quarta-feira, 15 de abril de 2026

SAI HOJE O TRABALHO DE ESTREIA DE TIME AND MOUTH











O tempo, aquele que foge, aquele que cura e aquele que mata. Um dos bens mais preciosos da vida e tão menos valorizado.

É nele o foco deste projecto e do seu primeiro trabalho, o EP Keep up the Pace.

As músicas são simbólicas da transformação pessoal e da procura do verdadeiro propósito. Temos um desejo intenso e muitas vezes destrutivo de experimentar a beleza da vida em pleno, mesmo com o tempo dolorosamente curto que temos para isso.

Paulo Rui e Aaron D.C. Edge criaram algo especial com o EP Keep Up the Pace, oferecendo dezanove minutos de urgência. Estas quatro canções convidam-nos a olhar para o nosso reflexo no espelho em busca da verdade que procuramos, em vez de nos virarmos para os ecrãs dos nossos dispositivos.
É uma viagem que vale a pena.

Como as traças, somos atraídos pela luz. Mas, com demasiada frequência, somos iluminados pelos media, amigos, colegas e ídolos, em vez de procurarmos a criatividade, a esperança ou sermos guiados pela verdade e pela ciência.Precisamos de um farol para nos guiar pela turbulência da vida moderna. Ansiamos por um raio de luz mais acolhedor, suave e caloroso que brilhe para todos... não apenas para alguns.
Time And The Moth procura essa luz e, uma vez encontrada, reflete-a de volta para os outros, ajudando-os também a seguir em frente.

Toda a instrumentação foi composta, interpretada, gravada e misturada e masterização por Aaron D.C. Edge no Myelin Studio (Londres, Reino Unido). Letra e voz compostas e interpretadas por Paulo Rui, gravadas por Dani Valente no Caos Armado Studio (Santa Maria da Feira, Portugal).

"Time and the Moth" são palavras que evocam a passagem do tempo. Este é um conceito frequentemente associado à natureza fugaz da vida, que faz lembrar a curta vida de uma traça enquanto voa pela escuridão.

As palavras incorporam a ideia de que, mesmo nesta escuridão, a nossa intuição e força interior nos ajudam a navegar pelas lutas e desafios. A frase alude à mortalidade, à transformação e ao legado, e à ideia de que mesmo uma vida curta, vivida em pleno, pode ainda ter um impacto duradouro.

Time and the Moth surge da parceria de dois conhecidos de palcos e estrada: Paulo Rui (Besta, Redemptus, Avesso) e Aaron D.C. Edge (The Forest of Knives, The Lumbar Endeavor, Process Black, Hellvetika, Brothers of the Sonic Cloth e Interitio), um projecto concretizado à distância por dois amantes de música pesada e com sentido.

Desta parceria surge o primeiro trabalho, o EP Keep up the Pace que traz como cartão de visita a música “Plugged…” a sair no dia 16 de Março.

Toda a instrumentação foi composta, interpretada, gravada e misturada e masterização por Aaron D.C. Edge no Myelin Studio (Londres, Reino Unido). Letra e voz compostas e interpretadas por Paulo Rui, gravadas por Dani Valente no Caos Armado Studio (Santa Maria da Feira, Portugal).

STEREOSSAURO LEVA "TRISTANA II" A MAFRA E LEIRIA















Fotografia de Aidan Klessi

Após a edição de TRISTANA II, o mais recente capítulo de um dos percursos mais singulares da música portuguesa contemporânea, Stereossauro apresenta o novo espetáculo ao vivo em duas datas imperdíveis: 2 de maio, no Museu da Música, em Mafra, e 16 de maio, no Texas Club, em Leiria.

Editado em vinil e apresentado ao público no passado dia 30 de janeiro, TRISTANA II revela uma nova fase na narrativa criada por Stereossauro. Mais luminosa, afirmativa e entregue à noite, Tristana abandona a introspeção do primeiro disco para se lançar no risco, na dança e na incerteza. O single de avanço, “Martelo de Porcelana”, marca essa viragem — uma noite onde tudo pode acontecer, onde a viagem se sobrepõe ao destino.

A dar corpo e voz a esta personagem está novamente Ana Magalhães, cuja interpretação intensa e crua aprofunda a dimensão emocional do projeto. Com raízes no fado tradicional e uma aprendizagem feita em contexto orgânico, entre casas de fado e encontros de Fado Vadio, a cantora imprime uma autenticidade rara a esta nova Tristana, agora mais livre e indomável.

Sonoramente, o disco assume uma linguagem mais uptempo e dançável, atravessando territórios como o house, o techno e o drum’n’bass. A palavra permanece central, mas em diálogo direto com o corpo e com a pista de dança — um território que Stereossauro conhece profundamente.

Produzido, composto e gravado integralmente pelo artista nas Caldas da Rainha, TRISTANA II reflete um gesto autoral e artesanal, onde todas as letras são da sua autoria. A ausência da guitarra portuguesa — instrumento central em trabalhos anteriores — abre espaço a novas texturas e abordagens, sem nunca perder a ligação à tradição.

Reconhecido pela sua capacidade de construir pontes improváveis entre universos distintos, Stereossauro afirma-se como um criador que traduz a alma da música portuguesa numa linguagem contemporânea, livre de fronteiras estéticas. Ao longo do seu percurso, colaborou com nomes maiores da música nacional, consolidando uma identidade artística única.

Os concertos em Mafra e Leiria serão das primeiras oportunidades para experienciar ao vivo esta nova Tristana.

O disco conta com o apoio da GDA.

quem é Stereossauro

Com uma carreira consolidada que se divide entre o DJing e a produção musical, iniciada no início dos anos 2000, Stereossauro construiu um percurso singular, marcado por uma discografia extensa e por um palmarés ímpar no universo do DJing competitivo.

Apresentou DJ sets e concertos com as suas próprias produções nos principais festivais em Portugal, tendo também atuado internacionalmente em países como os Estados Unidos, Alemanha, França, China e Macau.

Na cena das batalhas de DJ, é quatro vezes campeão mundial. Em 2024, venceu tanto o DMC Open Online como a batalha mundial DMC Open, em Paris. Enquanto membro dos Beatbombers, ao lado de DJ Ride, conquistou ainda a categoria Show/IDA em 2011 e 2016, consolidando uma reputação de excelência técnica e criatividade performativa à escala global.

Enquanto produtor, Stereossauro tem desenvolvido um trabalho profundamente ligado ao sampling da guitarra portuguesa e à herança do fado, dando-lhe nova vida através da música electrónica. É considerado um dos pioneiros do movimento “novo fado” surgido em Lisboa, tendo a sua expressão mais marcante no aclamado álbum Bairro da Ponte (2019). Nesse disco, cruzou batidas electrónicas com vozes e obras de referências maiores da música portuguesa, como Carlos do Carmo, Amália Rodrigues, Carlos Paredes e Ana Moura, contribuindo para a criação de uma nova linguagem musical no contexto nacional.

Com mais de 50 mil ouvintes mensais no Spotify, a sua música tem registado um crescimento consistente a nível internacional. Paralelamente, Stereossauro conta com um vasto catálogo de produções para outros artistas e com vários placements em publicidade e televisão, incluindo o tema de abertura do Festival Eurovisão da Canção 2018 e o hino oficial do Campeonato Português de Futebol de 2021.

VEM AÍ O FESTIVAL MÊDA+





















O Festival Mêda+ regressa para a sua 12.ª edição, a decorrer entre os dias 22 e 25 de julho, na cidade da Mêda, e anuncia os primeiros nomes do cartaz: Da Chick, Mães Solteiras e Mr. Gallini.

Mantendo a identidade que o tem vindo a afirmar no circuito nacional, o Mêda+ continua a apostar numa programação centrada na música portuguesa, cruzando diferentes linguagens e gerações, e reforçando o seu compromisso com a descoberta e valorização de novos projetos.

A edição de 2026 volta a estender-se por quatro dias, com início a 22 de julho, integrando o habitual warm-up que antecede três dias de concertos. Ao longo deste período, o festival propõe uma ocupação contínua do território, convocando público e artistas para um encontro que ultrapassa o formato tradicional de festival.

Promovido por uma associação juvenil sem fins lucrativos, o Festival Mêda+ distingue-se pela sua natureza inclusiva e acessível, mantendo a entrada e o campismo gratuitos. Ao longo dos anos, tem vindo a consolidar uma identidade própria, aliando um cartaz consistente a um forte sentido de comunidade e a uma relação próxima com o território onde se insere.

Para além da componente musical, o evento continua a valorizar a experiência coletiva, beneficiando de infraestruturas como o parque de campismo e o complexo de piscinas municipais, contribuindo para um ambiente de proximidade e permanência.

Com mais nomes a anunciar nas próximas semanas, o Festival Mêda+ prepara-se para mais uma edição que reafirma o seu lugar como um dos projetos mais singulares do verão em Portugal.

BÁRBARA TINOCO - A CURTA VIDA DE UMA POPSTAR, AO VIVO NA MEO ARENA” CHEGA EM EXCLUSIVO AO DISNEY+ DIA 17 DE ABRIL





















O Disney+ disponibiliza aos subscritores registados em território nacional, a partir de 17 de abril, o concerto ao vivo na MEO Arena “Bárbara Tinoco — A Curta Vida de uma Popstar, Ao Vivo na MEO Arena”. Este é o primeiro concerto de uma artista portuguesa disponível no Disney+.

Os fãs de Bárbara Tinoco poderão ver, e rever, um dos momentos mais marcantes da carreira da artista: o concerto de outubro de 2024, que a tornou a mais jovem artista a esgotar a MEO Arena. O espetáculo contou com a presença de convidados especiais, entre eles Bispo, com quem Bárbara interpreta ‘Planeta’, e Buba Espinho, que se junta à artista em ‘Ao Teu Ouvido’.

“Sinto-me muito sortuda por poder gabar-me e dizer que o meu espetáculo está no Disney+ e acreditem eu vou gabar-me. Aprendi com a Disney que o mais especial de tudo é poder emocionar ao mesmo tempo uma avó e uma neta. No mesmo espetáculo, na mesma canção. A acreditar no poder das histórias e a fazer disso a minha identidade artística. Obrigada por terem feito uma menina sonhar e isto é o que a mulher faz com os sonhos”, afirma Bárbara Tinoco.

“Bárbara Tinoco — A Curta Vida de uma Popstar, Ao Vivo na Meo Arena” não foi apenas um concerto isolado, mas o início de um conceito artístico maior, que evoluiu para uma digressão nacional e que agora fica imortalizado no Disney+.

SOBRE O DISNEY+

O Disney+ é o serviço de streaming exclusivo dos filmes e séries Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, bem como da série The Simpsons e, fora dos Estados Unidos, da marca de entretenimento geral Hulu. Como principal serviço de streaming direto ao consumidor da The Walt Disney Company, o Disney+ serve como ponto de ligação entre públicos de todo o mundo, oferecendo uma coleção inigualável de entretenimento premiado e programação familiar de referência. Com acesso ilimitado à longa história da Disney, marcada por entretenimento incrível em cinema e televisão, o Disney+ é também o serviço de streaming exclusivo para os mais recentes lançamentos dos The Walt Disney Studios. Para mais informações, visite disneyplus.com, ou consulte a aplicação Disney+, disponível na maioria dos dispositivos móveis e televisões conectadas.

HELENA SARMENTO APRESENTA "TANTO MAR"

 









24 de Abril — Teatro Helena Sá e Costa (Porto)
21 de Maio — Teatro Independente de Oeiras

Helena Sarmento é cantora e fadista cuja obra se inscreve na tradição da canção em língua portuguesa como campo vivo de criação. Desde 2003 desenvolve carreira na Europa e na América Latina. A sua discografia inclui cinco álbuns, entre eles Lonjura (Disco Antena 1) e Tanto Mar (2024).

AS BLUES SESSIONS DO FESTIVAL NOVA ARCADA ESTÃO DE VOLTA!




















15/ Maio. - Sábado - 21h30 - Auditório do Espaço Vita

BRAGA

São sessões de Blues que acontecem durante o ano inserido na programação do Festival.

Budda Guedes & Paulo Gonzo dão o arranque à 9ª edição do Festival Nova Arcada Braga Blues com um concerto especial no Auditório do Espaço Vita em Braga,

Portuguese Blues Reunion, é uma imagem de marca do Festival, onde Budda Guedes desafia um galáctico da música nacional para fazer um concerto de Blues. O convidado deste ano é Paulo Gonzo, pioneiro do blues Nacional com a sua Go Graal Blues Band desde 1975.

Neste especial concerto estará acompanhado com uma super banda em palco. Esta será certamente uma noite irredutível e inesquecível!

BILHETES AQUI!

MOONSPELL AO VIVO















© Sonja Schuringa/ Darkside of the Chantik

As bilheteiras para os concertos de apresentação de "Far From God", o muito aguardado novo álbum dos MOONSPELL, dia 12 de Setembro, em Sintra, e dia 31 de Outubro, no Porto, abrem amanhã (16 de Abril), às 12h. Além da estreia ao vivo dos novos temas da banda, os MOONSPELL vão comemorar em cima do palco os 30 anos de "Irreligious", o álbum que em 1996 foi uma peça essencial na fundação do estilo Metal Gótico, ao lado de outros grandes nomes da cena internacional.

As bilheteiras para os concertos de apresentação de "Far From God", o muito aguardado novo álbum dos MOONSPELL, dia 12 de Setembro, em Sintra, e dia 31 de Outubro, no Porto, abrem amanhã (16 de Abril), às 12h. Além da estreia ao vivo dos novos temas da banda, os MOONSPELL vão comemorar em cima do palco os 30 anos de "Irreligious", o álbum que em 1996 foi uma peça essencial na fundação do estilo Metal Gótico, ao lado de outros grandes nomes da cena internacional.

O Halloween by MOONSPELL é já um marco nacional e internacional na história dos concertos da banda perante a sua alcateia de fãs. Em 2026, depois de 25 anos a celebrar de forma absolutamente pioneira esta noite tão especial para o movimento metal e gótico, os MOONSPELL levam o ritual à cidade que o viu nascer, o Porto, num evento chamado "Invicta Halloween", no Hard Club, dia 31 de Outubro. A primeira parte vai estar a cargo dos portuenses NÜN que, com o seu rock gótico de inspiração eletrónica, vão ter a missão de animar as hostes que durante todo o ano aguardam ansiosamente pela melhor festa Halloween do país. O Porto pediu o regresso dos MOONSPELL e a banda acedeu ao convite, de todo o coração, prometendo deixar a cidade invicta sob o seu feitiço, numa noite que, já sendo tradição, nunca deixa de surpreender, nem de festejar a grande ligação entre os MOONSPELL e os seus fãs portuenses que, este ano, dão ao grupo a honra e o privilégio de os entreter nesta data mítica.

MARIANA REI COM NOVO SINGLE





















Mariana Reis regressa aos singles com “não era amor” já disponível nas plataformas. 

“não era amor” é o novo single da cantora e compositora Mariana Reis que se destacou há dois anos com o álbum “não és tu, nem sou eu” onde podíamos ouvir temas como “e se eu te disser”, “mais uma sobre ti” ou “lado a lado” com a participação especial de João Pedro Pais.

Neste regresso, Mariana Reis traz-nos “não era amor” que “… explora a linha ténue entre aquilo que sentimos e aquilo que projetamos sentir”, como nos explica. Reforça ainda que “… não é apenas uma canção sobre o fim — é sobre o reconhecimento. Sobre o momento em que se percebe que deixar ir não é perder, mas recuperar-se. É uma narrativa de desilusão que se transforma em libertação.”

não era amor” é o single de avanço de um novo álbum de Mariana Reis a ser editado nos próximos meses, produzido tal como o disco “não és tu, nem sou eu” por Sérgio Mendes (A Garota Não, Mazgani, Hands on Approach).

TRICLA EM BARCELOS















Foto: Gonçalo Costa

O triciclo sai à rua no sábado, 18 de abril, para um concerto de Tricla, no Largo Guilherme Gomes Fernandes, em Barcelinhos. O espetáculo tem início às 18:00 e a entrada é livre.

A anti-rapper Tricla veio das tripas de Braga e é uma espécie de monstro feito de papas de sarrabulho e vinho tinto. É meliante, mas não mente a ninguém e deita as beatas no lixo. Diz que é um bicho, mesmo sem saber bem o que é e nem tem a certeza se isso lhe interessa.

Parece que ralha, mas manda abaixo de Braga os moralismos, só quer estar na boa.

O concerto realiza-se em frente ao mítico Café Piri-piri, junto à ponte medieval de Barcelos.

Em maio, o triciclo apresenta o rock dos Travo (dia 08) e a guitarra de Jorge Coelho (23), com direito a passeio de barca no rio Cávado. A programação completa está disponível em www.triciclobcl.pt

terça-feira, 14 de abril de 2026

PROGRAMA DE 14/04/26

1 - Summer Of Hate - Blood and honey
2 - The Pages - Teenage rebels 
3 - Democrash - The concept of clothing
4 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Friends
5 - Daopunksportif - Rock'n'roll salvation
6 - The Twist Connection - Crime
7 - Carlos Raposo - Rua do castelo
8 - Júlio Pereira - Palácio das necessidades
 
9 - Turning Point - Em louvor do poeta anónimo
10 - mARCIANO - Sem remédio
11 - La Chanson Noire - Valsa suina
12 - Lisboa Negra - Soluçar
13 - António Cova & Oko Yono - Linha do oeste
14 - Kara Konchar - Apocalipse
15 - The Dreams Never End - Alma partida

ANTÓNIO ZAMBUJO EM PALCO

 


















Depois do concerto no Coliseu Porto Ageas, no passado sábado, 11 de abril

António Zambujo apresenta o novo álbum Oração ao Tempo esta quinta e sexta-feira, 16 e 17 de abril, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa

Últimos bilhetes à venda aqui

Depois do concerto no Coliseu Porto Ageas no passado sábado, 11 de abril, António Zambujo prepara-se agora para subir ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, onde restam os últimos bilhetes para os concertos de apresentação do novo álbum Oração ao Tempo, agendados para esta quinta e sexta-feira, dias 16 e 17 de abril.

Numa noite marcada pela forte ligação e cumplicidade com o público, António Zambujo apresentou um alinhamento que cruzou os novos temas com alguns dos momentos mais emblemáticos do seu repertório.

Editado a 19 de março, Oração ao Tempo é o décimo primeiro álbum de estúdio de António Zambujo e resulta de um processo criativo iniciado durante a pandemia, marcado por uma profunda reflexão sobre o tempo.

O tema-título, originalmente composto por Caetano Veloso, surge neste álbum em dueto com o próprio autor. Ao longo dos quinze temas que compõem o alinhamento, António Zambujo volta a reunir um conjunto de autores e compositores que têm sido fundamentais na sua trajetória, como Maria do Rosário Pedreira, João Monge e Pedro da Silva Martins, ao mesmo tempo que abre espaço a novas vozes e colaborações, como Carolina Deslandes, Mimi Froes e Rita Dias.

Com arranjos e produção de André Santos, Oração ao Tempo foi integralmente gravado com os músicos que acompanham o artista em palco: João Salcedo (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), João Moreira (trompete), Francisco Brito (contrabaixo), José Conde (clarinete baixo) e o próprio André Santos (guitarra).

Após os concertos em Lisboa, António Zambujo continua a digressão de apresentação de Oração ao Tempo com destaque para os doze concertos no Brasil, em maio:

24 abril Grândola
25 abril Vila Nova de Paiva
1 maio Instituto Baía dos Vermelhos, Ilhabela, Brasil
2 e 3 maio Sesc 14 BIS, São Paulo, Brasil
6 maio Teatro do Bourbon Country, Porto Alegre, Brasil
7 maio Centro Integrado de Cultura, Florianópolis, Brasil
8 maio Sesc Palladium, Belo Horizonte, Brasil
9 maio Teatro do Parque, Recife, Brasil
13 maio Teatro Rio Mar, Fortaleza, Brasil
16 maio Circo Voador, Rio de Janeiro, Brasil
20 maio Teatro Oficina, Campinas, Brasil
21 maio Centro de Convenções, Brasília, Brasil
23 maio Teatro São Joaquim, Goiás, Brasil
29 maio Centro Cultural de Vila Flor, Guimarães
30 maio Teatro Municipal da Lousã
9 junho Cineteatro Alba, Albergaria-a-Velha
26 junho Castelo de Moura

A.P. BRAGA DE REGRESSO

 















No dia 24 de abril de 2026 chega às lojas "Alvito 2026", o novo trabalho de A.P.Braga, figura incontornável da música de intervenção e da resistência cultural portuguesa. O disco, editado pela TDF, reúne canções gravadas nas Courelas da Azaruja entre outubro de 2024 e novembro de 2025, num registo que privilegia a autenticidade: guitarra, voz e a entrega que sempre caracterizou o músico.

A.P.Braga, que desde os anos 60 participa ativamente em sessões de Canto Livre, movimentos estudantis e projetos culturais, regressa agora com um álbum que revisita temas tradicionais, poemas musicados e composições próprias. "Alvito 2026" sucede ao registo digital "Alvito 2020", desta vez com edição física.

Segundo Alain Vachier, responsável pela edição e companheiro de longa data do músico, “o disco reflete a verdade do A.P.Braga, a guitarra na mão e a voz sentida. Haverá quem fale em ‘aperfeiçoamentos’, mas aqui a perfeição é a entrega. É assim que ele toca, é assim que ele canta, e é assim que tinha de ser”.

O álbum conta com captação, misturas, masterização e arranjos de João Espanca Bacelar, grafismo de António Faria e capa de Isaura Lobo. O alinhamento inclui temas populares portugueses, açorianos, italianos e andaluzes, além de poemas de David Mourão-Ferreira, Manuel Alegre e Daniel Filipe, entre outros.

Estas são cantigas que fiz ou aprendi a cantar e que resolvi juntar por não terem ainda sido gravadas ou por merecerem melhor registo”, afirma A. P. Braga. “Serei um privilegiado se conseguir proporcionar a quem as ouvir uns momentos de bem-estar e de reflexão sobre o mundo e o tempo em que vivemos.”


António Pedro Braga nasceu em 1948, em Vendas Novas. Com um percurso marcado pela música, pela intervenção cívica e pela resistência cultural, participou em sessões de Canto Livre desde 1966, integrou integrou o Orfeão Académico de Lisboa, foi sócio da Eranova – Cooperativa de Animação Cultural e é sócio da Associação José Afonso na qual foi responsável pela coordenação das edições de 1991 e de 1992 do Festival Cantigas do Maio.

Editou discos pela Movieplay nos anos 70 e fez a edição privada de 3 CDs (2014, 2017 e 2020). Regressou aos palcos em 2015 e integra, desde 2023, os grupos corais Rama Verde e Papa Borregos.

QUE JAZZ É ESTE? VOLTA A VISEU


Na sua 14ª. edição, o festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu e já não pede licença para existir: expande-se, experimenta, arrisca e instala-se na cidade como quem sabe ao que vem. Mantendo viva a sua identidade eclética, diversificada e acessível que privilegia a ocupação de espaços públicos, continua a responder à pergunta que lhe dá nome com mais dúvidas do que certezas. De 8 a 19 de julho apresenta uma programação multifacetada que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, jazz na rua, oficinas, jam sessions, dj sets e um mercado de livros e discos.

O festival volta a reunir projetos emergentes, nomes consagrados do panorama nacional e internacional, coletivos e intérpretes locais, afirmando-se como um catalisador de encontros e intercâmbios. Num equilíbrio entre propostas artísticas à margem dos circuitos comerciais e uma programação de largo espectro, o Que Jazz É Este? mantém o seu forte potencial de congregação de públicos diversos. 

Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao ‘donativo consciente’ — porque a cultura deve ser acessível, mas não gratuita por defeito, e porque apoiar quem cria é garantir que a música continua a acontecer.

Entre as primeiras confirmações destacam-se três propostas que espelham a diversidade estética do festival:

MARIA LUIZA JOBIM apresenta-se no Parque Aquilino Ribeiro, dia 18 de julho, trazendo consigo uma sonoridade que oscila entre a delicadeza da MPB, a subtileza da eletrónica e a atmosfera do jazz. Depois do álbum de estreia Casa Branca (2019), afirmou em Azul (2023) uma escrita onde a poesia contemporânea se entrelaça com uma abordagem musical intimista. Em Viseu, antecipa-se um concerto que cruza afetos, memória e paisagem.

No mesmo dia, está também confirmada a apresentação de AZUL PISCINA, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues. Partindo de uma escuta atenta e de uma criação coletiva em tempo real, o trio constrói um discurso onde composição e improvisação coexistem em permanente mutação, dando origem a um espaço sonoro dinâmico, sensível e imprevisível.

A dimensão pedagógica do festival materializa-se, uma vez mais, no 18.º Workshop de Jazz de Viseu, que terá lugar de 15 a 17 de julho no Teatro Viriato. Orientado por Rita Maria e Nuno Costa, o workshop dirige-se a estudantes de música e propõe uma imersão intensiva no universo do jazz e da música improvisada. Ao longo de três dias, os participantes exploram a prática coletiva, a construção de arranjos e a improvisação, culminando numa apresentação pública que reflete o trabalho desenvolvido.

Mais do que um festival, o Que Jazz É Este? continua a afirmar-se como um processo — um espaço em constante mutação onde se experimentam formas, se cruzam percursos e se ensaiam futuros possíveis para a música e para a cidade, colocando Viseu no mapa dos festivais que pensam o jazz para além dos seus limites convencionais.

A programação detalhada vai sendo actualizada no site oficial https://quejazzeeste.com/

https://www.instagram.com/quejazzeeste/
https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT

MIMICAT CELEBRA AS RAÍZES COM O NOVO SINGLE 'A MINHA GENTE'​





















Fotografia: Joana Lisboa

A canção Pop de inspiração nas raízes portuguesas é um regresso às sonoridades Soul e R&B que marcaram o início de carreira da artista

Mimicat apresenta o novo single 'A Minha Gente', já disponível em todas as plataformas digitais. Escrita pela cantora e compositora e composta e coproduzida com Filipe Survival (SYRO, Bárbara Tinoco, INÊS APENAS) e Duarte Carvalho (Madonna, Anitta, Bispo), a canção presta homenagem às raízes, à família e à comunidade que moldaram e inspiraram o seu percurso pessoal e artístico. Além da mensagem profundamente ligada à identidade e cultura portuguesa, o tema é um regresso à energia positiva dos arranjos inspirados na sonoridade R&B e Soul da Motown que marcou o início da carreira de Mimicat, unidos a uma abordagem Pop contemporânea, reflexo das novas influências musicais que tem vindo a explorar.

“Cresci livre e com valores vincados, numa rua em que toda a gente me conhecia, no seio de uma família grande, intensa e sempre próxima. Cresci e evolui mas cada vez mais abraço esta que afinal é a herança portuguesa. A minha família é só uma amostra do povo português. Esta canção é uma homenagem, através de uma mensagem muito portuguesa", afirma Mimicat.

"Os arranjos musicais remontam à sonoridade do meu primeiro álbum, muito característicos da sonoridade Motown, que me fez ser a artista que sou, mas de uma forma contemporânea e com a minha forma de expressar a portugalidade. Sentei-me ao piano a desenhar os acordes e a melodia, para que tivesse a profundidade que eu esperava ouvir e, no final, soa exatamente como eu pretendia e não podia estar mais orgulhosa", completa a cantora e compositora.

O videoclipe realizado por Rodrigo Pernas acompanha a dimensão emocional da faixa e desenvolve-se como um tributo às pessoas e lugares que inspiram Mimicat. O conceito visual estabelece uma forte ligação às paisagens portuguesas do mar e do campo, criando um ambiente natural e simbólico, que reforça a ligação da artista às suas raízes e histórias que a formaram e continuam a marcar o seu caminho pessoal e artístico.

“Este vídeo celebra a nossa gente e as fontes de inspiração importantes para mim, tudo de uma forma muito natural. Há uma forte ligação ao mar e ao campo e quisemos colocar-me nesses locais. Além disso, gravámos toda uma série de conteúdos conceptuais que acrescentam mais informação visual à música", diz a artista.

Numa fase criativa marcada pela vontade de concretizar novas ideias, 'A Minha Gente' reforça a identidade artística singular de Mimicat e a sua visão contemporânea da música Pop portuguesa.

EDRO DO VALE LANÇA NOVO SINGLE 'NÃO SEI ONDE VAIS'





















Pedro do Vale apresenta 'Não Sei Onde Vais', o novo single coescrito com Pedro da Silva Martins (Lena D'Água, Deolinda) e Rita Onofre (IOLANDA, Aurea) e com a composição e desenvolvimento harmónico trabalhados com o músico e produtor Francesco Meoli (Janeiro, Ana Mariano). Esta é uma canção Pop influenciada por Soul e R&B que reflete sobre a frágil fronteira entre o controlo e a perda do mesmo.

"Este tema fala sobre compulsividade e sobre essa linha ténue entre o controlo e a perda dele. É sobre quando somos nós a guiar e, de repente, já estamos a ser guiados, seja numa relação, por emoções ou até por padrões mais profundos que carregamos. A canção vive dessa dualidade entre seguir alguém ou algo e perceber se ainda somos nós que estamos no controlo, ou se já estamos só a ir. É uma narrativa muito pessoal, porque me identifico com essa forma intensa de viver. A música acaba por refletir a tendência de me entregar por completo, mesmo sem saber bem para onde estou a ir", afirma o artista.

"Ao mesmo tempo", acrescenta Pedro do Vale, "também fala da forma como a arte entra na minha vida. Antes de qualquer ambição ou carreira, é para mim um estilo de vida, é a forma que eu tenho de aspirar a felicidade. Mesmo com todos os altos, baixos e desgostos durante o processo, há sempre essa intenção de encontrar algo verdadeiro e por si só belo e de alguma forma poder partilhar isso com o mundo".

O videoclipe acompanha a dimensão íntima e introspetiva da canção, através de um conceito desenvolvido por Pedro do Vale com os realizadores Billy Verdasca (Mike El Nite, João Maia Ferreira) e Henrique Rocha, (xtinto, VSP AST).

“Sendo um tema muito pessoal, o videoclipe desenvolve-se num registo mais introspetivo. Explora ideias de repetição e controlo, em diálogo com um impulso mais intuitivo. Procurei traduzir esse equilíbrio de forma visualmente poética, partindo também da minha prática como artista plástico, trabalhando formas e deixando que o próprio processo orientasse o caminho. O meu foco nunca foi "ser artista”, mas antes viver da criação e encontrar aí um espaço de realização. Neste momento, sinto-me estável, com o processo criativo como principal motor", afirma o músico e cantor.

Com 'Não Sei Onde Vais', Pedro do Vale reforça um percurso multidisciplinar, no qual música, artes visuais e criação poética coexistem de forma orgânica, como partes de uma mesma linguagem artística. Algures no espaço sonoro entre a Pop, a Soul e o R&B, o single - já disponível em todas as plataformas digitais - antecipa um novo capítulo na sua trajetória musical e afirma uma identidade em constante construção ou, nas palavras do próprio artista, "imperfeita e em movimento".

Cantor, compositor e artista plástico, Pedro do Vale cruza música, pintura, desenho e cenografia como formas de expressão. Já editou um EP e vários singles e foi distinguido com um Prémio Design Galp Energia e um Prémio Galp Energia Arte, afirmando-se como uma voz sensível e multidisciplinar no panorama artístico contemporâneo. Nasceu no Barreiro, em 1990, e cresceu entre Ourém e Faro, desenvolvendo desde cedo uma acentuada ligação à arte, influenciada em partes iguais pelo ambiente rural, pela proximidade do mar e pelo pai, dedicado à construção artesanal de instrumentos musicais.

Com apenas 13 anos assinou o primeiro mural - dedicado ao 25 de Abril de 1974 e que revelou a sua precoce consciência estética e social -, aos 15 venceu o Concurso de Ilustração Sophia de Mello Breyner Andresen e em 2009 ingressou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde concluiu o curso de Desenho. Entre Portugal e os Estados Unidos da América, começou a comercializar o seu trabalho, participou em diversas exposições e realizou encomendas institucionais, como retratos e um mural. Atualmente integra a residência artística do Taguspark. Na área da cenografia, trabalhou em Teatro e tem vindo a desenvolveu trabalhos para artistas como Janeiro, Tiago Nacarato, Ana Mariano e xtinto.

A par das artes plásticas, iniciou ainda jovem, os estudos de música clássica no Conservatório Canto Firme de Tomar. Como músico e compositor, Pedro do Vale tem vindo a afirmar uma abordagem à arte como espaço de questionamento, equilíbrio, sensibilidade e conexão, no qual a beleza emerge também do erro e da sua superação. Lançou o primeiro EP, em 2021, "Umbilical", com produção do cantor, músico e produtor brasileiro Paulo Novaes (Leo Middea, ANAVITÓRIA) - distinguido com um Latin Grammy em 2023 -, ao qual seguiram diversos singles e um espetáculo de música e poesia com Pedro Giestas. O novo single 'Não Sei Onde Vais' está disponível em todas as plataformas digitais.

OVO ESTRELADO E BENEFÍCIO GIN APRESENTAM O FESTIVAL BENEFÍCIO DE MARVÃO

 



















A marca Benefício Gin lança em 2026 um novo capítulo da sua relação com o Alto Alentejo: o festival Benefício de Marvão, um encontro de música, comunidade e cultura que decorre em Santo António das Areias, nos dias 10 e 11 de julho, com entrada livre em todo o espaço do festival.

A editora Ovo Estrelado assegura a curadoria musical.

Programação

Nos dois dias de festival há Popup Stores de Marvão, Feira do Disco, DJ Sets e Concertos.

6ª Feira, 10 julho:

DJ Sets de Bunny O'Williams e A Boy Named Sue

Sábado, 11 de julho:

Concertos de Calcutá, ACID ACID e Violeta Azevedo.

DJ Set de LES LADS

Curadoria Ovo Estrelado

A programação musical tem curadoria da Ovo Estrelado Records, nova editora independente portuguesa dedicada à autenticidade, à música independente e à originalidade artística, com forte aposta em edições em vinil.

A editora já conta com dois discos editados — Piano Impromptus, de Afonso Sêrro, e Soon After Dawn, de Calcutá — e prepara o terceiro álbum de ACID ACID, projecto do músico e realizador de rádio, Tiago Castro.

Para o festival Benefício de Marvão, a Ovo Estrelado apresenta dois artistas do catálogo, Calcutá e ACID ACID, e convida ainda Violeta Azevedo, que lança em breve o seu álbum de estreia

Festival, território e comunidade

O Benefício de Marvão resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Marvão, a Junta de Freguesia de Santo António das Areias, o Grupo Desportivo Arenense e a Destilados de Benefício, Lda. (Benefício Gin).

O festival afirma Santo António das Areias como um novo ponto de encontro para a música independente e a cultura contemporânea no Alto Alentejo, com concertos ao ar livre, DJ sets, feira de discos e pop-up stores de produtores locais. O festival nasce da vontade de devolver à comunidade parte do que o Benefício Gin recebe de Marvão, criando um momento cultural aberto, inclusivo e enraizado na vida local. 

O festival reforça a ligação entre a marca, os habitantes, as associações e o comércio local, transformando o Largo Ricardo Vaz Monteiro e o Grupo Desportivo Arenense num espaço de encontro entre quem vive em Santo António das Areias, quem visita a região e quem acompanha a nova música portuguesa.

NOVO SINGLE DE LITO PEREIRA

 













Lito Pedreira lança “Find The Gold” a 24 de abril - o primeiro single do novo disco com o mesmo nome

Lito Pedreira apresenta “Find The Gold”, o primeiro single do seu novo disco, um tema intenso, emocionalmente carregado e com uma energia renovada que marca uma viragem no percurso do artista. Conhecido pelo universo conceptual Kactoslitos, onde a eletrónica minimalista, a palavra e a introspeção são elementos centrais, o músico revela agora uma faceta mais direta, poderosa e visceral.

“Find The Gold” é um tema que fala sobre a procura da luz interior, da força que permanece mesmo quando tudo parece árido. É uma canção que combina emoção crua com produção densa e pulsante, traduzindo uma mensagem clara: há sempre algo valioso para encontrar dentro de nós, mesmo nos momentos mais difíceis. Este single representa um salto estético e emocional, mantendo a identidade de Lito Pedreira mas abrindo espaço para uma nova intensidade artística.

Este novo trabalho reflete a evolução de Lito Pedreira enquanto intérprete, vocalista e criador, consolidando a sua identidade artística e expandindo o universo Kactoslitos para territórios mais intensos, luminosos e emocionalmente diretos.

NININHO VAZ MAIA REVELA O TEMA MAIS PESSOAL DO NOVO ÁLBUM





















“Será que vou ser cobarde ao fingir que estou bem?”

É com esta pergunta que Nininho Vaz Maia se expõe em “Depressão”, o novo single e o tema mais pessoal do seu próximo álbum de originais. A canção já se encontra nas plataformas digitais, com estreia do videoclipe hoje, às 18h00, no YouTube do artista.

Nininho Vaz Maia dá assim continuidade ao caminho iniciado com “Avelino”, aprofundando agora a narrativa do disco num registo mais íntimo e vulnerável. Sendo o tema mais pessoal de todo o álbum, o artista fez questão de o revelar neste momento, como segundo capítulo desta história.

“Este tema fala de um sítio onde nem sempre é fácil admitir que estamos. É sobre sentir-me perdido, mas também sobre ter coragem de olhar para isso de frente”, partilha Nininho Vaz Maia.

Em “Depressão”, o artista dá voz a um conflito interno profundo, marcado pela tentativa de manter uma aparência de força enquanto enfrenta fragilidades invisíveis. Versos como “Vivo a esconder esta depressão só pra parecer normal” refletem uma realidade silenciosa, comum a muitos, mas raramente dita de forma tão direta.

Ao longo da canção, surge também uma reflexão sobre crescimento e perda de inocência, num confronto entre passado e presente. “Ainda ontem era o menino inocente que já não vejo nestes olhos verdes” assume-se como uma das linhas mais marcantes do tema.

“Depressão” afirma-se assim como o momento mais cru e emocional do novo álbum, um trabalho que se constrói como um retrato honesto da vida do artista, onde cada canção representa um capítulo distinto da sua história.

Depois de conquistar milhões de ouvintes e de se afirmar como uma das vozes mais marcantes da música portuguesa contemporânea, Nininho Vaz Maia soma mais de 169 milhões de streams no Spotify, mais de 209 milhões de visualizações no YouTube e concertos esgotados por todo o País, incluindo duas noites na MEO Arena, perante cerca de 32 mil pessoas.

Com “Depressão”, Nininho Vaz Maia continua a revelar, passo a passo, o que promete ser o seu disco mais verdadeiro até à data. 

DOINK CELEBRAM 25 ANOS





















DOINK: 25 anos depois, ainda a fazer barulho

Não é todos os dias que uma banda chega aos 25 anos de carreira. Os DOINK chegam lá como sempre estiveram, sem grandes discursos, mas com a mesma vontade de subir ao palco e tocar como se fosse a primeira vez.

Para assinalar a data, a banda prepara um concerto especial onde vai revisitar canções de diferentes fases do seu percurso, desde os primeiros temas gravados até aos lançamentos mais recentes. Não se trata de uma cerimónia solene nem de um exercício de nostalgia, mas sim de uma celebração honesta de 25 anos de música feita à sua maneira.

Ao longo de um quarto de século, os DOINK passaram por salas pequenas, festivais grandes, numa infinidade de quilómetros de estrada. Construíram um percurso consistente, fiel a uma identidade própria, sempre mais preocupados com a energia do concerto do que com rótulos.

O espetáculo de aniversário será isso mesmo: guitarras ligadas, volume no ponto certo, reencontros dentro e fora do palco, e um alinhamento pensado para quem tem acompanhado a banda desde o início, mas também para quem só agora os está a descobrir.

Sem filtros, 25 anos depois, os DOINK continuam aqui.

Esta celebração também conta com as bandas convidadas Mean, Cobra ao Pescoço e ainda com Dj Sets de Score dj e Rato54

NOVIDADES DOS COBRA AO PESCOÇO















A banda portuguesa Cobra ao Pescoço revela o seu mais recente single “Peste”, uma fusão explosiva de metal e hardcore: rápida, caótica e implacável. Grooves vertiginosos e guitarras espásticas canalizam a intensidade do grupo para uma nova fase com uma nova formação.

Da Figueira da Foz surge Cobra ao Pescoço é um projeto de metal punk rock que promete agitar o panorama da música independente portuguesa. 

A essência do grupo está numa dinâmica saturada de riffs temperados por maldade, secções rítmicas vertiginosas, e um domínio de rédea curta por uma imponente barragem vocal. Um combo definido pelo estilo singular e desafiador, onde cada música se torna num manifesto de intensidade emocional e subversão criativa. 

Gil Morais e Ivo de Cera na Guitarra, Marcos Cavaco na Bateria, Emanuel Charana no Baixo e David Taylor como front man, completam esta energética formação fundada em Agosto de 2020