segunda-feira, 20 de abril de 2026

FESTIVAL SANTOS DA CASA - 4ª SEMANA





















21 de abril de 2026
Esteves Sem Metafísica
Teresa Esteves da Fonseca
Café Concerto Coimbra
Convento São Francisco
19h30

#cafecurto
#fsdc2026
BLUE HOUSE

Esteves sem Metafísica nasceu Teresa, em 1991. Cresceu em Arruda dos Vinhos, onde a paisagem e o silêncio se tornaram matéria-prima da sua escrita e da sua música. Formada em Artes e Humanidades pela Faculdade de Letras de Lisboa, iniciou o seu percurso criativo entre a crítica literária e musical, publicando ocasionalmente na revista Brotéria desde 2018.

Em 2023, publicou, em edição de autor, o livro de poesia, A Morte não tem Pátria, um exercício de lucidez e desassombro que marcou o início de uma voz rouca no panorama contemporâneo português. No final de 2024, realizou uma residência artística em Cernache, onde compôs duas das canções que constam do seu álbum de estreia, de.bu.te., um trabalho que cruza palavra, som e textura, num gesto de libertação do excesso, de reconciliação com o quotidiano, e do reconhecimento da fragilidade como inesperada fonte de fortaleza.

Inspirada pela personagem de Álvaro de Campos em Tabacaria, Esteves sem Metafísica assume o desassossego como método e a dúvida como ponto de partida. A sua ligação antiga aos Beatles, o assombro pela cultura irlandesa, a literatura como companheira dos silêncios, e o Fado como amante secreto (um antigo amor não correspondido), são testemunhos de um imaginário que combina melancolia, humor, intensidade, leveza, e uma curiosidade obstinada pela imperfeição humana.

 





















23 de abril de 2026
alga
Casa das Artes Bissaya Barreto
22h00

#FSDC2026


alga, pseudónimo de cláudia simões, interessa-se por música sob uma perspectiva performática e emocional, levando o ouvinte numa caminhada sensorial e sobrenatural por uma paisagem sonora profundamente pessoal e evocativa. Com vozes espectrais, field recordings, improvisações e loop, cria um campo sonoro assombrado por espíritos, paciente e contemplativo, pejado de memórias e alusões nebulosas. 































25 de abril de 2026
Electric Man
+ dj set SANTOS DA CASA - RUC
ARMC - Associação Recreativa e Musical de Ceira
22h00

#FSDC2026

ELECTRIC MAN é Tito Pires a solo numa verdadeira aventura de exploração ‘Do It Yourself’ em formato “one man band”, revelando-se num universo diverso, criativo e dançável, construído entre o rock e a música electrónica

FESTIVAL N2 ANUNCIA DAVID FONSECA





















O Festival N2 continua a revelar novidades para a sua 8.ª edição, desta vez com a confirmação de David Fonseca como cabeça de cartaz do primeiro dia.

Com uma carreira consolidada na música portuguesa, David Fonseca regressa ao Festival N2, após um concerto memorável na edição realizada em contexto de pandemia, distinguido como um dos melhores concertos ibéricos. Em 2026, o músico volta a Chaves com um espetáculo renovado, num ambiente que promete maior proximidade e energia.

A organização anuncia também novos nomes que reforçam a diversidade do cartaz. No dia 26 de junho, a banda S. Pedro regressa a Chaves para se estrear no Festival N2. Com um percurso consolidado e um universo musical que se move entre a pop e a música alternativa, S. Pedro tem vindo a afirmar uma identidade própria, marcada pela exploração de diferentes sonoridades. No dia 28 de junho, os Lavoisier sobem ao palco para um concerto especial que resulta da residência artística realizada em Chaves no final de 2025, envolvendo o Coral de Chaves e o Coral Vicentino. Este momento evidencia a ligação do festival à comunidade e à criação artística colaborativa.

No dia 27 de junho, o Festival N2 recebe ainda a banda Miss Universo, um dos projetos emergentes da nova música portuguesa, destacando-se pela sua abordagem irreverente e contemporânea.

Ainda no dia 27, o Palco Paragem - dedicado à valorização de talentos locais e regionais - acolhe a atuação da banda flaviense Blash, reforçando o compromisso do festival com a promoção da criação artística do território.

A edição de 2026 conta ainda com a RTP Antena 1 como media partner oficial, assegurando acompanhamento editorial e presença no terreno, contribuindo para ampliar o alcance nacional do festival e reforçar a sua ligação ao público.

Promovido pelo Município de Chaves e produzido pela INDIEROR, o Festival N2 decorre nos dias 26, 27 e 28 de junho de 2026, no Jardim Público de Chaves, com entrada livre. Inspirado na Estrada Nacional 2, o festival afirma-se como um ponto de encontro entre música, território e comunidade, contribuindo para a dinamização cultural e económica da região.

Os restantes nomes do cartaz serão anunciados ao longo das próximas semanas.

Sobre o Festival N2

Promovido pelo Município de Chaves e produzido pela INDIEROR, o Festival N2 acontece anualmente no Jardim Público de Chaves. De entrada livre, a programação inspira-se na Estrada Nacional 2, fazendo da viagem um mote cultural, afetivo e coletivo.

A edição de 2026 decorre de 26 a 28 de junho.

DISCO-LIVRO DE MÃO VERDE CHEGA HOJE ÀS LOJAS















Fotografia: Kitato

Já está disponível o disco-livro "Mão Verde III”. O álbum é composto por 12 faixas que abordam temas como a ecologia, a natureza e questões sociais - como as desigualdades, a importância da democracia, a diversidade e a solidariedade humana.

O áudio pode ser encontrado em todas as plataformas e a publicação (ilustrada por Bernardo Carvalho) pode ser adquirida nas livrarias. São dez canções e dois poemas novos, letras, ilustrações e notas informativas que ajudam a contextualizar os temas abordados.

Com mais um trabalho que junta poesia e música para verdes e maduros, a banda (de Capicua, Francisca Cortesão, António Serginho e Pedro Geraldes) celebrou dez anos de concertos pelo País com a apresentação do novo repertório numa Casa da Música cheia de famílias felizes e dançantes.

Para assinalar a edição e em semana de celebrar o 25 de Abril, destaca-se o tema "Vira do Reviralho" com lançamento de um vídeo feito por Macedo&Cannatà e a dupla de videastas Juno (com base nas ilustrações de Bernardo Carvalho). Esta canção é uma espécie de "antes e depois" da nossa democracia e serve de lembrete do quanto devemos em liberdade e desenvolvimento à Revolução dos Cravos.

Este terceiro disco da Mão Verde alarga o projeto do ponto de vista temático, acrescentando às temáticas da ecologia outras questões importantes, como a desigualdade social e de género, o capacitismo e outras formas de preconceito, a democracia, a crise da habitação e a importância da empatia e do sentido de comunidade. Assim, promete ser mais um contributo lúdico, poético e musical, para grandes conversas em família e muitos trabalhos escolares.

“Mão Verde III” já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais, adquirido nas livrarias e no site de Mão Verde.
 

"NÃO ME COCES A CABEÇA" É O SEGUNDO SINGLE DE L PERTUÉS















“ Não Me Coces a Cabeça “ é a segunda canção de avanço do novo disco de L Pertués - “ A Felicidade Intermitente do Artista “ e já se encontra disponível nas páginas do artista no YouTube e BandCamp.

Neste disco, que nasce da sua divisão enquanto artista e um comum contribuinte, Vitor Hugo Ribeiro ( L Pertués ) expõe a ambiguidade da vida onde o alcance do seu propósito oscila entre a grandeza do sonho e a realidade diária de uma desconstrução humana acelerada.

Esta canção é uma tragédia em três actos, delirando entre o que é ficção real e realidade ficcionada. Compreende na sua génese a versão burlesca de um sapateado petulante, assegurando o transporte do ouvinte entre um sonho quente de Verão e o pesadelo das obrigações mensais. No conteúdo lírico, através de discurso directo, há um cuidado jocoso na palavra seja esta provocadora ou submissa: muitas vezes a verdade não permite grandes veleidades a quem por ela se desfila. À sua imagem trágico-cómica arremata o artista com a iniquidade de um Ser acomodado que “ não rima, nem faz mal “.


Vitor Hugo Ribeiro é o autor da letra e música “ Não Me Coces A Cabeça “, sendo também o responsável pela gravação e produção do disco nos estúdios Hàdiégua, que conta com a participação de Tiago Santos ( bateria ) e Ari Martins ( voz principal ), assim como um coro composto por artistas e músicos pelos quais o compositor nutre uma profunda admiração. A mistura e masterização é da responsabilidade de Henrique Lopes, enquanto a fotografia é da autoria de André C. Macedo.

ANTÓNIO ZAMBUJO COM NOVAS DATAS





















Depois de três noites nos Coliseus do Porto e de Lisboa e antes de seguir para uma digressão pelo Brasil, António Zambujo anuncia uma nova série de concertos em Portugal, a realizar no final de 2026. A tour, que passa por várias cidades do país, reforçando a ligação a públicos de diferentes regiões e levando ao palco o mais recente álbum Oração ao Tempo, arranca a 10 de outubro, em Beja (Pax Julia), seguindo-se Santa Maria da Feira, a 28 de novembro (Europarque), Faro, a 1 de dezembro (Teatro das Figuras), Santarém, a 4 de dezembro (CNEMA), e Viana do Castelo, a 5 de dezembro (Centro Cultural). A reta final acontece em Coimbra, a 12 de dezembro (Convento São Francisco), e em Alcobaça, a 19 de dezembro (Panorama). Os bilhetes já estão à venda.

Editado a 19 de março, Oração ao Tempo é o décimo primeiro álbum de estúdio de António Zambujo e resulta de um processo criativo iniciado durante a pandemia, marcado por uma profunda reflexão sobre o tempo.

O tema-título, originalmente composto por Caetano Veloso, surge neste álbum em dueto com o próprio autor. Ao longo dos quinze temas que compõem o alinhamento, António Zambujo volta a reunir um conjunto de autores e compositores que têm sido fundamentais na sua trajetória, como Maria do Rosário Pedreira, João Monge e Pedro da Silva Martins, ao mesmo tempo que abre espaço a novas vozes e colaborações, como Carolina Deslandes, Mimi Froes e Rita Dias.

Com arranjos e produção de André Santos, Oração ao Tempo foi integralmente gravado com os músicos que acompanham António Zambujo em palco: João Salcedo (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), João Moreira (trompete), Francisco Brito (contrabaixo), José Conde (clarinete baixo) e o próprio André Santos (guitarra).

Com esta nova digressão, em paralelo com a sua presença em palcos internacionais, António Zambujo regressa às salas nacionais com um novo espetáculo, centrado nas canções do mais recente álbum, sem deixar de revisitar alguns dos temas mais marcantes do seu repertório.

Próximos concertos

24 abril Grândola
25 abril Vila Nova de Paiva
01 maio Instituto Baía dos Vermelhos, Ilhabela, Brasil
02 e 03 maio Sesc 14 BIS, São Paulo, Brasil
06 maio Teatro do Bourbon Country, Porto Alegre, Brasil
07 maio Centro Integrado de Cultura, Florianópolis, Brasil
08 maio Sesc Palladium, Belo Horizonte, Brasil
09 maio Teatro do Parque, Recife, Brasil
13 maio Teatro Rio Mar, Fortaleza, Brasil
16 maio Circo Voador, Rio de Janeiro, Brasil
20 maio Teatro Oficina, Campinas, Brasil
21 maio Centro de Convenções, Brasília, Brasil
23 maio Teatro São Joaquim, Goiás, Brasil
29 maio Centro Cultural de Vila Flor, Guimarães
30 maio Teatro Municipal da Lousã
09 junho Cineteatro Alba, Albergaria-a-Velha
26 junho Castelo de Moura
10 outubro Pax Julia, Beja
28 novembro Europarque, Santa Maria da Feira
01 dezembro Teatro das Figuras, Faro
04 dezembro, CNEMA, Santarém
05 dezembro, CCVC, Viana do Castelo
12 dezembro, Convento São Francisco, Coimbra
19 dezembro, Panorama, Alcobaça

AMADORA JAZZ





















De 7 a 10 de maio, o festival volta a ocupar vários espaços da cidade da Amadora com uma programação que cruza criação, mediação e grandes nomes do jazz internacional.

A 14.ª edição do Amadora Jazz realiza-se de 7 a 10 de maio de 2026, consolidando um percurso que tem vindo a afirmar o festival como um dos mais consistentes espaços de apresentação, criação e mediação do jazz em Portugal. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e nos locais habituais.

Esse caminho torna-se particularmente evidente na continuidade do formato de residência artística, agora integrado de forma mais orgânica no ADN do festival. Após a estreia em 2025 com o encontro entre Luís Vicente e Hamid Drake, cujo resultado discográfico, Amadora Tapes, será lançado nos dias que antecedem esta edição, o festival volta a investir neste eixo com a residência do projeto FLORA, liderado por Marcelo dos Reis. Entre 7 e 9 de maio, o trio (com Miguel Falcão e Luís Filipe Silva) instala-se no Auditório de Alfornelos para um processo criativo que culminará em concerto e gravação, contando ainda com a participação do trombonista italiano Salvoandrea Lucifora.

A par da criação, o Amadora Jazz traz a si, este ano, a aposta na formação de públicos. A dimensão educativa surge como um dos pilares do programa, com destaque para a apresentação, em anteestreia, de Às voltas num loop, uma nova criação do Serviço Educativo e de Mediação do Jazz ao Centro Clube, que resulta de uma encomenda ao quarteto constituído por Gonçalo Guiné, Filipe Furtado, Filipe Fidalgo e Paulo Silva. Pensado para estudantes do ensino secundário, o espetáculo cruza rap e jazz num formato que aproxima linguagens e gerações, sendo apresentado na Escola Secundária Seomara da Costa Primo, no dia 7 de maio.

A edição de 2026 marca também a entrada da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos no circuito do festival. É neste espaço que Miguel Calhaz apresenta ContraCantos, Vol. 2, um trabalho onde revisita, em formato intimista de voz e contrabaixo, canções de figuras maiores da música portuguesa.

Nos Recreios da Amadora, espaço fundador do festival, a programação assume, este ano, um perfil exclusivamente internacional, reunindo nomes maiores do jazz contemporâneo de ambos os lados do Atlântico. O pianista norte-americano Fred Hersch, figura maior do jazz atual e presença recorrente nas nomeações para os Grammy, apresenta-se em formato solo, numa abordagem profundamente pessoal ao instrumento. Segue-se o quarteto de Mary Halvorson, uma das mais inventivas guitarristas e compositoras da sua geração, cujo percurso tem vindo a redefinir fronteiras dentro do jazz contemporâneo.

O programa internacional completa-se com o encontro entre Louis Sclavis e Benjamin Moussay, dupla que, após décadas de colaboração, formalizou recentemente a sua cumplicidade em Unfolding (2024), disco editado pela ECM e amplamente reconhecido pela crítica.

O festival integra ainda um momento de celebração e reflexão em torno do centenário de Miles Davis, com uma sessão que cruza abordagem crítica e expressão visual, através de uma palestra multimédia de João Moreira dos Santos e uma exposição do artista XicoFran. A acontecer no Salão Nobre dos Recreios da Amadora.

O encerramento mantém-se fiel a uma das imagens de marca do Amadora Jazz, com a atuação da GeraJazz no Cineteatro D. João V, sublinhando o compromisso do festival com o desenvolvimento de jovens músicos e com a dimensão social da música.

Como sublinha a Câmara Municipal da Amadora, o festival “tem vindo a consolidar-se como uma referência no panorama cultural, reunindo algumas das mais relevantes figuras do jazz nacional e internacional, ao mesmo tempo que aposta numa programação diversificada, pensada para diferentes públicos e com especial atenção à formação de novos públicos”.

Para José Miguel Pereira da Associação Jazz ao Centro Clube "a presente edição do Amadora Jazz prefigura uma maior e mais profunda inscrição no território, colocando a iniciativa em contacto direto com diversas comunidades em vários espaços culturais municipais e assumindo, também, a Escola enquanto pólo cultural."

O Amadora Jazz é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, em parceria com o Jazz ao Centro Clube.

Bilhetes já estão à venda na Ticketline, postos habituais e nos locais dos concertos, duas horas antes do início de cada espetáculo.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Quinta-feira, 7 de maio, 15h
Escola Secundária Seomara da Costa Primo
M/6 | Atividade dirigida à comunidade educativa

Às voltas no loop!

Gonçalo Guiné voz, rimas e beats
Filipe Fidalgo saxofone alto e eletrónica
Filipe Furtado teclado
Paulo Silva bateria

Quinta-feira, 7 de maio, 17h
Recreios da Amadora / Salão Nobre
Entrada gratuita sujeita à lotação da sala.

100.º aniversário de Miles Davis
O génio do jazz revisitado no Amadora Jazz

João Moreira dos Santos e Xico Fran

Quinta-feira, 7 de maio, 21h
Recreios da Amadora
M/6 | 12,50 €

FRED HERSCH

Fred Hersch piano

Sexta, dia 8 de maio, 18h
Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos
M/6 | Entrada gratuita, limitada à lotação da sala

MIGUEL CALHAZ “ContraCantos”

Miguel Calhaz contrabaixo

Sexta, dia 8 de Maio, 21h00
Recreios da Amadora
M/6 | 10,00 €

MARY HALVORSON “Canis Major”

Mary Halvorson guitarra e composição
Dave Adewumi trompete
Henry Fraser contrabaixo
Tomas Fujiwara bateria

Sábado, 9 de maio, às 21h00
Recreios da Amadora
M/6 | 10,00 €

LOUIS SCLAVIS & BENJAMIN MOUSSAY

Louis Sclavis clarinete, clarinete baixo
Benjamin Moussay piano

Sábado, 9 de maio, às 23h00
Auditório de Alfornelos
M/6 | 5,00 €

MARCELO DOS REIS “FLORA” com Salvoandrea Lucifora

Marcelo dos Reis guitarra e composição
Miguel Falcão contrabaixo
Luís Filipe Silva bateria
Salvoandrea Lucifora trombone

Domingo, 10 de maio, 16h00
Cineteatro D. João V
M/6 | Entrada gratuita mediante levantamento de ingresso duas horas antes do início do concerto, sujeita à lotação da sala.

GERAJAZZ

Eduardo Lála maestro

TRÊS PORCENTO EDITAM NOVO SINGLE













“Já Não Posso Ficar Aqui”, o quarto disco de originais da banda lisboeta, chegará às plataformas de streaming a 8 de maio e será apresentado ao vivo na República da Música, em Alvalade (Lisboa), no dia 23 de maio. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e locais habituais.

Estas canções novas – já conhecíamos o tema «Dedicados», lançado em 2025 – marcam o regresso da banda ao formato preferido: gravações em ensemble, numa linha de continuidade entre a sala de ensaios e o estúdio de gravação. Foram produzidos por JP Mendes, misturados por Eduardo Vinhas, e masterizados por Diego Salema Reis. As gravações decorreram no Namouche (com Diego Salema Reis), com sessões adicionais no Louva-a-Deus (com Tiago Correia).

A capa de «Bebe Comigo» é um trabalho gráfico de JP Mendes sobre o excerto de uma obra de António Botelho.

​Os Trêsporcento têm no seu currículo três álbuns de originais – Hora Extraordinária (2011), Quadro (2012) e Território Desconhecido (2017) – além de um registo ao vivo, Lotação 136, gravado no Teatro Aberto (2014).

domingo, 19 de abril de 2026

PROGRAMA DE 18/04/26

1 - Bloom - Do not disturb
2 - Pedro G. Marques - R
3 - Torcido - Fora do lugar
4 - Rui Massena - Not be said
5 - Hélder Bruno - Alma
6 - Bruno Almeida - Soliloquy
7 - Carlos Raposo - Rua do castelo
8 - Júlio Pereira - Lagoa das sereias

9 - António Zambujo - Regresso à infância
10 - Jonas - Gula
11 - Raquel Tavares - Trigueirinha
12 - Gisela João - E depois do adeus
13 - Cristina Branco - Verdes são os campos
14 - Fábia Rebordão - A voar por cima das águas
15 - Sara Correia - Avisem que eu chegue
16 - Ricardo Ribeiro  - Maré (C/ Ana Moura)

sábado, 18 de abril de 2026

LUSTRO EDITAM NOVO SINGLE E CELEBRAM 10 ANOS





















A assinalar uma década de carreira, a banda de rock lisboeta apresenta “Anjos ou Vilões”, o primeiro single do seu novo trabalho de estúdio, com edição prevista para outubro deste ano.

Depois de três álbuns — Nu Ar (2017), O Diabo Também Chora (2022) e Esquecimento Global (2023) — e de uma presença consistente em palcos de norte a sul do país, o quarteto regressa agora com uma renovada energia e novas histórias para contar.

Produzido por David Jerónimo no estúdio MalwareSound, “Anjos ou Vilões” marca o arranque oficial das celebrações do 10.º Aniversário da banda.

Paulo Pereira, Rui Gomes, Mike Ferreira e Pedro Costa são os Lustro — rock sem limites.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

MAGANO "A CAMINHO DE CASA"





















O projeto Magano surge de uma história comum a muitos alentejanos que se mudaram para Almada em busca de uma vida melhor. O avô João, que cantava no grupo coral de Safara, trabalhava na Lisnave. Rosa era costureira. Aí criaram duas filhas que já não voltariam para a aldeia. Os netos, que sempre estiveram ligados à música, tiveram a ideia de criar um projeto musical que unisse os seus dois mundos.

Foi assim que as modas que sempre cantaram em família se tornaram a raiz de Magano, um projecto de jovens que nasceram na cidade mas que têm uma ligação profunda às suas raízes alentejanas.

Ficaram conhecidos do grande público em 2018, com a edição do seu álbum de estreia. Esse trabalho contou com 12 temas do cancioneiro popular alentejano, trouxe-nos as origens da banda e do seu nome. Magano é um rapaz malandro, e era assim que a Avó Rosa chamava a Nuno Ramos, elemento da banda.

Numa fusão de irmãos, amigos e colegas da música, nasce “A Caminho de Casa” que é a caminho do abrigo, das origens ou do regresso delas, que se ouve e se canta. Em “A Terra dos meus pais” contamos com letra de João Espadinha, mas este segundo disco traz-nos também letra e música da autoria de Joana Espadinha, Edumundo e André Santos, no que toca aos originais.

A sonoridade dos novos temas talvez se possa afastar da sonoridade original do Cante, mas junta três temas transversais a todo o disco: o Alentejo, a Família e Almada. O nome do novo álbum surge das viagens entre cá e lá, como já foi referido - “A caminho de Casa” - é nos quase 10 anos de Património Imaterial da Humanidade de Cante, que os Magano apresentam mais um disco onde o Alentejo é o palco não só das canções mas dos visuais que acompanham o próprio disco.

Este segundo álbum dos Magano conta com voz de Sofia Ramos, voz e guitarra de Nuno Ramos, contrabaixo de Francisco Brito, bateria e percussão de André Sousa Machado e guitarra e braguinha de André Santos.

A viagem começa na ‘Dança da Planície’ sem fim, por onde cada ‘Girassol’ roda até que nos leva ‘A Terra dos meus Pais’. É graças às ‘Filhas da Rosa’ que hoje os ‘Netos dos filhos’ ouvem as raízes, mesmo que distantes, e as dançam, sabendo que no passado existiu vida lá e que agora pode ser cantada cá.

Seguem-se as ‘Nuvens’ que nos trazem a ‘Eh Calma’, numa ‘Figurinha de Santo’ que não sai debaixo das ‘Saias da Mãe’ cantando sempre uma moda da terra, como a ‘Senhora Santana’ era cantada em pleno Alentejo, nas procissões de Safara e nas festas da terra.

SELMA UAMUSSE E PROJETI BENJAMIM CRUZAM FRONTEIRAS NO AUDITÓRIO DE ESPINHO















Nos dias 25 e 26 de abril, o Auditório de Espinho recebe um encontro artístico singular: a cantora e performer Selma Uamusse junta-se ao Projeto Benjamim para dois concertos que prometem cruzar fronteiras geográficas e geracionais.

Natural de Maputo e radicada em Portugal desde a infância, Selma Uamusse é hoje uma das vozes mais vibrantes da música lusófona. A sua sonoridade, uma fusão espiritual de soul, jazz e afrobeat, servirá de base para um espetáculo onde a voz e o corpo assumem o papel central. Através do movimento como linguagem, a artista irá explorar a herança rítmica de Moçambique, destacando a importância da expressãocorporal na cultura africana.

Em palco, Selma Uamusse estará acompanhada pelos cerca de 90 jovens músicos que integram o Projeto Benjamim. Este coletivo, formado por alunos do ensino artístico especializado da Academia de Espinho (5.ºao 9.º anos), foi criado com o propósito de oferecer aos estudantes uma experiência de performance profissional fora do contexto erudito/clássico.

O Projeto Benjamim continua, assim, o seu percurso de colaborações de prestígio, tendo já partilhado o palco com nomes como a cantautora espanhola Lorena Álvarez, o cantautor brasileiro Castello Branco e a cantora Lena d’Água.

TILT LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA













Da primeira vaga de MCs portugueses no pós-internet, TILT foi um nome que se destacou desde cedo. Como aquele ruído estridente que os antigos modems emitiam para nos permitir conectar com a grande esfera digital, a sua música pode nem sempre agradar aos ouvidos mais sensíveis, mas dá a possibilidade de expandir horizontes a quem se arrisca a escutá-la, tal é a densidade da sua escrita, recheada de episódios reais e um infindável leque de referências históricas, artísticas, religiosas e até mesmo da própria cultura hip hop.

Depois dos EPs "Alimentar Crianças Com Cancro Da Mama" (2013), "Karrossel, Karma" (2017) e "MIASMA" (2025), bem como uma panóplia de outros projetos colaborativos, o rapper de Almada faz o inevitável e dá um "ESPIRRO" sob a forma de primeiro álbum. “Mesmo que incomode. Mesmo que sangre.” É este o lema que TILT encontra para explicar um trabalho ambicioso de 16 faixas (uma delas bónus) com produções da nova escola vindas de Martello, Il-Brutto, Amon ou Pilha, mas também de verdadeiras lendas do hip hop nacional como Kilu ou Bambino (ex-Black Company).

A história por detrás desta ideia nasce de um acontecimento real e é contada na primeira pessoa: “Certa vez espirrei, e ao me assoar, fiquei com o lenço ensanguentado. Esse lenço foi digitalizado e deu origem ao conceito e arte de 'ESPIRRO': o sintoma desta minha doença, desta minha obsessão (o rap), que tal como um espirro, incomoda, mas contagia. O álbum é uma viagem pelas minhas vivências, febres, introspecções e impulsos: um reflexo que não pode ser contido.” Assente num tapete sonoro de boom bap em tons griz — como manda a tradição do rap mais sombrio vindo do berço em Nova Iorque —, "ESPIRRO" percorre todas as diferentes escolas nas quais TILT se formou, tendo como principal âncora o egotrip, mas fazendo desvios por outras avenidas, mais interiores, para também nos versar temas que abordam sentimentos, auto-análise ou simplesmente recordar os passos dados pelo seu autor desde rapper anónimo até ao estatuto de MC de culto que hoje lhe é associado. O cuidado técnico — flows redondos a picar a pele como que a fixar o compasso e uma preocupação milimétrica com a matriz das rimas — é evidente e exigido também àqueles que o acompanham na viagem, neste caso Jack Crack, Nero e Tradição, convidados em maior destaque por entre o alinhamento. A ficha técnica estende-se ainda aos cantores Bigg Favz e Cora, ao histórico DJ Nelassassin e a DJ Ketzal, que costuma acompanhar TILT ao vivo tanto a solo como em ORTEUM (o trio que divide há mais de uma década com Nero e Mass).

"ESPIRRO" AO VIVO 

15 MAIO — Loucura Club (Lisboa)
16 MAIO — Lustre (Braga)
22 MAIO — A Mandrágora (Évora)
23 MAIO — Bafo de Baco (Loulé)
29 MAIO — Texas Bar (Leiria)
30 MAIO — Hardclub (Porto, com Esúdio 101)

 

OS INSULENTES LANÇAM PRIMEIRO DISCO





















Os Insolentes juntam músicos com um longo percurso no pop, no rock e no prog rock, vindo de diferentes projetos e experiências que ajudaram a moldar o som da banda. Dessa mistura nasce uma identidade sólida, sem artifícios, assente naquilo que realmente importa: boas canções e atitude. 

A banda aposta numa sonoridade direta, com temas intensos e cheios de energia, onde as melodias ficam no ouvido e a entrega em palco faz a diferença. Mais do que tocar, procuram criar momentos — daqueles que se sentem ao vivo e ficam.

Depois de três anos a trabalhar ideias, a testar caminhos e a afinar a sua linguagem, hoje lançam o primeiro disco de estúdio, Crossing Roads. O álbum reúne oito temas originais que refletem as várias influências da banda e mostram diferentes facetas do seu universo musical, assinalando o arranque oficial desta viagem.

BANDUA ANUNCIA PRÉ-ESCUTA DO NOVO ÁLBUM NA FESTA 'CHEIRA A CRAVO, CHEIRA A ROSA' A 25 DE ABRIL.





















Bandua anuncia festa de pré-escuta do novo álbum Bandua II e celebração do lançamento de BANDUA REMIXES, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

Porque o 25 de Abril cheira a cravo mas também pode cheirar a rosa, Bandua convida-nos para uma noite de celebração, escuta e transformação na Fábrica do Braço de Prata, na Sala Foucault, das 21h às 03h. Num momento íntimo, imersivo e coletivo, será ouvido pela primeira vez BANDUA II, o novo álbum de originais, um mês antes do seu lançamento oficial. Uma pré-escuta especial que desvenda e desfia um novo rosário de cantigas, expandindo o universo da dupla.

Partindo da Beira Baixa e do downtempo que marcou o primeiro disco, Bandua inicia aqui uma nova transumância sonora: atravessa territórios, explora novas paisagens e abraça uma biodiversidade musical mais ampla. Entre heranças ancestrais portuguesas moldadas por múltiplas linhagens culturais e simbólicas e a pulsação contemporânea da música eletrónica global, o novo trabalho percorre ambientes que vão da música ambiente à progressiva, até ao drum n’ bass.

A noite prolonga-se numa celebração contínua entre escuta e movimento. Sobem à cabine Tarabela, C4STRO, Tempura (DJ Dets) e Sickonce - artistas que integram BANDUA REMIXES, projeto que revisita o primeiro álbum através de múltiplas visões e linguagens. Novas flores, novas raízes, novas fragrâncias para a pista de dança.

Do álbum para a pista. Da pista para o corpo. Fiel ao espírito de Abril, a entrada é por donativo livre: aberta, acessível e construída em conjunto.

Bandua é um projeto musical colaborativo entre o músico e produtor luso-brasileiro Bernardo D’Addario e o músico e cantor português Edgar Valente. Focados no enlace da memória e da cultura portuguesa com as tendências musicais globais e atuais, criam uma música electrónica com lugar e raiz, numa onda sónica situada entre o digital e o orgânico, ou a tecnologia e a tradição, quebrando as fronteiras entre o campo e a cidade, o passado e o futuro, o local e o global.



DOIS NOVOS DISCOS DE ANTÓNIO OLAIO





















“If My Heart Had a Brain” e “Next Stop is Yesterday” revelam dois encontros criativos distintos que expandem o universo musical e performativo do artista.

António Olaio apresenta dois novos trabalhos discográficos editados pela Lux Records — If My Heart Had a Brain, em colaboração com Victor Torpedo, e Next Stop is Yesterday, com Manuel Guimarães. Dois álbuns, duas linguagens, dois diálogos artísticos que confirmam a singularidade de um criador que continua a cruzar música, artes visuais e performance.

IF MY HEART HAD A BRAIN

António Olaio & Victor Torpedo

O que começou com a troca de duas canções rapidamente se transformou num álbum inteiro. Em If My Heart Had a Brain, António Olaio e Victor Torpedo constroem um universo onde música e palavra se contaminam mutuamente, num processo quase orgânico: às composições de Torpedo, densas e evocativas, juntam-se as letras de Olaio, que parecem descobrir melodias escondidas dentro das próprias melodias.

Canções como “Where Paris Used To Be”, “Les Amours de Salazar”, “Crying My Brains Out” ou a faixa-título revelam um disco onde o absurdo, o humor e a melancolia coexistem, como se o coração pensasse e o cérebro sentisse — invertendo papéis e expectativas.

Victor Torpedo, músico e artista plástico natural de Coimbra, é uma figura incontornável do rock’n’roll português. Guitarrista de bandas como Tédio Boys, 77, Tiguana Bibles e The Parkinsons, mantém uma atividade prolífica e inquieta — só em 2023 editou 12 álbuns, posteriormente reunidos numa box de luxo pela Lux Records. Lidera também os Pop Kids, banda com quem transporta para palco a energia crua e explosiva que marca o seu percurso.

NEXT STOP IS YESTERDAY

António Olaio & Manuel Guimarães

Em Next Stop is Yesterday, o piano de Manuel Guimarães torna-se o território onde as palavras de António Olaio encontram novas formas de existência. Entre canções inéditas e outras que ganham aqui nova vida, o disco reflete a dimensão performativa do duo, aproximando-se da forma como estas composições se revelam ao vivo.

Temas como “Black Jello Birthday Party”, “I’m Just Another Brain in the Country”, “Heading West” ou “Next Stop is Yesterday” evidenciam a enorme plasticidade do piano de Guimarães — um instrumento que não acompanha apenas, mas transforma, expande e reinventa cada canção.

Manuel Guimarães, pianista, compositor e improvisador, desenvolve desde os anos 60 um percurso que cruza múltiplos universos musicais — da música erudita ao jazz, do folk à improvisação transidiomática. Com formação na Academia de Música de Espinho, no Conservatório do Porto e na Universidade Nova de Lisboa, tem colaborado com diversos projetos ao longo das últimas décadas, destacando-se o seu trabalho em duo, nomeadamente com António Olaio. A sua prática artística é marcada pela liberdade formal e pela constante reinvenção do discurso musical.

Já António Olaio reforça neste trabalho a sua capacidade de adaptação e reinvenção, explorando a canção como espaço de experimentação contínua — onde o tempo, como sugere o título, não é linear: a próxima paragem pode muito bem ser o passado, ou algo que ainda está por acontecer.

SILVA LINING BAND LANÇA NOVO SINGLE





















Encontrar o nosso caminho raramente é simples, e quase nunca vem com tanto groove. Com o novo single Know Your Way, a Silva Lining Band, baseada entre Lisboa e Londres, transforma essa ideia num tema de soul funk envolvente, conduzido pela voz de Catarina Silva e com a participação da artista nomeada para os Grammy Awards,

Mishell Ivon. Assente em guitarra elétrica quente, ritmo sólido e instrumentação orgânica, o tema equilibra uma sensação descontraída com uma energia leve e otimista.

Após airplay na BBC Radio, Antena 1 e Smooth FM, e a conquista do prémio de Best Rock Performance nos International Portuguese Music Awards 2025, o tema encaixa naturalmente ao lado de lançamentos
contemporâneos de soul e funk, sendo particularmente adequado para programação radiofónica focada em groove.

Nascido em Lisboa, criado em Londres. Nascido em Londres, criado em Lisboa. Três gerações, duas cidades, uma família. Nuno, Catarina e Tiago juntam as raízes portuguesas ao charme inglês para dar vida à Silva Lining Band.

"Quanto mais, melhor" é o lema da família, e a Silva Lining Band não é uma exceção. Desde o final de 2023, a banda já lançou quase 30 canções e trabalhou com 18 músicos, passando pelo álbum de estreia "Lisboa" , pelo disco ao vivo "Live at Parque Mayer" e por uma série de singles que entrelaçam funk, jazz, blues, soul e rock. Em 2025, a sonoridade única da banda valeu-lhes o prémio de Best Rock performance nos International Portuguese Music Awards.

JOSÉ FRANCISCO LANÇA NOVO TEMA

 



















"História por Contar” é a nova canção de José Francisco, que dá nome à sua tour de concertos ao vivo. Uma canção com a composição do próprio artista a quem se juntaram Miguel Valente e João Direitinho. O tema aborda o amor e a forma como nos sentimos incompletos na ausência do mesmo. Com a já habitual capacidade vocal do artista, este tema chega com a garra e qualidade suficiente para deixar qualquer um arrepiado.

José Francisco tem vindo a conquistar o seu espaço na música portuguesa, desde os primeiros temas como “Ao Pé de Mim” e “Não Vás” até à visibilidade nacional no The Voice Portugal 2024.

Em 2025, o seu tema “Primeira Vez” integrou a novela da TVI A Protegida e soma mais de 318 mil streams nas plataformas digitais, reforçando a sua presença no panorama musical nacional.

Depois do sucesso de “Viver Contigo”, que soma mais de 677 mil streams, tendo integrado as playlists “Viral 50 Portugal” e “Top Viral Hits Portugal”, José Francisco lançou “Fica Só”, uma balada emotiva sobre o amor que resiste ao tempo e à distância.

É com “Dois Estranhos” que o artista dá início a uma nova fase da sua carreira, agora com uma nova equipa. O single conta a história de duas pessoas que, apesar dos planos e da ligação do passado, se transformam com o tempo e acabam por se tornar estranhas uma à outra, refletindo maturidade artística e uma identidade cada vez mais própria.

Agora, lança o novo single “História Por Contar”, tema que dá nome à sua digressão de concertos ao vivo. A canção aborda o amor e a forma como nos sentimos incompletos na ausência do mesmo, destacando-se pela intensidade emocional e pela entrega vocal do artista.

Com concertos já marcados para 2026 e muitas novidades a caminho, José Francisco prepara-se para um ano de consolidação e crescimento, reforçando a sua presença no panorama do pop nacional.

ZINHA LANÇA VERSÃO INTIMA DE "FOREVER"





















O panorama musical português ganha uma nova dimensão com a versão acústica do single "Forever".

A cantora volta a surpreender-nos com um registo melancólico, explorando emoções como a saudade e a perda, numa interpretação que convida à reflexão sobre aqueles que já não estão presentes. Este acústico aproxima ainda mais o público da essência da canção, criando um momento mais reservado. 

"Forever- Live Acoustic" foi produzida e gravada em direto no Auditório da Boutique da Cultura, por Rúben Baião. Para lançar esta versão, foi crucial a escolha do espaço, para enquadrar o tema ao local e optou-se por algo minimalista, tornando assim o cenário ideal para captar a intensidade emocional da performance da artista.

Já está disponível em todas as plataformas digitais e no Youtube.


A versão (Live Acoustic) do single "Forever" reflete a essência mais pura. É uma interpretação mais íntima e emocional. A obra remete para um para sempre que permanece, ainda que em pensamento. 

Gravada num registo cru e honesto apenas voz, guitarra e sentimento. 

Zinha partilha:" Esta é a versão que canto quando estou sozinha, quando desligo tudo e fico só com a guitarra e com o que sinto" e é precisamente neste registo que a música ganha uma nova vida.

O tema nasceu em março, mas só agora rejuvenesceu de uma forma mais verdadeira. Cada palavra carrega o peso de uma perda insuperável, refletindo saudade, ausência e o apego a um passado recente. 

O excerto: "I lost my forever, when i lost you" torna-se o coração desta interpretação e acaba por ser uma confissão delicada que equilibra a dor da lembrança e a serenidade da memória, retratando-se num processo de cura. 

Mais do que uma versão acústica, a música torna-se uma experiência para todos aqueles que já perderam um para sempre, mas que ainda o guardam dentro de si, em silêncio.

Quem é Zinha?

Cantora e compositora, cuja paixão pela música começou cedo.

Estudou música em Coventry, Inglaterra, integrou uma banda de Bossa Nova e participou no The Voice Portugal em 2024, integrando a equipa de Fernando Daniel. No mesmo ano, lançou o seu primeiro disco, “Sad/Happy” e em Setembro finalizou o seu segundo disco, com o "Secret" e o "You're Not Alone".

Recentemente lançou o single "Forever" e não ficou por aí. A versão acústica já está disponível e veio complementar a versão original, suscitando o interesse das pessoas em ouvirem a música principal, criando assim laços emocionais com o público, despertando interesse pela experiencia integral do single.

THE TINY MUSICIAN COM NOVO SINGLE

 



















© Joana Meneses

The Tiny Musician apresenta “Que Se Passa Em Ti”, um novo single que expõe um lado mais íntimo, frágil e nostálgico da artista, revelando uma dimensão emocional até agora menos visível no seu percurso.

Com música e letra assinadas por The Tiny Musician (Joana Carvalhas), o tema nasce num período particularmente exigente da sua vida, durante a sua estadia em Berlim, em 2021. Recém-chegada à cidade, a artista enfrentava um processo de adaptação difícil, marcado pela solidão, pela barreira linguística e por uma expectativa artística que não se concretizou. “Estava a passar por uns momentos menos bons e sentia um vazio grande dentro de mim”, recorda.

Foi nesse contexto que surgiu “Que Se Passa Em Ti”, composta numa única noite, “à luz de apenas uma velinha”, com o apoio da sua loopstation e do violino. Inicialmente guardada e pouco explorada ao vivo, a canção acabaria por ganhar um novo significado anos mais tarde, já num momento de transformação pessoal e artística.

Em 2025, durante os seus estudos em produção musical e música improvisada na Berklee Valencia Campus, Joana Carvalhas recupera a canção a partir dos seus cadernos de ideias. A decisão de a gravar surge de um novo estado emocional, mais positivo e consciente. “Algo me dizia que era o momento certo para a gravar”, explica. A receção ao tema, apresentada em contexto académico, foi imediata e transversal: “A maioria nem falava português, mas sentiu uma mensagem forte”.

“Que Se Passa Em Ti” afirma-se assim como um exercício de vulnerabilidade e autenticidade. A artista assume uma rutura com a imagem habitualmente associada ao seu projeto: “Nem sempre sou a Tiny Musician contente, positiva e sorridente que as pessoas conhecem”. O single propõe uma reflexão sobre os momentos de vazio, dúvida e exaustão emocional, traduzidos numa escrita direta e introspectiva - “Algo falta aqui” - que ecoa ao longo da composição.

Mais do que uma canção, o tema representa também um gesto de aproximação ao público. “Espero que com este single me possa conectar mais com o meu público e fãs, ao mostrar um dos meus outros lados mais ‘negros’, mas que também faz parte da vida”, sublinha, evocando a ideia de equilíbrio entre luz e sombra: “Existe sempre um lado claro e outro escuro no yin-yang: sem um não há o outro”.

Gravado no Ann Kreiss Scoring Stage, nos estúdios da Berklee Valencia, o single reúne músicos de diferentes nacionalidades, reforçando a dimensão universal da música. O tema conta com The Tiny Musician (Joana Carvalhas) no violino e na voz, acompanhada por Qian Chow no piano, Chris Tate no violoncelo, Cristian Chiaburu, músico oriundo da Moldávia, no baixo elétrico, e Matthew Lee na bateria. A produção ficou a cargo de Mateo Fuentes, com gravação e mistura de Juan Guillermo Ramírez Álvarez e masterização de Ian Dean.

Para a artista, este momento assinala também uma estreia significativa: foi a primeira vez que apresentou uma composição original em formato de banda, ultrapassando a timidez inicial num processo que descreve como desafiante, mas profundamente encorajador.

O lançamento é acompanhado por um lyric video, filmado por Walan Alencar e editado por Angelo Romano, captado numa coffee shop (Comum) no Porto - espaço que reflete outra das paixões da artista, o café de especialidade, e que contribui para o ambiente intimista da peça visual.

The Tiny Musician é o alter-ego de Joana Carvalhas, violinista formada pelo Royal Conservatoire of Scotland e pela Berklee Valencia Campus. Com um percurso internacional consolidado, a artista tem atuado em diversos países, incluindo Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Japão e Espanha, e colaborado com nomes como Lindsey Stirling, Mike Block ou Zach Brock. A sua prática cruza a formação clássica com a improvisação e a exploração de múltiplos géneros, do jazz ao folk, passando pelo metal e pela música experimental.

Atualmente, desenvolve o seu projeto a solo para violino e loopstation, integrando também outros projetos musicais e pedagógicos. “Que Se Passa Em Ti” marca um novo capítulo no seu percurso autoral, antecipando uma fase de maior exposição criativa, com novos temas já em desenvolvimento.

GUI ALY LANÇA NOVO SINGLE NO MATTER WHERE I GO





















Gui Aly acaba de lançar o single “No Matter Where I Go”, o primeiro avanço do EP THIS IS WHAT LOVE FEELS LIKE, a editar já em maio. O single celebra uma fase mais expansiva do músico português, que prepara também a apresentação deste novo trabalho ao vivo no NOS Alive, onde regressará este verão.

“No Matter Where I Go” é uma canção que nasce da saudade. Gui Aly descreve-a como a expressão daquele vazio que se instala quando nos afastamos das pessoas que mais amamos, sejam parceiros, amigos próximos ou familiares, mas também da certeza luminosa de que esse reencontro existe sempre no horizonte. A música sublinha a ideia de que não importa o lugar onde estamos, mas sim as ligações que carregamos connosco, mesmo quando a distância se impõe.

Este single é a porta de entrada para THIS IS WHAT LOVE FEELS LIKE, um EP que se assume como um porto seguro no meio do caos. Num tempo acelerado, fragmentado e ruidoso, Gui Aly quis criar um lugar onde quem ouve possa pousar, respirar e reencontrar-se. Cada faixa é uma forma de abrigo, um espaço onde o amor, em todas as suas versões, fases e imperfeições, se torna bússola, cura e celebração. O projeto acolhe quem chega, oferece boas vibrações, a leveza dos dias de verão e a energia renovada de quem se lembra do que realmente importa, as pessoas que nos são queridas, a empatia que nos liga, a felicidade que se constrói nos gestos simples.

Gui Aly tem aprofundado a relação com o público, consolidando uma identidade artística marcada pela guitarra, por melodias depuradas e por uma escrita emocional e direta. Desde a vitória no EDP Live Bands, em 2020, passando pelo álbum de estreia White Walls (2022), que lhe valeu elogios da crítica e o reconhecimento de artistas internacionais como Noah Kahan e Alec Benjamin, o músico tem construído um percurso singular na música portuguesa, sempre guiado por uma sensibilidade rara e profundamente humana.

A apresentação do novo EP no dia 09 de julho no NOS Alive, surge como a continuação natural deste caminho. No festival que marcou momentos decisivos da sua carreira, Gui Aly prepara um concerto que reflete a sua evolução e inaugura uma nova etapa criativa, onde “No Matter Where I Go” se afirma como o primeiro gesto de um trabalho que celebra o amor, a vida e a possibilidade de recomeçar.