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Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
"TÁ CALOR" surge como o primeiro capítulo deste projeto. A canção parte de uma experiência simples e universal: a dificuldade em adormecer numa noite excessivamente quente. Através de uma abordagem descontraída, visualmente criativa e com um toque de humor, o tema transforma um momento quotidiano numa narrativa musical facilmente identificável por qualquer pessoa.
Musicalmente, "TÁ CALOR" apresenta uma sonoridade pop/rock contemporânea, acessível e imediata, funcionando como porta de entrada para um universo artístico que continuará a expandir-se através de futuros lançamentos em português e inglês. Embora este tenha sido o lançamento de estreia, "TÁ CALOR" não pretende definir os limites do projeto, mas sim apresentar uma primeira amostra da diversidade criativa que irá marcar os próximos temas.
GIL HENRIQUES é um cantor e compositor português que explora o pop e o rock contemporâneo através de uma identidade bilingue, visualmente criativa e musicalmente sem fronteiras.
No dia 18 de julho, o Claustro Real do Mosteiro da Batalha recebe dois encontros especiais com artistas que dispensam apresentações e que prometem transformar o património, a música e a proximidade com o público numa experiência memorável.
18h00 — TOMÁS WALLENSTEIN
Primeira parte: puto bacoco
Um dos nomes mais criativos da música portuguesa atual chega ao Mosteiro da Batalha para um concerto especial no âmbito do Palco Play Tradicional. Antes, os puto bacoco apresentam uma das propostas emergentes mais interessantes da nova geração.
21h30 — JORGE PALMA TRIO
Primeira parte: Gabriel Gomes
Uma noite de grandes canções, cumplicidade em palco e um formato intimista que aproxima os músicos do público como raramente acontece. Jorge Palma regressa ao Artes à Vila acompanhado por Gabriel Gomes e Vicente Palma, num concerto pensado para ser ouvido sem pressas.
Mais do que concertos, são oportunidades para descobrir a música portuguesa num dos espaços mais emblemáticos do país.
Os bilhetes já estão disponíveis e os lugares são limitados.
José Cid desvenda hoje a canção “Magia”, o terceiro avanço do álbum “Jovem aos 80”, que será editado em Setembro deste ano.
“Magia” é rock puro e duro, mas com uma sonoridade intemporal que conquista ouvintes de todas as gerações. Este tema revela, mais uma vez, o talento singular de um artista distinguido com um Grammy e reconhecido mundialmente pela sua excelência musical, sempre à frente do seu tempo. Recuperada do “baú do tempo”, esta canção com mais de 50 anos surpreende pela sua atualidade, autenticidade e energia genuinamente rockeira.
A canção tem voz e Hammond de José Cid, guitarra e coros de Zé Miguel, baixo e coros de Pepe Soares, e bateria e coros de Chico Cardoso. Foi produzida por Amadeu Magalhães e Zé Miguel.
No próximo dia 18 de julho, às 21h30, a Ribeira de Gaia será palco de um momento único na história da música portuguesa: Mariza, a Voz Portuguesa mais universal do mundo, regressa ao palco com a Orquestra Sinfonietta do Porto, sob a direção magistral de Jaques Morelenbaum, para celebrar o 20.º aniversário do lendário Concerto em Lisboa. O Concerto em Lisboa — A Noite que Mudou Tudo.
Há 20 anos, nos majestosos Jardins da Torre de Belém, em Lisboa, Mariza e o maestro Jaques Morelenbaum protagonizaram uma noite que ficou para sempre na memória de Portugal e do mundo. Acompanhada pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, o registo desse encontro sublime deu origem ao CD e DVD mais vendidos de sempre em Portugal, conquistando milhões de fãs nos cinco continentes e elevando a música portuguesa a um patamar de reconhecimento mundial sem precedentes.
O Concerto em Lisboa não foi apenas um espetáculo — foi o momento em que Mariza conquistou definitivamente o mundo. Um Novo Cenário, a Mesma Magia
Passados 20 anos, o concerto histórico regressa — desta vez numa nova cidade e com uma nova orquestra. Se em 2006 foi a Sinfonietta de Lisboa a dar corpo à música nos Jardins de Belém, em 2026 será a Sinfonietta do Porto a acompanhar Mariza na lindíssima Ribeira de Gaia, com o Rio Douro como pano de fundo e a icónica Ponte D. Luís como enquadramento natural.
Da Torre de Belém ao Douro, de Lisboa ao Porto, Mariza leva o seu imenso talento e a sua música a um dos cenários mais deslumbrantes do país. Uma noite de entrada gratuita, aberta a todos, que promete ser tão inesquecível quanto aquela que, há duas décadas, ficou gravada para sempre na memória de quem a viveu — e na história da música portuguesa.
Mariza é hoje, sem discussão, a maior embaixadora da música portuguesa no mundo. Dotada de uma voz única, poderosa e inconfundível, e de uma presença de palco absolutamente avassaladora, percorreu os mais prestigiados palcos internacionais — de Carnegie Hall ao Royal Albert Hall, passando pelos maiores festivais de música do planeta. A sua discografia acumulou prémios, certificações de ouro e platina, e um reconhecimento crítico unânime em todo o mundo.
Mariza não é apenas uma artista — é um fenómeno cultural.
Jaques Morelenbaum é um dos mais respeitados maestros e arranjadores do panorama musical internacional. Colaborador próximo de nomes como Caetano Veloso, Ryuichi Sakamoto ou Sting, a sua ligação a Mariza produziu um dos mais marcantes e belos registos de sempre do cancioneiro português sinfónico — uma parceria que o tempo consagrou como verdadeiramente única.
Detalhes do Evento
Data: 18 de Julho de 2026 Hora: 21h30 Local: Ribeira de Gaia, Vila Nova de Gaia Entrada: Gratuita Orquestra: Sinfonietta do Porto, dirigida por Jaques Morelenbaum
Depois da edição do EP “Afterlife”, Cabrita regressa com “Good Morning”, novo single acompanhado por um videoclipe realizado por Richard F. Coelho. O tema surge como o primeiro avanço de “#partytime”, terceiro longa-duração do músico, com lançamento previsto para outubro.
“Good Morning” ocupa um lugar particular na construção do novo álbum. Embora seja o primeiro tema revelado, representa simultaneamente o fim da narrativa que atravessa “#partytime”. A canção parte do momento seguinte a uma longa noite de excessos, colocando o ouvinte perante o despertar e as consequências emocionais de uma experiência vivida no limite.
É precisamente nesse instante de ressaca física e emocional que o tema se desenvolve. Entre ansiedade, arrependimento e tentativa de reconstrução dos acontecimentos da noite anterior, “Good Morning” procura capturar aquele momento de vulnerabilidade em que a euforia dá lugar à reflexão. O tema explora a sensação de acordar sem conseguir escapar ao peso das decisões tomadas horas antes, transformando esse estado num ponto de partida para uma narrativa mais ampla.
A própria génese da canção reflete essa lógica de continuidade. O seu esboço nasceu durante as sessões de composição de “Umbra”, álbum editado em 2023. Inspirado por uma conhecida máxima de Ernest Hemingway - a de deixar sempre algo por escrever para facilitar o regresso ao trabalho no dia seguinte - João Cabrita optou por interromper deliberadamente o desenvolvimento de algumas ideias quando concluiu o disco anterior. “Good Morning” foi uma dessas sementes deixadas em aberto, acabando por tornar-se o ponto de partida para o novo trabalho.
Do ponto de vista musical, o tema mantém a abordagem híbrida que tem caracterizado o percurso de Cabrita, cruzando diferentes linguagens e referências sem perder uma identidade própria. João Cabrita assume os saxofones, os baixos e a guitarra barítono, acompanhado por Ivo Costa na bateria e João Rato nas guitarras.
O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado por Richard F. Coelho, o primeiro de um conjunto de quatro vídeos concebidos para expandir o universo narrativo de “#partytime”. Mais do que uma simples tradução visual da canção, o projeto procura acrescentar novas camadas à história que atravessa o álbum, prolongando o diálogo entre música e imagem.
Com mais de três décadas de atividade, João Cabrita construiu um percurso singular na música portuguesa, afirmando-se como músico, compositor e colaborador de alguns dos mais relevantes projetos nacionais. Ao longo da carreira trabalhou com artistas como Sérgio Godinho, Dead Combo, The Legendary Tigerman, Cais Sodré Funk Connection, Virgem Suta, Susana Félix, X-Wife, Selma Uamusse e Márcia, entre muitos outros
Nos últimos anos, tem vindo a aprofundar uma dimensão cada vez mais autoral através de trabalhos como “Cabrita” (2020), “Umbra” (2023) e, mais recentemente, o EP “Afterlife”, onde explorou a ideia de transformação e continuidade das canções para além da sua forma original.
Com “Good Morning”, Cabrita inaugura agora um novo capítulo. Primeiro avanço de “#partytime”, o tema apresenta uma história que começa pelo fim, convidando o ouvinte a entrar numa narrativa onde a celebração, a memória e as consequências coexistem no mesmo espaço emocional.
UM DIA VAIS PERCEBER assinala o aguardado regresso de T-Rex aos lançamentos de longa duração e sucede ao aclamado COR D'ÁGUA, disco que o consagrou como o artista mais ouvido em Portugal e Angola em 2023 e lhe valeu o Prémio PLAY de Álbum do Ano.
Ao longo de 14 faixas, o rapper e produtor luso-angolano expande a identidade sonora que o tornou uma das vozes mais marcantes do panorama nacional, num equilíbrio entre a familiaridade e a novidade que define esta nova fase artística. O lançamento antecede um momento histórico na sua carreira: a apresentação de UM DIA VAIS PERCEBER no Sumol Summer Fest, a 4 de julho, onde T-Rex atua como o primeiro cabeça-de-cartaz nacional da história do festival.
Depois de “Flor do Rosário” e da reVariação de “O Corpo É Que Paga”, a dupla revela uma nova canção sobre comunidade, pertença e transformação, antecipando o álbum com edição prevista para outubro de 2026.
No dia 26 de junho, os Bandua lançam “Barquinho”, novo single de antecipação de BANDUA II, o segundo álbum da dupla formada por Bernardo D’Addario e Edgar Valente, com edição prevista para outubro de 2026.
O lançamento sucede a “Flor do Rosário”, primeiro avanço do novo álbum (a ser editado pela editora germânica/sueca Ajabu! Records) divulgado em maio, e a ReVariação de “O Corpo É Que Paga”, de António Variações, editada a 13 de junho pela editora Postas de Pescada.
Conhecidos pelo cruzamento entre música eletrónica e o cancioneiro popular, os Bandua apresentam em “Barquinho” uma canção construída a partir de uma imagem simples: uma pequena embarcação que se recusa a navegar sozinha. A partir desta ideia, o tema desenvolve uma reflexão sobre comunidade, pertença, encontro e transformação, eixos centrais do novo álbum.
Inspirado pelo imaginário marítimo português, o single recupera uma das imagens mais presentes na memória coletiva para lhe atribuir um novo significado. O barco afasta-se das narrativas de conquista ou de viagem solitária e afirma-se como espaço de abrigo, partilha e encontro. Um lugar onde coexistem diferentes vozes, histórias e formas de estar no mundo.
É a partir do verso “Eu queria que o meu barquinho não navegasse sozinho / queria eu que fosse ninho para mais que um passarinho” que a canção estrutura a sua narrativa, transformando o barco em ninho e a viagem numa travessia coletiva. Musicalmente, “Barquinho” assinala uma nova etapa na evolução do projeto. Mantendo a ligação às tradições musicais portuguesas que marcaram a identidade dos Bandua desde a sua origem, a dupla expande agora o seu território sonoro para uma linguagem mais aberta, plural, luminosa e dançável.
O tema funciona também como chave de leitura para BANDUA II, disco que propõe uma reflexão sobre Portugal enquanto território em permanente construção e desconstrução, atravessado por encontros, circulação de influências e transformações contínuas. O barco surge, neste contexto, como metáfora de uma condição permanente de viagem, mas também de escuta e incontornável troca entre pessoas, territórios e tempos distintos.
Se no álbum de estreia os Bandua centravam a sua exploração musical na Beira Baixa, cruzando o património sonoro do interior do país com a eletrónica de matriz downtempo, em BANDUA II alargam esse horizonte. O novo disco parte desse território para o colocar em diálogo com outras geografias, influências e paisagens sonoras, propondo uma leitura mais ampla da identidade portuguesa enquanto espaço de encontro, circulação e transformação.
Esta mudança de rumo encontra eco em "Barquinho", uma canção que faz da viagem uma metáfora para o encontro e a construção coletiva. O videoclipe, filmado em Berlim nas margens do rio Spree, reforça essa ideia de travessia e de abertura ao exterior.
Com "Barquinho", os Bandua abrem o caminho para BANDUA II, um álbum que revisita a memória sem nostalgia, afirmando a identidade como um processo em permanente construção e a música como lugar de encontro entre tradição e contemporaneidade.
PRÓXIMOS CONCERTOS
27 JUNHO - Jardim de Verão, Gulbenkian 25 JULHO - Noites de Verão, Teatro de Vila Real 6 SETEMBRO - Festival Noites no Cais, Lagos
quem são Bandua
Bandua é um projeto musical colaborativo entre o músico e produtor luso-brasileiro Bernardo D’Addario e o músico e cantor português Edgar Valente. A sua prática assenta na articulação entre a memória e a cultura portuguesa e as tendências musicais contemporâneas globais, construindo uma linguagem de música eletrónica enraizada no território. O resultado cruza elementos digitais e orgânicos, tecnologia e tradição, esbatendo fronteiras entre campo e cidade, passado e futuro, local e global.
D’Addario e Valente inscrevem-se, neste contexto, como parte de uma geração que convoca e cruza heranças culturais diversas, refletindo simultaneamente uma ancestralidade plural e uma prática artística aberta à absorção e transformação das linguagens musicais contemporâneas.
Se em BANDUA o discurso incidia sobre dimensões identitárias e interpretativas de uma narrativa que se iniciava com “Era Assim”, em BANDUA II o enfoque desloca-se para a afirmação do presente e das suas possibilidades, assumindo uma abordagem menos centrada na construção de mito e mais orientada para a realidade, sintetizada na formulação “É Assim”.
Trata-se de um disco que coloca no centro a aceitação da alteridade, em articulação com a revisão crítica das noções de identidade. Um movimento de reaproximação ao passado com o objetivo de produzir música no presente, orientada por uma escuta projetada para o futuro.
A LAUGH TO CRY ópera de Miguel Azguime e Paula Azguime
Visceral, íntima e profundamente humana.
10 e 11 de Julho de 2026, 20h, Teatro São Luiz, Lisboa
A Laugh to Cry confronta a destruição da memória, a devastação da Terra, a guerra e o possível colapso da humanidade, mas afirma o poder da criação como recusa do silêncio.
A ópera desenrola-se entre o sonho e a realidade, o visível e o invisível, o riso e o choro.
Música e libreto multilíngue de Miguel Azguime, encenação de Paula Azguime, direcção de Pedro Neves, solistas Camila Mandillo, Andrea Conangla e André Henriques, recitantes Jade Mandillo e Miguel Azguime, e o Sond'Ar-te Electric Ensemble.
O tema coescrito com xtinto conta com produção de Choro e fará parte do primeiro curta duração da artista, previsto para depois do verão
'Desapegada' é o título do provocador novo single de ÏNIA. A cantora e compositora edita agora a canção que dá início à nova etapa da sua carreira artística de originais. O tema foi criado com Choro, que assina também a produção, e conta ainda com a colaboração de xtinto, na escrita.
"Esta canção explora uma sonoridade mais experimental e diferente daquela que apresentei no 'Inesquecível', o meu primeiro lançamento. Sinto que é um passo importante na minha evolução artística, porque quero continuar a transformar e a descobrir a minha identidade musical", afirma a cantora e compositora.
O tema 'Desapegada' é acompanhado por um videoclipe realizado por Valdir Furtado, que encabeça a comunidade criativa Embaixada. Segundo ÏNIA, "mais do que existir um conceito narrativo específico, a ideia principal do videoclipe era começar a definir e consolidar a imagem artística que quero ter daqui para a frente. Sinto que este lançamento é uma porta de entrada muito importante para essa nova fase e queria que isso também se refletisse no lado visual".
Sobre o EP de estreia, previsto para o último semestre de 2026, contará com a colaboração de 3 produtores: Choro, Luar e João Borsch.
"Este conjunto de canções foi um percurso longo e muito importante para mim. É o resultado de quase três anos de trabalho, um tempo que quis dar a mim própria para me descobrir enquanto artista, perceber o que realmente queria fazer e procurar as motivações certas para criar as músicas que sentia que precisava de fazer", começa por explicar a artista. Os 3 produtores do EP tiveram um "papel fundamental" nesta construção sonora e, segundo ÏNIA, "cada um trouxe uma visão distinta e uma sensibilidade própria para as canções. Sentia que precisava dessas diferentes perspetivas para crescer artisticamente. Ao mesmo tempo, foi muito especial ver como todos conseguiram encontrar um ponto de encontro entre as suas abordagens e a minha visão, ajudando-me a concretizar exatamente aquilo que imaginava para este projeto".
Depois de 'Inesquecível', o primeiro lançamento em 2024 com produção de Luar, a cantora e compositora ÏNIA abre as portas do novo capítulo artístico com 'Desapegada', que promete ser o primeiro passo no percurso singular de uma das novas vozes da Pop portuguesa contemporânea.
ÏNIA é a pele artística da cantora e compositora de 24 anos, natural de Lisboa. Formada em Música Clássica e Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, aprendeu com professores de renome como a lendária Maria João, construindo uma sensibilidade lírica e vocal assente nas emoções, na técnica e também na vulnerabilidade artística.
Começou a colaborar com vários artistas do panorama nacional, nomeadamente, com Bárbara Bandeira, como back vocal, destacando-se no concerto de abertura da banda Coldplay, no Estádio Cidade de Coimbra; com Bárbara Tinoco, na direção de arranjos vocais, integrando concertos em salas emblemáticas como a MEO Arena e a Super Bock Arena; com Carolina Deslandes, na direção de arranjos vocais de versões "Unplugged" filmadas na MEO Arena; e integra a formação ao vivo de Branko, na nova tour de concertos do artista, tendo passado já por festivais nacionais como o MEO Kalorama e o Coala.
Em 2024, ÏNIA estreou-se como artista a solo, com o single 'Inesquecível'. Produzida por Luar, a canção Pop alternativa ganhou airplay na Rádio Renascença e RDP Internacional, entre outras. Dois anos depois do primeiro lançamento, a artista prepara agora o primeiro trabalho de originais, cuja escrita será marcadamente crua e honesta. Com edição prevista para o último trimestre deste ano, o EP de estreia de ÏNIA, inclui o novo single 'Desapegada' e promete novos rumos para a Pop nacional.
Virgul publica hoje um novo single e um novo video.
“Não Tá Fácil” é o titulo da nova canção que, como surpresa, tem a participação de Maninho. Se as canções de cada um destes dois magnéticos artistas já é sinónimo de boas vibrações , os dois juntos prometem duplicar essa boa energia.
O tema tem letra de Virgul, Maninho, Azart e Gonçalo Malafaya
e música de Virgul, Maninho, Azart, Gonçalo Malafaya, Daus e Fumaxa.
A produção esteve a cargo da incrivel dupla de produtores, Daus e Fumaxa
O vídeo contagia-nos de toda a boa disposição da canção e teve realização de Gonçalo Carvoeiras.
Uma incrível musica que promete invadir as radios e discotecas neste Verão de 2026.
Matilda regressa com o novo EP intitulado "Entre Linhas"… agora em nome próprio, Matilde Bellamar. A cantora e compositora Matilde Bellamar concilia os estudos com a sua paixão pela música.
As canções de Matilde revelam as suas experiências e acontecimentos vividos, como já demonstraram com o seu tema de estreia, "Centro das atenções", canção que fez parte da banda sonora da telenovela – “Cacau” (TVI).
“Definir uma data exata para quando a música começou a fazer parte da minha vida é praticamente impossível…
A música sempre fez parte de mim!”, palavras de Matilde Bellamar.
Entre Linhas é um EP que nasce dos espaços que existem entre aquilo que sentimos e aquilo que conseguimos dizer. Ao longo das três músicas, o EP percorre diferentes momentos que habitam precisamente nesse lugar intermédio. Fala sobre o processo de crescer e da forma como as nossas expectativas nem sempre correspondem àquilo que acontece na realidade. Mas, acima de tudo, este EP nasce de algo que sempre a fascinou: ouvir quem tem algo para partilhar. Matilde gosta de ouvir as histórias das pessoas, mas gosta ainda mais de tentar perceber aquilo que existe para além das palavras, os pequenos detalhes, o que se esconde nas entre linhas. É aí que muitas vezes encontra o que mais lhe toca. E não acontece apenas com as histórias dos outros; acontece também com as suas histórias.
Foi precisamente dessa curiosidade pelo que se revela nos silêncios e nos detalhes que surgiu o nome deste EP - Entre Linhas. “Mulher” fala sobre a passagem de menina a mulher e tudo o que esse crescimento traz consigo. A “Mesma História” olha para os ciclos que insistem em regressar, mesmo quando já deveriam ter sido encerrados. E, por fim, “Palavra Namorar” mora no limbo entre o que queremos e o que realmente existe.
Mais do que três canções independentes, “Entre Linhas” reúne fragmentos de experiências ligadas por tudo aquilo que permanece implícito. É um convite a olhar com mais atenção para as nuances, os detalhes e tudo o que, muitas vezes, só ganha sentido quando aprendemos a ler nas entrelinhas.
EP – Entre Linhas, já disponível em todas as plataformas digitais, num click perto de sim!
Produzido por DØR, reconhecido pelas colaborações com IOLANDA, Rita Onofre e JÜRA, o tema indie pop é um manifesto emocional entre a vulnerabilidade e a superação.
RIYTA acaba de lançar o novo single "INFERNO", já disponível em todas as plataformas digitais. Produzida por DØR - colaborador habitual de artistas como IOLANDA, Rita Onofre e JÜRA - a canção Pop com influências de música alterativa apresenta-se como um manifesto de libertação e superação. Entre explosões emocionais, vulnerabilidade crua e catártica a produção atmosférica intensa, melancólica e cinematográfica, a artista transforma a queda numa oportunidade de recomeço.
"'INFERNO' fala sobre a descoberta de que é na dor que reside o crescimento. É a partir do chão que desabou que se constrói o futuro. A música traduz esse processo num manifesto sonoro de libertação e superação, onde o desespero não anula a esperança -intensifica-a", explica RIYTA.
O processo criativo aconteceu de forma espontânea, com base num instrumental de DØR e com a letra a surgir praticamente de uma só vez, dando origem a uma das composições mais pessoais da cantora e compositora até à data. RIYTA afirma que a força da produção de DØR se uniu à sua vulnerabilidade, para criar "uma obra que incendeia o passado para iluminar o futuro. É um grito que precisava de ser libertado e acabou por escorrer em forma de indie pop".
A acompanhar o lançamento de "INFERNO" chega também o respetivo videoclipe, realizado por Beatriz Silvestre, com direção de fotografia de Tiago Brito e produção da Cinema Plastique. Gravado no Algarve, o vídeo expande o universo da canção, através de uma estética visual marcada pelo fogo, pela natureza e pela ideia de renascimento.
"Os visuais cinematográficos intensificam a força emocional da música e expandem o universo do projeto. A narrativa acompanha uma protagonista que se liberta do peso e da dor, caminhando pelo sofrimento em direção ao nascer de um novo dia, quase como uma travessia até à primavera", partilha RIYTA.
"INFERNO" surge numa fase particularmente importante para a artista. Após vários anos a conciliar a música com um trabalho fora da área artística, RIYTA decidiu dedicar-se à criação a tempo inteiro, assumindo este momento como uma afirmação da sua identidade criativa e da sua devoção à arte. Já disponível nas plataformas digitais, o novo single reforça esse compromisso, apresentando uma artista cada vez mais livre, inquieta e determinada a explorar novos caminhos.
Filipa Bidarra - cantora, compositora e atriz de teatro musical. Formou-se em Teatro Musical e Performance Musical pela London College of Music.
O seu trabalho artístico cruza o pop alternativo com o storytelling musical, explorando narrativas pessoais e emocionais através da música. Paralelamente à sua carreira como intérprete e autora, desenvolve atividade na área da Direção Vocal, colaborando com companhias de teatro em Lisboa.
Encontra-se atualmente a preparar o lançamento do EP de estreia, com edição prevista para este ano.
Escrito em Londres, em 2023, “Therapy Mode” nasceu de um período marcado pela solidão, pela introspeção e pela procura de identidade artística e pessoal de Filipa Bidarra. A viver sozinha num país distante e num contexto de adaptação a uma nova realidade, a artista encontrou na composição um espaço de refúgio e expressão.
“Estava a viver sozinha num país tão diferente, sem muito a que me agarrar. Escrever canções foi o meu escape, o meu refúgio.” - Recorda a cantora.
O tema foi desenvolvido nos estúdios MalwareSoundProd e contou com a participação dos músicos David Jerónimo, Hélder Godinho, Miguel Camilo e Ricardo Dikk, numa formação de banda acústica. A gravação e produção ficaram a cargo de David Jerónimo, enquanto a mistura foi realizada por João Martins e a masterização por Miguel Marques.
Com “Therapy Mode”, Filipa Bidarra aposta numa sonoridade pop-soul contemporânea, assente na interpretação, na escrita autoral e na colaboração entre músicos. O single representa um marco importante na evolução artística da cantora e compositora, consolidando a sua identidade criativa e o seu percurso enquanto intérprete.
A cantora, guitarrista, autora e compositora LIKA acaba de lançar o seu novo EP "AL-MA”. em todas as plataformas digitais. Composto por quatro temas originais escritos em português, o trabalho revela a maturidade artística da cantora e a sua capacidade de transformar experiências pessoais em narrativas universais.
Entre influências de rock, jazz, pop e soul, as canções exploram emoções, memórias e vivências que atravessam fronteiras e culturas.
Natural do Cazaquistão, LIKA vive em Portugal desde 2015, ano em que se mudou para Lisboa para estudar guitarra jazz no Hot Clube de Portugal.
Nascida em Alma-Ata, cidade cujo nome significa "Pai das Maçãs" em cazaque, traz consigo uma herança cultural onde a maçã vermelha simboliza o amor. É dessa ligação às suas origens e ao percurso de vida entre dois países que nasce o título deste novo trabalho: "AL-MA", uma evocação simultânea da sua cidade natal e da palavra portuguesa "alma".
Autora de todas as suas canções, LIKA conta já com vários trabalhos discográficos editados e tornou-se conhecida do grande público através da sua participação no The Voice Portugal. O seu percurso musical começou ainda na infância, altura em que revelou uma forte ligação à criação de música original e às sonoridades do rock clássico. Em 2006 ingressou numa licenciatura em Economia, que frequentou durante quatro anos, mas foi a música que acabou por se afirmar como a sua verdadeira vocação.
Desde então, tem aprofundado a sua formação nas áreas da performance, composição e guitarra, desenvolvendo uma carreira internacional que combina a criação artística com a vertente pedagógica. Atualmente leciona guitarra e composição musical e colaborou como professora convidada em instituições como a Almaty Jazz School, no Cazaquistão, e a California State University Channel Islands, em Los Angeles. É também fundadora da LIKA World Academy, projeto dedicado ao ensino da guitarra e da criação musical.
Paralelamente à música, LIKA tem desenvolvido trabalho na área da escrita com poemas publicados em diversas coletâneas literárias.
Gravado com a sua banda — LIKA (voz e guitarra), Bernardo Fesch (baixo) e Luís Candeias (bateria), "AL-MA" conta ainda com participações especiais de Luiz Caracol, no tema "O Meu Salmo", e de João Cabeleira, guitarrista dos Xutos & Pontapés, em ". "Leite Com Mel".
"AL-MA" é um retrato íntimo de identidade, pertença e transformação, onde a artista une as suas raízes à língua e à cultura que escolheu para dar voz às suas histórias.
"AL-MA" quatro canções, quatro histórias sentidas.
Três décadas depois de ter começado a desenhar uma das mais consistentes e influentes narrativas da música independente em Portugal, a Lux Records assinala os seus 30 anos com o lançamento de um disco especial de John Mercy, que revisita e reinterpreta momentos-chave da discografia da editora. O álbum será editado no dia 26 de junho, marcando uma celebração que traz memória, reinvenção e legado, e reafirma o papel central da Lux Records na construção do som alternativo saído de Coimbra para o mundo.
A Lux Records celebra 30 anos de atividade, três décadas em que se afirmou como uma referência incontornável da música independente portuguesa, dando palco a projetos que marcaram profundamente o panorama nacional, de Belle Chase Hotel a Tédio Boys, passando por The Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders e Wraygunn, entre muitos outros nomes que ajudaram a definir a identidade sonora de Coimbra e do país.
Ao longo destas três décadas, o catálogo da editora expandiu-se para lá da cidade, acolhendo projetos oriundos de Braga, Porto, Lisboa e até de geografias internacionais, consolidando uma rede artística plural e de forte personalidade estética.
Neste contexto, o lançamento do novo disco de John Mercy surge como um gesto simultaneamente celebratório e interpretativo: uma viagem pela discografia da Lux Records, revisitando temas, atmosferas e estéticas que marcaram o percurso da editora. Mais do que uma compilação, trata-se de uma leitura contemporânea do seu arquivo vivo, um exercício de escuta e reinvenção que reafirma a vitalidade do seu legado. O álbum será editado no dia 26 de junho.
“A Lux Records faz parte da banda sonora de Coimbra e da música portuguesa das últimas três décadas. Com o ‘A date with Lux’, procurei revisitar algumas das canções e discos que marcaram a história da editora, respeitando a sua essência, mas dando-lhes uma nova vida. Foi um desafio estimulante e uma oportunidade para celebrar um catálogo extraordinário que continua a inspirar músicos e ouvintes.” — John Mercy
Rui Ferreira tem sido descrito como uma das figuras centrais da música independente portuguesa (Rui Miguel Abreu in Rimas e Batidas), articulando ao longo de décadas uma atividade intensa entre edição, produção, curadoria e divulgação musical. “A Lux Records nunca foi apenas uma editora. Foi e continua a ser uma forma de estar na música. Este disco do John Mercy não olha apenas para trás: ele reescuta tudo o que fomos capazes de construir ao longo destes 30 anos e devolve-nos isso com uma nova luz. É um gesto de continuidade, mas também de reinvenção”, afirma.
A Lux Records celebra assim três décadas de atividade com um projeto que reforça o seu ADN: risco artístico, proximidade às bandas e uma ligação profunda à cidade de Coimbra, onde tudo começou e onde continua a nascer parte significativa do seu futuro.
Rui Ferreira foi enfermeiro entre 1991 e 2016, mas a música sempre ocupou um lugar central na sua vida. Em 1993 ingressou na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), onde rapidamente se destacou como programador e gestor, assumindo funções de Presidente da Administração durante três anos e Director de Programas. Ainda hoje, é o homem ao leme do icónico programa Cover de Bruxelas, referência nacional em versões e reinterpretações musicais.
É também o mentor por detrás da Lux Records/Subotnick Enterprises, tendo editado discos e gerido bandas como Belle Chase Hotel, Wraygunn, The Legendary Tigerman, Sean Riley and The Slowriders, D3O, Tiguana Bibles, Victor Torpedo, Birds Are Indie, Twist Connection, Mancines e So Dead, consolidando-se como figura central do rock e da música independente em Coimbra.
Em Fevereiro de 2017, fundou a loja de discos Lucky Lux, um espaço de referência para colecionadores e melómanos, e no mesmo ano lançou o Festival Lux Interior, continuando a promover a cultura musical local. Nos últimos anos, Rui Ferreira foi também o produtor executivo de tributos como “Coverbilly Psychosis - A Tribute To Tédio Boys” e “Mirror Songs - A Tribute To The Psychedelic Furs”, bem como dos dois volumes das “Cover de Bruxelas Sessions”.
Melómano incorrigível e colecionador de discos apaixonado, Rui Ferreira é uma das vozes mais respeitadas e influentes da música independente em Portuga
Depois de se estrear com “Não Pode Chover”, RØVIN apresenta agora “Motard”, novo single que cruza duas das grandes paixões do artista: a música e o universo das motas. Integralmente composto, interpretado e produzido por Rui Santos, o tema aprofunda o percurso iniciado no lançamento de estreia, reforçando uma abordagem assente na experiência pessoal e na observação direta do quotidiano.
Em “Motard”, a mota surge menos como objeto e mais como estado de espírito. A canção parte da sensação de liberdade, foco e entrega associada à condução, transformando essa experiência numa metáfora para a suspensão momentânea do ruído exterior. “Andar de mota é entrar noutra dimensão. Sem distrações, rádios ou telemóveis. É entrega absoluta e profunda à experiência”, explica o artista.
A partir dessa ideia, o tema desenvolve-se como uma celebração da presença e da atenção ao momento. Num tempo marcado pela dispersão constante e pela multiplicação de estímulos, “Motard” procura capturar um espaço raro de concentração, onde o movimento, a paisagem e o corpo convergem numa mesma experiência sensorial.
Tal como no single de estreia, Rui Santos assume integralmente a composição, interpretação instrumental e vocal da canção, reforçando a dimensão autoral do projeto. A mistura e masterização ficaram novamente a cargo de André Louro, colaborador já presente em “Não Pode Chover”, contribuindo para a consolidação da identidade sonora de RØVIN.
Por trás do projeto encontra-se um percurso profundamente marcado pela escuta. Desde a infância, Rui Santos cresceu rodeado por jazz, blues, big band, rock e pop dos anos 70, influências transmitidas pelo pai através de longas sessões de audição com auscultadores, experiência que viria a moldar de forma duradoura a sua relação com a música.
A aprendizagem instrumental surgiu mais tarde, já na idade adulta, quando recebeu a primeira viola aos 22 anos. Totalmente autodidata, foi construindo ao longo dos anos uma relação próxima com a guitarra, o piano e a composição, desenvolvendo uma prática diária assente na curiosidade, na persistência e na experimentação.
Depois de um percurso profissional ligado às áreas da gestão, foi a descoberta das ferramentas digitais de produção musical e o aprofundamento do universo da composição que permitiram transformar um interesse de longa data num espaço de criação regular. O projeto RØVIN nasce precisamente dessa vontade de dar forma pública a canções construídas de forma independente, música a música, sem pressas e sem fórmulas pré-definidas.
Com “Motard”, RØVIN dá continuidade a esse percurso, apresentando uma canção que transforma uma experiência pessoal numa reflexão mais ampla sobre liberdade, presença e ligação ao momento. Um tema onde a estrada funciona simultaneamente como destino, paisagem e metáfora para uma forma particular de estar no mundo.
O projeto a solo de Tito Pires reúne reinterpretações marcantes e apresenta uma versão inédita e surpreendente de "Cristina (Beleza é fundamental)", dos históricos Roquivários.
O projeto Electric Man, alter-ego sónico do músico Tito Pires, acaba de lançar "Covers", um álbum que celebra a arte da reinterpretação e junta, pela primeira vez no mesmo registo, as versões que têm marcado a identidade e o percurso do projeto desde a sua fundação. O disco já se encontra disponível nas plataformas digitais e em formato físico [adaptar se não houver formato físico].
Mais do que uma mera compilação, "Covers" é um espelho do ecletismo e da liberdade criativa que definem esta one-man band. O alinhamento viaja pelo pós-punk, pelo rock alternativo e pelo punk nacional, transformando temas icónicos através da habitual alquimia do projeto: batidas eletrónicas, guitarras em loop, sintetizadores, devaneios de theremin e uma voz magnética. A Grande Novidade: "Cristina (Beleza é fundamental)"
Embora o disco reúna várias pérolas já lançadas anteriormente pelo músico, guarda um trunfo exclusivo para os ouvintes: uma versão totalmente inédita de "Cristina (Beleza é fundamental)", o clássico e irreverente tema dos Roquivários que marcou o rock português dos anos 80. Electric Man puxa a canção para o seu universo analógico-digital, injetando-lhe uma urgência contemporânea sem perder a mística do original.
Alinhamento do Álbum "Covers":
Hong Kong Garden (original de Siouxsie and the Banshees) Mother (original de Danzig) New Wave (original de The Parkinsons) Cristina (Beleza é fundamental) – TEMA INÉDITO (original de Roquivários) Glories & Jewels (original de New Connection) Something In The Way (original de Nirvana)
"Fazer versões nunca foi apenas replicar; para mim, é desarmar a canção e reconstruí-la com as minhas próprias ferramentas e obsessões" Tito Pires.
O disco Covers já se encontra disponível nas habituais plataformas digitais, sendo também possível fazer download do mesmo AQUI ou em electricman.bandcamp.com
Nascido em 2015 da necessidade insaciável de Tito Pires criar música em total liberdade — longe da vulnerabilidade e das dinâmicas das bandas tradicionais —, Electric Man é um manifesto de autonomia artística.
Com o álbum homónimo de estreia (2015), o projeto fez-se à estrada, somando palcos de norte a sul de Portugal. Em 2017, com Electric Domestique, Tito explorou os limites da produção caseira e da intimidade sónica. Mais recentemente, em 2025, editou Dream It Yourself, um trabalho cozinhado em lume brando que consolidou o projeto no panorama alternativo nacional. Agora, "Covers" surge como a ponte perfeita entre o passado e o futuro de um dos projetos mais singulares da música independente portuguesa.
Gabci apresenta “Vanity Queen”, novo single já disponível nas plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe realizado por Jhon Rangel. O tema surge como mais um avanço para o álbum de estreia da artista, aprofundando o universo eletrónico, darkwave e synth-pop que tem vindo a marcar o seu percurso.
“Vanity Queen” desenvolve-se a partir de um imaginário urbano onde a cidade, a noite e a pista de dança se cruzam para dar forma a uma personagem feminina marcada pela presença, pela atitude e pelo controlo da sua própria imagem. Entre o glamour e a distância emocional, a canção observa uma figura que se move num território de autoconstrução permanente, onde a confiança exterior convive com fragilidades menos visíveis.
Por detrás da superfície cuidadosamente construída, o tema deixa entrever pequenas fissuras que questionam a ideia de perfeição. É precisamente nessa tensão entre força e vulnerabilidade que “Vanity Queen” encontra o seu centro narrativo, explorando a ambiguidade de uma personagem que parece dominar o espaço à sua volta, mas que continua sujeita às incertezas e contradições da experiência humana.
A canção afirma-se através de uma estética eletrónica marcada por pulsação constante, texturas sintéticas e uma energia assumidamente citadina. Entre movimento e contemplação, confiança e caos interior, o tema constrói um ambiente onde a identidade surge como algo em permanente transformação. A música, letra e produção são assinadas pela própria Gabci, reforçando a dimensão autoral do projeto.
A voz foi gravada no Largo Recording Studio. A mistura ficou a cargo de Ruca Lacerda, enquanto a masterização foi assegurada por Frederico Cristiano.
O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado por Jhon Rangel, que prolonga visualmente o universo da canção através de uma abordagem centrada na estética urbana e na construção da personagem. Embora mantendo a energia e o imaginário associados ao tema, o vídeo transporta a narrativa para um contexto diurno, reforçando a ideia de que a identidade da protagonista não depende do espaço ou da hora do dia, mas da forma como escolhe ocupar o mundo à sua volta.
Gabci é produtora, cantora, compositora e DJ. O seu trabalho desenvolve-se a partir do cruzamento entre eletrónica, darkwave e synth-pop, combinando uma forte componente vocal com uma abordagem performativa marcada pela expressividade e intensidade emocional
Licenciada em Canto Jazz pela ESMAE e formada em DJ e Produção Musical pela ProDJ, a artista tem vindo a construir um percurso centrado na criação de música original. Depois de editar quatro singles e de atuar em espaços como o Mavy, Uncle’s Joe e Hard Club, bem como no evento Noite do Cometa, encontra-se atualmente a preparar o seu primeiro longa-duração.
Em palco, apresenta-se em formato duo, conjugando voz, teclas e eletrónica num espetáculo que privilegia a interpretação, a presença e a construção de ambientes imersivos.
Com “Vanity Queen”, Gabci continua a desenvolver uma linguagem artística assente na relação entre identidade, emoção e estética contemporânea, propondo uma reflexão sobre as imagens que projetamos e as fragilidades que persistem por detrás delas.