sexta-feira, 11 de setembro de 2026

FESTIVAL IMINENTE REALIZA-SE DE 17 A 20 DE SETEMBRO E ANUNCIA HORÁRIOS











De 17 a 20 de setembro, em Marvila, o Festival Iminente acontece com mais de cem artistas em cinco palcos, salas inteiras entregues a artistas visuais, conversas sob o tema “O que pode um festival?”, quatro filmes e um jogo de futebol.

O Iminente assinala os dez anos de existência na antiga Escola Industrial Afonso Domingues e anuncia os horários do festival.

CONSULTAR PDF COM HORÁRIO

BILHETES À VENDA
Passe 4 dias — 60€
Passe 3 dias — 55€
Passe fim de semana, sábado e domingo — 38€
Bilhete diário — 20€ em venda antecipada / 25€ à porta

Bilhetes disponíveis nos canais oficiais do Festival Iminente.

Festival Iminente 2026
17 - 20 setembro
Escola Afonso Domingues, Marvila, Lisboa

DEPOIS DE TOMORROWLAND, MXGPU REGRESSAM COM ‘ALL THE LOVE’.





















Tem sido um verão intenso para MXGPU. Depois de uma inesquecível atuação de encerramento no Primavera Sound Porto, suspensos a 30 metros do público por uma grua, o duo lisboeta continua a percorrer o mundo com a sua sonoridade em constante evolução e espetáculos que desafiam os limites, passando por alguns dos palcos mais relevantes da atualidade. Entre as atuações em festivais, destaque para a estreia no Tomorrowland, na Bélgica, bem como para passagens pelo Gardens of Babylon e pelo ADE.

Depois de ‘the hush’, MXGPU (Moullinex & GPU Panic), continuam a nova era com ‘all the love’, um tema escrito para ser apresentado ao vivo pela primeira vez no espetáculo de estreia Live Over Porto. ‘’Ao evocar a vulnerabilidade mais crua do amor, percebemos que tínhamos encontrado uma energia poderosa e hipnótica. Todos dependemos do amor para sobreviver, e esta faixa celebra exatamente este sentimento.".

Os lançamentos de MXGPU têm sido apoiados por nomes como &ME, Adam Port, Damian Lazarus e RÜFÜS DU SOL, tendo também músicas suas remisturadas por artistas como Patrice Bäumel. Recém-chegados da sua estreia no Tomorrowland, MXGPU regressaram a casa para um impressionante espetáculo 360º no YARD, em Lisboa, nos White Sand Mountains, assumindo o espaço por completo. Agora, MXGPU prepara-se para o maior marco desta nova era, com o seu maior espetáculo de headline de sempre: MXGPU – Live Under Lisbon, no próximo dia 10 de outubro no Hidden Metro Olaias

'ALL THE LOVE'

BAPCAT RECEBE MAR E DÁ ORIGEM AO SINGLE "TÁ NA HORA"





















O encontro dá origem ao novo single, que chega hoje às plataformas digitais pela Sony Music e a um episódio que acompanha o processo criativo em estúdio.

Depois das últimas colaborações com Espama Trincana, xtinto e Carolina Deslandes, bapcat volta a abrir as portas da cave, desta vez para receber MAR. A artista é a convidada do 27.º episódio das bapcave sessions, de onde nasce "TÁ NA HORA»" com letra de MAR e produção, mistura e masterização de bapcat.

Nas bapcave sessions, o processo criativo ganha protagonismo. Ao reunir artistas no estúdio e partilhar a construção de cada tema, bapcat aproxima o público das ideias e das trocas que dão origem à música. Entre a produção, a escolha dos convidados e a condução de cada encontro, afirma uma identidade que atravessa toda a série. À 27.ª edição, com MAR, a cave continua a construir um arquivo de colaborações que permite ouvir as canções e conhecer a história da sua criação.

Criadas por bapcat, as bapcave sessions aproximam o público da construção de uma canção. Cada convidado traz para o estúdio as suas referências e ideias, num encontro em que a música ganha forma diante das câmaras. O episódio permite acompanhar esse trabalho e conhecer o caminho que liga a primeira ideia ao tema final.

Com MAR, este percurso ganha um novo capítulo. Ao longo de cerca de 25 minutos, o episódio dá a conhecer a colaboração entre os dois artistas e o processo que está na origem de "TÁ NA HORA". A filmagem e edição são assinadas por Tiago Silva.

A nova sessão dá continuidade a um projeto que reúne diferentes universos musicais e coloca a criação em conjunto no centro de cada encontro. Enquanto artista, produtor e anfitrião, bapcat faz da cave um espaço de partilha, onde cada colaboração acrescenta uma nova perspetiva à série.

"TÁ NA HORA" chega hoje a todas as plataformas de streaming, com edição Sony Music. O encontro pode ser acompanhado em "MAR | bapcave sessions #27", no YouTube.

SILVIA G & K.OTIC EDITAM DIOSCO DE ESTREIA


Silva G e K.Otic são naturais de Ericeira, onde fundaram a editora Cash Rules.

Um álbum de conceito, que tem como ponto central a teoria do Eterno Retorno de Nietzsche, porém o conceito deste álbum divaga muito para além disso. Se separarmos as palavras "Eterno" e "Retorno" e as estudarmos individualmente, cada uma oferece algo diferente, apesar da semelhança semântica. Silva G e K.Otic pegaram nestas diferenças e semelhanças e criaram uma obra à volta delas.

O álbum encontra-se assumidamente dividido em duas partes, mas essa divisão não é tangível, pois a divisão vai ocorrendo ao longo da experiência, e cabe ao ouvinte distinguir o que acha que se enquadra no "Eterno" e o que se enquadra no "Retorno". É nesta dualidade das coisas que este álbum vive: o bem e o mal, a noite e o dia, a vida e a morte, o eterno e o retorno. Quando falamos em eterno, musicalmente falando pensamos em músicas intemporais, aquelas que podiam sair em qualquer ponto no tempo e continuariam a fazer sentido, e continuarão com o passar do tempo. Já com retorno, pensamos em voltar atrás, voltar às origens, ao que nos fez começar esta jornada, pois é sempre importante relembrar e manter os princípios e fundações intactos, pois à medida que o tempo e os anos vão passando, se não nos lembrarmos do que nos fez começar, por vezes podemo-nos encontrar perdidos e desorientados, e quando isso acontece, pelo menos o caminho de volta é essencial sabermos.

Por esta altura devem estar a pensar: "mas o que é que isto tudo tem a ver com a Teoria do Eterno Retorno?". Bem, para quem conhece está teoria, sabe que o que ela propõe é a possibilidade da nossa existência ser um loop infinito e que a vida que vivemos, já a vivemos milhões de vezes sem conta e vamos continuar a viver até ao infinito. Pois bem, se assim for, quer dizer que a carreira, dos autores do projeto neste caso, já está delineada desde o dia em que nasceram, mas e se o destino for de fracasso e não de sucesso? Será ainda possível alterá-lo? São estas as questões que Silva G coloca no decorrer deste projeto, entre retrospetivas e flashbacks, projeções mentais e devaneios, uma nuvem de dúvida e incerteza pairam sobre a cabeça do MC, mas a resposta a tudo isto (se é que poderá alguma vez ser respondido), levar-nos-á sempre ao mesmo ditado popular, conhecido de toda a gente: só o tempo dirá...

"Eterno/Retorno" - edição digital Cash Rules 18 Setembro 2026.




FØREST FIRES COM NOVIDADES


FØREST FIRES, projecto a solo de Pedro Barceló (LÖBO), regressa desta feita com uma voz profundamente pessoal que remota a uma exploração cinematográfica da memória, da erosão, da identidade e das paisagens que nos sobrevivem.

LUCAS MAIA COM NOVO SINGLE


O novo single do artista já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e antecipa a sua atuação no Festival Iminente, a 18 de setembro.

Depois de se afirmar com uma sonoridade singular onde o flamenco se cruza com a pop portuguesa, Lucas Maia regressa com “Saudade da Felicidade”. O novo single surge como uma continuação do EP Pop Luso Flamenco, revelando uma dimensão mais íntima e emocional do seu universo musical.

Em “Saudade da Felicidade”, o artista transforma a nostalgia numa canção intensa, explorando a memória de momentos passados e a vontade de recuperar o que um dia trouxe felicidade. Após o impacto do EP Pop Luso Flamenco e do sucesso de “Última Dança”, em colaboração com Chico da Tina que viralizou nas redes sociais, Lucas Maia expande o seu território artístico sem perder a assinatura expressiva que o caracteriza.

O tema produzido por Filipe Survival e pelo próprio Lucas Maia surge acompanhado por um videoclipe, realizado por Henrique Rocha que ilustra o universo musical e visual de Lucas Maia.

Este lançamento marca o arranque de um novo ciclo na carreira do artista, que terá um dos seus momentos altos no dia 18 de setembro, com a atuação de Lucas Maia no Festival Iminente, em Lisboa.

Saudade da Felicidade” já está disponível em todas as plataformas.

SMORRA TOCAM NO HARD CLUB E OFERACEM CARRO

 



















O emblemático palco do Hard Club, no Porto, prepara-se para receber um dos concertos mais aguardados do panorama urbano nacional. No próximo dia 4 de dezembro, a SMORRA sobe a palco para o seu primeiro espetáculo em nome próprio no Norte, regressando à cidade que serviu de berço ao projeto.

Conhecidos pela sua estética ímpar, pelo secretismo e anonimato, o grupo, que se junta agora à agência Coliflor, conta com apenas duas atuações ao vivo: a memorável estreia na Queima das Fitas do Porto e um concerto esgotado na Casa Capitão, em Lisboa. O concerto no Hard Club afigura-se, por isso, como uma oportunidade única no Porto para os fãs experienciarem ao vivo a energia e o universo único do mais recente fenómeno do rap nacional.

Para tornar a noite de 4 de dezembro verdadeiramente histórica, a SMORRA preparou uma surpresa sem precedentes para quem marcar presença: o coletivo vai oferecer um carro durante o espetáculo. O modelo do veículo, que se afigura no imaginário dos fãs mais fiéis, será escolhido por um júri entre os compradores de bilhete que melhor representarem a indumentária do conceito de “um verdadeiro Jon”. O vencedor será apurado e anunciado ao vivo, em palco, num dos momentos mais antecipados da noite.

Em cima do palco do Hard Club, a SMORRA irá materializar todo os sucessos que tem vindo a somar na sua ainda curta carreira O alinhamento irá percorrer os temas que os catapultaram para o Top 100 dos artistas mais ouvidos em Portugal no Spotify, incluindo o hit viral "Calipo de Cerveja", o recente single "PINGA" e os temas do mais recente álbum "Jon", o projeto de longa duração de estreia que, em menos de três meses, ultrapassou a marca de 2,5 milhões de streams.

Os bilhetes para o concerto já estão disponíveis na Ticketline e nos locais habituais.

RACHEL BANGS COM NOVO SINGLE





















Uma canção sombria e inquieta sobre o desgaste de uma relação, a dúvida e o difícil caminho até à libertação.

Rachel Bangs é o alter ego de Raquel Custódio, que começou como baterista e vocalista nos Palmers e como baterista nos Bar Lonely, antes de se aventurar no seu projeto a solo.

“Lies” é uma música sombria e inquieta sobre o desgaste de uma relação e a dificuldade de sair de um ciclo que sabemos que já não faz bem. Entre desconfiança, frustração e sentimentos que continuam a surgir mesmo depois de tudo cair, a música explora o conflito entre querer deixar ir e continuar preso emocionalmente.

A repetição de “Lies” funciona quase como um pensamento obsessivo. Sempre volta ao mesmo lugar. Quando a música cresce, essa tensão transforma-se numa decisão: a pessoa para de procurar respostas e aceita que algumas relações simplesmente acabam.

“Lies é uma música sobre estar preso entre saber que algo já não nos faz bem e continuar emocionalmente ligado a isso. A repetição de ‘Lies’ representa esse ciclo obsessivo, em que voltamos sempre ao mesmo lugar. No final, percebemos que deixar ir pode ser mais fácil do que voltar.”

— Rachel Bangs

Mesmo depois da separação, ficam as memórias e a nostalgia. Também permanece a vontade de saber se ainda havia alguma chance de reatar. Mas, no fim, já ocorre uma mudança. O que antes parecia impossível começa a ser mais fácil do que voltar.

“Lies” fará parte do EP de estreia da artista, intitulado “Silent Memories”, que sairá a 18 de setembro.

Sobre Rachel Bangs 

Rachel Bangs é o pseudónimo de Raquel Custódio, natural de Caldas da Rainha, Portugal. É uma multi-instrumentista autodidata, cuja paixão pela música surgiu desde tenra idade. A compositora portuguesa tocou com a sua banda Palmers em várias salas, como o Music Box e o Maus Hábitos, abrindo concertos para bandas como Iceage e The Parkinsons. Agora, Rachel Bangs explora o universo do Post-Punk, Shoegaze e Rock Alternativo neste novo projeto a solo.

PEDRO DA LINHA ANUNCIA NOME DO DISCO E CONCERTO DE APRESENTAÇÃO















Fotografia promocional. Créditos: Ana Viotti

Pedro da Linha preprara-se para editar um novo longa duração. Música Menor mas Feliz chega-nos numa edição de autor a 2 de outubro e é agora anunciado o primeiro espetáculo ao vivo (no formato banda), que acontece no dia 23 do mesmo mês.

Em Música Menor mas Feliz, Pedro da Linha dá continuidade à narrativa que tem vindo a construir nos seus últimos lançamentos: a possibilidade de encontrar espaço para a dança, para a celebração e para a felicidade mesmo dentro da tristeza. O título do álbum parte precisamente desse contraste — da associação tradicional da música em escala menor à melancolia, à saudade e à tristeza, mas também da vontade de Pedro da Linha em encontrar, dentro desses lugares mais escuros, momentos de leveza.

A música surge, mais uma vez, como a principal ferramenta de expressão de Pedro da Linha, permitindo-lhe traduzir emoções e estados de espírito através da construção instrumental dos temas e das colaborações que integram o disco.

"Interessa-me perceber como reagem a estes pequenos pedaços de tristeza, como é que eles podem ser transformados em momentos de dança e como é que uma música de dois ou três minutos pode contar uma pequena história sem precisar de ter necessariamente uma voz presente, ou uma narrativa uniforme, ao longo de todo o disco.” – Pedro da Linha

Música Menor mas Feliz já gerou 3 singles: "Para Quê" com Lucy Val, "Dos Olhos Teus" com ela li e "Força". Em breve será lançado um quarto single - o último em antecipação do disco - com o fadista Camané.

Na apresentação ao vivo de Música Menor mas Feliz, Pedro da Linha atua em formato live e faz-se acompanhar pelos músicos Pedro Ferreira no baixo e guitarra elétrica e Zé Cruz na viola, pandeiro, percussão e trompete.

Os bilhetes para a primeira apresentação ao vivo a 23 de outubro na Casa Capitão em Lisboa já estão disponíveis.

Sobre Pedro da Linha: 

Pedro Maurício, mais conhecido como Pedro da Linha, é considerado um dos nomes de peso da música eletrónica portuguesa, tendo a batida como base essencial da sua produção musical. Natural da Damaia, conquistou inicialmente o cenário da música eletrónica global com produções que evidenciam o som dos subúrbios de Lisboa.

Já colaborou com vários artistas e produtores de destaque na música tradicional e urbana portuguesa, como Carlão, Ana Moura, Pedro Mafama, Branko, Eu.Clides, Dino D’Santiago, ProfJam, Diogo Piçarra, além de Rincon Sapiência, do Brasil. Em 2017, uma das suas faixas, “Drenas”, foi apresentada num dos desfiles do Savage X Fenty Show, de Rihanna. Em 2024, Pedro da Linha regressou aos lançamentos em nome próprio com dois EPs, um de remisturas e o mais recente, Dicas. Foi curador e protagonista das festas “Arrebita”, durante a sua residência no Musicbox, em Lisboa, e, em digressão, passou por cerca de duas dezenas de palcos de norte a sul do país.

Este ano, Pedro da Linha continua a revolucionar as pistas de dança nacionais, preparando a chegada de um novo álbum e colaborações que prometem consolidar, ainda mais, o seu lugar como um dos nomes mais inovadores da música eletrónica portuguesa.

THIS PINGUIM CAN FLY LANÇAM "BRAVO"















Depois de terem apresentado a primeira amostra de NOW, os This Penguin Can Fly lançam agora “Bravado”, o segundo single do novo trabalho da banda. O tema já está nas plataformas digitais e vem acompanhado por um videoclipe realizado pela Stillraw. O álbum NOW tem edição prevista para 14 de outubro.

Mais rápido, urgente e direto do que o primeiro avanço, “Bravado” parte de uma ideia de movimento e de um ponto de não retorno. A canção fala sobre a impossibilidade de regressar ao lugar de onde se partiu e sobre a necessidade de continuar, mesmo quando o caminho se torna incerto.

“Há momentos em que percebemos que já não podemos voltar atrás. O que resta é avançar, mesmo sem sabermos exatamente o que vamos encontrar”, explica José Gomes, representante da banda. Essa ideia está condensada num dos versos da canção “we can't go back to that place” e atravessa toda a composição. Em vez de procurar respostas ou garantias, “Bravado” assume a incerteza como parte inevitável da viagem.

“Este tema é mais impulsivo. Se em algumas das canções de NOW existe uma dimensão mais contemplativa, aqui sentimos quase o contrário: há uma urgência em seguir em frente. Parar deixou de ser uma possibilidade”, afirma José Gomes.

Musicalmente, “Bravado” traduz essa urgência através de uma construção mais imediata e dinâmica, reforçando a sensação de progressão que percorre a canção. O próprio título encerra uma aparente contradição. Bravado remete para confiança, coragem ou mesmo uma atitude de desafio perante o que está por vir, mas a banda prefere entendê-la não como uma certeza, mas como uma decisão.

“Não se trata propriamente de ter a certeza de que tudo vai correr bem. É mais sobre escolher continuar apesar de não termos essa certeza. Para nós, essa é a verdadeira ideia de coragem presente na música”, acrescenta o músico.

O videoclipe, realizado pela Stillraw, acompanha visualmente esse sentido de movimento e prolonga o universo que os This Penguin Can Fly começaram a construir em torno de NOW, acrescentando uma dimensão visual à narrativa do novo trabalho.

Formados em 2014, os This Penguin Can Fly desenvolveram uma linguagem própria no universo do rock instrumental, marcada por texturas densas, progressões melódicas e uma forte dimensão narrativa. Depois de Broken Hearts Are For Assholes, Outer Space Is For Heroes e Caged Birds Think Flying Is a Disease, a banda aprofundou e expandiu o seu universo com For All Our Dreams, For All Our Hopes (2022), disco que reforçou a sua posição como uma das propostas mais singulares do rock instrumental português. Ao longo do percurso, passaram por palcos como o Festival Vodafone Paredes de Coura, Teatro Circo de Braga, Teatro Jordão e Maus Hábitos. Atualmente compostos por José Gomes, Márcio Ferreira, Miguel Teixeira e Miguel Teixeira, os This Penguin Can Fly apresentam uma sonoridade cada vez mais progressiva, dinâmica e expansiva, cruzando camadas instrumentais com uma forte componente visual e emocional.

“Bravado”, editado a 11 de setembro, constitui o segundo avanço de NOW, o novo trabalho dos This Penguin Can Fly, com lançamento marcado para 14 de outubro.

NOVO TEMA DE PZ AGORA COM ANTÓNIO ZAMBUJO





















© Rui Murka

PZ apresenta “O Pack Inteiro”, novo capítulo do projeto "Álbum de Família", desta vez com a participação de António Zambujo. Mais um encontro inesperado entre duas vozes e universos musicais distintos, numa canção que nasce de uma pequena discussão familiar e acaba a apontar o dedo a um dos grandes males do nosso tempo: o narcisismo.

A ideia nasceu em casa, de uma situação tão banal quanto reconhecível. Havia um pacote de bolachas na despensa e, quando PZ foi à procura dele, já não havia pacote. O filho tinha tratado do assunto. A acusação saiu naturalmente: “Comeste o pack inteiro...” Uma frase que poderia igualmente ter sido dirigida ao próprio PZ — porque, perante um ataque de larica, ninguém naquela casa parece estar completamente inocente.

Foi a partir deste episódio doméstico que nasceu a canção que transforma uma situação quotidiana numa metáfora para aquela tendência muito humana de pensarmos primeiro em nós próprios e só depois nos outros que também querem as bolachas. Da despensa para o mundo, a escala vai aumentando: do egoísmo ao egocentrismo, do egocentrismo ao narcisismo, até a letra convocar os “Narcisistas da Terra”.

É neste cenário que entra António Zambujo, numa participação tão inesperada quanto certeira. A sua voz e interpretação características criam um contraste particular com a voz de PZ, colocando frente a frente dois registos muito diferentes. Zambujo entra no jogo com uma interpretação que reforça simultaneamente o lado musical, teatral e bem-humorado do tema.

Na gravação participam ainda Gustavo Duarte, na percussão, e Leandro Leonet, na bateria, contribuindo para o carácter orgânico que tem marcado este novo ciclo de PZ.

Porque, no fundo, todos temos um pequeno narcisista dentro de nós. O problema é quando ele come o pack inteiro…

Tal como os restantes capítulos do "Álbum de Família", o tema foi gravado nos Estúdios Arda, com realização de Vasco Mendes e produção de Zé Nando Pimenta.

Ficha Técnica

Música, letra, produção, voz, baixo e guitarras: PZ
Voz convidada: António Zambujo
Bateria: Leandro Leonet
Percussão: Gustavo Duarte

Gravação e mistura: Zé Nando Pimenta
Gravado nos Estúdios Arda

Realização Vídeo: Vasco Mendes
Design: Studio Eduardo Aires
Fotografia: Rui Murka
Assistente Produção: Francisca Lacerda
Direção Criativa: PZ, Studio Eduardo Aires, Vasco Mendes


Disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, “O Pack Inteiro” integra "Álbum de Família", projeto em que PZ apresenta ao longo de 2026 uma nova canção e um novo convidado em cada capítulo, cruzando diferentes gerações e universos da música portuguesa. Depois de Samuel Úria, Joana Espadinha, Retimbrar, Emmy Curl, Mão Morta, Margarida Campelo, Toy e Os Azeitonas, António Zambujo junta-se agora à família. "Álbum de Família" culmina numa edição especial em vinil no final do ano.

Com PZ quem ganha é você

MIGUEL CARMONA ANUNCIA ESTREIA EM NOME PRÓPRIO NO PORTO NA CASA DA MÚSICA


 

















O novo álbum, com edição prevista para o início de 2027, será apresentado no Porto e em Lisboa, onde o concerto de 16 de março no Teatro Maria Matos está quase esgotado.

O novo álbum, com edição prevista para o início de 2027, será apresentado no Porto e em Lisboa, onde o concerto de 16 de março no Teatro Maria Matos está quase esgotado.

Miguel Carmona acaba de anunciar o seu primeiro concerto em nome próprio no Porto. A 15 de abril, o artista sobe ao palco da Casa da Música para apresentar o seu segundo álbum de originais, num espetáculo que reúne as novas canções e os temas que têm marcado o seu percurso. O anúncio junta-se à estreia em nome próprio em Lisboa, a 16 de março de 2027, no Teatro Maria Matos, que se encontra já quase esgotada.

Com edição prevista para o início de 2027, o novo disco sucede a "Fora de Horas", o álbum de estreia lançado em 2024. Desde os covers e medleys com que começou a conquistar o público às primeiras canções originais, Miguel Carmona tem vindo a construir um caminho que ganha agora expressão nestes dois concertos de apresentação.

Enquanto prepara a chegada do segundo álbum, o músico partilha "guitarra e uns truques", um EP que reúne três atuações acústicas ao vivo, anteriormente disponíveis apenas no YouTube. Já disponível nas plataformas digitais, o trabalho inclui «nada do que eu disse», "mão dada" e "Quase Igual a Ti", num registo centrado na voz, na guitarra e nas canções.

O tema em destaque, «nada do que eu disse (versão live acústica)», conta com Miguel Carmona na voz e na guitarra, acompanhado por Christian Tavares na guitarra. Para o artista, estas gravações antecipam o que o público poderá encontrar no novo disco e em palco. "Estas 3 atuações são para mim, das coisas que melhor refletem aquilo que sou enquanto artista: eu, uma guitarra e a canção. E por isso, são o melhor prefácio possível para introduzir o meu segundo álbum", explica.

Na Casa da Música e no Teatro Maria Matos, as canções de "Fora de Horas" encontram-se com o novo álbum em duas noites que assinalam as primeiras apresentações em nome próprio de Miguel Carmona nas duas cidades. "Mal posso esperar para ter essas músicas cá fora e para mostrá-las da maneira que melhor sei, ao vivo, com a minha guitarra e mais uns truques", reforça o artista.

CONCERTOS DE APRESENTAÇÃO DO NOVO ÁLBUM

16 de março de 2027 · Teatro Maria Matos · Lisboa — últimos bilhetes disponíveis
15 de abril · Casa da Música · Porto

BILHETES

TSUNAMIZ ANUNCIA NOVO SINGLE
















“Our Love Will Self-Destruct” é o terceiro single de apresentação do novo álbum de originais de Tsunamiz, Apocalypsing, o nono da sua discografia e o quinto lançado nos últimos cinco anos, previsto para chegar no dia 16 de Novembro de 2026.

Musicalmente, a faixa move-se entre o post-punk, a darkwave, o psych-goth e o rock alternativo, mantendo a identidade própria de Tsunamiz e a sensibilidade pop que caracteriza o seu trabalho. Um casamento entre Marilyn Manson, The Cure e N8NOFACE, onde guitarras, electrónica e atmosferas sombrias se cruzam com uma abordagem melódica e directa.

Construída em torno de uma relação intensa e instável, a canção explora o desejo, a dependência emocional, o medo da perda e a sensação de que determinados vínculos parecem conter, desde o início, a sua própria destruição. A contagem decrescente que atravessa o refrão transforma essa tensão numa espécie de inevitabilidade: “3, 2, 1… ZERO”.

Ainda assim, Tsunamiz prefere deixar espaço para que cada pessoa encontre o seu próprio significado na canção, interpretando-a e adaptando-a às suas vivências e experiências.

O single foi composto, gravado, produzido e interpretado pelo próprio Tsunamiz, no seu estúdio caseiro Sonically ILL, mantendo o espírito DIY que define o projecto. O videoclip, também editado pelo artista, conta com imagens dos influencers Batwing.

O lançamento acontece numa altura de intensa actividade ao vivo, com várias datas confirmadas em Portugal durante setembro e outubro. Entre elas, destaca-se a passagem de Tsunamiz por Portugal como primeira parte dos Dead Sexy, banda francesa de culto de electro-punk, com actuações no Village Underground (17 de Setembro), Blackbox (18 de Setembro) e Bafo de Baco (19 de Setembro).

Próximos concertos:
12 de Setembro - Fnac Almada (Almada)
13 de Setembro - Fnac AlgarveShopping (Guia)
20 de Setembro - Fnac Faro (Faro)
3 de Outubro - OKULTO (Braga)
9 de Outubro - CAE (Portalegre)
10 de Outubro - Teatro Municipal da Guarda - Festival One Man Band
18 de Outubro - Fnac Leiria
TBA - MATE Festival (Coimbra)

“Our Love Will Self-Destruct” está disponível nas principais plataformas digitais.

Tsunamiz é o nome artístico do compositor, produtor e multi-instrumentista português Bruno Sobral, artista independente e difícil de catalogar. A sua música cruza rock alternativo e música electrónica, combinando sintetizadores, guitarra, beats e voz num universo sonoro energético, melódico e imprevisível.

Natural da margem sul do Tejo, cresceu numa família humilde, num ambiente urbano onde diferentes culturas e sonoridades coexistiam no quotidiano. Na infância começou a escrever as suas primeiras canções antes mesmo de saber tocar um instrumento, depois de descobrir o rock de bandas como Nirvana e Guns N’ Roses, um momento que despertou a vontade de criar a sua própria música. Mais tarde, o seu universo expandiu-se para o punk hardcore, nu-metal, hip hop e para as influências africanas e ciganas presentes nas ruas onde cresceu. Apaixonou-se também pela música eletrônica — do electroclash ao synthpop — e pelo rock psicadélico, desenvolvendo uma curiosidade musical aberta a tudo o que, para si, é sinónimo de boa música, independentemente do estilo.

Inspirado pela filosofia “Be water” de Bruce Lee, Bruno Sobral desenvolveu uma abordagem artística livre de fronteiras estilísticas. Tal como em projetos autorais de artistas como Beck, The Prodigy ou Gorillaz, a música de Tsunamiz desafia classificações fáceis e explora diferentes linguagens sonoras, mantendo sempre um objectivo central: criar grandes canções sem preconceitos de género. Trabalhando de forma totalmente independente, Bruno compõe, grava e produz a sua própria música construindo, ao longo dos anos, um catálogo consistente de oito álbuns de estúdio. O mais recente, Love Is Never Enough, lançado em Dezembro de 2025, confirma Tsunamiz como um artista em constante evolução, explorando territórios entre post-punk e synthpunk, mantendo intacta a força melódica e emocional das suas canções.

A música de Tsunamiz tem recebido airplay em rádios nacionais como Antena 3 e Rádio Radar, e algumas das suas composições foram também utilizadas em séries de televisão, ampliando o alcance do projeto para além do circuito independente.
Em palco, Tsunamiz apresenta-se com uma performance intensa e física, marcada pela energia do punk e pela atitude inspirada no hip-hop. Frequentemente vestido com fato de treino para privilegiar conforto e liberdade de movimento, Bruno Sobral transforma os concertos em momentos de entrega total onde sintetizadores, guitarra e voz se fundem numa experiência direta e visceral.

Com uma ética DIY e uma produção constante de nova música, Tsunamiz continua a expandir o seu universo criativo — lançando singles com regularidade, atuando ao vivo e construindo um percurso independente que aponta cada vez mais para palcos e audiências internacionais.

MAGARIDA CAMPELO EDITA "MÚSICA DE ELEVADOR"















© Maria Bicker

Margarida Campelo edita hoje, pelos Discos Submarinos, “Música de Elevador”

O novo álbum, composto por 12 temas originais, reafirma a originalidade de uma das compositoras mais criativas e inventivas da música portuguesa contemporânea, aprofundando um percurso autoral muito próprio, cuja identidade se vem tornando cada vez mais nítida. Se Supermarket Joy concedeu a Margarida Campelo um espaço só seu, “Música de Elevador” vem confirmá-lo e ampliá-lo com maior ambição, sofisticação e maturidade.

"Cluedo" é o single que acompanha o lançamento do disco.

Partindo da ideia de música ambiente - essa música pensada para acompanhar espaços, criar atmosferas e induzir uma sensação imediata de bem-estar - “Música de Elevador” toma esse imaginário como ponto de partida para construir um trabalho de grande subtileza e sofisticação. Sob uma superfície fluída, luminosa e aparentemente leve, o disco revela um trabalho composicional e de arranjo minucioso, onde cada detalhe contribui para uma escuta densa, envolvente e cuidadosamente desenhada. Há uma atenção muito particular à forma como o conforto e a estranheza, o imediato e o elaborado, o acessível e o complexo convivem dentro dos temas. O elevador surge, assim, não apenas como imagem ou conceito, mas como a própria arquitectura imaginária do disco. Cada faixa funciona como a abertura para um novo andar, um novo cenário, uma nova atmosfera ou uma pequena narrativa. O álbum desenha-se como uma viagem feita de transições e mudanças de espaço, onde o movimento importa mais do que o destino e onde a escuta se transforma num convite à deriva, à curiosidade e à imersão.

Ao longo de “Música de Elevador”, Margarida Campelo assume integralmente o centro criativo do projecto: é compositora de todos os temas, autora das canções, produtora e arranjadora do disco. As letras continuam a nascer em colaboração com Ana Cláudia e Beatriz Pessoa, prolongando uma cumplicidade criativa que tem sido parte importante do seu universo autoral. O disco foi gravado entre o Estúdio 52, o louva-a-deus e a casa da Margarida.

Em estúdio, Margarida volta a rodear-se da sua banda de sempre, com João Correia na bateria e António Quintino no baixo eléctrico e contrabaixo, aos quais se juntam participações especiais de José Soares no saxofone alto e Manuel Pinheiro na percussão. A mistura ficou a cargo de Hugo Valverde e Eduardo Vinhas, e a masterização é de Mário Barreiros.

Mais atmosférico e conceptual, “Música de Elevador” desenvolve uma linguagem onde harmonias sofisticadas, grooves sedutores e um romantismo ligeiramente distraído convivem com uma forte dimensão imagética. O disco evidencia a amplitude da escrita de Margarida Campelo enquanto compositora e a consistência de uma visão artística capaz de conciliar refinamento formal, invenção melódica e liberdade estética num território verdadeiramente pessoal.

Se Supermarket Joy marcou de forma decisiva a afirmação da sua linguagem artística, integrando diversas listas de melhores discos de 2023, “Música de Elevador” surge agora como a confirmação plena desse espaço singular. Num momento em que poucos artistas conseguem construir um universo tão reconhecível, sofisticado e inventivo, Margarida Campelo volta a afirmar-se como uma autora e compositora de excepção, com um lugar muito próprio no presente da música portuguesa.

O concerto de lançamento de “Música de Elevador” tem lugar no dia 16 de Outubro, pelas 21h, no Pequeno Auditório do CCB, em Lisboa.

“Música de Elevador” é editado pelos Discos Submarinos e teve o apoio da Fundação GDA, da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

COIMBRA RECEBE EM OUTUBRO 24ª EDIÇÃO DO FESTIVAL JAZZ AO CENTRO





























24.ª edição do Festival Jazz ao Centro em Coimbra reforça a ligação à cidade, à região e às comunidades.

Apresentada hoje à imprensa, a 24.ª edição do Festival Jazz ao Centro – Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra decorre em 2026 com um programa que se estende ao longo de 10 dias, mas que amplia a sua presença no território através de um conjunto alargado de iniciativas de mediação e circulação. Mantendo o compromisso de “honrar o passado e explorar o futuro”, o festival reforça este ano a sua dimensão pública e social, aproximando a criação artística das escolas, das comunidades e de diferentes municípios da Região Metropolitana de Coimbra.

O Festival Jazz ao Centro – Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra (FJaC) nasceu em 2003, com os primeiros concertos a antecederem a própria constituição formal do Jazz ao Centro Clube, associação cultural que, desde a primeira hora, coorganiza o festival com o Município de Coimbra.

Em 2026, o FJaC celebra a sua 24.ª edição, com um núcleo de programação que se estende ao longo de dez dias, mas com a importante dimensão do programa de mediação e circulação a ocupar um período mais alargado. O festival faz parte de um trabalho de continuidade, profundamente enraizado na identidade do Jazz ao Centro Clube, entidade responsável, entre outras áreas, pela gestão e programação do Salão Brazil e pela dinamização da jazz.pt, única publicação especializada em jazz em Portugal.

Este trabalho assenta numa escuta atenta do que se vai fazendo em território português e na procura de formas de o festival contribuir para a concretização de projetos artísticos ambiciosos e transformadores. São os casos, nesta edição, do OMNIAE Large Ensemble, de Pedro Melo Alves, do ENSEMBLE OF OTHER LIVING BEINGS, de Yaw Tembe, e de EMBRYO, de Luís Figueiredo.

Se, do ponto de vista estritamente artístico, os Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra mantêm a orientação de “honrar o passado e explorar o futuro”, expressando o compromisso de divulgar, simultaneamente, a riqueza da tradição e os muitos caminhos do futuro, noutros domínios esta edição apresenta algumas novidades.

Em 2026, o festival reforça a aposta no impacto público e social do programa artístico. Esta aposta faz-se de duas formas estreitamente ligadas.

Por um lado, o festival projeta a sua presença na Região Metropolitana de Coimbra, com o mote “Um Festival para uma Região”. Embora esta dimensão tenha sido anteriormente testada, em 2017, pretende-se consolidar este posicionamento no futuro, aumentando a densidade relacional entre parceiros diversos, dos Municípios à Escola, dos equipamentos culturais às comunidades artísticas.

Desta forma, os Municípios da Lousã, Mortágua, Miranda do Corvo e Pampilhosa da Serra recebem a circulação do espetáculo educativo “Às Voltas no Loop”, uma criação do Serviço Educativo e de Mediação do JACC, que terá o seu primeiro concerto no dia 14 de outubro, no Grande Auditório do Convento São Francisco, em Coimbra, seguindo depois para diferentes municípios da região. Já estão confirmadas as apresentações de Mortágua, a 19 de outubro, e da Lousã, a 18 de novembro. Em breve serão anunciadas as datas de Miranda do Corvo e Pampilhosa da Serra. Dirigido ao público escolar do Ensino Secundário, o espetáculo cruza a palavra com as abordagens musicais que confluem no território vasto do rap, do hip-hop e do jazz.

O concerto organiza-se em torno de uma narrativa pensada para ter relevância para as práticas diárias da vida escolar e para a sua articulação com a comunidade. Oferece, assim, uma possibilidade de ampliar o leque da oferta de experiências artísticas e culturais dirigidas à Escola, reforçando a abertura à comunidade e ao mundo, a valorização da cultura juvenil e demonstrando o potencial da arte para desenvolver o pensamento crítico e criativo.

Por outro lado, a 24.ª edição do Festival Jazz ao Centro guarda um espaço central para o programa de mediação. Tal deve-se a vários fatores, mas a razão fundamental prende-se com o Compromisso de Impacto Social das Organizações Culturais (CISOC), uma medida do Plano Nacional das Artes (PNA), que enquadra um trabalho estruturado e estruturante, centrado, sobretudo, numa relação de proximidade com o Agrupamento de Escolas Coimbra Centro (AECC).

Desta forma, e além de “Às Voltas no Loop”, o programa contempla oficinas dirigidas a escolas do AECC e um concerto aberto à comunidade na Escola-Sede, a Escola Secundária Jaime Cortesão. Trata-se de atuar com base nos princípios do PNA, trabalhando para fazer da Escola “um polo cultural” e do Festival “um território educativo”.

A edição de 2026 inaugura-se, aliás, com um momento que coloca em evidência uma outra dimensão da programação. No dia 1 de outubro, Dia Mundial da Música, o Salão Brazil recebe a inauguração da exposição “As Mulheres no Jazz em Portugal”, de Márcia Lessa, que ficará patente no número 1 do Largo do Poço, com o apoio do Município de Idanha-a-Nova.

A exposição pretende colocar em evidência os rostos das mulheres que fazem o jazz em Portugal, desde os anos 60 até à atualidade, reunindo retratos inéditos de 13 mulheres que escolheram o jazz como forma de expressão musical: Estela Alexandre, Isabel Rato, Jéssica Pina, Juliana Mendonça, Maria Carvalho, Maria João, Maria Viana, Marta Hugon, Paula Oliveira, Paula Sousa, Rita Maria, Sara Serpa e Susana Santos Silva.

Fotografadas fora do palco, sem luz de cena e sem instrumentos, as artistas são retratadas por outra mulher que se dedica a este género musical há mais de 20 anos. Tal como no jazz, os retratos são improvisados, procurando mostrar a mulher por detrás dos discos, da música e do tempo, num diálogo que resulta do momento único e de partilha que é, em si, o ato fotográfico. Cada imagem é acompanhada por um texto da autoria do crítico de jazz Nuno Catarino, onde é descrito o trajeto e o papel de cada uma das mulheres no panorama jazzístico português.

Os impactos públicos do festival concretizam-se também na ligação de vários espaços tão ricos e diversos quanto o Museu Nacional Machado de Castro, o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, o Atelier Semente, situado no Seminário Maior, e o Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV). Estes espaços, a par do Salão Brazil, da Escola Secundária Jaime Cortesão e do Largo de São Salvador, integram a rede de lugares que acolhe a programação da 24.ª edição, reforçando a relação do festival com diferentes comunidades e com o património cultural e artístico da cidade.

O percurso que liga o Museu Nacional Machado de Castro, o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra e o Atelier Semente marca um dos dias do festival, com a apresentação de concertos por formações mais pequenas extraídas do OMNIAE Large Ensemble, dirigido pelo baterista e compositor Pedro Melo Alves, que se apresenta também no TAGV. O projeto constitui um dos exemplos mais singulares do cruzamento entre composição contemporânea e improvisação jazz em Portugal.

Ao longo dos dias do festival, a programação percorre diferentes espaços da cidade, mas todos os dias terminam no Salão Brazil, espaço de referência do Jazz ao Centro Clube e casa do festival. No último dia, 10 de outubro, o destaque vai para o concerto de Carlos Bica AZUL, às 23h00, que reúne o contrabaixista Carlos Bica com Frank Möbus, na guitarra, e Jim Black, na bateria. O projeto AZUL, uma das formações mais marcantes da carreira de Carlos Bica, encerra a 24.ª edição do Festival Jazz ao Centro.

Merecedora de destaque é também a passagem pelo Largo de São Salvador, numa parceria com as Repúblicas Baco, Marias do Loureiro e do Cria'ctividade, programa de integração alternativo à praxe, numa altura em que duas das Repúblicas resistem à ordem de despejo que ameaça a sua continuidade. Neste local acontecerá o concerto de Hypomaniac Trio, com a saxofonista Camila Nebbia (Argentina), o contrabaixista Gonçalo Almeida (Portugal) e o percurssionista Sylvain Darrifourcq (França).

Mais do que um conjunto de concertos, o Festival Jazz ao Centro procura promover a participação cultural, mobilizando diferentes comunidades para a preservação do património cultural, a fruição das artes e o fortalecimento das conexões cívicas.

O Festival Jazz ao Centro é apoiado e cofinanciado pela DGARTES.

PROGRAMAÇÃO

Os bilhetes para os concertos do Festival Jazz ao Centro com preço tabelado (Salão Brazil e TAGV) serão colocados à venda nos próximos dias, nas respectivas salas e bilheteira online, sendo que os seus preços variam entre os 5€ e os 14€ euros.

Exposição
"Mulheres no Jazz"
1 de Outubro até 11 de Dezembro
Salão Brazil / Largo do Poço número 1
Inauguração dia 1 de Outubro às 18h00
Horário de funcionamento: de terça a sábado 12h00 às 19h00
Entrada Gratuita

Concerto
Hypomaniac Trio
Camila Nebbia - Saxofone
Gonçalo Almeida - Contrabaixo
Sylvain Darrifourcq - Percussão
Sexta, 02 de Outubro às 19h00 | Largo de São Salvador
Entrada Gratuita

Concerto
Luísa Gonçalves NuDE Orquestra
Luísa Valinhoes - piano e composição
Alvaro Rosso - contrabaixo
Joana Sá - saxofones
Yedo Gibson - saxofones
Bruno Parinha - clarinete baixo
João Silva - trompete
Miguel Mira - violoncelo
David Gonçalves Rodrigues - violoncelo
João Valinho - bateria
Sexta, 02 de Outubro às 22h00 | Salão Brazil
Bilhetes | Normal: 10 euros | Descontos menores 25, maiores 65, profissionais Artes e Cultura: 5 euros

Concerto
Boy Akhi
Monica Akihary - voz
Niels Brouwer - guitarra
Sábado, 03 de Outubro às 19h00 | Claustros Colégio da Graça / Liga dos Combatentes
Entrada Gratuita

Concerto
ENSEMBLE OF OTHER LIVING BEINGS
João Almeida e Yaw Te — trompete e direcção artística
João Pereira — bateria e voz
Carlos Godinho — percussão e electrónica
Álvaro Rosso e Bernardo Álvares — contrabaixo
Helena Espvall — violoncelo e voz
Norberto Lobo — guitarra
Bernardo Tinoco — saxofones
Teresa Costa — flautas
Leonor “Orca” Cabrita — voz e piano
Mike Simões — som
Sábado, 03 de Outubro às 22h00 | Salão Brazil
Bilhetes | Normal: 10 euros | Descontos menores 25, maiores 65, profissionais Artes e Cultura: 5 euros

Concerto
Embryo
Luis Figueiredo - piano
Andy Sheppard - saxofone
João Pedro Dias - trompete
Angélica Salvi - harpa
Michael Formanek - contrabaixo
Diogo Alexandre - bateria
Terça, 06 de Outubro às 21h30 | Salão Brazil
Bilhetes | Normal: 10 euros | Descontos menores 25, maiores 65, profissionais Artes e Cultura: 5 euros

Concerto
OMNIAE Small Formation #1
José Diogo Martins - piano

Laura Cocks - flautas
Clara Saleiro - flautas
Sexta, 09 de Outubro às 18h00 | Museu Nacional de Machado de Castro
Entrada Gratuita

Concerto
OMNIAE Small Formation #2
Mariana Dionísio - voz
Almut Künhe - voz
Maria João Vieira Leite - voz
Nazaré da Silva - voz
Sexta, 09 de Outubro às 18h45 | Jardim Botânico / Estufa Tropical
Entrada Gratuita

Concerto
OMNIAE Small Formation #3
Camilo Angeles - flautas
João Pedro Brandão - saxofone alto / flauta
Mané Fernandes - guitarra elétrica
Sexta, 09 de Outubro às 19h30 | Atelier Semente
Entrada Gratuita

Concerto
OMNIAE Small Formation #4
João Barradas - acordeão
Duarte Ventura - vibrafone
Pietro Elia Barcellona - contrabaixo
Pedro Melo Alves - bateria
Sexta, 09 de Outubro às 22h00 | Salão Brazil
Bilhetes | Normal: 10 euros | Descontos menores 25, maiores 65, profissionais Artes e Cultura: 5 euros

Concerto
OMNIAE Large Ensemble
Almut Künhe, Mariana Dionísio, Maria João Sabeira Leite e Nazaré Silva vozes
Laura Cocks, Camilo Ángeles, Teresa Costa e Clara Saleiro flautas
João Pedro Brandão flauta e saxofone alto
José Soares saxofone alto
João Almeida trompete
José Diogo Martins piano
Mané Fernandes guitarra elétrica
João Barradas acordeão
Duarte Ventura vibrafone
Pietro Elia Barcellona contrabaixo
Pedro Melo Alves bateria e composição
Sábado, 10 de Outubro às 21h30 | TAGV
Bilhetes | Normal: 14 euros Descontos TAGV

Concerto
Carlos Bica AZUL
Carlos Bica Contrabaixo
Frank Möbus Guitarra
Jim Black Bateria
Sábado, 10 de Outubro às 23h00 | Salão Brazil
Bilhetes | Normal: 14 euros Descontos menores 25, maiores 65, profissionais Artes e Cultura: 7 euros

NOVO SINGLE DE BUBA ESPINHO





















Uma cantiga de conselho que se dança: o novo single do artista cruza guitarra portuguesa, acordeão e as suas raízes alentejanas num tema sobre aquilo que somos capazes de largar por amor.

Buba Espinho lança hoje “Enleado”, o seu novo single, já disponível em todas as plataformas digitais, quando estamos a 6 meses do seu grande concerto na MEO Arena a 27 de Fevereiro de 2027. Depois de “É Tão Grande o Alentejo” e de “Não É Tarde, Nem É Cedo”, com Miguel Araújo, este é o novo avanço do próximo álbum do artista, a editar brevemente pela Warner Music Portugal.

“Enleado” parte de uma história real, contada pela voz de quem a vê de fora. Quem canta não é quem está apaixonado, mas o amigo que percebe o que está a acontecer e tenta avisá-lo a tempo: “Venha cá meu amigo, não leve a mal, mas vou ter que lhe dizer”. É uma canção sobre aquele momento em que a paixão começa a falar mais alto do que a razão e alguém se torna capaz de deixar para trás rotinas, lugares e certezas por acreditar verdadeiramente numa relação.

A meio do tema está a frase que sustenta toda a canção: “um coração inquieto rouba espaço ao intelecto”. “Resume essa ideia de uma forma muito simples”, explica Buba Espinho. “Quando estamos apaixonados, nem sempre pensamos com a mesma clareza. Vamos atrás, largamos tudo num instante e acreditamos que vai correr bem.”

Há nessa entrega uma beleza e até uma ingenuidade, mas também uma enorme fragilidade, e é nesse contraste que “Enleado” vive. “Quando apostamos tudo numa pessoa e fazemos daquela relação o centro da nossa vida, também ficamos com muito mais para perder”, acrescenta o artista.

Musicalmente, o single é também um encontro. A guitarra portuguesa de Bruno Chaveiro e o acordeão de João Frade juntam-se à guitarra nylon do próprio Buba Espinho e à guitarra eléctrica de Eduardo Espinho, num tema cuja produção é assinada por Buba Espinho, Diogo Seis e Eduardo Espinho.

“Eu venho do Alentejo e essa raiz vai estar sempre presente na minha música, mas interessa-me cada vez mais explorar Portugal para lá do lugar de onde venho”, afirma o artista. “Nesta canção cruzámos diferentes géneros, ritmos e referências da música portuguesa, de norte a sul, deixando essas linguagens encontrarem-se de uma forma natural.” O Alentejo continua a ser o ponto de partida, mas “Enleado” pertence ao país inteiro.

O videoclip está também disponível desde hoje no YouTube. Com realização de Pedro Mkk e conceito do próprio Buba Espinho, o vídeo traduz em imagens a narrativa da canção.

Com dois álbuns editados e quatro Coliseus dos Recreios esgotados, Buba Espinho tem vindo a construir um dos percursos mais sólidos da nova música portuguesa, levando o Cante Alentejano e o Fado muito para além do lugar de onde partiu. Reúne hoje um consenso invulgar no panorama nacional, com uma obra que atravessa gerações e sensibilidades muito distintas.

A 27 de Fevereiro de 2027, sobe à MEO Arena para o maior concerto da sua carreira, num espectáculo pensado como uma celebração da sua história, da sua terra e de todas as pessoas que têm feito parte deste caminho.

Com “Enleado”, Buba Espinho abre o capítulo seguinte. O novo álbum, a editar pela Warner Music Portugal, chega em breve.

MXGPU COM NOVO SINGLE

 





















Depois de ‘the hush’, MXGPU (Moullinex & GPU Panic), continuam a nova era com ‘all the love’, um tema escrito para ser apresentado ao vivo pela primeira vez no espetáculo de estreia Live Over Porto. ‘’Ao evocar a vulnerabilidade mais crua do amor, percebemos que tínhamos encontrado uma energia poderosa e hipnótica. Todos dependemos do amor para sobreviver, e esta faixa celebra exatamente este sentimento." 

No coração da pista de dança, o duo afirmou-se como um dos atos ao vivo mais distintivos da música electrónica, oferecendo um espetáculo imersivo a 360° que remove quaisquer fronteiras entre o palco e público, com multidões esgotadas por toda a Europa, Ásia, América do Norte e do Sul.



MONSTA NO LAV-LISBOA AO VIVO A 18 DE DEZEMBRO



MONSTA sobe ao palco do LAV-Lisboa ao Vivo no dia 18 de dezembro para um concerto em nome próprio e com o novo EP "Espírito Maciço" na bagagem. Bilhetes disponíveis aqui.

Atualmente a viver uma fase de forte atividade criativa, ao terceiro EP lançado em 2026, MONSTA volta ao modo "FYNTA", ou seja, tudo na ofensiva para mostrar que é atualmente um dos melhores rappers em Portugal e Angola.

Com a consistência ao serviço da técnica, os três EP lançados por MONSTA em 2026, "FYNTA, "Mal Me Queres" e "Espírito Maciço", reforçam a sua versatilidade entre rap cru, melodia, introspeção e afirmação de rua.

Este concerto no LAV, cruza esta nova etapa com temas centrais do seu percurso, incluindo “KAYA” e “Tá Brinka Com Kem”, dois dos singles mais ouvidos do seu catálogo, onde a dimensão colaborativa com nomes como Deezy, Prodígio, NGA e Don G, ajudou a consolidar o seu lugar no hip-hop lusófono.

Com uma identidade intensa, direta e reconhecível, MONSTA apresenta uma viagem pela sua evolução artística, entre barras afiadas, refrões fortes e a energia de quem continua a ocupar um território próprio no rap em português.

Sobre Espírito Maciço (EP)

Espírito Maciço” é o novo projeto de Monsta (alter-ego do rapper luso-angolano Luís Anderson) que retrata a jornada de um soldado como metáfora para a vida. Assim como um militar enfrenta inúmeras batalhas para conquistar a sua graduação, o ser humano também percorre caminhos repletos de desafios, sacrifícios e superação em busca da sua evolução.

Cada batalha representa um obstáculo vencido, cada cicatriz simboliza uma lição aprendida e cada conquista é resultado da disciplina, da perseverança e da força interior. Neste projeto, o soldado não luta apenas contra inimigos externos, mas também contra os seus próprios medos, limitações e incertezas.

A graduação torna-se, assim, o símbolo do reconhecimento conquistado através da resiliência, da coragem e da determinação. “Espírito Maciço” transmite a mensagem de que o verdadeiro crescimento nasce da capacidade de permanecer firme diante das adversidades, mantendo a honra, a disciplina e a convicção de que cada batalha vencida fortalece o espírito.

MONSTA

18 de dezembro – LAV – Lisboa Ao Vivo

Abertura de portas: 21h00
Início de espetáculo: 22h00

BILHETES*: 18, 20 e 22€

*Os bilhetes estão divididos em três fases distintas de vendas.
Cada uma tem um número limitado de bilhetes disponível.

BILHETES À VENDA EM TICKETLINE.PT E LOCAIS HABITUAIS.

NOVO SINGLE DE CASSETE PIRATA

 

















© Pedro João

A nova canção de Cassete Pirata já está disponível em todas as plataformas digitais, acompanhada por um vídeo construído a partir de imagens de verão enviadas pelos seus fãs.

“Sou Gente Outra Vez” é o segundo single de avanço do quarto longa duração da banda que, este ano, comemora dez anos de vida. Depois do single “Abismo” (o primeiro tema revelado), os Cassete Pirata trazem-nos, com esta nova canção, uma reflexão sobre a angústia da produtividade, questionando a nossa obsessão em ocupar o tempo e o que realmente lhe dá significado.


Pelas estrofes, “Sou Gente Outra Vez” percorre o quotidiano de uma vida repleta de tarefas mas esvaziada de sentido. Entre os disfarces do artista e do professor e “os andaimes do humor”, sucedem-se os papéis, as obrigações e as ocupações que preenchem os dias sem necessariamente lhes dar substância.

Em contraponto, a canção encontra significado num outro tempo: aquele que é efetivamente vivido. O tempo dos “corpos salgados” e dos “beijos molhados”, dos momentos em que a produtividade deixa de ser medida pelo que se fez e passa a sê-lo pela experiência de estar vivo, de estar com os outros e de guardar memória desses instantes.

É precisamente desse lugar que nasce também o vídeo de “Sou Gente Outra Vez”. Respondendo a um apelo lançado pela banda, muitos fãs partilharam imagens deste verão - instantes com amigos, mergulhos, paisagens desconhecidas, encontros. O resultado é um manifesto coletivo àquilo que realmente vale a pena e nos torna gente de carne e osso.
“Há uma certa ideia de que um dia preenchido é necessariamente um dia bem passado, e esta canção nasce um pouco da vontade de contrariar isso. No fundo, fala sobre a diferença entre ocupar o tempo e vivê-lo - e foi muito bonito ver essa ideia aparecer nas imagens que as pessoas nos enviaram”, explica Pir, vocalista, guitarrista e compositor dos Cassete Pirata. “A frase ‘o passado é o presente que se fez’ resume a única verdade que importa, a de desfrutarmos cada momento presente.”

O novo álbum será lançado a 30 de Outubro, dando continuidade a um percurso que, ao longo de uma década, tem feito dos Cassete Pirata uma das propostas mais singulares da pop e do rock cantados em português, cruzando a energia da banda com uma escrita atenta às inquietações, contradições e afetos do quotidiano.

O espetáculo CASSETE PIRATA - 10 ANOS vai estrear já em palco no Festival Rock & Dão, em Viseu no dia 18 de Setembro; passando depois pelo Lustre em Braga, dia 24 de Outubro; a 14 de Novembro pelo Teatro da Covilhã e pelo Capitólio, em Lisboa, dia 28 de Novembro (bilhetes à venda aqui).

TERRA INCÓGNITA LEVA MÚSICA AOS AçORES


Artistas convidados, bandas filarmónicas e projetos locais encontram-se em três ilhas dos Açores para uma nova edição do Terra Incógnita, que acontece a 10 de outubro em São Miguel, a 24 de outubro nas Flores e a 15 de novembro na Graciosa.

Em 2026, o Terra Incógnita propõe novos encontros entre território, música e comunidade, expandindo o seu programa para três ilhas do arquipélago dos Açores. Ao longo de três momentos, artistas convidados desenvolvem residências artísticas em colaboração com bandas filarmónicas locais, num processo de criação que culmina numa apresentação pública integrada no próprio território.

A edição deste ano assinala também uma expansão do formato do Terra Incógnita. Ao habitual trilho sonorizado e à Conversa Incógnita juntam-se, agora, um momento gastronómico protagonizado por projetos locais e uma proposta de artistas ou projetos de cada ilha. Assinalando os 50 anos da Autonomia dos Açores, o projeto cruza artistas contemporâneos e filarmónicas nos trilhos naturais, transformando a paisagem em palco e espaço de diálogo entre tradição e novas linguagens O Terra Incógnita celebra a identidade, a diversidade e o património açoriano, convidando diferentes gerações a caminhar pelos caminhos da Autonomia.

Em São Miguel, o artista Artur Carvalho estará em residência com a Filarmónica Minerva de Ginetes. O encontro culminará no dia 10 de outubro, num programa que convida o público a percorrer o território através de um trilho sonorizado, assistir à apresentação da residência e participar numa Conversa Incógnita com os artistas envolvidos. A experiência prolonga-se com um piquenique proporcionado pelo projeto Terra Fogo, e inclui uma performance e oficina que junta Rubén Monfort e um dos elementos das Despensas de Rabo de Peixe.

Nas Flores, a residência junta a artista galega Carme López à Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios, num encontro que terá lugar a 24 de outubro. O programa inclui o trilho sonorizado, a apresentação da residência e uma Conversa Incógnita com os artistas, com comida a cargo de Piqueniques ao Entardecer. A dimensão artística local será assegurada pelo coro feminino Cantarilhas, convidado a criar um concerto especialmente pensado para este momento.

A 15 de novembro, o Terra Incógnita chega à Graciosa, onde a pianista Joana Gama desenvolverá uma residência com a Filarmónica Recreio dos Artistas. À semelhança das restantes ilhas, o público será convidado a atravessar o território através do trilho sonorizado e a conhecer o resultado da residência, antes de uma Conversa Incógnita com os artistas. O encontro termina à mesa, com o projeto 3 Marias, e com um momento musical pelo grupo graciosense ComCordas.

Mais informações e bilhetes em terraincognitapdl.com.

O Terra Incógnita é um projeto apoiado pelo Fundo de Fomento Cultural, República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto e Direção Geral das Artes.