Miguel Araújo está nomeado para a 30.ª edição dos Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Intérprete, onde é o único homem nomeado, e para Melhor Canção, com "Elogio da Preguiça", tema retirado do seu mais recente álbum de originais, "Por Fora Ninguém Diria".
Com as duas nomeações de 2026, Miguel Araújo soma dez nomeações na história dos Globos de Ouro, tornando-se um dos artistas musicais mais nomeados de sempre no evento, uma marca a que se junta a particularidade de ainda não ter vencido.
A ligação do artista aos Globos de Ouro remonta a 2013, ano em que o álbum de estreia "Cinco Dias e Meio" lhe valeu as primeiras nomeações, para Melhor Intérprete e para Melhor Música, com "Os Maridos das Outras". Seguiram-se, em 2014, duas nomeações como membro dos Azeitonas, para Melhor Banda e para Melhor Música, com "Ray-dee-oh", e, em 2015, nova nomeação para Melhor Música, com "Balada Astral". Vieram depois as nomeações de 2018, para Melhor Intérprete Individual, de 2019, para Melhor Espectáculo ao Vivo, e de 2024, para Melhor Música, com "Saudade".
Depois de esgotar coliseus e arenas, incluindo a MEO Arena, em Lisboa, e a Super Bock Arena, no Porto, Miguel Araújo editou, a 1 de janeiro, "Por Fora Ninguém Diria", o seu mais recente álbum de originais. Composto por 11 canções escritas, compostas, produzidas e interpretadas na íntegra pelo próprio, e gravadas ao longo de três anos no Estúdio Chiu, no Porto, o disco recebeu quatro estrelas no Expresso, pela mão do crítico Rui Miguel Abreu, que destacou a recusa do artista pelo ruído e pela urgência da indústria, e assinala duas décadas de uma carreira singular na música portuguesa. Desde fevereiro, e depois de um arranque de digressão que passou pelo Teatro Municipal de Vila Real, pelo Convento de São Francisco, em Coimbra, e pelo Teatro Municipal da Guarda e Theatro Circo, em Braga, o artista continua em palco a apresentar o novo disco um pouco por todo o país.
A esta apresentação ao vivo junta-se ainda "Passemos aos Salões", nova digressão a solo, com voz e piano, que arranca a 10 de outubro no Centro Cultural de Tábua, segue para a Academia Almadense, em Almada, a 21 de novembro, para o Teatro São Luiz, em Lisboa, a 25 de novembro, para a Casa das Artes, em Miranda do Corvo, a 28 de novembro, para o Teatro Municipal de Bragança, a 5 de dezembro, e termina no Teatro Principal de Santiago de Compostela, a 19 de dezembro. Num formato de serão, íntimo e despojado, Miguel Araújo revisita canções incontornáveis do seu repertório, partilhando histórias e detalhes do processo de escrita que lhes deu origem.
O ano fica ainda marcado pelos dez anos de Ujos, o projecto a dois que junta Miguel Araújo e António Zambujo. Depois dos 28 concertos esgotados nos Coliseus, em 2016, e dos mais de 47 mil bilhetes vendidos nas Arenas de Lisboa e do Porto, em 2023, a dupla regressa aos Coliseus com dez novas datas, das quais quatro esgotaram uma semana após a abertura de vendas.










15 de agosto de 2026
21h30
Parque da Freguesia de Vilar de Besteiros
Entrada livre




