terça-feira, 14 de abril de 2026

DOINK CELEBRAM 25 ANOS





















DOINK: 25 anos depois, ainda a fazer barulho

Não é todos os dias que uma banda chega aos 25 anos de carreira. Os DOINK chegam lá como sempre estiveram, sem grandes discursos, mas com a mesma vontade de subir ao palco e tocar como se fosse a primeira vez.

Para assinalar a data, a banda prepara um concerto especial onde vai revisitar canções de diferentes fases do seu percurso, desde os primeiros temas gravados até aos lançamentos mais recentes. Não se trata de uma cerimónia solene nem de um exercício de nostalgia, mas sim de uma celebração honesta de 25 anos de música feita à sua maneira.

Ao longo de um quarto de século, os DOINK passaram por salas pequenas, festivais grandes, numa infinidade de quilómetros de estrada. Construíram um percurso consistente, fiel a uma identidade própria, sempre mais preocupados com a energia do concerto do que com rótulos.

O espetáculo de aniversário será isso mesmo: guitarras ligadas, volume no ponto certo, reencontros dentro e fora do palco, e um alinhamento pensado para quem tem acompanhado a banda desde o início, mas também para quem só agora os está a descobrir.

Sem filtros, 25 anos depois, os DOINK continuam aqui.

Esta celebração também conta com as bandas convidadas Mean, Cobra ao Pescoço e ainda com Dj Sets de Score dj e Rato54

NOVIDADES DOS COBRA AO PESCOÇO















A banda portuguesa Cobra ao Pescoço revela o seu mais recente single “Peste”, uma fusão explosiva de metal e hardcore: rápida, caótica e implacável. Grooves vertiginosos e guitarras espásticas canalizam a intensidade do grupo para uma nova fase com uma nova formação.

Da Figueira da Foz surge Cobra ao Pescoço é um projeto de metal punk rock que promete agitar o panorama da música independente portuguesa. 

A essência do grupo está numa dinâmica saturada de riffs temperados por maldade, secções rítmicas vertiginosas, e um domínio de rédea curta por uma imponente barragem vocal. Um combo definido pelo estilo singular e desafiador, onde cada música se torna num manifesto de intensidade emocional e subversão criativa. 

Gil Morais e Ivo de Cera na Guitarra, Marcos Cavaco na Bateria, Emanuel Charana no Baixo e David Taylor como front man, completam esta energética formação fundada em Agosto de 2020

segunda-feira, 13 de abril de 2026

NA OMT EM COIMBRA















Esta semana, a música continua a propiciar o cruzamento de públicos na Oficina Municipal do Teatro (OMT), com sessões da nova cocriação do Teatrão e da Terra Amarela a tomarem conta da Sala Laborinho Lúcio de quarta a domingo e atuação dos Baleia Baleia Baleia na noite de quinta-feira, na Tabacaria.

Nos próximos dias, há cinco novas oportunidades para o público se encontrar com Catarina, Cleo, António e João Pedro no concerto dos 5ª Punkada. É numa atuação da banda conimbricense que as quatro personagens de “96 Decibéis” se cruzam pela primeira vez, dando início a uma poderosa história de amor e de resistência ao cinzento dos dias. Ao longo do espetáculo, os 5ª Punkada interpretam ao vivo a banda sonora original que compuseram para “96 Decibéis” e é a sua música que sustenta a viagem das personagens ao longo das múltiplas peripécias que as assolam.

As novas récitas para público geral decorrem na quarta e quinta-feira, às 19h, sexta-feira e sábado, às 21h30, e domingo, às 17h. A sessão de dia 18 de abril inclui serviço de audiodescrição, sendo necessário estar presente na OMT cerca de 40 minutos antes do início do espetáculo para fazer o reconhecimento de palco. Além disto, na quinta e na sexta, há novas récitas de “96 Decibéis” para escolas e outras instituições, que vão ser pretexto para, ao longo da semana, o elenco de “96 Decibéis” ir ao seu encontro em ações de mediação que antecipam a vinda destes alunos e utentes à OMT.

Os bilhetes para o espetáculo podem ser adquiridos na OMT, postos Ticketline ou online através de tinyurl.com/96Decibeis

Na quinta-feira, às 22h, os BALEIA BALEIA BALEIA regressam à Tabacaria – três anos depois da sua última passagem por este palco – para apresentarem o seu novo álbum à cidade. “OUTRA VEZ ARROZ” é o terceiro e mais recente disco da dupla que junta Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz). “OUTRA VEZ ARROZ” foi editado em fevereiro, conta com o carimbo da Saliva Diva e tem estado a receber ótimas críticas na imprensa musical, tendo conseguido bastante airplay nas rádios nacionais com os singles “NPC”, “SOBRESTIMULADOS” e “ANTIFA AO CONTRÁRIO É OTÁRIO”.

“OUTRA VEZ ARROZ” pode ser escutado nas habituais plataformas de streaming e no Bandcamp da Saliva Diva, em salivadiva.bandcamp.com

Está disponível um pack que inclui entrada para a sessão das 19h de “96 Decibéis” e para o concerto dos BALEIA BALEIA BALEIA, às 22h, por 12€. Para adquirir basta entrar em contacto com a bilheteira da OMT através de info@oteatrao.com / 912 511 302 / 239 714 013. Os bilhetes para o concerto têm um preço único de 6€ e podem ser adquiridos nos locais habituais e online através de tinyurl.com/BaleiaBaleiaBaleiaOMT

O duo lançou o EP “Botaperna” em 2017, seguindo-se o disco de estreia homónimo em 2018. Em 2022, lançaram o segundo longa-duração, “Suicídio Comercial” e, em 2024, “Das Margens Lamacentas da Tuga”, um disco duplo ao vivo. A sua discografia tem tido acolhimento da crítica, programadores e público, com lugares nas listas de melhores discos do ano e presença constante em palcos por todo o país. O palco tem sido, aliás, o habitat natural do duo, não fossem os BALEIA BALEIA BALEIA uma das bandas mais ativas no panorama underground português, com várias centenas de concertos dados e muitos quilómetros de estrada. As performances são muitas vezes longas, carregadas de energia e poesia visceral, culminando frequentemente em momentos de sintonia e catarse com a audiência. Para além de percorrerem constantemente o país de norte a sul, já passaram por festivais como Bons Sons, Paredes de Coura, Alive, Super Bock Super Nova ou ZigurFest e pisaram palcos em Espanha, Bélgica, Irlanda e Brasil. Alicerçados no espírito DIY, o mote é simples: fazer à sua maneira e tempo, inspirando-se na inesgotável fonte de ideias absurdas que a realidade apresenta.

 

NO SAlÂO BRAZIL





















Indra Trio ft. Uli Kempendorff
17 Abril • 22:00

Indra Trio regressa com o seu terceiro álbum, “Brahma”, uma obra evocativa e rica em texturas que convida os ouvintes a uma jornada por paisagens sonoras de cor, memórias, lugares e sensações.

Liderado pelo pianista Luís Barrigas, com João Custódio no contrabaixo e Jorge Moniz na bateria, o trio recebe o reconhecido saxofonista tenor Uli Kempendorff como convidado, trazendo a sua voz para uma conversa musical orgânica e intuitiva.

A música distingue-se pela simplicidade e pela busca de uma «relação orgânica com a natureza», procurando uma ligação profunda com os sons e com aquilo que chamam de sua «não racionalidade». O grupo mistura influências do jazz tradicional com elementos da música erudita europeia, explorando improvisação como componente central. No repertório predominam composições originais, embora também incorporem standards de jazz e arranjos de canções populares. Há atenção especial à melodia, ao diálogo entre os instrumentos, e à harmonia, sem negligenciar espaço para o experimental e o atmosférico. Quanto ao simbolismo, “Indra” refere-se à divindade hindu associada aos céus, à água e às forças da natureza, o que reflete a estética do grupo: uma música que pretende evocar ambientes, estados emocionais, atmosferas naturais.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 12 eur • 8 eur

BILHETEIRA ONLINE

Birds Are Indie | Apresentação do novo disco
18 Abril • 22:00

Os Birds Are Indie são um caso singular da música independente portuguesa, das duas últimas décadas. Em Coimbra, cidade que raramente conseguia fugir às etiquetas do fado e do rock, arriscaram pegar numa guitarra acústica e num xilofone, fazendo canções folk envoltas em bedroom pop. Mas muito mudou, desde 2010... Cedo o duo passou a trio, e ao longo de uma discografia de vários singles, EPs e sete álbuns, mostraram uma constante vontade de não estagnar, o que os levou, progressivamente, a experimentar guitarras eléctricas, baixos, caixas de ritmo, baterias, teclados, sintetizadores e a colocar nas vozes uma energia que nem eles sabiam ter.

Com "The Stone of Madness", o sétimo longa-duração da banda, os Birds Are Indie reforçam o caminho traçado no disco anterior "Ones & Zeros", dois registos que funcionam – na coerência do som, na dualidade das temáticas e na complementaridade da imagem – como dois espelhos que se reflectem. Depois de olharem em volta, para observar a comunidade e o mundo numa perspectiva distópica, voltam-se agora para o que habita no interior de cada pessoa, em busca do significado que pode ter uma pedra – ou será uma flor?...

Ao vivo, o trio mantém-se fiel ao que sempre foi: com uma honestidade desarmante, são descontraídos e bem humorados, sem que isso impeça uma catártica descarga de energia deixada nos palcos. Porque, como dizia o outro, viver todos os dias cansa.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 12 eur • 10 eur
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OLA HASS COM NOVO SINGLE

 



















@Francisco Fidalgo

Um passo mais próximo de editarem o seu segundo álbum, Onde a consciência desagua, Ola Haas revelam hoje o novo single “Amanhã é, será”.

Com o primeiro verso — «Fraca a voz mas sincera, que ecoa singela» — Miguel Freitas e João Ribeiro dão o mote ao grunge descomplicado que resgatam do passado para a contemporaneidade.

Amanhã é, será” serve-se de um groove arrastado para ilustrar o lirismo melancólico, constante ao longo do disco que sairá a 22 de maio, onde a ironia pesa mais que a esperança.

As músicas de Onde a consciência desagua serão tocadas em modo pré-estreia a solo, 19 de abril na BOTA Anjos, e com banda, 9 de maio nas DAMAS.

Amanhã é, será” foge um pouco, sonicamente, ao que é o habitué de Ola Haas. Explora influências mais recentes como Washer e Pardoner.

Serve o propósito de auto-reflexão acerca da minha posição nos ambientes de que me rodeio, deixando algumas considerações sobre o que observo e certezas quanto à inevitabilidade de que todas as ações geram reações, criando uma cadeia sem princípio nem fim.

— Miguel FreitasOla Haas é para quem gosta de rock crú — daquele que sai da garagem direto para o estúdio.

Miguel Freitas debita frustrações em lírica incisiva, enquanto alterna um baixo carregado de distorção com riffs mais limpos, sem abandonar o universo lo-fi. A acompanhá-lo, João Ribeiro molda baterias implacáveis às dinâmicas cautelosamente exploradas pelo duo.

Desde os gigantes do grunge Nirvana, a artistas independentes portugueses como Pega Monstro e Vaiapraia, Ola Haas adota um slacker rock contemporâneo próximo de Courtney Barnett ou The Bug Club, com mais melancolia à mistura.

Depois do primeiro longa-duração Não sou a mesma pessoa todos os dias (2023), Ola Haas preparam-se agora para lançar Onde a consciência desagua, dia 22 de maio.

SENSIBLE SOCCERS ANTECIPAM NOVO ÁLBUM COM LANÇAMENTO DE EP COM MAD PROFESSOR















Créditos: Vera Marmelo.

No ano em que se preparam para lançar novo álbum na rentrée, a banda nortenha antecipa esse momento com a edição de EP com 3 temas inéditos remisturados por Mad Professor, lendário produtor britânico de origem guianense e pioneiro do dub moderno.

Sensible Soccers Vs Mad Professor EP#1 Dub Versions chega a 8 de maio, coincidindo com o regresso da banda aos palcos após uma pausa de 3 anos, a acontecer nesse mesmo dia no Jameson Common Ground na Casa Capitão, em Lisboa. A banda tem ainda presença marcada no Primavera Sound Porto, no dia 11 de junho.

Disponível em formatos físico (vinil 12’’) e digital, e com o selo da 8mm Records, este lançamento cruza dois mundos sonoros distintos, mas profundamente interligados.

O novo disco de longa duração de Sensible Soccers, sucessor de Manoel (2021), que incluirá as versões originais dos três temas incluídos neste EP, chegará em setembro.

Sobre Sensible Soccers:

A sonoridade dos Sensible Soccers não é fácil de compartimentar. Sem esconderem o gosto pelas melodias pop, na construção dos seus temas fazem conviver a eletrónica com instrumentos orgânicos, fugindo ao formato tradicional de canção, privilegiando estruturas e arranjos em progressão.

Ao longo dos últimos 15 anos, construíram um percurso marcado por uma forte presença ao vivo, atuando em clubes, auditórios e alguns dos principais festivais nacionais e internacionais, conquistando um público cada vez mais amplo e diversificado.

Depois de várias edições iniciais – um EP em 2011, “Fornelo Tapes Vol.1” e o single “Sofrendo Por Você” –, a banda lançou em 2014 o seu primeiro álbum, 8, amplamente destacado pela imprensa nacional como um dos melhores discos portugueses do ano. Em 2016 editaram Villa Soledade, que deu origem a uma extensa digressão em Portugal e no estrangeiro. Seguiu-se o aclamado Aurora (2019), disco que contou com a produção de B Fachada.

Durante a pandemia, o grupo criou novas composições para dois filmes de Manoel de Oliveira — Douro, Faina Fluvial e O Pintor e a Cidade. Desse trabalho nasceu Manoel, o quarto álbum da banda, apresentado ao vivo pela primeira vez na Fundação de Serralves e seguido de uma digressão em auditórios que se prolongou até ao final de 2023.

Depois de quase um ano de pausa e com energia renovada dedicam-se, desde o final de 2024, à composição do quinto álbum de originais.

FESTIVAL SANTOS DA CASA - 3ª Semana

 

 

















13 de abril de 2026
Antonio Bastos
Corredor da RUC
Rádio Universidade de Coimbra
19h00

António Bastos é compositor, produtor e professor, e uma das vozes mais versáteis e inventivas da nova música portuguesa. Licenciado em Música pela Universidade de Aveiro, tem construído uma carreira marcada pela fusão de géneros e pela constante experimentação entre tradição e modernidade. Do jazz ao house, do funk à música tradicional portuguesa, do techno à música clássica, António Bastos atravessa linguagens com naturalidade e ousadia, criando um universo sonoro que desafia fronteiras e convida à descoberta.

DELA MARMY AO VIVO

 



















É já esta quinta-feira, dia 16 de Abril, que Dela Marmy apresenta o seu último EP na Casa Capitão, em Lisboa. Os bilhetes encontram-se à venda e pedidos de acreditação podem ser feitos em resposta a este e-mail.

A artista seguirá depois para Valpaços, onde actua dia 18 de Abril, bem como Cascais, dia 26 de Junho no Espanto - Festival Internacional de Filosofia e Coimbra, no dia 8 de Setembro, no Café Curto - Convento São Francisco.

Este trabalho é composto pelos temas “Sem Prescrição”, um dueto com a artista brasileira Paula Morelenbaum, “Luz Clara”, uma canção introspectiva, sensível e aberta, e “E Se For”, a última a ser revelada, uma viagem sensorial pela memória e pelo presente, onde se procuram pistas do que ainda permanece no corpo do “pós-amor”, mesmo quando o tempo passa. Todas estas canções serão ouvidas nos concertos da digressão de Dela Marmy, juntamente com os temas mais antigos da artista.

Os bilhetes para os concertos anunciados já se encontram à venda.

LISBOA
16 de Abril - Casa Capitão
21h30 - 12,50€
Bilhetes disponíveis aqui

VALPAÇOS
18 de Abril - Auditório Arte e Cultura Luís Teixeira
Bilhetes disponíveis brevemente

CASCAIS
18 de Abril - Auditório Arte e Cultura Luís Teixeira
Bilhetes disponíveis aqui

COIMBRA
8 de Setembro - Café Curto Convento S. Francisco
Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço

JAZZ EM ÁGUEDA











30 abr | 1 mai | 2 mai | 3 mai

A Associação Cultural Pauta Humana e a Câmara Municipal de Águeda apresentam a 11ª edição do Festival Pauta Jazz. De 30 de abril a 3 de maio o jazz regressa à cidade de Águeda para celebrar o Dia Internacional do Jazz. A data foi criada em 2011 pela UNESCO e representa a importância deste género musical e o seu contributo na promoção de diferentes culturas e povos ao longo da História. Esta edição vai decorrer no Centro de Artes de Águeda, na Biblioteca Municipal Manuel Alegre e no Museu Etnográfico da Região do Vouga. A programação inclui concertos, masterclasses, workshops, oficinas para todas as idades, exposições e conversas. O Pauta Jazz afirma-se pela sua qualidade, como uma marca de referência no desenvolvimento do Jazz em Portugal e em particular na região de Águeda, pela sua ação didática na formação de jovens músicos e na criação de novos públicos.

No dia 30 de Abril, o festival arranca com uma masterclass de jazz com João Freitas, à noite o guitarrista sobe ao palco do Café Concerto do Centro de Artes de Águeda, com o seu trio, acompanhado pelo contrabaixista José Pedro Jorge e pelo baterista António Carvalho. O repertório do concerto irá percorrer o vasto cancioneiro norte-americano e ainda composições originais do músico.

No dia 1 de Maio, durante a manhã decorre uma sessão de Yoga com música criada em tempo real, um banho sonoro terapêutico criado pelo duo Motion e conduzido pela instrutora Rita Alves. Durante a tarde haverá ainda um workshop dedicado à música improvisada dirigida pelo trompetista Nuno Reis com o título “Atmosferas Improvisativas”. Pelas 21h30, sobe ao palco do Café-Concerto do CAA, o grupo Organic Music Society, um projeto exploratório e profundamente enraizado na tradição da música improvisada. Inspirado pelo pensamento e pela obra do trompetista norte americano Don Cherry, este colectivo retoma e reinterpreta o conceito de Organic Music Society, com Bitocas Fernandes na percussão objetos e voz, Nuno Reis no trompete e objectos, Diogo Lopes nos clarinetes e Rui Veiga nas electrónicas e guitarra eléctrica.

No terceiro dia do festival, dia 2 de Maio, a Biblioteca Municipal Manuel Alegre recebe pela manhã, a Oficina de Música para Bebés. Apresentada pela cantora e violinista Beatriz Capote, "Zás Trás Pás" é uma sessão pensada para estimular o desenvolvimento dos mais pequenos desde os primeiros meses de vida, através da música, do ritmo e da interação com um adulto de referência.

À noite, pelas 21h30, sobe ao palco do Café Concerto do CAA, a apresentação final do “Laboratório Big Band”, o culminar de semanas intensivas de trabalho colaborativo, explorando a linguagem do jazz em formato de grande ensemble, o espetáculo será conduzido pelos músicos Nuno Silva, Luana Torrão e Bruno Pinho e que conta com a participação da Orquestra de Música Ligeira do Conservatório de Música de Águeda.

A partir do dia 3 de maio estará patente no Museu Etnográfico da Região do Vouga a exposição "Jazzbandista". Baseada em documentação original da primeira metade do século XX, esta mostra propõe uma viagem pela história do jazz em Portugal, com especial enfoque na sua presença no concelho de Águeda. No âmbito desta apresentação, terá ainda lugar uma conversa especial com a presença de familiares dos músicos da época, proporcionando um momento único de partilha de memórias que enriquecem a compreensão deste património.

Programa

Dia 30 abril “Dia Internacional do Jazz”

Masterclass de Jazz com João Freitas 
Hora: 16h00
Local: Café Concerto CAA
Duração: 1h30
M 6

João Freitas Trio 
Hora: 21h30
Local: Café Concerto CAA
Duração: 1h
M 6

Dia 1 maio

Yoga Jazz - Rita Alves + Motion (Live Act) 
Hora: 11h00
Local: Sala Estúdio CAA
Duração: 1h 
Todas as idades

Workshop: Atmosferas Improvisativas
com Nuno Reis 

Hora: 16h00
Local: Café Concerto CAA
Duração: 1h30
M 6

Organic Music Society - Tributo a Don Cherry
Hora: 21h30
Local: Café Concerto CAA
Duração: 1h30
M 6

Dia 2 maio 

Oficina para Bebés - Zás Trás Pás
com Beatriz Capote
Hora: 11h00
Local: Biblioteca Municipal
Duração: 1h
M 0

Laboratório de Big Band - Around The City of Jazz
Orquestra Ligeira do Conservatório de Música de Águeda com:
Luana Torrão - Voz 
Bruno Pinho - Guitarra
Nuno Silva - Trompete e Direção Musical 
Hora: 21h30
Local: Café Concerto CAA
Duração: 1h
M 6

Dia 3 maio

Exposição Fotográfica e Conversa Temática - “Jazzbandista”
Hora: 15h00
Local: Museu Etnográfico da Região do Vouga
M 6

Bilhetes para os concertos no CAA: 5€

Podem ser reservados previamente por email e levantados no local no próprio dia dos concertos.

Reservas: pautahumana@gmail.com
Bilheteira online: https://centroartesagueda.bol.pt/

Masterclass e Workshop:

Público Geral: 25€

Todos estudantes de escolas de música têm desconto de 50%

Gratuito para alunos do Conservatório de Música de Águeda

Inscrições: pautahumana@gmail.com

Yoga e Oficina para Bébés:

Entrada livre mediante inscrição em pautahumana@gmail.com ou contacto telefónico 914647117/ 911711309

+ info: Facebook

MâO VERDE NA CASA DA MÚSICA



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para celebrar o lançamento do seu terceiro disco-livro, com estreia ao vivo na Casa da Música no dia 19 de abril e edição no dia 20 de abril, a Mão Verde criou um podcast para o público infantil. Chama-se Panapanã e sai todas as quartas, desde 1 de abril e durante dez semanas, nas plataformas habituais. Evocando um dos seus temas mais emblemáticos - Panapanã (que significa bando de borboletas) é uma rubrica que mistura música, poesia e informações didáticas, sempre em torno do universo temático do projeto.

O tema de avanço de MÃO VERDE III - "Mazeukeru" - ao qual dedicaram o primeiro episódio, já está disponível nas plataformas digitais e será certamente um dos pontos altos do concerto de dia 19 de Abril na Casa da Música.

A capa do novo disco-livro, ilustrado por Bernardo Carvalho e com design de Macedo&Cannatà, já foi revelada e a expectativa dos verdinhos para conhecer as dez canções e dois poemas é grande!

Os bilhetes para o concerto de estreia de “Mão Verde III” estão disponíveis na Casa da Música e no site da sala, com o custo de 12,50€ a 22,50€.

CASA DA MÚSICA
20 de Abril - Sala Suggia
17h - 12,50€ a 22,50€
Bilhetes disponíveis aqui

"TUDO K KISER 33" DE ALEX LIBERALLI jÁ DISPONÍVEL



Há canções que nascem pequenas e há outras que já chegam com o tamanho do céu. Esta é uma delas.

“Tudo Kiser 33” o single de Alex Liberalli, apresenta-se como um manifesto inquieto, quase filosófico, onde o desejo humano se estende até ao limite do infinito. Entre perguntas que ninguém sabe responder e vontades que ninguém consegue conter, a letra percorre o território da existência, do bem e do mal, da matéria e do espírito, do mundo concreto ao universo íntimo.

Aqui, o “Querer” não é apenas ambição, é impulso vital. É sede de compreender o planeta, de medir o amor, de tocar o que parece intocável. Há uma busca quase infantil na sua pureza, mas profundamente adulta na sua inquietação, como quem olha o céu.

Com uma linguagem direta e repetições que ecoam como um mantra, a música constrói uma identidade forte e memorável, onde cada verso reforça uma ideia central: o direito e o risco de querer tudo.

Esta é uma canção que não pede licença. Ela afirma-se, cresce, repete-se, insiste, como o próprio desejo humano.

Letra e Música de Budda Guedes.

“Tudo K Kiser 33 ” é o nome do 1.º single da cantora Alex Liberalli e já está disponível em todas as plataformas de musica digital.

Após 33 anos de trajetória na música, a artista aos 56 anos lança seu primeiro disco a solo intitulado “Montanha Russa 33”.

Comemorando 33 anos de carreira a cantora mostra que a música e um artista não têm idade e nem limites na sua arte e que o sonho de ser feliz com o que faz, é uma verdade.

O álbum estreia no dia 1 de Maio.

Seu percurso vocal atravessa corpos sonoros diversos, é atualmente vocalista das bandas Trio Pagú e Pela Estrada Com Elis Project, deu a voz das bandas; Big Fat Mamma, Monstro Mau e, Dona Carioca, deixando em cada projeto um traço próprio, inconfundível.

Em sua discografia, são sete discos, nove participações como convidada especial e, presença em vinte e dois álbuns de coletâneas musicais, números que não pesam, mas testemunham uma travessia constante.

Com tantas obras editadas, nunca teve um álbum a solo.

O Álbum “Montanha Russa 33” nome este, inspirado na sua própria vida, será lançado no dia 1 de Maio.

MXGPU ESTREIA 'HOW WE MADE: LIVE OVER LISBON' NO MAAT.













MXGPU apresenta, no próximo dia 18 de abril, a estreia do documentário How We Made: Live Over Lisbon, no MAAT.

MXGPU, duo formado por Moullinex (Luís Clara Gomes) e GPU Panic (Guilherme Tomé Ribeiro) apresenta uma sessão dupla especial para assinalar a estreia mundial de How We Made: Live Over Lisbon, um documentário sobre os bastidores do seu projeto mais ambicioso até à data, realizado por Ana Viotti.

Live Over Lisbon é um concerto em vídeo de 45 minutos realizado por André Tentugal, filmado ao amanhecer, numa plataforma flutuante sobre o Tejo. Com música do álbum de estreia Sudden Light, a performance funde música eletrónica e arte visual num momento singular onde o som encontra a paisagem.

Foi no MAAT que MXGPU subiu ao palco pela primeira vez neste formato e é em frente às suas paredes, sobre o rio, que escolheram filmar. Pela primeira vez, os dois filmes são vistos no grande ecrã, e no lugar que tornou o projeto possível.

Moullinex e GPU Panic são produtores, compositores e vocalistas portugueses com lançamentos na Crosstown Rebels, Watergate, TAU, Get Physical e Discotexas. Depois de um ano de digressão e festivais por todo o mundo, trouxeram o seu espetáculo ao vivo 360° a Lisboa, combinando sintetizadores, vocais ao vivo e visuais impactantes numa performance que celebra a ligação entre música, luz e lugar.

A sessão encerra com uma conversa entre Moullinex e GPU Panic e a realizadora Ana Viotti, moderada pelo locutor de rádio Tiago Ribeiro, seguida de um Q&A com o público.

CARLA PIRES EM TOUR

 



















Prosseguindo a “Tour VaiVem - 20 Anos”, Carla Pires iniciou 2026 com uma digressão pela Áustria, Alemanha e Suíça, onde realizou 15 concertos entre 22 de janeiro e 7 de fevereiro.

No próximo dia 25 de abril, apresenta-se na Sala BBK, em Bilbau, num concerto integrado no ciclo “Noites de Fado de Bilbau”.

Acompanhada por Luís Coelho, na guitarra portuguesa, André M. Santos, na guitarra clássica, e Rodrigo Serrão, no contrabaixo, a fadista interpretará temas do seu álbum de carreira VaiVem, lançado em 2024, ano em que assinalou 20 anos de dedicação exclusiva ao fado.

Porque o concerto se realiza no dia 25 de Abril, Carla Pires partilhará ainda com o público basco um conjunto de temas que ficaram para sempre associados ao Dia da Liberdade em Portugal.

SAI HOJE O SEGUNDO DIDCO DE DE SANTA CLARA BLUES
















O ser humano, esse que vagueia por esta terra, sem consciência do que vem e do que virá.

O ser humano, composto de coração e alma, por vezes desgastados e vazios, outras com sede de descobrir e viver. O ser humano, aquele que faz parte de uma sociedade que se vai afastando de uma essência pura.
A sociedade, indispensável para vivermos e crescermos, que tanto nos esmaga como nos eleva.

É assim o segundo álbum de Santa Clara Blues. Hearts and Souls desenha de forma quente e emotiva, o percurso do ser humano na sociedade. Mantendo a linha Folk, Blues e Bluegrass, o disco, composto por 8 faixas, tal como o primeiro, acaricia-nos o peito em forma de abrigo e desperta-nos a alma para o mundo estranho onde temos de viver.

A distância física entre os músicos tornou-se um atraso para a concepção deste segundo álbum, ainda que com muitos temas alinhavados, faltava a proximidade e o tempo para os partilhar e limar. Finalmente em 2025 conseguiram ensaiar para fazer arranjos para as gravações. A entrada de Rui Pereira para a bateria e do Rui Guerra para as teclas, deu uma nova roupagem e cor ao disco.

Captado entre o estúdio Amblin' Man Recording Studios, Suffolk no Reino Unido e grande parte no estúdio Estrela de Alcântara. Tal como o primeiro álbum, Hearts and Souls contou com mistura e masterização do Miguel Lima no Estrela de Alcântara. Tem lançamento marcado para hoje, com o selo da Raging Planet e apresentação a 18 de Abril na ADAO, Barreiro, com convidados especiais.

A capa do álbum tem uma fotografia que retrata a inauguração da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, na Estrada Nacional 11. Tirada por Alberto Sousa Branco em 1967, esta imagem, que agora faz capa de Hearts and Souls, é uma homenagem à força e à união da comunidade onde alguns deles cresceram — uma comunidade que acreditava na liberdade, enraizada nos valores da Revolução de Abril.

Santa Clara Blues é um projecto sobre amizade e partilha, começou com Fast Eddie Nelson na guitarra, lapsteel e back vocals; João Sérgio Reis (Ibéria) no baixo e back vocals; José Mendes (ZabbaZoom, Fast Eddie Nelson) na guitarra e mandolin; Miguel Ângelo Candeias (Ex-Mayday Miracle) na voz e guitarra e Miguel Lima (The Soaked Lamb) na percussão. A amizade remonta a 30 anos atrás mas a génese do projeto nasce num retiro bi-anual de amigos de adolescência, em Corte Brique, no Alentejo profundo. Esta génese é composta por conversas à mesa, vinho tinto, partilha, empatias, sessões de pesca na barragem de Santa Clara, pelo vale, pelo vinil do Déjà Vu dos CSNY a rodar aos finais de tarde, pelas jams, e, especialmente, pelo tempo lento do Alentejo. A essência destas experiências levaram José Mendes e Miguel Ângelo Candeias a começar a compor entre o Barreiro e Bramfield. Destas composições vieram depois as jams com o Fast Eddie Nelson, o convite a João Sérgio Reis para o baixo e a Miguel Lima para gravar o projecto que, rapidamente, se tornou no percussionista e sonoplasta da banda.

Montes Altos foi o primeiro disco da banda com lançamento marcado para o dia 29 de Janeiro de 2022 com co-edição da Raging Planet.

Regressam agora, 4 anos depois com uma formação nova com José Mendes nas guitarras e mandolim, Miguel Ângelo Candeias na voz e guitarras, Fast Eddie Nelson na voz, guitarras e steel guitar, João Sérgio Reis na voz e baixo, Rui Pereira (Mosca) na voz e bateria e Rui Guerra (The Quartet of Woah!, Fast Eddie Nelson) na voz e teclas.

SERENA KAOS EDITA NOVO ÁLBUM "FEARLESS IN TIME"


 
Fotografia: Jack Martyn-Hillier

Após passagens por palcos na Alemanha, Luxemburgo, Reino Unido e Portugal, a cantora e compositora portuguesa radicada em Londres regressa com músicas novas, mais cruas e profundas. O seu segundo disco será apresentado em Portugal, já a 16 de abril, no Festival Termómetro, na Covilhã, e no dia 17, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

“FEARLESS IN TIME” é o aguardado novo álbum da cantora e compositora Serena Kaos. O disco apresenta 7 canções com uma sonoridade Avant Pop, fortemente influenciada por Trip-Hop e Rock Alternativo. Com uma dualidade de linguagens na génese do seu nome artístico - Serena, mística e suave, e Kaos, irreverente e sombria - a artista portuguesa radicada em Londres introduziu no primeiro disco, o acústico "Slowly This Time", o lado mais suave e Dream Pop da sua criatividade. Agora, em “FEARLESS IN TIME”, mostra a sua vertente mais "crua" e profunda e canta sobre viver sem medo.

Serena Kaos conta que "desde pequena que me lembro de acreditar plenamente que ia ser muito feliz. Esta minha crença é tão forte que, quando a vida começou a dar para o torto, foi como se o mundo virasse ao contrário. Foi nessa dança entre o sol e a lua que surgiu a vontade de criar sentido através da música. Hoje tenho a maturidade para entender que a vida é feita de ciclos e as descobertas que nos fazem viver melhor vão e vêm. Todas as faixas deste novo álbum vieram de um tempo primário da minha vida como fazedora de canções - os primeiros passos, as primeiras improvisações, as primeiras letras, os primeiros sentimentos. Não compus com o objetivo de um álbum mas transformou-se num, da maneira mais orgânica que se possa imaginar".

Natural do Vilar, uma aldeia no Oeste a meio caminho entre Lisboa e Leiria, Serena Kaos já atuou em palcos na Alemanha, Luxemburgo, Reino Unido e Portugal, é semifinalista da edição deste ano do Festival Termómetro e finalista do Festival de Música Moderna de Corroios. Com a obstinação portuguesa no sangue, Serena Kaos é uma artista focada no presente e determinada a evoluir e amplificar a sua arte sem expetativas mas sempre da melhor forma possível.

A viver em Londres desde 2021, a artista escreveu e compôs todas as faixas de “FEARLESS IN TIME” e coproduziu o disco com o músico inglês Jack Martyn-Hillier. De referir, ainda, as participações dos portugueses Nuno Roberto e Gil Garcia - com quem escreveu a faixa 'I Am You' - e Pedro Sequeira - no tema 'Passageiro'. O álbum foi antecipado pelo tema 'Tomorrow', e chega com o single principal 'Open Your Door'.

Serena Kaos conta que 'Open Your Door' "fala de duas partes: a que teme mover-se, e a que desespera para que se mova. Explora a paralisia causada pelo medo nuns e a impaciência, por sua vez, sentida pelos outros. Na vida há as pessoas de porta fechada e as outras, do lado de lá, a gritar 'ó da casa!'". Já 'Tomorrow', diz a artista, "trouxe o primeiro rasgo de rock misturado com a minha já habitual tendência para música psicadélica. É acerca da nossa típica demora humana em ver, decidir, mudar. O objetivo é ambíguo, fala sobre aceitar a paralisia e, ao mesmo tempo, deixa-nos óbvio que já ontem era tarde para sair".

“FEARLESS IN TIME” será apresentado por Serena Kaos em Portugal já a 16 de abril, no Festival Termómetro, na Covilhã. , e no dia 17, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa. Seguem-se passagens pelo Rock in Barco, em Guimarães, no dia 11 de julho, e pelo Festival de Arronches, em Portalegre, a 8 de agosto.

A viver em Londres desde 2021, a artista escreveu e compôs todas as faixas de “FEARLESS IN TIME” e coproduziu o disco com o músico inglês Jack Martyn-Hillier. De referir, ainda, as participações dos portugueses Nuno Roberto e Gil Garcia - com quem escreveu a faixa 'I Am You' - e Pedro Sequeira - no tema 'Passageiro'. O álbum foi antecipado pelo tema 'Tomorrow', e chega com o single principal 'Open Your Door'.

Serena Kaos conta que 'Open Your Door' "fala de duas partes: a que teme mover-se, e a que desespera para que se mova. Explora a paralisia causada pelo medo nuns e a impaciência, por sua vez, sentida pelos outros. Na vida há as pessoas de porta fechada e as outras, do lado de lá, a gritar 'ó da casa!'". Já 'Tomorrow', diz a artista, "trouxe o primeiro rasgo de rock misturado com a minha já habitual tendência para música psicadélica. É acerca da nossa típica demora humana em ver, decidir, mudar. O objetivo é ambíguo, fala sobre aceitar a paralisia e, ao mesmo tempo, deixa-nos óbvio que já ontem era tarde para sair".

“FEARLESS IN TIME” será apresentado por Serena Kaos em Portugal já a 16 de abril, no Festival Termómetro, na Covilhã. , e no dia 17, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa. Seguem-se passagens pelo Rock in Barco, em Guimarães, no dia 11 de julho, e pelo Festival de Arronches, em Portalegre, a 8 de agosto.

RED ORKESTRA COM NOVO DISCO

 















Formada em 2003 por Johnny Charmer, Red Orkestra é uma banda de alt-folk-rock, proveniente do Canadá, que estreou em 2004 com o álbum “After the Wars”. Cruzando uma abordagem de cantautor de intervenção folk, Johnny Charmer cedo se anunciou comodefensor da Palestina com a canção “Sweet Hereafter” no primeiro álbum de Red Orkestra.

Desde essa estreia, a banda lançou outros 5 álbuns e consolidou a sua presença em palcos pelo Canadá e Europa, marcando também presença em Portugal, incluindo sendo cabeças de cartaz no festival Manta em 2011 em Guimarães.

“Letters From Afar” é o novo álbum de Red Orkestra, o sétimo álbum desde 2004. O álbum de 10 faixas estabelece-se como um conjunto de canções sobre amor, saudade, esperança e resistência, escritas ao longo de vários anos, algumas delas há já uma década. Ainda assim, revela-se extremamente atual no seu contributo lírico para a distopia do mundo em que vivemos em 2026.

Para já, destaca-se o single “Youre So Far Away”.

Este álbum conta com Johnny Charmer na voz e guitarra, Steve Parkinson na guitarra e backvocals, Neil McDonald no baixo e o luso-descendente Rick Andrade na bateria. Todas as canções foram escritas por Johnny Charmer e gravadas, misturadas e masterizadas
por Andy Magoffin, nos estúdios House of Miracles.

O álbum foi lançado em todas as plataformas digitais no dia 2 de fevereiro e prepara-se agora para ser editado em formato CD em Portugal, pela editora portuguesa Dark Woke (integrada no grupo editorial Lusitanian, que inclui igualmente a editora Mais 5), no próximo dia 24 de abril de 2026.

JOANA MACHADO TEM NOVO SINGLE





















A cantora Joana Machado revela “Broken”, o segundo single de avanço do seu próximo álbum de originais, Handful, com edição prevista para o final de 2026.

O tema será editado a 17 abril de 2026 e reforça a disciplina e a versatilidade artística da cantora e compositora, marcada por uma abordagem mais livre, enérgica e exploratória.

Depois de apresentar “Distance”, Joana Machado aprofunda agora o universo emocional e sonoro de Handful com “Broken” — uma canção que nasce de uma reflexão, interna e relacional, e que traduz um momento de transformação e consciência.

“Nesta canção, construída sobre um ritmo irregular, adopto métricas de outros meridianos para falar de algo que se quebrou. Talvez uma paixão. 

Musicalmente, deixo o jazz abraçar o groove da soul e a eletrónica. Os instrumentos transformam-se e a minha voz desdobra-se em várias camadas — ora criando uma parede sonora, ora reforçando a narrativa. ‘Broken’ é o meu grito de libertação, o segundo passo de Handful, o álbum que vou lançar no final do ano.”
— Joana Machado

Com uma abordagem sofisticada do ponto de vista harmónico e rítmico, “Broken” cruza Pop, jazz, soul e eletrónica, criando um equilíbrio entre espaço e textura. A voz assume-se como elemento central, explorada em múltiplas camadas e dinâmicas, num registo simultaneamente dançavel e expansivo.

Com mais de 20 anos de carreira e cinco álbuns editados, Joana Machado é já conhecida pelos mais atentos e continua a afirmar-se como uma das vozes mais singulares da música portuguesa. Partindo do jazz, tem vindo a expandir o seu universo criativo através de influências da música negra norte-americana, explorando novas linguagens e possibilidades sonoras.

Com “Broken”, Joana Machado dá mais um passo na construção de Handful — um álbum que promete aprofundar a sua identidade artística e emocional, num registo de liberdade criativa e afirmação pessoal.

Ficha técnica Broken:
Joana Machado – vozes (composição)
Lana Gasparotti – teclados
Chico Santos – bateria
Rodrigo Correia – baixo eléctrico, guitarra, produção
Jon. – pós-produção
Nelson Carvalho – captação, mistura e masterização

Gravado nos Estúdios Louva-a-Deus em 7 de Novembro de 2025

“Broken” vai estar disponível em todas as plataformas digitais a 17 de abril de 2026

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GRELO EDITA SINGLE

 



















Grelo
Dois Mil e Pouco

Com uma composição única, Grelo apresenta “Dois Mil e Pouco”. O tema recupera referências marcantes de uma geração, ligando memórias da juventude a uma sonoridade muito própria do artista. Com esta combinação, o single afirma-se como uma forte aposta para conquistar o público.

A MOSCA EDITA DISCO DE ESTREIA




















A Mosca
apresenta “a mosca mosca”, o álbum de estreia do coletivo, composto por onze temas criados em contexto de ensaio, de forma espontânea e livre. O disco surge como um objeto sonoro e visual marcado pelo ruído, pela crueza e por uma lógica de construção orgânica, refletindo a identidade de um projeto que se afirma na margem entre o impulso e a intenção.

Vestido de sujidade estética e atravessado por imagens fragmentadas, “a mosca mosca” constrói-se a partir de um universo onde corpos deambulam, porcos consomem cidades e figuras inertes se acumulam num espaço sem hierarquia aparente. Entre o concreto e o simbólico, o disco assume-se como um gesto de afirmação: uma vontade de ser, de dizer, de fazer emergir uma voz que recusa o silêncio.

Essa voz, descrita como a “mosca que habita em cada um de nós”, funciona como eixo central do trabalho - uma presença insistente que zune, que incomoda e que procura alojar-se em quem a escuta. Mais do que um conjunto de canções, o álbum propõe-se como um corpo coletivo em movimento, onde o político e o poético se cruzam numa linguagem aberta, instável e em permanente transformação. “a mosca mosca, não traça”, sintetiza o posicionamento do projeto, recusando leituras fechadas ou trajetórias previsíveis.

Musicalmente, o disco prolonga a abordagem já apresentada em temas como “Corpos em Stock”, onde a banda cruza elementos de jazz, rock e eletrónica experimental, explorando dissonâncias, ruído e estruturas mutáveis. A criação parte de um processo colaborativo, com songwriting assinado por A Mosca, refletindo uma dinâmica interna baseada na improvisação, na escuta e na construção coletiva.

A Mosca é composta por Diogo Lopes (bateria), Maria Ana Guimarães (teclados e sintetizadores), Sara Sousa (voz e teclados) e Tiago Nóia (guitarra e vozes secundárias). A captação, mistura e masterização ficaram a cargo de Tiago Nóia, realizadas na Sala 141 do Centro Comercial STOP, no Porto, espaço que serve também como ponto de encontro e criação da banda. O artwork do disco é assinado por Tiago Santos, prolongando visualmente o universo cru e fragmentado do projeto.

Formado em 2024, o coletivo tem vindo a afirmar-se através de uma prática independente e multidisciplinar, cruzando música, imagem e performance. A sua linguagem nasce da colisão de diferentes referências, traduzindo-se numa proposta que aborda temas como a precariedade, a alienação, a liberdade e a desobediência, num registo que oscila entre o íntimo e o coletivo.

Com “a mosca mosca”, A Mosca apresenta um primeiro longa-duração que se assume como extensão natural desse percurso - um objeto inquieto, imperfeito e vivo, que insiste em existir fora de formatos estáveis e que convoca uma escuta ativa, aberta à contaminação e ao desvio.

“a mosca mosca” encontra-se disponível exclusivamente no YouTube e no Bandcamp da banda, numa decisão consciente que reflete a posição do coletivo face às plataformas de streaming.

sábado, 11 de abril de 2026

FESTIVAL SANTOS DA CASA - 2ª SEMANA





















12 de abril de 2026
10ComunA.L.
Apresentação da editora K FORA
Salão Brazil
18h00

A primeira edição K FORA é o resultado da tricefalia fundadora do movimento, com a premissa de colocar discos, sons, encontros cá para fora, acessíveis a quem queira escutar. O encontro marca a estreia do projeto 10ComunA.L. que reúne Bernardo Matos na guitarra elétrica e em pedaleirices, Bernardo Rocha na voz, poesia, trompetes, percussão e processamento e João Toscano no contrabaixo e ainda mais pedaleirices. O registo foi realizado em Portunhos, no recente Color Sound Studios, que fica nas proximidades de Coimbra, tornando-se porto de abrigo criativo ausente da freneticidade urbana, abraçando o diálogo improvisado entre os músicos. O encontro regista também a primeira gravação de João Toscano no contrabaixo, músico multi-instrumentista e que adiciona este desafio sonoro à sua biblioteca instrumental.