sexta-feira, 17 de abril de 2026

MAGANO "A CAMINHO DE CASA"





















O projeto Magano surge de uma história comum a muitos alentejanos que se mudaram para Almada em busca de uma vida melhor. O avô João, que cantava no grupo coral de Safara, trabalhava na Lisnave. Rosa era costureira. Aí criaram duas filhas que já não voltariam para a aldeia. Os netos, que sempre estiveram ligados à música, tiveram a ideia de criar um projeto musical que unisse os seus dois mundos.

Foi assim que as modas que sempre cantaram em família se tornaram a raiz de Magano, um projecto de jovens que nasceram na cidade mas que têm uma ligação profunda às suas raízes alentejanas.

Ficaram conhecidos do grande público em 2018, com a edição do seu álbum de estreia. Esse trabalho contou com 12 temas do cancioneiro popular alentejano, trouxe-nos as origens da banda e do seu nome. Magano é um rapaz malandro, e era assim que a Avó Rosa chamava a Nuno Ramos, elemento da banda.

Numa fusão de irmãos, amigos e colegas da música, nasce “A Caminho de Casa” que é a caminho do abrigo, das origens ou do regresso delas, que se ouve e se canta. Em “A Terra dos meus pais” contamos com letra de João Espadinha, mas este segundo disco traz-nos também letra e música da autoria de Joana Espadinha, Edumundo e André Santos, no que toca aos originais.

A sonoridade dos novos temas talvez se possa afastar da sonoridade original do Cante, mas junta três temas transversais a todo o disco: o Alentejo, a Família e Almada. O nome do novo álbum surge das viagens entre cá e lá, como já foi referido - “A caminho de Casa” - é nos quase 10 anos de Património Imaterial da Humanidade de Cante, que os Magano apresentam mais um disco onde o Alentejo é o palco não só das canções mas dos visuais que acompanham o próprio disco.

Este segundo álbum dos Magano conta com voz de Sofia Ramos, voz e guitarra de Nuno Ramos, contrabaixo de Francisco Brito, bateria e percussão de André Sousa Machado e guitarra e braguinha de André Santos.

A viagem começa na ‘Dança da Planície’ sem fim, por onde cada ‘Girassol’ roda até que nos leva ‘A Terra dos meus Pais’. É graças às ‘Filhas da Rosa’ que hoje os ‘Netos dos filhos’ ouvem as raízes, mesmo que distantes, e as dançam, sabendo que no passado existiu vida lá e que agora pode ser cantada cá.

Seguem-se as ‘Nuvens’ que nos trazem a ‘Eh Calma’, numa ‘Figurinha de Santo’ que não sai debaixo das ‘Saias da Mãe’ cantando sempre uma moda da terra, como a ‘Senhora Santana’ era cantada em pleno Alentejo, nas procissões de Safara e nas festas da terra.

SELMA UAMUSSE E PROJETI BENJAMIM CRUZAM FRONTEIRAS NO AUDITÓRIO DE ESPINHO















Nos dias 25 e 26 de abril, o Auditório de Espinho recebe um encontro artístico singular: a cantora e performer Selma Uamusse junta-se ao Projeto Benjamim para dois concertos que prometem cruzar fronteiras geográficas e geracionais.

Natural de Maputo e radicada em Portugal desde a infância, Selma Uamusse é hoje uma das vozes mais vibrantes da música lusófona. A sua sonoridade, uma fusão espiritual de soul, jazz e afrobeat, servirá de base para um espetáculo onde a voz e o corpo assumem o papel central. Através do movimento como linguagem, a artista irá explorar a herança rítmica de Moçambique, destacando a importância da expressãocorporal na cultura africana.

Em palco, Selma Uamusse estará acompanhada pelos cerca de 90 jovens músicos que integram o Projeto Benjamim. Este coletivo, formado por alunos do ensino artístico especializado da Academia de Espinho (5.ºao 9.º anos), foi criado com o propósito de oferecer aos estudantes uma experiência de performance profissional fora do contexto erudito/clássico.

O Projeto Benjamim continua, assim, o seu percurso de colaborações de prestígio, tendo já partilhado o palco com nomes como a cantautora espanhola Lorena Álvarez, o cantautor brasileiro Castello Branco e a cantora Lena d’Água.

TILT LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA













Da primeira vaga de MCs portugueses no pós-internet, TILT foi um nome que se destacou desde cedo. Como aquele ruído estridente que os antigos modems emitiam para nos permitir conectar com a grande esfera digital, a sua música pode nem sempre agradar aos ouvidos mais sensíveis, mas dá a possibilidade de expandir horizontes a quem se arrisca a escutá-la, tal é a densidade da sua escrita, recheada de episódios reais e um infindável leque de referências históricas, artísticas, religiosas e até mesmo da própria cultura hip hop.

Depois dos EPs "Alimentar Crianças Com Cancro Da Mama" (2013), "Karrossel, Karma" (2017) e "MIASMA" (2025), bem como uma panóplia de outros projetos colaborativos, o rapper de Almada faz o inevitável e dá um "ESPIRRO" sob a forma de primeiro álbum. “Mesmo que incomode. Mesmo que sangre.” É este o lema que TILT encontra para explicar um trabalho ambicioso de 16 faixas (uma delas bónus) com produções da nova escola vindas de Martello, Il-Brutto, Amon ou Pilha, mas também de verdadeiras lendas do hip hop nacional como Kilu ou Bambino (ex-Black Company).

A história por detrás desta ideia nasce de um acontecimento real e é contada na primeira pessoa: “Certa vez espirrei, e ao me assoar, fiquei com o lenço ensanguentado. Esse lenço foi digitalizado e deu origem ao conceito e arte de 'ESPIRRO': o sintoma desta minha doença, desta minha obsessão (o rap), que tal como um espirro, incomoda, mas contagia. O álbum é uma viagem pelas minhas vivências, febres, introspecções e impulsos: um reflexo que não pode ser contido.” Assente num tapete sonoro de boom bap em tons griz — como manda a tradição do rap mais sombrio vindo do berço em Nova Iorque —, "ESPIRRO" percorre todas as diferentes escolas nas quais TILT se formou, tendo como principal âncora o egotrip, mas fazendo desvios por outras avenidas, mais interiores, para também nos versar temas que abordam sentimentos, auto-análise ou simplesmente recordar os passos dados pelo seu autor desde rapper anónimo até ao estatuto de MC de culto que hoje lhe é associado. O cuidado técnico — flows redondos a picar a pele como que a fixar o compasso e uma preocupação milimétrica com a matriz das rimas — é evidente e exigido também àqueles que o acompanham na viagem, neste caso Jack Crack, Nero e Tradição, convidados em maior destaque por entre o alinhamento. A ficha técnica estende-se ainda aos cantores Bigg Favz e Cora, ao histórico DJ Nelassassin e a DJ Ketzal, que costuma acompanhar TILT ao vivo tanto a solo como em ORTEUM (o trio que divide há mais de uma década com Nero e Mass).

"ESPIRRO" AO VIVO 

15 MAIO — Loucura Club (Lisboa)
16 MAIO — Lustre (Braga)
22 MAIO — A Mandrágora (Évora)
23 MAIO — Bafo de Baco (Loulé)
29 MAIO — Texas Bar (Leiria)
30 MAIO — Hardclub (Porto, com Esúdio 101)

 

LUSTYRO NAS PLATAFORMAS DIGITAIS





















Os Insolentes juntam músicos com um longo percurso no pop, no rock e no prog rock, vindo de diferentes projetos e experiências que ajudaram a moldar o som da banda. Dessa mistura nasce uma identidade sólida, sem artifícios, assente naquilo que realmente importa: boas canções e atitude. 

A banda aposta numa sonoridade direta, com temas intensos e cheios de energia, onde as melodias ficam no ouvido e a entrega em palco faz a diferença. Mais do que tocar, procuram criar momentos — daqueles que se sentem ao vivo e ficam.

Depois de três anos a trabalhar ideias, a testar caminhos e a afinar a sua linguagem, hoje lançam o primeiro disco de estúdio, Crossing Roads. O álbum reúne oito temas originais que refletem as várias influências da banda e mostram diferentes facetas do seu universo musical, assinalando o arranque oficial desta viagem.

BANDUA ANUNCIA PRÉ-ESCUTA DO NOVO ÁLBUM NA FESTA 'CHEIRA A CRAVO, CHEIRA A ROSA' A 25 DE ABRIL.





















Bandua anuncia festa de pré-escuta do novo álbum Bandua II e celebração do lançamento de BANDUA REMIXES, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

Porque o 25 de Abril cheira a cravo mas também pode cheirar a rosa, Bandua convida-nos para uma noite de celebração, escuta e transformação na Fábrica do Braço de Prata, na Sala Foucault, das 21h às 03h. Num momento íntimo, imersivo e coletivo, será ouvido pela primeira vez BANDUA II, o novo álbum de originais, um mês antes do seu lançamento oficial. Uma pré-escuta especial que desvenda e desfia um novo rosário de cantigas, expandindo o universo da dupla.

Partindo da Beira Baixa e do downtempo que marcou o primeiro disco, Bandua inicia aqui uma nova transumância sonora: atravessa territórios, explora novas paisagens e abraça uma biodiversidade musical mais ampla. Entre heranças ancestrais portuguesas moldadas por múltiplas linhagens culturais e simbólicas e a pulsação contemporânea da música eletrónica global, o novo trabalho percorre ambientes que vão da música ambiente à progressiva, até ao drum n’ bass.

A noite prolonga-se numa celebração contínua entre escuta e movimento. Sobem à cabine Tarabela, C4STRO, Tempura (DJ Dets) e Sickonce - artistas que integram BANDUA REMIXES, projeto que revisita o primeiro álbum através de múltiplas visões e linguagens. Novas flores, novas raízes, novas fragrâncias para a pista de dança.

Do álbum para a pista. Da pista para o corpo. Fiel ao espírito de Abril, a entrada é por donativo livre: aberta, acessível e construída em conjunto.

Bandua é um projeto musical colaborativo entre o músico e produtor luso-brasileiro Bernardo D’Addario e o músico e cantor português Edgar Valente. Focados no enlace da memória e da cultura portuguesa com as tendências musicais globais e atuais, criam uma música electrónica com lugar e raiz, numa onda sónica situada entre o digital e o orgânico, ou a tecnologia e a tradição, quebrando as fronteiras entre o campo e a cidade, o passado e o futuro, o local e o global.



DOIS NOVOS DISCOS DE ANTÓNIO OLAIO





















“If My Heart Had a Brain” e “Next Stop is Yesterday” revelam dois encontros criativos distintos que expandem o universo musical e performativo do artista.

António Olaio apresenta dois novos trabalhos discográficos editados pela Lux Records — If My Heart Had a Brain, em colaboração com Victor Torpedo, e Next Stop is Yesterday, com Manuel Guimarães. Dois álbuns, duas linguagens, dois diálogos artísticos que confirmam a singularidade de um criador que continua a cruzar música, artes visuais e performance.

IF MY HEART HAD A BRAIN

António Olaio & Victor Torpedo

O que começou com a troca de duas canções rapidamente se transformou num álbum inteiro. Em If My Heart Had a Brain, António Olaio e Victor Torpedo constroem um universo onde música e palavra se contaminam mutuamente, num processo quase orgânico: às composições de Torpedo, densas e evocativas, juntam-se as letras de Olaio, que parecem descobrir melodias escondidas dentro das próprias melodias.

Canções como “Where Paris Used To Be”, “Les Amours de Salazar”, “Crying My Brains Out” ou a faixa-título revelam um disco onde o absurdo, o humor e a melancolia coexistem, como se o coração pensasse e o cérebro sentisse — invertendo papéis e expectativas.

Victor Torpedo, músico e artista plástico natural de Coimbra, é uma figura incontornável do rock’n’roll português. Guitarrista de bandas como Tédio Boys, 77, Tiguana Bibles e The Parkinsons, mantém uma atividade prolífica e inquieta — só em 2023 editou 12 álbuns, posteriormente reunidos numa box de luxo pela Lux Records. Lidera também os Pop Kids, banda com quem transporta para palco a energia crua e explosiva que marca o seu percurso.

NEXT STOP IS YESTERDAY

António Olaio & Manuel Guimarães

Em Next Stop is Yesterday, o piano de Manuel Guimarães torna-se o território onde as palavras de António Olaio encontram novas formas de existência. Entre canções inéditas e outras que ganham aqui nova vida, o disco reflete a dimensão performativa do duo, aproximando-se da forma como estas composições se revelam ao vivo.

Temas como “Black Jello Birthday Party”, “I’m Just Another Brain in the Country”, “Heading West” ou “Next Stop is Yesterday” evidenciam a enorme plasticidade do piano de Guimarães — um instrumento que não acompanha apenas, mas transforma, expande e reinventa cada canção.

Manuel Guimarães, pianista, compositor e improvisador, desenvolve desde os anos 60 um percurso que cruza múltiplos universos musicais — da música erudita ao jazz, do folk à improvisação transidiomática. Com formação na Academia de Música de Espinho, no Conservatório do Porto e na Universidade Nova de Lisboa, tem colaborado com diversos projetos ao longo das últimas décadas, destacando-se o seu trabalho em duo, nomeadamente com António Olaio. A sua prática artística é marcada pela liberdade formal e pela constante reinvenção do discurso musical.

Já António Olaio reforça neste trabalho a sua capacidade de adaptação e reinvenção, explorando a canção como espaço de experimentação contínua — onde o tempo, como sugere o título, não é linear: a próxima paragem pode muito bem ser o passado, ou algo que ainda está por acontecer.

SILVA LINING BAND LANÇA NOVO SINGLE





















Encontrar o nosso caminho raramente é simples, e quase nunca vem com tanto groove. Com o novo single Know Your Way, a Silva Lining Band, baseada entre Lisboa e Londres, transforma essa ideia num tema de soul funk envolvente, conduzido pela voz de Catarina Silva e com a participação da artista nomeada para os Grammy Awards,

Mishell Ivon. Assente em guitarra elétrica quente, ritmo sólido e instrumentação orgânica, o tema equilibra uma sensação descontraída com uma energia leve e otimista.

Após airplay na BBC Radio, Antena 1 e Smooth FM, e a conquista do prémio de Best Rock Performance nos International Portuguese Music Awards 2025, o tema encaixa naturalmente ao lado de lançamentos
contemporâneos de soul e funk, sendo particularmente adequado para programação radiofónica focada em groove.

Nascido em Lisboa, criado em Londres. Nascido em Londres, criado em Lisboa. Três gerações, duas cidades, uma família. Nuno, Catarina e Tiago juntam as raízes portuguesas ao charme inglês para dar vida à Silva Lining Band.

"Quanto mais, melhor" é o lema da família, e a Silva Lining Band não é uma exceção. Desde o final de 2023, a banda já lançou quase 30 canções e trabalhou com 18 músicos, passando pelo álbum de estreia "Lisboa" , pelo disco ao vivo "Live at Parque Mayer" e por uma série de singles que entrelaçam funk, jazz, blues, soul e rock. Em 2025, a sonoridade única da banda valeu-lhes o prémio de Best Rock performance nos International Portuguese Music Awards.

JOSÉ FRANCISCO LANÇA NOVO TEMA

 



















"História por Contar” é a nova canção de José Francisco, que dá nome à sua tour de concertos ao vivo. Uma canção com a composição do próprio artista a quem se juntaram Miguel Valente e João Direitinho. O tema aborda o amor e a forma como nos sentimos incompletos na ausência do mesmo. Com a já habitual capacidade vocal do artista, este tema chega com a garra e qualidade suficiente para deixar qualquer um arrepiado.

José Francisco tem vindo a conquistar o seu espaço na música portuguesa, desde os primeiros temas como “Ao Pé de Mim” e “Não Vás” até à visibilidade nacional no The Voice Portugal 2024.

Em 2025, o seu tema “Primeira Vez” integrou a novela da TVI A Protegida e soma mais de 318 mil streams nas plataformas digitais, reforçando a sua presença no panorama musical nacional.

Depois do sucesso de “Viver Contigo”, que soma mais de 677 mil streams, tendo integrado as playlists “Viral 50 Portugal” e “Top Viral Hits Portugal”, José Francisco lançou “Fica Só”, uma balada emotiva sobre o amor que resiste ao tempo e à distância.

É com “Dois Estranhos” que o artista dá início a uma nova fase da sua carreira, agora com uma nova equipa. O single conta a história de duas pessoas que, apesar dos planos e da ligação do passado, se transformam com o tempo e acabam por se tornar estranhas uma à outra, refletindo maturidade artística e uma identidade cada vez mais própria.

Agora, lança o novo single “História Por Contar”, tema que dá nome à sua digressão de concertos ao vivo. A canção aborda o amor e a forma como nos sentimos incompletos na ausência do mesmo, destacando-se pela intensidade emocional e pela entrega vocal do artista.

Com concertos já marcados para 2026 e muitas novidades a caminho, José Francisco prepara-se para um ano de consolidação e crescimento, reforçando a sua presença no panorama do pop nacional.

ZINHA LANÇA VERSÃO INTIMA DE "FOREVER"





















O panorama musical português ganha uma nova dimensão com a versão acústica do single "Forever".

A cantora volta a surpreender-nos com um registo melancólico, explorando emoções como a saudade e a perda, numa interpretação que convida à reflexão sobre aqueles que já não estão presentes. Este acústico aproxima ainda mais o público da essência da canção, criando um momento mais reservado. 

"Forever- Live Acoustic" foi produzida e gravada em direto no Auditório da Boutique da Cultura, por Rúben Baião. Para lançar esta versão, foi crucial a escolha do espaço, para enquadrar o tema ao local e optou-se por algo minimalista, tornando assim o cenário ideal para captar a intensidade emocional da performance da artista.

Já está disponível em todas as plataformas digitais e no Youtube.


A versão (Live Acoustic) do single "Forever" reflete a essência mais pura. É uma interpretação mais íntima e emocional. A obra remete para um para sempre que permanece, ainda que em pensamento. 

Gravada num registo cru e honesto apenas voz, guitarra e sentimento. 

Zinha partilha:" Esta é a versão que canto quando estou sozinha, quando desligo tudo e fico só com a guitarra e com o que sinto" e é precisamente neste registo que a música ganha uma nova vida.

O tema nasceu em março, mas só agora rejuvenesceu de uma forma mais verdadeira. Cada palavra carrega o peso de uma perda insuperável, refletindo saudade, ausência e o apego a um passado recente. 

O excerto: "I lost my forever, when i lost you" torna-se o coração desta interpretação e acaba por ser uma confissão delicada que equilibra a dor da lembrança e a serenidade da memória, retratando-se num processo de cura. 

Mais do que uma versão acústica, a música torna-se uma experiência para todos aqueles que já perderam um para sempre, mas que ainda o guardam dentro de si, em silêncio.

Quem é Zinha?

Cantora e compositora, cuja paixão pela música começou cedo.

Estudou música em Coventry, Inglaterra, integrou uma banda de Bossa Nova e participou no The Voice Portugal em 2024, integrando a equipa de Fernando Daniel. No mesmo ano, lançou o seu primeiro disco, “Sad/Happy” e em Setembro finalizou o seu segundo disco, com o "Secret" e o "You're Not Alone".

Recentemente lançou o single "Forever" e não ficou por aí. A versão acústica já está disponível e veio complementar a versão original, suscitando o interesse das pessoas em ouvirem a música principal, criando assim laços emocionais com o público, despertando interesse pela experiencia integral do single.

THE TINY MUSICIAN COM NOVO SINGLE

 



















© Joana Meneses

The Tiny Musician apresenta “Que Se Passa Em Ti”, um novo single que expõe um lado mais íntimo, frágil e nostálgico da artista, revelando uma dimensão emocional até agora menos visível no seu percurso.

Com música e letra assinadas por The Tiny Musician (Joana Carvalhas), o tema nasce num período particularmente exigente da sua vida, durante a sua estadia em Berlim, em 2021. Recém-chegada à cidade, a artista enfrentava um processo de adaptação difícil, marcado pela solidão, pela barreira linguística e por uma expectativa artística que não se concretizou. “Estava a passar por uns momentos menos bons e sentia um vazio grande dentro de mim”, recorda.

Foi nesse contexto que surgiu “Que Se Passa Em Ti”, composta numa única noite, “à luz de apenas uma velinha”, com o apoio da sua loopstation e do violino. Inicialmente guardada e pouco explorada ao vivo, a canção acabaria por ganhar um novo significado anos mais tarde, já num momento de transformação pessoal e artística.

Em 2025, durante os seus estudos em produção musical e música improvisada na Berklee Valencia Campus, Joana Carvalhas recupera a canção a partir dos seus cadernos de ideias. A decisão de a gravar surge de um novo estado emocional, mais positivo e consciente. “Algo me dizia que era o momento certo para a gravar”, explica. A receção ao tema, apresentada em contexto académico, foi imediata e transversal: “A maioria nem falava português, mas sentiu uma mensagem forte”.

“Que Se Passa Em Ti” afirma-se assim como um exercício de vulnerabilidade e autenticidade. A artista assume uma rutura com a imagem habitualmente associada ao seu projeto: “Nem sempre sou a Tiny Musician contente, positiva e sorridente que as pessoas conhecem”. O single propõe uma reflexão sobre os momentos de vazio, dúvida e exaustão emocional, traduzidos numa escrita direta e introspectiva - “Algo falta aqui” - que ecoa ao longo da composição.

Mais do que uma canção, o tema representa também um gesto de aproximação ao público. “Espero que com este single me possa conectar mais com o meu público e fãs, ao mostrar um dos meus outros lados mais ‘negros’, mas que também faz parte da vida”, sublinha, evocando a ideia de equilíbrio entre luz e sombra: “Existe sempre um lado claro e outro escuro no yin-yang: sem um não há o outro”.

Gravado no Ann Kreiss Scoring Stage, nos estúdios da Berklee Valencia, o single reúne músicos de diferentes nacionalidades, reforçando a dimensão universal da música. O tema conta com The Tiny Musician (Joana Carvalhas) no violino e na voz, acompanhada por Qian Chow no piano, Chris Tate no violoncelo, Cristian Chiaburu, músico oriundo da Moldávia, no baixo elétrico, e Matthew Lee na bateria. A produção ficou a cargo de Mateo Fuentes, com gravação e mistura de Juan Guillermo Ramírez Álvarez e masterização de Ian Dean.

Para a artista, este momento assinala também uma estreia significativa: foi a primeira vez que apresentou uma composição original em formato de banda, ultrapassando a timidez inicial num processo que descreve como desafiante, mas profundamente encorajador.

O lançamento é acompanhado por um lyric video, filmado por Walan Alencar e editado por Angelo Romano, captado numa coffee shop (Comum) no Porto - espaço que reflete outra das paixões da artista, o café de especialidade, e que contribui para o ambiente intimista da peça visual.

The Tiny Musician é o alter-ego de Joana Carvalhas, violinista formada pelo Royal Conservatoire of Scotland e pela Berklee Valencia Campus. Com um percurso internacional consolidado, a artista tem atuado em diversos países, incluindo Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Japão e Espanha, e colaborado com nomes como Lindsey Stirling, Mike Block ou Zach Brock. A sua prática cruza a formação clássica com a improvisação e a exploração de múltiplos géneros, do jazz ao folk, passando pelo metal e pela música experimental.

Atualmente, desenvolve o seu projeto a solo para violino e loopstation, integrando também outros projetos musicais e pedagógicos. “Que Se Passa Em Ti” marca um novo capítulo no seu percurso autoral, antecipando uma fase de maior exposição criativa, com novos temas já em desenvolvimento.

GUI ALY LANÇA NOVO SINGLE NO MATTER WHERE I GO





















Gui Aly acaba de lançar o single “No Matter Where I Go”, o primeiro avanço do EP THIS IS WHAT LOVE FEELS LIKE, a editar já em maio. O single celebra uma fase mais expansiva do músico português, que prepara também a apresentação deste novo trabalho ao vivo no NOS Alive, onde regressará este verão.

“No Matter Where I Go” é uma canção que nasce da saudade. Gui Aly descreve-a como a expressão daquele vazio que se instala quando nos afastamos das pessoas que mais amamos, sejam parceiros, amigos próximos ou familiares, mas também da certeza luminosa de que esse reencontro existe sempre no horizonte. A música sublinha a ideia de que não importa o lugar onde estamos, mas sim as ligações que carregamos connosco, mesmo quando a distância se impõe.

Este single é a porta de entrada para THIS IS WHAT LOVE FEELS LIKE, um EP que se assume como um porto seguro no meio do caos. Num tempo acelerado, fragmentado e ruidoso, Gui Aly quis criar um lugar onde quem ouve possa pousar, respirar e reencontrar-se. Cada faixa é uma forma de abrigo, um espaço onde o amor, em todas as suas versões, fases e imperfeições, se torna bússola, cura e celebração. O projeto acolhe quem chega, oferece boas vibrações, a leveza dos dias de verão e a energia renovada de quem se lembra do que realmente importa, as pessoas que nos são queridas, a empatia que nos liga, a felicidade que se constrói nos gestos simples.

Gui Aly tem aprofundado a relação com o público, consolidando uma identidade artística marcada pela guitarra, por melodias depuradas e por uma escrita emocional e direta. Desde a vitória no EDP Live Bands, em 2020, passando pelo álbum de estreia White Walls (2022), que lhe valeu elogios da crítica e o reconhecimento de artistas internacionais como Noah Kahan e Alec Benjamin, o músico tem construído um percurso singular na música portuguesa, sempre guiado por uma sensibilidade rara e profundamente humana.

A apresentação do novo EP no dia 09 de julho no NOS Alive, surge como a continuação natural deste caminho. No festival que marcou momentos decisivos da sua carreira, Gui Aly prepara um concerto que reflete a sua evolução e inaugura uma nova etapa criativa, onde “No Matter Where I Go” se afirma como o primeiro gesto de um trabalho que celebra o amor, a vida e a possibilidade de recomeçar.

MALEDICTUS ASSINA PELA FIREFLASH RECORDS





















"Nós somos Maledictus… amaldiçoados por nada, movidos por tudo. O monstro desperta."

A banda portuguesa de metal Maledictus, oriunda de Lisboa, anunciou oficialmente a sua assinatura pela editora Fireflash Records.

O grupo, composto por músicos experientes, foca-se numa sonoridade de metal pesado, sombrio e atmosférico, que combina riffs agressivos com melodias envolventes e vozes de forte carga emocional.

Sobre esta nova etapa, a banda refere:
"Desde que começámos a preparar a ascensão dos Maledictus, soubemos que queríamos trabalhar com pessoas que compreendessem verdadeiramente a nossa visão".

O grupo destaca ainda a confiança depositada em Markus Wosgien, com quem já tinham colaborado anteriormente, acreditando terem encontrado o parceiro ideal para o seu futuro musical.

Markus Wosgien, da Fireflash Records, recorda o percurso dos músicos, notando que quatro dos membros faziam parte dos Seventh Storm, cujo álbum de estreia se intitulava precisamente «Maledictus». Após a dissolução da formação anterior, os músicos deram continuidade ao projeto sob o nome de Maledictus.

"O Rez reflete o que eu chamo de uma verdadeira estrela de rock, que vive e respira o que canta", afirma Wosgien, acrescentando que "as novas faixas transmitem o mesmo sentimento avassalador de outrora. Infelizmente, a formação da banda dissolveu-se após o lançamento, mas quatro dos membros formaram uma nova banda e continuaram sob o nome Maledictus. Depois de ouvir as primeiras faixas novas, aquele mesmo sentimento avassalador surgiu novamente e estou mais do que feliz por podermos continuar a nossa relação sob esta nova bandeira. Não esperem nada menos do que uma verdadeira obra-prima!"

Na próxima sexta-feira, dia 24 de Abril, os Maledictus vão lançar o novo single «Silentium».

Formação dos Maledictus:

· Rez — Voz 
· Ben Stockwell — Guitarra 
· Josh Riot — Guitarra 
· Butch Cid — Baixo 
· Peter Crushes — Bateria

MALEDICTUS online:

• Facebook - http://facebook.com/themaledictusband
• Instagram - https://www.instagram.com/themaledictusband
• YouTube - https://www.youtube.com/@TheMaledictusband
• TikTok - https://www.tiktok.com/@themaledictusband
• Linktr.ee - https://linktr.ee/themaledictusband

PEDRO DA LINHA LANÇA “FORÇA”, NOVO SINGLE A SOLO















Fotografia promocional "Força". Créditos: Ana Viotti

“Força” é o novo single que marca uma nova abordagem sonora de Pedro da Linha, explorando influências do universo brasileiro e do samba, sem nunca perder a sua identidade mais melancólica e introspectiva. A faixa nasce de uma dualidade emocional: por um lado, a vontade de criar algo ritmado e envolvente; por outro, uma base lírica profundamente pessoal, construída em torno de sentimentos de insuficiência e dúvida interior.

A música desenvolve-se a partir de um sample vocal que ecoa essa insegurança — a sensação de não ser bom o suficiente, de não merecer ou alcançar determinado lugar. Em contraste, surge uma produção energética que convida ao movimento, criando um equilíbrio entre vulnerabilidade e ritmo. Essa tensão entre o dançável e o emocional torna-se o núcleo da canção.

“Acaba por ser uma pequena força que tento desenvolver para conseguir enfrentar momentos mais tristes ou depressivos que eu tenho por vezes, principalmente no momento em que tento criar algo e sinto que, faça o que eu fizer, nunca será suficiente” – Pedro da Linha

“Força” representa precisamente esse impulso interno: uma tentativa de encontrar energia e resistência em momentos mais difíceis. É uma pequena chama que o artista procura alimentar, sobretudo durante processos criativos marcados por autocrítica e incerteza. Ao transformar essas emoções em música, consegue não só expressar a sua realidade, mas também criar uma ligação com quem ouve — provando que, mesmo nos momentos mais pesados, é possível encontrar força para continuar.

"Força" junta-se assim aos mais recentes "Dos Olhos Teus" e "Para Quê" e antecipam um novo longa-duração a ser editado em outubro 2026.

Sobre Pedro da Linha: 

Pedro Maurício, mais conhecido como Pedro da Linha, é considerado um dos nomes de peso da música eletrónica portuguesa, tendo a batida como base essencial da sua produção musical. Natural da Damaia, conquistou inicialmente o cenário da música eletrónica global com produções que evidenciam o som dos subúrbios de Lisboa.

Já colaborou com vários artistas e produtores de destaque na música tradicional e urbana portuguesa, como Carlão, Ana Moura, Pedro Mafama, Branko, Eu.Clides, Dino D’Santiago, ProfJam, Diogo Piçarra, além de Rincon Sapiência, do Brasil. Em 2017, uma das suas faixas, “Drenas”, foi apresentada num dos desfiles do Savage X Fenty Show, de Rihanna. Em 2024, Pedro da Linha regressou aos lançamentos em nome próprio com dois EPs, um de remisturas e o mais recente, Dicas. Foi curador e protagonista das festas “Arrebita”, durante a sua residência no Musicbox, em Lisboa, e, em digressão, passou por cerca de duas dezenas de palcos de norte a sul do país.

Este ano, Pedro da Linha continua a revolucionar as pistas de dança nacionais, preparando a chegada de um novo álbum e colaborações que prometem consolidar, ainda mais, o seu lugar como um dos nomes mais inovadores da música eletrónica portuguesa.

NOVO SINGLE DE JOANA MACHADO

 



















Joana Machado é uma das cantoras e compositoras mais originais e sofisticadas de Portugal. Com cinco álbuns em seu nome, trata o Jazz como um playground perfeito, trazendo influências do soul ao rock n' roll, construindo assim um som único, difícil de rotular. Revela hoje o seu novo single "Broken".

A cantora Joana Machado revela “Broken”, o segundo single de avanço do seu próximo álbum de originais, Handful, com edição prevista para o final de 2026.

O tema é editado hoje 17 abril de 2026 e reforça a disciplina e a versatilidade artística da cantora e compositora, marcada por uma abordagem mais livre, enérgica e exploratória.Depois de apresentar “Distance”, Joana Machado aprofunda agora o universo emocional e sonoro de Handful com “Broken” — uma canção que nasce de uma reflexão, interna e relacional, e que traduz um momento de transformação e consciência.

“Nesta canção, construída sobre um ritmo irregular, adopto métricas de outros meridianos para falar de algo que se quebrou. Talvez uma paixão.

Musicalmente, deixo o jazz abraçar o groove da soul e a eletrónica. Os instrumentos transformam-se e a minha voz desdobra-se em várias camadas — ora criando uma parede sonora, ora reforçando a narrativa. ‘Broken’ é o meu grito de libertação, o segundo passo de Handful, o álbum que vou lançar no final do ano.”

— Joana Machado

Com uma abordagem sofisticada do ponto de vista harmónico e rítmico, “Broken” cruza Pop, jazz, soul e eletrónica, criando um equilíbrio entre espaço e textura. A voz assume-se como elemento central, explorada em múltiplas camadas e dinâmicas, num registo simultaneamente dançável e expansivo.

Com mais de 20 anos de carreira e cinco álbuns editados, Joana Machado é já conhecida pelos mais atentos e continua a afirmar-se como uma das vozes mais singulares da música portuguesa. Partindo do jazz, tem vindo a expandir o seu universo criativo através de influências da música negra norte-americana, explorando novas linguagens e possibilidades sonoras.

Com “Broken”, Joana Machado dá mais um passo na construção de Handful — um álbum que promete aprofundar a sua identidade artística e emocional, num registo de liberdade criativa e afirmação pessoal.

Ficha técnica "Broken":

Joana Machado – vozes (composição)
Lana Gasparotti – teclados
Chico Santos – bateria
Rodrigo Correia – baixo eléctrico, guitarra, produção
Jon. – pós-produção
Nelson Carvalho – captação, mistura e masterização
Gravado nos Estúdios Louva-a-Deus em 7 de Novembro de 2025

“Broken” já está disponível em todas as plataformas digitais.

"Joana Machado com 20 anos de carreira e 5 discos editados, pode para muitos, menos ligados às rotações do Planeta Jazz, ser um nome ainda por descobrir. Pode, mas não devia, pois a sua voz e a carreira sólida como cantora de jazz, fazem de Joana para além de formadora e professora, uma cantora e compositora incessante na busca da canção perfeita."

—Tiago Santos, Dj e Radialista in Planeta Jazz - Radio Oxigénio

"Joana Machado apresenta-nos uma proposta musical esteticamente diferente, numa produção de excelência pensada em parceria com Rodrigo Correia e com um grupo de músicos com a capacidade de elevação necessária para este mesmo plano. Música, arranjos e letras pensadas com bom gosto e sem perderem uma musicalidade acessível e tão necessária. É claramente um dos projectos mais interessantes a sair neste ano de 2026."

— João Barradas, músico acordeonista e compositor

NUNO RIBEIRO SURPREENDE OS FÃS E EDITA “FUJO CONTIGO” COM A PARTICIPAÇÃO DE SORAIA RAMOS NA VÉSPERA DO COLISEU DE LISBOA ESGOTADO

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na véspera do seu primeiro concerto no Coliseu dos Recreios em Lisboa, completamente esgotado, Nuno Ribeiro surpreende os fãs e edita um novo tema, “Fujo Contigo”, com a participação da artista luso cabo-verdiana Soraia Ramos.

Fujo Contigo” tem música de Nuno Ribeiro e Nellson Klasszik e letra de

Nuno Ribeiro, Soraia Ramos e Nelson 'Lyrics' Heleno. A produção esteve a cargo de Nellson Klasszik, Erdzan 'RJ' Saidov e do próprio Nuno Ribeiro e a mistura final é da responsabilidade de Bruno Gonçalves e Nellson Klasszik.

Como tem vindo a acontecer em diversos singles como Maria Joana (com Calema e Mariza), Rosa (com Conan Osiris), Essa Mulher ou Saloia, também esta canção vai beber à tradição e à música de raiz portuguesa e faz uso de instrumentos como a guitarra portuguesa - a cargo de Rodrigo Correia - e gaita de Bob Valentino.

O videoclip de “Fujo Contigo” - que ficará disponível hoje pelas 18h00 - conta com a realização de Nellson Klasszik, produção executiva de Disturbio e produção de Inês Mariz.

Soraia Ramos será uma das convidadas de Nuno Ribeiro para subir ao palco do Coliseu, onde interpretarão juntos, pela primeira vez, “Fujo Contigo”. Também os irmãos Calema, Nelson Freitas, Bluay, Conan Osiris, Anjos, Loony Johnson e Porbatuka se juntarão a Nuno Ribeiro numa noite cheia de emoções e que marca o arranque da Tour de Nuno Ribeiro, “Norte Sul”, para 2026.

Sobre a emoção de tocar no Coliseu, em Lisboa, pela primeira vez Nuno Ribeiro conta-nos que “o sonho trouxe-me até aqui ! Do Norte, diretamente para o Coliseu dos Recreios! Obrigada por esgotarem o Coliseu e por fazerem parte desta história. Prometo uma noite que ficará para sempre na nossa memória. Até sábado!”

Nuno Ribeiro tem tido um percurso extraordinário, com vários êxitos nos Top’s de rádio e streaming como são o caso, “Maria Joana” com Calema e Mariza (6xPlatina), “Rosa” com Conan Osiris (Platina), “Pra Lá das 8” (Rogg), “Nas Ondas do Mar” (Platina), “Dias Cinzentos” (Platina) “Longe” (Ouro), “Tarde Demais” (Ouro), “Imagina” (Ouro), “Essa Mulher” (Ouro), entre outros.

Desde 2018, altura em lançou a sua carreira, conquistou já 10 certificações de Platina e 7 de Ouro. Venceu ainda o prémio de Canção do Ano nos Prémios Play com o tema “Maria Joana” , foi nomeado por dois anos consecutivos para os Globos de Ouro para Melhor Canção (com “Maria Joana” em 2024 e com “Essa Mulher” em 2025) e tem percorrido todo o país com largas dezenas de concertos todos os anos.

Nuno Ribeiro é hoje reconhecido com um dos mais talentosos cantores e compositores da musica nacional, um verdadeiro hit maker, e com um futuro absolutamente promissor à sua frente.
 

LUAR EDITA EP DE ESTREIA COM 8 CANÇÕES















Fotografia oficial Luar. Créditos de Lucasownview

Luar, muito conhecido pelo seu trabalho de produção na nova pop nacional, lança agora o seu EP de estreia, “a beleza de todas as coisas”, um conjunto das canções mais íntimas do artista, não fossem elas as primeiras que escreveu.

“a beleza de todas as coisas”, pelo nome, já adivinha uma obra de contemplatividade próxima e cuidada, de uma sensibilidade muito própria e de um olhar pelo mundo que precisava de exteriorização. É na busca e procura de voz própria que Luar se impele para os seus primeiros textos de canções e o resultado são 6 obras poéticas do qual nasceram novas canções que fazem parte deste EP.

“Do fundamento mais central da minha existência, a intuição, nasce “a beleza de todas as coisas” o meu primeiro projeto, onde à raiz desse instinto que tanto me guia como me prende, levei-me a escrever estas canções que serviram como uma introdução ao mundo da escrita. Navego entre as incertezas de me expor através desta procura pelas palavras certas para dar sentido à minha experiência, e encontrei na ruminação sobre os meus problemas mais quotidianos aquilo que chegava para estas histórias, que se encaixam sobre esse padrão, o encanto que gosto de encontrar entre as rotinas”, refere Luar.

“a beleza de todas as coisas” reúne canções que refletem sobre identidade, crescimento e o quotidiano, através de uma linguagem que cruza referências de música alternativa, indie, bedroom pop e uma estética mais intimista.

Além dos 6 poemas de Luar, há 2 temas instrumentais (“Introdução” e “Mãe”), totalizando o EP com 8 faixas.

“a beleza de todas as coisas” está a partir de agora disponível em todas as plataformas digitais.

Sobre Luar:

Alberto Hernández, conhecido artisticamente como Luar, é um produtor musical, compositor, multi-instrumentista e artista baseado em Lisboa. Afirmou-se como um dos nomes emergentes da música portuguesa, destacando-se pela sua versatilidade e abordagem autoral à criação musical.

Ao longo dos últimos anos, tem vindo a colaborar como produtor, compositor e força criativa em diversos projetos da cena nacional, trabalhando com artistas como IOLANDA, Nenny, xtinto, Marisa Liz, Edmundo Inácio, Diogo Piçarra, Surma, JÜRA, e muitos mais. Destaca-se o seu trabalho como co-compositor e produtor do tema “Grito”, interpretado por IOLANDA, vencedor do Festival da Canção 2024 e representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção, onde alcançou uma das classificações mais relevantes dos últimos anos, com forte receção do público e dos júris internacionais. Paralelamente, desenvolve trabalho na área da composição para imagem, criando bandas sonoras para filmes, curtas-metragens e documentários premiados. Assumiu também um papel central enquanto produtor no próximo álbum de Nenny e no novo trabalho de IOLANDA, consolidando a sua posição como um dos produtores mais promissores da sua geração. É também co-fundador da AVALANCHE, um coletivo artístico que promove novas dinâmicas de colaboração na música portuguesa.

Depois de um percurso marcado pelo seu trabalho nos bastidores, afirma-se agora também como artista com o EP de estreia ‘a beleza de todas as coisas’.

Enquanto artista a solo, Luar explora uma abordagem mais pessoal à composição e interpretação. Para além da música, desenvolve também a direção criativa dos seus projetos, integrando som e imagem numa abordagem multidisciplinar.

SARAH NEGRA APRESENTA "AMOR E MAGIA" ENTRE A POESIA, O RITUAL E A URGÊNCIA DA LIBERDADE EMOCIONAL

 
Sarah Negra apresenta o seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, afirmando uma identidade artística singular no panorama contemporâneo português. Mulher, poeta e artista multidisciplinar, constrói uma obra onde música, palavra e corpo coexistem como formas de expressão política, emocional e espiritual.

O disco é apresentado com o primeiro single “Feitiço”, um tema que cruza desejo, ritmo e expansão com uma sonoridade de pop cósmico. “Feitiço” estabelece o tom de um trabalho que se move entre o poder da intimidade e do coletivo com naturalidade, liberdade e poder.

Amor E Magia desenvolve um universo onde o amor surge como força urgente e transformadora. Canções como “Legalizem o Amor” colocam o afeto no centro do discurso político, enquanto temas como “Gira” exploram a libertação do corpo e “Bruxa” convoca uma dimensão ancestral do feminino como espaço de poder e resistência. Em paralelo, o álbum não evita o confronto com a realidade global, refletindo sobre a violência, a apatia e o colapso emocional contemporâneo.

A escrita de Sarah Negra destaca-se pela sua dimensão poética e performativa, cruzando diferentes línguas e registando uma tensão constante entre contemplação e ação, violência e fragilidade, beleza e destruição. Um dos elementos distintivos do disco é a inclusão de rituais e receitas de banhos de ervas associados a várias faixas, criando uma extensão da experiência artística para o plano físico e simbólico, individual e coletivo.

Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígidas.

Sarah Negra mantém a sua formação base na estrada e no estúdio ao lado de Ricardo Martins (bateria) e Alexandre Bernardo (guitarra e baixo), músicos, co-compositores e produtores musicais do projeto. Ao vivo, a magia constrói-se entre o rock e o pop de matriz e ascendência cósmica, o pop onírico, lírico e o spoken word, resultando numa experiência imersiva, singular, onde cada canção assume a forma de um manifesto que emana e invoca a liberdade e a expansão coletiva e individual do público.

O concerto de apresentação do álbum realiza-se a 18 de junho, na Casa Capitão, em Lisboa, assinalando o início de uma nova etapa na trajetória da artista, com ambição de circulação nacional e internacional.

Amor E Magia conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo, vídeos de Carlos Miranda e o apoio da Fundação GDA e SPA - Sociedade Portuguesa de Autores.

https://www.instagram.com/itsarahnegra/
https://www.youtube.com/@ITSARAHNEGRA

A ESTREIA DE GONÇALO GUINÉ















Fotografia de André Maia

O primeiro avanço de Vida num Loop, disco de estreia de Gonçalo Guiné com edição marcada para 15 de maio, chega agora às plataformas digitais e revela uma Coimbra longe dos postais turísticos, onde o underground resiste à pressão da gentrificação.

Gonçalo Guiné apresenta o primeiro single de Vida num Loop, álbum de estreia com lançamento previsto para 15 de maio. Este tema inaugural funciona como manifesto artístico e político, apresenta uma Coimbra pouco conhecida, distante dos circuitos turísticos, onde a vida cultural e o underground continuam a pulsar. Entre ruelas estreitas e becos escuros, Guiné percorre a cidade com rimas afiadas e um olhar crítico sobre tradições e hierarquias que ainda prendem a cidade ao passado.

Com o pano de fundo de um sample de guitarra portuguesa, o tema desenha um retrato a duas velocidades: de um lado, o peso histórico e académico que molda a identidade da cidade; do outro, um progresso alternativo, dissidente e teimoso que busca afirmar-se nos espaços de resistência, das repúblicas estudantis à RUC. O refrão funciona como manifesto: quebrar normas, procurar caminhos genuínos e resistir às correntes que tentam homogeneizar a cidade.

Neste single, apresenta-se acompanhado pelo Paulo Silva (do Filipe Furtado Trio) na bateria e pelo Gonçalo Parreirão no baixo

quem é Gonçalo Guiné

Gonçalo Guiné (1988) é rapper e beatmaker natural de Coimbra. Iniciou a sua atividade como MC entre 2002 e 2003, e começou a produzir batidas por volta de 2008. Ao longo da sua carreira, participou em diversos projetos coletivos, destacando-se A Resistência e A Velha Capital, colaborando na produção de álbuns e em várias faixas enquanto rapper.

A sua estreia enquanto MC individual aconteceu na mixtape Força de Intervenção Lirical, d’A Resistência. Em 2021 lançou o primeiro EP a solo, Arquivos de um Confinamento, consolidando a sua abordagem lírica e musical. Em 2023, no âmbito da convocatória MIC da produtora Blue House, editou o single Primeiro Andar, acompanhado de um videoclip realizado por Tiago Cerveira.

Além do trabalho em estúdio, Gonçalo Guiné tem desempenhado papel ativo na cena cultural de Coimbra, participando na organização de eventos como Cria’ctividade e nas batalhas de improviso Roda O Centro e Clandestina. Ao longo da sua trajetória colaborou com artistas como Ruze, Rubi, Athal, Gabz, Esquezito, Sanj, Molo, Medina, Risko, Capitão, Eterno, Kiko Ximenes, entre muitos outros.

Com um percurso marcado pela combinação de escrita incisiva, produção musical e envolvimento na cena local, Gonçalo Guiné afirma-se como uma das vozes mais consistentes e interventivas do hip-hop conimbricense.

DIOGO NENDES LANÇA VISUALIZER DE "REFRAÇÕES"



O músico e compositor Diogo Mendes lança amanhã, 17 de abril, o visualizer “Refrações” e a Parte II do seu mais recente projeto discográfico, Uma Guitarra entre Cidades.

Depois da edição da Parte I, a 20 de março, acompanhada pelo visualizer de “Canção da Esperança Perdida”, este novo capítulo aprofunda a exploração da guitarra portuguesa num registo mais minimalista e atmosférico, centrado na repetição, no detalhe e na expansão da linguagem do instrumento.

“Refrações” antecipa essa estética, construindo-se através de padrões subtis e em constante transformação. O respetivo visualizer foi gravado no leito do rio Mondego, temporariamente a descoberto, reforçando a dimensão visual e sensorial do tema.

A Parte II, disponível a partir de 17 de abril, inclui ainda os temas “Fragmentos” e “Calçada de Chuva”, consolidando esta abordagem mais exploratória do álbum.

Uma Guitarra entre Cidades, o terceiro álbum de Diogo Mendes, será apresentado em cinco partes ao longo de 2026, num formato intimista que cruza tradição e contemporaneidade. A edição física do álbum, assim como a primeira apresentação pública, estão marcadas para 3 de maio, no Salão Brazil, em Coimbra.

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TARA PERDIDA AO VIVO EM ALVALADE















Fotografia: Sara Falcão / @Sarahawkkk

Chega hoje às lojas o novo disco dos Tara Perdida, “Ao Vivo em Alvalade”, gravado em junho de 2025, nos dois concertos realizados na República da Música, os quais marcaram o início das celebrações dos 30 anos da banda. O álbum está também disponível nas plataformas digitais.

Na passada sexta-feira os Tara Perdida voltaram ao LAV – Lisboa ao vivo, à sala 1, onde marcaram encontro com o público que, mais uma vez, aderiu em massa. O espetáculo, com lotação esgotada, assinalou a estreia do novo baterista Nuno José, bem como o lançamento do primeiro disco ao vivo da banda e quem adquiriu o bilhete teve de oferta e em antecipação o CD que hoje é editado.

João Pedro & Os Almendras foram os convidados a fazer a abertura da noite, interpretando temas dos vários projetos que João Pedro Almendra integrou, deixando a sua identidade em tantos temas que escreveu e que perduram até hoje.

O espetáculo dos Tara Perdida é uma experiência impressionante e marcante e, mais uma vez, é inquestionável! O punk está vivo, é uma forma de vida e os temas dos Tara Perdida atravessam gerações de entusiastas que cantam a plenos pulmões e que se atiram para o mosh com todo o vigor.

A 21 de junho, Lisboa será palco de mais um momento épico para os Tara Perdida: a banda atua no Rock in Rio, no palco Super Bock, onde apresentará um alinhamento compacto e arrasador para encerrar com grande festa os seus 30 anos.

A agenda dos Tara Perdida passa, ainda, pela Concentração Motard de Pinhel no dia 30 de Maio, pela participação especial no Oeiras “All Together” no dia 31 de maio, pela Concentração Motard de Ponte de Sor no dia 25 de Julho, pelas Festas de Nossa Senhora da Paz, em Benavente, no dia 3 de Agosto e nas Festas do Arripiado, no concelho da Chamusca, no dia 15 do mesmo mês. Mais datas serão anunciadas em breve.

Mais uma vez, os Tara Perdida provam que o punk rock está bem vivo e que a banda é um nome absolutamente incontornável na música nacional.

Somos Tara Perdida!

PRÓXIMOS CONCERTOS
30 MAIO – PINHEL – CONCENTRAÇÃO MOTARD
31 MAIO – OEIRAS "ALL TOGETHER" – PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
21 JUNHO - LISBOA - ROCK IN RIO / PALCO SUPER BOCK
25 JUNHO - PONTE DE SOR - CONCENTRAÇÃO MOTARD
03 AGOSTO - BENAVENTE - FESTAS NOSSA SENHORA DA PAZ
15 AGOSTO - CHAMUSCA - FESTAS DO ARRIPIADO

MAIS DATAS A ANUNCIAR EM BREVE