segunda-feira, 9 de março de 2026

TOXIKULL COM NOVO SINGLE E VÍDEO















Os TOXIKULL lançam “Turbulence”, o segundo single e videoclip oficial retirado do seu próximo quarto álbum de estúdio, Turbulence, com edição marcada para 24 de abril pela Dying Victims Productions.

Depois de «Midnight Fire», tema de abertura do disco, «Turbulence» aprofunda a atmosfera do novo álbum, explorando a ideia de instabilidade e mudança interior.

A música utiliza a turbulência como metáfora para um estado de pressão tóxico no quotidiano, em que a vida acontece entre momentos de controlo e de choque, levando a realidade a altos e baixos tal como um voo turbulento. Entre decisões e indecisões, o percurso acaba por conduzir inevitavelmente ao destino que se anuncia desde o início: perder-se na turbulência.

Claustrofobia, incerteza e toxicidade — é isso que define “Turbulence”.

Tal como o resto do álbum, «Turbulence» foi produzido por Jaime Gomez Arellano no Arda Recorders, no Porto, produtor conhecido pelo seu trabalho com bandas como Ghost, Primordial, Mayhem, Opeth, Moonspell, Behemoth e Angel Witch.

O álbum Turbulence, quarto trabalho de estúdio dos TOXIKULL, será editado a 24 de abril pela Dying Victims Productions.

Para assinalar o lançamento, a banda realizará dois concertos de apresentação em Portugal:

24 de abril — RCA Club, Lisboa
com Xeque-Mate e Affair

25 de abril — Woodstock 69, Porto
com Toxik Attack e Yaatana

Bilhetes para Lisboa à venda aqui!
Bilhetes para o Porto à venda aqui!

TOXIKULL online:
https://www.facebook.com/toxikull
https://www.instagram.com/Toxikullofficial/
https://www.tiktok.com/@Tiktoxikull
https://www.youtube.com/Toxikull
https://toxikull.com/

https://toxikull.bandcamp.com/

GEORGE SILVER & GOLD EDITAM "AVE RARA" A 12 DE MARÇO


É um disco de colaborações (cerca de 18), tais como: Menino da mãe, Joana Guerra, Puçanga, Artur Jóia, etc..

Será disco duplo (LP), lançado pela Panama Papers.

O conceito do disco nasce do cruzamento de sons que encontrei pelas pessoas que colaboraram comigo, dando a oportunidade de experimentar diferentes formações para cada concerto.


MARCO OLIVEIRA E JOSÉ PEIXOTO AO VIVO





















O Coliseu Club recebe, no dia 7 de maio, um concerto dos músicos Marco Oliveira e José Peixoto.

Caminho é quanto fica da viagem” é o novo disco de Marco Oliveira com produção musical do guitarrista José Peixoto. Uma respiração entre duas guitarras, doze cordas e um canto que nos convida a refletir acerca da nossa identidade, esse longo rio que a vida vai tecendo.

Editado no passado dia 6 de março, “Caminho é quanto fica da viagem”, é um álbum onde escutamos canções originais para as palavras dos mais importantes poetas portugueses do séc. XX: Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Sebastião da Gama e Miguel Torga são os escritores que fazem parte desta recolha musical.

Caminho é quanto fica da viagem” tem produção do guitarrista José Peixoto que conheceu Marco Oliveira quando este o convidou para participar num concerto especial no Teatro São Luíz, em Lisboa, em 2021. 

Dia: 7 de maio 2026 
Local: Coliseu Club 
Hora: 21:30
Bihetes: aqui

Discografia de Marco Oilveira:

Caminho é quanto fica da viagem (2026) 
Uma noite em Lisboa (2023) 
Ruas e Memórias (2021) 
Amor é água que corre (2016) 
Retrato (2000)

SOMA PLEASE APRESENTAM NOVO SINGLE ‘LOVE’

 













Após a estreia em Novembro do ano passado com 'Pockets On My Sleeves', canção que teve honras de estreia na BBC Radio em Inglaterra, Nuno Bracourt e Rob Williamson, regressam com o novo single 'Love'.

Entre imagens de solidão e mudança, a música traça um retrato honesto de um coração frágil que persiste em amar apesar da sua própria condição, fazendo da repetição insistente da frase “I love you” um mantra que revela simultaneamente devoção e vulnerabilidade.

Em 'Love', o duo revela a sua faceta mais clássica ao abrir espaço a guitarras e arranjos de

cordas, preservando a sua identidade eclética num delicado equilíbrio entre a introspecção e a urgência do indie pop contemporâneo.

A acompanhar a canção, estreia também um videoclipe filmado entre Lisboa e Darlington, Inglaterra, com realização de Jordan Duff.

NON TALKERS NO COLISEU DO PORTO

 



















Os Non Talkers anunciam a sua estreia no Coliseu Porto Ageas a 8 de maio. 

No momento em que anunciam uma série de concertos fora de Portugal, os Non Talkers, confirmam a sua estreia no palco do Coliseu Porto Ageas a 8 de maio num espetáculo que celebra o crescimento da digressão e a consolidação da banda.

Digressão nacional que passou por salas esgotadas como a Casa da Cultura, São João da Madeira, o CAE, Sever do Vouga, a Casa da Cultura, Chaves, o Cine-Teatro João Verde, Monção ou o Cine-Teatro São João, Palmela. Nas próximas semanas, os Non Talkers vão estar fora do país com as seguintes datas já marcadas: Auditorio Mar de Vigo, Espanha – 14 de Março, Stadtcasino Basel, Suíça – 9 de Abril e Gasteig HP8, Munique, Alemanha – 11 de Abril.

O concerto de dia 8 de maio no Colieu Porto AGEAS faz parte da tour iniciada em 2025 intitulada “Weight of Doubt”, nome do single editado na altura.

Dia 1 de março foi disponibilizado nas plataformas digitais o tema “ Miles and Memories”.

Informações do concerto Coliseu Porto Ageas

Data: 8 de maio 2026
Hora: 21:30 
Bilhetes: aqui

O GAJO CELEBRA 10 ANOS




















10 anos, 10 músicos em palco, e bilhetes a 10 euros! e claro, 10 brindes aos próximos 10 anos!
Músicas do passado do presente e do futuro!

23 Abril, 21h30
B.Leza, Cais do Sodré, Lisboa

Bilhetes já à venda na TICKETLINE! 
Comprar BILHETES aqui!

DEEJAY TELIO LANÇA NOVO SINGLE "VOZ DA MULTIDÃO" E ANUNCIA EP "+RESERVADO"





















Depois do enorme impacto do álbum Reservado, um dos maiores sucessos da música urbana portuguesa do último ano, disco de ouro, com 44 milhões de streams em todas as plataformas de áudio e video, Deejay Telio regressa com uma nova fase criativa e estratégica. O artista apresenta hoje “Voz da Multidão”, o primeiro single do seu próximo EP, +Reservado, que dará continuidade ao universo sonoro e emocional que conquistou milhões de ouvintes.

Produzida e escrita pelo próprio Telio, com mistura de Lennobeatz e masterização de Mr. Villas, “Voz da Multidão” nasce como uma afirmação de força e maturidade artística. A faixa traduz a relação única entre o artista e o seu público, transformando essa energia coletiva num hino de união, resiliência e liderança. Mais do que um novo lançamento, é um statement claro, Telio está no topo e preparado para ir ainda mais longe.

Em +Reservado Telio expande o legado do álbum e consolida o seu estatuto como uma das figuras mais influentes da sua geração. Singles como “Álcool & Prazer” (tripla platina) e “Cacau”, com Slow J (platina), deste último LP, marcaram tendências e reforçaram a sua presença dominante nas plataformas digitais.

Agora, o artista prepara o próximo capítulo com a aproximação do concerto mais importante da sua carreira, a estreia em nome próprio no Sagres Campo Pequeno, a 21 de março de 2026. Um espetáculo que promete celebrar o passado, o presente e o futuro de um dos nomes mais marcantes da música urbana lusófona.

VALETE ENCERRA FESTIVAL CRIASONS













Festival dedicado à valorização da criação musical portuguesa contemporânea encerra quinta edição e o balanço é positivo;

Concerto acontece dia 28 de março pelas 18h00 no Auditório da Escola Secundária D. Dinis, em Lisboa;

Entrada gratuita (mediante inscrição prévia);A quinta edição do Festival CriaSons aproxima-se do seu encerramento em Lisboa, assinalando o último mês de programação com um balanço amplamente positivo. Apesar das vicissitudes provocadas pela tempestade que recentemente assolou a cidade, e que obrigou à alteração do espaço de apresentação em Marvila, o festival tem decorrido com assinalável adesão do público, registando salas esgotadas e uma receção entusiástica em praticamente todos os eventos.

A organização sublinha o “grande sucesso” da iniciativa, traduzido não apenas na lotação máxima das sessões, mas também na qualidade da participação e no envolvimento do público, que tem premiado a programação com sinais inequívocos de agrado.

Entre os momentos altos desta edição destacam-se os quatro “Concertos com Livros”, que confirmaram a aposta na transposição de obras literárias para uma linguagem musical própria. A iniciativa revelou-se uma das marcas distintivas do festival, consolidando o diálogo entre palavra escrita e criação sonora contemporânea.
Os Encontros promoveram debates densos e inesperados em torno de temas intemporais, enquanto as “Bibliotecas Extravagantes” trouxeram novas cores, vozes e sonoridades às histórias partilhadas com públicos de todas as idades, conquistando tanto miúdos como graúdos.

A programação de março reserva ainda cinco eventos antes do encerramento oficial. O concerto de encerramento acontece a 28 de março, pelas 18h00 no Auditório da Escola Secundária D. Dinis com o rapper Valete, numa proposta artística que promete surpreender.
O concerto propõe um cruzamento invulgar: o Hip-Hop, entendido aqui como forma literária e musical urbana de expressão espontânea, dialogará com dois agrupamentos menos habituais no seu universo estético, um quarteto de Jazz e um quarteto de cordas. A experiência anuncia-se como mais um passo na exploração de novos territórios criativos, coerente com a identidade do festival.

Festival CriaSons V

O Festival CriaSons é um projeto emblemático da Musicamera Produções, dedicado à valorização da criação musical portuguesa contemporânea. Com várias edições realizadas desde 2010, o festival construiu um percurso sólido e inovador na promoção de compositores e repertório nacionais, estabelecendo pontes entre a tradição e a experimentação, a música e outras linguagens artísticas, os criadores consagrados e os talentos emergentes.

A sua estrutura assenta numa lógica de encomendas de obras inéditas, concertos temáticos, circulação nacional e diálogo interdisciplinar, permitindo o contacto direto entre músicos, compositores, escritores e o público. Cada edição do CriaSons reinventa-se em torno de um tema ou conceito curatorial central, convocando artistas de diferentes gerações e estéticas para refletirem sobre a música do nosso tempo.

Em 2026, sob o tema “Música e Literatura”, o festival decorre em vários espaços da cidade de Lisboa, com programação distribuída pela Biblioteca de Alcântara - José Dias Coelho, Biblioteca de Marvila, Casa do Jardim da Estrela, Biblioteca Camões e Biblioteca Histórica do Liceu Camões, articulando-se em quatro núcleos principais que cruzam criação musical contemporânea, literatura, performance e mediação cultural: Concertos com Livros, Encontros em Diálogo, Encontros Hip-Hop e Biblioteca Extravagante.

“Este festival é um convite a mergulhar no pensamento dos autores e a descobrir como a música pode, por si só, tornar audíveis ideias literárias profundas, universos estéticos e pulsações narrativas”, afirmou Luís Pacheco Cunha - músico e diretor artístico do festival.

Programação Março

Concertos com Livros - Concertos dedicados a novas obras musicais criadas a partir de romances:

7 março, 15:00h na Biblioteca de Alcântara – “A máquina de fazer minúsculas” (Valter Hugo Mãe)
14 março, 18:00h no Auditório da Escola Secundária D. Dinis - “E-terno Retorno” (Dulce Maria Cardoso)Encontros em Diálogo - Conversas performativas entre um escritor e um músico, onde a música responde às perguntas do moderador:
21 março, 18:00h na Biblioteca de Alcântara - Dulce Maria Cardoso & Aldovino MunguambeEncontros com o Hip-Hop
28 março, 18:00h no Auditório da Escola Secundária D. Dinis - Valete com Quarteto Lopes-Graça e Quarteto de jazzBiblioteca Extravagante - F. Pedro Oliveira, acompanhado por músicos estimula a imaginação e o desenvolvimento intelectual das crianças, com sessões de contos na bibliotecas de marvila.
14 março, 11h00 - Biblioteca de Marvila

Informações gerais
Entrada gratuita (mediante marcação prévia)
Classificação etária: M/6
Sábados às 18h00 (programa principal)
Sábados às 11h00 (programação infanto-juvenil)

Saiba mais em musicamera.pt
Marcações para concertos em https://luma.com/user/musicamera

JOÃO AFONSO EDITA "MATOPE"

 



















Single disponível em todas as plataformas digitais a 06 de março.


Antecipando a edição do seu novo álbum "Todo Tempo", João Afonso lança um segundo single, intitulado "Matope".

"Matope" é um dos temas que capta uma ideia que nunca deixou de estar presente para o autor: a saudade. A letra, ou poema, é um burburinho de imagens, de sonoridades, de odores e cores e reflete sobre o “silêncio dos anos”, em que João Afonso guardava uma amarga ausência de Moçambique, terra da suas origens.

"Matope" revela também uma perfeita harmonia entre o texto do próprio João Afonso e a musicalidade de João Afonso e António Pinto, responsável pelos arranjos do novo álbum.
O tema conta ainda com as participações especiais de Tomás Pimentel, Tomás Marques e Ruben Luz, nos sopros, de António Pinto e Miguel Fevereiro, nas guitarras e a alma rítmica da percussão/ bateria de Quiné Teles.

"Matope" é assim um regresso diferente de João Afonso a Moçambique. Embarquemos também nesta viagem!

CONCERTOS DE RÁDIO MACAU QUASE A ESGOTAR E NOVAS DATAS EM VISTA





















Após esgotarem o concerto de 2 de outubro, no Coliseu dos Recreios, em apenas 48 horas, os Rádio Macau confirmam a realização de um segundo concerto em Lisboa, a 30 de setembro. Os bilhetes para esta nova data e os últimos bilhetes para o concerto de 15 de outubro, no Coliseu Porto Ageas, encontram-se à venda nos locais habituais.

Depois de mais de uma década de pausa, a banda volta a subir aos palcos com a formação que consolidou uma das discografias mais singulares do pop-rock português, prometendo um alinhamento que atravessa várias fases do seu percurso.

Surgidos no contexto da segunda vaga do pop-rock português, os Rádio Macau afirmaram-se desde cedo como um projeto que cruza a tensão do pós-punk com a sofisticação da new wave e uma forte dimensão literária. Mais do que acompanhar uma tendência, construíram um território próprio, guiado pela palavra e por uma atmosfera urbana em que guitarras e eletrónica dialogam com a experiência quotidiana de Lisboa e dos seus subúrbios.

A voz de Xana, entre o canto e a declamação, tornou-se um dos timbres mais marcantes da música portuguesa. Ao lado de Flak, na guitarra, de Alex Cortez, no baixo, de Filipe Valentim, nos teclados, e de Samuel Palitos, na bateria, a banda desenvolveu uma arquitetura sonora que conheceu sucessivos momentos de afirmação ao longo das décadas de 80 e 90.

O álbum de estreia, Rádio Macau (1984), apresentou temas como “Bom Dia Lisboa” e “A Noite”, fixando uma escrita marcada pela observação urbana e pela introspeção. O reconhecimento mais alargado chegaria com A Vida Num Só Dia (1985), que expandiu o alcance da banda sem diluir a sua identidade. Seguiram-se discos como Spleen (1986), conceptual e atmosférico, e O Elevador da Glória (1987), que inclui “O Anzol”, um dos seus temas mais populares. Já “Amanhã É Sempre Longe Demais”, de O Rapaz do Trapézio Voador (1989), tornou-se outro marco geracional.

Ao longo das décadas, os Rádio Macau oscilaram entre momentos de maior visibilidade e fases de reinvenção, explorando linguagens eletrónicas e modelos de produção autónomos. Nunca plenamente integrados no mainstream nem confinados ao underground, ocuparam um lugar intermédio e singular na música portuguesa: o de uma banda que fez da melancolia matéria pop e da literatura canção.

O anúncio da reunião dos Rádio Macau para estes concertos nos Coliseus não surge por isso como um exercício de nostalgia, mas como reencontro com um repertório intemporal, que atravessa gerações.



Coliseu dos Recreios, Lisboa
2 de outubro ESGOTADO
NOVA DATA 30 de setembro


Cadeiras Orquestra 45€
1ª Plateia 40€
2ª Plateia 35€
Balcão Central Com Marcação 30€
Balcão Lateral Sem Marcação (Vis.
Reduzida) 22€
Camarotes 1ª Frente 30€
Camarotes 1ª Lado – Vis. Reduzida 25€
Camarotes 2ª Frente 22€
Camarotes 2ª Lado – Vis. Reduzida 20€
Galeria de Pé 18€

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

Coliseu do Porto Ageas
ÚLTIMOS BILHETES 15 de Outubro

Cadeiras de Orquestra 37€
1ª Plateia 32€
2ª Plateia 27€
Tribuna 30€
Camarote de 1ª Frente 30€
Camarote de 1ª Lateral 25€
Frisas Baixo 27€
Frisas Cima 22€
Balcão Popular 25€
Galeria 22€
Geral 20€
Camarote de 2ª 18€

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

O REGRESSO DO IMPULSO





















O Impulso volta em 2026 no seu já habitual formato "season", uma programação anual a decorrer em vários espaços culturais de Caldas da Rainha, com apostas em talento alternativo, emergente e efervescente da música nacional e internacional.

Em 2026, o Impulso volta a assumir vários formatos e apresenta-se como temporada. De março a dezembro, mais de 55 momentos de criação — entre concertos, residências, cinema e performance — desenham um mapa vivo da música e de um ecossistema artístico que passa por vários espaços da cidade.

Nesta nova edição da Season Impulso a programação musical de mais de 60 artistas divide-se em 2 ciclos temáticos: o “Sororidade” que acontece como residência mensal, iniciativa do Centro Cultural e de Congressos com o apoio da DGArtes e RTCP ; as “Noites Impulso”, que ocupam espaços inusitados e de proximidade com a cidade, em atuações até dezembro 2026.

Um dos principais objetivos da organização Impulso é o de descentralizar; não apenas por programarem fora dos grandes centros, mas também por criar contexto, continuidade e relação. É fazer com que artistas regressem, que projetos amadureçam, que o público acompanhe processos e não apenas estreias. A ligação à ESAD.CR continua a ser estruturante: estudantes, artistas emergentes e criadores estabelecidos partilham espaço, risco e descoberta.

A programação de 2026 reflete essa matriz. Logo a 12 de março, na abertura do ciclo “Sororidade” no Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, o diálogo entre linguagens distintas afirma o território híbrido que habitamos: da intensidade performativa de Tristany Mundu ao encontro improvável entre João Pimenta Gomes, Bob Weston e Gabriel Ferrandini.

Nas “Noites Impulso”, a cidade deixa de ser cenário para se tornar protagonista. Igrejas, salas históricas, museus, espaços inesperados — tudo pode ser palco. Artistas como Rossana, Mordo Mia, Falcona, Stereossauro, Use Knife ou Scúru Fitchádu cruzam património, diversidade e vanguarda, convocando públicos diferentes para a mesma noite, o mesmo território, a mesma experiência partilhada.

Abril e maio aprofundam a lógica de descoberta e consolidação. A par de OkA, Nídia & Valentina, Helena Silva ou Unsafe Space Garden convivem com propostas que desafiam categorias e fronteiras. A presença de Dame Area, Sunflowers ou Trasgo reforça uma linha curatorial que valoriza um espaço de expressão vibrante, feito de risco e intensidade.

KYLE QUEST E BONE SLIM LANÇAM "LIGHTS UP"



Kyle Quest e Bone Slim apresentam “LIGHTS UP”, o terceiro single de avanço para AMIGOs – Volume 1, o projeto colaborativo que a dupla prepara com edição prevista para o segundo semestre do ano.

A história desta colaboração começa em 2021, no palco do Super Bock em Stock, no Capitólio, em Lisboa. Bone Slim viajava então de Londres com o coletivo Nine8, e foi nesse encontro que conheceu Kyle Quest.

Bone Slim muda-se para Lisboa e depois de três anos a viver na capital portuguesa, a dupla encontrou finalmente o tempo e o espaço certos para transformar essa ligação musical em algo concreto: AMIGOs – Volume 1, uma mixtape construída a partir de encontros, experiências e influências partilhadas.

“LIGHTS UP” surge agora como o terceiro capítulo deste percurso, depois dos singles “M4GIC FM” e “SAMS BAR”. A canção conta com as vozes de Bone Slim e Kyle Quest, guitarras de Velhote do Carmo e produção assinada por Kyle Quest.

Com uma energia direta e envolvente, “LIGHTS UP” abre espaço para a mistura de universos que define este projeto: a escrita íntima e emocional de Bone Slim, membro fundador do coletivo londrino Nine8, encontra a voz suave e os acordes melódicos de Kyle Quest, produtor e cantor-compositor lisboeta. Esta canção constrói um ambiente que oscila entre o hip-hop alternativo, o soul e a experimentação urbana.

AMIGOs – Volume 1 nasce também de uma vontade clara de falar sobre identidade, pertença e saúde mental. Ao longo das canções, Bone Slim partilha reflexões sobre os desafios do dia-a-dia e as suas experiências pessoais, enquanto a produção de Kyle Quest cria um espaço musical onde essas histórias encontram vida e intensidade.

“LIGHTS UP” será acompanhada por um videoclipe e terá uma exibição antecipada no dia 8 de março, na Casa Capitão, em Lisboa, onde o público poderá ver o vídeo antes do seu lançamento oficial.

Single a single, Kyle Quest e Bone Slim continuam assim a revelar o universo de AMIGOs – Volume 1, um projeto que nasce da amizade, da partilha criativa e do encontro entre Lisboa e Londres.

INSCRIçÕES ABERTAS PARA O OMNILAB #7


O Omnilab é um projeto onde se promove uma residência intensiva, que reúne jovens músicos que nunca trabalharam juntos e desafia-os a viverem juntos durante uma semana em modo banda.

Durante estes dias os momentos de partilha são constantes, desde o estúdio à mesa de refeições, o que possibilita uma experiência imersiva, onde os jovens músicos adquirem novas ferramentas, ideias e motivação, quer dos seus ‘colegas de banda’ quer da mentoria dos profissionais na área que os acompanham no decorrer da semana.

As quatro primeiras edições do Omnilab, subiram a palco, no dia 20 de dezembro de 2025 na Black Box, num concerto que assinalou um momento muito especial na história do projeto. Já podemos reviver este encontro com a estreia da gravação completa do Concerto Omnilab, disponível no Youtube. 

Seguimos com vontade de continuar a criar espaços e memórias juntos, e por isso abrimos novas inscrições para o Omnilab #7 que decorre de 30 de março a 5 de abril no Serra - Espaço cultural! Procuramos jovens entre os 14 e 21 anos que vivam e respirem música e que durante uma semana em modo banda criem uma versão de um tema Omnichord, que lhes será proposto, assim como um original sem qualquer tipo de restrições artísticas ou criativas, onde existe sempre espaço para que cada um se exprima livremente, com mentoria de Filipe Rocha e Guilherme Franco.

As inscrições estão abertas de 9 a 22 de março para mais uma semana intensa de laboratório musical, que promete novos encontros, desafios e muita partilha em modo banda! Para participar deve preencher o formulário e submeter um vídeo a tocar um instrumento ou a cantar, podendo apresentar um tema original ou um cover. Em caso de dúvida contactar através de omnilab.musica@gmail.com

O Omnilab é um projeto que privilegia a experimentação e inovação e que assume um papel de incubadora criativa, com o objetivo de preparar os participantes para o mundo da música em várias áreas: composição, gravação, proteção dos direitos de autor, e para as muitas outras facetas que um músico contemporâneo tem de assumir para sobreviver nesta indústria em crescente evolução. Além da parte técnica e musical, o Omnilab é também um impulsionador de amizade e esperança onde jovens que não se conhecem desenvolvem ao longo de uma semana uma relação de companheirismo e compreensão entre si, que não se esgota no final da semana mas mantém-se, cresce e cultiva a rede da cena cultural Leiriense.

Durante a semana os jovens músicos vão passar os dias em trabalho de estúdio, com sessões de criação livre, de composição e gravação, e com o dia de trabalho terminado terão a oportunidade de receber convidados surpresa. Em edições anteriores o Omnilab já recebeu nomes como Noiserv, Fernando Ribeiro, Surma, Cabrita, Selma Uamusse ou The Legendary Tigerman que ofereceram aos jovens que já passaram por este projeto dicas e conhecimentos, que tornaram a experiência ainda mais enriquecedora para todos os participantes. 

Até agora, 35 jovens passaram por esta experiência e desta jornada já nasceram seis músicas em formato digital, dois videoclipes, realizados com o acompanhamento da Casota Collective, um vídeo documental, um vinil e até um concerto Omnilab que será agora publicado. Os jovens, que são sempre os protagonistas, farão parte de um projeto que a cada ano conta com mais história, mais música e mais importante, mais participantes, amizades e momentos. Tudo possível graças a uma paixão comum: a música.

O Omnilab é um projeto produzido pela Omnichord em parceria com o Serra - Espaço Cultural e co-financiado pela Direção Geral das Artes e Município de Leiria.

Inscrições
Formulário de inscrições https://forms.gle/Sj9orPgCywx27v5L8

Omnilabs

Omnilab 1 https://www.youtube.com/watch?v=avJVhje7luE
Omnilab 2 https://open.spotify.com/intl-pt/album/11CCbVTG6kMVFeftQ2Zjke?si=kU1MnDa-RpG38XVgV1JCRA&nd=1&dlsi=13e1a1f1a5af4c0a
Omnilab 3 https://www.youtube.com/watch?v=RbOUsV2ANpo e https://www.youtube.com/watch?v=jZCE2LQ57Kw
Omnilab 4 https://www.youtube.com/watch?v=fjC1ENPCINk e
https://open.spotify.com/intl-pt/track/129uL2Q64Zi9xzENIS8ab9?si=ae19cf70b3924c0b
Omnilab 5 https://open.spotify.com/intl-pt/album/0qYgo8jQmeFP3PGnGsswNJ?si=7LXjV7FDRGy-9j6P1E6B-Q
Omnilab 6 https://open.spotify.com/intl-pt/album/5R1awtDL3JQj3iGu865oN4

Redes Sociais
https://www.instagram.com/omnilab_music/ 
https://www.instagram.com/omnichord.pt/
 
https://www.facebook.com/omnichord.pt/

JOÃO MIGUEL GODINHO SIMÕES REVELA CLIP DE "TU E EU"


Depois de ter lançado na passada sexta-feira o single “Tu e Eu” em todas as plataformas digitais, João Miguel Gordino Simões apresenta agora o videoclipe oficial da canção, realizado por Simão Carvalho de Matos. O tema marca a estreia do músico em nome próprio e antecipa o álbum “A certeza absoluta de que não faço a menor ideia”, com data de edição a anunciar em breve.

“Tu e Eu” aborda o fim de uma relação marcada pela unilateralidade e pela acumulação de palavras nunca ditas. A canção desenvolve-se como um expurgar de confissões guardadas ao longo do tempo, crescendo progressivamente até uma explosão final - simbolizada pela entrada do coro - que representa o rompimento definitivo de uma ligação que, no fundo, nunca chegou verdadeiramente a existir.

O videoclipe traduz visualmente esse percurso emocional, acompanhando a intensidade narrativa da canção e reforçando o carácter confessional que atravessa toda a composição.

Nascido em Lisboa em 1996 e criado em Castelo Branco, João Miguel Gordino Simões iniciou o seu percurso musical ainda na adolescência, tendo integrado diversos projetos da cena local antes de se mudar para Lisboa, onde fundou bandas como Gazela e Homens na Piscina. Em 2023, após o término deste último projeto, retirou-se durante um ano para a Beira Interior, numa residência criativa junto ao Fundão, onde escreveu e compôs o material que dará origem ao seu primeiro álbum a solo.

Com “Tu e Eu”, João Miguel Gordino Simões inaugura publicamente esta nova etapa artística, revelando uma escrita direta e confessional que antecipa o universo emocional do disco “A certeza absoluta de que não faço a menor ideia”. O videoclipe já se encontra disponível.

domingo, 8 de março de 2026

MARTAS AVANÇA PRIMEIRO EP



MARTA revela “De Gaia aMarte”, novo single em colaboração com LCN Soundsystem, primeiro avanço do EP “MARTA vai aMarte”, um trabalho pleno de colaborações que começa agora a ganhar vida com este tema que conta com a participação de Licínio, o hilariante “guna de Gaia”, personagem criada por Francisco Menezes.

“De Gaia aMarte” afirma-se como uma ode à terra natal, território pleno de personagens icónicas e referências incontornáveis. É de Gaia que MARTA parte pra’Marte: da claustrofobia para o universo, da falta de espaço para o Espaço todo. A cantora revela a origem e partilha a nave com Licínio, figura que representa os lugares mais genuínos e a autenticidade que lhes está associada. A ligação entre MARTA e Francisco Menezes construiu-se de fã para ídolo e foi cimentada em noites lendárias de jam sessions que ficaram para a história.

Depois de dar a cara e a voz pelos The Acoustic Foundation e de colaborar em estúdio e em palco com projetos como AWSUM, Imagina ou Leopardskin, entre outros, MARTA lançou-se em nome próprio com o muito elogiado “Montebello” (2022). Nesse álbum de estreia, a intimidade refletiu-se nas letras e o estado de espírito surgiu numa abordagem mais crua do que alguma vez revelara, cruzando influências neo-soul, R&B e hip-hop com o funk que já lhe era reconhecido.

Agora, MARTA abre um universo paralelo e dá espaço a um EP pleno de colaborações. Ao esgotar o Planetário de Espinho para um concerto diferente do habitual, percebeu que a viagem a Marte merecia ser registada em disco. Na nave segue um convidado por tema, entre consagrados e emergentes que serão revelados capítulo a capítulo, sempre acompanhados pela arte de Margarida Tangerina, que já havia trabalhado com MARTA em “Give It To Me”.

O produtor francês Colin Girod - com colaborações com Thundercat, The Cinematic Orchestra, Nick Mulvey, Gileno Santana, S.Pedro ou Rui Massena - volta a assumir um papel importante, bem como os músicos que acompanham MARTA em palco. Todos os temas do EP nascem de beats de Disca Riscos, posteriormente trabalhados em banda.

Depois de passagens por Las Vegas, Barcelona, Ourense e Portugal de norte a sul, a viagem continua. Só faltava mesmo Marte!

“De Gaia aMarte” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

sexta-feira, 6 de março de 2026

A "VIDA PARALELA" FOS MONTAIN VALLEY

 











Os Mountain Valley lançaram ontem, dia 5 de março, o seu novo single “Vida Paralela”, dando início a uma sequência de singles que prometem alinhar a banda conimbricense nos projetos emergentes de referência da música nacional.

Com uma sonoridade cativante e disruptiva, “Vida Paralela” cruza a energia pop dos Mountain Valley com uma dimensão emocional crua e honesta.

A música explora a ideia de uma realidade onde tudo é possível, numa “vida paralela” onde a entrega, o tempo e as escolhas não são condicionados pelo excesso de pensamento ou pelo receio de falhar. “Eu quero aproveitar o tempo aqui / Sem ter tempo de pensar no que perdi” retrata eficazmente este manifesto jovem sem receio do futuro, enaltecendo o perseverante posicionamento da banda: viver o presente e arriscar.

O videoclipe acompanha a deambulação noturna dos Mountain Valley na cidade natal, Coimbra. Neste acompanhamento visual recheado de paixão e ambição, está bem presente o comprometimento de um grupo de amigos que encara a música como a sua grande missão de vida.
“Vida Paralela” dá, deste modo, o mote para uma nova fase dos Mountain Valley, com mais ousadia e determinação para os desafios que se aproximam.

MARIA MENDONÇA APRESENTA "AURORA"

 



















Depois da energia luminosa de “Estrada”, Maria Mendonça regressa com um novo capítulo que fará parte do seu EP de estreia. O single “Aurora” nasce da inquietação e floresce na esperança, um tema que atravessa a noite para encontrar o amanhecer.

“Aurora” começa numa pergunta suspensa no escuro: “E se a noite não acaba nunca?” É nesse território íntimo, onde a dor parece eterna e o silêncio pesa mais do que as palavras, que a canção ganha forma. Maria percorre essa noite simbólica feita de cansaço, incerteza e lamento, conduzindo-nos por uma paisagem emocional densa, até que, pouco a pouco, a luz começa a surgir. No refrão, a esperança transforma-se quase numa oração: “Aurora, não te demores em pintar de cores o céu.” O amanhecer surge como escolha, como gesto de coragem.

A produção de Luís Pereira (Twins) constrói uma atmosfera envolvente, onde elementos orgânicos respiram lado a lado com uma estética pop atual. A canção cresce da introspeção para uma explosão luminosa. Há uma dimensão cinematográfica na forma como a música se expande, como se o céu, lentamente, ganhasse cor diante de nós.

Com “Aurora”, Maria Mendonça afirma-se com maturidade e identidade própria: honra as suas influências, mas não se limita às mesmas. Procura novas formas de dizer, de sentir, de transformar fragilidade em força.

Cantora, compositora e advogada, Maria tornou-se conhecida do grande público através da sua participação no The Voice Portugal, onde apresentou o tema original “8 OU 80”. Desde então, tem vindo a consolidar o seu percurso na música, com presença nas rádios nacionais e canções integradas em bandas sonoras de televisão, como “O Que É Feito de Ti” na telenovela Queridos Papás. Já partilhou palco com Cuca Roseta e colaborou com músicos como João Só e Rui Pedro Pity, reforçando a sua presença no panorama musical português.

HAUSE PLANTS COM NOVO SINGLE

 



















"Do It Like This" foi gravado em Leeds e produzido por Gordon Raphael, produtor responsável pelos primeiros discos dos The Strokes

Tema é editado numa colaboração entre a Spirit Goth, editora norte-americana, e a Cuca Monga Discos

Ao longo de quatro anos, os Hause Plants editaram quatro EPs, inúmeros singles e tocaram um pouco por todo o mundo.

Em 2025, Guilherme Machado Correia, vocalista, guitarrista e principal compositor do projeto, deu um passo atrás e entrou sozinho em estúdio, determinado a reconectar-se com a identidade da banda e a redescobrir-se enquanto músico. Rodeado pelas possibilidades infinitas do computador enquanto instrumento musical, pedais de guitarra, sintetizadores e drum machines, as suas novas experiências piscaram o olho à música de dança. Quando as primeiras demos ficaram prontas, estas novas canções foram levadas para a sala de ensaio, onde os Hause Plants — que para além de Guilherme contam ainda com Dani Oliveira, João Simões e Hugo Luzio — passaram o tempo a transformar esboços eletrónicos em temas dance-punk, compondo música de dança com instrumentos reais.

O resultado é o álbum de estreia da banda. Este disco, que marca assim uma grande mudança em relação ao som anterior da banda lisboeta, reúne várias canções sobre diversão, amizade, festas e crescer de forma saudável, conscientes do nosso lugar no mundo, mas sempre abertos a novas aventuras. Para o concretizar, os Hause Plants convidaram Gordon Raphael, produtor lendário responsável por álbuns dos The Strokes, Regina Spektor, Hinds, The Cribs e muitos outros. Gravado e produzido por Gordon ao longo de uma semana nos Eiger Studios, em Leeds, este trabalho foi gravado ao vivo, com os quatro músicos a tocarem os seus instrumentos ao mesmo tempo, na mesma sala.

"Do It Like This" é o primeiro avanço deste disco, e reflete exatamente o que procuram os Hause Plants nesta nova fase da banda. Com batidas eletrónicas, baixos pulsantes e sintetizadores arpegiados, este novo single da banda lisboeta promete não deixar ninguém indiferente.

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EVAYA NA FINAL DO FESTIVAL DA CANÇÃO





















Créditos: Diana Matias. Mais fotografias aqui.

EVAYA, artista que atuou na primeira semifinal do Festival da Canção, prepara-se para levar novamente "SPRINT" ao certame da RTP, agora na grande final, já este sábado, dia 7 março.

Foi no passado dia 21 de fevereiro que EVAYA se consagrou como um dos 5 artistas que qualificaram na primeira semifinal do Festival da Canção 2026. A artista volta a palco agora como a 6.ª atuação da noite.

Sobre a canção que leva a concurso, EVAYA diz-nos que “SPRINT” é o momento em que se chega à meta da decisão. “A canção nasce quando já não é possível ficar. É confusão e lucidez, apego e gratidão a percorrerem ciclos emocionais, até que a urgência de ir se torna clara.”

“SPRINT” combina a poesia onírica tão característica de EVAYA, com uma sonoridade nostálgica mas esperançosa, quase contraditória, como se tivéssemos saudades do futuro. Marcadamente electro-pop etéreo e hipnótico, com forte influência do synthwave e dream pop.

EVAYA participa no Festival da Canção 2026 sendo uma das compositoras convidadas diretamente pela RTP, desafio que aceitou de forma quase automática por ser um dos seus maiores sonhos participar deste palco tão icónico não só para a televisão, como para a cultura nacional.

Muito em breve será possível ver EVAYA ao vivo. Já no próximo dia 20 de março a artista sobe ao palco do Cine-Teatro S.João em Palmela, uma oportunidade única de a ver ao vivo no seu novo formato banda, que conta com Filipe Fidalgo. (saxofone e sintetizador), Miguel Sampaio (bateria), Frederica Vieira Campos (harpa), Maria Inês Torres (violoncelo) e Beatriz Bronze, claro, na voz principal.

O alinhamento deste concerto conta com o mais recente "SPRINT", músicas inéditas do próximo disco e também do álbum de 2024, “Abaixo Das Raízes Deste Jardim”, que estará disponível para compra no seu formato em vinil.

MARCO OLIVEIRA E JOSÉ PEIXOTO JUNTOS NUM DISCO QUE ESTÁ A CHEGAR















Canção do Medo nasceu durante estes tempos frágeis, num mundo demasiado fragmentado. É uma espécie de voz interior que guia através de sombras, e enfrenta o medo”.
Marco Oliveira

Caminho é quanto fica da viagem, é o novo disco de Marco Oliveira com produção musical do guitarrista José Peixoto. Uma respiração entre duas guitarras, doze cordas e um canto que nos convida a reflectir acerca da nossa identidade, esse longo rio que a vida vai tecendo.

Neste álbum escutamos canções originais para as palavras dos mais importantes poetas portugueses do séc. XX: Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Sebastião da Gama e Miguel Torga são os escritores que fazem parte desta recolha musical com a poesia voltada para o oceano.

Caminho é quanto fica da viagem é uma frase retirada do Fado das Nuvens, uma canção inédita de José Mário Branco (1942-2019), que serve de mote para a narrativa e dá continuidade à produção musical assumida pelo compositor no terceiro disco de Marco Oliveira - Ruas e Memórias, lançado em 2021.

Depois de Fundo do Mar, música para um poema de Sophia de Mello Breyner, e Canção de Marinheiro, uma evocação a Sebastião da Gama, chega agora Canção do Medo, com composição e letra de Marco Oliveira.

O vídeo de Canção do Medo estreia no canal de youtube de Marco Oliveira na sexta feira dia 06 de março às 22h00 (link).

Agenda de concertos

18 março- Visão Fest | Participação com José Peixoto. Casa Capitão, Lisboa
21 março – Canções sobre Cidades com Nuno Artur Silva. CCB, Lisboa | sala Sophia de Mello Breyner
07 maio | Concerto de apresentação oficial do novo disco Caminho é quanto fica da viagem. Coliseu Clube, Lisboa | BILHETES À VENDA EM BREVE

Sobre Marco Oliveira

Marco Oliveira nasceu a 24 de Janeiro de 1988 em Lisboa.
Músico, poeta e compositor com raízes no fado, actuou em teatros e festivais por todo o mundo: Espanha, França, Suíça, Irlanda, Bélgica, Dinamarca, República Checa, Polónia, Arábia Saudita, Cabo Verde e Estados Unidos são alguns dos países que fazem parte do seu percurso.
Conta com cinco álbuns editados:
"Retrato" (2008)
"Amor é água que corre" (2016),
"Ruas e Memórias" (com produção musical de José Mário Branco em 2019; disco do ano no jornal Ípsilon - Público em 2021),
"Uma Noite em Lisboa - ao vivo no São Luiz" (2023) e
"Caminho é quanto fica da viagem" (2026)

Caminho é quanto fica da viagem é uma edição com distribuição ESCAPARATE | INDIEMUSIC PT com o apoio da Antena 1 “Árvore da Música”