quarta-feira, 16 de setembro de 2026

NOVO SINGLE DE PRIMATA

 

















"Não está tudo bem” é o novo registo de PRIMATA, projeto a solo de Abel Raposo sediado em Setúbal. Com lançamento previsto em CD para meados de Outubro através da editora independente ANTI-DEMOS-CRACIA, o trabalho assinala o regresso de uma das figuras de referência do panorama alternativo e experimental português. 

Abel Raposo fundou em 1981, juntamente com Eurico Coelho, os HIST, grupo amplamente apontado pela crítica e por plataformas independentes como um dos pioneiros da música industrial em Portugal. A identidade sonora dos HIST destacou-se pela fusão de guitarras e batidas mecânicas com ambientes eletrónicos e pontuais influências étnicas, resultando num som cru, orgânico e compulsivo.

O novo trabalho resgata grande parte dessa herança concetual e foi desenvolvido ao longo de alguns meses. O álbum “Não está tudo bem” constrói-se em torno de oratórias e discursos humanitários de figuras como Elie Wiesel, Greta Thunberg, Harvey Milk, John Boyega, José Soeiro, Malala Yousafzai, Martin Luther King, Maya Angelou e Nelson Mandela, aos quais Abel Raposo confere uma nova identidade através do seu universo sonoro.

Para já e como tema de avanço ao álbum, podemos escutar a partir de sexta-feira no Bandcamp da ADC – “How Dare You”? (Oradora: Greta Thunberg).

ANTI-DEMOS-CRACIA
https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/n-o-est-tudo-bem

TIAGO SOUSA COM NOVIDADES





















Há um álbum que está em fase de pré-produção e cujos temas serão estreados no Barreiro, há um novo espectáculo em colaboração com a Orquestra Sem Fronteiras, Joana Patrão e Joana Bértholo e há a estreia de um novo duo com a Aida Rosa que resulta de uma actuação que fizemos em Abril passado.

25 de Setembro
Sala 6, Barreiro

Sala 6, Rua Salvador Correia Sá 6, Barreiro
25 de Setembro
22h
Bilhetes à porta

Sinopse:
Tiago Sousa, pianista, organista e compositor autodidata, a construir um percurso musical marcadamente minimalista e contemporâneo em discos como A Thousand Strings (Discrepant), Ripples on the Surface (Holuzam), Insónia (Humming Conch) ou Organic Music Tapes (Sucata Tapes). Este concerto na Sala 6 irá revelar novas composições que farão parte do próximo álbum, a ser editado em Janeiro pela Sucata Tapes com o título Sustained Tones vol 2.

O Tempo dos Rios

Música, cinema e literatura vão encontrar-se para abordar os rios não apenas enquanto elementos da paisagem, mas também como património ecológico, cultural e poético.

O espetáculo “O Tempo dos Rios” está marcado irá acontecer em diferentes palcos do país e terá direção artística do maestro Martim Sousa Tavares e interpretação da Orquestra Sem Fronteiras (OSF).

A proposta passa por criar uma experiência em que diferentes formas de expressão artística se complementam para refletir sobre a ligação entre as pessoas, o território e a natureza.

A componente musical parte da obra de Tiago Sousa, compositor e multi-instrumentista cuja criação tem referências recorrentes à água e aos movimentos naturais. As composições serão reinterpretadas e desenvolvidas pela Orquestra Sem Fronteiras, num processo de cocriação que envolve o próprio compositor e os músicos presentes em palco.

Ao concerto junta-se um filme mudo original da realizadora Joana Patrão, criado especificamente para “O Tempo dos Rios”. As imagens acompanharão a música ao longo da apresentação, estabelecendo uma narrativa visual em diálogo com aquilo que acontece em palco.

A literatura completa o encontro entre disciplinas através da participação da escritora Joana Bértholo, autora de obras como Ecologia. A autora fará a leitura de textos e excertos inéditos relacionados com os rios, a paisagem e a forma como as comunidades se relacionam com o território.

À frente do projeto estará Martim Sousa Tavares, maestro, programador artístico e divulgador cultural. Formado em Ciências Musicais e Direção de Orquestra, estudou em Portugal, Itália e Estados Unidos, onde foi bolseiro Fulbright. É fundador da Orquestra Sem Fronteiras e diretor artístico da Orquestra do Algarve e do Festival de Sintra.

Fundada em 2019 e sediada em Idanha-a-Nova, a Orquestra Sem Fronteiras desenvolve grande parte da sua atividade no interior do país, procurando criar oportunidades para jovens músicos e aproximar populações de territórios de baixa densidade da música e da criação artística.

Com “O Tempo dos Rios”, a NOVA FCT recebe assim um espetáculo que utiliza a criação artística como ponto de partida para colocar a natureza e a consciência ecológica no centro da reflexão.

2 de Outubro às 18h
Grande Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia, 2829-516 Caparica

3 de Outubro
Antiga Cerâmica Arganliense, Rua Cidade do Rio de Janeiro, Bairro Sobreiral, 3300-145 Arganil

10 de Outubro
Alandroal, Local a confirmar

5 de Novembro
Muzeu, Praça Mun. 62, 4700-435 Braga

A Trova é a arte de acomodar o infinito nos limites de um grão de areia. Fernando Pessoa escreveu que "a trova é o vaso de flores que o povo põe à janela de sua alma." Aida Rosa e Tiago Sousa, revisitam e reinventam temas de Fernando Lopes-Graça, Grupo de Acção Cultural, Zeca Afonso, entre outros, de maneira idiossincrática, exploratória e improvisativa. O mote lançado num recente concerto de celebração do 25 de Abril interpreta canções como Acordai, Cantiga Sem Maneiras ou Os Fantoches de Kissinger. Perpassadas por uma intenção fluida e livre, canção em campo aberto, para lá de identidades fixas e formas rígidas. oportunidades para a espraiar a imaginação e criatividade sem peias.

Um concerto entre memória, liberdade e experimentação sonora, este encontro propõe uma reflexão artística sobre o património da cantiga popular portuguesa, cruzando criação contemporânea com repertório de intervenção.

22 de Outubro às 21h
B.O.T.A.
Largo Santa Bárbara 3 D, 1150-287 Lisboa

terça-feira, 15 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 15/09/26

1 - Sci Fi Industries - Diminuendo
2 - The Black Archer - Senka
3 - Necro - Cold cut
4 - Uncanny Chamber - Dark eyes
5 - Wolf X - House of gost
6 - Eden Synthetic Corps - Soothe
7 - Jorge Palma - Eterrnamente tu
8 - Cassete Pirata - Sou gente outra vez

9 - Murro - Bastonada
10 - Bizarra Locomotiva - Volúpia
11 - Kara Konchar - Apocalipse
12 - António Cova & Oko Yono - Linha do oeste
13 - Lisboa Negra - Morremos sós (electro mix)
14 - mARCIANO - Bissetriz
15 - The Dreams Never End - Para me levar

PEDRO CAZANOVA COM NOVO LANÇAMENTO





















Lançamento: 25 de setembro de 2026

Pedro Cazanova prepara-se para lançar “One World”, o seu novo single em colaboração com a cantora Zizy. Com uma produção eletrónica de forte vocação radiofónica, o tema combina energia, emoção e uma mensagem universal de união.

“One World” nasce da ideia de que, apesar das nossas diferenças culturais, sociais e geográficas, partilhamos o mesmo mundo. A interpretação de Zizy dá voz a essa mensagem, enquanto a produção de Pedro Cazanova transporta o tema para uma sonoridade contemporânea, criada tanto para a rádio como para as pistas de dança.

Com uma carreira marcada por sucessos nacionais e internacionais, Pedro Cazanova alcançou o primeiro lugar em nove países europeus com “Selfish Love”, tema licenciado em mais de 20 territórios. O produtor e DJ português conta também com lançamentos associados a editoras como Sony Music, Kontor e Spinnin’ Records.


“One World” será editado oficialmente no dia 25 de setembro de 2026.

NOVO SINGLE DE ÉME JAY






















“Medo de Estrelas Cadentes”
é o terceiro single de Éme Jay. A artista procura transformar um medo de infância numa reflexão sobre o inesperado, a imprevisibilidade da vida e o amor que nasce quando percebemos que não podemos controlar tudo.

A canção parte de um medo de infância de Éme Jay: as estrelas cadentes. Enquanto a família aguardava pelas noites de agosto para observar o céu, Maria Janeiro sentia perante aquele fenómeno uma inquietação provocada pela sua imprevisibilidade e pela impossibilidade de controlar a sua trajetória.

Anos mais tarde, essa memória ganhou um novo significado com a maternidade e a descoberta do autismo no seu filho mais velho. A partir dessa experiência, “Medo de Estrelas Cadentes” transforma o medo do inesperado numa reflexão sobre a vida, a incerteza e a necessidade de aceitar aquilo que não podemos prever ou controlar.

Musicalmente, o tema cruza pop alternativo com alguns traços de jazz, explorando uma sonoridade que acompanha essa dualidade entre fragilidade e intensidade. A interpretação de Éme Jay dá corpo a uma narrativa profundamente pessoal, mas que procura falar de uma experiência universal: aprender a lidar com o desconhecido. 

“Medo de Estrelas Cadentes” representa mais um passo na construção do universo artístico de Éme Jay, onde experiências pessoais, emoção e liberdade estética se encontram para criar canções próximas e honestas.

TONI PERES LANÇA "NOVA ARNICA"





















Quanto mais profunda a sombra, mais perigosa a verdade que nela se esconde. “Uma Verdade Tecida em Sombras” é o livro de estreia do Autor Pedro Subtil, que conta com uma banda sonora original do compositor e produtor musical Toni Peres.

“Nova Arnica”, com a participação especial do Coro da Orquestra Nova de Guitarras, é o hino oficial de uma nação em rota de colapso e o single de avanço do álbum composto por 15 temas que expandem o universo da obra de fantasia Jovem Adulto (YA), num cruzamento entre Steampunk, mistério e intriga política, e que será lançado no dia 21 de setembro.

BATEU MATOU AO VIVO













Faltam 3 dias para a Alameda da Universidade de Lisboa dar as boas-vindas aos estudantes com várias atividades e concertos grátis, incluindo do grupo Bateu Matou.

Ivo Costa, Riot e Quim Albergaria, formam o trio de sucesso, numa linguagem musical que cruza tambores e computadores, e com a experiência de produção onde conferem uma uma abordagem percussiva, fundindo lições do contemporâneo e das raízes. Com dois álbuns lançados desde 2021, a banda tem somado êxitos e participações nos maiores palcos do país.

ANTÓNIO ZAMBUJO E MIGUEL ARAÚJO SOMAM SETE DATAS ESGOTADAS NO REGRESSO AOS COLISEUS EM 2027

 



















Restam apenas os últimos bilhetes para os dias 05 e 06 de janeiro no Porto e 02 de fevereiro em Lisboa.

António Zambujo e Miguel Araújo já esgotaram sete dos dez concertos anunciados para o regresso aos Coliseus, em janeiro e fevereiro de 2027. Aos quatro esgotados registados uma semana após a abertura de vendas, juntam-se agora mais três noites: 07 de janeiro no Porto e 03 e 04 de fevereiro em Lisboa. Restam apenas bilhetes para 05 e 06 de janeiro no Coliseu do Porto AGEAS e 02 de fevereiro no Coliseu dos Recreios. São as últimas oportunidades para assistir a este regresso, que fica limitado às dez noites anunciadas, sem datas extra. Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais.

Dez anos depois dos históricos 28 Coliseus esgotados de 2016, António Zambujo e Miguel Araújo voltam a confirmar o estatuto de um dos maiores sucessos de bilheteira da música portuguesa. Em 2023, a dupla vendeu mais de 47 mil bilhetes nas Arenas de Lisboa e Porto. Agora, a procura volta a marcar o reencontro nas salas onde os seus concertos em duo ganharam outra dimensão.

É bem conhecida a cumplicidade entre os dois, dentro e fora do palco. Há dez anos era inevitável uma parceria entre ambos, que se traduziu em 28 datas de apenas as suas vozes e guitarras, onde partilharam com o público canções dos respectivos repertórios, algumas das quais compostas e escritas em conjunto, intercaladas com momentos de conversa. Ao longo destes anos, António Zambujo e Miguel Araújo lançaram diversos trabalhos que marcaram e continuam a marcar a música nacional, e que certamente vão enriquecer estes novos concertos em duo.

Para os que não conseguiram estar presentes nas temporadas anteriores, ou para os que querem voltar a viver o que só estes dois proporcionam em palco, o tempo para garantir bilhete é agora.

COLISEU DO PORTO AGEAS

05 de janeiro 2027
06 de janeiro 2027
07 de janeiro 2027- ESGOTADO
08 de janeiro 2027 - ESGOTADO
09 de janeiro 2027 - ESGOTADO

COLISEU DOS RECREIOS, LISBOA

02 de fevereiro 2027
03 de fevereiro 2027- ESGOTADO
04 de fevereiro 2027- ESGOTADO
05 de fevereiro 2027 - ESGOTADO
06 de fevereiro 2027 - ESGOTADO

BILHETES COLISEUS

O REGRESSO DE COELHO RADIOACTIVO





















Quatro anos depois do último lançamento, Coelho Radioactivo, projeto de João Sarnadas, regressa com o primeiro avanço para o seu quarto longa-duração. A canção chega ainda em setembro, antecipando um disco que será revelado posteriormente e marcando o retorno de um projeto iniciado em 2007.

O single inaugura também um novo capítulo num percurso iniciado por João Sarnadas em 2007, quando criou Coelho Radioactivo enquanto projeto de cantautor. Desde então, editou trabalhos como “Estendal” e “Canções Mortas”, além de vários singles e EP, e realizou mais de 150 concertos em Portugal.

Paralelamente, João Sarnadas tem desenvolvido atividade em diferentes territórios da criação musical. Faz parte de Flamingos, Well, Montanha e fundou José Pinhal Post-Mortem Experience. Integrou a Gentle Records e a Favela Discos na qual tem vindo a desenvolver grande parte do seu trabalho relacionado com a música experimental e improvisada. Como membro da Favela Discos fundou Milteto, Vive Les Cônes e Xula Velhos, participando na gestão da editora, programação e residências do colectivo, nomeadamente a residência no Café Au Lait entre 2015 e 2016. Tem vindo a desenvolver uma série de estratégias de improvisação e de abordagem à electrónica, focando-se na utilização do loop, do drone, da mesa de mistura como instrumento e do dub-master como papel em improvisos coletivos. Ainda com a Favela Discos tem vindo a desenvolver peças das quais se destacam "Desilusão Óptica", apresentada em Serralves em Festa e "2013: O Regresso" uma peça de ficção científica operática apresentada no understage do Rivoli em 2019. Tem participado ainda como compositor e sonoplasta em peças de teatro e dança como o “Espírito do Lugar” 4.0 & 5.0, “Feedback”, “Cratera” e “OU”, da companhia CRL - Central Elétrica, e “Sonâmbulo” de Ramon Lima. Em 2020 e 2021 lançou dois álbuns em nome próprio, The Hum e The Humm. Com Inês Castanheira criou ainda a identidade sonora do “Batalha - Centro de Cinema”.

Com “Fogo Artifício”, João Sarnadas recupera agora Coelho Radioactivo quatro anos depois para abrir caminho ao quarto longa-duração do projeto, começando pela faixa mais luminosa de um disco que deverá chegar já na penumbra.

LUCA ARGEL E JHON DOUGLAS APRESENTAM "NOVELAÇO"

 


















“Novelaço” revisita as canções que marcaram as telenovelas e a memória de várias gerações. Num espetáculo combinando música e narrativa, Luca Argel e Jhon Douglas celebram a ligação entre Portugal e o Brasil através de uma vibrante viagem musical.

A estreia ao vivo é já a 9 de outubro, na Casa Capitão, num concerto integrado na programação do MIL Lisboa

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Depois das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, é chegada a hora de celebrar o cinquentenário de outra revolução que deixou Portugal em transe. Durante seis meses o povo reunia-se toda noite em cafés e coletividades de norte a sul do país, por causa dela. Homens e mulheres, jovens e velhos, pobres e ricos, esquerda e direita, todos interrompiam o jantar, o serviço, e até as sessões da Assembleia da República para acompanhar este novo processo revolucionário, desta vez protagonizado por uma mulher: "Gabriela, Cravo e Canela". A primeira telenovela chegava em Portugal, e nós nunca mais seríamos os mesmos.

Nesse último meio século não houve forma mais democrática de contar histórias. Popularizada no Brasil e depois exportada em grande escala, em especial para o mundo lusófono, "Gabriela" foi apenas o primeiro de muitos títulos que marcaram gerações. Mesmo anos depois, as telenovelas deixam pegadas profundas na cultura: gírias e expressões são adotadas no dia a dia; roupas e cortes de cabelo entram na moda; tabus sociais ganham espaço no debate público; e, acima de tudo, novas músicas entram para sempre na banda sonora do país.

“Novelaço” é um concerto-portal, que nos transporta no tempo através das músicas mais inesquecíveis das novelas. Vindos de uma nova geração de artistas brasileiros que escolheram Portugal para viver, Luca Argel e Jhon Douglas têm reinventado a sua herança musical com novas influências, e neste projeto mergulham no ponto de contacto cultural mais intenso entre os dois países. E assim a novela se transforma no “Novelaço”.

«O público pode ir aquecendo a voz, porque vão cantar junto com a gente do início ao fim.»

Luca Argel

«O público vai ter a chance de resgatar memórias e sentimentos com os sucessos marcantes!»

Jhon Douglas

FICHA ARTÍSTICA

Luca Argel — Voz e Violão
Jhon Douglas — Voz e Violão

Luca Argel é um cantautor e escritor carioca, residente em Portugal há mais de 10 anos. Os seus projetos artísticos conciliam pesquisa histórica, ativismo político e experiências musicais que desconhecem fronteiras.

Concilia a atividade musical com a literária, com livros publicados no Brasil, Espanha e Portugal, tendo sido semifinalista do Prêmio Oceanos em 2017. Também escreve música para espetáculos de dança, cinema, e produziu programas de rádio e podcasts dedicados à música brasileira.

Tem seis álbuns editados, com os quais já circulou em digressão por Portugal, Espanha, França, Macau e Brasil, passando por palcos como Rock in Rio Lisboa, Théâtre du Châtelet, FMM Sines e Odette Casa de Cultura.

Jhon Douglas é um artista multidisciplinar que transita entre a música, as artes plásticas e a performance. Da Amazónia ao Paraná, passando pelo Paraguai e chegando a Lisboa, onde vive desde 2016, o percurso de Jhon Douglas é marcado pelo autodidatismo, pela cultura de rua e por uma permanente tensão criativa entre o natural e o urbano.

Em Portugal, afirmou-se como uma das vozes brasileiras mais singulares e ativas da cena contemporânea lusófona, ocupando palcos, galerias e festivais com uma obra que atravessa linguagens e se recusa a caber em categorias ou molduras pré-definidas.

Depois do EP "MATO" (2019), do álbum "Jhon Douglas JungleBoys & Maritacas" (2022) e do provocador "Artista Chinelo" (2024), Jhon Douglas inaugura, em 2026, uma nova etapa do seu percurso com "Jhon Douglas de Vilhena".

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

JÁ SE PODE OUVIR O NOVO SINGLE DOS AMEEBA

 



















Já se pode ouvir “Revolutionary Click”, o novo single dos AMEEBA!

O tema faz parte do terceiro álbum da banda, “Click on an app for morons to learn how to start a Revolution”, com lançamento agendado para o dia 25 de abril de 2027.

Disponível desde já no Bandcamp da ADC.

https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/click-on-an-app-for-morons-to-learn-how-to-start-a-revolution

PROGRAMA DE 14/09/26

1 - Margarida Campelo - Beijo de cabeça
2 - Rachel Bangs - Lies
3 - Forest Fires - Remains
4 - Tsunamiz - our love will self-destruct
5 - This Penguin Can Fly - Bravado
6 - PZ - O pack inteiro (feat António Zambujo)
7 - Buba Espinho - Enleado
8 - Cassete Pirata - Sou gente outra vez
9 - Jorge Palma - Minha senhora da solidão
10 - Segue-me à Capela - Cantiga da ceifa
11 - Daniel Pereira Cristo - Eram onze e dez, nem tanto (feat Norton Daiello & Luanda Cozetti)
12 - Ninfa - Água doce
13 - Bramma - Dá-me troco
14 - Monotronic - Memories of summer

XICO GAIATO ESTREIA-SE EM COIMBRA

 













Depois de uma pausa no início de agosto, o Teatrão tem estado a trabalhar sobretudo fora de Coimbra, com digressões de espetáculos a levar a companhia até à sessão de abertura do 28º Festival de Internacional de Teatro de Setúbal e ao arranque de programação do Novo Ciclo ACERT. Além disso, o Teatrão também esteve duas semanas em Sobral de São Miguel a trabalhar a sua próxima criação, “Tartufo”, a partir de Molière, que culminou numa apresentação que encheu a praça central da aldeia para este exercício.

Entretanto, a Oficina Municipal do Teatro (OMT) já recebeu dois festivais e, agora, vai retomar a atividade e dar início a uma nova temporada de programação. Este recomeço vai ser marcado na quarta-feira, dia 16 de setembro, às 22h, com concerto de apresentação do álbum de estreia Xico Gaiato na Tabacaria. Depois de se ter apresentado no Festival da Canção 2025 com “Ai Senhor”, o cantor, compositor e performer do Fundão dá um novo passo neste projeto a solo com o lançamento do primeiro disco, “A Cada Passo Que Dou”, editado a 10 de setembro pela Omnichord.

Ao longo de 40 minutos, “A Cada Passo Que Dou” explora as fronteiras entre a música tradicional portuguesa, a pop e a eletrónica contemporânea. Entre a mudança, a procura pela identidade e o confronto com o desconhecido, Xico Gaiato procura criar uma ligação próxima com quem o escuta através de canções intensas e frontais.

Os bilhetes têm um custo de 6€ e estão disponíveis na OMT, postos Ticketline ou online através de tinyurl.com/XicoGaiatoOMT

UNIVERSIDADE DE LISBOA APRESENTA ESPETÁCULO MÚSICO-LITERÁRIO











“Agora Dez” acontece no dia 01 de Outubro, às 21h, na Aula Magna da Universidade de Lisboa revestido de um espetáculo solidário que celebra os 10 anos da Associação Alumni com música, literatura e reconhecidos estudantes e alumni do panorama cultural nacional.

A 01 de outubro, pelas 21h, a Aula Magna é palco de um concerto que cruza música e literatura para comemorar os 10 anos da Associação Alumni ULisboa e o Dia Mundial da Música. “Agora Dez” conta com a direção artística de Martim Sousa Tavares, e a participação dos músicos Carolina Deslandes, B Fachada e Ana Bacalhau e dos escritores Joana Bértholo, Madalena Tamen, Teolinda Gersão e Lídia Jorge.

Esta é uma noite que eleva diferentes linguagens artísticas a uma experiência sensorial que dá corpo à palavra. A Orquestra Académica da Universidade de Lisboa sobe ao palco e é conduzida pelo maestro Martim Sousa Tavares num espetáculo que reúne alguns estudantes e alumni da Universidade de Lisboa do mundo das artes. As vozes de Carolina Deslandes, B Fachada e Ana Bacalhau vão interpretar quatro temas cada, enquanto acompanhados pela Orquestra. Os escritores Joana Bértholo, Madalena Tamen, Teolinda Gersão e Lídia Jorge vão fazer leituras de textos inéditos, escritos especialmente para este dia.

O início do concerto está previsto para as 21h00, com uma duração aproximada de 80 minutos, sem intervalo.

O evento é aberto a toda a comunidade, sujeita à limitação da sala e aquisição de bilhete, que poderá ser feito através da página oficial. O valor angariado reverte integralmente para as Bolsas Solidárias Alumni ULisboa, que apoiam estudantes de 1.º ciclo da U Lisboa.

 


O GAJO AO VIVO



















Mais um fim-de-semana com dose dupla!

Sábado dia 19 de Setembro às 21h30, O GAJO estará em Salvaterra de Magos para participar no ciclo "Música na Capela" que acontece na Capela Real e conta ainda com o lançamento do livro "Magos".

No domingo dia 20 de Setembro às 18h30, O GAJO estará em Estarreja (Aveiro) para um concerto inserido no ESTAU, Festival de Arte Urbana e acontece na Praça Francisco Barbosa.

PRÓXIMAS DATAS:
19 Setembro - Salvaterra de Magos
20 Setembro - Aveiro
25 Setembro - Castelo Branco
17 Outubro - Mafra
20 Novembro - Cine-Concerto - Castelo de Vide
21 Novembro - Odemira

IOLANDA EDITA ÁLBUM DE ESTREIA “QUEBRANTO” A 08 DE OUTUBRO





















Foto: Sara Albuquerque

IOLANDA acaba de anunciar a edição de “Quebranto”, o seu álbum de estreia, no dia 08 de outubro. Antecipado por “Olha P’ra Ela”, “Responso” e “Noite Inteira”, o disco que reúne 13 faixas, marca uma nova etapa no percurso da cantora e compositora, que se prepara também para a estreia em nome próprio no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 07 de dezembro, com um espetáculo em formato 360º. "Quebranto" já está disponível para pre-save em todas as plataformas digitais e em countdown no Spotify.

Há memórias, crenças e tradições que atravessam gerações e continuam presentes na forma como se olha o mundo. É dessa herança, tão próxima quanto por vezes esquecida, que nasce “Quebranto”. Sem desvendar ainda o que o título guarda, IOLANDA aproxima as suas raízes da mulher que se tornou, num disco que reúne as canções mais pessoais que escreveu até hoje.

“Olha P’ra Ela”, “Responso” e “Noite Inteira” têm revelado diferentes dimensões deste trabalho, entre o olhar dos outros, a procura interior e as contradições das relações. São os primeiros vislumbres de um universo que será conhecido na íntegra a 08 de outubro e que encontra nas palavras da artista uma síntese: “Quebranto é uma ode à bucolidade portuguesa, ao quebrar padrões, às vozes que me criaram e à mulher que me tornei.”

A 07 de dezembro, este novo capítulo chega ao Coliseu dos Recreios para a apresentação oficial do álbum. Na sua estreia em nome próprio nesta sala, IOLANDA atua num palco em formato 360º, com o público à sua volta, numa configuração que dá à proximidade um lugar central no espetáculo.

O primeiro álbum e o primeiro Coliseu assinalam dois momentos decisivos num percurso que tem levado IOLANDA a palcos de todo o país. Em dezembro, o encontro está marcado em Lisboa para celebrar “Quebranto” ao vivo, numa noite que coloca as novas canções no centro da sala. Os bilhetes já se encontram à venda.
18 set. — Santa Maria da Feira
20 set. — A Anunciar
03 out. — Entroncamento
18 out. — A Anunciar
07 dez. — Coliseu dos Recreios (Lisboa) 

NOVO TEMA DE L PERTUÉS















“ Quem Me Viu No Mar “ é a quarta e última canção de avanço do disco de L Pertués - “ A Felicidade Intermitente do Artista “.

Nesta canção, o artista relata uma das suas “ quedas “ questionando quem o rodeia se o viram naufragar. Este toque, crítico em relação à sociedade actual que vive em constante estado de alienação, e o timbre notívago dos acordes menores, são o fermento que apura a turbulência doce dessa viagem ao lado mais íntimo e desanimador de um Homem. Neste lugar, sombrio e carente, podemos escutar o soluço em formato canção. E ali ficamos, no fundo do mar, à espera que “ o nada “ aconteça num fraco tom inerte mas decidido.

A letra e música é da autoria de Vitor Hugo Ribeiro, que também é responsável pela gravação e produção do disco nos estúdios Hàdiégua, e conta com a participação de Ari Martins ( voz principal ). A mistura e masterização é da responsabilidade de Henrique Lopes, enquanto a fotografia é da autoria de André C. Macedo.

domingo, 13 de setembro de 2026

LUSTRO CELEBRAM 10 ANOS DE CARREIRA

 














Os Lustro assinalam uma década de carreira com um espetáculo especial e irrepetível no próximo 7 de novembro, nos Nirvana Studios, em Barcarena.

Mais do que um concerto, "Lustro 10 Anos" será uma celebração pensada para surpreender e agradecer a todos os que têm acompanhado o percurso da banda ao longo destes anos. Uma noite única, emotiva e intensa, onde passado, presente e futuro se encontram para criar memórias inesquecíveis.

A abertura estará a cargo do aclamado Le Cabaret Rock, uma produção burlesca inspirada nos universos DieselPunk, Bizarre Chic e SteamPunk, que mistura humor negro, paródia, loucura e poesia numa experiência única que já conquistou mais de 100 mil espectadores.

Segue-se o momento mais esperado da noite: os Lustro, acompanhados por convidados especiais, revisitam os temas mais marcantes dos discos Nu Ar (2017), O Diabo Também Chora (2022) e Esquecimento Global (2023), numa viagem pelos primeiros 10 anos da sua história.

A festa prolonga-se pela noite dentro com um DJ Set New Wave, Rock & Dark Wave, encerrando uma celebração que promete ser mágica, intensa e inesquecível.

Atualmente, os Lustro preparam o lançamento de um novo trabalho de estúdio, já antecipado pelo single "Anjos ou Vilões".

LUSTRO 10 ANOS

7 de novembro de 2026
Nirvana Studios, Barcarena
Le Cabaret Rock (1ºparte)
Lustro + convidados especiais
DJ Set New Wave, Rock & Dark Wave
Bilhetes: 20€ Reservas whatsapp – 919 136 489
https://www.nirvanastudios.pt/events/07-novembro-2026

MONOTRONIC COM NOVO LANÇAMENTO


A faixa combina Deep House emocional com suaves influências tropicais e retrata, com um toque de nostalgia, as melhores memórias do verão.

Sons quentes, batidas envolventes e uma atmosfera sonhadora fazem reviver as lembranças de noites amenas, momentos especiais e tempos despreocupados.

MUSIC
https://www.feiyr.com/x/mono-memos
INSTAGRAM https://www.instagram.com/monotronic_official
YOUTUBE
https://youtube.com/monotronic_releases_playlist

sábado, 12 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 12/09/26

1 - Junkbreed - Misanthrope
2 - Last Piss Before Death - Echoes
3 - Morbid Death - Hole worm
4 - Spiralist - Underbelly
5 - Obsidiun - Brotherhood of man
6 - Fjords - Virgilio
7 - Dj Ride - MPC lost beats
8 - Ekvega - F*cking temptation

9 - Duques do Precariado - Falho
10 - Puto Bacoco - Hje à noite na giesta
11- Luta Livre - Fado imperfeito
12 - Omiri - A saia da Carolina
13 - emmy Curl - Mirandum
14 - Rita Braga - Fado tango
15 - Três Tristes Tigres - Água
16 - Xico Gaiato - Voltas e voltas