sexta-feira, 24 de julho de 2026

RODRIGO 13 E ICARO DÃO UMA NOVA EXPRESSÃO À TRADIÇÃO EM "ROSA"






















Rodrigo 13
regressa com "ROSA", o seu novo single em colaboração com ICARO, uma faixa que cruza referências da música tradicional portuguesa com uma abordagem contemporânea, urbana e profundamente atual.

Assente numa identidade sonora que equilibra tradição e modernidade, "ROSA" transforma elementos familiares em algo novo: um tema enérgico, sensual e hipnótico, onde a melodia e o ritmo se fundem numa atmosfera envolvente, pensada tanto para a escuta como para o movimento.

A produção ficou a cargo de Prod. Peter e Beiro, que constroem um universo sonoro rico em texturas e contrastes, onde a instrumentação de inspiração tradicional convive naturalmente com uma estética moderna, criando uma linguagem própria que reforça a personalidade artística de Rodrigo 13.

A participação de ICARO acrescenta uma nova dimensão ao tema, elevando o diálogo entre os dois artistas e reforçando a intensidade emocional da faixa. O resultado é uma colaboração orgânica que amplia o universo de "ROSA" sem perder a sua identidade.

Mais do que um exercício de fusão de géneros, "ROSA" afirma-se como uma visão contemporânea da herança musical portuguesa, reinterpretando-a através da sensibilidade de uma nova geração. É uma canção que honra as suas raízes enquanto aponta claramente para o futuro, demonstrando como tradição e inovação podem coexistir de forma natural.

Com "ROSA", Rodrigo 13 continua a consolidar uma identidade artística marcada pela procura de novas linguagens, sem nunca perder de vista a autenticidade e a ligação à cultura que o inspira.

RITA ONOFRE REVELA "QUEM DIRIA", NOVO SINGLE E VÍDEO DE BRUTA















Fotografia promocional Rita Onofre por Lucas Coelho

Depois da edição de BRUTA, o seu mais recente longa-duração lançado em março de 2026, Rita Onofre apresenta agora "quem diria", novo single e respetivo videoclipe, dando continuidade ao universo criativo que tem vindo a revelar desde o lançamento do álbum.

Composto integralmente por Rita Onofre e produzido em colaboração com NED FLANGER, BRUTA marca uma nova etapa no percurso da artista, explorando sonoridades onde o pop se cruza com a eletrónica e o rock, num registo mais cru, intenso e imersivo. O disco nasceu em paralelo com a mudança de Rita para Berlim, refletindo um período de transformação pessoal e artística que atravessa todas as suas canções.

Agora, "quem diria" acrescenta um novo capítulo a esse percurso. Uma canção que olha para o fim de um processo não como um encerramento, mas como o momento em que tudo encontra finalmente o seu lugar.

Sobre o tema, Rita Onofre partilha: "Queria muito que aquele sofrimento, aquela curva de aprendizagem chegasse ao fim do ciclo, então escrevi sobre esse destino final. Na fase de produção já lá estava, nesse mesmo sítio sobre o qual escrevi e que ainda não conhecia. Quem diria que ia fazer sentido no fim. Não é sobre mim, nunca foi. É sobre o encontro, sobre dançarmos os dois."

O lançamento é acompanhado pelo último videoclipe produzido para BRUTA, completando o universo visual do álbum. Filmados integralmente em Berlim, cidade onde Rita Onofre viveu até ao início do verão, todos os vídeos foram realizados por Billy Verdasca e Lucas Coelho, acompanhando a transformação artística e pessoal da cantora e expandindo a narrativa do disco para lá da música. Regressada agora a Lisboa, Rita apresenta pela primeira vez BRUTA como uma obra completa, onde som e imagem dialogam do princípio ao fim.

Sobre este momento, a artista acrescenta: "Este é o último vídeo do álbum, o último que gravámos após quatro dias de missão impossível. Assim completa-se o circuito: podemos agora ouvir e ver o BRUTA na totalidade. Agora podem também fazê-lo ao vivo, e cantá-lo connosco."

Depois da tour LIVRE x BRUTA, realizada ao lado de Alex D'Alva, Rita Onofre continua a apresentar BRUTA ao vivo, com novos concertos agendados para os próximos meses. 

TIPO LANÇA DUPLO SINGLE

















Créditos: Asminhasfotosnaoprestam

Depois de Licença, EP editado em abril deste ano, Tipo regressa com duas novas canções que antecipam o seu próximo longa-duração, com lançamento previsto para novembro.

"Já perdeu" e "Homem das notícias" surgem como duas faces de uma mesma moeda ou, neste caso, escrita: uma profundamente íntima, outra mordaz e observadora, ambas unidas por uma identidade sonora cada vez mais única e inequívoca no panorama da música contemporânea nacional.

"Já perdeu" expressa a distância entre a vontade de comunicar e a incapacidade de o fazer. Alguém que queria estar presente ou consolar, mas ficou preso na própria hesitação. Em termos musicais, revela um dos momentos mais contidos e sombrios do projeto a solo de Salvador Menezes. Ao piano junta-se Afonso Cabral, acentuando a fragilidade da composição.

"Homem das notícias" veste-se de melodias mais luminosas, cruzando folk e surf-rock para contar a história de uma personagem construída e movida a ambição, oportunismo e pela ilusão do sucesso. A canção, em termos sonoros, aparenta uma leveza quase despreocupada, mas esconde uma sátira mordaz às narrativas de poder e à facilidade com que a moral se acomoda à conveniência.

Os arranjos de ensemble de ambos os temas são assinados por Tomás Marques, num trabalho minucioso e sensível que serve as músicas na perfeição, com naturalidade e sem esforço aparente.

Para este disco, o Tipo manteve o mesmo núcleo duro do seu álbum anterior, Vigia. Os amigos e companheiros de banda nos You Can't Win, Charlie Brown, Pedro Branco (no baixo) e Tomás Sousa (na bateria e percussões).

O novo álbum chega em novembro. Até lá, ficam estas duas canções disponíveis, que apontam para cenários diferentes, mas encontram o mesmo ponto de partida: a vontade de contar histórias onde nada é inteiramente claro e ninguém é apenas aquilo que parece.

 

MIA BENITA DESAFIA AS REGRAS DO AMOR NO NOVO SINGLE 'DEPRESSA' ​






















Fotografia: Small Room Records

Após a colaboração com Murta em ‘DÁ-ME A MÃO’, a cantora apresenta uma canção Pop escrita e composta com LEFT., que antecipa o primeiro EP com lançamento previsto para o último trimestre de 2027.

Mia Benita apresenta o novo single 'DEPRESSA', já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade Pop contemporânea marcada por influências Afro, o tema celebra a confiança, a espontaneidade e a coragem de seguir aquilo que se sente quando encontramos a pessoa certa e desafia a ideia de que o amor tem de acontecer sempre devagar.

"Esta música fala sobre confiar no que sentimos quando encontramos a pessoa certa. Muitas vezes ouvimos que tudo deve acontecer devagar, mas acredito que, quando estamos com alguém que nos faz bem, não há problema nenhum em deixar acontecer naturalmente e até mais depressa. É uma canção sobre um amor saudável, que nos faz crescer e sentir em casa", afirma Mia Benita.

Escrita e composta pela cantora com LEFT., que assina a produção em parceria com miguele, 'DEPRESSA' é um tema fresco, leve e envolvente, com uma atmosfera descontraída e otimista. Produzido pela Small Room Records, o videoclipe que acompanha a canção expande o universo visual deste novo capítulo artístico de Mia Benita.

A artista conta que esta "música desafiou-me a escrever de forma diferente. Habitualmente gosto de letras mais preenchidas mas, desta vez, percebi que ao dizer menos conseguia transmitir muito mais. Essa simplicidade acabou por dar ainda mais força à canção, porque decidi com o LEFT. deixar mais espaço para a música respirar. Trabalhámos muito a dinâmica, as pausas e a simplicidade, permitindo que cada frase tivesse mais impacto".

'DEPRESSA' antecipa o primeiro EP de Mia Benita, com lançamento previsto para o último trimestre deste ano​. O single reforça a identidade luminosa e emocional que tem marcado a mais recente fase artística da cantora e compositora, sucedendo-se à colaboração com Murta em ‘DÁ-ME A MÃO’ e a 'MALMEQUER', editadas recentemente.

Natural de Lisboa, Mia Benita revelou-se ao grande público ao chegar à final do The Voice Kids, integrando a equipa de Carlão, com quem viria mais tarde a colaborar no single ‘Na Margem’ e em palco, no Campo Pequeno. Desde então, construiu um percurso marcado por distinções nacionais e internacionais, incluindo duas nomeações aos International Portuguese Music Awards, com o tema 'Separar’, e uma colaboração com o produtor norte-americano Oscar G (Madonna, Donna Summer, PetShop Boys).

Mia Benita nasceu em Lisboa e cedo demonstrou ter uma forte aptidão musical. Cresceu rodeada de música e logo percebeu que essa é uma forma de arte através da qual é natural expressar emoções, embora na altura ainda não as soubesse explicar por palavras. Teve aulas de canto desde os 8 anos, estudou piano, guitarra e teoria musical e frequentou workshops e cursos de interpretação na área do Teatro, que contribuíram para desenvolver a sua escrita e capacidades performativas.

Deu-se a conhecer ao público em 2021, ao participar no The Voice Kids, da RTP, uma experiência marcante, pela aprendizagem e crescimento. Acompanhada pelo mentor Carlão, Mia Benita ganhou confiança, contacto com o palco e uma maior consciência artística. Chegou à final do programa e, posteriormente, colaborou com Carlão no single 'Na Margem' e participou no concerto do artista no Campo Pequeno, em Lisboa.

Em 2022, Mia Benita deu início ao seu percurso discográfico em nome próprio, com o lançamento do single 'Sometimes'. No ano seguinte edita 'FIRE' e é Finalista do Songwriter Competition 2023 - Song Academy (Inglaterra). Ainda em 2023 lança 'Separar', faixa coescrita com LEFT. e Clara Duailibi e nomeada para duas categorias nos International Portuguese Music Awards (EUA), "Performance Pop" e "Canção do Ano". Já em 2024 colabora com a editora Nova-Iorquina Nervous Record e o influente DJ e produtor Oscar G (Madonna, Donna Summer, Pet Shop Boys). Por esta altura atuou em salas e eventos como o Capitólio e as Festas do Seixal e as suas músicas chegaram às rádios nacionais e internacionais, nomeadamente no Luxemburgo e Canadá.

A era mais promissora e determinante no percurso de Mia Benita tem início em março de 2026, com o single 'MALMEQUER', um tema Pop e R&B escrito e composto com LEFT. (Diogo Piçarra, INES APENAS, Fernando Daniel) com rotação na Rádio Comercial, Rádio Renascença e Antena 1. O produtor voltou a encontrar-se em estúdio com a compositora para o single seguinte, 'DÁ-ME A MÃO', uma parceria com Murta escrito pelo trio, que apresenta uma energia leve, descontraída e luminosa e uma narrativa sobre presença, conexão emocional e liberdade, que mereceu igualmente rotação na Comercial, Renascença e Antena 1.

DINIS MOTA FAZ A FESTA COM O NOVO SINGLE 'SE ESTA VIDA'





















Fotografia: Bruno Gomes

Após a edição do álbum de estreia "By Your Eyes" e a conquista do segundo lugar no Festival da Canção 2026, o músico regressa com uma canção que dá início a um novo capítulo do seu percurso artístico.

'Se Esta Vida' é o novo single de Dinis Mota, já disponível em todas as plataformas digitais. Cruzando a emoção da Pop contemporânea e da música popular portuguesa com ritmos latinos, influências da MPB e uma percussão de inspiração cubana, o tema transforma a saudade num espaço de encontro, celebração e esperança, onde a introspeção convive com a vontade de dançar.

Nas palavras de Dinis Mota, ‘Se Esta Vida’ "nasceu da vontade de voltar a celebrar e desprender cada um de nós de cada obstáculo que nos é imposto. Depois do Festival da Canção, percebi que há uma necessidade em mim de criar conexão, através de uma energia de encontro, dança e partilha que contagie".

Escrita, composta e produzida pelo multi-instrumentista, 'Se Esta Vida' celebra a beleza das marcas que o tempo deixa e a capacidade de encontrar luz, mesmo em tempos difíceis. Com o propósito de "criar um lugar onde o passado pudesse ser celebrado, ao invés de lamentado", o tema acompanhado por um vídeo realizado por Rafaela Lopes é "esperançoso e surge da saudade, mas não da tristeza, que olha para as memórias com gratidão e que convida as pessoas a dançarem com tudo aquilo que viveram. A dança surge como metáfora: um movimento no presente que simboliza o amor pelo passado e o sonho de um futuro", acrescenta Dinis Mota.^

Após a conquista do segundo lugar no Festival da Canção 2026 com o tema 'Jurei' e o lançamento do álbum de estreia, "By Your Eyes", Dinis Mota inicia agora um novo capítulo criativo, no qual mantém a identidade emocional que tem marcado o seu percurso, mas explora uma abordagem mais luminosa, celebratória e aberta à comunhão entre palco e público.

"Este tema marca o início de uma nova fase, porque é exatamente o ritmo que traduz a forma como eu me sinto enquanto artista. Encaro esta fase da minha carreira com uma responsabilidade acrescida. Quero continuar a fazer da música um espaço no qual as pessoas possam sentir e encontrar esperança. Mais do que contar histórias, pretendo criar momentos que aproximem quem ouve daquilo que realmente importa", diz o músico.

Já disponível em todas as plataformas, 'Se Esta Vida' assinala o arranque desta nova etapa artística de Dinis Mota. O novo single e o álbum "By Your Eyes" estarão em destaque no concerto do cantor, compositor e produtor Aveirense nas "Noites de Verão" da Pampilhosa da Serra, já no dia 4 de agosto.

Cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor, Dinis Mota é um artista singular, que tem vindo a destacar-se pela união de instrumentos orgânicos e texturas digitais. O resultado dessa experimentação é uma mistura sonora improvável que não se limita a um género e une Pop, Rock, R&B, Bossa Nova, Samba, AfroSwing, Blues e até Hip Hop. Esta riqueza sonora, aliada a uma identidade artística bem definida, tornam o reportório de Dinis Mota uma proposta diferenciadora no panorama musical nacional.

A paixão pela música e arte em geral surgem desde cedo na vida do jovem natural de Aveiro, através dos discos dos pais que ouvia em criança e, posteriormente, pelas primeiras audições autónomas. Foi contactando com vários instrumentos, como a guitarra e o piano, e logo demonstrou um instinto e uma uma sensibilidade raros.

A estreia discográfica de Dinis Mota acontece em 2022, com o single 'Longe'. No ano seguinte lança os EPs "TRIAGEM", uma viagem vibrante à mente e às experiências de vida do criador, que explora R&B, Hip Hop, Rock, Samba e Afroswing, e "REFLEXO", que representa uma fragmentação do seu espírito, pintada por um ambiente ligado à vertente psicadélica do Trap, Hip-Hop e House.

Em 2024, o artista dá início à mais importante fase da sua carreira, com o single 'NO STRESS'. Seguiram-se, em 2025, 'DIAMONDS', 'MÃE', 'I'M ON IT' e 'LMLY', lançados em antecipação ao primeiro álbum, e a estreia ao vivo com um concerto no Teatro Aveirense. No mesmo ano, Dinis Mota completa o Mestrado em Artes e Tecnologias do Som na ESMAE, no Porto.

No início de 2026, participa no Festival da Canção, alcançando um honroso segundo lugar na competição da RTP, com o tema 'Jurei', e edita o disco de estreia, "By Your Eyes". O longa duração é composto por 17 faixas, interpretadas numa dança fluída entre o português e o inglês, com uma sonoridade contemporânea coesa que cruza R&B com influências de AfroSwing, House, Hip Hop, Bossa Nova, Rock e elementos de Jazz e Disco Funk. A narrativa que atravessa as canções é sobre os vários caminhos da vida, da paixão à reflexão, da confusão à aceitação. Escrito, composto e produzido por Dinis Mota, o álbum conta com as colaborações de Pedro Rafael - presença regular na evolução sonora do músico -, que assina a mistura e masterização, bem como de artistas como Sizzy G, Mei Rose e manwill, que participam nos temas 'I’M ON IT', 'STAY AWAY' e 'LOVE, AS A LIE', respetivamente. 

SINGLE NOVO DE FERNANDO DANIEL





















Fernando Daniel
Emocional

Fernando Daniel continua a abrir caminho para aquele que será o seu quarto álbum de estúdio, com lançamento previsto para o último trimestre de 2026. O artista lança agora "Emocional", o segundo single de um disco que marca uma nova etapa criativa e uma das mais significativas evoluções da sua carreira. Este novo single reforça o caminho iniciado com "Juro" e apresenta um Fernando Daniel mais seguro da sua visão enquanto autor, compositor e intérprete. O tema é mais uma peça fundamental na construção do universo deste novo álbum, revelando a consistência e a ambição de um projeto pensado para abrir um novo capítulo na carreira do artista.

MAU UIVO COM SINGLE DE ESTREIA


Com um longo percurso na música como contrabaixista clássico e de jazz, Miguel Menezes aventura-se agora num registo a solo sob o nome de Mau Uivo.

A canção de estreia, “Casa Branca”, revela-se simples e intimista, desenhando-se através de várias camadas de vozes, harmonias diferentes, samples e ambientes sonoros variados. Este cuidado com as texturas cria uma atmosfera imersiva, onde a colagem de sons e a sobreposição vocal reforçam a identidade singular do projeto. O resultado é uma faixa que respira e ganha densidade aos poucos, convidando quem ouve a entrar num universo criativo muito próprio.

O tema é acompanhado por um videoclipe oficial realizado por Filipe C. Monteiro, cujo olhar sensível espelha de forma visual o ambiente intimista e introspetivo da canção, complementando perfeitamente a viagem sonora. 

Liricamente, "Casa Branca" explora o desprendimento de amarras, a libertação e a coragem de arriscar, assumindo o erro e a imperfeição como parte inerente do processo de crescimento.

"Esta canção fala sobre libertação, sobre a urgência de nos desprendermos das amarras que nos prendem e sobre o ato de arriscar, mesmo sabendo que o resultado pode não sair de forma perfeita. É um manifesto pessoal de aceitação através de um diálogo íntimo entre a voz e a experimentação na guitarra." – refere Miguel Menezes.

O lançamento de "Casa Branca" serve de preâmbulo para o EP de estreia de Mau Uivo, que tem lançamento previsto para o dia 13 de novembro deste ano.

https://www.instagram.com/mau___uivo/ 
https://youtube.com/@mauuivo?si=N7llC3Wkm55EmLWN
 
https://mauuivo.bandcamp.com

RIOT EDITA "BATIDA NOVA"





















RIOT, figura incontornável da música eletrónica e cofundador dos Buraka Som Sistema, está oficialmente de volta às pistas de dança. Depois do impacto conseguido com “Vai Gordinho”, um tema carregado de uma forte e vincada mensagem social, o artista foca agora todas as baterias na energia pura dos clubes com o lançamento do seu novo single, “Batida Nova”.

“Batida Nova” é um tema progressivo e arrojado que se destaca do panorama atual pela sua estrutura imprevisível. A meio da viagem, a faixa quebra as regras com um breakdown surpreendente, aproximando-se da dinâmica do House e do Tech House. Com uma produção de excelência e uma energia contagiante, o single assume-se como o ponto de encontro perfeito entre o pulsar afro-eletrónico e a cultura de clubbing global, um tema indispensável para DJs e para as pistas mais exigentes.

DA WEASEL REVELAM O AFTERMOVIE DO CONCERTO HISTÓRICO NO MEO MARÉS 2026















fotografia: Sebastião Ferreira

Os Da Weasel disponibilizam hoje o aftermovie oficial do concerto protagonizado no festival MEO Marés há precisamente uma semana, dia 17 de julho; uma atuação que reuniu milhares de pessoas na Praia do Aterro, em Leça da Palmeira, e que ficará na memória como um dos momentos altos da edição de 2026 do festival.

Ao longo de mais de duas horas, a banda percorreu alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira, num espetáculo dividido em três atos que cruzou a energia característica dos Da Weasel com a dimensão cinematográfica de uma produção visual cuidada e, pela primeira vez no Norte do País, com uma orquestra especialmente formada para este momento, com direção e arranjos do Maestro Rui Massena.

O alinhamento reuniu clássicos como "Adivinha Quem Voltou", "A Essência (Vem Sentir)", "Nunca Me Deixes", "Todagente", "Outro Nível", "Força", "GTA", "Selectah" e "Tás na Boa", proporcionando uma viagem pela história de uma das bandas mais marcantes da música portuguesa e unindo diferentes gerações num mesmo concerto.

Um dos momentos mais especiais da noite aconteceu com a entrada em palco do Maestro Rui Massena, cuja direção musical acrescentou uma nova dimensão a temas como "(No Princípio Era) O Verbo", "Sistema do Sistema", "Negócios Estrangeiros", "Agora e Para Sempre (A Paixão)" e "Mundos Mudos", entre outros, transformando o espetáculo numa experiência musical única e épica para todos os presentes.

Mais do que um registo do concerto, o aftermovie procura captar a intensidade vivida na Praia do Aterro: a ligação entre a banda e o público, a força coletiva dos refrões cantados em uníssono, os momentos de maior intimidade proporcionados pela componente sinfónica e a energia que marcou o regresso dos Da Weasel ao palco do MEO Marés.

Com imagens inéditas da atuação, dos bastidores e da reação do público, o vídeo celebra uma noite irrepetível e documenta um espetáculo que voltou a afirmar a relevância e a intemporalidade dos Da Weasel. O aftermovie já se encontra disponível nas plataformas digitais da banda.

Os Da Weasel agradecem à PEV (e toda a sua equipa) e à MEO por mais este convite e pelo empenho em fazer acontecer este concerto com orquestra, integrado num Festival, bem como a os que permitiram e contribuiram para que o mesmo fosse memorável, marcando o arranque da 1ª edição do MEO MARÉS no concelho de MATOSINHOS!

Orquestra 

Maestro Rui Massena, Rui Moreira, Paulo Nogueira, Gaspar Santos, Pedro Bladh, Fabiana Fernandes, Maria Bonina, Ana Alves, Teresa Silva, Raquel Ribeiro, Manuela Ferrão, Vera Morais, Horácio Ferreira, Roberto Henriques, Beatriz Rios, Jaime Resende, José Marques, João Sousa, Carlos Ribeiro, Emanuel Rocha, Tiago Nunes, Tiago Noites, Fábio Rodrigues, Jorge Lima, Jorge Pereira, Sandro Andrade

Equipa DW

João Martins, Guilherme Vales , João Paulo Dias, João Pedreira, Ricardo Maia, Bruno Nunes , Andrés Félix , Daniel Camalhão , Nuno Gonçalves, Sandro Neves, João Costa, António Gomes , Vasco Vaz , Miguel Vicente, Martim Pato, Sérgio Rodrigues, António Marinho, Sebastião Ferreira, Catarina Ceia Simões, Helena Pedro, Ana Moitinho, Joana Lima Rocha, Ani Fonseca, Ivan Cunha, Eva Criner da Forbidden Merche, Radar dos Sons, Paulo Fernandes da Warner Music Portugal, Widex, Cheers Sports Bar, FX Road Lights , Hugo Costa, Ivo Castro, André Dias da In Rock We Trust, Bact3ria, C. M. Almada / Casa Amarela nas pessoas de Gil Costa e Patrícia Cruz, Orquestra Jazz de Matosinhos nas pessoas de Jorge Coelho, Cláudia Pinto, Rafa e Nuno Couto, Academia de Música de Espinho

 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

YOUTH YARD EDITAM DISCO





















Os Youth Yard chegam a esta nova digressão num dos momentos mais sólidos do seu percurso. Depois de vários anos a afirmar uma identidade artística própria, a banda de Viana do Castelo apresenta "Room Temperature Drama", um disco que consolida a maturidade de um projeto que tem vindo a conquistar, de forma consistente, espaço no circuito independente português e ibérico.

Muito para além da edição discográfica, foi em palco que os Youth Yard construíram a sua reputação. A presença regular em festivais, salas e ciclos de programação de referência permitiu à banda afirmar-se como uma proposta ao vivo de elevada consistência, onde a intensidade emocional das canções se alia a uma execução rigorosa e a uma relação de proximidade com o público. Cada concerto acrescentou uma nova etapa a um percurso que continua em clara ascensão.

Essa evolução tem encontrado eco para lá da fronteira. Nos últimos anos, os Youth Yard reforçaram a sua presença em Espanha, desenvolvendo um percurso ibérico sustentado que tem despertado o interesse de promotores, salas e novos públicos. Esta circulação internacional reflete a capacidade da banda para comunicar para além do contexto nacional e confirma o potencial de um projeto que continua a alargar o seu território artístico.

"Room Temperature Drama" representa um novo capítulo dessa evolução. Ao longo de nove temas, o álbum desenha uma narrativa que parte da luminosidade inicial para ambientes progressivamente mais densos, explorando as fronteiras entre o indie rock, a dream pop e a eletrónica subtil. Essa progressão ganha uma nova dimensão em palco, onde as canções são apresentadas como um corpo único, pensado para envolver o público do primeiro ao último tema.

Os Youth Yard apresentam-se hoje como uma banda plenamente preparada para integrar programações que privilegiam qualidade artística, identidade e contemporaneidade. O seu percurso, construído com consistência e sem atalhos, coloca-os entre os projetos portugueses mais interessantes da nova geração da música independente, capazes de dialogar naturalmente com públicos de clubes, teatros, auditórios e festivais.

A Room Temperature Drama Tour é a afirmação de uma banda em crescimento, com um espetáculo sólido, um repertório amadurecido e um percurso que demonstra, concerto após concerto, a capacidade de conquistar novos públicos em Portugal e além-fronteiras.

MEU GENERAL LANÇA ÁLBUM

 













“A Programação Segue Dentro de Momentos”
apresenta-se como um manifesto: viver apesar da dúvida, agir apesar do medo e encontrar no som e na atitude uma forma de continuar.

São canções rápidas, ofegantes, que refletem a velocidade dos dias de hoje — onde tudo acontece em simultâneo e nada parece realmente resolvido. Carregam a tensão de uma geração que vive presa entre o impulso de agir, o medo de escolher ou a indiferença.

As músicas captam essa inquietação: Uma energia crua e honesta. Um álbum que foi feito para ser sentido ao vivo.

Mas no meio desse caos, há uma força que resiste — O Rock. Mais do que um género musical é uma atitude, uma catarse.

Os dois primeiros singles do álbum, “Quero e Não Quero” e “Se Esperas” (este com participação de João Cabeleira - Xutos & Pontapés), dizem-nos e mostram-nos que Meu General se recusa a ficar parado!

ZIGURFEST EM CONTAGEM DECRESCENTE






















A um mês do arranque, o festival anuncia os horários dos 13 concertos, reforça a aposta na transmissão online, na Língua Gestual Portuguesa e apresenta uma soundwalk inédita pelas ruas de Lamego.

Falta apenas um mês para o regresso do ZigurFest a Lamego. Entre 20 e 22 de agosto, o festival volta a transformar a cidade num palco de descoberta musical, ocupando o Teatro Ribeiro Conceição, Rua da Olaria, Bairro da Ponte e Alameda com 13 concertos e outras propostas artísticas, todas de entrada livre. A contagem decrescente fica agora marcada pela divulgação dos horários da programação e pela apresentação das principais novidades desta edição.

Entre os destaques está a estreia da ZIGUR.FM em funcionamento contínuo, que passará a emitir 24 horas por dia durante o festival, com concertos do arquivo do ZigurFest e a transmissão em direto de todos os espetáculos da edição de 2026, permitindo acompanhar a programação a partir de qualquer lugar.

Outra novidade é a Cidade Sonora, uma soundwalk que convida o público a descobrir Lamego através da escuta. O projeto, criado na cidade por Daniel Taveira (Dan Iro) e Martinho Filipe, realiza-se no dia 22 de agosto, a partir das 15h30, com participação gratuita mediante inscrição prévia, limitada a dez participantes.

A acessibilidade continua igualmente a ser uma prioridade para o ZigurFest. À semelhança do que acontece desde 2023, vários concertos contarão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, reforçando a ligação à comunidade surda do Douro Interior e o compromisso do festival com uma programação cada vez mais inclusiva. As atuações de La Familia Gitana, Mangualde, Clarisse e os Desviados e Alomorfia terão interpretação ao vivo.

A edição de 2026 reúne um cartaz que cruza diferentes linguagens e propostas da música nacional e decorre entre os dias 20 e 22 de agosto, com entrada gratuita. Toda a programação, horários e restantes informações estão disponíveis em www.zigurfest.com, onde será também possível acompanhar os concertos em direto através da ZIGUR.FM.

BÁRBARA BANDEIRA APRESENTA VIDEOCLIPE DE “MANEL”, TEMA DO NOVO PROJETO, LUSA: ATO II





















Fotografia: Fábio Teixeira

Bárbara Bandeira acaba de lançar o seu mais recente videoclipe do single “Manel”, um dos temas do seu mais recente EP, “Lusa: ato II”. Durante as gravações do projeto que homenageia a portugalidade, a artista cruzou-se com relatos marcantes, conhecendo pessoas e ouvindo memórias profundamente ligadas à ausência, à espera e sobretudo à identidade portuguesa.

Foi aí que a artista descobriu a história de Maria e Manel, a narrativa que serve de espinha dorsal a este novo tema.

“Manel era pescador e partia para o mar. Maria, grávida, ficava em terra à sua espera. Num tempo sem comunicações, uma tempestade podia significar dias de silêncio e uma incerteza absoluta. Percebi que, para estas pessoas, a espera se tornava uma forma de amor, de medo, de fé e de resistência”, partilha Bárbara Bandeira.

Inspirada por esta narrativa real, Bárbara juntou-se a Buba Espinho para compor “Manel”. O resultado é uma canção com uma forte carga emocional, que assenta na tradição oral portuguesa, apresentada com uma abordagem totalmente contemporânea, mostrando que há sentimentos que atravessam gerações. A faixa conta ainda com um elemento inesperado, arrebatador e diferenciador: um coro alentejano exclusivamente feminino, que confere ao tema uma dimensão coletiva, ancestral, intimamente ligada à nossa identidade cultural.

O projeto conta com o apoio estratégico da Sagres e da Redken, marcas que se associaram a este universo pela vontade partilhada de integrar a portugalidade no quotidiano. A presença de ambas surge de forma totalmente orgânica e próxima da história, valorizando gestos, tradições e símbolos identitários reconhecíveis no nosso imaginário visual.

“Mais do que marcar presença num videoclipe, para a Sagres importa fazer parte de histórias que deem palco e significado à Alma Portuguesa. ‘Manel’ parte de uma narrativa muito tradicional e reinterpreta-a através de uma linguagem contemporânea, mostrando que as nossas raízes continuam a inspirar novas gerações de criadores. A nossa parceria com a Bárbara Bandeira é uma forma natural de apoiar quem interpreta, reinventa e leva mais longe a nossa cultura, sem nunca perder a sua essência.” refere Filipa Magalhães, responsável de Marketing da Sagres.

O videoclipe de “Manel” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

PROGRAMA 22/07/26

1 - Desert Smoke - Fuzzy txiitxu
2 - Fjords - Virgilio
3 - Scatter - Dead end
4 - Spiralist - Underbelly
5 - Junkbreed - Misanthrop
6 - Last Piss Before Death - Echoes
7 - PZ - Sempre que te vejo (C/ Toy)
8 - Ena Pá 2000 - Marilu

9 - António Zambujo - Regresso à infância
10 - Ezequiel - Portugalidade
11 - Puto Bacoco - Hoje à noite na giesta
12 - Torcido - Fora do lugar
13 - Ordem Crucial - Cais 2024
14 - Ressonant - Os ventos mudaram
15 - O Castelo - Parece setembro

SONOSCOPIA APRESENTA PIC-NIC MELANCÓLICO

 



















Para quem cresceu e percorreu a zona oriental da cidade, a ideia de um pic-nic junto ao Rio Tinto despoleta automaticamente um conjunto de alertas e memórias intensas sobre o seu passado. Nos anos 80 e 90, os níveis de poluição remetiam este curso de água para a condição de esgoto a céu aberto. O seu percurso era também marcado por uma profunda decadência urbanística e social, espelho cruel de anos de falta de planeamento, consciência ecológica e desigualdade.

O processo de despoluição foi — e continua a ser, pois ainda há muito caminho a percorrer — naturalmente lento. Mas o rio voltou a ser rio e, de uma das zonas mais degradadas da cidade do Porto, (re)nasceu o Parque Oriental, que sobre os fantasmas do passado se ergue como uma promessa renovada de esperança.

Sem fantasmas e com um otimismo renovado, celebramos um futuro mais verde com um simbólico Pic Nic Melancólico: uma tarde de música, atividades para famílias, conversas e convívio para que todos possamos descobrir um dos maiores e mais surpreendentes parques da cidade.

Ao longo da tarde haverá também uma Mesa Comunitária.
Quem quiser pode trazer algo para partilhar — fruta, pão, bolos caseiros, sumos ou outras iguarias. Não é obrigatório contribuir; é apenas um convite à partilha e ao convívio.

Porque o futuro fazemos juntos!

PROGRAMA

16h30 — Sononautas: Ecoescuta

Workshop para famílias
Formadores: Sonoscopia
Duração: 90 minutos

Sononautas – Ecoescuta convida-nos a habitar o lugar do outro — o lugar do não humano, do intraduzível. Através de uma escuta deslocada e atenta, esta oficina procura abrir passagens para novas perspetivas auditivas e para dimensões sonoras invisíveis.

Num ambiente participativo, os participantes são desafiados a inventar e explorar dispositivos de escuta expandida, construídos com materiais simples como cartão, paus, folhas ou pedras recolhidos no próprio espaço.

Partindo da ideia dessa outra escuta — a das árvores, das pedras, dos ventos e de tantas presenças que nos envolvem — procuramos ouvir para além da paisagem, reconhecendo que ela própria também escuta, ressoa e nos devolve ecos e silêncios.

17h30 — Loup Uberto

Concerto
Duração: 40 minutos

Loup Uberto é um músico, compositor, vocalista, arquivista sonoro e construtor de instrumentos francês, cuja prática artística se situa na confluência entre a música tradicional e a improvisação experimental. Fundador do projeto Bégayer, desenvolve um trabalho multidisciplinar que atravessa a performance, a investigação, a fotografia e a instalação sonora.

Ao longo dos anos, realizou diversas pesquisas de campo e recolhas sonoras em territórios como Cuba, a Europa de Leste, a Síria, a Tunísia e Itália, explorando repertórios populares, práticas vocais e formas de expressão ligadas ao trabalho, ao exílio e à memória coletiva. O seu trabalho procura criar pontes entre tradição e contemporaneidade, questionando os processos de desenraizamento cultural e as formas de resistência e transmissão.

18h15 — Roda de conversas sobre o Rio Tinto e o Parque Oriental

A devolução dos espaços públicos à população permite-nos repensar as cidades de forma a que a vida das pessoas que a habitam possa ser muito mais do que a angustiante correria entre o trabalho e a casa. O Parque Oriental, cuja extensão de Rio Tinto até ao Freixo ultrapassa os 10km, abre fendas sobre antigos caminhos rurais, zonas de falência industrial e caos urbanístico, criando um espaço verde que faz justiça a uma zona da cidade que foi sempre esquecida. Ao longo de uma grande parte do parque encontramos o Rio Tinto, que nos anos 80 era um dos mais poluídos da Europa e com descargas ilegais diárias de fábricas circundantes. É hoje um rio com uma fauna e flora renascidas, e ladeado em algumas zonas por hortas comunitárias que fazem com que este rio e este parque seja hoje vivido de uma forma bem mais digna. Esta conversa é um convite a quem habita ou habitou esta zona para recordar, partilhar histórias e refletir em conjunto sobre as transformações que marcaram o Rio Tinto e o Parque Oriental nas últimas décadas.

19h00 — Sunflowers

Concerto
Duração: 45 minutos

Formados em 2014, no Porto, os Sunflowers têm vindo a agitar o panorama musical português desde então. Talvez porque o som implacável que produzem entre em dissensão com o seu nome florido. Talvez pela sua ética de trabalho inigualável e inquietante. Talvez seja apenas controlo mental através de ondas rádio. Quem sabe?

As várias digressões da banda comprovam-no: Portugal, França, África do Sul e Inglaterra são apenas alguns dos países potencialmente hipnotizados. Se o título do último álbum, Endless Voyage, for um presságio, o hipnotismo sónico dos Sunflowers não terá fim.

A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projectos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos transdisciplinares. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 700 eventos, criações artísticas, actividades pedagógicas e publicações. Esteve presente em cerca de 20 países europeus, bem como em geografias tão distantes quanto os Estados Unidos, a Colômbia, o Chile, o Líbano, o Japão, a Tunísia ou os Emirados Árabes Unidos. Das suas criações destacam-se os projectos Phonambient, INsono, Phobos - Orquestra Robótica Disfuncional e Phonopticon. Em Portugal, a Sonoscopia é parceira de entidades como a Fábrica das Artes/CCB, o Teatro Nacional São João, a Fundação de Serralves, o Cine‑Teatro Louletano, o GNRation e o Teatro de Ferro. Dispõe ainda de um espaço localizado no Porto, com pequenos estúdios equipados e preparados para a concepção e produção de trabalhos criativos e científicos, residências e apresentações informais, tendo acolhido centenas de artistas de todo o mundo. A Sonoscopia é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto/Direção-Geral das Artes.

Rua de Silva Porto 217
4250-469 Porto - Portugal

sonoscopia@gmail.com
www.sonoscopia.pt
www.facebook.com/sonoscopia.associacao

IMINENTE REVELA CARTAZ E ABRE VENDA DE BILHETES PARA A EDIÇÃO DOS 10 ANOS











Uma orquestra a sério. Um soundsystem que nos mexe com o estômago. Uma antiga cantina que é salão de baile até o punk virar do avesso em mosh. Salas de aula que são instalações. Uma pista que dá choque. Funaná até de manhã. Hinos de futebol cantados em vozes de raiz cigana, como nunca ouvimos. Fado a sair de um lado e drill do outro, e nós no corredor sem sabermos para onde ir. Rap que não pede licença e música de intervenção que ainda incomoda muita gente. É Cultura Urbana. Música. Artes Visuais. Performances. Talks. Comida escolhida a dedo, como tudo o resto. O som dos bairros e o arraial popular levado a sério.

De 17 a 20 de setembro, o Iminente regressa ao formato festival pela primeira vez desde 2022 e faz 10 anos a celebrar precisamente aquilo que sempre o distinguiu: o encontro entre bairros, comunidades, nomes emergentes e consagrados, na antiga Escola Afonso Domingues, em Marvila.

Ao longo de quatro dias, cruzam-se diversas culturas urbanas com concertos, artes visuais, instalações, performances, talks e gastronomia escolhida a dedo. Mas o que sempre distinguiu o Iminente é o que acontece também nos bairros antes de chegar ao palco. Esta edição não é exceção: o programa nasce, em grande parte, do trabalho feito ao longo do ano com comunidades e coletivos de Lisboa. Esta edição junta espetáculos que só acontecem nestes dias, nestes palcos e a maioria traz convidados que multiplicam a história por trás do nome no cartaz. Há artistas que preparam atuações exclusivas para o festival, num cartaz com nomes emergentes e consagrados, que se juntam para celebrar uma década de Iminente.

O tão esperado regresso de Original Kappa aka Allen Halloween junta-se à festa. Através de um sem-número de convidados — incluindo uma surpresa muito aguardada - apresenta os momentos mais importantes da sua carreira com um espetáculo único: "Noite da Lisa". Os Mind Da Gap regressam também aos palcos, depois de anos fora, num concerto raro.

Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra apresenta "Beats Vol.1: Amor", o álbum instrumental de 2002 que conta a história de amor dos próprios pais do artista. A estreia ao vivo, em outubro de 2025 no CCB, fez história; o Iminente traz de volta a Lisboa esta apresentação exclusiva. Também os Mão Morta sobem a palco com um espetáculo que só aconteceu uma vez em Serralves, ao lado do acordeonista João Barradas e da artista visual Mariana Vilanova.

Dino D'Santiago estreia nos palcos do Iminente o seu novo álbum "Aye", fruto de três anos de gravações e viagens ao Brasil. Colaboram neste novo disco AJULLIACOSTA e Luedji Luna, com concertos em nome próprio no festival.

Estreia também o projeto UN!DD, que reúne de propósito para o festival cinco fundadores de projetos incontornáveis da nova música de matriz cabo-verdiana feita nos arredores de Lisboa — Acácia Maior, Cachupa Psicadélica, Fidju Kitxora, Prétu e Scúru Fitchadu.

Batida volta a palco com "Modelo Africano”, 10 anos após a sua estreia na primeira edição do festival e a Príncipe celebra 15 anos com um back-to-back histórico entre Dj Marfox e Dj Nigga Fox (apresentado no Iminente em 2019), e o estreante no Iminente, Helviofox.

O cartaz tem ainda curadorias muito especiais e abertas com Chelas é o Sítio, Duro de Roer, Príncipe, Versus, Precárias, Planeta Manas, Talentos do Bairro, Kriativu, entre outras.

E, pela primeira vez, um soundsystem que não vai deixar ninguém dormir.

Hoje revelamos o cartaz. Os passes e bilhetes diários desta edição estão já à venda.

O Iminente mantém um dos preços de acesso mais baixos entre os festivais em Portugal, com valores que se mantêm nos mesmos patamares da última edição em formato festival, em 2022. Estão disponíveis o passe de 4 dias, por 70€, o passe de 3 dias, por 55€, e o passe de fim de semana, válido para sábado e domingo, por 38€. O bilhete diário está disponível por 20€ em venda antecipada e por 25€ à porta. Bilhetes aqui.

São mais de 100 atuações, instalações e exposições de artistas nacionais e internacionais, alguns nomes em estreia em Portugal, outros de regresso ao Iminente com novos projetos

PROGRAMA:

ON STAGE 

- 4G, Bensky, MADRUGZX, ThiS iS Skin (Co-Curadoria: Chelas é o sítio
- A garota não
- AJULLIACOSTA
- Ana Lua Caiano
- Bahamadia
- BAIRROS apresenta: Hugo Menezes e Rés do Chão, OMIRI e VMBA, Nuno Cintrão e Geração com Futuro
- Batida apresenta Modelo Africano (10 anos)
- bbb hairdryer / O Triunfo dos Acéfalos / Overcrooks (Co-Curadoria: Duro de Roer)
- Black Milk (Co-Curadoria: Versus)
- Bob Valentino & Myka Kutubelada / Katuta Branca / Meme Landim (Co-Curadoria: Kriativu)
- Capicua
- Chloe Aligiani
- Conway the Machine (Co-Curadoria: Versus)
- DANYKAS DJ
- Dead City
- Dino D'Santiago e convidadas
- Dj Firmeza / Mindel Reggae Family com convidados / Nex Supremo / Party Smith / Red Chikas (Co-Curadoria: Original Kappa aka Halloween)
- Dj Marfox b2b Dj Nigga Fox / Helviofox (Co-Curadoria: Príncipe - 15 anos)
- Expresso Transatlântico
- Fidju Kitxora
- Ghoya
- Gisela João
- Herlander
- Iminente Breaking Battle
- JJ 2000 fantasmas
- Kelson
- La Familia Gitana
- Lena d’Água
- Libra
- Lucas Maia
- Luedji Luna
- Mamã África apresenta Karyna Gomes
- Mão Morta feat. João Barradas & Mariana Vilanova
- Micro - 30 anos
- Mind Da Gap
- Minguito
- Nemanja Bošković
- Nenny
- NOIA
- NU STA FORTI
- OMIRI
- Original Kappa aka Allen Halloween traz Dj Fumaxa, Landim, Miss Bity, Drunk Master, Kinous, Kapataz e convidado surpresa
- OSGEMEOS
- Pedro Melo Alves
- Piny
- Planeta Manas com BLEID, marum, Phoebe, Violet c/ Postcarbon Collective e Flawless Revlo, Ira, Malia Imaan, Nuno Unbothered Cartier, Anitta Mugler
- Precárias Festival de performance apresenta: Coletivo Nega Criações Artísticas, Cigarra, Jenny Larue e Bloco da Palhinha Maluca
- Puçanga
- Real Guns e convidados
- ROTOR ERROR
- Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra
- Shaka Lion e convidados
- Silver & Gold
- Syer sujidade máxima
- Talentos do Bairro: Don Fran, Born2Fail, Rafa Moreira, Pandon, Alkateia / Rafaela Rolo e DO CN, Igor, Rato Chinês, Inês Coito convida Don Fran e Sara Coito
- Tripa-Coração
- Tristany
- UN!DD
- Umafricana
- Ustad Fazel Sapand
- Vado MKA
- Xullaji

OFF STAGE

- ± maismenos ±
- 3D Crew
- AKACORLEONE
- Athanasios Kanakis
- Arashida
- Camila Rosa
- Entangled Others
- Galdéria
- João Fortuna
- Joãozinho da Costa
- Kriminals por Original Kappa aka Halloween
- Lígia Fernandes
- Miljena Vučković
- ML7 Metro Lisboa
- OBEY SKTR
- Oficina Fritta
- Pedrita
- Pregos Shp
- RUSSO 1003PV
- Saman & Sasan Oskouei
- Tamara Alves
- U-Nick
- Vhils
- Vitor Agostinho
- Wasted Rita

Criado em 2016 por Alexandre Farto (Vhils), o Iminente afirmou-se ao longo da última década como uma das principais plataformas de cultura urbana contemporânea ligadas a Lisboa, tendo passado por diferentes espaços e cidades, em Portugal e internacionalmente. Ao longo de 16 edições, reuniu artistas emergentes e consagrados, nacionais e internacionais, construindo um lugar próprio no panorama cultural e um espaço onde diferentes expressões da cultura urbana coexistem no mesmo programa.

LÍQUEN COM NOVO SINGLE















'Perfil do Ocidente' é o novo single de Líquen, uma canção que transforma a observação do quotidiano num retrato fragmentado do mundo contemporâneo.

Neste novo tema, expõe-se a imagem de um Ocidente em permanente representação, onde a aparência e a narrativa se sobrepõem frequentemente à realidade. Entre ironia e simbolismo, a canção lança um olhar mordaz sobre um presente onde tudo parece estar em permanente negociação.

A sonoridade electrónica de 'Perfil do Ocidente' reforça a dimensão lírica da canção, criando um ambiente simultaneamente envolvente e inquietante. O tema sucede a 'Aurora', single editado em março, e dá continuidade ao novo ciclo criativo iniciado por Líquen, aprofundando uma linguagem musical e lírica cada vez mais singular.

Líquen vai estar no Festival Bons Sons 2026, onde actuará no dia 6 de agosto no palco Giacometti.

Sobre LÍQUEN: 

Líquen nasce do imaginário e da expressividade de Constança Ochoa, cantora natural de Coimbra, que alia a voz à poesia e às polifonias vocais. Com uma identidade musical fluida, o projecto navega entre a pop, a electrónica, o jazz e a música popular portuguesa.

Em 2024, lançou o EP de estreia,“I” (lê-se “um”), composto por quatro canções que mergulham em contrastes íntimos e universais, explorando revoltas internas e a fragilidade humana. O EP partiu de composições suas, aliadas a uma estratégia colectiva de produção com os músicos e produtores: Rui Jorge Lopes, Leonardo Patrício e Luís Pedro Keating. Nesta nova fase de Líquen, a lírica continua a ser assinada por Constança, mas a composição expande-se agora também ao trabalho colectivo em banda. O projeto passa assim a habitar as duas vertentes: a criação individual da autora e a criação colectiva.

Em 2025, Líquen foi a grande vencedora do Festival Termómetro e marcou presença nos festivais NOS Alive e Vodafone Paredes de Coura.

MORREU LUÍS REPRESAS AOS 69 ANOS





















@Fotografia Rodrigo Sim

Luís Represas, um dos artistas mais reconhecidos e acarinhados da música portuguesa, morreu hoje, aos 69 anos, vítima de doença prolongada.

Este ano comemorava 50 anos de uma carreira onde se incluem momentos inesquecíveis com O Trovante e, a solo, com êxitos que atravessam gerações. Colaborou com Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sasseti, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Jorge Palma, Phil Collins, Compay Segundo, Gilberto Gil e Carlinhos Brown, entre tantos outros.

Na sequência da luta pela causa timorense, foi convidado pelo Presidente Jorge Sampaio para o acompanhar na visita oficial a Timor-Leste. Mais tarde, seria condecorado com a Medalha da "Ordem de Timor-Leste” pelo Presidente Taur Matan Ruak.

Em 2005 foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito - grau de Comendador.

Com incursões criativas noutras áreas, em 2010 edita o livro infantil “A coragem de Tição”, incluído no Plano Nacional de Leitura.

Em 2019 a direção da Sociedade Portuguesa de Autores atribui a Luís Represas o Prémio Pedro Osório pelo disco “Boa Hora”.

Atualmente, para além de uma agenda regular de espetáculos apresentava o programa de televisão “Língua Mãe”.

A informação relativa às cerimónias fúnebres será disponibilizada assim que possível.

terça-feira, 21 de julho de 2026

PROGRAMA DE 21/07/26

1 - Actvs Tragicvs - Le pchêur et son âme 
2 - 7TV - Dressed in all black
3 - The Manchesters - Love my way
4 - Lovedust - Life gos one
5 - Decline And Fall - Rome
6 - Wolf X - A silent blade
7 - Ena Pá 2000 - Ana Maria
8 - PZ - Sempre que te vejo (C/ Toy)

9 - Tó Trips & Fake Latinos - Rua escura
10 - Expresso Transatlântico - Não pares povo
11 - Estaca Zero - Corridinho manouche 
12 - Raia - Sais da cinza (C/ Omiri)
13 - Rui Fernandes - Ares de milonga
14 - Miramar - Fado marafado
15 - Orlando Cohen - Lullaby

BONS SONS PARA ALÉM DA MÚSICA: CINEMA, CONVERSAS, PERCURSOS, OFICINAS, ATIVIDADES PARA TODA A FAMÍLIA E MUITO MAIS



De 6 a 9 de agosto, Cem Soldos volta a transformar-se numa aldeia-festival, onde a música se cruza com o património, a natureza, a criação artística e a participação da comunidade, este ano, sob a ideia de resistência.

Para além da programação musical, o BONS SONS volta a ocupar toda a aldeia com uma programação que reúne cinema, conversas, percursos, oficinas, exposições e atividades para todas as idades.

Artes performativas

Entre os destaques está a parceria com a Materiais Diversos, que apresenta duas propostas de criação contemporânea: Conto Preto, obra coreográfica de Nala e que cruza as espiritualidades do Candomblé com a cultura ballroom, celebrando a ancestralidade, a identidade e a resistência de corpos negros e queer; e Fazer Ideia, de João Grilo & Inês Campos, uma performance entre texto, gestos coreografados, lipsync, música ao vivo e ações simbólicas, uma coreografia social onde público e performers, em diálogo com o lugar e o contexto, partilham tempo, escuta e presença.

Conversas e debates

Em parceria com o Gerador, realiza-se um ciclo de conversas dedicado ao conceito de lugar. Ao longo dos quatro dias do festival, nomes de diferentes áreas refletem sobre o futuro, a liberdade artística, a diversidade de vozes e o papel das comunidades, com a participação de Leonor Rosas, Paulo Lopes Silva, Mynda Guevara, Ana Paula Costa, Maria João Valente Rosa, Magda Henriques e Rita Cortezão.

A programação inclui ainda Um País Morto Não Pode Fazer Uma Cultura Viva, conversa promovida pela Fundação José Saramago, moderada por Ricardo Viel, com Patrícia Portela e Sérgio Machado Letria para refletir sobre cultura, desigualdades e intervenção artística a partir da obra de José Saramago.

No âmbito do concerto de Luca Argel, o músico e escritor participa numa conversa com a sexóloga Tânia Graça, sobre a situação do homem e da masculidade hoje em dia, enquanto a Música Portuguesa A Gostar Dela Própria promove Eu Fui ao Mar às Laranjas, encontro sobre criação de públicos, democratização do património imaterial e preservação do arquivo audiovisual, com Tiago Pereira, João Moura e Nuno Costa.

Cinema

O Curtas em Flagrante, mostra itinerante de curtas-metragens de língua oficial portuguesa, regressa ao BONS SONS com três sessões no Auditório Agostinho da Silva, incluindo uma especialmente dedicada ao público infantil.

A música portuguesa chega também ao grande ecrã através de longas-metragens, com dois documentários: Paraíso, realizado por Daniel Mota, e produzido por João Ervedosa e Maria Guedes, que revisita o nascimento da cultura rave em Portugal e a evolução da música eletrónica nacional, e Percursos Alternativos – Ecos de Garagem: o Rock em Viseu nos anos 80 a 90”, realizado por Rui Mota Pinto, com produção de Ana Bento, dedicado à cena musical alternativa viseense das décadas de 1980 e 1990.

Percursos

Entre as propostas para descobrir a aldeia destaca-se o percurso sonoro Cem Soldos para além do BONS SONS, criado por Ana Bento e Bruno Pinto, que convida o público a percorrer as ruas de auscultadores, revelando histórias, memórias e sons que aproximam visitantes e comunidade.

A associação 30POR1LINHA dinamiza novamente os Percursos Interpretativos da Biodiversidade, que dão a conhecer o património natural de Cem Soldos através da observação da fauna, flora e ecossistemas locais. Este ano, os percursos incluem ainda a oficina Bandeiras da Diversidade, orientada por Rute Campanha, que transforma a experiência de descoberta da natureza numa criação artística coletiva.

Oficinas

A Oficina Fritta apresenta duas propostas participativas: Okupamos Cem Soldos, uma oficina de criação coletiva de espaços de encontro a partir de materiais modulares, e O Dragão Maria João, dedicada à construção colaborativa de criaturas imaginárias que irão ocupar diferentes locais da aldeia ao longo do festival.

A programação inclui ainda uma Oficina de Canto e Toque Coletivo, com Liliana Abreu, que convida participantes de todas as idades a explorar o canto coletivo e o adufe através de repertório tradicional e contemporâneo.

A 30POR1LINHA promove também a oficina-jogo O Que Esconde a Aldeia, uma caça ao tesouro destinada a crianças e famílias que incentiva o contacto com os habitantes e as histórias de Cem Soldos.

Em parceria com a ECOX, que colabora com o BONS SONS no âmbito do plano de sustentabilidade, realiza-se o workshop Do Óleo ao Sabão, dedicado à reutilização de óleo alimentar usado e aos princípios da economia circular.

Exposição

Nos 20 anos do festival, a exposição 20 Anos, Aqui o Futuro Faz-se celebra o BONS SONS através do olhar das crianças e jovens de Cem Soldos. Desenvolvida em parceria com a SCOCS – Associação Cultural, a APEECS – Associação de Pais e Encarregados de Educação de Cem Soldos e a Escola do 1.º Ciclo de Cem Soldos – Agrupamento de Escolas Nuno Álvares de Santa Maria, reúne vídeos, entrevistas e um manifesto coletivo que refletem sobre a relação entre a comunidade e o festival.

Programação para toda a família

A programação para famílias volta a contar com a AEPGA – Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino, dedicada ao Burro de Miranda, volta ao BONS SONS. Ao longo dos quatro dias do festival realizam-se a Aula do Burro, Caminhadas com os Burros, o Jogo do Burro e a atividade Veterinário por um Dia.

A música tem também um espaço dedicado aos mais novos, com Sessões de Música para Bebés e Crianças, desenvolvidas a partir da Teoria de Aprendizagem Musical de Edwin Gordon, e com a Oficina de Instrumentos Musicais e Danças Tradicionais Portuguesas, orientada por Pedro Sousa, Vera Nunes e Ricardo Nunes.

Em parceria artística com Rui Paixão e Dona Edite, chega ainda o espetáculo Febre de Burro, produção dos Holy Clowns, concebida para contextos rurais e que estabelece uma relação próxima entre artistas, comunidade, natureza e território; e o espetáculo A Quinta dos Animais, de Inês Fonseca Santos, a partir da obra A Quinta dos Animais, de George Orwell, com encenação de Tonan Quito e interpretação de Cláudia Gaiolas.

Será possível participar no jogo Cem Soldos, Cem Moedas, que desafia visitantes de todas as idades a descobrir as cem moedas espalhadas pelas ruas da aldeia, criadas a partir de desenhos das crianças do Jardim de Infância e da Escola Básica de Cem Soldos, numa iniciativa que homenageia o nome e a história da aldeia.

Toda a programação paralela decorre entre 6 e 9 de agosto, em diferentes espaços de Cem Soldos. Os horários dos concertos e o programa completo podem ser consultados em breve em www.bonssons.pt