sexta-feira, 6 de novembro de 2026

ADOIS LANÇAM "OMELETE SEM OVOS"

 



















“Omelete Sem Ovos” é muito mais do que uma canção sobre a crise da habitação. É a banda sonora de uma geração que tem amor, sonhos e vontade de trabalhar, mas sente que lhe faltam os ingredientes para construir a vida que imaginou.

“A vida só me deu limões, sai mais uma rodada de limonada”. É assim que começa o novo single do duo português que transforma o dia a dia em canção. A nova canção do antecipa o segundo álbum :“A vida é mais bonita adois”. Karine e Diogo colocaram em canção um desabafo, repleto de humor, sobre os desafios da vida adulta em Portugal de 2026. 

“Esta canção começou por ser sobre a nossa história, mas acabou por ganhar uma dimensão muito maior do que imaginávamos. É também sobre todos os casais e famílias que fazem o esforço diário de fazer «omeletes sem ovos». Apesar do tom de «protesto», a mensagem que queremos passar é que no meio de tantos imprevistos que a vida nos impõe, o importante é não perder o amor e a esperança.” – dizem os Adois.

Oiça “Omelete Sem Ovos” aqui.

MUNDO SECRETO E TIAGO NACARATO JUNTOS EM SINGLE





















Os Mundo Secreto, icónico grupo de Leça da Palmeira, estão de regresso com o anúncio de um novo capítulo na sua carreira com mais de 25 anos. “DOIDOS” é o novo single da banda, conta com a participação especial de Tiago Nacarato e serve de antecipação ao novo álbum de originais: QUATRO.

Em “DOIDOS”, o coletivo propõe uma reflexão sobre a classe artística e a sua loucura crónica contra-corrente. Entre “inconformados, despistados ou meio aluados”, os artistas são descritos como “trapezistas a tentar dançar na corda bamba”, uma metáfora irónica e incisiva que aponta às adversidades dos músicos, mas acima de tudo, à resiliência e capacidade de superação que só os “incrivelmente doidos” possuem.

A canção ganha uma dimensão ainda mais rica com a voz de Tiago Nacarato, cuja interpretação leve e elegante eleva o refrão a um verdadeiro ultimato: se não nos podes vencer, junta-te a nós!

Mantendo a assinatura e o espírito de unidade característicos do estilo dos Mundo Secreto, “DOIDOS” abre as portas a um novo ciclo e marca o arranque da contagem decrescente para o lançamento do novo disco marcado para o dia 27 de Novembro.

Haverá ainda uma Listening Party, no Exploratório, em Matosinhos, entre as 17h00 e as 20h00 no dia 21 de Novembro – evento de entrada livre

Para já, é tempo de ouvir "Doidos" que já está disponível em todas as plataformas de streaming e o vídeo pode ser visto, a partir das 18 horas, no canal de Youtube da banda, aqui.

800 GONDOMAR LANÇAM "PICAS NO METRO"













O segundo avanço para o novo disco já está disponível em todas as plataformas digitais. AUTO-STRESS chega a 26 de novembro e a pré-venda arranca hoje.

Há quem nasça com o passe carregado. Há quem passe a vida a tentar saltar a cancela. Os 800 Gondomar conhecem o percurso e trazem «Picas no Metro».

Entre a letargia suburbana e o hiperfoco da ratice, o segundo avanço para AUTO-STRESS transforma uma fuga à fiscalização numa metáfora de fuga à vigilância social que nos pede comprovativos de tudo. De trabalho, de sucesso, de felicidade. É preciso produzir, parecer, pertencer. Mesmo quando o ordenado acaba antes do mês e a casa só existe nas fotografias de um anúncio.

É essa letargia que nos emabala numa cidade que também vai mudando de pele. Os paralelos dão lugar ao alcatrão, as memórias perdem a morada e quem sempre ali viveu começa a sentir-se de passagem. Há casas sem intimidade e vidas sem casa. Nómadas por escolha, por despejo ou porque ficar se tornou um luxo. No meio disto, o elevador social avariou e alguém continua a cobrar a manutenção. Aos de baixo, pede-se que subam pelas escadas e agradeçam a oportunidade.

É desta pressão que se alimenta o fogo dos 800 Gondomar. Da distância entre o esforço e a recompensa, da desigualdade que se entranha na rotina e da inconformidade de quem já percebeu que cumprir todas as regras pode não chegar para sair do mesmo sítio. Em «Picas no Metro», a ratice é também engenho de sobrevivência. Um modo de procurar passagem quando os acessos parecem estar sempre reservados aos mesmos.

Há burlões, vigaristas, mentirosos, chungas digitais e cansados analógicos. Retratos de perfil impecáveis e dois pés esquerdos em cada lugar onde se entra. Mas há também beleza perene, canções que passam de voz em voz e gente que continua a fazer espaço para os outros. Gestos horizontais numa sociedade obcecada com a subida. Gratidão sem plateia em ninhos onde ainda se pode pousar.

Os 800 Gondomar embalam essa tensão no seu punk, dando-lhe a forma de um mantra social. A raiva dá impulso, a vontade de estar junto acrescenta-lhe destino. A banda regressa aos discos com o mundo mais perto e, ainda assim, tão longe. A balança está esquisita. É tempo de AUTO-STRESS.

«Picas no Metro» já está disponível em todas as plataformas digitais. 

A pré-venda de AUTO-STRESS abre hoje. O disco chega a 26 de novembro.

GISELA MABEL REVELA “TRANSATLÂNTICA”, PRIMEIRO SINGLE DO ÁLBUM DE ESTREIA

 



















Uma das artistas que mais se tem destacado na música portuguesa nos últimos anos, a pianista e compositora luso-angolana lança hoje o novo tema, antes de partir para uma digressão pelo Brasil.

Editado pela MAR Records, «Transatlântica» cruza o jazz, a música clássica e as influências africanas e brasileiras numa composição inspirada nas histórias que atravessaram o Atlântico.

Depois de um percurso que a levou do Ageas Cooljazz ao Piano City Milano, passando pela colectânea internacional do Piano Day, iniciativa fundada por Nils Frahm, Gisela Mabel prepara-se para um novo capítulo. Hoje, 6 de Novembro, a pianista, compositora e produtora luso-angolana edita “Transatlântica”, primeiro avanço do seu álbum de estreia. O lançamento antecede uma digressão pelo Brasil, entre Novembro e Dezembro, com apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

O Atlântico não podia, por isso, ser um cenário mais oportuno. Durante séculos, as suas águas foram atravessadas por milhões de pessoas, umas arrancadas às suas terras, outras à procura de uma vida diferente. É dessa história de partidas, perdas e recomeços que nasce “Transatlântica”, uma composição instrumental que encontra na música uma forma de abordar a memória das travessias e aquilo que permanece depois delas.

O novo tema assenta nessa tensão entre a violência da deslocação e a persistência de quem continua a procurar a outra margem. Sem recorrer às palavras, Gisela Mabel confia ao piano a tarefa de conduzir uma narrativa feita de movimento, emoção e contrastes, na qual os restantes instrumentos acrescentam diferentes perspectivas sonoras.

Ao piano de Gisela Mabel juntam-se João Barradas (acordeão), Bruna Maia de Moura (violoncelo) e Mic Trovoada (percussão e vozes). A composição alterna momentos de maior intimidade com outros em que a intensidade rítmica ganha terreno, deixando que o jazz, a formação clássica e as matrizes africanas e brasileiras se cruzem sem a obrigação de caber num único género. Uma liberdade de linguagem que já atravessava Álbum de Retratos (2024), o primeiro EP da artista, e que agora ganha uma nova expressão.

Nascida no Algarve, de ascendência angolana e radicada em Lisboa, Gisela Mabel iniciou a sua formação no piano clássico, no Conservatório de Música de Olhão. O estudo do jazz veio depois sempre a par com uma aproximação à música brasileira e às suas raízes culturais africanas. Diferentes referências que a sua escrita musical trata como vizinhas, não como compartimentos.

O primeiro EP, Álbum de Retratos, recebeu a distinção de Melhor Álbum de Jazz do Ano dos SoloPiano Awards. Em 2025, Gisela Mabel tornou-se a primeira artista portuguesa a integrar a colectânea oficial do Piano Day, iniciativa internacional fundada pelo músico alemão Nils Frahm, e integrou a Powerlist Bantumen 100, que distingue personalidades influentes da lusofonia.

Em palco, passou pelo NOS Alive, pelo Convento de São Francisco e pela Casa Capitão. Estreou-se no Ageas Cooljazz em 2024, nas Cascais Jazz Sessions by Smooth FM, e regressou ao festival em 2026 para actuar no palco principal, na mesma noite de Diana Krall.

Fora de Portugal, participou em Londres em Earthworks, projecto de Mónica de Miranda apresentado na feira de arte contemporânea africana 1-54, na Somerset House. Seguiram-se o Piano City Milano, com um concerto na Galleria d'Arte Moderna, e uma apresentação no Espacio Cultural Serrería Belga, em Madrid.

A digressão brasileira, que decorre entre Novembro e Dezembro, inclui passagens pela Casa Natura Musical e pela SIM São Paulo, em São Paulo, pelo Blue Note e pela Casa Museu Eva Klabin, no Rio de Janeiro, e pelo Festival MATE, em Porto Alegre. Com o apoio institucional do Instituto Camões, da Fundação GDA e da representação diplomática de Portugal no Brasil, a digressão dá continuidade à circulação internacional da artista e à preparação do seu próximo trabalho discográfico.

Composto e produzido pela própria Gisela Mabel, “Transatlântica” é um tema sem palavras, feito de histórias que atravessam oceanos e continuam a encontrar novas margens.

Já disponível nas plataformas digitais.


NOVO SINGLE DE LUÍS TRIGACHEIRO

 



















Luis Trigacheiro
Mar Alto

Depois de uma sequência de lançamentos que consolidaram o seu percurso, Luís Trigacheiro entra num novo capítulo com o lançamento do seu novo single “Mar Alto”.

Num regresso às raízes, Luís Trigacheiro pegou numa das modas tradicionais mais especiais para si e revisitou-a de forma a dar-lhe uma nova vida e uma certa modernidade. Produzida em conjunto com Eduardo Espinho a canção propõe uma leitura contemporânea da tradição, onde a voz, a memória e a emoção se encontram com uma produção pensada para o presente.

O tema dá início a uma nova etapa no percurso do artista e antecipa o universo do próximo disco.

PEDRO JÓIA EM DIGRESSÃO NO SENEGAL E PAQUISTÃO


📸 Augusto Brázio

A projeção internacional de Pedro Jóia continua a expandir-se. Entre 7 e 24 de novembro, o guitarrista português regressa à estrada para uma nova etapa da sua digressão internacional de 2026, com concertos no Senegal e no Paquistão, levando a sua música a novos públicos e palcos internacionais.

A próxima digressão internacional de Pedro Jóia arranca no Senegal, com uma participação no Festival Au Tour des Cordes, cuja 6.ª edição decorre em Saint-Louis. A 7 de novembro, o músico sobe ao palco da Grande Scène do Institut Français de Saint-Louis, integrando um festival dedicado ao encontro entre instrumentos de cordas e tradições musicais de diferentes geografias.

A viagem prossegue para o Paquistão, com atuações nas cidades de Karachi, Lahore, Islamabad (dose dupla) e Faisalabad. Destaque para a atuação, a 15 de novembro, no World Culture Festival Karachi 2026, que decorre no Arts Council of Pakistan, um encontro internacional dedicado às artes performativas e ao intercâmbio cultural. Nesta sua 3.ª edição, que decorre ao longo de 25 dias, reúne mais de mil artistas internacionais, provenientes de cerca de 150 países, e mais de 500 artistas paquistaneses, com uma programação que cruza música, teatro, dança, cinema e artes visuais.

De regresso a Portugal, Pedro Jóia encerra, a 26 de novembro, o Festival BATUTA em Sines. O espetáculo terá lugar no Auditório do Centro de Artes de Sines, assinalando também o 21.º aniversário deste equipamento cultural.

Esta digressão acontece num ano particularmente significativo para o guitarrista, que assinala o 30.º aniversário da sua estreia discográfica em "Guadiano". Com um percurso que cruza a música portuguesa, o flamenco e as sonoridades do mundo, mantém uma intensa agenda internacional, com concertos recentes na Austrália, China, Índia, Coreia do Sul, EUA, Uruguai, Venezuela, Brasil e Singapura.

Em palco, apresenta tanto homenagens a José Afonso, Armandinho e Carlos Paredes como a riqueza do seu universo musical, com destaque para "Mosaico", o seu mais recente álbum de composições originais, que reflete a diversidade estética e a maturidade artística do seu percurso.

08 NOV | DAKAR (SN), Dakar Night Market
15 NOV | KARACHI (PK)
21 NOV | LAHORE (PK)
22 NOV | ISMALABAD (PK)
23 NOV | FAISALABAD (PK)
24 NOV | ISMALABAD (PK)
26 NOV | SINES, Festival BATUTA

MAU UIVO REVELA "LIÇÃO", O TERCEIRO E ÚLTIMO SINGLE ANTES DA CHEGADA DO EP "BERÇÁRIO"

 













Foto: João Lobo

O novo tema “Lição” chega às plataformas digitais dia 6 de Novembro e antecede o lançamento do registo de estreia Berçário de Mau Uivo, projeto do músico e contrabaixista Miguel Menezes, agendado para 13 de Novembro.

“Lição” encerra a trilogia de avanços promocionais que começou com "Casa Branca" (Julho) e "Do Berço" (Setembro), preparando o terreno para a estreia do EP Berçário. Como um nó que se desfaz devagar, aceitando a paciência de recomeçar a cada volta, a canção desenha o gesto de regressar a caminhos antigos, apenas para reencontrar o que permanece. Totalmente composta, produzida, gravada e cantada por Miguel Menezes, "Lição" consolida a identidade sonora do artista, que combina o rigor da sua formação no jazz e na música clássica com a liberdade da canção de autor alternativa. A mistura do tema ficou a cargo de Moritz Kerschbaumer, cabendo a masterização a Nelson Carvalho. A imagem de capa é da autoria de João Lobo.

Berçário, composto por cinco faixas totalmente escritas, produzidas, gravadas e interpretadas por Miguel Menezes, assinala uma nova fase no seu percurso. O título sugere a ideia de um ponto de partida ou de maturação, onde diferentes memórias, vivências e descobertas sonoras se cruzam subtilmente com a construção de uma nova identidade artística.

O EP de estreia cruza a canção de autor com a experimentação sonora, o sampling e a desconstrução das estruturas convencionais. No plano sonoro, desafia as convenções tradicionais da escrita de canções. Embora a guitarra e a voz constituam o alicerce de grande parte do alinhamento, a instrumentação é expandida através de um meticuloso trabalho de manipulação sonora, tratamento vocal, amostragem e exploração de ambientes alternativos. O alinhamento contempla ainda uma faixa instrumental, reflexo direto da bagagem do músico noutras abordagens e linguagens artísticas.

A mistura do disco foi assegurada por Moritz Kerschbaumer, cabendo a masterização a Nelson Carvalho.

SOBRE MAU UIVO

Mau Uivo é o projeto a solo de Miguel Menezes, músico e contrabaixista com um percurso ligado à música clássica, orquestras e projetos de jazz. Explora canções intimistas construídas a partir de camadas de vozes, harmonias subtis, samples e ambientes sonoros experimentais.

Com uma carreira sólida e continuada no universo da música clássica e do jazz — colaborando habitualmente com orquestras e formações diversas —, o artista assume agora em pleno a sua vertente de compositor de canções, um gesto criativo cultivado ao longo dos anos.

https://www.instagram.com/mau___uivo/ 
https://youtube.com/@mauuivo?si=N7llC3Wkm55EmLWN
 
https://mauuivo.bandcamp.com

HMB LANÇAM EP




















O novo EP nasce da preparação do concerto-terapia “E Agora?”, que junta os HMB a Tim no dia 26 de Novembro, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa:

Os HMB lançam hoje “E Agora?”, um EP com três versões de temas dos Xutos & Pontapés, já disponível em todas as plataformas digitais. O tema de apresentação é “Contentores”. Completam o alinhamento “À Minha Maneira” e “Conta-me Histórias”.

O que começou por ser a preparação de um concerto transformou-se num novo EP. As três canções foram gravadas no seguimento dos ensaios para o espectáculo que a banda vai partilhar com Tim. Ao longo desse processo, ganharam uma nova vida nas mãos dos HMB. São agora a primeira amostra daquilo que está a ser preparado para o palco.

“Contentores” abre a porta a este encontro entre duas gerações da música portuguesa. É um dos temas mais reconhecíveis do repertório dos Xutos & Pontapés, agora levado para o território dos HMB. “À Minha Maneira” e “Conta-me Histórias” seguem o mesmo caminho: canções que fazem parte da vida de várias gerações, revisitadas por uma banda que cresceu a ouvi-las.

“Não estava nos nossos planos gravar um EP com músicas dos Xutos & Pontapés. Mas, ao prepararmos o espectáculo com o Tim no Tivoli, estas canções ganharam uma vida especial para nós. Quisemos gravar a nossa versão de músicas que fazem parte da vida de tantas pessoas e esperamos ter estado à altura delas. Para nós, pelo menos, já valeu a pena”, afirmam os HMB.

O EP é também o primeiro passo rumo ao concerto. “E Agora?” apresenta-se como um concerto-terapia, com o mote “banda em crise de meia-idade procura orientação”. São quase 20 anos de HMB, de álbuns lançados e de canções cantadas um pouco por todo o país. São também duas décadas de dúvidas, desilusões e crises de identidade. Para atravessar esta fase, a banda recorre a quem conhece bem a estrada e a vida de banda: Tim, dos Xutos & Pontapés.

Em palco, Tim assume o papel de terapeuta. Partilha a sua experiência e provoca a conversa. A música conduz o espectáculo, entre canções dos HMB, dos Xutos & Pontapés e do próprio Tim, intercaladas com histórias e confissões. O objectivo é perceber como se sobrevive a uma relação de longa duração. Nesta sessão, o público deixa de ser plateia e passa a ser testemunha de uma banda que finalmente se olha ao espelho.

“E Agora? | Um Concerto-Terapia com HMB e Tim” sobe ao palco do Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, no dia 26 de Novembro. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

Até lá, as três canções do EP fazem a ponte entre o estúdio e o palco. A pergunta já está feita. A resposta chega ao Tivoli a 26 de Novembro.

KILTëR COM NOVO SINGLE


Os Kiltër lançam «Facts Are Fiction» a 20 de novembro de 2026. Produzido por José Pedro Caldas (Mira Quebec, Paraguaii), o primeiro single de Meddling antecipa o novo álbum do projeto, cujo lançamento está confirmado para meados de janeiro de 2027.

O processo abre com um facto, provisoriamente identificado como verdadeiro. Submetido a repetição, torna-se irreconhecível.

Para efeitos de emissão, os factos consideram-se confirmados. Eventuais dúvidas deverão ser apresentadas depois da reação. «Facts Are Fiction» dispensa verificação adicional. A identificação do alvo será comunicada oportunamente.

Após sucessivas revisões do quadro de pessoal, os Kiltër passam a funcionar em regime de trio: João Pedro Costa (voz, sintetizadores e programação), Nuno Faria (baixo) e Ricardo Sá Fernandes (guitarra). A alteração entra em vigor sem período de adaptação.

Reprodução autorizada. Integridade não garantida.

Foram detectadas ingerências. Várias.

Os Kiltër são um projeto contaminado pelas linguagens da contemporaneidade. Sem preocupações de pureza estética, apropriam-se de materiais, procedimentos e possibilidades sonoras de diferentes proveniências. As linguagens cruzam-se, interferem, contradizem-se e transformam-se. Nada exige fidelidade a uma origem, a uma tradição ou a uma determinada forma de expressão.

É rock. É eletrónica. É experimental. Não necessariamente por esta ordem, nem sempre ao mesmo tempo.

Quanto aos rótulos, ficam à disposição de quem precisar deles. Os Kiltër não se responsabilizam pela sua aplicação

MIGUEL CARMONA LANÇA "FORA DE MIM" NOVO SINGLE DE ANTECIPAÇÃO DO PRÓXIMO ÁLBUM





















O novo disco será apresentado a 16 de março no Teatro Maria Matos, em Lisboa, com lotação quase esgotada, e a 15 de abril na Casa da Música, no Porto.

Miguel Carmona edita hoje “Fora de Mim”, o novo single que antecipa o próximo disco de originais, com edição prevista para o início de 2027. Sucessor de “Fora de Horas”, lançado em 2024, o álbum tem já apresentações marcadas em Lisboa e no Porto, dia 16 de março no Teatro Maria Matos, com apenas os últimos bilhetes disponíveis e dia 15 de abril na Casa da Música. O novo tema já está disponível em todas as plataformas digitais.

“Fora de Mim” nasce da vontade de virar a página, com tudo o que isso implica. Há melancolia e algum rancor, mas também a capacidade de olhar para esses sentimentos e reconhecer o que de bom pode vir a seguir. Tal como em “nada do que eu disse”, Miguel Carmona dá espaço ao que custa para começar a descobrir o que vem depois.

Essa passagem também se ouve na sonoridade, que aproxima o lado orgânico do novo trabalho à produção imersiva do disco de estreia. “Fora de Mim” cria assim uma ligação entre os dois álbuns e deixa conhecer um pouco mais desta nova fase. Do próximo disco, são já conhecidos os temas “nada do que eu disse” e “mão dada (versão live)”.

Dos covers e medleys às primeiras canções originais, Miguel Carmona tem construído uma relação com o público que ganha agora novos pontos de encontro em palco. A 16 de março, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, e a 15 de abril, na Casa da Música, no Porto, apresenta o novo álbum em dois concertos que juntam as novas canções aos temas que têm marcado o seu percurso.

AGENDA 2026/2027

8 de novembro — Sofar Sounds, Porto
6 de fevereiro — a anunciar
16 de março — Teatro Maria Matos, Lisboa — ÚLTIMOS BILHETES
8 de abril — Conservatório de Música de Coimbra, Coimbra
15 de abril — Casa da Música, Porto
17 de abril — Espaço Vita, Braga

ASTRAVAGA APRESENTA FILME-CONCERTPO





















Depois de editar o álbum de estreia “Unção Honrosa” em janeiro, Astra Vaga apresenta agora um novo registo ao vivo filmado no Centro Comercial Cedofeita, no Porto. Realizado por Irish Faverio e gravado integralmente em câmaras analógicas Video8 e VHS-C, o filme reúne interpretações de “Lamento”, “Noite a Cair” e “Nada a Meu Favor” num espaço onde o presente continua a conviver com as marcas de diferentes épocas.

Com cerca de 14 minutos de duração, o vídeo acompanha Astra Vaga entre corredores, lojas e diferentes espaços do Centro Comercial Cedofeita, cruzando a atuação da banda com imagens do próprio edifício e uma breve introdução à sua história. Aberto em 1978, o centro comercial aproxima-se das cinco décadas de existência, tornando-se simultaneamente cenário e parte integrante do registo.

A escolha do espaço estabelece uma relação direta com o universo visual e emocional que Pedro Ledo tem vindo a desenvolver em Astra Vaga. Em “Unção Honrosa”, a memória e a deslocação entre passado e presente surgem associadas a uma estética que recupera vídeo analógico, glitching e texturas de baixa fidelidade. No novo filme, essa linguagem abandona o plano exclusivamente estético para encontrar um espaço físico onde os vestígios do tempo permanecem visíveis.

Filmadas em Video8 e VHS-C, as imagens recusam a definição e limpeza do registo digital contemporâneo e aproximam a atuação de uma memória encontrada ou preservada. Entre a música e os elementos quotidianos do Centro Comercial Cedofeita, o filme observa um lugar que atravessou diferentes momentos da cidade sem apagar completamente os sinais dessa passagem.

A seleção das três canções recupera diferentes momentos de “Unção Honrosa”. “Lamento”, “Noite a Cair” e “Nada a Meu Favor” integram o álbum editado a 15 de janeiro e regressam agora num formato ao vivo, interpretadas por Pedro Ledo na guitarra e voz, Pedro Ferreira na guitarra, Pedro Adelino no baixo e Eduardo Carneiro na bateria.

A captação, mistura e masterização das três atuações ficaram a cargo de Pedro Feio. O filme é realizado por Irish Faverio, que assume também a captação de imagem juntamente com Ricardo Vicente, Fred Stop, Eduardo Ferreira e Manuel Couto.

“Unção Honrosa” marcou a estreia em longa-duração de Astra Vaga e a primeira vez que Pedro Ledo, anteriormente ligado a projetos como The Miami Flu e Lululemon, assumiu a escrita e composição em português. Criado em diferentes casas onde o músico viveu no Porto, o álbum nasceu num período de rutura com a vida corporativa e da decisão de se dedicar integralmente à criação artística.

Ao longo do disco, Astra Vaga cruza dream pop e pós-punk através de guitarras densas, baixo de pulsação marcada e sintetizadores, num conjunto de canções atravessado por desilusão romântica, saudade, depressão, fragilidade e procura de libertação pessoal. A mistura do álbum ficou a cargo de Zé Nando Pimenta, nos Estúdios ARDA, e a edição foi assegurada pela Saliva Diva.

“Nada a Meu Favor”, que acompanhou a edição do disco enquanto single e videoclipe, regressa neste novo filme ao lado de “Lamento” e “Noite a Cair”, dois dos temas que anteciparam o lançamento. As três canções encontram agora uma nova leitura através do formato ao vivo e de um cenário que prolonga uma das ideias presentes desde o início de Astra Vaga: a relação entre aquilo que permanece, aquilo que desaparece e as marcas que o tempo deixa para trás.

Ao colocar “Unção Honrosa” no interior de um espaço inaugurado em 1978 e filmá-lo através de tecnologias analógicas de outras épocas, Astra Vaga prolonga o disco para além da sua edição e transforma o Centro Comercial Cedofeita num ponto de encontro entre música, memória e cidade.

ANA LUA CAIANO EDITA DEVAGAR QUE A VIDA É CURTA





















Devagar Que A Vida É Curta, novo álbum de Ana Lua Caiano, canta e dança a inquietação e urgência dos nossos dias. Está a partir de hoje disponível nas plataformas digitais e nas lojas em formato CD e Vinil.

Com edição da editora alemã Glitterbeat Records, Devagar Que A Vida É Curta é um álbum que oscila entre a urgência e a contemplação. Surge como reflexo da vida contemporânea, mas assombrado por temas profundamente enraizados nas narrativas tradicionais de várias culturas: a morte, a impermanência, o esgotamento, a transformação e a frágil ilusão de que haverá sempre mais tempo.

Munida de um leque cada vez mais eclético de instrumentos e técnicas, Ana Lua Caiano entrega um disco de estreias: aos sons já característicos de outros lançamentos, junta-se um maior destaque às teclas, piano, sopros, harmonias vocais e um trabalho de sobreposições cada vez mais inquietante e desenfreado. Uma engrenagem ligada e que continua viva e a aumentar de ritmo.

São 13 canções (entre 15 temas totais) que se comprometem a dar voz às afiadas letras de Ana Lua Caiano, com um olhar sempre atento às lutas do quotidiano, numa consciência dos maiores desafios sociais que enfrentamos de forma coletiva. É uma voz que canta as ânsias de milhões de jovens a uma escala mundial, com dores sobre o ritmo desenfreado de viver e a cada vez mais sufocante tentativa de criar lugar. Um grito de alerta e, acima de tudo, temas que nos tentam acordar de uma apatia coletiva tão característica destes novos tempos, criada por um estado assoberbado de conteúdo e estímulos.

Devagar Que A Vida É Curta, em termos sonoros, volta trilhar caminho por uma amálgama de referências, a artista portuguesa continua a combinar os elementos folk com a electrónica, mas há também apontamentos das obras dos cantautores de intervenção de Portugal, elementos de música clássica, art pop e até glitch music.

Das letras ao som, construído em torno do contraste, da tensão e do movimento, o álbum oscila constantemente entre a intimidade e a ruptura, do indivíduo para o colectivo. Devagar Que A Vida É Curta tem os olhos postos num futuro de progresso e de interligações entre passado e presente, sem um saudosismo às vezes associado à exploração da tradição.

Ana Lua Caiano expande o seu próprio universo, continuando a ser uma artista progressiva e transgressiva na forma como cria música, é, ao mesmo tempo, ancestral e futurista, íntima e política, assombrosa e cheia de vida. É a máquina de instrumentos e sons a tentar devolver-nos humanidade através da sua poesia, o artifício sempre a favor do que é humano.

Ao vivo, o novo disco subirá a palco já hoje, no dia de lançamento, com uma digressão que começa no GNRation em Braga e segue depois até ao fim do ano 2026 para Ovar, Coimbra, Viseu, Tavira e Torres Vedras.

Já em 2027, no início do ano, a digressão chega às duas grandes cidades portuguesas, Lisboa e Porto no Lux Frágil (21/01) e na Casa da Música (28/01). A partir de fevereiro a artista parte em digressão internacional por mais de 8 países em 13 datas diferentes, que passará por cidades como Madrid, Barcelona, Milão, Antuérpia, Bruxelas, Londres, Berlim, Munique, Paris, entre outras.

Estes concertos contarão com novo alinhamento e uma nova mise en scene que contará com renovadas abordagens cénicas, de luz e de arranjos. Entre drum machines, gravações de campo e sons do quotidiano, o novo concerto torna-se um espaço de tensão e descoberta, onde a música se abre a temas sociais urgentes e a uma abordagem simultaneamente progressiva e transgressora. A nova música de Ana Lua Caiano é simultaneamente ancestral e futurista, íntima e política, inquietante e viva.

Os bilhetes dos concertos de apresentação de Ana Lua Caiano já estão disponíveis aqui.

DESCENDENTES EDITAM SINGLE

 



















Descendentes
Duas Vidas

Os Descendentes acabam de editar Viagem Sem Regresso, o seu álbum de estreia. Composto por 12 canções, 8 das quais inéditas, o disco assinala uma nova etapa no percurso de Jorge Cruz, Mike e Miguel Costa, reunindo os temas que marcaram o primeiro ano da banda e novas composições que alargam o seu universo musical. Entre a pop e a folk, o trio mantém presente a ligação às raízes alentejanas, ao mesmo tempo que explora novas sonoridades.

"Duas Vidas" surge como a faixa de destaque do novo álbum, um tema contruído na base do arrependimento e da impossibilidade de poder tentar outra vez. Assente na dualidade entre vidas e nos cenários que nunca atingiram a realidade, a música aprofunda a sonoridade pop que os Descendentes exploram ao longo de todo o álbum "Viagem Sem Regresso". 

MIA BENITA APRESENTA O PRIMEIRO EP “MIA”





















Produzido por LEFT. e também por Joaquim Albergaria e Ivo Costa, dos Bateu Matou, o projeto é composto por cinco canções escritas pela artista, que já trabalhou com Carlão e Oscar G, produtor reconhecido pelas colaborações com Madonna.

Mia Benita edita o primeiro EP "MIA". Já disponível nas plataformas digitais, o curta duração apresenta cinco canções com uma sonoridade Pop marcada por influências de R&B e pela estética dos anos 2000. A artista canta sobre as diferentes fases do amor, entre a vulnerabilidade, a vontade de ficar e o momento em que se percebe que é necessário seguir em frente. Todas as canções foram escritas e compostas pela artista, algumas delas com a colaboração de outros compositores, nomeadamente Murta, LEFT. e Clara Duailibi.

“Sendo o meu primeiro EP, achei que faria sentido dar-lhe o meu nome. É uma forma de me dar a conhecer através deste primeiro conjunto de canções, que marcam o início de uma nova etapa no meu percurso enquanto artista”, explica Mia Benita sobre o título. As canções partilham um fio condutor emocional, acompanhando diferentes momentos de relações e da evolução pessoal: "são histórias diferentes, mas que se ligam através das emoções e do crescimento que acompanha cada uma dessas fases”, afirma a artista. O processo criativo de "MIA" partiu de experiências pessoais, mas também de histórias com que as pessoas se podem identificar.

Na construção da sonoridade do EP, Mia Benita procurou cruzar “melodias tradicionalmente Pop com ritmos e sonoridades R&B”, mantendo uma identidade própria. Foi em estúdio que a artista foi descobrindo “o som que quero construir e aquilo que quero dizer em concreto, em cada um dos temas”. Mia Benita escreveu todas as letras e músicas, com a colaboração de Murta, na letra e música de ‘DÁ-ME A MÃO’; de António Graça e Clara Duailibi, na composição de ‘SEPARAR’; e de António Graça na melodia de 'POUCA AÇÃO'. A produção dos cinco temas ficou a cargo de LEFT., com coprodução de Miguel Garcia em ‘DEPRESSA’ e ‘SEPARAR’, e de Joaquim Albergaria e Ivo Costa, dos Bateu Matou, em ‘POUCA AÇÃO’.

As diferentes temáticas do EP ganham forma ao longo das cinco canções. 'POUCA AÇÃO', que abre o projeto, "retrata uma relação que não avança, marcada pela falta de compromisso de uma das partes", afirma a cantora. ‘MALMEQUER’, aborda “o desgaste de amar alguém que nunca nos escolhe verdadeiramente” e o caminho rumo a “escolher-se a si própria”. ‘DÁ-ME A MÃO’, em parceria com Murta, fala sobre “viver verdadeiramente o presente sem medo” e a “liberdade emocional”. Em ‘DEPRESSA’, a artista explora a confiança nos próprios sentimentos e defende que, quando estamos com alguém que nos faz bem, “não há problema nenhum em deixar acontecer naturalmente e até mais depressa”. Finalmente, a faixa 'SEPARAR' - nomeada para duas categorias nos International Portuguese Music Awards (EUA), "Performance Pop" e "Canção do Ano" - Mia Benita apresenta uma narrativa "sobre uma separação consciente, a libertação e a decisão de escolher a si própria, numa escolha e um ato de coragem e amor-próprio".

Mia Benita deu-se a conhecer primeiramente ao grande público em 2021, como finalista do The Voice Kids, na RTP, pela equipa de Carlão, com quem viria a colaborar no tema ‘Na Margem’. Desde então, tem vindo a desenvolver o seu percurso enquanto artista independente, explorando uma identidade musical própria entre a Pop e o R&B, com destaque para a colaboração com a editora nova-iorquina Nervous Record e o influente DJ e produtor Oscar G - reconhecido pelas colaborações com Madonna, Donna Summer e Pet Shop Boys -, atuações em salas como o Capitólio e músicas em rádios nacionais, como a Rádio Comercial e a Rádio Renascença, e internacionais, nomeadamente no Luxemburgo e Canadá.

Com “MIA”, já disponível nas plataformas digitais, Mia Benita dá mais um passo na construção da sua identidade artística. “Este EP é um passo importante, mas é só o início!”, sublinha a cantora e compositora.

Mia Benita nasceu em Lisboa e cedo demonstrou ter uma forte aptidão musical. Cresceu rodeada de música e logo percebeu que essa é uma forma de arte através da qual é natural expressar emoções, embora na altura ainda não as soubesse explicar por palavras. Teve aulas de canto desde os 8 anos, estudou piano, guitarra e teoria musical e frequentou workshops e cursos de interpretação na área do Teatro, que contribuíram para desenvolver a sua escrita e capacidades performativas.

Deu-se a conhecer ao público em 2021, ao participar no The Voice Kids, da RTP, uma experiência marcante, pela aprendizagem e crescimento. Acompanhada pelo mentor Carlão, Mia Benita ganhou confiança, contacto com o palco e uma maior consciência artística. Chegou à final do programa e, posteriormente, colaborou com Carlão no single 'Na Margem' e participou no concerto do artista no Campo Pequeno, em Lisboa.

Em 2022, Mia Benita deu início ao seu percurso discográfico em nome próprio, com o lançamento do single 'Sometimes'. No ano seguinte edita 'FIRE' e é Finalista do Songwriter Competition 2023 - Song Academy (Inglaterra). Ainda em 2023 lança 'Separar', faixa coescrita com LEFT. e Clara Duailibi e nomeada para duas categorias nos International Portuguese Music Awards (EUA), "Performance Pop" e "Canção do Ano". Já em 2024 colabora com a editora Nova-Iorquina Nervous Record e o influente DJ e produtor Oscar G (Madonna, Donna Summer, Pet Shop Boys). Por esta altura atuou em salas e eventos como o Capitólio e as Festas do Seixal e as suas músicas chegaram às rádios nacionais e internacionais, nomeadamente no Luxemburgo e Canadá.

A era mais promissora e determinante no percurso de Mia Benita tem início em março de 2026, com o single 'MALMEQUER', um tema Pop e R&B escrito e composto com LEFT. (Diogo Piçarra, INES APENAS, Fernando Daniel) com rotação na Rádio Comercial, Rádio Renascença e Antena 1. O produtor voltou a encontrar-se em estúdio com a compositora para o single seguinte, 'DÁ-ME A MÃO', uma parceria com Murta escrito pelo trio, que apresenta uma energia leve, descontraída e luminosa e uma narrativa sobre presença, conexão emocional e liberdade, que mereceu igualmente rotação na Comercial, Renascença e Antena 1. Seguiu-se 'DEPRESSA', nova colaboração com LEFT., que apresenta uma sonoridade Pop com influências Afro e celebra a confiança, a espontaneidade e a coragem de seguir aquilo que se sente e desafia a ideia de que o amor tem de acontecer sempre devagar. Finalmente, com o EP de estreia "MIA", é editada a faixa ´POUCA ACÇÃO', produzida por Joaquim Albergaria e Ivo Costa dos Bateu Matou, com coprodução de LEFT., e que retrata uma relação que não avança devido à falta de compromisso de uma das partes.

Composto por cinco canções que unem Pop, R&B e referências sonoras dos anos 2000, "MIA" percorre as diferentes fases do amor e representa mais um passo na afirmação de Mia Benita enquanto cantora e compositora.

SILK NOBRE LANÇA EP "EM OBRAS"

 



















“Em Obras”, o novo EP de Silk Nobre, chega hoje às plataformas e é apresentado ao vivo no dia 20 de Novembro, na Casa Capitão - os bilhetes já estão à venda.

"Escolho as minhas palavras como se escolhesse os materiais de construção do edifício que quero reconstruir, da casa onde vamos morar. Tijolo a tijolo. São materiais sólidos, duráveis e fidedignos, tal como as pessoas que lá irão habitar. São de confiança. O plano de reconstrução tem que ser bem definido para que a casa possa ser acolhedora. Estou a falar da nossa sociedade que está a precisar de obras. Também estou a falar do nosso disco, que é um “work in progress”!

Silk Nobre

O EP faz parte do segundo álbum de originais do artista, “Construção Civil”, com edição repartida entre 2026 e 2027. Os dois primeiros capítulos desta nova fase já foram revelados, os singles “Beleza vs Tristeza” e “Chinchada”, disponíveis em todas as plataformas digitais e “Em Obras” acrescenta três temas inéditos. Juntamente com essas três músicas que agora se estreiam, estas canções e as suas histórias abrem caminho para um trabalho mais coeso e maduro, onde a palavra ganha ainda mais centralidade e intenção. Um disco que se constrói como narrativa, tema a tema, aprofundando o universo artístico de Silk Nobre.

Este EP resulta de dois encontros importantes. O primeiro aconteceu entre Julho e Novembro de 2025, no Bairro do Armador / Zona J de Chelas, na Associação Criativo, através da Associação Academia de Boxe Jorge Pina, com jovens do bairro e alunos da ETIC que faziam o seu estágio/oficina em produção musical, conduzidos pelos talentosos Bicas e Xyco. Aí nasceram inúmeras ideias, das quais resultaram duas das músicas deste EP: “Lua” e “Anhanço”. O segundo momento foi a residência artística no monte alentejano O Val Farmhouse. Durante uma semana juntaram-se os  os companheiros de banda (que co-assinam com o Silk a produção do EP): Pity, Ivo Costa e Gus Liberdade, a produtora Ani Fonseca e o realizador Arlindo Camacho para mergulharem na composição e gravação deste EP. Dias intensos, partilhados entre instrumentos, palavras e inspiração no meio da natureza.

“Em Obras” fala de uma casa maravilhosa mas antiga, com muitos anos, com muitas vivências mas a precisar de algum amor. As canalizações são um desastre, as chaminés estão entupidas e as goteiras no desvão.

Se as paredes falassem contariam histórias de amor e preguiça, recordações e lembranças de crianças a brincar e da beleza de ser velho. Histórias de sucessos e fracasso, de arregaçar as mangas e de tropeço. Do inverno que não acaba e do Verão que nunca mais chega.

Os problemas domésticos fazem parte da nossa existência. A casa tem um encanto e beleza únicos, foi desenhada com sabedoria, sobriedade e estilo, por isso não pode ser demolida: tem que ser estimada para que não passe o prazo de validade e acabe por desmoronar nas nossas cabeças! Tem uma varanda linda onde podemos fazer serenatas à Lua!

Já que estamos vivos devemos empenhar-nos na sua preservação e reconstrução! Não dizer que sim por inércia ou Anhanço que procrastina, mas por ação que restaura, cura e constrói!

Cada música é uma assoalhada, uma história verídica, uma cicatriz, um olhar, uma memória de infância, um perfume! Estão convidados a conhecer o projeto da casa neste EP “Em Obras”.

Silk Nobre 

Silk Nobre é um artista multifacetado nascido em Moçambique, com raízes cabo-verdianas e criado em Portugal. A sua prática cruza música, teatro e performance, reflectindo uma forte ligação à palavra e à expressão. Na música, colaborou em projetos como o coro gospel Shout, Funky Messengers, Mister Lyzard, Funk do Boi e Cais do Sodré Funk Connection. A solo tem vindo a desenvolver um percurso que funde influências da diáspora africana com linguagens contemporâneas. Em 2023 lançou o seu álbum de estreia, “Diz À Mãe Que Está Tudo Bem!”, afirmando uma identidade própria onde o ritmo e a mensagem caminham lado a lado. O novo álbum, que agora se desvenda em parte com este EP, consolida essa visão artística, apresentando um trabalho profundamente ligado a temas centrais da sociedade contemporânea. Sem nunca abdicar da dança, Silk Nobre afirma-se como um criador que provoca pensamento enquanto nos move — um equilíbrio raro entre corpo e consciência.

 

TIM EDITA DISCO DUPLO PARA COMEMORAR 50 ANOS DE CARREIRA

 



















Chega hoje às plataformas digitais o novo álbum de Tim, "50 Anos Ao Vivo", um vinil duplo composto por 22 canções gravadas ao vivo no Teatro S. Luiz, em setembro de 2025. Este trabalho conta com as participações de Xutos & Pontapés, Resistência, Tais Quais, Teresa Salgueiro, Pedro Jóia, Gabriel Gomes, Jorge Palma, Vitorino, João Gil e Mariza. O longa duração estará à venda na Fnac em breve.

A canção em destaque com este lançamento é “O Postal Dos Correios”, numa versão com João Gil, Vitorino e Jorge Palma.

"Há canções que atravessam gerações e que continuam a saber bem cantar, sobretudo quando estamos entre amigos.

Postal dos Correios foi um dos momentos especiais dos concertos de celebração dos meus 50 anos de música, no Teatro São Luiz, em Lisboa.

Para esta interpretação, tive o prazer de partilhar o palco com três grandes companheiros: João Gil, Vitorino e Jorge Palma. Quatro vozes, muitas histórias e uma canção que continua a fazer parte da música portuguesa.

Com letra de João Monge, Postal dos Correios é um dos 22 temas que integram o álbum duplo TIM — 50 Anos ao Vivo, lançado a 6 de novembro de 2026.

Foi uma festa bonita. E ainda bem que ficou gravada para a podermos partilhar com todos vocês."

TIM

Disco 1
LADO A
1 - Intro - Tim
2 - A Estrada (Tim) - Tim e Banda
3 - Voar (Tim) - Tim e Banda
4 - Fado do Encontro (Tim) - Tim, Mariza e Banda do Tim
5 - Ícaro (Pedro Jóia) - Tim, Pedro Jóia e Sebastião Santos

LADO B
6 - Que o Amor Não Me Engana (José Afonso) - Tim, Teresa Salgueiro e Pedro Jóia
7 - As Marcas (Tim) - Tim, Teresa Salgueiro e Pedro Jóia
8 - Sémen (Xutos & Pontapés) - Xutos & Pontapés
9 - Gritos Mudos (Xutos & Pontapés) - Xutos & Pontapés
10 - Não Sou o Único (Tim/Xutos & Pontapés) - Xutos & Pontapés
11 - A Minha Casinha (António Melo/João Silva Tavares, arranjo Xutos & Pontapés) - Xutos & Pontapés

Disco 2
LADO A
12 - Por Quem Não Esqueci (Francisco Menezes/ Sétima Legião) - Gabriel Gomes e Tim
13 - Fado (P. P. Gonçalves, P. A. Magalhães) - Resistência
14 - Liberdade (P. A. Magalhães) - Resistência
15 - Circo de Feras (TIM/Xutos & Pontapés) - Resistência
16 - A Noite (P. Fonseca, F. Resende, J. M. Antunes, M. Miranda) - Resistência

LADO B
17 - Algibeira (J. Monge/J. Gil) - Tais Quais
18 - Moda dos Enjeitados (Paulo Ribeiro/ TIM) - Tais Quais
19 - Havemos de Nos Ver Um Dia (TIM/J. Gil) - Tais Quais
20 - A Fisga (J. Monge/ J. Gil) - Jorge Palma, Vitorino, Tim, João Gil
21 - Postal dos Correios (J. Monge/ J. Gil) - Jorge Palma, Vitorino, Tim, João Gil
22 - Homem do Leme (TIM/Xutos & Pontapés) - Tim, Sebastião Santos, Vicente Santos

O álbum conta com Tim na voz, baixo e guitarras. A Banda do Tim é composta por Sebastião Santos (bateria e voz), Vicente Santos (keyboards e voz), Nuno Espírito Santo (baixo), Moz Carrapa (guitarras).

Teve as participações especiais de Gabriel Gomes (acordeão), Jorge Palma, (piano e voz), Mariza (voz), Pedro Jóia (guitarra clássica), Teresa Salgueiro (voz), Vitorino (voz), Xutos & Pontapés (Tim na voz e no baixo, Kalu na bateria e na voz, João Cabeleira nas guitarras, Gui nos teclados e nos saxofones e Tiago Ferreira na guitarra), Resistência (Fernando Cunha na voz e na guitarra, Fernando Júdice no baixo e na voz, Miguel Angelo na voz, Olavo Bilac na voz, Tim na voz e na guitarra, José Salgueiro na percussão, Alexandre Frazão na bateria, Pedro Jóia na guitarra clássica e Mário Delgado na guitarra), Tais Quais (Celina da Piedade no acordeão e na voz, João Gil na guitarra e na voz, Vicente Palma no piano e na voz, Tim no baixo e na voz, Sebastião Santos na bateria, na percussão e na voz, Vitorino na voz e Paulo Ribeiro na voz) e do narrador e contador de histórias Jorge Serafim.

Este espetáculo foi uma co-produção da AMG MUSiC e do Teatro S.Luiz, com divulgação de Isabel Castaño, fotografias de Kenton Thatcher e de Rita Carmo e conceção de imagem gráfica de NOSSA™.

“50 Anos Ao Vivo” já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.

DANNY FRANCIS COM NOVO TEMA

 



















“For Real (Freestyle)” marca uma nova fase para Danny Francis, apresentando um estilo hip-hop que mistura introspeção e ambição. Abordando a superação de obstáculos, as feridas do passado e a importância de se manter fiel a si mesmo, a música revela uma composição mais madura e uma identidade artística em ascensão. Com produção de Lil Noon — e um videoclipe gravado em Madrid por Pedro Paupério, com edição de ComMestria —, o lançamento inaugura um novo capítulo no percurso do artista.

Danny Francis subiu ao palco na sua cidade natal no dia 1 de agosto, num concerto de celebração e apresentação.

O trabalho que tem vindo a fazer serviu para amplificar a música do artista levando-o a alcançar novos patamares de exposição, tendo passado na RTP2 e dado uma entrevista no Jornal da Noite, com Álvaro Costa, uma das vozes mais respeitadas no mundo da música em Portugal.

Redes Sociais
Instagram - @dannyfrancismusic
YouTube - DannyFrancisMusic
Spotify - Danny Francis

A ESTREIA DE AZEMEL













Esta quinta-feira trouxe novidades para o panorama musical emergente português.

João Monteiro estreia-se com o projeto Azemel e o álbum Miolo, onde cruza linguagens do folk ao jazz, convergindo essa sonoridade com uma paisagem poética própria e tratando de grandes temas como amor e a morte em resiliência com a distopia do quotidiano.

«Porta do Saara» é a canção que abre o novo disco e foi lançada hoje, dia 5 de novembro, servindo de porta para o mundo de Azemel. O vídeo que acompanha este primeiro single é uma ideia original do realizador Joaquín Isasi, protagonizado por Camila Izaguirre, bailadora mexicana de flamenco, ambos sediados em Granada, Espanha.

O álbum Miolo sai em janeiro de 2027. 

Links
Instagram: https://www.instagram.com/monteirooooo/
Bandcamp: https://azemel.bandcamp.com/track/porta-do-saara

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

AGENDA BAIRRO DA MÚSICA

 













06 NOV> Gabriel Gomes @ Teatro-Cine, Torres Vedras

07 NOV> Pedro Moutinho @ Energa Siesta Festival, Gdynia

07 NOV> Rita Braga @ Rayo Fest, Madrid

07 NOV> Virgem Suta @ Casa das Artes, Miranda do Corvo

08 NOV> Pedro Moutinho @ Energa Siesta Festival, Gdynia

08 NOV> Virgem Suta @ Coliseu Club, Lisboa

09 NOV> Pedro Moutinho @ Energa Siesta Festival, Gdynia

11 NOV> Luísa Sobral @ Teatro Tivoli BBVA, Lisboa

12 NOV> Gabriel Gomes @ atmosfera m, Lisboa

13 NOV> Rita Braga @ Fiasco (DJ set), Porto

16 NOV> Luísa Sobral @ Casa da Música, Porto

19 NOV> Mazgani @ atmosfera m, Lisboa

19 NOV> Rita Braga @ The Peer Hat, Manchester

20 NOV> Rita Braga @ Yorkshire Dales Ukulele Weekender, Settle

23 NOV> Gabriel Gomes @ Casa da Música, Porto*

24 NOV> Gabriel Gomes @ Casa da Música, Porto*

24 NOV> Vicente Palma @ atmosfera m, Lisboa

26 NOV> MESA @ atmosfera m, Lisboa

28 NOV> JP Simões @ Casa Capitão, Lisboa

11 DEZ> Gabriel Gomes @ Teatro Narciso Ferreira, Riba d'Ave

12 DEZ> Luísa Sobral (com Banda da Quinta do Picado) @ Teatro Aveirense

13 DEZ> Francisco Palma @ a anunciar

16 DEZ> Luísa Sobral @ Evento Privado, Guimarães

18 DEZ> Gabriel Gomes @ Coliseu dos Recreios, Lisboa*

* primeira parte dos concertos de Rodrigo Leão

VASCO COMPLETO COM NOVO LANÇAMENTO





















Com planos para regressar a um output mais regular, Vasco Completo volta aos lançamentos com um curto, mas emocionante maxi-single.

Depois de eu não criei esta cidade – maxi-single colaborativo com João Tamura –, de marcar presença em compilações como MJ18+, as várias ROXO, AQUECIMENTO #01 (do Colectivo Lenha) e de entrar em produções de hip-hop, dá o primeiro passo para pôr música cá fora, novamente.

”motor de busca” é hip hop instrumental e downtempo. Não aponta em direção ao lado mais eletrónica do produtor da Monster Jinx. Desfoca como uma Super 8, à procura dum protagonista à frente da câmara.

Os ecrãs e a dualidade que existe entre a dependência e o cansaço tecnológico permeiam a música do Vasco. Talvez por isso, a primeira “motor de busca” venha de uma sonoridade mais orgânica, à volta de acordes de guitarra processados, ecos e uma estrutura feita de paradoxos. É soalheira, ventosa, é (finalmente) o fim do verão.