terça-feira, 3 de novembro de 2026

CRISTINA BRANCO COMEMORA 30 ANOS DE CARREIRA EM 2027

 













Em fevereiro e março de 2027, Cristina Branco assinala o arranque das celebrações dos 30 anos do seu percurso artístico com um espetáculo inédito dedicado à trilogia discográfica Menina / Branco / Eva.

A cantora revisita três álbuns fundamentais da sua carreira numa digressão que passa pelo Cineteatro Louletano, a 13 de fevereiro, pelo Teatro Aveirense, a 4 de março, e pelo Teatro Maria Matos, em Lisboa, a 9 de março. Os bilhetes para o concerto na capital já estão disponíveis.

O alinhamento deste espetáculo especial revisita a trilogia discográfica composta pelos trabalhos “Menina” (2016), “Branco” (2018) e “Eva” (2020). Distinguido como Melhor Álbum do Ano pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), “Menina” abre este ciclo que marcou uma viragem na carreira da artista, ao reunir colaborações pouco convencionais e atravessar diferentes universos sonoros.

A trilogia convoca compositores e autores tão distintos como Sérgio Godinho, António Lobo Antunes, Jorge Cruz (Diabo na Cruz), André Henriques (Linda Martini), Kalaf Epalanga (Buraka Som Sistema), Filho da Mãe, Nuno Prata e Peixe (Ornatos Violeta), Pedro da Silva Martins (Deolinda), Luís Severo, Filipe Sambado, Márcia, Sara Tavares, Beatriz Pessoa e Mário Laginha, dando origem a interpretações renovadas e contemporâneas do fado.

“Menina” marcou, assim, uma viragem na carreira de Cristina Branco, cruzando o fado com novas linguagens e reunindo universos distintos. “Branco” aprofundou esse diálogo, afirmando uma identidade musical aberta, plural e inquieta. “Eva” encerrou a trilogia com uma abordagem mais íntima e autoral. Funciona quase como o diário da personagem Eva Houssman, uma fotógrafa dinamarquesa, e gira em torno da pergunta: «o que é para mim a liberdade?”».

Ao vivo, Cristina Branco será acompanhada por cúmplices musicais de sempre: Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Luís Figueiredo (piano).

«Vale o que vale, mas nunca é cedo de mais ou, neste caso, demasiado tarde para ser quem eu quiser ser. O tempo não é uma limitação. Posso mudar ou ser sempre a mesma pessoa, não há regras para isto e procurei sempre coisas que não tive, que não vi antes. Quero orgulhar-me sempre disso. Se não acontecer, simplesmente quero ter a coragem de começar de novo. Foi esta a premissa para o Menina/ Branco/ Eva que agora celebramos! Sejam muito bem-vindos a esta minha, e vossa, casa!»

Cristina Branco

OUVIR ÁLBUNS

13 FEV | LOULÉ
CINETEATRO LOULETANO | 21:30

04 MAR | AVEIRO
TEATRO AVEIRENSE | 21:30
COMPRAR BILHETES

09 MAR | LISBOA
TEATRO MARIA MATOS | 21:00
COMPRAR BILHETES

LOCAIS DE VENDA: Ticketline, ABEP, Worten, Fnac, SuperCor Supermercados, It Tabacarias, El Corte Inglés, E. Leclerc, Forum Braga, ComCascais, Casino Lisboa, C C. Sagres Campo Pequeno, Teatro Armando Cortez, Multiusos Guimarães, Super Bock Arena, Teatro Tivoli BBVA e Time Out Market.

MARIANA GUERRA APRESENTA SINGLE DE ESTREIA “CARTA DO PASSADO”





















Depois de conquistar o público através da música de rua e das serenatas, a cantora natural de Ermesinde prepara-se para dar a conhecer o seu primeiro tema original.

Depois de vários anos a dar voz a canções de outros e a criar momentos de proximidade com o público através da música de rua e das serenatas, Mariana Guerra prepara-se para apresentar a sua primeira canção original. “Carta do Passado” marca a estreia discográfica da cantora e o início de um caminho em que procura afirmar a sua identidade artística através de histórias que também são suas.

Natural de Ermesinde, no Porto, Mariana começou a cantar nas ruas da cidade em 2019. O que começou na Rua de Santa Catarina do Porto rapidamente ganhou outra dimensão, levando-a a conquistar o público e a abrir portas a experiências inesperadas, como o convite para atuar no Burj Al Arab, no Dubai, na passagem de ano de 2019 para 2020.

Em 2020, com a interrupção das atuações provocada pela pandemia, encontrou uma nova forma de chegar às pessoas através das serenatas. Em 2022, somou ao seu percurso a abertura de um concerto no Teatro Sá da Bandeira e uma atuação no Digital Stage do Rock in Rio Lisboa.

Depois de um período de pausa e de reconexão consigo própria e com a música, Mariana regressou às ruas do Porto em 2025. Trazia consigo a vontade de explorar outras possibilidades e de dar um novo passo: passar da interpretação de canções à construção de um repertório original, onde pudesse encontrar e partilhar a sua própria voz.

É neste contexto que surge “Carta do Passado”. Inspirada numa experiência pessoal, a canção nasce da sensação de antecipar o desfecho de uma história, mesmo quando ainda estamos dentro dela. Com o passar do tempo e a distância necessária para olhar para o que aconteceu, Mariana encontrou uma nova forma de compreender essa vivência e sentiu necessidade de dar voz àquilo que ficou por dizer.

Mais do que uma canção sobre o fim de uma relação, “Carta do Passado” fala sobre o que acontece depois: o processo de olhar para trás, reconhecer o que vivemos e encontrar uma forma de seguir em frente. Uma canção sobre o reencontro connosco próprios e sobre a possibilidade de transformar uma experiência individual em algo com que outras pessoas também se possam identificar.

Com letra de Ivo Lucas e produção de Marcus Costa, “Carta do Passado” foi gravada no Estúdio Catorze, contando com mistura e masterização de Sebastian Crayn.

Com este primeiro single, Mariana Guerra abre um novo capítulo no seu percurso, dando início à apresentação de um projeto musical próprio e à partilha de um universo que, até agora, tinha encontrado expressão sobretudo na voz e na interpretação. Desta vez, as histórias são também suas.

TEMPORADA DE INVERNO DE JARDIM DE AMÁLIA

 



















“A Minha Canção é Saudade — Clássicos de Amália” convida a descobrir e recordar o repertório de Amália Rodrigues, todos os sábados, às 16h30, em Lisboa.

O fado continua a marcar encontroº no Jardim da Amália durante o inverno. A nova temporada de “A Minha Canção é Saudade — Clássicos de Amália” concentra a programação nos sábados, às 16h30, com um convite para ouvir ao vivo as canções que atravessaram gerações e fizeram de Amália Rodrigues uma referência da música portuguesa.

No jardim da casa onde Amália viveu, a sua memória encontra-se com as vozes e os instrumentos que dão continuidade ao seu legado. Cada sessão propõe uma viagem pelo seu universo musical, entre a saudade, o amor e a intensidade das palavras que a artista tornou inesquecíveis.

A proximidade entre público e músicos dá a estes encontros um caráter intimista, num lugar profundamente ligado à vida de Amália. Para quem conhece o seu repertório ou para quem o descobre pela primeira vez, o espetáculo oferece uma oportunidade de sentir o fado num espaço com uma história singular.

Pensada para o público português e para quem visita Lisboa, a temporada de inverno é também uma proposta para uma tarde em família ou entre amigos, em torno da música e da memória de uma das maiores figuras da cultura portuguesa.

Neste inverno, os sábados têm encontro marcado com Amália.

Informações úteis

Espetáculo: A Minha Canção é Saudade — Clássicos de Amália
Local: Jardim da Amália — Fundação Amália Rodrigues
Morada: Rua de São Bento, 193, Lisboa
Sessões de inverno: todos os sábados, às 16h30
BILHETES JÁ DISPONÍVEIS

CAROLINA CARDETAS NA OFICINA MUNICIPAL DO TEATRO


Na próxima sexta-feira, 6 de novembro, pelas 22h, o programa do ciclo Música na Tabacaria traz Carolina Cardetas à Oficina Municipal do Teatro (OMT).

Acompanhada ao piano por Miguel Camacho, Carolina Cardetas prepara um espetáculo intimista, que explora diferentes sonoridades da música portuguesa, misturando elementos tradicionais do fado com uma visão contemporânea.

Aqui, a voz e o piano unem-se para dar expressão a temas originais e covers de algumas das principais influênciais da sua trajetória artística.

Nascida em 2001, a cantora e compositora portuguesa iniciou a sua carreira cedo, participando em programas como Uma Canção para Ti (2010), A Tua Cara Não Me é Estranha Kids (2013), The Voice Kids (2014) e The Voice Portugal (2019). Posteriormente, Carolina Cardetas aprofundou os seus estudos no Curso Profissional de Jazz do Conservatório de Música de Coimbra, formação que foi fundamental para o desenvolvimento da sua identidade artística.

Os bilhetes têm um preço único de 6€ e estão disponíveis para compra na OMT, postos Ticketline ou online através de tinyurl.com/CarolinaCardetasOMT


Carolina é uma artista e compositora portuguesa.

Cantou pela primeira vez em público com apenas 3 anos de idade, com o seu pai, também ele músico.

Aos 7 anos participou num concurso de musical local, do qual saiu em primeiro lugar, o que reforçou a ideia que talvez a música fosse algo mais sério a considerar.

Aos 9 anos participou no primeiro concurso televisivo “Uma Canção Para Ti”, chegando até à final.

Após o programa teve a oportunidade de pisar várias vezes o palco com Tony Carreira, a convite do mesmo, incluindo no MegaPicnic, do Continente.

Teve ainda participações em outros programas televisivos: “A Tua Cara Não Me É Estranha Kids”, com 12 anos, “The Voice Kids” , com 13 e “The Voice Portugal” , já com 18 anos.

Enquanto cantava em concertos em nome próprio, com o seu pai, com orquestras ou filarmónicas, Carolina decidiu que música era realmente o caminho que deveria seguir a 100% e, aos 15 anos, entrou no Curso Profissional de Jazz, no Conservatório de Música de Coimbra, onde aprendeu e aprofundou o seu conhecimento musical nos 3 anos que se seguiram.

Entre composições para outros artistas e adaptações de músicas para português, Carolina lança-se agora com uma sonoridade que mistura a tradição com o contemporâneo, com o seu primeiro single “Poetas”, que fala sobre o poder da palavra.

É o primeiro deste projeto que marca o início destro trajeto de originais de Carolina, que promete unir as raízes e o fado com uma vertente mais pop e atual, mostrando uma identidade forte, tanto a nível sonoro como visual.

Carolina Cardetas apresenta um concerto intimista e envolvente onde tradição e contemporaneidade se encontram de forma única. Cantora e compositora, Carolina tem vindo a construir um percurso sólido em palco ao longo dos últimos anos, trazendo agora uma nova identidade artística através dos seus temas originais.

O espetáculo percorre diferentes paisagens sonoras: desde a emoção intemporal do fado e de outros temas clássicos, até interpretações reinventadas de músicas mais atuais, sempre com uma abordagem pessoal e sensível. Pelo meio, surgem as suas composições originais, onde funde influências do fado com uma estética moderna e pop, criando uma sonoridade autêntica e atual.

Em palco, Carolina é acompanhada por uma banda de grandes músicos (piano, guitarra, baixo e bateria) que acrescenta dinâmica e profundidade ao concerto.

Mais do que um alinhamento de músicas, este é um espetáculo que convida o público a viajar numa fusão elegante entre o passado e o presente da música portuguesa.

TERESINHA LANDEIRO COM DIGRESSÃO INTERNACIONAL





















“Será que lhe Descobres a Poesia?”, novo disco de Teresinha Landeiro, será apresentado nas cidades croatas, Split (8 março) e Varaždin (7 junho), em 2027. Ao longo deste ano, a artista continua a tour internacional de apresentação do novo trabalho, tendo já passado pela Dinamarca, Noruega, Suiça, Croácia, Espanha e Marrocos. Em Portugal, a data de apresentação do novo álbum está agendada para dia 1 de abril de 2027, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa. Os bilhetes já estão disponíveis.

Muitos têm sido os territórios que Teresinha Landeiro tem apresentado a sua música com assinatura. Países como China, Cabo Verde, Itália, Polónia e Turquia já receberam a compositora e intérprete nos últimos tempos. Na tour de “Será que lhe Descobres a Poesia?, Teresinha Landeiro é acompanhada pelo seu trio de fado, onde a artista apresenta 12 temas presentes no seu álbum, assumindo a produção e escrita de grande parte. No seu quarto álbum, Teresinha Landeiro inspira-se diretamente na obra de Alfredo Luz, associando cada canção a um quadro do artista, num exercício criativo que junta a escrita de poemas, com a composição musical e a pintura.

“Não Partas Hoje” e “Será que lhe Descobres a Poesia?” foram os temas de avanço deste novo álbum, onde assume a produção e escrita de grande parte. Contou com a participação de artistas como Dino D’Santiago, António Zambujo, Marcelo Camelo, Amaro Freitas, Mimi Froes, Eduardo Cardinho, Orquestra Assintomática e Luísa Sobral. A gravação do álbum contou com Bernardo Couto (guitarra portuguesa), André Ramos (viola de Fado) e Francisco Gaspar (baixo acústico.

Em 2026, Teresinha Landeiro passou por Penamacor (1 junho) e Arraiolos (7 junho), e em 2027 volta ao Teatro Tivoli BBVA (Lisboa) a 1 de abril de 2027 (co-produção do Museu do Fado).

BILHETES | Teatro Tivoli BBVA | 1 de abril de 2027

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

PROGRAMA DE 02/11/26

1 - Terrible Mistake - The hiest
2 - Liquid Land - Querem calar-nos a voz
3 - Safari Zone - A glimpse of paradise
4 - Benjamim - Amor operário
5 - Marta Vilaça - Oxalá
6 - Catarina Branco - Onde eu me escondo
7 - Bruno de Seda - Sempre a viajar
8 - Too Many Suns - Douro
9 - GNR - Sete naves
10 - Salim - Ninguém sabe dizer
11 - Motel Plaza - Formas de ser
12 - Virgem Suta - Exporto tristeza
13 - Carolina Cardetas - Tempestade
14 - Birds Are Indie - Le bec dans l'eau

NO SALÃO BRAZIL










Gulag Motel + Birds Are Indie
Festival Lux Interior
5 novembro • 21:30

A 7.ª edição do Festival Lux Interior chega ao Salão Brazil a 5 de novembro, integrada nas celebrações dos 30 anos da Lux Records.

A noite começa com os Gulag Motel, novo projecto de rock formado em Coimbra por músicos com percursos ligados a bandas como Belle Chase Hotel, Mancines, Parkinsons, Caustic e Babe!, e que prepara a sua primeira edição pela Lux Records. A segunda parte fica a cargo dos Birds Are Indie, banda de Coimbra formada em 2010, que apresenta The Stone of Madness, o seu sétimo longa-duração, editado em 2026.

Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 14 euros
BILHETEIRA ONLI
NE

Benjamim apresenta "Crónicas do Monte Zeus"
6 novembro • 22:0

Benjamim regressa à palavra com "Crónicas do Monte Zeus", o seu quinto registo de estúdio. Com edição agendada para o dia 18 de Setembro, este trabalho assinala um assumido regresso às origens, revelando-se como o disco de canções mais directo de toda a sua carreira. O single de apresentação, «Recursos Humanos», serve de síntese perfeita para o que este novo projecto encerra: a experiência humana filtrada na sua essência ao longo de oito composições. São crónicas sobre a actualidade, o amor e o trabalho, entretecidas e histórias de transformação e sobrevivência.

Mais do que um novo álbum, este é um disco que sublinha o amadurecimento inequívoco de um dos mais consistentes escritores de canções da música portuguesa contemporânea.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 12 euror ● 15 eeuros
BILHETEIRA ONLINE

Leiria existe, mas só um bocadinho
12 novembro • 21:30

Leiria existe, mas só um bocadinho é um espetáculo multidisciplinar que surge como desdobramento do projeto Leiria não Existe”(apoiado pela Direção-Geral das Artes, em 2024), da companhia Camisola Preta, com direção de João Figueira.


Este espetáculo consiste numa leitura encenada de contos do escritor surrealista Mário-Henrique Leiria, com música ao vivo.

Perante a estranheza e a surpreendente lucidez que descobriu na obra do escritor, o público é convidado a mergulhar no universo paralelo, bem próximo daquele em que habitamos, criado por Mário-Henrique Leiria. Em Leiria existe, mas só um bocadinho exaltam-se as inquietações e críticas de um homem que nunca desistiu daquilo em que acreditava. Com uma dose especial de humor e estranheza, este espetáculo procura partilhar e valorizar a riqueza do legado de Mário-Henrique Leiria.

Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes.

Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 5 euros
BILHETEIRA ONLINE


LÍQUEN + MAFALDA
13 novembro • 22:00

LÍQUEN_
Líquen nasce do imaginário de Constança Ochoa, cantora e compositora natural de Coimbra. Com uma sonoridade que navega entre a pop, a electrónica, o jazz e a música tradicional portuguesIúri projecto evoluiu do trabalho a solo para uma dimensão coletiva em banda, partilhada com Rui Jorge Lopes, Leonardo Patrício e Luís Pedro Keating.

Depois de lançar o EP “I“ em 2024 e de marcar presença nos festivais NOS Alive e Vodafone Paredes de Coura, Líquen leva agora ao palco o seu álbum de estreia, “Ontem, Hoje ou Amanhã”.

MAFALDA_
MAFALDA, nome artístico da cantora e compositora Mafalda Costa, é uma das vozes mais magnéticas e singulares da nova música portuguesa. Depois de se estrear como Mathilda com o aclamado “Changing Colours” (2019), a artista abraça agora o seu nome de nascimento como identidade artística e inaugura uma nova fase em português com o álbum de estreia “Gosto Muito de Estar Aqui”.

Unindo a pop alternativa à folk contemporânea, o disco é uma ode à vida e ao renascimento. Um trabalho intimista e luminoso que ganha dimensão ao vivo ao lado de André Júlio Turquesa e Iúri Oliveira, parceiros de criação e de palco. 

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 10 euros
BILHETEIRA ONLINE

Ana Lua Caiano apresenta Devagar Que A Vida É Curta
14 novembro • 22:00

Ana Lua Caiano regressa este ano com o espetáculo de apresentação do seu novo álbum, numa digressão especial que promete expandir ainda mais o seu universo sonoro singular.

Com edição internacional Glitterbeat Records, este é um disco de letras mais afiadas e de protesto a um mundo cada vez mais inquietante. Munida de um leque cada vez mais eclético de instrumentos e técnicas, Ana Lua Caiano preparou um álbum de estreias: aos sons já característicos de outros lançamentos, junta-se um maior destaque às teclas, piano, sopros, harmonias vocais e um trabalho de sobreposições cada vez mais inquietante e desenfreado. Uma engrenagem ligada e que continua viva e a aumentar de ritmo.

No já conhecido single “Uma Vida A Menos”, Ana Lua Caiano continua a aprofundar uma linguagem musical construída a partir da inquietação e da transformação do desconforto em matéria criativa.

Entre drum machines, gravações de campo e elementos tradicionais reinterpretados, o novo concerto torna-se um espaço de tensão e descoberta, onde a música se abre a temas sociais urgentes e a uma abordagem simultaneamente progressiva e transgressora.
Abertura de portas: 21:30

Bilhetes: 15 euros
BILHETEIRA ONLINE

NOVO DISCO DE ANTÓNIO CASSAPO

 



















Com dez canções, este novo registo assume-se como uma viagem musical pelos últimos 25 anos de carreira a solo, reunindo alguns dos temas mais marcantes dos seus sete álbuns anteriores. Uma espécie de Best Of, pensado não apenas como uma retrospectiva do seu percurso, mas também como uma celebração de uma carreira construída com independência, persistência e uma identidade musical muito própria.

Entre o rock e o pop-rock português, António Cassapo revisita diferentes momentos da sua história musical, reunindo canções que marcaram o seu percurso artístico e que continuam a fazer parte da sua ligação ao público.

Este lançamento representa também um momento especial na carreira do músico: a chegada, pela primeira vez, ao formato vinil, numa edição que celebra a música, a memória e os 25 anos de percurso discográfico em nome próprio.

WILDCHAINS EM TOUR ACÚSTICA

 



















A banda bracarense percorre Portugal durante novembro com sete atuações de entrada livre, reinventando o seu repertório enquanto prepara a chegada de The Great Fado II.

Depois de um ano marcado pela estreia em palcos internacionais e pela participação numa campanha televisiva nacional, os WILDCHAINS preparam-se para percorrer Portugal numa digressão acústica a convite da FNAC. Entre 6 e 29 de novembro, a banda de heavy rock apresenta-se em sete showcases que propõem uma perspetiva diferente sobre o seu universo musical.

Intitulada Final Act Tour, a digressão surge na sequência do lançamento de The Great Fado I, editado em maio de 2026, e assinala a transição para The Great Fado II, a segunda parte do projeto conceptual que a banda se encontra a finalizar.

Mas esta não será uma simples adaptação acústica do repertório. Conhecidos pela intensidade dos seus concertos e pela dimensão cinematográfica da sua música, os WILDCHAINS propõem-se desconstruir e reinventar as próprias composições, explorando novas harmonias, arranjos e interpretações que revelam dimensões habitualmente menos expostas.

Mais do que reproduzir aquilo que já está disponível nas plataformas digitais, a banda pretende fazer de cada concerto uma experiência própria, onde o público poderá descobrir versões inéditas, novas leituras de temas conhecidos e momentos que antecipam o próximo capítulo da sua identidade artística.

The Great Fado surge como um universo conceptual em que a banda explora a palavra «fado» como sinónimo de destino, morte ou fim, e não o género musical português. Através de temas como a perda, a memória e a transformação, os WILDCHAINS têm construído uma narrativa que atravessa a música, a imagem e o espetáculo ao vivo.

Agora, num registo de maior proximidade com o público, os WILDCHAINS mostram que a sua música pode assumir diferentes formas sem perder a identidade que a define.

Final Act Tour — Datas

6 novembro — FNAC Coimbra | 18h30
7 novembro — FNAC Chiado, Lisboa | 17h00
7 novembro — FNAC Alfragide | 21h00
8 novembro — FNAC Cascais | 16h00
21 novembro — FNAC Braga Parque | 16h30
28 novembro — FNAC Fórum Aveiro | 16h00
29 novembro — FNAC Palácio do Gelo, Viseu | 17h30

Entrada livre em todas as atuações.

SOBRE OS WILDCHAINS

Formados em Braga em 2021, os WILDCHAINS são uma banda portuguesa de rock alternativo e heavy rock.

O grupo combina riffs intensos, melodias marcantes e ambientes cinematográficos, construindo canções em torno de temas como perda, destino, memória e transformação.

Depois de mais de 50 concertos, vários resultados de destaque em concursos nacionais e atuações em alguns dos principais palcos do Norte do país, os WILDCHAINS encontram-se atualmente a gravar The Great Fado II e a preparar uma nova etapa do seu percurso nacional e internaciona

ELVIRA COM NOVO SINGLE NAS PLATAFORMAS



O meu par é o novo single de ELVIRA e mais um tema de antecipação do seu primeiro álbum, “Braço de Ferro”, previsto para Janeiro de 2027.

A canção parte de uma paixão platónica que, entre a imaginação e o desejo, acaba por se transformar numa história de amor correspondido. Inspirada naquele sentimento de idealizar alguém e imaginar como seria viver uma história a dois, O meu par acompanha o percurso entre a fantasia e a realidade. A letra começa com a imagem de “um fim de tarde quente”, junto ao mar e desenvolve-se em torno da vontade de conquistar alguém que parece, à distância, ser o par ideal. “Tanto queria que fosses o meu par” traduz o desejo que percorre a canção, numa frase que se repete como expressão de uma paixão ainda por concretizar. Mas aquilo que começa como um cenário imaginado ganha um novo significado no final: “Tanto eu te queria e agora és meu par”. A mudança transforma o desejo em realidade e revela que, por vezes, aquilo que imaginamos pode mesmo acontecer. Ao explorar o lado mais sonhador do amor, ELVIRA aborda uma experiência universal: apaixonarmo-nos por alguém, imaginar possibilidades e questionar se o sentimento será recíproco.

O meu par celebra o momento em que a incerteza dá lugar à descoberta de que a atração é mútua, transformando uma paixão aparentemente platónica numa história partilhada. Este é mais um single de antecipação do disco de estreia de ELVIRA, “Braço de Ferro”, um trabalho que explora diferentes paisagens da pop contemporânea e percorre temas como o amor, os fins, os recomeços, a autopreservação e a valorização pessoal. Através de uma escrita direta, próxima e profundamente humana, a artista transforma experiências e emoções do quotidiano em canções com as quais é possível identificarmo-nos.

OS QUATRO E MEIA ESGOTAM 15 DAS 17 DATAS DA DIGRESSÃO “INTERIOR”





















A poucos dias de subirem ao palco do Grande Auditório Europarque, em Santa Maria da Feira, onde a digressão “Interior” arranca a 6 de novembro, Os Quatro e Meia têm já 15 das 17 datas esgotadas. O Coliseu Micaelense, em São Miguel, está agora esgotado nas duas noites. Sobram apenas os últimos bilhetes para o Coliseu de Elvas, a 19 de dezembro, e lugares para a nova data na Póvoa Arena, a 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, noite que encerra a digressão.

São 17 concertos em dez cidades, de Viana do Castelo a Faro, com passagem pelos Açores. Em seis delas a banda sobe ao palco mais do que uma noite: duas em Sintra, nas Caldas da Rainha, em São Miguel, em Faro e na Póvoa de Varzim, e três no Convento São Francisco, em Coimbra. Em quase todas as salas, o esgotado chegou muito antes do primeiro acorde.

Depois da dimensão das duas MEO Arena esgotadas, “Interior” leva Os Quatro e Meia de volta ao registo onde tudo começou: salas fechadas, arranjos acústicos e o público a um palmo do palco. É nessa proximidade que a banda revisita “Pontos nos Is” e “O Tempo Vai Esperar”, junta as canções editadas ao longo dos últimos anos e dá a ouvir temas que vão integrar o próximo disco.

A digressão é também o ponto de partida para um novo capítulo. Seis anos depois de “O Tempo Vai Esperar”, Os Quatro e Meia preparam o regresso aos álbuns de estúdio, com edição prevista para os próximos meses. “Quem Me Vê”, gravada a sete vozes com Luís Trigacheiro, abriu caminho a um disco que vai reunir canções novas e temas que, editados de forma independente, somaram milhões de audições, de “Olá Solidão” a “Terraplanismo”, passando por “Saudade”, com Miguel Araújo.

A última noite de “Interior” acontece a 14 de fevereiro, na Póvoa Arena, exactamente um ano depois de a banda ter enchido a MEO Arena nas mesmas datas. Os bilhetes para a nova data e os últimos lugares para Elvas estão disponíveis nos pontos de venda oficiais.

TOUR “INTERIOR”

6 de novembro de 2026 // Grande Auditório Europarque, Santa Maria da Feira // ESGOTADO
13 de novembro de 2026 // Centro Cultural de Viana do Castelo, Viana do Castelo // ESGOTADO
14 de novembro de 2026 // Multiusos de Guimarães, Guimarães // ESGOTADO
17 de dezembro de 2026 // Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra // ESGOTADO
18 de dezembro de 2026 // Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra // ESGOTADO
19 de dezembro de 2026 // Coliseu de Elvas, Elvas // ÚLTIMOS BILHETES
15 de janeiro de 2027 // Coliseu Micaelense, São Miguel, Açores // ESGOTADO
16 de janeiro de 2027 // Coliseu Micaelense, São Miguel, Açores // ESGOTADO
22 de janeiro de 2027 // Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha // ESGOTADO
23 de janeiro de 2027 // Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha // ESGOTADO
28 de janeiro de 2027 // Convento São Francisco, Coimbra // ESGOTADO
29 de janeiro de 2027 // Convento São Francisco, Coimbra // ESGOTADO
30 de janeiro de 2027 // Convento São Francisco, Coimbra // ESGOTADO
5 de fevereiro de 2027 // Teatro das Figuras, Faro // ESGOTADO
6 de fevereiro de 2027 // Teatro das Figuras, Faro // ESGOTADO
13 de fevereiro de 2027 // Póvoa Arena, Póvoa de Varzim // ESGOTADO
14 de fevereiro de 2027 // Póvoa Arena, Póvoa de Varzim // NOVA DATA - ÚLTIMOS BILHETES

JOSÉ FRANCISCO COM NOVO SINGLE

 



















José Francisco apresenta “Prometo Voltar”, o seu novo single. Com uma escrita direta e um tom de conversa, o tema ganha forma através de pequenos gestos do quotidiano, numa narrativa que se revela a cada verso.

Sobre esta nova canção, o artista explica que «é uma canção sobre estar longe das pessoas que mais gostamos e a vontade de regressar, misturando uma batida marcante com uma história simples e próxima sobre saudade, amor e a promessa de voltar.»

Um beijo na testa antes de sair, o cuidado de não acordar quem ainda dorme e uma chamada combinada para mais tarde dão forma à letra. Sem dramatismo, José Francisco encontra nestas imagens familiares uma maneira de contar a história, deixando que os gestos revelem o que nem sempre se diz em palavras.

O tema nasceu num writing camp, num encontro de partilha e criação entre artistas e compositores. O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado por Gonçalo Cunha.

“Prometo Voltar” conta com autorias de José Francisco, João Direitinho, Dinis Mateus, Aurora Pinto, Mário Monginho, Francisco Cartaxo, Tomás Cartaxo, Luís “Twins” Pereira e André Barreto, e produção de Luís “Twins” Pereira.

“Prometo Voltar” já está disponível em todas as plataformas digitais.

EXPRESSO TRANSATLÂNTICO ANUNCIA TOUR EM CLUBES EM 2027





















©Miguel Marquês

Um ano depois do lançamento de Trópico Paranóia, o Expresso Transatlântico regressa aos clubes. Após um ano intenso de estrada, o espectáculo ganhou novas formas, com uma energia cada vez mais livre e imprevisível.

Entre a guitarra portuguesa, a força do rock e texturas sónicas, o universo da banda de Gaspar Varela, Sebastião Varela e Rafael Matos continua a crescer e a transformar-se a cada concerto.

Nesta digressão de clubes, agendada para 2027, o Expresso Transatlântico leva essa energia a um formato mais próximo do público, onde há espaço para descobrir novos caminhos nas canções e viver de perto o universo da banda.

Editado em 2026 e produzido por The Legendary Tigerman, Trópico Paranóia nasceu de um período de criação em diferentes regiões de Portugal. Entre a força do rock e a guitarra portuguesa, o álbum traduz as experiências partilhadas pela banda e o seu olhar sobre as tensões e contradições do mundo à sua volta.

TOUR DE CLUBES 2027

- 18 FEVEREIRO - AVEIRO :: GRETUA - bilhetes aqui
- 19 FEVEREIRO - VISEU :: CARMO’81 - bilhetes aqui
- 20 FEVEREIRO - VILA NOVA DE FAMALICÃO:: CRU - ESPAÇO CULTURAL - bilhetes aqui
- 26 FEVEREIRO - LEIRIA :: TEXAS CLUB - bilhetes aqui
- 27 FEVEREIRO - COIMBRA :: SALÃO BRAZIL - bilhetes aqui

35 ANOS DE MOONSPELL





















A confirmação da tour europeia de 40 datas, "God is a Vampire", nos meses de Março e Abril de 2027, indiciava que os MOONSPELL estavam a preparar algo em grande para festejar os 35 anos de carreira. O anúncio aconteceu este fim-de-semana, no Porto, onde apresentaram o mais recente disco, "Far From God", num Hard Club esgotadíssimo (tal como tinha acontecido, em Setembro, em Sintra). A banda mais internacional de sempre da música portuguesa vai mais longe que nunca e apresenta a primeira edição do MOONFEST, um novo festival que celebra não só esta data tão significativa para o grupo, mas também o espírito do Heavy Metal na sua diversidade e longevidade.

Com um cartaz curado e escolhido pessoalmente pela banda, entre a tradição e a modernidade, os MOONSPELL convidam os AMORPHIS, uma das maiores e mais influentes instituições do metal finlandês; os Suíços ZEAL & ARDOR, um dos projetos mais inovadores do metal contemporâneo, fundindo blues e gospel com black metal escandinavo; os britânicos TOWARDS THE SINISTER, banda formada pelos fundadores dos My Dying Bride; e, a abrir a noite, os Portugueses HEAVENWOOD que regressaram às edições discográficas em 2026, precisamente, quando assinalam 30 anos de história.

O grande final do MOONFEST acontece ao som dos MOONSPELL e de mais de três décadas de Metal Gótico, com assinatura portuguesa, na sua maior produção de sempre!

Depois de uma tour europeia que promete ser épica, o grupo lança a primeira edição do seu próprio festival, apostando quer na qualidade e originalidade das bandas em cartaz, quer no preço justo e conforto do público. A noite de 30 de Outubro 2027 na MEO ARENA promete ser memorável, tal como a história incrível e fascinante dos Portugueses MOONSPELL.

Bilhetes
06.11 a partir das 10h: Pré-venda exclusiva FNAC (lojas e online)
09.11 a partir das 10h: Venda Geral
50€ Bilhete Geral
75€ Golden Circle

MARTA VILAÇA EDITA "OUTLINES"


Depois de ter apresentado os singles “All Blurred” e “Paz Ao Acaso”, a cantautora natural de Vila do Conde lança o seu primeiro álbum, um trabalho que aprofunda a escrita intimista de “Devaneios” e explora novas possibilidades sonoras.

Marta Vilaça acaba de editar “Outlines”, o seu primeiro álbum, depois de ter antecipado o trabalho com os singles “All Blurred” e “Paz Ao Acaso”. O disco representa uma nova etapa no percurso da cantautora de 26 anos, natural de Vila do Conde e atualmente a viver no Porto, que regressa à reflexão sobre as relações humanas, a vulnerabilidade e as contradições do mundo contemporâneo. Depois da estreia discográfica com o EP “Devaneios”, em 2025, a artista apresenta agora um conjunto de canções que procuram dar forma a sentimentos e questões que nem sempre encontram uma explicação clara.

O título “Outlines” nasce precisamente dessa tentativa de estabelecer contornos para aquilo que permanece indefinido. Ao longo do álbum, Marta Vilaça procura compreender emoções, experiências e inquietações que se apresentam de forma difusa, aproximando-se delas não necessariamente para encontrar respostas definitivas, mas para reconhecer a sua complexidade e aprender a aceitá-las. A ideia de criar «contornos emocionais» torna-se, assim, o ponto de ligação entre diferentes dimensões de um trabalho que cruza a experiência individual com questões de alcance coletivo.

Essa procura prolonga algumas das preocupações já presentes em “Devaneios”, nomeadamente a relação com um mundo marcado pelo ruído, pela imperfeição e pela dificuldade em preservar aquilo que permanece genuíno. Em “Outlines”, porém, a escrita alarga-se a experiências mais quotidianas, encontrando no amor um dos seus principais territórios de exploração. A artista aborda diferentes formas de envolvimento afetivo, desde os sentimentos correspondidos àqueles que não encontram reciprocidade, sem esquecer as relações que permanecem num espaço intermédio, onde as intenções e os sentimentos nem sempre são facilmente identificáveis.

Mais do que organizar essas experiências em categorias definidas, o álbum procura aproximar-se das suas ambiguidades. A dificuldade de compreender aquilo que se sente, de interpretar os gestos dos outros ou de reconhecer o lugar que ocupamos numa relação integra uma reflexão mais abrangente sobre a necessidade humana de atribuir sentido àquilo que acontece. Os contornos sugeridos pelo título não representam, por isso, fronteiras rígidas, mas uma tentativa de tornar mais percetível aquilo que continua em transformação.

A evolução conceptual do projeto encontra correspondência na sua dimensão musical. Depois de um primeiro EP marcado por uma abordagem predominantemente acústica e intimista, Marta Vilaça explora em “Outlines” uma maior presença rítmica e novas texturas instrumentais. Esta mudança introduz outras possibilidades de expressão no seu universo artístico, permitindo que a escrita pessoal conviva com uma construção sonora mais abrangente, sem abandonar a proximidade emocional que caracteriza o seu trabalho.

“All Blurred”, um dos singles que antecederam a edição do disco, apresentou uma das dimensões mais afetivas desta nova fase. A canção parte da possibilidade de alguém se tornar um ponto de estabilidade na vida de outra pessoa, sobretudo quando esta atravessa um período de desorientação. Através de uma reflexão sobre a proximidade e o apoio emocional, Marta Vilaça observa a importância dos pequenos gestos e da presença quotidiana, reconhecendo que nem sempre são necessárias grandes intervenções para ajudar alguém a recuperar o equilíbrio.

A imagem de uma realidade desfocada, presente no título da canção, estabelece uma ligação direta com o conceito de “Outlines”. Se o álbum procura encontrar contornos para emoções difíceis de compreender, “All Blurred” dirige a atenção para o papel que as relações humanas podem desempenhar nesse processo. A proximidade transforma-se numa forma de orientação, permitindo que a presença de outra pessoa contribua para recuperar alguma clareza perante a incerteza.

Já “Paz Ao Acaso”, também revelado antes do lançamento do álbum, desloca o olhar da experiência íntima para uma inquietação de natureza social e política. A canção nasceu da reflexão de Marta Vilaça sobre a guerra e sobre a consciência de que viver em paz depende, em grande medida, de circunstâncias que escapam ao controlo individual. O lugar onde se nasce e a realidade em que se cresce podem determinar experiências profundamente distintas, colocando em evidência a desigualdade das condições de vida e a fragilidade da segurança frequentemente tomada como garantida.

A partir dessa consciência, a artista confronta sentimentos de privilégio e impotência perante acontecimentos que, apesar de geograficamente distantes, continuam a ter consequências humanas concretas. A canção questiona a facilidade com que a exposição repetida à violência pode conduzir à indiferença, alertando para a forma como a normalização do sofrimento contribui para a sua perpetuação.

O videoclipe de “Paz Ao Acaso”, associado ao lançamento do single, foi concebido a partir de fotografias captadas pelo fotojornalista Adriano Miranda durante a guerra na Ucrânia, com produção e edição de Júlio Aguiar. A utilização destas imagens estabelece uma relação entre a reflexão musical e o testemunho documental, aproximando o tema das realidades que estiveram na origem da sua escrita.

A coexistência de “All Blurred” e “Paz Ao Acaso” ajuda a compreender a amplitude temática de “Outlines”. Embora partam de contextos diferentes, ambas as canções abordam a vulnerabilidade e a relação com aquilo que não conseguimos controlar. Numa, essa experiência encontra resposta na proximidade e no cuidado entre pessoas; na outra, transforma-se numa reflexão sobre a responsabilidade individual perante o sofrimento coletivo. Em ambos os casos, Marta Vilaça procura reconhecer a complexidade das situações sem reduzir as emoções a respostas imediatas.

O lançamento de “Outlines” assinala também uma nova etapa num percurso musical iniciado muito antes da estreia discográfica. Marta Vilaça dedicou 16 anos à formação musical clássica, tendo a flauta ocupado um lugar central na sua relação com a música. A passagem para a escrita de canções surgiu posteriormente, quando encontrou na composição uma forma de expressão mais próxima das suas experiências e inquietações pessoais.

Essa mudança de direção conduziu à edição de “Devaneios”, em 2025, o primeiro registo discográfico da artista. O EP estabeleceu as bases de uma identidade marcada pela introspeção e pela atenção à palavra, características que continuam presentes em “Outlines”, agora acompanhadas por uma exploração musical mais diversificada.

Com o seu primeiro álbum, Marta Vilaça aprofunda a relação entre a escrita de canções e a necessidade de compreender a experiência humana, cruzando questões afetivas com inquietações perante o mundo contemporâneo. Entre sentimentos correspondidos ou indefinidos, gestos de proximidade e reflexões sobre a guerra, “Outlines” reúne diferentes formas de olhar para aquilo que permanece incerto, assumindo a aceitação dessa indefinição como parte do próprio processo de descoberta.

O disco estará disponível em formato vinil e serão anunciadas datas de apresentação em janeiro.

 

"AS MULHERES DO JAZZ EM PORTUGAL" PATENTE EM COIMBRA





















Exposição «As Mulheres no Jazz em Portugal», de Márcia Lessa, patente em Coimbra até 11 de dezembro.

Vinte e seis retratos inéditos dão rosto às mulheres que têm marcado o jazz em Portugal, numa exposição de fotografia de Márcia Lessa que pode ser visitada gratuitamente no Largo do Poço n.º 1, em Coimbra, até 11 de dezembro.

Inaugurada a 1 de outubro, Dia Mundial da Música, no âmbito do Festival Jazz ao Centro, a exposição «As Mulheres no Jazz em Portugal», da fotógrafa Márcia Lessa, continua patente no Largo do Poço n.º 1, em Coimbra, até 11 de dezembro. Com entrada gratuita, pode ser visitada de quarta-feira a sábado, entre as 12h00 e as 19h00.

A exposição reúne retratos inéditos de 13 mulheres que escolheram o jazz como forma de expressão musical, dando visibilidade a diferentes percursos e gerações, desde os anos 60 até à atualidade. Estela Alexandre, Isabel Rato, Jéssica Pina, Juliana Mendonça, Maria Carvalho, Maria João, Maria Viana, Marta Hugon, Paula Oliveira, Paula Sousa, Rita Maria, Sara Serpa e Susana Santos Silva são as protagonistas deste conjunto de fotografias.

Longe do palco, sem instrumentos ou luzes de cena, Márcia Lessa propõe um olhar sobre as mulheres para lá da sua presença artística. Também ela ligada ao jazz há mais de 20 anos, a fotógrafa constrói cada retrato a partir de um encontro e de um momento de partilha, num processo de captação espontâneo que encontra no improviso uma das suas referências. O resultado é um conjunto de imagens que procura revelar as pessoas por detrás da música, dos discos e dos percursos artísticos.

Cada fotografia é acompanhada por um texto da autoria do crítico de jazz Nuno Catarino, que contextualiza o percurso de cada artista e o seu contributo para o panorama jazzístico português.

Com o apoio do Município de Idanha-a-Nova, «As Mulheres no Jazz em Portugal» é também um contributo para o reconhecimento e a valorização do papel das mulheres na história e na construção do jazz em Portugal.

INFORMAÇÕES

Exposição: As Mulheres no Jazz em Portugal, de Márcia Lessa
Local: Salão Brazil / Largo do Poço n.º 1, Coimbra
Patente até: 11 de dezembro
Horário: quarta-feira a sábado, das 12h00 às 19h00
Entrada: gratuita
Apoio: Município de Idanha-a-Nova

BRUNO DE SEDA REGRESSA À CARREIRA A SOLO

















Conhecido pelo seu trabalho enquanto vocalista dos José Pinhal Post-Mortem Experience, Bruno de Seda apresenta “Sempre a Viajar”, o primeiro avanço de “V por B”, novo álbum

com edição prevista para 26 de novembro. Entre a música popular romântica portuguesa e as influências do indie psicadélico, o músico revisita as suas origens e a ligação à comunidade emigrante portuguesa em França.

Bruno de Seda está de regresso à carreira a solo com “Sempre a Viajar”, o primeiro single de avanço do novo álbum “V por B”, cuja edição está prevista para 26 de novembro. Depois de vários anos de atividade enquanto vocalista dos José Pinhal Post-Mortem Experience, o músico nortenho retoma o seu percurso individual com uma composição marcada pela nostalgia, pela memória e pelas questões de identidade e pertença.

Com o saxofone de David Machado a assumir o protagonismo desde os primeiros instantes, “Sempre a Viajar” desenvolve-se sobre uma base de sintetizadores atmosféricos, construindo uma paisagem sonora contemplativa que acompanha o carácter intimista da canção. O tema recupera a aproximação entre a música popular romântica portuguesa e as influências do indie psicadélico internacional, uma conjugação que tem distinguido o universo musical de Bruno de Seda.

Em “Sempre a Viajar”, o músico reflete sobre a sua relação com a cultura luso-francesa e com a comunidade de emigrantes portugueses em França, partindo de uma ligação pessoal ao país onde nasceu. A canção desenvolve-se em torno de uma pergunta que atravessa essa reflexão: «Quem seria eu, se cá tivesse ficado?»

A partir desta interrogação, Bruno de Seda imagina percursos de vida alternativos e confronta-se com a possibilidade de uma identidade construída noutro contexto. Entre as memórias, a distância e os cenários que nunca chegaram a concretizar-se, “Sempre a Viajar” aborda a forma como os lugares de origem continuam a influenciar quem deles se afasta, mesmo quando a vida segue outros caminhos.

O single assinala, assim, o início de um novo capítulo na discografia do músico, antecipando “V por B”, o seu próximo trabalho de longa-duração.

O projeto a solo de Bruno de Seda surgiu em 2018, com a gravação do single “Chuva na Areia”, seguindo-se, em 2019, a edição do primeiro álbum homónimo. Desde então, o músico tem desenvolvido um percurso singular, cruzando referências da música popular portuguesa com sonoridades associadas ao universo independente e psicadélico internacional.

Paralelamente ao seu trabalho com os José Pinhal Post-Mortem Experience, Bruno de Seda tem explorado diferentes possibilidades de apresentação ao vivo, tanto em formato a solo como através de colaborações com vários instrumentistas, adaptando o seu repertório a diferentes formações e contextos de palco.

O novo trabalho conta com composições de Bruno de Seda e produção assinada pelo próprio, em colaboração com Rafael Silva e José Santos. A gravação e mistura ficaram a cargo de Rafael Silva, com exceção do tema “Prensado Num Só”, gravado e misturado por Pedro Petiz. A masterização é também de Rafael Silva, enquanto a capa e os grafismos são da autoria de Mantraste.

Entre os músicos e colaboradores envolvidos encontram-se José Cordeiro no baixo elétrico, José Santos na percussão e sintetizadores, Marco Duarte na guitarra elétrica e Rita Curopos nos coros. O disco conta ainda com participações de Manuela Azevedo (Clã) e Gustavo Cruz em “Silva Escura”, Alexandre Curopos em “Copacabana” e David Machado no saxofone de “Sempre a Viajar”.

Com o apoio da Fundação GDA, “V por B” tem lançamento previsto para 26 de novembro, sendo agora antecipado por “Sempre a Viajar”, uma canção que cruza a memória pessoal com a experiência da emigração e as interrogações sobre os caminhos que poderiam ter sido percorridos.

Bruno de Seda está de regresso à carreira a solo com “Sempre a Viajar”, o primeiro single de avanço do novo álbum “V por B”, cuja edição está prevista para 26 de novembro. Depois de vários anos de atividade enquanto vocalista dos José Pinhal Post-Mortem Experience, o músico nortenho retoma o seu percurso individual com uma composição marcada pela nostalgia, pela memória e pelas questões de identidade e pertença.

Com o saxofone de David Machado a assumir o protagonismo desde os primeiros instantes, “Sempre a Viajar” desenvolve-se sobre uma base de sintetizadores atmosféricos, construindo uma paisagem sonora contemplativa que acompanha o carácter intimista da canção. O tema recupera a aproximação entre a música popular romântica portuguesa e as influências do indie psicadélico internacional, uma conjugação que tem distinguido o universo musical de Bruno de Seda.

Em “Sempre a Viajar”, o músico reflete sobre a sua relação com a cultura luso-francesa e com a comunidade de emigrantes portugueses em França, partindo de uma ligação pessoal ao país onde nasceu. A canção desenvolve-se em torno de uma pergunta que atravessa essa reflexão: «Quem seria eu, se cá tivesse ficado?»

A partir desta interrogação, Bruno de Seda imagina percursos de vida alternativos e confronta-se com a possibilidade de uma identidade construída noutro contexto. Entre as memórias, a distância e os cenários que nunca chegaram a concretizar-se, “Sempre a Viajar” aborda a forma como os lugares de origem continuam a influenciar quem deles se afasta, mesmo quando a vida segue outros caminhos.

O single assinala, assim, o início de um novo capítulo na discografia do músico, antecipando “V por B”, o seu próximo trabalho de longa-duração.

O projeto a solo de Bruno de Seda surgiu em 2018, com a gravação do single “Chuva na Areia”, seguindo-se, em 2019, a edição do primeiro álbum homónimo. Desde então, o músico tem desenvolvido um percurso singular, cruzando referências da música popular portuguesa com sonoridades associadas ao universo independente e psicadélico internacional.

Bruno de Seda está de regresso à carreira a solo com “Sempre a Viajar”, o primeiro single de avanço do novo álbum “V por B”, cuja edição está prevista para 26 de novembro. Depois de vários anos de atividade enquanto vocalista dos José Pinhal Post-Mortem Experience, o músico nortenho retoma o seu percurso individual com uma composição marcada pela nostalgia, pela memória e pelas questões de identidade e pertença

Com o saxofone de David Machado a assumir o protagonismo desde os primeiros instantes, “Sempre a Viajar” desenvolve-se sobre uma base de sintetizadores atmosféricos, construindo uma paisagem sonora contemplativa que acompanha o carácter intimista da canção. O tema recupera a aproximação entre a música popular romântica portuguesa e as influências do indie psicadélico internacional, uma conjugação que tem distinguido o universo musical de Bruno de Seda

Em “Sempre a Viajar”, o músico reflete sobre a sua relação com a cultura luso-francesa e com a comunidade de emigrantes portugueses em França, partindo de uma ligação pessoal ao país onde nasceu. A canção desenvolve-se em torno de uma pergunta que atravessa essa reflexão: «Quem seria eu, se cá tivesse ficado?»

A partir desta interrogação, Bruno de Seda imagina percursos de vida alternativos e confronta-se com a possibilidade de uma identidade construída noutro contexto. Entre as memórias, a distância e os cenários que nunca chegaram a concretizar-se, “Sempre a Viajar” aborda a forma como os lugares de origem continuam a influenciar quem deles se afasta, mesmo quando a vida segue outros caminhos.

O single assinala, assim, o início de um novo capítulo na discografia do músico, antecipando “V por B”, o seu próximo trabalho de longa-duração.

O projeto a solo de Bruno de Seda surgiu em 2018, com a gravação do single “Chuva na Areia”, seguindo-se, em 2019, a edição do primeiro álbum homónimo. Desde então, o músico tem desenvolvido um percurso singular, cruzando referências da música popular portuguesa com sonoridades associadas ao universo independente e psicadélico internacional.

Paralelamente ao seu trabalho com os José Pinhal Post-Mortem Experience, Bruno de Seda tem explorado diferentes possibilidades de apresentação ao vivo, tanto em formato a solo como através de colaborações com vários instrumentistas, adaptando o seu repertório a diferentes formações e contextos de palco.

O novo trabalho conta com composições de Bruno de Seda e produção assinada pelo próprio, em colaboração com Rafael Silva e José Santos. A gravação e mistura ficaram a cargo de Rafael Silva, com exceção do tema “Prensado Num Só”, gravado e misturado por Pedro Petiz. A masterização é também de Rafael Silva, enquanto a capa e os grafismos são da autoria de Mantraste.

Entre os músicos e colaboradores envolvidos encontram-se José Cordeiro no baixo elétrico, José Santos na percussão e sintetizadores, Marco Duarte na guitarra elétrica e Rita Curopos nos coros. O disco conta ainda com participações de Manuela Azevedo (Clã) e Gustavo Cruz em “Silva Escura”, Alexandre Curopos em “Copacabana” e David Machado no saxofone de “Sempre a Viajar”.

Com o apoio da Fundação GDA, “V por B” tem lançamento previsto para 26 de novembro, sendo agora antecipado por “Sempre a Viajar”, uma canção que cruza a memória pessoal com a experiência da emigração e as interrogações sobre os caminhos que poderiam ter sido percorrido

Paralelamente ao seu trabalho com os José Pinhal Post-Mortem Experience, Bruno de Seda tem explorado diferentes possibilidades de apresentação ao vivo, tanto em formato a solo como através de colaborações com vários instrumentistas, adaptando o seu repertório a diferentes formações e contextos de palco.

O novo trabalho conta com composições de Bruno de Seda e produção assinada pelo próprio, em colaboração com Rafael Silva e José Santos. A gravação e mistura ficaram a cargo de Rafael Silva, com exceção do tema “Prensado Num Só”, gravado e misturado por Pedro Petiz. A masterização é também de Rafael Silva, enquanto a capa e os grafismos são da autoria de Mantraste.

Entre os músicos e colaboradores envolvidos encontram-se José Cordeiro no baixo elétrico, José Santos na percussão e sintetizadores, Marco Duarte na guitarra elétrica e Rita Curopos nos coros. O disco conta ainda com participações de Manuela Azevedo (Clã) e Gustavo Cruz em “Silva Escura”, Alexandre Curopos em “Copacabana” e David Machado no saxofone de “Sempre a Viajar”.

Com o apoio da Fundação GDA, “V por B” tem lançamento previsto para 26 de novembro, sendo agora antecipado por “Sempre a Viajar”, uma canção que cruza a memória pessoal com a experiência da emigração e as interrogações sobre os caminhos que poderiam ter sido percorridos.

sábado, 31 de outubro de 2026

PROGRAMA DE 31/10/26

1 - Cabrita - Oxalá (feat Milton Gulli)
2 - Mafalda - Apaixonada
3 - Alice Boavista - Quietude do momento
4 - Janeiro - Je suis ici en attendant
5 - Daniela Galhoz - Si no estas
6 - Fado Máfia - Sina (Bolero da Natália)
7 - Pedro do Vale - Sininho
8 - Linda Martini - Cronófago
9 - Escárnio - Sempre, sempre
10 - Tiago Nóia - Ladra cáo au au
11 - PZ - Quero lá saber (feat Black Bombaim)
12 - Os Vultos - Madrepérola (para M)

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

PROGRAMA DE 30/10/26

1 - Montes - 7 metros
2 - Too Many Suns - Douro
3 - Cassete Pirata - Viola no saco
4 - Afonso Rodrigues - Vem me salvar
5 - Sopa d'Urso - Vida na estrada
6 - Escárnio - Sempre, sempre
7 - Linda Martini - Estuque
8 - Solposto - Fragile (or not)
9 - Vasco Completo - Motor de busca
10 - Gama WNTD - Sózinha
11 - Nobre & Samanta - Acelero
12 - Paula Teles - Herança

DAVID FONSECA CONVIDA RICARDO ROMERO A ETERNIZAR A CAPA DO NOVO ÁLBUM NUM MURAL EM ALCÂNTARA





















“Radiante Estrela Decadente” chega a 05 de novembro e conta com as participações de Cláudia Pascoal e Marisa Liz. A primeira revelação do disco acontece nas ruas de Lisboa, com uma obra que começa a ganhar forma na segunda-feira, 02 de novembro.

Antes de chegar aos ouvidos, o novo álbum de David Fonseca vai revelar-se numa parede de Lisboa. “Radiante Estrela Decadente” tem edição marcada para 05 de novembro, é inteiramente cantado em português e conta com as participações de Cláudia Pascoal e Marisa Liz. Para iniciar a sua apresentação, David convidou o artista visual Ricardo Romero a eternizar a imagem que criou para a capa num mural de grande dimensão em Alcântara.

A pintura começa na próxima segunda-feira, 02 de novembro, às 9h00, no parque de estacionamento da Rua 1.º de Maio em Lisboa. Ao longo do dia, pelas mãos de Ricardo Romero, a composição ganha uma nova escala, num processo que poderá ser acompanhado por quem passa, até à conclusão prevista para o fim do dia.

Concebida como uma oferta à cidade de Lisboa, a intervenção leva para o espaço público uma obra nascida do universo do disco. A imagem deixa de habitar apenas a capa e passa a integrar a paisagem da cidade, num encontro entre a criação dos dois artistas e o quotidiano de quem a atravessa.

A iniciativa dá também a conhecer a dimensão visual do trabalho de David Fonseca, cuja expressão artística se estende à fotografia, ao desenho, à serigrafia e à realização.
A capa, inteiramente criada pelo músico, encontra agora na interpretação de Ricardo Romero uma outra forma de chegar ao público.

Este projeto é apoiado pela Junta de Freguesia de Alcântara e pela Galeria de Arte Urbana (GAU) da Câmara Municipal de Lisboa.
Desde a sua fundação em 2008, a GAU tem como missão gerir, regulamentar e valorizar o graffiti e a arte urbana na capital, conciliando a liberdade de criação com a preservação do património, incentivando simultaneamente o respeito pelo espaço público.

O álbum chega às plataformas digitais a 05 de novembro. Já os concertos de apresentação realizam-se a 21 de novembro na Super Bock Arena, no Porto, e a 28 de novembro no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa.

Criação do mural por Ricardo Romero
Segunda-feira, 02 de novembro, a partir das 9h00
Rua 1.º de Maio, Alcântara, Lisboa