2 - Janeiro - Imune ao ruído (com Tatanka)
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
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quinta-feira, 8 de outubro de 2026
PROGRAMA DE 08/10/26
2 - Janeiro - Imune ao ruído (com Tatanka)
BÁRBARA TINOCO ESTREIA DOCUMENTÁRIO "MULHERZINHA" NO TRIBECA FESTIVAL LISBOA
Realizado por Bárbara Tinoco, Carlos Marta e Sebas Ferreira, o filme acompanha a artista e a filha, Masha, numa digressão em que a música e a maternidade partilham o mesmo espaço.
Mulherzinha, um documentário de Bárbara Tinoco, terá a sua primeira exibição pública na terceira edição do Tribeca Festival Lisboa, no Cinema São Jorge, que terá lugar de 09 a 13 de dezembro. Um retrato íntimo de um verão vivido entre palcos e bastidores, o filme acompanha o primeiro verão de Masha e a descoberta da maternidade em plena digressão.
Com realização de Bárbara Tinoco, Carlos Marta e Sebas Ferreira, Mulherzinha aproxima o público de uma experiência em que os concertos, as viagens e os aplausos coexistem com os embalos, os mimos e as necessidades de uma vida que acaba de começar. Entre a entrega ao público e a presença de que a filha precisa, a artista descobre novos ritmos e uma nova medida do tempo.
A maternidade, a identidade, a família e as escolhas atravessam este documentário, que nasce também do desejo de preservar um período irrepetível: guardar, para Masha, as imagens do seu primeiro verão, de que ainda não terá memória.
A apresentação no Tribeca Festival Lisboa contará com um showcase de Bárbara Tinoco, em formato de voz e guitarra, e uma sessão de perguntas e respostas com os três realizadores, prolongando o encontro entre a música, o cinema e a história que o filme conta.
A estreia acontece no ano de lançamento de Hormonal, o terceiro álbum de Bárbara Tinoco, editado de surpresa a 15 de maio. Um disco conceptual em que a artista conta à filha, Masha, a história de amor dos seus pais, cruzando o amor, a maternidade e a memória numa narrativa de inspiração autobiográfica e dimensão cinematográfica. O álbum e o documentário partilham, assim, o desejo de guardar uma história para a filha: através das canções e das imagens, Bárbara constrói um registo que Masha poderá descobrir mais tarde.
Nos palcos, Bárbara Tinoco prepara-se para a digressão «Tem Lá Uma Tristeza», com destaque para o concerto no Multiusos de Guimarães, a 10 de abril de 2027. A agenda inclui também o Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, a 22 de janeiro, o CAE da Figueira da Foz, a 17 de abril, e duas noites no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, a 24 e 25 de março. Estes são alguns dos principais encontros com o público numa digressão que percorre salas de todo o país, prolongando nos palcos a proximidade que também atravessa Mulherzinha.
Sinopse
No primeiro verão de Masha, o mundo tem a voz da mãe e a banda sonora de uma tournée. Bárbara Tinoco leva a filha consigo em digressão e, entre o palco e os bastidores, vive duas histórias ao mesmo tempo: a de uma artista que se entrega ao público e a de uma mãe que descobre uma nova vida, entre embalos e mimos.
Este documentário acompanha um verão irrepetível, em que os concertos, as viagens e os aplausos se cruzam com o ritmo e as necessidades de uma vida que acaba de começar. A estrada torna-se casa, os bastidores tornam-se lugar de infância e o tempo ganha outra medida.
Num retrato íntimo de Bárbara Tinoco, a maternidade e a música partilham o mesmo espaço, com a ternura, as dúvidas e os desafios que esse encontro traz. Como se concilia a entrega a milhares de pessoas com a presença de que uma só precisa? E como muda o significado de subir a um palco quando há alguém novo a quem se quer mostrar o mundo?
Uma história sobre crescer em conjunto, sobre a família que se constrói pelo caminho e sobre o desejo de guardar aquilo que passa depressa demais. Para Masha, um dia, poder conhecer o verão de que ainda não se lembra. Para quem vê, reconhecer algo da sua própria história.
FICHA TÉCNICA
MULHERZINHA
Um documentário de Bárbara Tinoco
Realização: Bárbara Tinoco, Carlos Marta
Ideia original: Bárbara Tinoco
Direção de fotografia: Sebastião Ferreira
Operadores: Catarina Ceia, Lucas Coelho, David Oliveira
Montagem: Bárbara Tinoco e Carlos Marta
Mistura de som: Charliebeats
Correção de Cor: Rodrigo Bosque
Música: Bárbara Tinoco
Duração: 41:01
Portugal, 2026
SPACE FESTIVAL 2016 EM NOVEMBRO
De 4 a 15 de novembro, o festival itinerante percorre Paredes de Coura, Caminha, Valença, Arcos de Valdevez, Mondim de Basto e Montemor-o-Velho, reunindo artistas nacionais e internacionais em torno da música experimental, improvisada e transdisciplinar.
Já estão anunciados no website do festival vários dos projetos que integram a edição de 2026. Entre solos, colaborações inéditas e propostas que cruzam diferentes áreas artísticas, o Space Festival continua a apostar no encontro entre diferentes artistas, géneros e territórios.
Entre as propostas que juntam artistas nacionais e internacionais, encontra-se IT DEEL IV, que reúne Joana Guerra, Maria do Mar, Romke Kleefstra e Jan Kleefstra num projeto que cruza poesia e música, explorando a relação entre o ser humano e a natureza. Também do cruzamento entre música, poesia e performance nasce HARPOEMACTO, projeto de Angélica Salvi (harpa) e de Nuno Pinto (voz e poemas) confirmado para esta edição.
Outro projeto que nasce do encontro entre diferentes geografias é Choreography of Fractures, que junta o trompetista e improvisador português Luís Vicente, o baterista Vasco Trilla e o contrabaixista britânico John Edwards num projeto que explora o free jazz e a improvisação livre, fazendo de cada concerto um momento único.
Também no cartaz deste ano está EUPNEA, ensemble de vozes e flautas liderado pela cantora e compositora portuguesa Vera Morais, a quem se junta Teresa Costa, Sarah van Eijk, Līva Dumpe e Ketija Ringa-Karahona - cantoras e flautistas com diferentes percursos e origens, que se juntam para criar um órgão de tubos humano, um instrumento em si mesmo. Já Sonic Figures Project: Diagrama, do compositor, investigador e músico Hugo Vasco Reis, junta Trevor McTait, na viola d’arco, e Miquel Bernat, na percussão, num ensemble que é também um projeto de investigação artística. O duo Arianna Casellas e Kauê Gindri também fazem parte desta edição, apresentando o projeto Montes no qual combinam voz, violoncelo amplificado, guitarra elétrica e sopros.
Nos projetos a solo, o festival avança várias propostas bastante distintas. O guitarrista e improvisador João Carreiro apresenta um trabalho centrado na exploração da guitarra. O músico e compositor italiano Mauro Basilio apresenta Mechanics, uma performance para violoncelo construída a partir da exploração de objetos, materiais e diferentes montagens.
O multi-instrumentista Luís Bittencourt regressa ao festival com Arquiteturas da Água, uma performance transdisciplinar que usa a água como matéria criativa, explorando as suas possibilidades sonoras, performativas e visuais. A trompetista, improvisadora e compositora portuguesa Susana Santos Silva, radicada em Estocolmo e reconhecida pela crítica como uma das mais interessantes improvisadoras do mundo, também se junta a esta edição.
Nas formações de maior dimensão, o coletivo de oito percussionistas CIGARRA apresenta RLLRLRLLRRLRLRLRLLRLRLR, uma reinterpretação da obra de Julian Sartorius e do Ensemble ET|ET num projeto explora ritmo, percussão, improvisação e processamento eletrónico. O Space Ensemble estreia Animações da Estónia, uma criação inspirada no cinema de animação estónio, acompanhado pela música experimental e improvisada que caracteriza o trabalho deste projeto com origem nas primeiras edições do festival. A estas propostas junta-se a Orquestra Sinfonietta de Braga, que convida Samuel Martins Coelho para Manifesto para o Bem Comum.
O festival dá ainda espaço a projetos emergentes como os Coisa Mansa, banda instrumental de Viana do Castelo formada por David Gigante, Rafael Moreira, Tiago Esteves e Rodrigo Moreira.
A edição de 2026 vai passar por espaços já conhecidos no percurso do festival, como o Centro Cultural Paredes de Coura, o Teatro Valadares em Caminha, o Centro Cultural de Verdoejo (Valença), o Centro Interpretativo do Barroco em Arcos de Valdevez, o Favo das Artes em Mondim de Basto e o Teatro Esther de Carvalho em Montemor-o-Velho, entre outros.
O Space Festival é organizado pela Associação Cultural Rock’n’Cave, em parceria com o Space Ensemble, contando com o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes e de vários parceiros locais.
Space Festival 2026
4 - 5 novembro - Paredes de Coura
6 - 7 novembro - Caminha
8 - 9 novembro - Valença
10 - 11 novembro - Arcos de Valdevez
12 novembro - Mondim de Basto
13 - 15 novembro - Montemor-o-Velho
NOVO SINGLE DE TIO REX
Por que caminho segue a sociedade? Aquela que está cada vez mais plástica e menos social?
"é como é como é como é" é o primeiro single do quarto LP de Tio Rex. É um tema que se debruça sobre o quão difícil é, em termos sociais, sincronizar frequências com alguém no contexto citadino. Onde as pessoas têm mais acesso a informação, o ritmo a que a socialização acontece é muito mais acelerado, e ao mesmo tempo há muita gente que sai à rua com narrativas pré-concebidas, pronta a vender a sua melhor versão a toda a hora, e talvez por isso esteja menos disposta a ouvir e a encontrar o outro.
Assina no BI como Miguel Reis, mas é como Tio Rex que tem vindo a tecer canções folk com a delicadeza da porcelana, alternando entre a língua de Pessoa e o coração de Whitman. Recorrendo a harmoniosas composições de guitarra e munido de uma voz grave, serve-se da catarse na busca e criação de uma identidade, construindo o seu próprio imaginário autobiográfico que, de disco para disco, vai ganhando novos capítulos e abordagens alusivas ao mundo que o rodeia.
É desde 2012 que Tio Rex alimenta uma discografia rica e variada – de onde se destacam os elogiados 5 Monstros (2014), Ensaio Sobre a Harmonia (2015), 5 Tragedies (2018) e o seu terceiro álbum de originais Life, Love, Loss & Death (2021) – onde é possível encontrar tanto poesia musicada e baladas à guitarra, como composições com banda completa e arranjos de sopros e cordas. Este último, produzido por Sérgio Mendes e pelo autor, foi desenvolvido em torno dos 4 motifs que lhe dão o nome e que, representando o ciclo da vida, existem como ponto de contacto que nos une na condição humana.
Editado em outubro de 2021 com o selo da Cidade Fantasma, este disco conta com a participação de 13 músicos e foi apresentado ao vivo em Setúbal, Barreiro, Aveiro, Coimbra, Porto, Lisboa e Sertã.
Em dezembro de 2022, no 10º aniversário da gravação do seu primeiro e homónimo EP, o artista reeditou e disponibilizou-o pela primeira vez em todas as plataformas digitais.
No seu percurso, Tio Rex colaborou com artistas como Fast Eddie Nelson, Um Corpo Estranho, Golden Slumbers e Davide Lobão e, de entre mais de 200 concertos, pisou palcos tão diversos como o Festival Bons Sons, o Trampolim Gerador, o MUVI Lisboa, o Cidade+, a Green Week Guimarães e o Festival Mêda+, prezando a intimidade em ambientes solenes e convidando o seu público a viajar por paisagens, ora densas e negras, ora carregadas de luz e esperança.
IOLANDA EDITA HOJE O ÁLBUM DE ESTREIA “QUEBRANTO”
Fotografia: Sara Albuquerque
Edição: Azurite
Na infância de IOLANDA, havia sempre alguém por perto que acreditava. Foi a mãe quem a levou a “virar o bucho” quando deixou de comer, e quando perdia alguma coisa havia quem lhe rezasse o Responso, a oração que acabaria por dar título a um dos singles do disco. IOLANDA cresceu a ver tudo isto de perto, entre o fascínio e a dúvida. “Apesar de parte de mim ser um tanto ou quanto céptica em relação a rezas e mézinhas, sou e vivo completamente fascinada por estas tradições. Coincidência ou não, são práticas que mantêm uma geração viva e fazem-nos acreditar que talvez o mundo possa ser um bocadinho mais mágico.”
É nesse meio que IOLANDA procura um lugar seguro. Foi a essas raízes que regressou quando começou a escrever, ao perceber que falar de onde vem era a forma mais directa de se aproximar de si própria. Em “Quebranto”, não se limita a preservar a tradição, escreve com ela. A viola braguesa atravessa quase todo o disco e encontra cavaquinhos, cordas, acordeão, sintetizadores e programações, entre a música de raiz, o fado e a pop.
O disco abre com a voz da Avó Lena, sobre a guitarra e a braguesa de Luar, e é a partir dela que tudo se desenrola. “O disco começa com alguém a tirar-me o quebranto e, após a reza, é desvendado tudo o que se encontra por baixo desse quebranto que me assombrava, desde traumas a decisões, medos a desgostos, a lutas que fervem com vontade de ser travadas”, partilha IOLANDA.
Pelo caminho, “Dei-te a Minha Mão” traz um sample das vozes das Cantadeiras de Terras de Arões, e “Maldição” leva a artista ao Fado Cravo, com João Diogo Leitão na braguesa e Bernardo Saldanha na viola. Entre as canções mais intensas há também espaço para temas mais mexidos, que lhe lembram o que ouvia nas festas de aldeia. Com direcção e produção musical de Luar, coprodução de IOLANDA e mistura e masterização de Charlie Beats, o disco junta na escrita nomes como Carolina Deslandes, Agir, LEFT., Milhanas, Extrazen e xtinto.
Na véspera da edição, “Quebranto” foi apresentado na àCapela, em Lisboa, numa performance imersiva pensada só para essa noite e com uma actuação especial de IOLANDA.
A 07 de dezembro, o disco sobe por inteiro a um palco pela primeira vez. No Coliseu dos Recreios, na véspera de feriado, IOLANDA actua num palco em formato 360º, rodeada pelo público, na sua estreia em nome próprio nesta sala. Depois de um ano a levar algumas destas canções a palcos de todo o país, é em Lisboa que “Quebranto” se mostra inteiro, no maior concerto da carreira da artista até hoje. Os bilhetes já se encontram à venda.
25 out. — Foz Côa (Chefs on Fire)
07 dez. — Coliseu dos Recreios (Lisboa)
ÀS VEZES O AMOR REGRESSA EM 2027 COM “AS CANÇÕES DE AMOR DE MARIZA”
Festival prepara a 13.ª edição e anuncia dois espetáculos especiais de Mariza, a 14 de fevereiro no Coliseu Porto Ageas e a 19 de fevereiro no Coliseu dos Recreios.
Às Vezes o Amor regressa em fevereiro de 2027 e começa a revelar a programação da sua 13.ª edição com um dos conceitos que mais têm marcado a história do festival: “As Canções de Amor de…”. Desta vez, o convite é feito a Mariza, que prepara um espetáculo muito especial para apresentar a 14 de fevereiro, no Coliseu Porto Ageas, e a 19 de fevereiro, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
Nascido em 2015, o festival passa, a partir de 2027, a assumir simplesmente a designação Às Vezes o Amor, reforçando aquilo que está na origem do projeto e que tem orientado o seu percurso desde o início: celebrar o amor através da música, reunindo diferentes artistas, públicos, salas e cidades numa programação distribuída pelo país.
É também desse princípio que nasceu “As Canções de Amor de…”, conceito através do qual o Festival Às Vezes o Amor tem desafiado alguns dos mais importantes artistas portugueses a olhar para o seu próprio repertório a partir das diferentes formas de cantar, pensar e viver o amor. Depois de espetáculos especialmente concebidos para o festival por nomes como Jorge Palma, Rui Veloso, Santos & Pecadores e Sérgio Godinho, em 2027 é Mariza quem assume o desafio.
Em “As Canções de Amor de Mariza”, a artista irá revisitar um repertório construído ao longo de mais de duas décadas de carreira, no qual o amor, a paixão, a ausência, a saudade e os afetos assumem múltiplas formas. Pensado especialmente para esta edição de Às Vezes o Amor, o concerto propõe um encontro singular entre o universo artístico de Mariza e um conceito que, ao longo dos últimos anos, se tornou uma das marcas distintivas do festival.
O convite acontece também num momento particularmente especial do percurso de Mariza. A artista prepara-se para editar, no final de 2026, Amor, o seu primeiro álbum de originais em oito anos e um trabalho que percorre diferentes dimensões e formas desse sentimento. “Beijos”, lançado a 25 de setembro, é o mais recente e último avanço antes da edição do disco, depois de “Desamor”, com Gson, “Amar-te” e “Casa”.
Os concertos de Mariza no Coliseu Porto Ageas e no Coliseu dos Recreios são os primeiros momentos revelados da programação de 2027. Os bilhetes para estes espetáculos estarão à venda a partir do dia 9 de outubro, sexta feira.
Novos artistas, cidades e salas serão anunciados ao longo das próximas semanas, numa edição que volta a manter a qualidade e a diversidade artística e geográfica que o público reconhece no festival.
AS CANÇÕES DE AMOR DE MARIZA
14 FEV 2027
Coliseu Porto Ageas | Porto
19 FEV 2027
Coliseu dos Recreios | Lisboa
Bilhetes à venda a partir de 9 de outubroJANEIRO COM NOVIDADES
“Imune Ao Ruído” foi escrita e composta por Janeiro e Tatanka, com piano de Daniel Lima e guitarra elétrica de Tatanka. A mistura e a masterização ficaram a cargo de Nuno Simões.
O vídeo foi realizado por Pedro Mattos, Janeiro, Tatanka, autores também do conceito e do guião. A direção de fotografia é de Pedro Mattos e a produção de Janeiro & The Wonder. A edição ficou a cargo de Janeiro.
“Reticências” pode ser ouvido em todas as plataformas digitais e os bilhetes para os concertos de apresentação podem ser adquiridos em BOL.pt, seguindo os links em baixo.
LISBOA
18 de novembro - Coliseu Club
21h - 25€
Bilhetes disponíveis aqui
PORTO
3 de dezembro - Hot Five
21h - 25€
Bilhetes disponíveis aqui
ANTÓNIO QUINTINO ESTREIA-SE COMO CANTAUTOR
Celebra-se aqui uma dupla estreia, uma vez que Samuel Úria se descobre com este trabalho como produtor musical, desvendando um equilíbrio entre a intimidade da palavra e a riqueza da construção sonora.
Influenciado por nomes como Elliott Smith, Rodrigo Amarante, Boy Azooga e Maria Reis,
António Quintino avança neste cruzamento entre a sensibilidade da canção de autor com arranjos subtis e uma linguagem musical que reflete o seu percurso multifacetado como músico, arranjador, compositor.
Nas palavras de Samuel Úria, e da poesia que lhe pertence, aqui “A fragilidade é invariável, ubíqua, usada como um recurso estilístico sonoro e suporte de vida. Bem sei que o adjectivo ‘confessional’ se tornou em lugar-comum nisto de analisar canções mas, no presente caso, é uma sentença sincera e inescapável.”
Depois de anos a dar voz ao seu instrumento em inúmeros projetos, António Quintino assume, pela primeira vez, o papel de cantautor, revelando um universo pessoal onde a vulnerabilidade se transforma numa força vibrante e expressiva.
António Quintino escolheu “Recato” para nos fazer chegar, em primeira mão, uma das canções do álbum que se prepara para lançar no próximo ano. Aqui, a fragilidade não se esconde: transforma-se em canção. E é nessa exposição, amparada pela beleza e solidez musical, que se desenha António Quintino, cantautor.
Link Vídeo (não Listado): https://youtu.be/3aTnVnr9h3I
Ficha Técnica
António Quintino - Voz, guitarras, baixo, piano, composição
João Firmino - guitarras
João “Joca” Correia – bateria e percussões
Produção musical: Samuel Úria e António Quintino
Pré-produzido no Gandum Village em Fevereiro de 2025
Gravado entre Fevereiro e Junho de 2026 no Estúdio 52, por João Correia e no Estúdio Louva-
a-Deus, por Tiago Correia.
Mistura: Hugo Valverde
foto de Mário Cruz
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
PROGRAMA DE 07/10/26
1 - The June Carries - Rayleigh scattering
2 - Um Corpo Estranho - Grifo
3 - Mundo Cão - A noite na cidade
4 - The Panic Party - Hot night
5 - Tó Trips & Fake Latinos - Tango surdina
6 - Expresso Transatlântico - Canção para a madrugada
NOVO SINGLE DE JÚLIO RESENDE
"Bridges Not Walls (Ponte Ibérica/Puente Iberico)" afirma-se como uma reflexão artística sobre a importância do diálogo, da escuta e da proximidade humana. A Península Ibérica surge como território simbólico de criação e entendimento, inspirando um repertório que celebra aquilo que une em vez daquilo que separa.
Num contexto internacional marcado por divisões e polarizações, o álbum propõe uma visão assente na empatia e na construção de relações duradouras entre pessoas, comunidades e culturas. A música torna-se, assim, um espaço de encontro, onde tradição e contemporaneidade, identidade e improvisação convivem naturalmente.
Com lançamento previsto para 1 outubro de 2026, "Bridges Not Walls (Ponte Ibérica/Puente Iberico)" será acompanhado por apresentações ao vivo em Portugal, Espanha e outros territórios europeus, reforçando a vocação internacional de um projeto que nasce da convicção de que a arte continua a ser uma das formas mais poderosas de construir pontes.
O novo disco de Júlio Resende conta com a formação de um novo trio ibérico
"Este é um disco dedicado à construção de pontes. Pontes entre Portugal e Espanha, mas também entre todas as pessoas que acreditam que a empatia continua a ser a forma mais bonita de habitar o mundo", afirma Júlio Resende.
O pianista e compositor português Júlio Resende e o músico catalão Jorge Rossy, uma das figuras mais respeitadas do jazz europeu e internacional, juntam-se no Trio Ibérico para apresentar "Bridges Not Walls (Ponte Ibérica/Puente Iberico)", um novo projeto discográfico com edição prevista para 1 outubro de 2026.
Idealizado por Júlio Resende, o Júlio Resende Trio Ibérico nasce da vontade de aproximar duas culturas que partilham uma geografia, uma história e inúmeras afinidades artísticas. Ao lado do pianista, Jorge Rossy — reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho no histórico trio de Brad Mehldau e pelas colaborações com alguns dos nomes mais importantes do jazz contemporâneo — assume um papel central neste encontro musical. A formação completa-se com Romeu Tristão, um dos mais promissores contrabaixistas da nova geração do jazz português.
Próximos concertos:
9 outubro - Gouveia
trio ibérico
10 outubro - Casa da Criatividade, São João da Madeira
trio ibérico
12 novembro - Teatro Tivoli, Lisboa
dueto com Bruno Chaveiro
24 e 25 novembro - Roma, Itália
solo
6 de dezembro - Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra
dueto com Bruno Chaveiro
12 de dezembro - Museu do Oriente, Lisboa
solo
JACA LANÇA QUEIXUME
É o primeiro single de Crescendo, o novo EP, previsto para Novembro deste ano.
Depois de apresentar Licor de Jaca (2022) e os singles “Pinky” (2024) e “D¡RTY T@LK” (2025), o artista do Porto assinala uma nova etapa, ao mesmo tempo que encerra um ciclo, distinguindo a metamorfose artística e a maturação sentidas no trajecto até aqui, ao cruzar o seu vocabulário musical com o acto de crescer.
“Queixume”, a canção que conhecemos agora, reflecte o primeiro embate dessa revolução. De coração partido e “com o mundo ao contrário/sem chão”, existe um lamento profundo nas palavras elevadas por um beat inspirado no UK Garage, cortesia de ZOO, que assina a produção do tema a meias com Jaca. O piano eléctrico de André Areias e os assertivos apontamentos de guitarra de Mike11 oferecem o doce contraponto à amargura do compositor, dividido “entre o sentir e o pesar de uma relação que se julgava ser para sempre, entretanto terminada, e a procura de uma alternativa no acolhimento da vida mundana”, uma dualidade muito presente em Crescendo. Na fusão de r&b com sonoridades tradicionais, “Queixume” é “um admitir que as coisas não correram bem”, explica ainda o cantor. Mas, mesmo destroçado, a lamber as feridas, reconhece que “há mais coisas para viver”.
Este amadurecimento pessoal, de braço dado com a entrada na vida adulta, fica também eternizado no vídeo que acompanha o single, realizado por Enzo Sinai e Ivo Cardoso, igualmente responsáveis, com Jaca, pela direcção criativa. Sobre o resultado, o artista diz que “a maior preocupação foi trazer uma estética clean, porque o som já é messy o suficiente”.
Disponível nas habituais plataformas digitais, “Queixume” inaugura a história dedicada a várias dimensões do amor contada em Crescendo – uma obra auto-reflexiva que sublinha uma identidade poética e sonora própria. Das relações pessoais ao lugar ocupado na indústria da música, passando por um inevitável desencanto sobre o que um dia acreditou ser o mundo, são estas as dores de crescimento de um jovem em confronto com a realidade, que também abrem a porta para o abraçar de novos hábitos e de novas aprendizagens.
SOBRE JACA
Natural do Porto, Jaca apaixonou-se pela música desde muito cedo. Na adolescência, descobre uma nova forma de a amar e cultivar através das primeiras composições em que se aventurou a solo ou com amigos. Uma primeira experiência em estúdio tornou-se o gatilho para provocar a certeza absoluta de que queria ser artista. Mike11, homem da guitarra portuguesa e produtor, ouve uma das gravações e convida Jaca para Lisboa quando este estava perto de comemorar 18 anos. Dessa relação transformada numa parceria singular, tanto em estúdio como em palco, surge, em 2022, o primeiro EP do compositor. O r&b explosivo de “Ausência” foi o cartão de visita de Licor de Jaca, cujos temas conquistaram espaço em várias rádios nacionais. Ao vivo, apresentou-o numa noite inesquecível no Musicbox, em Lisboa.
Seguiram-se os singles “Pinky” (2024) e “D¡RTY T@LK” (2025), que reflectem os passos pensados do artista, dados no tempo certo.
Inspirado pela mistura de culturas com que se relaciona, desenvolve uma identidade difícil de rotular, mas com assinatura. Crescendo, o EP que se anuncia para Novembro, aborda a corrida constante de Jaca, o seu processo de maturação enquanto indivíduo, assim como as aprendizagens e as preocupações que marcam a entrada na vida adulta.
HIENA d´ÁUSTRIA APRESENTA DISCO DE ESTREIA
Chegou o momento de finalmente partilharem com o mundo o se álbum de estreia, Abre o cadáver. O lançamento nas plataformas digitais será já no próximo dia 17 de outubro, acompanhado de concerto no mesmo dia, em Leiria, no auditório Miguel Franco.
No seguimento dos três singles que antecederam este benjamim - Músculos, Eneias e Amansa -, Abre o cadáver corre sérios riscos de confirmar o diagnóstico dos lançamentos que o precederam: quase mais ninguém os ouve, tirando as suas famílias. Ainda assim, e porque a meia-idade é um posto, decidiram tentar uma segunda opinião e fazer um longo mergulho no vasto oceano de imprevisibilidade que é editar um álbum de música portuguesa.
A edição em vinil está prevista ainda para este ano, sem data definida.
Para isso, deixam aqui, também, a extensa lista dos próximos concertos já confirmados, onde os poderão ver e tocar, ao vivo:
17 Outubro - Leiria (Auditótio Miguel Franco)
23 Outubro - Guimarães (CAAA)
13 Novembro - Freamunde (Associação HOMESSA)
23 janeiro - Guarda (TMG)
Podem ouvir-nos e seguir-nos nas plataformas do costume:
SPOTIFY: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/2vAsDlcB9pHUlpcoeV3o1O?si=xNM1U_a_Qjuhmv7rw_k2ww
INSTAGRAM: https://www.instagram.com/hienadaustria/
YOUTUBE: https://www.youtube.com/watch?v=c9Pm6hUsa0w&list=RDc9Pm6hUsa0w&start_radio=1
TIAGO NOIA EDITA DISCO DE ESTREIA
Tiago Nóia apresenta “Está Forrado”, o seu primeiro álbum de longa duração, acompanhado pelo lançamento do novo single e videoclipe “Morrer na Praia”. Construído a partir das frustrações, desilusões, euforias, contradições, revoltas, indignações e injustiças vividas e observadas pelo músico ao longo dos últimos dois anos, o disco consolida uma linguagem onde a crueza da produção DIY se cruza com uma escrita marcada pela ironia, pelo desencanto e pela observação crítica do quotidiano.
O título recupera uma expressão madeirense utilizada quando o céu está encoberto. Natural de Machico, Tiago Nóia transforma essa imagem numa metáfora para a atmosfera que atravessa o álbum: uma nuvem negra que permanece sobre as cabeças enquanto, por habituação, cansaço ou simples necessidade de continuar, se aprende a ignorar aquilo que está à volta.
É desse estado de permanente inquietação que nascem as canções de “Está Forrado”. O disco observa um quotidiano acelerado, onde sair de casa cedo depois de uma noite mal dormida, enfrentar o trânsito e regressar a um trabalho que não respeita nem preenche se tornam parte de uma normalidade raramente questionada. A essa experiência juntam-se relações abusivas - amorosas, familiares, profissionais ou de amizade -, estruturas hierárquicas, a obsessão pela produtividade e a ideia de que tudo aquilo que se faz deve possuir uma utilidade mensurável ou um valor comercial.
Habitação, saúde, ensino, alimentação e entretenimento surgem igualmente dentro desse retrato de uma sociedade progressivamente organizada em torno do consumo. Em “Está Forrado”, Tiago Nóia procura colocar foco precisamente sobre aquilo que, pela repetição, corre o risco de deixar de provocar estranheza. A desumanização torna-se quotidiana e a urgência constante passa a ser entendida como condição inevitável, num disco que olha para aquilo que o artista descreve como um “sistema capitalista canibal”.
A crítica não surge, contudo, desligada do humor. Entre revolta, absurdo e sarcasmo, “Está Forrado” encontra no riso uma resposta possível ao peso das situações que descreve. A própria contradição entre reconhecer aquilo que está errado e continuar a viver dentro desse sistema atravessa o trabalho, aproximando o comentário social de experiências concretas e quotidianas em vez de o transformar num discurso abstrato.
Essa tensão prolonga-se em “Morrer na Praia”, single escolhido para acompanhar a edição do álbum. A canção parte de uma aparente desistência perante o estado das coisas: se os problemas continuam a acumular-se e quem decide sobre eles raramente os sente na pele, talvez seja mais simples ir apanhar sol, entrar na água fria do Norte e tentar esquecer a razão da indignação.
Por detrás desse impulso de evasão permanece, porém, a mesma inquietação que percorre o disco. “Morrer na Praia” contrapõe a leveza associada ao imaginário de um dia passado junto ao mar a questões de desigualdade social e política, colocando lado a lado quem vive diretamente as dificuldades e quem toma decisões a partir de posições de poder. Entre o desencanto e o humor, o tema transforma a praia num lugar de fuga temporária: perante aquilo que parece impossível mudar, restam o sol, o mar e “duas minis”.
O single chega acompanhado por um videoclipe realizado, filmado e editado por João Martins, de Summer of Hate e Os Overdoses, responsável também pela cor e pós-produção juntamente com Randy Lee Ericsson. A produção e os efeitos especiais ficaram a cargo de Tiago Nóia.
“Está Forrado” prolonga a dimensão independente que tem definido o percurso de Tiago Nóia. Escrito e composto pelo músico, o álbum conta com Tiago Nóia na voz e guitarra, Maria Ana Guimarães nos sintetizadores e teclados e João Quinhentas na bateria. A produção, captação, mistura e masterização foram integralmente assumidas pelo próprio artista, com gravações realizadas na Sala 141 do Centro Comercial STOP e em casa. O artwork é igualmente da sua autoria.
Mais do que uma circunstância de produção, esta abordagem DIY integra a própria identidade do álbum. Para Tiago Nóia, fazer música não depende da existência de financiamento ou das condições ideais para criar: nasce de uma necessidade de preservar uma identidade e encontrar um meio para exteriorizar aquilo que observa. A limitação de recursos deixa, assim, de ser apenas uma condicionante técnica e passa a participar diretamente na estética crua do disco.
Essa abordagem já tinha sido apresentada em “Comem Tudo”, single que antecipou “Está Forrado” através de uma crítica frontal à voracidade do capitalismo contemporâneo. Entre consumo, exploração laboral e alienação, a canção introduziu algumas das preocupações que atravessam agora o longa-duração, condensadas na imagem de um sistema que “come tudo” enquanto deixa progressivamente menos espaço para quem nele vive.
Natural de Machico, na Madeira, Tiago Nóia começou a compor durante a adolescência e desenvolveu parte importante da sua identidade musical depois de se mudar para a Irlanda. Em Dublin, estudou música e aproximou-se da cena punk e DIY local, experiência que continua presente na forma como encara a criação, a produção e a atuação ao vivo.
Entre a energia do punk, a produção lo-fi, o surrealismo e uma escrita de comentário social, o músico tem construído um universo influenciado por nomes como Ditz, Gurriers e IDLES, mas também por referências portuguesas como Tó Trips, José Mário Branco e Linda Martini. Grande parte do processo criativo e técnico permanece deliberadamente nas suas mãos, mesmo quando as canções se abrem à colaboração com outros músicos.
Com “Está Forrado”, Tiago Nóia reúne essas diferentes dimensões no seu primeiro longa-duração. A nuvem negra que dá nome ao disco permanece sobre um quotidiano feito de trabalho, consumo, relações, hierarquias, injustiça e cansaço, mas também de contradição, euforia e humor. Se o céu está forrado e não parece haver maneira de o limpar, as canções encontram pelo menos uma forma de olhar para cima, reconhecer a nuvem e recusar fingir que ela não está lá.
INÊS APENAS E INÊS MONSTRO INTEGRAM PROJETO INTERNACIONAL POLYGLOT
Fotografias: Rafaela Lopes
INÊS APENAS lança 'purgatório', uma adaptação do original italiano 'Crisi', com a participação de Marito Marques, baterista vencedor de um prémio Grammy e nomeado aos prémios Latin Grammy e aos Juno. A cantora, compositora e pianista afirma que "foi com muito entusiasmo que aceitei este convite, não só por ser um projeto internacional que une artistas mas, principalmente, pelo desafio de adaptar uma canção da artista italiana Charlote Cardinale. Comecei pelo ritmo da música original, tentei colocar o meu cunho na parte harmónica e escrevi uma letra sobre a minha vida, sobre o mundo atual e sobre a incapacidade de fazer mais".
Já Inês Monstro edita 'ÍCARO', uma adaptação do original ucraniano 'Gordosti'. A cantora, compositora e atriz conta que ficou "muito feliz com o convite e por fazer parte de um projeto que junta artistas de diferentes países e línguas através da música. Gostei do desafio de adaptar o tema do grupo ucraniano Ragapop para português e encontrar uma versão que mantivesse a essência da original com minha identidade. Escrevi ainda em ucraniano, o idioma da música original, como uma ligação à sua origem".
Lançado em 2024, o projeto POLYGLOT define-se como um novo modelo de distribuição de canções, com o objetivo de impulsionar o talento local e a diversidade europeia, e quebrar a tendência genérica na indústria da música do uso da língua inglesa. No núcleo português surgem nomes como A Garota Não, Samuel Úria, Sérgio Godinho, Diana Vilarinho e Retimbrar, entre outros.
INÊS APENAS lançou no início deste ano o single 'Sinto Muito', com produção de Filipe Survival. O tema entrou no top 100 do Shazam Portugal, ganhou airplay diário na Rádio Comercial (1º. lugar no top TNT), RFM (Top 25), Renascença, Mega Hits, Antena 1, TSF, entre outras. Também em 2026, editou o álbum "APENAS ABRIL", uma homenagem com novos arranjos à obra de Zeca Afonso, e que será lançado este mês em formato físico.
Inês Monstro prepara o segundo trabalho de originais. Após a estreia com "Brilho", disco que figurou na lista de Melhores Álbuns do Ano 2023 para a Blitz/Expresso, a artista editou em 2025 o single 'Antídoto', coescrito com CONAN OSIRIS, seguindo-se em 2026 'Femme Fatale' e 'Anjo'. Estes temas farão parte do novo disco de estúdio, com lançamento agendado para o primeiro trimestre de 2027.
Cantora, compositora e pianista, INÊS APENAS começou a sua formação musical no Orfeão de Leiria e licenciou-se em Piano Clássico na ESMAE, no Porto. Em 2019, fez parte dos coros de Surma no Festival da Canção e foi aí que começou a sua descoberta como artista a solo.
Em 2021 lançou os primeiros singles como INÊS APENAS e em 2022 o EP “um dia destes”. Foi finalista do Festival da Canção 2023, com o tema 'Fim do Mundo' e editou o segundo EP de originais, "Leve(mente)", que inclui colaborações com LEFT., na faixa-título, com MALVA e SOLUNA, em 'Tensa' e 'La Nena' (nomeada na categoria World Music nos International Portuguese Music Awards 2024), que a tornaram na única artista portuguesa com duas canções em simultâneo na playlist EQUAL Global do Spotify e 'Shhinfrim', tema premiado com uma menção honrosa nos Novos Talentos FNAC 2023.
Ainda em 2023, editou o EP "acústico", com versões intimistas a voz e piano, entre elas uma colaboração com Cláudia Pascoal e o inédito 'LEIRIA NÃO EXISTE', com airplay diário na Rádio Comercial, RFM e Renascença, entrada no Top 50 da plataforma Shazam, em Portugal, e o 15º lugar no Top Canções Virais do Spotify Portugal. Como compositora, INÊS APENAS escreveu ainda temas para vários artistas do panorama musical português como Aurea, IRMA, Catarina Filipe e Blaya, entre outros.
O aguardado álbum de estreia, "ÉTER", foi lançado em outubro de 2024. Coproduzido por INÊS APENAS, o disco inclui colaborações com IRMA, LEFT. MALVA, Milhanas, a participação especial do escritor João Tordo e foi considerado um dos Melhores Álbuns do Ano para a Blitz/Expresso. Ao vivo, a artista tem apresentado os seus originais em salas como o Teatro Maria Matos, Teatro Aveirense, Teatro José Lúcio da Silva e em festivais como o FNAC LIVE, Festival F, Super Bock em Stock e NOS Alive.
Em 2026, lançou o tema 'Sinto Muito', com airplay diário na Rádio Comercial, RFM, Renascença, Antena 1, Antena 3 e Mega Hits, entre outras.
CONCERTOS DE DESPEDIDA DE JOSÉ PINHAL POST-MORTEM EXPERIENCE
É já esta sexta que José Pinhal Post Mortem Experience sobem ao palco do Coliseu do Porto para o primeiro de dois concertos de despedida da banda. Um projeto que apaixonou o país chega agora ao fim, em dois concertos de celebração de uma carreira e de um legado marcantes. Acreditações de imprensa poderão ser solicitadas em resposta a este e-mail.
Com uma carreira de 10 anos, José Pinhal Post-Mortem Experience mantém viva a chama do imortal cantor José Pinhal, mestre de baile, ícone romântico e figura maior da cultura popular nortenha. Nascida em 2016 como uma homenagem espontânea, a banda cresceu para se tornar um fenómeno improvável, cruzando gerações, estilos e geografias.
A banda termina a sua carreira em duas noites únicas no Coliseu do Porto, dia 9 de Outubro e no Coliseu de Lisboa, dia 7 de Novembro. Os últimos bilhetes encontram-se à venda.
AGENDA
PORTO
9 de Outubro - Coliseu do Porto
22h - 20€ a 25€
Bilhetes disponíveis aqui
terça-feira, 6 de outubro de 2026
PROGRAMA DE 06/10/026
1 - José António Carrapato - Como me tornei pastor
2 - Orquestra Popular de Paio Pires - Festas populares de Paio Pires
3 - Herr G meets Fuel To Fight - Às vezes no meu monte
4 - Astronauta Desaparecido - Comme ça (c/ voz de Antonin Artaud)
5 - Aftervoid - Negative space 2
6 - Mundo Cão - Morfina
7 - Um Corpo Estranho - Grifo
8 - Jardim do Enforcado - Os óculos escuros de Pasolini
9 - Culatra - Tango da morte
10 - A.D.R.A. - Starclub
11 - Ecos Tardios - Estranha forma de vida
12 - Fado Negro - Elegância transcendental
13 - General Inverno - Sal ar e os
MALEDICTUS AO VIVO PELA PRIMEIRA VEZ
Os Maledictus, banda formada por ex-membros dos Seventh Storm, preparam-se para subir ao palco pela primeira vez para apresentar o álbum de estreia «Lazarvs».
Os bilhetes para o concerto já se encontram à venda.
Concerto de apresentação de «Lazarvs»:
Data: Sábado, 5 de Dezembro
Local: República da Música
Hora: 21:00
Bilhetes: €15 e estão à venda em Ticketline.pt
Para assinalar o caminho até ao palco, a banda revelou «Madam Death», o terceiro single retirado do disco de estreia. O tema é acompanhado por um vídeo épico concebido pelo baixista Butch Cid com uma estética de pintura a óleo animada.
Podes fazer stream do tema aqui: https://save-it.cc/fireflash/madam-death
Editado através da Fireflash Records, «Lazarvs» é descrito pela banda como uma "sequela espiritual" do seu trabalho anterior, combinando virtuosismo técnico, melancolia sombria e uma atmosfera cinematográfica liderada pela voz poderosa do vocalista Rez.
O álbum estará disponível em Vinil Branco (edição limitada), CD Digipak, formato digital e em vários bundles com t-shirt no Bandcamp.
Os MALEDICTUS são uma banda portuguesa de metal formada em Lisboa, reunindo músicos experientes com uma visão partilhada de música pesada sombria, poderosa e atmosférica.
Construída sobre uma base de riffs agressivos, melodias assombrosas e vocais movidos pela emoção, a banda funde elementos do heavy metal moderno com influências mais obscuras e melódicas.
Desde a sua formação, os MALEDICTUS têm-se focado na criação de música que reflete tanto o lado mais sombrio como o mais emocional do género metal.
Inspirando-se em atos de metal clássicos e contemporâneos, a banda visa criar um som que pareça simultaneamente familiar e distinto, apelando aos fãs de metal poderoso e atmosférico. Os MALEDICTUS continuam a desenvolver novo material e a estabelecer a sua presença na cena metal portuguesa e não só.
"Nós somos Maledictus… amaldiçoados por nada, movidos por tudo. O monstro desperta."
Formação dos Maledictus:
· Rez — Voz
· Ben Stockwell — Guitarra
· Butch Cid — Baixo
· Peter Crushes — Bateria
MALEDICTUS online:
• Facebook - http://facebook.com/themaledictusband
• Instagram - https://www.instagram.com/themaledictusband
• YouTube - https://www.youtube.com/@TheMaledictusband
• TikTok - https://www.tiktok.com/@themaledictusband
• Linktr.ee - https://linktr.ee/themaledictusband
NOVO SINGLE DE TRAVO
Os TRAVO lançaram no passado dia 2 de outubro WASTELAND, o seu novo álbum, com edição conjunta da gig.ROCKS!, Fuzz Club e Spinda Records. Partilhamos o disco e as primeiras datas confirmadas de apresentação, para tua consideração editorial.
Produzido por Jaime Gomez Arellano e gravado nos ARDA Recorders, no Porto, WASTELAND é o registo mais intenso, abrasivo, pesado e ambicioso do quarteto de Braga até ao momento. Nascido num período de grande pressão e questionamento interno, o álbum transforma essa tensão em riffs intensos, vozes gritantes e atmosferas que cruzam o psicadelismo com o peso do metal.
Uma expiação constante e a banda sonora de um mundo que caminha para o precipício, se é que não chegou já lá.
Depois de passagens por palcos como Vodafone Paredes de Coura, Vilar de Mouros, MEO Kalorama, ESNS e Transmusicales, que levou à gravação de uma sessão com a conceituada KEXP de Seattle os TRAVO abrem agora um novo capítulo, com as seguintes datas de apresentação confirmadas:
• Braga - Gnration - 30 de Outubro
• Lisboa - ZDB - 26 de Novembro
• Porto - Mouco - 27 de Novembro
Ouvir WASTELAND
MARIANA ARROJA COM NOVO SINGLE E VÍDEO
A artista multidisciplinar Mariana Arroja lança “Capela de Santa Ana”, novo single e videoclipe nascidos em Salir do Porto e inspirados na história de uma comunidade que, durante gerações, nunca desistiu de recuperar um dos lugares mais simbólicos da sua terra.
Novo tema da artista ajudou a impulsionar o regresso de uma tradição centenária em Salir do Porto. Deu também origem a um documentário cuja ante-estreia ocorreu em Salir, no passado domingo, dia 4 de outubro, antes do seu percurso pelos festivais de cinema internacionais.
“Capela de Santa Ana” nasceu em 2025, depois de Mariana regressar de uma viagem ao Brasil e caminhar até à Capela de Santa Ana, o monumento religioso mais antigo do concelho das Caldas da Rainha. À chegada e inspirada pelo lugar, escreveu o tema que viria a receber o nome da capela.
“Na minha última viagem ao Brasil conheci uma árvore chamada Guapuruvu, considerada sagrada para os povos indígenas, pois dela faziam as “canoas da terra” que usavam. De volta a Portugal, senti que a canoa da terra me trouxe à Capela de Santa Ana, lugar que conheço desde pequena. Estes dois elementos que representam água e proteção, inspiraram esta canção e todo um projeto muito especial.” Explica a autora.
O processo de criação de “Capela de Santa Ana” acabou por ir muito além da música: contribuiu para impulsionar o regresso de uma procissão centenária até à capela, voltando a reunir a população num percurso ligado à memória coletiva de Salir do Porto.
Em 1922, uma procissão levou a população até às então ruínas da capela, numa celebração da travessia aérea do Atlântico Sul de Sacadura Cabral e Gago Coutinho. Um século depois, a persistência da população permitiu finalmente recuperar a capela e devolver vida a um lugar que nunca deixou de fazer parte da identidade da comunidade. E a população voltou a caminhar até à sua capela.
Musicalmente, “Capela de Santa Ana” parte do Fado para entrar num território mais contemplativo. A voz de Mariana cruza-se com a Sansula, instrumento de sonoridade delicada, criando um Fado Meditativo que une tradição e espiritualidade. Elementos que têm vindo a caracterizar o universo musical da artista.
O lançamento integra ainda um documentário, “Ao encontro de Santa Ana - O sonho de Salir”, realizado por Mariana Arroja e Rodrigo Rezende, e desenvolvido em colaboração com a ZOF e Ricardo Figueiredo.
O filme acompanha a história da capela, da procissão e, sobretudo, das pessoas que preservaram esta memória ao longo de gerações. Música, cinema e património cruzam-se assim num retrato de uma comunidade que transformou persistência em continuidade.
Antes de iniciar o seu percurso de submissão a festivais de cinema, o documentário teve uma apresentação inédita em Salir do Porto, a servir de mote a um dia de comemoração que incluiu ainda celebrações religiosas, jantar aberto à comunidade, música ao vivo, fogo de artifício entre outras surpresas. O público assistiu comovido ao trabalho de Mariana Arroja, sublinhando a importância do mesmo para a comunidade.
O projeto conta com o apoio da CM Caldas da Rainha, CALuso, Comissão da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Salir do Porto, Casart, Alfeijóias, ADN comunicações e da comunidade salirense e internacional.
MARLA AO VIVO
No próximo dia 17 de outubro, às 20h, Marla sobe ao palco do Teatro Custom Café, num espetáculo Blitz Eventos integrado na programação da DARK GALA – Artistic & Mystic Fest, evento dedicado às expressões artísticas e culturais que habitam os territórios do alternativo, do obscuro e do underground.
Acompanhada de Bruno Celta e Henrique Gomes Vitorino, a participação de Marla acontece no Teatro Custom Café, espaço associado à cultura alternativa e ao universo Custom Circus, durante um fim de semana em que a DARK GALA convoca artistas e público para explorar aquilo que existe entre a Luz e a Sombra.
MARLA — AO VIVO NA DARK GALA
17 de outubro | 20h
Teatro Custom Café
DARK GALA – Artistic & Mystic Fest
Um espetáculo Blitz Eventos
ENTRADA LIVRE no espetáculo de Marla














