1 - Pedro G. Marques - Reverie on a rainy day
2 - Rui Massena - Parent's house
3 - Hélder Bruno - Alma
4 - Máximo - Pangea
5 - Marta Pereira da Costa - Viagem
6 - Danças Ocultas - Pedra do sol
7 - Rogério Charaz - Quando nós formos velhinhos
8 - Rui Luís - Atordoado
9 - A Garota Não - No train a curtir Coltrane
10 - Esteves Sem Metafísica - Sóbria
11 - Maria João - Beatriz
12 - Três Tristes Tigres - Água
13 - Inês Sousa - Tornado
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
terça-feira, 3 de março de 2026
PROGRAMA DE 03/03/26
FRANKIE CHAVES CELEBRA 15 ANOS DA EDIÇÃO DO PRIMEIRO DISCO
Para assinalar o 15.º aniversário da estreia em disco, Frankie Chavez reedita esta sexta-feira, dia 20, “Family Tree”, remasterizado e com uma nova versão de “December 21st 2012”, que conta com a participação de Tatanka, na voz, e de João Correia, na bateria/percussão e produção.
Disponível em vinil (edição limitada) e formato digital, este disco apresentou Frankie Chavez como uma das vozes mais originais do blues, folk e rock em Portugal.
“O ‘Family Tree’ foi o meu primeiro longa-duração e, por isso, ocupa um lugar muito especial na minha vida. Era a segunda vez que entrava num estúdio profissional e sentia-me como uma criança numa loja de brinquedos: imensas guitarras, um engenheiro de som com todos os meios e a possibilidade – ainda ingénua – de transformar canções simples em algo maior. Tocava as músicas como as sentia e aos poucos as canções encontraram o seu caminho. Este processo deu ao disco um carácter muito próprio, uma sonoridade sem filtros, que ainda hoje me diz muito”, lembra Frankie Chavez.
BEAUTIFY JUNKYARDS AO VIVO
Este mês de Março marca o regresso dos BJ aos concertos, iniciando as apresentações com um concerto no dia 19 de Março na Casa Capitão.
A banda irá apresentar o seu mais recente álbum "NOVA" e também algumas músicas que têm vindo a compor nos últimos meses, naquele que deverá ser o último concerto dos próximos tempos em solo nacional e que conta com o apoio da Rádio Futura.
+info e bilhetes
"Os Beautify Junkyards são um tesouro nacional. E é uma pequena tragédia que sejam mais reconhecidos lá fora do que cá dentro, porque a sua música tem muito a dizer-nos.
Na senda dos pioneiros da fantologia musical ocidental, olham para o passado e exploram os espaços limítrofes do presente em busca de novos futuros – para a música e arte popular; para esta sociedade em crise.
Timoneados há mais de uma década por João Branco Kyron, editaram com o selo DOP da Ghost Box Records britânica três discos fundamentais – “The Invisible World of Beautify Junkyards” (2018), “Cosmorama” (2021) e “Nova” (2024) –
e com uma linguagem cada vez mais singular, onde a folk mais ácida e o tropicalismo brasileiro, entre outras músicas e melodias, são moldadas pelas electrónicas e pelas memórias de um país e de uma geração. As nossas.
Saber que a sua música, beatífica e liberatória, vai ecoar no nosso Sótão a 19 de Março é um privilégio. E um bálsamo para estes tempos de crises e incertezas."
Em Maio a banda rumará novamente à Itália, depois da bem sucedida tour em 2023. Desta vez a tour incidirá mais sobre o centro/sul, com concertos em Roma, Avellino, Bari e Fano, sendo de destacar a participação no Festival Experimenta que ocorrerá em Bari.
A tour conta com o apoio do site Onda Rock
artwork by Nicola Giunta
MIMICAT NOMEADA PARA DOIS PRÉMIOS INTERNACIONAIS
Fotografia: Puri e Most Wanted
Mimicat apresenta um novo capítulo da sua obra com o lançamento do single 'Santa', já disponível em todas as plataformas digitais. A canção explora as temáticas da liberdade e aceitação, da coragem e da importância das raízes familiares. 'Santa' foi escrita pela cantora e compositora e coproduzida com um dos produtores habituais Filipe Survival, com quem a artista trabalhou noutros temas, nomeadamente, no single anterior 'Agostinho' e também 'Vais Ter Saudades'.
'Santa' é "uma canção autobiográfica sobre a vontade de ir contra todas as probabilidades do meio que nos rodeia e partir em busca de uma verdade nossa, seja ela qual for. É sobre o medo que nos prende mas, sobretudo, sobre a coragem de o enfrentar. É um espelho - olho para dentro e vejo a urgência de ser fiel ao que sinto", afirma Mimicat, que diz ainda que a música aborda, também, a "importância da minha mãe e das raízes nas escolhas importantes".
O ano de 2025 marca um novo ciclo artístico para a cantora, com imagem renovada e muitas novidades. Com produção executiva da própria Mimicat, o novo tema nasceu ao piano e ganhou forma e arranjos na colaboração com Filipe Survival. O resultado é uma sonoridade que combina soul, pop e influências da canção portuguesa e até fado. A artista refere que "é um selo, uma assinatura que define a sonoridade Mimicat. Quase como se a Amy Winehouse viesse aos fados e bebesse um tinto com a Simone de Oliveira".
O conceito do videoclipe de 'Santa' foi desenvolvido pela cantora e compositora com o seu realizador Rodrigo Pedras. A narrativa visual apresenta uma estética cinematográfica e crua, que veio sustentar a mensagem da canção.
Mimicat conta que "juntámos as nossas visões, debatemos muitas ideias e chegámos a uma narrativa com uma mensagem profunda, dentro de uma estética própria, mas que pudesse chegar a toda a gente".
Presença regular nas rádios e nos palcos das mais emblemáticas salas desde 2014, Mimicat conta com três álbuns editados. “Peito”, o mais recente editado no ano passado após a vitória no Festival da Canção 2023, inclui o êxito 'Ai Coração', que já ultrapassou os 10 milhões de streams no Spotify. 'Santa', o novo single de Mimicat, já está disponivel em todas as plataformas digitais.
Cantora, compositora, performer e detentora de uma voz poderosa, Mimicat move-se nos territórios pop, soul, jazz e canção portuguesa. Com três álbuns de estúdio editados e atuações ao vivo tão intensas como intimistas nas mais emblemáticas salas nacionais, a artista portuguesa venceu o Festival da Canção em 2023, com o tema 'Ai Coração' e representou Portugal na Eurovisão, nesse mesmo ano.
Fortemente inspirada pelas grandes vozes da música negra e formada em Som e Imagem pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, Mimicat - alter ego artístico de Marisa Mena - gravou o primeiro disco aos 9 anos. Em 2014, a sua música ganhou eco nas principais rádios e na ficção nacional, com o lançamento do primeiro álbum, "For You", através da Sony Music, ao qual se seguiu, em 2017, "Back In Town". Os discos deram a conhecer canções como 'Tell Me Why', 'Savior', 'Stay Strong', 'Fire' ou 'Gave Me Love', entre outras, foram apresentados nos maiores palcos do país, nomeadamente na Culturgest, na Festa do Avante, em festivais como o Sol da Caparica, Cool Jazz e Marés Vivas, entre outros, e levaram a artista a atuar internacionalmente, na Virada Cultural de São Paulo, no Brasil.
Em 2019, Mimicat lançou a primeira canção em português, 'Até Ao Fim', à qual se seguiram 'Tudo Ao Ar' e 'Mundo Ao Contrário', esta última um dueto com Filipe Gonçalves.
Com 'Ai Coração' venceu a 57.ª edição do Festival da Canção e representou Portugal na Eurovisão, em Liverpool, alcançando a final do certame. O tema conta, até à data, com mais de 10 milhões de streams no Spotify e integra o terceiro álbum de originais da cantora e compositora, "Peito", editado em 2024. Do alinhamento do LP constam, também, os singles 'Vais Ter Saudades', 'Dança Comigo', 'No Teu Lugar' e o tema título, 'Peito', bem como colaborações com Matay, Tatanka, Catana, Diana Castro, Elisa Rodrigues, Joana Alegre e Luísa Sobral.
O ano de 2025 marca o início de uma nova era no percurso de Mimicat, com nova imagem e uma sonoridade que cruza as influências da canção portuguesa dos anos 60 e 70 com os ritmos mais alegres do Fado e da pop contemporânea. Os temas 'Agostinho' e 'Santa', dão início a esta nova fase artística Mimicat.
BONS SONS COMEMORA 20 ANOS DE RESISTÊNCIA E ABRE CANDIDATURAS PARA VOLUNTARIADO, RESTAURAÇÃO E FEIRA
O BONS SONS regressa de 6 a 9 de agosto de 2026 numa edição comemorativa dos 20 anos de existência, sob o mote da resistência e abre inscrições para voluntariado, restauração e feira.
A 13.ª edição do BONS SONS marca os 20 anos do festival. Realiza-se de 6 a 9 de agosto de 2026, na aldeia de Cem Soldos, concelho de Tomar - organizado pelo SCOCS - Sport Club Operário de Cem Soldos - e é uma edição marcada pela resistência.
Resistência que é persistência, determinação, tenacidade. São vinte anos de manifesto, de conquista de um lugar para a cultura portuguesa e de afirmação de um lugar para o espaço rural. Um festival e uma aldeia que existem e que querem existir pela contemporaneidade no campo, por uma plataforma cultural, pelo planeamento do território, pela cidadania participativa, pelo envelhecimento ativo, pelo ensino em comunidade, por projetos de território, por uma ação sustentável, pela criação de espaço público e pela cultura popular.
O BONS SONS é diversidade, multiplicidade, um festival comunitário, que resiste ao tempo. Uma resistência que é flexível e que se adapta aos desafios de cada momento, que tem objetivo, e navega com destino definido - porque "barco que não tem rota não beneficia de vento algum", um festival que evolui ao sabor do movimento da sua comunidade, da sua aldeia. Uma aldeia que acredita e porque acredita faz. Uma resistência que é fruto deste lugar, da esperança e deste projeto. E porque sem resistência não há festa.
2026 marca também início de uma nova vida na estrutura da equipa do festival, uma estrutura com novas lideranças, uma equipa diretiva focada na ideia de coletivo, com um modelo transversal, congregando diferentes gerações, ideias e perfis que fazem parte da equipa do BONS SONS há vários anos. Neste sentido, a coordenação geral do BONS SONS é agora assumida por uma geração de pessoas que nasceu com o festival e que já faz parte há vários anos da equipa do festival e da direção do SCOCS: Bernardo Ferreira, Filipe Cartaxo (também presidente do SCOCS) e Mariana Krause, continuando a programação a ser conduzida por João Rufino, José Gonçalves e Sérgio Alves.
Voluntariado, Restauração e Feira - Inscrições abertas
A partir de agora, estão também abertas as inscrições para a equipa de voluntariado do festival, pontos de restauração e feira. Para restauração e feira as inscrições estão abertas até 15 de abril de 2026 e para o voluntariado até 30 de abril.
O BONS SONS é um festival comunitário que vive da participação voluntária, desde as pessoas da organização até às diversas equipas que fazem acontecer o festival. A comunidade de Cem Soldos recebe as pessoas voluntárias de fora e todas, em conjunto, ajudam a construir o festival. Quem quiser fazer parte desta comunidade pode inscrever-se a partir de agora.
A restauração complementa o programa cultural e musical do festival, por isso o festival procura propostas gastronómicas, sejam elas de cariz local, internacional, petiscos, produtos regionais, vegetarianos ou veganos, entre outros.
Viver a aldeia, no âmbito do BONS SONS, significa também visitar a feira nas ruas de Cem Soldos e há lugar para pessoas ligadas a trabalhos de artesanato e design português, seja através da moda, joalharia, fotografia, ilustração, cerâmica, ecologia, literatura ou outras expressões.
Informações: www.bonssons.pt
Inscrições: www.bonssons.pt/participar
Bilhetes
Os bilhetes para o BONS SONS estão à venda: o Passe Geral 4 Dias (com campismo incluído) encontra-se na terceira fase de venda e custa 60€.
PASSE 4 DIAS: Fase 3 - 60€* | Fase 4 - 70€
* Os bilhetes a preço reduzido estão limitados ao número de unidades disponibilizado para cada fase. Esgotado o número de unidades da fase em curso, passam a vigorar os valores da fase seguinte. Bilhete pago a partir dos 12 anos. Bilhetes à venda no site do BONS SONS, na rede See Tickets e na sede do SCOCS, em Cem Soldos.
Os bilhetes diários estarão à venda a partir do momento da divulgação do cartaz completo.
OS GANSO ATUAM ESTA SEXTA-FEIRA, DIA 6 MARÇO, NO COLISEU DOS RECREIOS
Uma década de Ganso, João Sala, vocalista e letrista da banda reflete um pouco sobre esta simbólica data: ”para além da nossa paixão por fazer música, o nosso público é uma grande potência que nos leva a cumprir estes 10 anos de banda. Ao longo desta década, sempre sentimos vontade de ser ouvidos e isso motiva-nos imenso. Temos 3 álbuns e um EP muito diferentes uns dos outros e ainda há muita margem para continuar a experimentar outras sonoridades.”
Recuando na história dos Ganso, a 3 de novembro de 2015 saía o primeiro EP da banda lisboeta, "Costela Ofendida", com o tema "Pistoleira" a encabeçar o lançamento de estreia. Seguiram-se depois canções e singles como "O Que Ha Por Cá" do "Pá Pá Pá" (2017), "Não te Aborreças" e "Não Tarda" do longa-duração de mesmo nome (2019) e os dois êxitos isolados de disco, o viral "Sorte a Minha" e "Gino (O Menino Bolha)", ambas de 2022.
Seguiu-se o mais recente “Vice Versa”, disco que se tem tornado bastante popular junto dos fãs mais jovens de música portuguesa, público que se tem renovado a cada novo lançamento da banda. Além dos sucessos no TikTok português de “Sorte a Minha” (mais de 4 milhões e meio de audições) e “Fetiche Fonético” (perto de 1 milhão de ouvintes), o novo disco já ultrapassa os 2 milhões e meio de audições no Spotify.
Em 2026, e no caminho para o Coliseu dos Recreios, lançam o duplo single "Mal Vestido" e "Deixar-te". Canções com guitarra, de ironia e protesto, refletem algumas das maiores ânsias do hoje. Os temas surgem nos meses após o lançamento de Vice Versa, em que a banda decidiu fazer um retiro para compôr música nova, de lá nasceram as primeiras ideias destes dois singles. Foi depois com o convite a Carlo Coberllini, italiano e compositor dos Post Nebbia de Pádua, para a produção, que as duas canções começaram a ganhar forma.
Voltando ao Coliseu, aquele que será o concerto mais emblemático da carreira dos Ganso, há novas confirmações de artistas que vão pisar o palco do Coliseu dos Recreios na noite de 6 de março, são eles: José Cid, Femme Falafel e Carlo Corbellini (dos Post Nebbia) como convidados especiais; Fernão Biu (dos ZARCO), Inês Pires Tavares e João Cachola juntam-se à composição da banda composta por João Sala, Miguel Barreira, Luís Ricciardi, Gonçalo Bicudo e Diogo “Horse” Rodrigues.
Os últimos bilhetes para esta data única e tão especial na vida de Ganso ainda estão disponíveis nos locais habituais e através da BOL.
HERLANDER EDITA "MODO INCÓGNITO" SINGLE DE ANTECIPAÇÃO DA SUA PRIMEIRA MIXTAPE
HERLANDER lança hoje “Modo Incógnito”, o novo single de antecipação da sua primeira mixtape, CÁRIE, com edição marcada para dia 06 de março. A canção já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
“Modo Incógnito” é uma das primeiras músicas pensadas para CÁRIE e talvez a que melhor define o centro do projeto. Parte de um desconforto: a dificuldade em assumir leveza, liberdade e até diversão numa altura em que tudo parecia ter de ser sério. Essa tensão atravessa a canção, entre passado e futuro, entre versões distintas de si e transforma-se em afirmação. É um tema que aceita o contraste em vez de o esconder, e que expõe, sem filtro, um processo de reconciliação pessoal.
CÁRIE nasce dessa mesma lógica. O título assume a falha como identidade, aquilo que quebra a superfície uniforme. Entre referências culturais diferentes, heranças familiares e expectativas muitas vezes contraditórias, HERLANDER encontrou nesse lugar intermédio a sua matéria criativa. A mixtape é também um gesto íntimo: filho de um músico que nunca teve oportunidade de gravar um disco, há neste trabalho uma dimensão de continuidade e afirmação.
O universo de CÁRIE será apresentado ao vivo pela primeira vez no dia 18 de abril, na Casa Capitão. O concerto irá marcar a estreia em palco deste trabalho e promete materializar a intensidade emocional e performativa que atravessa a mixtape.
Natural do Seixal, HERLANDER criou o seu primeiro EP em 2018, durante o período em que viveu em Londres, e desde então tem explorado novas formas de cruzar som, performance e identidade. Compositor para teatro e instalações, colaborou com artistas como Ana Moura, Extrazen e Odete, afirmando-se como uma das vozes mais singulares da nova música portuguesa. Em 2025 atuou no NOS Alive, no Palco Coreto.
SEGUE-ME À CAPELA COM NOVO DISCO
O septeto vocal feminino prepara-se para lançar um novo trabalho discográfico que aprofunda o diálogo entre a música tradicional portuguesa e a criação contemporânea, tendo a voz como instrumento central.
Dez anos depois de San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher e mais de duas décadas após o álbum de estreia, o grupo regressa com um disco que assume o “nó” como metáfora sonora e poética: os nós, os emaranhados e as imperfeições tornam-se matéria criativa, lugar de encontro e de transformação. Sete vozes, sete fios, sete cravos abertos ao mundo — um disco que celebra a complexidade, a memória e a alegria de cantar em conjunto.
Quando um fio s’ensarilha nasce de um processo profundamente coletivo, que parte de arranjos originais sobre recolhas tradicionais e integra um poema de João Pedro Mésseder e outro de Amélia Muge, figura maior da música portuguesa e presença determinante na construção deste trabalho. Os arranjos foram desenvolvidos pelo grupo, por Amílcar Cardoso, por Sebastião Antunes e por Amélia Muge, em estreita colaboração, num exercício de criação alinhavo a alinhavo.
A produção e direção musical são assinadas por Segue-me à Capela, com acompanhamento na produção musical de Amélia Muge. Para além das vozes do grupo e da percussão de Quiné Teles, o álbum conta com a participação de Sebastião Antunes e de Stereossauro, como músicos convidados.
As misturas e masterização ficaram a cargo de Fernando Nunes (Naná). A identidade visual do disco inclui ilustração de Catherine Boutaud e design gráfico de Carolina Simões.
O repertório baseia-se em recolhas de referência realizadas por Armando Leça, Artur Santos, Catarina Moura, Ernesto Veiga de Oliveira, GEFAC – Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, Manuel Rocha e Michel Giacometti, reafirmando o compromisso do grupo com a preservação e reinvenção do património musical português.
O primeiro avanço deste novo ciclo foi dado a 6 de fevereiro, com a edição do single “Zamburra”. Entre muitas possibilidades, a escolha não foi imediata: era preciso começar por um nó. Tema inaugural do álbum, “Zamburra” inscreve-se no ciclo de Inverno e era tradicionalmente cantado por alturas do Entrudo, tempo de passagem e inversão, quando os corpos despertam do frio e a vida volta a circular.
A apresentação ao vivo do novo álbum acontece a 7 de março, às 21h30, no Teatro da Cerca de São Bernardo | Escola da Noite, em Coimbra. Os bilhetes já se encontram à venda, com o valor de 10 € (preço normal) e 5 € (descontos).
Quando um fio s’ensarilha conta ainda com o apoio da GDA para a edição fonográfica.
NO CARMO'81 EM VISEU
𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 | 𝗕𝗘𝗟𝗔 𝗡𝗢𝗜𝗔 | 𝟮𝟳 𝗠𝗮𝗿ç𝗼 (𝘀𝗲𝘅) | 𝟮𝟮𝗵𝟯𝟬
Bela Noia apresenta "A Bela Paranoia" o novo disco da banda.
A Bela Noia surge quase que por vontade própria, como uma necessidade de espelhar o lado não explicativo e menos racional do processo criativo de Pedro Vieira.
As canções dos artistas são assim trazidas ao mundo sob este nome que representa o coletivo que se formou. ABela Noia só o é porque assim teve de ser! Tentando reinventar-se, acaba por criar uma série de canções que amotinam os alicerces da música pop e inquietam quem as ouve, pelo constante salto ao rock e folk, sem largar a mão do noise e do prog rock.
A banda fica completa com Gonçalo Alegre (baixo), Miguel Rodrigues (bateria) e Leonardo Outeiro (guitarra).
ALCABALA COM NOVIDADES
Alcabala, projeto a solo de João Leal, edita no próximo dia 2 de abril o novo álbum “Dinossauro Azul”, que será apresentado ao vivo na mesma data no Café-Teatro Comuna, em Lisboa, às 21h00. O disco voltará a ser apresentado ao público no dia 4 de junho, na Casa Capitão, também em Lisboa.
“Dinossauro Azul” invoca uma personagem central deslocada no tempo e no espaço, em busca de respostas por diferentes paisagens naturais no mundo contemporâneo. Através de uma fusão entre fragilidade e experimentação, o álbum reúne canções de sonoridade singular e estruturas pouco convencionais, cruzando instrumentos orgânicos com texturas eletrónicas para criar um ambiente de tensão e inquietação que se revela progressivamente ao longo da escuta.
O universo conceptual do disco começou a revelar-se com “Encarar o Vendaval”, single lançado em 2025 e incluído na coletânea Novos Talentos FNAC 2025, onde surge pela primeira vez a figura do “Dinossauro Azul”, conduzindo o ouvinte por uma narrativa de alienação, resistência e procura de identidade. Já em janeiro deste ano, “Ao Pé do Mar” aprofundou esse território temático, reforçando a reflexão sobre conformismo, degradação do planeta e a necessidade de encontrar lugar num mundo em transformação.
Alcabala é o projeto artístico do músico lisboeta João Leal, cuja linguagem autoral cruza fragilidade e experimentação, melodia e ruído, canção e abstração. Depois da estreia com “A Viagem Atrás do Sol”, o artista aprofunda agora um percurso marcado pela introspeção e pela exploração sonora.
Com “Dinossauro Azul”, Alcabala propõe uma experiência conceptual que reflete o desconforto do presente e a urgência de encontrar sentido num mundo em constante mutação, convidando o público a um encontro imersivo entre narrativa, atmosfera e emoção.
“Dinossauro Azul” será lançado no dia 2 de abril em todas as plataformas digitais.
segunda-feira, 2 de março de 2026
NO SALÃO BRAZIL
Embryo #1 Andy Sheppard e Luis Figueiredo
Concerto inserido na XXVIII Semana Cultural da UC
3 Março • 21:30
Artista da ECM, líder de banda e compositor, Andy Sheppard é um dos principais saxofonistas da Europa e um dos poucos músicos britânicos a ter causado um impacto significativo na cena jazzística internacional, tocando e compondo para formações que vão do solo à big band e à orquestra de câmara. Sheppard compôs mais de 350 obras que incorporam um forte e característico sentido de lirismo, juntamente com um uso muito pessoal de ritmos da Ásia, África e América do Sul.
Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 7 eur ● 5 euros
BILHETEIRA ONLINE
7 Março • 22:00
O quarteto Black Pig Meat lançou no dia 15 de dezembro o seu álbum de estreia, “Symbiotic Dream” (edição da RagingPlanet), uma simbiose intensa entre rock psicadélico e alternativo, energia de jazz fusion e explosão improvisada. O disco abre caminho para a digressão que o grupo prepara para 2026.
Formados em 2022, os Black Pig Meat nasceram como um sonic power trio, composto por Marcelo dos Reis (guitarra elétrica), Tiago Vaz (bateria) e Pedro Lameira (baixo), três músicos que, após anos de encontros informais e sessões de experimentação, decidiram transformar esse repositório criativo num primeiro álbum.
A entrada de André Duarte (teclas) expandiu o projeto para quarteto, acrescentando novas camadas harmónicas e uma profundidade atmosférica que redefiniu o ADN sonoro da banda.
“Symbiotic Dream” apresenta um som pujante, mas longe do noise: as camadas instrumentais são povoadas por melodias poéticas que atravessam um espaço sideral de ritmo frenético. O disco revela a força da improvisação como motor expressivo e a maturidade musical de um grupo que se move entre universos com naturalidade.
Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 9 eur ● 7 euros
BILHETEIRA ONLINE
AURORA KATANA TEM NOVO DISCO A ROMPER
AURORA KATANA edita hoje o seu terceiro LP KATANA, manifesto biónico de 11 faixas com selo Maternidade, disponível nas plataformas de streaming.
Culminar da identidade AURORA, KATANA ergue uma distopia apocalíptica ao construir paisagens sónicas electropop futuristas, povoadas por uma voz surreal que declara em mantra letras tão ousadas como íntimas.
No dia 6 de março, data da sua edição, KATANA será apresentado ao vivo nas Damas, em Lisboa, com o apoio de actuações de Proxy Fae e Diana XL.
AURORA KATANA tem traçado um ambicioso percurso artístico transdisciplinar, movendo-se com fluidez entre áreas. Após Uterus (2019) e Flesh Against Flesh (2021), inicia com KATANA mais um ciclo de reinvenção e afirmação que reúne novas influências - da imortal SOPHIE à icónica Britney, de Janet Jackson a FKA Twigs.
Neste processo de construção de um universo único, AURORA demonstra também a sua versatilidade com créditos na produção, mistura e masterização do disco.
KATANA conta ainda com Filipe Sambado na gravação de vozes e mistura de “VIDEOGAME” e “LOOK AT ME”, assim como as vozes narradas da avó Amélia Ferreira, mãe Lídia Pinho e irmã Kyara.
"O álbum fala sobre amor íntimo, luto, dor, empoderamento, jogo de prazer, liberation e reivindicação — é stripped na pista, é Britney bitch blackout!
Pós-rave de glitches, high-pitched, depois duma overdose de breakbeats. KATANA é raw, visceral, texturas distorcidas, katanas dissonantes, cyberpunk-trashy."
- AURORA KATANA
MARIANA ALEIXO LANÇA "MEU AMOR"
Mariana Aleixo apresenta “Meu Amor”, novo single e avanço do seu álbum de estreia, Génese.
Natural de Coimbra, a cantora e compositora assume neste tema uma escrita intensa e simbólica, onde o amor surge como decisão e transformação.
Com letra, composição e produção próprias, e guitarra flamenca por Javi de Carmen, “Meu Amor” cruza sonoridade orgânica com uma interpretação vocal íntima e confessional. A canção, em estilo bolero, fala de entrega absoluta, da vontade de reorganizar a própria vida em função de um sentimento que redefine identidade e destino.
“Meu Amor” integra o universo conceptual de Génese, álbum composto por 11 canções que percorrem um trajeto de transformação emocional - do recolhimento à afirmação, a ser lançado ao longo deste ano.
Disponível em todas as plataformas digitais.
JOÃO MESQUITA APRESENTA “OLHEIRAS” AO VIVO EM LISBOA E NO PORTO
Depois da edição do seu álbum de estreia, Olheiras, João Mesquita prepara-se para o momento mais simbólico deste percurso: levá-lo ao palco, frente a frente com o público. Os concertos de apresentação estão marcados para os dias 13 de março, na B.O.T.A., em Lisboa, e 14 de março, no RCA Club, no Porto.
Olheiras é mais do que um conjunto de canções: é um retrato emocional direto, sem filtros. Um disco onde a música nasce da urgência de sentir e onde as letras não procuram organizar o caos das emoções, mas capturar a sua intensidade crua — mesmo quando contraditória, autocentrada ou desconfortável. É nessa vulnerabilidade que o álbum encontra a sua força.
Este foi o primeiro projeto integralmente produzido por João Mesquita, uma jornada de autodescoberta artística que o levou a aprofundar conhecimentos de produção, gravação e orquestração. O disco conta com a participação de mais de 20 músicos, coprodução de João Borsch e apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.
Apresentar este álbum em Lisboa e no Porto é, para o artista, mais do que uma decisão estratégica, é uma inevitabilidade. Lisboa é a sua cidade natal, o lugar onde cresceu e construiu o seu percurso musical. Subir ao palco perante o público que o acompanhou desde o início é celebrar esta etapa com quem fez parte dela.
O Porto ocupa, por sua vez, um lugar especial na sua vida pessoal e afetiva, uma cidade que se tornou casa também, onde regressa sempre com a sensação de pertença. A dimensão cultural de ambas as cidades e o facto de concentrarem grande parte dos seus ouvintes reforçam o simbolismo destas datas.
Em palco, João Mesquita fará acompanhar-se por uma banda que traduz ao vivo a densidade e a energia de Olheiras. Em Lisboa e no Porto, a formação será composta por João Mesquita (guitarra e voz), João Borsch (bateria e voz), Samuel Pacheco (teclados e voz), Eduardo Santiago (baixo) e Simão Bárcia (guitarra). Na data de Lisboa, o espetáculo ganha ainda uma dimensão expandida com Rodrigo Pereira (trompete), Álvaro Pinto (saxofone alto) e Guilherme Fradinho (saxofone tenor), acrescentando novas cores e camadas ao universo sonoro do disco.
Dois concertos em dias consecutivos, em Lisboa e no Porto, marcam assim o arranque ao vivo de Olheiras, uma afirmação clara da ambição e do alcance que João Mesquita quer dar ao seu primeiro álbum. Dias 13 de março, na B.O.T.A., em Lisboa, e 14 de março, no RCA Club, no Porto. Bilhetes disponíveis em BOTAANJOS.PT e BOL.PT.
PEDRO JÓIA EM FESTIVAIS DE GUITARRA EM LISBOA E COIMBRA
A 7 de março, no âmbito da 2.ª edição do Festival Internacional de Guitarra Portuguesa, Pedro Jóia sobe ao palco do Cineteatro Capitólio (Lisboa) para duas sessões, às 16h00 e às 18h00, inspiradas no álbum “Mosaico”, mas também em composições de Armandinho, o homenageado do certame. Já no dia 29, é convidado do Festival Instrumensal, iniciativa da Associação Cultural Museu da Música de Coimbra a decorrer no Convento São Francisco.
COMPRAR BILHETESCRISTINA BRANCO REVELA A PLURALIDADE DA SUA VOZ
"Mulheres de Abril — Cristina Branco José Afonso" regressa aos palcos no dia 6, no Teatro Cinema de Fafe. No dia 8, a artista atua no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, no âmbito da Capital Europeia da Cultura 2026. A 19 e 23, Cristina Branco explora a sua voz mais jazzística na Dinamarca, com a DR Big Band e Mário Laginha. E a 25 de março inicia uma digressão de oito datas nos Países Baixos, na qual partilha a sua visão do Fado.
COMPRAR BILHETESSARA CRUZ "LIVE & ACOUSTIC" NA BOTA ANJOS
06 FEV | LISBOA
BOTA Anjos | 21h00
Depois do álbum de estreia “Fourteen Forty-Five” — com temas como “Go-Getter”, “The Plot” e “The Show” —, Sara Cruz apresenta o EP “Live & Acoustic”, versão crua e intimista de algumas dessas canções. No concerto de 6 de março, na BOTA Anjos (Lisboa), a talentosa singer-songwriter será acompanhada pelo guitarrista Miguel Garcia e promete muitas surpresas.
COMPRAR BILHETES
CARA DE ESPELHO ESGOTAM CULTURGEST
Depois da estreia no Cineteatro Louletano, Cara de Espelho dão continuidade à digressão de apresentação álbum "B". A 5 de março, uma Culturgest esgotada acolhe as novas canções, de "AI" a "Gigantone" ou "Cara Podre", numa experiência musical que mistura inteligência, humor e crítica social. A digressão segue até ao norte do país, a 28 de março, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, palco da grande performance do coletivo naquela região.
COMPRAR BILHETESLUCA ARGEL ESGOTA TEATRO MARIA MATOS (LISBOA)
Luca Argel propõe uma série de concertos imperdíveis. A 2 de março, apresenta-se em Lisboa, no Teatro Maria Matos, tendo como convidado especial Moreno Veloso, produtor do novo disco "O Homem Triste" — um concerto já esgotado. Segue-se Palmela, no dia 7, no Cine-Teatro São João, e Coimbra, no dia 11, no Convento São Francisco, aqui com o espetáculo "Samba de Guerrilha". A 27, viaja até Barcelona, para uma atuação no New Fizz.
COMPRAR BILHETEBUBA ESPINHO E CONVIDADOS NO FESTIVAL DO CRATO
O Festival do Crato está de regresso a esta vila alentejana de 26 a 29 de agosto! Buba Espinho é o primeiro artista confirmado para o cartaz de 2026.
Perguntamos a Buba Espinho se está a pensar em fazer um concerto diferente do habitual nas suas tours. A resposta chegou-nos rapidamente “sim, claro. Posso adiantar que vamos ter dois convidados muito especiais: a Inês Gonçalves, uma artista muito talentosa da nova geração alentejana e os Camponeses de Pias, um dos grupos corais de maior referência para mim”.
Curiosamente, Buba Espinho estreou-se no Festival do Crato o ano passado como convidado de Luis Trigacheiro. Isto porque como nos conta “o período de verão é sempre ocupado com uma série de concertos um pouco por todo o país mas adorei ter estado em palco e ter assistido a outros concertos”.
Nas próximas semanas novos nomes vão ser apresentados pelo Festival do Crato.
Sobre o Festival do Crato
O Festival do Crato, situado no Alto Alentejo, é um dos festivais de verão mais conceituados em Portugal, combinando grandes nomes da música nacional/internacional com uma popular Feira de Artesanato e Gastronomia. Realizado anualmente em agosto, o evento oferece campismo gratuito com passe de 4 dias, atraindo cerca de 100 mil pessoas. A edição deste ano realiza-se de 26 a 29 de Agosto
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