quarta-feira, 29 de abril de 2026

PECULIAR COM SINGLE NOVO

 



















"No dia 22 de maio, Peculiar apresenta “Azeitona”, o primeiro single de avanço do seu aguardado álbum de estreia, “Os Camelos Também Sabem Nadar”, marcando o regresso do artista com uma nova fase do seu universo musical, onde o pop se cruza com elementos da música algarvia, música árabe do Norte de África e ritmos latinos, evocando o calor, o verão e as paisagens sensoriais do sul. 

“Azeitona” é uma canção de amor que explora um relacionamento desequilibrado, onde uma das pessoas acabou por dar mais do que a outra. Apesar de o vínculo já ter terminado e de não haver forma de regressar ao que foi vivido, permanece uma impossibilidade persistente de esquecer, sobretudo a “pele cor de azeitona” e a marca emocional de um amor que ficou gravado na memória.

Integrado no universo conceptual de “Os Camelos Também Sabem Nadar”, o single reforça a construção identitária do projeto, onde o artista revisita o Algarve a partir de uma perspetiva contemporânea. Entre memórias pessoais, referências culturais e a presença constante do território de origem, Peculiar destaca a influência histórica da cultura árabe e norte-africana no sul de Portugal, e reflete essa fusão entre heranças e a forma como estas moldaram o território, a linguagem e a vivência da região."

terça-feira, 28 de abril de 2026

ESTREIA DE MURTA EM LISBOA

 



















Murta apresenta-se pela primeira vez ao vivo na capital, em nome próprio, no Coliseu Club do Coliseu dos Recreios no dia 29 de maio.

Uma noite construída à volta da sua música. R&B com escrita pessoal, voz marcante e canções que ficam. Sete anos de carreira, festivais, salas e palcos por todo o país, singles de platina, dois álbuns editados e uma nova fase artística em curso, Murta traz a Lisboa o concerto que ainda não tinha acontecido.

Murta

Nome artístico de Francisco Murta, apresentado publicamente na edição de 2016 do The Voice (onde chegou à final ficando em 2ª lugar).

Editou em 2019 o primeiro álbum “D’ Art Vida (Universal) e em 2024 “LUV IS A LEGACY” (Universal). Deste último saíram os singles de sucesso “TU SABES” com Diana Lima, “T$UNAMI” com Rocky e “INVISÌVEL” com Jura.

Data: 29 de maio 2026
Local: Coliseu Club
Hora: 21:00
Bilhetes: aqui

NOVO SINGLE DE CAIS DODRÉ FUNK CONNECTION





















A celebrarem 15 anos como pioneiros da Soul e do Funk “made in Portugal”, os Cais Sodré Funk Connection preparam-se para lançar Má Rês, o quarto single extraído do último álbum Um Quarto na Rua Cor de Rosa.

Depois de um desvio no apeadeiro natalício em dezembro, com o lançamento de Christmas Soul Party Vol. 1, a locomotiva do funk volta ao disco que lançou no outono, com os olhos postos no verão.

Este tema de Tamin e João Cabrita é, nas palavras da soul lady “uma das canções mais pessoais do álbum. Para mim, fala sobre aquele sentimento contraditório de amar alguém que, no fundo, sabemos que nos faz mal... e mesmo assim escolher ficar. É sobre quando o coração insiste onde a razão já desistiu, e sobre a dificuldade de largar uma ligação que nos consome, mesmo sabendo que não nos faz bem. Há ali uma energia quase visceral entre vulnerabilidade e força, e isso faz desta faixa um dos momentos mais intensos e cinematográficos do disco para mim.”

O videoclipe é, tal como os anteriores, realizado por Francisco Quera Gomes.

O Soul Power é assegurado por Tamin, na voz, apoiada por NBC; David Pessoa, na guitarra e coros; João Gomes, nos teclados e coros; João Cabrita, nos Saxofones e coros; no baixo, Francisco Rebelo e na bateria, Rui Alves.

Este vai ser um verão quente para os Cais Sodré Funk Connection, que vão percorrer o país já com o espectáculo novo na bagagem. Os próximos concertos são:
- 30 de abril: Festa do Vinho - Cartaxo
- 22 de agosto: Festival Maré de Agosto - Santa Maria, Açores

Are you ready?

FESTIVAL PAUTA JAZZ NO CENTRO DE ARTES DE ÁGUEDA














sex 1 mai a dom 3 mai

CAA e espaços convergentes | Todos os Públicos

O Festival Pauta Jazz regressa à cidade de Águeda para celebrar o Dia Internacional do Jazz. A data foi criada pela UNESCO e o “Jazz Day” representa a importância deste género musical e o seu contributo na promoção de diferentes culturas e povos ao longo da História. continuar a ler...

YOGA JAZZ
SEX 1 MAI, 11H
Sala Estúdio CAA

ATMOSFERAS IMPROVISATIVAS - WORKSHOP
SEX 1 MAI, 16H
Café Concerto CAA
Bilhetes

ORGANIC MUSIC SOCIETY - CONCERTO
SEX 1 MAI, 21H30
Café Concerto CAA
Bilhetes

ZÁS TRÁS PÁS - OFICINA PARA BEBÉS
SÁB 2 MAI, 11H
Biblioteca Municipal Manuel Alegre

AROUND THE CITY OF JAZZ - LABORATÓRIO DE BIG BAND
SÁB 2 MAI, 21H30
Café Concerto CAA
Bilhetes

JAZZBANDISTA - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA E CONVERSA TEMÁTICA
DOM 3 MAI, 15H
Museu Etnográfico da Região do Vouga

DIOGO ZAMBUJO LANÇA SINGLE

 



















Diogo Zambujo
Contramão

Diogo Zambujo lança “Contramão”, um novo single que reforça a sua identidade enquanto cantautor, assente numa abordagem intimista e de inspiração folk.

Com interpretação vocal calorosa e arranjos acústicos subtis, o tema chega como mais um passo sólido na afirmação do artista no panorama nacional. 

VIVIANE LANÇA "AMOR ERRANTE"





















Originalmente editada em 1990 pela banda Diva, “Amor Errante” é uma canção marcada pela voz singular de Natália Casanova. A nova versão de Viviane revisita o tema com uma abordagem mais intimista e contemplativa, mantendo a sua melancolia, mas propondo uma escuta mais pausada e emocional.

Ligada afetivamente à canção desde o início do seu percurso nos Entre Aspas, Viviane recupera aqui um tema que a marcou profundamente, integrando-o num projeto que presta homenagem à voz feminina na música portuguesa.

“Ela por Elas” é o oitavo trabalho discográfico da artista e propõe uma revisitação de temas emblemáticos interpretados por mulheres que marcaram diferentes gerações. Assente numa estética de fado mediterrânico contemporâneo, o álbum cruza tradição e reinvenção, valorizando o legado feminino com uma leitura atual e autoral.

“Neste álbum, as canções originais são desconstruídas e dão lugar a arranjos mais depurados, que abrem espaço à voz. Convidam a desacelerar e a escutar de forma mais contemplativa — como um porto de abrigo no final de um dia intenso.” Viviane

Depois do primeiro single “Alfama”, editado a 13 de fevereiro, “Amor Errante” reforça a identidade do projeto, que inclui ainda versões de temas de Madredeus, Rádio Macau, Salada de Frutas e A Naifa. 

Ao vivo, o novo álbum será apresentado em duas datas: 6 de outubro – Teatro da Trindade, Lisboa
28 de outubro – Casa da Música, Porto

Os bilhetes já estão disponíveis para venda, com preços entre 14€ e 20€ em Lisboa, e 20€ no Porto.

Em palco, Viviane é acompanhada por Tó Viegas na guitarra portuguesa, Filipe Valentim nos teclados e João Vitorino na viola acústica.

NOVO SINGLE DE SATIRO


 

















Satiro
Minha Boo

Satiro mergulha de cabeça na intensidade do amor no seu novo single, “Minha Boo”. Uma faixa que respira devoção e paixão, construída à volta de uma ideia simples, mas poderosa: quando é verdadeiro, não há espaço para mais ninguém. Com o refrão marcante, “Minha Boo, és tu”, o artista reforça essa entrega total, colocando a relação no centro de tudo, acima de distrações e incertezas. Satiro volta assim a afirmar-se com um som atual e cativante, numa música que promete acompanhar muitas histórias de amor por aí.

TERESINHA LANDEIRO COM NOVO SINGLE






















“Será que lhe Descobres a Poesia?” constitui o título do álbum de Teresinha Landeiro, que tem edição prevista para 22 de maio. No novo trabalho, a artista portuguesa junta a presença de Dino D'Santiago numa parceria inédita. É no tradicional Fado Ildefonso, que Teresinha Landeiro partilha com o músico de Quarteira, a escrita do texto “Duas Infâncias”.

Para o novo álbum, Teresinha Landeiro inspirou-se na obra do pintor Alfredo Luz no sentido de criar uma unidade estética e como fonte de inspiração para escrever grande parte do álbum. A influência revela-se em todo o grafismo, bem como nas fotografias e vídeos do álbum, do qual já conhecemos o single de avanço, intitulado “Não Partas Hoje”.

Teresinha Landeiro convocou para o seu novo trabalho um conjunto de compositores para musicar, orquestrar e arranjar diferentes músicas do seu novo trabalho. Artistas como Marcelo Camelo, Amaro Freitas, António Zambujo, Mimi Froes, Eduardo Cardinho, Orquestra Assintomática e Luísa Sobral colaboram no trabalho da fadista, que assina grande parte dos textos do álbum. Bernardo Couto (guitarra portuguesa), André Ramos (viola de Fado) e Francisco Gaspar (baixo acústico) formam o trio de fado que marca presença na quase totalidade do álbum captado, mixado e masterizado por Fernando Nunes.

Num momento em que as presenças internacionais são uma constante, com atuações em países como Dinamarca, Noruega, China, Turquia, Espanha, Cabo Verde, Suiça e Polónia, Teresinha Landeiro aponta para futuro, com o anúncio de espetáculo no Teatro Tivoli BBVA (Lisboa) a 1 de abril de 2027. O concerto tem a co-produção do Museu do Fado.

Bilheteira Teatro Tivoli BBVA (Lisboa) - AQUI
 

INDIE MUSIC FEST ANUNCIA 10 NOMES











O epicentro da música independente nacional regressa a Baltar, de 3 a 5 de setembro, com uma aposta reforçada na música emergente. Beatriz Pessoa, Ela Jaguar, Evols, Femme Falafel, Jepards, Nunca Mates o Mandarim, Rapaz Ego, Them Flying Monkeys, Vaiapraia e Warout são os primeiros nomes confirmados no cartaz.

A principal novidade desta edição é a abertura do festival, a 3 de setembro, com entrada totalmente gratuita. Este dia será inteiramente dedicado ao projeto Indie Talents, que passa a integrar a programação oficial do festival. As inscrições para o Indie Talents já se encontram abertas, através do site oficial e redes sociais do festival, mediante o preenchimento de formulário online. Entre as candidaturas recebidas, serão selecionadas quatro bandas para atuar. A banda vencedora receberá um prémio monetário de 500€ e a gravação de um tema no Stone Sound Studios.

O Indie Music Fest existe para dar voz à música independente portuguesa e, nas palavras de Tiago Nalha, da organização, “é com esse espírito que a edição de 2026 abre as suas portas de forma totalmente gratuita no primeiro dia. Este dia pertence ao Indie Talents, um projeto que acredita que o próximo grande nome da música portuguesa pode estar em qualquer cidade, em qualquer garagem, em qualquer palco improvisado e que este ano chega finalmente ao coração do festival para ser celebrado como merece”. Mas este dia é também para Baltar, para Paredes, “para quem vive aqui e vê a Floresta Mágica da Quinta do Cabo transformar-se, ano após ano, num lugar especial. O Indie Music Fest não quer ser apenas um evento que passa, quer ser parte da comunidade, e a melhor forma de o provar é abrir as portas sem pedir nada em troca”, afirma Tiago Nalha.

O Indie Music Fest existe para dar voz à música independente portuguesa e, nas palavras de Tiago Nalha, da organização, “é com esse espírito que a edição de 2026 abre as suas portas de forma totalmente gratuita no primeiro dia. Este dia pertence ao Indie Talents, um projeto que acredita que o próximo grande nome da música portuguesa pode estar em qualquer cidade, em qualquer garagem, em qualquer palco improvisado e que este ano chega finalmente ao coração do festival para ser celebrado como merece”. Mas este dia é também para Baltar, para Paredes, “para quem vive aqui e vê a Floresta Mágica da Quinta do Cabo transformar-se, ano após ano, num lugar especial. O Indie Music Fest não quer ser apenas um evento que passa, quer ser parte da comunidade, e a melhor forma de o provar é abrir as portas sem pedir nada em troca”, afirma Tiago Nalha.

Depois de um hiato provocado pela pandemia e pela mudança forçada de espaço, o festival regressou em 2025, com uma afluência de perto de 8.000 participantes, num recinto que permite palcos de maior dimensão e infra-estruturas de apoio maiores e melhores. Para 2026, a organização pretende aumentar a capacidade para 9.500 visitantes, consolidando o crescimento sustentado do evento.

Os primeiros passes gerais (Early Birds) estão disponíveis a partir de hoje, a 20€, limitados a 150 unidades e com direito a uma oferta surpresa, a entregar aquando da troca do bilhete por pulseira, no recinto. Após esta fase, o passe geral passa para 30€.

ESBOÇO NAS PLATAFORMAS DIGITAIS A 1 DE MAIO













Talvez Feliz
é o terceiro single do projeto Esboço, antecipando o tão aguardado álbum de estreia com lançamento previsto para breve. 

Este novo tema reforça a identidade sonora do projeto, onde cada detalhe é cuidadosamente construído e onde a voz marcante e emotiva de Salomé Rodrigues continua a assumir um papel central. A interpretação de Salomé Rodrigues destaca-se pela sua profundidade e autenticidade, transportando o ouvinte para um universo íntimo onde a fragilidade e a força coexistem.

 

Talvez Feliz mergulha numa reflexão sensível sobre a incerteza das emoções, os caminhos que escolhemos e a busca constante por momentos de verdadeira felicidade.

Entre dúvidas e esperanças, a canção explora a ideia de que, mesmo sem certezas absolutas, existe beleza no percurso e nas pequenas conquistas do dia a dia.

 

Cada canção deste projeto representa um momento, uma dúvida ou uma descoberta. Talvez Feliz fala sobre aceitar o desconhecido e encontrar sentido mesmo nas perguntas sem resposta.” - Jorge Sousa.

CONCERTOS NA TABACARIA DA OFICINA MUNICIPAL DO TEATRO EM COIMBRA

 











Colectivo Ciranda, 1 de maio, 22h

No 1º de Maio, recebemos na Tabacaria o Colectivo Ciranda para uma noite de celebração do Dia Internacional do Trabalhador. Para isso, a banda está a traz-nos um repertório dedicado ao trabalho, aos seus gestos, ritmos e memórias, reunindo temas tradicionais e outros de alguns dos maiores cantautores portugueses: Fausto, Sérgio Godinho, José Mário Branco e Zeca Afonso.

Os Ciranda conheceram-se no GEFAC, casa de encontros onde se trabalha para conhecer e dar a conhecer de forma criativa as raízes das tradições portuguesas. A sua matéria-prima são as vozes e os sons recolhidos por Michel Giacometti, Fernando Lopes Graça, Ernesto Veiga de Oliveira, José Alberto Sardinha, entre outros etnomusicólogos que calcorreiam todo o país. A música do Colectivo Ciranda concilia estas velhas, mas intemporais, melodias com sonoridades e referências musicais mais contemporâneas, evocando partes valiosas da nossa memória coletiva.

Cortada, 8 de maio, 22h

No dia 8 de maio, às 22h, a curadoria da Saliva Diva propõe-nos uma nova aventura a alta velocidade, com a estreia absoluta dos Cortada em Coimbra.

Na bagagem, trazem Gānbēi (干杯), disco de estreia editado no ano passado: são oito músicas em que Pedro Almeida (ou Dusmond, voz e guitarra), Daniel Fonseca (outrora membro da banda de Vaiapraia e de MEIA/FÉ, segunda voz e guitarra), Lourenço Abecasis (de MEIA/FÉ, no baixo) e Bernardo Pereira (de Mordo Mia, na bateria) nos brindam com uma rajada de noise-punk bruto e sem tempo a perder. Guitarras dilacerantes. Um baixo vigoroso. A bateria tensa, a contrapor contenção e fúria com mestria. A voz desafiante e gritada na medida certa: algures no contínuo entre The Jesus Lizard e Chat Pile, os Cortada plantam-se firmes e mostram ao que vêm.

Corrente, 22 de maio, 22h

Encerramos o mês de Música na Tabacaria a 22 de maio com concerto dos Corrente, novo projeto que junta Carolina Rocha (adufe, guitarra clássica, voz), Ricardo Grácio (cavaquinho, flauta transversal, gaita de foles, guitarra beiroa, guitarra campaniça, voz) e Rui Lopes (guitarra braguesa, guitarra clássica, voz).

Corrente nasce, no outono de 2025, da vontade de encontro entre o passado que ressoa e o presente que quer dançar. Corrente é convite para o baile que é lugar de comunhão no chão onde as gerações se reconhecem, onde vidas se partilham e os gestos (os corpos) se libertam. Bate-se o pé e a terra responde, dão-se as mãos e surge comunidade. Corrente é a evocação de melodias antigas que se querem voz do presente — celebrando a vida, lembrando-nos de que dançar é existir. E resistir.

ATR APRESENTA

 



















Esta quarta-feira (29 de Abril) às 22h a ATR regressa ao Damas para apresentar a estreia em Lisboa de TOUPEIRA GUILHOTINA, quinteto de música improvisada e poesia ligado ao colectivo/editora Profound Whatever, constituído por Bernardo Rocha, Gonçalo Alves, João Clemente, José Vale e Nuno Jesus; que será muito bem precedida pela actuação de Silveira, o novíssimo projecto a solo de spoken-word do poeta e músico João Silveira (dos Moloch e Burgueses Famintos)! (+ info em baixo e aqui)

E em Maio os gémeos siameses Associação Terapêutica do Ruído (ATR) e dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) vão estar a celebrar o seu 19º aniversário com diversas actividades e para começar o mês a ATR estará a participar com a sua banca na primeira edição do (AR)rebenta, evento que pretende criar um espaço vivo de encontro, partilha e expressão entre diferentes projectos, associações, colectividades e causas e que irá decorrer no sábado (2 de Maio) entre as 15h e as 22h nos Jardins do Bombarda com vários concertos e performances, bancas de colectivos e comes & bebes! (+ info aqui e bilhetes ali)

Entretanto já está disponível "CHANGE", o primeiro avanço do álbum de estreia dos TURBOANX, power-trio de noise-rock que junta o terapeuta do ruído (e membro dos dSCi) Diogo Vouga aos músicos Anton Obrazeena (dos Jars, P/O Massacre e Canários Mortos) e Leonardo Janeiro (dos Erosão e Quebra)!

29 de Abril | quarta-feira | 22h

TOUPEIRA GUILHOTINA (pt)

Silveira (pt)

Damas
Rua da Voz do Operário, 60 - Lisboa

entrada: 5 ruídos

TOUPEIRA GUILHOTINA é um sintoma que nasce de diferentes pontos do país, sendo o encontro improvisado e a palavra a génese da proposta do grupo. Projecto estabelecido em 2024 e que apresenta "Sintomas de Zona" como obra de estreia, inspirado pelo ambiente circunscrito a Pesinho no Fundão, solo fértil da editora Profound Whatever.

Em 2025 lançam "EPIDERME", obra editada pelas 23h59 do dia 24 de abril, em homenagem aos 50 anos de um movimento social revolucionário e da sua arte indomável. A segunda obra de TOUPEIRA GUILHOTINA, regista o encontro entre músicos do Fundão, Coimbra e Portalegre, com a aura sonora exploratória a ser pautada pela fusão entre os universos da música criativa, nem jazz nem rock, colocando em diálogo a palavra, a poesia portuguesa assim como movimentos e autores poéticos da contemporaneidade nacional emergente e independente. As toupeiras são Bernardo Rocha, Gonçalo Alves, João Clemente, José Vale e Nuno Jesus.

[João] Silveira nasceu em Lisboa, em 1983.

É autor de oito livros: "Bestiário Um" (Corpos Editora, 2006), "Dever/Haver" (Artefacto Edições, 2011), "GKJMA" (Artefacto Edições, 2013), "SAMO" (A Tua Mãe*, 2015), "Motores Gerais" (Douda Correria, 2019), "Pomba-Peste" (Douda Correria, 2020), "Ciclomania" (Nervosa, 2021) e "Néon" (Flan de Tal, 2023).

Está ligado a projectos musicais (Moloch) e de performance (Burgueses Famintos).

Criou, em conjunto com Marta Navarro, a Nicotina Zine, em 2012, tendo sido também um dos fundadores da associação cultural A Tua Mãe*. É um dos co-fundadores da editora intermitente Nervosa.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

NO SALÃO BRAZIL





















FISH DISH
01 Maio • 22:00

Luís Vicente . trompete
Carlos "Zíngaro" . violino
Marcelo dos Reis . guitarra
Vasco Trilla . bateria e percussão

Figuras incontornáveis da improvisação europeia, com trajetos distintos mas com paralelismos transversais entre vários projetos comuns, que agora se materializa em formato quarteto com o álbum de estreia através da Cipsela Records.

Fish Dish celebra o espaço do som como um todo, numa exploração profunda da matéria abstrata da música contemporânea, através de campos mais silenciosos ou por trajetos mais rítmicos, num quadro de imprevisibilidade que só a improvisação livre nos pode trazer.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 10 eur • 6 eur
BILHETEIRA ONLINE

The Walks comemoram 10 anos de Fool's Gold + 1.ª parte: Triste Feia
02 Maio • 22:00

Os The Walks actuam a 2 de maio no Salão Brazil para celebrar os 10 anos de “Fool’s Gold”, o disco que marcou a sua estreia e que apresentou a banda ao público. O concerto acontece no mesmo palco onde deram o primeiro concerto, a 6 de julho de 2013, e assinala o regresso da banda aos palcos após um período de pausa.

Este concerto juntará duas fases distintas: as canções que abriram caminho e o universo mais recente de “Opacity”, num alinhamento que mostra a evolução dos The Walks ao longo dos anos.

Formados por Gonçalo Carvalheiro (baixo), John Silva (voz), Miguel Martins (guitarra), Nelson Matias (guitarra) e Tiago Vaz (bateria), os The Walks nasceram com uma energia direta e intensa, cruzando rock’n’roll, R’n’B e soul numa sonoridade que sempre lhes deu identidade própria.

“Fool’s Gold” marcou esse primeiro momento da banda e reúne temas que, uma década depois, não só mantêm a urgência como adquirem ainda mais sentido no contexto global atual.

O álbum de estreia surge agora reeditado em vinil, recuperando o ponto de partida da banda num formato pensado para celebrar a data. Temas como “Redefine”, “Holding On”, “Backfire” e “Inside Out” continuam a mostrar a importância de “Fool’s Gold” no percurso da banda.

Triste Feia

O projeto artístico partiu de uma ideia ou mesmo uma fusão entre a pintura e a música onde é muito presente memórias, sonhos e natureza de uma forma abstrata.

O projeto intitula-se de Triste Feia, a sua sonoridade com muitas influências de Krautrock, caracterizado por um gosto obsessivo por dissonâncias, ruídos, colagens sonoras, improvisação e ritmo, frequentemente preocupando-se mais com o timbre do que com a melodia.

A banda é constituída por três elementos, Nuno Rosa (guitarra), Bruno Afonso (Bateria) e Nuno Carvalho (baixo).

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 10 eur
BILHETEIRA ONLINE
 
Diogo Mendes / Festival Instrumensal
02 Maio • 17:00

O Festival InstruMensal é uma iniciativa dinamizada pela Associação Cultural Museu da Música de Coimbra, que leva às salas de Coimbra um concerto de música instrumental por mês.

Começamos o mês de Maio com a apresentação do terceiro disco a solo de Diogo Mendes, "Uma Guitarra Entre Cidades", editado pela nossa Associação.

Nas palavras do próprio: "Situa-se entre a raíz da tradição e a procura de novos caminhos, entre padrões repetitivos, pequenas variações e uma estética mais minimalista. 

É uma guitarra que observa, que respira, que se perde um pouco — na procura de uma linguagem simples e abstrata.

Quis lançar este trabalho de forma simples, deixando que a música fale por si.

É um disco de ensemble pequeno, pensado para uma sonoridade íntima e simples, apenas com a guitarra portuguesa e a sua amiga de sempre, a viola de acompanhamento."

Abertura de portas: 16:30
Bilhetes: 7 eur • 5 eur
Entrada grátis para <18 anos mediante reserva através do email salaobrazil@gmail.com
BILHETEIRA ONLINE

Embryo #3 Angélica Salvi e Luis Figueiredo
05 Maio • 21:30

Em Março, teve início um dos projetos mais relevantes no que diz respeito ao apoio à criação, inaugurando um modelo que se espera ter continuidade no futuro próximo. Trata-se de Embryo, projeto do pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo que, ao longo de cinco sessões, sempre nas primeiras terças-feiras do mês - vai criar um espaço de encontro com cinco excepcionais músicos da área do Jazz, que vão actuar em duo com o pianista em cada uma destas sessões, sendo que no último semestre do ano, a totalidade dos intervenientes se juntarão para uma residência artística onde o septeto trabalhará em conjunto as ideias musicais preparadas nos duos do primeiro semestre.

No mês de Maio, recebem Angélica V. Salvi (harpista).

Artista espanhola radicada no Porto desde 2011, que se dedica à improvisação e à música contemporânea e eletroacústica, explorando técnicas de preparação e amplificação do instrumento na procura de novas sonoridades.

Inspirada na respiração, no movimento das marés e em referências emocionais e espirituais, Salvi conduz o público por uma viagem íntima e onírica, onde a repetição e o transe assumem um papel central, criando uma experiência imersiva e multifacetada; com formação em Salamanca, Madrid, Arizona e Haia, colaborou com compositores, improvisadores e orquestras de referência internacionais, desenvolvendo atualmente uma prática artística transversal que cruza performance, criação e pedagogia, sendo também professora no Conservatório de Música do Porto.

Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 7 eur • 5 eur
BILHETEIRA ONLINE

FUTURAMA CHEGA AO BAIXO ALENTEJO

 










O Baixo Alentejo é pelo 5.º ano consecutivo lugar de criação, partilha e imaginação artística:

BEJA, 15 E 16 DE MAIO
MÉRTOLA, 22 DE MAIO
ALVITO, 30 DE MAIO

A 5.ª edição do Festival Futurama instala-se no Baixo Alentejo entre 15 e 30 de Maio, com uma programação que atravessa Beja, Mértola e Alvito e reúne artes visuais, música, performance, teatro e palavra em espaços culturais e patrimoniais da região. 

Três fins-de-semana, entrada livre, programação única em cada geografia.

O Futurama, Ecossistema Cultural e Artístico do Baixo Alentejo, volta a apresentar o resultado de meses de trabalho em território: residências artísticas e o programa Artistas nas Escolas tornam-se visíveis em criações desenvolvidas com alunos do Instituto Politécnico de Beja, da Escola Secundária Diogo de Gouveia e da Escola Profissional de Alvito, em colaboração com David Infante, Carincur e Filippo Fiumani. Paralelamente, as residências com a CerciBeja e a Universidade Sénior da ALSUD resultam em novas obras de Horácio Frutuoso e Ana Baleia. Este ano, destaque também para a residência de Mariana Tengner Barros com a Ginástica Acrobática da Escola Secundário de S. Sebastião, em Mértola, e a Escola de Música da ALSUD.

BEJA, 15 E 16 DE MAIO

O Festival arranca a 15 de Maio com três inaugurações. Às 11h30, abre a exposição de fotografia de David Infante com alunos do Instituto Politécnico de Beja. Às 17h00, no Espaço Futurama, inaugura a exposição de artes visuais de Horácio Frutuoso, desenvolvida em residência com a CerciBeja, onde palavras e imagens funcionam como superfícies de resistência à banalização da cultura visual contemporânea.

O dia encerra com o concerto de João Spencer às 18h30, no Espaço Futurama. O projecto a solo t.204 apresenta Vale, primeiro álbum de um processo criativo iniciado em 2012.

No dia 16, o Espaço Futurama acolhe de manhã um workshop de artes visuais com Horácio Frutuoso, aberto à comunidade. À tarde, às 15h30, o Clube UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial recebe a instalação visual e sonora de Carincur com alunos da Escola Secundária Diogo de Gouveia, uma investigação sobre corpos, voz e tecnologia por uma artista natural de Beja. Às 18h00, no Clube UNESCO, o projecto Cantexto estreia seis novos poemas de Yara Nakahanda Monteiro, Bruno Vieira Amaral, Nástio Mosquito, Patrícia Reis, Hugo van der Ding e Cristina Taquelim, musicados e interpretados com grupos corais do Baixo Alentejo. A noite pertence a Sara Inês Gigante, que apresenta Popular às 21h00 no Teatro Municipal Pax-Julia, um espectáculo que parte da autoficção para interrogar os limites entre cultura de elite e cultura de massas, entre a artista e o público que ela quer, ou não consegue, conquistar.

MÉRTOLA, 22 DE MAIO

Em Mértola, na freguesia de Algodôr, Ana Baleia apresenta a instalação resultante da sua residência com a Universidade Sénior da ALSUD.

Mariana Tengner Barros apresenta a performance artística criada em residência com os desportistas da Ginástica Acrobática da Escola Secundária de S. Sebastião e os alunos da Escola de Música da ALSUD. Coreógrafa e performer com obra reconhecida internacionalmente, Tengner Barros trabalha a partir do corpo e do espectáculo da vida social.O dia encerra com o Cantexto, com grupos de cante alentejano do concelho de Mértola.

ALVITO, 30 DE MAIO

O encerramento acontece em Alvito com três momentos distintos. Às 11h00, na Biblioteca Municipal Luís de Camões, uma Constelação propõe debate público em torno da liberdade de criação artística em democracia, a partir do Artigo 42.º da Constituição, no ano em que se celebram os seus 50 anos. Às 15h30, na Escola Profissional de Alvito, Filippo Fiumani apresenta a instalação criada com os alunos, uma obra que cruza expressionismo abstracto com materiais descartados e narrativas socialmente comprometidas. O Festival encerra às 16h30 nas Grutas do Rossio com o concerto Cantexto e a participação especial do grupo Rama Verde de Vila Nova da Baronia.

Aberto e activo continua o Espaço Futurama, em Beja, que funciona como centro nevrálgico do projecto ao longo de todo o ano, acolhendo residências artísticas, encontros de investigação e acções com escolas e associações locais. É aqui que se constroem, ao longo dos meses, as ligações entre práticas contemporâneas e saberes do território que o Festival torna visíveis.

O Festival Futurama, Ecossistema Cultural e Artístico do Baixo Alentejo, é financiado pela Direção-Geral das Artes / Ministério da Cultura, Fundação Millennium BCP, Fundo do Fomento Cultural e pelas Câmaras Municipais de Beja, Mértola e Alvito, com apoio institucional da Comissão Nacional da UNESCO e do Plano Nacional das Artes, e Alto Patrocínio da Presidência da República.

A programação é gratuita.

Beja: 15 e 16 de Maio Mértola: 22 de Maio Alvito: 30 de Maio

Programa completo em www.futurama-alentejo.com

SAIA COM NOVO SINGLE

 













Os Saia apresentam “Glória”, o novo single com lançamento agendado para o dia 1 de maio, numa edição que coincide com a semana do Dia da Mãe. Produzido por Diana Martinez e João André, o tema surge como uma homenagem às mães, partindo de uma dimensão pessoal - com dedicatória às mães dos dois fundadores da banda - para uma leitura mais ampla e transversal.

Assente numa linguagem próxima e direta, “Glória” constrói-se como uma canção de reconhecimento e gratidão, centrada na relação entre mães e filhos. A letra percorre memórias de infância, gestos quotidianos e momentos de crescimento, propondo uma narrativa que transforma experiências individuais numa mensagem partilhável entre diferentes gerações.

Do ponto de vista sonoro, o tema aproxima-se de uma matriz soul, mantendo o groove e a energia que caracterizam o projeto. A canção equilibra leveza e intensidade, desenvolvendo-se em torno de um refrão marcado e memorável, onde a dimensão emocional se articula com uma abordagem rítmica e acessível.

Depois de “Voltar a Ter”, single que assinalou o início de um novo ciclo criativo, os Saia aprofundam agora uma vertente mais introspectiva, sem abdicar de uma identidade orientada para a canção e para a ligação ao público. “Glória” reforça essa capacidade de trabalhar temas universais a partir de um registo pessoal, mantendo uma sonoridade contemporânea e com forte vocação radiofónica.

Formados em 2019 por Luís Gaio e Luís Barros, os Saia têm vindo a afirmar o seu percurso no panorama nacional, com uma proposta centrada na escrita em português e numa abordagem que cruza pop, groove e influências diversas. Após o single de estreia “Tempo” (2021) e o EP “Manual do Amor” (2022), a banda tem consolidado a sua presença ao vivo, com passagens por palcos como o Marés Vivas, a Feira de São Mateus e o AgitÁgueda.

Em concerto, apresentam-se num formato alargado, com oito músicos em palco, explorando uma dimensão rítmica e coletiva que prolonga a energia das gravações. Essa componente mantém-se como eixo central do projeto, reforçando a relação direta com o público.

Com “Glória”, os Saia apresentam um novo capítulo do seu percurso, propondo uma escuta que cruza emoção, memória e celebração.

O single estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de 1 de maio.

BLUE HOUSE OCUPA O BIXOS EM COIMBRA PARA DAR VOZ A MULHERES





















A 16 de maio, o Bixos, em Coimbra, recebe INQUIETA, um novo projeto da Blue House que cruza pensamento, criação e música num take-over dedicado ao feminino. Um dia inteiro de programação que parte de uma pergunta urgente: quantas mulheres e quantas vozes cabem em cada uma de nós?

INQUIETA afirma-se como um espaço de encontro, escuta e afirmação, onde diferentes linguagens artísticas e perspetivas se cruzam para pensar, celebrar e viver o feminino. Ao longo de um dia, o Bixos transforma-se num território ocupado por vozes inquietas — plurais, críticas e em movimento.

A programação inicia-se com a oficina “Quantas vozes cabem em cada um de nós?”, orientada por Catarina Parente e dirigida a crianças. A partir da voz, do gesto e do desenho, propõe-se uma exploração sensorial e criativa que convida cada participante a ocupar o espaço com a sua presença e narrativa. O resultado é um mapeamento coletivo feito de palavras, traços e movimentos, cujas marcas permanecem no lugar como um arquivo vivo de memórias partilhadas.

Às 15h00, o Bixos expande-se para as varandas do espaço com o início de duas instalações: “Ocupação" por Maré e a instalação vídeo de Misse Portugal, “Hoje, e talvez nunca; ontem, e para sempre”. Estes trabalhos convocam o público para uma experiência imersiva.

A partir das 17h00, tem lugar a mesa-redonda “Quantas mulheres e quantas vozes cabem em cada uma de nós?”, moderada por Clara Almeida Santos, com a participação de Surma, Catarina Saraiva, Filipa Alves e Sofia Figueiredo. Num registo que cruza informalidade e pensamento crítico, a conversa propõe refletir sobre as assimetrias ainda presentes na sociedade, particularmente no campo das artes, dando espaço a vozes que interrogam e desafiam os papéis atribuídos às mulheres.

Às 18h30, Lia Cachim e Bea Bandeirinha apresentam uma performance que junta poesia, música e movimento, partindo do mote do INQUIETA: “Quantas mulheres e quantas vozes cabem em cada uma de nós?”

Segue-se, às 19h00, uma conversa e showcase moderados por Vilma Reis, com Lisa Sereno e Bia Maria. Entre palavras e música, este momento propõe uma partilha íntima e informal, onde diferentes percursos e experiências se cruzam, ampliando a reflexão em torno das múltiplas vozes do feminino.

A noite culmina com o concerto de Surma, às 22h00, seguido de um DJ set da RUC, entre as 23h00 e as 02h00, com Maria Nolasco, Isabel Simões e Pêra Roxa.

CANPUZ JAZZ PRESTE A RRANCAR EM AVEIRO















O Campus Jazz - Festival de Jazz da Universidade de Aveiro tem início no próximo dia 30 de abril, assinalando o Dia Internacional do Jazz com um concerto de abertura protagonizado pelo Hugo Santos Quinteto, ensemble vencedor da edição de 2025 do Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro (CIJ_UA).

O arranque do festival terá lugar no Mercado do Peixe, numa iniciativa realizada em parceria com a Câmara Municipal de Aveiro e o programa JAzz eM Aveiro, reforçando a ligação do evento à cidade e ao seu tecido cultural.

A edição de 2026 do Campus Jazz mantém o seu modelo que cruza programação artística com uma forte vertente pedagógica, incluindo concertos, workshops e masterclasses, afirmando-se como um espaço de encontro entre criação, formação e divulgação no universo do jazz contemporâneo.

No âmbito desta edição, a Universidade de Aveiro informa que a presença do Amaro Freitas Trio sofreu alterações de calendário. O concerto, inicialmente previsto para dia 20 de maio, passa para o dia 21 de maio, às 21h30, mantendo-se no Auditório Renato Araújo (edifício central e da Reitoria). Já a masterclass com o trio foi antecipada para dia 20 de maio, às 21h30, no Auditório do Complexo das Ciências de Comunicação e Imagem (CCCI), no Departamento de Comunicação e Arte (DeCA).

Os bilhetes previamente adquiridos mantêm-se válidos para as novas datas. Caso seja pretendido reembolso, os pedidos podem ser efetuados até 20 de junho, através da Bilheteira Online (BOL). Para os bilhetes adquiridos em pontos de venda físicos, o reembolso deve ser solicitado no local onde se efetuou a compra.

No dia 20 de maio, o programa inclui ainda a masterclass de Rita Payés, às 18h00, no mesmo departamento, reforçando a componente formativa do festival.

Em paralelo, continuam abertas, até ao dia 4 de maio, as candidaturas ao Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro, dirigido a ensembles emergentes sem trabalho discográfico editado. A iniciativa visa promover a criação artística e estabelecer pontes com outros festivais, nacionais e internacionais, contribuindo para a projeção de novos projetos no panorama do jazz contemporâneo.

Com esta abertura no Dia Internacional do Jazz, o Campus Jazz reafirma o seu compromisso com a promoção do género e com a criação de oportunidades para músicos emergentes, consolidando-se como uma plataforma relevante no contexto nacional.

Mais informações sobre a programação completa encontram-se disponíveis em: https://www.ua.pt/pt/campusjazz

SINGLE NOVO DE LUÍS BRAZ TEIXEIRA

 



















Sobre o Luís Braz Teixeira

Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista, Luís Braz Teixeira é o que se chama um artista completo. Estreou-se em 2020 e desde aí conta com mais de 30 temas tanto em inglês como em português.
Com apenas 23 anos, Luís tem três EP’s lançados, dois a solo e outro com Diogo Fonseca. Inspira-se principalmente no R&B, com algumas influências de Indie Pop e Soul.

Já pisou quatro palcos só com temas originais, a solo no festival Festas do Mar em Setembro de 2022, no Tokyo Lisboa na estreia do EP “GETAWAY” em Fevereiro de 2024, em janeiro de 2025, no MusicBox para apresentação do seu mais recente EP “estaca zero” , e mais recentemente na Casa Capitão em outubro. Com um talento notável, Luís Braz Teixeira afirma-se como uma figura promissora na música portuguesa.

Sobre o EP

Neste EP de estreia na língua portuguesa, Luís traz melodias vibrantes de R&B/Pop e conta uma história de amor. “estaca zero” - o voltar ao início, o reset mental e emocional que alguém passa quando se despede de alguém que amou. Ao longo de todo o EP é desenvolvida uma linha cronológica iniciando-se no tempo da insegurança ao começar um relacionamento, os problemas e adversões durante a relação e, no
tema final, a volta à estaca zero.

Um autodidata no que toca a gravação, escrita e produção musical, o artista é responsável pela criação dos 6 temas do seu projeto: “só a mim”, “sonhos”, “só por ficar”, “corpo&alma”,“coração trancado” e “estaca zero” .

NOVO SINGLE DE DANIELA GALHOZ

 













Daniela Galhoz
apresenta “Either Way”, novo single lançado no passado dia 24 de abril. O tema surge como uma canção intimista centrada na autoestima e na capacidade de reconhecer o próprio valor, afirmando-se como um momento de clareza dentro do percurso da artista.

Assente num registo acústico e minimalista, “Either Way” desenvolve-se a partir de uma abordagem contida, onde a voz e a palavra ocupam o centro da narrativa. A canção constrói-se num tom quase conversacional, entre a confissão e a afirmação, refletindo um ponto de viragem - aquele em que deixa de existir necessidade de justificar ou negociar limites.

Através de uma escrita direta, mas marcada por subtileza e ironia, Daniela Galhoz explora a ideia de definição pessoal: saber como se quer ser tratado e não aceitar menos. A interpretação acompanha essa intenção, privilegiando a proximidade e uma expressividade contida, onde cada pausa e cada frase reforçam a dimensão emocional do tema.

“Either Way” traduz um momento de decisão silenciosa - um tipo de crescimento que não se manifesta em rutura, mas em convicção. Como refere a própria artista, trata-se de “aquele momento em que deixas de explicar em excesso, deixas de negociar e simplesmente… sabes”.

Do ponto de vista sonoro, o tema revela uma produção crua e depurada, que cria espaço para a narrativa e para a nuance interpretativa. A estética aproxima-se de referências como Olivia Dean ou Ray LaMontagne, mantendo, ainda assim, uma identidade própria, construída a partir de uma relação direta entre voz, emoção e intenção.

Radicada em Madrid, Daniela Galhoz tem vindo a afirmar-se como uma voz no universo indie alt, combinando uma escrita introspectiva com uma interpretação de matriz soulful. O seu trabalho cruza vulnerabilidade e força interior, propondo uma leitura honesta sobre temas como identidade, crescimento e ligação.

Com “Either Way”, a artista aprofunda essa abordagem, apresentando uma canção que se constrói na contenção e na certeza, afirmando-se como um gesto de autonomia e reconhecimento pessoal

NOVO DISCO DE KUMPANIA ALGAZARRA


Os Kumpania Algazarra nascem em 2004 nas ruas de Sintra, inspirados pela energia da folia e da boa disposição. Saltimbancos apaixonados, têm na sua música um aglomerado que vai do ska ao folk, do reggae aos sons dos Balcãs, dos ritmos latinos ao funk, e que faz deles uma das mais poderosas brass bands portuguesas. Com uma já longa carreira a banda leva na bagagem centenas de concertos realizados por todo o mundo, um EP e 9 álbuns.

2024 foi o ano de celebração dos seus 20 anos de carreira. Nesse ano a banda lançou o álbum Histórias e Raízes e percorreu o país de norte a sul, passando também por Espanha e Inglaterra, numa tour com mais de 30 datas que passou pelo Out There Arts (UK), Millo Verde (GZ), Festival de Pardiñas (GZ), Festival Med, Feira de São Mateus, Festas das Azenhas do Mar, entre muitos outros.

Em 2025 o coletivo de Sintra continuou em modo de celebração e marcou presença em vários festivais e eventos, dos quais destacamos o Festival Rock in Rian (Rianxo, GZ), Repica Balboa (Bierzo, GZ), Festival Atlantikaldia (Errenteria, País Basco), Arredas Folk Fest, Barrelas Summer Fest e uma tour de 6 espetáculos no Brasil, que passou por cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Juiz de Fora, Brasília, Uberaba e Goiânia.

Na sua música os Kumpania Algazarra assumem a multiculturalidade como essência, juntando nesta assembleia musical influências de todas as cores, hemisférios e latitudes.

No dia 1 de Maio de 2026 a banda edita o seu novo álbum Tudo ao Contrário, data em que estará disponível em todas as plataformas. Este é o décimo álbum de estúdio e será também o primeiro disco dos Kumpania Algazarra que será editado em formato vinil.

“To the Top” é o segundo single do novo disco e fala sobre alcançar sonhos, usando o corpo, o movimento e a dança como linguagem principal. “To the Top” é ação, impulso, símbolo dessa vontade de ir mais longe e nunca desistir. Quando dançamos conseguimos largar pesos e bloqueios e entramos num estado mais livre, quase mágico, onde tudo flui. “To the Top” convida-nos a dançar e ligarmo-nos a algo maior que nós próprios, como se fizéssemos parte de um todo, um universo em movimento. O videoclipe foi filmado nas Festas de Fontanelas e na Sociedade Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia por Ricardo Dias, Giovanna Scheffel e M Keys.

Tudo ao Contrário é uma explosão de euforia sonora que funde os beats da eletrónica com as raízes vibrantes do balkan e do ska, desafiando as leis da gravidade musical. Aprofunda a identidade da banda, mergulhando de forma mais profunda nas sonoridades eletrónicas, sem nunca perder a ligação às fanfarras tradicionais. O resultado é um disco composto por temas que convidam à libertação do corpo e da mente, numa celebração coletiva onde a pista de dança se transforma em território de resistência. Num tempo em que o mundo parece estar de pernas para o ar, os Kumpania respondem com festa, energia e união. 

Seja em palco ou nas ruas, os Kumpania Algazarra transformam todos os seus espetáculos numa grande celebração, uma festa onde a banda e o público se encontram. Este é o chamamento dos Kumpania Algazarra, cabe-nos agora a nós seguir a banda e o impulso irresistível da sua música!

Agenda KA 2026

12 Junho | A anunciar
20 Junho | A anunciar
4 Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (Turquia)
5 Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (Turquia)
11 Julho | Festival Julho | São Jorge (Açores)
25 Julho | Noites de Verão | Alhandra
22 Agosto | Festival Folk Plasencia | Plasencia (Extremadura)
5 Setembro | Festival de Poesia do Condado | Salvaterra do Minho (Galiza)
30 Outubro | A anunciar (Galiza)
(agenda em atualização)

https://www.instagram.com/kumpaniaalgazarra/ 
https://www.facebook.com/kumpanialgazarra/