sexta-feira, 17 de novembro de 2017

PROGRAMA DE 17/11/17

1 - Moullinex - Work it out (ft Fritz Helder)
entrevista Luís Clara Gomes (Moullinex)
2 - Moullinex - Painting by numbers (ft Uhahuh)
3 - Nadia Schilling - Sure thing
4 - Minta & The Brook Trout - Gold
5 - Darko - Novembro
6 - Ruben Portinha - Gostei de te ver (com Cherry)
7 - José Cid - A banda do Capitão Fausto
8 - Capitão Fausto - ZéCid
9 - Putas Bêbadas - Cruzeiro de velhos
10 - Lavoisier - Fauna
11 - Bruta - Choro

UHF NA FNAC




















A banda portuguesa de rock UHF vai estar nas FNAC Guimarães, Braga e NorteShopping para apresentar ao vivo o seu novo álbum “A Herança do Andarilho”.

Os show cases gratuitos acontecem durante este fim de semana: sábado, dia 18 de novembro, vão tocar as suas novas músicas na FNAC Guimarães a partir das 17h00. No mesmo dia, às 22h00, é possível ouvir a mítica banda portuguesa na FNAC Braga e no Domingo, 19 de novembro, vão estar na FNAC NorteShopping, a partir das 17h00.

O álbum “A Herança do Andarilho” é um tributo a uma das maiores referências da música portuguesa, Zeca Afonso. O disco, lançado 30 anos após a morte do cantor e compositor português, homenageia a sua obra, dando continuidade à sua herança musical.

Calendário

UHF apresenta: “A Herança do Andarilho”

18/11, sábado, 17H00, FNAC GUIMARÃES
18/11, sábado, 22H00, FNAC BRAGA
19/11, domingo, 17H00, FNAC NORTESHOPPING

DARKO APRESENTA NOVO SINGLE NOVEMBRO




















Novembro chega-nos para desvendar mais um capítulo de OFF, o primeiro álbum integralmente em português de Darko, projecto a solo de Zé Manel, actualmente a ser gravado e com edição prevista para 2018.

Depois de Março, com letra de Pedro Chagas Freitas, e Junho, com a participação da jovem actriz Barbara Branco, Darko apresenta-nos um tema com cheiro a bossanova, numa versão mais alegre de si, contrariamente à melancolia a que nos tem habituado. O autor conta-nos a história de um amor interrompido através dos meses do ano, transformando em música o seu calendário e emocional. Novembro é o mês que marca o início da história que deu origem a esta ode ao amor que será OFF, o terceiro álbum de originais de Darko.

Sobre o videoclipe:

Gravado por Chiara Missagia para a Ampersand video e com participações especiais de Olívia Ortiz e Michael Heverly, concorrente do programa America's Next Top Model, o videoclipe de Novembro reflecte a luz inerente ao encontro inspirador de um novo e verdadeiro amor, após uma fase de perdição, inadaptação e luxuria vivida pelo músico.

Abordando a realidade dos prazeres imediatos, tão sobejamente conhecida por tantos jovens adultos, e o vazio consequente da falta de amor próprio implícita numa vida de aparência e perdição, as imagens fortes contrastam com a leveza do tema que cruza a bossanova com as raízes da música portuguesa actual, num poema escrito em tom confessional e apaixonado.

Gravado entre uma luxuosa casa particular e o Hotel da Estrela, lugar onde esta história teve o seu início, Novembro é um filme moderno e alarmante para tantas histórias reais, acerca de emancipação e da importância da preservação da verdade no domínio dos afectos.

Zé Manel assina o argumento de uma história pouco fictícia, na qual enverga roupa de diversos criadores nacionais de renome como Inês Torcato, Ricardo Andrez, Patrick de Padua, Eduardo Amorim ou David Catalan, sendo o calçado da marca Eureka Shoes.
 

PELTZER - "MOTION"


PRIMEIRO ATO DE PEDRO TEIXEIRA DA SILVA




















"PRIMEIRO ATO”, é o titulo do primeiro trabalho em nome individual de Pedro Teixeira Silva.

Este é sem duvida um trabalho aguardado com expectativa, do músico oriundo da Clássica, apostando numa forma diferente de ver, ouvir e sentir a música.

Da sua carreira como compositor, constam sete álbuns editados com os “Corvos” e “Secret Lie”, várias bandas sonoras para cinema, inúmeros temas que fazem parte do universo das telenovelas e obras eruditas estreadas por diversas orquestras e solistas.

Cruzando os mundos entre a música clássica e o “Pop Rock” como lhe é peculiar, Pedro Teixeira Silva reúne neste projeto amigos músicos cantores e letristas nacionais, a darem vida às suas composições de forma versátil e adaptando o seu estilo musical aos diferentes intérpretes.

Jorge Palma, José Cid, Pedro Chagas Freitas, Mundo Segundo, elementos da orquestra sinfónica portuguesa entre muitos outros são alguns dos seus convidados. 

BATIDA EM PALCO


















25 de Novembro 2017
The Almost Perfect DJ: em Berlim, no Gretchen.

14 de Abril 2018
 Africa Dance: Bonga, Batida, Selma Uamusse e DJ Marfox, juntam-se para uma noite especial numa das maiores salas de Lisboa, o Campo Pequeno.

NO CCBEAT














Bruno Pernadas e Ricardo Toscano são ambos músicos de jazz com formação académica na música clássica. Os dois estarão no palco do Grande Auditório do Centro Cultural de Belém no próximo dia 15 de Dezembro para encerrar o ciclo CCBeat 2017. O concerto preparado em exclusivo para a ocasião conta com um alinhamento maioritariamente inédito executado por um ensemble de luxo que reúne uma secção rítmica, secção de cordas e naipe de sopros e ainda dois cantores convidados.

A abordagem tem como base diversos estilos tais como o jazz, o rock, a música exótica, cinematográfica e erudita, sendo o principal solista Ricardo Toscano no saxofone alto. Nas palavras de Bruno Pernadas, que acumula a direcção musical, “na conjunção deste ensemble procura-se aquilo que se assume como identitário de cada instrumento, combinando as diferentes linguagens harmónicas, rítmicas, texturais nos vários momentos que integram o espectáculo”.

De acordo com o músico e compositor, “a proposta a apresentar é marcada por uma abordagem dinâmica, forte e ambiciosa que traduz-se num concerto onde a composição e a improvisação ocupam um papel determinante no seu resultado final”.

Dois excelentes músicos, o multi-instrumentista e compositor Bruno Pernadas e o saxofonista Ricardo Toscano num encontro singular que transforma esta ocasião em algo surpreendente e certamente memorável.

Bruno Pernadas - composição, guitarra e teclados
Ricardo Toscano - saxofone alto, solista
Afonso Cabral - voz (convidado)
Francisca Cortesão - voz (convidada)
Margarida Campelo - piano, teclados e voz
João Correia - bateria
Nuno Lucas - baixo eléctrico
Diogo Duque - trompete
João Capinha - saxofone
Raimundo Semedo - saxofone
Raquel Merrelho - violoncelo
João de Andrade – violino

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

PROGRAMA DE 16/11/17

1 - Electric Man - Mother
entrevista Tito Pires (Electric Man)
2 - Electric Man - Electric domestique
3 - NO!ON - Assume my hate
4 - Minta & The Brook Trout - At your will
5 - Nadia Schilling - Sure thing
6 - Maquina del Amor - Mau
entrevista José Figueiredo (Maquina del Amor)
7 - Maquina del Amor - INS.EXP
8 - Peltzer - Motion
9 - Athmos Sphere - The man of a thousand doors

JIMMY P NUM DIA MAU

Jimmy P acaba de lançar o segundo tema retirado daquele que será o seu 4• álbum de originais. Depois de “Dramas como tu”, que conta já com mais de 1 milhão de visualizações no YouTube e restantes plataformas virtuais , segue-se “Num dia mau”. Ao contrário do seu primeiro single, este contém uma linguagem mais forte e explícita, longe de censuras, de modo a transmitir a verdadeira essência do som. Prevê-se o lançamento de muitos temas/singles até Março de 2018, que tudo indica ser a data de lançamento do aguardado disco do artista.


PANIC RESORT - "BECAUSE YOU KNOW"

AS GUITARRAS NÃO TÊM SAUDADE EM COIMBRA









FUNDAÇÃO BISSAYA BARRETO apresenta
AS GUITARRAS NÃO TÊM SAUDADE
Ciclo de concertos de guitarra encerra com chave de ouro

www.fbb.pt | www.facebook.com/fbb

18 NOV - 21h30
TÓ TRIPS e JOÃO DOCE + JORGE COELHO

Encerra este sábado o ciclo de concertos de guitarra promovido, este mês, pela Fundação Bissaya Barreto: três noites singulares com alguns dos mais desafiantes intérpretes de cordas nacionais.

O dedilhado frenético e espontâneo de Tó Trips em conjunto com a percussão experimental e tribalista de João Doce, e os sons exploratórios pintalgados de harmonias folk do trabalho nas seis cordas de Jorge Coelho são as últimas duas propostas de um ciclo que ousou fazer-nos viajar pela qualidade e originalidade de alguns dos artistas portugueses que fazem das guitarras o local onde o futuro acontece.

O encontro de Tó Trips e João Doce dá-se a meio caminho entre o álbum de estreia do primeiro e um café melancólico em Esmoriz.

 Se Tó trazia a sua "Guitarra Makaka" e o imaginário do velho oeste, da boémia lisboeta, a tradição cubana a lembrar Marc Ribot dos seus Dead Combo, João trazia o compasso dado aos seus Wraygunn, onde talha o som da banda a machado sobre rolos de madeira. No encontro, dá-se o diálogo meticuloso, sensível e efusivo que resulta no primeiro disco em conjunto "Sumba". Tal como nesse sítio imaginário, no sábado, na Casa Museu Bissaya Barreto, o tempo não vai existir. Tudo é será contemplado, admirado, belo e impoluto.

Porque dia 18 de Novembro, pelas 21h30, na Casa Museu Bissaya Barreto, mais uma vez, Coimbra tem mais encanto quando "As guitarras não têm saudade:

A noite arranca com Jorge Coelho, um dos segredos mais mal guardados do panorama nacional. Músico de muitas aventuras, dos Cosmic City Blues aos Zen, à composição de bandas sonoras em parceria com Alexandre Soares ou Adolfo Luxúria Canibal. Actualmente podemos ouvir Jorge Coelho como guitarrista dos Torto, ao lado de Jorge Queijo e Miguel Ramos. A solo, como numa pausa, pousa a guitarra ao colo para divagar por entre um imaginário sem lugar para o entretenimento persuasivo.

Com três discos editados, Jorge Coelho parece convencer-nos que a vida é um jogo de contínuas subidas e descidas de tom. O poema é agora a alegoria de um mundo dissonante, desenhado numa incerteza melódica tremendamente crua. O mesmo mundo que ecoar pela Casa Museu.

NO PORTO




















2016 marcou o regresso dos ORELHA NEGRA à estrada e a estreia aconteceu em Lisboa, no grande auditório do CCB, a 16.1.16, com lotação esgotada.

Este espetáculo foi o mote para a digressão de 2016 que passou pelos principais festivais e eventos do país na qual foram apresentadas músicas inéditas que integram agora o mais recente disco da banda, ORELHA NEGRA, lançado em setembro de 2017. O novo disco conquistou o primeiro lugar do top nacional de vendas, durante duas semanas, na sua estreia marcando a história recente da banda com mais um sucesso.

O espetáculo que os ORELHA NEGRA apresentam no Hard Club, Porto no dia 16.12.17, acontece no âmbito da celebração dos 20 anos desta marca emblemática que veio do outro lado do rio, para o Mercado Ferreira Borges. Recebeu milhares de concertos e artistas e centenas de milhares de espetadores e celebra agora com os fãs, a comunidade e os demais o caminho que começou em 1997.

O alinhamento deste concerto integra muitos dos novos temas de ORELHA NEGRA e ainda alguns dos dois primeiros álbuns, não faltando os medleys surpreendentes aos quais a banda já nos habituou. Os sons que Sam the Kid, Dj Cruzfader, Francisco Rebelo, João Gomes e Fred produzem juntos são envolventes, mas ouvi-los e vê-los ao vivo, é um prazer verdadeiramente misterioso.

Os ORELHA NEGRA prometem um ritmado e envolvente reencontro com o público do Porto neste regresso muito aguardado. Antes disso, marcam presença no festival Vodafone Mexefest no dia 24 de novembro no Coliseu dos Recreios em Lisboa.

Os bilhetes encontram-se à venda na Ticketline e nos locais habituais.

SAMUEL ÚRIA NO VODAFONE MEXEFEST















SAMUEL ÚRIA LEVA “CARGA DE OMBRO”AO VODAFONE MEXEFEST

CONCERTO ESPECIAL COM A PARTICIPAÇÃO DE ANA BACALHAU E GISELA JOÃO
CINEMA SÃO JORGE, 24 DE NOVEMBRO

Samuel Úria está de regresso ao Vodafone Mexefest!

Há dias, anunciava-se a sua presença no concerto de warm-up que Gisela João dará no Capitólio no próximo dia 18; em surdina, tem circulando o boato de que irá estar presente no concerto de estreia do projecto de alguém próximo …; e hoje, eis que chega a notícia de que estará no próximo dia 24, no Cinema São Jorge, com um concerto inédito com as presenças de Ana Bacalhau e Gisela João!

Com “Carga de Ombro”, o seu último disco de originais, como enfoque principal de repertório, Samuel Úria juntará à sua banda – os ex-Pontos Negros Jónatas Pires (guitarras) e Silas Ferreira (teclas), o baterista Tiago Ramos e o dotado António Quintino no baixo e outros sons – o coro misto que habitualmente o acompanha “em dias de festa” e contribui decisivamente para o reforço da sonoridade singular que é indissociável da sua aparência física – “meio homem, meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole”.

Para a presença no Vodafone Mexefest de 2017, Samuel chamou duas das vozes e personalidades femininas que mais admira e respeita no panorama musical português: Ana Bacalhau, para quem criou “Só Querer Buscar”, canção incluída no disco de estreia a solo de Ana e que se escutará no São Jorge; Gisela João, com quem flirta artisticamente desde a estreia em disco da fadista e que verá muito em breve como fruto da admiração mútua, material inédito.

De “Carga Ombro” escutar-se-á seguramente o tema homónimo que deu título ao disco, “É preciso que eu diminua” ou “Dou-me Corda”, mas a noite não terminará sem que Samuel percorra as canções mais representativas da sua discografia – “Teimoso”, “Não Arrastes O Meu Caixão”, “Espalha Brasas” ou “Lenço Enxuto”.

E não será surpreendente se dos relatos dos que assistirem ao concerto de dia 24, se venha a perceber que a Samuel, Ana e Gisela mais alguma voz se juntou em palco…

Uma vez mais, “preparam-se os aplausos”.

Ainda antes deste concerto, Samuel Úria viaja até Viseu para um concerto no dia 17 na Aula Magna do Instituto Politécnico no âmbito do Encontro Nacional de Leigos. A adesão ao concerto implica o pagamento de 2€ que reverterão a favor das vitimas dos incêndios.

17 NOV / INST POLITÉCNICO / VISEU
24 NOV / VODAFONE MEXEFEST / CINEMA SÃO JORGE (CONVIDA ANA BACALHAU E GISELA JOÃO)

NOISERV EM PALCO














É já amanhã, dia 17 de Novembro, que Noiserv terá a oportunidade de regressar a Braga, desta vez para tocar no lindíssimo Theatro Circo.

 O concerto tem início marcado para as 22h e faz parte do cartaz do Festival para Gente Sentada:

#17 de Novembro - Festival para Gente Sentada | Theatro Circo - 22h00 - Braga (Sexta-feira)
+info: https://www.facebook.com/festivalgentesentada/

Os bilhetes podem ser comprados aqui:
https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/54030-festival_para_gente_sentada_2017-theatro_circo/

www.noiserv.net
www.noiserv.bandcamp.com

NA CASA INDEPENENTE













Sábado - 18 de Novembro
22h - Casa Ardente (Produções Incêndio) Hugo Guerreiro, Quelle Dead Gazelle, Veer, Musa Tusa (concertos, dj set, exposição)

Casa Ardente, a residência das Produções Incêndio na Casa Independente, regressa este sábado com a inauguração da exposição de desenho de Hugo Guerreiro.

O programa segue no Salão Tigre com os concertos de duas duplas.
Veer é o resultado da cumplicidade de uma guitarra e um teclado unidos às vozes de Vera Vaz e João Farmhouse, dream-pop hipnótica para ouvir de olhos fechados.
Depois o post-rock frenético de Quelle Dead Gazelle ou como bem Joaquim Albergaria caracterizou o som do guitarrista Pedro Ferreira e do baterista Miguel Abelaira: "cadências sincopadas dos ritmos africanos a encontrarem-se com os sons da desconstrução que a aventura pós-rock ofereceu às gerações futuras".

Até às duas da manhã Musa Tusa ou seja Gil Gonçalves, presta-se a um sórdido dj set de requinte, a rodar dos 80's aos salões de dança mais modernos.

De chorar e comer por mais.

Banner por Tiago Nunes

O GAJO NO GrETUA EM AVEIRO

NÃO SIMÃO AO VIVO



facebook.com/naosimao | naosimao.bandcamp.com | youtube.com/naosimao

CONCERTO DE LANÇAMENTO
Convidados: Carlos Barretto e Madalena Palmeirim
18 de Novembro
Teatro do Bairro
23h

DJ set pós concerto: Cláudia & Cláudia

Depois de darem a conhecer o primeiro tema do disco de estreia, os não simão preparam-se para levar a palco as músicas que fazem parte de "Se houvesse vida aqui".

No próximo sábado, dia 18 de Novembro, no Teatro do Bairro, em Lisboa, Simão Palmeirim (voz e guitarra), José Anjos (bateria), Pedro Fernandes (baixo), Ana Raquel (saxo barítono) e Marco Alves (trombone de vara) propõem um passeio intimista pelas histórias que compõem o seu imaginário único: português, optimista e descomprometido.

E, para tal, nada melhor que o fazerem rodeados de amigos. Por isso, convidam um dos grandes nomes do jazz nacional, o contrabaixista Carlos Barretto, e a cantora e compositora Madalena Palmeirim.

Dia 18 de Novembro, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores e da Gerador, "Se houvesse vida aqui", no Teatro do Bairro, pelas 23h.

A noite segue longa com as escolhas musicais de mais duas amigas: Cláudia Marques Santos e Cláudia Duarte.

Entrada: 5€

OMIRI AO VIVO














O artista OMIRI  apresentará em Lisboa e Porto nos próximos dias 25 e 30 de Novembro.

Tendo lançado o seu 2ª album "Baile Electrónico em Abril de 2017, estando já disponivel internacionalmente quer em formato digital quer em formato fisico, entrou em setembro directamente para a 3ª posição do Top das Músicas do Mundo - World Music Charts Europe, sendo assim reconhecido pelos criticos e radialistas a nivel internacional como um dos albuns mais interessantes de 2017.
OMIRI apresenta-se no Porto e em Lisboa nos próximos dias 25 e 30 de Novembro respectivamente, concertos integrados na digressão de Baile Electrónico que já passou por Portugal, República Checa, Estónia e Bélgica.


 OMIRI ao vivo no Porto.
Sala de Espectáculos - Hard Club  https://www.facebook.com/HardClubPorto/
No próximo dia 25 de Novembro, Sábado, OMIRI apresenta-se ao vivo no Hard Club no Porto.
Banda suporte: Cabra Cega
Entrada: Bilhetes a 5,00 eur
Disponiveis apenas no próprio dia e local do espectáculo.

22h - abertura de portas
22h30 - Cabra Cega
23h00 - Omiri
 
OMIRI ao vivo em Lisboa
Sala de Espectáculos - MusicBox www.musicboxlisboa.com
No próximo dia 30 de Novembro, 5ª feira, véspera de feriado OMIRI apresenta-se ao vivo em Lisboa.
Banda suporte: Casuar
Conta ainda com a presença de convidados especiais: Celina da Piedade, Rui Rodrigues (Casuar)
Entrada: 7,00 eur.
à venda em Bol.pt ou nos locais habituais.
 
 22h - abertura de portas
22h30 - Casuar
23h00 - Omiri

Omiri é um dos mais originais projectos de reinvenção da música tradicional portuguesa.

 Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espectáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura: músicos e sons de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composição e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.

 Também se propõe um baile onde todos os temas tocados são dançáveis, segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais e não só (Repasseados, Drum n’bass, Malhões, Viras, Break Beat, Corridinhos...).

 Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espectáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.
Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria.

Vasco Ribeiro Casais: Manipulação de video em tempo real, programações, Cavaquinho, Nyckelharpa, Bouzouki costumizado, Gaitas-de-fole Portuguesas;

www.omiri.eu
facebook.com/omirisound
soundcloud.com/omiri-455514831
youtube.com/channel/UCR7wBIv4FxYqqDUWTdPl3uw/videos
https://www.instagram.com/omiri_oficial

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

NO SABOTAGE




















The Devil’s Choice, Vol.1 (Lux Records, 2017)

Raquel Ralha e Pedro Renato trabalham juntos desde os tempos dos Belle Chase Hotel. Prosseguiram caminho com Azembla’s Quartet, Ellas e, mais recentemente, com Mancines.

A convite do programa “Cover de Bruxelas” que passa semanalmente na Rádio Universidade de Coimbra, juntaram-se nos Estúdios Blue House, pela primeira vez, como um duo, para gravar três ‘covers’. Foi na frequência de 107.9 FM, a 11 de Dezembro de 2016, que ouvimos, pela primeira vez, as versões de “​Nerves” (Bauhaus), “Peek-A-Boo” (Siouxsie And The Banshees) e “Right Now” (Herbie Mann / Mel Tormé).

Esta “Cover de Bruxelas Session” foi o motor que deu arranque a “The Devil’s Choice Vol. 1” - disco integral de versões que foi editado dia 10 de Novembro de 2017, com o selo da Lux Records.

Cruzados os nossos caminhos há mais de vinte anos - e não tendo nós parado de trabalhar juntos desde então - chegou, finalmente, o momento de fazermos um registo de músicas que ouvimos numa fase longínqua das nossas vidas e que, por razões semelhantes, nos transmitiram algo de importante nesse crescimento. A minha ligação musical com o Pedro Renato tem cumplicidade e complementaridade inatas e, também por isso, este é um disco que nos traz uma satisfação pessoal muito particular. Uma selecção difícil e penosa que deixa muitos outros temas para uma possível sequela deste álbum. Aqui, a temática preponderante gira em torno da atracção pelo lado negro, porém fascinante, do que é esta coisa confusa, misteriosa e viciante de “viver”, “amar”, “ser”.

Raquel Ralha

Com adolescências apaixonadas e pontuadas por milhares de músicas que ficaram gravadas nas nossas vidas, reduzir esse universo galáctico a 537000 estrelas musicais já não foi, por si só, uma tarefa fácil. A partir daí, para fazer um ‘podium’ com onze temas vencedores, não havia dúvida que teria de ser através de um rigoroso processo de "Venha o diabo e escolha...". Daí termos que lhe atribuir os devidos créditos no título desta compilação. Nasceu assim "THE DEVIL'S CHOICE vol.1". Volume 1 porque o justo seria dar a mesma oportunidade a tantos e tantos artistas igualmente importantes para nós e que ficaram em suspenso nesta primeira incursão no mundo das recriações musicais. Para eles, aqui vão as nossas desculpas; não foi culpa nossa, mas sim... THE DEVIL'S CHOICE!

Pedro Renato

VÍTOR BACALHAU VENCE EUROPEAN BLUES CHALLENGE PORTUGAL 2018














É com muito orgulho que a Mobydick Records anuncia que Vítor Bacalhau foi eleito o representante português no EBC de 2018.

Vítor Bacalhau irá representar Portugal no mês de Março de 2018 na Noruega.

É a segunda vez que um artista da Mobydick Records ganha este concurso , os primeiros foram os "Budda Power Blues" no ano de 2016.
 
É para se dizer , que o blues nacional está em boa forma e, a Mobydick Records muito orgulhosa!