em palco, dando concertos memoráveis por todo o país — com destaque especial para a performance no Festival Paredes de Coura, em 2022.
Em 2025 começa a fazer o caminho para o próximo longa-duração de originais, “Fazer as Pazes” com singles como “Tão Perto” e “Bater de Frente”. O álbum, com edição Cuca Monga, ficou disponível desde janeiro 2026, e o artista seguiu com uma digressão de apresentação por todo o país, esgotando várias datas incluíndo em Lisboa e no Porto.
OMNILAB + COM INSCRIÇÕES ABERTAS
Estão abertas, até 8 de novembro, as inscrições para a segunda edição do OMNILAB +, o laboratório musical dirigido a músicos com mais de 60 anos. A residência decorre de 23 a 29 de novembro, na Black Box em Leiria.
Durante uma semana, os participantes são acompanhados por mentores especializados e trabalham em conjunto, em modo banda, para criar, partilhar e experimentar ideias musicais e compor um tema original.
O OMNILAB + dirige-se tanto a quem já tocou ou toca como a quem guarda saudades da música e quer voltar a fazê-la em grupo.
Edição Anterior
Na edição inaugural deste projeto recebemos os músicos Vitor Salvino, Cristóvão Santos, Rogério Fonseca e Tó Afonso que em conjunto dedicaram-se de corpo e alma à sua semana de residência de onde saiu o primeiro single Omnichord 60+ “Rock Ingolês”.
OUVIR AQUI
Além do original desenvolvido nesta semana, a residência 60+ contou também com um mini-documentário, realizado pela Casota Collective, que acompanhou o processo de criação dos músicos.
Agora nesta segunda edição procuramos continuar a dar a oportunidade a músicos como estes: que já tiveram contacto com a música no passado e atualmente sentem essa a vontade de voltar a tocar em modo banda.
Este projeto nasce assim como um espaço que se propõe a reacender o gosto por tocar, criar algo novo e a celebrar a música em conjunto, já que tem por base uma ideia simples: a música não tem idade, e a vontade de criar também não.
Universo Omnilab
No dia 20 de novembro, a espera acabou e vamos poder finalmente apresentar as criações do Omnilab #8.
Assim fiquem atentos ao lançamento do original “Ponteiros” e da versão do tema “Superfly” dos Terrible Mistake, assim como de um videoclipe a acompanhar o tema original.
Em dezembro, também há espaço para novidades e animação e já estamos a preparar o segundo concerto Omnilab, que vai reunir em palco os participantes do Omnilab 5, 6, 7 e 8 e a primeira edição do OMNILAB +.
Deixamos aqui as imagens deste momento especial que no ano passado reuniu ao vivo as quatro primeiras edições do Omnilab no palco da Black Box!
Este ano promete ser igualmente mágico, por isso estejam atentos…
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
SOFIA CÂMARA COM NOVO SINGLE
Sofia Camara, artista luso-canadiana, apresenta “Unlike You”, o tema de destaque do novo EP Still Somewhere Here, um trabalho de seis canções que combina pop cinematográfica com uma escrita profundamente pessoal e emotiva.
Com uma sonoridade delicada e envolvente, “Unlike You” acompanha o percurso de quem, depois de se perder numa relação e de começar a questionar a própria identidade, descobre a possibilidade de um amor que aceita e valoriza a sua verdadeira essência.
THE BATELEURS TRAZEM A VISEU O ROCK QUE NÃO PEDE LICENÇA
Depois de uma digressão ibérica que tem levado o quarteto português a várias salas e cidades espanholas, os The Bateleurs regressam a Portugal para uma noite de blues rock à antiga, tocado com nervo, alma e electricidade. A 17 de Outubro, a Fora de Rebanho, em Viseu, recebe uma banda que está a transformar quilómetros de estrada em afirmação musical.
Há bandas que tocam rock. E depois há aquelas que parecem ter percebido que o rock'n'roll não é propriamente uma questão de época, de roupa ou de penteado. É uma questão de atitude. Os The Bateleurs pertencem a esta segunda categoria.
Vindos de Lisboa, com os pés assentes no blues e o olhar virado para a tradição mais eléctrica do rock dos anos 70, os The Bateleurs têm vindo a construir um percurso que se faz à antiga: canções, estrada, salas de concertos e público. Sem atalhos, sem pedir licença e sem a obrigação de caber na playlist de toda a gente.
Em 2026, esse caminho ganhou uma dimensão particularmente expressiva. A digressão The Light on the Road Tour levou a banda por diferentes pontos de Espanha, com passagens por Santander, Villava, Gandía, Castelló de la Plana, Areatza, Ourense, Guadalajara, A Coruña, Pontevedra e Lugo, entre outras paragens anunciadas ao longo do percurso. Uma viagem que confirma a capacidade dos The Bateleurs para atravessar fronteiras e encontrar novos públicos num território onde o rock continua a ter salas, comunidades e gente disposta a ouvi-lo ao vivo.
O motor desta etapa é A Light in the Darkness, o álbum que marca um novo capítulo na história do grupo. Um disco onde o blues rock, a herança setentista e uma abordagem contemporânea se cruzam sem cerimónias. Guitarras incisivas, uma secção rítmica sólida e uma voz que não precisa de pedir desculpa pela intensidade fazem parte da identidade de uma banda que ganha outra dimensão quando sobe ao palco.
E é precisamente ao vivo que tudo faz sentido. Porque o rock, quando é a sério, não se explica inteiramente em ficheiros digitais, não se mede apenas em reproduções e não vive de nostalgia. Precisa de amplificadores, de suor, de proximidade e daquele momento em que uma canção deixa de pertencer exclusivamente a quem a escreveu.
No sábado, 17 de Outubro, às 22h00, os The Bateleurs chegam à Fora de Rebanho, em Viseu, para mais um capítulo desta viagem. A noite conta também com os Devil of a Woman, numa proposta que promete manter a electricidade em alta e os decibéis no sítio certo.
A programação integra ainda o cineclube da casa, com No No, Zuritas Eléctricas e JJ 2000 Fantasmas, numa sessão de homenagem a Zurita de Oliveira. Uma combinação que faz da noite mais do que um concerto: um encontro com diferentes expressões de uma cultura alternativa que continua a encontrar na música e no cinema espaços de liberdade.
Num tempo em que tanta música parece nascer já formatada para desaparecer depressa, os The Bateleurs insistem na velha e boa ideia de que uma banda se constrói em movimento. E que cada palco conta.
A Espanha já faz parte desta história. Agora, é a vez de Viseu aumentar o volume.
THE BATELEURS + DEVIL OF A WOMAN
Sábado, 17 de Outubro de 2026 · 22h00
Fora de Rebanho — Associação Cultural, Viseu
Avenida Emídio Navarro · Complexo do Académico · Loja B · Cave
OVO ESTRELADO E EDIÇÕES DA RUÍNA APRESENTAM #LUZ LEJANA, CÁLIDA NEBLINA" DE MONTES
O novo álbum de Montes tem edição a 28 de Outubro, numa parceria Ovo Estrelado e Edições Da Ruína.
Luz Lejana, Cálida Neblina é o sucessor de Vozes Antenas Fragas (Lovers & Lollypops) de 2021. É o regresso da dupla Arianna Casellas e Kauê Gindri enquanto Montes, após alguns anos de entrega musical em nome próprio, assim como no colectivo Sereias, que os tem levado a incendiar palcos por todo o país.
Em Montes, Arianna e Kauê, abraçam a exploração sónica com guitarras eléctricas, violoncelo amplificado, sopros e camadas de vozes, criando uma teia de texturas, sedutora e arrepiante.
No álbum Luz Lejana, Cálida Neblina há tensão, silêncio, caos e harmonia, numa viagem por mitologias perdidas, como se o vento nos sussurrasse histórias do antigamente.
Concertos de apresentação de Luz Lejana, Cálida Neblina
28 Outubro - RCA, Porto
06 Novembro - Cosmos, Lisboa
08 Novembro - Space Festival, Centro Cultural de Verdoejo, Valença
20 Novembro - Cooperativa Mula, Barreiro
07 Dezembro - CAAA, Guimarães
SENSIBLE SOCCERS EM LISBOA ESTA QUINTA-FEIRA, DIA 15 OUTUBRO
Camminando di Notte, o quinto álbum dos Sensible Soccers, com o selo da 8mm Records, é esta semana apresentado ao vivo no B.Leza em Lisboa. Os bilhetes estão prestes a esgotar.
Os Sensible Soccers são uma das propostas mais singulares da música instrumental portuguesa, cruzando eletrónica e instrumentos orgânicos numa linguagem própria, construída entre a pulsação, a melodia e estruturas em constante progressão.
Formada por André Simão, Hugo Gomes, Manuel Justo e Sérgio Freitas, contando ao vivo com João Nuno Vilaça, a banda editou o primeiro EP em 2011, seguindo-se Fornelo Tapes Vol. 1 e o single “Sofrendo Por Você”. Em 2014 lançou o álbum de estreia, 8, destacado pela imprensa nacional como um dos discos portugueses do ano. Em 2016 editou Villa Soledade, que deu origem a uma extensa digressão em Portugal e no estrangeiro, e, em 2019, Aurora, produzido por B Fachada. Durante a pandemia, o grupo compôs novas bandas sonoras para os filmes Douro, Faina Fluvial e O Pintor e a Cidade, de Manoel de Oliveira, trabalho que deu origem a Manoel, o quarto álbum da banda.
Composto por oito temas, Camminando di Notte chega após a edição de dois EPs de remisturas assinadas por nomes como Mad Professor, Danilo Plessow (Motor City Drum Ensemble), Peaking Lights e Tolouse Low Trax. As remisturas chegaram antes das próprias faixas, abrindo caminho para as versões originais que só agora se revelarão.
O disco está a partir de agora disponível na sua versão stream em todas as plataformas digitais e em breve na sua versão física nas lojas habituais, já se encontrando em pré-venda.
BAPCAT LEVA BAPCAVE SESSIONS À CASA CAPITÃO COM CONVIDADOS SURPRESA
Depois do Porto e Coimbra, o músico e produtor sobe finalmente a palco em Lisboa já dia 30 de outubro, para uma noite de colaborações com alguns dos protagonistas da bapcave.
Tudo começa com uma partilha em estúdio. As bapcave sessions têm vindo a afirmar-se como um espaço de encontro e criação da cena musical nacional. Cada episódio acompanha o músico e produtor enquanto trabalha com artistas, mostrando depois, na íntegra, a canção nascida dessa partilha. Do estúdio para o ecrã, e agora também para o palco, a bapcave faz-se destas ligações.
O projeto materializou-se pela primeira vez num concerto nos Maus Hábitos, no Porto, no início do ano, reunindo muitos dos protagonistas das sessões. No passado dia 01 de outubro, bapcat fez a sua estreia em palco na sua cidade natal, Coimbra, como não podia deixar de ser, com uma passagem pelo NB Coimbra. Agora, é a vez de Lisboa.
Quem vem com ele? Para já, ficam as pistas espalhadas pelas sessões. Há vozes que quem acompanha a bapcave reconhecerá aos primeiros segundos e encontros que ganham outra vida quando saem do estúdio. Os nomes guardam-se para a noite. Até lá, vale a pena voltar aos episódios onde se ouvem nomes como Carolina Deslandes, xtinto, SMORRA, MAR ou Espama Trincana, e tentar adivinhar quem vai passar pela Casa Capitão.
BILHETES JÁ À VENDA EM DICE.FM
NOVO SINGLE DE TIAGO BETTENCOURT
Tiago Bettencourt
Luz No Escuro
Tiago Bettencourt revelou, o novo videoclipe de “Luz no Escuro”, o terceiro single retirado de “Foz”, o seu mais recente álbum, editado em novembro de 2025.
Uma canção sobre a capacidade de encontrar luz onde aparentemente só existe escuridão. Um convite a parar, a olhar de outra forma e a descobrir aquilo que, por vezes, está diante dos nossos olhos, mas que ainda não conseguimos ver.
Nas palavras de Tiago Bettencourt:
“Midríase é o termo médico utilizado para descrever a dilatação da pupila, que no escuro permite a entrada de mais luz. Como os gatos, se nos deixarmos serenar num desorientante breu, talvez vejamos vagamente alguma coisa onde antes víamos nada. Esta música fala sobre isso, e começa com uma descrição literal de uma instalação de James Turrell onde a manipulação da luz, entre o sono e o sonho, nos faz duvidar da nossa perceção. ‘Há luz no escuro’ é uma frase que já ouvimos tantas vezes que pode passar despercebida… mas por vezes, com o devido respirar fundo, faz bem parar nos lugares que nos parecem comuns e deixar que a midríase nos guie.”
O videoclipe de “Luz no Escuro” transporta-nos até Bruson, na Suíça, onde Tiago Bettencourt realizou um retiro artístico. É neste cenário de contemplação e descoberta que se abre uma janela para o ato criativo, para a procura de inspiração e para a construção de um universo sonoro onde a natureza, o silêncio e a introspeção se cruzam. Um olhar sobre o processo de criação e sobre os lugares.
MISS LAVA REEDITAM PRIMEIRO DISCO
Fotografia - André Cardoso
Os Miss Lava nascem no ano de 2005, em Lisboa. Quatro amigos com a mesma paixão e essência, que se resume a fazer rock honesto e genuíno numa dinâmica e sede de criar música focada no stoner rock como resultado descomprometido do exorcismo de quatro almas agitadas.
A música que tocam é densa, quente e intensa capaz de provocar viagens por paisagens bucólicas que rasgam sonhos e inquietações.
Com dois EP's e seis LP’s (cinco originais e um live) na bagagem, a banda teve os seus discos elogiados pela crítica especializada nacional e internacional e já levou os seus concertos exclusivos aos palcos no Reino Unido, Espanha, Alemanha e atuaram em festivais como Stoned From The Underground (Alemanha), Resurrection, Riff Ritual e Stonefest (Espanha), Desertfest London (UK), assim como o Sonic Blast Moledo, Festival Woodrock, Super Bock Super Rock, Rock In Rio Lisboa (Palco Vodafone Showcase), Reverence Valada, Vagos Open Air, Barroselas Metal Fest e a Concentração Motard de Faro. Passaram, também, pelo palco do histórico Whisky a Go-Go em Los Angeles e partilharam o palco com bandas como Queens Of The Stone Age, Graveyard, Ufomammut, Greenleaf, W.A.S.P., Kyuss Lives!, Fu Manchu, Valient Thorr, Entombed, Truckfighters, Slash e muitos mais.
Os Miss Lava são o Johnny Lee na voz, o K. Raffah na guitarra, o Ricardo Ferreira no Baixo, o Pedro Gonçalves na bateria (desde 2021) e o Hugo Jacinto na Guitarra.
Como celebração dos 20 anos de banda, lançaram no ano de 2025 o seu mais recente disco Under A Black Sun, que carrega um peso emocional mais sombrio e pesado do que os seus trabalhos anteriores, o quinto álbum da banda foi lançado pela norte-americana Small Stone Recordings e pela germânica Kozmik Artifactz no dia 25 de abril.
Lançam agora o primeiro álbum da banda Blues For The Dangerous Miles (2009) em vinil com uma nova capa e uma edição limitada de colecionador com o selo da Raging Planet.
Depois do lançamento do EP de estreia, a banda de heavy rock MISS LAVA editou o seu primeiro álbum de originais, Blues For The Dangerous Miles pela Raging Planet no final de 2009.
O trabalho foi produzido por Samuel Rebelo e pela banda, tendo sido ainda misturado e masterizado nos Fascination Street Studios, em Örebro, pelo conceituado Jens Bogren, conhecido pelo seu trabalho com bandas como Opeth, Katatonia ou Paradise Lost. As gravações foram coordenadas pelo co-produtor Samuel Rebelo e por Ricardo Espinha (Fonzie, BlackSunrise, More than A Thousand, etc).
É agora reeditado, pela primeira vez, em vinil, com edição limitada de colecionador. Podem adquiri-lo aqui.
“Oriundos de Lisboa, os Miss Lava produzem um inventivo rock pesado, entre o metal, o stoner e até algum do rock americano mais alternativo. (…) Na sua música há power, groove, melodia.”, in underreview.blogspot.com 30 Jan’10
“… o seu álbum de originais de estreia é uma das melhores coisas que aconteceu ao stoner rock português nos últimos anos.”, in LOUD! Setembro’09
“Blues For The Dangerous Miles” é um petard de rock/metal musculado…”, in LOUD! Out’09
“… Blues For The Dangerous Miles” é um autêntico carrossel sonoro em excesso de velocidade. (…) a força destrutiva da música dos Miss Lava só comprova que eles são homens de barba rija a fazerem em Portugal o que de melhor há na Califórnia.”, in ruído-alternativo.blogspot.com’09
“… a banda respira e transpira Rock.”, in abcdemonium.blogspot.com’09
PIPA DE MA$$A APRESENTA "PIPA$TAR" AO VIVO NA MUSA DE MARVILA
PIPA DE MA$$A prepara-se para a primeira apresentação ao vivo do álbum de estreia "PIPA$TAR". O concerto, integrado no festival Oktober Festa 2026, terá lugar a 17 de outubro, este sábado, pelas 00h00, na Musa de Marvila, em Lisboa, com entrada livre. Após o sucesso dos singles 'papagaio loiro' - viral na rede social TikTok - 'sonhos cor-de-rosa' e 'pop/rock', o primeiro disco de PIPA DE MA$$A apresenta-a ao público português com temas Pop efervescentes, letras singulares e uma colaboração surpreendente com João Borsch e o palhaço Batatinha, conhecido do grande público pelo programa infantil "Batatoon".
Sobre "PIPA$TAR", a artista e DJ conta que "é um álbum pop, mas a minha versão daquilo que um álbum pop pode ser. Nunca pensei vir a ser uma artista pop mas decidi, pela primeira vez, tentar fazer pop comercial de rádio. Falhei redondamente, mas pelo menos fi-lo com alguma falta de respeito pelas regras do género". O título "PIPA$TAR" refere-se à sua "vida imaginária de popstar" e também às "relações, emoções e pequenas situações do quotidiano que, na minha cabeça, com as quais quem me ouve se pode identificar", explica PIPA DE MA$$A.
Em termos sonoros, o álbum apresenta passagens pelo rock, punk, hyperpop, música electrónica, "club music" e "música de circo". A artista mostra "o resultado do que me dá vontade de criar no momento e acho que é essa mistura que dá identidade ao disco. É um álbum para quem gosta de sorrir, dançar e não tem vergonha alheia".
O álbum encerra com a surpreendente colaboração entre PIPA DE MA$$A, João Borsch e o palhaço Batatinha, na faixa 'circo da vida'. "Sou super fã do João Borsch e queria muito ter neste disco algo mais teatral, quase como um musical. A canção fala da minha expectativa do que é ser “industry planted”: e se alguém aparecesse, do nada, com um contrato, uma caneta dourada e dissesse que me ia tornar numa estrela? O álbum é também a minha tentativa de sair da casca e do underground e pôr mais olhos em mim, por isso, achei engraçado imaginar o que seria ser “plantada” na indústria e tudo aquilo que estaria disposta a dar em troca desse sucesso", explica a artista.
Para PIPA DE MA$$A, "a relação que tenho com a indústria é obviamente um circo e a analogia acabou por ser literal. Sou muito ligada a esse universo - até organizo uma festa de palhaços aqui em Berlim -, por isso tornou-se óbvio convidar o Batatinha para participar neste tema. Trabalhar com ele foi absolutamente incrível. É um génio da comédia, uma das minhas maiores inspirações e, provavelmente, a minha primeira popstar favorita".
O álbum é coproduzido por PIPA DE MA$$A e o produtor alemão Baby Rocket - que atua depois do espetáculo da artista, na mesma noite do Oktobert Festa 2026. A artista revela que o conheceu "em Berlim e começámos por criar os singles 'sonhos cor-de-rosa' e 'pop/rock', uma experimentação mais pop comercial, e percebemos que funcionávamos bem e nos divertíamos a trabalhar juntes. O Baby Rocket está mais no universo do hyperpop e club music, enquanto eu tenho referências muito mais diversas", revela PIPA DE MA$$A.
A artista e DJ já se apresentou em vários espaços e festivais nacionais, como Musicbox, Casa Capitão, Faculdade de Belas-Artes, Maus Hábitos, Passos Manuel, Festival Impulso e, internacionalmente, em Berlim, Paris, Londres e Nova Iorque. Sobre a apresentação ao vivo do álbum de estreia em Lisboa, PIPA DE MA$$A conta que "quero muito que o disco ganhe vida ao vivo e que seja uma mistura entre ir ao teatro, a uma rave e ao circo. Vou explorar mais a minha teatralidade, a dança, criar uma experiência bastante imersiva e, acima de tudo, um ambiente seguro e divertido, onde as pessoas se sintam à vontade para serem um bocadinho parvas comigo. O meu único objetivo é divertir-me e ver o público a sorrir e a dançar. Não vou estar sozinha em palco e já estou a preparar algumas surpresas e participações especiais para este circo!".
"PIPA$TAR" já está disponível em todas as plataformas digitais.
Cantora, compositora, produtora e DJ, PIPA DE MA$$A nasceu nos subúrbios de Lisboa. Em contacto com a música desde criança, quando assistia a desenhos animados, ao Batatoon, ou cantava em qualquer lugar, começou o percurso como performer em 2021, com os primeiros DJ sets e experimentações como produtora e cantora.
Um ano depois, 'beto de vilamoura', o primeiro lançamento oficial, tornou-se viral nas redes sociais e deu início ao percurso como artista musical. Seguiram-se 'água fria brrrr', 'sync button', em 2023, e o EP "não foi só uma fase :(", em 2024. A artista e DJ já se apresentou em vários espaços e festivais nacionais, como Musicbox, Casa Capitão, Faculdade de Belas-Artes, Maus Hábitos, Passos Manuel, Festival Impulso e, internacionalmente, em Berlim, Paris, Londres e Nova Iorque. A "maior palhaçada" do seu percurso artístico foi "ter cantado para cerca de 10 mil pessoas na Uber Arena, em Berlim, num espetáculo de circo".
PIPA DE MA$$A reside em Berlim desde 2023, quando quis fugir da precariedade e da crise habitacional em Portugal. Na Alemanha, tem conseguido construir uma vida com mais possibilidades de financiar o próprio trabalho artístico, enquanto trabalha como DJ e babysitter. Em 2026 edita 'papagaio loiro', que rapidamente se tornou viral na plataforma TikTok, seguindo-se 'sonhos cor-de-rosa', 'pop/rock' e 'circo da vida', em colaboração com João Borsch e o palhaço Batatinha. Os temas fazem parte do álbum de estreia "PIPA$TAR", um disco-circo que apresenta a artista ao público português, pronta para todos os aplausos.
sábado, 10 de outubro de 2026
QUE JAZZ É ESTE? REGRESSA ÀS ALDEIAS DE SILGUEIROS DE BODIOSA E VÁRZEA DE CALDE
Depois de uma 14.ª edição marcada pela forte adesão de público e pela vitalidade da nova geração do jazz português, o Que Jazz É Este? prolonga a sua programação para o outono e volta a fazer aquilo que está na sua natureza: deslocar-se, cruzar territórios, aproximar pessoas e colocar a música em lugares onde nem sempre se espera encontrá-la.
Em outubro, o festival sai do centro de Viseu e instala-se em duas freguesias do concelho — Silgueiros de Bodiosa e Várzea de Calde — propondo duas tardes de programação que aproximam o jazz, a música improvisada e outras linguagens artísticas das comunidades locais.
Nos dias 11 de outubro, em Silgueiros de Bodiosa, e 25 de outubro, em Várzea de Calde, cada domingo terá uma programação composta por uma arruada do coletivo Chinfrim, uma conversa aberta que cruza música e ciência e dois concertos, estabelecendo diferentes diálogos entre música, teatro, performance e artes visuais.
O programa começa sempre na rua, com os Chinfrim, coletivo ambulante que transforma o espaço público em palco e leva consigo uma mistura contagiante de dixieland, blues, funk, rock, latin e reggae. A música será também o ponto de partida para duas conversas que procuram abrir outras portas sobre a criação musical, aproximando-a de áreas aparentemente distantes.
Em Silgueiros de Bodiosa, João Paulo André e Carlos Fiolhais conversam com Catarina Machado sobre A Harmonia das Esferas, livro que explora as relações entre música e ciência, da matemática e física à biologia, química, ciências da Terra e do ambiente e ciências da saúde. Uma conversa sobre fenómenos que, embora muitas vezes invisíveis, estão presentes na criação e na perceção musical.
Segue-se Mar Mor + Filipa Fróis, encontro entre o duo de improvisação livre formado por Bruno Pinto e Miguel Rodrigues e a atriz e criadora Filipa Fróis. Música, corpo e palavra cruzam-se num território de improvisação que toma como mote a censura e o controlo do pensamento, numa criação em que os estímulos sonoros e performativos se influenciam mutuamente em tempo real.
A tarde termina com o João Tavares Quinteto, formação composta por cinco jovens músicos da nova geração do jazz português. Liderado pelo trompetista João Tavares, o quinteto apresenta música original e chega a Viseu depois de ter sido distinguido no 6.º Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro com os prémios de Melhor Ensemble e Melhor Arranjo. A sua presença dá continuidade a uma das linhas fortes da programação do festival: acompanhar e dar palco a uma geração de músicos portugueses que está a renovar o jazz nacional com talento, risco e uma identidade própria.
Em Várzea de Calde, a conversa aberta será conduzida por Ana Bento com Nuno Trocado, em torno da tese de doutoramento Analogia na Música e as Metáforas do Organicismo. Pólipos, sementes, rebentos, flores, o som da natureza ou o corpo humano são alguns dos pontos de partida para uma reflexão sobre a relação entre música e organismos e sobre a forma como o pensamento organicista pode ser hoje entendido no contexto da criação musical contemporânea e das práticas improvisatórias.
A relação entre música e imagem estará no centro da atuação de Os Filhos de Hey!, projeto multidisciplinar que junta percussão, eletrónica, objetos e vídeo. Num círculo em que as fronteiras entre causa e efeito se tornam difusas, a imagem gera som e o som gera imagem, numa criação em tempo real com Pedro Melo Alves, João Carlos Pinto e Maria Mónica.
A programação termina com o João Rocha Quarteto, formação criada no âmbito do recital final de licenciatura do baterista João Rocha e composta por Gil Silva, Lucas Oliveira, Gonçalo Cravinho Lopes e João Rocha. Sem instrumento harmónico, o quarteto assume a liberdade e a responsabilidade acrescidas de uma formação em que cada músico ocupa um papel determinante na construção coletiva da música.
Em paralelo ao ciclo de concertos, o Colectivo Gira Sol Azul, sob direção artística de Ana Bento e Bruno Pinto, está a preparar o regresso da Orquestra (In)fusão, projeto de criação coletiva criado em 2015 que procura colocar em contacto diferentes pessoas, organizações e culturas musicais.
Nesta nova edição, a orquestra reúne o Grupo de Cantadeiras de Várzea de Calde, os BodiBombos e o coletivo Batalha da Visa, além dos músicos do Colectivo Gira Sol Azul, numa experiência de criação de repertório original concebido especificamente para esta formação. A (in)fusão de estilos é, mais uma vez, o ponto de partida para uma prática artística baseada na colaboração: fazer em conjunto aquilo que dificilmente se faria da mesma forma a solo.
O projeto terá ainda uma dimensão plástica, através de sessões de residência conduzidas por Mara Maravilha, envolvendo participantes das aldeias e da cidade na criação de elementos cenográficos, figurinos e adereços.
O resultado de todo este processo será apresentado no Teatro Viriato, no dia 22 de dezembro, num concerto que reunirá no mesmo palco músicos de diferentes gerações, tradições musicais e territórios.
O ciclo inclui ainda, no dia 19 de dezembro, um workshop de jazz dirigido a músicos e estudantes de música, orientado pelo guitarrista e pedagogo Luís Lapa, autor de Chave Mestra, livro recentemente publicado que reúne exercícios e ferramentas práticas para a improvisação jazz.
O workshop propõe precisamente a passagem da teoria à prática: experimentar, testar e aplicar as ferramentas apresentadas no livro, num espaço de aprendizagem coletiva que culminará também na apresentação do trabalho desenvolvido.
Entre aldeias e cidade, tradição e experimentação, ciência e música, imagem e som, o ciclo de outono do Que Jazz É Este? mantém a pergunta aberta e leva-a para novos lugares.
Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao donativo consciente.
Mais informações e horários detalhados serão disponibilizados em breve em quejazzeeste.com
https://www.instagram.com/quejazzeeste/
https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
MIMICAT COM NOVAS DATAS
Numa versão mais despida e intimista, MimiCat leva a sua música a diferentes auditórios do país com a Tour "Pouco a Pouco", passando por Braga, Santiago do Cacém, Cartaxo e Alcochete.
Depois de uma vasta passagem em vários palcos, MimiCat prepara-se para apresentar a sua tour em Braga.
Mimicat convida agora o público para um encontro diferente: mais próximo, mais íntimo e mais pessoal. Pensado exclusivamente para auditórios, "Pouco a Pouco" desenha-se num ambiente acolhedor, onde a cenografia ganha contornos de casa e cada elemento em palco contribui para uma sensação de proximidade e partilha. Entre canções, histórias e momentos de conversa, a artista revela-se numa dimensão mais despida, permitindo que cada tema seja vivido com tempo, atenção e verdade.
Nesta tour, não há pressa. Há espaço para sentir, recordar, rir, emocionar-se e criar uma ligação genuína entre artista e público, porque as maiores emoções acontecem precisamente assim: pouco a pouco.
DANIELA SOARES LANÇA O NOVO SINGLE “SOPLACHEGAR”
DANIELA SOARES lança esta semana “SOPLACHEGAR”, o novo single da cantora e compositora, distribuído pela Altafonte. Ouvir | Ver vídeo.
“SOPLACHEGAR” é um tema irreverente e provocador, que fala sobre a vontade de conquistar espaço num cenário que nem sempre está preparado para o que é novo, recusando a ideia de esperar por uma oportunidade: se não há lugar, cria-se um. A canção é um statement sobre acreditar no próprio caminho, lutar pelo lugar que se quer ocupar, e chegar lá sem precisar de passar por cima de alguém (mas também sem pedir licença). É a afirmação de alguém que sabe ao que veio, que acredita no seu lugar e que está disposto a lutar por ele.
Com uma escrita frontal, e uma atitude e sonoridade marcadas pela energia pop-rock, DANIELA SOARES faz dos obstáculos combustível para a sua ambição.
“SOPLACHEGAR” junta-se a "CRISE DE IDENTIDADE" (tema que faz parte da banda-sonora da novelada SIC, “Destino Maior”) e ambos vão integrar o novo EP “potencial desperdiçado”, que estará disponível digitalmente ainda este ano.


















