1 - Galgo - Vapor
2 - Baleia Baleia Baleia - Super-agrobeto
3 - Chat Grp - Engenheiros
4 - Cortada - Fossa séptica
5 - Polivalente - Senhorio
6 - Lesma - Maria
7 - Coldfinger - Beauty of you
8 - Líquen - Perfil do ocidente
9 - Victor Torpedo e António Olaio - In my garden
10 - John Mercy - Naked blues
11 - RAY - Only light
12 - Bloom - Walking on waters
13 - Bruno Pernadas - Steady grace
14 - Lisa Sereno - Mystery
15 - Minta & The Brook Trout - Cantaloupe
16 - Culatra - Noni soit
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
terça-feira, 28 de julho de 2026
PROGRAMA DE 27/07/26
PIPE NÚNCIO LANÇA PRIMEIRO SINGLE
Depois de anos dedicados à música como instrumentista, Pipe Núncio apresenta "Jeito de Ser", o primeiro single da sua carreira enquanto cantor, compositor e autor. Um lançamento que marca o início de um novo capítulo no percurso do artista e revela uma faceta mais pessoal e intimista.
"Jeito de Ser" nasce de uma visão simples, mas profundamente humana, do amor. A canção fala da falta que alguém pode fazer, da vontade de partilhar a vida com quem se ama e da felicidade que se encontra nos gestos mais simples do dia a dia. É um tema que retrata a cumplicidade entre duas pessoas e a forma como são, muitas vezes, os pequenos momentos que dão verdadeiro significado às relações.
Com um refrão que fica na memória, "Jeito de Ser" lembra que são as características únicas de cada pessoa que tornam o amor especial. Uma canção sincera, feita para todos os que vivem o amor de forma simples, verdadeira e intensa.
A música sempre fez parte da vida de Pipe Núncio. Cresceu rodeado por esse universo, influenciado pelo teatro musical e por um ambiente familiar onde a arte esteve sempre presente. Escolheu a guitarra portuguesa como primeiro instrumento e foi através dela que construiu o seu percurso profissional, colaborando ao longo dos anos com alguns dos mais reconhecidos artistas da música portuguesa.
Agora, aos 27 anos, sente que chegou o momento de dar voz às suas próprias histórias. Com "Jeito de Ser", estreia-se como cantor, compositor e letrista, apresentando um projeto que pretende refletir a
sua identidade artística e a forma como vive e sente a música.
"Jeito de Ser" representa o início de um caminho em nome próprio, onde a emoção, a autenticidade e a proximidade com o público assumem um papel central.
A TROUXA MOUXA EDITA PRIMEIRO SINGLE
“ Cantamanhanas “ é a primeira canção que A Trouxa Mouxa avança do seu EP de estreia - “ Título Provisório “ e já está disponível no YouTube.
A palavra cantamanhanas designa alguém que gosta de contar histórias, exagerar acontecimentos ou alimentar conversas com casos mais ou menos verdadeiros. A canção apresenta um narrador que assume esse papel de forma divertida, transformando-o quase numa virtude comunitária. A letra começa por retratar uma família marcada pela pobreza e pelo vinho, criando um ambiente popular e rural. Depois, o narrador dirige-se ao padre pedindo absolvição, não por algum pecado grave, mas simplesmente porque gosta de contar histórias.
A parte final é particularmente humorística: sempre que alguém o acusa de ser cantamanhanas, ele devolve a responsabilidade a outra pessoa, revelando segredos e situações embaraçosas da comunidade.
Esta música celebra a oralidade das aldeias, onde as histórias, os mexericos e os relatos exagerados fazem parte da vida social. Não há uma condenação moral; pelo contrário, o contador de histórias surge como uma figura indispensável para animar a comunidade.
NOVO SINGLE DE VITORIA VERMELHO
Vitoria Vermelho apresenta “Para o Jack”, novo single que assinala o início de uma nova fase no percurso artístico da cantora e compositora portuense. Depois da edição de “Homónimo”, álbum de estreia lançado em 2024, a artista regressa agora com uma canção profundamente pessoal, construída a partir de uma carta escrita após a morte de Jack White, o seu cão, transformando a experiência do luto numa reflexão sobre memória, amor e permanência.
A partir dessa experiência, o tema acompanha um percurso que se move da perda para a celebração. Em vez de se fixar exclusivamente na ausência, a canção procura compreender aquilo que permanece depois dela. Jack deixa de existir enquanto presença física - enquanto olhar, cheiro ou toque - para se transformar numa sensação que atravessa o tempo. "Que tu não és olhar, não és cheiro, não és toque / És mais a sensação", canta Vitoria Vermelho, sintetizando a ideia central de uma composição que procura encontrar continuidade no afeto e significado na ausência.
O tom de marcha que atravessa a canção reforça precisamente essa dimensão celebratória. “Para o Jack” não se apresenta como um exercício de nostalgia ou resignação, mas como o reconhecimento de que a felicidade proporcionada pelo amor vivido não pode ser dissociada da dor da sua perda. Ao longo do tema, a artista transforma a fragilidade do luto numa afirmação de permanência, descobrindo que aquilo que foi partilhado continua vivo através das memórias e da forma como estas moldam quem somos.
Musicalmente, a canção constrói-se a partir de uma dimensão coletiva que acompanha e amplifica o seu conteúdo emocional. A voz de Vitoria Vermelho é acompanhada por Gabriel Valente na bateria, João Freitas nas guitarras elétrica e de doze cordas, Diogo Barbosa nos teclados e sintetizadores e Henrique Tomé no baixo. A gravação integra ainda um amplo conjunto de vozes secundárias e palmas, envolvendo amigos, familiares e colaboradores próximos da artista, numa escolha que reforça a ideia de comunidade, partilha e celebração presente ao longo de toda a composição.
“Para o Jack” foi gravada e produzida no Estúdio Cedofeita, no Porto, com produção assinada por Diogo Barbosa, Gabriel Valente, Henrique Tomé, João Freitas, Manel Parra e pela própria Vitoria Vermelho. A mistura ficou a cargo de Gabriel Valente, enquanto a masterização foi realizada por João Guimarães.
Por trás do projeto encontra-se Francisca Oliveira, que adota o nome artístico Vitoria Vermelho a partir da fusão do seu nome favorito com um apelido pertencente à sua avó. Depois de passagens pela Escola de Jazz do Porto e pelo programa The Voice, a artista lançou em 2024 o álbum “Homónimo”, trabalho que a levou a atuar em cidades como Porto, Lisboa e Paris. O disco viria ainda a destacar-se através da inclusão de um dos seus temas na seleção “A.3.30 - Melhores de 2025” da Antena 3, bem como pelo reconhecimento obtido em festivais como o Indie Music Fest.
Ao longo do seu percurso, Vitoria Vermelho tem afirmado uma linguagem artística marcada pela exposição emocional e pela construção de universos visuais que dialogam diretamente com a música. Com “Para o Jack”, essa dimensão ganha uma nova clareza conceptual. A artista assume a intenção de transformar cada canção numa carta dirigida a alguém, colocando a experiência humana no centro do processo criativo e procurando construir um espaço de comunicação mais próximo, duradouro e significativo.
Depois de “Homónimo”, “Para o Jack” inaugura assim um novo capítulo na trajetória de Vitoria Vermelho. Uma canção que parte de uma perda profundamente pessoal para se transformar numa celebração partilhada, afirmando a música como lugar de memória, encontro e permanência.
segunda-feira, 27 de julho de 2026
PROGRAMA DE 27/07/26
2 - Viviane - Como se eu fosse tua
PENAFIEL ENCHE_SE DE MÚSICA E ENTRA EM FESTA
A contagem decrescente começou. O 17.70 Music Fest está de regresso a Penafiel para a sua segunda edição e promete transformar o Parque da Cidade, nos dias 1 e 2 de agosto, num dos maiores palcos de música do verão, com um cartaz recheado de grandes nomes nacionais e internacionais e entrada gratuita.
Depois do sucesso da primeira edição, o festival organizado pelo Município de Penafiel regressa com uma aposta ainda mais forte, reunindo artistas de diferentes estilos musicais e proporcionando dois dias de concertos, animação e muita energia, pensados sobretudo para o público jovem, mas abertos a todos os que gostam de viver a música ao vivo.
Os grandes destaques do cartaz são os Calema, uma das bandas portuguesas mais ouvidas da atualidade, que sobem ao palco no dia 2 de agosto, às 22h30, e Chico da Tina, um dos artistas mais irreverentes da música portuguesa, que atua no dia 1 de agosto, também às 22h30.
Diretamente do Brasil, o fenómeno MC PH leva o funk ao Parque da Cidade na madrugada de 2 de agosto, à 00h00, enquanto Iamleno promete abrir a noite de sábado com um espetáculo marcado pelos ritmos brasileiros, às 21h30.
O cartaz integra ainda atuações de Miguel Tika, DJ Hebraico, DJ Lowie, DJ PABLU, Berto Boss e C A N C E L A, garantindo uma programação diversificada, capaz de agradar a diferentes públicos e manter o recinto em festa durante os dois dias.
Para o Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Pedro Cepeda, esta segunda edição confirma a aposta do Município na criação de grandes eventos culturais dirigidos às novas gerações, "O 17.70 Music Fest afirma-se como um dos grandes eventos do verão em Penafiel e um festival pensado para os jovens, sem deixar ninguém de fora. Queremos continuar a oferecer espetáculos de qualidade, gratuitos e acessíveis, valorizando o espaço público e criando oportunidades para que milhares de pessoas vivam a música, o convívio e a cidade. Estamos convictos de que esta segunda edição voltará a afirmar Penafiel como um território dinâmico, atrativo e capaz de organizar grandes eventos."
Com um ambiente descontraído, um recinto verde e um cartaz de excelência, o 17.70 Music Fest volta a afirmar-se como um dos festivais de entrada livre mais atrativos da região, esperando reunir milhares de pessoas ao longo dos dois dias.
Programa
1 de agosto19h00 – Miguel Tika
20h00 – DJ Hebraico
21h00 – DJ Lowie
22h30 – Chico da Tina
00h00 – MC PH
01h30 – DJ PABLU
2 de agosto19h00 – Berto Boss
20h00 – C A N C E L A
21h30 – Iamleno
22h30 – Calema
A entrada é gratuita.
sexta-feira, 24 de julho de 2026
RODRIGO 13 E ICARO DÃO UMA NOVA EXPRESSÃO À TRADIÇÃO EM "ROSA"
Rodrigo 13 regressa com "ROSA", o seu novo single em colaboração com ICARO, uma faixa que cruza referências da música tradicional portuguesa com uma abordagem contemporânea, urbana e profundamente atual.
Assente numa identidade sonora que equilibra tradição e modernidade, "ROSA" transforma elementos familiares em algo novo: um tema enérgico, sensual e hipnótico, onde a melodia e o ritmo se fundem numa atmosfera envolvente, pensada tanto para a escuta como para o movimento.
A produção ficou a cargo de Prod. Peter e Beiro, que constroem um universo sonoro rico em texturas e contrastes, onde a instrumentação de inspiração tradicional convive naturalmente com uma estética moderna, criando uma linguagem própria que reforça a personalidade artística de Rodrigo 13.
A participação de ICARO acrescenta uma nova dimensão ao tema, elevando o diálogo entre os dois artistas e reforçando a intensidade emocional da faixa. O resultado é uma colaboração orgânica que amplia o universo de "ROSA" sem perder a sua identidade.
Mais do que um exercício de fusão de géneros, "ROSA" afirma-se como uma visão contemporânea da herança musical portuguesa, reinterpretando-a através da sensibilidade de uma nova geração. É uma canção que honra as suas raízes enquanto aponta claramente para o futuro, demonstrando como tradição e inovação podem coexistir de forma natural.
Com "ROSA", Rodrigo 13 continua a consolidar uma identidade artística marcada pela procura de novas linguagens, sem nunca perder de vista a autenticidade e a ligação à cultura que o inspira.
RITA ONOFRE REVELA "QUEM DIRIA", NOVO SINGLE E VÍDEO DE BRUTA
Fotografia promocional Rita Onofre por Lucas Coelho
Composto integralmente por Rita Onofre e produzido em colaboração com NED FLANGER, BRUTA marca uma nova etapa no percurso da artista, explorando sonoridades onde o pop se cruza com a eletrónica e o rock, num registo mais cru, intenso e imersivo. O disco nasceu em paralelo com a mudança de Rita para Berlim, refletindo um período de transformação pessoal e artística que atravessa todas as suas canções.
Agora, "quem diria" acrescenta um novo capítulo a esse percurso. Uma canção que olha para o fim de um processo não como um encerramento, mas como o momento em que tudo encontra finalmente o seu lugar.
Sobre o tema, Rita Onofre partilha: "Queria muito que aquele sofrimento, aquela curva de aprendizagem chegasse ao fim do ciclo, então escrevi sobre esse destino final. Na fase de produção já lá estava, nesse mesmo sítio sobre o qual escrevi e que ainda não conhecia. Quem diria que ia fazer sentido no fim. Não é sobre mim, nunca foi. É sobre o encontro, sobre dançarmos os dois."
O lançamento é acompanhado pelo último videoclipe produzido para BRUTA, completando o universo visual do álbum. Filmados integralmente em Berlim, cidade onde Rita Onofre viveu até ao início do verão, todos os vídeos foram realizados por Billy Verdasca e Lucas Coelho, acompanhando a transformação artística e pessoal da cantora e expandindo a narrativa do disco para lá da música. Regressada agora a Lisboa, Rita apresenta pela primeira vez BRUTA como uma obra completa, onde som e imagem dialogam do princípio ao fim.
Sobre este momento, a artista acrescenta: "Este é o último vídeo do álbum, o último que gravámos após quatro dias de missão impossível. Assim completa-se o circuito: podemos agora ouvir e ver o BRUTA na totalidade. Agora podem também fazê-lo ao vivo, e cantá-lo connosco."
Depois da tour LIVRE x BRUTA, realizada ao lado de Alex D'Alva, Rita Onofre continua a apresentar BRUTA ao vivo, com novos concertos agendados para os próximos meses.
TIPO LANÇA DUPLO SINGLE
Créditos: Asminhasfotosnaoprestam
Depois de Licença, EP editado em abril deste ano, Tipo regressa com duas novas canções que antecipam o seu próximo longa-duração, com lançamento previsto para novembro.
"Já perdeu" e "Homem das notícias" surgem como duas faces de uma mesma moeda ou, neste caso, escrita: uma profundamente íntima, outra mordaz e observadora, ambas unidas por uma identidade sonora cada vez mais única e inequívoca no panorama da música contemporânea nacional.
"Já perdeu" expressa a distância entre a vontade de comunicar e a incapacidade de o fazer. Alguém que queria estar presente ou consolar, mas ficou preso na própria hesitação. Em termos musicais, revela um dos momentos mais contidos e sombrios do projeto a solo de Salvador Menezes. Ao piano junta-se Afonso Cabral, acentuando a fragilidade da composição.
"Homem das notícias" veste-se de melodias mais luminosas, cruzando folk e surf-rock para contar a história de uma personagem construída e movida a ambição, oportunismo e pela ilusão do sucesso. A canção, em termos sonoros, aparenta uma leveza quase despreocupada, mas esconde uma sátira mordaz às narrativas de poder e à facilidade com que a moral se acomoda à conveniência.
Os arranjos de ensemble de ambos os temas são assinados por Tomás Marques, num trabalho minucioso e sensível que serve as músicas na perfeição, com naturalidade e sem esforço aparente.
Para este disco, o Tipo manteve o mesmo núcleo duro do seu álbum anterior, Vigia. Os amigos e companheiros de banda nos You Can't Win, Charlie Brown, Pedro Branco (no baixo) e Tomás Sousa (na bateria e percussões).
O novo álbum chega em novembro. Até lá, ficam estas duas canções disponíveis, que apontam para cenários diferentes, mas encontram o mesmo ponto de partida: a vontade de contar histórias onde nada é inteiramente claro e ninguém é apenas aquilo que parece.
MIA BENITA DESAFIA AS REGRAS DO AMOR NO NOVO SINGLE 'DEPRESSA'
Fotografia: Small Room Records
Após a colaboração com Murta em ‘DÁ-ME A MÃO’, a cantora apresenta uma canção Pop escrita e composta com LEFT., que antecipa o primeiro EP com lançamento previsto para o último trimestre de 2027.
Mia Benita apresenta o novo single 'DEPRESSA', já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade Pop contemporânea marcada por influências Afro, o tema celebra a confiança, a espontaneidade e a coragem de seguir aquilo que se sente quando encontramos a pessoa certa e desafia a ideia de que o amor tem de acontecer sempre devagar.
"Esta música fala sobre confiar no que sentimos quando encontramos a pessoa certa. Muitas vezes ouvimos que tudo deve acontecer devagar, mas acredito que, quando estamos com alguém que nos faz bem, não há problema nenhum em deixar acontecer naturalmente e até mais depressa. É uma canção sobre um amor saudável, que nos faz crescer e sentir em casa", afirma Mia Benita.
Escrita e composta pela cantora com LEFT., que assina a produção em parceria com miguele, 'DEPRESSA' é um tema fresco, leve e envolvente, com uma atmosfera descontraída e otimista. Produzido pela Small Room Records, o videoclipe que acompanha a canção expande o universo visual deste novo capítulo artístico de Mia Benita.
A artista conta que esta "música desafiou-me a escrever de forma diferente. Habitualmente gosto de letras mais preenchidas mas, desta vez, percebi que ao dizer menos conseguia transmitir muito mais. Essa simplicidade acabou por dar ainda mais força à canção, porque decidi com o LEFT. deixar mais espaço para a música respirar. Trabalhámos muito a dinâmica, as pausas e a simplicidade, permitindo que cada frase tivesse mais impacto".
'DEPRESSA' antecipa o primeiro EP de Mia Benita, com lançamento previsto para o último trimestre deste ano. O single reforça a identidade luminosa e emocional que tem marcado a mais recente fase artística da cantora e compositora, sucedendo-se à colaboração com Murta em ‘DÁ-ME A MÃO’ e a 'MALMEQUER', editadas recentemente.
Natural de Lisboa, Mia Benita revelou-se ao grande público ao chegar à final do The Voice Kids, integrando a equipa de Carlão, com quem viria mais tarde a colaborar no single ‘Na Margem’ e em palco, no Campo Pequeno. Desde então, construiu um percurso marcado por distinções nacionais e internacionais, incluindo duas nomeações aos International Portuguese Music Awards, com o tema 'Separar’, e uma colaboração com o produtor norte-americano Oscar G (Madonna, Donna Summer, PetShop Boys).
Mia Benita nasceu em Lisboa e cedo demonstrou ter uma forte aptidão musical. Cresceu rodeada de música e logo percebeu que essa é uma forma de arte através da qual é natural expressar emoções, embora na altura ainda não as soubesse explicar por palavras. Teve aulas de canto desde os 8 anos, estudou piano, guitarra e teoria musical e frequentou workshops e cursos de interpretação na área do Teatro, que contribuíram para desenvolver a sua escrita e capacidades performativas.
Deu-se a conhecer ao público em 2021, ao participar no The Voice Kids, da RTP, uma experiência marcante, pela aprendizagem e crescimento. Acompanhada pelo mentor Carlão, Mia Benita ganhou confiança, contacto com o palco e uma maior consciência artística. Chegou à final do programa e, posteriormente, colaborou com Carlão no single 'Na Margem' e participou no concerto do artista no Campo Pequeno, em Lisboa.
Em 2022, Mia Benita deu início ao seu percurso discográfico em nome próprio, com o lançamento do single 'Sometimes'. No ano seguinte edita 'FIRE' e é Finalista do Songwriter Competition 2023 - Song Academy (Inglaterra). Ainda em 2023 lança 'Separar', faixa coescrita com LEFT. e Clara Duailibi e nomeada para duas categorias nos International Portuguese Music Awards (EUA), "Performance Pop" e "Canção do Ano". Já em 2024 colabora com a editora Nova-Iorquina Nervous Record e o influente DJ e produtor Oscar G (Madonna, Donna Summer, Pet Shop Boys). Por esta altura atuou em salas e eventos como o Capitólio e as Festas do Seixal e as suas músicas chegaram às rádios nacionais e internacionais, nomeadamente no Luxemburgo e Canadá.
A era mais promissora e determinante no percurso de Mia Benita tem início em março de 2026, com o single 'MALMEQUER', um tema Pop e R&B escrito e composto com LEFT. (Diogo Piçarra, INES APENAS, Fernando Daniel) com rotação na Rádio Comercial, Rádio Renascença e Antena 1. O produtor voltou a encontrar-se em estúdio com a compositora para o single seguinte, 'DÁ-ME A MÃO', uma parceria com Murta escrito pelo trio, que apresenta uma energia leve, descontraída e luminosa e uma narrativa sobre presença, conexão emocional e liberdade, que mereceu igualmente rotação na Comercial, Renascença e Antena 1.
DINIS MOTA FAZ A FESTA COM O NOVO SINGLE 'SE ESTA VIDA'
Fotografia: Bruno Gomes
'Se Esta Vida' é o novo single de Dinis Mota, já disponível em todas as plataformas digitais. Cruzando a emoção da Pop contemporânea e da música popular portuguesa com ritmos latinos, influências da MPB e uma percussão de inspiração cubana, o tema transforma a saudade num espaço de encontro, celebração e esperança, onde a introspeção convive com a vontade de dançar.
Nas palavras de Dinis Mota, ‘Se Esta Vida’ "nasceu da vontade de voltar a celebrar e desprender cada um de nós de cada obstáculo que nos é imposto. Depois do Festival da Canção, percebi que há uma necessidade em mim de criar conexão, através de uma energia de encontro, dança e partilha que contagie".
Escrita, composta e produzida pelo multi-instrumentista, 'Se Esta Vida' celebra a beleza das marcas que o tempo deixa e a capacidade de encontrar luz, mesmo em tempos difíceis. Com o propósito de "criar um lugar onde o passado pudesse ser celebrado, ao invés de lamentado", o tema acompanhado por um vídeo realizado por Rafaela Lopes é "esperançoso e surge da saudade, mas não da tristeza, que olha para as memórias com gratidão e que convida as pessoas a dançarem com tudo aquilo que viveram. A dança surge como metáfora: um movimento no presente que simboliza o amor pelo passado e o sonho de um futuro", acrescenta Dinis Mota.^
Após a conquista do segundo lugar no Festival da Canção 2026 com o tema 'Jurei' e o lançamento do álbum de estreia, "By Your Eyes", Dinis Mota inicia agora um novo capítulo criativo, no qual mantém a identidade emocional que tem marcado o seu percurso, mas explora uma abordagem mais luminosa, celebratória e aberta à comunhão entre palco e público.
"Este tema marca o início de uma nova fase, porque é exatamente o ritmo que traduz a forma como eu me sinto enquanto artista. Encaro esta fase da minha carreira com uma responsabilidade acrescida. Quero continuar a fazer da música um espaço no qual as pessoas possam sentir e encontrar esperança. Mais do que contar histórias, pretendo criar momentos que aproximem quem ouve daquilo que realmente importa", diz o músico.
Já disponível em todas as plataformas, 'Se Esta Vida' assinala o arranque desta nova etapa artística de Dinis Mota. O novo single e o álbum "By Your Eyes" estarão em destaque no concerto do cantor, compositor e produtor Aveirense nas "Noites de Verão" da Pampilhosa da Serra, já no dia 4 de agosto.
Cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor, Dinis Mota é um artista singular, que tem vindo a destacar-se pela união de instrumentos orgânicos e texturas digitais. O resultado dessa experimentação é uma mistura sonora improvável que não se limita a um género e une Pop, Rock, R&B, Bossa Nova, Samba, AfroSwing, Blues e até Hip Hop. Esta riqueza sonora, aliada a uma identidade artística bem definida, tornam o reportório de Dinis Mota uma proposta diferenciadora no panorama musical nacional.
A paixão pela música e arte em geral surgem desde cedo na vida do jovem natural de Aveiro, através dos discos dos pais que ouvia em criança e, posteriormente, pelas primeiras audições autónomas. Foi contactando com vários instrumentos, como a guitarra e o piano, e logo demonstrou um instinto e uma uma sensibilidade raros.
A estreia discográfica de Dinis Mota acontece em 2022, com o single 'Longe'. No ano seguinte lança os EPs "TRIAGEM", uma viagem vibrante à mente e às experiências de vida do criador, que explora R&B, Hip Hop, Rock, Samba e Afroswing, e "REFLEXO", que representa uma fragmentação do seu espírito, pintada por um ambiente ligado à vertente psicadélica do Trap, Hip-Hop e House.
Em 2024, o artista dá início à mais importante fase da sua carreira, com o single 'NO STRESS'. Seguiram-se, em 2025, 'DIAMONDS', 'MÃE', 'I'M ON IT' e 'LMLY', lançados em antecipação ao primeiro álbum, e a estreia ao vivo com um concerto no Teatro Aveirense. No mesmo ano, Dinis Mota completa o Mestrado em Artes e Tecnologias do Som na ESMAE, no Porto.
No início de 2026, participa no Festival da Canção, alcançando um honroso segundo lugar na competição da RTP, com o tema 'Jurei', e edita o disco de estreia, "By Your Eyes". O longa duração é composto por 17 faixas, interpretadas numa dança fluída entre o português e o inglês, com uma sonoridade contemporânea coesa que cruza R&B com influências de AfroSwing, House, Hip Hop, Bossa Nova, Rock e elementos de Jazz e Disco Funk. A narrativa que atravessa as canções é sobre os vários caminhos da vida, da paixão à reflexão, da confusão à aceitação. Escrito, composto e produzido por Dinis Mota, o álbum conta com as colaborações de Pedro Rafael - presença regular na evolução sonora do músico -, que assina a mistura e masterização, bem como de artistas como Sizzy G, Mei Rose e manwill, que participam nos temas 'I’M ON IT', 'STAY AWAY' e 'LOVE, AS A LIE', respetivamente.
SINGLE NOVO DE FERNANDO DANIEL
Fernando Daniel
Emocional
MAU UIVO COM SINGLE DE ESTREIA
A canção de estreia, “Casa Branca”, revela-se simples e intimista, desenhando-se através de várias camadas de vozes, harmonias diferentes, samples e ambientes sonoros variados. Este cuidado com as texturas cria uma atmosfera imersiva, onde a colagem de sons e a sobreposição vocal reforçam a identidade singular do projeto. O resultado é uma faixa que respira e ganha densidade aos poucos, convidando quem ouve a entrar num universo criativo muito próprio.
O tema é acompanhado por um videoclipe oficial realizado por Filipe C. Monteiro, cujo olhar sensível espelha de forma visual o ambiente intimista e introspetivo da canção, complementando perfeitamente a viagem sonora.
Liricamente, "Casa Branca" explora o desprendimento de amarras, a libertação e a coragem de arriscar, assumindo o erro e a imperfeição como parte inerente do processo de crescimento.
"Esta canção fala sobre libertação, sobre a urgência de nos desprendermos das amarras que nos prendem e sobre o ato de arriscar, mesmo sabendo que o resultado pode não sair de forma perfeita. É um manifesto pessoal de aceitação através de um diálogo íntimo entre a voz e a experimentação na guitarra." – refere Miguel Menezes.
O lançamento de "Casa Branca" serve de preâmbulo para o EP de estreia de Mau Uivo, que tem lançamento previsto para o dia 13 de novembro deste ano.
https://www.instagram.com/mau___uivo/
https://youtube.com/@mauuivo?si=N7llC3Wkm55EmLWN
https://mauuivo.bandcamp.com
RIOT EDITA "BATIDA NOVA"
RIOT, figura incontornável da música eletrónica e cofundador dos Buraka Som Sistema, está oficialmente de volta às pistas de dança. Depois do impacto conseguido com “Vai Gordinho”, um tema carregado de uma forte e vincada mensagem social, o artista foca agora todas as baterias na energia pura dos clubes com o lançamento do seu novo single, “Batida Nova”.
“Batida Nova” é um tema progressivo e arrojado que se destaca do panorama atual pela sua estrutura imprevisível. A meio da viagem, a faixa quebra as regras com um breakdown surpreendente, aproximando-se da dinâmica do House e do Tech House. Com uma produção de excelência e uma energia contagiante, o single assume-se como o ponto de encontro perfeito entre o pulsar afro-eletrónico e a cultura de clubbing global, um tema indispensável para DJs e para as pistas mais exigentes.
DA WEASEL REVELAM O AFTERMOVIE DO CONCERTO HISTÓRICO NO MEO MARÉS 2026
fotografia: Sebastião Ferreira
Ao longo de mais de duas horas, a banda percorreu alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira, num espetáculo dividido em três atos que cruzou a energia característica dos Da Weasel com a dimensão cinematográfica de uma produção visual cuidada e, pela primeira vez no Norte do País, com uma orquestra especialmente formada para este momento, com direção e arranjos do Maestro Rui Massena.
O alinhamento reuniu clássicos como "Adivinha Quem Voltou", "A Essência (Vem Sentir)", "Nunca Me Deixes", "Todagente", "Outro Nível", "Força", "GTA", "Selectah" e "Tás na Boa", proporcionando uma viagem pela história de uma das bandas mais marcantes da música portuguesa e unindo diferentes gerações num mesmo concerto.
Um dos momentos mais especiais da noite aconteceu com a entrada em palco do Maestro Rui Massena, cuja direção musical acrescentou uma nova dimensão a temas como "(No Princípio Era) O Verbo", "Sistema do Sistema", "Negócios Estrangeiros", "Agora e Para Sempre (A Paixão)" e "Mundos Mudos", entre outros, transformando o espetáculo numa experiência musical única e épica para todos os presentes.
Mais do que um registo do concerto, o aftermovie procura captar a intensidade vivida na Praia do Aterro: a ligação entre a banda e o público, a força coletiva dos refrões cantados em uníssono, os momentos de maior intimidade proporcionados pela componente sinfónica e a energia que marcou o regresso dos Da Weasel ao palco do MEO Marés.
Com imagens inéditas da atuação, dos bastidores e da reação do público, o vídeo celebra uma noite irrepetível e documenta um espetáculo que voltou a afirmar a relevância e a intemporalidade dos Da Weasel. O aftermovie já se encontra disponível nas plataformas digitais da banda.
Os Da Weasel agradecem à PEV (e toda a sua equipa) e à MEO por mais este convite e pelo empenho em fazer acontecer este concerto com orquestra, integrado num Festival, bem como a os que permitiram e contribuiram para que o mesmo fosse memorável, marcando o arranque da 1ª edição do MEO MARÉS no concelho de MATOSINHOS!
Orquestra
Maestro Rui Massena, Rui Moreira, Paulo Nogueira, Gaspar Santos, Pedro Bladh, Fabiana Fernandes, Maria Bonina, Ana Alves, Teresa Silva, Raquel Ribeiro, Manuela Ferrão, Vera Morais, Horácio Ferreira, Roberto Henriques, Beatriz Rios, Jaime Resende, José Marques, João Sousa, Carlos Ribeiro, Emanuel Rocha, Tiago Nunes, Tiago Noites, Fábio Rodrigues, Jorge Lima, Jorge Pereira, Sandro Andrade
Equipa DW
João Martins, Guilherme Vales , João Paulo Dias, João Pedreira, Ricardo Maia, Bruno Nunes , Andrés Félix , Daniel Camalhão , Nuno Gonçalves, Sandro Neves, João Costa, António Gomes , Vasco Vaz , Miguel Vicente, Martim Pato, Sérgio Rodrigues, António Marinho, Sebastião Ferreira, Catarina Ceia Simões, Helena Pedro, Ana Moitinho, Joana Lima Rocha, Ani Fonseca, Ivan Cunha, Eva Criner da Forbidden Merche, Radar dos Sons, Paulo Fernandes da Warner Music Portugal, Widex, Cheers Sports Bar, FX Road Lights , Hugo Costa, Ivo Castro, André Dias da In Rock We Trust, Bact3ria, C. M. Almada / Casa Amarela nas pessoas de Gil Costa e Patrícia Cruz, Orquestra Jazz de Matosinhos nas pessoas de Jorge Coelho, Cláudia Pinto, Rafa e Nuno Couto, Academia de Música de Espinho
quinta-feira, 23 de julho de 2026
YOUTH YARD EDITAM DISCO
Os Youth Yard chegam a esta nova digressão num dos momentos mais sólidos do seu percurso. Depois de vários anos a afirmar uma identidade artística própria, a banda de Viana do Castelo apresenta "Room Temperature Drama", um disco que consolida a maturidade de um projeto que tem vindo a conquistar, de forma consistente, espaço no circuito independente português e ibérico.
Muito para além da edição discográfica, foi em palco que os Youth Yard construíram a sua reputação. A presença regular em festivais, salas e ciclos de programação de referência permitiu à banda afirmar-se como uma proposta ao vivo de elevada consistência, onde a intensidade emocional das canções se alia a uma execução rigorosa e a uma relação de proximidade com o público. Cada concerto acrescentou uma nova etapa a um percurso que continua em clara ascensão.
Essa evolução tem encontrado eco para lá da fronteira. Nos últimos anos, os Youth Yard reforçaram a sua presença em Espanha, desenvolvendo um percurso ibérico sustentado que tem despertado o interesse de promotores, salas e novos públicos. Esta circulação internacional reflete a capacidade da banda para comunicar para além do contexto nacional e confirma o potencial de um projeto que continua a alargar o seu território artístico.
"Room Temperature Drama" representa um novo capítulo dessa evolução. Ao longo de nove temas, o álbum desenha uma narrativa que parte da luminosidade inicial para ambientes progressivamente mais densos, explorando as fronteiras entre o indie rock, a dream pop e a eletrónica subtil. Essa progressão ganha uma nova dimensão em palco, onde as canções são apresentadas como um corpo único, pensado para envolver o público do primeiro ao último tema.
Os Youth Yard apresentam-se hoje como uma banda plenamente preparada para integrar programações que privilegiam qualidade artística, identidade e contemporaneidade. O seu percurso, construído com consistência e sem atalhos, coloca-os entre os projetos portugueses mais interessantes da nova geração da música independente, capazes de dialogar naturalmente com públicos de clubes, teatros, auditórios e festivais.
A Room Temperature Drama Tour é a afirmação de uma banda em crescimento, com um espetáculo sólido, um repertório amadurecido e um percurso que demonstra, concerto após concerto, a capacidade de conquistar novos públicos em Portugal e além-fronteiras.
MEU GENERAL LANÇA ÁLBUM
“A Programação Segue Dentro de Momentos” apresenta-se como um manifesto: viver apesar da dúvida, agir apesar do medo e encontrar no som e na atitude uma forma de continuar.
São canções rápidas, ofegantes, que refletem a velocidade dos dias de hoje — onde tudo acontece em simultâneo e nada parece realmente resolvido. Carregam a tensão de uma geração que vive presa entre o impulso de agir, o medo de escolher ou a indiferença.
As músicas captam essa inquietação: Uma energia crua e honesta. Um álbum que foi feito para ser sentido ao vivo.
Mas no meio desse caos, há uma força que resiste — O Rock. Mais do que um género musical é uma atitude, uma catarse.
Os dois primeiros singles do álbum, “Quero e Não Quero” e “Se Esperas” (este com participação de João Cabeleira - Xutos & Pontapés), dizem-nos e mostram-nos que Meu General se recusa a ficar parado!
ZIGURFEST EM CONTAGEM DECRESCENTE
A um mês do arranque, o festival anuncia os horários dos 13 concertos, reforça a aposta na transmissão online, na Língua Gestual Portuguesa e apresenta uma soundwalk inédita pelas ruas de Lamego.
Falta apenas um mês para o regresso do ZigurFest a Lamego. Entre 20 e 22 de agosto, o festival volta a transformar a cidade num palco de descoberta musical, ocupando o Teatro Ribeiro Conceição, Rua da Olaria, Bairro da Ponte e Alameda com 13 concertos e outras propostas artísticas, todas de entrada livre. A contagem decrescente fica agora marcada pela divulgação dos horários da programação e pela apresentação das principais novidades desta edição.
Entre os destaques está a estreia da ZIGUR.FM em funcionamento contínuo, que passará a emitir 24 horas por dia durante o festival, com concertos do arquivo do ZigurFest e a transmissão em direto de todos os espetáculos da edição de 2026, permitindo acompanhar a programação a partir de qualquer lugar.
Outra novidade é a Cidade Sonora, uma soundwalk que convida o público a descobrir Lamego através da escuta. O projeto, criado na cidade por Daniel Taveira (Dan Iro) e Martinho Filipe, realiza-se no dia 22 de agosto, a partir das 15h30, com participação gratuita mediante inscrição prévia, limitada a dez participantes.
A acessibilidade continua igualmente a ser uma prioridade para o ZigurFest. À semelhança do que acontece desde 2023, vários concertos contarão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, reforçando a ligação à comunidade surda do Douro Interior e o compromisso do festival com uma programação cada vez mais inclusiva. As atuações de La Familia Gitana, Mangualde, Clarisse e os Desviados e Alomorfia terão interpretação ao vivo.
A edição de 2026 reúne um cartaz que cruza diferentes linguagens e propostas da música nacional e decorre entre os dias 20 e 22 de agosto, com entrada gratuita. Toda a programação, horários e restantes informações estão disponíveis em www.zigurfest.com, onde será também possível acompanhar os concertos em direto através da ZIGUR.FM.
BÁRBARA BANDEIRA APRESENTA VIDEOCLIPE DE “MANEL”, TEMA DO NOVO PROJETO, LUSA: ATO II
Fotografia: Fábio Teixeira
Foi aí que a artista descobriu a história de Maria e Manel, a narrativa que serve de espinha dorsal a este novo tema.
“Manel era pescador e partia para o mar. Maria, grávida, ficava em terra à sua espera. Num tempo sem comunicações, uma tempestade podia significar dias de silêncio e uma incerteza absoluta. Percebi que, para estas pessoas, a espera se tornava uma forma de amor, de medo, de fé e de resistência”, partilha Bárbara Bandeira.
Inspirada por esta narrativa real, Bárbara juntou-se a Buba Espinho para compor “Manel”. O resultado é uma canção com uma forte carga emocional, que assenta na tradição oral portuguesa, apresentada com uma abordagem totalmente contemporânea, mostrando que há sentimentos que atravessam gerações. A faixa conta ainda com um elemento inesperado, arrebatador e diferenciador: um coro alentejano exclusivamente feminino, que confere ao tema uma dimensão coletiva, ancestral, intimamente ligada à nossa identidade cultural.
O projeto conta com o apoio estratégico da Sagres e da Redken, marcas que se associaram a este universo pela vontade partilhada de integrar a portugalidade no quotidiano. A presença de ambas surge de forma totalmente orgânica e próxima da história, valorizando gestos, tradições e símbolos identitários reconhecíveis no nosso imaginário visual.
“Mais do que marcar presença num videoclipe, para a Sagres importa fazer parte de histórias que deem palco e significado à Alma Portuguesa. ‘Manel’ parte de uma narrativa muito tradicional e reinterpreta-a através de uma linguagem contemporânea, mostrando que as nossas raízes continuam a inspirar novas gerações de criadores. A nossa parceria com a Bárbara Bandeira é uma forma natural de apoiar quem interpreta, reinventa e leva mais longe a nossa cultura, sem nunca perder a sua essência.” refere Filipa Magalhães, responsável de Marketing da Sagres.
O videoclipe de “Manel” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
PROGRAMA 22/07/26
1 - Desert Smoke - Fuzzy txiitxu
2 - Fjords - Virgilio
3 - Scatter - Dead end
4 - Spiralist - Underbelly
5 - Junkbreed - Misanthrop
6 - Last Piss Before Death - Echoes
7 - PZ - Sempre que te vejo (C/ Toy)
8 - Ena Pá 2000 - Marilu
9 - António Zambujo - Regresso à infância
10 - Ezequiel - Portugalidade
11 - Puto Bacoco - Hoje à noite na giesta
12 - Torcido - Fora do lugar
13 - Ordem Crucial - Cais 2024
14 - Ressonant - Os ventos mudaram
15 - O Castelo - Parece setembro















