quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

KACTOSLITOS LANÇAM VERSÃO DE "PASTOR" DE MADREDEUS

 



















Kactoslitos apresenta “Pastor 2.0” (Versão) Feat Cadi e Miss Aniana “Pastor 2.0” (Versão) é uma reinterpretação contemporânea e eletrónica do tema original dos Madredeus, apresentada por Kactoslitos com a participação de Cadi e Miss Aniana. Mantendo a essência melódica e emocional da obra, esta versão propõe uma leitura estética moderna, marcada por batidas fortes, texturas eletrónicas e uma atmosfera intensa, alinhada com o universo sonoro característico de Kactoslitos.

 A adaptação mergulha em arranjos atuais, camadas densas e interpretação pessoal, criando um diálogo entre tradição e modernidade. O resultado é uma homenagem respeitosa ao legado dos Madredeus, transportando o tema para um novo contexto artístico — mais ousado, rítmico e contemporâneo.

Sobre Kactoslitos:

Kactoslitos é um projeto musical de World Music, rock alternativo e eletrónica, que combina introspeção e energia catártica. Lito Pedreira aposta numa música que provoca reflexão e emoção, tanto em estúdio como ao vivo.

NOVO DISCO DE MARIANA GUIMARÃES





















Mariana Guimarães é cantora, compositora, autora e criadora multidisciplinar portuguesa. Natural de Lisboa, cresceu entre a linha de Cascais e o mundo, e escolheu o campo como casa há mais de oito anos — um lugar de escuta, enraizamento e criação.

Vinda de uma família de artistas, a arte sempre foi linguagem-mãe. Desde cedo, a escrita, a música e o movimento foram espaços naturais de expressão. Estudou piano clássico dos 3 aos 21 anos, aprofundou piano jazz e improvisação, integrou o coro do St. Julianʼs School em Carcavelos e foi convidada regularmente para solos e apresentações públicas e privadas.

A sua verdadeira escola foi também o corpo vivo da criação contemporânea: cresceu entre o Centro Cultural de Belém e a Culturgest, acompanhando desde criança a programação e a curadoria de Madalena Victorino, experiência que marcou profundamente a sua relação com a arte enquanto espaço de encontro, humanidade e liberdade.

Ao longo do seu percurso, aprofundou dança, performance, teatro e improvisação, sempre com uma abordagem sensível, intuitiva e integrada.

Formou-se em Antropologia, movida por uma paixão profunda pelo ser humano, pelas culturas e por diferentes modos de viver. Durante mais de sete anos trabalhou nas áreas da intervenção social, comunitária e do desenvolvimento humano e pessoal. Foi nesse contexto que a arte deixou de ser apenas ferramenta — para se tornar centro, linguagem e destino.

Desde 2016, Mariana escreve, compõe, canta e dança com e para adultos, jovens e crianças, em aulas, oficinas, concertos e experiências criativas. Nesse mesmo ano, foi cofundadora do projeto musical NÓS VOZ, um projeto de concertos meditativos e interativos de canções originais em português, ao qual se dedicou durante mais de dois anos, fazendo concertos mensalmente. Este projeto abriu-lhe portas para diversas colaborações e convites para criação musical em contextos artísticos, educativos e comunitários.

O seu percurso inclui a facilitação de workshops de criatividade, participação em projetos de criação em tempo real e integração em coletivos artísticos de dança como o Mandala Crew – Co-Creative and Healing Interactions, com performances interativas no International Festival of Art and Construction (Torres Vedras). Atuou também com o músico eslovaco Maok, integrou uma companhia de dança e apresentou-se em diversos espaços culturais, incluindo o Centro Cultural da Malaposta, Palmela e o World Congress of Dance UNESCO, em Atenas.

Em 2018, estreia-se a solo com “Do Mar para a Terraˮ , um espetáculo imersivo de música, dança e poesia, apresentado em Lisboa e no Porto — um marco na sua afirmação artística enquanto criadora integral.

Entre 2019 e 2022, dedicou-se intensamente ao trabalho com crianças em contexto escolar, através da música, do movimento e da expressão criativa. Em paralelo, inicia o seu percurso discográfico com os singles “Boraˮ (2021) e “Casaˮ (2022). Em março de 2023, é convidada pela Câmara Municipal de Sesimbra para apresentar o seu primeiro grande concerto de originais com banda, no Cineteatro João Mota. Durante cerca de um ano, canta também regularmente no emblemático Duetos da Sé, em Alfama.

O seu álbum de estreia, “Alguém me leveˮ, lançado em outubro de 2023 (formato digital e físico), é
uma viagem às entranhas da alma humana — um atravessamento sensível entre sonho, memória e desejo. Com influências que atravessam a pop, o fado, a música tradicional portuguesa e a músic do mundo, o disco convida à escuta profunda, à gratidão e à celebração da vida.

O álbum foi apresentado na Casa da Música (Porto), em várias FNACs e no Teatro Ibérico (Lisboa), tendo recebido forte acolhimento mediático, com destaque na Antena 1, tendo sido apresentado no programa Uma noite em forma de assim com Jorge Afonso, na RDP Internacional, no programa Passado ao Presente com João Carlos Callixto numa conversa com o João, a Mariana e Mafalda Veiga, Foi também apresentado na RTP 1, no programa A Nossa Tarde. Mariana foi também convidada a apresentá-lo em formato de sessões conversadas e cantadas e formativas na Biblioteca Operária Oeirense e na Biblioteca Municipal de Palmela.

Em 2024, Mariana dedicou-se ao processo criativo do seu segundo álbum, mantendo concertos, colaborações e participações em festivais e eventos privados. Destaca-se a sua participação no espetáculo “Lavrar o Mar – E se fizéssemos tudo outra vezˮ, de Madalena Victorino e Giacomo Scalisi, apresentado em Aljezur e Odeceixe. Paralelamente, continuou a facilitar mentorias e oficinas criativas de música, voz, dança, movimento e escrita para diferentes idades. Em março de 2025 inicia a viagem de lançamento do seu segundo álbum, distribuído digitalmente pela Mermaids & Albatrosses, num formato vivo e progressivo: um single por mês até ao lançamento integral em Março 2026. Este novo trabalho marca uma fase de transformação, empoderamento e maturidade artística, explorando novas sonoridades e quebrando fronteiras estéticas e narrativas.

As canções de Mariana continuam a partir de uma profunda sinceridade que ultrapassa a autobiografia, tocando experiências universais e abrindo espaço à transformação de quem escuta. O projeto está a ser partilhado de forma íntima nas redes, nos media, em ações de rua, envolvendo a comunidade e com todos os singles acompanhados por videoclipe.

O tema “Quarta-feiraˮ, lançado em abril, tornou-se rapidamente um fenómeno orgânico, com pessoas de todas as idades a dançar, cantar e partilhar vídeos. Mariana levou a música para a rua, para os Santos Populares, para os encontros espontâneos, com o desejo claro de pôr Portugal a dançar — lembrando que todos os dias carregamos em nós o poder de criar dias lindos. Em Junho foi de novo ao programa A Nossa Tarde na RTP, desta vez para cantar este tema ao vivo.

O novo álbum de Mariana Guimarães estreia-se primeiro ao vivo — num acontecimento único no dia 12 de março. Só depois chega às plataformas digitais, a 26 de março.

FRANCISCO FONTES ANUNCIA NOVO DISCO E PARTICIPA NO FESTIVAL DA CANÇÃO





















Francisco Fontes, cantautor da Nazaré que se prepara para subir ao palco do Festival da Canção, anuncia o novo disco Capotar, que será editado a 2 de abril.

Capotar é o nome do segundo longa-duração na ainda curta carreira de Francisco Fontes, músico que em 2023 se apresentou ao mundo com o disco de estreia Cosmopolita. Sempre tão observador quanto atento ao que o rodeia, promete um novo álbum íntimo, delicado e com uma identidade sonora e lírica muito própria.

O primeiro concerto de Capotar, a editar com o selo da louva-a-deus, acontece a 9 de abril no Rés do Chão da Casa Capitão, em Lisboa, e os bilhetes já estão disponíveis. Este será o espetáculo de apresentação ao vivo do novo disco e o primeiro de uma digressão nacional com mais datas a anunciar em breve.

No concerto de lançamento, Francisco Fontes apresenta-se em formato banda, com Miguel Marôco (teclas), Pedro Branco (guitarra elétrica), Tomás Simões (baixo) e João Carriço (bateria).

Antes de subir ao palco da Casa Capitão, há ainda a passagem pelo Festival da Canção da RTP com a canção “Copiloto”. É já este sábado, dia 28 de fevereiro, a partir das 21H00, na segunda semifinal do certame.

Sobre a canção que leva a participação, Francisco Fontes diz-nos que “Copiloto” é uma canção simples e de mensagem simples: “Fala sobre companheirismo, sobre a construção de confiança e apreço pelo outro.”

Com uma sonoridade leve, despreocupada e desempoeirada, “Copiloto” transporta-nos para temperaturas veranis, estradas sem fim e viagens de carro com os amigos. É uma canção precisamente sobre memórias, a criação de amizades e os micro-gestos associados a ela, captados pelo olhar preocupado e a poesia subtil de Francisco Fontes na sua letra. 

GONÇALO SANTOS COM NOVO SINGLE

 



















O novo single de Gonçalo Santos, "Aguarela", está a traçar um caminho sólido na rádio nacional. Com airplay já confirmado em dezenas de estações, a faixa confirma o talento deste cantautor de Amarante em criar canções que são, acima de tudo, diálogos honestos com quem as ouve.

Comprovando a sua capacidade de criar uma ligação imediata e transversal com o público, "Aguarela" integra atualmente a banda sonora original da série da TVI, "Amor à Prova".

Mais do que um tema pop, esta canção mergulha na essência das relações, o amor sem pressa e a força dos pequenos gestos. Pela interpretação próxima e voz autêntica de Gonçalo Santos.

BIRDS ARE INDIE ESTÃO DE REGRESSO



 











“Not Today” é o novo single do trio de Coimbra cheio de tensão, pulsação e confronto interior.

Os Birds Are Indie regressam com “Not Today”, o primeiro avanço para o 7.º trabalho de originais, The Stone of Madness, que tem edição marcada para 27 de Março.

Depois da direcção sonora mais sintética e consciente do tempo em que vivemos inaugurada em Ones & Zeros, este novo longa duração reforça esse pulso. Se em 2023, o foco era dado ao colectivo, ao mundo e às suas fracturas, este novo trabalho desloca o foco para o interior, mais propriamente, para os mecanismos mentais, as recorrências, as tensões invisíveis que atravessam cada indivíduo.

É na repetição e contenção interiores que nasce "Not Today", que traduz a sensação de adiamento constante, tão própria da contemporaneidade. Algo que está prestes a acontecer mas não hoje.

A interpretação vocal de Joana Corker, amadurecida em palco antes de ser fixada em estúdio, transporta para a gravação uma intensidade física que amplifica o sentimento de frustração e claustrofobia mental presente na letra.

O videoclipe de “Not Today” surge, não apenas como uma ilustração da canção, mas como parte integrante de um tríptico visual pensado como extensão conceptual do álbum.

Com The Stone of Madness, os Birds Are Indie aprofundam a identidade autoral que têm vindo a desenvolver, mantendo o controlo criativo sobre música, imagem e narrativa.

NOT TODAY é o primeiro avanço do que promete ser um novo capítulo na discografia dos Birds Are Indie. 

O novo álbum The Stone of Madness começa a ser apresentado ao vivo a partir de 26 de Março, com datas já confirmadas em várias cidades do paí.^

TOUR THE STONE OF MADNESS

26 MAR / PORTO / Maus Hábitos
27 MAR / GUIMARÃES / CAAA
28 MAR / BRAGA / RUM by Mavy
16 ABR / LISBOA / BOTA
17 ABR / BARREIRO / Sala 6
18 ABR / COIMBRA / Salão Brazil
23 MAI / SABUGAL / Auditório Municipal
05 JUN / ÉVORA / Armazém 8
20 JUN / CASTELO BRANCO / Café com Leite

APÓS DUAS NOITES ESGOTADAS NA MEO ARENA OS QUATRO E MEIA ANUNCIAM BILHETES JÁ À VENDA PARA A DIGRESSÃO "INTERIOR"

 




















Os Quatro e Meia colocam hoje à venda os bilhetes para a digressão acústica “Interior”, anunciada nas duas noites esgotadas na MEO Arena. A digressão vai passar por dez cidades de norte a sul do país, e leva a banda de Coimbra de regresso a salas mais íntimas ao longo dos próximos meses. Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais.

O anúncio foi feito em palco, perante uma MEO Arena rendida, e a reação foi imediata. Nos dias seguintes, multiplicaram-se as mensagens, os pedidos de informação e a expectativa em torno da abertura de vendas. A digressão irá passar por Santa Maria da Feira, Viana do Castelo, Guimarães, Sintra, Elvas, Açores, Caldas da Rainha, Coimbra, Faro e Póvoa do Varzim.

“Os Quatro e Meia nasceram na sala de casa. As influências eram tradicionais, acústicas e as primeiras músicas foram beber dessas sonoridades. As canções foram surgindo, as ideias somando e os próprios instrumentos foram sendo alterados, procurando acompanhar a evolução na produção da própria banda. No entanto, Os Quatro e Meia nunca perderam a sua forma de criar música, mantendo sempre uma essência que reporta aos primeiros passos do grupo. Treze anos volvidos desde o primeiro concerto e uma década após o lançamento do álbum que marcou precisamente a primeira fase da banda, Os Quatro e Meia regressam ao ambiente onde tudo começou: salas fechadas, músicas minimalistas e proximidade entre público e banda.” partilham Os Quatro e Meia.

Nesta digressão, a banda revisita temas dos discos “Pontos nos Is” e “O Tempo Vai Esperar”, bem como canções mais recentes que têm conquistado as rádios, num alinhamento pensado para ser vivido com proximidade e partilha.

As duas noites na MEO Arena marcaram, ainda assim, um momento maior na história da banda. Com mais de 25 mil pessoas e uma ovação de pé a meio da noite, ficou claro que vivem um dos capítulos mais sólidos da sua trajetória. Foram concertos de celebração coletiva, emoção e cumplicidade, onde cada refrão foi devolvido em coro por uma plateia que já fez destas canções parte da sua vida.

Depois de conquistarem as maiores salas do país e de construírem um percurso consistente ao longo de mais de uma década, Os Quatro e Meia reafirmam a sua identidade: uma banda que cresce sem perder o centro. Se a MEO Arena foi a prova de dimensão, “Interior” é a confirmação de que continuam a saber exatamente onde pertencem, junto das pessoas.

DIGRESSÃO "INTERIOR"

06 de novembro 2026 — Europarque, Santa Maria da Feira
13 de novembro 2026 — Centro Cultural de Viana do Castelo
14 de novembro 2026 — Multiusos de Guimarães
18 de dezembro 2026 — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra
19 de dezembro 2026 — Coliseu de Elvas
16 de janeiro 2027 — Coliseu Micaelense, Açores
23 de janeiro 2027 — Centro Cultural de Caldas da Rainha
30 de janeiro 2027 — Convento de São Francisco, Coimbra
06 de fevereiro 2027 — Teatro das Figuras, Faro
13 de fevereiro 2027 — Arena de Póvoa de Varzim

JOANA MACHADO COM NOVO SINGLE AMANHÂ





















"Joana Machado apresenta-nos uma proposta musical esteticamente diferente, numa produção de excelência pensada em parceria com Rodrigo Correia e com um grupo de músicos com a capacidade de elevação necessária para este mesmo plano. Música, arranjos e letras pensadas com bom gosto e sem perderem uma musicalidade acessível e tão necessária. É claramente um dos projectos mais interessantes a sair neste ano de 2026." — João Barradas, músico acordeonista e compositor

“Distance” assinala o regresso da cantora e compositora às gravações em nome próprio, dez anos depois do seu último trabalho autoral. Num registo íntimo e confessional, a canção aborda um amor ainda impossível de ser vivido — uma separação que convoca memória, destino partilhado e a esperança de um reencontro futuro.

Com uma abordagem harmonicamente sofisticada e ritmicamente subtil, o tema revela influências que vão de Erykah Badu a Robert Glasper, sem esquecer a dimensão atmosférica e sensível associada ao universo de Kate Bush. Pensada para uma escuta atenta, a canção desenvolve-se com groove, subtileza e espaço para respirar, privilegiando a verdade interpretativa, o silêncio e a cumplicidade musical.

“Distance” foi masterizado por Nelson Carvalho e conta com a participação de Chico Santos (bateria) e Lana Gasparotti (teclados). Joana Machado assina música e letra, partilhando a produção do álbum com Rodrigo Correia, que contribui igualmente na guitarra e no baixo. A produção respeita a dinâmica natural da canção e coloca a voz como elemento central.

Com 20 anos de carreira e cinco álbuns editados, Joana Machado continua a expandir o seu léxico musical. Se o jazz permanece como ponto de partida, é nas influências da música negra norte-americana — da soul e do R&B à eletrónica — que encontra novos desafios e possibilidades sonoras. Reconhecida como uma das vozes mais originais e sofisticadas da música portuguesa, faz da sua criação um espaço de liberdade onde convergem múltiplas influências.

Paralelamente ao seu regresso a solo, mantém-se ativa com o projeto “Elas e o Jazz” e prepara-se para revelar em breve mais música da sua autoria com o seu trio de vozes.

Com “Distance”, Joana Machado afirma-se como a artista que é hoje — madura, inquieta e profundamente ligada à canção. Este primeiro avanço é um convite à escuta, ao encontro e ao tempo partilhado.

O single estará disponível em edição de autor, em todas as plataformas digitais, a partir de 27 de fevereiro de 2026.

GUI ALY LANÇA NOVO SINGLE "BACK AGAIN"





















Créditos: XZ

O artista português Gui Aly lança hoje “Back Again”, o mais recente single que integra o seu segundo álbum de originais, com edição prevista até à primavera. O tema, já apresentado ao vivo perante salas esgotadas, Hard Club, no Porto, e do LAV – Lisboa Ao Vivo, onde abriu os concertos de Miles Kane, reforça a maturidade emocional e artística que o músico tem vindo a consolidar.

Gui Aly conquistou recentemente o público de Miles Kane em dois espetáculos de registo mais intimista. Foi nestes concertos que “Back Again” ganhou vida pela primeira vez, antecipando a receção calorosa que agora se estende ao lançamento oficial.

“‘Back Again’ fala sobre o momento em que aquele verdadeiro amor nos atinge, mostrando a vontade de dar o passo de nos abrirmos emocionalmente para a pessoa certa. Naquele exato momento sentimos o poder de curar todo o mal que a outra pessoa possa ter, prometendo um futuro melhor, longe da dor, ao mesmo tempo que reconhecemos que podemos melhorar enquanto pessoa. Os versos focam-se exatamente nisso, enquanto o refrão traz à canção todas as qualidades da pessoa e aquilo que ela nos faz sentir. É uma carta de amor com promessas de o fazer durar e melhorar ambas as partes.”, partilha Gui Aly.

“Back Again” junta‑se aos restantes temas já revelados deste novo capítulo, entre eles “Greyness”, “Are You Better”, “Ruin You” e “November”, que têm reforçado a presença do artista na rádio e aprofundado a relação com os fãs. O novo single destaca-se pela vulnerabilidade, pela intenção e pela construção de um refrão marcante, elementos que já definem a identidade sonora de Gui Aly.

Com uma das vozes mais promissoras da Pop nacional, Gui Aly tem vindo a afirmar um percurso singular na música portuguesa. Vencedor do EDP Live Bands, destacou-se rapidamente em palcos como o NOS Alive, MEO Kalorama e Mad Cool Festival, em Madrid. O seu álbum de estreia, White Walls (2022), valeu-lhe elogios da crítica e o reconhecimento de artistas internacionais como Noah Kahan e Alec Benjamin. Agora, em 2026, o músico prepara o lançamento do seu segundo disco, que trará também novas datas próprias ao vivo, onde estas canções ganharão uma dimensão renovada.

NOVO SINGLE DE RUI LUÍS A 27 DE FEVEREIRO





















Sobre "Atordoado"
 Uma canção sobre prisão e transcendência

O novo single de Rui Luís é um desabafo íntimo sobre as prisões que vivemos, muitas vezes sem alternativa. Sobre a busca incessante de saber mais, aprender, evoluir — para descobrir que são apenas mais conceitos empilhados numa construção que quer ruir. E sobre o momento em que tudo se torna demasiado.

A canção mergulha no "poço de Ser" — a base da existência, no fundo, porque dói chegar lá. Entre versos que oscilam entre a fragilidade e a entrega, Rui Luís questiona os papéis herdados, a passagem do tempo e o peso da identidade, enquanto procura no amor um refúgio que transforme o adeus em permanência. "Queria ser mais do que um filho e um pai / De um amor que veio do fundo de mim / Queria estar longe do fim."

O arranjo é íntimo e orgânico, construído à guitarra, com texturas subtis de piano, voz e percussão contida — todos os instrumentos interpretados pelo próprio artista. O resultado é um universo sonoro despojado, onde cada som tem espaço para respirar e cada palavra carrega o peso que lhe pertence.

Rui Luís descreve este trabalho como um marco importante na sua jornada artística e convida o público a mergulhar neste universo sonoro único, onde a música encontra significado e transcendência

​​Créditos:​

Música e Letra — Rui Luís
Mistura — João Martins
Masterização — Rui Dias
Arte da Capa — Sara Rocha Silva
Dança — Rita Serra
Vídeo — Rui Luís e Rita Serra

Sobre o Autor 

​Rui Luís é um viajante de realidades. Cantautor e multi-instrumentista almadense, nascido em 1990, conduz-nos por paisagens sonoras onde o amor, a perda e a esperança se fundem com reflexões metafísicas e um tom quase profético. As suas letras carregam camadas de significado encriptado, entregues com uma genuinidade que desarma.

O percurso começou com o projeto Ângulos Mortos, seguido de uma passagem transformadora pela Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, onde estudou piano e voz. Foi ali que nasceu a decisão de criar um universo artístico inteiramente seu.

Desde então, o caminho tem sido fértil: os álbuns Retro Expectativa (2020), Amor Alado (2022) e Ilusão (2024), a participação nas Provas Cegas do The Voice Portugal com uma interpretação memorável de "Autumn Leaves", a colaboração com Soraya Moon em Silêncio de Entender, e o EP infantil Abraçar — prova de que a sua música não conhece fronteiras de idade nem de género.

m fevereiro de 2025, Rui regressa com "Atordoado", o primeiro single de um novo álbum em preparação — um desabafo íntimo que confirma a sua voz como uma das mais autênticas e poeticamente profundas da música portuguesa contemporâ

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

GISELA JOÃO EM DIGRESSÃO EUROPEIA















Foto por Manuel Abelho

A digressão europeia de Gisela João já começou e arrancou em Paris, ontem, dia 24 de fevereiro, com o Le New Morning a receber uma sala praticamente cheia, confirmando a ligação crescente da artista ao público internacional.

Depois da estreia em França, Gisela João segue para o Muziekgebouw Eindhoven (25 de fevereiro) e prepara-se para atuar na De Nieuwe Kerk, em Haia (27 de fevereiro), e no Jazz Cafe, em Londres (28 de fevereiro), onde se encontram disponíveis os últimos bilhetes.

Esta sequência de quatro concertos consecutivos marca o início de uma nova etapa no percurso internacional da artista, consolidando a sua presença em salas de referência no circuito europeu e reforçando o diálogo entre o fado contemporâneo e novos públicos fora de Portugal.

A esta rota juntam-se agora duas importantes confirmações internacionais. No dia 29 de maio, Gisela João atua no Druga Godba Festival, em Ljubljana, um dos mais relevantes festivais europeus dedicados à música do mundo e à criação contemporânea.

Em julho, a artista integra o cartaz do WOMAD Festival, que decorre entre 23 e 26 de julho no Reino Unido. Fundado por Peter Gabriel, o WOMAD é uma das mais prestigiadas plataformas internacionais dedicadas à diversidade cultural e à circulação global de artistas, reunindo anualmente músicos de vários continentes num dos encontros mais relevantes da música do mundo. A presença de Gisela João neste contexto reforça o reconhecimento internacional do seu trabalho e a sua integração num circuito global de referência.

Num momento de intensa vitalidade criativa, Gisela João continua a afirmar-se como uma das vozes portuguesas com maior projeção internacional, levando aos palcos europeus um repertório que cruza tradição e contemporaneidade, intensidade interpretativa e liberdade artística.

BILHETES DIGRESSÃO INTERNACIONAL

XIKO RODRIGUES LANÇA DISCO















Novo álbum chega a 27 de fevereiro – apenas no Bandcamp - e 21 de março em todas as plataformas digitais

Depois da forte receção ao álbum de estreia Bode Expiatório (2021), Xiko Rodrigues regressa com um novo trabalho de originais. Memória de Elefante é um disco que afirma a música como território de encontro, identidade e memória coletiva.
 

Projeto do músico multi-instrumentista e compositor Francisco Rodrigues Amorim (1982), nascido em França, Xiko Rodrigues nasce da necessidade de transformar vivências, relações e experiências culturais em criação artística.

Com formação em guitarra clássica e trombone, estudou na Escola de Música Leal da Câmara, na filarmónica Os Aliados (S. Pedro de Sintra) e no Hot Clube de Portugal, construindo ao longo dos anos um percurso sólido e versátil. Colaborou com diversas bandas e participou na gravação de álbuns de projetos relevantes da cena alternativa portuguesa.

Em Memória de Elefante, o artista aprofunda um universo sonoro híbrido que cruza música popular, jazz, afrobeat, funk, hip-hop, reggae e ska. O título funciona como metáfora para o papel da arte enquanto guardiã da memória — individual e coletiva — reforçando a ideia de que nenhuma história é construída isoladamente.

Editado com o apoio da GDA, este novo trabalho assume-se como um projeto profundamente colaborativo, reunindo artistas de diferentes origens culturais. Entre cruzamentos improváveis — da tradição balcânica aos ritmos africanos, passando pela expressão urbana contemporânea — o álbum constrói um mosaico sonoro que reflete a diversidade do presente.

Mais do que um conjunto de canções, Memória de Elefante propõe-se como um espaço de diálogo intercultural e liberdade criativa, afirmando valores como inclusão, democracia e direitos humanos.

O álbum fica disponível a 27 de fevereiro em exclusivo no Bandcamp e a 21 de março em todas as plataformas digitais

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ASTRA VAGA DOCUMENTAM PROCESSO DE CRIAÇÃO DO DISCO DE ESTREIA

 














Depois da estreia com o disco Unção Honrosa, o músico e produtor Pedro Ledo, à frente do projecto de pop alternativo Astra Vaga, apresenta o videoclip de Ninguém me vê. O lançamento assume a forma de um mini-documentário que acompanha de perto o nascimento do projecto — desde a composição e gravação das canções aos ensaios da banda e concertos realizados em várias cidades de Portugal. Com estética analógica, o vídeo percorre também todas as casas onde o artista viveu enquanto escrevia o álbum, reunindo imagens de bastidores e das pessoas que estiveram ao seu lado ao longo deste percurso. Assista ao videoclip aqui e oiça o disco completo aqui.

“Neste mini-documentário consigo mostrar de forma verdadeira todo o processo de criação do meu disco. O processo nunca é tão linear como se imagina, especialmente porque fui mudando de casa ao longo do tempo e tive sempre que construir novamente um espaço para trabalhar. Também dá para entender que nada se faz sozinho e só com uma equipe de amigos conseguimos fazer coisas grandes, sozinhos não vamos longe. A música ‘Ninguém me vê’ foi escolhida para este vídeo especificamente porque ela retrata exatamente as frustrações de quem está a conceber algo criativo do zero, com a vontade constante de desistir e a pensar várias vezes ao longo do processo se afinal tudo isto valerá a pena. A única resposta que encontrei até hoje para esta pergunta é que não conheço outro jeito de viver a não ser através da expressão artística, por isso, não o fazer, seria deixar de existir”, partilha o artista.

O projecto Astra Vaga surgiu em 2025, quando Pedro Ledo — músico conhecido por integrar os projectos The Miami Flu e Lululemon — decidiu assumir integralmente a sua criação artística. Produzido pelo próprio artista e editado pelo selo Saliva Diva, o álbum cruza dream pop, pós-punk e pop alternativo, abordando temas como depressão, saudade, desencanto amoroso e reconciliação com o passado. Em simultâneo com o lançamento do álbum, em janeiro, o artista apresentou também o videoclip de Nada a Meu Favor, principal single do disco.​

OIÇA O DISCO AQUI

ZECA MEDEIROS | CASA DA MÚSICA





















Beatriz Pessoa. Créditos: Daniel Mota

Beatriz Pessoa, cantora e compositora lisboeta, continua a desvendar canções de Muito Mais, uma edição a chegar a 27 de março 2026 com o selo Cuca Monga. “Ai Quem Me Dera” feat Femme Falafel é o novo single.

Depois da edição de PRAZER PRAZER em 2023, Beatriz Pessoa continua a trilhar o caminho para um novo longa-duração. Em abril de 2025 lançou o duplo single “Pó de Palco” e “A Pique, C’est Chique”, em setembro o viciante “9,99€” e agora apresenta esta colaboração com uma das artistas do momento na música alternativa portuguesa, Femme Falafel.

Sobre a inspiração por detrás deste novo single, Beatriz Pessoa refere, "a «Ai Quem Me Dera» vem como um desabafo quase auto-critico, sempre divertido, sobre este vício em sermos os outros, sobre o tempo que perdemos em frustrações fúteis, em desculpas descontroladas e culpas sobre-naturais. Uma viagem por várias referências musicais que passam pelo Trap, música cubana, ópera e pop e que conta com a super participação da Femme Falafel, que nos deixa sempre mais prósperas e empoderadas".

A canção vem acompanhada por um videoclipe realizado por Daniel Mota e já está disponível em todas as plataformas digitais.

Muito Mais começará a ser apresentado ao vivo já a partir de abril, num concerto na Casa Capitão em Lisboa no dia 11. Este será o primeiro concerto de apresentação do novo disco, com uma digressão nacional durante 2026 com datas por anunciar em breve.

Os bilhetes para a data na Casa Capitão estão já disponíveis aqui.

Sobre Beatriz Pessoa:

Espontaneidade e uma leve excentricidade são características intrínsecas da sonoridade de Beatriz Pessoa. Com letras divertidas que ficam coladas ao nosso ouvido e a mistura entre o pop e o jazz, vertente musical em que se formou, Beatriz Pessoa traz uma lufada de ar fresco para o panorama da música nacional.

Os grandes palcos do país já lhe são familiares: NOS ALIVE, EDP CoolJazz e MEO Marés Vivas são apenas alguns onde atuou. Em 2023, lança Prazer Prazer, um álbum produzido por Marcelo Camelo, músico, compositor e orquestrador, cuja obra discográfica foi bem recebida pela imprensa e crítica nacionais e internacionais.

Os planos futuros começam a desdobrar-se no lançamento do seu próximo álbum, Muito Mais, com o adiantamento de singles como Pó de Palco, A Pique C’est Chique, 9.99€ e Ai Quem Me Dera, que iniciam uma nova jornada na carreira de Beatriz Pessoa e a consolidam como uma das artistas mais polivalentes da atualidade.

ZECA MEDEIROS NA CASA DA MÚSICA





















Zeca Medeiros apresenta-se na Casa da Música, do Porto, dia 23 de Abril, para um concerto especial de celebração da Liberdade. “Abril” é um espetáculo que assinala o 25 de abril, data particularmente significativa para Zeca Medeiros – artista que sempre atribuiu grande importância à liberdade, à democracia e à esperança. Do repertório fazem parte temas que dialogam e homenageiam figuras maiores da música de intervenção, como "O Cantador" – que dedica a José Afonso.

Músico, compositor, ator e realizador, Zeca Medeiros tem o seu nome inscrito na história da cultura portuguesa. Criador de universos poéticos singulares, é também um dos mais relevantes embaixadores da cultura açoriana contemporânea, integrando na sua escrita e na sua música o imaginário do Atlântico, das ilhas e das viagens.

Autor das bandas sonoras de séries emblemáticas como "Mau Tempo no Canal", "Xailes Negros" e "Gente Feliz com Lágrimas", construiu um percurso artístico onde a palavra, a melodia e a narrativa caminham lado a lado. O seu cancioneiro cruza canção de autor, tradição popular, referências literárias e um olhar atento sobre a história e a identidade coletiva.

Ao vivo, Zeca Medeiros vai percorrer diferentes momentos da sua obra, reunindo canções mais recentes e temas incontornáveis, ao lado de Filipa Pais (voz) – convidada especial, e dos músicos Jorge A. Silva (piano), Gil Alves (sopros e percussão) e Rogério Cardoso Pires (guitarra).

Os bilhetes para o concerto estão à venda nos locais habituais e on-line.

ZECA MEDEIROS | CASA DA MÚSICA

HERLANDER EDITA A MIXTAPE "CÁRIE" NO DIA 06 DE MARÇO

 



















Já há data marcada para o lançamento da tão aguardada mixtape de HERLANDER. “CÁRIE”, o próximo trabalho de estúdio do artista português, é editado já no dia 6 de março. HERLANDER tem vindo a desvendar este seu próximo trabalho, com os singles “deixa-me em paz”, “vertigens” e “vai bem.”, e deixa ainda algumas surpresas antes deste lançamento.

O artista sobe também ao palco da Casa Capitão, no dia 18 de abril, para o concerto de apresentação de “CÁRIE”. Será a primeira vez que o universo da mixtape é mostrado ao vivo, antecipando aquele que é o projeto mais pessoal do músico até à data.

Os três singles já conhecidos funcionam como antecipação de um universo mais amplo, agora assumido por completo. O título parte de uma metáfora direta: a "CÁRIE" como a falha que quebra a uniformidade. Ao longo do seu crescimento, HERLANDER habituou-se a ocupar esse lugar, entre referências culturais distintas, heranças familiares e expectativas muitas vezes contraditórias. Em vez de suavizar essa tensão, assume-a como identidade.

Filho de um músico que nunca teve oportunidade de gravar um disco, HERLANDER carrega também neste projeto uma dimensão geracional. “CÁRIE” é um gesto de reconciliação com as suas raízes e uma celebração de uma identidade híbrida que durante anos pareceu difícil de encaixar.

Natural do Seixal, Herlander, em 2018 criou o seu primeiro EP, experimental, em Londres onde viveu, e desde então tem explorado novas formas de cruzar som, performance e identidade. Compositor para teatro e instalações, tem vindo a colaborar com diversos artistas, como Ana Moura, Extrazen, Odete, e a afirmar-se como uma figura essencial na vanguarda da música portuguesa. Em 2025 atuou no NOS ALIVE, no Palco Coreto.

Com esta mixtape, HERLANDER continua a afirmar-se como uma das vozes mais sensíveis e inovadoras da nova música portuguesa, capaz de trasnformar honestidade emocional num gesto artístico.

BATEU MATOU NA CASA CAPITÃO

 



















Depois do sucesso da primeira edição de “O Nosso Baile”, os Bateu Matou anunciaram a data da segunda edição: no dia 29 de Março a Casa Capitão voltará a encher-se de pessoas com vontade de dançar, cantar e de fazer parte de uma experiência colectiva de união. Os bilhetes encontram-se à venda.

Se no primeiro baile os presentes se deliciaram com o sarapatel da Tia Flávia, nesta nova edição terão a oportunidade de provar a cachupa da Tia Lucena. À semelhança do passado domingo haverá um dj set durante a tarde, aquecendo o público para o concerto Bateu Matou no Chão.

“O Nosso Baile” é a residência mensal de Bateu Matou na Casa Capitão, que num domingo por mês convida para um almoço e uma tarde de atividades em torno da ideia original e agregadora do baile. Além das canções clássicas da banda, também o “EP 1” lançado em Janeiro tem destaque no concerto.

Os bilhetes para a segunda edição do Baile podem ser adquiridos na Dice com o valor de 19,50€, estando também disponíveis bilhetes para crianças (dos 6 aos 12 anos) por 5,50€.

O NOSSO BAILE
29 de Março - Casa Capitão
12h (concerto às 16h)
Adulto 19,50€ | Criança 5,50€
Bilhetes disponíveis aqui

RITA ONOFRE APRESENTA "VAI E VOLTA": A CORAGEM DE OLHAR PARA DENTRO





















Fotografia promocional Rita Onofre por Lucas Coelho

“vai e volta” é o terceiro single do aguardado álbum "BRUTA”, com produção de NED FLANGER e vídeo filmado em Berlim.

Após o impacto de "Sinto-te tão" e "crescer", Rita Onofre revela "vai e volta", o novo single que antecipa o lançamento do seu segundo álbum de longa-duração, BRUTA (editado a 18 de março).

"vai e volta" é um mergulho profundo na psique humana, uma canção nascida de um exercício introspectivo de visualização do subconsciente. Mais do que uma reflexão, o tema é uma declaração de intenções: a vontade firme de ser aprendiz da própria mente, superando desafios internos para alcançar o autoconhecimento absoluto. A música une, de forma crua, a espiritualidade aos desafios da rotina diária.
"Quero aprender a lidar, quero aprender a superar e quero tornar-me a maior conhecedora de mim mesma." – Rita Onofre


Para traduzir esta dualidade entre caos e reorganização, Rita confiou a produção a NED FLANGER (António Souto). O resultado é uma sonoridade densa, que cria um ambiente de força magnética, sublinhando a intensidade vocal de Onofre.

O lançamento é acompanhado por um vídeo oficial realizado pela dupla Lucas Coelho e Billy Verdasca, filmado nas ruas de Berlim. Com direção de arte focada numa estética crua e urbana, o vídeo conta com maquilhagem, styling e apoio à produção de Débora Oliveira, e produção executiva de Ana Borges.

"vai e volta" é mais um capítulo essencial na narrativa de BRUTA, um álbum que promete desafiar convenções e estabelecer uma nova era na carreira da artista.

Recentemente foi anunciada a digressão LIVRE x BRUTA, um conjunto de datas em colaboração com Alex D'Alva de apresentação do EP LIVRE e o próximo LP de Onofre, BRUTA. Esta tour passa por cidades como Lisboa, Coimbra, Porto, Chaves, Leiria e Évora, já a partir de 26 de março.

BRUTA conta com apoio GDA e SPA.

BILHETES LIVRE X BRUTA JÁ DISPONÍVEIS:

26 MAR - LUX FRÁGIL, LISBOA. AQUI
27 MAR - SALÃO BRAZIL, COIMBRA. AQUI
03 ABR - MAUS HÁBITOS, PORTO. AQUI
04 ABR - INDIEROR, CHAVES. AQUI
10 ABR - TEXAS CLUB, LEIRIA. AQUI
11 ABR - SHE, ÉVORA. AQUI

JAZZ AO CENTRO CLUB /SALÃO BRAZIL INAUGURA NOVO MODELO DE APOIO À CRIAÇÃO





















Projeto idealizado por Luís Figueiredo e pela JACC arranca no dia 3 de março e afirma-se como um dos mais relevantes da JACC no que diz respeito ao apoio à criação, reunindo cinco músicos de referência do jazz para um ciclo de sessões em duo que culminará numa residência artística e num concerto nos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra 2026.

Arranca no próximo dia 3 de março um dos projetos mais relevantes da JACC (Jazz ao

Centro Clube) no que diz respeito ao apoio à criação artística. Embryo, concebido pelo pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo, inaugura um modelo que se espera ter continuidade no futuro próximo, reforçando o compromisso da JACC com processos criativos sustentados e colaborativos.

O projeto propõe um formato inovador: ao longo de cinco sessões, sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês, às 21h30, Luís Figueiredo convida cinco músicos de excelência da área do jazz para encontros em formato duo. Cada sessão constitui um momento de exploração íntima e partilha criativa, servindo de base para uma residência artística em sexteto, a realizar no último semestre do ano, que reunirá todos os intervenientes para aprofundar e trabalhar coletivamente as ideias desenvolvidas.

A primeira sessão realiza-se a 3 de março, com o saxofonista britânico Andy Sheppard, numa apresentação inserida na XXVIII Semana Cultural da Universidade de Coimbra. Segue-se, a 7 de abril, o trompetista João Pedro Dias; a 5 de maio, a harpista Angélica V. Salvi; a 2 de junho, o contrabaixista norte-americano Michael Formanek; e, a 7 de julho, o baterista Diogo Alexandre. O resultado final do projeto será apresentado em concerto nos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra, em outubro de 2026.

Embryo afirma-se como um laboratório vivo de criação, assente na partilha. Como explica Luís Figueiredo:

“Em anos recentes, tenho-me sentido mais e mais atraído pela imperfeição e pela incompletude. Arte inacabada, música rarefeita. Embriões de ideias que finalmente se revelam na sua plenitude quando exploradas e partilhadas de forma honesta e generosa. Premissas que encerram em si múltiplos caminhos, dependendo de quem, como e onde.

Embryo é por isso um espaço amplo de criação artística, em primeira instância individual mas logo depois profundamente dialéctica. Tem início nas minhas propostas musicais, poéticas, conceptuais, umas mais incompletas do que outras, e instiga cada convidado à sua exploração, primeiro na intimidade do duo, mais tarde no contexto mais alargado de um ensemble.

É difícil descrever com justiça o entusiasmo que me provoca este projecto: o contacto com estes cinco artistas maravilhosos (todos eles representando colaborações inéditas), a criação partilhada ao longo do tempo, a procura de um caminho na direcção apontada pelo ouvido e a intuição. Estou certo de que o resultado final, apresentado em concerto nos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra em Outubro de 2026, é apenas um dos pontos de chegada possíveis, e essa sensação é verdadeiramente entusiasmante.”

Os bilhetes destes concertos têm o custo de 7,00€ (preço normal) e 5,00€ (descontos) e estão disponíveis na bilheteira online BOL, nas lojas da baixa de Coimbra Gang of Four e Lucky Lux e na bilheteira do Salão Brazil, aberta 30 minutos antes do início de cada espectáculo.

SAMUEL ÚRIA LANÇA NOVO SINGLE

 



















É reconhecido, Samuel Úria tem nas suas prestações ao vivo um dos principais factores da sua afirmação como o mais interessante cantautor da actualidade.

Em Outubro passado apresentou o último trabalho, o aclamado “2000 A.D.”, em duas noites nos Coliseus de Lisboa e Porto, a sua estreia em nome próprios nestas salas, em que contou com convidados especiais. Por entre as presenças de Manuela Azevedo, Gisela João, Milhanas, Carol ou As Velhas Glórias, destacou-se a interpretação ao vivo de “Kuchisabishii” com a participação de Margarida Campelo e do colectivo vocal “Os 12 Ao Todo”.

É esse o momento - LINK - que chegou hoje às plataformas digitais numa versão contagiante, enérgica e dinâmica de um dos temas que mais se tem evidenciado do seu último disco. Ao rigor da mensagem, uma entrega singular em palco.

A edição desta gravação ao vivo antecede a transmissão pela RTP no próximo dia 3 de Março do concerto realizado a 11 de Outubro do ano passado no Coliseu de Lisboa. Numa produção RTP com realização de Filipe Vasconcelos, em cerca de duas horas de energia e sensibilidade é possível confirmar estarmos perante um invulgar intérprete que faz de cada minuto passado em palco uma experiência única ainda que sempre de partilha, seja com os que o acompanham, seja para o público que teima, compreensivelmente, em fazê-lo crescer.

Ainda que com foco em “2000 A.D.”, o alinhamento do espectáculo incluiu ainda um percurso pela sua discografia em que os convidados foram peças fundamentais. Aliás, aproveitando a sua presença, surpreendeu ainda o Coliseu com a reinvenção de “O mundo” com Milhanas, de “Canção de água doce” com Manuela Azevedo ou, em estreia absoluta, “Um dia depois”, o original que compôs para a voz de Gisela João e que ali teve a sua primeira interpretação.

A vida de “2000 A.D.” vai prosseguindo em cena com a tournée que tem percorrido o país desde a sua publicação. Hoje mesmo estará na Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira, seguindo-se já em Março passagens por Fafe e Tomar.

"Eu já falei muito e muitas vezes sobre o conceito temático da canção Kuchisabishii, até porque é um termo estranho a dar-lhe título, mas eu tenho falado muito pouco do conceito musical e isto porque é demasiado complexo explicar como é que na minha cabeça o Tito Puente dialoga com os Jane’s Addiction e com o Beck, e depois dialogam todos comigo.

E perante estas pontas tão soltas e tão distantes, só uma Margarida Campelo harmonizada e harmonizante é que teria capacidade de pôr ordem na casa. E depois de um ano a tocar esta canção só com a minha banda, eis que no Coliseu dos Recreios pude finalmente apresentá-la como foi idealizada e gravada. A Maggie veio a palco pela primeira vez, mostrar como é que se galvaniza uma canção, como é que se galvaniza uma banda, como é que se galvaniza um coro, como é que se galvaniza um coliseu inteiro."

RIMARUSSA E aBAND’onados NO MESMO PALCO

 



















No próximo dia 28 de fevereiro de 2026 (sábado), o espaço Raízes & Ritmos, em Águas Santas (Porto), recebe uma noite dedicada ao rock alternativo em português, juntando em palco duas bandas da Confraria do Rock Tuga: RimaRussa e aBAND’onados.

Com abertura de portas marcada para as 21h30, o concerto promete uma celebração de sonoridades intensas, letras em português e uma forte ligação ao público. A entrada tem o valor de 6 euros e os bilhetes são adquiridos no próprio dia.

RimaRussa

Com uma identidade marcada pela fusão entre rock alternativo e uma estética crua e emocional, os RimaRussa afirmam-se como um projeto que privilegia a intensidade lírica e a energia em palco. As suas composições cruzam peso instrumental com uma abordagem contemporânea ao rock cantado em português, explorando temáticas pessoais e sociais com autenticidade.

Ao vivo, a banda distingue-se pela entrega e pela construção de ambientes sonoros que alternam entre momentos mais atmosféricos e explosões de força rítmica, criando concertos de forte impacto.

aBAND’onados

Os aBAND’onados, oriundos de Coimbra, apresentam um rock musculado e uma atitude marcadamente energética. O projeto tem vindo a consolidar o seu espaço na cena nacional através de atuações intensas, onde a dinâmica instrumental e a presença em palco assumem papel central.

Com temas cantados em português e uma abordagem direta, a banda combina groove, riffs marcantes e uma forte interação com o público, resultando em concertos vibrantes e de grande proximidade.

Uma noite dedicada ao rock nacional

A iniciativa insere-se na programação do Raízes & Ritmos, espaço que tem vindo a afirmar-se como ponto de encontro para projetos emergentes e propostas alternativas no panorama musical da região do Porto.

O evento pretende reforçar a valorização da música original em português, promovendo artistas que exploram diferentes vertentes do rock contemporâneo.

Informaçãoes do evento

Local: Raízes & Ritmos
Morada: R. Restauradores do Brás-de-Oleiros 300, Águas Santas, Porto, 4425-057
Data: 28 de fevereiro de 2026 (sábado)
Abertura de portas: 21h30
Início dos concertos: 22h00
Entrada: 6€