sexta-feira, 3 de abril de 2026

NOVO SINGLE DE LOS ROMEROS





















“Foi Assim” é o novo single dos Los Romeros e marca mais um passo no caminho emocional e sonoro que a banda tem vindo a construir. Uma canção que nasce de dentro, como uma pergunta sem resposta ou talvez como a tentativa de a encontrar.

Escrita por João Direitinho, Aurora Pinto e Márcio Gago, “Foi Assim” mergulha na eterna tensão entre o que o coração sente e aquilo que a mente insiste em explicar. Ao longo da canção, o coração é confrontado diretamente, questionado por não ver o óbvio, por insistir em caminhos com consciência de que podem doer.

Musicalmente, a canção revela uma nova camada na identidade dos Los Romeros. A presença da guitarra portuguesa surge de forma natural, acompanhando a intensidade da letra e conduzindo o tema para um lugar mais cru.. É nesse encontro que Paula Carapeta regressa às suas raízes do fado, trazendo uma interpretação sentida e profundamente ligada à essência da canção.

Gravado em formato live em estúdio, “Foi Assim” foi registado num único take, sem cortes. Um momento irrepetível, onde tudo acontece ao mesmo tempo, emoção, voz, silêncio e respiração. O resultado é uma canção viva, que se sente tanto quanto se ouve.

Formados por Paula Carapeta, Jorge Piedade e Beto Pereira, os Los Romeros têm cruzado influências latinas com a alma da música portuguesa, construindo uma identidade onde tradição e contemporaneidade se encontram. Depois do sucesso de temas como “Loucamente” com D.A.M.A e do início de um novo capítulo com “Agradeço o Convite”, chega “Foi Assim”, o último levantar do véu do EP de estreia.

“Foi Assim” encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

DE OLIVEIRA COM NOVO SINGLE





















DE OLIVEIRA
regressa com “Voa Livre, Coração”, o seu terceiro single em nome próprio, tema que surge em antecipação ao primeiro álbum de longa duração do músico, “Radia Sons”, com lançamento previsto para maio. A canção chega acompanhada por um lyrics video, estando o videoclipe oficial agendado para o dia 24 de abril.

Depois de revelar, durante o último ano, os singles “Tens Razão” e “Guardião do Amor”, que juntos superam já 1 milhão de visualizações no YouTube, DE OLIVEIRA dá agora a conhecer uma nova peça do universo musical que tem vindo a construir. “Voa Livre, Coração”, com letra e música de Hugo Soares de Oliveira, afirma-se como uma canção marcada por uma mensagem de liberdade interior, empatia e confiança no poder transformador do bem.

Musicalmente, o tema mergulha nas raízes da música popular portuguesa, com especial inspiração no Minho, território simbólico onde tradição e emoção caminham lado a lado. Essa identidade é cruzada com elementos de fado e pop contemporâneo, criando uma sonoridade simultaneamente emotiva, envolvente e atual, capaz de dialogar com diferentes gerações.

No centro da canção surge um refrão que sintetiza a sua mensagem: “Faz o bem, sem receio / E quem ama vai voar”. A frase condensa a visão artística de DE OLIVEIRA - uma música que procura transmitir propósito, emoção e uma energia positiva que aproxima quem escuta.

O single conta com voz de Hugo de Oliveira, acompanhado por Miguel Dias na guitarra, Rafael Campos na guitarra portuguesa, António Mão de Ferro na percussão, baixo e vozes, e Eduardo Silva no acordeão e vozes. O resultado é um arranjo que equilibra tradição e contemporaneidade, reforçando o caráter identitário do projeto.

“Voa Livre, Coração” integra o universo do álbum “Radia Sons”, o primeiro registo de longa duração de DE OLIVEIRA. Concebido como uma viagem emocional pela música e pelas experiências humanas, o disco celebra a música como uma energia capaz de unir histórias, sentimentos e pessoas. Com uma identidade artística marcada pela diversidade sonora, o álbum percorre diferentes territórios musicais - da alma profunda do fado ao pop rock e ao indie, passando pela tradição portuguesa e por influências de ritmos latinos.

DE OLIVEIRA é o nome artístico de Hugo de Oliveira, músico que cresceu em Guimarães e mais tarde se mudou para o Porto, cidade onde concluiu os seus estudos académicos. Durante esse percurso integrou diversos grupos académicos e foi fundador da TAIPAM, demonstrando desde cedo uma ligação forte à cultura e à criatividade.

A música acompanhou-o desde sempre. Primeiro de forma espontânea, cantando como forma de libertar emoções, e mais tarde através da participação em serenatas e tunas académicas, onde encontrou no palco um espaço natural de expressão. A partir daí começou a construir uma identidade artística própria, marcada pela fusão entre tradição e modernidade.

As suas influências atravessam diferentes universos: da música popular portuguesa - rica em histórias e tradição - ao pop e ao rock internacional. Essa mistura reflete-se numa sonoridade onde a palavra ocupa sempre o lugar central. Nas suas canções, DE OLIVEIRA procura transformar experiências e emoções em narrativas partilhadas, explorando o amor nas suas múltiplas formas - o amor imperfeito, o amor que se perde, o amor que cura e o amor que constrói.

Com uma atitude artística marcada pela esperança e pela proximidade emocional, o músico assume hoje o seu percurso como artista independente, determinado a construir uma carreira baseada na autenticidade e na liberdade criativa.

Com “Voa Livre, Coração”, DE OLIVEIRA apresenta mais um capítulo desse caminho - uma canção que reforça a sua identidade musical e abre caminho para “Radia Sons”, um álbum que se propõe celebrar a música como espaço de encontro, emoção e transformação.

"HORA SEM VAGAR" É O NOVO DINGLE L PERTUÉS















“ Hora Sem Vagar “ é a primeira canção de avanço do novo disco de L Pertués - “ A Felicidade Intermitente do Artista “. Este ciclo nasceu da desfragmentação do artista enquanto compositor e do
cidadão, um mero contribuinte comum.

A canção é um retrato da azáfama que, no final de cada dia, reduz a nossa existência a um dígito. Nesta imagem solicita-se à vontade que desperte a inquietude nas pequenas acções do quotidiano, tão providas de ambiguidade em relação ao que é etéreo ou concreto. É um diário que não se escreve, como qualquer prece que se preze, ausente de novidade e dilacerando qualquer jeito de resistência. Só o tempo
deixa a sua marca na soma desajeitada do(s) dia(s).

Vitor Hugo Ribeiro é o autor da letra e música “ Hora Sem Vagar “, sendo também o responsável pela gravação e produção do disco nos estúdios Hàdiégua, que conta com a participação de Tiago Santos na
bateria e Ari Martins na voz principal, assim como um coro composto por artistas e músicos pelos quais o compositor nutre uma profunda admiração. A mistura e masterização é da responsabilidade de Henrique Lopes, enquanto a fotografia é da autoria de André C. Macedo.

PRODIGIO E T-REX JUNTOS EM TEMA





















Prodígio, T-Rex
O Juízo Final

“O Juízo Final” afirma-se como a música de destaque do novo álbum de Prodígio, juntando-o a T-Rex numa colaboração que soa tão natural quanto inevitável. De um lado, a intensidade crua e consciente de Prodígio; do outro, a melodia envolvente e emocional de T-Rex duas linguagens diferentes que se encontram num equilíbrio perfeito entre peso e sensibilidade. Uma produção moderna cujo tema mergulha na urgência de amar sem reservas: querer ficar, dar tudo e lutar por uma ligação que resiste ao tempo. Prodígio traz a verdade e a entrega nas palavras, enquanto T-Rex eleva o sentimento com um refrão carregado de emoção. Um tema com uma química evidente, daqueles que se sente antes mesmo de se perceber.

FALSO NOVE LANÇAM NOVO SINGLE “SAIA”















Depois do regresso com “Blusa”, falso nove apresentam “Saia”, o novo single que dá continuidade ao universo do seu próximo longa-duração, Não Sonho Quase Nada, com edição prevista para 2026. Se “Blusa” partia do momento inevitável de crescer, “Saia” aprofunda essa travessia, já dentro da idade adulta, onde a liberdade se torna uma escolha consciente, por vezes desconfortável, mas necessária.

A canção nasce de forma simples e orgânica: do dedilhado despido que sustenta grande parte do tema à explosão final orquestrada, que amplia a sua dimensão emocional.

“Saia” assume também uma abordagem pouco habitual na construção dos falso nove. Sem introdução, a canção começa de imediato com a voz, contrariando o crescendo tradicional. Entre momentos de silêncio e delicadeza, surgem camadas de ruído e dissonância, fruto de uma exploração livre em estúdio, onde guitarras em feedback e texturas inesperadas se sobrepõem, quase como se a canção se deixasse “estragar” para se tornar mais verdadeira.

Esta “Saia” prolonga a intenção iniciada em “Blusa”, mas desloca-a para um novo lugar. Se antes havia a consciência da perda, aqui há decisão. A canção olha para os pais, para os seus percursos e expectativas, e reflete sobre o modo como essas referências se projetam no presente. No centro está uma escolha: não seguir o que é esperado, recusar convenções, “vestir uma saia” e encontrar paz nessa afirmação.

Mateus Carvalho (voz, guitarra acústica e saxofone), Afonso Lima (voz e guitarra elétrica), José Amoreira (baixo), Francisco Leite (piano e teclados) e Francisco Marcelino (bateria) são os falso nove. Depois do álbum de estreia Horta da Luz (2023), a banda continua a afirmar um espaço próprio dentro do indie rock cantado em português, onde a escrita íntima e a experimentação sonora caminham lado a lado.

“Saia” é mais um desvendar daquele que será o segundo álbum da banda, e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

GAMA WNTD E SYRO LANÇAM "PERIGO"





















Gama WNTD, SYRO
Perigo

“Perigo” junta Gama WNTD e SYRO numa daquelas colaborações que fazem sentido desde a primeira escuta. Duas identidades fortes e um terreno comum: emoção crua transformada em pop viciante. Assente num instrumental imersivo e contemporâneo, carregado de intenção, “Perigo” fala desse lugar onde o amor deixa de ser amor, torna-se saudade, torna-se dúvida, um jogo perigoso entre ficar e partir. Gama WNTD conduz a narrativa com frontalidade, enquanto SYRO entra para aprofundar a ferida com a sensibilidade que já o define. Um tema impossível de ignorar, com um refrão que se cola de imediato e não larga, daqueles que se canta sem pensar e que ficam connosco muito depois de a música acabar.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

O ENCTRO DE O GAJO E A RAIA





















Abril marca o encontro do GAJO com a RAIA de Tó Zé Bexiga em Lagoa, no Algarve a 16, e traz o 10º aniversário do GAJO numa festa marcada para dia 23 no B.Leza Club em Lisboa.

O primeiro convidado a anunciar para a festa de aniversário é o JOSÉ ANJOS com quem o GAJO tem mantido regulares colaborações.

O caminho, continua a ser o poema!

10 anos, 10 músicos a 10 Euros!
BILHETES AQUI

RITA BRAGA COM NOVO DISCO E VÍDEO

 



















Concertos de apresentação:
14 de maio - RCA Club, Porto (em duo com Rui Rodrigues)
15 de maio - Galeria ZDB, Lisboa (em trio com Rui Rodrigues e João Cabrita)

Depois dos singles “Fado Tango” e “Chão de Estrelas” (dueto com JP Simões), Rita Braga apresenta finalmente o seu quinto álbum, Fado Tropical, a 2 de abril, com edição em vinil. No mesmo dia é lançado o videoclip do tema “Cinza e Pó”, realizado por Tiago Cerveira, que conta com o convidado especial Paulo Furtado na guitarra (com quem Rita já havia colaborado em Femina, de 2009, tendo tocado a solo na primeira parte dos concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto em 2011). Participam ainda João Cabrita no saxofone, Ryoko Imai na “junk percussion”, Suse Ribeiro em percussões adicionais e eletrónica, e Rita Braga na voz e banjolele. Este é um dos temas do disco em que a artista compôs música para poemas de fadistas anónimos do século XIX, encontrados no livro História do Fado (Pinto de Carvalho, 1903).

Descrito como o seu primeiro disco cantado integralmente em português, Fado Tropical atravessa os primórdios do fado e conduz o género a novos territórios sonoros. Antes da produção musical, Rita Braga mergulhou numa pesquisa em arquivos sonoros, imagens, textos e partituras que datam do século XIX às primeiras décadas do século XX, procurando dar nova vida a esses materiais e cruzar o fado antigo com outras linguagens musicais.

“Fado da Meia-Noite” abre o disco ao som de uma trovoada e de uma atmosfera tropical: trata-se de um tema instrumental composto em 1920 para guitarra portuguesa, aqui reinterpretado com marimba, ukulele, sons ambiente e um solo de saxofone, servindo de abertura como se se tratasse do início de um filme.

Gravações da cantora e atriz Ercília Costa com o guitarrista Armandinho, de 1930, inspiraram as versões de “Fado Tango”, “Fado do Passado” e “Fado Sem Pernas”, este último com participação de Tó Trips, que descreveu o arranjo de “Fado Menor”, outro instrumental do disco, como evocando a banda sonora de um filme de Fellini. Sem esquecer a teoria atual que o Fado terá nascido no Brasil, “Chão de Estrelas” é o tributo ao clássico brasileiro de Sílvio Caldas.

Recuando ainda mais no tempo, “Um Quarto de Hora” e “Cinza em Pó” apresentam letras inéditas de fadistas do século XIX, encontradas respetivamente em História do Fado (1903) e A Triste Canção do Sul (Alberto Pimentel, 1904), com música composta por Rita Braga. O primeiro mistura a estrutura do fado com um arranjo de marcha funerária; o segundo, cujas letras evocam esqueletos e cemitérios, ecoa o universo de Tom Waits. Nestes textos surgem palavras características do vocabulário dos fadistas das antigas tabernas lisboetas, como “banza” (guitarra).

Confusos? No meio das viagens ao passado e do regresso ao futuro, há ainda um tema que nasceu em 2023 e que foi uma das influências para este projeto: “Vita Nuova” é um poema de Catarina Santiago Costa com música de Rita Braga, composto por ocasião da MAP – Mostra das Artes da Palavra, na qual Rita se apresentou em trio, com marimba e violoncelo. Dessa breve apresentação nasceu a vontade de produzir um disco inteiramente em português, que tivesse algo de fado na estrutura e nas letras, mas com esses instrumentos, que ao longo da produção, se multiplicaram em variadas percussões (Bruna Moura no violoncelo; Ryoko Imai na marimba, violoncelo, cajón, “junk percussion”, bombo e castanholas, além de percussões adicionais de Suse Ribeiro e Rui Rodrigues).

Juntaram-se ainda saxofones (João Cabrita), guitarras elétricas (Tó Trips e Paulo Furtado, com a intenção de aproximar as origens clandestinas do fado ao rock’n’roll), um toque de eletrónica e sound effects (Suse Ribeiro, responsável também pelas misturas), lap steel (Aníbal Andrade) e a voz de JP Simões, que canta em “Chão de Estrelas” e faz uma narração em “Um Quarto de Hora”. A masterização do vinil é de Yan Hart-Lemonnier, que já havia trabalhado no segundo e terceiro álbuns de Rita Braga (Bird on the Moon, 2018, e Time Warp Blues, 2020).

Os concertos de lançamento serão no clube RCA, no Porto, a 14 de maio (em dueto com o multi-percussionista Rui Rodrigues, com quem Rita já havia colaborado ao vivo no projeto Planet Sardiniax com o músico alemão Felix Kubin, no Porto em 2023, fruto de uma residência na Sonoscopia), e a 15 de maio na Galeria ZDB, em Lisboa (com Rui Rodrigues na percussão e João Cabrita no saxofone). Antes disso haverá dois eventos de escuta do vinil seguidos de um DJ set de Rita, aka DJ Super Braguita: no Alvine, em Lisboa, a 26 de abril, e no Fiasco, no Porto, a 2 de maio, onde a artista tem feito DJ sets regulares.

No meio de outras datas em vários países, este ano já agendadas em França, Reino Unido e Alemanha, aguarda-se que Fado Tropical circule ao vivo em território nacional em formato duo ou trio, em contraste com as inúmeras digressões internacionais a solo que Rita tem realizado nas últimas duas décadas (quase 600 concertos em 30 países e 5 continentes).

Outras novidades incluem um futuro lançamento em vinil e transmissão na RTP Palco da colaboração inédita com Rui Reininho e Leonardo Pinto, gravada ao vivo, fruto da residência que realizaram na Casa Varela, em Pombal, em Novembro de 2025 (a primeira edição desta série foi recentemente editada e contou com First Breath After Coma e Salvador Sobral). Está ainda em preparação uma nova colaboração com a orquestra de ukuleles de Karkkila, na Finlândia, país onde Rita se tem destacado num festival dedicado ao instrumento. No Verão, a artista estará em residência na Casa Cheia, em Lisboa, para a criação de um novo espetáculo com apresentação no dia 18 de Julho.

Reconhecida pela crítica como uma artista singular, versátil e carismática, Rita Braga destaca-se pela originalidade, pela fusão de épocas musicais e pela abordagem performativa.

AGENDA

11.04 London, UK - St Gilles Church (org. Bait & Dash the Henge)
26.04 Lisboa, PT - FADO TROPICAL sessão de escuta do vinil + DJ set @ Alvine
02.05 Porto, PT - FADO TROPICAL sessão de escuta do vinil + DJ set @ Fiasco
14.05 Porto, PT - FADO TROPICAL concerto de apresentação @ RCA (duo com Rui Rodrigues)
15.05 Lisboa, PT - FADO TROPICAL concerto de apresentação @ ZDB (trio com Rui Rodrigues e João Cabrita)
3.06 Varsovia, PL - Mlodsza Siostra
4.06 Poznan, PL - Caly Poznan Ukulele festival
25.06 Manchester, UK - The Peer Hat
26.06 London, UK - Portuguese Love Affair
27.06 Leigh-on-Sea, UK - Leigh Folk Festival @ The Fisherman's church
5-17.07 Lisboa, PT - residência na Casa Cheia
18.07 Lisboa, PT - Casa Cheia
22.08 Porto, PT - Fiasco (DJ set)
14.10 Leipzig, DE - Horns Herben
13.11 Porto, PT - Fiasco (DJ set)

Mais informação e escuta:
https://ritabraga.bandcamp.com/

UNSAFE SPACE GARDEN COM NOVIDADES



Os UNSAFE SPACE GARDEN foram seleccionados pela plataforma europeia IMPALA como um dos 100 artistas a não perder de vista em 2026.

E preparam-se para arrancar numa impressionante digressão por Portugal, Reino Unido e Países Baixos.

Novo álbum: O Melhor e o Pior da Música Biológica - já disponível!


Concertos de apresentação 

9 de Abril, 21h30 - B.Leza, Lisboa 
10 de Abril, 22h00 - Plano B, Porto

Acabados de regressar do SXSW, em Austin, Texas, e com o recém-editado O Melhor e o Pior da Música Biológica nas mãos, os Unsafe Space Garden continuam com muito futuro pela frente e a concretizar vários objectivos.

Nos Estados Unidos, apresentaram-se em dose tripla e em salas absolutamente distintas – uma oportunidade única onde aproveitaram para explorar “três formas de existir na banda”, como explica a vocalista e compositora Alexandra Saldanha. “Foi muito especial ver a curiosidade com que as pessoas recebiam as nossas canções e o interesse demonstrado pela música portuguesa”, destaca sobre a experiência que proporcionou interacções junto da indústria musical do mundo inteiro, das quais se esperam muitos frutos.

Ao rodopio internacional, trabalhado afincadamente, soma-se agora a selecção dos vimaranenses como um dos 100 Artists to Watch 2026, atribuída pela IMPALA, o principal organismo europeu que representa o sector da música independente. A quinta edição do programa volta a reunir uma centena de nomes emergentes que colaboram com editoras indie por toda a Europa, funcionando como um radar para projectos que estão a transpor os limites das suas cenas locais.

Também impulsionados pelo reconhecimento da IMPALA, os Unsafe Space Garden arrancam mais uma vez para a estrada, com primeira paragem em Fafe, para integrar o cartaz do Ano Malfeito, no dia 4 de Abril. Seguem-se as apresentações oficiais ao vivo do já bastante aplaudido, pelo público e pela crítica, O Melhor e o Pior da Música Biológica, em Lisboa, B.Leza, a 9 de Abril (bilhetes), e no Porto, Plano B, a 10 de Abril (bilhetes). O vasto imaginário do sexteto aterra ainda nas Caldas da Rainha (Impulso, 11 de Abril), em Odemira (Abril em Odemira, 25 de Abril) e nos festivais The Great Escape, em Brighton, no Reino Unido (14 e 15 de Maio), Sniester, em Den Haag (23 de Maio), e Over De Top, em Lichtenvoorde (24 de Maio), ambos nos Países Baixos. Na “voltinha” de Junho, contam-se concertos em Barcelos (dia 3), Aveiro (dia 18), Covilhã (dia 20) e Montemor-o-Novo (dia 27). Em Julho: Guimarães (dia 3), Seixal (dia 4), Ílhavo (dia 17), Mêda (dia 24) e Sines (dia 25).

Para aguçar o apetite daquilo que será o novo espectáculo da banda de Nuno Duarte, Alexandra Saldanha, Filipe Louro, José Vale, Diogo Costa e João Cardita, já se encontra online a sessão live registada para a plataforma Porta 253 (ver aqui). Nesta, revela-se em primeira mão o universo visual – das roupas ao cenário – que adorna as canções do mais recente álbum.

O Melhor e o Pior da Música Biológica, dos Unsafe Space Garden, foi lançado no dia 4 de Março, com o selo da gig.ROCKS!, numa edição especial em vinil transparente, limitada a 300 exemplares, e nas habituais plataformas digitais.

Um tratado sobre a existência humana que, no palco, ganha uma surpreendente dimensão entre o poético e o inquietante.

UNSAFE SPACE GARDEN – Digressão 2026

4 ABR / Fafe / Ano Malfeito
9 ABR / Lisboa / B.Leza (apresentação do disco)
10 ABR / Porto / Plano B (apresentação do disco)
11 ABR / Caldas da Rainha / Impulso
25 ABR / Odemira / Abril em Odemira
14 e 15 MAI / Brighton (Reino Unido) / The Great Escape
23 MAI / Den Haag (Países Baixos) / Sniester Festival
24 MAI / Lichtenvoorde (Países Baixos) / Over De Top Festival
3 JUN / Barcelos / Triciclo (Theatro Gil Vicente)
18 JUN / Aveiro / TBA
20 JUN / Covilhã / TBA
27 JUN / Montemor-o-Novo / TBA
3 JUL / Guimarães / TBA
4 JUL / Seixal / TBA
17 JUL / Ílhavo / TBA
24 JUL / Mêda / TBA
25 JUL / Sines /TBA
30 OUT / Lisboa / Casa Andante (Musa de Marvila)

PEDRO PÉDI APRESENTA "LUGAR"





















Pedro Pédi
apresenta “Lugar”, o seu primeiro álbum de longa duração, trabalho que surge acompanhado pelo single “Valsa do Desassossego”, com videoclipe realizado por Luís Ismael e gravado nos estúdios Lightbox.

Mais do que um disco, “Lugar” constrói-se como um exercício de memória e pertença. Ao longo das várias canções, o álbum percorre histórias familiares e afetivas, atravessando a memória dos avós, a ausência do pai, os conselhos deixados aos filhos, o amor que amadurece e a persistente fé no amanhã. Conceptualmente coeso, o trabalho desenvolve um arco geracional onde experiências pessoais se transformam em identificação coletiva. Não se trata de um lugar geográfico, mas de um território emocional: aquilo que permanece quando o tempo passa.

A própria ideia central do disco surge sintetizada numa frase que o atravessa: “Lugar não é um sítio. É quem fica. É memória que respira.”

O single “Valsa do Desassossego” funciona como uma das peças centrais desse universo narrativo. A canção aborda o amor como uma dança imperfeita - ora leve, ora desorientada - onde a fragilidade e a imperfeição revelam a sua verdade mais profunda. Essa dimensão emocional ganha expressão no videoclipe realizado por Luís Ismael, filmado nos estúdios Lightbox, que acompanha visualmente o movimento íntimo e melancólico da canção.

As letras do álbum são assinadas por Pedro Martins, que assume também a composição em parceria com Sérgio Nascimento. A escrita do disco nasce de um lugar profundamente pessoal, como o próprio autor sublinha:

“Escrevi este álbum a partir do que me sustenta. Das mãos que me ensinaram a andar. Da voz que já não oiço, mas continua em mim. Dos conselhos que deixo a quem vem depois. Do amor que cresce, tropeça e permanece. Se ‘Raízes’ foi sobre de onde venho, ‘Lugar’ é sobre onde pertenço. Este disco é feito de pessoas. E cada canção tem um rosto.”, explica Pedro Pédi. 

Pédi é o alter-ego musical de Pedro Martins, músico natural do Porto, e a viver em Cabeceiras de Basto desde 2020. Depois de mais de uma década como mentor e principal força criativa do projeto O Incrível Homem Bomba, surge a necessidade de explorar uma abordagem mais intimista e narrativa. Aproveitando um hiato da banda, Pedro Martins inicia em 2023 este percurso a solo, abrindo espaço a histórias que foram sendo guardadas ao longo dos anos.

O projeto Pédi conta com a participação de Bruno “Guana”, guitarrista e amigo de longa data ligado também a O Incrível Homem Bomba, e com a colaboração do produtor Bruno Silva, parceiro criativo em diferentes aventuras musicais - foi o produtor do EP “Raízes”, gravado nos estúdios B. 

A música de Pédi procura retratar um Portugal muitas vezes invisível, feito de memórias familiares, pequenas comunidades e histórias quotidianas. Através da palavra e do uso de instrumentos associados à tradição portuguesa, o artista cruza essas raízes com uma sensibilidade contemporânea, criando uma linguagem musical simultaneamente nostálgica e atual.

O primeiro capítulo deste percurso surgiu com o EP “Raízes”, um conjunto de canções inspirado nas vivências da vida na aldeia. Entre elas destacou-se “Chacim”, tema dedicado à localidade onde reside, que integrou a banda sonora do filme “Balas & Bolinhos 4 – Só Mais Uma Coisa”. Em julho de 2024, o artista apresentou o projeto ao vivo em Cabeceiras de Basto, a convite do festival CulturAr.

Desenvolvido ao longo de 2024 e 2025, “Lugar” representa agora o aprofundamento desse universo artístico, explorando temas como a família, as relações, o amor e a perda. O disco foi gravado e produzido por Sérgio Nascimento nos estúdios Vox e com a masterização de Hugo Rangel, consolidando um trabalho que transforma experiências íntimas em narrativas universais.

Com “Lugar”, Pedro Pédi apresenta um álbum que olha para o passado sem nostalgia paralisante e para o futuro com esperança - um trabalho onde memória, pertença e afetos se cruzam numa reflexão sobre aquilo que realmente permanece.

DAVI SANTIAGO REVELA NOVO SINGLE



Davi Santiago apresenta “Fui Só Amor”, o segundo e último avanço antes da estreia do seu próximo EP com o mesmo título. Mais do que um single, este lançamento surge como uma peça-chave na construção do universo sonoro e emocional que o artista tem vindo a desenhar.

Com uma abordagem simultaneamente íntima e expansiva, “Fui Só Amor” funde instrumentos portugueses e brasileiros numa sonoridade envolvente, onde texturas modernas se encontram com uma forte carga histórica e emocional. O tema revela uma nova camada da identidade artística de Davi Santiago, aprofundando a narrativa iniciada com “Olha o Brilho” e elevando a expectativa para o projeto completo.

Produzido por Guilherme Marta (mistura) e Ruben Teixeira (masterização), o single destaca-se pela sua capacidade de criar atmosfera — um equilíbrio entre vulnerabilidade e intensidade que convida o ouvinte a entrar no universo do artista. Segundo Davi Santiago: “Fui Só Amor é, na minha opinião, a faixa que espelha com maior clareza o sentimento que o projeto como um todo pretende expressar.”

Acompanhado por um videoclipe realizado e gravado por Rita Cruz, o cenário natural da Serra da Estrela cria contraste com o quarto de Davi Santiago e faz alusão à dualidade que existe dentro da composição, desde a imensidão do mundo exterior até ao isolamento entre quatro paredes de onde nasceu o projeto.

Este lançamento posiciona Davi Santiago como uma voz em afirmação dentro do cenário musical emergente em Portugal, demonstrando uma visão artística coesa e verdadeira, ao mesmo tempo que reforça o seu potencial de alcance junto de novos públicos.

O EP Fui Só Amor, que sai dia 10 de abril, promete consolidar este momento criativo, reunindo 6 faixas que exploram temas como o amor, a morte, deus e a relação entre Brasil e Portugal, num registo que cruza autenticidade e ambição, com letras de caráter poético e introspetivo. O disco transmite bem as influências de Davi Santiago que vão desde a da América Latina como Djavan, Paulinho Pedra Azul e Tata Barahona até ao folk do hemisfério norte com Hozier, Nick Drake e Nico. 

Davi Santiago é um músico luso-brasileiro, natural do Rio de Janeiro, de 21 anos. Após nascer com uma condição que impedia a sua voz de ser projetada, Davi realizou uma cirurgia para reverter a situação, porém a cicatriz desta concede à sua voz uma textura e rouquidão características, traços estes marcantes na sua forma de se expressar.

Começou a sua carreira em 2024, após um membro do júri de um concurso de canções no qual participou oferecer o seu estúdio pessoal para que Davi pudesse gravar o seu primeiro single, intitulado “Pra se dar".

Instagram: https://www.instagram.com/ddavi_santiago/?hl=en
Facebook: https://www.facebook.com/davi.santiago.16503
YouTube: https://www.youtube.com/@ddavisantiago 
TikTok: https://www.tiktok.com/@ddavi_santiago

ELISA E TIAGO NOGUEIRA JUNTAM-SE EM CINCO CONCERTOS ESPECIAIS

 



















Do estúdio para o palco, os dois artistas transformam o recente dueto “Como É Fraco o Coração” num espetáculo conjunto.

Elisa e Tiago Nogueira estreiam, a 29 de maio, no Funchal, um novo formato de concertos em dueto. O projeto terá continuidade em 2027 com uma série de quatro apresentações irrepetíveis em Ovar, a 19 de março, Lisboa, a 23 de março, Bragança, a 17 de abril, e Coimbra, a 6 de maio. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.

Depois de se terem cruzado em “Como é Fraco o Coração”, um dos temas portugueses mais tocados atualmente nas rádios nacionais e de revisitarem “Este Meu Jeito” numa nova versão, os dois artistas encontraram neste encontro criativo um espaço inesperado de afinidade. A receção do público e o percurso destas canções abriram caminho para este convite: levar essa ligação ao palco, num formato pontual e pensado como uma experiência única.

Elisa, uma das vozes mais expressivas da nova música portuguesa, afirma-se como uma intérprete de rara intensidade, enquanto Tiago Nogueira, voz d’Os Quatro e Meia, destaca-se pela forma direta e próxima como escreve e interpreta as suas canções. Em conjunto, encontram um equilíbrio natural, que ganha no palco uma dimensão particular.

Longe da ideia de projeto contínuo, estes concertos surgem como momentos especiais e irrepetíveis, construídos a partir da proximidade, da escuta e do diálogo entre duas vozes que se reconhecem. Entre temas partilhados e momentos a solo, cada espetáculo propõe um alinhamento próprio, onde as canções ganham novas leituras e o tempo se alarga para as deixar respira

17 de abril - Teatro Municipal de Bragança, Bragança
6 de maio - Convento São Francisco, Coimbra

FRANCISCO FONTES EDITA “CAPOTAR”

 













Francisco Fontes, cantautor da Nazaré, lança Capotar, com a agência e editora lisboeta louva-a-deus. Os singles “Susto” e “Copiloto” fazem parte deste trabalho.

Capotar é o nome do segundo longa-duração na ainda curta carreira de Francisco Fontes, músico que em 2023 se apresentou ao mundo com o disco de estreia Cosmopolita. Sempre tão observador quanto atento ao que o rodeia, entrega agora um novo álbum íntimo, delicado e com uma identidade sonora e lírica muito própria.

Capotar é, nas palavras de Francisco Fontes, “uma reflexão sobre a perda de controlo que por vezes nos acontece de forma súbita. A narrativa inicia-se de noite, num tom levemente sombrio, atravessa a noção de se estar só e termina com um certo otimismo ao nascer a ‘Primavera’” - a sétima faixa de um disco aconchegante e imersivo, debruçado na simplicidade e gentileza, com influências sonoras da música pop independente portuguesa mesclada com traços da música folk e alternativa anglo-saxónica.

O álbum é um conjunto de 9 canções interligadas e que em conjunto são uma narração.

Com as letras todas compostas por Francisco Fontes, denota uma poesia sensível e que nos motiva a deambular e a ter vagar para a sua audição. Um bonito e fraterno convite à morosidade contemplativa, num mundo cada vez mais assoberbado de rapidez e imediatismo.

O primeiro concerto e celebração de Capotar ao vivo acontece a 9 de abril no Rés do Chão da Casa Capitão, em Lisboa, e os bilhetes já estão disponíveis. Este será o espetáculo de apresentação ao vivo do novo disco e o primeiro de uma digressão nacional com mais datas a anunciar em breve.

Na Casa Capitão, Francisco Fontes apresenta-se em formato banda, com Miguel Marôco (teclas), Pedro Branco (guitarra elétrica), Tomás Simões (baixo) e João Carriço (bateria).

Biografia do autor: 

Em 2023, inspirado pela agitação da cidade, lança Cosmopolita, considerado um dos melhores discos nacionais desse mesmo ano pela rádio Super Bock Super Rock e com destaque nos Novos Talentos Fnac.

“Cosmopolita” passou por salas como o Musicbox ou a ZDB, bem como pelo Festival Cuca Monga. Em abril de 2024, Francisco Fontes teve a oportunidade de atuar pela primeira vez fora do país, em Itália, com dois concertos em Milão.

Entre 2020 e 2025, integra como baterista os projetos Miguel Marôco, Celso, Península e Zaratan. Conta também com uma colaboração com A Sul, em 2024, na canção ‘Caminho e Meio’ gravada ao vivo na Cossoul e com MALVA, no tema ‘rajada’, que integra o disco “poros”, editado em 2025.

No arranque de 2026 revela ‘Copiloto’, canção que apresenta no Festival da Canção da RTP e que faz parte também de Capotar, seu segundo disco em nome próprio, agora editado. Parte deste álbum está também o single ‘Susto’.

FLÁVIO TORRES RECRIA "A MOTE SAIU À RUA"



Hoje, Flávio Torres lança uma nova versão de “A Morte Saiu à Rua”, de José Afonso.

Uma releitura em formato power rock (duo de guitarras e bateria), que traz o tema para um registo mais cru e contemporâneo, mantendo a sua força simbólica.

O lançamento surge como forma de evocação e comemoração do 25 de Abril.

FILIPE SAMBADO EM BARCELOS





















Foto: Inês Condeço

Filipe Sambado vai abrir mais um trimestre do ciclo concertos triciclo, esta quinta-feira, às 22:00, no Theatro Gil Vicente, em Barcelos, com um espetáculo intimista a solo.

Nasceu para a música em 2012, com o lançamento do EP “Isto não é coisa pra voltar a acontecer”, que abriu caminho para chegar a 2016 com o primeiro álbum “Vida Salgada”.

Após a urgência desse disco, construiu hinos indie-rock com “Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo” (2017), explorou o cancioneiro português em “Revezo” (2020), serpenteou entre o hyperpop e o shoegaze de “Três Anos de Escorpião em Touro” (2023) – e do seu negativo “Gémea Analógica” (2025).

Conta ainda com a participação no Festival da Canção 2020 e a colaboração com outros artistas como Cristina Branco, Luís Severo ou Vaiapraia.

Ainda em abril, o triciclo sai à rua com Tricla. A misteriosa música de Braga atua no dia 18, no Largo Guilherme Gomes Fernandes, em Barcelinhos, num concerto com entrada livre.

A programação completa está disponível em www.triciclobcl.pt

Bilhetes disponíveis na bilheteira do Theatro Gil Vicente, BOL e locais habituais.

FAUSTO VASCONCELLOS EDITA ÁLBUM DE ESTREIA "INÍCIO DE UM FIM"​















Fotografia: Gustavo Cardoso

Primeiro disco de estúdio do cantor e compositor do Porto inclui os singles 'ALQUIMIA.', 'VISION BOARD.' e 'PERDOA.', que contam mais de 130 mil streams. O artista já atuou no Rock In Rio e partilhou o palco com SYRO.

"INÍCIO DE UM FIM" é o aguardado primeiro álbum de Fausto Vasconcellos. Disponível em todas as plataformas a partir da meia noite desta sexta-feira, o disco de estreia do artista apresenta uma narrativa universal, que retrata diferentes sentimentos de perda. Com uma sonoridade é eminentemente pop, influenciada por uma estética eletrónica e alternativa, o disco vem afirmar o cantor como uma das mais promissoras vozes da musica pop contemporânea.

"O álbum gira em torno do tema da perda. Ao longo das diferentes faixas exploro várias formas de perda e as emoções associadas a esses momentos. No fundo, todas as músicas refletem o fim ou a transformação de algo, seja uma relação, uma fase da vida ou um sentimento, criando uma linha narrativa comum que liga todo o projeto. O título “INÍCIO DE UM FIM” representa como muitas perdas na vida parecem o fim do mundo mas, na verdade, são apenas o começo de uma nova história. Isso aplica-se tanto às relações quando acabam, como a um momento de carreira que já não é a primeira tentativa mas um recomeço consciente. Mesmo que as coisas acabem, cada fim abre espaço para novas experiências e novas oportunidades", afirma Fausto Vasconcellos.

Sobre o processo processo criativo e a estética sonora do disco, o artista confessa que "foi longo, sobretudo porque, no início, não tinha planeado criar um álbum. No entanto, à medida que as músicas iam surgindo e as temáticas se iam ligando entre si, começou a fazer sentido reuni-las num projeto maior. Foi exigente e por vezes cansativo, porque quis trabalhar cada detalhe até sentir que tudo estava exatamente como eu imaginava. Em termos de sonoridade, tem como base o pop, mas explora também outras influências. Algumas músicas aproximam-se mais de uma estética eletrónica e refletem também um lado mais alternativo da minha identidade musical."

"INÍCIO DE UM FIM" inclui composições do próprio Fausto Vasconcellos e de diversos colaboradores, entre os quais o cantor e compositor Pedro Gonçalves, que coescreveu uma das canções e produziu duas. O álbum é acompanhado pelo novo single 'MAUS SINAIS.', cujo videoclipe é uma produção da Luxa Producions, que já colaborou com artistas como NAPA, Julinho KSD, Nunca Mates o Mandarim e Wet Bed Gand. Do alinhamento constam também o single anterior, 'PERDOA.', e a faixa 'VOLTA.'.

"A 'PERDOA.' é uma nota de culpa - sincera, crua e verdadeira -, que deixa claro que no lugar da nostalgia e da tristeza houve um dia Amor e intenção. É sobre assumir erros, sim, mas também sobre estar ciente de que eles vão acontecer na nossa jornada", diz Fausto Vasconcellos. "‘VOLTA.' é, provavelmente, aquele que melhor capta a essência do álbum, uma vez que envolve diferentes sentimentos de perda num só: a perda de um familiar, de um amigo ou de um amor. A 'MAUS SINAIS., que encerra o álbum, representa o momento de maturidade depois de todas as perdas contadas ao longo do disco. A música fala dessa aceitação: entender que largar faz parte da vida e que uma perda não é o fim, mas apenas o início de algo novo", acrescenta o cantor.

Após passagens pelo "Ídolos" e o "The Voice Portugal", um concerto no Rock In Rio Lisboa, em 2024, e ter partilhado o palco com SYRO, em 2025, Fausto Vasconcellos lançou os singles temas 'ALQUIMIA.', 'VISION BOARD.' e 'PERDOA.', que somam mais de 130 mil streams acumulados. O cantor e compositor lança agora o aguardado primeiro disco de originais, "INÍCIO DE UM FIM". Disponível em todas as plataformas digitais a partir da meia noite desta sexta-feira, o álbum reflete o trabalho e a persistência do artista nestes últimos anos e confirma-o como uma das vozes mais poderosas da música pop nacional.

Fausto Vasconcellos é um jovem e promissor artista de Paranhos, no Porto. Carrega a alma, a fibra e a pronúncia nortenha, que imprime nas suas canções pop, influenciadas por géneros musicais que vão do rock à eletrónica, passando pela música alternativa.

Sobrinho de Edmundo Vieira dos DZRT e primo do guitarrista e produtor Frankie On The Guitar, o seu primeiro contacto mais próximo com a música surgiu ainda na adolescência, quando teve aulas de guitarra. Aos 12 anos participou pela primeira vez num concurso de talentos, o “My Camp Rock” do Disney Channel, no qual alcançou o segundo lugar. Em 2015 chegou ao Top 40 no “Ídolos” (SIC) e no ano seguinte atingiu o Top 16 do “The Voice Portugal” (RTP), bem perto da final. Essas participações despertaram em Fausto Vasconcellos a vontade de seguir o sonho da música de uma forma mais profissional. 

Influenciado por artistas como Diogo Piçarra, T-Rex, Muse e Coldplay, Fausto Vasconcellos tem objetivos claros e bem definidos: que as suas músicas façam as pessoas sentir algo verdadeiro e com que se possam identificar, que quem o ouve se sinta compreendido e encontre um espaço para reconhecer e viver as suas próprias emoções. Acima de tudo, veio para transmitir a ideia de que desistir nunca pode ser opção.

Mais maduro e fiel à sua identidade artistica, Fausto Vasconcellos atuou no Palco Ibis do Rock in Rio Lisboa, em 2024. Um ano depois cantou com SYRO num dos concertos do artista e editou os singles 'VISION BOARD.' e 'ALQUIMIA.'. Seguiu-se, já em 2026, a faixa 'PERDOA.', que abriu caminho para o aguardado álbum de estreia, “INÍCIO DE UM FIM". Já disponível em todas as plataformas, o disco vem afirmar Fausto Vasconcellos como uma das mais poderosas e promissoras vozes da pop nacional.

ELLA NOR E MOGNO LANÇAM ÁLBUM COLABORATIVO "DOBERMANN"​
























"Dobermann" é o álbum de estreia de Ella Nor com os Mogno, disponível a partir da meia noite desta sexta-feira, em todas as plataformas digitais. Com uma narrativa incisiva e vulnerável, este primeiro projeto colaborativo confirma a cantora e compositora como uma das artistas mais relevantes da cena musical nacional - capaz de transitar entre o próprio reportório e a composição para alguns dos maiores nomes da indústria, como Ana Moura e Bárbara Bandeira - e afirma a dupla de produtores portugueses composta por Bernardo Gonçalves e Luís Sanches - com formação em Londres e Berlim - como artistas por direito próprio. "Dobermann" une a Pop, o lado experimental da Eletrónica e Ritmos Latinos e o resultado é um disco tão íntimo e emocional, como disruptivo e visceral, transversal aos clubes e às rádios.

"Trabalhámos juntos em diferentes ocasiões e tornou-se muito óbvia e necessária esta intenção de criar um projeto nosso. O processo criativo foi muito livre. Já nos conhecemos o suficiente para sabermos onde o nosso “gosto” musical se encontra e o resto foi saltar para o desconhecido, sem medos. A escrita passou muito por voltar a sítios menos bons e sermos vulneráveis. A consciência de força e self empowerment - que estão entre os conceitos do álbum - foram uma consequência de termos ido a esses sítios mais escuros. Há qualquer coisa de muito forte que acontece quando temos coragem de voltar a abrir gavetas que já estavam fechadas a sete chaves", revela Ella Nor.

Sobre o título do disco, a artista refere que "há momentos de vulnerabilidade que passam rapidamente para uma postura mais consciente e agressiva. 'Dobermann' representa a ocasião em que deixas de sobreviver em silêncio e começas a proteger quem realmente és. Tal como o animal que dá nome ao álbum, o projeto explora a tensão entre vulnerabilidade e força, mostrando que o verdadeiro poder nasce quando aprendemos a defender a nossa própria identidade".

"Dobermann" foi escrito por Ella Nor com os Mogno, que assinam também a produção. A produção executiva é de Bruno Mota, MALLINA participa na autoria das faixas 'Matahari' e 'O2', e Tyoz no tema 'Japão'. Além disso, o disco foi misturado e masterizado por Felipe Trujillo - vencedor de dois Grammys Latinos em 2025, pelo trabalho com Alejandro Sanz e reconhecido também pelas colaborações com artistas como Maluma e Nathy Peluso -, e cuja presença confere ao álbum o polimento que Ella Nor e os Mogno procuravam. São exemplo disso os singles 'Japão', 'Santa' e o mais recente 'Matahari'.

Para Ella Nor, o tema 'Japão' "é uma carta aberta à minha filha Alice. Fala sobretudo do medo de falhar, de não saber quem sou agora, de não lhe dar o que ela merece, mas com a consciência de que há beleza nisso tudo. Há esperança no medo". Já 'Santa', o segundo single, "é uma reflexão sobre identidade. Representa a aceitação de que não somos perfeitos, não vamos corresponder às expectativas, mas também não precisamos. Se o 'Santa' está num universo introspetivo e de aceitação, em 'Matahari' já estamos noutra energia. Este som é sobre afirmação, pontapé na porta e mostrar os dentes".

"Dobermann" confirma Ella Nor como uma das cantoras e compositoras mais profícuas e autênticas da sua geração e afirma a dupla Mogno como artistas capazes de trazer ao Pop português uma dimensão latina e de eletrónica contemporânea. Disponível em todas as plataformas digitais a partir da meia noite desta sexta-feira, o disco contém 9 faixas e será apresentado no sábado, dia 4 de abril pelas 21h30, no Sotão da Casa Capitão, em Lisboa.

ALCABALA EDITA SINGLE





















Alcabala
, projeto a solo de João Leal, acaba de editar “Dinossauro Azul”, o seu novo álbum, acompanhado pelo single “Jarro Sem Fundo”, tema que ganha forma num vídeo/performance gravado ao vivo no HAUS estúdio. O disco é apresentado hoje, data de lançamento, no Café-Teatro Comuna, em Lisboa, às 21h00, e volta a ser apresentado ao vivo no dia 4 de junho, na Casa Capitão, também em Lisboa, às 21h30.

“Dinossauro Azul” invoca uma personagem central deslocada no tempo e no espaço, que procura respostas por diferentes paisagens naturais no mundo contemporâneo. Através de uma fusão entre fragilidade e experimentação, o álbum reúne canções detalhadas, com uma sonoridade original e estruturas pouco convencionais e imprevisíveis. Misturando instrumentos orgânicos com texturas eletrónicas, o trabalho cria uma sensação constante de desconforto e tensão, que se constrói e liberta ao longo de cada tema.

O novo single “Jarro Sem Fundo” reflete a dificuldade em encontrar razão num mundo cruel e ingrato, deixando uma sensação agridoce onde a esperança permanece relativa e por cumprir. O tema surge como nova entrada neste universo conceptual, depois dos avanços “Encarar o Vendaval” (2025) e “Ao Pé do Mar” (janeiro de 2026).

O primeiro avanço, “Encarar o Vendaval”, integrou a coletânea Novos Talentes FNAC 2025 e marcou a primeira aparição da personagem “Dinossauro Azul”, conduzindo o ouvinte por uma narrativa de alienação, resistência e redefinição de identidade. Já “Ao Pé do Mar” aprofundou o universo temático do disco, reforçando a reflexão sobre o lugar do indivíduo num mundo em colapso.

Produzido por Makoto Yagyu e gravado no HAUS estúdio, “Dinossauro Azul” conta com letras e música de João Leal e arranjos assinados por João Leal e Makoto Yagyu. O disco reúne guitarras e voz de João Leal, percussão de Iúri Oliveira, baixo de Ana Roque e teclados de Daniel Constantino. Inclui ainda arranjos de cordas e oboé de Ana Roque, quarteto de cordas composto por Carlota Ferreira, Mafalda Clemente, Maria Ferrer e Leonor Palha, oboé de Carminho Azeredo e harpa de Eduardo Raon. A captação e mistura ficaram a cargo de Makoto Yagyu e a masterização foi realizada por Steve Kitch. Os videoclipes associados ao universo visual do álbum têm assinatura de Daniele Arcuri.

Alcabala é o projeto artístico do músico lisboeta João Leal, cuja linguagem autoral cruza fragilidade e experimentação, melodia e ruído, canção e abstração. As suas composições nascem da guitarra e da voz, evoluindo em camadas atmosféricas que revelam simultaneamente vulnerabilidade e inquietação. Depois da estreia discográfica com “A Viagem Atrás do Sol”, o artista aprofunda agora um percurso marcado pela introspeção e pela exploração sonora.

“Dinossauro Azul” afirma-se como um álbum conceptual que confronta o desconforto do presente e a urgência de encontrar lugar e sentido num mundo em transformação contínua, propondo uma escuta intensa e imersiva onde tensão, fragilidade e resistência coexistem.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

PROGRAMA DE 01/04/26

1 - Turning Point - Em louvor do poeta anónimo
2 - mARCIANO - Bissetriz
3 - The Dreams Never End - Alma partida
4 - Spreader  - Perfilados de medo
5 - Espelho Mau - Silhuetas na escuridão
6 - Lisboa Negra - Soluçar
7 - Moonspell - Far from god
8 - Deepskin - Underskin
9 - Crianças do Labirinto - Os braços da vida
10  Alex Fx - Pater noster / state of grace
11 - Aftervoid - Negative space 2
12 - HERR G meets FUEL 2 FIGHT - Espectrus

CAMPUZ JAZZ ABRE CANDIDATURAS E ANUNCIA PROGRAMAÇÃO














O Campus Jazz — Festival de Jazz da Universidade de Aveiro regressa a 30 de abril com uma nova edição que volta a cruzar programação artística e promoção de novos talentos - reforçando a vertente pedagógica (Estágio de Big Band, workshops e masterclasses). A par dos concertos, abriram também, a 1 de abril, as candidaturas ao Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro (CIJ_UA), integrado no festival.


A programação do Campus Jazz 2026 inclui quatro concertos no Auditório Renato Araújo. A 14 de maio, pelas 21h30, sobem ao palco Philip Lassiter e a Campus Jazz Big Band. Segue-se, a 20 de maio, também às 21h30, Amaro Freitas Trio. No dia 22 de maio, às 21h30, é a vez de Rita Payés, acompanhada pela Orquestra Filarmonia das Beiras. A programação encerra a 28 de maio, às 21h30, com Gilad Hekselman e a Orquestra de Jazz da Universidade de Aveiro. O alinhamento da programação de 2026 inclui ainda Adam Ben Ezra Duo, a 8 de maio, às 21h30, no Cine Teatro Alba (em Albergaria-a-Velha)

Os bilhetes para os espetáculos já se encontram disponíveis na BOL.

Em paralelo, o Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro abriu candidaturas a 1 de abril, com prazo até 4 de maio de 2026. A iniciativa visa promover a criação artística no seio dos ensembles emergentes do panorama jazzístico em Portugal e fomentar a sua relação com eventos congéneres, nacionais e internacionais.

O concurso destina-se a agrupamentos de jazz com três a sete elementos, sem trabalho discográfico editado, compostos por músicos portugueses e/ou estrangeiros, que desenvolvam trabalho autoral no universo do jazz contemporâneo.

A competição decorre em duas fases. Numa primeira etapa, o júri realiza uma pré-seleção com base nas gravações enviadas, escolhendo oito ensembles finalistas. Estes serão depois apresentados ao público e ao júri na fase final, que terá lugar no Cine Teatro de Estarreja, nos dias 2 e 3 de junho, em quatro sessões.

No âmbito do CIJ_UA são atribuídos três prémios: Melhor Ensemble, Melhor Composição Original e Melhor Arranjo Original. O prémio de Melhor Ensemble inclui um valor monetário de 1500 euros e a realização de quatro concertos remunerados, integrados na programação de festivais como o Guimarães Jazz, o Estarrejazz, o Que Jazz é este? Festival de Jazz de Viseu e a próxima edição do Campus Jazz da Universidade de Aveiro.

A Universidade de Aveiro estabeleceu parcerias com as entidades organizadoras destes festivais — A Oficina, o Município de Estarreja e a Gira Sol Azul — com o objetivo de reforçar a promoção do jazz e criar oportunidades de visibilidade para novos projetos. Ao longo das várias edições, tem sido possível acompanhar a evolução dos ensembles vencedores, muitos dos quais têm vindo a afirmar percursos relevantes no panorama nacional e internacional.

Mais informações sobre o concurso e a programação do festival encontram-se disponíveis no site da Universidade de Aveiro: https://www.ua.pt/pt/campusjazz