quarta-feira, 18 de julho de 2018

FOGO FOGO AO VIVO NO




















Fogo Fogo, projeto que regularmente faz explodir, com incontrolável energia, a pista de dança da Casa Independente, apresenta o seu mais recente EP "Nha Cutelo" no próximo dia 20 de julho no Festival Músicas do Mundo (FMM) em Porto Covo.

Depois de apresentarem o seu novo EP, que conta com as primeiras músicas originais do grupo, na Casa Independente e no NOS Primavera Sound, os Fogo Fogo arrancaram com a sua digressão de verão, passando agora por um dos mais importantes festivais do género musicas do mundo, o FMM. A atuação da banda começa às 00h00 da noite de 20 de julho - 2.ª noite do Festival.

Nha Cutelo está à venda em lojas de discos independentes e na Casa Independente em Lisboa, sítio tão especial para o coletivo e que acolheu também o concerto de apresentação do EP no dia do seu lançamento: 3 junho.

Os Fogo Fogo tocam depois no Boom Festival em Idanha-a-Nova, Évora, Guimarães e na Ilha de S. Miguel, Açores, no Azores Burning Summer.

terça-feira, 17 de julho de 2018

EM PAREDES DE COURA




















Os Barry White Gone Wrong vão receber o público do mítico Vodafone Paredes de Coura com um concerto no festival Sobe à Vila, já no dia 12 de Agosto.

A par de nomes como 10 000 russos, The Black Wizards ou The Lemon Lovers, Peter de Cuyper e companhia vão levar o seu “Tornado” ao palco do warm-up mais aclamado do país, antes da abertura oficial do festival na Praia Fluvial do Taboão.

NOVO SINGLE DE NOWHERE TO BE FOUND




















Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Japão, Austrália. Apenas alguns dos países em que o novo single 'Closer' dos Nowhere To Be Found foi notícia, apesar da banição das principais plataformas sociais​ ao vídeo oficial da versão do single mais conhecido dos The Chainsmokers.

Considerado pelo Facebook, Instagram ou Google como contendo imagens ​de natureza sensível ou ​ofensiva, os fãs responderam em massa ao lançamento em versão de autor com muitas partilhas.

O vídeo não censurado de 'Closer' está agora disponivel no Vimeo.

No dia 21 julho às 22h00, a banda irá apresentar o seu novo som no Santa Cruz Ocean Spirit, Torres Vedras.
 

Uncensored - The Chainsmokers - Closer ft. Halsey (Metal Cover by Nowhere To Be Found) from Nowhere To Be Found on Vimeo.

NOVO TEMA DE MISHLAWI, RICHIE CAMPBELL E PLUTONIO




















Mishlawi, Richie Campbell e Plutonio juntam-se em "Rain", uma música lançada pela Bridgetown no seu canal de YouTube e que agora chega a todas as plataformas. Depois de várias colaborações, é a primeira vez que os três artistas se juntam numa música.

Com videoclip realizado pelos suspeitos do costume - Pedro Dias e Pluma - "Rain" é o primeiro lançamento de uma música pelo canal Bridgetown Media, que se dedica a conteúdos exclusivos da Bridgetown.

Redes sociais Mishlawi:

Facebook: https://www.facebook.com/mishlawimusic/
Instagram: https://www.instagram.com/mishlawi/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCZr4tYzHEAx6cBxdkpfx7-A

SONOSCOPIA POR AÍ














Fora de Portas: Filho da Mãe, Pedro Melo Alves e Will Guthrie com David Maranha são os três concertos que encerram mais um ano de Pôr-do-Sol nas Virtudes, que em 2018 contou com sonoridades exploratórias de artistas tão especiais como Lucrecia Dalt, Paolo Angeli ou Spires That In The Sunset Rise. De 17 a 22 de Julho em Coimbra, a Sonoscopia estará presente no festival Dar a Ouvir, que volta a ter como ponto de partida as paisagens sonoras da cidade. Iremos apresentar a oficina Atlas de Instrumentos Utópicos, o percurso sonoro INsono: o ouvido secreto das plantas e o concerto do Srosh Ensemble, acompanhado com um jantar cozinhado pelos próprios músicos. Depois de três edições confinadas ao limitado espaço físico da Sonoscopia, o No Noise expande este ano o conceito de "Menor Festival de Verão" para uma área bastante mais vasta e uma programação que inclui concertos, instalações sonoras, bancas com edições independentes e um espaço dedicado às crianças, o Kindernoise. Para manter a coesão territorial e ética na abordagem DIY que caracteriza o festival, este ano o No Noise será no Convento de Francos, no Porto, um espaço com cerca de 6000 m2 com inúmeras salas e um grande espaço verde que é habitado diariamente por três galinhas e uma simpática família de quatro cabras. É no próximo dia 4 de Agosto e os bilhetes estão à venda na Bunker, na Louie Louie e na Matéria Prima, no Porto. Todos os detalhes mais abaixo!

ATÉ 03 AGOSTO 2018
Pôr-do-Sol nas Virtudes
Borja Flames / Spires That In The Sunset Rise / Filho da Mãe / Pedro Melo Alves / Will Guthrie & David Maranha
Porto / Jardins da Cooperativa Árvore / 19:00
CONCERTOS / ENTRADA LIVRE

A Cooperativa Árvore e a Sonoscopia propõem mais uma edição do Pôr-do-Sol nas Virtudes. Todas as sextas-feiras de 15 de Junho a 3 de Agosto, nos intimistas jardins da Cooperativa Árvore, podem-se ouvir algumas propostas musicais criteriosamente escolhidas para este local emblemático. O pôr-do-sol sobre o rio Douro adquire assim novas cores e texturas, envoltas pelas sonoridades exploratórias de artistas tão especiais como Lucrecia Dalt, Paolo Angeli ou Spires That In The Sunset Rise.

06 Julho: Borja Flames (fr)
13 Julho: Spires That In The Sunset Rise (us)
20 Julho: Filho da Mãe (pt)
27 Julho: Pedro Melo Alves (pt)
03 Agosto: Will Guthrie (au) & David Maranha (PT)

17 - 19 JULHO 2018
Atlas de Instrumentos Utópicos
Coimbra / Convento São Francisco / 18:00
OFICINA

19 - 22 JULHO 2018
INsono: o ouvido secreto das plantas
Coimbra / Jardim Botânico da Universidade de Coimbra / 10:00 - 19:00
PERCURSO SONORO

19 JULHO 2018
Srosh Ensemble
Coimbra / Convento São Francisco / 19:00
CONCERTO + JANTAR
 
Dar a Ouvir. Paisagens Sonoras da Cidade
 
A edição deste ano do Dar a Ouvir volta a ter como ponto de partida as paisagens sonoras da cidade. Com este sentido, entre os dias 1 de Julho e 2 de Setembro, há um percurso sonoro na cidade para descobrir, que liga o Convento São Francisco ao Jardim Botânico, com passagem pelo Parque Manuel Braga, junto ao Museu da Água. Além das instalações sonoras apresentadas, o percurso explora as paisagens e ambientes sonoros dos lugares, oferecendo ao visitante a possibilidade de os experienciar numa perspetiva a que raramente somos sensíveis. À semelhança do que aconteceu na primeira edição em 2017, este ano o Convento São Francisco continuará a ser um lugar privilegiado para escutar as paisagens sonoras que vão soar e ressoar no Dar a Ouvir. Na sua segunda edição, procura ampliar as linhas de programação, ancorada na temática da natureza, transversal a todas as propostas artísticas apresentadas, numa programação a evocar a concepção de “paisagem sonora natural” elaborada pelo compositor e investigador de ambientes sonoros Murray Shafer. Os argumentos e referências de grande riqueza e originalidade que o autor convoca da literatura, música, artes e ciência, foram um mote inspirador para a programação que agora se apresenta. Projecto desenvolvido pelo Serviço Educativo do Jazz ao Centro em coorganização com o Município de Coimbra.
 
04 AGOSTO 2018
No Noise #4
Porto / Convento de Francos / 11:00 - 23:00
FESTIVAL DE MÚSICA EXPERIMENTAL & DIY

Info + Bilhetes
Bilhetes: 12# Venda antecipada / 15# Próprio dia
Locais de venda: Bunker Store, Louie Louie, Bunker Store e Matéria Prima
Morada: Convento de Francos - R. Travagem 390, Porto
(em frente à paragem de metro de Francos)
Comida gratuita / Entrada livre para crianças

Concertos
David Maranha & João Alves (pt) / dUAS sEMI cOLCHEIAS iNVERTIDAS (pt) / Ignaz Schick (de) / Ignaz Schick & Pedro Serrano (de/pt) / Innassaah Duo (nl/pt) / João Pais Filipe (pt) / Krake (pt) / Parpar (pt) / Paul Abbott & Keira Greene (uk/pt) / Paulo Eno e os Rantanplónicos (pt) / RRR (fr/pt) / Stereoboy (pt) / Thea Soti, Mike McCormick & Mascha Corman (de/ca) / Will Guthrie (au)

Instalações Sonoras
Draper Point / Otolith Organs (Sonoscopia)
Sandes (Maria Mónica & Jorge Queijo)

Kindernoise
Actividades para crianças vanguardistas com
Teatro de Ferro: Os extraterrestres, workshop de construção e manipulação de marionetas.
Erva Daninha: 1.5ºC Ponto de Equilíbrio, espectáculo de novo circo.
Oficina Arara: Oficina de construção de máscaras.

Depois de três edições confinadas ao limitado espaço físico da Sonoscopia, o No Noise expande este ano o conceito de menor festival de Verão para uma área bastante mais vasta e uma programação alargada que inclui concertos, instalações sonoras, bancas com edições independentes e um espaço dedicado às crianças do futuro - o Kindernoise. Para manter uma coesão territorial e ética na abordagem DIY que caracteriza este festival, este ano estaremos no Convento de Francos, um espaço com cerca de 6000 metros quadrados com inúmeras salas e um grande espaço verde que é habitado diariamente por três galinhas e uma simpática família de quatro cabras. Contrariamente à tendência de transformação de espaços devolutos da cidade em grandes empreendimentos turísticos, este convento que está a ser lentamente recuperado por uma pequena associação de fieis e será transformado num centro de espiritualidade, tolerância religiosa e cultura, assume-se assim como um espaço aberto à população e onde podemos usufruir de uma calma e silêncio raros nos meios urbanos. Em sintonia e em paralelo com este espaço, introduzimos várias novidades na edição deste ano do No Noise, que se irá iniciar logo pela manhã com o Kindernoise, um espaço dedicado aos vanguardistas mais novos, com workshops, teatro de marionetas, música e circo. Ao longo do dia haverá quinze pequenos concertos distribuídos por vários pontos do convento onde se poderão ouvir alguns nomes consagrados da música experimental como Will Guthrie, Ignaz Schick ou os portugueses David Maranha e Paulo Eno. Durante todo o festival haverá também em permanência várias instalações sonoras, bancas de edições independentes e uma selecção gastronómica para todos os gostos.

Pairando sobre toda o oferta cultural estará também o espírito veranil, onde a brisa marítima é substituída pelo fresco aroma do grande jardim que envolve o convento. Apesar do crescimento, o No Noise mantém-se como pequeno festival feito para os músicos e para o público. Acreditamos ser ainda possível ligar as comunidades através da música e deixar de parte toda a teia de realidade burocrática e económica que acaba por envolver a maior parte dos eventos culturais. Nesta perspectiva, o No Noise é um não-festival, um ponto de encontro e de debate internacional em torno do experimentalismo.
 
A Sonoscopia estará presente com a oficina Atlas de Instrumentos Utópicos, o percurso sonoro INsono: o ouvido secreto das plantas e o concerto/jantar de Srosh Ensemble.

A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projectos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos interdisciplinares com a literatura, a dança, o teatro e as artes visuais. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 500 eventos, criações artísticas, actividades pedagógicas e publicações. Esteve presente em cerca de 20 países europeus, bem como em geografias tão distantes quanto os Estados Unidos, o Líbano, o Japão, a Tunísia ou os Emirados Árabes Unidos. Acolheu no seu espaço no Porto, concertos, criações e residências de centenas de artistas de todo o mundo, sendo uma referência a nível europeu na música experimental, improvisada e electroacústica.

Rua da Prelada 33
4250-376 Porto, Portugal

BANDIDA APRESENTA CLIP




















Raivas, dores, doçuras e contradições numa voz que junta ao fado, e ao jazz, a garra do timbre mestiço para afirmar o ser mulher. Marta Dias e Carlos Barreto Xavier criaram doze canções em Português feitas para cantar com ternura, atrevimento e ousadia. Ah, Bandida.

Com o primeiro single “A Canção da Bandida” já a rodar na rádio e já disponível em todas as plataformas digitais (Apple Music, Spotify, iTunes, Google Play/YouTube, Amazon, Pandora, Deezer, Tidal, Napster, iHeartRadio, ClaroMusica, Saavn, MediaNet).

A partir de hoje dia 6 de Julho poderá encontrar o álbum numa loja perto de si!

As doze canções são fruto da parceria entre Marta Dias e Carlos Barreto Xavier e nasceu da composição, “Esse Meu Amor”, que integrou o “Best Of” da cantora.

Para acompanhar a voz de Marta Dias e o piano de Carlos Barreto Xavier, Bandida conta com a cumplicidade de Ruca Rebordão, nas percussões e de Yuri Daniel (baixo elétrico) cujo percurso musical é bem conhecido de todos e que acompanha Jan Garbarek em concerto, e Pedro Zagalo (Hammond).
Marta Dias, alia elementos urbanos, contemporâneos e telúricos, saberes e sabedorias, intuições bem pensadas, sensualidade em equilíbrio com contenção. YUE, é o seu álbum de estreia em 1997 de onde se destaca o single “Gritar”. Ao segundo disco encontrava-se AQUI (1999), mas já projetava pontes improváveis de “Ossobó” a “Quase Fado”. Foi com o fado que Marta Dias correu mais mundo, cedendo-lhe o timbre mestiço e o jeito jazzy que guardou da escola do Hot Club de Portugal.

Carlos Barreto Xavier nasceu em Goa, Índia. Compositor, teclista e produtor musical, tem uma vasta obra editada e desenvolve intensa atividade artística (Anjos, António Chainho, Delfins, Hands on Aproach, João da Ilha, Jorge Roque, Katia Guerreiro, Marta Dias, Radiophone, Ritual Tejo, Santos e Pecadores e Passione). Desenvolve trabalho solidário e investiga as relações entre a música e a educação no ensino básico, tal como a inclusão social pelas artes.


FIRST BREATH AFTER COMA COM NOVIDADES












"NU" é o nome do terceiro disco, sucessor do aclamado "Drifter", dos First Breath After Coma. O primeiro single é desvendado a 31 de Agosto.

 2 de Novembro marcará o dia da edição de "NU" e também o início da digressão europeia, com mais de vinte datas e por sete países. No início de Dezembro seguem-se três apresentações em Portugal: Lisboa, Porto e Leiria.

A par do intenso e premiado trabalho audiovisual da Casota Collective (em que produziram discos e vídeos para nomes como Surma ou Whales), este "NU" acaba por reflectir mais uma evolução introspectiva e desafiante, resultante de uma actividade muito intensa de viagens, concertos ao vivo e experiências colaborativas.

Os últimos dois anos contaram com quatro digressões internacionais e duas residências artísticas (em Ílhavo e Sintra). Nos últimos meses estiveram ainda envolvidos em processos criativos conjuntos com a Banda de Música de Mateus (para o festival Nordeste) e com o Coro Juvenil de Alitém e a Companhia de Dança Clara Leão (para o festival A Porta).

Depois de um período recheado de novas experiências, com muitas ideias e estruturas a aguardar tempo para a gravação, os cinco membros passaram a viver juntos vinte e quatro horas por dia naquele que entretanto se tornou no quartel general da Casota Collective, nos arredores de Leiria.

É por lá que estão a ultimar este "NU", que apura a linguagem musical dos First Breath After Coma e incorpora no seu laboratório sonoridades e ritmos de raízes bem distantes do habitual rótulo de indie ou post com que tantas vezes os rotulam.

Se por um lado (e como o nome indica) este vai ser o disco mais despido, cru e visceral, não podemos ignorar que é fortemente inspirado pela multiplicidade e polivalência artística que tem transformado o universo cada vez mais singular dos First Breath After Coma ao longo dos últimos tempos.

Pode-se esperar, portanto, uma exploração constante e transversal de novos formatos que se baseia no cruzamento do contemporâneo com o étnico e que se inspira na melodia, ora num formato tradicional como o gospel, ora assumidamente disruptiva.

FIRST BREATH AFTER COMA - NU TOUR (2018)

02/11 ES – OVIEDO
03/11 FR – TBA
05/11 BE - TBA
06/11 BE - TBA
07/11 DE - KÖLN
08/11 NL - AMSTERDAM
09/11 DE - TBA
10/11 DE - MÜNSTER
12/11 DE - KREFELD
13/11 DE - HANNOVER
14/11 DE - HAMBURG
15/11 DE - LEIPZIG
16/11 DE - BERLIN
17/11 DE - DRESDEN
19/11 DE - REUTLINGEN
20/11 DE – TBA
21/11 DE - WIESBADEN
22/11 DE - WÜRZBURG
23/11 DE - ULM
24/11 DE - MÜNCHEN
25/11 AT - WIEN
26/11 CZ - TBA
27/11 DE – NÜRENBERG
28/11 CH - TBA

05/12 PT - LISBOA
07/12 PT - PORTO
09/12 PT - LEIRIA

THE PARKINSONS AO VIVO




















The Parkinsons, uma das mais influentes bandas do movimento punk rock português, tocam a 19 de julho no Palco EDP no Super Bock Super Rock em Lisboa. No dia em que os The XX encabeçam o cartaz no Palco Super Bock, a banda de Coimbra estreia-se no Festival às 17H00.

Depois de uma digressão internacional, que passou por diversos países como Espanha, França e o Reino Unido, os The Parkinsons voltam a Lisboa para um concerto de celebração da sua já longa carreira.

O repertório deste concerto no Super Bock Super Rock inclui não só alguns dos seus antigos êxitos, como também a apresentação ao vivo do mais recente álbum "The Shape of Nothing to Come", editado em abril deste ano.

"Numb" é o mais recente single dos The Parkinsons que conta já com um teledisco oficial que pode ser visto aqui. É o segundo single a sair de "The Shape of Nothing to Come", depois de "See no Evil".

O NOVO SINGLE DE LINCE












Sofia Ribeiro, a.k.a. LINCE, tem um novo single, o tema “It Feels Like Looking at Sculptures”, que antecipa a chegada do seu álbum de estreia no Outono.

“It Feels Like Looking at Sculptures” sucede a “Drops”, o EP que LINCE editou há um ano e que mereceu lugar de destaque nos balanços musicais de 2017, e de onde se destacaram os temas “Earth Space”, “Call Me Home” e “Puzzles”.

"Quando pensava num título para a música, a dificuldade em encontrá-lo estava em como definir um sentimento de felicidade que nos provoca uma libertação interior, num corpo absorto, desprendido, levado, que tudo o que contempla faz crescer esse sentimento” refere Sofia Ribeiro e prossegue “houve uma acção que me lembrou esse estado - ele assemelhava-se à contemplação de esculturas. Das grandes esculturas que eu observara recentemente." "It Feels Like Looking at Sculptures", assim como todo o álbum, contou com a produção da CASOTA Collective e foi gravado ao longo dos últimos meses no estúdio do colectivo criativo leiriense.

Para o videoclip de “It Feels Like Looking at Sculptures”, contou com André Tentúgal, colaborador desde o seu início e companheiro de Sofia na banda We Trust. Uma viagem quase que fotográfica com as tonalidades do final dos anos 70 e que tem na expressividade de Sofia o grande trunfo.

Os novos temas de LINCE já fazem parte das suas apresentações Ao Vivo:

20 JUL / Hostel Atlas / Leiria
09 AGO / Festival Bons Sons / Cem Soldos
10 AGO / Festival Hippie Chic / Póvoa do Varzim
18 AGO / Verão no Centro Histórico / Covilhã
  

MIRROR PEOPLE NOS FESTIVAIS














Mirror People continuam a dar a conhecer o disco Bring The Light, de 2017, um pouco por toda a parte. Entre concertos Rui Maia está já em estúdio a preparar o 3º álbum, previsto para 2019.

19/07 - Festival Super Bock Super Rock, Lisboa
21/07 - Festival TiMilha, Pombal
2 de Agosto, FivaVouga, Sever do Vouga
10/08 - Bons Sons, Cem Soldos
17/08 - Festins, Alcains

ZABRA APRESENTA




















DEPÓSITO DE UMA NATUREZA ACTIVA

LINKS: YOUTUBE . BANDCAMP

ZABRA002 – V.A. - Depósito de uma Natureza Activa

1. Mr. Herbert Quain – Stimulated/Simulated
2. Manuel Guimarães – Sombras do Tempo
3. I, Alexander – Osso Part II

O segundo lançamento da ZABRA Records reúne três peças musicais compostas originalmente por Mr. Herbert Quain, Manuel Guimarães e I, Alexander para a exposição homónima de João Pedro Fonseca. Extraídas do ambiente da exposição, as três peças preservam uma vida própria que agora renasce na sua edição em digital e, posteriormente, em formato vinil - inícios de Setembro.

Há uma desconfiança que nos perturba: toda a natureza é natureza morta. Sob o inebriamento das luzes da ciência moderna e do seu racionalismo universal, fomos adormecidos num sonho em que, por princípio, todo o Mundo é governado por leis imutáveis que apreendem a natureza como uma matriz de fenómenos transparentes e previsíveis. Emancipado pela técnica, é o Homem que inventa a natureza e se assume como o mestre desse gigantesco depósito, o depósito de uma natureza passiva e morta, transformada num mecanismo que, uma vez programado, continua controladamente a seguir as regras inscritas no programa de uma engenharia absoluta. É esse programa que lhe sacia as necessidades e assegura o progresso que colonizará todos os domínios do mundo natural e das suas imprevisibilidades. Do alto do seu império, o Homem não é apenas piloto e mestre, é também um contemplador: o espectador que observa, com uma distância segura, o cenário prodigioso desse depósito natural, continuamente arranjado, preparado, montado e artificializado para o satisfazer.

Apenas recentemente teremos começado a acordar desse sonho. Quando o impacto humano sobre a Terra é maior do que qualquer outro, pressente-se, enfim, que até o Homem faz parte desse depósito e que o acelerador do seu progresso é também o do seu declínio. A virtude do novo olhar é inseparável do desassossego que o aflige: o depósito rico, e até então silencioso, – a natureza como eterna alteridade da cultura humana – deixa de ser o pano de fundo, o meio envolvente, a figura distante. O que foi dado como seguro é, afinal, instável e, cada vez mais, indecifrável. Como consequência, o momento em que as preocupações ecológicas alertam para a frágil sustentabilidade do mundo natural é também o momento em que a sua dimensão de força maior e activa se torna evidente.

Através de três peças que constituem três momentos distintos, mas relacionados, de problematização destas tensões, “Depósito de uma Natureza Activa” surge como um laboratório livre no qual se joga a possibilidade de se reiniciar a ideia de natureza à luz das mutações presentes: pensar uma natureza activa implica pensá-la a partir da sua face irascível e selvagem, implica, no limite, pensá-la como qualquer coisa que, mesmo que já tenha sido lançada na vertigem do seu apocalipse, continua desgovernada a irromper sob as pegadas do Homem, indiferente aos seus crimes ou às suas esperanças, surda perante os seus cantos ou as suas preces.

As três instalações foram desenhadas e concebidas pelo artista visual João Pedro Fonseca, para as quais convidou três músicos portugueses, de cidades distintas, para trabalhar a sonoplastia e, assim, fundir a sua perspectiva individual do tema com as peças já criadas.

A/ Mr. Herbert Quain V/ João Pedro Fonseca
Stimulated/Simulated
 
A primeira faixa da compilação,“Depósito de uma Natureza Activa”, abre com Mr. Herbert Quain, uma música composta para a peça de videoarte e instalação “Stimulated/Simulated” de João Pedro Fonseca.

LINK YOUTUBE

Esta sessão conta com 16 minutos de texturas e policromias das mais variadas forças e formas da natureza. Através de 4 fases, especula-se sobre uma breve história da passagem do Homem pela Terra e da sua relação agonística com a Natureza. Terá havido uma primitiva fase mágica de união umbilical, a qual, progressivamente, foi colonizada por todo o tipo de aparelhos de dominação desse grande depósito natural. Geo-construtivistas de todos os pontos terrestres, munidos das mais complexas ferramentas, dispuseram-se a formar à sua imagem aquilo que, mesmo que aparentemente passivo, dispunha já uma irascível forma original. O desfecho, sempre imprevisível, revelará ao Homem a obsolescência de todos os seus investimentos técnicos. Stimulated/Simulated dá conta dessas passagens ambíguas, nos sons e nas imagens que podem constituir a linha imaginária de um futuro que, esperamos, seja sempre alternativo.

SITE OFICIAL
Bandcamp . Youtube . Soundcloud . Website

segunda-feira, 16 de julho de 2018

PROGRAMA DE 16/07/18

1 – Noiserv – Onze
2 – IAMTHESHADOW – Anoiteceu (álcool – Mário de Sá Carneiro)
3 – Ermo – Vem nadar ao mar que enterra
4 - The Dreams Never End – Imagem
5 – The Black Archer – Dreaming of you
6 – Daily Misconceoptions – How to embrace penguins
7 – Cassete Pirata - Outro final qualquer
8 – Joana Espadinha – Idade do armário

9 – Nádia Schilling – Kite
10 – André Barros & Myrra Rós – Days of slumber
11 – Rodrigo Leão e Scott Matthew – That’s life
12 – Tomara – Coffee and toast
13 – Alexander Search – A day of sun
14 – Mazgani – The poet’s death

NO SALÃO BRAZIL












Sab, 21 de Julho, 22h00
João Gentil & Franco Chirife

João Gentil é um acordeonista que mudou a imagem do acordeão no nosso imaginário, transformando-a num instrumento doce, sentimental e capaz de exprimir do seu interior uma beleza melódica arrepiante. Conta com um vasto currículo e participações com músicos de renome nacional e internacional, como Viviane, Uxía, Rui Veloso, Brigada Vitor Jara e António Zambujo. No seu percurso destacam-se as várias digressões na Argentina, país pelo qual nutre uma especial paixão e onde vai buscar grande parte das suas influências musicais.

Franco Chirife é um pianista argentino de formação clássica a viver em Portugal há 20 anos.

 Durante o seu percurso musical teve experiências muito enriquecedoras tocando com artistas de renome como Waldemar Bastos, Mário Lúcio e músicos de variadíssimos estilos musicais do jazz ao fado, do pop à música africana. Compositor, arranjador e produtor musica, define-se como um musico eclético, onde a principal fonte de inspiração é o multiculturalismo.

Juntos, apresentam um cardápio musical que promete unir as suas
influências comuns de Portugal e da Argentina, aos comandos do piano, do acordeão e também do instrumento mais carismático de Buenos Aires: o Bandoneon.
Uma viagem que promete um repertório eclético de melodias doces com algumas composições próprias em simbiose com outras com arranjos revisitados.

João Gentil – Acordeão, Bandoneon
Franco Chirife – Piano e Arranjos musicais
BILHETE: 8,00€

KEEP RAZORS SHARP COM DISCO NOVO A 19 DE OUTUBRO














O segundo álbum de Keep Razors Sharp chega às lojas a 19 de Outubro. Durante o verão a banda vai dar a conhecer vários temas novos, ao vivo, para além de Always And Forever, o primeiro single do disco que continua em forte rotação nas rádios nacionais.

21 de Julho, Festival Super Bock Super Rock, Lisboa
28 de Julho, FicaVouga, Sever do Vouga
18 de Agosto, Festival Paredes de Coura
31 de Agosto/1 de Setembro, Indie Music Fest, Baltar

Anos a dar o peito e sangue à música de guitarras em vidas diferentes, estes quatro capangas juntaram-se para uma jornada importante. O Bráulio, o Afonso, o Rai e o BB são os tipos que acabaram acidentalmente por vir personificar o rock’n’roll. Sim, esse que jamais dará de si enquanto houver gente como eles pronta a dar-lhe o soro necessário. Bons vilões deste nosso rock português, prestes a trazer um irmão mais novo para o disco de estreia de 2014. O álbum que os deixou confortáveis no pedestal de culto das bandas de maior amplificação sónica aqui para os lados da nação. O deserto americano e as caves obscuras no imaginário, as guitarras sonantes, a cadência bruta, o psicadelismo como matriz, tudo parte do universo musical deles parece estar presente neste cartão de visita.

“Always And Forever” eletrifica-nos em segundos. Uma espécie de bomba calórica com a mestria de os resumir como banda em três minutos de canção. Cavalgante, com um turbilhão de atmosferas dentro de si mesma – avé Always And Forever! –, onde sentimos a tal lâmina e soco que nos descarna. Está todo lá, o ideal de rock psicadélico que nos transporta para lugares desconhecidos. E à medida que a música se desenvolve percebemos que a viagem é o que realmente importa para eles, bem mais do que o destino. Uma moção feita de intensidade e som cheio, característica estatelada em muitas outras músicas da banda. Em “Always And Forever” vive-se uma atmosfera fria, mas cheia de sangue a pulsar. Dá prazer ver este sangue dos Keep Razors Sharp. Os quatro tipos que encontraram na honestidade e na amizade a única forma de fazer música. - Joaquim Quadros

THE LEMON LOVERS COM NOVO SINGLE
















“Há quem tropece na estranheza das coisas belas, e há quem as procure.”

O novo single de The Lemon Lovers veio a correr contra o Sol, vão chegar mais ao menos ao mesmo tempo. Isto num ano em que a banda já bateu o dente, durante uma tour europeia de Inverno com 31 concertos numa data de países. O tema “half blind” vem solto e sem aviso numa altura em que a banda já sentia saudades do estúdio. Nos próximos tempos, podem vê-los:

28 julho - Gerês Rock Fest - bilhetes
09 agosto - Festival Bons Sons - Cem Soldos - bilhetes
14 agosto - Festival Sobe à Vila - Vodafone Paredes de Coura - entrada gratuita
 

domingo, 15 de julho de 2018

FITACOLA - "FIO DA NAVALHA"

ORLANDO COHEN - "MELODIA ANCESTRAL"

PROGRAMA DE 14/07/18

1 – Urbanature – Plug and pay
2 – Quadra – Mapa de fuga
3 – Orlando Cohen – Sombras
4 - Moon Preachers - Confusion beat
5 – Cows Caos – Tranquilo
6 – Dead Combo – As quica as you can
7 - Selma Uamusse - Mozambique
8 – Danae – Condição de louco

9 - Isaura – Closer
10 – Sequin – Queen
11 – Mai Kino – The waves
12 – Surma – Plass
13 – Calcutá – Over night
14 – The Gift – Love without violins (c/ Brian Eno)
15 - Da Chick – Chick-a-boom (Pete Herbert remix)

sexta-feira, 13 de julho de 2018

PROGRAMA DE 13/07/18

1 - Joana Espadinha - Pensa bem
2 - Fad'azz - Amanhã
3 - Susana China - Pé no degrau
4 - Saturnia - Gemini
5 - Time For T - Olympics
6 - João Gentil - Foi Deus (com Selma Uamusse)
7 - Janita Salomé - Bocage
8 - Danae - Terra secu
9 - Selma Uamusse - Mozambique
10 - Casuar - Cicloop
11 - Eduardo Branco - Ilusão
12 - Adfectus - Pedra no sapato
13 - Anaquim - Optimista

EM GAIA