quarta-feira, 9 de setembro de 2026

NOVO SINGLE DE OS DESCENDENTES

 



















Descendentes
Jasmim

Os Descendentes apresentam “Jasmim”, o novo single da banda. O quarto tema editado pelo grupo precede o seu álbum de estreia, com lançamento previsto ainda para este ano, e reforça a identidade sonora que os Descendentes têm vindo a construir desde o início do seu percurso.

“Jasmim” aprofunda a aproximação dos Descendentes a uma sonoridade pop-folk, mantendo presentes as raízes musicais que fazem parte da identidade do trio. Depois de “Carta de Despedida”, “Madrugada Louca” e “Carolina”, o novo single representa mais um passo na evolução artística da banda e antecipa o universo musical que estará presente no seu primeiro álbum.

EMMU CURL CELEBRA 20 ANOS DE CARREIRA COM NOVO DISCO





















Fotografia de emmy Curl, créditos Andreas Sidenius

“Pastoral 2.0” é lançado a 9 de setembro de 2026 e é o primeiro álbum editado pela recém criada editora independente de emmy Curl, a Exemplar Discos.

Prestando homenagem e celebrando a língua mirandesa, em vias de extinção, o seu bisavô e dois compositores portugueses, emmy Curl apresenta agora mais um álbum de solarpunk que combina instrumentos tradicionais com sonoridades e produções inspiradas nos desenvolvimentos da música contemporânea a nível internacional, incluindo o jazz e a música eletrónica.

“O meu novo álbum, a extensão do primeiro “Pastoral”, é uma homenagem à minha região e à nossa cultura, dando continuidade a uma exploração que já dura há uma década sobre a nossa cultura celta e pagã das regiões do interior de Portugal, de onde sou natural, e de territórios relacionados mais a norte e a sul. As canções equilibram momentos de alegria e reflexão das nossas vidas, as dissonâncias e a beleza natural, e apelam à coragem daqueles que estão a ser deixados para trás,” afirma emmy Curl, nascida e criada na região vinícola do nordeste português, Trás-os-Montes, e atualmente a viver no Porto com a sua família, onde lidera um laboratório cultural independente chamado Escola Normal (Porto e Funchal).

“Canto sobre a esperança e a tristeza que coexistem para muitas pessoas nas regiões do interior do nosso país. Muitas comunidades lutam pela sobrevivência, restando apenas o turismo rural e algumas pessoas idosas. Os jovens, de uma forma geral, partem e não regressam. Tenho esperança de que as coisas possam mudar para melhor à medida que damos mais atenção ao valor de manter estas regiões vivas; culturalmente, pelas canções, pela língua e pelo espírito que representam e que não podemos negligenciar, porque fazem parte de nós; pelos territórios, pela natureza, pela produção de bens e alimentos essenciais; e por tradições valiosas com as quais podemos aprender muito, mesmo vivendo numa cidade. Canto sobre a esperança no meu mais recente single, mas as coisas são complexas.”

O mais recente single de Pastoral 2.0, "Vale de Nogueira", é uma homenagem à tradição e às regiões do interior, onde vastas áreas do território têm vindo a ser desertificadas, subfinanciadas e colocadas em segundo plano, sobretudo devido à concentração de riqueza e influência nas grandes cidades do litoral, mas também devido a exigências cada vez maiores ao nível da escolaridade, que não são acompanhadas pela oferta existente nas aldeias.

emmy Curl leva o “Pastoral 2.0” para Europa

Pela primeira vez na sua carreira, emmy Curl apresenta uma canção tradicional, "Romance da Lhoba", cantada em mirandês.

“Poucas vezes, ao longo dos meus 20 anos de carreira na música, uma canção me tocou tão profundamente e me fez chorar de forma tão espontânea e repetida. Toca na magia e nas histórias que existiam na minha região, no perigo e na beleza. Produzi-a com uma orquestração dramática e tambores fortes, a bater pela coragem em tempos difíceis e pela energia necessária para continuar. Com todo o respeito pelos meus irmãos e irmãs do Norte, cumpro agora o meu dever de levar esta história mágica, em mirandês, aos palcos de Portugal e da Europa.”

Recentemente, emmy Curl recebeu importantes distinções pelo seu trabalho: o Prémio José Afonso, em 2025, pelo seu anterior álbum, Pastoral, e a Medalha de Mérito Municipal de Prata da sua terra natal, Vila Real. Em 2026, emmy Curl foi selecionada pelo júri para apresentar o seu trabalho no prestigiado festival internacional de músicas do mundo WOMEX, que acontece em outubro, em Las Palmas, Gran Canária. 

Ainda em outubro emmy Curl marcará também presença na Fira Mediterrània de Manresa, na Catalunha, acompanhada pela sua nova formação em quinteto.

“Este ano, vou finalmente levar a minha arte para os palcos europeus. É uma honra e um orgulho representar uma cultura que tem tanta profundidade e beleza. Tanta, que penso que muitos de nós nunca aprendemos verdadeiramente a valorizá-la,” afirma emmy Curl.

Pastoral 2.0 é produzido pela própria artista, gravado principalmente no Porto, e será lançado como o primeiro álbum da sua nova editora independente, Exemplar Discos, criada em colaboração com Andreas Sidenius.

PRÓXIMOS CONCERTOS EMMY CURL:

12 Setembro | Festival Fogo Vivência | Nabais, Gouveia
25 Setembro | Casa da Música Jorge Peixinho | Montijo
26 Setembro | Festival Política | Lisboa
02 Outubro | Cine-Teatro | Sobral de Monte Agraço
05 Outubro | Sons no Património | Paredes
16 Outubro | Fira Mediterrània Manresa | Manresa, Catalunha
21-25 Outubro | Womex | Las Palmas, Gran Canaria
24 Outubro | Festival Politica | Loulé
13 Novembro | A anunciar
27 Novembro | Cantautores - Centro de Artes do Espetáculo | Portalegre
29 Novembro | A Secreta Vida das Palavras - MAP | Oeiras

Sobre emmy Curl:

Catarina Miranda, nascida em Vila Real de Trás-os-Montes, em 1990, é uma cantora, artista visual, produtora e compositora. Atua sob o nome artístico emmy Curl e foi uma das primeiras mulheres produtoras de música em Portugal, tendo começado o seu trabalho artístico apenas com 15 anos, usando o Myspace para mostrar os seus primeiros trabalhos. Desde aí, tem lançado vários álbuns e EPs durante a carreira que conta agora com vinte anos.

“Pastoral”, o mais recente álbum editado em 2024 pela Cuca Monga, e que integrou várias listas dos melhores discos do ano, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Este disco venceu o Prémio José Afonso em 2025, um prémio que visa homenagear o cantautor que lhe dá nome e é atribuído anualmente, distinguindo álbuns musicais que tenham como referência a Cultura, História, Língua e Música Popular Portuguesa e que já foi atribuído a artistas como Fausto, Sérgio Godinho, Jorge Palma, A Garota Não, entre outros.

Em 2025 participou no Festival da Canção com a sua própria composição “Rapsódia de paz” interpretada pela própria - uma canção que segue a mesma linha do álbum Pastoral de 2024 e que chegou à final do Festival.

Em 2026 celebra 20 anos de carreira e prepara-se para editar "Pastoral 2.0".

ORCA LANÇA NOVO DISCO















Orca
apresenta “Apneia”, novo álbum editado pela Facada Records. Depois de ter antecipado o trabalho com os singles “Sobras das Sombras”, “Até Temos Pena” (ft. Yaw Tembe) e “Lugar Miserável”, Leonor Cabrita regressa agora com um conjunto de canções que aborda temas associados ao trauma, à violência estrutural e à alienação, partindo das relações humanas para refletir sobre as ruturas e interrupções que atravessam a experiência individual.

“Apneia” parte do significado da própria palavra - a suspensão voluntária ou involuntária da respiração - para construir uma ideia de intervalo, interrupção e permanência num espaço entre diferentes momentos. É a partir desta imagem que Orca observa os episódios traumáticos enquanto quebras na narrativa da vida, acontecimentos que, pela sua natureza, parecem por vezes não encontrar lugar no tempo ou no espaço.

A primeira frase cantada do disco estabelece desde cedo esse território: “Volto sempre ao mesmo assunto / choro sempre as mesmas dores”, ouve-se em “Coração de Espinhos”, segunda faixa do álbum. Entre reflexões densas e pensamentos mundanos, as diferentes canções de “Apneia” relacionam-se com o conceito que dá título ao trabalho através de perspetivas distintas, tendo como elementos basilares as relações familiares, românticas e de amizade.

Essa dimensão já tinha sido antecipada em “Sobras das Sombras”, primeiro single do álbum, lançado em junho. Centrada na família, na herança emocional e no trauma, a canção observa a forma como as relações com aqueles que nos criam podem moldar a identidade, entre a reprodução consciente ou inconsciente de determinados comportamentos e a tentativa de desconstruir padrões e quebrar ciclos.

Com composição e letras de Leonor Cabrita, que assume também voz, piano e sintetizadores, “Apneia” prolonga a natureza simultaneamente individual e coletiva que tem caracterizado Orca. Se a escrita das canções nasce de um processo solitário, a sua concretização volta a desenvolver-se de forma comunitária. O álbum reúne nove músicos para além da própria artista, com Bá Álvares no baixo elétrico e sintetizadores, Miguel Sobral Curado na bateria, Francisco Menezes nos saxofones soprano e tenor e Yaw Tembe no trompete e EWI.

Catarina Branco, chica e Mariana Camacho participam nos coros, aos quais se junta Sallim, que assume também voz na décima faixa do disco. A mesma canção conta ainda com a voz de Leonor Arnaut. Os arranjos e a produção de “Apneia” são assinados por Bá Álvares e Leonor Cabrita, reforçando uma colaboração que acompanha a dimensão coletiva do projeto.

O álbum foi captado por Eduardo Vinhas no Estúdio Bela Flor, com mistura de Catarina Branco e masterização de João Almeida. A componente visual conta com fotografia de capa de Pedro Jafuno e design de Desisto, numa edição da Facada Records.

Orca é a identidade musical que nasce das canções de Leonor Cabrita. Tal como os cetáceos dependem das vocalizações para se orientarem e comunicarem, também aqui a canção surge enquanto necessidade de expressão e relação com o exterior. O amor, o fim das coisas e a resistência atravessam uma escrita pessoal através da qual a artista procura processar a realidade e fazê-la ressoar entre outros.

Depois de “Paisagem Trânsito”, álbum editado em 2023, e do EP “Não Há Tempo”, lançado no ano seguinte, “Apneia” representa um novo capítulo no percurso de Orca, aprofundando uma escrita que parte da experiência individual para abordar trauma, violência estrutural, alienação e os vínculos que estabelecemos com aqueles que nos rodeiam.

O álbum conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e da Fundação GDA, e será apresentado no dia 18 de setembro na BOTA, em Lisboa. Os bilhetes já se encontram disponíveis.

terça-feira, 8 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 08/09/26

1 - Luca Argel - O homem triste
2 - António Zambujo - Regresso à infância
3 - Afonso Rodrigues - Já nem sei
4 - Ezequiel - Portugalidade
5 - Puto Bacoco - Hoje à noite na giesta
6 - Rodrigo Leão - Andava eu... (c/ Francisco Palma)
7 - DJ Ride - The mind break
8 - Ekvega - F*cking temptatio
n
9 - Paul Oak - Sunny afternoon
10 - RAY -Only light
11 - John Mercy - Strong sex
12 - Victor Torpedo e António Olaio -  Follow me
13 - Bloom - Beautiful friends
14 - Bruno Pernadas - Steady grace
15 - Lisa Sereno - Mystery
16 - Maripool - Favorite

OTOMA-KOBITO COM NOVIDADES

Sessão gravada ao vivo no Bartolinsky Studio a 15 de Agosto de 2026, na sequência do lançamento do EP 'Lastro'.


Estão disponiveis dois temasDuru Dance e Cadafalso

Com captação e mistura aúdio de OK e Ricardo Guerra Pires e video de OK.

O projecto, chamado Otoma-kobito, é um trio de instrumentistas, membros das bandas AbztraQt Sir Q, O QUARTO FANTASMA e Al-jiçç, que acumulam funções como compositores/arranjadores.

Esta premissa, porventura influenciada pelo jazz, impôs aos músicos em causa uma espécie de 'puzzle' musical que acabou por tornar-se no desafio mais pertinente das suas carreiras. 

Seguindo uma lógica questionável, decidiram não ter uma liderança definida no projecto. Havendo, seria sem dúvida o quarto elemento - a entidade denominada "Otoma-kobito".

Nome 

A génese deste nome remete para o autor contemporâneo Haruki Murakami, que no seu livro de memórias "Romancista como vocação" descreve o seu processo de criação de personagens dando-lhe "o nome de otoma-kobito (os anões automáticos)".

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FESTIVAL VAPOR FECHA CARTAZ










O Festival Vapor completa a programação da sua edição de 2026 com novos nomes e propostas que voltam a cruzar música, artes performativas, cinema, literatura, cultura steampunk e património. Nos dias 3 e 4 de outubro, o Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, volta a transformar-se num espaço de encontro entre diferentes linguagens artísticas, gerações e comunidades.

Na música, destaque para o concerto de Mayra Andrade, uma das mais reconhecidas vozes da música cabo-verdiana contemporânea. A sua música atravessa referências cabo-verdianas, africanas e ocidentais numa sonoridade pop, tropical e cosmopolita. Com uma carreira internacional consolidada e uma identidade artística marcada pela liberdade de cruzar géneros, línguas e geografias, Mayra Andrade traz ao Festival Vapor um repertório que celebra a diversidade e a riqueza da música cabo-verdiana contemporânea, acompanhada em palco por Djodje Almeida, músico cabo-verdiano, no violão, e Ndu Carlos, músico angolano na bateria/percussão.

Ainda na música, o cartaz fica completo com Arapucagongon, duo nascido em Lisboa do encontro entre o multi-instrumentista e produtor Henrique Silva, também à frente dos projetos Acácia Maior e Landa, e o artista natural da Amazónia brasileira, Jhon Douglas, que desenvolve um trabalho autoral entre música e performance. O projeto resulta dessa ligação espontânea e explora o cruzamento entre diferentes geografias, linguagens e referências musicais.

Não sendo apenas música, o Festival Vapor apresenta, nas artes performativas, Antiprincesa Clarice Lispector, espetáculo de Cláudia Gaiolas dedicado à vida e obra de uma das mais incontornáveis escritoras brasileiras. A proposta junta teatro, literatura e reflexão em torno de uma figura cuja obra continua a desafiar convenções e a conquistar novas gerações de leitores.

A literatura tem também espaço próprio com a Feira do Livro da DNLC (Distribuidora Nacional de Livros Convergência), que traz ao festival vários destaques e novidades dedicados a universos como a fantasia, a ficção científica e o terror, reforçando uma das dimensões mais particulares da programação do Vapor.

Na Carruagem Auditório, o festival acolhe o ciclo de cinema do Planos Film Fest, com duas sessões internacionais de curtas-metragens vencedoras das últimas edições do festival. Uma oportunidade para descobrir diferentes olhares e linguagens do cinema contemporâneo num espaço que, por si só, faz parte da experiência do Museu Nacional Ferroviário.

Fazendo justiça à identidade do Festival Vapor, a programação inclui ainda um conjunto de propostas dedicadas à cultura steampunk e à criatividade. A Liga Steampunk apresenta a Fábrica de Autómatos, jogos de tabuleiro e o Steamsnap, enquanto a Cogworks promove a oficina Upcycling the Wheel, dedicada à reciclagem e reutilização criativa.

E porque o Museu Nacional Ferroviário é uma parte fundamental da experiência do festival, durante o fim de semana, o público pode igualmente descobrir as suas exposições permanentes, num convite a conhecer ou revisitar um dos mais relevantes espaços museológicos dedicados à história ferroviária. Para crianças e não só, há ainda o mini comboio, uma das atrações mais populares do Museu.

Esta nova programação junta-se aos oito nomes já anunciados — Iolanda, Rita Vian, Fogo Fogo, Stereossauro, xtinto, Motherflutters, Mandra e Hermanas Sisters — completando um programa que procura refletir a diversidade e a vitalidade da criação contemporânea.

Com esta edição, o Festival Vapor volta a afirmar-se como um espaço onde o património ferroviário encontra a música, a literatura, o cinema, as artes performativas e a cultura contemporânea, convidando públicos de diferentes idades e interesses a ocupar e descobrir o Museu Nacional Ferroviário, num festival inclusivo, acessível e sustentável.

Organizado pelo Museu Nacional Ferroviário e Município do Entroncamento, o Festival Vapor estreou-se em 2018 e realiza este ano a sua 6.ª edição.

Os bilhetes estão à venda a preço reduzido até 15 de setembro: 12€ (passe de 2 dias) e 8€ (bilhete diário). A partir de 16 de setembro, os preços passam para 15€ (passe de 2 dias) e 10€ (bilhete diário). Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline, BOL, Worten, Fnac, CTT e, no Entroncamento, no Museu Nacional Ferroviário, Posto de Turismo, Serviço de Águas da Câmara e Piscinas Municipais. A entrada é gratuita até aos 11 anos de idade (inclusive).

Mais informações no website https://festivalvapor.entroncamento.pt, no Instagram (instagram.com/festivalvapor) e no Facebook (facebook.com/festivalvapor).

MIGUEL CARMONA LANÇA NOVO SINGLE

 



















«nada do que eu disse» é o tema em destaque do EP acústico. O novo álbum será apresentado a 16 de março, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, praticamente esgotado.

Enquanto prepara a edição do seu segundo álbum, Miguel Carmona partilha «guitarra e uns truques», disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais. O EP reúne três atuações acústicas ao vivo, até agora disponíveis apenas no YouTube. O novo álbum chega mais tarde e será apresentado ao vivo a 16 de março, no Teatro Maria Matos, em Lisboa.

«guitarra e uns truques» inclui «nada do que eu disse», «mão dada» e «Quase Igual a Ti». O tema em destaque é a versão live acústica de «nada do que eu disse», cujo single original foi editado a 13 de novembro. Nesta interpretação, Miguel Carmona assume a voz e a guitarra, acompanhado por Christian Tavares na guitarra.

«Estas 3 atuações são para mim, das coisas que melhor refletem aquilo que sou enquanto artista: eu, uma guitarra e a canção. E por isso, são o melhor prefácio possível para introduzir o meu segundo álbum», explica Miguel Carmona.

O concerto de 16 de março, no Teatro Maria Matos, já anunciado, será dedicado à apresentação do segundo álbum de Miguel Carmona, ainda por editar. Entretanto, o músico reúne neste EP três atuações que considera «um cartão de visita ideal que demonstra um pouco do que vai ser a apresentação desse projeto».

«Mal posso esperar para ter essas músicas cá fora e para mostrá-las da maneira que melhor sei, ao vivo, com a minha guitarra e mais uns truques.»

«nada do que eu disse» tem letra e música de Miguel Carmona, Alex Mey e Christian Tavares. «mão dada» e «Quase Igual a Ti» são da autoria de Miguel Carmona, que interpreta ambos os temas na voz e na guitarra, com captação e engenharia de som de Mário Correia. A mistura e a masterização das três gravações são assinadas por Alex Mey e Mário Correia.

LIVE SESSIONS NO COLISEU DE LISBOA













As Live Sessions by indiemusic.pt encerram o ciclo de 2026 no dia 8 de outubro, às 21h, no Coliseu Club, em Lisboa. A última sessão do ano reúne em palco puto bacoco e Beware Jack, com as participações especiais de New Max e Da Chick.

Criadas para dar palco às novidades discográficas das editoras e dos artistas independentes, as Live Sessions promovem showcases, concertos e encontros em torno da música independente lusófona.

Liderado pelo compositor portuense Gil da Costa, puto bacoco apresenta ao vivo o álbum de estreia, Uma Noite Muito Estranha. O disco cruza canção de autor, música urbana, tradição oral portuguesa e experimentação sonora, num universo marcado pela intimidade, pelo humor e por uma escrita profundamente visual.

Beware Jack, nome artístico de Fábio Timas, rapper oriundo de Odivelas, reconhecido pela sua escrita intensa, crua e autobiográfica e pela ligação à cultura hip-hop das décadas de 1990 e 2000. Com vários trabalhos a solo e colaborações com projetos como Alcool Club, Bling Projekt, Blasph e Classe Crua, apresenta no Coliseu Club temas do novo álbum, acompanhado por convidados que participam no disco, entre os quais New Max e Da Chick

A sessão de 8 de outubro encerra a programação de 2026, reunindo diferentes linguagens e gerações da música independente portuguesa e que continua a descobrir novos caminhos.

LIVE SESSIONS BY INDIEMUSIC.PT

puto bacoco + Beware Jack
8 de outubro · 21h
Coliseu Club · Lisboa
Convidados especiais: New Max e Da Chick
Bilhetes

FRANCISCA BORGES AO VIVO





















A artista sobe ao palco da Casa Capitão para apresentar ao vivo as canções que a tornaram um dos nomes mais ouvidos do último ano. Os bilhetes já estão disponíveis na DICE.

Francisca Borges actua a 12 de Novembro na Casa Capitão, em Lisboa, no seu primeiro concerto em nome próprio na cidade. O espectáculo começa às 21h30 no Rés do Chão, o principal palco da casa, e os bilhetes já se encontram disponíveis na DICE.

É ao vivo que a música de Francisca Borges se revela por inteiro. A atitude pop-rock, o humor e a irreverência que marcam o seu percurso ganham outra dimensão em palco, na capacidade de tomar conta do espaço e de transformar cada tema numa experiência partilhada com o público. O videoclip de “Na Na Na”, lançado este Verão, já era prova dessa energia. Em Novembro, o público vai poder senti-la ao vivo.

Francisca Borges construiu o seu público a partir de uma presença sólida nas redes sociais e de uma relação directa com quem a acompanha. Desde que assinou pela Warner Music Portugal, onde este ano editou o EP “Monomania”, a sua projecção não parou de crescer, com milhões de streams e canções virais. Na Casa Capitão, essas canções passam a ter um espaço próprio para serem cantadas em conjunto.

Os resultados acompanham esse percurso. “Que Pena” chegou ao 2.º lugar do Top Viral do Spotify e o respectivo vídeo ultrapassou 1,1 milhões de visualizações. “Coitada” alcançou o 12.º lugar do mesmo top, “E Se Eu Contasse” passou as 750 mil visualizações e “Altar”, o single mais recente de “Monomania”, soma mais de 500 mil streams.

Este ano, a artista passou pelo Rock in Rio Lisboa, levando a sua música a um dos maiores eventos do país, e celebrou o percurso de “Monomania” num showcase realizado no final de Junho, na Warner Music Portugal, junto dos fãs que a têm acompanhado desde o início.

Há novidades para breve. O concerto na Casa Capitão acompanha a abertura de um novo capítulo e é a primeira oportunidade de ver Francisca Borges num espectáculo inteiramente seu em Lisboa.

A 12 de Novembro, no Rés do Chão da Casa Capitão, as canções de Francisca Borges cantam-se ao vivo.

11ª EDIÇÃO DO ALGARVE MUSIC SERIES















Angélica Salvi, Harpa & Eletrónica

De Loulé a Lagos, passando por Faro e Tavira, a nova edição do festival junta solistas e ensembles internacionais num cruzamento cultural único.

O Algarve prepara-se para acolher a 11.ª edição do Algarve Music Series, um festival que afirma a região como um destino cultural e que sob o mote “cruzamentos” convida o público a embarcar numa encantadora viagem musical e itinerante. Entre 27 de setembro e 6 de dezembro, a programação estende-se ao longo de um roteiro singular que cruza o património histórico, edificado e natural dos concelhos de Loulé, Lagos, Faro e Tavira, transformando palcos icónicos, igrejas seculares e recantos intimistas em verdadeiros auditórios vivos.

A jornada começa em Loulé, no Dia Mundial do Turismo, a 27 de setembro, com uma conferência-concerto na Casa da Cultura. Ao longo do festival, o concelho volta a ser ponto de encontro para momentos imperdíveis: desde a sonoridade envolvente da harpa e eletrónica de Angélica Salvi na Igreja Matriz de Loulé, a 8 de novembro, até ao encerramento da passagem pelo município no Cine-Teatro Louletano, a 5 de dezembro. O itinerário estende-se ainda à matriz bucólica do interior, com o acordeão de Sérgio Gladkyy e o clarinete de Diogo Pardal a ecoarem na Casa da Bela Vista, em Querença, no dia 4 de outubro, as portas abrem às 17 horas e espera ao público, um anfiteatro ao ar livre, para um concerto ao pôr do sol, intitulado “SongBird Amphitheater Algarve”. A entrada são 30€ mas inclui a degustação de Vinhos Piano (Carlos Alonso Douro Wines), Água Monchique, e petiscos regionais.

Faro assume também um papel central nesta travessia artística. O Teatro das Figuras recebe a 1 de outubro a Orquestra do Algarve, acompanhada pelos prestigiados solistas Avi Avital e Vasco Dantas. A intimidade do histórico Teatro Lethes acolhe virtuosismos internacionais, como o Forte Trio (Trio Estatal do Cazaquistão) a 2 de outubro e o recital romântico de Magdalena Cornelius-Kulig e Michał Michalski a 3 de outubro. A oferta na capital algarvia completa-se com o Trio Elogio no Colégio do Alto a 10 de outubro, um concerto intimista de música de câmara no Club Farense a 6 de novembro e ainda uma ação pedagógica junto das escolas básicas da cidade.

Em Tavira, a histórica Igreja da Misericórdia transforma-se no cenário perfeito para a profundidade da música antiga com os Ayres Extemporae, a 16 de outubro. É também em Tavira que o festival celebra o seu concerto de encerramento, a 6 de dezembro, cruzando a flauta de Sérgio de Lope e o acordeão de João Barradas num arrojado e vibrante diálogo entre o Flamenco e o Jazz.

A rota costeira passa por Lagos a 30 de outubro, onde a Igreja de São Sebastião abre as suas portas ao aclamado virtuoso do bandolim Avi Avital e ao pianista Vasco Dantas. O roteiro itinerante completa-se ainda no ambiente acolhedor da Casa “Quintinha da Música”, que há mais de 5 anos nos abre as portas ao AMS para acolher sempre um concerto da edição, localizada perto de Santo Estevão (Tavira) com vista para o mar no horizonte desde a sala de concerto, a 18 de outubro, com um recital de piano a solo por Nicolas Bringuier.

A 11.ª edição do Algarve Music Series promete uma experiência onde a música erudita, a criação contemporânea e as sonoridades do mundo se cruzam com a beleza autêntica do território algarvio. Uma oportunidade para descobrir o Algarve sob a harmonia das suas paisagens e dos seus sons.
PROGRAMAÇÃO

27 de setembro – Conferência-Concerto – Dia Mundial do Turismo 
Artistas: Dália Paulo, Sérgio Leite, Gil Silva, Vasco Dantas, Fernando Cabrita e Isabel
Vaz, Violoncelo.
Local: Casa da Cultura de Loulé
Horário: 15h00
Bilheteira: Entrada livre.

1 de outubro – Dia Mundial da Música – À Volta do Sol
Artistas: Avi Avital, Bandolim; Vasco Dantas, Piano; Orquestra do Algarve.
Local: Teatro das Figuras, Faro
Horário: 21h00
Bilheteira: 20 € / 18 €. Bilhetes à venda em BOL.

2 de outubro – De Astana a Lisboa
Artistas: Forte Trio – Trio Estatal do Cazaquistão.
Local: Teatro Lethes, Faro
Horário: 19h00
Bilheteira: 11 € / 9 €. Bilhetes à venda em BOL.

3 de outubro – As Canções de Chopin
Artistas: Magdalena Kulig, Mezzo-soprano; Michał Michalski, Piano.
Local: Teatro Lethes, Faro
Horário: 19h00
Bilheteira: 11 € / 9 €. Bilhetes à venda em BOL.

4 de outubro – Duo Kontrast
SongBird Amphitheater Algarve
Artistas: Sérgio Gladkyy, Acordeão; Diogo Pardal, Clarinete.
Local: Querença
Horário: 18h00
Bilheteira: 30 €. Reservas através de info@musicseriesfestivals.com

10 de outubro – Trio Elogio
Artistas: Trio Elogio, com Isabel Vaz, Violoncelo, como artista convidada.
Local: Colégio do Alto, Faro
Horário: 19h00
Bilheteira: Entrada gratuita. Reserva através de:
info@musicseriesfestivals.com

16 de outubro – Ayres Extemporae – Música Antiga
Artistas: Ayres Extemporae.
Local: Igreja da Misericórdia, Tavira
Horário: 19h00
Bilheteira: 15 €

18 de outubro – The Flame of Youth
Artista: Nicolas Bringuier, Piano Solo.
Local: Quintinha da Música, Tavira
Horário: 17h00
Bilheteira: 30 €. Reservas através de info@musicseriesfestivals.com

30 de outubro – Da Ibéria ao Levante
Artistas: Avi Avital, Bandolim; Vasco Dantas, Piano.
Local: Igreja de São Sebastião, Lagos
Horário: 21h00
Bilheteira: Entrada gratuita.

6 de novembro – Ecos do Romantismo
Artistas: Miguel Simões, Violino; Isabel Vaz, Violoncelo; Vasco Dantas, Piano.
Local: Club Farense, Faro
Horário: 21h00
Bilheteira: 12 € / 6 €.
Reservas através de info@musicseriesfestivals.com

8 de novembro – Harpa Expandida – Improvisação e Novos Timbres
Artista: Angélica Salvi, Harpa & Eletrónica.
Local: Igreja Matriz de Loulé
Horário: 18h00
Bilheteira: Entrada gratuita.

5 de dezembro – Da Ibéria ao Levante
Artistas: Avi Avital, Bandolim; Vasco Dantas, Piano.
Local: Cine-Teatro Louletano
Horário: 21h00
Bilheteira: 12€

6 de dezembro – Flamenco Jazz Ibérico
Artistas: Sérgio de Lope, Flauta e Saxofone; João Barradas, Acordeão; Julián Herrera,
Baixo Elétrico; Sergio Gómez “El Colorao”, Cante; Javier Rabadán, Bateria.
Local: Igreja da Misericórdia de Tavira
Horário: 16h00
Bilheteira: 15 €. Reservas através de info@musicseriesfestivals.com.

Com os seguintes descontos e condições:
• Entrada gratuita para pessoas com deficiência e respetivo acompanhante, crianças até aos
12 anos e portadores do Cartão Sénior da Câmara Municipal de Loulé — mediante
levantamento de ingresso na bilheteira física.
• Cartão de Amigo: desconto aplicável.
• 50% de desconto para grupos de 10 pessoas — disponível apenas na bilheteira física.
• 50% de desconto para funcionários da Câmara Municipal de Loulé, mediante apresentação de cartão — disponível apenas na bilheteira física.
• 30% de desconto para maiores de 65 anos e menores de 25 anos.
Bilhetes à venda em BOL.

FESTIVAL NOVA ARCADA BRAGA BLUES 2026

 



















JOSÉ CID, uma das maiores lendas da música portuguesa, regressa a Braga no dia 20 de Setembro, Domingo às 18H00, para um concerto inesquecível com a sua banda ACID JAZZ, no auditório do Espaço Vita, integrado na Blues Session do Festival Nova Arcada Braga Blues.

Com uma carreira que ultrapassa meio século, JOSÉ CID é um verdadeiro ícone, reconhecido pela sua versatilidade, inovação e pela capacidade de reinventar-se mantendo sempre uma identidade musical única.

Ao longo dos anos, JOSÉ CID conquistou o público com sucessos que marcaram gerações, agora, com a sua banda ACID JAZZ, traz uma sonoridade sofisticada e contemporânea, que mistura o melhor do jazz, blues e soul, criando uma experiência sonora envolvente e cheia de energia. Este concerto é uma oportunidade rara para ver um artista que não só faz parte da história da música portuguesa, mas que continua a surpreender e a encantar com a sua criatividade e talento.

A “Blues Session”, promete uma noite repleta de emoções e música de alta qualidade. JOSÉ CID & ACID JAZZ vão transportar o público por uma viagem musical rica, onde a técnica apurada e a paixão pela música se unem para criar momentos memoráveis.

No dia 20 de setembro, Braga será palco de um espetáculo que celebra o talento e a longevidade de JOSÉ CID, um verdadeiro mestre da música nacional, numa noite que promete ficar na memória de todos os presentes.

i+ Informações em bragablues.com

BILHETES

MÚSICA EM BARCELOS


O ciclo de concertos triciclo está de volta a Barcelos com música nova até ao final do ano. Entre outubro e dezembro, Cobrafuma, Surma e Joana Gama são alguns dos destaques da programação.

O trimestre abre em força com uma noite de rock na margem esquerda do rio Cávado, na sede da Junta de Freguesia de Barcelinhos, em 04 de outubro. Os Cobrafuma apresentam em Barcelos o seu segundo álbum “Droga Total”, editado em agosto, e que é um desfile de canções duras e zangadas. A noite arranca com o peso do coletivo local Caos Ritual.

Ainda em outubro, no dia 15, o trompetista João Pedro Dias vai atuar a solo na Casa da Azenha para uma sessão de free jazz e experimentalismo.

Em 07 de novembro, os portuenses Sereias regressam a Barcelos para apresentar o disco “A Odisseia de Carlos Bizarro” (2026), um trabalho político-poético que narra um mundo de caos, desigualdade e crueldade. O concerto decorre no Plátano Koberto, na freguesia de Roriz.

Ainda em novembro, no dia 20, Surma vai estrear um novo trabalho de estúdio, que será editado em breve, no renovado Mercado Municipal de Barcelos.

Joana Gama é a proposta do triciclo para abrir o mês de dezembro, no dia 04, na Igreja do Senhor da Cruz. A pianista de Braga regressou à edição discográfica a solo com “uma mente no coração” [a mind in the heart] (2026), que surgiu de um convite inesperado do compositor sérvio Ivan Vukosavljević.

O trimestre fecha com Polivalente, projeto a solo de João Valente, músico e produtor lisboeta. A sua música cruza punk e eletrónica através de guitarras intensas, drum machines e synth bass, criando um som carregado de energia. Apresenta “LOVE PT” (2025) no Al Cinoche, em 11 de dezembro.

Teatro reúne diversidade de uma sala de aula

A convite do triciclo e com o apoio do Município de Barcelos e da Direção-Geral das Artes, nasceu o “Nós, Aqui e Acolá”, projeto de criação teatral desenvolvido com alunos do 1.º ciclo do Agrupamento de Escolas Gonçalo Nunes. Parte da diversidade cultural e linguística presente nas salas de aula para construir um espaço de encontro, expressão e pertença.

O projeto vai ser mediado pelo Teatro de Balugas, premiada companhia de teatro amador sediada em Barcelos com uma reconhecida intervenção artística em contexto comunitário.

O resultado deste trabalho, desenvolvido no âmbito do programa de Serviço Educativo do triciclo, será apresentado numa sessão pública na escola, em 29 de novembro.

O triciclo é um ciclo de concertos itinerante promovido pelo Município de Barcelos desde 2018.

Bilhetes disponíveis na bilheteira do Theatro Gil Vicente, BOL e locais habituais.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 07/09/26

1 - Dela Marmy - E se for
2 - Virgem Suta - Tomo conta desta tua casa
3 - Segundo Rosmaninho - O pião
4 - Vasco Completo - Jinx's maze
5 - M.A.F. - Apollyon
6 - Veelain - The purple strut
7 - NO FUTURE - dubwone
8 - Ekvega - F*cking temptation 
9 - DJ Ride - In your hands (feat Beatshake)
10 - Almedina Ensemble - Era um redondo vocábulo
11 - Pedro Joia - Vejam bem
12 - IBSXJAUR - Floating
13 - Sereias - A floresta 

LAN TRIO REINVENTAM O JAZZ EUROPEU NO DISCO "CHAMAS"

 














Data de edição: 11 de setembro

Chamas é o terceiro álbum de estúdio do LAN trio, um dos grupos mais emblemáticos do jazz europeu contemporâneo, em que três vozes singulares, o pianista Mário Laginha, o saxofonista Julian Argüelles e o percussionista Helge Andreas Norbakken, se fundem num som comum. Atestando tanto a consistência como a capacidade de reinvenção do projecto, a música de “Chamas” mescla três processos criativos distintos - a composição, a improvisação e a pós-produção - de um modo que desafia as expectativas comuns.

Aos temas característicos de Laginha e Argüelles, juntam-se agora uma série de improvisações colectivas, algumas das quais muitos julgariam predeterminadas, tal a sua coerência formal. Trata-se, aliás, do primeiro álbum maioritariamente improvisado na discografia destes dois compositores de excepção, podendo mesmo ser encarado como uma espécie de manifesto. Longe das coordenadas da chamada livre improvisação, os resultados são particularmente frescos, sugerindo uma via promissora para a renovação deste tipo de práticas: uma abordagem que não descarta a melodia, a harmonia ou o groove.

SEGUNDO ROSMANINHO LANÇA "O PIÃO", UMA CANÇÃO SOBRE RENOVAÇÃO, RESISTÊNCIA E LIBERDADE

 













Segundo Rosmaninho apresenta "O Pião", um novo single que une a força do folk rock português a uma mensagem profundamente atual sobre liberdade, identidade e esperança. Com uma escrita poética e simbólica, a canção convida à reflexão sobre o estado da sociedade, o valor da voz individual e a capacidade de recomeçar mesmo perante a adversidade. 

Assente na metáfora do pião – um objeto que continua a girar apesar dos desequilíbrios – o tema transforma-se numa declaração de resistência. Ao longo da canção, a liberdade surge como personagem central, evocada entre memórias, retratos do passado e interrogações sobre o presente. A letra aborda temas como a perda de referências coletivas, a liberdade de expressão e a necessidade de preservar valores fundamentais em tempos de incerteza e de censura digital. 

Musicalmente, "O Pião" combina sonoridades folk de raiz portuguesa com a energia do rock contemporâneo, criando um ambiente simultaneamente nostálgico e combativo. A interpretação de Segundo Rosmaninho reforça a intensidade emocional da narrativa, conduzindo o ouvinte por uma viagem onde a saudade, a inquietação e a esperança coexistem. 

A repetição da palavra "Liberdade" assume-se como o coração da canção: um apelo à resistência, à coragem e à capacidade de voltar a tentar. Num momento em que tantas vozes se interrogam sobre o futuro, "O Pião" propõe um olhar construtivo, recordando que toda a transformação começa com uma semente lançada à terra. 

Com este lançamento, Segundo Rosmaninho reafirma a sua identidade artística, apostando numa canção que honra a tradição da música portuguesa sem abdicar de uma linguagem contemporânea e universal.
"O Pião" encontra-se disponível nas principais plataformas digitais.

Sobre Segundo Rosmaninho 

Bruno Rosmaninho é cantor, compositor e intérprete, Alentejano e radicado em Aljezur, no Algarve.. Com 3 discos editados em inglês com o nome de Rosemary Baby, faz agora o seu caminho em português com o seu 3 single depois de "José" em 2025 e "Já Não Gostas de Mim" em 2026. O seu trabalho cruza influências folk, rock e música tradicional. As suas canções procuram criar pontes entre a herança popular e os desafios do presente, através de uma escrita profundamente humana e comprometida com o seu tempo.

ANDRÉ GOULART EDITA EP





















O artista picaroto André Goulart, de apenas 19 anos, apresenta o seu EP de estreia, Génesis, um trabalho onde combina um ambiente intimista com texturas do jazz, folk, blues e pop. Para este projeto, o jovem músico convidou Marino de Freitas, um dos nomes mais aclamados do baixo acústico em Portugal, com um percurso ligado a grandes referências do fado nacional como Mariza, Carminho, Sara Correia e Cuca Roseta. Junta-se também Manú Teixeira, percussionista de forte identidade na world music, reconhecido pela sua versatilidade e colaborações com alguns dos maiores nomes da música portuguesa, entre eles Tony Carreira, André Sardet, Paulo Gonzo e Fernando Tordo.

O EP reúne seis temas originais e encontra‑se disponível em todas as plataformas de streaming. “Em Vão” assume o papel de cartão de visita de Génesis: uma canção poderosa que convoca a mágoa de um amor construído apenas nas aparências, e não na verdade da alma.

André Goulart é um cantautor e multi‑instrumentista do Pico, Açores, dominando voz, guitarra, bandolim e contrabaixo. Formou‑se no Centro de Formação Artística da Madalena do Pico, onde iniciou estudos clássicos antes de expandir o seu universo para o jazz, pop, blues e soul, sempre ligado à música tradicional açoriana. Começou a compor aos 11 anos, inspirado pelos poemas da sua avó, Maria André, de onde nasceram temas como Mar Salgado e Estrela.

Participa ativamente na cena cultural açoriana, com presença em eventos como o Festival Cordas e em programas da RTP Açores. É convidado do projeto Mar&Ilha, com atuações em palcos como o Auditório CCOP (Porto) e o Teatro da Trindade (Lisboa). Estuda Guitarra Jazz na ESMAE e integra Os Artischtas como solista.

Em 2026 lançou o single “Em Vão” e o seu primeiro EP, Génesis, gravado no estúdio HD Produções com o produtor Henrique Dutra, contando com Marino de Freitas, Manú Teixeira e Sara Miguel como convidados.

VÍTOR LUSQUIÑOS EDITA SINGLE

 













Depois de “Margem da Lei” e “Tu Não Vales Nada”, o artista apresenta uma canção nascida de uma conversa sobre aquilo que, por vezes, deixa de nos fazer sentir em casa.

Após conhecermos os seus dois primeiros singles a solo, Vítor Lusquiños apresenta “Casa”, o novo single que dá continuidade ao caminho até ao seu primeiro álbum de originais a solo. Se os primeiros lançamentos começaram a revelar a identidade musical desta nova fase, “Casa” mostra um lado mais introspectivo e emocional do artista, numa canção sobre pertença, amizade e a procura de um lugar onde seja possível voltar a sentir paz.

A história de “Casa” começa numa conversa entre Vítor e uma amiga, que lhe confessou: “a minha casa já não sabe a casa”. A essa frase juntou-se um pedido simples e profundamente humano: “podias escrever uma música que me ajudasse a ficar em paz com este assunto”. Foi desse momento de partilha que nasceu a canção, construída a partir de uma experiência que, embora pessoal, encontra espaço para ser reconhecida por todos aqueles que já sentiram que um lugar deixou de ter o mesmo significado.

Assente num registo acústico e intimista, “Casa” desenvolve-se através de melodias envolventes e de uma interpretação próxima, crescendo progressivamente até ao final. É precisamente nesse crescimento que a canção encontra o seu momento de maior força, representando a paz que a pessoa procura ao longo de todo o tema.

“Casa” representa o terceiro avanço do álbum de estreia de Vítor Lusquiños e reforça a identidade de um projeto que procura estabelecer uma ligação direta com quem o ouve. Depois de um percurso anterior em projetos coletivos (Vai e Vem; Manta), o artista encontra agora, a solo, espaço para explorar diferentes emoções e histórias, sempre com uma abordagem direta, honesta e próxima.

“A Casa surge num momento de partilha, duma forma muito honesta e que representa também o abraço que todas as amizades acabam por precisar”, conta Vítor Lusquiños. Sobre o impacto que a canção teve na pessoa que esteve na origem da sua criação, acrescenta: “Foi uma das melhores sensações da minha vida quando essa amiga ficou com lágrimas nos olhos e me disse obrigado.”

Mais do que uma canção sobre uma casa, “Casa” fala sobre aquilo que transforma um espaço num lugar de pertença e sobre a importância de, em determinados momentos, encontrarmos alguém que nos ajude a voltar a sentir-nos em paz.

A produção de “Casa” segue uma linha estética acústica contemporânea, com foco na clareza das vozes e nos instrumentos orgânicos, e ficou a cargo do artista e Luís Costa, com masterização de Michael “Mic” Ferreira.

Este novo single encontra agora “Casa” em todas as plataformas digitais.

sábado, 5 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 05/09/26

1 - José Peixoto e Nuno Cintrão - Marionetas
2 - Estaca Zero - Movimento perpétuo
3 - Raia - Alvorada
4 - Principia Parallax - Let it seed
5 - Orlando Cohen - Lullaby
6 - Miramar - Fado marafado
7 - Ode Filipica - Saco vazio
8 - Micro Audio Waves - After hours

9 - Teresinha Landeiro - Será que lhe descobres a poesia?
10 - Carminho - Canção à ausemte
11 - Sara Correia - Avisem que eu cheguei
12 - Raquel Tavares - Trigueirinha
13 - Lina_ & Marco Mezquida - Senhora do Almortão
14 - Cristina Branco - Canção do deserto
15 - Gisela João - Acordai

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

PROGRAMA DE 04/09/26

1 - Aurora Pinto - Jogo das escondidas
2 - Jonny Abbey, José Manuel Neto - Armandinho
3 - Carolina Quintas - Palavras presas
4 - Nena - Tenho saudades de casa
5 - LilBoy Bruce - Ngolo feat SleepyThePrince
6 - Soraia Ramos ft SleepyThePrince - Flash
7 - Pipa de Ma$$a - Circo da vida (feat Batatinha e João Borsch)
8 - Ode Filípica - Saco vazio
9 - Micro Audio Waves - Waltman
10 - José Carrapato - Na ausência do poema (feat José Kafka, Samuel Andrade e Herr G)
11 - Cat Soup - Loom
12 - Maledictus - Madam death
13 - d'Amélia - Matem os pobres
14 - Buraco Negro - Radiação sincrotrónica

FESTIVAL DE MÚSICA FOLK DA MAIA





















A 5.ª edição realiza-se de 25 a 27 de setembro, em Nogueira, com entrada livre, sete concertos e duas oficinas que voltam a colocar a comunidade no centro do festival.

O Festival de Música Folk da Maia regressa para a sua quinta edição com uma novidade que marca uma nova etapa no seu percurso: o evento passa a ocupar três dias e instala-se num novo espaço, o Monte Calvário, em Nogueira, Maia. Entre 25 e 27 de setembro, o festival reúne diferentes gerações em torno da música tradicional portuguesa, das suas raízes e da capacidade de continuar viva, atual e em permanente transformação.

Com entrada livre, o programa articula projetos que preservam a memória e o património musical português com propostas que os reinventam através de novas linguagens, influências e sonoridades. Bicho Carpinteiro, Trevo de Cordas, 7 Saias, Trigueirinha, Galandum Galundaina, Rastolhice e Daniel Pereira Cristo compõem um cartaz que percorre diferentes territórios da música de raiz, da festa popular à criação contemporânea.

Mais um dia, um novo lugar de encontro
A extensão para três dias permite ampliar o programa e aprofundar a relação entre artistas, públicos e território. A mudança para o Monte Calvário transforma este espaço de Nogueira num ponto de encontro aberto à descoberta, à escuta, à dança e à celebração coletiva, reforçando a ligação do festival à comunidade local.

A comunidade participa, aprende e dança
As oficinas regressam como parte essencial da identidade do festival. No sábado, Diana Azevedo orienta uma oficina de danças tradicionais. No domingo, Daniel Pereira Cristo conduz “Um encontro com as raízes…”, uma viagem pela diversidade dos instrumentos tradicionais portugueses, cruzando conversa, música ao vivo, histórias e curiosidades. Mais do que atividades paralelas, estes momentos convidam o público a experimentar, partilhar saberes e participar ativamente na continuidade da cultura tradicional.

PROGRAMA 

25 DE SETEMBRO
BICHO CARPINTEIRO –17h00

TREVO DE CORDAS –18h30

7 SAIAS – 22h00
26 DE SETEMBRO
WORKSHOP – DIANA AZEVEDO 11H00

TRIGUEIRINA – 18h30
GALAMDUM GALUNDAINA – 21h30

27 DE SETEMBRO

DANIEL CRISTO – Oficina: Um encontro com as raízes – 11h00

RASTOLHICE – 18h30

DANIEL PEREIRA CRISTO – 21h30
LOCAL
Monte Calvário, em Nogueira, Maia
25, 26 e 27 de setembro de 2026
Entrada livre

Uma iniciativa da Câmara Municipal da Maia
Produção e programação: Trovas Soltas e In Rock we Trust