terça-feira, 2 de junho de 2026

RODA DE CHORO DE LISBOA AO VIVO

 



















A Manzwine volta a abrir as portas da sua adega, em Cheleiros, para mais uma edição do já habitual Concerto na Adega, uma experiência que junta música ao vivo, vinho e enoturismo num ambiente intimista rodeado pelas vinhas da região.

No próximo dia 26 de junho, às 21h30, o palco será entregue aos Roda de Choro de Lisboa, coletivo que celebra um dos mais ricos géneros musicais brasileiros, numa atuação marcada pela improvisação, virtuosismo e proximidade com o público.

Mais do que um concerto, a iniciativa foi pensada para proporcionar uma experiência completa aos visitantes. O bilhete, com o valor de 25 €, inclui três copos de vinho Manzwine e ainda acesso exclusivo e antecipado ao Feirão Manzwine, logo a partir das 19:00, um mercado de oportunidades onde estarão disponíveis garrafas de vinhos premium a preços especiais.

Neste feirão, os visitantes poderão adquirir referências habitualmente indisponíveis para venda, devido a pequenas imperfeições estéticas, como rótulos defeituosos, ausência ou danos nas cápsulas, ou erros de rotulagem, sem qualquer impacto na qualidade dos vinhos.

A iniciativa reforça a aposta da Manzwine em criar experiências diferenciadoras que unem cultura, património e vinho, transformando a adega num espaço de encontro para apreciadores de música e enoturismo.

O evento decorre no Jardim da Manzwine, em Cheleiros, e os bilhetes já se encontram disponíveis para venda.

Informações

Evento: Concerto na Adega – Roda de Choro de Lisboa
Data: 26 de junho de 2026
Hora: 21h30
Local: Jardim da Manzwine, Cheleiros
Bilhete inclui: concerto, 3 copos de vinho Manzwine e acesso antecipado ao Feirão Manzwine a partir das 19:00

INDIE MUSIC FEST REVELA MAIS 10 NOVAS CONFIRMAÇÕES E APOSTA, PELA PRIMEIRA VEZ, EM NOMES INTERNACIONAIS











Nesta segunda leva de confirmações constam os belgas Lézard e os luso-britânicos Soma Please e, ainda, os talentos nacionais Expresso Transatlântico, Xtinto, IBSXJAUR, Bardino, Elias, Ben&G, The Green Bin e Tendency. O festival regressa a Baltar, de 3 a 5 de setembro, agora também de portas abertas ao panorama internacional.

O Indie Music Fest abre, pela primeira vez, o cartaz a projetos internacionais com duas estreias absolutas em solo português. Lézard atuam pela primeira vez em Portugal, numa altura em que conquistam cada vez mais fãs pelas suas atuações explosivas, um pouco por toda a Europa. Entre post-punk, disco, glam rock, new wave e electro-clash a banda belga traz o álbum de estreia, “Que Se Passe-t-il”, num universo tão caótico quanto dançável. Já os Soma Please trazem ao festival os seus sintetizadores etéreos e ritmos pulsantes. A dupla luso-britânica acaba de editar o novo single ‘I’m a Fan’, que conta com a participação de Julien Barbagallo, baterista dos Tame Impala.

As novas confirmações juntam ainda os portugueses Expresso Transatlântico, Xtinto, IBSXJAUR, Bardino, Elias, Ben&G, The Green Bin e Tendency que celebram a missão primordial do Indie Music Fest de dar voz à música independente portuguesa.

A organização já havia anunciado no cartaz Beatriz Pessoa, Ela Jaguar, Evols, Femme Falafel, Jepards, Nunca Mates o Mandarim, Rapaz Ego, Them Flying Monkeys, Vaiapraia e Warout. Outra das novidades já divulgadas é a abertura do festival, a 3 de setembro, num dia dedicado ao projeto Indie Talents e com entrada totalmente gratuita.

O Indie Music Fest reforça a sua proposta enquanto experiência completa, pensada para um público diversificado e familiar com a Piscina e o Fúria, bem como uma oferta ampliada de atividades no recinto, além de um novo palco para projetos emergentes. O Mercado Indie e o espaço Mini-Indie regressam também com conteúdos alargados face à edição anterior.

Depois de um hiato provocado pela pandemia e pela mudança forçada de espaço, o festival regressou em 2025, com uma afluência de perto de 8.000 participantes, num recinto que permite palcos de maior dimensão e infra-estruturas de apoio mais amplas e melhoradas. Para 2026, a organização pretende aumentar a capacidade para 9.500 visitantes, consolidando o crescimento sustentado do evento.

Os bilhetes Early Bird esgotaram em poucas horas, mas estão agora disponíveis os Passes Gerais, com camping incluído, pelo valor promocional de 30€, até 31 de julho.

FESTIVAL CUCA MONGA FECHA CARTAZ E ANUNCIA ALINHAMENTO DIÁRIO





















O Festival Cuca Monga volta ao coração da cidade, nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, para a sua 4.ª edição e apresenta agora o cartaz completo com alguns dos nomes mais relevantes da música independente portuguesa e brasileira.

Depois de na 3.ª edição o Festival Cuca Monga se ter estreado com sucesso nos jardins do Museu de Lisboa - um oásis verde no Campo Grande, no meio da azáfama citadina um esconderijo sonoro coberto de relva, vagar e tranquilidade -, o evento volta a este espaço para celebrar a música ao vivo, com um cartaz que promete continuar a destacar talento estabelecido e emergente da música independente nacional e ligações internacionais, principalmente criando uma ponte cada vez mais larga e consistente com o Brasil.

Novamente com dois dias cheios de música ao vivo, às primeiras confirmações (Capitão Fausto, Sérgio Godinho & ZARCO, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, Marquise, Leonor Arnaut, Rapaz Ego e Beatriz Pessoa), juntam-se agora: Manel Cruz, Vaiapraia, Rita Cortezão, Bruno Berle, Manu Julian, IBSXJAUR e Miguel Marôco.

A encabeçar o novo anúncio temos Manel Cruz, nome do rock português que dispensa apresentações e que promete trazer na bagagem o álbum Vida Nova (2019) e canções como “O Navio Dela” e “Ainda Não Acabei”.

Ainda no indie português há Vaiapraia, com o longa-duração recente Alegria Terminal (2025) e o acabado de lançar - foi editado no passado dia 29 de maio - Alegrigrigria; Rita Cortezão, um dos nomes mais efervescentes da nova pop nacional e que apresenta o seu disco de estreia tudo, um pouco (2025); IBSXJAUR e Miguel Marôco são nomes da família Cuca Monga e que ambos editaram recentemente, o duo de Vila Real o disco SANITY (2025) e Marôco seu álbum Desgraça, lançado a 10 de abril deste ano.

Na ligação Portugal - Brasil que o Festival Cuca Monga quer estabelecer e reforçar a cada nova edição temos também novos nomes para a comitiva: Bruno Berle que não só traz consigo o disco de 2022 No Reino dos Afetos, como também já vai desvendar algumas das canções de um próximo disco, a ser lançado ainda este ano. Manu Julian - vocalista dos Pelados que tocam este ano no MEO Kalorama - traz consigo as primeiras canções originais e a solo ao festival.

O Festival Cuca Monga foca-se em promover música alternativa e independente. Uma celebração sonora da amizade entre artistas e profissionais da área, feita por músicos experientes que sabem o que é preciso para montar um bom espetáculo. Nas palavras da organização “Sejam artistas consagrados, artistas emergentes, ou artistas da Cuca Monga com música nova, a ideia é que todos partilhem palco e tenham lugar. O ponto em comum é adorarmos toda a música que recebemos.”

O espetáculo será montado nos dias 25 e 26 de setembro nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, um recinto fechado, com 2 palcos, várias bancas de comes&bebes, merchandise e, claro, contará com música a partir da tarde até madrugada fora. O alinhamento diário de concertos já está definido e pode ser consultado nas imagens abaixo.

Os bilhetes diários estão a partir de agora à venda por 30€, já os passes gerais com acesso aos dois dias de Festival Cuca Monga estão ainda em preço early bird de 45€, subindo de valor em breve.
Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline aqui.

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS CELEBRAM 20 ANOS DE BANDA






















Créditos Kid Richard

No início do próximo ano os Sean Riley & The Slowriders voltam aos palcos. A digressão que assinala 2 décadas desde o concerto inicial da banda tem agora as primeiras datas agendadas e começa em Leiria e no Porto.

Vinte anos depois do primeiro concerto, o regresso de Sean Riley & The Slowriders aos palcos revelou-se tão natural quanto inevitável. O concerto em Lisboa esgotou em tempo recorde, confirmando a força intemporal da banda e a ligação duradoura ao seu público. A resposta foi imediata e intensa — marcada pelas saudades de quem há muito esperava voltar a ouvir muitas das canções mais reconhecíveis do grupo ao vivo.

A 3 de março de 2006, no Teatro Académico de Gil Vicente, três jovens músicos – Afonso Rodrigues, Bruno Simões e Filipe Costa – subiram ao palco juntos pela primeira vez, num concerto integrado nas celebrações do 20.º aniversário da Rádio Universidade de Coimbra, da qual faziam parte. Após algumas maquetes gravadas de forma caseira, o desafio para tocar ao vivo surgiu antes mesmo de se assumirem como Sean Riley & The Slowriders. Um curto set de 20 minutos e seis canções bastaram para conquistar uma sala cheia — e marcar definitivamente o início de um percurso que mudaria as suas vidas.

Depois da atuação ao vivo é que chegaram os discos, as digressões e um longo caminho que, apesar de saudoso, nem sempre foi fácil. A formação foi-se alargando, com a entrada de Filipe Rocha e, mais tarde, de Nuno Filipe.

Vinte anos passaram, mas o vínculo entre o grupo de músicos (e amigos) nunca se perdeu e a paixão pela música permaneceu intacta. Razão mais do que suficiente para voltarem a subir ao palco, celebrando e homenageando essa data fundadora. Este reencontro único propõe uma viagem pelo repertório mais emblemático de Sean Riley & The Slowriders e assinala, de forma simbólica e emotiva, duas décadas de canções que marcaram a música portuguesa contemporânea. Juntos, mais uma vez.

Com esta nova digressão de Sean Riley & The Slowriders a iniciar, a primeira data acontece na Casa da Música no Porto (23 janeiro) e a segunda está agendada para o Teatro José Lúcio da Silva em Leiria (29 janeiro). Os bilhetes estão a partir de agora disponíveis e à venda.

Sean Riley & The Slowriders são uma das bandas mais marcantes do panorama musical português do século XXI. Formados em Coimbra em 2006, o projeto nasceu da visão artística de Afonso Rodrigues (Sean Riley), acompanhado por Filipe Costa, Bruno Simões e Filipe Rocha, fundindo influências do folk, rock e blues norte-americanos com uma escrita intimista e profundamente emocional.

A música dos Sean Riley & The Slowriders move-se por sonoridades etéreas e envolventes, sustentadas por guitarras acústicas, arranjos cuidados e uma abordagem contida, onde cada instrumento ocupa um lugar preciso. Sean Riley rapidamente se destacou como um cantautor de maturidade invulgar, apostando na simplicidade das letras e na força da composição como eixo central do seu trabalho. O álbum de estreia, Farewell (2007), afirmou a banda como uma referência emergente, revelando um disco coeso e inspirado que rapidamente conquistou público e crítica. A discografia foi-se consolidando com Only Time Will Tell (2009) e It’s Been a Long Night (2011), reforçando a identidade sonora do grupo e a sua reputação enquanto banda de palco. Em 2016, o lançamento do álbum homónimo Sean Riley & The Slowriders marcou uma nova etapa criativa, mais madura e introspectiva, seguida por Life (2021), que confirma a longevidade e relevância artística do projeto.

 

O GAJO AO VIVO

 


















Na próxima sexta-feira dia 5 de Junho, O GAJO estará na Zambujeira do Mar para uma residência e concerto no evento "Quintais Adentro".

A residência acontece nos dias 3 e 4 e cruza a Viola Campaniça do Gajo com as Tablas Indianas de Inderjeet Singh e os ambientes Cabo Verdianos de Henrique Silva.

A apresentação de dia 5 começa às 19h e acontece no "Quintal da Laginha".
A entrada é livre mas sujeita a reserva antecipada

Mais Informações AQUI:

PEDRO ABRUNHOSA ANUNCIA DIGRESSÃO EUROPEIA DA TOUR ‘INVERBO’

 



















Entre outubro de 2026 e março de 2027, o músico percorre palcos emblemáticos em cidades como Genebra, Luxemburgo, Londres e Paris.

Pedro Abrunhosa prepara-se para levar a Tour INVERBO a várias cidades europeias, numa digressão internacional que decorrerá entre o final de 2026 e o início de 2027. Acompanhado pela sua banda, o Comité Caviar, o músico regressa aos palcos internacionais com um espetáculo único.

A proximidade e a partilha poética, refletindo o percurso de um artista que utiliza a escrita para documentar a emoção de forma intemporal, fazem de ‘INVERBO’ um espectáculo líquido que, centrado na palavra em português, levará ao publico europeu a experiência de palco e a escrita plena de Pedro Abrunhosa. Assim, entre o final de 2026 e o início de 2027, a Tour ‘INVERBO’ atravessará fronteiras para unir os novos temas aos clássicos incontornáveis que marcam a sua carreira. É o regresso de Pedro Abrunhosa aos palcos internacionais, reafirmando a força da sua narrativa e a universalidade das suas autorias que continuam a emocionar o público e a marcar o seu tempo.

A digressão internacional arranca em dezembro, no dia 9, em Genebra, na Victoria Hall. No início de 2027, Pedro Abrunhosa subirá ao palco da Rockhall, no Luxemburgo, a 19 de fevereiro. Em março de 2027, a tour passa pela mítica sala EartH Theatre, em Londres, no dia 5, seguindo- se Le Trianon, em Paris, no dia 7. A Tour INVERBO na Europa não ficará por aqui, pelo que sairão novidades em breve.

Os bilhetes para os espetáculos da digressão europeia já se encontram disponíveis para venda nos locais habituais e através das plataformas oficiais de cada sala de espetáculos.

Agenda da Tour Internacional: 9 de dezembro - Victoria Hall, Genebra - BILHETES
19 de fevereiro de 2027 - Rockhall, Luxemburgo - BILHETES
5 de março de 2027 - EartH Theatre, Londres - BILHETES
7 de março de 2027 - Le Trianon, Paris - BILHETES

Agenda da Tour Nacional: 17 de outubro - Teatro das Figuras, Faro - BILHETES
07 de novembro - Panorama, Alcobaça - BILHETES
14 de novembro - Póvoa Arena, Póvoa de Varzim - BILHETES
27 de novembro - Olga Cadaval, Sintra - BILHETES
28 de novembro - Arena d’Évora, Évora - BILHETES
09 de janeiro - Forum Braga, Braga - BILHETES
15 e 16 de janeiro - Convento S. Francisco, Coimbra - BILHETES
23 de janeiro - Europarque, St.ª Maria da Feira - BILHETES
30 de janeiro - CNEMA, Santarém - BILHETES
13 de fevereiro - Centro Cultural de Viana do Castelo, Viana do Castelo - BILHETES

MIMI FROES AO VIVO NO PORTO E EM LISBOA





















O Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (Lisboa) recebe Mimi Froes no dia 4 de março de 2027. Na semana seguinte (dia 10 de março) é a vez da Sala Suggia da Casa da Música (Porto) dar palco ao novo álbum, com edição prevista para último trimestre de 2026.

Mimi Froes assume voz, texto e música em tudo o que faz. É uma escritora de canções nata. Nos últimos tempos, a compositora tem composto música para artistas como António Zambujo e Teresinha Landeiro, entre outros.

Foi com o tema “Não Faz Mal Não Estar Bem” que Mimi Froes chamou a atenção do público. A música consta do EP “Vamos Conversar” (2020). No ano seguinte (2021), a compositora apresentou o álbum “E a cantar” em que constava o tema nomeado para Globo de Ouro: “Declarações de Meia Noite”. As atuações sucederam-se nesse período até 2022 com presenças no AGEAS Cooljazz, Matosinhos em Jazz e salas emblemáticas como o caso de Tivoli BBVA (Lisboa), Theatro Circo (Braga), Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima), Teatro Aveirense (Aveiro), Festival F, Devesa Sunset (Famalicão), CAA (Agueda), Auditório Municipal (Chaves),entre outros.

Já este ano, Mimi Froes mostrou algumas das novas canções num espetáculo esgotado no Auditório Municipal Beatriz Costa (Mafra), onde teve ainda tempo para recuperar passagens do seu último trabalho de estúdio: “Contornos” (2023).

Para 2026 está então previsto um novo trabalho de originais e estão já lançadas datas de apresentações em Lisboa e Porto, que ocorrem no próximo ano (2027).

BILHETES | CCB LISBOA | 4 março 2027

BÁRBARA BANDEIRA ASSINALA A ABERTURA DA FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL PERANTE MAIS DE 37 MIL ESPECTADORES E O VÍDEO JÁ ESTÁ DISPONÍVEL





















Fotografia: Pluma

Bárbara Bandeira foi a artista convidada para protagonizar o espetáculo de abertura da final da Taça de Portugal e o vídeo da atuação já está disponível no canal de YouTube da artista e da Federação Portuguesa de Futebol.

Perante uma plateia de mais de 37 mil espectadores que enchiam o estádio, a cantora subiu ao relvado para apresentar os temas "Marcha" e "Manel", duas das canções que integram o seu novo EP "Lusa: Ato II".

Momentos antes do início do jogo, Bárbara Bandeira subiu novamente ao palco para interpretar "A Portuguesa". A atuação do hino nacional marcou o momento solene que antecedeu o início do jogo, num momento de grande ligação com o público e tem sido alvo de inúmeros elogios.

Naquele que é um dos momentos mais emblemáticos do desporto nacional Bárbara Bandeira trouxe a estética e a sonoridade do seu novo projeto que celebra e homenageia a “portugalidade” para o relvado do Jamor, juntando a isso uma interpretação irrepreensível do hino nacional, num momento que mereceu numerosos elogios nas redes sociais e marcou não só todos os presentes como a própria história da competição. 

Esta participação na final da Taça de Portugal surge num momento de consolidação da carreira da artista, que se mantém como uma das figuras centrais da pop nacional atual. “Lusa: ato II” é o mais recente projeto de Bárbara Bandeira e propõe-se a celebrar as raízes portuguesas.

O sucessor de “Lusa: ato I”, que homenageia as suas origens brasileiras, é composto por 7 faixas, inclui um dueto inédito com Amália Rodrigues e já se encontra disponível em todas as plataformas.

4ª EDIÇÃO DO FESTIVAL QUINTAIS ADENTRO COMEÇA AMANHÃ











De 3 a 6 de junho, a 4.ª edição do festival promovido pela Bazarulho leva concertos, uma residência artística e atividades comunitárias a Odemira, São Martinho das Amoreiras, Zambujeira do Mar e São Luís, reforçando a sua identidade descentralizada e a aposta na diversidade sonora.

O Quintais Adentro está de regresso para a sua 4.ª edição, afirmando-se como um dos projetos culturais mais singulares do Alentejo Litoral. Entre os dias 3 e 6 de junho, o festival volta a ocupar quintais, escolas e espaços improváveis de quatro localidades do concelho de Odemira — este ano com estreia na Zambujeira do Mar —, mantendo a missão de aproximar a música das comunidades e de cruzar geografias, linguagens e públicos.

Inspirado pelo imaginário de José Afonso — “por esses quintais adentro vamos” —, o festival anuncia agora o cartaz, que reflete uma programação eclética, reunindo artistas emergentes e projetos já consolidados.

Entre os confirmados estão Luca Argel, Mr. Gallini, Femme Falafel, April Marmara, Pista, The Twist Connection e Bardino, compondo um alinhamento que atravessa diferentes estéticas, do rock à eletrónica, da experimentação à canção.

Um dos momentos centrais da programação será a residência artística que junta O Gajo, Cachupa Psicadélica e Indeerjeet. Este encontro inusitado propõe um diálogo entre a viola campaniça, a música cabo-verdiana experimental e a tradição indiana do tabla, promovendo a interculturalidade e a partilha como eixo artístico e social. A residência culminará numa apresentação pública, sublinhando o caráter processual e comunitário do festival.

A programação volta também a incluir as chamadas “Atividades Perpendiculares”, entre as quais se destaca o “Recreio Adentro”. Nesta edição, a Orquestra Locomotiva, composta por cerca de 30 jovens músicos da região, será dirigida pela maestrina Joana Carneiro num concerto especial na Escola Básica de São Martinho das Amoreiras — um espaço com o qual mantém ligações pessoais.

Outra novidade é a parceria com o Festival Termómetro, iniciativa fundada por Fernando Alvim, que há décadas revela novos talentos da música nacional. Uma das bandas participantes na etapa de Odemira, Jacaréu, foi selecionada para integrar o cartaz final, reforçando o compromisso com a descoberta de projetos emergentes.

Mantendo a forte ligação ao território, o Quintais Adentro continua a reservar espaço para músicos locais, integrando-os tanto nas atividades paralelas como na programação principal. Neste âmbito, além da participação do tablista indiano Inderjeet Singh na residência, haverá espaço para a música improvisada com o saxofonista Edmar Pereira e o trombonista Marco Alves, a dream pop da dupla Tilde & Mari, o coro Vozes Femininas de Amoreiras-Gare e um showcase de Jorge Galvão, membro fundador dos saudosos Afonsinhos do Condado, atualmente residente no concelho. Estão ainda previstas ações como o “Lar Adentro”, que pretende levar pequenos concertos a lares e centros de dia, envolvendo jovens músicos da região.

Com o apoio do Município de Odemira, juntas de freguesia, CCDR Alentejo, Antena 3 e parceiros locais, o festival mantém uma política de acessibilidade, com vários concertos de entrada gratuita e condições especiais para menores de 18 e maiores de 65 anos.

ANTÓNIO ZAMBUJO TOCA NA EUROPA





















António Zambujo
regressa aos palcos europeus, depois de uma digressão de doze concertos no Brasil que terminou no final de maio e reforçou ainda mais a sua forte ligação ao público brasileiro. Antes do concerto no Teatro Real de Madrid esta semana, atuou em Guimarães e Lousã num reencontro com o público português que continua a poder descobrir ao vivo o novo álbum Oração ao Tempo.  

Depois das três noites em abril nos Coliseus do Porto e de Lisboa, e desta passagem pelo Brasil, António Zambujo prepara também uma nova série de concertos em Portugal no final de 2026. O arranque acontece em outubro, no Pax Julia, em Beja, com uma primeira data já esgotada e uma sessão extra no dia 9.

Seguem-se concertos em Santa Maria da Feira, a 28 de novembro (Europarque), Faro, a 1 de dezembro (Teatro das Figuras), Santarém, a 4 de dezembro (CNEMA), e Viana do Castelo, a 5 de dezembro (Centro Cultural). A reta final acontece em Coimbra, a 12 de dezembro (Convento São Francisco), e em Alcobaça, a 19 de dezembro (Panorama).

Editado a 19 de março, Oração ao Tempo é o décimo primeiro álbum de estúdio de António Zambujo e resulta de um processo criativo iniciado durante a pandemia, marcado por uma reflexão profunda sobre o tempo e sobre a forma como este transforma a vida, os afetos e a memória.

O tema-título, originalmente composto por Caetano Veloso, surge neste álbum em dueto com o próprio autor. Ao longo dos quinze temas que compõem o alinhamento, António Zambujo volta a reunir autores e compositores fundamentais no seu percurso, como Maria do Rosário Pedreira, João Monge e Pedro da Silva Martins, ao mesmo tempo que abre espaço a novas colaborações, entre elas Carolina Deslandes, Mimi Froes e Rita Dias.

Com arranjos e produção de André Santos, Oração ao Tempo foi integralmente gravado com os músicos que acompanham António Zambujo em palco: João Salcedo (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), João Moreira (trompete), Francisco Brito (contrabaixo), José Conde (clarinete baixo) e o próprio André Santos (guitarra).

Em paralelo com a sua presença em palcos internacionais, António Zambujo regressa às salas nacionais com um novo espetáculo, centrado nas canções do mais recente álbum, sem deixar de revisitar alguns dos temas mais marcantes do seu repertório.

Próximos concertos

05 jun. Teatro Real de Madrid - Madrid, Espanha
09 jun. Cineteatro Alba, Albergaria-a-Velha
26 jun. Castelo de Moura, Moura
24 jul. Grandiosas de Lousada, Lousada
04 a 06 set. Festa do Avante
09 out. Pax Julia, Beja - DATA EXTRA
10 out. Pax Julia, Beja - ESGOTADO
28 nov. Europarque, Santa Maria da Feira
01 dez. Teatro das Figuras, Faro
04 dez. CNEMA, Santarém
05 dez. CCVC, Viana do Castelo
12 dez. Convento São Francisco, Coimbra
19 dez. Panorama, Alcobaça

segunda-feira, 1 de junho de 2026

NO SALÃO BRAZIL





















Embryo #4
Michael Formanek e Luis Figueiredo
02 junho • 21:30

Embryo é o projeto do pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo que, ao longo de cinco sessões, sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês, promove encontros em formato duo com destacados músicos da área do jazz; em junho, o convidado é Michael Formanek, contrabaixista, compositor e uma das figuras centrais da cena jazzística avant-garde nova-iorquina das últimas cinco décadas. Originário de São Francisco, Califórnia, e atualmente residente em Portugal, Formanek construiu um percurso singular marcado por colaborações com nomes como Tony Williams, Joe Henderson, Stan Getz, Fred Hersch, Tim Berne e Mary Halvorson, afirmando-se através de projetos incontornáveis como Bloodcount, Kolossus ou Thumbscrew e de uma abordagem profundamente inventiva à improvisação, onde composição contemporânea, liberdade idiomática e experimentação sonora se cruzam numa obra amplamente reconhecida no universo do jazz contemporâneo e exploratório.

Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 5 eur • 7 euros
BILHETEIRA ONLINE

O REGRESSO DOS CARNIFICATION





















Formados em 1993, tendo como protagonistas João Raposo, Marco Camilo e Rui Frias, os Carnification começam por tocar um género de heavy metal, rumo este que mais tarde viria a ser alterado para o Death Metal devido às influências dos seus elementos na onda de Death, obituary, Morbid Angel etc...

Em 1995 é feita a apresentação da banda ao público e depois de uns quantos concertos e também de algumas alterações de line up, o quinteto entra em estúdio e grava a promo track Embracing Solitude, que viria a ser lançada em 1999 e que se nota uma sonoridade mais nórdica, estilo este que se mantém até aos dias de hoje, o Death Metal Melódico.

Em 2001 a banda vê se forçada a encerrar as suas atividades devido à vida pessoal e profissional de alguns dos seus elementos. Em 2009 os Carnification ganham uma nova vida e gradualmente começam com ensaios e actuações ao vivo.

Em 2012 dá se uma nova entrada em estúdio e com o trabalho já numa fase super adiantada, os Carnification sofrem uma baixa de peso com o falecimento do baixista e também produtor do trabalho Paulo Castro e, como um mal nunca vem só, a banda não perde apenas um irmão, mas também o acesso aos ficheiros do trabalho e com isso todo o processo fica estagnado. Sem motivação e com a concordância de todos os elementos a banda decide fazer uma pausa até se achar a melhor solução.

Reunidas todas as condições, o fundador João Raposo reúne as tropas e dão novamente entrada em estúdio para regravar todo o trabalho que tinham perdido anteriormente, com a particularidade de aparecer músicas novas entre algumas que já existiam.

Os Carnification escolheram o produtor Stepan Kobyakin, amigo de muitos anos, para gravar no seu Stepkeys studio e diga se que o resultado final superou todas as expectativas. Com o trabalho concluído, assinam com a Ethereal Sound Works para o lançamento do álbum. A banda pode adiantar que já existe matéria prima para uma nova entrada em estúdio que futuramente irá acontecer.

HUGO LYRA LANÇA NOVO SINGLE

 



















"Contra a Dor” marca uma nova fase na identidade artística de Hugo Lyra, aprofundando a sua linguagem emocional e de superação.

Depois da estreia com “Recomeço”, Hugo Lyra regressa com “Contra a Dor”, um novo single disponível em todas as plataformas a partir de 12 de Junho de 2026.

“Contra a Dor” é uma balada pop que mergulha na luta interna contra os próprios medos, abordando o peso da dor emocional, da ansiedade e da superação pessoal.

A música e videoclipe acompanham esta ideia de confronto interno, mostrando Hugo vendado perante uma figura que representa os seus medos e inseguranças. Ao longo do vídeo, Hugo enfrenta essa força invisível até encontrar a coragem para se libertar e ultrapassar a dor, num crescendo emocional marcado pela performance e intensidade da música.

“Contra a Dor” consolida Hugo Lyra como uma das novas vozes da pop portuguesa emocional, combinando vulnerabilidade, imagem cinematográfica e uma forte capacidade de ligação com o público.

“Contra a Dor” reforça Hugo Lyra como a nova voz da pop portuguesa emocional, transformando dor em força e superação.

Hugo Lyra é um cantor e compositor português cuja música nasce da profundidade da experiência pessoal, da vulnerabilidade e da vontade de transformar emoções em conexão. Depois da estreia com “Recomeço”, o artista continua a construir uma identidade marcada pela honestidade emocional, pela intensidade interpretativa e por uma forte componente cinematográfica.

A sua música explora temas como ansiedade, superação, dor emocional e crescimento pessoal, criando um espaço íntimo onde fragilidade e força coexistem. Mais do que apenas canções, os seus lançamentos funcionam como reflexos de processos internos e experiências reais, permitindo ao público identificar-se com as histórias e emoções transmitidas.

Com “Contra a Dor”, Hugo Lyra aprofunda essa linguagem artística, apresentando um lançamento mais intenso, maduro e visualmente ambicioso.Enquanto artista independente, Hugo Lyra continua a construir o seu percurso com foco na autenticidade, na ligação emocional com o público e no desenvolvimento de uma identidade artística sólida dentro do panorama pop naciona

OTOMA-KOBITO EDITAM EP















Depois de apresentarem recentemente o single “OTOMOTO”, os Otoma-kobito revelam agora “Lastro”, o primeiro EP daquele que será o tríptico “Acervo”, projeto que culminará mais tarde na edição de um álbum completo. O lançamento é acompanhado pelo novo single “Milky Way”, aprofundando a linguagem instrumental e coletiva que define o percurso do trio.

Formados por Gonçalo Castro, Jorge Lopes Trigo e Nuno Damião, os Otoma-kobito surgem como um projeto assente na composição, improvisação e construção conjunta, recusando deliberadamente a ideia de liderança individual. Cada músico compõe os seus temas de forma autónoma, trazendo-os para um processo coletivo de montagem que os próprios descrevem como uma espécie de "puzzle musical".

Influenciados por linguagens que atravessam o rock instrumental, o krautrock, o rock progressivo, o punk, o jazz e a música minimalista repetitiva, os três instrumentistas assumem, em simultâneo, os papéis de intérpretes, compositores e arranjadores.

A identidade do projeto nasce também dessa lógica coletiva e fragmentada. O nome Otoma-kobito remete para a expressão utilizada por Haruki Murakami em “Romancista como Vocação”, onde o escritor japonês descreve o surgimento das personagens através da figura dos “anões automáticos” - entidades invisíveis que organizam e desencadeiam o processo criativo. No caso do trio, essa entidade transforma-se quase num quarto elemento, uma presença abstrata que atravessa a composição e a própria dinâmica da banda.

“Lastro” inaugura o conceito de “Acervo”, estrutura desenvolvida ao longo de quase dois anos de composição e ensaios. O projeto será dividido em três EPs de quatro temas cada, posteriormente reunidos num disco final. Cada parte corresponde a um momento distinto da viagem conceptual imaginada pelo grupo: “Lastro” representa a bagagem que se pesa antes da partida; “Atrito” corresponderá à tensão e desgaste do percurso; e “Escopo” surgirá como ponto de chegada e observação final desse movimento.

A gravação foi pensada como extensão direta dessa abordagem. Todos os temas foram registados ao vivo em estúdio, sem overdubs ou pós-produção adicional, privilegiando a captação da relação física e espontânea entre os três músicos. O resultado afirma-se como um objeto profundamente centrado na interação instrumental, na repetição, na tensão rítmica e na construção progressiva de atmosferas.

Nesse contexto surge “Milky Way”, novo single que acompanha a edição de “Lastro” e prolonga o caráter hipnótico e cinematográfico do projeto. A composição desenvolve-se através de padrões repetitivos, dinâmicas de expansão lenta e uma relação constante entre contenção e explosão, aprofundando o cruzamento entre pulsação rítmica, improvisação e textura sonora que marca o universo dos Otoma-kobito.

Os três músicos que compõem o trio acumulam percursos distintos dentro da música portuguesa. Gonçalo Castro, baixista autodidata com atividade desde o final dos anos 80, integrou projetos como AbztraQt Sir Q, nome comum, NOZ, Cochon Noir, Bernardo Devlin e Silêncio para 4, colaborando também regularmente com a coreógrafa Ana Borges. Entre 2000 e 2004 foi ainda diretor artístico do evento itinerante NOMAD.

Na bateria surge Jorge Lopes Trigo, músico ativo desde 1994 em projetos ligados ao pop, rock, funk, improvisação e música experimental, tendo integrado bandas como O Quarto Fantasma e projetos como Fungaguinhos e Al-Jiçç. Paralelamente desenvolve trabalho pedagógico e oficinas dedicadas à percussão e iniciação musical.

Já Nuno Damião iniciou os estudos na Escola do Hot Clube de Portugal em 1998, aprofundando posteriormente formação em guitarra jazz com Alcides Miranda. É principal compositor da banda de etno-fusão Al-Jiçç, projeto com sete discos editados, tendo também colaborado com os Corsage antes de integrar os Otoma-kobito.

Com “Lastro”, os Otoma-kobito inauguram assim um percurso dividido em três capítulos, propondo uma escuta instrumental assente na tensão entre improvisação, composição e repetição, onde a música surge simultaneamente como processo coletivo, viagem conceptual e exercício contínuo de construção.

BASILIO TELES LANÇA EP













Lapa RockStar
é o novo projeto de Basílio Teles e inclui temas como “Missionário” e “Tatiana” e está disponível em todas as plataformas digitais. 

Após duas participações em “Mate Sua Mãe” em 2024, Basílio Teles apresenta-se finalmente com um EP em nome próprio, contando com participações de Isak, Zigarro, Armando Teles e com a produção de Prod Vítor.

As quatro faixas do projeto abordam temas provocantes combinando uma sonoridade dançável com letras impactantes, que fazem jus à identidade SMORRA Records.

Basílio Teles apresenta através de melodias marcantes e um ritmo irreverente, o seu primeiro projeto a solo, abandonando a premissa de que o grupo é um triângulo.


Lapa Rockstar já está disponível em todas as plataformas digitais.

CIGA 239 EM FESTA

 



















Teatrão acolhe o regresso do CIGA Festa 2026 para dois dias de música eletrónica

“CIGA Festa” é um pequeno festival de música eletrónica em Coimbra. Este ano será acolhido pelo Teatrão e apoiado pela Câmara Municipal de Coimbra, a Rádio Universidade de Coimbra e a Casa das Artes Bissaya Barreto. O festival acontece na Sala Grande do Teatrão, entre as 23h00 e as 4h00 dos dias 17 e 18 de julho de 2026.

Além da produção musical, a CIGA tem como missão central a divulgação de música e a parceria com agentes culturais locais para criar eventos alternativos na região. Este pequeno festival de dois dias pretende trazer à cidade artistas nacionais e internacionais, aproximando a música eletrónica alternativa dos seus habitantes.

A divulgação da programação arranca com a confirmação de Lake Haze, músico português com uma carreira distinguida internacionalmente na esfera do electro. Atua na sexta feira, dia 17.

O cartaz completo será divulgado em breve. A par de outros convidados, o alinhamento completa-se com DJs da CIGA239.

RÁDIO MACAU ESGOTAM DATAS NO COLISEU DE LISBOA





















Os Rádio Macau já esgotaram a segunda data anunciada no Coliseu dos Recreios, marcada para 30 de setembro, depois de o concerto inicialmente anunciado para 2 de outubro ter esgotado em apenas 48 horas.

Com Lisboa totalmente esgotada, restam agora os últimos bilhetes disponíveis para o concerto único no Coliseu Porto Ageas, agendado para 15 de outubro.

Depois de mais de uma década de pausa, a banda regressa aos palcos com a formação que consolidou uma das discografias mais singulares da música portuguesa, num reencontro muito aguardado pelo público e que confirma a dimensão intergeracional do seu repertório.

Surgidos no contexto da segunda vaga do pop-rock português, os Rádio Macau afirmaram-se desde cedo como um projeto que cruza a tensão do pós-punk com a sofisticação da new wave e uma forte dimensão literária.

Mais do que acompanhar uma tendência, construíram um território próprio, guiado pela palavra e por uma atmosfera urbana em que guitarras e eletrónica dialogam com a experiência quotidiana de Lisboa e dos seus subúrbios.

A voz de Xana, entre o canto e a declamação, tornou-se um dos timbres mais marcantes da música portuguesa. Ao lado de Flak, na guitarra, de Alex Cortez, no baixo, de Filipe Valentim, nos teclados, e de Samuel Palitos, na bateria, a banda desenvolveu uma arquitetura sonora que conheceu sucessivos momentos de afirmação ao longo das décadas de 80 e 90.

O álbum de estreia, Rádio Macau (1984), apresentou temas como “Bom Dia Lisboa” e “A Noite”, fixando uma escrita marcada pela observação urbana e pela introspeção. O reconhecimento mais alargado chegaria com A Vida Num Só Dia (1985), que expandiu o alcance da banda sem diluir a sua identidade. Seguiram-se discos como Spleen (1986), conceptual e atmosférico, e O Elevador da Glória (1987), que inclui “O Anzol”, um dos seus temas mais populares. Já “Amanhã É Sempre Longe Demais”, de O Rapaz do Trapézio Voador (1989), tornou-se outro marco da música portuguesa.

Ao longo das décadas, os Rádio Macau oscilaram entre momentos de maior visibilidade e fases de reinvenção, explorando linguagens eletrónicas e modelos de produção autónomos. Nunca plenamente integrados no mainstream nem confinados ao underground, ocuparam um lugar intermédio e singular na música portuguesa: o de uma banda que fez da melancolia matéria pop e da literatura canção.

O anúncio da reunião dos Rádio Macau para estes concertos surge, por isso, não como um exercício de nostalgia, mas como um reencontro com um repertório intemporal, que continua a atravessar gerações.

MÃO VERDE AO VIVO EM LISBOA





















Para assinalar o dia da criança, a Mão Verde anuncia a estreia em Lisboa do concerto do seu terceiro disco-livro, no dia 13 de Dezembro, às 17h, no Tivoli BBVA e disponibiliza vídeos de todas as novas canções no seu canal de Youtube.

Depois de encher a Sala Suggia para apresentar o Mão Verde III, a banda de Capicua, Francisca Cortesão, António Serginho e Pedro Geraldes, anuncia o regresso a Lisboa (13 de Dezemebro, Tivoli BBVA), abrindo bilheteira para um concerto que promete contagiar verdes e maduros!

Além desta boa notícia e, como um presente para os verdinhos em pleno Dia da Criança, são hoje disponibilizados, no Youtube da Mão Verde, todos os vídeos Youtube da Mão Verde todos os vídeos das canções deste terceiro álbum, da autoria de Juno, com base nas ilustrações de Bernardo Carvalho (ilustrador do livro), produção de Confederação e direcção criativa de Macedo & Cannatà.

Acrescentam-se assim mais oito vídeos aos três anteriormente publicados (Mazeukeru, Vira do Reviralho e Jacarandás), completando-se o conjunto de conteúdos de vídeo criados para acompanhar as novas canções (quer no palco, quer online), num projeto musical, que além de um livro ilustrado e cheio de conteúdos didáticos, tem esta importante dimensão visual.

Ou seja, com disco, livro e vídeos, estão todos convidados a conhecer e a decorar as canções a tempo de cantar em coro a 13 de Dezembro no Tivoli BBVA em Lisboa!

LISBOA
13 de Dezembro - Teatro Tivoli BBVA - 17h

1ª plateia - €24,70 (€23,00)
2ª plateia - €22,55 (€21,00)
Frisas - €22,55 (€21,00)
1º balcão central - €19,33 (€18,00)
1º balcão lateral - €17,18 (€16,00)
Camarotes - €17,18 (€16,00)
2º balcão central - €17,18 (€16,00)
2º balcão lateral - €13,96 (€13,00)

Bilhetes disponíveis aqui

sexta-feira, 29 de maio de 2026

MANILA COM SINGLE NOVO















Os MANILA apresentam “Tou mal”, o novo single que sucede a “Formigas” e que surge como segundo avanço do álbum de estreia da banda. O tema já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Depois de um primeiro single que explorava a ansiedade através de uma construção pop marcada pela tensão, “Tou mal” desloca o foco para um registo mais noturno e introspectivo, sem abdicar da dimensão rítmica que caracteriza o grupo. A canção afirma-se como um tema funky, assumidamente pop, construído com apontamentos de disco e neo-soul.

A génese do tema parte de um riff funk improvisado, desenvolvido posteriormente num registo em live take, opção que contribui para uma sonoridade retro-moderna, onde grooves de matriz vintage se cruzam com uma produção contemporânea. A música e letra são assinadas pelos MANILA, com produção e mistura de João Sampayo, gravação conduzida por Miguel Peixoto nos Namouche Studios e masterização de Miguel Sá Pessoa.

Liricamente, “Tou mal” habita o espaço da noite. A canção desenvolve-se em torno do desejo de desaparecer sem sair do lugar, de estar presente mas deslocado, invisível por escolha e não por ausência. A narrativa centra-se numa figura que abdica da necessidade de se justificar, fazendo as pazes com o que carrega e encontrando equilíbrio na própria confusão. Nesse processo, constrói uma frequência íntima e reconfortante, onde referências como Jobim ou Rita Lee coexistem com a ideia de liberdade - a possibilidade de simplesmente fazer o que se quiser.

O resultado é uma faixa dançável, marcada por um peso descomplicado que a banda tem vindo a afirmar como parte da sua identidade. “Tou mal”, mas ‘tass bem’ - uma frase que sintetiza o tom ambíguo entre aceitação e descompressão que atravessa o tema.

O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado e editado por Carmo Braga da Costa, vocalista da banda, prolongando visualmente o universo do single.

Formados por Gerard Torres (teclas), Ricardo Pedrosa (baixo), Carmo Braga da Costa (voz), João Serra (guitarra) e Zé Lobo da Costa (bateria), os MANILA têm vindo a construir um percurso no universo do alt pop português, cruzando influências de soul, jazz e R&B com uma escrita direta e emocional. Depois do EP “Domingo à Tarde” e do lançamento de “Formigas”, a banda dá continuidade ao processo de afirmação do seu primeiro longa duração.

Com “Tou mal”, os MANILA aprofundam a sua linguagem, propondo uma escuta que oscila entre a introspeção e o impulso rítmico, num equilíbrio entre presença e fuga, tensão e leveza.

XICO GAIATO EDITA "VOLTAS E VOLTAS"













Xico Gaiato é a persona artística de Francisco Barata, um projeto musical e performativo que nasce da Beira Interior e que assume a urgência de transformar emoções, tensões e observações sobre a vida, em canções e ações de palco provocadoras.

Com uma abordagem que não evita o desconforto nem a estranheza, Xico Gaiato parte das vivências do lugar onde cresceu para criar canções intensas, cruas e frontais, onde a inquietação e o confronto fazem parte da própria linguagem artística. A valorização da Beira Interior e a necessidade de descentralizar o panorama cultural português ocupam um lugar central no projeto.

Em 2025, apresentou-se ao país no Festival da Canção através da livre submissão com o tema “Ai Senhor!”, antecipando o disco de estreia “A Cada Passo Que Dou”, com data de lançamento já marcado para 10 de setembro.

NOVO SINGLE

“Voltas e Voltas” é o novo avanço desse disco e uma das canções mais antigas.

Escrita durante a chegada de Xico a Lisboa para estudar, a canção nasce de um período marcado pela desorientação, pela ausência de referências e pelo confronto com o desconhecido.

Entre labirintos interiores, ciclos que se repetem e a sensação constante de sufoco, “Voltas e Voltas” retrata a dificuldade de encontrar espaço para existir no meio do ruído do quotidiano.

Ao longo do tema, surgem imagens de claustrofobia, desgaste e inquietação que espelham tanto aquilo que observamos à nossa volta como aquilo que carregamos dentro de nós. É uma canção sobre ficar perdido, mas também sobre continuar à procura de saída.

“Voltas e Voltas” marca também a entrada de Xico Gaiato na Omnichord e antecipa os próximos passos de um dos projetos emergentes mais singulares da nova música portuguesa, com novas canções e com concerto marcado para o dia de estreia do disco, no lugar onde tudo começou!

Dia 10 de Setembro, às 21h30 no Fundão