segunda-feira, 18 de outubro de 2021

PROGRAMA DE 18/10/21

1 – Um Corpo Estranho e Saturnia – A velha carruagem
2 – Rosa Luxemburgo – Pasteis de nata made in china
3 – EVACIGANA – Fortuna
4 – Pedro de Troia – Namorada
5 – Perpetua – Perdi a cor
6 – Clã – Tudo no amor
7 - O Marta - Quando o corpo não te convém
8 – Sitiados – O bicho

9 – mema. – Perdi o norte
10 – Ricardo Gordo – Canção do mar (c/ Valéria)
11 – Gisela João – Canção ao coração
12 – Duarte – ReViraVolta
13 – Carlos do Carmo – Canção de vida
14 – Jonas – Jacarandá
15 – António Zambujo – Viagem de estudo
15 - Animais -Valsa triste

TIAGO SOUSA NO PORTO

 


MURROS LANÇAM DISCO

 












Não conseguir ver não é sinónimo de não ter vista. Não conseguir ver pode ser uma decisão individual que, aos poucos, se vai tornando colectiva. É sempre mais fácil não ver do que agir, mas nem sempre o mais fácil é o caminho mais seguro.
"Estrábico" é a chamada de atenção da fuga constante onde nos encontramos.

Misantropo aparece como o Murro na mesa! É o quebrar, ou não, de um muro que separa aquilo que somos daquilo que deveríamos ser.

Composto por texturas complexas, electrizantes e impactantes acompanhadas de uma voz que tem tanto de grave como de insatisfeita constrói uma poética negra e atordoante coberta de chamadas de atenção, duras realidades e pela forma como lhes viramos as costas. São 8 faixas cobertas de densidade extrema que nos vão fazer engolir em seco e mergulhar nas suas ondas sonoras de intenso magnetismo. Este disco personifica a chapada, de punho e dentes cerrados, a uma humanidade da qual vamos tendo menos vontade de fazer parte sem, no entanto, lhe termos virado totalmente as costas, uma vez que cada um de nós nasce com o poder de fazer diferente.

Misantropo será apresentado já no próximo dia 22 de Outubro em Setúbal e no dia 23 no Barreiro 

KHIARO COM NOVIDADES






















Já se encontra disponível em todas as plataformas digitais uma versão editada do mais recente single “Baby I Like You”, do músico e compositor Khiaro.

Esta é a primeira canção do músico a ser lançada pela editora Valentim de Carvalho.

Um tema produzido e misturado por Ricardo Ferreira e masterizado por Sassá Nascimento. O vídeo, por sua vez, foi realizado por Tiago Basto Nunes, um jovem realizador português galardoado em 2020 com o prémio de Melhor Filme Estudante no Festival Independente de Toronto com “Délicieuses Grosses Femmes”. Este vídeo conta ainda com caracterização de Sofia Ribeiro, sonoplastia de Bernardo Neto e produção da inArtéria.

"A vida é feita, muitas vezes, de adversidades e contratempos que vão surgindo, e nos empurram para o fundo, fazem-nos ter pensamentos e atitudes negativas e perder a esperança em dias melhores. Submeter as crises ao que elas realmente são, "passageiras", é uma tarefa árdua e que necessita de muita resiliência, uma enorme força de vontade e, acima de tudo, é preciso acreditar que há sempre sol do outro lado da tempestade. E estes momentos são superados com a ajuda de quem gosta de nós ou nos ama”. É esta a mensagem que Khiaro quer passar neste novo vídeo para a canção “Baby I Like You”, usando como temática uma das suas grandes paixões, o MuayThai, desporto que sempre praticou e do qual é campeão nacional WKU 62 kg classe B e campeão nacional DFC 61 kg classe B.

“Baby I Like You” já pode ser ouvida e partilhada!

Os temas de Khiaro estão já disponíveis em todas as plataformas digitais.

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CATARINA ROCHA NA FNAC





















CATARINA ROCHA – Sorte
APRESENTAÇÃO AO VIVO | FNAC Colombo – 22 Outubro, 18.30H

Catarina Rocha é uma cantora e fadista portuguesa, natural da Beira Alta, considerada uma das vozes soprano do Fado (caracterizada por ser muito melodiosa e cristalina).

Eclética na sua forma de cantar, cruza o Fado, a sua grande paixão, com outras influências musicais.
“Sorte” título do seu novo trabalho discográfico, é um cd com temas de sonoridades variadas e com influências de vários estilos musicais, desde o Folclore, às Chulas do Minho, aos ritmos africanos, Boleros, passando pela Pop.

Do lado mais tradicional do Fado, podemos encontrar temas como o “Algemas” (interpretado por Amália Rodrigues) e ” Não te odeio” (interpretado por Maria Teresa de Noronha). “Benvinda sejas Maria” (um original de Rui Veloso), onde a cantora mostra a sua voz eclética, aqui com um toque de Blues.

Destaque ainda para “Bicadas no Fado”, uma forma de “fazer ouvidos moucos”, não dando tanta importância ao que os outros pensam ou vão pensar e a recuperação de “Fado abananado”, um êxito já do conhecimento do público.

MARTIM VICENTE REVELA PRIMEIRO SINGLE DO NOVO DISCO


 












O cantor e compositor Martim Vicente lança ‘Somos Metade’ a 22 de outubro, o primeiro single do seu novo disco, que tem edição marcada ainda este ano pela label DoubleRep (em data a anunciar brevemente), acompanhado por um videoclipe com estreia no canal de YouTube do artista, no próprio dia.

Depois do disco ‘Caminho’ (2016), dos singles ‘Só Nas Canções’ e ‘Outono em Paris’ (2018), e do EP ‘Caminho Live Session’ (2020), o cantautor anuncia o seu novo trabalho discográfico apresentando o single ‘Somos Metade’ a 22 de outubro, produzido por Francisco Sales, músico e produtor que conta no seu curriculum com uma já extensa carreira a solo, tendo já aberto concertos de nomes sonantes como Rodrigo Leão, Avishai Cohen ou Diana Krall.

‘Somos Metade’ é o cartão de visita do novo álbum, no qual Martim Vicente dá voz a uma canção de autoria da sua amiga de longa data, Carolina Deslandes.

“É de facto mais uma grande canção da Carolina Deslandes escrita para mim e não há muitas pessoas que me conheçam tão bem musicalmente como ela”, afirma o artista.

As gravações de estúdio de ‘Somos Metade’ decorreram entre Viseu e Lisboa, no Plantasia Studios e Pimenta Preta respetivamente. Para além da produção da faixa em co-produção com o artista, Francisco Sales gravou as guitarras e bateria, tendo ficado o piano e teclados nas mãos de Patrick Ferreira e todas as vozes por Martim Vicente. A mistura ficou a cargo de Ivo Costa e a masterização por Nélson Canoa.

O lançamento a 22 de outubro do novo single ‘Somos Metade’ surge acompanhado por um videoclipe realizado por Dário Pequeno Paraíso, que se estreia neste formato, e tem como pano de fundo algumas localidades do sotavento algarvio.

Martim Vicente é um cantor e compositor português de raízes africanas, que deu o primeiro passo para o reconhecimento público em 2010, tendo sido finalista do programa de talentos televisivo “Ídolos”.

Foi aos 8 anos que se iniciou a sua paixão e descoberta pela música, ao aprender os primeiros acordes numa guitarra que lhe foi emprestada. Aos 10 anos entrou no Conservatório Nacional de Música, onde esteve até atingir a idade adulta. Licenciou-se em Sociologia pelo ISCSP, mas nunca perdeu o foco na sua arte – a música.

Entre rabiscos e acordes nascem as canções de Martim Vicente, que em 2016 fez a sua estreia discográfica com o álbum “Caminho”, produzido por Diogo Clemente, e que contou com a participação de Ivan Lins na faixa “Calçada à Portuguesa”. Seguiram-se duetos que se tornaram êxitos, “Eram Os Teus Olhos” com Carolina Deslandes e “Dia Só” com Dino d’Santiago.

Depois dos singles “Só Nas Canções” e “Outono em Paris” em 2018, e do EP “Caminho Live Session” (2020), chega o tão aguardado novo trabalho discográfico de Martim Vicente, pela label DoubleRep, e que tem como cartão de visita o single “Somos Metade”, produzido por Francisco Sales, com autoria de Carolina Deslandes, e acompanhado de um videoclipe realizado por Dário Pequeno Paraíso.

Links de Martim Vicente

ENCONTROS DE JAZZ DE COIMBRA











A Câmara Municipal de Coimbra e o Jazz ao Centro Clube voltam a apresentar um programa desafiante, onde o lançamento de várias edições discográficas e as obras fortemente enraizadas na cidade (e nos seus músicos) são as principais características distintivas.

A 19ª edição do Festival Jazz ao Centro - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra decorre de 21 a 30 de Outubro e contempla 11 concertos e um Cine-concerto dirigido a público jovem. As atividades terão lugar em 6 espaços da cidade, com a participação de mais de 100 músicos.

Como sempre, múltiplos caminhos do Jazz atual confluem em Coimbra, por ocasião dos Encontros de Jazz, lugar singular de diversidade de abordagens, contemplando propostas devedoras da tradição, lado a lado com propostas que testam os limites do género. Coincidindo com um momento de retoma plena das atividades culturais, fruto do levantamento da maior parte das restrições sanitárias introduzidas em virtude da pandemia) o Festival Jazz ao Centro apresenta três formações alargadas que abrem caminhos a práticas contemporâneas de composição e instrumentação. Todas serão, é certo, e apesar das abordagens distintas, momentos altos desta 19ª edição dos Encontros de Jazz de Coimbra.

Além do natural destaque que o “grande formato” tem no programa, há uma outra dimensão que convém sublinhar, e que constituiu um dos factores de maior distinção do Festival Jazz ao Centro ao longo das suas quase duas décadas de existência.

Trata-se da centralidade que os momentos de criação assumem no programa, o que se traduz, este ano, na estreia de um concerto que resulta de uma encomenda feita no âmbito do Festival e, também, na gravação de concertos para posterior edição discográfica. Convém lembrar que ao longo das edições do Festival Jazz ao Centro

foram já gravados mais de duas dezenas de discos, que se encontram disponíveis nos catálogos da Clean Feed, JACC Records e Cipsela Records. Se tomarmos este património discográfico no seu conjunto, será fácil verificar que o Festival Jazz ao Centro ocupa um lugar único no panorama dos festivais de jazz realizados em solo nacional e um lugar relevante no contexto europeu.

Por fim, uma menção obrigatória para a continuidade do programa de “encontros criativos” entre músicos portugueses e músicos de colectivos europeus. Esta iniciativa teve início em 2019, com a vinda do colectivo holandês DOEK, tendo o festival sido palco de cinco concertos. Deste encontro com o colectivo DOEK resultaram três edições discográficas, uma já lançada durante este ano de 2021 (da responsabilidade do quarteto composto por Carlos “Zíngaro”, Marta Warelis, Marcelo dos Reis e Helena Espvall) e outras duas que verão a luz do dia ao longo dos próximos seis meses. Em
2020, foi a vez do colectivo francês Tricollectif encontrar músicos portugueses para estreitar relações e iniciar ou dar continuidade a processos de criação. Dos oito concertos realizados, resultou um disco lançado muito recentemente (do grupo Chamber 4, que une os portugueses Luís Vicente e Marcelo dos Reis aos irmãos Théo e Valentin Ceccaldi).

Este ano, foi firmada uma parceria com o Festival norueguês All Ears. No quadro desta parceria irão realizar-se quatro concertos, envolvendo os músicos Andreas Wildhagen, Joana Sá, Henriette Eilertsen, Maria do Mar, Joel Ring, Marcelo dos Reis e Yaw Tembe.

O Festival abre com a apresentação de Lumina, disco do Omniae Large Ensemble, do baterista e compositor Pedro Melo Alves. A 21 de outubro, a Oficina Municipal do Teatro será o palco para a apresentação oficial deste trabalho, que será lançado a 15 de outubro (e que terá também apresentações em Lisboa, na Culturgest, e no Porto, na Casa da Música). Originalmente um septeto, a formação teve a possibilidade de se expandir aquando do concerto no Festival de Jazz de Guimarães (novembro de 2020), onde foi gravado o disco que agora se apresenta. Com 23 músicos e condução a cargo do maestro Pedro Carneiro, o Omniae Large Ensemble é um triunfo da invenção de Pedro Melo Alves, confirmando-o como uma referência incontornável da nova geração de músicos e compositores do Jazz Português.

O segundo dia (sexta-feira, 22 de outubro) é um dia cheio de atividades. O programa tem início na Blackbox do Convento São Francisco, com o Cine-concerto As Aventuras do Príncipe Achmed, clássico da animação da realizadora Lotte Reiniger, musicado pelo Space Ensemble. Esta será a primeira sessão, dedicada ao público escolar, sendo que, no dia seguinte, terá lugar uma sessão direccionada para famílias e público geral. À noite, o festival ruma à Alta de Coimbra, onde o Grémio Operário acolhe o Humanization 4tet, para apresentação do seu disco Believe, Believe. Em palco estarão Luís Lopes (guitarra), dinamizador do grupo, acompanhado por Rodrigo Amado (sax tenor) e pelos irmãos Aaron e Stefan Gonzalez (no contrabaixo e bateria, respectivamente). O dia termina no Salão Brazil, num concerto que fecha uma etapa no desenvolvimento do Mondego: Ensemble Jazz ao Centro, grupo que nasceu em 2020 e que se constituiu como plataforma para intérpretes e compositores da Região de Coimbra.

O octeto, co-liderado por João Mortágua (saxofone e composição) e Ricardo Formoso (trompete e composição) irá, nesta ocasião, gravar o seu disco de estreia. A 23 de outubro, a Antiga Igreja do Convento São Francisco recebe um trio onde o violinista conimbricense João Camões aparece lado a lado com duas luminárias do jazz e das músicas improvisadas, os franceses Jean-Luc Capozzo e Jean-Marc Foussat. De regresso à Baixa de Coimbra, os Cíntia (trio formado por Simão Bárcia, Tom Maciel e Ricardo Oliveira), grupo seleccionado pelo programa Cena Jovem jazz.pt , apresentam em primeira mão o seu disco de estreia, intitulado O Sítio. O primeiro fim de semana do festival chega ao final com a estreia de Memória da Viagem, trabalho que resulta de uma encomenda a Luís Figueiredo, por parte do Coro Coimbra Vocal, com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra e do Jazz ao Centro Clube. Memória da Viagem é uma suite para trio de jazz (Luís Figueiredo, no piano, Bernardo Moreira, no contrabaixo e Bruno Pedroso, na bateria) e coro misto em catorze andamentos. A obra alterna momentos solísticos (do coro, do trio ou de algum instrumento em particular) com passagens em que a massa sonora do colectivo se impõe de forma vigorosa.  O concerto terá lugar no Grande Auditório do Convento São Francisco, no dia 24 de outubro (domingo, pelas 19h00).

O segundo fim de semana é quase inteiramente dedicado ao encontro entre músicos portugueses e noruegueses, dado continuidade às experiências mantidas, em anos anteriores, com os coletivos DOEK (Holanda) e Tricollectif (França). Desta feita, 3 músicos noruegueses, seleccionados pelo Festival All Ears (Henriette Eilertsen, Joel Ring e Andreas Wildhagen) encontram 4 músicos portugueses (Maria do Mar, Marcelo dos Reis, Joana Sá e Yaw Tembe). Além do ensemble que os reunirá a todos, para duas noites de concerto no Salão Brazil (29 e 30 de outubro), haverá lugar a mais dois concerto com agrupamentos mais reduzidos. A 29, no Museu Nacional Machado de Castro (Joana Sá / Henriette Eilertsen e Maria do Mar) e, a 30 de outubro, no Grémio Operário (Andreas Wildhagen, Marcelo dos Reis, Joel Ring e Yaw Tembe).

Fora do âmbito do encontro luso-norueguês, no dia 29 de outubro, sobem ao palco do Teatro Académico de Gil Vicente os LUME (Lisbon Underground Music Ensemble) para apresentar o novíssimo Las Californias. Percorrendo estados de alma díspares, a música do novo álbum de L.U.M.E. conflui para uma paisagem irreal, de memórias e sonhos perdidos que pairam sobre os escombros de uma realidade imaginada. Um projeto que dá continuidade aos álbuns anteriores do grupo, dramatizando e ironizando as práticas e vocabulários que passam pelo jazz, rock ou música erudita, mas que está, em simultâneo, impregnado com a sua contemporaneidade: uma espécie de antídoto para o mundo em que hoje vivemos.

Visto no seu conjunto, o programa da 19ª edição do Festival Jazz ao Centro visa cumprir os objetivos artísticos que norteiam o Jazz ao Centro Clube: apresentar o Jazz que hoje se faz, dentro e fora do país, em toda a sua riqueza e diversidade!

Programa

Quinta, 21 de Outubro, 21h30
OFICINA MUNICIPAL DO TEATRO (O TEATRÃO)
Pedro Melo Alves Omniae Large Ensemble
BATERIA, COMPOSIÇÃO Pedro Melo Alves
CONDUÇÃO Pedro Carneiro
PIANO José Diogo Martins
GUITARRA Mané Fernandes
GUITARRA CLÁSSICA Luís José Martins
VIOLONCELO Luís André Ferreira
CONTRABAIXOS Pablo P. Moledo / Alvaro Rosso
FLAUTAS Clara Saleiro
FLAUTA, SAXOFONE João Pedro Brandão
SAXOFONES José Soares / Albert Cirera
CLARINETES Frederic Cardoso
FAGOTE Álvaro Machado
TROMPETE Gileno Santana
TROMBONE Xavi Sousa / Ricardo Pereira
TUBA Fábio Rodrigues
VOZES Mariana Dionísio / Nazaré da Silva / Diogo Ferreira / João Neves
PERCUSSÃO João Miguel Braga Simões
ELECTRÓNICA João Carlos Pinto

Apresentação de disco: LUMINA

A versão reduzida desta ensemble alargado (um septeto) já tinha demonstrado um notável talento composicional. Com efeito, o Omniae Ensemble de Pedro Melo Alves nasceu para interpretar os temas com que Melo Alves venceu a segunda edição do Prémio de Composição Bernardo Sassetti (em 2017). Três anos depois, a formação teve a possibilidade de se expandir aquando do concerto no Festival de Jazz de Guimarães (novembro de 2020), onde foi gravado o disco que agora se apresenta.

Um projeto musical ambicioso de um músico e compositor heterodoxo, criador de uma música alinhada com as tendências estilisticamente desterritorializadas da música global do século XXI e que, independentemente das considerações acerca das suas caraterísticas formais, sugere a vontade de construir uma identidade musical própria capaz de atingir níveis superiores de ressonância emocional e estética.

Bilhete geral: 10€
Bilhete estudantes: 8€
Disponíveis em Ticketline e na bilheteira da Oficina Municipal do Teatro

Sexta e Sábado, 22 e 23 de Outubro
BLACKBOX DO CONVENTO SÃO FRANCISCO
Cine-concerto
As Aventuras de Príncipe Achmed, de Lotte Reiniger
Musicado pelo SPACE Ensemble
HARPA Eleonor Picas
CONTRABAIXO Henrique Fernandes
PERCUSSÃO João Tiago Fernandes
GUITARRA José Miguel Pinto
ELECTRÓNICA Nuno Alves
PIANO Sérgio Bastos
22 outubro, 10h00 | Escolas/Instituições
23 outubro, 16h00 | Famílias e público em geral

As Aventuras do Príncipe Achmed (1926), de Lotte Reiniger, é considerada a primeira longa- metragem de animação. Repleto de batalhas, comédia, romance e magia, esta obra-prima da animação é composta por figuras recortadas e manipuladas à luz da câmara pela realizadora alemã, através da técnica de silhuetas articuladas num jogo simples de luzes e sombras. Musicado ao vivo pelo Space Ensemble, este filme ganha uma nova magia num espetáculo imperdível.

O filme-concerto As Aventuras do Príncipe Achmed é a oportunidade perfeita para relembrar este clássico do cinema.

Bilhete geral: 5€
Bilhete família: 8€
Menores de 12 anos e a partir dos 65 anos: 4€

Sexta, 22 de Outubro, 21h30
GRÉMIO OPERÁRIO DE COIMBRA
Humanization 4tet
GUITARRA Luis Lopes
SAX TENOR Rodrigo Amado
CONTRABAIXO Aaron Gonzalez
BATERIA Stefan Gonzalez

Apresentação de disco: BELIEVE, BELIEVE

Os Humanization 4tet são um grupo formado em 2008, liderado pelo guitarrista Luís Lopes e constituído pelos portugueses Luís Lopes, Rodrigo Amado e pelos irmãos Aaron e Stefan Gonzales, oriundos do Texas. Com matriz no Jazz, o grupo pratica, de forma dinâmica, uma música que vai da frase melódica ao Noise, da improvisação à composição, nunca perdendo de vista o objectivo primeiro de construção conceptual e implementação de uma identidade. O reconhecimento das suas intenções e consequentes resultados tem sido corroborado pela crítica internacional que aclamou os álbuns Live in Madison e Electricity, pela francesa Ayler Records, e Humanization 4et, pela portuguesa Clean Feed. O grupo apresenta agora o seu último registo discográfico, Believe, Believe gravado em New Orleans, durante a última tour americana (2018).

Bilhete geral: 7€
Descontos: 5€
Disponíveis em Ticketline e, no próprio dia, na bilheteira do Grémio Operário

Sexta, 22 de Outubro, 23h00
SALÃO BRAZIL
Mondego: Ensemble Jazz ao Centro
SAXOFONE ALTO/SOPRANO João Mortágua
SAXOFONE ALTO José Soares
SAXOFONE TENOR Guilherme Fradinho
TROMPETE/FLISCORNE Ricardo Formoso / Pedro Jerónimo
TROMBONE Andreia Santos
CONTRABAIXO João Cação
BATERIA Miguel Fernández

Gravação de disco para a JACC Records

Mondego: Ensemble Jazz ao Centro nasceu em janeiro de 2020 e assumiu-se enquanto uma plataforma para compositores e intérpretes da Região de Coimbra, com uma geometria variável e que se renovará ao longo do tempo.

No meio de um ano atribulado, o ensemble teve o seu baptismo de palco em Dezembro de 2020, sob a Direção Artística de João Mortágua e Ricardo Formoso, com uma formação constituída por 8 músicos: 3 saxofones, 2 trompetes, 1 trombone, 1 contrabaixo e 1 bateria.

As peças que o grupo irá interpretar resultam de encomendas aos compositores Andreia Santos, Luís Figueiredo, Gonçalo Moreira, João Mortágua e Ricardo Formoso.

O programa é variado (dada a diversidade de estilos composicionais), sendo comum a todo o programa o espaço concedido à improvisação e ao desenvolvimento da identidade de todos os seus membros, num contexto onde predomina o ritmo e o contraponto melódico.

Bilhete geral: 7€
Descontos: 5€
Disponíveis em BOL.pt e, no próprio dia, na bilheteira do Salão Brazil

Sábado, 23 de Outubro, 21h30
ANTIGA IGREJA CONVENTO SÃO FRANCISCO
Jean-Marc Foussat / Jean-Luc Capozzo / João Camões "Autres Paysages”
SINTETIZADORES ANALÓGICOS Jean-Marc Foussat
VIOLA D’ARCO João Camões
TROMPETE Jean-Luc Capozzo

A estadia do violetista conimbricense em Paris rendeu-lhe um conjunto muito sólido de relações criativas. Talvez a mais produtiva delas tenha sido aquela que estabeleceu com o veterano Jean- Marc Foussat.

“Autres Paysages” é um dos frutos das afinidades entre Camões e Foussat, juntando-se a eles o trompetista Jean-Luc Capozzo.

Se, pela própria natureza instrumental, o trio por vezes se aproxima de uma vertente camarística, a integração da electrónica vem adicionar um carácter de originalidade e diferença. Os três músicos trabalham num permanente equilíbrio, num diálogo sem atropelos, uma rica improvisação “neo-camarística” que se desenvolve pela união de esforços.

Bilhete geral: 8€
Estudante, a partir dos 65 anos, grupo a partir de 10 pessoas: 6€
Bilhetes disponíveis em Ticketline e na bilheteira do Convento São Francisco
Sábado, 23 de Outubro, 23h00

SALÃO BRAZIL
Cíntia
GUITARRA Simão Bárcia
TECLADOS Tom Maciel
BATERIA Ricardo Oliveira

Pré-apresentação de disco: SÍTIO (Cena Jovem jazz.pt )

Nos Cíntia encontramos três dignos representantes da efervescência da cena jazzística lisboeta, onde as fronteiras entre géneros se diluem e onde as raízes jazzísticas partilham espaço com o hip-hop, a música electrónica e o post-rock.

Formados em 2017, são o terceiro grupo a integrar a Cena Jovem Jazz.pt, projeto concebido para dar resposta às necessidades dos jovens músicos/ compositores nacionais com idade inferior a 25 anos e que contempla um conjunto de iniciativas de promoção do trabalho de jovens músicos/compositores em várias dimensões, desde o apoio à criação até à internacionalização, passando pela circulação nacional.

Bilhete geral: 7€
Descontos: 5€
Disponíveis em BOL.pt e, no próprio dia, na bilheteira do Salão Brazil

Domingo, 24 de Outubro, 18h00
GRANDE AUDITÓRIO DO CONVENTO SÃO FRANCISCO
Luís Figueiredo Trio + Coro Coimbra Vocal “Memória da Viagem”
PIANO E COMPOSIÇÃO Luís Figueiredo
CONTRABAIXO Bernardo Moreira
BATERIA Bruno Pedroso

Estreia (encomenda do Coro Coimbra Vocal, com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra e do Jazz ao Centro Clube)

Memória da Viagem é uma suite para trio de jazz e coro misto em catorze andamentos. A obra alterna momentos solísticos (do coro, do trio ou de algum instrumento em particular) com passagens em que a massa sonora do colectivo se impõe de forma vigorosa. Podemos dizer que o vocabulário utilizado (melódico, rítmico, harmónico) é de difícil catalogação, e que os processos performativos se estendem da improvisação livre à interpretação de música inteiramente escrita. Os textos criados para esta suite podem definir-se como exercícios de prosa poética em que coabitam momentos de cariz confessional e reflexões de alcance mais universal.

Procurei criar uma obra que se referisse à viagem como percurso alegórico, como símbolo da existência humana e suas intrínsecas e desmesuradas falhas – encerrando em si a tragédia e o lirismo, o inferno e a esperança. Desta forma, a viagem interior do indivíduo é simultaneamente a da própria Humanidade.
Cadeiras de Orquestra e 1ª Plateia

Bilhete Geral : 8 euros
Bilhete estudantes; ≥ 65 anos ≥ 10 pessoas: 6 euros
2ª Plateia e Balcão
Bilhete Geral 6 euros
Bilhete estudantes; ≥ 65 anos ≥ 10 pessoas: 5 euros
Bilhetes disponíveis em Ticketline e na bilheteira do Convento São Francisco

Sexta, 29 outubro, 18h30
MUSEU NACIONAL MACHADO DE CESTRO
All Ears On Jazz ao Centro
Joana Sá / Henriette Eilertsen / Maria do Mar
PIANO Joana Sá
FLAUTA Henriette Eilertsen
VIOLINO Maria do Mar

All Ears on Jazz ao Centro dá continuidade aos encontros que trouxeram músicos do coletivo DOEK (Amesterdão) e Tricollectif (Paris) nas duas últimas edições do Jazz ao Centro. Desta feita, a conexão foi estabelecida com Oslo e o Festival All Ears.

Neste concerto, as possibilidades do formato camarístico com esta instrumentação particular são expandidas por três intervenientes habituadas a contornar formatos e derrubar fronteiras estilísticas. A pianista Joana Sá ofereceu-nos, na última década, alguns dos mais intrigantes mtrabalhos no universo da música feita em Portugal. A flautista Henriette Eilertsen tem sido presença cada vez mais notada na cena musical norueguesa e o seu disco Poems for Flute (Motvind, 2021) é o exemplo perfeito da sua incessante pesquisa dos limites do seu instrumento. Maria do Mar, violinista com sólida formação clássica, tem encontrado na livre improvisação o veículo privilegiado para a sua personalidade musical.

Bilhete geral: 7€
Descontos: 5€
Disponíveis em BOL.pt e, no próprio dia, na bilheteira do MNMC

Sexta, 29 de Outubro, 21h30
TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
Lisbon Underground Music Ensemble LUME
COMPOSIÇÃO, DIRECÇÃO, PIANO Marco Barroso
FLAUTA Manuel Luís Cochofel
CLARINETE SOPRANO Paulo Bernardino
SAXOFONE SOPRANO João Pedro Silva
SAXOFONE ALTO Tomás Marques
SAXOFONE TENOR Gonçalo Prazeres
SAXOFONE BARÍTONO Gabriela Figueiredo
TROMPETES Gileno Santana, João Silva, Ricardo Carvalho
TROMBONES Rúben da Luz, Eduardo Lála, Mário Vicente
BAIXO ELÉCTRICO Miguel Amado
BATERIA Vicky Marques

Apresentação de disco: LAS CALIFORNIAS

A música do novo álbum de L.U.M.E. conflui para uma paisagem irreal, de memórias e sonhos perdidos que pairam sobre os escombros de uma realidade imaginada.

Projeto criado e dirigido por Marco Barroso, L.U.M.E. é um ensemble de 15 instrumentistas composto por músicos de jazz e música erudita, que se move entre as afinidades com o modelo clássico da Big Band e as re-interpretações e provocações que a ele faz. Entre a dramatização, muitas vezes irónica, das práticas e vocabulários que passam pelo jazz, rock ou música erudita, e a incursão no experimentalismo, a música de Marco Barroso e do L.U.M.E. reconstrói a carga patrimonial do “bigbandismo” simultaneamente demarcando-se dos seus padrões mais convencionais e abrindo novas perspetivas estéticas - uma espécie de caleidoscópio de horizontes rasgados, numa permanente dúvida que suspende o pensamento.

Bilhete geral: €10
Descontos: < €8 > estudante, 65, comunidade UC, rede alumni UC, grupo ≥ 10,
desempregado, profissional do espetáculo, parcerias
Disponíveis em BOL.pt e na bilheteira do
 
Sexta, 29 de Outubro, 23h00
SALÃO BRAZIL
All Ears on Jazz ao Centro [Ensemble]
PIANO Joana Sá
TROMPETE Yaw Tembe
FLAUTA Henriette Eilertsen
VIOLONCELO Joel Ring
GUITARRA Marcelo dos Reis
VIOLINO Maria do Mar
BATERIA Andreas Wildhagen

O segundo fim de semana é dominado pela residência artística que dá continuidade à experiência mantida, nos últimos dois anos, com os coletivos DOEK (Holanda) e Tricollectif (França). Desta feita, 3 músicxs noruegueses (Henriette Eilertsen, Joel Ring e Andreas Wildhagen) encontram 4 músicxs portugueses (Maria do Mar, Marcelo dos Reis, Joana Sá e Yaw Tembe). O septeto que actuará duas noites consecutivas no Salão Brazil é um empreendimento arriscado, mas que, ao mesmo tempo, tem tudo para correr bem. É um daqueles casos em que se torna difícil prever a direcção que a música tomará, e é também aí reside a força destes encontros norteados pela criação “instantânea” de natureza colectiva.

Bilhete geral: 7€
Descontos: 5€
Disponíveis em BOL.pt e, nos próprios dias, na bilheteira do Salão Brazil

Sábado, 30 de outubro, 18h00
GRÉMIO OPERÁRIO DE COIMBRA
All Ears on Jazz ao Centro:
MARCELO DOS REIS / YAW TEMBE / ANDREAS WILDHAGEN
GUITARRA Marcelo dos Reis
VIOLONCELO Joel Ring
TROMPETE Yaw Tembe
BATERIA Andreas Wildhagen

Apesar da inexistência de composições pré-existentes, desde quarteto poderá talvez esperar-se uma convergência em torno de ideias partilhadas, isto apesar de serem músicos com universos muito idiossincráticos, todos eles detentores de “sons” muito distintivos. Afinal, a composição em tempo real acaba por ser algo muito próximo da prática artística de todos eles, e o mais interessante neste concerto será certamente a negociação permanente de ideias musicais que poderão ir facilmente do discurso jazzístico mais convencional às abordagens mais exploratórias ou mesmo de um certo “folclore imaginário”.

Bilhete geral: 7€
Descontos: 5€
Disponíveis em BOL.pt e, nos próprios dias, na bilheteira do Salão Brazil

Sábado, 30 de Outubro, 22h00
SALÃO BRAZIL
All Ears on Jazz ao Centro [Ensemble]
PIANO Joana Sá
TROMPETE Yaw Tembe
FLAUTA Henriette Eilertsen
VIOLONCELO Joel Ring
GUITARRA Marcelo dos Reis
VIOLINO Maria do Mar
BATERIA Andreas Wildhagen

O segundo fim de semana é dominado pela residência artística que dá continuidade à experiência mantida, nos últimos dois anos, com os coletivos DOEK (Holanda) e Tricollectif (França). Desta feita, 3 músicxs noruegueses (Henriette Eilertsen, Joel Ring e Andreas Wildhagen) encontram 4 músicxs portugueses (Maria do Mar, Marcelo dos Reis, Joana Sá e Yaw Tembe). O septeto que actuará duas noites consecutivas no Salão Brazil é um empreendimento arriscado, mas que, ao mesmo tempo, tem tudo para correr bem. É um daqueles casos em que se torna difícil prever a direcção que a música tomará, e é também aí reside a força destes encontros norteados pela criação “instantânea” de natureza colectiva.

Bilhete geral: 7€
Descontos: 5€
Disponíveis em BOL.pt e, nos próprios dias, na bilheteira do Salão Brazil

FICHA TÉCNICA
Direcção Artística José Miguel Pereira
Direcção de Produção Adriana Ávila
Direcção Técnica João P. Miranda
Equipa Técnica e de produção Bernardo Rocha, Emanuel Silva, Rita Pessoa, Manuel
Pissarro
Apoio à Produção Blue House
Design Gráfico Joana Monteiro
Fotografia João Duarte
Vídeo Cais 1515 / Haff Delta

domingo, 17 de outubro de 2021

13 fados 42/2021 (17OUT)

2 temas novos, 3 regressos e um novo tema na frente

Sairam:
ESTALEIRO - Pedro Mafama
LOTE B - António Zambujo
JACARANDÁ - Ana Moura
A VELHA CARRUAGEM - Um Corpo Estranho e Saturnia
CANTIGA DA PONTE - Sensible Soccers

Aproximam-se:
PASSO FORTE - Sal
A PIRÂMIDE - Cassete Pirata
DRAGÕES - Chinaskee e Filipe Sambado


13 (RE) 10 TERRA PROMETIDA - Jónatas Pires
12 (--) 01 ME & YOU - Basilda 
11 (11) 02 MESS UP WITH YOU - Neev
10 (RE) 11 CLICHÊ - Bateu Matou ft Papillon
09 (13) 10 CLEOPATRA - Yanagui, Left & Extrazen
08 (07) 14 PERDI A COR - Perpétua
07 (05) 04 MAU FEITIO - Joana Espadinha
06 (RE) 04 OH MEU AMOR - Janeiro 
05 (02) 02 QUARTO 25 - Lefty
04 (--) 01 ERRA - Cavalheiro 
03 (01) 06 NADAR DE COSTAS - The Happy Mess
02 (03) 03 BLA BLA BLA - The Soaked Lamb
01 (04) 06 LOVE LIFE - Sean Riley & The Slowriders

Sean Riley & The Slowriders ascendem à liderança substituindo The Happy Mess


Entre todos os votantes temos 2 premiados
MARTA FONSECA
TIAGO MATOS
que serão contactados pela mesma forma como enviaram as votações


Votem, enviando 5 temas de bandas/artistas diferentes
para santosdacasa(a)ruc.pt
ou então por mensagem privada
para o facebook do santos da casa
e podem ganhar prémios

Nova tabela (43/2021) a 24OUT

FESTIVAL SANTOS DA CASA - EDUARDO BRANCO - GRÉMIO OPERÁRIO DE COIMBRA - 16/10/21

 









Mais um concerto recuperado do Festival Santos da Casa 2020.
Eduardo Branco no Grémio Operário de Coimbra.
Eduardo Branco e companheiros.
Destaque para a guitarra de Coimbra no mais recente Samba de Verão.
Eduardo Branco toca rock. Ou melhor, toca blues.
Um som que tem muito enfoque nas guitarras.
Som bom para noite molhada.
Foi um concerto simpático, que nos encheu a alma.









Texto & Fotos Nuno Ávila

sábado, 16 de outubro de 2021

PROGRAMA DE 16/10/21

1 - Sexteto Bernardo Moreira - Mudar de vida
2 - Songbird - Cantar de emigração
3 - João Mortágua & Luís Figueiredo - Roof
4 - André Carvalho - Killig
5 - César Cardoso - Rafaela
6 - GNR - Choque frontal

7 - Cavalheiro - Erra

8 - Silver & Scout - Six feet under
9 - Old Jerusalem - In the valley of shadows
10 - Mazgani - The gambler song
11 - Damn Sessions - Pure malt
12 - Sean Rilley & The Slowriders - Love life
13 - Bruno Pernadas - Theme vision

FREDERICO GONÇALVES - OUTONO

ANUNCIADA NOVA ANTOLOGIA ATÍPICA DA MÚSICA PORTUGUESA





















O projecto começou em 2017, com um estranho disco de capa vermelha que aludia a um certo folclore português. O que estava lá dentro era um presente da música portuguesa que queria existia no futuro. Salto para 2021 e para o terceiro e último volume da "Antologia De Música Atípica Portuguesa", com o subtítulo de "Canto Devocionário". Perfeitamente natural esta ideia de terminar com algo de religioso, pelas raízes com Portugal e, sobretudo, pelo desejo de inscrever algo no futuro. Disponível no início de Dezembro, "Antologia De Música Atípica Portuguesa Vol.3" será a última desta série. Um fim para uma invenção da música portuguesa. Uma invenção bem real.

** Adiantamo-nos à pergunta: não temos nem voltaremos a ter exemplares dos outros dois volumes. Aviso para o presente e futuro próximo: estas antologias esgotam rápido. **

V/A
"Antologia De Música Atípica Portuguesa Vol.3: Canto Devocionário"
Discrepant

**DISPONÍVEL NO INÍCIO DE DEZEMBRO**

A história deve ser criada. O presente pode ser história. E o futuro tem de ser inventado no presente. A reboque destas ideias a Discrepant tem criado um catálogo único e, nele, uma invenção única da música portuguesa. Não tem origem nestas “Antologia De Música Atípica Portuguesa”, passa também por elas. E, sim, no seu catálogo, melhor, numa palavra que é cara neste momento, na “curadoria”. Nós gostamos de lhe chamar visão, por não perpetuar estigmas nem preconceitos, e dar lugar a música que tem o direito de existir. É assim que tem criado o seu folclore e, por consequência, originado estas “Antologia”. O terceiro volume, “Canto Devocionário”, é o último. Num lugar de invenções e criações, é-se levado à interpretação destes oitos temas como cantos, colecções de um imaginário religioso interpretado por músicos como Niagara, Joana Guerra, João Pais Filipe, Jibóia, Serpente, Folclore Impressionista, Atelier Radiofónico e Filipe Felizardo. A música convida, “Paulo, Apolo e Pedro” dos Niagara existe como excelente introdução – fazendo uma óptima ligação com outra edição da editora, “1807” - a estes quarenta minutos de música, criando uma elevação (espiritual?) que aguenta todo a restante selecção. João Pais Filipe leva-nos por caminhos frequentes da sua música; Joana Guerra abre as portas dos céus. Cai-se no religioso, sim, porque a história e invenção do futuro antológico desta “Música Atípica” é essencial para a história. O lado B abre com Serpente e, depressa, vai reconstruindo laços à terra, seja por explorações sonoras mais ligadas ao natural ou pela estranha abordagem de Filipe Felizardo a música caseira. Os três volumes desta “Antologia De Música Atípica Portuguesa” poderiam ser ficção científica. São bem reais e um quadro de uma música portuguesa que insiste em existir. E ainda bem. O futuro, assim, é vivido no presente. Tem sido uma viagem do caraças, Discrepant. Isto pode acabar aqui, mas não acaba aqui.

SANTAMARIA RUMO AO INFINITO






















O destino na imensidão do “Infinito” como fio condutor num percurso de continuidade e desejo de ultrapassar adversidades numa demonstração que existe sempre uma forma de nos reerguermos e nos tornarmos mais fortes e eternos...

“Infinito” é o novo single dos Santamaria, extraído do seu mais recente álbum “Eterno”, uma canção em que as sonoridades e assinatura musical da banda estão implícitas, representando o amor imensurável, gigantesco, inalcançável, interminável, por alguém que será de sempre e para sempre Eterno.
“Infinito” é um novo passo que vem demonstrar que mesmo quando a presença física de alguém não existe, a espiritual permanece para sempre, é eterna. A assunção que mesmo na ausência de um dos seus membros, os Santamaria permanecem fiéis a si mesmos. Palavras sentidas e profundas, associado a imagens marcantes, únicas, genuínas, simples, que acrescentam ainda mais intensidade a “Infinito”. O céu será sempre o limite…

“Infinito” é o novo single da banda que escreve em português o capítulo musical do euro dance e que será presença obrigatória no alinhamento musical do concerto do próximo dia 13 de Novembro no Altice Fórum Braga.

VITOR JOAQUIM LANÇA QUIETUDE






















Na sequência do meu ultimo cd, The Construction of Time lançado em 2020, tempo de pandemia, chegou o momento de mais um novo disco de estúdio, edição de autor (pois!), igualmente em formato Digipak, à venda a partir de 15 de Outubro no Bandcamp: https://vitorjoaquim.bandcamp.com/album/quietude

O disco assinala também a consolidação de uma nova fase criativa com o João Silva, e a sua maravilhosa mestria no trompete. A que há a acrescentar as maravilhosas colaborações de Carolina Martins na cover art e do Carlos Santos na cover design. Por fim, mas não menos importante, um agradecimento muito especial ao Gustavo Monteiro da Sekoia pelo convite à criação em residência na Casa do Paço.

* o formato físico deverá estar disponível na ultima semana de Outubro

Quietude, a peça que agora ganha a forma física de um CD, começou por ser uma comissão com curadoria da Sekoia Artes Performativas para uma performance musical. A proposta da Sekóia era simples: criar uma peça a partir de uma estadia prolongada na Casa do Paço em Vila Meã, espaço que serviu de inspiração a Agustina Bessa-Luís em diversas ficções literárias e à volta da qual gira parte da história familiar contada no livro A Sibila (1954).

Tal como em tantas outras coisas, a sua concretização já deveria ter acontecido, não fosse a pandemia. Mais uma vez, e de forma recorrente, o tempo lembra-nos que o tempo passa. Após um primeiro adiamento, e na impossibilidade de se conseguir uma certeza para a produção de um evento global do projecto, em que se incluem outros artistas, a produção de um álbum nasceu como uma inevitabilidade: era preciso avançar e fechar o ciclo resultante da experiência vivida no espaço, combinada com a vivência da obra de Agustina.

Respirar naquele lugar, viver e dormir naquela casa, andar por aqueles caminhos, apreciar a forma como a vida progride por aquele vale, e de forma serpenteada escutar a calma do tanque qual “piscina olímpica”.
Sentir a magia do chilrear dos pássaros logo pela manhã e mais tarde as rolas, ou os cucos ou até o badalar do sino da igreja ao longe. E respirar, simplesmente.

Tais foram os “passatempos” que acabaram por se tornar uma ocupação a tempo inteiro durante a residência.

Quietude, é assim, e antes de mais, uma imensa paragem no tempo num lugar onde a ficção escrita por Agustina nos obriga a olhar para as coisas da natureza de uma forma muito especial, uma forma em que a imaginação do que terá sido a sua presença no lugar se confunde com as imagens que podemos fazer dos personagens a viver naquele mesmo lugar. É um triplo estar: o estar da Agustina, o estar das suas personagens e o nosso próprio estar que é ao mesmo tempo uma tripla ficção em si mesmo. Já nem nós somos o que somos.

De muito pensar, e pela primeira, resolvi ter um título e o nome de todos os temas em português.

Talvez porque só mesmo um português pode compreender o verdadeiro sentido de cada uma destas palavras? Ou talvez não, talvez seja apenas uma forma de usar as palavras e as imagens de Agustina.

“Aprender muitas coisas não importa, porque, ao fim e ao cabo, em toda a parte há sete cores e sete ventos, e o homem é só um"
- Agustina Bessa-Luis, A Sibila (1954)

Vitor Joaquim

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

MÃO MORTA E BIZARRA LOCOMOTIVA NO FESTIVAL BACK TO BACK EM LISBOA E NO PORTO
















As bandas portuguesas Mão Morta, Bizarra Locomotiva, Process of Guilt e The Quartet Of Woah! atuam em novembro, no Porto e em Lisboa, na 1.ª edição do festival Back to Back, anunciou hoje a promotora Prime Artists.

O LAV – Lisboa ao Vivo e o Hard Club, no Porto, acolhem nos dias 19 e 20 de novembro, respetivamente, “um cartaz 100% nacional”, que “reúne quatro autênticos pesos pesados, numa forte união do melhor que a velha e a nova geração de talento made in Portugal têm para oferecer”, refere a promotora num comunicado hoje divulgado.

A 1.ª edição do festival Back to Back “marca o retorno à verdadeira experiência que só um espetáculo ao vivo proporciona e às inigualáveis descargas de adrenalina provocadas pela música feita com guitarras”.

O cartaz é encabeçado pelos Mão Morta, banda que “ao longo de mais de três décadas tem sabido exatamente como manter uma coerência artística e consistência editorial sem precedentes em território nacional”.

A representar a “velha geração” estão também os Bizarra Locomotiva, grupo que “circula desde os anos 90 do século passado e tem prosseguido de forma segura com um percurso ímpar”.

Em representação de “uma geração mais jovem”, o cartaz do Back To Back inclui os Process of Guilt, “atualmente uma das principais forças motrizes no underground ‘DIY’ luso", e os The Quartet of Woah!, “resultado da genial união de quatro talentosos músicos” que é “rock'n'roll até ao osso, feito de riffs pesadões, harmonias pegajosas e uma sensibilidade épica fora do comum, espelhada em dois álbuns unanimemente aplaudidos pelo público e pela imprensa”.

Os bilhetes para cada dia do festival têm um custo de 20 euros e a promotora lembra o “uso obrigatório de máscara”.

JRS // MAG

Lusa/Fim

O MUNDO NÃO PÁRA PARA RAFAEL SOUSA






















Rafael Sousa, é um cantor algarvio de 22 anos de idade que edita hoje o single de estreia ‘O Mundo Não Para’.

Escrito e produzido no decorrer de um confinamento Mundial que abalou tudo e todos, ‘O Mundo Não Para’ afirma uma necessidade ainda maior de superação, para seguirmos em frente, sem desistir, haja o que houver.

Nas palavras de Rafael Sousa ‘quando começámos a escrever esta canção, curiosamente, a primeira frase que me veio à cabeça, foi nada mais nada menos que O Mundo Não Para e colou. Talvez porque estávamos a sair de um primeiro confinamento e talvez esta combinação de palavras fizesse algum sentido na minha cabeça na altura. Partimos desse ponto e construímos, eu, o Tyoz e o David Guimarães, possíveis demos e rascunhos. Umas letras falavam de um amor que era resistente a tudo e a todos, outras falavam de superação de objetivos de vida e no final, convergimos as demos e tentámos de certa forma, criar uma letra que pudesse condensar todas essas sensações e experiências numa só, e assim ficou. ‘O Mundo Não Para’, não pode parar e temos de o saber aproveitar da melhor forma possível’.

Quando perguntamos sobre a dificuldade (ou não) de músicos fora das grandes cidades terem sucesso ou conseguirem mostrar a sua música, Rafael Sousa diz-nos claramente que ‘a cultura, e sobretudo a música que se faz no Algarve não é comparável com a capital em termos de quantidade, até mesmo em termos de oportunidades, mas temos imensa qualidade cá na região. Artistas e bandas com um talento incrível que estão à espera da sua chance para poder brilhar Portugal afora. Eu faço o possível e tento partilhar, apoiar e dar o meu voto de confiança a todos os talentos algarvios. São pequenos gestos que fazem a diferença. Se há retribuição dos atos, não sei, mas talento é talento e merece ser partilhado".


SONOSCOPIA / PRÓXIMOS EVENTOS
















Liz Kosack / Obras Portuenses da Década de 20 / João Ricardo / Matthew Steinke / Guilherme Rodrigues / Humanization 4tet / Liquid Aesthesia / Máquina Magnética / Éter / FIMP / Semibreve
Fim-de-semana preenchido de actividade da Sonoscopia e na Sonoscopia.

É já esta sexta-feira, dia 15, que a norte-americana Liz Kosack se apresenta ao vivo no auditório da Associação de Moradores da Bouça, como parte do programa Cultura em Expansão. No mesmo dia, temos também a estreia da instalação sonora "Liquid Aesthesia #1 - Mother", no festival Wonder em Kortrijk, na Bélgica. Segue-se, no dia 16, a apresentação das "Obras Portuenses da Década de 20" dos compositores Ângela da Ponte, Igor C. Silva, José Alberto Gomes e Sara Carvalho, no Auditório Grupo Musical de Miragaia e também da electrónica de João Ricardo na Bienal da Maia. No domingo, dia 17, acolhemos a inauguração da exposição de Matthew Steinke intitulada "Hazardous Phenotypes" integrada na edição do FIMP2021.

Passado este fim-de-semana hiperactivo, voltamos na próxima quarta-feira, dia 20, a mais uma edição do ciclo regular Microvolumes com a presença do violoncelista Guilherme Rodrigues e do Humanization 4tet, um quarteto que junta Rodrigo Amado, Luís Lopes e os americanos Aaron e Stephan Gonzalez.

16 OUT 2021
Obras Portuenses da Década de 20 | Ângela da Ponte, Igor C. Silva, José Alberto Gomes, Sara Carvalho
Porto / Auditório Grupo Musical de Miragaia
CONCERTO / CULTURA EM EXPANSÃO

16 OUT 2021
João Ricardo
Maia / Jardim Parque Central / Bienal da Maia
CONCERTO

ATÉ 16 OUT 2021
Máquina Magnética | Pedro Tudela, Miguel Carvalhais, Gustavo Costa & Rodrigo Carvalho
Aveiro / Criatech
INSTALAÇÃO

20 OUT 2021
Microvolumes 4.7 | Humanization 4tet / Guilherme Rodrigues
Porto / Sonoscopia
CONCERTO

28 - 31 OUT 2021
Éter | Semibreve
Braga / Theatro Circo
FESTIVAL / INSTALAÇÃO ÁUDIOVISUAL

FOSCO EDITAM EP






















Fosco junta Diogo Alves Pinto (Gobi Bear, Mathilda) e Gabriel Salgado (Ana), há muito unidos pela sua relação com a guitarra.O primeiro começou a dar nas vistas há uma década, surgindo na cena folk com uns tenros 20 anos e rapidamente tornou Gobi Bear numa actuação de referência pela forma como explora sem medo e sem meios todos os sons que se podem tirar de uma guitarra, loopando-os e cantando sobre eles.Gabriel Salgado tem-se afirmado, desde que se estreou em 2017, como um dos mais estimulantes músicos da sua geração. Inspirado por subgéneros como o post-rock e algumas derivações mais matemáticas, tem levado, na sua aventura a solo —Ana—, a sua música cada vez mais longe, tudo à custa da relação singular que desenvolve com a guitarra.Juntos apresentam um conjunto de temas acústicos e instrumentais que nos levam a sítios onde nunca fomos e eles também não. É assim, fosco, este fim que se vê, mas que não é claro. O primeiro EP, homónimo, vê a luz do dia no dia 29 de Outubro de 2021e conta com o apoio do Município de Guimarães eda Direcção Regional de Cultura do Norte e tem o selo da Planalto Records.

Sites:
Facebook [http://facebook.com/foscopt]
Instagram [http://instagram.com/foscop]

NEEV COM MÚSICA NOVA














O músico e compositor está de regresso com "Search", um tema com fortes influências dos anos 80 que nos remete de imediato para o imaginário do "Flashdance", sonoridade à qual é impossível ficar indiferente.

Hino do programa digital "MEO The Search", o novo single de NEEV mostra uma nova fase do músico que se estreou com o álbum "Philosotry" e do qual foram retirados "Mess Up With You", “Calling Out”, “Lie you love it”, “This Dream”, “It is what it is” e “Something Trivial”.
No início de 2021, NEEV revelou-se no Festival da Canção com “Dancing in the stars”, o tema mais votado pelo público, uma música bastante introspectiva, composta, interpretada e produzida pelo próprio.

"Search" mostra o músico numa nova fase, deixando em aberto o futuro.

SEGUNDO SINGLE DE RACHEL BANGS






















Rachel Bangs é uma multi-instrumentalista portuguesa que vai lançar o seu segundo single intitulado “Last Day”. Rachel Bangs é o pseudónimo de Raquel Custódio que começou como cantora e baterista dos Palmers, e também baterista nos Bar Lonely, antes de iniciar este novo projeto.

"Last Day" tem uma vertente mais dançável, fruto de algumas influências da artista. Apesar disso, não deixa de parte as características mais obscuras do Post-Punk. O single foi gravado no seu home studio tornando o projecto o mais "DIY" possível. A foto de capa é da autoria de Leandro Mendes.

Esta é a segunda faixa do EP de estreia que será lançado em Novembro deste ano. "Last Day" está disponível nas plataformas de streaming a partir do dia 15 de Outubro.

Rachel Bangs é o pseudónimo de Raquel Custódio, nascida nas Caldas da Rainha. É multi-instrumentista e autodidata, tendo a paixão pela música surgido quando era ainda muito nova, foi com a guitarra que iniciou a sua aprendizagem com apenas 13 anos. Mais tarde, aos 18 anos dedicou-se à bateria e foi como baterista que se tornou co-fundadora da banda Palmers, que viu um sucesso considerável. Com este projeto atuou em vários locais como o Musicbox e Maus Hábitos, e abriram para bandas como Iceage e The Parkinsons.

Posteriormente iniciou outro projeto, Bar Lonely, em modo online durante a pandemia. Foi também durante a quarentena que se decidiu a fazer carreira a solo e criou, portanto, este projeto.

https://open.spotify.com/track/3frsshAFjhHeEIxcpwhfUp?si=78dffe532636454