sexta-feira, 15 de maio de 2026

MIMICAT ATUA ESTE DOMINGO NA TAÇA DE PORTUGAL FEMININA DE FUTEBOL





















A cantora vai interpretar o Hino de Portugal e o novo single 'A Minha Gente' ao vivo e em direto do Estádio Nacional, em Lisboa, com transmissão na RTP 1 a partir das 17h00.

Mimicat apresenta-se este domingo, dia 17 de maio, na Final da Taça de Portugal Feminina de Futebol. A convite da Federação Portuguesa de Futebol, a cantora e compositora vai interpretar o Hino Nacional e apresentar o novo single, 'A Minha Gente', num momento simbólico com uma produção cuidada, que contará com a participação de 30 bailarinos. O jogo entre o Benfica e o FC Porto e a atuação ao vivo serão transmitidos em direto pela RTP1, a partir das 17h00, a partir do Estádio Nacional, em Lisboa.

Já disponível em todas as plataformas digitais, 'A Minha Gente' representa precisamente a mensagem que a Federação Portuguesa de Futebol pretende transmitir. Escrita por Mimicat e composta e coproduzida com Filipe Survival (SYRO, Bárbara Tinoco, INÊS APENAS) e Duarte Carvalho (Madonna, Anitta, Bispo), a canção Pop inspirada em R&B e Soul presta homenagem às raízes, à família e à comunidade que moldaram e inspiraram o seu percurso pessoal e artístico.

“Cresci livre e com valores vincados, numa rua em que toda a gente me conhecia, no seio de uma família grande, intensa e sempre próxima. Cresci e evolui mas cada vez mais abraço esta que afinal é a herança portuguesa. A minha família é só uma amostra do povo português. Esta canção é uma homenagem, através de uma mensagem muito portuguesa", afirma Mimicat.

O videoclipe realizado por Rodrigo Pernas acompanha a dimensão emocional da faixa e desenvolve-se como um tributo às pessoas e lugares que inspiram Mimicat. O conceito visual estabelece uma forte ligação às paisagens portuguesas do mar e do campo, criando um ambiente natural e simbólico, que reforça a ligação da artista às suas raízes e histórias que a formaram e continuam a marcar o seu caminho pessoal e artístico.

“Este vídeo celebra a nossa gente e as fontes de inspiração importantes para mim, tudo de uma forma muito natural. Há uma forte ligação ao mar e ao campo e quisemos colocar-me nesses locais. Além disso, gravámos toda uma série de conteúdos conceptuais que acrescentam mais informação visual à música", diz a artista.

Numa fase criativa marcada pela vontade de concretizar novas ideias, 'A Minha Gente' reforça a identidade artística singular de Mimicat e a sua visão contemporânea da música Pop portuguesa. É, precisamente, essa energia que a cantora e compositora irá levar ao Estádio Nacional este domingo, dia 17, quando interpretar o tema na Final da Taça de Portugal Feminina de Futebol.

Cantora, compositora, performer e detentora de uma voz poderosa, Mimicat move-se nos territórios pop, soul, jazz e canção portuguesa. Com três álbuns de estúdio editados e atuações ao vivo tão intensas como intimistas nas mais emblemáticas salas nacionais, a artista portuguesa venceu o Festival da Canção em 2023, com o tema 'Ai Coração' e representou Portugal na Eurovisão, nesse mesmo ano.

Fortemente inspirada pelas grandes vozes da música negra e formada em Som e Imagem pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, Mimicat - alter ego artístico de Marisa Mena - gravou o primeiro disco aos 9 anos. Em 2014, a sua música ganhou eco nas principais rádios e na ficção nacional, com o lançamento do primeiro álbum, "For You", através da Sony Music, ao qual se seguiu, em 2017, "Back In Town". Os discos deram a conhecer canções como 'Tell Me Why', 'Savior', 'Stay Strong', 'Fire' ou 'Gave Me Love', entre outras, foram apresentados nos maiores palcos do país, nomeadamente na Culturgest, na Festa do Avante, em festivais como o Sol da Caparica, Cool Jazz e Marés Vivas, entre outros, e levaram a artista a atuar internacionalmente, na Virada Cultural de São Paulo, no Brasil.

Em 2019, Mimicat lançou a primeira canção em português, 'Até Ao Fim', à qual se seguiram 'Tudo Ao Ar' e 'Mundo Ao Contrário', esta última um dueto com Filipe Gonçalves.

Com 'Ai Coração' venceu a 57.ª edição do Festival da Canção e representou Portugal na Eurovisão, em Liverpool, alcançando a final do certame. O tema conta, até à data, com mais de 10 milhões de streams no Spotify e integra o terceiro álbum de originais da cantora e compositora, "Peito", editado em 2024. Do alinhamento do LP constam, também, os singles 'Vais Ter Saudades', 'Dança Comigo', 'No Teu Lugar' e o tema título, 'Peito', bem como colaborações com Matay, Tatanka, Catana, Diana Castro, Elisa Rodrigues, Joana Alegre e Luísa Sobral.

O ano de 2025 marca o início de uma nova era no percurso de Mimicat, com nova imagem e uma sonoridade que cruza as influências da canção portuguesa dos anos 60 e 70 com os ritmos mais alegres do Fado e da pop contemporânea. Os temas 'Agostinho', 'Santa' e 'A Minha Gente' refletem esta nova fase artística de Mimicat.

DANIEL GALVÃO APRESENTA NOVO SINGLE 'LIMA LIMÃO'





















Fotografia: Matheus Pereira

Após o EP de estreia “perfil.”, o cantor e compositor dá seguimento aos seus exercícios de escuta e experimentação com esta canção que une MPB e Gospel a influências de Funk e Jazz.

O cantor e compositor Daniel Galvão está de regresso com o novo single 'Lima Limão', já disponível em todas as plataformas digitais. Inspirada por Funk e Jazz, a canção posiciona-se numa fusão entre o lado descontraído e sedutor da MPB e o groove do Gospel afro-americano, com toda a sua força e complexidade. A letra de 'Lima Limão' encerra uma narrativa sobre o amor enquanto espaço de contradição, transformação e descoberta.

Daniel Galvão conta que se apercebeu de que "no Brasil o termo ‘limão’ designa aquilo a que, em Portugal, chamamos ‘lima’, enquanto o nosso ‘limão’ é frequentemente referido como ‘limão-siciliano’. Trata-se, admito, de uma observação cultural pouco profunda; ainda assim, esta divergência semântica suscitou-me interesse, na medida em que inspirou a ideia de que o amor pode assumir diferentes denominações e até constituir-se a partir de aparentes contradições. Na sua génese, a canção propõe uma reflexão sobre a possibilidade de o amor se manifestar como algo divergente e até contraditório daquilo que aprendemos a reconhecer como tal, e também sobre o entusiasmo que pode emergir da sua aceitação".

Com 'Lima Limão', Daniel Galvão continua a afirmar um percurso artístico independente e autoral, no qual a experimentação sonora e a liberdade criativa assumem um papel central. O novo tema vive no diálogo constante entre o baixo, a guitarra acústica e a percussão. À semelhança do EP de estreia “perfil.”, editado em 2024, o cantor e compositor assumiu aqui um processo criativo autónomo, assinando a composição, gravação, produção e mistura. Apenas a letra foi escrita em colaboração com Natacha Maia e a masterização ficou a cargo de Sassá Nascimento.

"Tudo começou com uma ideia para o refrão. O meu processo inicia-se invariavelmente pela música e pela voz, sendo que a letra surge no fim, quase como uma consequência daquilo que a composição me faz sentir", afirma Daniel Galvão.

“Encaro esta canção com o mesmo espírito de sempre: é um privilégio poder criar música sem as imposições do que ‘funciona’ ou não comercialmente. Sinto-me grato por poder partilhá-la e entusiasma-me a possibilidade de alguém se identificar com o meu ponto de vista. Mesmo que a mensagem não seja imediatamente reconhecível, espero sempre que a música e a voz falem e digam algo que faça as pessoas sentir alguma coisa”, diz ainda.

A imagética de 'Lima Limão' prolonga o conceito da letra, explorando a ideia de oposição e contraste através da cor e da simbologia dos citrinos, numa linguagem que desafia o óbvio e o esperado.

"A identidade visual surgiu da intenção de traduzir a mensagem da canção para a imagem, explorando a premissa de que o amor se pode manifestar de forma contraditória face às convenções que aprendemos a reconhecer", afirma Daniel Galvão, que acrescenta: "nesse sentido, os pilares do conceito visual foram a contradição e os opostos. A primeira vertente manifesta-se no uso de cores opostas, através do contraste entre o laranja do fundo e os apontamentos de azul no pescoço e na cor dos olhos. A segunda envolve a utilização de diversos citrinos, desde limões e limas até laranjas e toranjas. A capa do single, especificamente, materializa esta tensão, pois, apesar de o tema se intitular Lima Limão, o fruto em destaque na imagem é uma toranja".

Já disponível nas plataformas digitais, 'Lima Limão' vem reforçar o posicionamento de Daniel Galvão no panorama musical nacional enquanto artista que cruza referências e linguagens, numa ponte sonora entre Portugal e o Brasil, propondo uma experiência sensorial onde emoção, voz e experimentação se encontram.

Daniel Galvão cresceu rodeado de cantores e músicos. Começou a gravar canções ainda muito novo e teve uma educação musical formal com cinco professores de canto diferentes, sendo que cada um deles lhe transmitiu técnicas distintas. No entanto, foi na igreja que frequentava com a família que conheceu a voz como "veículo" e "instrumento" e, ainda, a importância de ouvir e sentir os músicos em seu redor e executar, independentemente de qualquer improviso ou adversidade.

Muito por conta da sua formação musical contexto familiar as principais inspirações e referências musicais de Daniel Galvão encontram-se no Gospel. Em casa ouvia Whitney Houston ou Sade, mas, também, cantores e músicos de Jazz como Melody Gardot e Louis Dowdeswell, compositores como Claude Debussy e Tchaikovsky e os contemporâneos Kings of Convenience, Tom Misch, Gal Costa ou Margarida Campelo. As suas próprias composições são um reflexo da fase da vida em que foram criadas.

2024 é o ano da estreia discográfica de Daniel Galvão, com o lançamento do EP “perfil.”. O curta duração ê uma mistura de R&B, Neo-Soul, Pop, Jazz e Bossa Nova e retrata o mundo na sua perspetiva, com as canções a representarem coragem e liberdade. Todas as letras e músicas são da sua autoria e o artista assina também a produção, exceto na faixa ‘sem refrão.’, coproduzida com João Sampayo e Martim Tonic. Do alinhamento de “perfil.” faz, ainda, parte o single ‘búzios.’ - inspirado por uma viagem a Búzios, no Brasil - que Daniel Galvão diz ser a canção mais biográfica e que descreve como “um antídoto de alegria”.

Já em 2026, o cantor e compositor dá seguimento aos seus exercícios de escuta e experimentação, com o lançamento do single 'Lima Limão', uma reflexão sobre o amor, a contradição e o inesperado, que une MPB e Gospel a influências de Funk e Jazz.

ASA COBRA LANÇA DISCO DE ESTREIA 'REVOLTA & AMOR'



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Revolta & Amor' é o disco de estreia da Asa Cobra e nasce como um corpo em movimento, onde o íntimo e o coletivo se tocam e se confundem. Entre pulsação eletrónica e influências luso-brasileiras, a banda desenha uma linguagem própria onde o amor se impõe como força de rutura e a revolta como resposta sensível ao presente.

Em temas como “Asa à Cobra”, “Puro Veneno” com Pahua, “Penedo da Saudade” ou “O Estudo é o Escudo”, a palavra ganha carne e ritmo, afirmando-se entre o desejo, a crítica e a necessidade urgente de dizer. Produzido e gravado pela própria banda ao longo de 2025, o disco reflete um percurso feito com tempo, intenção e controlo artístico.

Com edição em formato digital e numa edição especial em vinil dourado transparente, limitada e concebida como objeto de coleção, o disco encontra também o seu lugar em palco, com apresentação a 5 de junho em Ílhavo, na Rádio Faneca. Formada em 2024, Asa Cobra propõe uma música que se vive por dentro e por fora, onde sentir é já transformar e onde cada canção abre caminho para que a voz não volte a ser contida.

MUNDO SECRETO COM NOVO SINGLE















Próximos Espectáculos
7 Junho - Póvoa de Varzim
12 Junho - Lisboa
1 Agosto - Leiria

Jammin', o novo single dos Mundo Secreto, prepara o caminho para o quarto álbum de estúdio do coletivo com edição agendada para o final do ano. Com mais de 25 anos de história, a banda regressa à essência das Jam Sessions que marcaram o seu início e transformaram a cultura urbana de Leça da Palmeira. O tema assenta numa abordagem freestyle que se impõe de forma natural, reforçando o estilo e a autenticidade característicos da banda. Combinando o Hip-Hop e o Reggae, Jammin' é a soma desta herança com a fluidez e a energia que os Mundo Secreto imprimem na atualidade.

E não há margem para dúvidas, a mensagem é clara e sem filtros: os Mundo Secreto estão na área!

Sobre Mundo Secreto

Os Mundo Secreto são uma banda de Leça da Palmeira fundada no ano de 1999. Em 2007, o grupo editou o seu álbum de estreia, “Mundo Secreto”, que imediatamente levou a banda até ao topo da música nacional. Temas como “Põe a Mão no Ar”, “Chegámos à Party”, “Põe Aquele Som”, “Sabemos Onde Vamos” e “Essência” foram fenómenos imediatos que tornaram o disco de estreia da banda num clássico. O single “Põe a Mão no Ar” atingiu a posição número 1 a nível mundial no YouTube e manteve-se nas tendências durante uma semana. O sucesso radiofónico e televisivo (na série juvenil da TVI “Morangos com Açúcar”) bem como a consequente exposição mediática noutros meios de comunicação permitiram que a banda actuasse com gigantes da pop internacional como as Pussycat Dolls ou a Rihanna. Ainda em 2007, os Mundo Secreto foram convidados a fazer o novo genérico da série “Morangos com Açúcar” e o tema “Essência” integrou a banda sonora da novela “Vila Faia” transmitida na RTP.

Em 2009 o grupo editou o segundo álbum de originais intitulado “Soa o Alarme”. Deste disco destacam-se os temas “Soa o Alarme”, “Oldskool”, “Fala a Sério" e “o Limite é o Céu” que consolidaram a banda como uma referência no panorama do Hip-Hop em Portugal.

Em 2015, com a edição do seu 3º disco, “Néons & Lasers”, a irreverência dos Mundo Secreto volta a destacar-se. “Bilionário” e “Brinde” são os 2 singles que dão o mote à diversidade de estilos e sonoridades do projecto inteiramente gravado, produzido e editado pela banda. Em 2017 lançaram um novo single intitulado “Cadeira de Praia” que conta com a co-produção de New Max (Expensive Soul).

A banda juntou-se em 2023 ao evento “Revenge of the 2000's” para celebrar os temas de Mundo Secreto que marcaram uma geração, tendo pisado palcos um pouco por todo o país, incluindo o da Queima das Fitas do Porto.

Em 2024, os Mundo Secreto lançaram um novo tema intitulado “Não Me Cortes a Vibe” e comemoraram o seu 25º aniversário. Este marco na carreira da banda foi assinalado com um concerto especial de celebração destes 25 Anos, no Hard Club (Porto).

A banda é composta por Nuno Melo (guitarra), Durval Nunes (MC/vocalista) e os gémeos Diogo e Miguel Moreira (ambos enquanto MC/vocalista).

MIKE EL NITE COLABORA NO NOVO SINGLE DE FILIPE KARLSSON





















Mike El Nite junta-se a Filipe Karlsson numa colaboração que é pura sinergia. “Segura Firme”, o novo single que fala sobre aliviar a pressão do dia a dia e saber relaxar, já está disponível em todas as plataformas digitais.

“Segura Firme” cruza o universo melódico e cheio de groove de Filipe Karlsson com a escrita descontraída e o carisma singular de Mike El Nite, numa canção que fala sobre abrandar, aliviar a pressão e aceitar o seu próprio ritmo. Entre referências a viagens, verão, liberdade e leveza emocional, o tema transporta uma sensação de movimento constante sem urgência, assente numa produção relaxada e despretensiosa com assinatura dos dois artistas.

“Convidei o Mike para entrar neste som porque, apesar de nunca nos termos cruzado em estúdio, já nos conhecemos há muito tempo e sempre senti que temos uma sonoridade e uma energia compatíveis. Segurar firme é sobre largar a pressão, sem stress e perceber que cada pessoa está na sua própria corrida. Às vezes estamos tão focados no que vem a seguir que nos esquecemos de aproveitar o caminho”, partilha Filipe Karlsson. 

A letra é da autoria de Filipe Karlsson e Mike El Nite, a música por Filipe Karlsson, produção por Filipe Karlsson e Mike El Nite, mistura por Filipe Karlsson e masterização por Diego Reis.

Durante o mês de março, Mike El Nite (ou “Simplesmente Miguel”) apresentou o o seu novo álbum Existencisensual numa tour pelos principais clubes nacionais, em formato live. Em palco, Miguel conduz a noite como um anfitrião carismático acompanhado por um duo de coros femininos, o seu companheiro e produtor Baco, além de músicos convidados. Depois da última atuação no Sonoridades, a digressão continua: 16 de maio em Lisboa (Musa de Marvila); 4 de junho em Leiria no Festival A Porta; e passa ainda por Colares, Lisboa (novamente), Fagilde, Palmela e Montijo.

Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.

Esta nova fase e o lançamento do álbum Existencisensual (2026) revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Existencisensual é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade — sempre com romance no centro.

FAUSTO VASCONCELLOS EDITA ÁLBUM DE ESTREIA "INÍCIO DO FIM"​















Fotografia: Gustavo Cardoso

Primeiro disco de estúdio do cantor e compositor do Porto inclui os singles 'ALQUIMIA.', 'VISION BOARD.' e 'PERDOA.', que contam mais de 130 mil streams. O artista já atuou no Rock In Rio e partilhou o palco com SYRO.

"INÍCIO DO FIM" é o aguardado primeiro álbum de Fausto Vasconcellos. Disponível em todas as plataformas a partir da meia noite desta sexta-feira, o disco de estreia do artista apresenta uma narrativa universal, que retrata diferentes sentimentos de perda. Com uma sonoridade é eminentemente pop, influenciada por uma estética eletrónica e alternativa, o disco vem afirmar o cantor como uma das mais promissoras vozes da musica pop contemporânea.

"O álbum gira em torno do tema da perda. Ao longo das diferentes faixas exploro várias formas de perda e as emoções associadas a esses momentos. No fundo, todas as músicas refletem o fim ou a transformação de algo, seja uma relação, uma fase da vida ou um sentimento, criando uma linha narrativa comum que liga todo o projeto. O título “INÍCIO DE UM FIM” representa como muitas perdas na vida parecem o fim do mundo mas, na verdade, são apenas o começo de uma nova história. Isso aplica-se tanto às relações quando acabam, como a um momento de carreira que já não é a primeira tentativa mas um recomeço consciente. Mesmo que as coisas acabem, cada fim abre espaço para novas experiências e novas oportunidades", afirma Fausto Vasconcellos.

Sobre o processo processo criativo e a estética sonora do disco, o artista confessa que "foi longo, sobretudo porque, no início, não tinha planeado criar um álbum. No entanto, à medida que as músicas iam surgindo e as temáticas se iam ligando entre si, começou a fazer sentido reuni-las num projeto maior. Foi exigente e por vezes cansativo, porque quis trabalhar cada detalhe até sentir que tudo estava exatamente como eu imaginava. Em termos de sonoridade, tem como base o pop, mas explora também outras influências. Algumas músicas aproximam-se mais de uma estética eletrónica e refletem também um lado mais alternativo da minha identidade musical."

"INÍCIO DE UM FIM" inclui composições do próprio Fausto Vasconcellos e de diversos colaboradores, entre os quais o cantor e compositor Pedro Gonçalves, que coescreveu uma das canções e produziu duas. O álbum é acompanhado pelo novo single 'MAUS SINAIS.', cujo videoclipe é uma produção da Luxa Producions, que já colaborou com artistas como NAPA, Julinho KSD, Nunca Mates o Mandarim e Wet Bed Gand. Do alinhamento constam também o single anterior, 'PERDOA.', e a faixa 'VOLTA.'.

"A 'PERDOA.' é uma nota de culpa - sincera, crua e verdadeira -, que deixa claro que no lugar da nostalgia e da tristeza houve um dia Amor e intenção. É sobre assumir erros, sim, mas também sobre estar ciente de que eles vão acontecer na nossa jornada", diz Fausto Vasconcellos. "‘VOLTA.' é, provavelmente, aquele que melhor capta a essência do álbum, uma vez que envolve diferentes sentimentos de perda num só: a perda de um familiar, de um amigo ou de um amor. A 'MAUS SINAIS., que encerra o álbum, representa o momento de maturidade depois de todas as perdas contadas ao longo do disco. A música fala dessa aceitação: entender que largar faz parte da vida e que uma perda não é o fim, mas apenas o início de algo novo", acrescenta o cantor.

Após passagens pelo "Ídolos" e o "The Voice Portugal", um concerto no Rock In Rio Lisboa, em 2024, e ter partilhado o palco com SYRO, em 2025, Fausto Vasconcellos lançou os singles temas 'ALQUIMIA.', 'VISION BOARD.' e 'PERDOA.', que somam mais de 130 mil streams acumulados. O cantor e compositor lança agora o aguardado primeiro disco de originais, "INÍCIO DE UM FIM". Disponível em todas as plataformas digitais a partir da meia noite desta sexta-feira, o álbum reflete o trabalho e a persistência do artista nestes últimos anos e confirma-o como uma das vozes mais poderosas da música pop nacional.

Fausto Vasconcellos é um jovem e promissor artista de Paranhos, no Porto. Carrega a alma, a fibra e a pronúncia nortenha, que imprime nas suas canções pop, influenciadas por géneros musicais que vão do rock à eletrónica, passando pela música alternativa.

Sobrinho de Edmundo Vieira dos DZRT e primo do guitarrista e produtor Frankie On The Guitar, o seu primeiro contacto mais próximo com a música surgiu ainda na adolescência, quando teve aulas de guitarra. Aos 12 anos participou pela primeira vez num concurso de talentos, o “My Camp Rock” do Disney Channel, no qual alcançou o segundo lugar. Em 2015 chegou ao Top 40 no “Ídolos” (SIC) e no ano seguinte atingiu o Top 16 do “The Voice Portugal” (RTP), bem perto da final. Essas participações despertaram em Fausto Vasconcellos a vontade de seguir o sonho da música de uma forma mais profissional.

Influenciado por artistas como Diogo Piçarra, T-Rex, Muse e Coldplay, Fausto Vasconcellos tem objetivos claros e bem definidos: que as suas músicas façam as pessoas sentir algo verdadeiro e com que se possam identificar, que quem o ouve se sinta compreendido e encontre um espaço para reconhecer e viver as suas próprias emoções. Acima de tudo, veio para transmitir a ideia de que desistir nunca pode ser opção.

Mais maduro e fiel à sua identidade artistica, Fausto Vasconcellos atuou no Palco Ibis do Rock in Rio Lisboa, em 2024. Um ano depois cantou com SYRO num dos concertos do artista e editou os singles 'VISION BOARD.' e 'ALQUIMIA.'. Seguiu-se, já em 2026, a faixa 'PERDOA.', que abriu caminho para o aguardado álbum de estreia, “INÍCIO DE UM FIM". Já disponível em todas as plataformas, o disco vem afirmar Fausto Vasconcellos como uma das mais poderosas e promissoras vozes da pop nacional.

MEU GENERAL NAS PLARAFORMAS DIGITAIS





















Em 2025 Meu General foi o convidado especial para abrir a primeira parte do concerto dos Xutos & Pontapés no MEO Arena

“Quero e Não Quero” é o single de avanço do novo álbum de Meu General “A Programação Segue Dentro de Momentos” a ser lançado em breve.

“Quero e Não Quero” apresenta-se como um manifesto: viver apesar da dúvida, agir apesar do medo e encontrar, no som e na atitude, uma forma de continuar.

É uma canção rápida, quase ofegante, que reflete a velocidade dos dias de hoje — onde tudo acontece em simultâneo, e nada parece realmente resolvido.

Carrega a tensão de uma geração que vive presa entre o impulso de agir, o medo de escolher, ou a indiferença. “No Future” deixou de ser apenas um slogan para se transformar num estado de espírito.

A música capta essa inquietação, transformando-a em energia crua e honesta. Mas no meio desse caos, há uma força que resiste — o Rock N’ Roll.

Mais do que um género musical é uma atitude, uma catarse: A recusa em ficar parado!

SENHOE VULCÃO EDITA "BOCA DE FOGO"





















© Paulo Romão Brás

Senhor Vulcão acaba de editar “Boca de Fogo”, o seu quinto disco de estúdio, já disponível nas plataformas digitais. A acompanhar o lançamento do álbum, o artista apresenta também o novo single e respetivo videoclipe “Dentes Tortos”.

Depois dos avanços “Rock N Roll” e “Ratos em Nova York”, o novo trabalho aprofunda o universo poético e sonoro que Senhor Vulcão tem vindo a construir ao longo do seu percurso. “Boca de Fogo” apresenta-se como um conjunto de dez canções que cruzam poesia, folk, rap, lo-fi, downbeat e punk, afirmando uma linguagem híbrida que escapa a classificações fechadas.

Escrito entre a Buraca e um imaginário urbano que se estende até Nova Iorque, o disco constrói-se a partir de uma tensão entre lugares, referências e experiências. As canções nascem de contextos marcados pela intermitência - “baldios e espaços com luz intermitente” - mas afirmam-se como exercícios de resistência, onde a reflexão individual e coletiva se cruza com uma ideia persistente de esperança.

Ao longo do álbum, Senhor Vulcão propõe uma escuta que apela simultaneamente ao pensamento e à emoção. Entre a inquietação e a procura de sentido, “Boca de Fogo” aponta o conhecimento pessoal como forma de cura, reclamando, mesmo em estado de revolta, a paz, a união e a ternura como horizonte possível.

O disco mantém a recusa de barreiras estilísticas que tem marcado o percurso do artista. Sem se fixar em convenções ou rótulos, a música afirma-se como espaço de liberdade, onde a palavra ocupa um lugar central - dita, cantada ou declamada - num registo direto e sem mediações.

Neste contexto surge “Dentes Tortos”, single que acompanha a edição do álbum. O tema prolonga a abordagem crua e incisiva de Senhor Vulcão, reforçando a dimensão narrativa e oral da sua escrita, numa canção que se inscreve na mesma lógica de tensão entre o íntimo e o coletivo que atravessa todo o disco.

“Boca de Fogo” tem sido descrito por diferentes vozes do panorama musical como um objeto singular no contexto nacional. Para Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), trata-se de “algo nunca antes visto em Portugal”, sublinhando a forma como o disco cruza “folk, rap, punk e poesia inspirada na beat e em Pessoa”. Já RAY sintetiza o seu eixo central: “os beats são de Nova Iorque, a poesia é da Buraca, o Senhor Vulcão é do mundo”.

Também Afonso Rodrigues (Sean Riley) destaca a força do trabalho enquanto gesto de afirmação num tempo complexo, apontando a capacidade do artista para “chamar as coisas pelos nomes” e sublinhando uma produção “de enorme bom gosto e sofisticação”. No mesmo sentido, Nuno Figueiredo (Virgem Suta) descreve o disco como “uma rajada de consciência”, enquanto Fausto da Silva (RUC) realça a combinação entre novas “roupagens sonoras a piscar o olho ao hip hop” e uma escrita “incisiva e acutilante”. Já João Nuno Silva (A Certeza da Música) sublinha a independência estética do projeto, descrevendo-o como “música que não anda atrás de nenhuma modinha e simplesmente existe porque é assim que o seu criador a sente”.

Senhor Vulcão - alter ego de Bruno Pereira - é uma figura singular do panorama cultural português, com um percurso que atravessa a música, a escrita, as artes visuais e a direção criativa. Nascido em Lisboa em 1976, cresceu na Buraca, num contexto urbano marcado pela diversidade cultural, antes de se mudar ainda jovem para o campo, experiência que viria a influenciar de forma determinante a sua relação com o espaço, a linguagem e a observação do quotidiano.

Formado em Design de Comunicação pelo IADE, onde chegou também a lecionar, fundou em 2000 a agência Labdesign, desenvolvendo ao longo das últimas décadas um percurso consistente enquanto diretor criativo. Trabalhou com artistas como Rita Redshoes, Márcia, Ena Pá 2000 ou Norton, e com marcas internacionais como Nike, Adidas, MTV ou Onitsuka Tiger, afirmando-se como uma referência no campo do design e da comunicação visual.

Paralelamente, tem desenvolvido uma prática contínua nas artes visuais e na curadoria, sendo fundador e diretor artístico do Departamento, um projeto dedicado à criação e amplificação cultural, responsável por iniciativas como o BOLD Creative Fest ou o projeto Manifesto. Como artista plástico, expõe há cerca de três décadas, com trabalhos apresentados em diferentes contextos institucionais e independentes.

A palavra, no entanto, permanece o eixo central do seu trabalho. Enquanto escritor e poeta, editou em 2023 o livro “Flor em Vaso não será Floresta” e prepara a publicação de novas obras, incluindo os títulos “As Raposas estão a arder” e “Parafernália. Pranto Foguetes e Luz”, bem como o seu primeiro romance, “Carcaça”. A sua prática estende-se também ao spoken word, tendo sido distinguido em 2024 em competições de Poetry Slam.

Na música, Senhor Vulcão tem vindo a afirmar um percurso autoral desde “Montanha” (2013), seguido por “Canções do Bandido” e “Flores do Bem” (2015), “Mansidão e Blandícia” (2019) e “Bixos Bons” (2021). Ao longo destes trabalhos, construiu uma linguagem própria, profundamente enraizada na oralidade e na exploração da língua portuguesa, onde convivem humor, crítica social, afeto e observação.

“Boca de Fogo” surge assim como a síntese desse percurso - um disco que reforça a centralidade da palavra e a liberdade formal que define o projeto. Entre a Buraca e Nova Iorque, entre o concreto e o simbólico, o álbum constrói-se como um retrato inquieto do presente, onde a expressão artística se afirma como gesto de resistência.

Senhor Vulcão está de volta. E está em erupção.

ANDRÉ HENRIQUES LANÇA REMISTURA PARA 'BEM' DOS NO MAKA





















Fotografia: Kim Willer

Após ter assinado novas leituras de temas originais de artistas como os ÁTOA, Ivandro ou Filipe Gonçalves, André Henriques acaba de editar uma remistura para 'Bem', o single mais recente dos No Maka. Já disponível nas plataformas digitais, 'Bem (André Henriques Remix)' apresenta uma sonoridade entre a Pop, a Eletrónica e o Afro, bem diferente da balada acústica original.

DJ, produtor e radialista, detentor de uma identidade e estética sonora bem definidas e com provas dadas na cena eletrónica nacional, André Henriques tem vindo a editar canções e remisturas capazes de viver entre as pistas de dança, os festivais de música e as rádios, num diálogo constante entre tradição e inovação. 'Bem (André Henriques Remix)' é disso exemplo.

"Quando produzo para a pista, penso sempre na reação que quero provocar", afirma André Henriques.

A versão original de 'Bem' foi escrita por Twelve e composta com Duarte Carvalho e é descrita pelos No Maka como "uma balada pop, emocional e direta". A faixa apresenta uma abordagem orgânica, centrada na voz, na interpretação e na sonoridade do piano, reforçando a nova identidade do projeto, com mais instrumentação. 'Bem' sucede-se a 'Faz Outra Vez' e 'Estaca Zero', os primeiros lançamentos desta nova era da banda.

Os No Maka somam mais de 88 milhões de streams e perto de 90 milhões de visualizações no YouTube, já atuaram em países como Alemanha, França, Luxemburgo e Suíça e chegaram à final do Festival da Canção em 2024. Além do seu reportório, que inclui canções como 'Nota 100' e '#Sextou', são reconhecidos por temas que produziram para outros artistas, nomeadamente para os Calema, Blaya e SYRO. Para Madonna e Anitta escreveram e produziram 'Faz Gostoso', que alcançou o Nº1 na tabela americana da Billboard.

PICAS EDITA ÁLBUM DE ESTREIA





















PICAS (C) DR

O aguardado álbum de estreia de Picas é finalmente editado. O registo indie-pop dos 11 temas do disco aproximam Picas das rádios mais atentas. “Vendavais” constitui o título do álbum da cantora e compositora portuguesa. A estreia em palco ocorre no Coreto NOS Alive no próximo dia 10 de julho.

"O álbum Vendavais reflete a turbulência da casa dos 20 anos, um período de incertezas, descobertas e mudanças intensas, que gosto de chamar de 'crise de um quarto de idade'. O título não é apenas um símbolo dessa fase 'ventosa', mas também um jogo de palavras com 'venda' e 'vais', representando as barreiras e desafios que enfrentei enquanto artista a iniciar a sua carreira musical e a tentar posicionar-se nesta indústria. O Vendavais é, para mim, uma resposta a tudo isto e, acima de tudo, um grito de resiliência e autenticidade." Picas, Maio 2026

A artista portuguesa assume a escrita de todas as músicas do álbum, num caminho que começou a oficializar com o primeiro single da sua carreira, intitulado “Orquídeas”, editado em 2022.

Os singles “7+7=14”, “Promessas” e “Tatuagens” já tinham indicado o caminho artístico de Picas. O mais recente tema “Quem Eu Quero Agora” antecipava na perfeição o compêndio das músicas que a artista portuguesa tem vindo a revelar nos últimos tempos.

E não é só o público que tem aderido ao som de Picas. Além das rádios portuguesas também os grandes eventos começam a prestar atenção ao trabalho da compositora, como é o caso do NOS Alive, que acolhe a artista no palco Coreto, a 10 de julho.

MAIS NOMES NO FESTIVAL DO CRATO

 



















Veigh, Papillon e Soraia Ramos confirmados no Festival do Crato 2026

Artistas juntam-se aos já anunciados Buba Espinho & Convidados, Bispo, Calema, Slow J, Sara Correia e Dub Inc:

O Festival do Crato anuncia mais três nomes para a edição de 2026 com a confirmação de Veigh, Papillon e Soraia Ramos. Os artistas juntam-se a Buba Espinho & Convidados, Bispo, Calema, Slow J, Sara Correia e Dub Inc. O Festival está de regresso à vila alentejana de 26 a 29 de agosto de 2026.

Veigh é um dos principais nomes do trap brasileiro, acumulando centenas de milhões de streams nas plataformas digitais. Temas como “Novo Balanço”, “Vida Chique” ou “Movimento” contribuíram para a rápida afirmação do artista dentro e fora do Brasil. O álbum “Dos Prédios Deluxe” consolidou o seu crescimento internacional e presença nos tops digitais.

Papillon tem vindo a afirmar-se como um dos nomes mais respeitados da música urbana portuguesa. Depois do percurso nos GROGNation, lançou-se a solo com projetos como “Deepak Looper” e temas como “Impec”, “C’est La Vie” ou “00:00”, mantendo uma presença consistente no circuito ao vivo e nos principais festivais nacionais.

Soraia Ramos soma milhões de visualizações e ouvintes nas plataformas digitais, afirmando-se como uma das artistas lusófonas com maior crescimento nos últimos anos. Temas como “Bai”, “BKBN” ou “O Nosso Amor” destacam-se no seu percurso, marcado por influências afro-pop, kizomba e R&B. A artista tem atuado regularmente em vários países europeus e africanos, consolidando uma forte ligação junto do público lusófono.

Sobre o Festival do Crato

O Festival do Crato, situado no Alto Alentejo, é um dos festivais de verão mais relevantes em Portugal, combinando música, território e tradição. Para além do cartaz musical, o evento integra uma feira de artesanato e gastronomia que valoriza produtores e tradições locais, criando uma experiência que vai além dos concertos.

O recinto conta ainda com uma zona de campismo para portadores de passe geral com campismo, que permite prolongar a experiência ao longo de toda a programação.

Com uma média de cerca de 100 mil visitantes por edição, o Festival do Crato é hoje o principal festival de verão do Alentejo, reunindo diferentes gerações num ambiente marcado pela cultura local, música e gastronomia.

A edição de 2026 realiza-se de 26 a 29 de agosto.

NOVO TEMA DE BATEU MATOU















Chega hoje às plataformas digitais o novo single de Bateu Matou e Tatanka, “Olinda”. Uma canção com sabor a arraial de verão, que chama toda a gente para o baile.

“Olinda” é um hino à mistura única que faz de Lisboa uma pérola crioula. Bateu Matou juntam-se a Tatanka numa canção que mistura afro, soul e música Portuguesa num dos refrões mais contagiantes deste verão. A canção de baile que é feita de todas as músicas para todas as pessoas e promete abanar os arraiais e festivais deste ano, foi estreada ao vivo na última edição de “O Nosso Baile” e foi também estrela no concerto de Tatanka no Teatro Tivoli BBVA esta semana.


O tema tem letra, música e produção de Tatanka, Ivo Costa, Quim Albergaria, Rui Pité e Gus Liberdade, voz de Tatanka e coros de Ivo Costa, Quim Albergaria e Rui Pité. As baterias e percussão são de Ivo Costa, Quim Albergaria e Rui Pité e as guitarras de Tatanka. Foi gravado no Estúdio Barulho.

“Olinda” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

O NOSSO BAILE
14 de Junho - Casa Capitão
12h (concerto às 16h)
Adulto 19,50€ | Criança 5,50€
Bilhetes disponíveis aqui

EMMY CURL CRIA MANIFESTO MATRIARCAL COM NOVO SINGLE "LEMBRA-ME UM SONHO LINDO"

Com a interpretação de “Lembra-me um sonho lindo”, de Fausto Bordalo Dias, emmy Curl, vencedora do Prémio José Afonso em 2025, reintroduz o místico, o mágico e o feminino na produção musical moderna, desafiando uma estrutura social patriarcal dominante. O novo single está já disponível nas plataformas.

Produzido e orquestrado pela própria artista, emmy Curl é, com 20 anos de carreira, uma das primeiras compositoras em Portugal a completar uma série de álbuns criados a 360 graus por si mesma. Desde os vestidos de palco, aos visuais projetados, videoclips e joalharia, tudo contribui para um universo distinto, com paisagens sonoras derivadas dos sons e ritmos tradicionais do Norte de Portugal combinados com sonoridades modernas como sintetizadores, batidas techno e linhas jazzy de guitarra elétrica tocadas pelo seu parceiro, Andreas Sidenius.

“Desde os meus 15 anos que produzo e lanço a minha própria música, desafiando-me sempre a descobrir novas formas de incluir as minhas raízes de Trás-os-Montes, a cultura celta baseada em rituais e nas mudanças do ano. Os meus estudos sobre a cultura celta em que cresci já contam mais de uma década”, afirma emmy Curl, que conta que a produção de “Lembra-me um sonho lindo” aconteceu de forma oposta às produções normais.

“Normalmente temos a música pronta e depois filmamos o vídeo. Desta vez, filmámos primeiro o vídeo, e os visuais afetaram profundamente a orquestração e a produção. Foi um processo de criação muito inspirador e novo, que espero explorar mais.”

O videoclipe foi realizado e captado por André Macedo, companheiro visual de muitos trabalhos de emmy Curl.

Emmy Curl propõe-se a desafiar o patriarcado dominante com os dois singles já apresentados de Pastoral 2.0

O primeiro single do novo álbum, “Encanto” , pertencente a Pastoral 2.0, simboliza uma ruptura com a estrutura patriarcal em que vivemos. Conta a história da pureza na floresta ardida, acompanhada pela antiga tradição da capa de honra, transformando-se numa criatura mística e colorida, um ser livre.

“Lembra-me um sonho lindo” representa a conclusão deste trabalho místico e feminino que desafia visual e musicalmente uma forma masculina e racional de criação. O novo single define assim a direção do novo álbum que, como continuação do primeiro disco Pastoral, procura aprofundar a sua investigação sobre a cultura portuguesa esquecida do Norte e do interior.

Até o dia de lançamento, quinta-feira, 14 de maio, reflete a tradição mística e foi calculado como um forte dia de manifestação para lançar um novo começo, uma artista em transformação.

“Viver com a ideia de que a magia, a astrologia e práticas relacionadas são fundamentais para a parte feminina da nossa sociedade - e portanto para uma parte de nós mesmos - é controverso. Tento mostrar na minha arte como a magia e a beleza natural podem não ser assim tão estranhas para nós, e como a energia mística e feminina faz parte de toda a gente e não deve ser reprimida como algo errado”, afirma emmy Curl, que orquestrou e produziu totalmente esta reinterpretação radical solarpunk da famosa “Lembra-me um sonho lindo” de Fausto, mantendo ainda assim respeito pela versão original.

Pastoral 2.0, com edição Cuca Monga, está com edição apontada para a setembro 2026.

21 Maio | Evento Privado | Vila Real
22 Maio | Teatro Sá da Bandeira | Santarém
05 Junho | A anunciar
06 Junho | Festa Viriato | Cáceres (Extremadura)
11 Junho | Primavera Sound | Porto
20 Junho | Feira Ibérica de Teatro | Fundão
25 Junho | A anunciar
10 Julho | A anunciar
16 Julho | A anunciar (Galiza)
26 Julho | Festas de Loures | Loures
13 Agosto | A anunciar
25 Setembro | Casa da Música Jorge Peixinho | Montijo
26 Setembro | A anunciar
02 Outubro | A anunciar
24 Outubro | A anunciar
13 Novembro | A anuncia

Sobre emmy Curl:

Catarina Miranda, nascida em Vila Real de Trás-os-Montes, em 1990, é uma cantora, artista visual, produtora e compositora. Atua sob o nome artístico emmy Curl e foi uma das primeiras mulheres produtoras de música em Portugal, tendo começado o seu trabalho artístico apenas com 15 anos, usando o Myspace para mostrar os seus primeiros trabalhos. Desde aí, tem lançado vários álbuns e EPs durante a carreira que conta agora com vinte anos.

“Pastoral”, o mais recente álbum editado em 2024 pela Cuca Monga, e que integrou várias listas dos melhores discos do ano, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Este disco venceu o Prémio José Afonso em 2025, um prémio que visa homenagear o cantautor que lhe dá nome e é atribuído anualmente, distinguindo álbuns musicais que tenham como referência a Cultura, História, Língua e Música Popular Portuguesa e que já foi atribuído a artistas como Fausto, Sérgio Godinho, Jorge Palma, A Garota Não, entre outros.

Em 2025 participou no Festival da Canção com a sua própria composição “Rapsódia de paz” interpretada pela própria - uma canção que segue a mesma linha do álbum Pastoral de 2024 e que chegou à final do Festival.

Em 2026 celebra 20 anos de carreira e prepara-se para editar "Pastoral 2.0". 

QUNTA DO BIL APRESEMTA SINGLE NOVO













“Acredita no Amor”, o novo single da Quinta do Bill, já está disponível em todas as plataformas digitais.

A Quinta do Bill, que celebra em 2027 os 40 anos de carreira, e que sempre nos habituou a canções que nos tocam na alma e no coração, lança hoje o seu novo single: “Acredita no Amor”

Vivemos num contexto geopolítico difícil, em que o ritmo das notícias nos apresenta constantemente cenários de guerra e sofrimento em diferentes partes do globo. A violência e a falta de empatia pelo próximo tornam-se, a cada dia, mais evidentes. Perante esta realidade, a Quinta do Bill dá o mote para refletirmos e darmos verdadeira atenção ao mais importante: às pessoas e às relações, fazendo do Amor o seu elo de ligação nas suas múltiplas formas de existência e ação.

“‘Acredita no Amor’ é um grito de esperança, é uma ode à dignidade da vida humana. Eu acredito no Amor.” - Carlos Moisés

A canção surge também como o despertar para uma reflexão mais profunda sobre os vários problemas que a sociedade enfrenta, relevando para um papel de destaque a importância das relações humanas.

Esta premissa ganha imagem num videoclipe de cariz documental. A banda levou para a rua uma pergunta simples: “Acredita no amor, porque…?”. O resultado transforma-se numa coleção de momentos, memórias e cumplicidade reais, revelando gestos que mostram que o amor continua presente naquilo que realmente importa. Nos laços familiares, nas amizades, na entreajuda e na capacidade de acreditar.

Com música de Carlos Moisés e letra de Sebastião Antunes, “Acredita no Amor” traz a sonoridade mais característica da banda, num ambiente folk-rock a que a Quinta do Bill nos habituou e dentro do qual lançou canções que fazem hoje parte da história da música em Portugal.

“Acredita no Amor”, que conta com produção de João André, já está disponível em todas as plataformas digitais e marca a continuação dos novos lançamentos da banda.

MALVA COM NOVIDADES





















MALVA
apresenta “antes de mais”, o novo single da artista, já disponível nas plataformas digitais. O tema surge como um momento de suspensão dentro do seu percurso recente, partindo de um lugar de pausa e de observação sobre o amor, a ausência e a construção individual.

Escrita por Carolina Viana (MALVA), “antes de mais” nasce de um período em que a artista se encontra afastada de relações amorosas, num raro instante em que o amor não surge como presença nem como perda. A canção constrói-se a partir dessa condição provisória - uma espécie de intervalo - onde o amor é ainda uma possibilidade, uma projeção futura.

“Escrevi esta canção durante um pequeno instante da minha vida em que nenhum amor me atormentava, pela perda ou ainda ausência”, refere a artista, sublinhando a excecionalidade desse momento. “Era só uma miragem, uma possibilidade, uma certeza de que mais tarde ou mais cedo, o amor ia ter um novo nome.”

Neste contexto, “antes de mais” afirma-se também como um gesto de compromisso consigo própria, onde o tempo de espera é entendido como espaço de cuidado e crescimento. “É também uma promessa e uma dádiva, porque juro cuidar-me e nutrir-me enquanto esse não vem”, acrescenta.

Do ponto de vista sonoro, o tema desenvolve-se num registo contido e íntimo, centrado na voz e na palavra. A interpretação vocal de Carolina Viana é acompanhada por guitarra e arranjo de Beatriz Madruga, numa construção que privilegia a proximidade e a escuta atenta. A captação de voz ficou a cargo de Luís Neto e a captação de guitarra de Maria Rocha, com mistura de Zé Poças e masterização de Carlos Nascimento.

Esta é também a primeira vez que este duo (MALVA e Beatriz Madruga) se junta para materializar um tema e, quem sabe, trará mais surpresas no futuro.

MALVA é o projeto a solo de Carolina Viana, cantora e compositora natural de Viana do Castelo, com base no Porto. Depois de surgir no panorama musical português com o projeto redoma, em colaboração com a produtora Joana Rodrigues, a artista iniciou um percurso individual motivado pela vontade de afirmar uma linguagem própria. O álbum de estreia, “vens ou ficas” (2023), foi incluído em várias listas de melhores discos nacionais do ano. Em 2025, editou “poros”, um segundo trabalho que abriu o seu processo criativo à colaboração, assumindo-se como um espaço de transição e expansão.

Com “antes de mais”, MALVA dá continuidade a esse percurso, propondo uma escuta centrada na relação entre interioridade e expectativa, num tema que observa o amor a partir do lugar onde ele ainda não chegou.

MARGARIDA CAMPELO COM SINGLE NOVO



A antecipar o seu novo álbum, com edição marcada para Setembro, Margarida Campelo lança hoje “Um só final”. Um tema que confirma a singularidade do seu universo artístico e a solidez de uma identidade musical cada vez mais vincada.

“Um só final” mergulha no esplendor pop/soul das grandes baladas dos anos 80, tanto na composição como na estética que acompanha este lançamento. Entre sintetizadores envolventes, piano e um magnético solo de saxofone, a canção constrói-se com uma sofisticação melódica rara — simultaneamente complexa e imediatamente reconhecível. O refrão impõe-se desde a primeira escuta e a interpretação de Margarida Campelo revela, uma vez mais, uma voz absolutamente inconfundível.

A estética visual que acompanha o tema — visível no vídeo e nas fotografias — prolonga um imaginário sonoro que evoca — com muito sentido de humor — o brilho e o excesso da década de 80.

Margarida Campelo continua a afirmar-se como uma das artistas mais originais da nova música portuguesa. Cantora, compositora e multi-instrumentista, tem vindo a construir um percurso sólido, onde a expressão pessoal e a liberdade criativa ocupam um lugar central.

Previsto para Setembro, o novo álbum promete afirmar-se como um dos lançamentos mais relevantes do ano. Até lá, “Um só final” é o convite perfeito para entrar no universo de Margarida — um lugar onde a artista nos abre a porta do seu mundo onde tudo parece ser possível.

COMEÇA A DESAGUAR MAIS UMA EDIÇÃO DE NASCENTES










Começa a desaguar mais uma edição do Nascentes na mais querida Aldeia das Fontes, em Leiria, entre 1 e 5 de julho, onde tudo volta a encontrar o seu ritmo próprio.

O Nascentes chega a 2026 como um encontro que se constrói devagar e em conjunto, feito das mãos de quem o imagina, de quem o levanta e de quem o vive.

O Nascentes só existe porque é feito a várias mãos, mãos que acompanham, orientam, apoiam e abrem caminho.

Mãos que partilham o esforço, o pensamento e o cuidado.

São as mãos da gente desta aldeia, que tornam possível que tudo aconteça com esta proximidade tão própria e natural, e é nesse gesto coletivo que encontramos uma das forças mais importantes da criação artística e da própria comunidade.

Ao longo dos dias, são as casas, os jardins, as hortas, os espaços abertos pela aldeia que dão forma ao Nascentes.

São as pessoas que vivem nas Fontes que abrem as suas portas e acolhem a programação, num gesto de cuidado e proximidade que transforma cada lugar em palco.

Para nós, a arte é um lugar de encontro, escuta e transformação. Nasce da capacidade de olhar o outro com atenção, de criar pontes entre diferentes experiências e de atravessar fronteiras culturais, geográficas e emocionais. A programação do Nascentes reflete essa visão. 

Voltam a transformar a aldeia das Fontes num espaço de descoberta, partilha e criação coletiva, reunindo projetos musicais de diferentes geografias e linguagens sonoras. Entre momentos de escuta mais íntima e experiências de forte intensidade física e emocional, o Nascentes propõe um percurso entre tradição, improvisação, eletrónica, jazz, psicadelismo e música ritual.

Entre os concertos mais contemplativos, os suecos e dinamarqueses BITOI exploram o encontro entre baixo elétrico e um trio de vozes, num equilíbrio subtil entre força e delicadeza, enquanto a sul-coreana Dasom Baek cruza instrumentos tradicionais coreanos com abordagens contemporâneas, criando paisagens sonoras sensíveis entre memória e experimentação.

A dimensão mais rítmica e dançável surge com Elektro Hafiz (Turquia/Alemanha), que funde heranças musicais turcas com psicadelismo e energia punk, e com INDUS (Colômbia), projeto eletrónico de Óscar Alford que mistura ritmos afro-caribenhos com uma abordagem experimental e intensa. Do Reino Unido chegam os MADMADMAD, cuja eletrónica mutante e pulsante vive entre improvisação, tensão e catarse coletiva.

A improvisação ocupa também um lugar central no festival. Os portugueses PLAKA trabalham ritmos inspirados em diferentes tradições do mundo através de estruturas em constante transformação, enquanto os britânicos Vipertime levam o jazz para territórios explosivos onde groove, afrobeat, pós-punk e liberdade criativa se fundem numa poderosa experiência ao vivo.

Nas atuações noturnas, os portugueses Sunflowers trazem a urgência do punk e da distorção numa descarga caótica e visceral. Também de Portugal, La Familia Gitana celebra as suas raízes e herança musical numa afirmação de identidade e celebração coletiva.

Já os japoneses WaqWaq Kingdom atravessam múltiplos territórios sonoros entre tradição japonesa, eletrónica contemporânea e ritmos globais, enquanto os catalães ZA! (Espanha) fazem de cada concerto um espaço irrepetível de improvisação e energia desenfreada. Conjunto Contratempo, banda mítica de sangue e coração Cabo Verdiano, que nasceu em Cacém nos anos 80, traz as suas coladeras e um funaná mais despojado para dançar sem parar.

Na continuidade do espírito colaborativo que define o Nascentes, regressam ainda às Fontes as residências artísticas, com o reencontro entre Carincur & João Pedro Fonseca e o Coro das Fontes, num trabalho construído entre vozes, território e comunidade.

Ao longo dos dias, o Nascentes estende-se também a outras formas de encontro e descoberta, com momentos de participação, escuta e criação partilhada pensados para todas as idades. Entre os passeios sonoros do Luís Antero, diversas oficinas infanto-juvenis,, discos e petiscos, o projeto volta a afirmar-se como um lugar onde é possível estar, parar, experimentar e usufruir em conjunto.

O Nascentes nasce de uma dimensão profundamente humana: a consciência de que somos frágeis e interdependentes.. É precisamente nessa vulnerabilidade que encontramos a capacidade de cuidar, resistir e criar em conjunto. A mão que ampara é também a mão que impulsiona. A que ajuda a levantar, a experimentar, a falhar e a continuar.

No NASCENTES, a arte é um lugar essencial de encontro, reflexão e transformação. Parte da escuta atenta, da vontade de compreender o outro, de atravessar fronteiras — sejam elas geográficas, culturais ou emocionais — para afirmar a nossa humanidade comum.

BOKOR APRESENTA EP





















“Cancela” constitui o título da música escolhida como single do EP “naive”. Bokor assume escrita e voz de todo o registo. O trabalho inclui 5 canções originais de Bokor e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

“O Cancela é uma sátira à era dos soundbites, onde o foco está mais no impacto da resposta do que no conteúdo da mensagem, empobrecendo o diálogo e dando espaço ao insulto gratuito. A música convida à reflexão sobre a autocensura, a busca por respostas rápidas para temas complexos e a crescente ausência de diálogo, como travões à evolução da sociedade.” (Bokor sobre “Cancela”)

Bokor é nome do meio de Cristina Bokor Rogeiro. Com ascendência portuguesa e croata, a artista distingue-se por uma abordagem descomplexada à canção pop, sempre tendo presente a sua formação na área do canto jazz na Escola Superior de Música de Lisboa.

Antes do presente EP, Bokor já tinha lançado músicas como “Mesmo a Saber” e “Conta Poupança”, chegando mesmo a palcos como NOS Alive e Ageas Coojlazz. Em 2026, a compositora e intérprete fez-se rodear de músicos e produtores como Rodrigo Correia e Jon para aprimorar um conjunto de 5 músicas de sua autoria.

“naive” é o meu olhar de criança sobre o mundo. Tal como as crianças, estas músicas são cruas, ingénuas e despidas de intenções que não sejam dizer a verdade. Para quem me conhece com uma pessoa leve e alegre, este EP poderá soar mais melancólico. Mas não o é, é só profundamente verdadeiro."
(Bokor sobre o EP “naive”)

A artista portuguesa com influências várias da música portuguesa a anglo-saxónica, passando por várias latitudes do mundo, avança com um EP em que trabalha o formato canção com uma personalidade vincada e com olhos postos no futuro.

JOANA BANZA APRESENTA EP DE ESTREIA “ANTES QUE O CORAÇÃO PARE

 



















Joana Banza, elemento do grupo AGRIDOCE que participou no Festival da Canção 2026, apresenta “Antes que o Coração Pare”, o seu primeiro EP, um projeto que marca o início de um percurso artístico profundamente pessoal, onde a emoção se transforma em matéria sonora e a vulnerabilidade encontra lu

gar na canção.

Cantora e compositora de pop com influências de R&B, Joana traz consigo uma ligação à música que antecede qualquer decisão consciente de a seguir: cantar sempre fez parte de quem é. Foi, no entanto, nos últimos três anos que começou a dar forma a uma identidade artística própria, explorando uma escrita honesta e uma sonoridade que cruza delicadeza e intensidade emocional. As suas canções mergulham em temas universais, o amor, as relações, os desgostos, traduzidos em histórias íntimas cantadas em português.

“Antes que o Coração Pare” é um retrato desse percurso. Composto por seis canções, o EP nasce de experiências reais e acompanha um período de transformação, crescimento e descoberta. Ao longo das faixas, Joana percorre diferentes estados emocionais, do encanto ao desgaste, do arrependimento à vontade de recomeçar, sempre com uma abordagem direta, sensível e profundamente humana. Construído ao longo de dois anos, este trabalho reflete também a evolução da artista, que foi encontrando, com o tempo, maior segurança na sua identidade dentro do universo Pop R&B.

O tema-título surge como o coração emocional do projeto. “Antes que o Coração Pare” nasce de uma história real e de um lugar de arrependimento profundo, aquele momento em que se reconhece a dor causada a alguém que se ama e se instala a urgência de voltar atrás, de refazer, de dizer tudo o que ficou por dizer. Entre a aceitação e o desejo de corrigir o passado, a canção vive desse conflito silencioso, dessa tensão entre o que foi e o que ainda poderia ser.

A canção conta com letra de Joana Banza, Maria Castro e Carolina Martins, e com produção de Tiago Barbosa (COZY).

Este lançamento surge pouco depois da participação de Joana Banza no Festival da Canção 2026, enquanto integrante do projeto AGRIDOCE, uma experiência que marcou um ponto importante no seu percurso. Entre aprendizagem, partilha e exposição, foi também um momento de afirmação pessoal, que reforçou a vontade de seguir o seu próprio caminho e dar voz à sua identidade artística.

“Antes que o Coração Pare” não é apenas um conjunto de canções, é um registo honesto de um tempo vivido com intensidade, confusão e verdade. Um primeiro capítulo onde cada palavra carrega intenção e cada silêncio diz tanto quanto a música.

O EP de estreia da artista encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

LOS ROMEROS LANÇAM EP DE ESTREIA “PRIMEIRA PARAGEM”





















Depois de se darem a conhecer com os singles “Rosas”, “Agradeço o Convite” e “Foi Assim”, os Los Romeros apresentam agora Primeira Paragem, o EP de estreia da banda. Composto por 7 faixas, este trabalho marca o início de uma nova viagem na história do grupo e representa o primeiro grande capítulo de um percurso construído ao longo de muitos anos.

O nome surge precisamente dessa caminhada musical que os Los Romeros têm vindo a construir juntos. Primeira Paragem simboliza o momento em que a banda decide parar, olhar para o caminho percorrido e, finalmente, convidar o público a escutar a sua própria música. Um ponto de partida emocional e artístico para tudo aquilo que sempre sonharam viver enquanto banda.

Desde crianças, imaginavam como seria ouvir outras pessoas cantar canções escritas por eles. Mais tarde, depois do sucesso de “Loucamente”, nasceu uma nova paixão: a paixão pela composição, pelo estúdio e pelo processo criativo. Foi aí que começaram a descobrir uma nova forma de comunicar através da música, mais pessoal, mais verdadeira e mais próxima daquilo que realmente são.

Entre o Flamenco, o Fado e o Pop, Primeira Paragem percorre diferentes sonoridades que fazem parte da identidade musical da banda. Há uma forte presença das raízes ibéricas, mas também uma abordagem contemporânea e emocionalmente direta, onde cada canção carrega a linguagem, a entrega e a intensidade que definem os Los Romeros.

O EP reúne os temas já conhecidos do público e acrescenta quatro novas canções: três inéditos e uma versão muito própria de “Jardins Proibidos”, clássico incontornável de Paulo Gonzo. A escolha do tema não surge por acaso. Durante mais de uma década, os Los Romeros dedicaram-se a reinventar músicas conhecidas do público, criando a sua identidade através de versões e interpretações que acabaram por construir uma forte ligação com quem os acompanha. Revisitar “Jardins Proibidos” acaba por simbolizar exatamente essa génese da banda: pegar em canções que marcaram gerações e dar-lhes uma nova emoção, um novo som e uma nova vida.

Produzido por Zacky Man e pela Make it Loud, Primeira Paragem conta ainda com a participação de vários compositores e autores que fizeram parte desta viagem criativa, entre eles os próprios Los Romeros, Marcio Gago, Plena, Aurora Pinto, João Direitinho e Inia.

O single de apresentação do EP chama-se “Amanhã de Manhã”, uma canção luminosa e emotiva que representa esta nova etapa da banda e a vontade de continuar a crescer através da música original.

Mais do que um EP, Primeira Paragem é o reflexo de anos de amizade, sonhos partilhados e da vontade de transformar histórias em canções.

O EP encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.