quarta-feira, 13 de maio de 2026

FESTIVAL SANTOS DA CASA - 6ª SEMANA





















13 de maio de 2026

Henrique Tomé
Corredor da RUC
Rádio Universidade de Coimbra
19h00

#FSDC2026

Henrique Tomé é um músico, produtor e agente cultural do Porto. Após vários anos como baixista e compositor em projetos como Balter Youth, Silentide e Vitoria Vermelho, estreia-se a solo com Thin Ice, um álbum conceptual dividido em dois atos. Inspirado na dramaturgia clássica e na estrutura cinemática, o disco conta uma história que se compõe no todo e não na soma das suas partes.

NOVO SINGLE DE PETER STRANGE





















O músico português Peter Strange está de volta com o seu novo single - “A Fúria” - reforçando a fase rock em português que tem vindo a consolidar nos últimos anos. O tema surge como um retrato intenso e sem filtros da realidade atual, descrevendo um cenário catastrófico, cínico, hipócrita e pessimista, sem lugar para onde escapar. Musicalmente, “A Fúria” apresenta guitarras arrojadas, harmonias fortes e sentidas, uma dinâmica acelerada do início ao fim e um refrão gritado e memorável, resultando num tema pesado, energético e visceral que assume plenamente a sua identidade de rock agressivo e furioso.

Natural de Oeiras, Peter Strange tem vindo a afirmar o seu percurso desde 2016, somando atuações em palcos como o Festival do Marisco (Olhão), a Festa do Avante (Seixal), as Festas de Sant’iago (Setúbal), o Festival AgitÁgueda e o Bobadela Vila Rock. Entre 2020 e 2021 lançou os singles “Anita”, “Sadness” e “Say Goodbye”, acompanhados por videoclipes e posteriormente integrados no álbum de estreia “Equilibrium”, editado em outubro de 2021. Em 2023 inicia uma nova fase artística ao lançar o primeiro single em português, “A Meu Lado”, seguindo-se em 2024 os temas “Brincar com a Mão” e “Contrarrelógio”, que culminaram no segundo álbum “Contraste”. Já em 2025 apresentou “Fim de Vida”, um single direto e vulnerável que explorou uma vertente emocional mais exposta do artista.

Em 2026, “A Fúria” surge como uma nova descarga de energia e atitude, marcada por guitarras fortes, batidas rápidas e vozes rasgadas, assumindo-se como um grito de revolta inspirado pela atualidade mundial e reforçando a identidade sonora e artística de Peter Strange numa fase mais intensa, combativa e sem concessões.

HELENA SARMENTO AO VIVO











Após casa cheia no Porto, Helena Sarmento apresenta “Tanto Mar” no Teatro Independente de Oeiras.

Esta mini-tour em Portugal sucede à Tour de Tanto Mar na América Latina, que passou por 16 salas, de 10 cidades de 3 países (Brasil, Argentina e Uruguai).

Em anexo seguem press release e press kit com todas as informações sobre o espetáculo.

Data: 21 de Maio
Local: Teatro Independente de Oeiras
Hora: 21h30

SEMPREALESTE COM NOVO SINGLE

 



















Os SemprAleste anunciaram hoje o lançamento do seu novo single para o próximo dia 22 de Maio.

Intitulado “Já Não Volto Atrás”, o tema revela uma faceta inédita e despida da banda de Sintra, que troca a energia do rock teatral pela intimidade de uma balada a piano.

Gravada inteiramente ao vivo, e com a participação especial, ao piano, de Sérgio Campos Marques, a nova composição afasta-se dos arranjos complexos para se focar na pureza da interpretação.

Segundo Beatriz Berlinghieri, responsável pela comunicação da banda: “Esta música pedia silêncio e espaço. Decidimos gravá-la ao vivo e ao piano porque não queríamos esconder a emoção atrás de produção de estúdio.”

Após a irreverência de lançamentos anteriores, como o recente sucesso “Parabéns a Quem Te Fez”, o novo single é aguardado com grande expectativa, sendo encarado como uma afirmação de maturidade e versatilidade artística.
Destaques do Lançamento:Data de Saída: 22 de Maio em todas as plataformas digitais.

Composição: Balada minimalista focada no piano e na interpretação vocal.

Registo: Gravação ao vivo, privilegiando a verdade emocional e a acústica orgânica.

Sobre os SemprAleste:

Naturais da Assafora, Sintra, os SemprAleste são conhecidos por transformar vivências em "estórias musicais". Com um percurso que atravessa o rock e a pop, a banda tem-se destacado pela sua capacidade narrativa e identidade visual forte, afirmando-se como um dos projectos mais vibrantes e disruptivos da nova geração do rock português.

RITA CORTEZÃO COMPLETA CARTAZ MUSICAL DO BONS SONS















©Vera Marmelo

Rita Cortezão completa o cartaz musical do BONS SONS 2026, por ter vencido a 30.ª edição do Festival Termómetro deste ano, cuja final teve lugar no domingo em Lisboa. O concerto, em Cem Soldos, acontece no dia 7 de agosto, no Palco Giacometti.

O primeiro registo de originais da artista lisboeta — tudo, um pouco, com o selo Discos Submarinos — foi lançado em novembro de 2025. Composto por dez canções da autoria de Rita Cortezão, o álbum foi co-produzido pela artista e por Benjamim. As composições nasceram no quarto de Rita — apenas com voz e piano — e ganharam nova vida em estúdio, no Louva-a-Deus, em Benfica.

A final do concurso aconteceu no LAV - Lisboa ao Vivo e contou ainda com MONSTRO e Parque Império, como finalistas. A banda convidada foi Mães Solteiras, que vai também atuar no BONS SONS.

Os bilhetes para o BONS SONS estão à venda por 60€ (passe geral - 4 dias com campismo incluído - 3.ª fase, limitado ao stock existente). Estão também disponíveis os bilhetes diários (35€, limitado ao stock existente).

AFONSO CABRAL LANÇA NOVO SINGLE "DANÇA COMIGO NA ILUSÃO"





















Créditos: Nuno Sousa Dias

O cantautor lisboeta edita um novo single, “Dança Comigo na Ilusão”, uma canção que assinala e dá voz aos atuais tempos de incerteza e agitação social que vivemos. Cantar para espantar os males? Neste caso é mesmo para vivê-los.

“Dança Comigo na Ilusão” viaja por uma sonoridade indie pop/rock descontraída, enquanto a letra revela algum desespero quase apocalíptico, com um refrão a garantir que “o pior está para vir”. É desta dualidade que vive o novo single a solo do vocalista dos You Can’t Win Charlie Brown, uma espécie de retrato da ansiedade contemporânea e uma tentativa de encontrar normalidade num mundo em tensão e constante ebulição.

“Eu não sei se vocês andam com uma sensação de que isto vai tudo de mal a pior e o mundo está prestes a acabar. Eu ando. Não digo sempre, mas com alguma frequência - bem mais do que gostaria (que é nunca). Nem me vou alongar sobre as causas das minhas inquietações apocalíticas: acho que todos sabemos quais são - basta ligar a televisão ou pegar no telemóvel para sermos bombardeados com conteúdos ansiogénicos mais do que suficientes para perder alguma fé na humanidade”, refere Afonso Cabral sobre o contexto ao escrever a letra desta nova canção.

No meio disto tudo, vamos prosseguindo com as nossas vidas: trabalhamos, cantamos, comemos, vamos ao cinema, dançamos... “Dança Comigo na Ilusão” é a resposta a esse sentimento estranho - uma tentativa do artista de se provar a si próprio que o desespero e a alegria podem conviver.

Este lançamento é o regresso do artista aos originais depois de lançar em 2024 o seu mais recente disco em nome próprio Demorar, que contou com o selo louva-a-deus, editora e agência criada por Afonso Cabral em conjunto com Francisca Cortesão.

Próximo concerto:
06 de junho - Teatro Fonseca Moreira, Felgueiras (banda completa)

Sobre Afonso Cabral:

Afonso Cabral (Lisboa, 1986) tem sido uma presença constante, embora por vezes discreta (como ele gosta), na cena musical lisboeta nos últimos 15 anos – quer seja com os seus You Can’t Win, Charlie Brown, como parte integrante das bandas de Bruno Pernadas, Minta & The Brook Trout ou Mais Alto! ou como escritor de canções para outros intérpretes.

Nesse último campo, destaca-se ‘Anda Estragar-me os Planos’, escrita em parceria com Francisca Cortesão para o Festival da Canção 2018 para a voz de Joana Barra Vaz e reinterpretada mais tarde por vários cantores, tais como Salvador Sobral e Tim Bernardes.

Depois de Morada, em 2019, lançou, no final de 2024, o seu segundo álbum a solo, Demorar — um disco de novas canções com a voz de Cabral no centro e que conta com participações do japonês Shugo Tokumaru e de Manuela Azevedo, dos Clã.

Demorar tem sido muito bem recebido pela crítica, fazendo frequentemente parte das listas de melhores do ano, nomeadamente 3.º lugar para a Blitz e Radar e 11.º para a Antena 3, entre muitos outros.

MARTA LIMA LANÇA NOVO SINGLE “MARÉ CHEIA”





















© beatriz pequeno

Depois de editar os EPs Murmúrio (2023) e Postal em Branco (2025), e de passar por alguns dos principais palcos nacionais, como o NOS Alive, o Festival F e o Vodafone Paredes de Coura, Marta Lima apresenta agora “Maré Cheia”, o primeiro avanço do seu aguardado álbum de estreia.

Uma das vozes emergentes da nova música portuguesa, Marta Lima tem vindo a construir um percurso sólido e consistente, marcado por uma crescente ligação ao público, por uma escrita profundamente íntima e por uma estética musical sensível. Agora, inicia um novo capítulo da sua carreira com um tema que mergulha nas emoções mais vulneráveis e humanas.

“Maré Cheia” nasce de um período de profunda reflexão pessoal, em que a artista se confrontou com dúvidas constantes sobre o seu próprio valor e identidade, numa luta silenciosa com a síndrome do impostor. A canção surge como uma tentativa de reorganizar emoções e encontrar equilíbrio no meio do caos interior, vivendo precisamente nesse contraste entre o peso da dúvida e a procura de leveza.

O mar assume aqui um papel central, quase simbólico. Nascida no Algarve, Marta Lima transporta para a canção a relação profunda que sempre teve com o mar, um lugar de abrigo, de pausa e de reencontro consigo mesma.

“Maré Cheia” é o balanço entre esses dois estados: ir ao fundo e regressar à superfície. Entre a inquietação e a tentativa constante de reencontro.

Este novo single é da autoria de Marta Lima, contando com produção da própria artista, do músico Afonso Lima e de Manuel dos Reis (também co-produtor do álbum Vida Nova de Manel Cruz). Com masterização de Vitor Carraca Teixeira.

Com uma presença em palco envolvente e uma identidade artística cada vez mais definida, Marta Lima continua a afirmar-se como uma das mais promissoras vozes da nova geração de cantautores em Portugal.

O álbum de estreia tem edição prevista para o início de 2027.

RITA ONOFRE APRESENTA "AINDA RESTA", NOVO SINGLE E VÍDEO DE BRUTA















Fotografia promocional Rita Onofre por Lucas Coelho

Depois da edição de BRUTA, o seu mais recente longa-duração lançado a 18 de março de 2026, Rita Onofre revela agora “ainda resta”, o novo single acompanhado por videoclipe, aprofundando o universo emocional e sonoro que marca esta nova fase da artista.

BRUTA afirmou-se como um ponto de viragem no percurso de Rita Onofre, trazendo uma abordagem mais densa e texturada ao seu pop, com influências da eletrónica e do rock. Integralmente composto pela artista e com a colaboração de NED FLANGER (alter-ego de António Souto), o disco explora uma linguagem sonora mais crua e imersiva, onde a experimentação e a sensibilidade coexistem sem barreiras.

O processo de criação e finalização do álbum coincidiu com uma mudança determinante na vida da artista: a sua mudança para Berlim. Este novo contexto trouxe ao disco uma dimensão adicional de deslocamento, reinvenção e procura por novas formas de viver e criar. Foi também na capital alemã que se terminaram as gravações vocais e se desenvolveram os conteúdos visuais do projeto, em colaboração com Lucas Coelho e Billy Verdasca, enquanto a identidade gráfica ficou a cargo da agência Desisto.

Após a apresentação dos singles “sinto-te tão”, “crescer”, “vai e volta” e “bruta”, “ainda resta” surge agora como um novo capítulo dentro deste universo — mais íntimo, mas igualmente coletivo. Sobre o tema, Rita Onofre partilha: “ainda resta é uma tatuagem da amizade que não julga mas que acorda, que celebra e que chora em conjunto, a amizade que faz das semanas difíceis mais leves, e das vitórias, bailes inteiros. é para uma mulher a quem devo o meu mundo criativo, e para o grupo de amigos que nos rodeia. O cenário vai da Parede até ao Gerês, noites de copo e tardes de praia. E acompanha primeiros trabalhos, dúvidas sobre o IRS e desejos de um dia comprar uma casa. Espero que seja sobre todas as amizades que sustentam mais um dia, que melhoram uma vida. Sobre os ‘concílios de investigação’.”

Escrita e pré-produzida na ACERT, em Tondela, novamente em colaboração com NED FLANGER, “ainda resta” reforça a dimensão relacional e emocional que atravessa BRUTA, colocando a amizade no centro de uma narrativa geracional, próxima e reconhecível.

Este lançamento surge após o término da digressão conjunta com Alex D’Alva Teixeira, LIVRE x BRUTA, que passou por várias cidades do país, incluindo Lisboa, Coimbra, Porto, Chaves e Évora, ao longo de março e abril. Durante o verão, estão previstos mais concertos da artista em nome próprio e, posteriormente um retorno à tour LIVRE x BRUTA. Mais novidades serão anunciadas em breve.

Sobre Rita Onofre:

Rita Onofre é o nome da artista e compositora nascida em Oeiras, para quem uma vida a fazer música foi uma certeza desde cedo. Pegou na guitarra aos 10 anos por influência do pai que descodificou a guitarra intuitivamente. Aos 12 começa a escrever as primeiras canções e a ter formação em guitarra com o professor e cantautor Ricardo Reis Pinto.

Aos 15 anos ingressa no curso profissional de Produção e Tecnologias da Música da Escola Profissional de Imagem da ETIC, terminando com um estágio nos estúdios Groove Farm em Roma, Itália. Tem as primeiras aulas de voz com Joana Espadinha, onde abre horizontes e percebe que é na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas que deve continuar o seu caminho. Encontra inspiração e novos horizontes no curso de Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa que termina em Janeiro de 2020.

Aos 16 anos começou o projeto SEASE, banda de indie pop com Choro e Gonçalo Vasconcelos com que pisou os primeiros palcos e entrou na rádio nacional underground (Vodafone, Antena 3, Oxigénio, TSF).

Foi durante a pandemia que começou a editar em nome próprio canções em português. “Haja Sempre” (2020) foi o primeiro single, seguido de outros que foram integrados em duas coletâneas: “Ao Pé de Mim” nos Inéditos Vodafone 2020 e “À Porta” nos Novos Talentos Fnac 2021. A boa recetividade e o apoio das rádios nacionais (Antena 3, Vodafone FM, Oxigénio, TSF, Renascença, entre outras), foram parte da motivação para lançar o primeiro curta duração, o EP “Raiz” em 2021.A estreia no formato de longa duração foi em Fevereiro de 2023 com “hipersensível”. São dez canções hipersensíveis, da lírica aos arranjos, das vozes às confissões. “Perdoei” e “Rancor” foram os singles escolhidos.

O álbum “hipersensível”, foi antecedido por um ano de colaborações: em 2022 editou “Sonhar”, a canção em dueto com cantora Elisa Rodrigues; “Se Tenho Tempo” em colaboração com Yanagui; participou no “Volume I”, álbum de estreia do coletivo Avalanche onde se pode ouvir “Neblina” (com Sara Cruz e Luar); e editou “CORPO” (com Choro e NED FLANGER).

Tudo foi o ponto de partida para passagens ao vivo pelo Musicbox, Casa da Música, NOS ALIVE 2023, Plano B, Teatro Miguel Franco (Leiria).

Ainda em 2023 foi selecionada como autora do Festival da Canção 2024, através da livre submissão de canções, com o tema “Criatura”, que chegou à fase final do concurso.

No final de 2024 editou duas novas versões do álbum “hipersensível” num lançamento intitulado “tatuei-te no peito”, com novos arranjos e versões de “Perdoei” e “Tanto Sentimento”. Um agradecimento e homenagem ao caminho que o seu primeiro longa-duração lhe proporcionou.

Este novo capitulo de Rita Onofre ficou marcado por o regresso aos originais com o lançamento de "Sinto-te tão", "crescer" e "vai e volta", singles que apresentaram o LP BRUTA, que está desde já disponível.

DREIA EDITA NOVO SINGLE 'MORRER DEVAGARINHO' E ANUNCIA SEGUNDO EP

 



















Fotografia: Maria Bicker

Dreia apresenta 'Morrer devagarinho', o novo single que simboliza o fim de um ciclo e o renascimento de uma nova identidade. Escrita pela cantora e compositora com Rita Onofre e produzida por Choro, (Inês Marques Lucas, Alex D'Alva), a canção Pop, já disponível nas plataformas digitais, mergulha numa narrativa íntima de transformação e libertação emocional. 'Morrer devagarinho' é editada propositadamente a 13 de maio, dia em que Dreia completa 30 anos e enterra os seus "loucos anos 20".

"Este single representa o enterro de uma versão minha antiga, mas não um enterro triste e pesado. É feliz e em jeito de celebração, como no Día de Los Muertos. Celebro quem fui, mas sei que já não há espaço para o continuar a ser. Há acontecimentos que vivem no passado e nele devem ficar para que possamos evoluir para algo melhor, mais leves", afirma Dreia. "Esta morte levou consigo uma história de desamor que canto ao longo do meu próximo EP, "Pele e Carne", do qual esta canção faz parte, assim como a inocência de querer acreditar por não conseguir aceitar a realidade, que muitas vezes se revela pouco colorida, dolorosa e com relações marcadas por desequilíbrios de poder", completa a artista.

Com lançamento previsto para o segundo semestre deste ano, "Pele e Carne" é um projeto que explora temas de desamor, identidade e crescimento pessoal. O segundo curta duração de Dreia sucede-se a "Ganhar Voz", de 2025, que deu a conhecer temas como 'Traz o que é meu' - vencedor do Prémio AIP (Associação de Imagem Portuguesa) para "Melhor Direção de Fotografia em Videoclipe" -, 'Para de lutar' - galardoado com o "Prémio de Melhor Direção de Arte" no Festival MATE 2025, na categoria "Videoclipe" - e com um troféu de "Música" na Mostra Nacional de Jovens Criadores 2025.

Influenciado por sonoridades Pop alternativas, 'Morrer devagarinho' destaca-se pela crueza emocional e pelo foco na interpretação vocal, que conduzem o ouvinte numa experiência sensorial através da narrativa da letra. Realizado por Daniel Mota e com coreografia de Renato Garcia, (IOLANDA, JÜRA), o videoclipe expande o seu universo onírico e simbólico, ao explorar o conceito de morte e renascimento.

Nas palavras de Dreia, "esta é uma canção que fala sobre a transformação que, por vezes, precisamos para dar lugar a alguém novo. Embora seja um tema pesado, termina num lugar luminoso. Para o videoclipe trouxe várias referências como o quadro Ofélia e o filme da Disney "Hércules", precisamente pela cena em que vemos as almas percorrer o rio do esquecimento. Ver um altar de flores que me cobria do pescoço aos pés, feito especialmente para mim, foi particularmente emocionante. Foi como assistir ao funeral do meu antigo eu, de uma forma leve e honrosa. Soube ali que vivi a mais bonita representação da minha vida até agora e senti-me profundamente amada".

Com 'Morrer devagarinho', Dreia reforça a sua abordagem honesta e sensorial à música, com cada canção a assumir um espaço de verdade e transformação. O tema integra o segundo EP de Dreia, “Pele e Carne”, que será editado no segundo semestre de 2026.

Ligada emocionalmente à música desde cedo, Dreia sempre acalentou o sonho de ser cantora, no entanto, a timidez fez com que esse desejo ficasse em segundo plano. Teve aulas de guitarra e de piano e, posteriormente de piano jazz. Ao trabalhar como jornalista, entrevistou vários músicos e essas conversas despertaram o desejo de concretizar o seu sonho maior. Decidiu, então, frequentar a escola de jazz Luiz Villas-Boas, do Hot Clube de Portugal, onde estudou piano e voz.

Entre as suas maiores referências musicais estão Billie Holiday, Chet Baker, MARO, Sarah Vaughan, Nina Simone, Billie Eilish, Lana Del Rey, iolanda, Rita Onofre, Jacob Collier, Mimi Froes, Milhanas ou Slow J, entre outros.

Começa a trabalhar com Rita Onofre, com o propósito de melhorar a expressão das suas demos que, até então, sentia que não expressavam, ainda, a mensagem que pretendia. As palavras são profundamente importantes para a artista e um dos seus objetivos é transportar isso mesmo para a composição e para a forma como interpreta as canções, dando, a cada palavra, o seu peso.

Das sessões na Great Dane Studios nasceu o primeiro single, ‘Traz o que é meu’. Realizado por Diana Mendes, cujo videoclipe foi distinguido com o Prémio AIP* de Melhor Direção de Fotografia em Videoclipe, atribuído pela Associação de Imagem Portuguesa. Seguiu-se o tema 'Podes perguntar', composto e produzido pela mesma equipa, e o mais recente 'Para de lutar'. Estas faixas antecederam o EP de estreia da artista, "Ganhar Voz".

ATR APRESENTA

 



















Em Maio os gémeos siameses Associação Terapêutica do Ruído (ATR) e dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) estão a celebrar o seu 19º aniversário com diversas actividades e esta quinta-feira (14 de Maio) às 22h a ATR e a Rotten \ Fresh juntam forças mais uma vez, desta feita para apresentar uma noite de trap, hip-hop, dub e mais além no Desterro! A ementa inclui o anti-rap de Phantom (Massamá), o trap romântico de B4ICRY2 (Odivelas), o trap surrealista de Vicigod (Lisboa), o hip-hop do tecto de PróprioSantos (Parede) e o dub grave e maroto de Selecta Mamilo (Alentejo), tudo muito bem rematado com a batalha filosófica em formato de dj set de DJ Locke vs. DJ Marx! (+ info em baixo e aqui)

E no sábado (16 de Maio) a ATR estará a participar com a sua banca e com uma actuação a solo do terapeuta do ruído (e membro dos dSCi) Desmarques na 15ª edição da FULMINANTE, evento independente que irá decorrer entre as 15h e as 00h no BUS - Paragem Cultural e que conta com uma feira de ilustração, fotografia, moda e música, uma exposição e vários concertos e dj sets! (+ info aqui)

Entretanto na sexta-feira (15 de Maio) às 22h o membro dos dSCi Matthieu Ehrlacher vai estar a mostrar o seu solo para saxofones “blow my mind until light becomes sound” no Fundão, por ocasião da quinta edição do Festival Profound Whatever, festival organizado pelo colectivo/editora com o mesmo nome que acontecerá nos dias 14, 15 e 16 de Maio em diferentes espaços d'A Moagem - Cidade do Engenho e das Artes! (+ info aqui)

14 de Maio | quinta-feira | 22h

Phantom (pt)

B4ICRY2 (pt)

Vicigod (pt)

PróprioSantos (pt)

Selecta Mamilo (pt)

DJ Locke vs. DJ Marx (dj set)

Desterro

Calçada do Desterro, 7 - Lisboa

contribuição sugerida: 5 euros

entrada exclusiva a sócios - quota mensal de sócio: 3 euros

Como uma verdadeira personificação do rancor e do desprezo pelo contrato social e pela moralidade no geral, Phantom considera largar Napalm na linha verde não um sonho lindo, mas um dever de qualquer lunático minimamente obstinado com a aniquilação dos inimigos da honestidade crua, há muito ameaçada pelo hipsterismo performativo. Numa sonoridade caótica, entre a obsessão pelo perfeccionismo e a necessidade de destruir tudo o que o rodeia, de Onyx a GG Allin, do Boom Bap ao Noise, Phantom é um verdadeiro pesadelo febril imprevisível, tão desconfortável quanto harmonioso, tão violento quanto poético, numa viagem musical que insiste em nos recordar que somos, não mais, do que os impiedosos censores de nós mesmos.

Da nova vaga do trap português via soundcloud (ou cloudtrap para os amigos), B4ICRY2 é talvez aquele que sonicamente o resume e categoriza melhor na contemporaneidade. Fortemente munido por instrumentais inspirados na estética dos já icónicos Bones ou Yung Lean, aqui assinados por mizu, yura ou fre$hco, ou em canções emparelhando-se a alguns dos mais promissores talentos do cenário português, "B4HER" sintetiza um processo emancipatório de dois anos fechando-o com chave de ouro brilhante. Ao primeiro disco, B4ICRY2 acende a tocha assumindo-se como um nome a ter em conta num futuro muito próximo.

Vicigod, um jovem artista de Lisboa e membro do Coletivo do Atrofio que explora sonoridades desde trap moderno ao hip-hop clássico com um toque de surrealismo e um estilo de humor peculiar. Vem acompanhado das suas vestes refletoras e pede que coloquem os capacetes de alumínio para uma melhor experiência.

PróprioSantos, artista bastante ativo no underground e membro habitual do Coletivo do Atrofio sob o alter ego “ImPróprioSantos”
.
Vem apresentar aqui no Desterro os sons habituais + alguns sons inéditos e algumas brincadeiras. ImPróprioSantos também terá espaço dia 14 com o Coletivo do Atrofio.

Selecta Mamilo, jovem selecionador emergente do campo e da cidade, com o foco em lutar contra Mamilônia. As suas selecções baseiam-se no Roots, Dub, Dancehall, Rub-a-dub, Steppers, Dub Moderno, e pitadinhas de Jungle tendo sempre uma preocupação nas batidas, nas frequências de 16Hz a 60Hz, e exploração de diferentes riddim's encontrando-se com o prazeroso som da sirene, trazendo uma sessão vibradora aos ouvidos do ouvinte.

PROGRAMA DE 12/05/26

1 - António Zambujo - Regresso à infância
2 - João Afonso - Matope
3 - A. P. Braga - Lira
4 - Miguel Calhaz - A noite passada5 - Cara de Espelho - D de denúncia
6 - Luta Livre - Estufas & alojamento local
7 - LX 90 - Planet love
8 - Mão - Reeperbahn

9 - José Peixoto e Nuno Cintrão - Canto de embalar
10 - Miramar - Fado marafado
11 - Orlando Cohen - Lullaby
12 - Estaca Zero - Corridinho manouche
13 - Rui Fernandes - Amaratango
14 - Raia - Saias da cinza (c/ Omiri)

terça-feira, 12 de maio de 2026

QUNTA DO BILL COM NOVO SINGLE














Esta sexta-feira, dia 15 de maio, “Acredita no Amor” será o pulsar para a ação: vamos acreditar no Amor!

A Quinta do Bill, que irá celebrar em 2027 os 40 anos de carreira e sempre nos habituou a canções que nos tocam na alma e no coração, lança no próximo dia 15 de maio o novo single: “Acredita no Amor”

Num contexto geopolítico difícil, em que o ritmo das notícias nos traz à lembrança todo um contexto de guerra e sofrimento em diferentes partes do globo, bem como, a forma como violência e a falta de empatia pelo próximo se vai tornando mais evidente, a Quinta do Bill dá o mote para refletirmos e darmos verdadeira atenção ao mais importante: às pessoas e às relações, fazendo do Amor o seu elo de ligação nas suas múltiplas formas de existência e ação.

“‘Acredita no Amor’ é um grito de esperança, é uma ode à dignidade da vida humana. Eu acredito no Amor.” - Carlos Moisés

A canção surge também como o despertar para uma reflexão mais profunda sobre os vários problemas que a sociedade enfrenta, relevando para um papel de destaque a importância das relações humanas.

Com música de Carlos Moisés e letra de Sebastião Antunes, “Acredita no Amor” traz a sonoridade mais característica da banda, num ambiente folk-rock a que a Quinta do Bill nos habituou e dentro do qual lançou canções que fazem hoje parte da história da música em Portugal.

“Acredita no Amor”, que conta com produção de João André, marca a continuação dos novos lançamentos da banda.

NO SALÃO BRAZIL






















Gonçalo Guiné
15 Maio • 22:00

Gonçalo Guiné apresenta ao vivo Vida num Loop, o seu álbum de estreia, num concerto no Salão Brazil, em Coimbra, a propósito da edição do disco a 15 de maio. Depois do lançamento do primeiro single a 17 de abril, o espetáculo revela, em formato integral, um trabalho que cruza introspeção, intervenção e a energia crua do hip-hop com banda, destacando também o tema Até Parece, a ser lançado no mesmo dia.

Resultado de um percurso criativo alargado, o álbum reúne composições desenvolvidas ao longo de vários anos, refletindo diferentes fases do artista enquanto rapper e produtor. O alinhamento percorre temas que exploram uma visão crítica sobre a sociedade, o pensamento individual e o próprio hip-hop, ao mesmo tempo que recupera e reinventa faixas anteriormente editadas no EP Arquivos de um Confinamento.

Em palco, Gonçalo Guiné faz-se acompanhar por Filipe Furtado, Paulo Silva e Filipe Fidalgo, músicos ligados ao universo do Filipe Furtado Trio, para além do Gonçalo Parreirão. Juntos, constroem uma linguagem híbrida que funde loops e bases eletrónicas com instrumentação acústica, criando uma base dinâmica e orgânica para uma lírica sincopada e interventiva.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 7 eur

BILHETEIRA ONLINE

KACTOLITOS COM NOVO DISCO





















Lito Pedreira apresenta “Find the Gold”, o novo álbum que marca a evolução e expansão do universo Kactoslitos

Depois de um ano particularmente criativo — com o lançamento do EP Losers no início de 2025 e do álbum instrumental Desert no final do mesmo ano — o artista regressa agora com um trabalho que consolida a sua identidade sonora e abre caminho a uma fase mais intensa, emocional e luminosa do seu percurso.

Find The Gold combina temas originais com versões reinterpretadas de canções emblemáticas como “No Surprises”, “What a Wonderful World”, “Come Out and Play” e “Hurt”. Cada uma destas leituras é reconstruída através da abordagem minimalista e profundamente emocional que caracteriza Lito Pedreira, resultando em novas camadas de significado e numa estética sonora intimista, direta e profundamente humana.

O single de avanço, “Find The Gold”, lançado a 24 de abril, abriu caminho para esta nova fase com uma energia crua e afirmativa, revelando uma faceta mais intensa do artista e antecipando a narrativa emocional que atravessa todo o disco.

Entre as várias faixas que compõem Find The Gold, dois momentos ganham especial relevância pela forma como ampliam o alcance emocional e conceptual do disco.

“The World Upside Down” apresenta-se como um dos pontos centrais da narrativa do álbum. Totalmente original, com letra e música de Lito Pedreira, o tema reforça a vertente autoral do projeto com uma abordagem direta e emocional, explorando a sensação de instabilidade e transformação que atravessa todo o disco. É uma canção que traduz a ideia de mudança interior e de procura de sentido, funcionando como um dos pilares criativos deste trabalho.

Já “Pastor 2.0” assume um papel particularmente simbólico. Trata-se de uma nova interpretação de Pastor, tema icónico dos Madredeus, aqui recriado com uma abordagem contemporânea e com a participação especial de Miss Aniana e Cadi. A canção original, profundamente enraizada na identidade musical portuguesa, é reconhecida pela sua carga emocional e atmosfera contemplativa. Nesta nova versão, Lito Pedreira transporta esse legado para o universo Kactoslitos, mantendo a essência melancólica do tema enquanto lhe acrescenta novas texturas e uma leitura mais crua e intimista.

Estes dois momentos reforçam o equilíbrio entre criação original e reinterpretação que define Find The Gold, ampliando a dimensão emocional e artística do álbum.

Este novo álbum surge como a continuação natural de um percurso coerente — da vulnerabilidade de Losers, passando pela paisagem árida e contemplativa de Desert, até chegar agora a um trabalho que combina força, emoção e uma procura profunda de significado. Mais do que um conjunto de canções, “Find The Gold” afirma-se como um manifesto artístico sobre resiliência e sobre a capacidade de encontrar valor onde menos se espera.

Com este lançamento, Lito Pedreira reforça a sua posição como uma das vozes mais singulares da música alternativa portuguesa, expandindo o universo Kactoslitos para territórios mais intensos, luminosos e emocionalmente marcantes.

CONCERTO DE APRESENTAÇÃO

Kactoslitos sobe ao palco do Templários Bar para o concerto de apresentação do novo álbum Find The Gold, numa noite marcada pela fusão entre rock alternativo, eletrónica e world music.

O público pode esperar um espetáculo intenso e imersivo, onde temas originais como “Losers” e “Misty Echos” se cruzam com versões de temas clássicos que fazem parte do universo sonoro do disco.

A noite contará também com alguns convidados especiais, trazendo momentos únicos e colaborações inesperadas ao concerto.

Liderado por Lito — vocalista e baterista com experiência em vários projetos ao vivo — o concerto representa uma nova fase do universo Kactoslitos, apresentando ao vivo a identidade sonora do novo disco.

Templários Bar
20 de maio
Início: 22h30
Entrada: 8€
Bilhetes disponíveis no local


Morada:
Rua Flores do Lima, nº 8-A
1700-196 Lisboa
(Junto ao antigo Cinema Quarteto)

Reservas: 21 797 01 77

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BLUE HOUSE OCUPA BIXOS





















INQUIETA: Blue House ocupa o Bixos, em Coimbra, para dar voz às múltiplas mulheres que habitam cada uma de nós.

A 16 de maio, o Bixos, em Coimbra, recebe INQUIETA, um novo projeto da Blue House que cruza pensamento, criação e música num take-over dedicado ao feminino. Um dia inteiro de programação que parte de uma pergunta urgente: quantas mulheres e quantas vozes cabem em cada uma de nós?

INQUIETA afirma-se como um espaço de encontro, escuta e afirmação, onde diferentes linguagens artísticas e perspetivas se cruzam para pensar, celebrar e viver o feminino. Ao longo de um dia, o Bixos transforma-se num território ocupado por vozes inquietas — plurais, críticas e em movimento.

A programação inicia-se com a oficina “Quantas vozes cabem em cada um de nós?”, orientada por Catarina Parente e dirigida a crianças. A partir da voz, do gesto e do desenho, propõe-se uma exploração sensorial e criativa que convida cada participante a ocupar o espaço com a sua presença e narrativa. O resultado é um mapeamento coletivo feito de palavras, traços e movimentos, cujas marcas permanecem no lugar como um arquivo vivo de memórias partilhadas.

Às 15h00, o Bixos expande-se para as varandas do espaço com o início de duas instalações: “Ocupação" por Maré e a instalação vídeo de Misse Portugal, “Hoje, e talvez nunca; ontem, e para sempre”. Estes trabalhos convocam o público para uma experiência imersiva.

A partir das 17h00, tem lugar a mesa-redonda “Quantas mulheres e quantas vozes cabem em cada uma de nós?”, moderada por Clara Almeida Santos, com a participação de Surma, Catarina Saraiva, Filipa Alves e Sofia Figueiredo. Num registo que cruza informalidade e pensamento crítico, a conversa propõe refletir sobre as assimetrias ainda presentes na sociedade, particularmente no campo das artes, dando espaço a vozes que interrogam e desafiam os papéis atribuídos às mulheres.

Às 18h30, Lia Cachim e Bea Bandeirinha apresentam uma performance que junta poesia, música e movimento, partindo do mote do INQUIETA: “Quantas mulheres e quantas vozes cabem em cada uma de nós?”

Segue-se, às 19h00, uma conversa e showcase moderados por Vilma Reis, com Lisa Sereno e Bia Maria. Entre palavras e música, este momento propõe uma partilha íntima e informal, onde diferentes percursos e experiências se cruzam, ampliando a reflexão em torno das múltiplas vozes do feminino.

A noite culmina com o concerto de Surma, às 22h00, seguido de um DJ set da RUC, entre as 23h00 e as 02h00, com Maria Nolasco, Isabel Simões e Pêra Roxa.

ZIGURFEST REGRESSA A LAMEGO






















Quinze anos depois da primeira edição, o ZigurFest volta a Lamego para uma última celebração antes de uma nova fase, reunindo de 20 a 22 de agosto o melhor da criação contemporânea nacional num regresso às suas raízes.

Quinze anos depois da primeira vez (ainda se lembram de 2011?), e prestes a mergulhar numa metamorfose há muito planeada, o ZigurFest regressa uma última vez com um clássico de verão: de 20 a 22 de agosto, voltamos às origens para vos abraçar e levar pela mão numa viagem ao epicentro da mais urgente, premente e entusiasmante cultura feita em

solo nacional.

Estamos aí — há 15 anos! —, prontos para vos servir uma dose de risco saudável, apropriada dos 7 aos 77 anos, e com aquela ingenuidade que todos os anos nos faz acreditar que há “em todas as ruas um palco, em todos os palcos uma descoberta”.

Voltar a agosto e ao eixo nevrálgico que deu vida a este festival — TRC, Olaria, Ponte e Alameda — é, mais do que um exercício nostálgico, uma catarse necessária para nos soltarmos das amarras do passado e nos entregarmos, sem receios, ao que o futuro nos reserva.

Há já algum tempo que trabalhamos numa nova mudança, mas não queremos precipitar o próximo capítulo que a associação Zigur e o ZigurFest se preparam para escrever na cidade e nas suas comunidades. Falaremos de tudo isto a seu tempo, com o cuidado, carinho e respeito que vocês merecem. Para já, queremos que saibam duas coisas: o nosso futuro partilhado está assegurado e é mais claro do que nunca. E o presente, esse, ainda que por vezes pareça nublado, é para ser celebrado com o mesmo espírito de comunhão que temos procurado construir até aqui.

Assim, queremos honrar a história do festival e de todos os que o tornaram possível, olhando para a sua origem e tradições, com um cartaz que, como sempre, acreditamos ser um reflexo atual não só do nosso meio artístico, mas também do mundo e da sociedade que nos rodeiam: em constante reinvenção e redescoberta, sim, mas também em resistência, luta e numa recusa de conformismos e romantismos cansados.

O cartaz final do ZigurFest, com design, uma vez mais, assinado por Rui Pedro Martins e resultado de uma recolha fotográfica feita nas ruas da cidade, será desvendado em breve. Para já, apontem na agenda: de 20 a 22 de agosto, transformamos o mundano em prodigioso, o comum em extraordinário, o confronto em diálogo aberto.

MÁXIMO ATUA EM MATOSINHOS





















Máximo traz consigo o seu trio (piano, bateria e baixo) para este espetáculo na edição de 2026 do festival Matosinhos em Jazz.

O músico nascido em 2003, formou-se no Conservatório Nacional (Lisboa) logo aos 7 anos tendo completado a formação em piano e composição. O universo académico prosseguiu no seu trajeto com a graduação na Codarts Rotterdam, na vertente de composição de jazz.

Desde muito cedo começou a receber atenção dos ouvidos mais atentos que lhe reconhecem um compêndio de influências muito significativo, a saber: Claude Debussy, Maurice Ravel, Bill Evans, Robert Glasper e Herbie Hancock

“As suas notas são emotivas, de alguém que aprendeu a estrutura e a técnica mas que não se deixa definir por isso. O resultado são peças instrumentais complexas e carregadas de sentimento.”
Miguel Santos (Rimas & Batidas)

A atenção mediática captada pela estreia de “Máximo – Greatest Hits” (2023) foi ainda redobrada com a chegada do álbum “PANGEA” (2024). Sucederam-se então múltiplas e diversificadas parcerias. Desde cinema e teatro, a presença na ModaLisboa, até a apresentação na EXPO 2025 Osaka, no Japão.

Mais recentemente caminhou por trilhos mais complexos quando estreou “Cantiga Bailada” no festival Boom, tendo samplado as adufeiras de Idanha-A-Nova.

A riqueza musical de Máximo constitui o seu ponto mais forte e cativante. O ponto de partida é o jazz e as bifurcações musicais sucedem-se a cada interpretação da sua obra. O Coreto do Jardim Basílio Teles assiste ao espetáculo no dia 19 de julho.

ANA LUA CAIANO FAZ ANTE-ESTREIA DO VIDEOCLIPE "UMA VIDA A MENOS" AMANHÃ NA CASA CAPITÃO





















Ana Lua Caiano prepara-se para lançar o primeiro single do seu segundo disco de originais (a canção, “Uma Vida a Menos" sai a 22 de maio), mas antes vai fazer uma ante-estreia do videoclipe em exclusivo para fãs e jornalistas no Sótão da Casa Capitão, em Lisboa, a 13 de maio a partir das 18H30.

Esta sessão acontece no dia em que inaugura, também na Casa Capitão, uma instalação de vídeo que ficará patente até ao dia 17 de maio com o videoclipe em loop, fazendo com que quem visite a Casa Capitão de 13 a 17 de maio possa não só ver em primeira-mão o videoclipe, como ouvir a canção.

Esta apresentação contará com a presença da artista que falará sobre o processo de criação da canção e deste novo videoclipe realizado por Joana Caiano. Não haverá atuação ao vivo, é uma sessão de projeção.

A entrada é livre, sujeita à lotação do espaço.

"Uma Vida A Menos" estará depois digitalmente disponível através do YouTube, plataformas de streaming e redes sociais da artista no dia 22 de maio.

D'ALMA APRESENTA EP DE ESTREIA "PSICATRIZES"





















Fotografia: Rodrigo Anjos

O cantor e compositor dá-se a conhecer através de um conjunto de canções Pop Rock com influências de música alternativa, que transformam vulnerabilidade e autoconhecimento num manifesto honesto e profundamente pessoal.

“PSICATRIZES” é o primeiro EP do cantor e compositor D'Alma, já disponível nas plataformas digitais. Composto por sete canções, o curta duração explora as cicatrizes emocionais e, por isso, invisíveis, que resultam das suas vivências e experiências pessoais. Com uma sonoridade entre a Pop e o Rock, fortemente influenciada por música alternativa, o artista apresenta um manifesto honesto e profundamente pessoal sobre temas como ansiedade, dúvida, culpa e aceitação. Cada faixa contém fragmentos de um mesmo universo, marcado pela introspeção e pelo autoconhecimento.

Nas palavras de D'Alma, "PSICATRIZES" é um trabalho que "vive do contraste entre melodias luminosas e letras mais densas. Tentei que as canções apresentassem uma energia cativante e envolvente, para revelar uma dimensão mais crua e vulnerável, que refletisse a dualidade entre o exterior leve e o interior carregado que define o conceito do projeto. É um retrato honesto das batalhas internas e um convite a transformar vulnerabilidade em força, dando forma musical às marcas que nos moldam".

D'Alma assina todas as letras e compôs as melodias com os produtores COZY - reconhecidos pelas colaborações com artistas como Aragão ou VSP AST -, Alexandre D'Carvalho, David Morfeu e David Lopes. O curta duração conta, ainda, com vozes adicionais de Lázaro, Catarina Guinot, Ema Monteiro, Tiago Barbosa e David Morfeu. 

"PSICATRIZES" foi antecipado pelos singles 'INÉRCIA', editado em 2025, e 'MESA P’RA 2', lançado em março de 2026. O curta duração é acompanhado pelo videoclipe para a faixa 'PSICATRIZES', com realização da GOYA Films, um coletivo formado pelos fotógrafos e videógrafos Mafalda Alves Lopes, Rodrigo Duarte e JOVY que, individualmente, já fotografaram artistas como Capitão Fausto, Carolina Deslandes, Os Quatro e Meia, Pedro Abrunhosa, pikika e Ricardo Ribeiro, entre outros.

"O vídeo da 'PSICATRIZES' explora a tensão entre controlo e colapso, entre contenção e explosões de energia, numa viagem introspectiva marcada pela culpa, pela ansiedade e pela fragmentação da identidade. Quis que refletisse aquilo que se passa dentro da minha cabeça. Não é uma história linear, mas sim uma sensação, algo que se constrói entre a tensão e a libertação para dar forma às cicatrizes invisíveis que cada um carrega", partilha o cantor e compositor.

D’Alma estreia-se com um projeto que transforma fragilidade em força e identidade artística e afirma-se na indústria musical nacional com uma escrita emocionalmente crua e uma sonoridade pop rock intensa e enérgica. "PSICATRIZES" está disponível em todas as plataformas digitais.

D’Alma é o alter ego artístico de Filipe Pereira. Cantor, compositor e performer com experiência professional em Teatro, cuja abordagem artística combina sensibilidade e força, aliadas a uma voz distinta e uma presença em palco magnética.

A ligação de D'Alma à música começou com a paixão pelo ukulele e rapidamente evoluiu para o desejo de explorar diferentes sonoridades e linguagens musicais. Deixa-se inspirar pela música de artistas como Ornatos Violeta, Imagine Dragons, Capitão Fausto, RAYE e SLOW J e a sua escrita reflete influências de Billie Eilish ou Carolina Deslandes.

A participação no The Voice Portugal em 2020 - com uma Prova Cega que se tornou viral e soma mais de 900 mil visualizações -, foi um ponto de viragem e reforçou a vontade de construir uma identidade musical autêntica e emocionalmente honesta. Regressou ao programa em 2025 e alcançou as galas em direto. Nessa altura, tinha já editado o single de estreia, 'O Jogo', produzido por Twins (ÁTOA, Fernando Daniel, Vizinhos).

Em 2025 lançou 'INÉRCIA', tema através do qual consolidou a sua identidade artística e revelou uma sonoridade pop rock mais definida e distinta da que tinha explorado até então. Essa estética entre o indie e o mainstream abriu caminho para 'MESA P’RA 2', editado no ano seguinte como antecipação ao primeiro EP. Intitulado "PSICATRIZES", o curta duração afirma uma abordagem contemporânea ao Pop, com letras introspetivas que exploram vulnerabilidade, autoconhecimento e as cicatrizes invisíveis que moldam quem somos.

 

FINGERTIPS ANUNCIAM CONCERTO NO ENCERRAMENTO DA QUEIMA DAS FITAS DE COIMBRA

 



















Fingertips confirmam semana após semana com concertos esgotados porque são uma das bandas mais originais do panorama musical em Portugal.

Com uma carreira com mais de 20 anos de grandes concertos ao vivo, os Fingertips partilharam palcos com Queen, George Michael, Nelly Furtado, The Corrs e The Cure, Festivais como o Rock in Rio Lisboa e o Festival de Vilar de Mouros, entre muitos outros.

Com as primeiras datas totalmente esgotadas agora segue-se mais um grande momento:

Queima das Fitas de Coimbra - concerto de encerramento
30 de maio
Praça da Canção

Os Fingertips levam para Coimbra um espetáculo que promete transformar a Praça da Canção numa pista de dança .