quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

PROGRAMA DE 13/12/18

1 - PZ - Banano
2 - Conjunto Corona - Dali somali
3 - Plastic People - Ghosts
4 - The Happy Mess - Girl on the wire
5 - Maria - I can feel your green vibes
6 - The Twist Connection - Sweet little diamond
7 - Quadra - Pulsar
8 - Mind da Gap - Não me habituo
9 - Mike el Nite - Arco-íris (ft Catarina Boto)
10 - Cristina Branco - Rossio
11 - Os Azeitonas - Pessoas
12 - Tiago Nacarato e Salvador Sobral - Tempo
13 - Caio - Pedrógão
14 - Sangre Ibérico - Olha para mim
15 - Palankalama - Zero passos

TERESA SALGUEIRO EM CASTELO BRANCO




















Teresa Salgueiro irá apresentar o seu concerto “O Horizonte e a Memória” no próximo dia 15 de Dezembro no Cine Teatro Avenida, Castelo Branco, pelas 21h30.

O Horizonte e a Memória irá decorrer num cenário envolvente e íntimo onde Teresa Salgueiro nos apresentará um breviário de canções representativas da melhor tradição musical portuguesa.

Tendo como fio condutor o seu album de originais "O Horizonte", lançado em 2016, a autora interpreta também dos mais conhecidos temas dos Madredeus, prestando ainda homenagem a Amália Rodrigues, José Afonso, Carlos Paredes, entre outros. Irá transportar-nos assim a um universo que nos é próximo e simultaneamente surpreendente.

A voz que há três décadas canta Portugal e encanta o mundo, eleva-nos com o seu estilo único e inconfundível, através da poesia e da música, num Espectáculo que é uma reflexão sobre o que é ser humano e onde habilmente se entrelaça o presente, o passado e o futuro.


Teresa Salgueiro | VOZ
Rui Lobato | BATERIA, PERCURSÃO E GUITARRA
Óscar Torres | CONTRABAIXO
José Peixoto | GUITARRA
Carisa Marcelino | ACORDEÃO

Carisa Marcelino | ACORDEÃO

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

THE MANCHESTERS - "SINGING IN THE RAIN (and i'm on fire)

PROGRAMA DE 12/12/18

1 – Beautify Junkyards – Sybil’s dance
2 – Nádia Shilling – Bad as me
3 - April Marmara – New home
4 – Monday - Change
5 – L Mantra – Indian girl
6 - Birds Are Indie – Messing with your mind
7 - Mind Da Gap – Carpe diem
8 – Mike el Nite - Arco-íris (ft. Catarina Boto)

9 – Linda Martini – É só uma canção
10 – Mundo Cão – As mulheres que muito amamos sem regresso nem lamento
11 – 47 de Fevereiro – La favorita
12 – PAUS – Faca cega
13 – Baleia Baleia Baleia – Quero ser um ecrã
14 – Palas - Saltar à corda

OUTONALIDADES









Inscrições de grupos, até 31 de janeiro, aqui:
dorfeu.pt/outonalidades

Decorrem até 31 de janeiro as inscrições de grupos para o próximo OuTonalidades - circuito português de música ao vivo, cuja 23ª edição iniciará no outono de 2019. Os grupos interessados podem inscrever-se através do site oficial, em dorfeu.pt/outonalidades.

As inscrições são abertas a projetos musicais de todos os géneros, que pretendam integrar a Bolsa de Grupos do OuTonalidades 2019. Após a inscrição online dos grupos, irá decorrer a fase de pré-seleção, da qual resultará a Bolsa de Grupos da 23ª edição.

Segue-se a Mostra Pré-OuTonalidades no final de março, envolvendo projetos que pretendam apresentar-se ao vivo, como complemento da sua pré-seleção, na presença de potenciais programadores do circuito. O OuTonalidades reforça também o leque de alianças internacionais, fazendo o circuito extravasar a geografia nacional e multiplicando as oportunidades de circulação dos grupos participantes.

A partir de março, os espaços de música ao vivo aderentes já poderão programar os concertos desta 23ª edição, a realizar-se de setembro de 2019 a março de 2020, conforme já decorre na atual edição, com a novidade da temporada extra.

Paralelamente, a atual 22ª edição continua a percorrer o país de lés-a-lés e prepara-se agora para mudar de estação, com a temporada extra que decorre até 21 março 2019. O calendário de concertos, em constante atualização, pode ser consultado no site oficial, em dorfeu.pt/outonalidades.

Junta o teu grupo ao OuTonalidades!

dorfeu.pt/outonalidades

NOVO SINGLE DE SANGRE IBÉRICO




















Os Sangre Ibérico apresentam “Olha Pra Mim”, o novo single retirado do seu disco de estreia, Sangre Ibérico. Da autoria de Pedro Campos, “Olha Pra Mim” é uma história de companhia e de amor, tão apropriada aos dias que correm. De olhos nos olhos, no caminho do amor, para se ser feliz. "Olha Pra Mim" é mais um tema onde podemos encontrar a versatilidade vocal e de estilos que caracteriza um dos projetos mais interessantes da música portuguesa, uma mistura de fado e flamenco, envolvida num Pop moderno.

O disco de estreia dos Sangre Ibérico entrou diretamente para o quinto lugar do Top Nacional de Vendas. Trata-se de um disco homónimo, Sangre Ibérico, com 12 temas, entre inéditos e versões de temas bem conhecidos do grande público, com a participação de alguns dos nomes mais importantes da música portuguesa, enquanto autores e compositores.

Em “Sangre Ibérico” pretende-se evidenciar o ADN ibérico destes três músicos de excelência, cuja sonoridade é fortemente influenciada pelo Fado de Portugal e pelo Flamenco de Espanha. A produção do álbum ficou a cargo de Pedro Jóia, um dos mais reconhecidos nomes da música portuguesa atual, que graças ao seu conhecimento e experiência conseguiu aliar à portugalidade e influência castelhana que caraterizam o grupo, uma linguagem Pop e contemporânea.

Os Sangre Ibérico afirmam-se pelo poderoso som da guitarra flamenca de Paulo Maia e pelo cajón de Alexandre Pereira, abordado com uma linguagem viva e atual, aliados à interpretação vocal única e empolgante de André Amaro. Sangre Ibérico, um projeto musical que alia a tradição à modernidade, num registo inovador!

Redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/SangreIbericoppa/
Instagram: https://www.instagram.com/sangre_iberico_oficial/
Youtube: https://www.youtube.com/channel

UNiÂO DAS TRIBOS AO VIVO









"AO VIVO NO PARADISE GARAGE" foi captado na sala Lisboeta a 2 de Junho de 2016, dia em que a banda fez a primeira parte do grupo Dinamarquês D.A.D.

Este disco é o primeiro de uma trilogia de concertos ao vivo (clube/auditório/ar livre) que a União das Tribos planeia lançar nos próximos meses.

O cd é um exclusivo Fnac e o trabalho também pode ser escutado nas plataformas digitais desde o passado dia 6 de Dezembro.

"NINGUÉM NOS PODE PARAR", single editado em Outubro deste ano, tornou-se na canção mais escutada da banda, ultrapassando os 35.000 plays no Youtube

MAX EM DIGITAL




















Se fosse vivo, Max teria hoje 100 anos.

Nos anos 40, deu nas vistas como baterista e vocalista do conjunto Tony Amaral, com quem actuou em Lisboa no Clube Americano e no Nina, sendo depois contratado para actuar a solo no Rádio Clube Português. Em 1949, assina pela Valentim de Carvalho e estreia-se com um 78 rotações que inclui “Bailinho da Madeira e “Noites da Madeira”.

Seguiram-se 30 anos de carreira com dezenas de discos, digressões em todos os continentes ─ incluindo actuações no talk-show de Groucho Marx na NBC ─, participação em revistas no Parque Mayer e num par de filmes ao lado de Raul Solnado e de Artur Semedo. Um caso distinto e constante de popularidade.

Max é o nosso Bing Crosby em “Noites da Madeira”, o crooner nacional que só tem paralelo em Tony de Matos, mas que também canta “Vielas de Alfama” como o mais castiço dos fadistas ou à capela em “Ó Ai Ó Linda” como voz de coro da Beira Baixa a deslizar por ascendências magrebinas, para logo surfar a onda latino-americana com “Cha Cha Cha em Lisboa” (e brincar com a letra citando a sua “Rosinha dos Limões”, que Caetano Veloso viria a imitar, com sotaque madeirense e tudo, num célebre concerto no Coliseu de Lisboa nos anos 80…), ao mesmo tempo que ironiza e diríamos que desmonta o “folclore” e a “política do espírito” do Estado Novo e de António Ferro nas inesquecíveis interpretações de “Bate o Pé” e “Bailinho da Madeira”, ou até mesmo no clássico “Pomba Branca” com letra de Vasco Lima Couto.

E que dizer do eterno “A Mula da Cooperativa”, um Portugal puro, cantarolado em nonsense num número que é ao mesmo tempo cabarético e circense, produzindo um improvável retrato micro-social.

Mais do que relembrar, é bom não esquecer quem foi Maximiliano de Sousa, nascido no Funchal, a 20 de Janeiro de 1918.

A compilação NOITES DA MADEIRA chegou às plataformas digitais, um disco originalmente editado em formato CD. São 40 temas que traduzem a diversidade do repertório de Max, crooner-fadista-cantor-jazzman-cantador-humorista e figura ímpar do entretenimento!


ALINHAMENTO DO DISCO
Noites da Madeira
Tingo lingo lingo
Cha cha cha em Lisboa
A mula da cooperativa
Bailinho da Madeira
Bate o pé
Sinal da Cruz
Menina das tranças loiras
Pomba branca, pomba branca
Ó ai menina ó ai
Baile dos vilhões
Outono na cidade
Porto Santo
Tomar
Quando é lua nova
Baile camponês
A noite
A Micas das violetas
Maria rapaz
Maria tu tens a mania
A Rosinha dos limões
Nem às paredes confesso
A Júlia florista
Já me deixou
Fiz leilão de mim
Tenho saudades de mim
Saudade da madrugada
Carta de um soldado
Clarim
Fado do Zé Ninguém
As duas mortalhas
Ana Maria
Perdida
Perdão
Tudo te dei
Não voltes
Lamentos
Quadras soltas
Ó ai ó linda
Vielas de Alfama

ORNATOS VIOLETA NO MARÉS VIVAS














Os Ornatos Violeta, separados desde 2002, comemoram o 20.º aniversário do seu segundo e último álbum com um “curto regresso aos palcos”, em julho de 2019, no Festival Marés Vivas, em Gaia, anunciou hoje à Lusa a PEV Entertainment.

Dezassete anos depois da separação, a banda portuguesa de rock alternativo, formada em 1991, no Porto, sobe ao palco principal do Marés Vivas a 20 de julho, para interpretar o seu segundo e último álbum de originais, “O Monstro Precisa de Amigos”, disse a PEV, promotora do festival.

Editado a 22 de novembro de 1999, “O Monstro Precisa de Amigos”, que contou com as participações da banda portuguesa Corvos, do cantor Vítor Espadinha e de Gordon Gano, vocalista dos Violent Femmes, foi consagrado como álbum do ano nos prémios Blitz de 1999, arrecadando também os prémios de melhor voz masculina, melhor canção (com "Ouvi Dizer") e melhor grupo português.

Em 2009, a mesma revista escolhe “O Monstro Precisa de Amigos” como o terceiro melhor álbum dos anos 90, atrás de “Viagens”, de Pedro Abrunhosa, e “Mutantes S.21”, da banda Mão Morta, e como um dos melhores álbuns portugueses editados entre 1960 e 2000.

Depois de se terem separado, os Ornatos Violeta regressaram em 2012 para celebrar os 20 anos da sua formação com oito concertos especiais.

Antes do “O Monstro Precisa de Amigos”, em 1999, a banda portuguesa, composta por Manel Cruz, na voz, Nuno Prata, no baixo, Peixe, na guitarra, Kinörm, na bateria, e Elísio Donas, nos teclados, lançou em 1997 o seu primeiro trabalho, “Cão!”, com o tema “Letra S”, em dueto com a vocalista dos Clã, Manuela Azevedo.

O Festival Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, decorre de 19 a 21 de julho e tem já confirmada, além dos Ornatos Violeta, a presença do artista britânico Sting.

A atuação de Sting, agendada para 21 de julho, insere-se numa digressão que o artista irá fazer pela Europa, no verão de 2019, intitulada “Sting: My Songs”.

A organização já anunciou a diminuição do preço dos bilhetes em 2019, depois de o Orçamento do Estado (OE) aprovado ter reposto o IVA dos espetáculos na taxa de 6%.

O passe para os três dias passa para os 61 euros, menos quatro euros, enquanto o bilhete diário baixa dos 35 para os 33 euros.

SYF // MAG

Lusa/Fim

JAFUMEGA EM AVEIRO














Os Jafumega atuam no próximo dia 11 de janeiro nas Festas de São Gonçalinho, numa noite onde vão recordar alguns dos temas como Latin’américa, Nó Cego, Kasbah, Ribeira, entre outras, que marcaram o grupo na história da música popular portuguesa.

GRANDFHATHER?S HOUSE AO VIVO












Grandfather's House terminam 2018 com concerto no Centro Cultural Olga Cadaval

Sexta feira, 14 de dezembro, em Sintra, e os bilhetes podem ser adquiridos através da Ticketline.

Grandfather’s House surge em meados de 2012, em Braga, como “one-man band” pelas mãos do atual guitarrista Tiago Sampaio. Mais tarde, em 2013, a sua irmã, Rita Sampaio, junta-se à banda como vocalista e, em 2014 lançam o seu 1º registo - o EP “Skeleton”. Após o lançamento, João Vitor Costeira, adiciona bateria à banda finalizando a sua formação, com Rita Sampaio ainda nos sintetizadores. Na promoção deste percorrem Portugal, juntamente com uma tour na Galiza (Espanha), destacando-se presença em vários festivais: Festival Vodafone Paredes de Coura, Festival Avante, Noites Ritual e Indie Music Fest. Em março de 2016 é editado o primeiro longa-duração da banda - “Slow Move” -, com uma sonoridade marcadamente mais “pop” e “synth-pop” - contrastante com o “blues”do 1º EP - tendo sido aclamados pelo público e pela crítica. Com, este atravessaram o país para mais de 100 concertos - incluindo o Festival Vodafone Paredes de Coura 2016 - e, internacionalmente atuando no Festival SZIGET em Budapeste e realizando uma tour europeia que contou com 13 concertos espalhados por 6 países (Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Áustria e Portugal). Em finais de 2017 editam o seu terceiro registo “Diving”, fruto de uma residência artística no espaço “GNRation” (Braga), contando com vários convidados como Adolfo Luxúria Canibal (voz), Mário Afonso (saxofone) e Nuno Gonçalves (teclados), sendo que este último acompanha atualmente a banda. Para além de inúmeros concertos dados pelo território nacional, realizaram já uma segunda tour por Espanha e França. Entretanto, João Vitor Costeira deixa de pertencer à formação, entrando Ana João Oliveira para a bateria. Com o início de 2018, “Diving” foi considerado por inúmeros media um dos melhores álbuns do ano 2017 - destacando-se aqui a página e revista BLITZ, na qual foi considerado o 2º melhor álbum português para os leitores.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

PROGRAMA DE 11/12/18

1 - José Valente - Serpente infinita
2 - Jasmim - Aqui, agora
3 - Conjuntoevite - O lead é que decide
4 - Rui David - O homem novo
5 - Ricardo Azevedo - Blue song
6 - We Bless This Mess - Sound
7 - Lusitanian Ghosts - Godspeed to you
8 - Mind da Gap - O eremita
9 - Mike el Nite - Arco-íris (ft. Catarina Boto)
10 - João Berhan - Roupa velha
11 - Moonshiners - Cabrão do norte
12 - Samuel Úria - Fusão
13 - União das Tribos - Canção do engate (ao vivo)
14 - Mishlawi - Bad intentions
15 - Lhast x 11Lit3s - Over
16 - Infante - Leva-me a sério

NO PORTO

FIRST BREATH AFTER COMA COM NOVIDADES












Depois da nomeação para melhor álbum independente europeu com "Drifter" (2016), os First Breath After Coma apresentam o single "Heavy", canção e cena de lançamento do novo disco e filme "NU", a ser editado a 1 de março de 2019.

O teledisco é lançado a 14 de dezembro, no mesmo dia em que a banda anuncia as primeiras 25 datas (3 das quais em Portugal) de apresentação de "NU".

O primeiro single e cena, "Heavy", não é o começo nem ponto de partida de "NU", mas é a primeira e a melhor pista que os First Breath After Coma podem mostrar para introduzir todo o conceito metafórico e labiríntico do universo deste novo disco/filme.

“NU” (palavra em portuguesa com uma dicção muito semelhante à palavra inglesa para novo: "new") é uma peça audiovisual onde os First Breath After Coma e os Casota Collective ( um coletivo de produção de vídeo da própria banda) constroem uma história através do som e da imagem, explorando novas formas de tradução de emoções e de experiências, da música para o ecrã.

Segundo a banda, "'NU' começou como um álbum musical conceptual, mas rapidamente nos apercebermos que o próprio conceito de álbum precisa de uma reinvenção, de ser atualizado".

Ao invés de fazer um soundtrack ou uma banda-sonora para um filme, os First Breath After Coma fizeram o contrário e traduziram as histórias das suas canções e do seu disco em imagens. "NU" é apenas isso. Sem narrador, nem diálogos. O som do filme é o álbum, cada cena é uma canção, e o conjunto das cenas é "NU". O álbum é um filme de 40 minutos. A duração de um vinil. A duração de uma série televisiva.

Lançando 3 vídeos antes da edição do álbum, o filme, que conta com o ator Rui Paixão como protagonista, será visto na sua totalidade em Festivais de Cinema, depois da edição do disco "NU" em março do mesmo ano.

"NU" é um disco com a chancela da Omnichord Records e é editado em CD, Vinil e digital a 1 de março de 2019.

"Tinder" é o nome da obra do pintor holandês Kenne Gregoire. Esta obra foi uma das grandes inspirações no processo criativo do novo trabalho dos First Breath After Coma e que será usada como capa de "NU".
 
O vídeo de "Heavy" é lançado a 14 de dezembro, mas está já disponível no YouTube em "preview countdown", uma ferramenta da plataforma que permite acompanhar o lançamento do vídeo através de lembretes e um chat onde os First Breath After Coma falam diretamente com a audiência

NO SALÃO BRAZIL












LINDA MARTINI
Qui, 13 Dez, 22h00
Antes do ano terminar, os Linda Martini voltam aos clubes para partilharem a sua música cara a cara, sem filtros nem distracções.

 A Tour Agora Escolha irá percorrer o país de 5 a 23 de Dezembro e desta vez o público tem uma palavra a dizer. Ao acederem à plataforma Agora Escolha, alojada no site da banda, podem construir a sua setlist de sonho com todas as músicas que querem ouvir nos concertos. Dos clássicos às raridades, as músicas mais escolhidas serão tocadas ao vivo, algumas delas pela primeira vez.

AGORA ESCOLHA
www.lindamartini.net/agoraescolha

Portas
21:00
Concerto
22:00

PRIMEIROS NOMES DO TREMOR 2019









Colin Stetson, Moon Duo, Pop Dell'Arte, Grails, Lula Pena, Lafawndah, Cave e The Sunflowers são os primeiros nomes confirmados na lista de concertos do Tremor 2019. O festival açoriano que promove uma experiência musical no centro do Atlântico anuncia hoje também duas das residências artísticas que marcarão a sua 6.ª edição: o encontro entre os ZA!, Rubén Monfort e as Despensas de Rabo de Peixe e o trabalho a ser desenvolvido pelo colectivo ondamarela, com a Escola de Música de Rabo de Peixe e a Associação de Surdos de São Miguel.

Saxofonista e compositor, Colin Stetson ocupa um lugar de destaque na cena musical contemporânea. Nascido e criado em Ann Arbor, passou uma década entre São Francisco e Brooklyn, trabalhando ao vivo e em estúdio com uma lista de incontornáveis artistas. De Tom Waits a TV on the Radio, de Arcade Fire a Lou Reed, de Bon Iver a Feist, David Byrne ou The National. Dono de uma técnica absolutamente singular, Colin tem vindo a construir uma voz única enquanto solista, aliando a técnica com inquestionáveis capacidades como compositor. Daí que não seja de estranhar que o vejamos circular, com a mesma destreza, na tradição de avant jazz de músicos como Evan Parker ou Mats Gustafsson, ou na música electrónica noise/drone/minimalista contemporânea de nomes como Tim Hecker e Ben Frost (ambos dos quais misturaram algumas das suas gravações). Regressa a Portugal, com All This I Do For Glory, o mais recente disco em nome próprio, para concertos nos Açores e em Lisboa (na ZDB).

Regresso também do duo Sanae Yamada e Ripley Johnson com o mais recente Occult Architecture. Ao quarto disco de estúdio, estes Moon Duo embarcam numa viagem cósmica pelas suas sonoridades mais soturnas e brilhantes, explorando novas texturas e paisagens sonoras que reflectem sobre a dualidade entre luz e escuridão, visível nos ciclos das estações e nas variações do dia para a noite e da noite para o dia.

E se de nomes de culto falamos aqui, vénia a João Peste e aos seus Pop Dell'Arte. Com mais de 30 anos de carreira, continuam a alimentar o imaginário de uma música que se quer investida na vanguarda e inimiga do formalismo. Com formação renovada, depois da entrada de Ricardo Martins para a bateria, os Pop Dell’Arte têm estado de regresso à estrada, carregando consigo os temas que constituem os degraus da (já longa) carreira. Contra Mundum, o mais recente disco de originais, continua a servir de alimento para os concertos e os fãs, habituados a que cada fornada do colectivo dure um longo tempo, tal o impacto que o mesmo causa na normalidade do mundo pop.

Já em relação aos Grails, será seguro dizer que parte do que os torna na grande banda que são é a sua capacidade de, a cada disco, experimentar mais ideias e assumir mais riscos do que a maioria das bandas fará em toda a carreira. Teimosamente lutaram contra os clichés da música instrumental, dando-lhe novas fronteiras, e deixando atrás de si um conjunto de álbuns que condensam a herança de todos os que os antecederam, combinando os mais diversos estilos sob o tecto da liberdade musical.

Tornou-se claro que Lula Pena é cada vez mais um tesouro partilhado de todos os lusófonos de coração. De Phados a Archivo Pittoresco, temos vindo a acompanhar o percurso que a guitarrista e compositora faz rumo à canção global. Desprovida de fronteiras (lembremos que canta, com a mesma facilidade em português, francês, inglês, espanhol, grego ou italiano) a música que faz traz a palavra para o centro da sala, a sua ou a de poetas como Manos Hadjidakis, Violeta Parra e Belga Scutenaire, para, aí, nos mostrar perfumes, sotaques, inquietações e esperanças que compõem a alma latina.

A primeira leva de nomes para o Tremor fecha-se com a pop futurística da iraniano-egipcía Lafawndah, o psicadelismo dos Cave e o rock sem tretas dos The Sunflowers.

Apostando na criação de momentos musicais que recontextualizem, divulguem e integrem a herança e história açoriana, o Tremor 2019 irá ainda reforçar o trabalho de residências artísticas com a comunidade. As primeiras a anunciar juntarão a música dos espanhóis ZA! às danças tradicionais da Vila de Rabo de Peixe, levadas a cabo pelas Despensas de Rabo de Peixe, grupos de 15 e 20 dançarinos com castanholas. O trabalho será complementado por uma exposição fotográfica da autoria de Rubén Monfort. Dando continuidade à colaboração que, anualmente, o festival faz com a Escola de Música de Rabo de Peixe, o Tremor convidou o colectivo ondamarela para desenvolver um espectáculo único e irrepetível que junte o colectivo de músicos com a Associação de Surdos de São Miguel.

O Tremor regressa à ilha de São Miguel entre 9 e 13 de Abril. Os bilhetes podem ser adquiridos a preço especial early-bird (40€) na Bilheteira Online, FNAC, Worten, CTT e restantes pontos aderentes.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

PROGRAMA DE 10/12/18

1 - Glockenwise - Corpo
entrevista Rafael Ferreira (Glockenwise)
2 - Glockenwise - Obra
3 - Mike el Nite - Arco-íris (ft Catarina Boto)
4 - Mind da Gap - Sintonia (com Sara Miguel)
5 - Trisonte - Cangalhada
6 - Lone Lisbonaires - Rua do paraíso (wang a doodle)
7 - Flak - Os tempos estão a mudar
8 - D'alva - Corpos
9 - Gaspar Varela - Mudar de vida
10 - Môrus - Borba
11 - Llama Virgem - Portugrall

GNTK APRESENTAM NOVO SINGLE “QUE SEJA”




















“QUE SEJA” é o mais recente trabalho de GNTK e foi a forma encontrada pela dupla de encerrarem este ano de 2018 e dar inicio a um 2019 que prometem carregado de música nova e muitas novidades. Com uma mensagem motivadora, aliás esta é já a marca característica nos trabalhos apresentados, lutem pelos vossos objectivos que a vida encarregar-se-á do resto. “Que seja do vosso agrado assim como foi do nosso fazê-la, que seja um sucesso e a partilhem muito.

GNTK é o alter-ego dos músicos e produtores de Leiria, Diogo Fernandes e João Correia, que a nível sonoro se movem dentro dos géneros POP, Hip Hop/Rap, RnB, entre outros. Somam mais de 1 MILHÂO de views no seu canal de YouTube, muito graças ao sucesso de temas como "Só Nós", "Raízes" e "Adamastor".

 #We Are GNTK

O NATAL DE LUCA ARGEL














Luca Argel (Rio de Janeiro, 1988), é formado em música pela UNIRIO e mestre em Literatura pela Universidade do Porto. É vocalista e compositor dos grupos “Samba Sem Fronteiras”, "Orquestra Bamba Social" e "Ruído Vário", este último em parceria com a cantora Ana Deus.

Tem livros de poesia publicados no Brasil, em Espanha e em Portugal, um dos quais foi semifinalista do Prémio Oceanos 2017. Assina a rubrica semanal "Samba de Guerrilha", na Rádio Universitária do Minho. Em 2016 lançou seu primeiro disco a solo, "tipos que tendem para o silêncio", e em seguida "Bandeira", considerado pelo site Embrulhador como um dos melhores lançamentos da música brasileira em 2017.
 
Sobre Luca Argel:

Luca Argel (Rio de Janeiro, 1988), é formado em música pela UNIRIO e mestre em Literatura pela Universidade do Porto. É vocalista e compositor dos grupos “Samba Sem Fronteiras”, "Orquestra Bamba Social" e "Ruído Vário", este último em parceria com a cantora Ana Deus.

Tem livros de poesia publicados no Brasil, em Espanha e em Portugal, um dos quais foi semifinalista do Prémio Oceanos 2017. Assina a rubrica semanal "Samba de Guerrilha", na Rádio Universitária do Minho. Em 2016 lançou seu primeiro disco a solo, "tipos que tendem para o silêncio", e em seguida "Bandeira", considerado pelo site Embrulhador como um dos melhores lançamentos da música brasileira em 2017.
 

NOVO DISCO DE ZGAXDEL

Z G A e DEL colaboram desde 2017 enquanto ZGAXDEL, um coletivo de rap psicadélico. Lançaram a sua primeira faixa nesse ano, Ensaio de Autoparasitologia, e desde então estão envolvidos com vários artistas diferentes, juntando-se a alguns deles na formação do colectivo Meurónios Bosque, que atualmente centraliza uma grande parte da produção criativa de vários artistas nacionais.
 
No dia 12 de Dezembro, é lançado o primeiro álbum de longa duração do projeto, Directrizes e Métodos de Transcendência, que pretende explorar e extender as fronteiras do experimentalismo no hip hop e do psicadelismo na cultura urbana.  Com 12 faixas e possivelmente um igual número de géneros, rapidamente se tornou difícil de definir com um só termo - liricamente, se Aesop Rock está para William Shakespeare, ZGAXDEL está para James Joyce. Instrumentalmente, qualquer que seja o género que liga hip hop industrial a trip-hop, é onde Directrizes e Métodos de Transcendência se encaixaria mais facilmente. Todas as faixas no álbum são exclusivas, com a exceção de Ensaio de Autoparasitologia e Solipsismo a Dois, que servem como um demo para Directrizes e Métodos de Transcendência.
 
Depois do seu lançamento, os próximos 12 dias irão ser dedicados ao lançamento de um vídeo por dia, cada um correspondendo a uma faixa e criando um mini-calendário do advento de experiências audiovisuais. Todos os vídeos foram produzidos por TΩDΩ-PΩDEλΩSΩ e são uma combinação de gravações pessoais com crate digging por arquivos de livre acesso.