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NEXT STOP IS YESTERDAY António Olaio + Manuel Guimarães 20 Fevereiro • 22:00
NEXT STOP IS YESTERDAY é o nome do concerto de António Olaio e Manuel Guimarães e também o nome do primeiro cd que gravaram juntos, editado pela Lux Records.
Num formato de piano e voz, para além da canção que dá o nome ao álbum, apresentarão canções como "Black Jello Birthday Party", "Lost in Space", "Heading West", "My Left hand keeps on changing", entre outras.
"Many Rivers" junta o trompetista galego Ricardo Formoso ao pianista e compositor português Luís Figueiredo. Uma ideia antiga partilhada pelos dois músicos, que agora vê a luz do dia através da editora Roda Music. O repertório compreende 12 composições da autoria de Luís Figueiredo, caracterizadas por um comovente lirismo. A combinação destas duas personalidades musicais resulta numa sonoridade poética, cinematográfica e de enorme expressividade musical. O título deste projecto deriva do poema Many Rivers Run Down to Many Seas, de Fernando Pessoa.
Depois de editarem “OUTRA VEZ ARROZ” no passado dia 12 de fevereiro, os BALEIA BALEIA BALEIA anunciam agora as primeiras datas de apresentação ao vivo do novo disco. A digressão arranca já a 19 de fevereiro, no Porto, e prolonga-se até abril, com concertos um pouco por todo o país.
Editado com selo da Saliva Diva e o apoio da Fundação GDA, “OUTRA VEZ ARROZ” marca o quinto lançamento do duo portuense - e o terceiro longa-duração, depois de “Baleia Baleia Baleia” (2018) e “Suicídio Comercial” (2022). A dupla formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz) mantém o espírito DIY que sempre os definiu, num disco que nasce da sua assinatura particular: baixo, bateria e voz como motor criativo.
No alinhamento do disco, o tema de abertura, “ANTIFA AO CONTRÁRIO É OTÁRIO” (que conta com participações de Scúru Fitchádu [Marcus Veiga], EVAYA [Beatriz Bronze] e do Coro Informal Antifa), estabelece desde o início o carácter crítico e provocatório do álbum. Em “AUTO-EXTINÇÃO” e “SUPER-AGROBETO”, a banda assume o humor como arma afiada. Já “NPC”, o single previamente lançado, explora o niilismo contemporâneo estimulado pelo pára-arranca típico do duo. Entre estas tensões surgem ainda temas como “DEIXA O FRIO ENTRAR” e “HEDONINHO”, onde a banda polvilha um horizonte duro com fragilidade, prazer e pequenas aberturas de luz. “SOBRESTIMULADOS” e “VAI CHAMAR-SE OVERTHINKING, OU SE CALHAR NÃO, TALVEZ SEJA MELHOR UM TÍTULO EM PORTUGUÊS” refletem sobre a vida sem descanso, e a faixa que dá nome ao álbum, “OUTRA VEZ ARROZ”, oferece uma pequena pausa instrumental para respirar feedbacks e outros barulhos.
Reconhecido pela intensidade e pela relação direta com o público, o espetáculo dos BALEIA BALEIA BALEIA regressa à estrada para apresentar ao vivo este novo capítulo.
Datas de apresentação de “OUTRA VEZ ARROZ”
Fevereiro
19 Fev - Porto | Maus Hábitos 26 Fev - São João da Madeira | Casa da Criatividade 27 Fev - Barreiro | Mula 28 Fev - Lisboa | Casa Capitão
Março
13 Mar - Praia da Tocha | Piolho 14 Mar - Loulé | Bafo de Baco 15 Mar - Fátima | Montamora SC 20 Mar - Ovar | TBA 21 Mar - Famalicão | Casa do Artista Amador
Abril
2 Abr - Barcelos | Feira da Isabelinha 3 Abr - Seixas | GRCA 4 Abr - Guimarães | CAAA 5 Abr - Bragança | TBA 10 Abr - Montemor-o-Novo | Oficinas do Convento 11 Abr - Barreiro | Galo Negro Fest 16 Abr - Coimbra | Teatrão 17 Abr - Leiria | Texas 18 Abr - Viseu | Fora do Rebanho
“OUTRA VEZ ARROZ” reafirma BALEIA BALEIA BALEIA como uma das bandas mais ativas e singulares do panorama nacional, fiéis ao DIY e à sua permanente capacidade de transformar caos, humor e crítica em música visceral.
Os TOXIKULL anunciam dois concertos de apresentação do seu novo álbum «Turbulence», o quarto álbum de estúdio da banda, editado a 24 de abril pela Dying Victims Productions.
Concertos de Apresentação 24 de abril — RCA Club, Lisboa
Convidados especiais: Xeque‑Mate e Affaire
25 de abril — Woodstock 69, Porto
Convidados especiais: Toxik Attack e Yaatana
Bilhetes 12 € (pré‑venda) 15 € (no próprio dia)
Bilhetes para Lisboa à venda aqui! Bilhetes para o Porto à venda aqui!
Recorde-se que os TOXIKULL lançaram recentemente, «Midnight Fire», o primeiro single e videoclip oficial retirado do seu próximo quarto álbum de estúdio, «Turbulence».
Enquanto tema de abertura do álbum, «Midnight Fire» funciona como o primeiro contacto com o universo de «Turbulence», apresenta a energia, intensidade e direção do novo trabalho da banda, enraizado no heavy metal clássico e no speed metal.
A nível lírico, «Midnight Fire» centra-se no dilema entre manter vivo o fogo interior ou deixá-lo apagar. O fogo simboliza a paixão, a intensidade, a inquietação e a vontade de viver de forma ardente, em oposição à estabilidade, à contenção e à normalização. A canção reflete esse conflito pessoal através da pergunta central: “should I let you go, should I let you die?”.
O single foi produzido por Jaime Gomez Arellano no Arda Recorders, no Porto, produtor conhecido pelo seu trabalho com bandas como Ghost, Primordial, Mayhem, Opeth, Moonspell, Behemoth e Angel Witch.
O videoclip de «Midnight Fire» foi realizado por Simão Carvalho de Matos, com produção de Catarina Ventura, e marca o primeiro lançamento visual associado ao álbum «Turbulence».
Este lançamento assinala o arranque do novo ciclo dos TOXIKULL, antecipando aquele que será o quarto álbum de estúdio da banda.
Há várias definições de inferno: enquanto lugar físico imaginário e enquanto lugar mental (imaginário, também, pois o que conhecemos de inferno serão sempre conceitos e nunca uma realidade concreta). GEHENNA poderá ser mais um dos nomes que o inferno pode ter… O inferno como local físico de punição e/ou purificação. É, também, o nome do primeiro disco de Fjords. Não porque nos remeta para um possível inferno, mas porque aborda o percurso interno de chegar lá, ficar lá e sair.
É um disco que tem por base a divina comédia de Dante Alighieri. É composto por 4 intensas e densas faixas e tem início com “Virgílio" que apresenta o poeta e o guia da personagem principal. As outras três faixas representam, cada uma, uma fase da viagem do herói. “Inferno” explora a viagem de Dante pelos 9 círculos infernais; tem 9 partes diferentes, cada uma inspirada na temática individual de cada círculo, sendo que as letras também andam de mãos dadas com estas temáticas bebendo muito do julgamento próprio e de como as ações praticadas no passado podem corromper, ou não, o futuro. A “Purgatorio" vai beber a um sentido repetitivo, onde a mudança advém da consciência de que para enfrentar o futuro e mudar, há que olhar para o passado e enfrentar os erros. Por fim, a ”Paradiso” aborda a morte de deus como conceito, o homem deixa de acreditar no julgamento falível de um ser superior, passando a acreditar na força dos seus atos por onde este cria o seu próprio caminho. O homem enfrenta a mentira que é o apoio de deus e a noção de salvação divina!
Este primeiro disco tem um conceito mais teatral do que a banda já fez anteriormente nos seus dois EP’s: não só pela referência cultural, como pela criação de uma banda sonora para a viagem. Estão prontos para a fazer?
GEHENNA, teve gravação e mistura por André Figueiredo, produção da banda e masterização por João Pires (Hetta). Teve como cartões de visita "Purgatório" e "Virgílio" e sai hoje em formato CD e cassete. Vai ser apresentado no dia 21 de Fevereiro na Cooperativa Mula, no Barreiro.
Fjords surge em 2019 no distrito de Coimbra. Nasce da união de dois amigos com um mesmo amor em comum: o gosto por viagens sonoras por vales densos e opacos.
É uma banda de stoner doom progressivo que desafia as convenções dos géneros com o seu som poderoso e atmosférico.
A dupla formada por Rafael Borges no baixo e voz e André Figueiredo na bateria, sintetizador, caixa de ritmos e voz, cria paisagens sonoras épicas, fundindo riffs de baixo pesados e ritmos viciantes de bateria com histórias inspiradas numa ampla gama de influências culturais.
A adição de sintetizadores à sua sonoridade elevou a sua música a novas fronteiras, explorando texturas e ambientes únicos que convidam o ouvinte a vivenciar uma jornada de autodescoberta e aventura musical, enquanto continuam a empurrar os limites do rock pesado rumo à transcendência.
Já com dois EP’s lançados em 2020 (Fjords e Dunes), percorreram vários palcos do país passando por Aveiro, Figueira da Foz, Coimbra, Freamunde, Ovar, Porto, Barreiro, Almada, Cadima, Lisboa, Évora, entre outros.
A banda acaba de anunciar a sua participação no Wave-Gotik-Treffen, um dos mais importantes festivais da cultura gótica e alternativa a nível mundial, que terá lugar em maio de 2026, em Leipzig, Alemanha.
O concerto no Wave-Gotik-Treffen será uma oportunidade para o público internacional ouvir temas novos, a par de composições já conhecidas do repertório da banda, num festival que reúne anualmente artistas e públicos de todo o mundo.
Depois do lançamento do álbum “Into Oblivion” pela editora alemã Cold Transmission Music, do álbum de remixes (com colaborações de Years of Denial, XINOBI, entre outros) e uma tour europeia no final de 2025, os NECRØ encontram-se atualmente a trabalhar em novas músicas, que serão lançadas ao longo dos próximos meses.
TIXA edita hoje “Amor ou Ódio”, um novo single que mergulha na dualidade das emoções. Depois de ter consolidado o seu nome na nova cena urbana portuguesa, a artista regressa com um tema mais cru, direto e emocionalmente exposto, já disponível em todas as plataformas digitais.
Tixa estreia-se agora num beat de house, onde explora a dualidade entre os extremos no amor e o papel do ego nesse processo. A produção, assinada por Chaylan, traz uma energia pensada para o club, sem perder a intensidade emocional que caracteriza a sua escrita.
Com este novo single, a artista reforça o seu espaço no panorama nacional, num território entre o trap, o plug e o rap alternativo, onde a autenticidade é palavra de ordem. “Amor ou Ódio” mostra uma artista mais confiante, segura do seu som e da sua identidade, a construir um caminho que é só dela.
O lançamento chega depois de um período de consolidação: o EP de estreia "Tixa, prazer" recebeu forte feedback do público, levando-a aos palcos do Festival SUMOL e do MIL Lisbon International Music Network. Desde então, nenhuma outra artista feminina tem ocupado o espaço com a mesma atitude e consistência, confirmando TIXA como a voz emergente da nova geração.
1 - Máximo - Winter 2 - Hélder Bruno - Alma 3 - Rui Massena - Parent's house 4 - Mário Laginha - Santo Amaro 4 - Júlio Resende - Mano a mano - agora somos irmãos 5 - From Atomic - Gigantic 6 - John Mercy & Tracy Vandal - Angel's don't cry 7 - So Dead - Roadkill 8 - Mekong - Danse danse 9 - When The Roses Die - Spirit 10 - Wolf X - Spirit 11 - Decline And Fall - Lost astray
Já chegou o single de avanço para o novo álbum dos Turning Point, a banda de Santa Maria da Feira.
O tema (“DO SENTIMENTO TRÁGICO DA VIDA”) serve de antevisão para o longa-duração “A POESIA É PARA COMER!”, com lançamento agendado para o dia 21 de Março.
O disco sairá com o selo da editora independente ANTI-DEMOS-CRACIA e é apresentado pelo trio — Simão Valinho, Raquel Sousa e Lígia Lebreiro — da seguinte forma:
“Escolhemos a poetisa Natália Correia como ponto de partida e inspiração… uma voz que clama por liberdade quando, mais uma vez, urge devolver a voz aos poetas, que a defendem como quem precisa de ar para viver!
Enquanto o nosso primeiro álbum perseguia a beleza das palavras e dos silêncios de Carlos da Cunha, desta vez escolhemos Natália Correia, mulher provocadora e mordaz, uma voz indomável, uma figura intelectual e política essencial na luta do nosso país contra a ditadura. Pareceu-nos que, mais do que nunca, devemos dar voz à liberdade e combater as novas formas de censura escondidas num tempo em que regressamos à lei do mais forte!
É um álbum de revolta, de defesa da liberdade, da identidade e também do amor.”
A cidade de Tondela volta a ser palco de um dos eventos mais consistentes do underground nacional. A 9.ª edição do Tondela Rocks realiza-se no dia 25 de abril, na Associação Recreativa e Cultural Ermidense, reunindo um cartaz que cruza um nome internacional, referências do metal e do hardcore e uma forte representação da cena alternativa portuguesa.
Com produção da Rocha Produções, o festival reafirma a sua identidade enquanto espaço de encontro entre diferentes vertentes do rock e do metal, consolidando-se como uma das apostas mais relevantes do circuito independente em Portugal.
Master regressam a Portugal em data única
O grande destaque internacional da noite são os MASTER, veteranos norte-americanos e pioneiros do death metal, que celebram 41 anos de carreira com uma digressão mundial. A passagem por Tondela será data única em Portugal em 2026, prometendo um concerto histórico para os fãs do género.
Energia, peso e diversidade sonora no cartaz
Os Revolution Within, com duas décadas de percurso, trazem o seu groove/thrash metal intenso e técnico, enquanto os lisboetas Black Hill Cove apresentam uma abordagem mais próxima do hardcore, marcada pela agressividade e impacto ao vivo.
Do norte do país chegam os Voidwomb, uma das propostas mais obscuras e intrigantes do atual underground nacional, com uma fusão de black/death metal que tem vindo a conquistar destaque pela sua identidade sonora e estética sombria.
A cidade de Coimbra marca presença com duas bandas de universos distintos: os Mizzura, com a sua energia punk/crust, e os aBAND’onados, que apresentam um rock musculado, dinâmico e marcado por influências funk, destacando-se pela intensidade em palco e pela forte ligação ao público.
A abrir o festival estarão os Propagandaz, com uma proposta de rock direto e sem filtros, preparando o terreno para uma noite de alta voltagem sonora.
Horários e bilhetes
As portas abrem às 16h00, com início dos concertos marcado para as 17h00. Os bilhetes têm o custo de 15€ em venda antecipada e 20€ no dia do evento. Os bilhetes já se encontram à venda na TicketLine e através de MB Way, diretamente junto da organização do festival.
Um festival com identidade própria
Ao longo das suas edições, o Tondela Rocks tem vindo a afirmar-se como uma plataforma de valorização da música pesada, promovendo o cruzamento entre nomes consagrados e novos projetos, e contribuindo para o fortalecimento da cena rock e metal em Portugal.
A 9.ª edição promete reforçar essa missão, oferecendo uma experiência intensa, diversa e autêntica — onde o underground encontra palco, público e futuro.
Gota do Tempo retrata a pressão de crescer e lidar com o tempo quando parece que tudo muda rápido demais. Há um lado frágil e honesto na letra, uma luta interna entre tentar salvar os outros e perceber que às vezes nem sabemos como nos salvar a nós. Entre sorte e azar, fé e dúvida, o tema mostra alguém que só quer encontrar o seu lugar sem desiludir quem acredita nele.
A sonoridade acompanha essa jornada. Começa mais calma e pensativa e depois ganha energia na segunda parte com uma transição para pop experimental, trazendo mais intensidade e emoção. “Gota do Tempo” é sobre sentir tudo ao mesmo tempo enquanto o relógio continua a andar.
No dia 14 de março, os GAEREA vão abrir as portas do Museu de Lamas na sua cidade natal, para uma sessão privada de escuta de «LOSS», poucos dias antes do lançamento oficial do álbum.
Trata‑se de um evento extremamente limitado, concebido como uma experiência íntima e imersiva.
Os participantes irão ouvir «LOSS» na íntegra, no mesmo espaço onde a banda prepara os seus espetáculos ao vivo.
A sessão será organizada pelos próprios músicos, oferecendo uma oportunidade rara de contacto direto com o coletivo.
Não haverá concerto. Não haverá encenação. Apenas som, atmosfera e presença.
A totalidade das receitas será doada ao Museu de Lamas, como forma de agradecimento por ser a instituição da terra que acolheu a banda de braços abertos.
Uma canção que se dilata em ritmos e melodias remanescentes de sentimentos simples, em circunstâncias complexas. A explicitação de uma etnografia vigorosa, reflectida numa hubris sem pudor, nem julgamento - qual “grito de uma guerra já há muito perdida”.
Porque, mais do que os feitos, as histórias falam, sim, das vontades.
E, mais que a própria realidade, as gentes desejam viver sonhos.
É, que: “Ter voz, ainda interessa
“Hoje à noite, na Giesta”.
Produtor: Nuno Mendes
Intérpretes / Músicos: Gil da Costa – Voz; Guitarras; Ukulele; Palmas; Segundas Vozes Nuno Mendes – Guitarras; Guitarra Eléctrica; Percussão; Palmas Edu Silva – Contrabaixo Ruca Lacerda – Bateria; Percurssão; Guitarras Gileno Santana – Trompetes
Composição e Arranjos: Gil da Costa e Nuno Mendes Letras: Gil da Costa Capa: Jorge “Grator” Ferreira Vídeo: Joana Pedro Performance: Charlotte Bispo
Os puto bacoco, projeto liderado pelo compositor portuense Gil da Costa, lançam hoje o novo single “Hoje à noite na Giesta”. Depois da estreia com “Deus Passou”, o grupo reafirma a sua identidade singular, cruzando tradição popular com uma estética contemporânea de forte carga narrativa.
O tema “Hoje à noite na Giesta” aprofunda esta fusão entre memória e modernidade, explorando ritmos expansivos, emoções densas e uma voz que funciona como testemunho e catarse — “um grito de uma guerra já há muito perdida”, nas palavras do autor.
O single antecipa o álbum de estreia, “Uma Noite Muito Estranha”, com edição marcada para 27 de março de 2026.
Os puto bacoco, projeto liderado pelo compositor portuense Gil da Costa, lançam hoje o novo single “Hoje à noite na Giesta”. Depois da estreia com “Deus Passou”, o grupo reafirma a sua identidade singular, cruzando tradição popular com uma estética contemporânea de forte carga narrativa.
O tema “Hoje à noite na Giesta” aprofunda esta fusão entre memória e modernidade, explorando ritmos expansivos, emoções densas e uma voz que funciona como testemunho e catarse — “um grito de uma guerra já há muito perdida”, nas palavras do autor.
O single antecipa o álbum de estreia, “Uma Noite Muito Estranha”, com edição marcada para 27 de março de 2026.
Com edição e distribuição pela indiemusic.pt, os puto bacoco continuam a afirmar-se num território de fronteira entre canção de autor, experimentação tímbrica e crónica social Com edição e distribuição pela indiemusic.pt, os puto bacoco continuam a afirmar-se num território de fronteira entre canção de autor, experimentação tímbrica e crónica social.
Mais que um intérprete, compositor ou cantor, Jottape é um storyteller!
Jottape é um contador de histórias com uma sonoridade própria onde cada palavra promete transmitir sentimento.
Considera-se como um romântico, sensível e intenso. Ao longo dos anos foi escrevendo e compondo vários temas.
Vê a música como a continuação do seu processo criativo. “Confesso que o que me entusiasma são os desafios lançados a partir de um tema.” – diz o artista.
O seu desejo é que as suas canções sejam ouvidas seja como cantor ou autor ou colaborando com outros artistas.
Jottape (João Pedro) assume finalmente o papel de intérprete em 2026.
Com a bagagem de quem já fez de tudo um pouco na música, desde a animação de eventos, à colaboração com diversos artistas, mas sempre no backstage, considera que esta é a sua melhor fase fazendo com que este se torne o momento certo para se dar a conhecer.
“A Miúda Mais Bonita” retrata o impacto profundo que uma pessoa pode ter na vida de outra. Embora não seja algo biográfico, explora uma experiência universal.
Diz Jottape: “Quem nunca ouviu alguém que aquele amigo que nunca teve coragem de dizer o quanto admirava aquela miúda que todos os dias via a passar e que até sabia a cor dos sapatos, como estava penteada, se sorria ou estava triste?
Alguém que teve medo de arriscar e dar o passo e fala como aquela miúda seria a mulher perfeita para ele (hoje).
A letra transmite a ideia de que quando estamos com alguém, pensamos ou até sonhamos, queremos que o tempo pare, porque esse momento simples vira algo mágico… Também fala do receio de sofrer, do coração ter vida própria, palpitando sem pedir autorização, revelando a força dos nossos sentimentos e a incerteza perante a intensidade de uma nova ligação.
Diogo Piçarra e Marisa Liz juntam-se em “Amanhã”, um novo tema que assinala o encontro de dois dos maiores nomes da música nacional.
Uma colaboração poderosa entre duas vozes únicas, “Amanhã” afirma-se como um verdadeiro hino de esperança - positivo, inspirador, e que promete deixar qualquer um motivado e pronto a conquistar tudo o que aí vem.
O projeto Florbela, disco-tributo à obra de Florbela Espanca, apresenta um novo avanço com o lançamento de “Amor Que Morre”, interpretado pelos NAPA. O tema integra este álbum coletivo que musicou 14 sonetos da poetisa, numa abordagem contemporânea assinada por algumas das vozes mais relevantes da música portuguesa atual.
O álbum completo chega a 20 de março - véspera do Dia Mundial da Poesia, uma data que sublinha o carácter literário e simbólico do projeto
Após o lançamento de “Kela Bullshit” do projeto “Gato Preto”, X-TENSE apresenta agora “Flexin On U”, do disco Nuno, um dueto com Tatiana Duarte num registo soul, inédito no catálogo do artista, e um instrumental clássico que remonta ao Doo-Wop dos anos 50. Neste novo single, X-TENSE e Tatiana narram uma separação com 2 perspectivas num dueto dramático. “Flexin On U” equilibra tradição e modernidade, resultando num tema intemporal com forte identidade artística. A canção explora a vulnerabilidade emocional de uma separação, apresentada em formato de diálogo, duas perspetivas complementares que se cruzam num dueto intenso e cinematográfico.
Flexin On U” amplia, mais uma vez, o espectro artístico de X-TENSE, provando a sua versatilidade criativa e a capacidade de reinventar a sua linguagem musical, explorando novos territórios sonoros e surpreendendo constantemente o seu público.
Sobre X-TENSE
X-TENSE, rapper e produtor português, construiu um percurso sólido e independente, marcado por uma escrita crua, irónica e profundamente autoral, aliada a uma identidade estética forte e coerente. Ao longo do seu trajeto lançou projetos marcantes como O Rei Vai Nu, Rosa Dragão, PABLO, IMFF (In My Fucking Feelings) e Nuno, trabalhos que revelam diferentes fases criativas e uma abordagem honesta e introspectiva à música. Para X-TENSE, cada projeto é pensado como um todo onde som, conceito e imagem caminham lado a lado. Reconhecido pela versatilidade e constante evolução, o artista tem vindo a expandir a sua linguagem sonora, cruzando influências e assumindo riscos criativos que reforçam a sua maturidade artística e ambição no panorama nacional.
Sobre Tatiana Duarte
Tatiana Duarte destaca-se como uma das vozes emergentes mais promissoras do universo Soul e R&B nacional. Com forte presença vocal e elevada sensibilidade interpretativa, imprime profundidade emocional a cada performance. A sua participação em “Flexin On U” consolida o seu posicionamento como artista de assinatura própria, capaz de transitar entre o clássico e o contemporâneo com elegância e autenticidade.
“Há uns meses dei de caras e ouvidos com uma cassete que gravei num gravador digno de filme de breakdance em casa dos meus pais. Talvez tenha uns 15 ou 16 anos nesta gravação onde, armado com um orgão EKO, canto algumas canções que fiz na altura. Ao ouvir de novo esta gravação, não foram tanto as canções que me ficaram no ouvido (não gostei especialmente de nenhuma), mas o espírito de novidade e entusiasmo que senti quando as gravei sentado na cama do meu quarto de adolescente fez-me lembrar a razão pela qual gosto tanto de música. Talvez seja a forma mais evidente para mim de traduzir um ímpeto, uma força abstracta que, acredito, vive em cada um de nós constantemente e que procura a porta certa para sair. O primeiro single do meu décimo disco de originais em nome próprio (?!) estende a mão a essa energia da possibilidade, à ideia aventureira de ir só por ir, a fazer perguntas só no fim. A música continua a ser para mim um lugar de liberdade e risco, um sítio onde tudo pode ser maior do que parece, uma viagem sem chegada ou partida."
David Fonseca
David Fonseca edita hoje "Nada a perder" o primeiro single do seu décimo álbum de originais, que será apresentado ao vivo em Lisboa, no Sagres Campo Pequeno, no dia 28 de novembro e no Porto, na Super Bock Arena, no dia 21 de novembro. O single, que já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, antecipa um disco inteiramente cantado em português, onde a música surge como espaço de liberdade, aventura e risco, e revela a energia criativa que acompanha o cantor desde a adolescência.
O tema nasceu do encontro inesperado com uma cassete antiga, gravada em casa dos pais, onde a curiosidade e o entusiasmo de um adolescente se fizeram ouvir. Essa descoberta inspira um single que é, ao mesmo tempo, uma homenagem à essência de quem começou a escrever música por impulso e uma celebração da ideia de seguir caminhos sem garantias, de arriscar antes de medir.
Estas novidades surgem depois de um ano histórico para David Fonseca, que celebrou 25 anos de carreira a solo, com uma digressão que percorreu o país de norte a sul. Ao longo de mais de duas décadas e meia, editou 14 álbuns de estúdio e inúmeros singles que se tornaram referência, como “Kiss Me, Oh Kiss Me”, “Deixa Ser” ou “Someone That Cannot Love”, mantendo uma presença sólida, consistente e profundamente ligada ao público.
O último ano ficou ainda marcado com o regresso aos palcos dos Silence 4, com a banda a percorrer o país e a encher as maiores salas de espetáculos do país, incluindo quatro concertos na Super Bock Arena e dois na MEO Arena. Cada concerto reforçou a força duradoura de um repertório que atravessa gerações e mostrou a ligação única da banda com o público.
Este novo single prepara o terreno para o álbum de originais previsto para 2026. Entre memória, descoberta e inovação, David Fonseca reafirma-se como um artista que transforma a música em experiência, onde passado e futuro se cruzam e cada canção é uma porta aberta à possibilidade.
28 fev - CAE Portalegre 21 mar – A Anunciar 17 abr – A Anunciar 23 mai – Casino da Figueira, Figueira da Foz 30 mai – Evento Privado 5 jun – A Anunciar 24 jul – A Anunciar 16 ago – A Anunciar 11 set – A Anunciar 10 out – A Anunciar 21 nov – Super Bock Arena, Porto 28 nov – Sagres Campo Pequeno, Lisboa
Midus está de volta com “85–25”, um álbum que reflete (parte) dos 40 anos de vida “britânica” da cantora e baixista portuguesa. A viver em Londres desde meados dos anos 80, Midus retrata-se musicalmente neste álbum, com toda a experiência ali vivida, (em cujo início foi fundamental o apoio, o talento e a amizade de Luís Jardim, então um nome maior na cena musical britânica) experiência que a levou a tocar com gente como Anne Clark, Tanita Tikaram, Bryan Ferry, Aynsley Lister, Hugh Cornwell (Stranglers) ou Mel C (ex-Spice Girl), entre muitos outros.
“85-25” assume-se como uma viagem com quinze paragens (leia-se 15 temas) em épocas marcantes da música pop. De “Close to you” (100% Midus) a “Porto de Abrigo” o tema de apresentação do álbum, com João Cabeleira dos Xutos, como convidado, passando pelo rock do inicio dos anos 60 em “Shakin All Over” /Johnny Kidd), com uma paragem “Lá Longe”, tema de 1985, regravado 40 anos depois com dois nomes de peso: Tim Alford, guitarrista e parceiro musical de Midus, desde os primórdios desta experiência londrina e Christopher Elliot, pianista e orquestrador, nome impar no panorama musical britânico, que trabalhou com gente como Amy Winhouse, Mark Ronson, Adele, Miley Cyrus, George Michael, Paul McCartney, Marianne Faithfull, Elvis Costello ou Pretenders.
“85–25” permite-nos um olhar surpreendente sobre a carreira de Midus, um nome incontornável no universo pop rock mesclado de raízes lusas e britânicas. Ou talvez universais…
Depois de “Todo o Santo Dia” com Samuel Úria, PZ apresenta “Quem é Que Vai Lavar a Banca”, o segundo tema do projeto "Álbum de Família" — uma canção construída a partir de uma das discussões mais universais da vida doméstica. A pergunta é simples, quase banal, mas carrega o peso do cansaço, das expectativas e das pequenas tensões que atravessam qualquer relação.
Para este diálogo, cantado PZ convidou Joana Espadinha, cuja voz acrescenta ironia, empatia e clareza emocional ao tema. O resultado é um dueto cúmplice, onde duas perspetivas se cruzam como numa conversa de cozinha ao final do dia.
Musicalmente, a canção cruza electrónica, guitarras e elementos acústicos num registo inspirado pelo disco. Os arranjos de cordas — desenvolvidos por João Salcedo e PZ — ficaram a cargo das AdLib Strings, que já tinham colaborado com PZ na versão ao vivo de “Cara de Chewbacca”, trazendo uma dimensão mais emocional e cinematográfica ao tema
“Quem é Que Vai Lavar a Banca?” está disponível desde hoje nas principais plataformas digitais. O tema integra o calendário mensal do "Álbum de Família" de PZ, projeto que, ao longo de 2026, vai revelar 12 músicas, 12 convidados, e culmina numa edição especial em vinil no final do ano.
Ficha Técnica Música, Letra, Produção, Voz, Baixo e Guitarra: PZ Voz convidada: Joana Espadinha Arranjo violinos: João Salcedo e PZ Violinos: ADLIB Strings (Alexandra Camboa, Francisca Pinto-Machado, Gabriela Peixoto, Joana Viana) Percussão: David Areal Pimenta Dançarinas: We Dance (Elisa Pimenta, Leonor Quelhas, Mafalda Quelhas, Sofia Seada) Assistente Produção: Francisca Lacerda Gravação e Mistura: Zé Nando Pimenta Assistente de Som: Sebastian Cabal Gravado nos Estúdios Arda Realização Vídeo: Vasco Mendes
O videoclipe, realizado por Vasco Mendes, nasce diretamente da sessão de gravação nos estúdios Arda e reforça o conceito de família alargada que atravessa todo o projeto: participam a filha de PZ, aluna da escola de dança WeDance; o seu sobrinho nas percussões; e, como sempre, o irmão Zé Nando Pimenta, responsável pela captação e mistura do som. O resultado é uma peça #ElectroDoméstica que cruza gerações, rotinas e afetos.
Velhote do Carmo regressa com “Controlado”, um novo single que marca mais um passo firme no seu percurso e antecipa o lançamento do álbum de estreia, Transparente, previsto para Abril de 2026.
Escrita e composta por Velhote do Carmo, “Controlado” impõe-se desde o primeiro acorde pela sua força imediata: um tema com balanço pop-rock sustentado por músicos de enorme solidez. Na produção, Benjamim juntou-se a Velhote do Carmo para reforçar a identidade sonora electrizante de uma canção que promete ficar nos nossos ouvidos durante muito tempo.
“Controlado” é o retrato lúcido de alguém que não se apresenta resolvido, mas consciente. A canção não romantiza a superação nem promete finais redondos; assume o caos como parte da experiência e revela a aprendizagem silenciosa de quem aprendeu a mantê-lo à distância. Entre a instabilidade e a disciplina emocional, emerge uma voz que ainda procura respostas, mas que já encontrou o essencial: uma forma de continuar, com mais calma, menos solidão e um sentido de avanço sustentado pelo auto-conhecimento. — Velhote do Carmo.
Desde o lançamento do seu EP de estreia, Páginas Amarelas (2023), Velhote do Carmo tem sido apontado como uma das vozes mais promissoras da nova música portuguesa. Desde então tem vindo a pavimentar o seu percurso a solo com consistência, proximidade com o público e uma crescente maturidade artística.
Transparente, com edição prevista para Abril de 2026, nasce de um exercício profundo de auto-reflexão, crescimento e partilha, revelando um Velhote do Carmo mais consciente e aberto, mas sempre fiel à sua identidade.
Até ao lançamento de Transparente serão revelados mais dois singles.