sexta-feira, 16 de outubro de 2026

VALLE ENTRA EM “MODO VOO” E APRESENTA O SEU ÁLBUM DE ESTREIA





















O primeiro álbum de estúdio do artista português percorre diferentes dimensões do R&B, entre relações, sonhos, solidão e crescimento pessoal, e conta com a colaboração de Harold em “lutamos”.

Já disponível nas plataformas digitais

Valle apresenta “modo voo”, o seu primeiro álbum de estúdio, um projeto que reúne diferentes experiências e estados emocionais através do R&B. Entre o amor, as relações, os sonhos, a solidão e a superação, o artista explora as contradições do crescimento pessoal e os desafios de encontrar o próprio caminho.

O título do álbum parte da ideia de entrar em “modo voo”: afastar-se do ruído exterior, ganhar perspetiva e continuar a avançar, rodeado por quem contribui positivamente para o percurso. Ao longo do projeto, Valle desenvolve esta ideia através de diferentes momentos, refletindo sobre as relações que marcam o seu caminho, a necessidade de desligar e a vontade de perseguir os próprios objetivos.

Entre os temas que compõem o álbum, destaca-se “lutamos”, com Harold, uma colaboração que junta duas vozes portuguesas num tema de afirmação e força. A participação integra um projeto que cruza diferentes vivências e emoções, mantendo o R&B como elemento central da identidade musical de Valle.

Depois de apresentar o single “modo voo”, que antecipa o universo sonoro e temático do projeto, Valle dá agora a conhecer o álbum na sua totalidade. “modo voo” marca o início de uma nova etapa no percurso do artista, afirmando a sua identidade musical e a sua expressão dentro do R&B português.

A 12 de novembro, Valle sobe ao palco da Casa Capitão, em Lisboa, para apresentar ao vivo o universo de “modo voo”. O concerto será uma oportunidade para levar este primeiro álbum de estúdio ao público, num momento importante desta nova fase do artista. Os bilhetes já estão à venda na Dice.

“modo voo”, o álbum de estreia de Valle, já está disponível em todas as plataformas digitais.

CRIS EDITA EP
















CRIS apresenta “overthinker”, o seu EP de estreia, acompanhado pelo lançamento do novo single “unsafe”. Depois de ter revelado “maré” como primeiro avanço do projeto, a cantautora portuguesa reúne agora quatro canções num trabalho que parte da inquietação, da dúvida e da tendência para permanecer nas perguntas, procurando compreender não apenas aquilo que acontece dentro de si, mas também o outro e as razões que o movem.

Num tempo marcado pela procura constante de respostas rápidas, “overthinker” escolhe precisamente o movimento contrário. Ao longo do EP, CRIS rema contra a própria maré, perde-se entre diferentes versões de si mesma e procura encontrar um rumo no meio de pensamentos e perguntas que nem sempre encontram resolução. Mais do que tentar eliminar essa inquietação, o disco assume-a como ponto de partida para um exercício de aproximação a si própria e aos outros.

Entre o pop alternativo e o neo-soul, essa dimensão introspetiva encontra uma linguagem construída em torno da voz, que ocupa o centro das quatro canções. Guitarras de expressão orgânica e a riqueza harmónica do rhodes sustentam uma sonoridade que privilegia a intimidade e acompanha um EP onde dúvida, repetição e vulnerabilidade surgem não como problemas a resolver, mas como parte de uma tentativa continuada de compreender.

“unsafe”, novo single que acompanha a edição do trabalho, prolonga essa procura através de uma pergunta que permanece sem resposta. A canção nasce da tentativa de perceber aquilo que poderá ter faltado e, sobretudo, aquilo que poderá ter magoado alguém antes de essa dor acabar por atingir os outros.

Sem procurar justificar ou desculpar, CRIS abre espaço para uma fragilidade que nem sempre é imediatamente visível. “unsafe” observa a possibilidade de compreender o outro sem apagar aquilo que aconteceu, admitindo simultaneamente que o perdão e o acolhimento podem continuar a existir mesmo perante aquilo que não se consegue explicar por completo.

Essa tentativa de compreensão acaba também por devolver o olhar à própria artista. Ao procurar reconhecer as vulnerabilidades do outro, a canção aproxima-se daquelas que existem em cada um, sugerindo que a empatia poderá funcionar nos dois sentidos. Entre aquilo que nos fragiliza e aquilo que procuramos compreender em quem está à nossa frente, “unsafe” encontra assim uma das ideias fundamentais de “overthinker”: continuar a perguntar mesmo quando não existe uma resposta definitiva.

O EP representa a primeira edição fonográfica de CRIS enquanto artista principal, mas surge depois de um percurso iniciado ainda na infância. A cantautora começou os estudos musicais aos sete anos na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde concluiu o 5.º grau de guitarra clássica, coro e formação musical, tendo participado desde cedo em festivais da canção infantojuvenis e gravado, juntamente com a irmã, o disco de música infantil “Cantigas da Minha Infância”.

Ainda jovem, participou no programa televisivo “Uma Canção Para Ti”, onde venceu o respetivo grupo, e integrou o elenco do musical “Annie”, encenado por Filipe La Féria no Teatro Rivoli. Paralelamente, foi desenvolvendo experiência enquanto intérprete ao vivo em diferentes contextos e construiu uma presença digital através de um canal dedicado a covers no YouTube, que reúne mais de 100 mil subscritores.

Em 2022, passou a integrar a banda de Tiago Nacarato como backing vocal, participando em concertos e gravações de estúdio e assumindo também arranjos vocais. Dessa colaboração nasceu ainda a participação em “Cedo”, em dueto com o músico. Ao longo do percurso, colaborou igualmente como backing vocal com a Orquestra Bamba Social e com New Max.

É depois desse caminho enquanto intérprete, instrumentista e colaboradora que CRIS se apresenta agora através de um projeto autoral próprio. Com “overthinker”, a artista transporta para quatro canções uma forma inquieta de observar aquilo que sente e aquilo que a rodeia, recusando a necessidade de chegar a conclusões definitivas. Entre o pop alternativo e o neo-soul, o EP encontra precisamente nas perguntas, nas contradições e na vulnerabilidade o espaço a partir do qual CRIS começa a definir a sua identidade enquanto artista a solo.

GONÇALO GOMES LANÇA EP DE ESTREIA “PRÓLOGO”​

 


















No primeiro curta duração, o finalista do Festival da Canção 2026 explora temas como a perda, culpa e a aceitação e reflete sobre uma indústria que transforma experiências pessoais em conteúdo.

Gonçalo Gomes apresenta o EP de estreia “Prólogo”. O curta duração reúne oito temas, unidos pela narrativa de uma mesma personagem: uma relação conturbada, a perda da pessoa que ama e a culpa que permanece depois do fim. Dividido em dois pontos de vista, o projeto começa pelo lado de quem “errou” e avança depois para a perspetiva de quem ficou do outro lado, construindo uma história feita de diferentes momentos e emoções.

"Este EP fala sobretudo de perda, culpa e da forma como uma experiência pode continuar a perseguir-nos mesmo depois de ter terminado. Existe uma narrativa que atravessa as músicas, acompanhando uma personagem que passa por uma relação complicada, perde a pessoa que ama e fica presa à culpa pelo que aconteceu", explica Gonçalo Gomes. "Mais do que contar uma história de forma linear, quis que as músicas fossem construindo diferentes momentos e emoções dentro dessa narrativa, deixando também espaço para que o ouvinte interprete o que realmente aconteceu", acrescenta o artista.

As primeiras quatro músicas - 'Doce Ilusão', 'Erros', 'Não Sei Viver' e 'Apocalipse' - acompanham o percurso de quem “errou” e exploram a culpa, a tristeza e a dificuldade em lidar com as consequências das próprias ações. A segunda metade do EP apresenta o outro lado da história, desde a vontade de continuar em 'Meia-Noite' à raiva de 'Mau da Fita', passando pelo desespero de 'Castigo' e chegando finalmente à aceitação do término em 'Ainda Estou Aqui'.

"Ao longo do EP, essa história começa a cruzar-se cinematograficamente com a ideia de indústria e de como uma tragédia pessoal pode ser transformada numa narrativa vendável. A personagem principal deixa de ser apenas alguém a viver aquilo e passa, aos poucos, a ser alguém que está a ser observado, moldado e transformado numa figura artística, passando a ser tratado como um mero fantoche", conta Gonçalo Gomes.

Musicalmente, "Prólogo" apresenta uma sonoridade Pop, assumindo uma forte componente emocional e abrindo espaço à experimentação. O trabalho foi desenvolvido por Gonçalo Gomes com João Umbelino, produtor do projeto e colaborador no single 'Meia-Noite'.

"Acho que essa liberdade foi importante para o EP, porque permitiu que cada música encontrasse a sua própria identidade sem deixarmos de ter uma linha condutora. Em comparação com os meus lançamentos anteriores, sinto que houve também uma maior preocupação em experimentar e em pensar não só nas músicas individualmente, mas na forma como funcionam enquanto conjunto e dentro da narrativa do projeto", diz o cantor e compositor.

“Prólogo” inclui o single de avanço 'Apocalipse' e é acompanhado pelo novo 'Ainda Estou Aqui', faixa que encerra o EP e representa o momento de aceitação e libertação. Nas palavras do artista, "é, de certa forma, uma análise de toda uma relação: olhar para aquilo que foi vivido, reconhecer que as coisas já não estavam bem e perceber o momento em que deixar de ficar passa a ser a única forma de seguir em frente. É também um grito de libertação de alguém que deixou de se sentir preso àquela relação e que já sabe que não vai voltar, mesmo que a outra pessoa lhe peça para ficar".

Com “Prólogo”, Gonçalo Gomes apresenta um projeto pensado como um conjunto, em que diferentes canções, emoções e perspetivas vão construindo uma narrativa que não fecha completamente a interpretação sobre aquilo que realmente aconteceu. “Prólogo” está disponível em todas as plataformas digitais.

Cantor, compositor e performer, Gonçalo Gomes nasceu em Coimbra e cresceu em Anadia. Em 2026, chegou à final do Festival da Canção com ‘Doce Ilusão’, num momento decisivo para a afirmação da sua identidade artística e para a projeção do seu trabalho junto de um público mais amplo.

O percurso musical de Gonçalo Gomes começou aos 14 anos. Nessa altura, iniciou aulas de canto orientadas por um maestro e integrou dois coros polifónicos, experiências que contribuíram para a sua formação vocal e musical. Atualmente, frequenta o curso de Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Em 2023, participou no The Voice Portugal, onde conquistou o público e o mentor António Zambujo com interpretações marcadas pela entrega e pela emoção.

Entre a Pop e a canção portuguesa, Gonçalo Gomes tem vindo a construir uma linguagem própria, onde a melancolia, a vulnerabilidade e a intensidade emocional convivem com uma dimensão mais leve e irreverente. Inspirado por nomes como Joji e Rita Rocha, escreve a partir daquilo que conhece e sente, transformando experiências pessoais em canções que procuram estabelecer uma ligação direta com quem as ouve. Para Gonçalo Gomes, a vulnerabilidade não é uma fraqueza - é matéria-prima.

Depois de se destacar no Festival da Canção, continuou a desenvolver esse universo através de temas como ‘Apocalipse’ e ‘Heróis’, que contribuíram para ultrapassar as 100 mil reproduções nas plataformas de streaming e as 600 mil visualizações nas redes sociais. Seguiu-se ‘Aprender’, um dueto com a cantora e compositora conimbricense Aris, num momento de crescimento e exploração de novas possibilidades dentro da sua identidade artística.

Agora, com “Prólogo”, Gonçalo Gomes leva essa linguagem mais longe. O novo EP mergulha em territórios de perda, culpa, desejo e aceitação, cruzando uma narrativa emocional com uma dimensão cinematográfica e conceptual. É mais um passo num percurso ainda em construção - e precisamente por isso, sem medo de experimentar, mudar de forma e descobrir até onde pode ir.

 

NASPA E JLIA MESTRE COM SINGLE JUNTOS

 



















NAPA e Julia Mestre
Canção Pra Dois

Os NAPA apresentam “Canção Pra Dois”, tema de destaque de Semitrópico, o novo álbum da banda, em colaboração com a artista brasileira Julia Mestre. Romântica, luminosa e subtilmente sensual, a canção vive da cumplicidade entre duas vozes que se cruzam num registo íntimo, quente e envolvente, evocando a naturalidade de uma história de amor.

Conduzida pela guitarra e por texturas acústicas, “Canção Pra Dois” cresce de forma gradual e cinematográfica: começa num plano próximo e delicado, expande-se com a entrada do piano, das cordas e de uma secção rítmica contida, e culmina num crescendo emocional amplo, sem perder a elegância e a suavidade que definem o tema.

A canção reflete o universo de Semitrópico, onde os NAPA aprofundam a sua identidade indie pop-rock, cruzando a Madeira — geográfica, afetiva e musicalmente no centro do álbum — com influências da música portuguesa e brasileira. Pela sua melodia imediata, interpretação emotiva e produção orgânica, “Canção Pra Dois” é uma forte aposta para rádios de perfil pop, indie, lusófono, adulto contemporâneo e programas de nova música.

Depois do forte impacto em rádio de “Deslocado” e “Sortudo”, os NAPA apresentam agora um tema mais íntimo e cinematográfico, com potencial para prolongar a sua relação crescente com a rádio e com o público.

MONSTRO APRESENTAM " GOLDEN HAIR"















Monstro apresentam “Golden Hair”, o primeiro avanço para um novo disco previsto para 2027

A banda bracarense regressa com um novo single. Depois de um 2026 marcado por passagens por palcos como o Festival Vilar de Mouros e o Indie Music Fest, Monstro preparam-se para um novo capítulo, com disco e mais concertos no horizonte.

“Golden Hair” é o mais recente single de Monstro e o primeiro avanço para um novo trabalho, com edição prevista para 2027, que sucederá a Unborn Love, editado em novembro de 2025.

Com este novo lançamento, a banda bracarense volta a convidar o público a entrar no seu universo, abrindo novamente a porta a um imaginário cinematográfico que define a sua identidade artística. “Golden Hair” assinala assim o início de um novo ciclo criativo, antecipando o caminho que a banda irá percorrer até à chegada do próximo disco.

O lançamento surge depois de um 2026 repleto de momentos especiais, que levou Monstro a palcos como o Festival Vilar de Mouros e o Indie Music Fest, consolidando o percurso ao vivo do projeto. Com 2027 já no horizonte, a banda prepara-se agora para dar continuidade a esta trajetória, com um novo álbum e mais concertos previstos.

Até lá, Monstro continuam a encontrar o público ao vivo, com três datas agendadas para os próximos meses:

23 de outubro — Mavy, Braga (duo)
3 de novembro — Café Curto, Coimbra (duo)
9 de novembro — Lovers & Lollypops, Porto

“Golden Hair” já se encontra disponível nas plataformas digitais.

QUADEA COM SINGLE NOVO





















Os Quadra apresentam “Nada é Certo”, o novo single que antecipa o próximo álbum da banda, com edição prevista para março de 2027. O tema cruza o groove orgânico do funk e do soul com a energia contagiante da pop, numa abordagem que privilegia o ritmo, a melodia e a vontade de dançar.

Com uma linha vocal marcante e um arranjo cuidado, “Nada é Certo” aproxima-se do universo sonoro de nomes como Jamiroquai, Franc Moody e Say She She, cruzando referências do funk e da disco com uma sensibilidade pop contemporânea. O resultado é um tema dançável, construído em torno de um groove envolvente e de uma melodia que fica no ouvido.

Entre a energia das pistas de dança e a sofisticação dos arranjos, o single revela uma faceta dos Quadra que encontra na fusão de géneros o espaço para desenvolver uma identidade própria.

“Nada é Certo” abre assim caminho para o novo disco, previsto para março do próximo ano, e deixa antever a direção musical que a banda está a explorar nesta nova fase.

O novo álbum dos Quadra tem edição prevista para março de 2027.

RODRIGO LOURENÇO COM SINGLE NOVO





















Novo single "Um Acaso" com produção musical de Ângelo Freire e letra de Francisco Guimarães.

Rodrigo Lourenço lança novo single “Um Acaso”, com poema original de Francisco Guimarães e produção musical de Ângelo Freire. Este single surge como uma afirmação do artista no Fado.

Este fado tradicional fala de um encontro inesperado que, ainda hoje, poderia acontecer a qualquer um de nós. Duas pessoas cruzam-se por acaso, apaixonam-se e descobrem no outro o desejo de construir um futuro juntos. Sonham com uma casa, com um casamento e com uma vida partilhada, transformando um simples acaso numa promessa de amor para a vida.

“Um Acaso” é valorizado por um conjunto de músicos de referência no género. A produção musical está a cargo de Ângelo Freire, que assume também a guitarra portuguesa, acompanhado por João Domingos, na viola de fado, e Vasco Sousa, no contrabaixo. A letra é da autoria de Francisco Guimarães, poeta com um percurso ligado à escrita para vários nomes do fado.

“Um Acaso” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

Natural de Castelo Branco, Rodrigo Lourenço tem 21 anos e uma relação com a música que começou muito cedo. Ao longo do seu percurso, passou por uma academia de música, e pelo Conservatório, onde adquiriu uma formação clássica. Recentemente, licenciou-se em Jazz e da Música Moderna na Universidade Lusíada de Lisboa, conciliando diferentes influências na construção da sua identidade enquanto intérprete e compositor.

Em 2021, alcançou reconhecimento nacional ao vencer o programa “The Voice Portugal”, onde se destacou pela dimensão vocal, maturidade interpretativa e versatilidade. Entre os momentos mais marcantes do seu percurso no programa encontram-se as interpretações de “La Llorona”, de Chavela Vargas, “Maldição”, de Amália Rodrigues, e “Senhora do Almortão”, tema tradicional da Beira Baixa. Destacou-se ainda a interpretação de “Louca”, em dueto com Gisela João, autora do tema.

Desde essa vitória, Rodrigo tem levado a sua música a diferentes palcos e públicos em todo o país, mantendo também uma presença regular na televisão, nomeadamente no programa "Em Casa D’Amália”, e nas redes sociais, onde continua a partilhar o seu trabalho e a fortalecer a relação com os seus fãs.

O carisma e a entrega do Rodrigo é hipnotizante. Com ele nasce a certeza de que o fado ganhou uma voz com um futuro promissor no mundo da música portuguesa. 

UNDERWATER SONGS APRESENTA PRIMEIRO SINGLE













📸 Margot Rident

Depois da boa receção ao álbum homónimo de estreia e da digressão que se lhe seguiu, Underwater Songs regressa aos lançamentos discográficos a 13 de novembro, com "Underwater Songs Vol. 2", o segundo álbum de originais do projeto de voz e piano de Manuel Rocha e Luís Figueiredo. “Graça”, o single de apresentação do disco, é editado hoje, seguindo-se “You Won’t Return to Me”, com lançamento marcado para 30 de outubro.

Dando continuidade ao universo sonoro apresentado no primeiro álbum, esta nova criação de Luís Figueiredo (piano, composição e arranjos) e Manuel Rocha (voz) volta a cruzar canções em português e inglês. Entre a simplicidade e o detalhe, estas onze composições exploram memórias, paisagens sonoras e emoções profundas, num registo que privilegia a expressividade e a subtileza. "Underwater Songs Vol. 2" tem edição da Lado B Records.

«Pouco depois da edição de "Underwater Songs (2024)", dei por mim a escrever canções no mesmo espírito, à volta dos mesmos temas, e com uma certa sonoridade muito próxima do disco que tínhamos acabado de lançar. Pareceu-me que continuava a escrever para esse disco, apesar de ele já ter sido gravado e editado. Gradualmente, fomos incluindo essas novas canções nos concertos, até que começaram a ser demasiadas. Nessa altura, ficou claro que estava na hora de gravar um segundo volume, registando essas novas canções. É, claramente, um volume 2, no sentido em que a intenção dos dois discos é a mesma: gravámos no mesmo estúdio, com o mesmo técnico de som e o mesmo piano; na capa deste volume 2 está uma nova imagem, mas da autoria da mesma fotógrafa que assinou a capa do primeiro volume. Underwater Songs é uma história contada em duas partes — neste momento não prevejo que haja mais.»
Luís Figueiredo

A apresentação ao vivo do novo álbum arranca a 11 de dezembro, no ciclo Jazz Consigo, do El Corte Inglés, em Lisboa. Em janeiro, a dupla prossegue o percurso pelos palcos nacionais, com um concerto no dia 19 no Café Curto, o café-concerto do Convento São Francisco (Coimbra), no dia 22, na Fundação José Saramago (Lisboa), e no dia 24, no Auditório do Solar da Música Nova (Loulé).
AGENDA

11 DEZ
LISBOA
El Corte Inglés (Jazz Consigo)
Sala de Âmbito Cultural | Piso 6
18:30

19 JAN
COIMBRA
Convento São Francisco (Café Curto)
19:30

22 JAN
LISBOA
Fundação José Saramago

24 JAN
LOULÉ
Auditório do Solar da Música Nova

Underwater Songs é um projeto musical que reúne o pianista e compositor Luís Figueiredo e o guitarrista e vocalista Manuel Rocha, num encontro artístico marcado pela cumplicidade, pela subtileza e pela intimidade. A partir do diálogo entre voz e piano, os dois músicos exploram as possibilidades expressivas da canção, cruzando influências do jazz e da música portuguesa contemporânea com uma abordagem delicada, cinematográfica e emocional.

Reconhecido pelo seu percurso no jazz e na música portuguesa, Luís Figueiredo tem desenvolvido uma carreira de destaque como pianista, compositor e arranjador, colaborando com artistas como Cristina Branco, António Zambujo e Salvador Sobral. O seu trabalho caracteriza-se pela versatilidade e pela capacidade de transitar entre diferentes universos musicais, do jazz ao fado e à música erudita.

Manuel Rocha, guitarrista e vocalista de timbre distintivo, tem colaborado com artistas como Luísa Sobral e MARO, afirmando uma identidade musical própria, marcada pela sensibilidade interpretativa e pela atenção à palavra. Em Underwater Songs, a sua voz encontra no piano de Luís Figueiredo um espaço de escuta e partilha, dando forma a uma linguagem musical comum.

XICO GAIATO APRASENTA VÍDEOCLIP


Depois de editar o álbum de estreia A Cada Passo Que Dou, pela Omnichord, Xico Gaiato apresenta o videoclipe do tema que dá nome ao disco, numa criação que se prolonga também por “e o vento no final da tarde”, outra das canções que integram o álbum. Realizado por André Ivo, o vídeo junta os dois temas numa peça visual que percorre diferentes dimensões do universo do artista.

Gravado no Centro de Migrações do Fundão, com o apoio da Câmara Municipal do Fundão, o videoclipe explora o lado mais cru e físico de Xico Gaiato, numa performance intensa que conta com três bailarinas: Beatriz Felício, Beatriz Catarino e Marta Cardoso. A participação especial da avó do artista acrescenta uma dimensão íntima e geracional à criação, aproximando o universo do disco das pessoas e das memórias que fazem parte da sua história. 

Em “A Cada Passo Que Dou”, a procura de uma semente perdida na terra surge como metáfora para a esperança que nos mantém em movimento, mesmo quando o caminho implica quedas, dúvidas e erros. A terra assume um lugar central: é chão, origem e memória, mas também um ponto de regresso quando nos perdemos de nós próprios. É no confronto com aquilo que somos e com o caminho que percorremos que encontramos novas respostas e a força para continuar.

Essa procura encontra outro sentido em “e o vento no final da tarde”, onde a natureza surge como espaço de pausa e renovação. O vento traz consigo a possibilidade de recuperar forças, limpar o ruído acumulado e reencontrar a energia necessária para seguir em frente.

Entre a terra e o vento, a queda e a resistência, o videoclipe reúne duas canções que refletem sobre o caminho, as transformações que nos marcam e a relação com as nossas raízes. Um retrato pessoal de Xico Gaiato, onde a memória e a origem não representam apenas um lugar ao qual regressar, mas também aquilo que nos permite continuar a avançar.

A Cada Passo Que Dou reúne 14 canções e tem sido apresentado ao vivo em várias cidades do país, com passagens pelo Auditório da Moagem, no Fundão, pelo Teatrão, em Coimbra, pela Casa da Criatividade, em São João da Madeira, e pela Casa Capitão, em Lisboa. e nos Maus Hábitos, no Porto.
Os próximos concertos estão marcados para 13 de novembro, no Palmeiras – Palácio em Revolução, em Lisboa, e 23 de janeiro, em Leiria.

As edições físicas do álbum, em vinil e CD, já estão disponíveis no Bandcamp da Omnichord

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LOGG INAUGURA NOVO PROJETO "PLANTA LIVE" COM SHOWCASE DE CINCO CANÇÕES
























Fotografia: Pluma

A cada dois meses, será lançado no YouTube e nas plataformas digitais um novo episódio da série promovida pela Planta Livre, com um novo artista convidado e uma identidade visual própria.

LOGG é o protagonista do primeiro episódio do “Planta Live”, um novo projeto que cruza música, natureza e expressão artística, através de sessões ao vivo. Em “Planta Live - Ep.1: LOGG”, o cantor e compositor apresenta um showcase de cinco canções que percorre diferentes momentos do seu repertório, desde o EP de estreia, “LOGGin”, aos lançamentos mais recentes, numa abordagem que lhes dá uma nova dimensão, através da interpretação ao vivo. O formato dinamizado pela Planta Livre - empresa portuguesa dedicada à produção e comercialização de plantas - apresenta no alinhamento faixas como ‘Estrelas’, ‘Luz Verde’ e uma versão de ‘Agarra em Mim’, de Ana Moura e Pedro Mafama.

“O "Planta Live" é uma oportunidade de mostrar as minhas músicas de uma forma diferente, num ambiente que nos desafia a sair do habitual e a olhar para as canções de outra perspetiva. Gosto da ideia de valorizar a música, a interpretação e a energia de tocar em conjunto. É também uma forma de revisitar o meu percurso e mostrar aquilo que sou hoje, enquanto artista”, afirma LOGG.

"Neste showcase revisito temas como o 'Don Juan' e o 'LIKE THIS' e também apresento uma nova leitura de ‘Agarra em Mim’. Escolhi propositadamente este tema pela forma como cruza diferentes universos musicais e a intensidade emocional que transmite, o que me permite explorá-lo a partir da minha própria identidade", diz ainda o cantor.

Neste primeiro episódio do “Planta Live”, LOGG é acompanhado por Anderson Ivo nas teclas, Eron Gabriel na bateria, Dodas Spencer na guitarra e Pedro Dias no baixo, numa formação que reforça a dimensão musical e performativa do projeto.

Com uma cenografia marcada pela presença de plantas que se irá adaptar ao universo de cada artista, o “Planta Live” aposta num ambiente intimista e numa identidade visual própria, colocando a música no centro da experiência. A cada dois meses, será disponibilizado um novo episódio, que dará continuidade a uma série que pretende explorar diferentes universos musicais e criar momentos únicos de atuação ao vivo. O “Planta Live” pretende dar espaço a diferentes artistas e apresentar novas interpretações dos seus repertórios, através de conteúdos pensados para o consumo digital.

LOGG é o alter-ego artístico de Gonçalo Gonçalves. O cantor e compositor estreou-se em 2019 com ‘Idnt’ e editou o primeiro EP, “LOGGin”, em 2021. No mesmo ano, foi escolhido pela MTV Portugal para integrar o projeto MTV PUSH, reconhecimento que acompanhou uma fase importante do seu percurso. Mais recentemente lançou os singles ‘Luz Verde’ e ‘LIKE THIS’, que refletem a evolução da sua identidade artística e a vontade de construir um caminho próprio na música.

“Planta Live – Ep.1: LOGG” está disponível no YouTube e em todas plataformas digitais.

LOGG é o alter-ego do cantor e compositor Gonçalo Gonçalves. Embora natural de Guimarães e com família em Cabeceiras de Basto, no distrito de Braga, o artista viveu sempre entre Sintra e Cascais. Ligado à música desde cedo, estudou guitarra e teve aulas de canto.

Muito por influência do pai, cresceu a ouvir os mais variados estilos musicais, sobretudo o Punk Rock de bandas como os Green Day, mas também Fado, Reggae e Pop. O seu enorme interesse musical levou a que quisesse frequentar aulas de guitarra. Quase de forma imediata começou a trautear as músicas que queria aprender a tocar e passou a gostar de cantar e de se ouvir. Por também gostar de escrever, acabou por juntar os dois mundos, num processo que descreve como natural e orgânico, de busca pela sua identidade e espaço artístico. O Punk Rock continua a ser um género muito presente na playlist de LOGG, mas os principais estilos musicais que ouve atualmente são o Hip Hop e o Pop nacionais. O rapper Plutónio é uma das suas principais referências musicais, artísticas e de carreira.

Em 2019 estreou-se com 'Idnt', uma colaboração com Goshi. Em 2020 lançou os singles 'Don Juan' e 'Estrelas' e no ano seguinte 'Dói', temas que abriram caminho para o primeiro EP, "LOGGin", de 2021. O curta duração foi escrito por LOGG com o amigo Carlos Ferreira e conta, ainda, com as colaborações de Edu Monteiro e Francesco Meoli. No mesmo ano editou 'TB' e '20 e Tal' e tornou-se artista MTV PUSH, a convite da MTV Portugal.

Após um hiato, regressa aos lançamentos em 2024 com 'Nada Para Sentir', canção escrita com os D.A.M.A - Kasha, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho - e produzida por Francesco Meoli, ao qual se seguiu, em 2025, 'Luz Verde', um tema sobre sobrevivência e resiliência emocional escrito com vários compositores, entre os quais Riic Wolf, e produzido por GUERRA, que compôs a melodia com Francesco Meoli. No início de 2026 LOGG edita ‘LIKE THIS’, um manifesto sobre a dificuldade de vingar profissionalmente, que celebra quem constrói o seu próprio caminho e se recusa a cair em dinâmicas de influência. O novo tema foi escrito e composto pelo cantor com o produtor GUERRA, Carolina Martins, Magnus Wise e Riic Wolf.

Através da sua arte, LOGG veio para tentar influenciar de uma forma positiva quem o rodeia e todos os que acompanham o seu percurso e evolução musical. Não se deixa influenciar pela ditadura dos números e do algoritmo e, embora sinta orgulho do que fez, está ansioso por mostrar o que aí vem. Agradece o que vier, confia no processo e acredita que com trabalho e empatia tudo se consegue. Tem como objetivo maior que a sua música o leve a sítios cada vez melhores.

Luísa Sobral lança álbum "Cartas de Desamor"

 



















Fotografia: Kenton Thatcher
Design: Marta Castro

"Cartas de Desamor" marca os 15 anos de carreira de Luísa Sobral.

Explorando novos territórios, o oitavo álbum da cantauratora assinala a sua aproximação à música tradicional portuguesa, fruto de um renascimento criativo e emocional após um período de maior introspecção. Sem nunca perder o foco nas letras e na canção de autor, a compositora cruza a sua identidade com os ritmos e as percussões da nossa cultura.

A produção ficou a cargo de Ricardo Dias (que já colaborou com grandes nomes, como Fausto e Vitorino) e o disco conta com as participações especiais de Sopa de Pedra, A Garota Não e Vitorino.

"Cartas de Desamor" afirma-se como uma celebração da reinvenção que une o passado e o presente da música portuguesa. 

Disponível em todas as plataformas digitais

Disponível para pré-venda em CD e Vinil

Teatro Tivoli BBVA - 11 de Novembro
Casa da Música - 16 de Novembro

SINGLE NOVO DE DANIELA GALHOZ

 













Daniela Galhoz
apresenta “Feelings Are Not for Fools”, novo single e tema que dá nome ao álbum de estreia da cantora e compositora portuguesa, com edição prevista para o final de 2026. Entre um riff de guitarra de inspiração retro e uma sonoridade marcada pela energia e por uma dimensão nostálgica, a canção parte de uma reflexão sobre amor, responsabilidade emocional e a descoberta de que nem todas as pessoas estão preparadas para lidar com aquilo que sentem — ou com os sentimentos que despertam nos outros.

Radicada em Madrid depois de um percurso que passou também por Lisboa e Londres, Daniela Galhoz encontra no novo tema um momento de consciencialização sobre a forma como as relações são construídas. “Feelings Are Not for Fools” nasce da constatação de que assumir a responsabilidade pelos próprios atos nem sempre é simples e de que essa dificuldade se torna ainda mais evidente quando implica reconhecer o impacto emocional que se tem sobre outra pessoa.

Mais do que procurar uma definição para o amor, a canção concentra-se precisamente na dificuldade de o compreender. A escrita acompanha a tensão entre aquilo que se sente e aquilo que se consegue racionalizar, entre a expectativa de reciprocidade e a possibilidade de o outro não possuir a mesma disponibilidade ou maturidade para responder ao que lhe é entregue.

É nesse desencontro que “Feelings Are Not for Fools” encontra o seu ponto de partida. Para Daniela Galhoz, a maturidade emocional não surge automaticamente com a experiência e amar implica uma responsabilidade que nem todos estão preparados para assumir. Perante essa diferença, a canção acaba por se aproximar também de uma ideia de amor-próprio: reconhecer os limites do outro sem permitir que essa incapacidade determine o próprio valor.

Musicalmente, o tema abre com um riff de guitarra de inspiração retro e desenvolve-se sobre um ritmo dinâmico, recuperando uma certa nostalgia sem abandonar uma abordagem contemporânea. O single prolonga o encontro entre indie alternativo e soul que tem acompanhado o percurso da artista e que estará também no centro do seu primeiro longa-duração.

“Feelings Are Not for Fools” é o single principal e dá título ao álbum de estreia de Daniela Galhoz, previsto para o final de 2026. Escrito entre diferentes geografias, de Londres a Madrid, passando por Lisboa, o disco percorre temas como o medo, a ambição e o amor, entendido não apenas enquanto sentimento, mas sobretudo através da procura constante por compreendê-lo.

Todas as canções e letras do álbum são assinadas por Daniela Galhoz e compostas em conjunto com o produtor André Indiana, numa colaboração desenvolvida a partir de uma visão artística partilhada. Entre referências do soul e do indie, o disco procura reunir diferentes momentos e lugares do percurso pessoal e criativo da artista, colocando a experiência emocional no centro da escrita.

O caminho até ao primeiro álbum começou em 2025 com “Wild and Fun”, tema de estreia construído em torno da liberdade e do reencontro consigo própria. Seguiram-se “Happier”, uma reflexão mais introspetiva sobre crescer sem perder a própria essência; “Partes de Ti”, primeira canção da artista integralmente em espanhol; e “Either Way”, onde Daniela Galhoz reduziu a composição à expressão mais elementar de voz e guitarra.

Cantora e compositora portuguesa atualmente radicada em Madrid, Daniela Galhoz iniciou o percurso musical aos seis anos, no Conservatório de Lisboa, antes de prosseguir a formação no Reino Unido, primeiro em Cambridge e posteriormente em Londres. Durante os dois anos em que viveu na capital britânica, passou por salas como Hammersmith Arms, The Half Moon Putney e Amersham Arms e abriu concertos de Martin Harley e Dylan LeBlanc.

Já em Espanha, atuou na sala Intruso, em Madrid, tendo regressado a Portugal em fevereiro para uma atuação no Festival Sons de Vez. Com Amy Winehouse e Ray LaMontagne entre as suas referências, desenvolve uma linguagem que cruza indie alternativo e soul, mantendo a voz e a escrita como elementos centrais das suas composições.

Com o álbum de estreia no horizonte, Daniela Galhoz tem já concertos previstos em Portugal e Espanha para apresentar o novo trabalho ao vivo, com passagens pelo Coliseu Club, em Lisboa, pela Casa da Cultura, em Setúbal, e pela sala Honky Tonk, em Madrid.

“Feelings Are Not for Fools” abre agora uma nova etapa nesse percurso, antecipando diretamente um primeiro longa-duração construído em torno daquilo que nem sempre é simples traduzir em palavras: o medo, a ambição, o amor e as diferentes formas de aprender a lidar com aquilo que se sente.

MESA COM NOVO SINGLE













© Clara Tapadas/ João Azevedo

Depois do regresso aos palcos em 2025 com dois concertos memoráveis, na Casa da Música, no Porto, e no Lux Frágil, em Lisboa, onde revisitaram os temas mais emblemáticos dos seus 20 anos de carreira, os MESA regressam agora aos originais com «Amor de Papel», a primeira canção inédita da dupla Mónica Ferraz e JP Coimbra desde o álbum «Automático» (2011).

Com letra e música de JP Coimbra e a voz quente e inconfundível de Mónica Ferraz, «Amor de Papel» cruza uma declaração de amor com a realidade da guerra. A sua sonoridade luminosa contrasta com a gravidade do tema, transformando a distância em desejo de reencontro e o afecto num gesto de resistência.

26 de Novembro de 2026, às 21h00 | Atmosfera M - Lisboa
22 de Janeiro de 2027, às 21h00 | Maus Hábitos - Porto

BRUNO CELTA ESTREIA “LA VENDETTA” A 24 DE OUTUBRO: UM VIDEOCLIPE EM FORMATO DE CURTA-METRAGEM QUE DESAFIA O CONVENCIONAL

 



















O novo single antecipa o álbum AD ASTRA PER ASPERA, com lançamento previsto para novembro. A apresentação oficial do videoclip terá lugar na FNAC de Évora e contará com uma conversa com a jovem artista Margarida Sousa, para o projeto/podcast “É Mais ou Menos Assim”.

Bruno Celta prepara-se para voltar a surpreender com o lançamento oficial do videoclip de “LA VENDETTA”, agendado para o próximo dia 24 de outubro, às 09h00.

Mais do que um simples videoclip, “LA VENDETTA” apresenta-se como uma curta-metragem musical, realizada e produzida pelo próprio artista, numa abordagem que cruza música, narrativa visual e uma identidade marcadamente cinematográfica.

Conhecido pela sua vontade de desafiar fórmulas e recusar os caminhos mais previsíveis da criação artística, Bruno Celta promete, uma vez mais, uma verdadeira pedrada no charco do convencional.

Com uma atitude assumidamente rock, uma sensibilidade emo e uma linguagem visual que procura ir além do formato tradicional do videoclip, “LA VENDETTA” afirma-se como uma proposta artística que não pretende acomodar-se a tendências nem corresponder a expectativas.

UM VIDEOCLIPE QUE É TAMBÉM CINEMA

Idealizado e produzido por Bruno Celta, o projeto aposta numa dimensão cinematográfica, em que a imagem assume um papel narrativo e expressivo que complementa a música.

O projeto contou com edição de Pedro Marques e trabalho de câmara, fotografia e maquilhagem de Tatiana Santos, numa colaboração criativa que procura conferir ao videoclip uma identidade visual própria.

O resultado é uma obra que se propõe ultrapassar os limites habituais do vídeo musical, aproximando-se da linguagem da curta-metragem e reforçando a dimensão artística e performativa do universo de Bruno Celta.

LIKA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

 



















Maio é quase uma promessa: de verão quente, de árvores carregadas de fruta madura e de noites com uma aragem há muito desejada.

Maio é como um beijo de Deus na tua testa.

Neste novo álbum de LIKA, maio é infinito.

As canções são muito pessoais e nascem de histórias vividas pela artista: falam de perdas e encontros, de vinho e de sonhos.

“O propósito deste álbum foi criar algo honesto, quase cru. Verdadeiro”. – diz LIKA.

ENDLESS MAY foi produzido e gravado em trio, com Bernardo Fesch no baixo e Luís Candeias na bateria. Feito de corpo e alma, respeitando a singularidade de cada um e com um objetivo comum: passar a mensagem que, se assim o quiseres, podes viver num ENDLESS MAY.

“Rising” é o single de apresentação.

TOTA REGRESSA EM 'SUSPENSO' E ANUNCIA NOVO ÁLBUM DE ESTÚDIO





















Fotografia: Sofia Rodrigues

O segundo trabalho de originais do músico, intitulado "brado", será editado a 27 de novembro e apresentado ao vivo em Lisboa e no Porto

TOTA apresenta 'suspenso', o primeiro tema do novo álbum de estúdio. Composto, escrito e produzido pelo músico, com coprodução de EU.CLIDES, o novo single revela uma nova camada mais vulnerável do artista, a voz e piano, em preparação para o segundo disco de originais, "brado", com lançamento marcado para 27 de novembro, pela MAR Records.

O artista revela que "'suspenso' foi uma canção escrita num ápice. Coloca diante de nós alguém numa situação-limite, pronto a desistir da vida, mas que encontra um sentido maior numa voz que surge e o faz reverter a sua decisão". TOTA conta também que escreveu esta canção "enquanto passava por um luto difícil, mas também no momento em nascia o meu sobrinho. A música reflete esta tensão muito própria da vida que é estarmos sempre em constante transição, a fechar e a começar ciclos. Se há coisas que nos fazem querer baixar os braços, há sempre uma voz no vento que nos pode soprar a lembrar-nos que há outra perspestiva de ver a vida e que a faça valer a pena. O tema surgiu a piano e voz, e assim o mantive, a fim de preservar a autenticidade e espontaneidade da origem, fazendo da fragilidade a sua força"

O colaborador habitual EU.CLIDES foi uma peça chave na decisão de tornar 'suspenso' a canção-pivot do álbum: "em conversa com ele, percebi que tinha de defender este tema e não entregá-lo a outro artista. O meu lugar de conforto, musicalmente falando, não está propriamente na simplicidade e na vulnerabilidade. para mim, assumir-me como compositor e intérprete deste single é um passo de coragem", explica TOTA.

Intitulado "brado", o segundo álbum de estúdio do músico promete um regresso às raízes. Nas palavras de TOTA, "esta fase volta onde tudo começou, aos 10 anos, sentado sozinho ao piano a gatafunhar canções. Também o imaginário visual desta fase passa pelos lugares da minha infância, a minha casa em Ovar, o vasto pinhal que fazia a vista da janela esguia do meu quarto, e a praia do Furadouro. Comparando-o com os meus trabalhos anteriores, este é mais generoso na forma como me dou a conhecer, de procura de maior intimidade com quem me escuta, e de partilha do mundo a partir desta nova forma de ser que me foi aberta: ser tio".

Sobre o título do disco que será apresentado ao vivo no no Mouco Jam (Porto), a 11 de dezembro e na Casa Capitão (Lisboa), a 12 de dezembro, TOTA desvenda que ⁠surgiu dos versos de uma canção do novo trabalho - "este brado é o cansaço do mar, este brado é o medo do ar". O álbum fala "sobre o nascimento do meu sobrinho, sobre as maravilhas e os pesadelos que são o nascimento, o acolher um ser indefeso, a gestão de expectativas que os pais têm sobre os filhos e vice-versa. Por isso, terá 9 canções - os 9 meses de gestação - um ciclo que é o fim e o início de outros".

'suspenso', o primeiro tema do próximo disco de TOTA, já está disponível em todas as plataformas digitais.

TOTA é o nome artístico de Jónatas Pereira, compositor e cantor natural de Albergaria-a-Velha. Licenciado em Música, Composição Musical pela Universidade de Aveiro e mestre pela ESMAE (Porto), onde trabalhou sob orientação de Rui Penha, TOTA desenvolve uma obra que se situa entre a canção e a música contemporânea, marcada por uma relação rigorosa com a forma, o som e o pensamento.

O seu percurso artístico nasce do encontro entre o estudo erudito e uma vontade profunda de explorar a canção como território de investigação. Na sua prática, a composição funciona como lugar de pesquisa: a estrutura, o tempo, a repetição, a palavra e o silêncio são tratados como matérias vivas. Essa experimentação, presente tanto em estúdio como nas performances ao vivo, revela um autor que procura novas possibilidades expressivas sem abdicar de uma identidade clara e exigente.

A sua discografia inclui o projeto "ALTA(MENTE)" (2015), o EP "A Grande Comichão" (2018) e o álbum homónimo "TOTA" (2023), obras que ilustram a evolução de uma linguagem em constante afinação. A faixa “Eli Eli”, disponível no seu canal de YouTube, destaca-se como exemplo dessa ponte entre a canção e a escrita contemporânea, revelando a atenção ao gesto, ao detalhe e à experiência sonora. Em 2021, TOTA coassinou com EU.CLIDES uma canção para o projeto internacional “New European Songbook” da EBU, transmitido pela RTP2, um momento que identifica como decisivo na consolidação do seu ADN artístico. Em 2025, apresentou o tema “Á-tê-xis” no Festival da Canção da RTP, reforçando o seu lugar enquanto compositor que pensa a canção como forma expandida. Em novembro do mesmo ano, TOTA revelou um novo díptico musical com o duplo single 'A Dor Que Pensar / Zé Ninguém' - duas peças que aprofundam a sua relação com a palavra, a dúvida e o tempo, continuando a exploração entre memória, estrutura e experimentação.

Atualmente, TOTA afirma-se como um dos criadores mais singulares da sua geração: um compositor que une rigor conceptual e impulso exploratório, encontrando na canção não um limite, mas um campo aberto de possibilidades.

SALVADOR SOBRAL LANÇA “A FLOR DO RECOMEÇO”, O NOVO ÁLBUM DEDICADO À RIQUEZA E POESIA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA





















O artista português edita hoje A Flor Do Recomeço, um álbum concebido como uma viagem musical e emocional ao coração do Brasil, com onze canções inéditas escritas por alguns dos maiores nomes da cena brasileira clássica e contemporânea.

Antes mesmo de se tornar cantor, antes dos palcos e da Eurovisão, antes de a sua voz encontrar um lugar próprio, ouviam-se Maria Bethânia no carro da mãe e Chico César no do pai. Dessa memória de infância nasce A Flor do Recomeço, um disco que representa para Salvador Sobral um regresso às fontes essenciais da sua formação musical, longe de qualquer exercício de nostalgia ou aproximação turística. O projeto nasce da necessidade de cruzar uma tradição rica com a voz singular de um intérprete português.

Concebido em conjunto com o diretor artístico Marcus Preto, o álbum reúne composições inéditas de nomes como Marcelo Camelo e Mallu Magalhães, Joyce Moreno e Paulo César Pinheiro, Chico César e Eveline Sin, Adriana Calcanhotto, Céu, Arnaldo Antunes e Hyldon (com a participação lendária de Ney Matogrosso), Marcos Valle e Tim Bernardes (com Dora Morelenbaum), entre outros.

Gravado em São Paulo, no estúdio Dá Pá Virada, o disco contou com a produção musical de Tó Brandileone e um núcleo instrumental composto por Tiago Costa (piano e arranjos de sopros), Fábio Sá (contrabaixo), Conrado Goys (guitarra), Sérgio Machado (bateria) e Felipe Roseno (percussão). A meta principal foi evitar clichês: “A ideia não era fazer um ‘disco brasileiro’, mas sim um disco de compositores brasileiros interpretados por músicos brasileiros e cantados por um artista português”, explica Sobral.

Essa busca por autenticidade atravessa todo o álbum. O desafio consistia em encontrar uma sonoridade diferente, mas ao mesmo tempo coerente; respeitar a natureza de cada composição sem perder a personalidade do conjunto. Após os ensaios e as sessões de gravação, Sobral e a sua equipa sentiram que tinham finalmente encontrado “o fato adequado” para cada canção.

Disponível em edição digital, CD e vinil, o álbum transita entre a homenagem e a exploração de novas dimensões artísticas. Após o lançamento, a digressão arranca a 25 de outubro no Teatro Arriaga, em Bilbau, passando por Espanha, Países Baixos, Lituânia e Reino Unido.

Em Portugal, atua a 2 de março no CCB, 5 de março no Casa da Cultura de Ílhavo e a 6 de março na Casa da Música, no Porto, acompanhado por uma banda europeia formada por Katerina L’Dokova, André Rosinha, Eva Fernández, Joel Silva e Sebastià Gris. Mais datas a anunciar, em breve.

A Flor do Recomeço não é apenas o título de um álbum. É também uma declaração artística: a constatação de que voltar às origens não significa necessariamente olhar para trás. Às vezes significa encontrar ali a semente original para poder avançar. Salvador Sobral faz isso regressando ao Brasil, às canções que ouviu em criança, aos compositores que admira e a uma tradição musical que acompanha a sua trajetória desde muito antes de o público conhecer o seu nome.

BURAKA SOM SISTEMA E DAILY PAPER JUNTAM-SE PARA COLEÇÃO EXCLUSIVA















No ano que se assinala o regresso aos palcos, os Buraka Som Sistema juntam-se à marca de roupa Daily Paper para uma coleção cápsula. Uma edição limitada que apresenta diversas opções de t-shirts e camisolas com o selo da banda, numa coleção de celebração dos 20 anos da banda, fica hoje disponível.

Depois de uma tour a atuar pelos palcos de festivais como Nos Alive (Portugal), Coala (São Paulo), Dour Festival (Bélgica), Paléo Festival (Suiça), O Days (Dinamarca), Miniteca (Inglaterra) e Lowlands (Países Baixos), os Buraka Som Sistema revelam hoje a coloração com a marca dos Países Baixos - Daily Paper - para assinalar os 20 anos do grupo. As peças apresentam opções entre fundo preto e branco, manga curta e comprida em algodão, com derivações do logo da banda, em conjunto com a marca que reflete a diáspora africana por toda a Europa.
 
Para além da tour de celebração dos 20 anos, os Buraka Som Sistema editaram um tema inédito, “Puro Mambo”, precisamente 12 anos depois do último trabalho de originais (“Buraka”, 2014). A Casa Buraka assinalou um dia de curadoria dos Buraka Som Sistema na Casa Capitão, em Lisboa, com uma programação que passou pelo trajeto e linguagem da banda ao longo de 20 anos. A banda reeditou também os vinis dos álbuns “From Buraka To The World” (2006), “Black Diamond” (2008), “Komba” (2011) e “Buraka” (2014), disponíveis aqui.

ΞIIIIIIΞ EM SERRALVES

 













ESTREIA
18 de Outubro 2026, 18h30
Museu de Arte Contemporânea de Serralves

Para onde estamos a ir?

Seremos a última geração de humanos?

É já este domingo, 18 de Outubro, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, que o compositor e baterista Pedro Melo Alves estreia a esfera completa de ΞllllllΞ [lido “imm”], o seu mais recente projecto transdisciplinar.

Através de um espectáculo multimédia complexo, intrigante e metafísico, que pretende responder a um velho impulso humano – ultrapassar os nossos próprios limites –, a criação reúne música, tecno-performance e artes digitais num único sistema performativo para interrogar as fricções entre a alta cultura, o pop mainstream, os movimentos urbanos e as suas raízes ancestrais.

Em Serralves, ΞllllllΞ propõe uma experiência imersiva de 360º na qual convivem quatro músicos, uma equipa de artistas multimédia, um performer e o público, que é convidado a circular e escolher a sua perspectiva dos acontecimentos. Como uma arquitectura aberta e singular de eventos e de significados irrepetíveis, o palco abre-se, também, à discussão ontológica contemporânea, baseando-se em pesquisas sobre transhumanismo e pós-humanismo crítico.

Pedro Melo Alves, na bateria e electrónica, Mariana Dionísio, na voz e electrónica, e João Grilo e José Diogo Martins, ambos no piano e na electrónica, colidem música contemporânea, jazz de vanguarda, electrónica abstracta, clubbing experimental, pop, hyperpop e beats urbanos em busca de pontos de contacto no meio destes universos aparentemente distantes. Ao seu redor, um ecossistema personalizado e tecnologicamente inovador mune-se de sensores, controladores e câmaras para registar todos os gestos e traduzi-los em vídeo, luz e som, criando um espaço híbrido e dinâmico entre humano e máquina e entre decisões predeterminadas e em tempo real da cultura pós-internet. Nessa mescla que dança com os sentidos, junta-se um performer que recebe instruções em directo para desafiar e expandir os resultados filosóficos da narrativa de ΞllllllΞ. Com o objectivo de, em cada apresentação, o projecto acolher um artista local para alimentar uma obra de composição contínua, no Museu de Serralves participa Vera Mantero. Porém, não é só o convidado que é instigado a expressar opiniões ao vivo como expansão do seu corpo performático. Também o público pode intervir na viagem através de recursos tecnológicos desenhados para gerar um domínio meta-humano que expõe e questiona a nossa capacidade de tomada de decisão. Estas interacções sucessivas com público e performers transformam o espectáculo numa construção viva que evolui e se reinventa organicamente.

No total, ΞllllllΞ desenvolve-se a partir de uma equipa internacional de 18 artistas e programadores especializados na investigação de novas práticas artísticas cuja missão é reflectir sobre uma sociedade hiperconectada e veloz, em conflito com a realidade, a condição humana e o futuro.

Este domingo, 18 de Outubro, às 18h30, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Pedro Melo Alves dirige um espectáculo transcendente que o volta a confirmar como um dos mais extraordinários artistas da actualidade.

Bilhetes disponíveis em serralves.byblueticket.pt, no valor de 7,50€ (estudantes/jovens, maiores de 64 anos e amigos de Serralves: 3,75€).

ΞllllllΞ vai sempre mais além ao integrar a dimensão ampla de ΞllllllΞ:MATER [lido “imm máter”], uma plataforma de criação pós-humanista, idealizada pelo compositor, baterista e também investigador, que se expande num espaço activo de reflexão com ensaios e debate público sobre os seus temas principais, numa galeria continuum de arte online e física dos objectos visuais e filosóficos do projecto e numa incubadora de artistas contemporâneos e emergentes de novos media.

O mais recente desafio de Pedro Melo Alves estabelece uma rede de parcerias com instituições como o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, o MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, as Carpintarias de São Lázaro, o Festival de Artes Urbanas Iminente, a ZABRA - Posthuman Art Research Center, o LuxFrágil, a Lovers & Lollypops e o GrETUA - Grupo Experimental de Teatro.

LINDA MARTINI CELEBRAM 20 AMOS DE "OLHOS DE MONGOL"





















Os Linda Martini celebram 20 anos do seu primeiro longa-duração, intitulado “Olhos de Mongol”, com um concerto no Super Bock em Stock, a 6 de novembro, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. A banda toca na íntegra todo o álbum que conta agora com duas décadas de vida.

Foi em 2006 que os Linda Martini se aventuraram no primeiro disco. Após o EP homónimo de 2004, o grupo arrancou para uma aventura de estúdio com um alinhamento de 9 músicas que ainda hoje constam no imaginário dos seguidores do grupo e que persistem nos alinhamentos dos concertos da banda.

Reconhecidamente como uma das bandas mais potentes ao vivo do panorama nacional, os Linda Martini distinguem-se por apresentar uma evolução numa sonoridade que começaram a desenhar nas últimas duas décadas e que já os levaram para os grandes palcos em Portugal mas também com apresentações internacionais.

André Henriques (voz e guitarra), Cláudia Guerreiro (baixo), Hélio Morais (bateria) e Rui Carvalho (guitarra) apontam para que a noite de 6 novembro seja absolutamente especial no sentido em que os Linda Martini tocam todo o álbum conforme ele foi dado a conhecer ao mundo.

As celebrações dos 20 anos de “Olhos de Mongol” continuam com mais acções em 2026, que a banda pretende divulgar muito em breve.