quinta-feira, 19 de julho de 2018

PROGRAMA DE 19/07/18

1 – Isaura – Closer
2 – Sequin – Queen
3 – Ian – Weired
4 – Mai Kino – The waves
5 – Surma - Plass
6 – Calcutá – Over night
7 – Cassete Pirata – Outro final qualquer
8 – Joana Espadinha - Branco
9 – Henrique Amoroso – Olhos fechados
10 – Éme – Puxa patinha
11 – Sebastião Antunes – Balada do desajeitado
12 – João Berhan – Roupa nova
13 – Corte – Doce lar
14 – Não Simão – Se houvesse vida aqui
15 – Caio - Benedita

NOVO SINGLE DE CUCA ROSETE













PRÓXIMOS CONCERTOS:

JULHO
19 Julho - Cascais Montepio Fado Cascais
20 Julho - Covilhã
22 Julho - Alcáçovas
25 Julho - Coimbra (*participação) - Quinta das Lágrimas
26 Julho - Viena (Áustria)


AGOSTO
2 Agosto - Birmingham
5 Agosto - Albufeira
10 Agosto - Paredes de Coura
11 Agosto - Góis
12 Agosto - Tavernes de Valldigna (ESP)
14 Agosto - Batalha
15 Agosto - Figueira da Foz
17 Agosto - Cáceres (ESP)
18 Agosto - Seia
19 Agosto - Lixa
25 Agosto - Caldas da Rainha
31 Agosto – Mangualde

Mais datas em breve*

RUBEN PORTINHA AO VIVO

Depois das atuações em palcos como o Olga Cadaval, o Auditório Carlos Paredes ou o Clube Sesimbrense, Ruben Portinha aproveita os tempos de verão para apresentar o primeiro disco ao ar livre. As Festas do mar em Cascais, a fortaleza de Santiago em Sesimbra ou o Festival Ser + Cultura Fusion em Sernancelhe são apenas alguns dos pontos de passagem do artista e dos músicos que o acompanham.

Agenda:

20 julho, 22:30h, Popular Alvalade (lisboa) - 4€;

Ver vídeo

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*21 julho, 20:00h, Jantar Solidário Associação Dom Maior, Teatro da Comuna (lisboa) - 14,50€, inscrições pelo e-mail associacao@dommaior.pt;

* Participações de Paula Teixeira, Inês Trevo e Andreia Baleiras.


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28 julho, 22:00h, Festival Freixidam (Sernancelhe, Viseu) - 3€;

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01 agosto, 20:30h, FIARTIL (Estoril) - 1€;

+Info

04 agosto, 22:30, Festival Ser + Cultura Fusion (Sernancelhe, Viseu);

+Info

18 agosto, 20:30h, Festas do Mar (Cascais);

+Info

24 agosto, 22:00h, Sesimbra;

07 setembro, 23:00h, Tokyo (Lisboa) - 5€.

Siga todos os detalhes na página oficial.


AFFÄIRE A GRAVAR NOVO DISCO

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Os hard-rockers nacionais AFFÄIRE estão de volta ao estúdio para gravar o novo álbum “Less Ain’t More”, o sucessor do EP “Neon Gods” (Ragingplanet – PT, 2017) e do álbum de estreia “At First Sight” (Demon Doll Records – EUA, 2015). Ambos responsáveis por encorajadoras reacções na imprensa especializada:

Está de regresso a banda portuguesa que melhor representa a nostalgia sleaze/hard rock Loud!

Este EP só vem comprovar que o quarteto é, atualmente, o nome mais importante do som pesado mais tradicional nacional. Via Nocturna

Affäire look both back and forward, presenting solid ’80s style sleaze for a new generation. Sleaze Roxx

We have to consider that "Neon Gods" may show a promising future for the band’s next full-length album. Metal Temple

“Less Ain’t More” conta com a produção de Ricardo Dikk e será gravado com o apoio de Ricardo Fernandes no Dynamix Studio, em Lisboa.

A edição do novo álbum está prevista para o início de 2019 mesmo não havendo, de momento, compromissos contratuais. Os novos temas seguem a direcção estabelecida pela banda desde o primeiro dia – Sleazy Hard Rock imune às modas passageiras do rock actual– possivelmente com (ainda) mais inspirada nos finais da década de 80, em termos de arranjos.

Tracklist de “Less Ain’t More”:
“Nasty But True”
“Wild Romance”
“Paradise Café”
“Japanese Teaze ‘89”
“Breaking Point”
“South Bay Blues”
“Unsung Heroes”
“Sidewalk To A Red Light”
“Girls Nite Out”

http://www.affaireofficial.com
http://www.facebook.com/affairerocks
http://www,instagram.com/affairerocks

FILHO ÚNICO APRESENTA




















Esta Sexta-feira 20 de Julho seguem as Noites de Verão no Jardim da Galeria Quadrum nos Coruchéus, em Alvalade. Pelas 19h30, e com entrada livre, apresentamos o concerto de Lena D’Água e a Banda Xita, liderada pelo Primeira Dama.

Lena d’Água e a Banda Xita

Em Janeiro deste ano, na Galeria Zé dos Bois, acompanhados por músicos recrutados ao colectivo Xita Records, Primeira Dama e Lena d'Água revisitaram o cancioneiro um do outro, juntando aos clássicos da cantora o ainda fresco repertório de "Histórias por Contar" e "Primeira Dama", discos editados pelo músico em 2016 e 2017. Ícone da pop-rock portuguesa, Lena d’Água começou a cantar na década de 70, ficando pra história como a primeira mulher a integrar uma banda rock como vocalista, neste caso os progressivos Beatnicks. Enturmou-se e potenciou (n)o tecido criativo e editorial da música popular em expansão no dealbar dos 80 e afirmou-se como um dos corpos e almas do convencionado boom do rock português. Primeiro com os Salada de Fruta e depois a Banda Atlântica, antes de se aventurar a solo com exponencial sucesso, sempre apoiada pelo cúmplice criativo Luís Pedro Fonseca, até ao LP “Aguaceiro” de 1987, já composto com um leque de autores convidados. Acercou-se do círculo de músicos do Hot Club de Lisboa no final de uma década 90 difícil e anos depois grava repertório seu e não só com arranjos jazz em “Sempre” que sai com selo Blue Note em 2007. No ano passado viu o single em 12’' vinil “Jardim Zoológico / Tao”, dois temas de 83 e 86 respectivamente, lançado pela neozelandesa Strangelove, para o circuito internacional das reedições de música de dança, que acolheu entusiasticamente as duas canções pop elegantemente exóticas. Esta filha e irmã de dois gigantes que marcaram a história do Benfica apresenta-se no coração do bairro de Alvalade com a Banda Xita, capitaneada por Primeira Dama (nas teclas e voz), e incluindo Inês Matos (na guitarra), António Queiroz (no baixo), João Raposo (nas teclas, voz e electrónica) e Martim Brito (na bateria).

Xita Records bandcamp https://xitarecords.bandcamp.com

Concerto: Lena d’Água e a Banda Xita
Local: Noites de Verão no Jardim dos Coruchéus
Data: 20 de Julho
Horário: 19h30
Entrada: LIVRE

Uma co-produção da Filho Único com a EGEAC, Galerias Municipais de Lisboa e o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.

LUÍS ANTERO NAS ALDEIAS DO XISTO




















Foi lançado ontem, 18 de julho, no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Escuta, o trabalho “Xisto

Sonoro - Paisagens Sonoras da Rede das Aldeias do Xisto”, da autoria do paisagista sonoro Luís Antero.
Este trabalho artístico, disponível para audição integral na plataforma do artista, em www.luisantero.bandcamp.com, remonta a 2013 e vê agora, em formato integral (depois de ter ficado disponível no site das Aldeias do Xisto em 2017), a luz do dia.
 
O trabalho artístico que aqui se apresenta foi realizado com base em algumas das paisagens e marcos sonoros das Aldeias do Xisto, recorrendo, para o efeito, a gravações sonoras de campo.
Num total de 24 faixas sonoras (as aldeias de Janeiro de Baixo e Janeiro de Cima e as de Candal, Casal Novo e Chiqueiro estão agrupadas em duas faixas, respectivamente), este trabalho é um retrato sonoro único das Aldeias do Xisto.
 
Percorreram-se as aldeias em busca das suas sonoridades características, dos seus marcos sonoros, dos sons que as definem e as distinguem de outras aldeias no contexto rural do Portugal contemporâneo. Por outro lado, através destas paisagens sonoras, podemos também perceber o que estas aldeias têm em comum com outras situadas no mesmo território.
 
O bater das horas do relógio da torre da igreja, por exemplo, parece-nos ser uma sonoridade comum a muitas aldeias do país, mas as 1620 badaladas ininterruptas (aproximadamente uma hora e vinte minutos) do sino da Torre da Paz, na Aldeia do Xisto da Benfeita (Arganil), no dia 7 de maio de cada ano, parece-nos ser, neste âmbito, algo único e original.
 
É esta originalidade, esta autenticidade, esta ancestralidade também, que conferem às Aldeias do Xisto um mosaico sonoro único do nosso Portugal rural. Percorrer acusticamente estas aldeias é, na maior parte das vezes, encontrar ainda os sons antigos que as povoavam e com eles a história dos lugares e das pessoas que deles faziam parte.
 
É uma viagem o que aqui se propõem, tal como é necessário viajar para conhecer toda esta rede. A nossa proposta, claro está, é uma viagem sensitiva, na companhia do som, e através dela a descoberta de um conjunto de aldeias únicas e vitais no território em que se inserem.

Luís Antero
18 de julho de 2018

O GAJO AO VIVO




















vai estar esta Sexta-feira dia 20 de julho na festa grande de Odemira.

A FACECO acontece em São Teotónio nos dias 20, 21 e 22 de Julho e O GAJO actua no dia 20 às 20:30h no Palco Tradição.

PRÓXIMAS PARAGENS:

27 Julho - Festival BOOM - Idanha-a-Nova

28 Julho - EALive - Évora

5 Agosto - FIAR - Palmela

11 Agosto - Festival Bons Sons - Cem Soldos - Tomar

13 Setembro - Sala Estúdio - Teatro Aveirense - Aveiro

14 Setembro - Festival Chocalhos - Fundão

15 Setembro - Festival Viana Bate Forte - Viana do Castelo

O SOL DA CAPARICA








Veteranos, consagrados e estreantes, todos cabem no Sol da Caparica, com grandes espectáculos de: Peste & Sida, Jorge Palma, GNR e UHF!

Gigantes com história ao vivo n’O Sol da Caparica!
 
Jorge Palma começou ainda nos anos 70, depois da revolução, a cruzar as lições dos mestres da música de intervenção com os sons elétricos do seu tempo.

 Os UHF e GNR integraram a leva do arranque dos anos 80 que ficou conhecida como Boom do Rock Português, momento que inspirou os Peste & Sida, grupo que haveria de marcar o final dos anos 80 e o arranque dos anos 90 com a sua versão enérgica e bem-disposta do punk.

 Todos juntos, Palma e os GNR, UHF e os Peste, ofereceram à nossa memória coletiva algumas das mais incríveis canções que já todos tivemos o prazer de cantar a plenos pulmões. Vai ser assim, de novo, n' O Sol da Caparica, entre os próximos dias 16, 17 e 18 de agosto.
Os Peste & Sida deram um Hino à Costa da Caparica!

Estrearam-se em álbum em 1987 com Veneno e nos anos seguintes revelaram-se imparáveis com uma série de registos que são hoje vistos como clássicos do nosso punk rock: Portem-se Bem, Peste & Sida É Que é ou Eles Andam Aí, afirmando-se como nome incontornável do nosso panorama elétrico.
 
Logo em 1989 ofereceram à nossa história o clássico "Sol da Caparica", hino ao Verão, à amizade, à diversão e à boa disposição que se tornou um clássico gigante, sempre obrigatório em concertos. E, claro, uma inspiração para o nome do nosso festival.

 Ao vivo na Caparica no dia 16 de agosto, os Peste & Sida vão assinar um momento histórico, convidando para o palco praticamente todos os músicos que fizeram a sua longa história de mais de três décadas para, todos juntos, cantarem as canções que se foram instalando na memória de todos, de "Furo na cabeça" a "Reggaecida", "Está na Tua Mão", "Paulinha" ou "Gingão". E claro que se prevê momento apoteótico quando "Sol da Caparica" for entoado a uma só voz pelos muitos milhares que certamente não quererão perder esta oportunidade singular de ver e aplaudir os Peste & Sida.
Jorge Palma só e bem acompanhado pelas suas canções em momento especial do Sol da Caparica!

Quando se estreou, aos 25 anos, com o clássico Com Uma Viagem na Palma da Mão, Jorge Palma já tinha vivido Vilar de Mouros e uma revolução, já tinha viajado e colhido inspiração no Lou Reed e Leonard Cohen, nos Beatles e no Bob Dylan.

 Depois vieram o Sérgio Godinho e o José Mário Branco, as mensagens e a poesia de Ary dos Santos, e tudo o inspirou a criar, ao longo das décadas seguintes, as suas próprias canções, tantas que o público português foi sempre aplaudindo com fervor, transformando-o num dos mais queridos artistas portugueses.

 Agora, no dia 16 de agosto, ao vivo n' O Sol da Caparica, Jorge Palma vai protagonizar um momento especial quando se apresentar sozinho ao piano, com as suas memórias e as suas canções que todos sabemos de cor.

Canções que o elevaram ao estatuto de um dos mais respeitados e aplaudidos cantautores portugueses de sempre, inspiração para muitos dos seus pares.

Este concerto é um dos mais especiais da sua longa carreira, um encontro íntimo entre um autor e a sua obra, em frente do público que sempre o acarinhou.
UHF jogam em casa na margem onde tudo começou!

São grandes embaixadores da margem sul, os veteranos UHF, grupo de Almada, que conhece bem a Costa de Caparica, as suas gentes e as suas histórias. Foi com sonhos elétricos feitos de canções e de rock que os UHF deram os primeiros passos, fazendo de salas como Incrível Almadense ou o Rock Rendez Vous uma espécie de laboratórios onde afinaram a fórmula de um rock poético e musculado que obteve enorme sucesso logo quando se estrearam com o clássico álbum À Flor da Pele.

 Sobre a vinda ao festival O Sol da Caparica, no dia 17 de Agosto, António Manuel Ribeiro, o histórico e carismático líder do grupo de "A Minha Geração", disse à revista Blitz: " O que acontece de sucesso com o Sol da Caparica é que foi logo sucesso no primeiro ano. Conseguiu logo guindar-se a uma posição de festival de referência. É que o Sol da Caparica, utilizando música portuguesa, reflete os concertos cheios que nós todos temos. Os Xutos têm os concertos cheios, os UHF têm os concertos cheios, os Resistência têm os concertos cheios, ou o Carlão tem os concertos cheios. Ali reflete-se aquilo que acontece em todo o país".

ALA DOS NAMORADOS EM LOULÉ

quarta-feira, 18 de julho de 2018

PROGRAMA DE 18/07/18

1 - Wipeout Beat - Underdog
2 - The Twist Connection - Blind spot
3 - The Lemon Lovers - Half blind
4 - Mishlawi x Richie Campbell x Plutónio - Rain
5 - Luís Severo - Cabeça de vento
6 - Katia Guerreiro - Quem diria (com José Mário Branco)
7 - O Gajo - Miradouro da batucada
8 - Joana Espadinha - Amnésia
9 - Cassete Pirata - Outro final qualquer
10 - We Find You - Lembra (versão acústica)
11 - João Gentil - Celos (com Rita Marques)
12 - Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo - Mentol
13 - Zorba - Hora p'ra viver
14 - Linda Martini - Quase se fez uma casa
15 - Pás de Problème - Trippin' like Johnny

FOGO FOGO AO VIVO




















Fogo Fogo, projeto que regularmente faz explodir, com incontrolável energia, a pista de dança da Casa Independente, apresenta o seu mais recente EP "Nha Cutelo" no próximo dia 20 de julho no Festival Músicas do Mundo (FMM) em Porto Covo.

Depois de apresentarem o seu novo EP, que conta com as primeiras músicas originais do grupo, na Casa Independente e no NOS Primavera Sound, os Fogo Fogo arrancaram com a sua digressão de verão, passando agora por um dos mais importantes festivais do género musicas do mundo, o FMM. A atuação da banda começa às 00h00 da noite de 20 de julho - 2.ª noite do Festival.

Nha Cutelo está à venda em lojas de discos independentes e na Casa Independente em Lisboa, sítio tão especial para o coletivo e que acolheu também o concerto de apresentação do EP no dia do seu lançamento: 3 junho.

Os Fogo Fogo tocam depois no Boom Festival em Idanha-a-Nova, Évora, Guimarães e na Ilha de S. Miguel, Açores, no Azores Burning Summer.

terça-feira, 17 de julho de 2018

EM PAREDES DE COURA




















Os Barry White Gone Wrong vão receber o público do mítico Vodafone Paredes de Coura com um concerto no festival Sobe à Vila, já no dia 12 de Agosto.

A par de nomes como 10 000 russos, The Black Wizards ou The Lemon Lovers, Peter de Cuyper e companhia vão levar o seu “Tornado” ao palco do warm-up mais aclamado do país, antes da abertura oficial do festival na Praia Fluvial do Taboão.

PROGRAMA DE 17/07/18

1 - Joana Barra Vaz - A demora
entrevista Joana Barra Vaz
2 - Joana Barra Vaz - Ilhas são demais
3 - Joana Espadinha - Phoenix
4 - Cassete Pirata - Outro final qualquer
5 - Lince - It feels like looking at sculptures
6 - April Marmara - Blossoms
7 - Xerife - Só tu e eu
8 - Fitacola - Fio da navalha
9 - Huggs - Take my hand
10 - Can Cun - Groundhog day

NOVO SINGLE DE NOWHERE TO BE FOUND




















Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Japão, Austrália. Apenas alguns dos países em que o novo single 'Closer' dos Nowhere To Be Found foi notícia, apesar da banição das principais plataformas sociais​ ao vídeo oficial da versão do single mais conhecido dos The Chainsmokers.

Considerado pelo Facebook, Instagram ou Google como contendo imagens ​de natureza sensível ou ​ofensiva, os fãs responderam em massa ao lançamento em versão de autor com muitas partilhas.

O vídeo não censurado de 'Closer' está agora disponivel no Vimeo.

No dia 21 julho às 22h00, a banda irá apresentar o seu novo som no Santa Cruz Ocean Spirit, Torres Vedras.
 

Uncensored - The Chainsmokers - Closer ft. Halsey (Metal Cover by Nowhere To Be Found) from Nowhere To Be Found on Vimeo.

NOVO TEMA DE MISHLAWI, RICHIE CAMPBELL E PLUTONIO




















Mishlawi, Richie Campbell e Plutonio juntam-se em "Rain", uma música lançada pela Bridgetown no seu canal de YouTube e que agora chega a todas as plataformas. Depois de várias colaborações, é a primeira vez que os três artistas se juntam numa música.

Com videoclip realizado pelos suspeitos do costume - Pedro Dias e Pluma - "Rain" é o primeiro lançamento de uma música pelo canal Bridgetown Media, que se dedica a conteúdos exclusivos da Bridgetown.

Redes sociais Mishlawi:

Facebook: https://www.facebook.com/mishlawimusic/
Instagram: https://www.instagram.com/mishlawi/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCZr4tYzHEAx6cBxdkpfx7-A

SONOSCOPIA POR AÍ














Fora de Portas: Filho da Mãe, Pedro Melo Alves e Will Guthrie com David Maranha são os três concertos que encerram mais um ano de Pôr-do-Sol nas Virtudes, que em 2018 contou com sonoridades exploratórias de artistas tão especiais como Lucrecia Dalt, Paolo Angeli ou Spires That In The Sunset Rise. De 17 a 22 de Julho em Coimbra, a Sonoscopia estará presente no festival Dar a Ouvir, que volta a ter como ponto de partida as paisagens sonoras da cidade. Iremos apresentar a oficina Atlas de Instrumentos Utópicos, o percurso sonoro INsono: o ouvido secreto das plantas e o concerto do Srosh Ensemble, acompanhado com um jantar cozinhado pelos próprios músicos. Depois de três edições confinadas ao limitado espaço físico da Sonoscopia, o No Noise expande este ano o conceito de "Menor Festival de Verão" para uma área bastante mais vasta e uma programação que inclui concertos, instalações sonoras, bancas com edições independentes e um espaço dedicado às crianças, o Kindernoise. Para manter a coesão territorial e ética na abordagem DIY que caracteriza o festival, este ano o No Noise será no Convento de Francos, no Porto, um espaço com cerca de 6000 m2 com inúmeras salas e um grande espaço verde que é habitado diariamente por três galinhas e uma simpática família de quatro cabras. É no próximo dia 4 de Agosto e os bilhetes estão à venda na Bunker, na Louie Louie e na Matéria Prima, no Porto. Todos os detalhes mais abaixo!

ATÉ 03 AGOSTO 2018
Pôr-do-Sol nas Virtudes
Borja Flames / Spires That In The Sunset Rise / Filho da Mãe / Pedro Melo Alves / Will Guthrie & David Maranha
Porto / Jardins da Cooperativa Árvore / 19:00
CONCERTOS / ENTRADA LIVRE

A Cooperativa Árvore e a Sonoscopia propõem mais uma edição do Pôr-do-Sol nas Virtudes. Todas as sextas-feiras de 15 de Junho a 3 de Agosto, nos intimistas jardins da Cooperativa Árvore, podem-se ouvir algumas propostas musicais criteriosamente escolhidas para este local emblemático. O pôr-do-sol sobre o rio Douro adquire assim novas cores e texturas, envoltas pelas sonoridades exploratórias de artistas tão especiais como Lucrecia Dalt, Paolo Angeli ou Spires That In The Sunset Rise.

06 Julho: Borja Flames (fr)
13 Julho: Spires That In The Sunset Rise (us)
20 Julho: Filho da Mãe (pt)
27 Julho: Pedro Melo Alves (pt)
03 Agosto: Will Guthrie (au) & David Maranha (PT)

17 - 19 JULHO 2018
Atlas de Instrumentos Utópicos
Coimbra / Convento São Francisco / 18:00
OFICINA

19 - 22 JULHO 2018
INsono: o ouvido secreto das plantas
Coimbra / Jardim Botânico da Universidade de Coimbra / 10:00 - 19:00
PERCURSO SONORO

19 JULHO 2018
Srosh Ensemble
Coimbra / Convento São Francisco / 19:00
CONCERTO + JANTAR
 
Dar a Ouvir. Paisagens Sonoras da Cidade
 
A edição deste ano do Dar a Ouvir volta a ter como ponto de partida as paisagens sonoras da cidade. Com este sentido, entre os dias 1 de Julho e 2 de Setembro, há um percurso sonoro na cidade para descobrir, que liga o Convento São Francisco ao Jardim Botânico, com passagem pelo Parque Manuel Braga, junto ao Museu da Água. Além das instalações sonoras apresentadas, o percurso explora as paisagens e ambientes sonoros dos lugares, oferecendo ao visitante a possibilidade de os experienciar numa perspetiva a que raramente somos sensíveis. À semelhança do que aconteceu na primeira edição em 2017, este ano o Convento São Francisco continuará a ser um lugar privilegiado para escutar as paisagens sonoras que vão soar e ressoar no Dar a Ouvir. Na sua segunda edição, procura ampliar as linhas de programação, ancorada na temática da natureza, transversal a todas as propostas artísticas apresentadas, numa programação a evocar a concepção de “paisagem sonora natural” elaborada pelo compositor e investigador de ambientes sonoros Murray Shafer. Os argumentos e referências de grande riqueza e originalidade que o autor convoca da literatura, música, artes e ciência, foram um mote inspirador para a programação que agora se apresenta. Projecto desenvolvido pelo Serviço Educativo do Jazz ao Centro em coorganização com o Município de Coimbra.
 
04 AGOSTO 2018
No Noise #4
Porto / Convento de Francos / 11:00 - 23:00
FESTIVAL DE MÚSICA EXPERIMENTAL & DIY

Info + Bilhetes
Bilhetes: 12# Venda antecipada / 15# Próprio dia
Locais de venda: Bunker Store, Louie Louie, Bunker Store e Matéria Prima
Morada: Convento de Francos - R. Travagem 390, Porto
(em frente à paragem de metro de Francos)
Comida gratuita / Entrada livre para crianças

Concertos
David Maranha & João Alves (pt) / dUAS sEMI cOLCHEIAS iNVERTIDAS (pt) / Ignaz Schick (de) / Ignaz Schick & Pedro Serrano (de/pt) / Innassaah Duo (nl/pt) / João Pais Filipe (pt) / Krake (pt) / Parpar (pt) / Paul Abbott & Keira Greene (uk/pt) / Paulo Eno e os Rantanplónicos (pt) / RRR (fr/pt) / Stereoboy (pt) / Thea Soti, Mike McCormick & Mascha Corman (de/ca) / Will Guthrie (au)

Instalações Sonoras
Draper Point / Otolith Organs (Sonoscopia)
Sandes (Maria Mónica & Jorge Queijo)

Kindernoise
Actividades para crianças vanguardistas com
Teatro de Ferro: Os extraterrestres, workshop de construção e manipulação de marionetas.
Erva Daninha: 1.5ºC Ponto de Equilíbrio, espectáculo de novo circo.
Oficina Arara: Oficina de construção de máscaras.

Depois de três edições confinadas ao limitado espaço físico da Sonoscopia, o No Noise expande este ano o conceito de menor festival de Verão para uma área bastante mais vasta e uma programação alargada que inclui concertos, instalações sonoras, bancas com edições independentes e um espaço dedicado às crianças do futuro - o Kindernoise. Para manter uma coesão territorial e ética na abordagem DIY que caracteriza este festival, este ano estaremos no Convento de Francos, um espaço com cerca de 6000 metros quadrados com inúmeras salas e um grande espaço verde que é habitado diariamente por três galinhas e uma simpática família de quatro cabras. Contrariamente à tendência de transformação de espaços devolutos da cidade em grandes empreendimentos turísticos, este convento que está a ser lentamente recuperado por uma pequena associação de fieis e será transformado num centro de espiritualidade, tolerância religiosa e cultura, assume-se assim como um espaço aberto à população e onde podemos usufruir de uma calma e silêncio raros nos meios urbanos. Em sintonia e em paralelo com este espaço, introduzimos várias novidades na edição deste ano do No Noise, que se irá iniciar logo pela manhã com o Kindernoise, um espaço dedicado aos vanguardistas mais novos, com workshops, teatro de marionetas, música e circo. Ao longo do dia haverá quinze pequenos concertos distribuídos por vários pontos do convento onde se poderão ouvir alguns nomes consagrados da música experimental como Will Guthrie, Ignaz Schick ou os portugueses David Maranha e Paulo Eno. Durante todo o festival haverá também em permanência várias instalações sonoras, bancas de edições independentes e uma selecção gastronómica para todos os gostos.

Pairando sobre toda o oferta cultural estará também o espírito veranil, onde a brisa marítima é substituída pelo fresco aroma do grande jardim que envolve o convento. Apesar do crescimento, o No Noise mantém-se como pequeno festival feito para os músicos e para o público. Acreditamos ser ainda possível ligar as comunidades através da música e deixar de parte toda a teia de realidade burocrática e económica que acaba por envolver a maior parte dos eventos culturais. Nesta perspectiva, o No Noise é um não-festival, um ponto de encontro e de debate internacional em torno do experimentalismo.
 
A Sonoscopia estará presente com a oficina Atlas de Instrumentos Utópicos, o percurso sonoro INsono: o ouvido secreto das plantas e o concerto/jantar de Srosh Ensemble.

A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projectos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos interdisciplinares com a literatura, a dança, o teatro e as artes visuais. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 500 eventos, criações artísticas, actividades pedagógicas e publicações. Esteve presente em cerca de 20 países europeus, bem como em geografias tão distantes quanto os Estados Unidos, o Líbano, o Japão, a Tunísia ou os Emirados Árabes Unidos. Acolheu no seu espaço no Porto, concertos, criações e residências de centenas de artistas de todo o mundo, sendo uma referência a nível europeu na música experimental, improvisada e electroacústica.

Rua da Prelada 33
4250-376 Porto, Portugal

BANDIDA APRESENTA CLIP




















Raivas, dores, doçuras e contradições numa voz que junta ao fado, e ao jazz, a garra do timbre mestiço para afirmar o ser mulher. Marta Dias e Carlos Barreto Xavier criaram doze canções em Português feitas para cantar com ternura, atrevimento e ousadia. Ah, Bandida.

Com o primeiro single “A Canção da Bandida” já a rodar na rádio e já disponível em todas as plataformas digitais (Apple Music, Spotify, iTunes, Google Play/YouTube, Amazon, Pandora, Deezer, Tidal, Napster, iHeartRadio, ClaroMusica, Saavn, MediaNet).

A partir de hoje dia 6 de Julho poderá encontrar o álbum numa loja perto de si!

As doze canções são fruto da parceria entre Marta Dias e Carlos Barreto Xavier e nasceu da composição, “Esse Meu Amor”, que integrou o “Best Of” da cantora.

Para acompanhar a voz de Marta Dias e o piano de Carlos Barreto Xavier, Bandida conta com a cumplicidade de Ruca Rebordão, nas percussões e de Yuri Daniel (baixo elétrico) cujo percurso musical é bem conhecido de todos e que acompanha Jan Garbarek em concerto, e Pedro Zagalo (Hammond).
Marta Dias, alia elementos urbanos, contemporâneos e telúricos, saberes e sabedorias, intuições bem pensadas, sensualidade em equilíbrio com contenção. YUE, é o seu álbum de estreia em 1997 de onde se destaca o single “Gritar”. Ao segundo disco encontrava-se AQUI (1999), mas já projetava pontes improváveis de “Ossobó” a “Quase Fado”. Foi com o fado que Marta Dias correu mais mundo, cedendo-lhe o timbre mestiço e o jeito jazzy que guardou da escola do Hot Club de Portugal.

Carlos Barreto Xavier nasceu em Goa, Índia. Compositor, teclista e produtor musical, tem uma vasta obra editada e desenvolve intensa atividade artística (Anjos, António Chainho, Delfins, Hands on Aproach, João da Ilha, Jorge Roque, Katia Guerreiro, Marta Dias, Radiophone, Ritual Tejo, Santos e Pecadores e Passione). Desenvolve trabalho solidário e investiga as relações entre a música e a educação no ensino básico, tal como a inclusão social pelas artes.


FIRST BREATH AFTER COMA COM NOVIDADES












"NU" é o nome do terceiro disco, sucessor do aclamado "Drifter", dos First Breath After Coma. O primeiro single é desvendado a 31 de Agosto.

 2 de Novembro marcará o dia da edição de "NU" e também o início da digressão europeia, com mais de vinte datas e por sete países. No início de Dezembro seguem-se três apresentações em Portugal: Lisboa, Porto e Leiria.

A par do intenso e premiado trabalho audiovisual da Casota Collective (em que produziram discos e vídeos para nomes como Surma ou Whales), este "NU" acaba por reflectir mais uma evolução introspectiva e desafiante, resultante de uma actividade muito intensa de viagens, concertos ao vivo e experiências colaborativas.

Os últimos dois anos contaram com quatro digressões internacionais e duas residências artísticas (em Ílhavo e Sintra). Nos últimos meses estiveram ainda envolvidos em processos criativos conjuntos com a Banda de Música de Mateus (para o festival Nordeste) e com o Coro Juvenil de Alitém e a Companhia de Dança Clara Leão (para o festival A Porta).

Depois de um período recheado de novas experiências, com muitas ideias e estruturas a aguardar tempo para a gravação, os cinco membros passaram a viver juntos vinte e quatro horas por dia naquele que entretanto se tornou no quartel general da Casota Collective, nos arredores de Leiria.

É por lá que estão a ultimar este "NU", que apura a linguagem musical dos First Breath After Coma e incorpora no seu laboratório sonoridades e ritmos de raízes bem distantes do habitual rótulo de indie ou post com que tantas vezes os rotulam.

Se por um lado (e como o nome indica) este vai ser o disco mais despido, cru e visceral, não podemos ignorar que é fortemente inspirado pela multiplicidade e polivalência artística que tem transformado o universo cada vez mais singular dos First Breath After Coma ao longo dos últimos tempos.

Pode-se esperar, portanto, uma exploração constante e transversal de novos formatos que se baseia no cruzamento do contemporâneo com o étnico e que se inspira na melodia, ora num formato tradicional como o gospel, ora assumidamente disruptiva.

FIRST BREATH AFTER COMA - NU TOUR (2018)

02/11 ES – OVIEDO
03/11 FR – TBA
05/11 BE - TBA
06/11 BE - TBA
07/11 DE - KÖLN
08/11 NL - AMSTERDAM
09/11 DE - TBA
10/11 DE - MÜNSTER
12/11 DE - KREFELD
13/11 DE - HANNOVER
14/11 DE - HAMBURG
15/11 DE - LEIPZIG
16/11 DE - BERLIN
17/11 DE - DRESDEN
19/11 DE - REUTLINGEN
20/11 DE – TBA
21/11 DE - WIESBADEN
22/11 DE - WÜRZBURG
23/11 DE - ULM
24/11 DE - MÜNCHEN
25/11 AT - WIEN
26/11 CZ - TBA
27/11 DE – NÜRENBERG
28/11 CH - TBA

05/12 PT - LISBOA
07/12 PT - PORTO
09/12 PT - LEIRIA

THE PARKINSONS AO VIVO




















The Parkinsons, uma das mais influentes bandas do movimento punk rock português, tocam a 19 de julho no Palco EDP no Super Bock Super Rock em Lisboa. No dia em que os The XX encabeçam o cartaz no Palco Super Bock, a banda de Coimbra estreia-se no Festival às 17H00.

Depois de uma digressão internacional, que passou por diversos países como Espanha, França e o Reino Unido, os The Parkinsons voltam a Lisboa para um concerto de celebração da sua já longa carreira.

O repertório deste concerto no Super Bock Super Rock inclui não só alguns dos seus antigos êxitos, como também a apresentação ao vivo do mais recente álbum "The Shape of Nothing to Come", editado em abril deste ano.

"Numb" é o mais recente single dos The Parkinsons que conta já com um teledisco oficial que pode ser visto aqui. É o segundo single a sair de "The Shape of Nothing to Come", depois de "See no Evil".

O NOVO SINGLE DE LINCE












Sofia Ribeiro, a.k.a. LINCE, tem um novo single, o tema “It Feels Like Looking at Sculptures”, que antecipa a chegada do seu álbum de estreia no Outono.

“It Feels Like Looking at Sculptures” sucede a “Drops”, o EP que LINCE editou há um ano e que mereceu lugar de destaque nos balanços musicais de 2017, e de onde se destacaram os temas “Earth Space”, “Call Me Home” e “Puzzles”.

"Quando pensava num título para a música, a dificuldade em encontrá-lo estava em como definir um sentimento de felicidade que nos provoca uma libertação interior, num corpo absorto, desprendido, levado, que tudo o que contempla faz crescer esse sentimento” refere Sofia Ribeiro e prossegue “houve uma acção que me lembrou esse estado - ele assemelhava-se à contemplação de esculturas. Das grandes esculturas que eu observara recentemente." "It Feels Like Looking at Sculptures", assim como todo o álbum, contou com a produção da CASOTA Collective e foi gravado ao longo dos últimos meses no estúdio do colectivo criativo leiriense.

Para o videoclip de “It Feels Like Looking at Sculptures”, contou com André Tentúgal, colaborador desde o seu início e companheiro de Sofia na banda We Trust. Uma viagem quase que fotográfica com as tonalidades do final dos anos 70 e que tem na expressividade de Sofia o grande trunfo.

Os novos temas de LINCE já fazem parte das suas apresentações Ao Vivo:

20 JUL / Hostel Atlas / Leiria
09 AGO / Festival Bons Sons / Cem Soldos
10 AGO / Festival Hippie Chic / Póvoa do Varzim
18 AGO / Verão no Centro Histórico / Covilhã