quarta-feira, 4 de novembro de 2026

ESPAMA TRINCANA CHEGA AO LUSTRE

 



















No próximo Sábado, dia 7 de novembro, o Lustre recebe Espama Trincana com a tour Bad Bitches Ouvem Espama.

Diretamente dos Açores, Espama Trincana traz a Braga uma mistura de ritmos latinos, música urbana portuguesa e muita energia de pista. Uma noite para dançar, cantar e deixar a vergonha à porta.

A festa começa às 23h, com DJ set a abrir caminho para o concerto à meia-noite. Os bilhetes estão disponíveis através da Shotgun e à porta do Lustre, no dia do concerto.

O bilhete do concerto é o teu passe para a noite inteira no Lustre - tens acesso às 3 áreas. Depois do concerto podes sair e voltar quando quiseres - basta apresentares a pulseira na entrada!

Promo finos: até ao final do concerto, pede 1 e leva 2. (É para brindar, claro.)

22h30 - Abertura de Portas
23h00 - DJ
23h30 - Concerto

GUI ALY ANUNCIA CONCERTOS EM LISBOA E NO PORTO

 



















Gui Aly, um dos nomes mais entusiasmantes da nova pop feita em Portugal, anuncia a digressão que em 2027 vai levar as suas canções a palcos de norte a sul do país. As primeiras datas são agora reveladas, a 17 de abril no Mouco, no Porto, e a 21 de abril no Teatro Maria Matos, em Lisboa. Os bilhetes estão já à venda nos pontos de venda oficiais.

Mais do que a apresentação ao vivo de This Is What Love Feels Like, o EP editado em maio, estes concertos são noites para ouvir Gui Aly por inteiro. O alinhamento atravessa todo o seu percurso. Começa no álbum de estreia White Walls e passa pelos singles que o instalaram nas rádios, como Ruin You, Greyness, November e Back Again, e por No Matter Where I Go, que é número 2 do top de airplay nacional e Top 10 do Shazam em Portugal, um dos temas mais ouvidos nas rádios em Portugal. Chega até Teach Me to Love, o novo single acabado de editar, e às canções novas que vão ser lançadas até abril.

Teach Me to Love é a primeira canção nova desde o EP This Is What Love Feels Like e abre o capítulo que estes concertos vão mostrar. Mantém a identidade que define Gui Aly desde o primeiro dia, mas desta vez olha para dentro. É uma canção sobre amor-próprio, sobre tudo aquilo que vai minando a auto-estima e que, tantas vezes, nos afasta de quem mais gostamos. O refrão é um pedido de ajuda, não para aprender a amar o outro, mas para aprender a amar-se a si próprio, porque é aí que começa qualquer forma de amor.

A voz que se ouviu nas rádios ao longo do último ano soa a muitos como vinda de fora. Gui Aly canta em inglês, com grandes melodias e guitarras em primeiro plano, mas é português, e é em Portugal que tem construído o seu caminho, canção a canção.

Esse caminho começou em 2020. Ainda antes de completar 19 anos, venceu a 7.ª edição do EDP Live Bands, uma vitória que lhe abriu as portas do NOS Alive e do Mad Cool Festival e lhe valeu contrato com a Sony Music. Em 2022 editou White Walls, o álbum de estreia que levou a sua música além-fronteiras, com Noah Kahan e Alec Benjamin entre os nomes que elogiaram publicamente a sua voz e as suas canções. Seguiram-se os singles que o tornaram presença habitual na Rádio Comercial, RFM, Mega Hits, Renascença, Antena 1 e Antena 3, o convite de Miles Kane para abrir os seus concertos em Lisboa e no Porto e, em julho, o regresso ao NOS Alive para estrear ao vivo This Is What Love Feels Like no palco WTF Clubbing.

Passo a passo, sem atalhos, Gui Aly tornou-se um nome cada vez mais incontornável da música feita em Portugal. Porto e Lisboa são as primeiras paragens anunciadas desta digressão, e as restantes datas vão ser reveladas ao longo dos próximos meses. Em palco, não vai ficar margem para dúvidas sobre de onde vem esta voz.

NOVO SINGLE DE NONINHO NAVARRO

 



















Noninho Navarro
Meio da Roda

Sem rodeios, Noninho Navarro desafia a mulher dos seus sonhos a sonhar mais alto e a juntar-se a ele no “Meio da Roda”. Esse é o enredo que os volta a aproximar neste seu novo single, dedicado à “morena” subjacente e transversal a canções como “Mulher dos Meus Sonhos” e “Romeu e Julieta” — todos eles temas que farão parte do seu próximo disco a solo.

JOSÉ PINHAL POST-MORTEM EXPERIENCE DÃO ULTIMO CONCERTO

 



















José Pinhal Post Mortem Experience sobem este sábado ao palco do Coliseu dos Recreios para o último concerto da banda. Esta noite de despedida ficará certamente marcada na memória dos presentes, numa celebração de um projeto que apaixonou o país e várias gerações. Acreditações de imprensa poderão ser solicitadas em resposta a este e-mail.

Com uma carreira de 10 anos, José Pinhal Post-Mortem Experience mantém viva a chama do imortal cantor José Pinhal, mestre de baile, ícone romântico e figura maior da cultura popular nortenha. Nascida em 2016 como uma homenagem espontânea, a banda cresceu para se tornar um fenómeno improvável, cruzando gerações, estilos e geografias.

A banda termina a sua carreira no Coliseu de Lisboa, dia 7 de Novembro. Os últimos bilhetes encontram-se à venda.

AGENDA

LISBOA
7 de Novembro - Coliseu de Lisboa
22h - 18€ a 30€
Bilhetes disponíveis aqui

NOVO SINGLE DE MAR

 



















MAR ft. Dama Bete
CALA A BOCA

É de "CALA A BOCA", por sua vez, que sai o primeiro sinal em antecipação da estreia do EP, e a escolha da convidada é paradigmática do que este segundo volume representa: Dama Bete, fundadora da comunidade HipHopLadies, foi a primeira MC portuguesa a assinar a solo por uma editora multinacional, em 2008 — ano em que editou De Igual Para Igual, disco que conta com temas como, precisamente, “Cala-te”. 

ARTISTA VISUAL RICARDO ROMERO ETERNIZA EM LISBOA A CAPA DO NOVO ÁLBUM DE DAVID FONSECA QUE SERÁ EDITADO JÁ AMANHÃ

 



















“Radiante Estrela Decadente” chega a todas as plataformas digitais já amanhã, 05 de novembro, às 00h00. Com as participações de Cláudia Pascoal e Marisa Liz, o décimo álbum de originais de David Fonseca foi apresentado através de um mural de Ricardo Romero em Alcântara e de uma sessão de serigrafia com fãs.

Uma imagem para habitar a cidade e levar para casa. A capa de “Radiante Estrela Decadente”, o novo álbum de originais de David Fonseca, ganhou uma parede em Lisboa pelas mãos do artista visual Ricardo Romero. Inteiramente cantado em português, o disco fica disponível em todas as plataformas digitais já amanhã, 05 de novembro, às 00h00, na passagem desta quarta para quinta-feira.

Criado a partir da imagem inteiramente concebida por David Fonseca, o mural foi executado na segunda-feira, 02 de novembro, no parque de estacionamento da Rua 1.º de Maio, em Alcântara, em frente à Carris. Ao longo do dia, quem passou pelo local pôde acompanhar a composição a ganhar forma, até à revelação da obra completa (ver AQUI).

Concebida como uma oferta à cidade de Lisboa, a intervenção prolonga a vida da imagem para além do disco. A capa encontra na interpretação de Ricardo Romero uma nova escala e passa a integrar a paisagem de Alcântara, numa fusão entre a criação dos dois artistas e o quotidiano de quem atravessa a cidade.

O artista visual Ricardo Romero, conta que "este trabalho resulta do encontro entre duas linguagens visuais. O David traz a imagem e eu parto dela para construir uma interpretação própria, através da minha linguagem plástica e da relação que estabeleço com a parede enquanto suporte. Ao passar para a parede, a imagem ganha outra escala e integra-se num contexto diferente daquele para que foi inicialmente pensada. É neste diálogo entre as duas abordagens que o trabalho se desenvolve, levando para a rua o universo visual e musical que o David criou para este álbum e dando ao público a oportunidade de o encontrar e experienciar de outra forma."

Já David revela que "admiro muito o trabalho do Ricardo e quis convidá-lo a recriar na parede a imagem que fiz para a capa deste disco. É um artista visual incrível e foi muito especial acompanhar a transformação daquela imagem num mural desta dimensão. Uma coisa que nasceu no meu espaço de trabalho fica agora na cidade, onde qualquer pessoa se pode cruzar com ela. Obrigado, Ricardo, pelo talento e pelo cuidado com que abraçaste esta ideia."

Este projeto é apoiado pela Junta de Freguesia de Alcântara e pela Galeria de Arte Urbana (GAU) da Câmara Municipal de Lisboa. Desde a sua fundação em 2008, a GAU tem como missão gerir, regulamentar e valorizar o graffiti e a arte urbana na capital, conciliando a liberdade de criação com a preservação do património, incentivando simultaneamente o respeito pelo espaço público.

Enquanto Ricardo Romero trabalhava na parede, a mesma imagem passava pelas mãos de fãs na FICA, o estúdio de serigrafia que David Fonseca frequenta, em Lisboa. Foi aí que o músico recebeu os participantes para uma apresentação do álbum que começou pelo papel e pela tinta.

Ao lado do David, os fãs fizeram serigrafias da capa e conheceram a história da imagem que acompanha as novas canções. Cada participante levou consigo a sua peça e um QR code com acesso à escuta antecipada do disco.

"Foi muito bom passar a tarde com as pessoas na FICA, fazer serigrafias juntos e conversar. Gostei muito de ver cada um sair com a sua capa, depois de a ter feito comigo. Estava cheio de vontade de partilhar este disco e pareceu-me uma boa maneira de começar. A música foi com eles para casa, para a ouvirem depois, no seu sossego.", reforça David Fonseca.

A descoberta da música ficou reservada para depois, no tempo e no espaço de cada um. Uma alternativa às listening parties tradicionais, que permitiu partilhar o processo de criação e dar aos fãs a oportunidade de conhecer o álbum antes da edição.

A capa nasceu de fotografias tiradas por David Fonseca com uma máquina fotográfica infantil de impressão térmica. As imagens foram depois montadas como um puzzle, de modo a recriar um rosto de forma imprecisa. Um recurso fotográfico elementar deu assim origem a uma composição mais complexa, construída através da combinação dos fragmentos.

A máquina imprime apenas a preto, num processo semelhante ao dos recibos de multibanco, e produz imagens em halftone, uma trama de pontos utilizada também na reprodução de fotografias em serigrafia. A partir dessa base, David Fonseca concebeu e montou a capa como uma serigrafia de seis cores sobre papel branco, com a imagem a assumir diferentes formas à medida que cada cor é acrescentada.

Da obra original à parede, do estúdio às serigrafias, estes encontros deram a conhecer a dimensão visual de “Radiante Estrela Decadente”. A capa é inteiramente assinada por David Fonseca, cujo trabalho artístico atravessa também a fotografia, o desenho e a realização.

Os concertos de apresentação estão marcados para 21 de novembro na Super Bock Arena, no Porto, e 28 de novembro no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa.

OVERCROOKS EDITAM EP

 













Os OVERCROOKS são uma banda de Skate Rock formada em 2021, em Lisboa, que combina a energia do skateboarding com a atitude crua e rebelde do punk rock. Com influências de bandas como Dag Nasty, Suicidal Tendencies e Circle Jerks, apresentam um som rápido, intenso e contagiante.

Depois do álbum de estreia Skate Rock Don’t Let Me Sleep (2023), a banda prepara-se para lançar o novo EP, Shitty Freak Show, no dia 27 de novembro, antecipado pelo single homónimo, com lançamento a 7 de novembro.

Com passagens por festivais como o SonicBlast ( em Portugal) e HELLRIDE ( Finlândia 2026) e atuações ao lado de nomes como Descendents e No Fun At All, os OVERCROOKS continuam a levar o espírito do skate punk aos palcos. O lançamento será assinalado com um concerto no Badassery, em Lisboa, no dia 7 de novembro.

terça-feira, 3 de novembro de 2026

PROGRAMA DE 03/11/26

1 - Leonor Arnaut  - Avé, raposa
2 - Mafalda - Para ti
3 - A Garota Não - Este País não é para mães
4 - António Zambujo - Perguntas dificeis
5 - Ezequiel - Portugalidade
6 - Puto Bacoco  - Hoje à noite na giesta
7 - GNR - Dunas
8 - Too Many Suns - Douro
9 - AlmaOriginal - Vida tirana (trad.rosa tirana)
10 - Principia Parallax - Let it seed
11 - José Peixoto e Nuno Cintrão - Canto de embalar
12 - Raia - Alvorada
13 - O Mau Olhado - Olhos nergros
14 - Tó Trips & Fake Latinos - À beira tejo com os  meus amigos fantasmas
15 - Expresso Transatlântico - Não pares povo
16 - Cabrita - Good morning

TOMÁS ROCHA LANÇA O NOVO SINGLE “VEM PARA AO PÉ DE MIM”, UM TEMA SOBRE A PROXIMIDADE ENTRE AS PESSOAS E A NORMALIZAÇÃO DOS AFETOS.

 



















Foto: David Oliveira

TOMÁS ROCHA acaba de lançar o seu novo single “Vem para ao pé de mim” (distribuição Altafonte), uma canção que fala sobre a proximidade entre as pessoas e a normalização dos afetos.

Em “Vem para ao pé de mim”, o músico canta sobre a vontade de querer estar perto de alguém e de manifestar uma aproximação. Pois saber dizer “tenho saudades” é uma virtude e algo que tem de ser estimulado.

A nova canção sucede a “Dança comigo”, faixa editada no passado mês de julho, e, juntamente a temas como "Feitos de carne e osso" (com Carolina de Deus), "Panamá" e "Avós", lançados em 2025, e que farão parte do álbum de estreia do músico, cantor, compositor e letrista, com data prevista de edição no início de 2027.

As influências de TOMÁS ROCHA passam maioritariamente pela pop e o rock, sendo a ligação à música portuguesa mais recente e com a qual tem vindo a estabelecer uma relação especial.

De canções mais introspetivas, a outras que despertam sentimentos de uma certa leveza, as relações humanas são o foco do trabalho do músico. De uma forma orgânica, elas abordam o mundano, o especial e essencial da vida em comunidade, e conseguem

TOMÁS ROCHA

transmitir um sentimento de proximidade, de afeto, onde cada canção é um convite a frequentar um espaço de partilha de emoções, e a entrega é genuína e sem esperar reciprocidade ou validação externa
.
Estas composições originais de TOMÁS ROCHA começaram já a pavimentar o percurso do músico, que se adivinha como uma das novas revelações pop da música portuguesa.

+info:

Tomás Rocha, músico, cantor e compositor lisboeta, iniciou o seu percurso musical académico aos 16 anos, tendo desde então desenvolvido exponencialmente as suas

 capacidades vocais, musicais e na escrita de canções, que o levaram a começar a editar as suas próprias composições originais em 2025. Temas como "Feitos de carne e osso" - Tomás Rocha x Carolina de Deus (mar. 2025), "Panamá" (jun. 2025) ou ainda do duplo single "Avós" (nov. 2025), “Dança comigo” (jul. 2026), começaram a pavimentar o percurso do músico, que em estúdio se faz acompanhar pela dupla de produtores Marco Reis (Klepht, Agir, Milhanas) e Vasco Teodoro (Plateia D’Ilusões), e lança agora “Vem para ao pé de mim” (out. 2026).

As influências de Tomás Rocha passam maioritariamente pela pop e o rock, géneros em que o músico tem como principais referências nomes como Beatles, Pink Floyd, Eagles, Led Zeppelin ou John Mayer. A ligação à música portuguesa é mais recente, mas é com ela que tem vindo a conectar-se cada vez mais, e com a qual tem vindo a estabelecer uma relação especial, sobretudo na sua abordagem relativamente à composição, que tem vindo a fortalecer-se ao longo do tempo.

Compor é algo natural para o artista e algo que serve diariamente de escape para transformar pensamentos e imagens em criações musicais concretas. A música que escreve e compõe é, por isso, um reflexo genuíno do que pensa e apresenta a sua visão única do mundo.

Adicionalmente, Tomás Rocha também participa frequentemente em sessões de songwriting com outros artistas.

NO CARMO81 EM VISEU





















Concerto | ANA LUA CAIANO | 15 Novembro (dom) | 17h00

Ana Lua Caiano regressa este ano com o espetáculo de apresentação do seu novo álbum Devagar Que A Vida É Curta numa digressão especial que promete expandir ainda mais o seu universo sonoro singular.

Com edição internacional Glitterbeat Records, este é um disco de letras mais afiadas e de protesto a um mundo cada vez mais inquietante. Munida de um leque cada vez mais eclético de instrumentos e técnicas, Ana Lua Caiano preparou um álbum de estreias: aos sons já característicos de outros lançamentos, junta-se um maior destaque às teclas, piano, sopros, harmonias vocais e um trabalho de sobreposições cada vez mais inquietante e desenfreado. Uma engrenagem ligada e que continua viva e a aumentar de ritmo.

No já conhecido single “Uma Vida A Menos”, Ana Lua Caiano continua a aprofundar uma linguagem musical construída a partir da inquietação e da transformação do desconforto em matéria criativa.

Entre drum machines, gravações de campo e elementos tradicionais reinterpretados, o novo concerto torna-se um espaço de tensão e descoberta, onde a música se abre a temas sociais urgentes e a uma abordagem simultaneamente progressiva e transgressor

BILHETES

Concerto + Baile | ANXIETY DISORDERS + Baile com Jenny Tall e Aquele Gajo dos Dirty Coal Train | 28 Novembro (sáb) | 22h30

Duas guitarras sujas q.b, riffs diretos enquanto a secção rítmica mantém tudo firme. A voz surge desleixada e urgente. O resultado é um rock cru, honesto e nervoso a que as bandas anteriores destes 3 já nos acostumaram. Cruzando a energia crua dos The Dirty Coal Train, a vibração energética soul dos The Act-Ups e a irreverencia indie dos Walter Walter os The Anxiety Disorders soam como um motor em ponto morto prestes a rebentar. O primeiro álbum já roda por aí, deitem-lhe um ouvido ou dois antes de espreitarem o sigle que vão estrear em Viseu :"Night Rats", edição Groovie Records!

+ 
Baile com Jenny Tall e Aquele Gajo dos Dirty Coal Train 

BILHETES

CRISTINA BRANCO COMEMORA 30 ANOS DE CARREIRA EM 2027

 













Em fevereiro e março de 2027, Cristina Branco assinala o arranque das celebrações dos 30 anos do seu percurso artístico com um espetáculo inédito dedicado à trilogia discográfica Menina / Branco / Eva.

A cantora revisita três álbuns fundamentais da sua carreira numa digressão que passa pelo Cineteatro Louletano, a 13 de fevereiro, pelo Teatro Aveirense, a 4 de março, e pelo Teatro Maria Matos, em Lisboa, a 9 de março. Os bilhetes para o concerto na capital já estão disponíveis.

O alinhamento deste espetáculo especial revisita a trilogia discográfica composta pelos trabalhos “Menina” (2016), “Branco” (2018) e “Eva” (2020). Distinguido como Melhor Álbum do Ano pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), “Menina” abre este ciclo que marcou uma viragem na carreira da artista, ao reunir colaborações pouco convencionais e atravessar diferentes universos sonoros.

A trilogia convoca compositores e autores tão distintos como Sérgio Godinho, António Lobo Antunes, Jorge Cruz (Diabo na Cruz), André Henriques (Linda Martini), Kalaf Epalanga (Buraka Som Sistema), Filho da Mãe, Nuno Prata e Peixe (Ornatos Violeta), Pedro da Silva Martins (Deolinda), Luís Severo, Filipe Sambado, Márcia, Sara Tavares, Beatriz Pessoa e Mário Laginha, dando origem a interpretações renovadas e contemporâneas do fado.

“Menina” marcou, assim, uma viragem na carreira de Cristina Branco, cruzando o fado com novas linguagens e reunindo universos distintos. “Branco” aprofundou esse diálogo, afirmando uma identidade musical aberta, plural e inquieta. “Eva” encerrou a trilogia com uma abordagem mais íntima e autoral. Funciona quase como o diário da personagem Eva Houssman, uma fotógrafa dinamarquesa, e gira em torno da pergunta: «o que é para mim a liberdade?”».

Ao vivo, Cristina Branco será acompanhada por cúmplices musicais de sempre: Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Luís Figueiredo (piano).

«Vale o que vale, mas nunca é cedo de mais ou, neste caso, demasiado tarde para ser quem eu quiser ser. O tempo não é uma limitação. Posso mudar ou ser sempre a mesma pessoa, não há regras para isto e procurei sempre coisas que não tive, que não vi antes. Quero orgulhar-me sempre disso. Se não acontecer, simplesmente quero ter a coragem de começar de novo. Foi esta a premissa para o Menina/ Branco/ Eva que agora celebramos! Sejam muito bem-vindos a esta minha, e vossa, casa!»

Cristina Branco

OUVIR ÁLBUNS

13 FEV | LOULÉ
CINETEATRO LOULETANO | 21:30

04 MAR | AVEIRO
TEATRO AVEIRENSE | 21:30
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09 MAR | LISBOA
TEATRO MARIA MATOS | 21:00
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LOCAIS DE VENDA: Ticketline, ABEP, Worten, Fnac, SuperCor Supermercados, It Tabacarias, El Corte Inglés, E. Leclerc, Forum Braga, ComCascais, Casino Lisboa, C C. Sagres Campo Pequeno, Teatro Armando Cortez, Multiusos Guimarães, Super Bock Arena, Teatro Tivoli BBVA e Time Out Market.

MARIANA GUERRA APRESENTA SINGLE DE ESTREIA “CARTA DO PASSADO”





















Depois de conquistar o público através da música de rua e das serenatas, a cantora natural de Ermesinde prepara-se para dar a conhecer o seu primeiro tema original.

Depois de vários anos a dar voz a canções de outros e a criar momentos de proximidade com o público através da música de rua e das serenatas, Mariana Guerra prepara-se para apresentar a sua primeira canção original. “Carta do Passado” marca a estreia discográfica da cantora e o início de um caminho em que procura afirmar a sua identidade artística através de histórias que também são suas.

Natural de Ermesinde, no Porto, Mariana começou a cantar nas ruas da cidade em 2019. O que começou na Rua de Santa Catarina do Porto rapidamente ganhou outra dimensão, levando-a a conquistar o público e a abrir portas a experiências inesperadas, como o convite para atuar no Burj Al Arab, no Dubai, na passagem de ano de 2019 para 2020.

Em 2020, com a interrupção das atuações provocada pela pandemia, encontrou uma nova forma de chegar às pessoas através das serenatas. Em 2022, somou ao seu percurso a abertura de um concerto no Teatro Sá da Bandeira e uma atuação no Digital Stage do Rock in Rio Lisboa.

Depois de um período de pausa e de reconexão consigo própria e com a música, Mariana regressou às ruas do Porto em 2025. Trazia consigo a vontade de explorar outras possibilidades e de dar um novo passo: passar da interpretação de canções à construção de um repertório original, onde pudesse encontrar e partilhar a sua própria voz.

É neste contexto que surge “Carta do Passado”. Inspirada numa experiência pessoal, a canção nasce da sensação de antecipar o desfecho de uma história, mesmo quando ainda estamos dentro dela. Com o passar do tempo e a distância necessária para olhar para o que aconteceu, Mariana encontrou uma nova forma de compreender essa vivência e sentiu necessidade de dar voz àquilo que ficou por dizer.

Mais do que uma canção sobre o fim de uma relação, “Carta do Passado” fala sobre o que acontece depois: o processo de olhar para trás, reconhecer o que vivemos e encontrar uma forma de seguir em frente. Uma canção sobre o reencontro connosco próprios e sobre a possibilidade de transformar uma experiência individual em algo com que outras pessoas também se possam identificar.

Com letra de Ivo Lucas e produção de Marcus Costa, “Carta do Passado” foi gravada no Estúdio Catorze, contando com mistura e masterização de Sebastian Crayn.

Com este primeiro single, Mariana Guerra abre um novo capítulo no seu percurso, dando início à apresentação de um projeto musical próprio e à partilha de um universo que, até agora, tinha encontrado expressão sobretudo na voz e na interpretação. Desta vez, as histórias são também suas.

TEMPORADA DE INVERNO DE JARDIM DE AMÁLIA

 



















“A Minha Canção é Saudade — Clássicos de Amália” convida a descobrir e recordar o repertório de Amália Rodrigues, todos os sábados, às 16h30, em Lisboa.

O fado continua a marcar encontroº no Jardim da Amália durante o inverno. A nova temporada de “A Minha Canção é Saudade — Clássicos de Amália” concentra a programação nos sábados, às 16h30, com um convite para ouvir ao vivo as canções que atravessaram gerações e fizeram de Amália Rodrigues uma referência da música portuguesa.

No jardim da casa onde Amália viveu, a sua memória encontra-se com as vozes e os instrumentos que dão continuidade ao seu legado. Cada sessão propõe uma viagem pelo seu universo musical, entre a saudade, o amor e a intensidade das palavras que a artista tornou inesquecíveis.

A proximidade entre público e músicos dá a estes encontros um caráter intimista, num lugar profundamente ligado à vida de Amália. Para quem conhece o seu repertório ou para quem o descobre pela primeira vez, o espetáculo oferece uma oportunidade de sentir o fado num espaço com uma história singular.

Pensada para o público português e para quem visita Lisboa, a temporada de inverno é também uma proposta para uma tarde em família ou entre amigos, em torno da música e da memória de uma das maiores figuras da cultura portuguesa.

Neste inverno, os sábados têm encontro marcado com Amália.

Informações úteis

Espetáculo: A Minha Canção é Saudade — Clássicos de Amália
Local: Jardim da Amália — Fundação Amália Rodrigues
Morada: Rua de São Bento, 193, Lisboa
Sessões de inverno: todos os sábados, às 16h30
BILHETES JÁ DISPONÍVEIS

CAROLINA CARDETAS NA OFICINA MUNICIPAL DO TEATRO


Na próxima sexta-feira, 6 de novembro, pelas 22h, o programa do ciclo Música na Tabacaria traz Carolina Cardetas à Oficina Municipal do Teatro (OMT).

Acompanhada ao piano por Miguel Camacho, Carolina Cardetas prepara um espetáculo intimista, que explora diferentes sonoridades da música portuguesa, misturando elementos tradicionais do fado com uma visão contemporânea.

Aqui, a voz e o piano unem-se para dar expressão a temas originais e covers de algumas das principais influênciais da sua trajetória artística.

Nascida em 2001, a cantora e compositora portuguesa iniciou a sua carreira cedo, participando em programas como Uma Canção para Ti (2010), A Tua Cara Não Me é Estranha Kids (2013), The Voice Kids (2014) e The Voice Portugal (2019). Posteriormente, Carolina Cardetas aprofundou os seus estudos no Curso Profissional de Jazz do Conservatório de Música de Coimbra, formação que foi fundamental para o desenvolvimento da sua identidade artística.

Os bilhetes têm um preço único de 6€ e estão disponíveis para compra na OMT, postos Ticketline ou online através de tinyurl.com/CarolinaCardetasOMT


Carolina é uma artista e compositora portuguesa.

Cantou pela primeira vez em público com apenas 3 anos de idade, com o seu pai, também ele músico.

Aos 7 anos participou num concurso de musical local, do qual saiu em primeiro lugar, o que reforçou a ideia que talvez a música fosse algo mais sério a considerar.

Aos 9 anos participou no primeiro concurso televisivo “Uma Canção Para Ti”, chegando até à final.

Após o programa teve a oportunidade de pisar várias vezes o palco com Tony Carreira, a convite do mesmo, incluindo no MegaPicnic, do Continente.

Teve ainda participações em outros programas televisivos: “A Tua Cara Não Me É Estranha Kids”, com 12 anos, “The Voice Kids” , com 13 e “The Voice Portugal” , já com 18 anos.

Enquanto cantava em concertos em nome próprio, com o seu pai, com orquestras ou filarmónicas, Carolina decidiu que música era realmente o caminho que deveria seguir a 100% e, aos 15 anos, entrou no Curso Profissional de Jazz, no Conservatório de Música de Coimbra, onde aprendeu e aprofundou o seu conhecimento musical nos 3 anos que se seguiram.

Entre composições para outros artistas e adaptações de músicas para português, Carolina lança-se agora com uma sonoridade que mistura a tradição com o contemporâneo, com o seu primeiro single “Poetas”, que fala sobre o poder da palavra.

É o primeiro deste projeto que marca o início destro trajeto de originais de Carolina, que promete unir as raízes e o fado com uma vertente mais pop e atual, mostrando uma identidade forte, tanto a nível sonoro como visual.

Carolina Cardetas apresenta um concerto intimista e envolvente onde tradição e contemporaneidade se encontram de forma única. Cantora e compositora, Carolina tem vindo a construir um percurso sólido em palco ao longo dos últimos anos, trazendo agora uma nova identidade artística através dos seus temas originais.

O espetáculo percorre diferentes paisagens sonoras: desde a emoção intemporal do fado e de outros temas clássicos, até interpretações reinventadas de músicas mais atuais, sempre com uma abordagem pessoal e sensível. Pelo meio, surgem as suas composições originais, onde funde influências do fado com uma estética moderna e pop, criando uma sonoridade autêntica e atual.

Em palco, Carolina é acompanhada por uma banda de grandes músicos (piano, guitarra, baixo e bateria) que acrescenta dinâmica e profundidade ao concerto.

Mais do que um alinhamento de músicas, este é um espetáculo que convida o público a viajar numa fusão elegante entre o passado e o presente da música portuguesa.

TERESINHA LANDEIRO COM DIGRESSÃO INTERNACIONAL





















“Será que lhe Descobres a Poesia?”, novo disco de Teresinha Landeiro, será apresentado nas cidades croatas, Split (8 março) e Varaždin (7 junho), em 2027. Ao longo deste ano, a artista continua a tour internacional de apresentação do novo trabalho, tendo já passado pela Dinamarca, Noruega, Suiça, Croácia, Espanha e Marrocos. Em Portugal, a data de apresentação do novo álbum está agendada para dia 1 de abril de 2027, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa. Os bilhetes já estão disponíveis.

Muitos têm sido os territórios que Teresinha Landeiro tem apresentado a sua música com assinatura. Países como China, Cabo Verde, Itália, Polónia e Turquia já receberam a compositora e intérprete nos últimos tempos. Na tour de “Será que lhe Descobres a Poesia?, Teresinha Landeiro é acompanhada pelo seu trio de fado, onde a artista apresenta 12 temas presentes no seu álbum, assumindo a produção e escrita de grande parte. No seu quarto álbum, Teresinha Landeiro inspira-se diretamente na obra de Alfredo Luz, associando cada canção a um quadro do artista, num exercício criativo que junta a escrita de poemas, com a composição musical e a pintura.

“Não Partas Hoje” e “Será que lhe Descobres a Poesia?” foram os temas de avanço deste novo álbum, onde assume a produção e escrita de grande parte. Contou com a participação de artistas como Dino D’Santiago, António Zambujo, Marcelo Camelo, Amaro Freitas, Mimi Froes, Eduardo Cardinho, Orquestra Assintomática e Luísa Sobral. A gravação do álbum contou com Bernardo Couto (guitarra portuguesa), André Ramos (viola de Fado) e Francisco Gaspar (baixo acústico.

Em 2026, Teresinha Landeiro passou por Penamacor (1 junho) e Arraiolos (7 junho), e em 2027 volta ao Teatro Tivoli BBVA (Lisboa) a 1 de abril de 2027 (co-produção do Museu do Fado).

BILHETES | Teatro Tivoli BBVA | 1 de abril de 2027

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

PROGRAMA DE 02/11/26

1 - Terrible Mistake - The hiest
2 - Liquid Land - Querem calar-nos a voz
3 - Safari Zone - A glimpse of paradise
4 - Benjamim - Amor operário
5 - Marta Vilaça - Oxalá
6 - Catarina Branco - Onde eu me escondo
7 - Bruno de Seda - Sempre a viajar
8 - Too Many Suns - Douro
9 - GNR - Sete naves
10 - Salim - Ninguém sabe dizer
11 - Motel Plaza - Formas de ser
12 - Virgem Suta - Exporto tristeza
13 - Carolina Cardetas - Tempestade
14 - Birds Are Indie - Le bec dans l'eau

NO SALÃO BRAZIL










Gulag Motel + Birds Are Indie
Festival Lux Interior
5 novembro • 21:30

A 7.ª edição do Festival Lux Interior chega ao Salão Brazil a 5 de novembro, integrada nas celebrações dos 30 anos da Lux Records.

A noite começa com os Gulag Motel, novo projecto de rock formado em Coimbra por músicos com percursos ligados a bandas como Belle Chase Hotel, Mancines, Parkinsons, Caustic e Babe!, e que prepara a sua primeira edição pela Lux Records. A segunda parte fica a cargo dos Birds Are Indie, banda de Coimbra formada em 2010, que apresenta The Stone of Madness, o seu sétimo longa-duração, editado em 2026.

Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 14 euros
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Benjamim apresenta "Crónicas do Monte Zeus"
6 novembro • 22:0

Benjamim regressa à palavra com "Crónicas do Monte Zeus", o seu quinto registo de estúdio. Com edição agendada para o dia 18 de Setembro, este trabalho assinala um assumido regresso às origens, revelando-se como o disco de canções mais directo de toda a sua carreira. O single de apresentação, «Recursos Humanos», serve de síntese perfeita para o que este novo projecto encerra: a experiência humana filtrada na sua essência ao longo de oito composições. São crónicas sobre a actualidade, o amor e o trabalho, entretecidas e histórias de transformação e sobrevivência.

Mais do que um novo álbum, este é um disco que sublinha o amadurecimento inequívoco de um dos mais consistentes escritores de canções da música portuguesa contemporânea.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 12 euror ● 15 eeuros
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Leiria existe, mas só um bocadinho
12 novembro • 21:30

Leiria existe, mas só um bocadinho é um espetáculo multidisciplinar que surge como desdobramento do projeto Leiria não Existe”(apoiado pela Direção-Geral das Artes, em 2024), da companhia Camisola Preta, com direção de João Figueira.


Este espetáculo consiste numa leitura encenada de contos do escritor surrealista Mário-Henrique Leiria, com música ao vivo.

Perante a estranheza e a surpreendente lucidez que descobriu na obra do escritor, o público é convidado a mergulhar no universo paralelo, bem próximo daquele em que habitamos, criado por Mário-Henrique Leiria. Em Leiria existe, mas só um bocadinho exaltam-se as inquietações e críticas de um homem que nunca desistiu daquilo em que acreditava. Com uma dose especial de humor e estranheza, este espetáculo procura partilhar e valorizar a riqueza do legado de Mário-Henrique Leiria.

Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes.

Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 5 euros
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LÍQUEN + MAFALDA
13 novembro • 22:00

LÍQUEN_
Líquen nasce do imaginário de Constança Ochoa, cantora e compositora natural de Coimbra. Com uma sonoridade que navega entre a pop, a electrónica, o jazz e a música tradicional portuguesIúri projecto evoluiu do trabalho a solo para uma dimensão coletiva em banda, partilhada com Rui Jorge Lopes, Leonardo Patrício e Luís Pedro Keating.

Depois de lançar o EP “I“ em 2024 e de marcar presença nos festivais NOS Alive e Vodafone Paredes de Coura, Líquen leva agora ao palco o seu álbum de estreia, “Ontem, Hoje ou Amanhã”.

MAFALDA_
MAFALDA, nome artístico da cantora e compositora Mafalda Costa, é uma das vozes mais magnéticas e singulares da nova música portuguesa. Depois de se estrear como Mathilda com o aclamado “Changing Colours” (2019), a artista abraça agora o seu nome de nascimento como identidade artística e inaugura uma nova fase em português com o álbum de estreia “Gosto Muito de Estar Aqui”.

Unindo a pop alternativa à folk contemporânea, o disco é uma ode à vida e ao renascimento. Um trabalho intimista e luminoso que ganha dimensão ao vivo ao lado de André Júlio Turquesa e Iúri Oliveira, parceiros de criação e de palco. 

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 10 euros
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Ana Lua Caiano apresenta Devagar Que A Vida É Curta
14 novembro • 22:00

Ana Lua Caiano regressa este ano com o espetáculo de apresentação do seu novo álbum, numa digressão especial que promete expandir ainda mais o seu universo sonoro singular.

Com edição internacional Glitterbeat Records, este é um disco de letras mais afiadas e de protesto a um mundo cada vez mais inquietante. Munida de um leque cada vez mais eclético de instrumentos e técnicas, Ana Lua Caiano preparou um álbum de estreias: aos sons já característicos de outros lançamentos, junta-se um maior destaque às teclas, piano, sopros, harmonias vocais e um trabalho de sobreposições cada vez mais inquietante e desenfreado. Uma engrenagem ligada e que continua viva e a aumentar de ritmo.

No já conhecido single “Uma Vida A Menos”, Ana Lua Caiano continua a aprofundar uma linguagem musical construída a partir da inquietação e da transformação do desconforto em matéria criativa.

Entre drum machines, gravações de campo e elementos tradicionais reinterpretados, o novo concerto torna-se um espaço de tensão e descoberta, onde a música se abre a temas sociais urgentes e a uma abordagem simultaneamente progressiva e transgressora.
Abertura de portas: 21:30

Bilhetes: 15 euros
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NOVO DISCO DE ANTÓNIO CASSAPO

 



















Com dez canções, este novo registo assume-se como uma viagem musical pelos últimos 25 anos de carreira a solo, reunindo alguns dos temas mais marcantes dos seus sete álbuns anteriores. Uma espécie de Best Of, pensado não apenas como uma retrospectiva do seu percurso, mas também como uma celebração de uma carreira construída com independência, persistência e uma identidade musical muito própria.

Entre o rock e o pop-rock português, António Cassapo revisita diferentes momentos da sua história musical, reunindo canções que marcaram o seu percurso artístico e que continuam a fazer parte da sua ligação ao público.

Este lançamento representa também um momento especial na carreira do músico: a chegada, pela primeira vez, ao formato vinil, numa edição que celebra a música, a memória e os 25 anos de percurso discográfico em nome próprio.

WILDCHAINS EM TOUR ACÚSTICA

 



















A banda bracarense percorre Portugal durante novembro com sete atuações de entrada livre, reinventando o seu repertório enquanto prepara a chegada de The Great Fado II.

Depois de um ano marcado pela estreia em palcos internacionais e pela participação numa campanha televisiva nacional, os WILDCHAINS preparam-se para percorrer Portugal numa digressão acústica a convite da FNAC. Entre 6 e 29 de novembro, a banda de heavy rock apresenta-se em sete showcases que propõem uma perspetiva diferente sobre o seu universo musical.

Intitulada Final Act Tour, a digressão surge na sequência do lançamento de The Great Fado I, editado em maio de 2026, e assinala a transição para The Great Fado II, a segunda parte do projeto conceptual que a banda se encontra a finalizar.

Mas esta não será uma simples adaptação acústica do repertório. Conhecidos pela intensidade dos seus concertos e pela dimensão cinematográfica da sua música, os WILDCHAINS propõem-se desconstruir e reinventar as próprias composições, explorando novas harmonias, arranjos e interpretações que revelam dimensões habitualmente menos expostas.

Mais do que reproduzir aquilo que já está disponível nas plataformas digitais, a banda pretende fazer de cada concerto uma experiência própria, onde o público poderá descobrir versões inéditas, novas leituras de temas conhecidos e momentos que antecipam o próximo capítulo da sua identidade artística.

The Great Fado surge como um universo conceptual em que a banda explora a palavra «fado» como sinónimo de destino, morte ou fim, e não o género musical português. Através de temas como a perda, a memória e a transformação, os WILDCHAINS têm construído uma narrativa que atravessa a música, a imagem e o espetáculo ao vivo.

Agora, num registo de maior proximidade com o público, os WILDCHAINS mostram que a sua música pode assumir diferentes formas sem perder a identidade que a define.

Final Act Tour — Datas

6 novembro — FNAC Coimbra | 18h30
7 novembro — FNAC Chiado, Lisboa | 17h00
7 novembro — FNAC Alfragide | 21h00
8 novembro — FNAC Cascais | 16h00
21 novembro — FNAC Braga Parque | 16h30
28 novembro — FNAC Fórum Aveiro | 16h00
29 novembro — FNAC Palácio do Gelo, Viseu | 17h30

Entrada livre em todas as atuações.

SOBRE OS WILDCHAINS

Formados em Braga em 2021, os WILDCHAINS são uma banda portuguesa de rock alternativo e heavy rock.

O grupo combina riffs intensos, melodias marcantes e ambientes cinematográficos, construindo canções em torno de temas como perda, destino, memória e transformação.

Depois de mais de 50 concertos, vários resultados de destaque em concursos nacionais e atuações em alguns dos principais palcos do Norte do país, os WILDCHAINS encontram-se atualmente a gravar The Great Fado II e a preparar uma nova etapa do seu percurso nacional e internaciona

ELVIRA COM NOVO SINGLE NAS PLATAFORMAS



O meu par é o novo single de ELVIRA e mais um tema de antecipação do seu primeiro álbum, “Braço de Ferro”, previsto para Janeiro de 2027.

A canção parte de uma paixão platónica que, entre a imaginação e o desejo, acaba por se transformar numa história de amor correspondido. Inspirada naquele sentimento de idealizar alguém e imaginar como seria viver uma história a dois, O meu par acompanha o percurso entre a fantasia e a realidade. A letra começa com a imagem de “um fim de tarde quente”, junto ao mar e desenvolve-se em torno da vontade de conquistar alguém que parece, à distância, ser o par ideal. “Tanto queria que fosses o meu par” traduz o desejo que percorre a canção, numa frase que se repete como expressão de uma paixão ainda por concretizar. Mas aquilo que começa como um cenário imaginado ganha um novo significado no final: “Tanto eu te queria e agora és meu par”. A mudança transforma o desejo em realidade e revela que, por vezes, aquilo que imaginamos pode mesmo acontecer. Ao explorar o lado mais sonhador do amor, ELVIRA aborda uma experiência universal: apaixonarmo-nos por alguém, imaginar possibilidades e questionar se o sentimento será recíproco.

O meu par celebra o momento em que a incerteza dá lugar à descoberta de que a atração é mútua, transformando uma paixão aparentemente platónica numa história partilhada. Este é mais um single de antecipação do disco de estreia de ELVIRA, “Braço de Ferro”, um trabalho que explora diferentes paisagens da pop contemporânea e percorre temas como o amor, os fins, os recomeços, a autopreservação e a valorização pessoal. Através de uma escrita direta, próxima e profundamente humana, a artista transforma experiências e emoções do quotidiano em canções com as quais é possível identificarmo-nos.