terça-feira, 19 de março de 2019

NO PLANO B










JUSEPH

Movidos das encostas do vale, Vale de Cambra, Portugal, a jornada de JUSEPH começa em finais de 2009 quando três rapazes decidem fazer uma jam numa pequena sala de ensaio. Apenas duas guitarras e bateria! Mais tarde Pedro Bastos ocupa o lugar de baixista. Em 2013, JUSEPH lança o primeiro disco oficial, produzido, misturado e masterizado por Makoto Yagyu, com ajuda de Fábio Jevelim, no Black Sheep Studios. Lançado por edição de autor em Setembro de 2013, “Novae” é um EP que conta a história da banda desde o seu início até a essa fase atual! Preparados para tocar ao vivo, iniciam uma série regular de concertos em finais de 2013 que só viram o seu fim em finais de 2014. Durante esse tempo na estrada, JUSEPH partilhou palcos com várias bandas nacionais e internacionais, Catacombe, Katabatic, Process of Guilt, Englemaker, I Am Curse, Kadavar, entre outros.

Em 2015, Rafael Soares entra na equação da banda como terceira guitarra e sintetizador, acabando por ser uma peça importante na composição do novo disco. No mesmo ano, JUSEPH toca no Amplifest (Converge, Alter of Plagues, Amenra, Metz, …) numa experiência sonora e visual juntamente com os Memoirs of Secret Empire.

Em Setembro de 2016, JUSEPH entra novamente em estúdio para gravação do seu primeiro longa duração no CAOS Armado Studios. Produzido, mixado e masterizado por Daniel Valente. “Óreida” traduz em pleno o terreno onde se move o som de JUSEPH. Um som grave aliado de melodias ora alegres, ora escuras, uma batalha sonora entre a destruição e a reconstrução! “Óreida” lançado em vinil pelas editoras, Wooaaargh (Alemanha), Regulator Records (Portugal) e Raging Planet (Portugal), a 1 de Fevereiro de 2019.

JUSEPH é uma banda de pós-rock carregada de esteróides!

http://juseph.bandcamp.com
http://youtube.com/jusephband

PROGRAMA DE 19/03/19

1 - Vítor Hugo - De mão dada ao pé de ti
2 - Noiserv - Un/done
3 - Cristóvan - Red lights (com Mariana Domingues)
4 - Isaura - Liga desliga
5 - Salto - Teorias
6 - Lusitanian Ghosts - The world
7 - Vulture - Now I now
8 - Museum Museum - Heartbreak, heartburn, heart attack
9 - Birds Are Indie - Go back
10 - Charanga - Memória corrompida (remistura Daily Misconceptions)
11 - OtrotortO - Letargia em ré menor

VULTURE - "NOW I KNOW"

PERFUME COM NOVIDADES




















Os PERFUME, constituídos por Tozé Santos nas vozes e guitarras, Nelson Reis no baixo, Rui Fernandes nos teclados e sax e Jorge Sousa na bateria e percussões; iniciam a 08 de Abril a sua Tour Acústica no Porto - Teatro Sá da Bandeira, tendo como pilar sustentativo o single "Vejo (Beijo)", que promete instalar-se nas principais ondas das frequências hertzianas já a partir do final do corrente mês...
 
 

CARLA PIRES EM ESPANHA E FRANÇA




















Festival "Jazz à Toute Heure" | 22 MAR | 20:30
Teatro Bergidum, Ponferrada | 29 MAR | 20:30

Carla Pires actua na 21ª edição do 'Festival Jazz à Toute Heure' que se realiza, entre 15 de Março e 14 de Abril, em nove cidades a sul de Paris, na região de Île-de-France. Pela primeira vez, o Festival abre as portas a um género musical diferente cabendo ao fado e a Carla Pires as honras desta 'inauguração'. O concerto terá lugar na Eglise de l'Assomption, em Milon-la-Chapelle, às 20:30 de sexta-feira, 22 de Março.

Na próxima semana, a 29 de Março, será a vez do Teatro Bergidum(Ponferrada) acolher Carla Pires para o último concerto antes das gravações do seu quarto trabalho, que terão lugar durante o mês de Abril no Atlântico Blues Studios em Paço de Arcos.

OTROTORTO COM NOVIDADES




















Três registos depois a explorar um universo partilhado os Torto chegam aos OtrotortO, uma nova roupagem do trio composto por Jorge Coelho, Jorge Queijo e Miguel Ramos e que revela uma novo ethos, imbuído por um pathos que já não caminha para novo. Posta de parte a urgência de dizer, a boçalidade da procura sobrepõe-se em Letargia em Ré Menor, o registo selado pela Lovers & Lollypops e onde o trio extrapola a audição como principal receptor de informação. Letargia em Ré Menor faz-se sentir e desdobra-se em estímulos tácteis e psíquicos que impactam para além do volume e andamento, manifestando-se em contenção asceta, repetições solenes e em narrativas envolventes. Em disco, surge como um conjunto de possibilidades; inevitáveis, no entanto, na expressão ao vivo, mas meras manifestações de um corpo maior, de uma narrativa mais arriscada e de uma força de vontade sobreposta à amperagem.
Os Torto já não são, mas transformaram-se. Jorge Coelho, Jorge Queijo e Miguel Ramos partiram da mesma função de origem do rock, uma equação de guitarra, baixo e bateria, mas seguiram numa direcção nova dentro do território que trilharam minuciosamente na outra vida. Essa direcção define-se como OtrotortO, um palíndromo que desafia o funcionamento circular das estruturas musicais com a experiência acumulada de quem pode viver ociosamente, de quem não tem urgência de partir, mas vive com vontade de chegar.

otrotorto contesta a composição do rock a um nível atómico, a relação entre os seus elementos, e trá-la até ao novo registo, Letargia em Ré Menor. Trata-se de um acordo celebrado por três cavalheiros sobre como progredir num território cartografado em conjunto, em que a variação de estados e a gestão das instabilidades materiais são feitas com minúcia e desenvoltura maturadas. Com precisão cirúrgica, OtrotortO passam de momentos fluídos, de expansões repentinas e iminentemente gasosas, para uma compressão de elevados níveis de energia, revelando momentos de tensão ascetas e quase dolorosos. Momentos de volumes altos sucumbem sobre si e tornam-se em ensaios sobre autocontrolo, revelando a força pela intenção e pelo método em oposição à falta de domínio; os momentos explsoviso são libertações de tensão que sustentam toda a estrutura e a prolongam no tempo.

Letargia em Ré Menor é a metáfora sonora dos OtrotortO sobre a potência da compreensão, da contenção, da gravidade enquanto força e dos efeitos de se lhe sucumbir em livre-arbítrio, usanda-o como amplificador de vontades, de movimento e dos efeitos da sua ausência. É, ainda, uma porta de entrada para esta novo movimento num território que nos apresentaram ao longo da sua actividade conjunta, uma demonstração das suas possibilidades e dos seus caminhos, que terá uma expressão ao vivo distinta, mas complementar.

MULHERES - "PURGATÓRIO"

MANEL CRUZ AO VIVO












“Vida Nova” de Manel Cruz vai ser apresentado ao vivo na Casa da Música, no Porto, dia 28 Abril, e dia 1 de Maio no Capitólio, em Lisboa. Com edição marcada para 5 de Abril, o novo disco do ex-vocalista dos Ornatos Violeta, Pluto, Foge Foge Bandido e Supernada é editado pela Turbina, o selo independente através do qual também foi lançado Foge Foge Bandido.

"Ainda Não Acabei", "Beija-Flor", "Cães e Ossos" e o mais recente "O Navio Dela" são os singles de apresentação de “Vida Nova”. Com letra, música e imagem de Manel Cruz, este disco - de edição limitada - é composto por 12 músicas e acompanhado por um livro cujo conteúdo é complemento da obra artística.
Em estúdio e ao vivo, Manel Cruz (voz, guitarra acústica, clarinete, percussões) partilha "Vida Nova" com António Serginho (percussão, piano, xilofone), Eduardo Silva (baixo, voz) e Nico Tricot (piano). Produzido por Manuel dos Reis, Manel Cruz e Nico Tricot, foi gravado por Manuel dos Reis no Estúdio do Pátio e masterizado por Nuno Mendes no El Estúdio.

“Vida Nova” marca o recomeço da uma nova fase na vida do músico e compositor. Consequência da vontade de voltar ao estúdio e aos palcos, depois de um hiato criativo, “Vida Nova” foi composto maioritariamente no ukulele. Um regresso às origens que agradou a Manel Cruz e resultou num punhado de canções que lhe permitem antecipar a edição de novos discos.

Os bilhetes para os concertos de apresentação de "Vida Nova" na Casa da Música e no Capitólio, agendados para as 21h30, já estão à venda e custam 15€.

segunda-feira, 18 de março de 2019

GYPOS EDITAM EP














 
Os GYPOS nascem em 2016, com os elementos da banda a viverem entre Coimbra, Lisboa e Leicester. Formado por Gil na voz e guitarra, Tony no baixo, Azul na guitarra e Fernas na bateria, é durante o ano de 2018 que se dá o encontro de todos em Lisboa o que permitiu um trabalho mais focado nas suas canções.

"Love to hate, Hate to love" é o EP onde encontramos o single "3 sundays in a week", ao qual se junta agora "Slovakian", gravado no estúdio HAUS, em Santa Apolónia. Fica assim marcada a sua estreia discográfica, em formato físico, onde a banda parte de influências do blues, do punk e do pós-punk para criar texturas densas de rock intenso, frenético e por vezes negro.

O concerto de apresentação será a 22 de Março, no Teatrão, em Coimbra, ao qual se seguirão outros, a anunciar em breve.
 

PROGRAMA DE 18/03/19

1 - Márcia e Dead Combo - Visões ficções
2 - Um Corpo Estranho - Sangue irmão
3 - Quartoquarto - Vazio
4 - LaGardère - Seja como for
5 - Via e Miguel Araújo - Já não sei quem sou
6 - Fado Lelé - Amor limão
7 - Corte - Rua do Conde Redondo
8 - Museum Museum - Heartbreak, heartburn, heart attack
9 - Birds Are Indie - We will never be
10 - Cinemuerte - Me, myself and i
11 - Her Name Was Fire - Specter
12 - Four to Six - Triggered
13 - Dead Men Talking - Where this forms

O GAJO AO VIVO


















O Gajo  vai estar esta terça-feira dia 19 de Março no Teatro da Trindade em Lisboa a abrir o concerto do Trio Joubran da Palestina. Este concerto está inserido no CIclo Mundos que é organizado pela Fundação INATEL.
O evento arranca às 21h e o bilhete custa 8€.

LAGARDÈRE LANÇAM HOJE NOVO SINGLE




















 
A banda lisboeta lança hoje o seu mais recente single, "Seja Como For", acompanhado também por um videoclipe, que mostra as diferenças entre a vida de uma criança que quer ser livre e dar largas à sua imaginação e um jovem que se encontra a si próprio e que se sente confortável na sua pele.

LaGardère continuam assim a prestar a sua homenagem a Henri de LaGardère, artista incompreendido e esquecido nas barbas do tempo.
https://as-de-espadas.lnk.to/sejacomofor

A música foi gravada por Tiago Canadas e Vitor Gomes Teixeira (ex-ALICE,ex-Moda Americana) nos Poison Apple Studios, em Lisboa. A produção, mistura e master ficaram a cargo também de Vitor Gomes Teixeira, que já acompanha a banda desde o seu inicio. A mesma já se encontra em todas as plataformas digitais e podem ouvir/ver através deste link:
Videoclipe produzido por Black Balance
Ideia e conceito: LaGardère, Bernardo Alexandre e André Cenoura
Realização: Bernardo Alexandre
Câmara : Bernardo Alexandre
Iluminação: Afonso Matos e Bernardo Alexandre
Assistentes: Afonso Matos e Bruno Garcia
Edição: Bernardo Alexandre

Sobre a banda:

Henri de Lagardère nasceu em Zurique em 1898. Durante a sua adolescência conheceu Camila Casali, uma pianista brasileira com quem desenvolveu uma forte amizade e que lhe deu a conhecer um novo estilo musical que mudaria drasticamente a sua vida, o Ragtime.

 Aos 25 anos, depois de ter passado muito tempo isolado a tocar este estilo musical ao piano, Lagardère sentia um enorme desespero por ninguém mostrar interesse pela sua música. É então que decide ir para o Brasil tentar a sua sorte, com o nome artístico LaGardère. Consegue fazer algumas actuações ao vivo em vários cabarets, mas acaba por desistir das suas ambições musicais graças à influência nefasta de Amiguinha, uma bailarina de Charleston com quem se casou.

 Depois de se afastar da música, mergulha numa pesada depressão que dura quase até ao final da sua vida. Aos 118 anos, conhece Malandro, um flautista lisboeta por quem desenvolve uma grande obsessão e que o leva a viajar até Lisboa. Na chegada, LaGardère, já muito debilitado pela idade, é deixado no hotel Sheraton. Ao ver o piano da recepção, e achando que não havia ninguém ali, sentiu-se livre para tocar uma das suas velhas músicas. Quando acaba de tocar é surpreendido pelo aplauso fervoroso de três jovens músicos que tomavam uma água de côco num canto escondido do hotel. O velho pianista não resistiu à emoção dos aplausos e caiu morto em cima do piano.

 É então que Yann Vaz da Silva, João Sampayo e Carlos Noronha, sentindo-se culpados pela morte de LaGardère, decidem dedicar as suas vidas a difundir as suas músicas perdidas.
 

AGENDA BAIRRO DA MÚSICA



 





02 MAR> Jorge Palma com Orquestra de Jazz de Leiria @ Teatro José Lúcio da Silva (esgotado)

03 MAR> Jorge Palma com Orquestra de Jazz de Leiria @ Teatro José Lúcio da Silva (data extra)

09 MAR> Jorge Palma @ Quartel das Artes Dr. Alípio Sol (esgotado)

20 MAR> Jorge Palma @ Culturgest (esgotado)

23 MAR> Jorge Palma - "Expresso do Outono" @ Casino de Chaves

29 MAR> Jorge Palma - Isto tudo para dizer o quê? @ Cineteatro Alba

30 MAR> Jorge Palma @ Cine-Teatro Garrett

12 ABR> Blind Zero @ a anunciar

12 ABR> Pedro Moutinho @ São Luiz Teatro Municipal

18 ABR> Blind Zero @ a anunciar

20 ABR> Blind Zero @ Santa Eufémia

24 ABR> Jorge Palma @ Setúbal

25 ABR> Jorge Palma @ a anunciar

26 ABR>Jorge Palma - "Expresso do Outono" @ Cine-Teatro Avenida

27 ABR> Jorge Palma @ a anunciar

04 MAI> Blind Zero @ a anunciar

04 MAI> Jorge Palma @ Maia Music Fest

10 MAI> Jorge Palma - "Expresso do Outono" @ Centro Cultural Vila Flor

08 JUN> Jorge Palma - "Só" @ Coliseu Micaelense

HOMENAGEM DUO OURO NEGRO














Em 2019 passam 60 anos sobre a chegada a Portugal do Duo Ouro Negro. Recordamos a grande viagem dos ritmos e dos instrumentos tradicionais angolanos empreendida por este grupo, magnificamente conceptualizada no seu álbum Blackground.

Editado pela Valentim de Carvalho a 17 de Março de 1972, Blackground foi alvo em 2018 de uma reedição especial pela Armoniz, limitada a 500 exemplares numerados {link}.

O Museu Nacional de Etnologia, a Valentim de Carvalho e a Armoniz celebram esta longa viagem do folclore de Angola, prestando homenagem aos que idealizaram esta obra singular e aos que contribuíram para a sua realização.
Uma conversa, com momentos musicais ao vivo evocativos de Blackground, moderada por João Carlos Callixto e Mário Lopes.

Com presença e actuação dos músicos Alcina Santos, Bonga, Carlos Sanches, Eduardo Nascimento, Fernando Girão, Garda, Lavoisier, Luís N'Gambi, Odete Cruz e Vum-Vum.

A sessão decorre no Museu Nacional de Etnologia (Av. Ilha da Madeira, 33 - Restelo, Lisboa. T: 213041160).

4 ABRIL 2019 / 18:00 / ENTRADA LIVRE

LINK PARA EVENTO OFICIAL »

NOVO SINGLE DE UM CORPO ESTRANHO

“Sangue Irmão” é o segundo tema divulgado do novo disco Homem Delírio pela dupla Um Corpo Estranho, com apoio da Fundação GDA e com edição prevista para 22 de Março pela Malafamado Records.

Depois do primeiro single e vídeo “O Estrangeiro” já disponível nas plataformas digitais, João Mota e Pedro Franco, abrem os bastidores a todo o processo que envolveu o novo trabalho de originais num segundo vídeo, populado pelas várias intervenções de artistas locais que a banda compilou ao longo do processo.

“Tudo começa nas canções e nas letras, sendo que, durante a composição, surgiram vários personagens, arquétipos e paisagens, dando-nos, desde cedo, a noção de que este trabalho tinha de ser dilatado para fora da nossa esfera habitual. Quisemos alargar a música a outras vertentes artísticas e lançámos o desafio a cada parte envolvida. Havia a preocupação de procurarmos uma linguagem comum, ao mesmo tempo que incentivávamos a liberdade criativa de cada interveniente.”

A ilustração da artista plástica Rita Melo para a capa do disco foi o ponto de partida, dando uma cara e uma personalidade ao Homem Delírio, no fundo, a entidade-narradora que nos acompanha ao longo dos temas. Rita Melo está representada em várias colecções públicas e privadas, expõe individual e colectivamente desde 2004 e tem representado Portugal internacionalmente em diversos projectos. O realizador António Aleixo (com o apoio da Garagem produções e Souza Filmes) fez a interpretação visual do primeiro single e ligou-o com a ilustração e com a temática da letra, dando origem ao vídeo interpretado por João Bordeira.

Homem Delírio, produzido por Sérgio Mendes contou ainda com a participação musical de Celina da Piedade (acordeão) e Paulo Cavaco (piano). Todo este processo foi acompanhado e documentado através da lente dos fotógrafos Rui David, Xetubre e André Areias.

“Por fim a ideia alastrou-se ao tipo de espectáculo ao vivo que iríamos dar. Sentimos que este disco pedia mais do que o formato habitual de concerto. Lançámos o desafio ao Ricardo Mondim, com quem já tínhamos trabalhado anteriormente, e começámos a criar o que vai ser o universo cénico do disco. No fundo, cada trabalho é separado e tem uma expressão própria, sendo que cada peça, vídeo, música, espectáculo e ilustração servem para contar uma versão da estória deste disco.”

Sobre a estreia ao vivo, anunciada para dia 11 de Maio no Teatro São João em Palmela, a dupla avança que será um espectáculo que alia o teatro físico e a dança à música do disco. Será interpretado pelos próprios membros da banda e Ricardo Mondim, a quem cabe também a encenação e o conceito plástico da peça. Homem Delírio é uma narrativa sem texto, para além das letras das canções, que parte da premissa de um universo distópico, em que Abelâmio, a personagem central, se move por entre ruínas e escombros de uma civilização caída, e se vê obrigado a reinventar o sonho e a esperança, respigando, pelo caminho, objectos e memórias de um passado esquecido, dando vida a elementos e figuras fantásticas que populam o seu imaginário. A produção cabe à Passos e Compassos tendo os figurinos ficado a cargo de Zé Nova, e conta percorrer o país ao longo deste ano.

Homem-Delírio é o 3º disco de canções de Um Corpo Estranho, 6º no percurso total do duo, que conta já, também, com três bandas sonoras para os bailados, A velha Ampulheta, Qarib e A Almofada da Paula, este último baseado na obra da pintora Paula Rego.

Neste novo registo o duo explora um universo mais introspectivo e intimista, apoiando-se numa poética inspirada no surrealismo e no teatro do absurdo, envolvendo os oito temas que o compõem em camadas ambientais mais densas que nos discos anteriores. Homem Delírio é, segundo a banda, um disco de ruptura com os universos dos discos anteriores, uma viragem necessária na sonoridade que tem vindo a caracterizar o projecto, ao mesmo tempo que assume uma aproximação ao lado mais ambiental que a dupla tem vindo a explorar nas composições para bailado, num assumido namoro ao terreno das artes plásticas e performativas.

Finalistas do Prémio José Afonso em 2015, escrevem em conjunto canções em português e têm vindo a compor para curtas metragens e peças de dança/ teatro físico.

Após dois discos, De Não Ter Tempo (2014) que conta com a participação de Celina da Piedade e inclui uma versão de um tema de Madredeus (acreditado por Pedro Ayres Magalhães) e Pulso (2016), considerado por alguma imprensa especializada como um dos melhores discos nacionais do ano (Santos da Casa RUC, Certeza da Música, No Sólo Fado), os Um Corpo Estranho estão de volta.

www.umcorpoestranho.com
www.facebook.com/umcorpoestranho
https://www.instagram.com/umcorpoestranho/
https://open.spotify.com/artist/1cQWwZEu8SXlZi89WEQgTv
https://umcorpoestranho.bandcamp.com   

O AVISO PRÉVIO DE K.OTIC




















Depois de "Instrução Mental Vol.1" - o trabalho de estreia de K.Otic - e da apresentação solta de alguns single que compõe este EP, com o selo da Cash Rules, editora que fundou com o rapper Silva G. É esta dupla que apresenta agora Aviso Prévio.

Alinhamento:
1 - Old School
2 - Aviso Prévio (feat. FdAN & Nameless)
3 - T.C.D.O.
4 - 2655
 5 - Sensacional (feat. Pródigo)
6 - Capa de Revista (feat. P.R.O.U.D)
 
Alexandre Diogo, natural da Ericeira, começou o seu percurso musical a tocar bateria numa banda, mas tudo mudou quando se apercebeu das infinitas possibilidades que a MPC, mais concretamente a MPC Touch, lhe dava.

Se uma primeira audição não o confirmasse, K.Otic contou, em conversa com o Rimas e Batidas, que é influenciado por nomes como J Dilla, Sam The Kid — o seu primeiro disco de hip hop foi o Pratica(mente) –, Madlib, Wu-Tang Clan ou Public Enemy.

Com boom bap a correr-lhe nas veias, o produtor também revelou que gostaria de trabalhar com nomes portugueses das mais variadas gerações, colocando Slow J, Praso, Blasph, Dillaz, Mundo Segundo, Chullage ou Estraca no topo das preferências.

(entrevista de Alexandre Ribeiro)

BEAT FEST 2019























BEAT FEST 2019 | 2ª edição | de 1 a 4 de Agosto
Comenda - Gavião

Gabriel o Pensador, Boss AC e Wet Bed Gang são as primeiras confirmações no cartaz!

Depois do sucesso da sua estreia em 2018, o BEAT FEST está de regresso para a sua 2ª edição entre os dias 1 a 4 de Agosto.

O novo Festival do Alentejo volta a ter lugar em Comenda, na vila de Gavião (Portalegre) e promete celebrar o melhor da cultura hip hop com um cartaz fortíssimo que assegura a presença de alguns dos mais aplaudidos artistas nacionais e internacionais deste género musical.

Os primeiros nomes anunciados para o cartaz do BEAT FEST 2019 são Gabriel o Pensador, Boss AC e Wet Bed Gang.

NOVO SINGLE DE CRISTÓVAN




















Açores. Juventude. Música de qualidade. Prémios internacionais. Canções em filmes e publicidade. O que existe de comum em tudo isto? O músico Flávio Cristóvam, mais conhecido por Cristóvam.

Cristóvam, nascido na ilha Terceira, desde cedo quis fazer música, fazer parte desse mundo e sempre pensou em além fronteiras.

Daí ter concorrido ao famoso e muito exigente International Songwriting Competition com o tema "Faith & Wine". De entre mais de 1600 músicas e com um painel de jurados onde figuraram nomes como Tom Waits e Grant Lee Phillips, Cristóvam ganhou o primeiro lugar no concurso na categoria de melhor artista sem contrato discográfico. Feito inédito.


Antes, já em 2015, inicia-se o processo de gravação do disco de estreia "Hopes & Dreams" nos estúdios Namouche. No entretanto, temas de Cristóvam chegam até ao realizador Pedro Varela que logo inclui o tema "Bruning Memories" no filme a Canção de Lisboa. Campanhas publicitárias seguem-se no curriculum.

Em Setembro de 2018 é editado "Hopes & Dreams" com o single de avanço "Faith & Wine". Chega hoje às plataformas digitais, rádios e televisões, o single "Red Lights".

domingo, 17 de março de 2019

13 fados 11/2019 (17MAR)

Um tema novo e na frente um novo número um

Saiu:
FUSÃO - Samuel Úria

Aproximam-se:
CHANGE - First Breath After Coma
À VONTADE - ProfJam com Finix MG
LITTLE OF YOUR TIME - Meera


13 (13) 02 NAZARÉ - Miramar
12 (08) 05 CRANBERRY AND THYME - Tape Junk
11 (12) 03 SEVEN DAYS - The Manchesters
10 (09) 02 WILD HORSE - Paraguaii
09 (11) 05 BALANÇA - Throes + The Shine
08 (04) 02 NINGUÉM ME AVISOU - Cavalheiro com Xana
07 (05) 04 UBER DRIVER - Mishlawi
06 (03) 02 O NAVIO DELA - Manel Cruz
05 (07) 04  I MISS MYSELF - Ivy
04 (06) 02 SANTA RITA LIFESTYLE - Conjunto Corona
03 (01) 02 AMOR, A NOSSA VIDA - Capitão Fausto
02 (--) 01 GHOST NOTES - Marinho
01 (02) 03 FADO PARA ESTA NOITE - Xinobi e Gisela João

Xinobi com Gisela João chegam à liderança e caiem os Capitão Fausto



Entre todos os votantes temos dois premiados
JORGE SANTOS
RITA PINTO
que serão contactados pela mesma forma como enviaram as votações

Votem, enviando 5 temas de bandas/artistas diferentes
para santosdacasa(a)ruc.pt
ou então por mensagem privada
para o facebook do santos da casa
e podem ganhar prémios

Nova tabela (12/2019) a 24MAR

sábado, 16 de março de 2019

PROGRAMA DE 16/03/19

1 - The SPiLL - Bitch is gone
2 - Kiltër - Dystopia
3 - O Amante Negro - Problemas
4 - Sardinhas com Bigodes - Praia de Algés
5 - Les Saint Armand - Uma forma de começar
6 - Paulo Praça - Sabes mãe
7 - Capitão Fausto - Boa memória
8 - Marinho - Ghost notes
9 - Golden Slumbers - New messiah 
10 - Baleia Baleia Baleia - E se o diabo quiser
11 - Carne Pa Canhão - Síndrome de revolta
12 - Ditch Days - Even if you know (feat Terry vs Tori)
13 - Tomara - Favourite ghost
14 - Nicotine's Orchestra - Over you