1 - Navegantes da Rua - Guterres
2 - Flora - Now thar we know
3 - Black Pig Meat - Savana
4 - Rafael Toral - Easy living
5 - This Penguin Can Fly - The lightning bolts are here!
6 - Sensible Soccers - Pássaros
7 - Lisa Sereno - Mystery
8 - Minta & The Brook Trout - Cantaloupe
9 - Tracy Vandal & John Mercy - To remember who you were (c/ Alex Kapramos)
10 - Victor Torpedo e António Olaio - Where Paris used to be
11 - Noiserv - A long journey in a little train to Poland
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
sábado, 6 de junho de 2026
PROGRAMA DE 05/06/26
NOVO SINGLE DE PEDRO BRANCO
Quatro anos depois da sua estreia a solo com “A Narrativa Épica do Quotidiano” e depois de várias maventuras como líder e co-líder dem projectos (Tape Junk & Pedro Branco, Branco toca Marco Paulo e Old Mountain), Pedro Branco volta a editar mem nome próprio, de forma independente e em jeito dem homenagem, uma versão de Fausto Bordalo Dias da canção “Não Canto Porque Sonho” . O lançamento está previsto para o dia 1 de Julho, dia que marca dois anos do falecimento de uma das maiores figuras da cultura portuguesa.
Este single é a primeira amostra do novo disco a solo de Pedro Branco, com data prevista para o próximo ano. A relação de Branco com Noiserv e Tipo já vem de longe, sendo parceiros na banda You Can’t Win, Charlie Brown e contando com diversas participações nos seus próprios projectos a solo. Entre 2022 e 2024 fazem uma extensa tour a apresentar o disco a solo de Branco onde tocam de forma contínua esta versão, sendo por isso a ponte perfeita para este novo capítulo dam carreira do guitarrista.
Em 2022 Pedro Branco fez também parte da banda que acompanhou Fausto Bordalo Dias naqueles que viriam a ser os seus últimos concertos, a celebração dos 40 anos de Por Este Rio Acima, com dois concertos emotivos numa Aula Magna completamente esgotada.
“A música do Fausto sempre me maravilhou desde novo, tanto a riqueza melódica e harmónica das suas canções bem como a poesia com imagens que tinham tanto de tangível como de fantástico. Eu gostava de dizer que o Fausto foi uma inspiração, mas a qualidade do seu génio é tão inalcançável que parece quase redutor pô-lo nestes termos. Considero que o que fizemos foi, mais do que uma versão, uma humilde homenagem a um mestre absoluto da palavra, da língua e do sentir, e só me resta esperar que este nosso contributo possa tocar a alguém pelo menos uma ínfima parte daquilo que a sua música me tocou a mim e
aos meus companheiros”.
Pedro Branco
A música foi gravada de forma caseira, em casa e no estúdio de cada um dos nmúsicos, com a produção a ficar a cabo de Pedro Branco. A música foi misturada e masterizada por Eduardo Vinhas nos Golden Pony Studios e a foto da capa do single é da autoria do João Hasselberg.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
NOVO ÁLBUM DE RICARDO SAVEDRA: MÁQUINA DO TEMPO
Ricardo Jorge Romão Zorrinho nascido a 14 de agosto de 1979 na Vila de Alcochete Distrito de Setúbal, O seu percurso, começou por ser traçado de forma distinta aos 9 anos de idade entre a música ligeira e recusa ficar preso a géneros e a escolas musicais. Assume algumas influências no panorama do pop/rock clássico que atualmente ainda estão presentes nas suas sonoridades. Após o lançamento do álbum Voltar a Amar em 2021, veio despertar a enorme vontade em ter um álbum inteiro de sua autoria, em 2024 iniciou-se esse trajecto com o seu primeiro single, e agora em 2026 o lançamento do álbum: Máquina do Tempo.
Link Directo Para as Plataformas Digitais do Álbum - Máquina Do Tempo
Este álbum é uma verdadeira representação do artista, capturando a sua essência e personalidade. A alegria contagiante presente na música é complementada por uma mensagem de amor, esperança e alguma nostalgia, uma celebração da continuidade e da força dos sentimentos verdadeiros.
Ricardo Savedra, com seu novo álbum, traz um trabalho repleto de emoção genuína e uma autenticidade que promete tocar o coração do público. O artista não só oferece uma experiência rica em estúdio mas também se compromete a levar essa mesma energia para as suas apresentações ao vivo, onde planeia uma aproximação com os seus fãs de uma forma mais directa através da venda de CDs autografados, oferecendo algo tangível para todos aqueles que admiram o seu trabalho.
MARGARIDA REVELA HOJE O ÁLBUM DE ESTREIA "DESCONHECE-ME"
Com apenas 18 anos, Margarida edita hoje "Desconhece-me", o seu álbum de estreia. O disco reúne 15 canções escritas ao longo dos últimos anos e apresenta, pela primeira vez em formato longo, o universo criativo de uma das mais promissoras novas vozes da música portuguesa. "Deconhece-me" já está disponível em todas as plataformas digitais.
Depois dos temas já conhecidos "Repreendida", "Ninguém de Confiança" e "Só a Mim", chega agora o retrato completo de uma artista que tem encontrado na escrita o seu principal espaço de expressão. Construído a partir de canções nascidas em diferentes momentos, "Desconhece-me" revela uma linguagem íntima e observadora, onde as experiências pessoais se transformam em histórias abertas à identificação de quem as escuta.
Sem procurar respostas definitivas, o álbum percorre emoções, relações e inquietações que marcaram os últimos anos da vida da artista. Ao longo das suas 15 faixas, Margarida cruza vulnerabilidade e lucidez, construindo um conjunto de canções que ganham força na forma desarmada como olha para si própria e para os outros.
Nascida em 2007, em Vila Real, Margarida começou a escrever canções ainda muito cedo e encontrou na música a sua principal forma de expressão. Apesar de ter iniciado o seu percurso discográfico há apenas um ano, já esgotou o Grande Auditório do Teatro de Vila Real em nome próprio, foi convidada para a primeira parte dos concertos de Mari Froes no Porto, Braga e Lousada, e participou também em espetáculos de Miguel Araújo, Nena e Carolina de Deus.
Com "Desconhece-me" agora disponível em todas as plataformas digitais, Margarida prepara-se para levar as novas canções aos palcos. Os próximos concertos já confirmados incluem as Festas da Cidade de Vila Real, a 10 de junho e concertos em nome próprio, no Cinema Passos Manuel, no Porto, a 12 de novembro, e na Casa das Artes de Miranda do Corvo, a 14 de novembro. Aos 18 anos, Margarida dá passos firmes no início de uma carreira que se adivinha longa e “Desconhece-me” reforça a ideia de que se está a acompanhar o crescimento de uma artista com identidade, frescura e maturidade invulgares.
10 de junho — Festas de Vila de Real, Vila Real
21 de julho — a anunciar
12 de novembro — Cinema Passos Manuel, Porto
14 de novembro — Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo
DE OLIVEIRA LANÇ SINGLE
"Tens Razão" une pop emocional e produção eletrónica num single feito para os grandes momentos coletivos. Hugo de Oliveira, artista natural de Guimarães que cruza fado, pop e rock contemporâneo, lança o single, numa versão remix assinada por RIOT, produtor e DJ reconhecido pelo seu percurso nos Buraka Som Sistema.
O tema chega às plataformas como uma das apostas mais sólidas da música portuguesa para o verão de 2025: acessível, emocional e construído para durar além da estação.
Mais do que uma colaboração, "Tens Razão" é um encontro entre dois universos criativos que raramente se tocam: a sensibilidade melódica e íntima De Oliveira, habituado a transformar experiências do quotidiano em histórias universais e e a assinatura eletrónica vibrante de RIOT, um dos nomes mais credenciados da produção musical portuguesa na última década.
Depois do lançamento daquela que foi a música que, em Outubro do ano passado, teve 650mil visualizações no YouTube, surge agora esta nova remix que promete trazer ainda mais ritmo e energia, consolidando-se num som singular.
"A colaboração surgiu de forma muito natural. O convite ao RIOT fez todo o sentido pela sua capacidade de trazer uma sonoridade moderna e energética. Ambos depositámos neste trabalho autenticidade, boa energia e a vontade de criar algo que conecte as pessoas."
— Hugo de Oliveira
"Quis criar algo leve, muito verão, mas sem cair numa música descartável. Uma música que possas ouvir numa discoteca, numa viagem de família, num sunset ou até enquanto lavas a loiça."
— RIOT
A PERTINÊNCIA DO TEMA
Num panorama musical onde o verão português é dominado por influências externas, "Tens Razão" é uma aposta deliberada na identidade local, com letra em português, produção de nível internacional e uma mensagem que celebra a partilha, a emoção coletiva e a leveza das relações humanas. É uma música que funciona no Spotify, numa festa ou no carro com os amigos.
O resultado é um cruzamento entre a sensibilidade melódica e emocional de Hugo de Oliveira e a assinatura eletrónica vibrante de RIOT, criando um tema versátil, pensado tanto para as pistas de dança como para acompanhar os momentos simples do quotidiano.
“Tens Razão” afirma-se assim como uma canção agregadora, carregada de ritmo, emoção e identidade portuguesa, capaz de unir diferentes gerações e ambientes num mesmo sentimento de celebração.
Com este lançamento, Hugo de Oliveira reforça o seu percurso enquanto artista independente, apostando numa música autêntica, próxima das pessoas e marcada pela liberdade criativa.
SOBRE HUGO DE OLIVEIRA
Natural de Guimarães De Oliveira constrói uma linguagem musical própria que cruza tradição e modernidade, fundindo influências da música tradicional portuguesa, do fado, do pop e do rock contemporâneo. As suas canções destacam-se pela dimensão emocional, pelas letras intimistas e pela capacidade de transformar experiências do quotidiano em histórias universais. Com este lançamento, reforça o seu percurso enquanto artista independente, apostando numa música autêntica e próxima das pessoas.
SOBRE RIOT
DJ e produtor português, RIOT é um dos nomes mais reconhecidos da música eletrónica nacional, com um percurso que inclui anos de trabalho nos Buraka Som Sistema — coletivo que colocou Portugal no mapa da música eletrónica mundial. A sua capacidade de fundir sonoridades globais com identidade portuguesa torna-o uma referência incontornável.
Data de lançamento: 5 de junho de 2026
Disponível a partir do dia do lançamento, em todas as plataformas digitais (Spotify, YouTube, Apple Music)
Colaboração: Hugo de Oliveira + RIOT (Buraka Som Sistema)
Género: Pop contemporâneo / Electronic · Verão 2026LIKA FEAT. LUIZ CARACOL NAS PLATAFORMAS DIGITAIS
Lika nasceu no Cazaquistão. É cantora, guitarrista e compositora, vive em Portugal há 10 anos e escreve todas as suas canções.
O novo single, “O Meu Salmo", conta com a participação especial de Luiz Caracol.
"O Meu Salmo" fala-nos do vazio, de solidão, do querer, de recomeços e desilusões. Uma história triste que nos agarra e comove, muito sentida, que nos dá esperança com um solo de guitarra a cheirar a rock 'n’roll, para a seguir nos deixar cair, lentamente, no colo da realidade.
“Esta canção foi escrita em Lisboa, na Praça do Comércio, com os olhos mergulhados no rio e as costas viradas para o Arco da Rua Augusta”. – confidencia-nos Lika.
O vídeo tem estreia marcada para as 21h.
LUÍSA SOBRAL EDITA NOVO SINGLE
Fotografia: Kenton Thatcher
Design: Marta Castro
A produção ficou a cargo de Ricardo Dias (que já colaborou com grandes nomes, como Fausto e Vitorino) e o disco conta com algumas participações especiais. Disponível a partir de 9 de Outubro, "Cartas de Desamor" afirma-se, assim, como uma celebração da reinvenção, que une o passado e o presente da música portuguesa.
A artista apresentará este novo trabalho em Lisboa, no dia 11 de Novembro, no Teatro Tivoli BBVA, e no Porto, a 16 de Novembro, na Casa da Música. Os bilhetes estão a partir de hoje disponíveis.
Teatro Tivoli BBVA - 11 de Novembro
Casa da Música - 16 de Novembro
"Felicidade" é o primeiro single, já disponível em todas as plataformas digitais.
O single "Felicidade" dita o tom de uma nova fase: nascida do pulsar de um adufe, a canção surge como o primeiro raio de sol após a tempestade, celebrando o regresso da alegria. É algo diferente de tudo o que já fiz, mas é essa a magia da arte, a possibilidade de nos reinventarmos, partilha a artista.
NOVO SINGLE DE MARA
Chega hoje às plataformas digitais o novo single de Mara, “Só Gente”. Este é o segundo tema conhecido do álbum que será editado no final deste ano, do qual já conhecíamos “Emergir”. A canção hoje editada tem a autoria de A Garota Não.
"“Só Gente” nasceu da vontade profunda de cantar o amor sem fronteiras, sem género, sem medo, sem a necessidade de justificar aquilo que é tão natural e humano. Cantar o amor como ele é: verdadeiro, livre e igual em qualquer corpo.
Quando convidei a Cátia — A Garota Não — para também ela ser semente neste novo disco, partilhei-lhe essa vontade. E ela devolveu-me esta canção tão bonita, tão inteira e tão cheia de humanidade.
A Cátia, alma bonita, tem um coração enorme e uma forma muito especial de olhar para o mundo e transformá-lo em canção. Há uma verdade desarmante nas palavras dela, uma delicadeza firme, uma coragem rara. E esta música chegou até mim exatamente assim: como um grito e um abraço ao mesmo tempo.
“Só Gente” ficou imediatamente num lugar muito particular dentro de mim. Porque não tenta explicar o amor. Apenas o olha como ele é. Puro. Humano.
É daquelas canções que sinto no corpo inteiro. Como um hino de amor. Uma manifestação de liberdade. Um lugar onde o amor não precisa pedir licença para existir.
Cantá-la é dizer que no fim de tudo, antes dos rótulos, antes do medo, antes de tudo o que nos tenta separar... somos só gente. Gente que ama, que sonha, que sente. Só gente."
Mara
O tema tem letra e música de A Garota Não e arranjos e produção de Sérgio Miendes e Mara. Conta com Mara na voz, Sérgio Miendes na guitarra, João Godinho no piano, Diogo Sousa na bateria e um coro composto por Aline Bernardo, Ana Beato, Ana Silvestre, Colectivo dos Remédios, Nuno Veras, Patricia Claudino, Rita Dias, Rolando Galhardas, Sofia Ângelo, Sofia Nunes, Ophelia e Tiago Mendes.
A fotografia é de Inês Sambas, a arte gráfica de Vanda Sim Sim e o design de Ana Polido.
“Só Gente” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.
SOBRE MARA
Mara é cantora e compositora portuguesa. Cresceu num contexto em que o cante e o fado faziam parte do quotidiano, mas cedo sentiu que a sua voz precisava de atravessar fronteiras, afirmando-se numa linguagem musical contemporânea que combina tradição, autoria e interpretação.
A sua voz é profunda, expressiva e versátil, capaz de habitar tanto a delicadeza como a intensidade.
Ao longo do seu percurso, colaborou com artistas de diferentes geografias e linguagens, como Chico César, Kepa Junkera, A Garota Não, Selma Uamusse, Uxía, Luís Varatojo, entre outros, e participado em projetos de criação para cinema, teatro e dança.
Paralelamente, mantém um trabalho continuado com comunidades do Alentejo, dirigindo coros e dinamizando oficinas de voz que promovem a participação cultural e a criação coletiva, reforçando a dimensão social e comunitária da música.
Nos últimos anos, tem assumido a direção musical e artística do projeto Vozes de Abril.
Participou em festivais e circuitos profissionais em Portugal e no estrangeiro, passando por contextos tão diversos como o Bons Sons, EXIB Música, Atlantic Music Expo, WOMAD Cáceres, Mercat de Música Viva de Vic, entre outros, levando a sua música a Portugal, Espanha, França, Itália e Cabo Verde.
SQUARE REGRESSA EM 2027
Depois da estreia em 2025, o SQUARE regressa para a sua segunda edição entre os dias 27 e 30 de janeiro de 2027. Mantendo a sua estrutura de festival-convenção dedicada à música nascida nas margens do Atlântico, o evento volta a afirmar-se como uma plataforma de encontro entre artistas emergentes e profissionais do setor da música, promovendo a circulação artística e o diálogo entre diferentes territórios e comunidades criativas.
Em 2027, o SQUARE continua a ter como epicentro da sua programação a cidade cidade de Braga, onde decorrerá toda a programação da conferência, de clubbing e o dia maior de concertos (sábado, 30 de janeiro). Ao longo dos primeiros três dias o festival organizará algumas extensões às cidades de Famalicão, Guimarães e Viana do Castelo, reforçando a colaboração intermunicipal e o compromisso com a descentralização cultural. Ao longo de quatro dias, o festival combinará concertos, showcases, conferências, conversas e momentos de networking, distribuídos pelos diferentes territórios parceiros. Através da música, o evento convida, ainda, à descoberta de espaços históricos, culturais e naturais das cidades anfitriãs.
Num contexto de constante transformação da indústria musical, o SQUARE continua a distinguir-se pela criação de uma plataforma de networking focada em profissionais comprometidos com diversidade, inovação e desenvolvimento sustentável de cenas musicais independentes. Com um olhar direcionado para artistas e agentes culturais que vivem e trabalham nos territórios banhados pelo Atlântico, o festival pretende fortalecer ligações entre programadores, promotores, editoras, festivais e estruturas culturais de diferentes geografias.
A segunda edição manterá igualmente uma forte aposta em colaborações locais, nacionais e internacionais, contando novamente com parceiros de programação que irão contribuir para a construção artística e profissional do evento. Os nomes dos parceiros envolvidos nesta edição serão anunciados em breve.
À semelhança do que aconteceu na primeira edição, o festival lança, na próxima segunda dia 8 de junho, uma convocatória dirigida a artistas e projetos musicais que desejem integrar a programação do evento. O festival procura propostas de artistas que vivam e trabalhem nos territórios banhados pelo Atlântico, aceitando candidaturas de qualquer género musical, formação ou língua. As candidaturas estarão abertas até 15 de agosto de 2026 e serão avaliadas pela equipa de programação do festival. Os resultados serão comunicados aos participantes no final de agosto, com anúncio público previsto para setembro. Os projetos selecionados integrarão o programa de showcases e concertos do SQUARE 2027 e terão acesso a cachet, apoio técnico, alimentação e alojamento, de acordo com as condições definidas pela organização. Todas as informações relativas ao processo de candidatura e regulamento estarão disponíveis no website oficial do festival em squarefestival.pt.
Serão criados três tipos de bilhetes que dão acesso a experiências direcionadas para diferentes interesses: Bilhete PRO, Passe Geral e Passe de Fim-de-Semana. Os detalhes de cada modalidade de bilhete serão divulgados a 1 de julho, juntamente com os primeiros passes PRO a preço promocional.
O SQUARE é um legado da Braga 25 - Capital Portuguesa da Cultura, sendo promovido pela Faz Cultura - Empresa Municipal de Cultura de Braga, com organização da Lovers & Lollypops.
IOLANDA LANÇA “NOITE INTEIRA” O TERCEIRO SINGLE DO ÁLBUM DE ESTREIA QUEBRANTO
Foto: Sara Albuquerque
IOLANDA lança hoje “Noite Inteira”, o terceiro single retirado de Quebranto, o aguardado álbum de estreia da artista, com edição prevista para o último trimestre de 2026. Depois de “Olha P’ra Ela” e “Responso”, a cantora e compositora continua a desvendar diferentes camadas emocionais daquele que será o seu trabalho mais ambicioso até à data.
“Noite Inteira” mergulha numa relação marcada por uma forte atração física e emocional entre duas pessoas que se desejam na mesma medida, mas que vivem esse sentimento de formas diferentes. É uma canção sobre a incapacidade de resistir a alguém, mesmo quando se reconhece que essa ligação dificilmente poderá transformar-se em algo permanente.
Desde os primeiros versos, a narradora assume o conflito que atravessa toda a canção. Sabe o efeito que tem na outra pessoa, conhece as suas próprias intenções e reconhece o medo do compromisso que a impede de ficar. Ainda assim, a intensidade da ligação torna impossível a distância. Entre avanços e recuos, ambas permanecem presas a uma dinâmica onde o desejo fala sempre mais alto.
A artista descreve ainda “Noite Inteira” como “uma relação que dá match em tudo menos no compromisso: quanto mais tentam afastar-se, mais voltam a cair uma na outra, presas num loop de desejo e saudade.”
Ao longo da canção, a cama surge como símbolo central desta relação. Não como lugar de estabilidade ou reconciliação, mas como o espaço onde a intensidade cresce e onde o desejo alimenta continuamente aquilo que ambas tentam controlar. É precisamente essa contradição que dá força à narrativa de “Noite Inteira”: a maldição de querer muito alguém, mas não saber ficar.
Se “Olha P’ra Ela” apresentava uma personagem observada e julgada pelo mundo à sua volta, e “Responso” revelava a sua procura interior e necessidade de reencontro, “Noite Inteira” mostra agora a sua dimensão mais impulsiva e contraditória. É mais uma peça fundamental na construção do universo narrativo de Quebranto, um disco onde diferentes emoções, fragilidades e relações se cruzam para formar um mesmo retrato.
Produzida por Luar, com co-produção de Extrazen e IOLANDA, “Noite Inteira” volta a reunir uma equipa criativa que tem acompanhado a construção do universo sonoro de Quebranto. Na composição e letra, juntam-se IOLANDA, Luar, Extrazen, Carolina Deslandes e Matheus Paraizo, num encontro de diferentes sensibilidades autorais que ajudam a dar forma a uma das canções mais intensas reveladas até agora do álbum de estreia.
Após representar Portugal na Eurovisão e alcançar o melhor resultado nacional dos últimos anos, IOLANDA tem vindo a consolidar o seu percurso como uma das mais relevantes autoras e intérpretes da nova geração da música portuguesa. Em paralelo com a edição de Quebranto, a artista encontra-se atualmente em digressão por todo o país, preparando também aquele que será um dos momentos mais importantes da sua carreira: a apresentação oficial do álbum num concerto especial em formato 360.º no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 07 de dezembro.
“Noite Inteira” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
31 jul. — Vila de Rei
18 set. — Santa Maria da Feira
07 set. — Coliseu dos Recreios (Lisboa)
JOAQUIM FERREIRA APRESENTA NOVO SINGLE
Joaquim Ferreira apresenta “Voltar a Ver”, um novo single já disponível nas plataformas digitais, afirmando-se como o tema mais pessoal do percurso do artista até ao momento. A canção surge na sequência da participação de Joaquim Ferreira no The Voice Portugal 2025, experiência que contribuiu para consolidar uma nova etapa artística e reforçar a vontade de editar material original.
Assente numa abordagem pop centrada na emoção e na vulnerabilidade, “Voltar a Ver” nasce de uma experiência de separação sem explicação - uma relação interrompida sem despedida, deixando para trás um conjunto de perguntas sem resposta. A canção desenvolve-se em torno desse vazio e da dificuldade em compreender o desaparecimento de alguém que ocupava um lugar central no quotidiano.
Ao longo da letra, Joaquim Ferreira constrói uma narrativa marcada pela repetição da dúvida e pela tentativa de reconstruir o que ficou por esclarecer. “E dou voltas, p’ra entender / O que nos levou até isto acontecer” canta no refrão, condensando a sensação de suspensão emocional que atravessa todo o tema. Entre memórias domésticas, silêncios e ausência, “Voltar a Ver” propõe uma leitura universal sobre perda, afastamento e incompletude.
O lançamento é acompanhado por um videoclipe concebido por Joaquim Ferreira e Simão Silva, responsável também pela realização e colorização. A direção de fotografia contou com Pedro Ferreira enquanto gaffer, com produção da Freak Films. A maquilhagem ficou a cargo de Margarida Ferreira, o cabelo de Rita Branco e a decoração contou com apoio do BricoMarchê Estarreja. Os bastidores foram registados por Gonçalo Rodrigues.
Natural de Estarreja, Joaquim Ferreira iniciou o percurso musical ainda em criança, começando os estudos de solfejo aos sete anos e escolhendo o trombone aos nove, instrumento que o levou ao Conservatório de Música de Aveiro, onde integrou também um coro. Mais tarde aprofundou a formação vocal na Academia de Música de Oliveira de Azeméis, sob orientação de Eva Dannin.
Depois de começar a publicar versões no YouTube, apresentou-se ao público em 2021 no programa All Together Now. Em 2022 editou o single “Agradeço”, dedicado à mãe e à irmã, seguindo-se “Aqui P’ra Ti” em 2023. Já em 2025, lançou “Fazes-me falta”, em colaboração com Peter Owl, aprofundando uma abordagem pop-rock marcada pela tensão entre distância e proximidade.
Atualmente, Joaquim Ferreira encontra-se também a desenvolver trabalho ao vivo com a sua própria banda, apresentando um repertório centrado nas diferentes etapas do seu percurso. O próximo concerto acontece no dia 11 de junho, nas Festas de Santo António de Estarreja, onde atuará antes de Pedro Abrunhosa.
ORCA EDITA ANTECIPA NOVO SINGLE
© Pedro Jafuno
“Sobras das Sombras” parte de uma reflexão sobre família, herança emocional e trauma, explorando a forma como as relações familiares moldam a identidade individual. Entre reprodução e rutura, a canção observa a tensão entre aquilo que se transporta inconscientemente e o desejo de quebrar ciclos afetivos e comportamentais profundamente enraizados.
“É uma canção sobre família e sobre as heranças emocionais que carregamos: desde as coisas boas ao trauma”, refere Leonor Cabrita. “As relações que temos com as pessoas que nos criam têm um impacto profundo em quem nos tornamos, seja porque as reproduzimos consciente e/ou inconscientemente, seja porque as queremos desconstruir para quebrar ciclos muitas vezes tóxicos.” É nesse território de dualidade - entre proximidade, memória, repetição e resistência - que o tema se constrói.
Do ponto de vista sonoro, “Sobras das Sombras” desenvolve-se num registo íntimo e atmosférico, centrado na voz e no piano de Leonor Cabrita, expandindo-se depois através de uma instrumentação coletiva marcada pela contenção e pela construção textural. A composição e letra são assinadas pela própria artista, acompanhada por Bá Álvares no baixo, Miguel Sobral Curado na bateria, Yaw Tembe no trompete e Francisco Menezes no saxofone soprano. Os coros contam com a participação de Catarina Branco, chica, Mariana Camacho e Sallim.
A produção ficou a cargo de Leonor Cabrita e Bá Álvares. A captação foi realizada por Eduardo Vinhas, com mistura de Catarina Branco e masterização de João Almeida.
O videoclipe prolonga visualmente o universo emocional da canção através da sobreposição entre memória familiar e presente. Com ideia e montagem de Leonor Cabrita, o vídeo integra filmagens antigas de uma cassete de 1997, registadas por membros da família da artista e cruzadas com novas imagens captadas por João Reis.
Orca é a identidade musical que parte das canções de Leonor Cabrita. Tal como os cetáceos dependem das vocalizações para comunicação e orientação, também as canções surgem aqui como necessidade de expressão, relação e sobrevivência emocional. Entre o amor, o fim das coisas e a resistência, Orca constrói uma linguagem profundamente pessoal, mas simultaneamente coletiva.
Embora o processo de composição surja de forma solitária, a concretização do projeto tem-se desenvolvido num contexto comunitário, através de colaborações próximas e recorrentes. Depois do álbum “Paisagem Trânsito” (2023) e do EP “Não Há Tempo” (2024), Orca prepara agora a edição de “Apneia”, trabalho que será revelado em setembro de 2026.
Com “Sobras das Sombras”, Orca inaugura um novo capítulo do projeto, aprofundando uma escrita centrada na memória, nos vínculos familiares e na tentativa de compreender aquilo que permanece, mesmo quando tudo parece já ter passado.
RITA CRUZ EDITA SEGUNDO DISCO
Depois de revelar os singles “Búzios”, “Cuidado” e “Dona Velha”, Rita Cruz apresenta finalmente "Flor no Asfalto", o seu muito aguardado álbum de estreia, já disponível em todas as plataformas digitais.
Mais do que um conjunto de canções, "Flor no Asfalto" é um espaço de reflexão, vulnerabilidadeeresistência. Ao longo de oito temas, a artista encontra na música a possibilidade de narrar a suasensibilidade enquanto mulher e cidadã, abordando temas como a masculinidade, o conceitodemulher, a dor, as desigualdades e a forma como sobrevivemos aos momentos mais difíceis.
Entre a melancolia e o humor, traço já evidente nos temas anteriormente revelados, Rita Cruz constrói um universo profundamente humano, onde o íntimo e o político coexistem. Cadacanção nasce da observação do mundo e da tentativa de dar-lhe sentido, transformandoexperiências, inquietações e perguntas em matéria artística.
O título do álbum encerra uma das ideias centrais deste trabalho. "Flor no Asfalto" surge comometáfora da capacidade de encontrar beleza, força e crescimento mesmo nos contextos mais áridos.
“A flor no asfalto é um abraço à minha vulnerabilidade, ao espaço para o erro enquanto mulher eartista e a avançar sempre, mesmo que haja medo”, explica Rita Cruz.
Ao longo do disco, a artista percorre diferentes territórios emocionais e sociais, sempre através de uma escrita marcada pela honestidade, pela imagem e pela procura de significado. É umálbum que olha para a fragilidade não como uma fraqueza, mas como um lugar de descoberta etransformação.
A acompanhar o lançamento surge o tema “Casa”, uma canção que nasce de uma reflexãosimples e poderosa sobre a condição feminina ao longo da história. Sobre a capacidade deresistência das mulheres e a força que permanece mesmo perante a adversidade.
“Este tema surgiu após uma questão: porque é que a mulher foi e é perseguida desde sempre?Por causa da sua força. A mulher gera vida, faz do seu corpo casa, tem a capacidade de alimentar outro ser. ‘Casa’ fala sobre a mulher.
Porquê então casa e não mulher? Porque casa é base, é centro e pilar. E é o que a mulher é. Ummotor de potência e de estrutura que, apesar de durante séculos - e ainda hoje - ser negligenciada, negada e violentada, a sua força e a sua potência sobreviveme resistem”, destaca a autora.
É uma canção que sintetiza muitos dos temas presentes em "Flor no Asfalto" e funciona comoporta de entrada para o universo de um álbum onde todas as canções partemde umainquietação, individual ou coletiva, e onde essas inquietações se reúnem para ser transformadas em algo que possa ser observado, questionado ou até curado.
Conhecida do grande público pelo seu percurso enquanto atriz, Rita Cruz afirma-se agoratambém como autora e intérprete, revelando um trabalho musical profundamente pessoal, ondea palavra, a emoção e a consciência social se encontram.
"Flor no Asfalto" já está disponível em todas as plataformas digitais.
SOBRE RITA CRUZ
Licenciada em Teatro-Atores (ESTC) e Reabilitação e Inserção Social (ISPA). Cofundadora do Teatro do Eléctrico. É actriz e cantora. Desde o início do seu percurso que tem aliado a representação ao canto, em diversões musicais ou em produções com o Teatro do eléctrico cujas produções juntaram teatro e música.
Esteve em diversas formações musicais, a última com Rita e o Revolver, banda de originais.
Em 2015 escreve e encena Mãe com Açúcar. Em 2011 escreve, com Ana Lázaro e Sílvia Figueiredo, Rosa ou Quem é Cabra.
Recebe o Prémio de Melhor Atriz de Televisão (Prémios África is More, 2016). É nomeada para Melhor Atriz (Prémios SPA, 2016) e para Melhor Espetáculo de Teatro com A Noite da Dona Luciana (2016), Menos Emergências (TimeOut, 2014) e Othelo (Globos de Ouro, 2005). Integra diversas produções televisivas e de cinema. É cantora. Faz locuções e dobragens desde 2003.
MAIS UM TEMA DE HETT G MEETS FUEL2FIGHT
HERR G meets FUEL2FIGHT - GRAFISMOS
Posto de escuta: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/grafismos
Chegados a Junho, o projeto Herr G meets Fuel2Fight apresentou no dia 4 a sexta música da sua arrojada proposta: o lançamento de um tema inédito por mês.
Este tema intitula-se “E, sempre que os lobos são usados como metáforas de resistência política” e conta com a colaboração de Lipe Mangini e Becas Rosa na Gaita de Foles Transmontana.
"E, sempre que os lobos são usados como metáforas de resistência política"
Paisagem Sonora: Herr G meets Fuel2Fight
Convidados - Lipe Mangini e Becas Rosa - Gaita de Foles Transmontana
NOVO SINGLE DE CONSTANÇA QUINTEIRO
© Joanna Correia
“1 e 1” nasce como resposta a um momento de dúvida, assumindo-se como uma declaração afetiva construída a partir de pensamentos, desejos e visões sobre a vida a dois. “É uma prova de afeto”, refere a artista, descrevendo o tema como o verbalizar de sentimentos que nem sempre são expressos no quotidiano ou comunicados da forma certa.
A canção desenvolve-se em torno de uma ideia de futuro partilhado, onde a intimidade surge ligada ao tempo, ao cuidado e à possibilidade de envelhecer em conjunto. A imagem da “casinha no campo” - evocada ao longo do refrão - funciona como símbolo dessa procura de paz e pertença, inspirada nas “casas” cantadas por Capicua e Elis Regina. “Um lugar pacífico, leve e livre onde há tempo e espaço para sentir e envelhecer de mãos dadas”, explica Constança Quinteiro
Liricamente, “1 e 1” oscila entre vulnerabilidade, esperança e maturidade emocional. Entre referências à fragilidade das relações e à inevitabilidade dos conflitos, a canção recusa a idealização trágica do amor, privilegiando antes a ideia de construção quotidiana, resistência e continuidade. “Quero amor eterno, não quero amor trágico”, canta a artista, num dos versos centrais do tema.
Do ponto de vista sonoro, o single mantém a aproximação às linguagens da lusofonia e às atmosferas quentes e rítmicas que têm marcado o percurso da cantora. A letra é assinada por Constança Quinteiro, que divide também a composição com GEMIINY, responsável pela produção do tema. A mistura e masterização ficaram a cargo de Tayob J.
Natural de Sesimbra, Constança Quinteiro iniciou o seu percurso musical em 2008 e integrou o projeto indie pop/rock MEDVSA, antes de se mudar para Londres, onde aprofundou estudos em Performance Musical e Produção Musical. A partir desse percurso, foi consolidando uma linguagem própria influenciada pela soul, R&B e sonoridades lusófonas, aproximando-se de referências como Dino D’Santiago, Mayra Andrade ou Gilsons.
Depois do EP “Aventurina” e de temas como “Miúda”, “Corpo a Corpo”, “Dança” e “IPANEMA”, Constança Quinteiro continua a desenvolver uma escrita centrada na intimidade, nas relações e na procura de identidade, cruzando vulnerabilidade emocional e leveza melódica numa linguagem pop contemporânea.
Com “1 e 1”, a artista reforça esse percurso, propondo uma canção sobre permanência, cuidado e desejo de futuro, onde o amor surge menos como idealização e mais como escolha quotidiana de partilha e construção conjunta.
CHEGA EM SETEMBRO O TRAFARIA BLUEGRASS
O Trafaria Bluegrass está de regresso para a sua 5.ª edição, entre os dias 11 e 13 de setembro, reforçando a sua posição como um dos eventos culturais mais singulares da região e o principal festival dedicado à música bluegrass realizado em Portugal.
De entrada livre e aberto a todas as idades, o festival transforma novamente a vila da Trafaria num ponto de encontro entre culturas, gerações e comunidades, através de um programa que combina música ao vivo, atividades para famílias, partilha cultural e valorização do território.
Ao longo de três dias, o público poderá assistir a atuações de artistas nacionais e internacionais oriundos dos Estados Unidos da América, Bélgica, Irlanda, Suécia, Países Baixos e Portugal, num ambiente único junto ao estuário do Tejo.
Muito mais do que música
Mais do que um festival de concertos, o Trafaria Bluegrass assume-se como um projeto comunitário e intercultural que promove o encontro entre diferentes tradições musicais, culturas e públicos. Ao longo dos últimos anos, o evento tem contribuído para a dinamização cultural e turística da Trafaria, atraindo visitantes nacionais e internacionais e afirmando o território como um espaço de criação, partilha e fruição cultural.
A programação paralela voltará a incluir iniciativas dirigidas a toda a família, promovendo a participação da comunidade local e dos visitantes numa experiência cultural acessível e inclusiva.
Um projeto da comunidade para a comunidade
O “Trafaria Bluegrass Onde o Tejo se Faz ao Mar” - é uma iniciativa dos Recreios Desportivos da Trafaria e do músico André Dal, contando com o apoio da Câmara Municipal de Almada, da União das Freguesias de Caparica e Trafaria e de diversas entidades locais e internacionais.
Ao longo das suas quatro edições, o festival tem vindo a consolidar-se como um exemplo de cooperação cultural, valorização do território e promoção da diversidade artística, contribuindo para projetar a Trafaria além-fronteiras.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
PROGRAMA DE 03/06/26
1 - Desert Smoke - Fuzzy txitxu
2 - Fjords - Virgilio
3 - Junkbreed - Misanthrope
4 - Last Piss Before Death - Echoes
5 - Spiralist - Underbelly
6 - Morbid Death - Hole worm
7 - This Penguin Can Fly - The lightning bolts are here!
8 - Sensible Soccers - Praia da memória
9 - Galgo - Vapor
10 - Baleia Baleia Baleia - NPC
11 - Chat Grp - Engenheiros
12 - Polivalente - Senhorio
13 - Cortada - Fossa séptica
14 - Lesma - Barreiro
15 - Marquise - Passado
quarta-feira, 3 de junho de 2026
O PALCO DAS MÚSICAS BONITAS ESTÁ DE REGRESSO AO MOSTEIRO DA BATALHA
O Festival Artes à Vila regressa ao Mosteiro da Batalha com três dias de música, exposições, oficinas e encontros que celebram a criação contemporânea, o património e a comunidade.
Sexta-feira, 17 de julho
Exposições
Recordações da Batalha
A Pedra e a Batalha — da matéria à vida
Concertos — Claustro Afonso V - Palco Emergentes GDA
21h30 — Lisa Sereno
22h15 — this page
Sábado, 18 de julho
11h — Visita ao estaleiro das obras de conservação e restauro das Capelas Imperfeitas
14h — Oficina “Vamos fazer um videoclip”
17h — “Retratos de uma aldeia Vol. III”, de Luís Rocha
Concertos - Claustro V - Palco emergentes GDA
18h — puto bacoco
Claustro Real — Palco Play Tradicional
18h30 — Tomás Wallenstein
21h30 — Jorge Palma
DJ Set
18h00–00h00 — ninguém e Débora (warm up & after party)
Domingo, 19 de julho
11h — Oficina “Cartinha de Amores”
Concertos — Claustro Afonso V — Palco Emergentes GDA
16h — Casa do Mimo apresenta Projeto Experimental “Os Mimos”
Claustro Real — Palco Play Tradicional
17h — Ana Lua Caiano
18h — Prémios PLAY Tradicional — atuações de: Romeu Barios, Joana Alegre e Cristina Maria
IRINA BARROS APRESENTA O VIDEOCLIPE DE “BANDEIRA BRANCA”
Depois do lançamento de CICLOS, o seu aguardado álbum de estreia, Irina Barros apresenta agora o videoclipe de “Bandeira Branca”, uma das faixas mais pessoais do projeto.
Composta como uma narrativa de reconciliação, evolução e aceitação, “Bandeira Branca” espelha o amadurecimento artístico e pessoal de Irina Barros. Esta composição, que integra o seu disco de estreia, ganha agora um novo visual com o lançamento de um videoclipe que conta com a realização de Blackrose e a produção da My Vibe Music.
O lançamento acontece num momento particularmente relevante da carreira de Irina Barros: depois de editar Ciclos, o seu aguardado álbum de estreia, a artista apresentou o projeto ao vivo num concerto esgotado no Capitólio, em Lisboa.
Ao longo dos últimos anos, Irina Barros tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais relevantes da música lusófona. Em 2025, integrou a lista das 10 artistas femininas portuguesas mais ouvidas no Spotify em Portugal e viu o single “Tu e a Lua” permanecer durante três meses consecutivos no Top 10 do Airplay Nacional, reforçando o impacto crescente da sua música junto do público.
Este percurso ganha agora uma nova dimensão com a confirmação de Irina Barros no Rock in Rio. A artista integra o cartaz de um dos maiores festivais de música do mundo, assinalando mais um marco numa trajetória que continua a crescer e a conquistar novos públicos. A presença no festival surge numa fase de afirmação plena da cantora, que soma mais de 100 milhões de streams nas plataformas digitais e uma comunidade superior a 800 mil seguidores.
10 ANOS DEPOIS ANTÓNIO ZAMBUJO E MIGUEL ARAÚJO REGRESSAM AOS COLISEUS COM 10 CONCERTOS ÚNICOS
10 anos depois dos históricos 28 Coliseus esgotados, António Zambujo e Miguel Araújo regressam aos palcos onde tudo ganhou outra dimensão. São 10 novos concertos, sem datas extras, 5 noites no Coliseu Porto AGEAS, de 5 a 9 de janeiro, e 5 noites no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, de 2 a 6 de fevereiro de 2027. Os bilhetes ficam disponíveis a partir de 10 de junho nos locais habituais.
Ao longo dos anos, os UJOS conquistaram um lugar muito próprio dentro da música portuguesa. Um espaço raro de liberdade, amizade e cumplicidade, onde as canções convivem com o improviso, o humor e a sensação constante de que nenhuma noite acontece exatamente da mesma forma. Talvez seja por isso que estes concertos tenham criado uma relação tão emocional com o público, uma ligação construída sem fórmulas, sem personagem e sem artifício.
Em 2016, essa relação tornou-se um fenómeno sem precedentes, com 28 Coliseus esgotados entre Lisboa e Porto. Mais tarde, em 2023, António Zambujo e Miguel Araújo voltaram a confirmar a dimensão única deste projeto com mais de 47 mil bilhetes vendidos nas Arenas de Lisboa e Porto, concertos que deram origem ao álbum ao vivo “UJOS nas Arenas”, editado em 2025.
Agora regressam às salas onde tudo aconteceu pela primeira vez, não para repetir o passado, mas para continuar uma história que permanece viva. Dez noites únicas pensadas como reencontro, celebração e continuação natural de um projeto que continua a ocupar um lugar único na música portuguesa.
COLISEU DO PORTO AGEAS
05 de janeiro 2027
06 de janeiro 2027
07 de janeiro 2027
08 de janeiro 2027
09 de janeiro 2027
COLISEU DOS RECREIOS, LISBOA
02 de fevereiro 2027
03 de fevereiro 2027
04 de fevereiro 2027
05 de fevereiro 2027
06 de fevereiro 2027
BILHETES COLISEUS - A PARTIR DE 10 DE JUNHO

















