quinta-feira, 23 de julho de 2026

YOUTH YARD EDITAM DISCO





















Os Youth Yard chegam a esta nova digressão num dos momentos mais sólidos do seu percurso. Depois de vários anos a afirmar uma identidade artística própria, a banda de Viana do Castelo apresenta "Room Temperature Drama", um disco que consolida a maturidade de um projeto que tem vindo a conquistar, de forma consistente, espaço no circuito independente português e ibérico.

Muito para além da edição discográfica, foi em palco que os Youth Yard construíram a sua reputação. A presença regular em festivais, salas e ciclos de programação de referência permitiu à banda afirmar-se como uma proposta ao vivo de elevada consistência, onde a intensidade emocional das canções se alia a uma execução rigorosa e a uma relação de proximidade com o público. Cada concerto acrescentou uma nova etapa a um percurso que continua em clara ascensão.

Essa evolução tem encontrado eco para lá da fronteira. Nos últimos anos, os Youth Yard reforçaram a sua presença em Espanha, desenvolvendo um percurso ibérico sustentado que tem despertado o interesse de promotores, salas e novos públicos. Esta circulação internacional reflete a capacidade da banda para comunicar para além do contexto nacional e confirma o potencial de um projeto que continua a alargar o seu território artístico.

"Room Temperature Drama" representa um novo capítulo dessa evolução. Ao longo de nove temas, o álbum desenha uma narrativa que parte da luminosidade inicial para ambientes progressivamente mais densos, explorando as fronteiras entre o indie rock, a dream pop e a eletrónica subtil. Essa progressão ganha uma nova dimensão em palco, onde as canções são apresentadas como um corpo único, pensado para envolver o público do primeiro ao último tema.

Os Youth Yard apresentam-se hoje como uma banda plenamente preparada para integrar programações que privilegiam qualidade artística, identidade e contemporaneidade. O seu percurso, construído com consistência e sem atalhos, coloca-os entre os projetos portugueses mais interessantes da nova geração da música independente, capazes de dialogar naturalmente com públicos de clubes, teatros, auditórios e festivais.

A Room Temperature Drama Tour é a afirmação de uma banda em crescimento, com um espetáculo sólido, um repertório amadurecido e um percurso que demonstra, concerto após concerto, a capacidade de conquistar novos públicos em Portugal e além-fronteiras.

MEU GENERAL LANÇA ÁLBUM

 













“A Programação Segue Dentro de Momentos”
apresenta-se como um manifesto: viver apesar da dúvida, agir apesar do medo e encontrar no som e na atitude uma forma de continuar.

São canções rápidas, ofegantes, que refletem a velocidade dos dias de hoje — onde tudo acontece em simultâneo e nada parece realmente resolvido. Carregam a tensão de uma geração que vive presa entre o impulso de agir, o medo de escolher ou a indiferença.

As músicas captam essa inquietação: Uma energia crua e honesta. Um álbum que foi feito para ser sentido ao vivo.

Mas no meio desse caos, há uma força que resiste — O Rock. Mais do que um género musical é uma atitude, uma catarse.

Os dois primeiros singles do álbum, “Quero e Não Quero” e “Se Esperas” (este com participação de João Cabeleira - Xutos & Pontapés), dizem-nos e mostram-nos que Meu General se recusa a ficar parado!

ZIGURFEST EM CONTAGEM DECRESCENTE






















A um mês do arranque, o festival anuncia os horários dos 13 concertos, reforça a aposta na transmissão online, na Língua Gestual Portuguesa e apresenta uma soundwalk inédita pelas ruas de Lamego.

Falta apenas um mês para o regresso do ZigurFest a Lamego. Entre 20 e 22 de agosto, o festival volta a transformar a cidade num palco de descoberta musical, ocupando o Teatro Ribeiro Conceição, Rua da Olaria, Bairro da Ponte e Alameda com 13 concertos e outras propostas artísticas, todas de entrada livre. A contagem decrescente fica agora marcada pela divulgação dos horários da programação e pela apresentação das principais novidades desta edição.

Entre os destaques está a estreia da ZIGUR.FM em funcionamento contínuo, que passará a emitir 24 horas por dia durante o festival, com concertos do arquivo do ZigurFest e a transmissão em direto de todos os espetáculos da edição de 2026, permitindo acompanhar a programação a partir de qualquer lugar.

Outra novidade é a Cidade Sonora, uma soundwalk que convida o público a descobrir Lamego através da escuta. O projeto, criado na cidade por Daniel Taveira (Dan Iro) e Martinho Filipe, realiza-se no dia 22 de agosto, a partir das 15h30, com participação gratuita mediante inscrição prévia, limitada a dez participantes.

A acessibilidade continua igualmente a ser uma prioridade para o ZigurFest. À semelhança do que acontece desde 2023, vários concertos contarão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, reforçando a ligação à comunidade surda do Douro Interior e o compromisso do festival com uma programação cada vez mais inclusiva. As atuações de La Familia Gitana, Mangualde, Clarisse e os Desviados e Alomorfia terão interpretação ao vivo.

A edição de 2026 reúne um cartaz que cruza diferentes linguagens e propostas da música nacional e decorre entre os dias 20 e 22 de agosto, com entrada gratuita. Toda a programação, horários e restantes informações estão disponíveis em www.zigurfest.com, onde será também possível acompanhar os concertos em direto através da ZIGUR.FM.

BÁRBARA BANDEIRA APRESENTA VIDEOCLIPE DE “MANEL”, TEMA DO NOVO PROJETO, LUSA: ATO II





















Fotografia: Fábio Teixeira

Bárbara Bandeira acaba de lançar o seu mais recente videoclipe do single “Manel”, um dos temas do seu mais recente EP, “Lusa: ato II”. Durante as gravações do projeto que homenageia a portugalidade, a artista cruzou-se com relatos marcantes, conhecendo pessoas e ouvindo memórias profundamente ligadas à ausência, à espera e sobretudo à identidade portuguesa.

Foi aí que a artista descobriu a história de Maria e Manel, a narrativa que serve de espinha dorsal a este novo tema.

“Manel era pescador e partia para o mar. Maria, grávida, ficava em terra à sua espera. Num tempo sem comunicações, uma tempestade podia significar dias de silêncio e uma incerteza absoluta. Percebi que, para estas pessoas, a espera se tornava uma forma de amor, de medo, de fé e de resistência”, partilha Bárbara Bandeira.

Inspirada por esta narrativa real, Bárbara juntou-se a Buba Espinho para compor “Manel”. O resultado é uma canção com uma forte carga emocional, que assenta na tradição oral portuguesa, apresentada com uma abordagem totalmente contemporânea, mostrando que há sentimentos que atravessam gerações. A faixa conta ainda com um elemento inesperado, arrebatador e diferenciador: um coro alentejano exclusivamente feminino, que confere ao tema uma dimensão coletiva, ancestral, intimamente ligada à nossa identidade cultural.

O projeto conta com o apoio estratégico da Sagres e da Redken, marcas que se associaram a este universo pela vontade partilhada de integrar a portugalidade no quotidiano. A presença de ambas surge de forma totalmente orgânica e próxima da história, valorizando gestos, tradições e símbolos identitários reconhecíveis no nosso imaginário visual.

“Mais do que marcar presença num videoclipe, para a Sagres importa fazer parte de histórias que deem palco e significado à Alma Portuguesa. ‘Manel’ parte de uma narrativa muito tradicional e reinterpreta-a através de uma linguagem contemporânea, mostrando que as nossas raízes continuam a inspirar novas gerações de criadores. A nossa parceria com a Bárbara Bandeira é uma forma natural de apoiar quem interpreta, reinventa e leva mais longe a nossa cultura, sem nunca perder a sua essência.” refere Filipa Magalhães, responsável de Marketing da Sagres.

O videoclipe de “Manel” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

PROGRAMA 22/07/26

1 - Desert Smoke - Fuzzy txiitxu
2 - Fjords - Virgilio
3 - Scatter - Dead end
4 - Spiralist - Underbelly
5 - Junkbreed - Misanthrop
6 - Last Piss Before Death - Echoes
7 - PZ - Sempre que te vejo (C/ Toy)
8 - Ena Pá 2000 - Marilu

9 - António Zambujo - Regresso à infância
10 - Ezequiel - Portugalidade
11 - Puto Bacoco - Hoje à noite na giesta
12 - Torcido - Fora do lugar
13 - Ordem Crucial - Cais 2024
14 - Ressonant - Os ventos mudaram
15 - O Castelo - Parece setembro

SONOSCOPIA APRESENTA PIC-NIC MELANCÓLICO

 



















Para quem cresceu e percorreu a zona oriental da cidade, a ideia de um pic-nic junto ao Rio Tinto despoleta automaticamente um conjunto de alertas e memórias intensas sobre o seu passado. Nos anos 80 e 90, os níveis de poluição remetiam este curso de água para a condição de esgoto a céu aberto. O seu percurso era também marcado por uma profunda decadência urbanística e social, espelho cruel de anos de falta de planeamento, consciência ecológica e desigualdade.

O processo de despoluição foi — e continua a ser, pois ainda há muito caminho a percorrer — naturalmente lento. Mas o rio voltou a ser rio e, de uma das zonas mais degradadas da cidade do Porto, (re)nasceu o Parque Oriental, que sobre os fantasmas do passado se ergue como uma promessa renovada de esperança.

Sem fantasmas e com um otimismo renovado, celebramos um futuro mais verde com um simbólico Pic Nic Melancólico: uma tarde de música, atividades para famílias, conversas e convívio para que todos possamos descobrir um dos maiores e mais surpreendentes parques da cidade.

Ao longo da tarde haverá também uma Mesa Comunitária.
Quem quiser pode trazer algo para partilhar — fruta, pão, bolos caseiros, sumos ou outras iguarias. Não é obrigatório contribuir; é apenas um convite à partilha e ao convívio.

Porque o futuro fazemos juntos!

PROGRAMA

16h30 — Sononautas: Ecoescuta

Workshop para famílias
Formadores: Sonoscopia
Duração: 90 minutos

Sononautas – Ecoescuta convida-nos a habitar o lugar do outro — o lugar do não humano, do intraduzível. Através de uma escuta deslocada e atenta, esta oficina procura abrir passagens para novas perspetivas auditivas e para dimensões sonoras invisíveis.

Num ambiente participativo, os participantes são desafiados a inventar e explorar dispositivos de escuta expandida, construídos com materiais simples como cartão, paus, folhas ou pedras recolhidos no próprio espaço.

Partindo da ideia dessa outra escuta — a das árvores, das pedras, dos ventos e de tantas presenças que nos envolvem — procuramos ouvir para além da paisagem, reconhecendo que ela própria também escuta, ressoa e nos devolve ecos e silêncios.

17h30 — Loup Uberto

Concerto
Duração: 40 minutos

Loup Uberto é um músico, compositor, vocalista, arquivista sonoro e construtor de instrumentos francês, cuja prática artística se situa na confluência entre a música tradicional e a improvisação experimental. Fundador do projeto Bégayer, desenvolve um trabalho multidisciplinar que atravessa a performance, a investigação, a fotografia e a instalação sonora.

Ao longo dos anos, realizou diversas pesquisas de campo e recolhas sonoras em territórios como Cuba, a Europa de Leste, a Síria, a Tunísia e Itália, explorando repertórios populares, práticas vocais e formas de expressão ligadas ao trabalho, ao exílio e à memória coletiva. O seu trabalho procura criar pontes entre tradição e contemporaneidade, questionando os processos de desenraizamento cultural e as formas de resistência e transmissão.

18h15 — Roda de conversas sobre o Rio Tinto e o Parque Oriental

A devolução dos espaços públicos à população permite-nos repensar as cidades de forma a que a vida das pessoas que a habitam possa ser muito mais do que a angustiante correria entre o trabalho e a casa. O Parque Oriental, cuja extensão de Rio Tinto até ao Freixo ultrapassa os 10km, abre fendas sobre antigos caminhos rurais, zonas de falência industrial e caos urbanístico, criando um espaço verde que faz justiça a uma zona da cidade que foi sempre esquecida. Ao longo de uma grande parte do parque encontramos o Rio Tinto, que nos anos 80 era um dos mais poluídos da Europa e com descargas ilegais diárias de fábricas circundantes. É hoje um rio com uma fauna e flora renascidas, e ladeado em algumas zonas por hortas comunitárias que fazem com que este rio e este parque seja hoje vivido de uma forma bem mais digna. Esta conversa é um convite a quem habita ou habitou esta zona para recordar, partilhar histórias e refletir em conjunto sobre as transformações que marcaram o Rio Tinto e o Parque Oriental nas últimas décadas.

19h00 — Sunflowers

Concerto
Duração: 45 minutos

Formados em 2014, no Porto, os Sunflowers têm vindo a agitar o panorama musical português desde então. Talvez porque o som implacável que produzem entre em dissensão com o seu nome florido. Talvez pela sua ética de trabalho inigualável e inquietante. Talvez seja apenas controlo mental através de ondas rádio. Quem sabe?

As várias digressões da banda comprovam-no: Portugal, França, África do Sul e Inglaterra são apenas alguns dos países potencialmente hipnotizados. Se o título do último álbum, Endless Voyage, for um presságio, o hipnotismo sónico dos Sunflowers não terá fim.

A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projectos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos transdisciplinares. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 700 eventos, criações artísticas, actividades pedagógicas e publicações. Esteve presente em cerca de 20 países europeus, bem como em geografias tão distantes quanto os Estados Unidos, a Colômbia, o Chile, o Líbano, o Japão, a Tunísia ou os Emirados Árabes Unidos. Das suas criações destacam-se os projectos Phonambient, INsono, Phobos - Orquestra Robótica Disfuncional e Phonopticon. Em Portugal, a Sonoscopia é parceira de entidades como a Fábrica das Artes/CCB, o Teatro Nacional São João, a Fundação de Serralves, o Cine‑Teatro Louletano, o GNRation e o Teatro de Ferro. Dispõe ainda de um espaço localizado no Porto, com pequenos estúdios equipados e preparados para a concepção e produção de trabalhos criativos e científicos, residências e apresentações informais, tendo acolhido centenas de artistas de todo o mundo. A Sonoscopia é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto/Direção-Geral das Artes.

Rua de Silva Porto 217
4250-469 Porto - Portugal

sonoscopia@gmail.com
www.sonoscopia.pt
www.facebook.com/sonoscopia.associacao

IMINENTE REVELA CARTAZ E ABRE VENDA DE BILHETES PARA A EDIÇÃO DOS 10 ANOS











Uma orquestra a sério. Um soundsystem que nos mexe com o estômago. Uma antiga cantina que é salão de baile até o punk virar do avesso em mosh. Salas de aula que são instalações. Uma pista que dá choque. Funaná até de manhã. Hinos de futebol cantados em vozes de raiz cigana, como nunca ouvimos. Fado a sair de um lado e drill do outro, e nós no corredor sem sabermos para onde ir. Rap que não pede licença e música de intervenção que ainda incomoda muita gente. É Cultura Urbana. Música. Artes Visuais. Performances. Talks. Comida escolhida a dedo, como tudo o resto. O som dos bairros e o arraial popular levado a sério.

De 17 a 20 de setembro, o Iminente regressa ao formato festival pela primeira vez desde 2022 e faz 10 anos a celebrar precisamente aquilo que sempre o distinguiu: o encontro entre bairros, comunidades, nomes emergentes e consagrados, na antiga Escola Afonso Domingues, em Marvila.

Ao longo de quatro dias, cruzam-se diversas culturas urbanas com concertos, artes visuais, instalações, performances, talks e gastronomia escolhida a dedo. Mas o que sempre distinguiu o Iminente é o que acontece também nos bairros antes de chegar ao palco. Esta edição não é exceção: o programa nasce, em grande parte, do trabalho feito ao longo do ano com comunidades e coletivos de Lisboa. Esta edição junta espetáculos que só acontecem nestes dias, nestes palcos e a maioria traz convidados que multiplicam a história por trás do nome no cartaz. Há artistas que preparam atuações exclusivas para o festival, num cartaz com nomes emergentes e consagrados, que se juntam para celebrar uma década de Iminente.

O tão esperado regresso de Original Kappa aka Allen Halloween junta-se à festa. Através de um sem-número de convidados — incluindo uma surpresa muito aguardada - apresenta os momentos mais importantes da sua carreira com um espetáculo único: "Noite da Lisa". Os Mind Da Gap regressam também aos palcos, depois de anos fora, num concerto raro.

Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra apresenta "Beats Vol.1: Amor", o álbum instrumental de 2002 que conta a história de amor dos próprios pais do artista. A estreia ao vivo, em outubro de 2025 no CCB, fez história; o Iminente traz de volta a Lisboa esta apresentação exclusiva. Também os Mão Morta sobem a palco com um espetáculo que só aconteceu uma vez em Serralves, ao lado do acordeonista João Barradas e da artista visual Mariana Vilanova.

Dino D'Santiago estreia nos palcos do Iminente o seu novo álbum "Aye", fruto de três anos de gravações e viagens ao Brasil. Colaboram neste novo disco AJULLIACOSTA e Luedji Luna, com concertos em nome próprio no festival.

Estreia também o projeto UN!DD, que reúne de propósito para o festival cinco fundadores de projetos incontornáveis da nova música de matriz cabo-verdiana feita nos arredores de Lisboa — Acácia Maior, Cachupa Psicadélica, Fidju Kitxora, Prétu e Scúru Fitchadu.

Batida volta a palco com "Modelo Africano”, 10 anos após a sua estreia na primeira edição do festival e a Príncipe celebra 15 anos com um back-to-back histórico entre Dj Marfox e Dj Nigga Fox (apresentado no Iminente em 2019), e o estreante no Iminente, Helviofox.

O cartaz tem ainda curadorias muito especiais e abertas com Chelas é o Sítio, Duro de Roer, Príncipe, Versus, Precárias, Planeta Manas, Talentos do Bairro, Kriativu, entre outras.

E, pela primeira vez, um soundsystem que não vai deixar ninguém dormir.

Hoje revelamos o cartaz. Os passes e bilhetes diários desta edição estão já à venda.

O Iminente mantém um dos preços de acesso mais baixos entre os festivais em Portugal, com valores que se mantêm nos mesmos patamares da última edição em formato festival, em 2022. Estão disponíveis o passe de 4 dias, por 70€, o passe de 3 dias, por 55€, e o passe de fim de semana, válido para sábado e domingo, por 38€. O bilhete diário está disponível por 20€ em venda antecipada e por 25€ à porta. Bilhetes aqui.

São mais de 100 atuações, instalações e exposições de artistas nacionais e internacionais, alguns nomes em estreia em Portugal, outros de regresso ao Iminente com novos projetos

PROGRAMA:

ON STAGE 

- 4G, Bensky, MADRUGZX, ThiS iS Skin (Co-Curadoria: Chelas é o sítio
- A garota não
- AJULLIACOSTA
- Ana Lua Caiano
- Bahamadia
- BAIRROS apresenta: Hugo Menezes e Rés do Chão, OMIRI e VMBA, Nuno Cintrão e Geração com Futuro
- Batida apresenta Modelo Africano (10 anos)
- bbb hairdryer / O Triunfo dos Acéfalos / Overcrooks (Co-Curadoria: Duro de Roer)
- Black Milk (Co-Curadoria: Versus)
- Bob Valentino & Myka Kutubelada / Katuta Branca / Meme Landim (Co-Curadoria: Kriativu)
- Capicua
- Chloe Aligiani
- Conway the Machine (Co-Curadoria: Versus)
- DANYKAS DJ
- Dead City
- Dino D'Santiago e convidadas
- Dj Firmeza / Mindel Reggae Family com convidados / Nex Supremo / Party Smith / Red Chikas (Co-Curadoria: Original Kappa aka Halloween)
- Dj Marfox b2b Dj Nigga Fox / Helviofox (Co-Curadoria: Príncipe - 15 anos)
- Expresso Transatlântico
- Fidju Kitxora
- Ghoya
- Gisela João
- Herlander
- Iminente Breaking Battle
- JJ 2000 fantasmas
- Kelson
- La Familia Gitana
- Lena d’Água
- Libra
- Lucas Maia
- Luedji Luna
- Mamã África apresenta Karyna Gomes
- Mão Morta feat. João Barradas & Mariana Vilanova
- Micro - 30 anos
- Mind Da Gap
- Minguito
- Nemanja Bošković
- Nenny
- NOIA
- NU STA FORTI
- OMIRI
- Original Kappa aka Allen Halloween traz Dj Fumaxa, Landim, Miss Bity, Drunk Master, Kinous, Kapataz e convidado surpresa
- OSGEMEOS
- Pedro Melo Alves
- Piny
- Planeta Manas com BLEID, marum, Phoebe, Violet c/ Postcarbon Collective e Flawless Revlo, Ira, Malia Imaan, Nuno Unbothered Cartier, Anitta Mugler
- Precárias Festival de performance apresenta: Coletivo Nega Criações Artísticas, Cigarra, Jenny Larue e Bloco da Palhinha Maluca
- Puçanga
- Real Guns e convidados
- ROTOR ERROR
- Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra
- Shaka Lion e convidados
- Silver & Gold
- Syer sujidade máxima
- Talentos do Bairro: Don Fran, Born2Fail, Rafa Moreira, Pandon, Alkateia / Rafaela Rolo e DO CN, Igor, Rato Chinês, Inês Coito convida Don Fran e Sara Coito
- Tripa-Coração
- Tristany
- UN!DD
- Umafricana
- Ustad Fazel Sapand
- Vado MKA
- Xullaji

OFF STAGE

- ± maismenos ±
- 3D Crew
- AKACORLEONE
- Athanasios Kanakis
- Arashida
- Camila Rosa
- Entangled Others
- Galdéria
- João Fortuna
- Joãozinho da Costa
- Kriminals por Original Kappa aka Halloween
- Lígia Fernandes
- Miljena Vučković
- ML7 Metro Lisboa
- OBEY SKTR
- Oficina Fritta
- Pedrita
- Pregos Shp
- RUSSO 1003PV
- Saman & Sasan Oskouei
- Tamara Alves
- U-Nick
- Vhils
- Vitor Agostinho
- Wasted Rita

Criado em 2016 por Alexandre Farto (Vhils), o Iminente afirmou-se ao longo da última década como uma das principais plataformas de cultura urbana contemporânea ligadas a Lisboa, tendo passado por diferentes espaços e cidades, em Portugal e internacionalmente. Ao longo de 16 edições, reuniu artistas emergentes e consagrados, nacionais e internacionais, construindo um lugar próprio no panorama cultural e um espaço onde diferentes expressões da cultura urbana coexistem no mesmo programa.

LÍQUEN COM NOVO SINGLE















'Perfil do Ocidente' é o novo single de Líquen, uma canção que transforma a observação do quotidiano num retrato fragmentado do mundo contemporâneo.

Neste novo tema, expõe-se a imagem de um Ocidente em permanente representação, onde a aparência e a narrativa se sobrepõem frequentemente à realidade. Entre ironia e simbolismo, a canção lança um olhar mordaz sobre um presente onde tudo parece estar em permanente negociação.

A sonoridade electrónica de 'Perfil do Ocidente' reforça a dimensão lírica da canção, criando um ambiente simultaneamente envolvente e inquietante. O tema sucede a 'Aurora', single editado em março, e dá continuidade ao novo ciclo criativo iniciado por Líquen, aprofundando uma linguagem musical e lírica cada vez mais singular.

Líquen vai estar no Festival Bons Sons 2026, onde actuará no dia 6 de agosto no palco Giacometti.

Sobre LÍQUEN: 

Líquen nasce do imaginário e da expressividade de Constança Ochoa, cantora natural de Coimbra, que alia a voz à poesia e às polifonias vocais. Com uma identidade musical fluida, o projecto navega entre a pop, a electrónica, o jazz e a música popular portuguesa.

Em 2024, lançou o EP de estreia,“I” (lê-se “um”), composto por quatro canções que mergulham em contrastes íntimos e universais, explorando revoltas internas e a fragilidade humana. O EP partiu de composições suas, aliadas a uma estratégia colectiva de produção com os músicos e produtores: Rui Jorge Lopes, Leonardo Patrício e Luís Pedro Keating. Nesta nova fase de Líquen, a lírica continua a ser assinada por Constança, mas a composição expande-se agora também ao trabalho colectivo em banda. O projeto passa assim a habitar as duas vertentes: a criação individual da autora e a criação colectiva.

Em 2025, Líquen foi a grande vencedora do Festival Termómetro e marcou presença nos festivais NOS Alive e Vodafone Paredes de Coura.

MORREU LUÍS REPRESAS AOS 69 ANOS





















@Fotografia Rodrigo Sim

Luís Represas, um dos artistas mais reconhecidos e acarinhados da música portuguesa, morreu hoje, aos 69 anos, vítima de doença prolongada.

Este ano comemorava 50 anos de uma carreira onde se incluem momentos inesquecíveis com O Trovante e, a solo, com êxitos que atravessam gerações. Colaborou com Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sasseti, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Jorge Palma, Phil Collins, Compay Segundo, Gilberto Gil e Carlinhos Brown, entre tantos outros.

Na sequência da luta pela causa timorense, foi convidado pelo Presidente Jorge Sampaio para o acompanhar na visita oficial a Timor-Leste. Mais tarde, seria condecorado com a Medalha da "Ordem de Timor-Leste” pelo Presidente Taur Matan Ruak.

Em 2005 foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito - grau de Comendador.

Com incursões criativas noutras áreas, em 2010 edita o livro infantil “A coragem de Tição”, incluído no Plano Nacional de Leitura.

Em 2019 a direção da Sociedade Portuguesa de Autores atribui a Luís Represas o Prémio Pedro Osório pelo disco “Boa Hora”.

Atualmente, para além de uma agenda regular de espetáculos apresentava o programa de televisão “Língua Mãe”.

A informação relativa às cerimónias fúnebres será disponibilizada assim que possível.

terça-feira, 21 de julho de 2026

PROGRAMA DE 21/07/26

1 - Actvs Tragicvs - Le pchêur et son âme 
2 - 7TV - Dressed in all black
3 - The Manchesters - Love my way
4 - Lovedust - Life gos one
5 - Decline And Fall - Rome
6 - Wolf X - A silent blade
7 - Ena Pá 2000 - Ana Maria
8 - PZ - Sempre que te vejo (C/ Toy)

9 - Tó Trips & Fake Latinos - Rua escura
10 - Expresso Transatlântico - Não pares povo
11 - Estaca Zero - Corridinho manouche 
12 - Raia - Sais da cinza (C/ Omiri)
13 - Rui Fernandes - Ares de milonga
14 - Miramar - Fado marafado
15 - Orlando Cohen - Lullaby

BONS SONS PARA ALÉM DA MÚSICA: CINEMA, CONVERSAS, PERCURSOS, OFICINAS, ATIVIDADES PARA TODA A FAMÍLIA E MUITO MAIS



De 6 a 9 de agosto, Cem Soldos volta a transformar-se numa aldeia-festival, onde a música se cruza com o património, a natureza, a criação artística e a participação da comunidade, este ano, sob a ideia de resistência.

Para além da programação musical, o BONS SONS volta a ocupar toda a aldeia com uma programação que reúne cinema, conversas, percursos, oficinas, exposições e atividades para todas as idades.

Artes performativas

Entre os destaques está a parceria com a Materiais Diversos, que apresenta duas propostas de criação contemporânea: Conto Preto, obra coreográfica de Nala e que cruza as espiritualidades do Candomblé com a cultura ballroom, celebrando a ancestralidade, a identidade e a resistência de corpos negros e queer; e Fazer Ideia, de João Grilo & Inês Campos, uma performance entre texto, gestos coreografados, lipsync, música ao vivo e ações simbólicas, uma coreografia social onde público e performers, em diálogo com o lugar e o contexto, partilham tempo, escuta e presença.

Conversas e debates

Em parceria com o Gerador, realiza-se um ciclo de conversas dedicado ao conceito de lugar. Ao longo dos quatro dias do festival, nomes de diferentes áreas refletem sobre o futuro, a liberdade artística, a diversidade de vozes e o papel das comunidades, com a participação de Leonor Rosas, Paulo Lopes Silva, Mynda Guevara, Ana Paula Costa, Maria João Valente Rosa, Magda Henriques e Rita Cortezão.

A programação inclui ainda Um País Morto Não Pode Fazer Uma Cultura Viva, conversa promovida pela Fundação José Saramago, moderada por Ricardo Viel, com Patrícia Portela e Sérgio Machado Letria para refletir sobre cultura, desigualdades e intervenção artística a partir da obra de José Saramago.

No âmbito do concerto de Luca Argel, o músico e escritor participa numa conversa com a sexóloga Tânia Graça, sobre a situação do homem e da masculidade hoje em dia, enquanto a Música Portuguesa A Gostar Dela Própria promove Eu Fui ao Mar às Laranjas, encontro sobre criação de públicos, democratização do património imaterial e preservação do arquivo audiovisual, com Tiago Pereira, João Moura e Nuno Costa.

Cinema

O Curtas em Flagrante, mostra itinerante de curtas-metragens de língua oficial portuguesa, regressa ao BONS SONS com três sessões no Auditório Agostinho da Silva, incluindo uma especialmente dedicada ao público infantil.

A música portuguesa chega também ao grande ecrã através de longas-metragens, com dois documentários: Paraíso, realizado por Daniel Mota, e produzido por João Ervedosa e Maria Guedes, que revisita o nascimento da cultura rave em Portugal e a evolução da música eletrónica nacional, e Percursos Alternativos – Ecos de Garagem: o Rock em Viseu nos anos 80 a 90”, realizado por Rui Mota Pinto, com produção de Ana Bento, dedicado à cena musical alternativa viseense das décadas de 1980 e 1990.

Percursos

Entre as propostas para descobrir a aldeia destaca-se o percurso sonoro Cem Soldos para além do BONS SONS, criado por Ana Bento e Bruno Pinto, que convida o público a percorrer as ruas de auscultadores, revelando histórias, memórias e sons que aproximam visitantes e comunidade.

A associação 30POR1LINHA dinamiza novamente os Percursos Interpretativos da Biodiversidade, que dão a conhecer o património natural de Cem Soldos através da observação da fauna, flora e ecossistemas locais. Este ano, os percursos incluem ainda a oficina Bandeiras da Diversidade, orientada por Rute Campanha, que transforma a experiência de descoberta da natureza numa criação artística coletiva.

Oficinas

A Oficina Fritta apresenta duas propostas participativas: Okupamos Cem Soldos, uma oficina de criação coletiva de espaços de encontro a partir de materiais modulares, e O Dragão Maria João, dedicada à construção colaborativa de criaturas imaginárias que irão ocupar diferentes locais da aldeia ao longo do festival.

A programação inclui ainda uma Oficina de Canto e Toque Coletivo, com Liliana Abreu, que convida participantes de todas as idades a explorar o canto coletivo e o adufe através de repertório tradicional e contemporâneo.

A 30POR1LINHA promove também a oficina-jogo O Que Esconde a Aldeia, uma caça ao tesouro destinada a crianças e famílias que incentiva o contacto com os habitantes e as histórias de Cem Soldos.

Em parceria com a ECOX, que colabora com o BONS SONS no âmbito do plano de sustentabilidade, realiza-se o workshop Do Óleo ao Sabão, dedicado à reutilização de óleo alimentar usado e aos princípios da economia circular.

Exposição

Nos 20 anos do festival, a exposição 20 Anos, Aqui o Futuro Faz-se celebra o BONS SONS através do olhar das crianças e jovens de Cem Soldos. Desenvolvida em parceria com a SCOCS – Associação Cultural, a APEECS – Associação de Pais e Encarregados de Educação de Cem Soldos e a Escola do 1.º Ciclo de Cem Soldos – Agrupamento de Escolas Nuno Álvares de Santa Maria, reúne vídeos, entrevistas e um manifesto coletivo que refletem sobre a relação entre a comunidade e o festival.

Programação para toda a família

A programação para famílias volta a contar com a AEPGA – Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino, dedicada ao Burro de Miranda, volta ao BONS SONS. Ao longo dos quatro dias do festival realizam-se a Aula do Burro, Caminhadas com os Burros, o Jogo do Burro e a atividade Veterinário por um Dia.

A música tem também um espaço dedicado aos mais novos, com Sessões de Música para Bebés e Crianças, desenvolvidas a partir da Teoria de Aprendizagem Musical de Edwin Gordon, e com a Oficina de Instrumentos Musicais e Danças Tradicionais Portuguesas, orientada por Pedro Sousa, Vera Nunes e Ricardo Nunes.

Em parceria artística com Rui Paixão e Dona Edite, chega ainda o espetáculo Febre de Burro, produção dos Holy Clowns, concebida para contextos rurais e que estabelece uma relação próxima entre artistas, comunidade, natureza e território; e o espetáculo A Quinta dos Animais, de Inês Fonseca Santos, a partir da obra A Quinta dos Animais, de George Orwell, com encenação de Tonan Quito e interpretação de Cláudia Gaiolas.

Será possível participar no jogo Cem Soldos, Cem Moedas, que desafia visitantes de todas as idades a descobrir as cem moedas espalhadas pelas ruas da aldeia, criadas a partir de desenhos das crianças do Jardim de Infância e da Escola Básica de Cem Soldos, numa iniciativa que homenageia o nome e a história da aldeia.

Toda a programação paralela decorre entre 6 e 9 de agosto, em diferentes espaços de Cem Soldos. Os horários dos concertos e o programa completo podem ser consultados em breve em www.bonssons.pt

BLIND ZERO AO VIVO NO ROCK NO RIO FEBRAS E NO SANTA CRUZ OCEAN SPI















Os Blind Zero regressam à estrada no próximo fim-de-semana para dois concertos integrados na digressão de "Courage and Doom": no sábado, 25, no Rock no Rio Febras, em São Salvador de Briteiros, em Guimarães; e no domingo, 26, no Santa Cruz Ocean Spirit, na Praia de Santa Cruz, em Torres Vedras Ao vivo, Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes e Vasco Espinheira apresentam-se na companhia do guitarrista Pedro Vidal e do teclista Sérgio Alves, músicos convidados.

Com 32 anos de percurso, os Blind Zero continuam a dar provas de vitalidade e o mais recente "Courage and Doom" – do qual foram retirados os singles "Running Back to You" e "I Only Miss You When I'm Breathing" – são disso bons exemplos. O nono disco da banda percorre diversos estados de espírito, mas não procura sínteses. É um disco orgânico que vive da simbiose e recorte dos instrumentos do coletivo.
Trata-se de um disco intemporal onde os Blind Zero demonstram maturidade e lealdade à linguagem musical com que se deram a conhecer em 1994.

O GAJO AO VIVO



















Mais uma dose dupla de GAJO!

Desta vez, O GAJO estará no dia 25 de Julho em Arcos de Valdevez na LIVRINDIE, Feira do Livro Independente, e no dia 26 de Julho, estará no TRADFEST26 em Santiago de Compostela.

Ambos os concertos serão em formato duo com O GAJO na Campaniça e João Martins na Sanfona e Cavaquinho.

PRÓXIMAS DATAS:

- 25 Julho - Arcos de Valdevez - 26 Julho 
- Santiago de Compostela 
-14 Agosto - São Brás de Alportel (solo) 
- 20 Agosto - Sines - 5 Setembro - Tavira 
- 19 Setembro - Salvaterra de Magos (solo)

NOVO SINGLE DE RAUL RIBEIRO





















Depois de It's Just a Memory, Raul Ribeiro apresenta PEACE Please, o segundo single de um projeto artístico que une música, cinema e emoção numa mensagem de paz, amor e esperança. 
 
O tema conta com a participação especial de José Cid, uma das maiores referências da música portuguesa e uma das maiores influências musicais de Raul Ribeiro. Distinguido com o Latin Grammy Lifetime Achievement Award, José Cid é também autor do histórico álbum 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte, considerado uma das obras mais marcantes do rock progressivo em língua portuguesa. Partilhar esta canção representa um momento particularmente marcante na carreira de Raul Ribeiro, unindo duas gerações através da música e de uma mensagem intemporal.

Com produção musical de Giovani Goulart, PEACE Please combina influências do rock, jazz, música clássica, sonoridades etno-tribais e linguagem cinematográfica, criando uma identidade artística própria.

O videoclipe dá continuidade à história iniciada em It's Just a Memory: um viajante do tempo regressa de um futuro devastado depois de descobrir que a humanidade perdeu aquilo que a tornava verdadeiramente humana: a capacidade de amar, de sentir empatia e de criar ligações genuínas.

Ao regressar ao presente, percebe que ainda existe tempo para mudar. É através da música que as vozes de Raul Ribeiro e José Cid se unem, lembrando que cada gesto de empatia, cada abraço e cada ato de amor podem alterar o futuro.

No último momento do filme, Eva, a filha mais nova de Raul Ribeiro, escreve apenas uma palavra:

LOVE

É nessa palavra que reside toda a essência de PEACE Please.

Mais do que um projeto musical, PEACE Please é um movimento artístico que procura utilizar a música e a imagem para inspirar reflexão, aproximar pessoas e recordar que o futuro ainda não está escrito.

Se esta mensagem fizer sentido para si, partilhe este vídeo.

O futuro começa nas escolhas que fazemos hoje.

NOVO SINGLE DE VIVIANE





















Viviane revisita "Como Se Eu Fosse Tua", clássico de Lena d'Água, no terceiro avanço do álbum "Ela por Elas:

Viviane lança a 24 de julho o novo single "Como Se Eu Fosse Tua", terceiro avanço do álbum "Ela por Elas", com edição prevista para 25 de setembro de 2026.

Originalmente editado em 1980 pela banda Salada de Frutas, com letra de Luís Pedro Fonseca e Zé da Ponte e música de Zé da Ponte, o tema tornou-se um dos grandes clássicos da música portuguesa, eternizado pela interpretação de Lena d'Água.

Mais de quatro décadas depois, Viviane apresenta uma nova leitura desta balada pop-rock, transportando-a para o universo sonoro que caracteriza Ela por Elas. O novo arranjo privilegia a proximidade da voz, a contenção instrumental e uma abordagem mais contemplativa, revelando novas camadas emocionais de uma canção que continua profundamente atual.

Lançado no Dia Internacional do Autocuidado, o tema ganha uma nova leitura. A letra retrata o desgaste emocional de quem se anulou dentro de uma relação, deixando para trás a sua identidade, os amigos e os próprios interesses, até reconhecer a necessidade de quebrar esse ciclo de dependência. Uma mensagem que permanece particularmente relevante e que Viviane interpreta com delicadeza e maturidade.

"Neste álbum, as canções originais são desconstruídas e dão lugar a arranjos mais depurados, que abrem espaço à voz. Convidam a desacelerar e a escutar de forma mais contemplativa, como um porto de abrigo no final de um dia intenso." Viviane

Depois de "Alfama", editado a 13 de fevereiro, e de "Amor Errante", lançado a 1 de maio, "Como Se Eu Fosse Tua" reforça a identidade artística de Ela por Elas, o oitavo trabalho discográfico de Viviane.
 
O álbum presta homenagem às grandes vozes femininas da música portuguesa, revisitando temas que marcaram diferentes gerações através de uma linguagem musical contemporânea, inspirada no fado mediterrânico.
Além de "Como Se Eu Fosse Tua", Ela por Elas inclui interpretações de temas de Madredeus, Rádio Macau, Diva, A Naifa e outras referências incontornáveis da música portuguesa.

O novo álbum será apresentado ao vivo em: 6 de outubro, Teatro da Trindade, Lisboa
28 de outubro, Casa da Música, Porto

Os bilhetes já se encontram à venda, com preços entre 14€ e 20€ para Lisboa e 20€ para o Porto.

Em palco, Viviane é acompanhada por Tó Viegas, na guitarra portuguesa, Filipe Valentim, nos teclados, e João Vitorino, na viola acústica.

ORQUESTRA BAMBA SOCIAL ANUNCIA REGRESSO





















A Orquestra Bamba Social encheu novamente o jardim secreto do Jangal Gastro Bar, junto ao Palácio de Cristal, na 6.ª edição da "Casa de Bamba" - Onde a Alegria Mora!, no passado sábado, 18 de julho. Com casa totalmente esgotada, a tarde confirmou o sucesso de um projeto que, desde que nasceu no ano passado, se tem afirmado como um dos pontos de encontro do verão portuense.

Depois da estreia a 23 de maio desta nova temporada, e com as duas edições totalmente esgotadas, a Orquestra Bamba Social promete novidades para as próximas edições e mantém a porta aberta a amigos e famílias. A próxima "Casa de Bamba" acontece já a 2 de agosto, no jardim do Palácio de Cristal.

A 6.ª edição contou com uma participação especial: diretamente do Rio de Janeiro, e em plena digressão europeia, Aline Paes fez uma paragem no Porto para se juntar à roda de samba da Orquestra Bamba Social. O público voltou a deixar-se levar pela energia única e icónica da roda de samba, num ambiente que cruza música, convívio e uma oferta gastronómica pensada especificamente para as tardes de verão.

Mais do que um concerto, a "Casa de Bamba" reafirmou-se como um abraço coletivo e intergeracional, que transforma o coração do Porto numa celebração da vida.

Os bilhetes para a próxima edição da “Casa de Bamba” já se encontram disponíveis nos locais habituais.

NIKI MOSS COM NOVO SINGLE





















Depois de “Getting to the Bottom”, Niki Moss apresenta “Summer Feeling”, o segundo single de antecipação do seu próximo álbum. Com edição Street Mission Records e distribuição [PIAS], o tema chega a todas as plataformas digitais no dia 24 de julho.

“Summer Feeling” aprofunda algumas das temáticas centrais do novo disco: o fim dos ciclos, a memória e a passagem do tempo. A canção reflete sobre a forma como a memória reescreve o passado, suavizando as suas imperfeições e transformando experiências incompletas em recordações idealizadas. A nostalgia surge não apenas como saudade, mas também como aviso: esperar pelo futuro para reconhecer o valor do presente pode acabar por se tornar o nosso maior arrependimento.

Originalmente escrita e editada por Jonathan Richman, “Summer Feeling” é agora reimaginada por Niki Moss. A intimidade acústica e despojada do original dá lugar a uma versão densa, intensa e distorcida, concebida para ampliar a nostalgia da composição e exacerbar a carga emocional da letra. 

Com uma produção marcada pela distorção, por camadas densas e por elementos de synth-pop, indie e rock alternativo, esta nova interpretação transporta a canção para o universo sonoro do álbum que se encontra a caminho, tornando-se uma peça central da narrativa emocional que atravessa o disco.

“Summer Feeling” estará disponível em todas as plataformas digitais a 24 de julho.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

PROGRAMA DE 20/07/26

1 - Manuel Linhares - Impérios da devastação
2 - Luís Vicente 4tet - Littler dance
3 - Vicente Oliveira Sexteto - Espaços
4 - Almedina Ensemble - Que força é essa
5 - PZ - Sempre que te vejo (com Toy)
6 - Ena Pá 2000 - Baum
7 - Inês Apenas - Vejam bem
8 - José Afonso - Década de Salomé
9 - Futuremonday - Crystal new dreams
10 - Word 1998 - Picture
11 - Meu General - Quero e não quero
12 - A Mosca - Corpos em stock

HOT AIR BALOON EM GAIA





















Há muito que os Hot Air Balloon deixaram de ser apenas uma das bandas mais promissoras da nova música portuguesa. O percurso que têm vindo a construir, marcado por uma crescente circulação dentro e fora de Portugal, conhece agora um novo capítulo com a integração no cartaz do Morro Sonoro, em Vila Nova de Gaia. Ao lado de artistas como Tulipa Ruiz, Ana Frango Elétrico, Maria Luiza Jobim, Bezegol, Nunca Mates o Mandarim ou Asa Cobra, a banda de Braga confirma o lugar que tem vindo a conquistar entre os projetos mais relevantes da nova música independente em língua portuguesa.

Nos últimos anos, os Hot Air Balloon têm consolidado um caminho raro no panorama nacional. Depois da edição de Come This Far, editado também em vinil, a banda viu a sua música ultrapassar as fronteiras portuguesas, levando os seus concertos a Espanha, França e Irlanda e despertando o interesse de novos públicos e promotores internacionais. Paralelamente, a presença em alguns dos principais festivais e salas do país tem confirmado uma evolução sustentada, construída sem pressa, mas com uma consistência artística cada vez mais evidente.

A música dos Hot Air Balloon escapa às classificações fáceis. Entre a folk contemporânea, a pop independente e uma escrita de forte dimensão cinematográfica, o grupo criou uma identidade sonora reconhecível, onde o detalhe e a emoção ocupam um lugar central. É precisamente essa autenticidade que lhes tem permitido crescer de forma orgânica, conquistando espaço junto do público e da crítica sem nunca ceder à lógica da tendência ou da urgência.

A integração no Morro Sonoro representa mais do que uma nova data na agenda. O festival, que tem vindo a afirmar-se como um espaço privilegiado para a apresentação de propostas artísticas diferenciadoras, reúne nesta edição alguns dos mais estimulantes nomes da música contemporânea lusófona. Partilhar este cartaz significa integrar um contexto artístico de elevada qualidade e confirma o reconhecimento que os Hot Air Balloon têm vindo a conquistar junto de programadores e agentes culturais.

O concerto em Vila Nova de Gaia surge, assim, como mais um momento significativo de um percurso que continua a ganhar dimensão. Num tempo em que a velocidade parece ditar o sucesso, os Hot Air Balloon seguem um caminho diferente: o da construção paciente, da coerência artística e da convicção de que as canções encontram sempre o seu lugar quando existe verdade no que se faz. O Morro Sonoro será mais uma oportunidade para confirmar isso mesmo.

PRÉMIOS PLAY DE MUSICA TRADICIONAL ANUNCIAM VENCEDORES

















Os Prémios Play Tradicional no Festival Artes à Vila celebram a excelência, a inovação e a preservação das músicas de raiz portuguesa. A edição deste ano destacou‑se pelo seu enorme sucesso, reunindo público, artistas e criadores num ambiente vibrante, participativo e profundamente celebratório. O festival reafirmou a sua relevância no panorama cultural nacional, mostrando que a tradição continua viva, dinâmica e em constante renovação. Nesta celebração, sobressaem projetos que, com mestria e autenticidade, renovam o património musical português. Aqui ficam os vencedores das categorias deste ano.


Vendedores desta edição
• Melhor Álbum de Música Tradicional - Cristina Branco
• Melhor Artista ou Grupo Tradicional - Retimbrar
• Melhor Álbum ou EP Instrumental -Amadeu Magalhães
• Melhor Recriação da Música de Raiz Tradicional - Omiri
• Prémio Guardião da Tradição (novo) - Octávio Augusto Fonseca Silva