terça-feira, 6 de outubro de 2026

PROGRAMA DE 06/10/026

1 - José António Carrapato - Como me tornei pastor
2 - Orquestra Popular de Paio Pires - Festas populares de Paio Pires
3 - Herr G meets Fuel To Fight - Às vezes no meu monte
4 - Astronauta Desaparecido - Comme ça (c/ voz de Antonin Artaud)
5 - Aftervoid - Negative space 2
6 - Mundo Cão - Morfina
7 - Um Corpo Estranho - Grifo
8 - Jardim do Enforcado - Os óculos escuros de Pasolini
9 - Culatra - Tango da morte
10 - A.D.R.A. - Starclub
11 - Ecos Tardios - Estranha forma de vida
12 - Fado Negro - Elegância transcendental
13 - General Inverno - Sal ar e os

MALEDICTUS AO VIVO PELA PRIMEIRA VEZ





















Os Maledictus, banda formada por ex-membros dos Seventh Storm, preparam-se para subir ao palco pela primeira vez para apresentar o álbum de estreia «Lazarvs».

Os bilhetes para o concerto já se encontram à venda.

Concerto de apresentação de «Lazarvs»:
Data: Sábado, 5 de Dezembro
Local: República da Música
Hora: 21:00
Bilhetes: €15 e estão à venda em Ticketline.pt

Para assinalar o caminho até ao palco, a banda revelou «Madam Death», o terceiro single retirado do disco de estreia. O tema é acompanhado por um vídeo épico concebido pelo baixista Butch Cid com uma estética de pintura a óleo animada. 

Podes fazer stream do tema aqui: https://save-it.cc/fireflash/madam-death

Álbum de Estreia «Lazarvs» sai a 13 de Novembro

Editado através da Fireflash Records, «Lazarvs» é descrito pela banda como uma "sequela espiritual" do seu trabalho anterior, combinando virtuosismo técnico, melancolia sombria e uma atmosfera cinematográfica liderada pela voz poderosa do vocalista Rez.

O álbum estará disponível em Vinil Branco (edição limitada), CD Digipak, formato digital e em vários bundles com t-shirt no Bandcamp.

Os MALEDICTUS são uma banda portuguesa de metal formada em Lisboa, reunindo músicos experientes com uma visão partilhada de música pesada sombria, poderosa e atmosférica.

Construída sobre uma base de riffs agressivos, melodias assombrosas e vocais movidos pela emoção, a banda funde elementos do heavy metal moderno com influências mais obscuras e melódicas.

Desde a sua formação, os MALEDICTUS têm-se focado na criação de música que reflete tanto o lado mais sombrio como o mais emocional do género metal.

Inspirando-se em atos de metal clássicos e contemporâneos, a banda visa criar um som que pareça simultaneamente familiar e distinto, apelando aos fãs de metal poderoso e atmosférico. Os MALEDICTUS continuam a desenvolver novo material e a estabelecer a sua presença na cena metal portuguesa e não só.

"Nós somos Maledictus… amaldiçoados por nada, movidos por tudo. O monstro desperta."

Formação dos Maledictus:

· Rez — Voz

· Ben Stockwell — Guitarra

· Butch Cid — Baixo

· Peter Crushes — Bateria

MALEDICTUS online:

• Facebook - http://facebook.com/themaledictusband

• Instagram - https://www.instagram.com/themaledictusband

• YouTube - https://www.youtube.com/@TheMaledictusband

• TikTok - https://www.tiktok.com/@themaledictusband

• Linktr.ee - https://linktr.ee/themaledictusband


NOVO SINGLE DE TRAVO















Os TRAVO lançaram no passado dia 2 de outubro WASTELAND, o seu novo álbum, com edição conjunta da gig.ROCKS!, Fuzz Club e Spinda Records. Partilhamos o disco e as primeiras datas confirmadas de apresentação, para tua consideração editorial.

Produzido por Jaime Gomez Arellano e gravado nos ARDA Recorders, no Porto, WASTELAND é o registo mais intenso, abrasivo, pesado e ambicioso do quarteto de Braga até ao momento. Nascido num período de grande pressão e questionamento interno, o álbum transforma essa tensão em riffs intensos, vozes gritantes e atmosferas que cruzam o psicadelismo com o peso do metal.

Uma expiação constante e a banda sonora de um mundo que caminha para o precipício, se é que não chegou já lá.

Depois de passagens por palcos como Vodafone Paredes de Coura, Vilar de Mouros, MEO Kalorama, ESNS e Transmusicales, que levou à gravação de uma sessão com a conceituada KEXP de Seattle os TRAVO abrem agora um novo capítulo, com as seguintes datas de apresentação confirmadas:

• Braga - Gnration - 30 de Outubro
• Lisboa - ZDB - 26 de Novembro
• Porto - Mouco - 27 de Novembro

Ouvir WASTELAND

MARIANA ARROJA COM NOVO SINGLE E VÍDEO


Mariana Arroja lança “Capela de Santa Ana”. Nova canção e videoclipe inspirados numa comunidade que nunca desistiu, já disponíveis em todas as plataformas digitais.

A artista multidisciplinar Mariana Arroja lança “Capela de Santa Ana”, novo single e videoclipe nascidos em Salir do Porto e inspirados na história de uma comunidade que, durante gerações, nunca desistiu de recuperar um dos lugares mais simbólicos da sua terra.
Novo tema da artista ajudou a impulsionar o regresso de uma tradição centenária em Salir do Porto. Deu também origem a um documentário cuja ante-estreia ocorreu em Salir, no passado domingo, dia 4 de outubro, antes do seu percurso pelos festivais de cinema internacionais.

“Capela de Santa Ana” nasceu em 2025, depois de Mariana regressar de uma viagem ao Brasil e caminhar até à Capela de Santa Ana, o monumento religioso mais antigo do concelho das Caldas da Rainha. À chegada e inspirada pelo lugar, escreveu o tema que viria a receber o nome da capela.

“Na minha última viagem ao Brasil conheci uma árvore chamada Guapuruvu, considerada sagrada para os povos indígenas, pois dela faziam as “canoas da terra” que usavam. De volta a Portugal, senti que a canoa da terra me trouxe à Capela de Santa Ana, lugar que conheço desde pequena. Estes dois elementos que representam água e proteção, inspiraram esta canção e todo um projeto muito especial.” Explica a autora.

O processo de criação de “Capela de Santa Ana” acabou por ir muito além da música: contribuiu para impulsionar o regresso de uma procissão centenária até à capela, voltando a reunir a população num percurso ligado à memória coletiva de Salir do Porto.

Em 1922, uma procissão levou a população até às então ruínas da capela, numa celebração da travessia aérea do Atlântico Sul de Sacadura Cabral e Gago Coutinho. Um século depois, a persistência da população permitiu finalmente recuperar a capela e devolver vida a um lugar que nunca deixou de fazer parte da identidade da comunidade. E a população voltou a caminhar até à sua capela.

Musicalmente, “Capela de Santa Ana” parte do Fado para entrar num território mais contemplativo. A voz de Mariana cruza-se com a Sansula, instrumento de sonoridade delicada, criando um Fado Meditativo que une tradição e espiritualidade. Elementos que têm vindo a caracterizar o universo musical da artista.

O lançamento integra ainda um documentário, “Ao encontro de Santa Ana - O sonho de Salir”, realizado por Mariana Arroja e Rodrigo Rezende, e desenvolvido em colaboração com a ZOF e Ricardo Figueiredo.

O filme acompanha a história da capela, da procissão e, sobretudo, das pessoas que preservaram esta memória ao longo de gerações. Música, cinema e património cruzam-se assim num retrato de uma comunidade que transformou persistência em continuidade.

Antes de iniciar o seu percurso de submissão a festivais de cinema, o documentário teve uma apresentação inédita em Salir do Porto, a servir de mote a um dia de comemoração que incluiu ainda celebrações religiosas, jantar aberto à comunidade, música ao vivo, fogo de artifício entre outras surpresas. O público assistiu comovido ao trabalho de Mariana Arroja, sublinhando a importância do mesmo para a comunidade.

O projeto conta com o apoio da CM Caldas da Rainha, CALuso, Comissão da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Salir do Porto, Casart, Alfeijóias, ADN comunicações e da comunidade salirense e internacional.

MARLA AO VIVO

 



















No próximo dia 17 de outubro, às 20h, Marla sobe ao palco do Teatro Custom Café, num espetáculo Blitz Eventos integrado na programação da DARK GALA – Artistic & Mystic Fest, evento dedicado às expressões artísticas e culturais que habitam os territórios do alternativo, do obscuro e do underground.

A DARK GALA propõe uma celebração da estética e da cultura onde cruzam universos do gótico ao cabaret, do industrial ao steampunk, do pagan e tribal ao dark wave.

É neste cenário que surge Marla, levando ao evento a sua identidade musical e performativa, numa atuação especialmente integrada na atmosfera da DARK GALA. Entre a intensidade do rock, a sensualidade, a teatralidade e uma estética assumidamente alternativa, Marla constrói em palco uma presença que ultrapassa o formato tradicional de concerto. 

Música e imagem tornam-se parte da mesma narrativa, num espetáculo pensado para um contexto onde a diferença, a liberdade artística e a expressão individual são elementos centrais.

Acompanhada de Bruno Celta e Henrique Gomes Vitorino, a participação de Marla acontece no Teatro Custom Café, espaço associado à cultura alternativa e ao universo Custom Circus, durante um fim de semana em que a DARK GALA convoca artistas e público para explorar aquilo que existe entre a Luz e a Sombra.

MARLA — AO VIVO NA DARK GALA
17 de outubro | 20h
Teatro Custom Café
DARK GALA – Artistic & Mystic Fest
Um espetáculo Blitz Eventos

ENTRADA LIVRE no espetáculo de Marla

aBAND'onados LANÇAM CLIP DE "SOMOS MOTARDS"


Novo vídeo da banda conimbricense resulta de uma parceria com o Moto Clube Motores da Plaina

Os aBAND'onados acabam de lançar o videoclipe de “Ser Motard”, um dos temas do primeiro álbum que mais diretamente se cruza com o universo das duas rodas. O vídeo foi gravado durante o concerto da banda na IV Concentração do Moto Clube Motores da Plaina, realizada no passado dia 22 de agosto, em Martim, Barcelos, e procura transportar para o ecrã a energia vivida durante uma noite de música e convívio motard.

A escolha do local para a gravação surgiu no âmbito da parceria estabelecida entre os aBAND'onados e o Moto Clube Motores da Plaina, que acolheu a banda na programação da sua IV Concentração. Em vez de recorrer a uma produção encenada em estúdio ou a imagens desligadas da realidade do tema, a banda optou por registar “Ser Motard” em contexto de atuação, aproveitando a atmosfera e a interação proporcionadas pelo evento.

O resultado é um videoclipe construído a partir das imagens captadas durante o concerto, combinando a interpretação do tema pelos aBAND'onados com momentos do próprio evento e com a presença do público. A opção permite preservar uma dimensão particularmente espontânea e documental, fazendo do vídeo um registo daquele momento e, simultaneamente, uma extensão visual da própria música.

“Ser Motard” é um tema que traduz a ligação dos aBAND'onados ao ambiente das concentrações e eventos ligados ao motociclismo, abordando o espírito de comunidade, estrada, liberdade e convívio associado a este universo. Através do videoclipe, a banda procura também aproximar a música das pessoas que vivem estes encontros e dos espaços onde essa cultura se manifesta.

O lançamento acontece numa altura em que os aBAND'onados pretendem reforçar a sua presença no circuito de eventos motards, procurando levar a sua música a concentrações, encontros e outros eventos ligados ao motociclismo de norte a sul do país.

Os aBAND'onados são uma banda de Coimbra, com uma identidade marcada pelo rock cantado em português. O grupo continua atualmente a promover ao vivo o seu álbum de estreia, Baixar os Braços (Não), apresentando os temas do disco em diferentes palcos e mantendo uma atividade regular de concertos.

Com o lançamento de “Ser Motard”, os aBAND'onados dão agora mais um passo na divulgação do seu trabalho e procuram aproximar a sua música de uma comunidade com a qual têm vindo a estabelecer uma ligação cada vez mais forte.

O videoclipe de “Ser Motard” está disponível no canal de YouTube dos aBAND'onados.

“Ser Motard” - Ficha técnica

Artista: aBAND'onados
Tema: Ser Motard
Lançamento: 3 de outubro de 2026
Local de gravação: IV Concentração do Moto Clube Motores da Plaina — Martim, Barcelos
Data da gravação: 22 de agosto de 2026
Produção, captação e edição: Gonçalo Cunha
Música: aBAND'onados
Letra: Ricardo Serra
Mistura e Masterização: João Palma (Soundstudio.09)

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ZINHA COM CONCERTOS NO BRASIL





















Estas datas marcam as primeiras apresentações de Zinha no território brasileiro e integram o plano de promoção que a artista vai desenvolver, dando continuidade ao projeto do albúm "The Past Tense" junto de um novo público.

Depois do impacto do seu álbum de estreia: "The Past Tense", Zinha prepara-se para cruzar o Atlântico e apresentar a sua música ao público brasileiro. A artista estreia-se nos dias 13 de Novembro em Porto Alegre, 14 em São Paulo e 15 em Salvador.

O público pode e deve esperar uma experiência intimista e marcante.

Esta tour marca o inicio da sua internacionalização, abrindo portas a novas experiências e partilhas artísticas juntamente com outros artistas brasileiros. 

"Estou muito feliz e ansiosa por puder elevar a minha música num país, como o Brasil" - refere Zinha.

CRISTINA BRANCO CELEBRA 30 ANOS DE CARREIRA COM DIGRESSÃO ESPECIAL





















Em fevereiro e março de 2027, Cristina Branco assinala o arranque das celebrações dos 30 anos do seu percurso artístico com um espetáculo inédito dedicado à trilogia discográfica Menina / Branco / Eva.

A cantora revisita três álbuns fundamentais da sua carreira numa digressão que passa pelo Cineteatro Louletano, a 13 de fevereiro, pelo Teatro Aveirense, a 4 de março, e pelo Teatro Maria Matos, em Lisboa, a 9 de março. Os bilhetes para o concerto na capital já estão disponíveis.

COMPRAR BILHETES

O alinhamento deste espetáculo especial revisita a trilogia discográfica composta pelos trabalhos "Menina" (2016), "Branco" (2018) e "Eva" (2020). Distinguido como Melhor Álbum do Ano pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), "Menina" abre este ciclo que marcou uma viragem na carreira da artista, ao reunir colaborações pouco convencionais e atravessar diferentes universos sonoros.

A trilogia convoca compositores e autores tão distintos como Sérgio Godinho, António Lobo Antunes, Jorge Cruz (Diabo na Cruz), André Henriques (Linda Martini), Kalaf Epalanga (Buraka Som Sistema), Filho da Mãe, Nuno Prata e Peixe (Ornatos Violeta), Pedro da Silva Martins (Deolinda), Luís Severo, Filipe Sambado, Márcia, Sara Tavares, Beatriz Pessoa e Mário Laginha, dando origem a interpretações renovadas e contemporâneas do fado.

"Menina" marcou, assim, uma viragem na carreira de Cristina Branco, cruzando o fado com novas linguagens e reunindo universos distintos. "Branco" aprofundou esse diálogo, afirmando uma identidade musical aberta, plural e inquieta. "Eva" encerrou a trilogia com uma abordagem mais íntima e autoral. Funciona quase como o diário da personagem Eva Houssman, uma fotógrafa dinamarquesa, e gira em torno da pergunta: «o que é para mim a liberdade?"».

Ao vivo, Cristina Branco será acompanhada por cúmplices musicais de sempre: Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Luís Figueiredo (piano).


«Vale o que vale, mas nunca é cedo de mais ou, neste caso, demasiado tarde para ser quem eu quiser ser. O tempo não é uma limitação. Posso mudar ou ser sempre a mesma pessoa, não há regras para isto e procurei sempre coisas que não tive, que não vi antes. Quero orgulhar-me sempre disso. Se não acontecer, simplesmente quero ter a coragem de começar de novo.

Foi esta a premissa para o Menina/ Branco/ Eva que agora celebramos! 

Sejam muito bem-vindos a esta minha, e vossa, casa!»

Cristina Branco

13 FEV
LOULÉ
CINETEATRO LOULETANO
21:30

04 MAR
AVEIRO
TEATRO AVEIRENSE
21:30

09 MAR
LISBOA
TEATRO MARIA MATOS
21:00

LOCAIS DE VENDA:

Ticketline, ABEP, Worten, Fnac, SuperCor Supermercados, It Tabacarias, El Corte Inglés, E. Leclerc, Forum Braga, ComCascais, Casino Lisboa, C C. Sagres Campo Pequeno, Teatro Armando Cortez, Multiusos Guimarães, Super Bock Arena, Teatro Tivoli BBVA e Time Out Market.

Em 2027, Cristina Branco celebra 30 anos de vida artística; uma trajetória marcada pela colaboração com prestigiados músicos e compositores nacionais e internacionais, expandindo constantemente as fronteiras do fado e renovando a tradição com frescura e modernidade. Na estrada, para além do Especial Trilogia "Menina/Branco/Eva" e do seu habitual repertório de fado, continuará a apresentar as canções de "Mulheres de Abril", Prémio José Afonso 2026 e Prémio PLAY na categoria de Melhor Álbum de Música de Raiz Tradicional.

A sua capacidade de unir o respeito pela herança cultural a uma abordagem inovadora valeu-lhe prémios, nomeações e uma presença assídua nos mais conceituados palcos e festivais de música do mundo. O seu trabalho, refletido em 19 álbuns e centenas espetáculos por todo o mundo, reflete uma busca contínua por autenticidade e pela partilha de emoções universais através da música, consolidando o seu lugar como embaixadora da cultura portuguesa no panorama global. 

Tour 2026

23 OUT | OLIVEIRA DE AZEMÉIS (PT), Teatro Municipal (c/ OJM)
06 NOV | DRAMMEN (NO), Drammens Teater

ARS REMEMBER LEVA MÚSICA A MONÇÃO





















A 9 de outubro, o ARS Remember – Música em Permanência convida o público a percorrer Monção através de uma noite que cruza guitarra clássica, fado, vinho e música de celebração, recuperando a memória do ARS Guitar Festival e criando novas experiências em diferentes espaços da vila.

Monção prepara-se para receber, no dia 9 de outubro de 2026, o ARS Remember – Música em Permanência, um novo evento promovido pela ARS Cultural – Associação para a Arte e o Conhecimento, que nasce como uma extensão do universo do ARS Guitar Festival e propõe uma noite dedicada à música, ao património e ao encontro.

O conceito “Remember” parte da vontade de recordar e celebrar o percurso do ARS Guitar Festival, reunindo novamente artistas, público, parceiros e amigos que fizeram parte do projeto ao longo dos anos. Mais do que revisitar o passado, o ARS Remember procura transformar essa memória numa nova experiência cultural, aproximando a música dos espaços patrimoniais e da comunidade de Monção.

A programação começa às 21h00, na Igreja da Misericórdia, com um concerto intimista protagonizado pelo guitarrista clássico Alex de Sousa e pela fadista Cláudia Madeira. Num dos espaços patrimoniais da vila, os dois artistas irão cruzar guitarra clássica e fado português, num momento pensado para uma relação próxima entre música, espaço e público.

A noite prossegue entre as 23h00 e as 23h30 com o Momento Vínico Quinta da Torre – Anselmo Mendes, dedicado à degustação de vinhos e ao convívio entre artistas, convidados e participantes. A iniciativa reforça uma das dimensões centrais do ARS Remember: criar pontos de encontro entre diferentes expressões da cultura e elementos ligados à identidade e ao território.

A partir das 23h30, a celebração muda-se para a Praça Deu-La-Deu, onde os Los Pipos assumem o palco para o concerto principal. Conhecido pela energia dos seus espetáculos e pela proximidade com o público, o grupo será responsável por prolongar a noite, num momento de celebração aberto à participação da comunidade.

Com o mote “Música em Permanência”, o projeto pretende afirmar a cultura como presença contínua na vida das comunidades, promovendo a utilização cultural dos espaços históricos e urbanos e criando oportunidades de encontro entre diferentes públicos.

O ARS Remember procura também contribuir para a valorização de Monção enquanto território cultural e turístico, através de uma programação que articula património, música, produtos locais e participação comunitária.

Para Alex de Sousa Rodrigues, Diretor Artístico do ARS Guitar Festival e Presidente da ARS Cultural, “o ARS Remember nasceu da vontade de manter viva a memória e a energia do ARS Guitar Festival”. O responsável acrescenta que o projeto pretende “voltar a reunir artistas, público e parceiros num ambiente de celebração cultural”, criando simultaneamente “novas experiências e novas memórias para o futuro”.

PROGRAMAÇÃO

21h00 | Igreja da Misericórdia
Concerto
Alex de Sousa – Guitarra Clássica
Cláudia Madeira – Fado

23h00 – 23h30
Momento Vínico Quinta da Torre – Anselmo Mendes
Degustação de vinhos e convívio entre artistas, convidados e público

23h30 | Praça Deu-La-Deu
Concerto Principal
Los Pipos

Bilhetes

O concerto na Igreja da Misericórdia tem o valor de 10 euros por pessoa. Os bilhetes estarão disponíveis através do website da ARS Cultural, com um número limitado de entradas. Caso a lotação não seja esgotada antecipadamente, os bilhetes remanescentes poderão ser adquiridos no próprio dia, antes do início do concerto, até ao limite da capacidade do espaço.

O concerto dos Los Pipos, na Praça Deu-La-Deu, é de entrada gratuita.

BATEU MATOU REGRESSA À CASA CAPITÃO

 



















Os Bateu Matou estão de regresso à Casa Capitão no próximo dia 1 de novembro para uma edição muito especial d’O Nosso Baile: no dia 30 de outubro a banda lança o seu novo álbum, acontecimento que será celebrado neste que será o último baile do ano. Os bilhetes encontram-se à venda.

Esta será a quinta edição d’O Nosso Baile, um evento que vai muito para além de um concerto e que representa a génese da banda: comunhão, comunidade, união, um sítio onde todas e todos têm lugar, a resistência e a união através da música e da dança. Este será também o mote do álbum do trio, cuja mensagem é cada vez mais urgente.

N’O Nosso Baile serão ouvidos clássicos da banda, bem como as canções de “EP1”, editado no início do ano, nas quais se incluem sucessos como “Vou Pó Baile”, “Pomperó” ou “Olinda”.

Os bilhetes para o Baile dia 1 de novembro na Casa Capitão estão à venda na Dice, pelo valor de 19,50€ para o público geral e 6€ para crianças dos 6 aos 12 anos.

Vamos Pó Baile!

O NOSSO BAILE
1 de novembro - Casa Capitão
Concerto às 16h
Adulto 19,50€ | Criança 6€
Bilhetes disponíveis aqui

JAFUIPEDRO AO VIVO





















JAFUIPEDRO
prossegue em outubro a digressão de apresentação de “Coreto Pop”, o seu EP de estreia a solo. Depois de uma primeira passagem pela Casa da Mully, em Lisboa, a 26 de setembro, Pedro Afonso apresenta agora o novo trabalho no Maus Hábitos, no Porto, a 15 de outubro, seguindo depois para a Casa de Gigante, em Vale do Pereiro, Sertã, no dia 24.

Editado em setembro, “Coreto Pop” reúne seis canções e consolida o percurso a solo iniciado pelo cofundador, vocalista e guitarrista dos NORTON em 2022. As novas datas transportam para palco um trabalho construído em torno da imagem do coreto enquanto lugar de encontro, partilha e celebração, transformando esse espaço simbólico na casa das diferentes dimensões musicais que convivem no EP.

A próxima paragem acontece a 15 de outubro no Maus Hábitos, no Porto. Os bilhetes para o concerto têm o valor de seis euros e já se encontram disponíveis através da Shotgun. Nove dias depois, a 24 de outubro, JAFUIPEDRO segue para Vale do Pereiro, na Sertã, para uma atuação na Casa de Gigante, com bilhetes a três euros para sócios e cinco euros para não sócios.

Dividido simbolicamente em dois lados, “Coreto Pop” explora duas formas de habitar o mesmo universo musical. Uma dimensão mais elétrica e expansiva aproxima parte das canções da energia de uma banda, enquanto o outro lado recupera a exposição e simplicidade do cantautor, colocando voz, instrumento e palavra no centro. É entre esses dois espaços que o EP procura preservar a vulnerabilidade que tem acompanhado JAFUIPEDRO desde o início do projeto.

O disco conta ainda com duas participações. Catarina Cruz junta-se a JAFUIPEDRO em “Tudo ou Nada”, single que acompanhou a edição do EP, enquanto Bia Maria participa em “Dia Normal”. Composto e gravado entre 2024 e 2026, “Coreto Pop” foi desenvolvido em diferentes espaços de Castelo Branco, entre a Fábrica da Criatividade, a Casa dos Quintais e o Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco.

“Tudo ou Nada” sintetiza parte da tensão que atravessa o trabalho, confrontando a tentação de jogar à defesa com a necessidade de arriscar. A própria estrutura da canção acompanha esse movimento: quando parece aproximar-se do conforto de um último refrão, o peso instrumental desaparece abruptamente, deixando apenas voz e guitarra e expondo a composição na sua forma mais elementar.

Natural de Castelo Branco, Pedro Afonso conta com mais de duas décadas de atividade na música portuguesa. Cofundador, vocalista e guitarrista dos NORTON, banda formada em 2002 e com cinco álbuns de originais editados, construiu com o grupo um percurso que passou por diferentes palcos europeus e chegou também ao Japão.

Em 2022, iniciou JAFUIPEDRO a partir de uma vontade de exploração introspectiva e renovação estética, marcando também a sua estreia na composição e interpretação em português depois de um percurso com os NORTON desenvolvido maioritariamente em inglês. Influenciado pela cultura DIY e pela música indie, encontrou na guitarra, nos sintetizadores e nas drum machines uma linguagem mais pessoal e assente na simplicidade.

Depois de uma primeira apresentação de “Coreto Pop” em Lisboa, JAFUIPEDRO leva agora o seu coreto a dois novos pontos do país. Porto e Vale do Pereiro recebem em outubro as próximas apresentações de um EP que encontra precisamente no encontro e na partilha a imagem a partir da qual foi construído.

JAFUIPEDRO — “Coreto Pop” | Digressão

 

15 de outubro — Maus Hábitos, Porto  

Bilhetes: 6€ | Disponíveis na Shotgun

24 de outubro — Casa de Gigante, Vale do Pereiro, Sertã  
Bilhetes: 3€ sócios | 5€ não sócios

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

PROGRAMA DE 05/10/26

1 - Basalto - Sunburn
2 - Sean Riley & The Slowriders - Everything changes
3 - Paus - Ficamos por aqui
4 - Afonso Dubraz - Café ft Mar.iana
5 - Beatriz Rosário - O meu fado
6 - Plutónio - Isaltino
7 - Valle - Modo de voo
8 - Um Corpo Estranho - Grifo
9 - Mundo Cão - Morfina
10 - Tren Go! Sound System - Slowburner
11 - Fipos - Desígnios
12 - Azzaya - Glory upon thee com Mónica Coelho
13 - Podah - Eat the billionaire

domingo, 4 de outubro de 2026

INAUGURAÇÃO RCA CLUB – DRAC NA FIGUEIRA DA FOZ





















Dia 17 de outubro, abre oficialmente uma nova etapa na música ao vivo da Figueira da Foz com a inauguração do RCA CLUB – DRAC.

Para assinalar esta primeira noite, os RCA reúnem-se especialmente para um regresso aos palcos, acompanhados por três bandas convidadas: MUSENESS, tributo a Muse, os portuenses HEAVY OCEAN e os locais TURN COASTERS, ambos com repertório original.

Quatro bandas para inaugurar um espaço que junta duas histórias e uma vontade comum: trazer mais música ao vivo à Figueira da Foz.

E porque uma inauguração também se celebra de copo na mão, entre as 21h00 e as 22h00 haverá bar aberto à cerveja.

RCA CLUB – DRAC. A primeira noite começa aqui.

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

PROGRAMA DE 02/10/26

1 - Um Corpo Estranho - Grifo
2 - Ganso - Herói/Vilão (emmy Curl remix)
3 - Bad Tomato - Get up (now)
4 - Tipo - Mesmo sem querer
5 - Elisa e Tiago Nogueira - A saudade aperta
6 - Virgem Suta - Exporto tristeza (acústico)
7 - Capitão Fausto - Quando vais dormir
8 - Post Saudade - Miss cocaine
9 - The Wraygunn - Under my skin
10 - Sidderor - The realm of lies
11 - Voronet Blue - Grip
12 - Lovedust - Life goes on
13 - Chek1 & Benny Broker - Nada de outro mundo (com Sofia Sá)
14 - Espama Trincana - Cometa
15 - Silentide - Certezas

MXGPU APRESENTA 'LIVE OVER PORTO'


O impressionante espetáculo 360° gravado sobre o palco principal do Primavera Sound Porto já está disponível!

MXGPU, o projeto colaborativo dos artistas portugueses Moullinex e GPU Panic, anuncia o lançamento de ‘Live Over Porto’, um live set completo gravado durante a sua extraordinária atuação no Primavera Sound Porto, em junho de 2026.

Filmado num único take e suspenso sobre o público no palco principal do festival, ‘Live Over Porto’ eleva o característico formato live 360° de MXGPU a uma das suas performances mais ambiciosas até à data.

Quebrando a tradicional separação entre artistas e público através de um palco convencional, MXGPU sobrevoaram a multidão, envolvendo a pista de dança com som, movimento e novos visuais. Suspensos por uma grua, a dupla esteve a cerca de 30 metros sobre o público do palco principal do Primavera Sound Porto. O resultado é uma performance eletrónica para ser experienciada de todos os ângulos, com o público no centro da experiência.

Depois de ‘Live Over Lisbon’, em 2025, vídeo-concerto realizado sobre o rio Tejo, na capital portuguesa, ‘Live Over Porto’ leva a exploração contínua da dupla entre música, performance e experiência imersiva diretamente para o coração da pista de dança.

Sobre a experiência, MXGPU relata:
“Um ano depois de voarmos sobre o rio, decidimos trazer o desafio para cima da pista de dança. O Primavera Sound Porto desafiou-nos a ir mais longe; suspensos 30 metros acima do público, numa grua e envolvidos numa instalação de luz que desenhámos especificamente para este momento, encerrámos o palco principal. O risco era real. Nós literalmente elevámo-nos à altura do desafio. Ver o público lá em baixo enquanto tocávamos é uma imagem que ficará sempre connosco.”

No dia 10 de outubro, MXGPU levam a sua exploração de espaços não convencionais para o subsolo com ‘Live Under Lisbon’, um evento concebido e curado pela própria dupla. A decorrer no Hidden Metro Olaias, o evento irá transformar este espaço subterrâneo num clube temporário durante mais de oito horas, reunindo Adriana Ruas, Isadora (Live), Madd Rod e Sainte Vie (Live), além de MXGPU (Live).

DE OLIVEIRA APRESENTA O SEU PRIMEIRO ÁLBUM: "RADIA SONS"













Radia Sons, o primeiro álbum do cantor e compositor De Oliveira (Hugo de Oliveira), é um projeto que celebra a música como energia capaz de unir histórias, sentimentos e pessoas.

Com sonoridades contemporâneas e uma identidade artística forte, o disco revela maturidade, sensibilidade e autenticidade, convidando o público a sentir e a mergulhar na vibração de cada tema.

Radia Sons é uma viagem pela música popular portuguesa, com raízes no Minho, território simbólico onde tradição e emoção caminham lado a lado, com o cruzamento de elementos de fado e pop contemporâneo, e a envolvência dos ritmos quentes latinos.

Uma sonoridade eclética, que cria a identidade e sonoridade simultaneamente emotiva, envolvente e atual, capaz de dialogar com diferentes gerações. Os arranjos equilibram tradição e contemporaneidade, reforçando o carácter identitário do projeto.

São 13 temas de pura magia e que contam com a participação de Patrícias SA. Taipam. Tdup, Sílvia Sequeira, Kiko Pereira, António Mão de Ferro, Pedro Vaz entre outros. Cada faixa é um pedaço de mundo, uma história contada em cores, sons e emoções. Este álbum é um convite a deixar o coração guiar, sentir, rir, chorar e a voar através da musica.

“Radia Sons é o meu primeiro álbum, e talvez por isso seja também uma das partes mais sinceras de mim que alguma vez partilhei.

Cada música tem uma história. Algumas nasceram da alegria, outras da saudade, do amor, da dor, da esperança ou simplesmente da vontade de viver. São diferentes pedaços de mim, reunidos num só lugar. Neste disco deixei-me viajar por vários sons e influências. O fado, o pop-rock, o indie, a música tradicional e os ritmos latinos encontram-se aqui. Cada um traz uma cor diferente a esta viagem.”

— De Oliveira

Radia Sons é concebido como uma viagem emocional pela música e pelas experiências humanas, o disco celebra a música como uma energia capaz de unir histórias, sentimentos e pessoas.

Com uma atitude artística marcada pela esperança e pela proximidade emocional, o músico assume hoje o seu percurso como artista independente, determinado a construir uma carreira baseada na autenticidade e na liberdade criativa. Com Radia Sons, De Oliveira reforça a sua identidade musical e abre caminho para um álbum que se propõe celebrar a música como espaço de encontro, emoção e transformação.

A capa, desenhada pelo artista Parizone, captura visualmente a essência do álbum, refletindo os fragmentos musicais que o compõem.

E temas como “Vamos fazer Match” ou “Voa Livre, Coração” e ” Tens Razão” são algumas das novas peças do universo musical que De Oliveira tem vindo a construir.

Ao mesmo tempo que lança Radia Sons, De Oliveira anuncia também o seu primeiro concerto de apresentação, dia 18 de Dezembro, no Mouco, Porto.

SOBRE DE OLIVEIRA

DE OLIVEIRA é o nome artístico de Hugo de Oliveira, músico que cresceu em Guimarães, cidade onde mantém as suas raízes familiares, e mais tarde mudou-se para o Porto, onde concluiu os seus estudos académicos, incluindo um Mestrado em Gestão de Marketing. Durante este percurso integrou vários grupos académicos e foi fundador da TAIPAM, mostrando desde cedo a sua dedicação à cultura e à criatividade. A música acompanhou-o desde sempre: primeiro de forma espontânea, cantando como quem liberta emoções guardadas, e mais tarde através da participação em serenatas e tunas académicas, onde encontrou no palco um espaço natural de expressão e onde o seu timbre melódico ganhou forma e identidade. A partir daí começou a construir uma identidade artística própria, marcada pela fusão entre tradição e modernidade. As suas influências atravessam diferentes universos: da música popular portuguesa — rica em histórias e tradição — ao pop e ao rock internacional. Dessa mistura nasce uma sonoridade onde a palavra ocupa sempre o lugar central. Nas suas canções, De Oliveira procura transformar experiências e emoções em narrativas partilhadas, explorando o amor nas suas múltiplas formas: o amor imperfeito, o amor que se perde, o amor que cura e o amor que constrói. Atento ao que o rodeia, transforma detalhes do quotidiano em poesia e pequenos gestos em símbolos universais — o que faz com que as suas canções toquem cada ouvinte de forma pessoal. Hoje, assume-se como artista independente, determinado a construir o seu percurso com autenticidade, paixão e liberdade criativa. Não procura apenas cantar: procura emocionar, inspirar e criar laços através da música.

RADIA SONS - ÁLBUM:

Lançamento: 02 de Outubro de 2026

Já disponível em todas as plataformas digitais

(Spotify, YouTube, Apple Music)

Género: Eclético, pop rock, indie, música tradicional portuguesa, sons latinos

BEATRIZ ROSÁRIO LANÇA HOJE O NOVO SINGLE “O MEU FADO”, O PRIMEIRO CAPÍTULO DE UMA TRILOGIA MUSICAL, QUE DÁ INÍCIO A UM NOVO CICLO.





















Beatriz Rosário lança hoje o novo single “O Meu Fado” (distribuição Altafonte), o primeiro capítulo de uma trilogia musical, que dá início a um novo ciclo na sua carreira. Ouvir. 

Produzido por MIGZ e Ariel, e escrito por Beatriz Rosário e Ella Nor, “O Meu Fado” é um tema que fala de superação e esperança, afastando-se da dimensão exclusivamente melancólica tantas vezes associada ao fado.

A canção abre com palavras de Fernando Pessoa, interpretadas pela mãe de Beatriz Rosário, e revisita a identidade portuguesa a partir de uma linguagem contemporânea, cruzando elementos da tradição musical portuguesa com ritmos e sonoridades atuais e aproximando o universo do fado de uma nova geração.
“Depois do álbum, não queria fazer apenas canções. Criei uma história à volta de três capítulos que, para mim, fazem total sentido. Olhei para o relógio como uma viagem entre o presente, que é o ponto de partida, o passado de quem nós já fomos e o futuro de quem podemos ser amanhã”, explica Beatriz Rosário. Esta trilogia surgiu depois da meia-noite, um momento que a artista considera propício à introspeção.

“O Meu Fado” sucede ao lançamento de “ALFA”, álbum editado em 2025, e ganha também uma dimensão visual através de um videoclipe filmado em Alfama, Lisboa, com a participação da comunidade, numa celebração das raízes e da portugalidade.
Beatriz Rosário tem vindo paulatinamente a conquistar os fãs e a crítica, contando igualmente com airplay considerável nas rádios nacionais e centenas de milhares de streams nas plataformas digitais.

Os dois capítulos seguintes da trilogia têm lançamento previsto até ao final de 2026, conduzindo esta viagem do presente ao passado e, finalmente, ao futuro - e revelando, ao longo do caminho, uma colaboração lusófona a anunciar.

CONCERTO DE CELEBRAÇÃO DA CARREIRA DE LUÍS REPRESA ESGOTA COLISEU DE LISBOA

 



















Ana Moura, Camané, Edu Miranda, João Pedro Pais, João Só, Jorge Cruz, Luísa Sobral, Mafalda Veiga, Mariana Nuñez, Marisa Liz, Miguel Nuñez, Ricardo Ribeiro, Rui Veloso, Stewart Sukuma, os outros Trovante, no Porto e os Quatro e Meia e Vitorino também em Lisboa, juntam-se para concretizar os concertos que Luís Represas tinha agendado para assinalar os seus 50 anos de carreira em 2027.

Os espetáculos mantiveram as datas previstas e decorrerão a 10 de Abril em Lisboa, num Coliseu já esgotado, e na semana seguinte, a 17 de Abril, no Coliseu do Porto.

A direção musical será de Manuel Faria, presente e ativo no Trovante, com Carlos Garcia, essencial na carreira a solo de Luís Represas e Miguel Nuñez, pianista cubano, produtor do primeiro disco a solo de Represas e com quem colaborou inúmeras vezes.

Luís Represas iniciou a sua carreira em 1976 e, depois da passagem pelo Trovante, construiu um percurso a solo marcado por êxitos como “Feiticeira”, “Neva sobre a marginal”, “Da próxima vez” e “Fora de tempo”.

SAFARI ZONE ATECIPAM DISCO DE ESTREIA















Safari Zone
apresentam “Turbo Intercooler”, o novo single e primeiro avanço oficial para “1420.FM”, álbum de estreia da banda. Depois de terem revelado, em março, “Intergalactic Jazz Club” como prelúdio do universo conceptual do disco, o grupo dá agora início à viagem propriamente dita, entrando a bordo da nave que os acompanhará numa travessia marcada pela separação entre aquilo que ficou para trás e a incerteza do que poderá existir pela frente.

Se “Intergalactic Jazz Club” funcionava como espaço de transição e ponto de partida, “Turbo Intercooler” representa o momento da descolagem. A nave que dá nome à canção torna-se companheira de viagem dos Safari Zone e estabelece o movimento que conduzirá a narrativa de “1420.FM”, afastando definitivamente os seus protagonistas do passado e projetando-os para um futuro ainda desconhecido.

Essa passagem encontra correspondência numa letra construída entre inquietação pessoal e imaginário cósmico. Partindo de um cenário íntimo, marcado pelo silêncio, pelo peso dos pensamentos e por uma sensação de repetição e desgaste, “Turbo Intercooler” começa por olhar para aquilo que já não satisfaz antes de deslocar progressivamente a perspetiva para fora desse espaço. Perante o cansaço do que permanece igual, surge o desejo de algo maior: já não apenas outro lugar, mas o próprio universo.

A viagem funciona, nesse sentido, simultaneamente como deslocação física dentro da narrativa de “1420.FM” e como tentativa de ganhar distância suficiente para observar a realidade de outra perspetiva. Ao longo da canção, o olhar abandona gradualmente aquilo que lhe é familiar para navegar pelo vazio, entre asteroides e nebulosas, enquanto a própria ideia de fuga se confronta com a constatação de que nem a distância transforma necessariamente aquilo de que se procura escapar.

É também nesse espaço que “Turbo Intercooler” introduz uma visão menos idealizada do cosmos. Vista de longe, a realidade continua a carregar as suas próprias contradições: nem o Sol existe sem um lado escuro, nem as estrelas são tão luminosas quanto parecem. A promessa de descoberta convive, assim, com a consciência de que partir não significa encontrar imediatamente respostas, colocando a canção entre a vontade de libertação e a incerteza perante aquilo que espera do outro lado.

“Turbo Intercooler” inaugura desta forma o percurso central de “1420.FM”, um álbum conceptual de 11 faixas pensado como uma travessia atribulada pelo cosmos e uma reflexão sobre a procura humana por propósito e pertença. Depois de “Intergalactic Jazz Club” ter apresentado o espaço onde essa necessidade de mudança começava a ganhar forma, o novo single concretiza finalmente a partida e estabelece a nave onde decorrerá a viagem.

Formados em 2019, os Safari Zone têm vindo a desenvolver uma linguagem assente no indie rock e na construção de atmosferas capazes de deslocar a experiência quotidiana para territórios de introspeção e imaginação. Em 2023 editaram o EP “This World is an Anteater”, trabalho que antecedeu uma presença crescente em palco, com passagens pelo Festival Académico de Lisboa, Arraial do Técnico e Casa da Música, além da vitória no concurso de bandas do Festival Metamorfose.

Com “Turbo Intercooler”, os Safari Zone abrem agora oficialmente o primeiro capítulo de “1420.FM”. A viagem que começou a ser sugerida em “Intergalactic Jazz Club” abandona finalmente o ponto de origem e entra em movimento, deixando para trás um passado ao qual já não é possível regressar e avançando em direção a um futuro cuja forma permanece, por enquanto, desconhecida.

PEDRO DA LINHA EDITA NOVO DISCO MÚSICA MENOR MAS FELIZ















Fotografia promocional. Créditos: Ana Viotti

Pedro da Linha edita hoje Música Menor mas Feliz, um álbum que dança a tristeza, que celebra essa capacidade da música de transformar a dor em purga, expiação ou até catarse. Fá-lo nas pistas de dança, nos concertos ao vivo, na possibilidade de sermos resgatados pelo colectivo.

Pedro da Linha mostra-nos o milagre transformador que a música pode carregar em Música Menor mas Feliz. Falamos da transformação da tristeza em alegria, num arco de superação em que, sem esquecer que o mundo nem sempre é um lugar bonito, a felicidade se assume, muitas vezes, como uma arma de combate e de resistência. Sobretudo quando a música puxa o corpo para o seu lado, quando lhe dá corda num convite para baixar as defesas e para se entregar por completo àquilo que, num certo sentido, é a única coisa que realmente existe: o agora.

E se há coisa que vibra além das colunas e dos auscultadores e nos invade com uma certeza é a de Música Menor mas Feliz nos inundar com essa sensação de que é feita para o agora. Para o presente, enquanto tempo histórico em que vivemos; mas também para nos fazer presentes, libertando-nos de outras distracções e exigindo a nossa libertação total.

Música Menor mas Feliz ganha corpo e forma através da convicção pessoal de Pedro da Linha de que, dentro da tristeza, é também possível dançar e estar feliz. De que a tristeza não é uma prisão, nem tão-pouco limitativa ou infértil. Mesmo que os acordes e as escalas sejam menores, é sempre o que fazemos com eles que determina a sua verdadeira natureza.

Testados ao vivo em concertos ou em DJ sets, e depois ajustados e ajeitados às reacções que foram produzindo, os temas de Música Menor mas Feliz colocam-nos perante a clara sensação de que estes “pedaços de tristeza”, como Pedro da Linha lhes chama, se convertem noutra coisa na presença de outros. Este é um álbum em que se celebra essa transformação e essa capacidade de sermos resgatados pelo colectivo.

E este é Pedro da Linha a ganhar foco em 12 canções para as quais nos convida. Tenhamos nós a coragem de, percebendo a precariedade do mundo, celebrar o facto de estarmos vivos agora.

Música Menor mas Feliz já gerou vários singles além do mais recente "Alma": "Para Quê" com Lucy Val, "Dos Olhos Teus" com ela li e "Força".

Na apresentação ao vivo de Música Menor mas Feliz, Pedro da Linha atua em formato live e faz-se acompanhar pelos músicos Pedro Ferreira no baixo e guitarra elétrica e Zé Cruz na viola, pandeiro, percussão e trompete.

Os bilhetes para a apresentação ao vivo a 23 de outubro na Casa Capitão em Lisboa já estão disponíveis.

Sobre Pedro da Linha: 

Pedro Maurício, mais conhecido como Pedro da Linha, é considerado um dos nomes de peso da música eletrónica portuguesa, tendo a batida como base essencial da sua produção musical. Natural da Damaia, conquistou inicialmente o cenário da música eletrónica global com produções que evidenciam o som dos subúrbios de Lisboa.

Já colaborou com vários artistas e produtores de destaque na música tradicional e urbana portuguesa, como Carlão, Ana Moura, Pedro Mafama, Branko, Eu.Clides, Dino D’Santiago, ProfJam, Diogo Piçarra, além de Rincon Sapiência, do Brasil. Em 2017, uma das suas faixas, “Drenas”, foi apresentada num dos desfiles do Savage X Fenty Show, de Rihanna. Em 2024, Pedro da Linha regressou aos lançamentos em nome próprio com dois EPs, um de remisturas e o mais recente, Dicas. Foi curador e protagonista das festas “Arrebita”, durante a sua residência no Musicbox, em Lisboa, e, em digressão, passou por cerca de duas dezenas de palcos de norte a sul do país.

Este ano, Pedro da Linha continua a revolucionar as pistas de dança nacionais, lançando Música Menor mas Feliz que promete consolidar, ainda mais, o seu lugar como um dos nomes mais inovadores da música eletrónica portuguesa.