Conhecido pelo seu trabalho enquanto vocalista dos José Pinhal Post-Mortem Experience, Bruno de Seda apresenta “Sempre a Viajar”, o primeiro avanço de “V por B”, novo álbum
com edição prevista para 26 de novembro. Entre a música popular romântica portuguesa e as influências do indie psicadélico, o músico revisita as suas origens e a ligação à comunidade emigrante portuguesa em França.
Bruno de Seda está de regresso à carreira a solo com “Sempre a Viajar”, o primeiro single de avanço do novo álbum “V por B”, cuja edição está prevista para 26 de novembro. Depois de vários anos de atividade enquanto vocalista dos José Pinhal Post-Mortem Experience, o músico nortenho retoma o seu percurso individual com uma composição marcada pela nostalgia, pela memória e pelas questões de identidade e pertença.
Com o saxofone de David Machado a assumir o protagonismo desde os primeiros instantes, “Sempre a Viajar” desenvolve-se sobre uma base de sintetizadores atmosféricos, construindo uma paisagem sonora contemplativa que acompanha o carácter intimista da canção. O tema recupera a aproximação entre a música popular romântica portuguesa e as influências do indie psicadélico internacional, uma conjugação que tem distinguido o universo musical de Bruno de Seda.
Em “Sempre a Viajar”, o músico reflete sobre a sua relação com a cultura luso-francesa e com a comunidade de emigrantes portugueses em França, partindo de uma ligação pessoal ao país onde nasceu. A canção desenvolve-se em torno de uma pergunta que atravessa essa reflexão: «Quem seria eu, se cá tivesse ficado?»
A partir desta interrogação, Bruno de Seda imagina percursos de vida alternativos e confronta-se com a possibilidade de uma identidade construída noutro contexto. Entre as memórias, a distância e os cenários que nunca chegaram a concretizar-se, “Sempre a Viajar” aborda a forma como os lugares de origem continuam a influenciar quem deles se afasta, mesmo quando a vida segue outros caminhos.
O single assinala, assim, o início de um novo capítulo na discografia do músico, antecipando “V por B”, o seu próximo trabalho de longa-duração.
O projeto a solo de Bruno de Seda surgiu em 2018, com a gravação do single “Chuva na Areia”, seguindo-se, em 2019, a edição do primeiro álbum homónimo. Desde então, o músico tem desenvolvido um percurso singular, cruzando referências da música popular portuguesa com sonoridades associadas ao universo independente e psicadélico internacional.
Paralelamente ao seu trabalho com os José Pinhal Post-Mortem Experience, Bruno de Seda tem explorado diferentes possibilidades de apresentação ao vivo, tanto em formato a solo como através de colaborações com vários instrumentistas, adaptando o seu repertório a diferentes formações e contextos de palco.
O novo trabalho conta com composições de Bruno de Seda e produção assinada pelo próprio, em colaboração com Rafael Silva e José Santos. A gravação e mistura ficaram a cargo de Rafael Silva, com exceção do tema “Prensado Num Só”, gravado e misturado por Pedro Petiz. A masterização é também de Rafael Silva, enquanto a capa e os grafismos são da autoria de Mantraste.
Entre os músicos e colaboradores envolvidos encontram-se José Cordeiro no baixo elétrico, José Santos na percussão e sintetizadores, Marco Duarte na guitarra elétrica e Rita Curopos nos coros. O disco conta ainda com participações de Manuela Azevedo (Clã) e Gustavo Cruz em “Silva Escura”, Alexandre Curopos em “Copacabana” e David Machado no saxofone de “Sempre a Viajar”.
Com o apoio da Fundação GDA, “V por B” tem lançamento previsto para 26 de novembro, sendo agora antecipado por “Sempre a Viajar”, uma canção que cruza a memória pessoal com a experiência da emigração e as interrogações sobre os caminhos que poderiam ter sido percorridos.
Bruno de Seda está de regresso à carreira a solo com “Sempre a Viajar”, o primeiro single de avanço do novo álbum “V por B”, cuja edição está prevista para 26 de novembro. Depois de vários anos de atividade enquanto vocalista dos José Pinhal Post-Mortem Experience, o músico nortenho retoma o seu percurso individual com uma composição marcada pela nostalgia, pela memória e pelas questões de identidade e pertença.
Com o saxofone de David Machado a assumir o protagonismo desde os primeiros instantes, “Sempre a Viajar” desenvolve-se sobre uma base de sintetizadores atmosféricos, construindo uma paisagem sonora contemplativa que acompanha o carácter intimista da canção. O tema recupera a aproximação entre a música popular romântica portuguesa e as influências do indie psicadélico internacional, uma conjugação que tem distinguido o universo musical de Bruno de Seda.
Em “Sempre a Viajar”, o músico reflete sobre a sua relação com a cultura luso-francesa e com a comunidade de emigrantes portugueses em França, partindo de uma ligação pessoal ao país onde nasceu. A canção desenvolve-se em torno de uma pergunta que atravessa essa reflexão: «Quem seria eu, se cá tivesse ficado?»
A partir desta interrogação, Bruno de Seda imagina percursos de vida alternativos e confronta-se com a possibilidade de uma identidade construída noutro contexto. Entre as memórias, a distância e os cenários que nunca chegaram a concretizar-se, “Sempre a Viajar” aborda a forma como os lugares de origem continuam a influenciar quem deles se afasta, mesmo quando a vida segue outros caminhos.
O single assinala, assim, o início de um novo capítulo na discografia do músico, antecipando “V por B”, o seu próximo trabalho de longa-duração.
O projeto a solo de Bruno de Seda surgiu em 2018, com a gravação do single “Chuva na Areia”, seguindo-se, em 2019, a edição do primeiro álbum homónimo. Desde então, o músico tem desenvolvido um percurso singular, cruzando referências da música popular portuguesa com sonoridades associadas ao universo independente e psicadélico internacional.
Bruno de Seda está de regresso à carreira a solo com “Sempre a Viajar”, o primeiro single de avanço do novo álbum “V por B”, cuja edição está prevista para 26 de novembro. Depois de vários anos de atividade enquanto vocalista dos José Pinhal Post-Mortem Experience, o músico nortenho retoma o seu percurso individual com uma composição marcada pela nostalgia, pela memória e pelas questões de identidade e pertença
Com o saxofone de David Machado a assumir o protagonismo desde os primeiros instantes, “Sempre a Viajar” desenvolve-se sobre uma base de sintetizadores atmosféricos, construindo uma paisagem sonora contemplativa que acompanha o carácter intimista da canção. O tema recupera a aproximação entre a música popular romântica portuguesa e as influências do indie psicadélico internacional, uma conjugação que tem distinguido o universo musical de Bruno de Seda
Em “Sempre a Viajar”, o músico reflete sobre a sua relação com a cultura luso-francesa e com a comunidade de emigrantes portugueses em França, partindo de uma ligação pessoal ao país onde nasceu. A canção desenvolve-se em torno de uma pergunta que atravessa essa reflexão: «Quem seria eu, se cá tivesse ficado?»
A partir desta interrogação, Bruno de Seda imagina percursos de vida alternativos e confronta-se com a possibilidade de uma identidade construída noutro contexto. Entre as memórias, a distância e os cenários que nunca chegaram a concretizar-se, “Sempre a Viajar” aborda a forma como os lugares de origem continuam a influenciar quem deles se afasta, mesmo quando a vida segue outros caminhos.
O single assinala, assim, o início de um novo capítulo na discografia do músico, antecipando “V por B”, o seu próximo trabalho de longa-duração.
O projeto a solo de Bruno de Seda surgiu em 2018, com a gravação do single “Chuva na Areia”, seguindo-se, em 2019, a edição do primeiro álbum homónimo. Desde então, o músico tem desenvolvido um percurso singular, cruzando referências da música popular portuguesa com sonoridades associadas ao universo independente e psicadélico internacional.
Paralelamente ao seu trabalho com os José Pinhal Post-Mortem Experience, Bruno de Seda tem explorado diferentes possibilidades de apresentação ao vivo, tanto em formato a solo como através de colaborações com vários instrumentistas, adaptando o seu repertório a diferentes formações e contextos de palco.
O novo trabalho conta com composições de Bruno de Seda e produção assinada pelo próprio, em colaboração com Rafael Silva e José Santos. A gravação e mistura ficaram a cargo de Rafael Silva, com exceção do tema “Prensado Num Só”, gravado e misturado por Pedro Petiz. A masterização é também de Rafael Silva, enquanto a capa e os grafismos são da autoria de Mantraste.
Entre os músicos e colaboradores envolvidos encontram-se José Cordeiro no baixo elétrico, José Santos na percussão e sintetizadores, Marco Duarte na guitarra elétrica e Rita Curopos nos coros. O disco conta ainda com participações de Manuela Azevedo (Clã) e Gustavo Cruz em “Silva Escura”, Alexandre Curopos em “Copacabana” e David Machado no saxofone de “Sempre a Viajar”.
Com o apoio da Fundação GDA, “V por B” tem lançamento previsto para 26 de novembro, sendo agora antecipado por “Sempre a Viajar”, uma canção que cruza a memória pessoal com a experiência da emigração e as interrogações sobre os caminhos que poderiam ter sido percorrido
Paralelamente ao seu trabalho com os José Pinhal Post-Mortem Experience, Bruno de Seda tem explorado diferentes possibilidades de apresentação ao vivo, tanto em formato a solo como através de colaborações com vários instrumentistas, adaptando o seu repertório a diferentes formações e contextos de palco.
O novo trabalho conta com composições de Bruno de Seda e produção assinada pelo próprio, em colaboração com Rafael Silva e José Santos. A gravação e mistura ficaram a cargo de Rafael Silva, com exceção do tema “Prensado Num Só”, gravado e misturado por Pedro Petiz. A masterização é também de Rafael Silva, enquanto a capa e os grafismos são da autoria de Mantraste.
Entre os músicos e colaboradores envolvidos encontram-se José Cordeiro no baixo elétrico, José Santos na percussão e sintetizadores, Marco Duarte na guitarra elétrica e Rita Curopos nos coros. O disco conta ainda com participações de Manuela Azevedo (Clã) e Gustavo Cruz em “Silva Escura”, Alexandre Curopos em “Copacabana” e David Machado no saxofone de “Sempre a Viajar”.
Com o apoio da Fundação GDA, “V por B” tem lançamento previsto para 26 de novembro, sendo agora antecipado por “Sempre a Viajar”, uma canção que cruza a memória pessoal com a experiência da emigração e as interrogações sobre os caminhos que poderiam ter sido percorridos.