sexta-feira, 19 de junho de 2026

MÚSICA DOS HOMENS DO BARCO CHRGA ÀS PLATAFOMAS DIGITAIS COM A PARTICIPAÇÃO DE DIOGO PIÇARRA





















O que começou como um momento descontraído entre amigos, a bordo de um barco e partilhado nas redes sociais, tornou-se num dos maiores fenómenos virais portugueses deste verão. Depois de conquistar milhares de adeptos online, ecoar nos arraiais de Lisboa e ser cantada espontaneamente por centenas de pessoas, "Vem Mundial, a Taça é Nossa" chega agora oficialmente às plataformas digitais.

Interpretada pelos Homens do Barco, a canção conta nesta versão oficial com a participação especial de Diogo Piçarra, juntando-se a um movimento que nasceu de forma totalmente orgânica e que rapidamente ultrapassou todas as expectativas dos seus criadores.

Inspirada no universo musical de António Variações, a música adapta a melodia da icónica "Canção de Engate" ao espírito de apoio à Seleção Nacional e ao sonho de conquistar o Mundial 2026. O resultado é um tema contagiante que une várias gerações em torno da paixão pelo futebol e por Portugal.

Tudo começou com a publicação de um pequeno excerto nas redes sociais. Em poucas horas, os comentários multiplicaram-se, os pedidos para uma versão completa tornaram-se constantes e o vídeo começou a circular de forma massiva. Dias depois, já havia adeptos a cantar a música em festas populares, encontros de amigos e eventos ligados à Seleção Nacional.

A dimensão alcançada pelo projeto levou à criação dos Homens do Barco, um grupo formado por:

Tiago Franco de Melo Pinto
Joaquim Pedro Gariso Coimbra
Tomás dos Santos Sousa
Pedro Abrantes de Mello Vieira
Miguel Ventura Antão
Gonçalo Alcobia Viola Simões Carlos
Francisco dos Prazeres Bispo
Rafael Emanuel de Lemos Lopes Cavaleiro
António Diogo Tito de Carvalho Simões
Rúben Macau Fonte Santos Almeida
Diogo Miguel Lobo Bule

A produção esteve a cargo de Duarte Carvalho e André Henriques, responsáveis por transformar uma simples brincadeira num lançamento musical profissional.

Os Homens do Barco fazem ainda questão de agradecer à família de António Variações, cujo apoio e abertura tornaram possível que esta homenagem pudesse ganhar vida e chegar ao público da forma correta e respeitando o legado de uma das maiores figuras da música portuguesa.

Mais do que uma música, "Vem Mundial, a Taça é Nossa" tornou-se num ponto de encontro entre adeptos, um cântico espontâneo que nasceu do povo e que promete acompanhar o percurso da Seleção Nacional rumo ao Mundial 2026.

O vídeo já está disponível no YouTube, e a música estará disponível em todas as plataformas de streaming a partir das 00:00 de dia 20 de Junho.

A MÚSICA DO BLACK CAT CINEMA 2026

 













O Black Cat Cinema, sala de cinema ao livre em Lisboa, tem estado com sessões desde maio e promete programação até outubro deste ano. Com mais de uma centena de filmes agendados, é uma celebração da cultura pop das últimas décadas que conta também com música, conversas, street food e outras atividades culturais.

Cada sessão do Black Cat Cinema começa com um momento musical. Antes do filme, o público é convidado a entrar no universo da sessão através de concertos intimistas ou DJ sets pensados em diálogo com os filmes em exibição. Este ano, parte dessa programação ganha uma nova dimensão graças a uma parceria com a Cuca Monga, uma das editoras independentes mais marcantes de Lisboa, responsável pela curadoria de 6 concertos ao longo do verão.

A programação musical do Black Cat Cinema é também ela bastante ecléctica e conectada aos filmes que são exibidos em cada uma das sessões. Na curadoria Cuca Monga, Domingos Coimbra (da editora) refere que “quisemos cruzar música portuguesa alternativa com alguns dos filmes mais marcantes do nosso tempo. Escolhemos artistas cujas canções se casam ora com a estética, com a temática ou com a própria banda sonora dos filmes em exibição pela Black Cat Cinema. Os concertos serão num ambiente de proximidade, intimista.”

Nesta programação há assim nomes como; A Sul, cantautora que recentemente editou o seu disco QUER QUER QUER (2026); Miguel Marôco, artista da editora e que lançou o seu disco de estreia Desgraça este ano; Lisa Sereno, artista de Leiria e conhecida pela sua música extremamente cinematográfica, com canções como “Mystery” do seu disco Belonging (2025); Gorjão que traz na bagagem o seu álbum E o Espetáculo Continua (2025); CAIO, que promete novo disco já em 2027; E Violeta Azevedo, flautista de um universo composto por experimentação, composição e improvisação.

Em termos de datas, a próxima acontece com Miguel Marôco já este sábado, dia 21 junho, na sessão de Quanto Mais Quente Melhor (1959). Lisa Sereno atua a 10 de julho na sessão de Lady Bird (2017) e Gorjão a 24 julho na sessão de A Pior Pessoa do Mundo (2021). As restantes sessões acontecem em sessões a anunciar para a segunda parte da temporada Black Cat Cinema 2026.

Além destas datas programadas pela Cuca Monga, há também a curadoria da HOUSE OF GIEL para as restantes sessões, fazendo com que cada filme seja sempre antecipado por um momento musical e que conecte o espetador no universo fílmico desse dia.

Ainda neste mês de junho, e depois de uma extensa homenagem ao cinema LGBTI+ no âmbito das celebrações do Pride Month [com filmes como Retrato da Rapariga em Chamas (2019) ou Felizes Juntos (1997)], há uma forte aposta em filmes-fenómeno da cultura pop, com sessões de Crepúsculo (2008) a 22 de junho, Rei Leão (1994) a 23 junho ou Mamma Mia (2008) a 27 junho.

A programação completa da primeira parte da temporada poderá ser consultada através do site theblackcatcinema.com e os bilhetes, que já estão disponíveis, através da Ticket Tailor.

JOÃO MAIA FERREIRA CELEBRA 10 ANOS DE CARREIRA COM CONCERTO ESPECIAL NO AUDITÓRIO CCOP, NO PORTO





















O espetáculo do artista no Porto acontece a 7 de novembro e revisita uma década de música, transformação e reinvenção artística.

Depois do lançamento de “Consumir Preferencialmente Antes do Apocalipse”, o projeto que assinala os seus 10 anos de percurso na música, João Maia Ferreira prepara-se agora para levar essa celebração ao palco, juntando ao concerto na Casa Capitão no dia 24 de Outubro, um concerto especial marcado para 7 de novembro, no Auditório CCOP, no Porto, que assinala a estreia em nome próprio do artista na cidade Invicta.

Durante os últimos 10 anos, João Maia Ferreira assumiu diferentes formas de expressão e acompanhou de perto algumas das transformações mais relevantes da música urbana portuguesa. Primeiro enquanto benji price, figura incontornável de uma geração que procurou novas linguagens dentro do hip-hop, e mais tarde através do seu nome próprio, num percurso marcado por uma crescente exposição pessoal e artística.

Projetos como SYSTEM, em colaboração com ProfJam, Ígneo, Baldio Vol.1 e O Lobo Um Dia Irá Comer A Lua contribuíram para consolidar uma identidade singular, onde a experimentação sonora convive com uma escrita cada vez mais íntima e vulnerável. Já este ano, “Consumir Preferencialmente Antes do Apocalipse” surgiu como uma síntese desse percurso, reunindo diferentes momentos da sua trajetória num projeto que olha para o passado sem perder de vista o futuro.

O concerto no CCOP será a materialização dessa ideia. Mais do que uma retrospetiva, será uma oportunidade para revisitar canções, personagens e fases distintas de um percurso artístico em permanente transformação. Um espetáculo pensado para celebrar o caminho feito até aqui, mas também para abrir espaço ao que ainda está por vir.

Acompanhado por convidados especiais e por uma produção concebida para assinalar a dimensão simbólica desta data, João Maia Ferreira promete transformar a noite de 7 de novembro num dos momentos mais marcantes da sua carreira.

Os bilhetes para o concerto já se encontram disponíveis.

BILHETES AQUI

M1KE APRESENTA NOVO SINGLE “DEIXA DOER”





















Depois de continuar a desafiar fronteiras sonoras com os D.A.M.A, M1KE (Miguel Coimbra) volta a abrir uma porta muito pessoal do seu universo artístico. O artista e produtor apresenta agora “Deixa Doer”, o novo single que conta com as participações de Beatriz Felício e LilBoy Bruce, uma canção que mergulha de frente na vulnerabilidade humana e na coragem de sentir aquilo que tantas vezes tentamos esconder.

Apresentado a solo pela primeira vez em 2021 com o tema “OGIVA”, M1KE regressa agora com uma composição que reflete uma nova etapa criativa. Produzido pelo próprio, “Deixa Doer” surge como mais uma peça de um projeto autoral que tem vindo a ganhar forma, um trabalho onde Miguel Coimbra assume não apenas a interpretação, mas também um papel central na produção e construção sonora de cada canção.

“Deixa Doer” é uma viagem emocional que parte da escuridão para procurar a luz. A canção nasce num lugar de tristeza e dúvida, naquele momento em que a dor ocupa todo o espaço e já não conseguimos distinguir exatamente o que sentimos. Fala-nos sobre a consciência de que já sobrevivemos a outras feridas, de que já encontrámos caminhos de regresso a nós próprios, e de que será possível fazê-lo novamente.

Com as vozes da fadista Beatriz Felício e do artista guineense LilBoy Bruce a acrescentarem novas camadas de emoção e contraste, numa fusão de Fado, Afrobeat e, Flamenco, o tema ganha uma dimensão coletiva, tornando-se um hino à aceitação da vulnerabilidade e à força que existe em abraçar aquilo que nos torna humanos.

O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado por Francisco Desidério, que traduz visualmente a intensidade emocional da canção e reforça a narrativa de superação que atravessa toda a obra.

“Deixa Doer” antecipa também um novo capítulo na carreira de M1KE, um projeto que está atualmente a ser desenvolvido e que deverá dar origem ao seu primeiro trabalho de longa duração enquanto artista a solo. Um universo onde a produção assume um papel central e onde Miguel Coimbra explora, sem filtros, diferentes partes de si próprio através da música.

“Deixa Doer” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

CRISTINA MARIA NO FESTIVAL ARTES À VILA





















Há artistas que chegam ao palco como quem abre uma porta antiga. Cristina Maria é uma dessas presenças: fadista e escultora, criadora de mundos onde a voz e a matéria se tocam, onde o gesto de cantar nasce da mesma raiz que o gesto de talhar a pedra.

O seu fado é profundamente português, herdeiro da tradição e, ao mesmo tempo, livre na forma como respira, como se dobra, como se oferece ao silêncio. A sua interpretação é marcada por uma intensidade serena, por uma entrega que convoca memória, corpo e emoção — uma voz que parece vir de dentro da terra e que se eleva com a delicadeza de quem conhece o peso e a leveza do tempo.

Em palco, Cristina Maria traz consigo músicos que partilham esta mesma linguagem de verdade e profundidade, criando um espaço onde cada nota é esculpida, cada palavra é matéria viva, cada silêncio é parte da obra.

Este ano, Cristina Maria integra também a programação do Festival Artes à Vila, no Mosteiro da Batalha, levando a sua voz a um dos palcos mais simbólicos do património português. Paralelamente, a sua exposição de escultura RETALHOS encontra‑se patente até 21 de Agosto, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria — um diálogo entre pedra, memória e resiliência que prolonga no espaço aquilo que a sua voz revela no palco.

FESTIVAL ARTES À VILA — Mosteiro da Batalha

19 de Julho — 18h00

Guitarra Portuguesa — Ricardo Silva
Guitarra Clássica — Bernardo Saldanha
Percussão — Mário Martinho

FAFE — Portugalidade, Festa do Emigrante

2 de Agosto

Guitarra Portuguesa — Ricardo Silva
Guitarra Clássica — Bernardo Saldanha
Contrabaixo — Jorge Carreiro
Percussão — João Maneta

MONTARGIL — Auditório do Centro Cultural de Montargil

9 de Outubro 

Guitarra Portuguesa — Ricardo Silva
Guitarra Clássica — Bernardo Saldanha
Contrabaixo — Jorge Carreiro
Percussão — João Maneta

PONTE DE SOR — Centro de Artes e Cultura

Inauguração da exposição de escultura RETALHOS
10 de Outubro

O NASCENTES VOLTA À ALDEIA DAS FONTES EM JULHO


De 1 a 5 de julho, o Nascentes regressa à mais querida Aldeia das Fontes, em Leiria e, com ele, regressam os dias de reencontro, partilha, criação coletiva e muita música!

Há muitas mãos por trás de tudo o que acontece nestes dias. Mãos que montam palcos, cozinham refeições, acolhem quem chega, orientam caminhos, tratam da luz e do som, cuidam dos jardins, limpam e zelam por cada detalhe que faz o Nascentes acontecer.

Mãos da equipa, dos voluntários, dos artistas, dos parceiros e, sobretudo, das pessoas da aldeia, que voltam a abrir espaço nas suas vidas para receber quem chega às Fontes. 

No Nascentes, o programa artístico é pensado como parte integrante do ecossistema local: vive-se com os pés na água, no meio da serra, entre hortas, caminhos e casas que acolhem de braços abertos quem chega. Cuidar do lugar é parte fundamental do Nascentes.

Continuamos a desaguar em diferentes direções, onde cruzamos linguagens, geografias e formas de estar na música e na criação. À programação do Nascentes junta-se a residência artística CORRENTES, que reúne Ricardo Martins, João Maneta, Rui Gaspar e o grupo Os Mimos, utentes da Casa do Mimo na Batalha, numa criação construída a partir da escuta, da partilha e da relação com o lugar. Apresentamos o projeto Palestinian Sound Archive de Mo'min Swaitat, com a projeção do documentário My Beautiful Side of the Archive, seguida de uma conversa e DJ set dedicada à preservação da memória sonora palestiniana. Chegam ainda às Fontes os bascos EZEZEZ, com a sua mistura irreverente de pop, punk, rock e experimentação, e Tó Trips, uma das figuras incontornáveis da música portuguesa contemporânea, apresenta um concerto especial, deixando a sua guitarra soar entre a paisagem natural, numa caminhada em que nos leva pela serra adentro.

Num convite à escuta da Aldeia das Fontes, regressam também os Passeios Sonoros de Luís Antero, uma oportunidade para percorrer a aldeia de ouvido atento à descoberta daquilo que tantas vezes passa despercebido.

São muitas as mãos que plantam, colhem, regam, cozinham e que põem à mesa um dos momentos mais especiais do Nascentes: a Jantarada d'Aldeia. Todos os anos, uma mesa comprida ganha lugar no coração das Fontes. Ali partilham-se histórias, memórias, receitas, reencontros e novas amizades, num momento que celebra aquilo que faz do Nascentes um lugar tão especial: a vontade de estarmos juntos.

Se a Jantarada d'Aldeia nos reúne à volta de uma mesa grande, o Desabafar convida-nos a sentar numa mais pequena. Voltamos a abrir a porta da casa do Carlos Caricas, e entramos na sua adega, onde o abafado é caseiro e as histórias circulam com leveza. Longe das formalidades e da pressa dos dias, um encontro simples onde o importante é a vontade de estar verdadeiramente presente.

Enquanto projeto de forte ligação comunitária e pensada para todas as idades, o Nascentes continua a dedicar especial atenção à programação infanto-juvenil e familiar, com um conjunto de oficinas criativas apoiadas pela Fundação Millennium bcp. Ao longo dos dias, crianças, jovens, adultos e todos os que mantêm viva a curiosidade serão convidados a construir, brincar, desenhar, imaginar e criar em conjunto. De aldeias feitas de cartão a culinárias imaginadas, de paredes em constante transformação a laboratórios do brincar, são várias as propostas que convidam à descoberta, à criatividade e à participação.

É também a pensar nesta construção coletiva e na relação de entreajuda e apoio, que nasce este ano o Donativo Consciente. Um gesto livre, sem valor definido nem obrigatoriedade, para quem deseja contribuir para a continuidade de um projeto que procura manter-se próximo, acessível e aberto a todos. Mais do que um apoio financeiro para a sustentabilidade de um projeto maioritariamente gratuito, é uma forma de apoiar e cuidar de algo que só existe porque continua a ser feito por muitas mãos.
COMO APOIAR: IBAN PT50 0010 0000 41683400001 46

A edição de 2026 traz um programa musical que navega pelo mundo, das sonoridades africanas à eletrónica viajante, da dança tropical à vanguarda. São vozes e ritmos que se ligam com o lugar que os recebe, e que trazem ao Nascentes a urgência da palavra, do corpo e dos sentidos. MADMADMAD, Vipertime, ZA!, Conjunto Contratempo, BITOI, WaqWaq Kingdom, INDUS, Elektro Hafiz, Dasom Baek, Sunflowers, La Familia Gitana e Carincur & João Pedro Fonseca + Coro das Fontes, são parte do universo musical que ecoará pela aldeia das Fontes. 

O NASCENTES é um evento de acesso livre (excepto a Jantarada d’Aldeia e o Desabafar) e os detalhes sobre o mesmo podem ser consultados em https://www.nascentes.pt/

O Nascentes é uma iniciativa da CCER MAIS, CRL / Omnichord desenvolvida em estreita parceria com os habitantes das Fontes e a Associação Cultural e Recreativa Nascentes do Lis. Conta com o co-financiamento do Governo de Portugal – Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes e o apoio do Município de Leiria.

www.nascentes.pt 
https://www.instagram.com/nascentes_fontes/
 
https://www.facebook.com/nascentesfontes
 
https://www.instagram.com/omnichord.pt/
 
https://www.facebook.com/omnichord.pt/

NOVO SINGLE DE ELVIRA


"Dona do Teu Nariz" é o novo single de ELVIRA e o quarto tema revelado do seu primeiro disco, previsto para o início de 2027. Com humor, ironia e uma energia pop contagiante, a canção questiona as expectativas que tantas vezes tentam definir quem devemos ser.

Inspirada em experiências autobiográficas, Dona do Teu Nariz reflete sobre as expectativas que a família, a sociedade e os outros frequentemente projetam sobre as nossas vidas. Desde a infância até à idade adulta, a música acompanha o percurso de alguém que procura corresponder a todas as regras e modelos pré-definidos, até perceber que a felicidade não pode ser decidida por mais ninguém.

"És a dona do teu nariz, quem decide o que é ser feliz" torna-se o refrão-manifesto de uma canção que desafia convenções e celebra a autonomia de fazer escolhas próprias, mesmo quando estas contrariam aquilo que os outros esperam.

Ao longo da letra, ELVIRA aborda com ironia temas como a pressão para corresponder a determinados padrões de comportamento, aparência ou realização pessoal, questionando ideias ainda presentes sobre o papel da mulher e os caminhos considerados "certos" para alcançar reconhecimento ou felicidade.

Musicalmente, Dona do Teu Nariz apresenta uma produção pop vibrante e moderna, construída para potenciar a força da mensagem sem perder leveza, humor e capacidade de comunicação imediata. O resultado é uma canção simultaneamente divertida, irreverente e emocionalmente honesta.

Este é o quarto single de antecipação do disco de estreia de ELVIRA, um trabalho que explora diferentes formas de identidade, crescimento pessoal e transformação, através de uma escrita direta, próxima e profundamente humana.

Dona do Teu Nariz já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Sobre o álbum “Braço de Ferro”

O disco de estreia de Elvira chama-se “Braço de Ferro”, nome de uma das faixas que compõem o alinhamento. O título sintetiza um percurso feito de interrupções e desafios, muitos deles decorrentes da profunda transformação que a maternidade trouxe à vida da artista. “Braço de Ferro” representa o momento logo após o confronto: ainda ofegante, mas vitoriosa, celebrando a força de quem, pouco a pouco, empurra o braço firme da entropia até vencer.

Musicalmente, o álbum atravessa várias paisagens da pop contemporânea, oscilando entre o grito e o murmúrio, entre a assertividade e a nostalgia. Fala de amor, fim, começos, auto preservação e valorização pessoal, temas universais, filtrados pela lente íntima da experiência de Elvira.

Biografia

Elvira é uma artista natural do Porto. Estreou-se ao vivo em 2017 sob o nome Via, convidada por Miguel Araújo para fazer a abertura dos seus concertos, com quem viria a gravar o dueto “Já Não Sei Quem Sou”. Em 2018 colabora com Tiago Nacarato na canção “Eu Não”, reforçando a ligação ao universo da nova canção portuguesa.

A partir de 2019 inicia uma parceria criativa com o músico e produtor Beato, que se mantém até hoje. Nesse momento assume o seu próprio nome: Elvira, e entra numa nova fase artística, cada vez mais próxima da pop contemporânea. Para assinalar esta mudança lança, em 2020, a sua versão de “Sonho Azul”, de Né Ladeiras, e em 2021 o single “Foi Sem Querer”. Com o nascimento das suas filhas opta por uma pausa natural, mantendo apenas algumas aparições esporádicas.

Em 2024 regressa ao estúdio para iniciar a produção do seu disco de estreia. Em novembro de 2025 edita o single “Segue a tua vida”, primeiro avanço do álbum “Braço de Ferro”, com lançamento previsto para janeiro de 2027.

OS QUATRO E MEIA REGRESSAM AOS ÁLBUNS SEIS ANOS DEPOIS E LANÇAM DUETO COM LUÍS TRIGACHEIRO





















Seis anos depois da edição de "O Tempo Vai Esperar", os Os Quatro e Meia anunciam o regresso aos álbuns de estúdio. O novo disco será revelado nos próximos meses e reunirá novas canções, assim como muitos dos temas editados pela banda ao longo dos últimos anos, canções que cresceram de forma independente, conquistaram milhões de audições e passaram a fazer parte da vida de milhares de pessoas.

Às canções já conhecidas, "Olá Solidão", "Amanhã", "Guarda a Tua Alma", "Na Escola", "Meu Amor, Dorme Bem", "Terraplanismo", "Tiques de Rico" e "Saudade" ft. Miguel Araújo, que integrarão o novo álbum dos Os Quatro e Meia, junta-se agora "Quem Me Vê", uma colaboração inédita com Luís Trigacheiro que recupera uma canção com uma história muito particular para ambos os artistas.

Escrita pelos Os Quatro e Meia e gravada originalmente por Luís Trigacheiro, "Quem Me Vê" tornou-se uma das canções mais acarinhadas do repertório do cantor. Quatro anos depois, a música regressa agora numa nova versão interpretada em conjunto, reunindo pela primeira vez quem a escreveu e quem a levou até ao grande público.

A escolha desta canção para assinalar o arranque do novo álbum está longe de ser casual. "Quem Me Vê" fala de identidade, herança e das pessoas que nos moldam ao longo da vida. Parte da ideia de que ninguém se constrói sozinho e de que somos sempre o resultado das pessoas, dos lugares e das histórias que nos antecedem.

É precisamente essa reflexão que serve de ponto de partida para o novo disco d’Os Quatro e Meia.

"Há uma pergunta que atravessa a nossa história: quem nos trouxe até aqui? A 'Quem Me Vê' nasce precisamente dessa reflexão. Somos feitos das pessoas que vieram antes de nós, dos amigos, da família, dos lugares onde crescemos e das histórias que fomos acumulando pelo caminho. Talvez por isso esta tenha sido a canção certa para oficializar este novo álbum. A escolha ganha ainda mais significado pela própria história da música. Foi um orgulho enorme ver o Luís aceitar esta canção em 2022 e fazer dela um Single de Ouro. Agora regressa a casa e vamos cantá-la a sete vozes", afirmam Os Quatro e Meia.

Nas palavras de Luís Trigacheiro, "Quando o Tiago e o Ricardo me enviaram a 'Quem Me Vê' para eu gravar no meu primeiro álbum, foi amor imediato. Esta canção é sempre uma das mais cantadas nos meus concertos. Acho que todos nós nos identificamos com a mensagem que ela traz. Somos todos a herança de tanta gente. Então, quando surgiu esta vontade deles gravarem comigo esta música que me é tão querida foi para mim uma honra. Os Quatro e Meia são um projeto que eu admiro muito e que ouvia mesmo antes de os conhecer. É admirável como conseguem, com a vida dupla que têm, entregar tanto com o pouco tempo que têm. Para eles, os dias deviam ter 48 horas. Esta canção vai ganhar uma cor nova e eu sei que as pessoas vão gostar desta nossa junção.”

Desde a edição de "O Tempo Vai Esperar", em 2020, os Os Quatro e Meia afirmaram-se como uma das bandas mais acarinhadas e bem-sucedidas da música portuguesa, esgotando sucessivamente Coliseus, Campo Pequeno, Super Bock Arena e três datas na MEO Arena. Agora, depois de conquistarem as maiores salas do país, regressam a uma dimensão mais próxima com a digressão acústica "Interior", que passará por cidades de norte a sul e levará a banda de Coimbra de volta a salas mais intimistas, reforçando a ligação de proximidade que sempre esteve na origem do projeto. Os bilhetes já se encontram disponíveis nos locais habituais.

Mais do que um novo álbum, este disco surge da vontade de reunir uma história que foi sendo escrita ao longo dos últimos seis anos. Uma história feita de canções, encontros e pessoas.

21 de junho — Solstício de Verão, Maia
26 de junho — Festas de São João e da Cidade, Entroncamento
1 de julho — Expobairrada, Oliveira do Bairro
3 de julho — Em notas de Mimo, Seia
5 de julho — Festas de S. Pedro, Porto de Mós
11 de julho — Sebastianas, Freamunde
22 de julho — A Anunciar
25 de julho — Feira Franca, Avis
26 de julho — A Anunciar
29 de julho — Festa do Emigrante 2026, Vila Real
31 de julho — Semana Gastronómica de Machico, Machico, Madeira
14 de agosto — A Anunciar
15 de agosto — A Anunciar
22 de agosto — Feira de São Mateus, Viseu
23 de agosto — A Anunciar
24 de agosto — Festas em Honra de Nossa Senhora da Piedade, Canedo, Santa Maria da Feira
30 de agosto — Fatacil, Lagoa
4 de setembro — Festas em Honra de N. Sra. dos Remédios, Lamego
5 de setembro — Agrosemana, Póvoa de Varzim
12 de setembro — Poiartes, Vila Nova de Poiares
19 de setembro — A Anunciar
17 de outubro — RFM, Super Bock Arena
31 de outubro — A Anunciar
6 de novembro — Grande Auditório Europarque, Santa Maria da Feira — ESGOTADO
13 de novembro — Centro Cultural de Viana do Castelo, Viana do Castelo
14 de novembro — Multiusos de Guimarães, Guimarães
17 de dezembro — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra — ESGOTADO
18 de dezembro — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra — ESGOTADO
19 de dezembro — Coliseu de Elvas, Elvas
09 de janeiro — A Anunciar
15 de janeiro —Coliseu Micaelense, São Miguel
16 de janeiro —Coliseu Micaelense, São Miguel — ESGOTADO
22 de janeiro — Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha — ESGOTADO
23 de janeiro — Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha — ESGOTADO
28 de janeiro — Convento de São Francisco, Coimbra — ESGOTADO
29 de janeiro — Convento de São Francisco, Coimbra — ESGOTADO
30 de janeiro — Convento de São Francisco, Coimbra — ESGOTADO
05 de fevereiro — Teatro das Figuras, Faro
06 de fevereiro — Teatro das Figuras, Faro — ESGOTADO
13 de fevereiro — Póvoa Arena, Póvoa de Varzim

VIRGEM SUTA NO COLISEU DE LISBOA

 



















Os Virgem Suta apresentam o seu novo álbum “Sala de Estar” no Coliseu Club, dia 8 de novembro.

"Sala de Estar", um novo álbum composto por dez canções da banda em formato acústico, revisitando alguns dos momentos mais marcantes da sua discografia. Temas como "Linhas Cruzadas", "Dança de Balcão" e "Tomo Conta Desta Tua Casa" ganham agora uma nova vida através de interpretações mais íntimas e despojadas, revelando novas perspetivas sobre canções que se tornaram incontornáveis no percurso do grupo.

Mais do que um simples exercício de revisitação, "Sala de Estar" afirma-se como um espaço de encontro, proximidade e partilha. Entre temas bem conhecidos outros que ​vão soar quase a inéditos, a banda convida o público a descobrir as suas canções no estado mais puro: apenas guitarra, vozes e emoção.

Como curiosidade, os Virgem Suta recordam que, no início da carreira, chamavam aos registos dos ensaios “o sumo da Virgem Suta”, uma metáfora para a procura da essência e da substância original das músicas. Um princípio que continua hoje a orientar esta nova fase e a identidade da digressão acústica que acompanhará o álbum, e que terá início em outubro.

Dia: 8 de novembro
Local: Coliseu Club Lisboa)
Hora: 21:00 
Bilhetes: aqui

FILIPE PINTO E JOÃO PEQUENO APOIAM PORTUGAL



O cantautor Filipe Pinto está de regresso com um novo tema carregado de emoção e espírito patriótico. Intitulada “Portugal, é a Nossa Vez“, canção hino de apoio à Seleção Nacional de Futebol e conta com a participação especial de João Pequeno.

Foi em 2014 que Filipe Pinto começou a idealizar um tema capaz de unir os portugueses em torno da paixão pela camisola das quinas. Depois de mais de uma década de espera e impulsionado pela enorme vontade de contribuir com a sua arte para o apoio à Seleção, Filipe Pinto e João Pequeno lançam finalmente “Portugal, é a Nossa Vez“ com o objetivo de dar voz aos portugueses comuns que tanto vibram com a seleção.
Citando João Pequeno "Talvez haja uma razão para esta música ter ficado na gaveta tanto tempo, agora acreditamos mais do que nunca que é a nossa vez”.
"Todos devemos apoiar a Seleção com a nossa arte e com o nosso trabalho", defende Filipe Pinto. “Portugal, é a Nossa Vez“ apresenta-se, assim, como um apelo à união nacional e à força coletiva em torno de um objetivo comum.

Essa mensagem de união e pertença é também o grande destaque do videoclipe, produzido pela Brain Entertainment, onde o povo português assume o papel principal. “Portugal, é a Nossa Vez“ é um hino fresco e descomprometido aos que sonham, sofrem e acreditam neste nosso Portugal.

O lançamento deste hino marca também o regresso discográfico de Filipe Pinto, vencedor da edição de 2009 do programa "Ídolos", preparando o caminho para a edição de "Telhados de Vidro", aquele que será o seu muito aguardado terceiro álbum de originais.

Reconhecido pela sua sonoridade pop-rock e pela intensidade das suas atuações ao vivo, Filipe Pinto tem conquistado o público através de uma entrega emocional singular. Desde a vitória no programa "Ídolos", passando pela sua formação musical em Londres, o artista tem construído um percurso sólido e multifacetado.

Para além da sua carreira discográfica Filipe Pinto, desenvolveu o projeto ambiental e pedagógico "O Planeta Limpo do Filipe Pinto", através do qual sensibilizou milhares de crianças portuguesas para as questões ambientais.

Agora, com “Portugal, é a Nossa Vez“, Filipe Pinto volta a colocar a música ao serviço de uma causa maior: celebrar o orgulho de um país que canta a uma só voz.



DAO HOJE SEGUNDO SINGLE DE TSUNAMIZ















Fotografia: José Manuel Teixeira

Após “Apocalypsing”, que antecede o nono álbum de Tsunamiz, chega agora “Just Sayin’”, um tema sujo, psicadélico, shoegaze e catchy, que reforça a versatilidade e a recusa de rótulos musicais do artista.

A canção aborda a solidão masculina e a obsessão emocional, explorando também a dificuldade que muitos homens ainda sentem em partilhar e expressar os seus sentimentos de forma aberta. Nasce igualmente de reflexões após ver o filme “Obsession”, e acompanha o ponto de vista de alguém preso a um sentimento não correspondido, enquanto observa a pessoa que ama com outra pessoa, num espaço emocional marcado por ciúme, vulnerabilidade e isolamento.

Com influências de rock psicadélico, indie rock e shoegaze, “Just Sayin’” apresenta um lado mais íntimo e melancólico do próximo álbum, contrastando com a energia mais explosiva de “Apocalypsing”.

O vídeo foi construído a partir de uma colagem de cinema experimental e de vanguarda do início do século XX, incluindo obras de arquivo surrealista e dadaísta. O vídeo transforma material histórico em linguagem contemporânea, cruzando montagem rítmica, estética de sonho e desconstrução visual, alinhado com a abordagem DIY e híbrida de Tsunamiz. O vídeo foi editado e concebido pelo próprio artista. 

Próximas datas - Tour FNAC:
• 03 Julho – FNAC Vasco da Gama 18H30
• 04 Julho – FNAC Alfragide 17H
• 05 Julho– FNAC Oeiras 17H

Tsunamiz é o nome artístico do compositor, produtor e multi-instrumentista português Bruno Sobral, artista independente e difícil de catalogar. A sua música cruza rock alternativo e música electrónica, combinando sintetizadores, guitarra, beats e voz num universo sonoro energético, melódico e imprevisível.

Natural da margem sul do Tejo, cresceu numa família humilde, num ambiente urbano onde diferentes culturas e sonoridades coexistiam no quotidiano. Na infância começou a escrever as suas primeiras canções antes mesmo de saber tocar um instrumento, depois de descobrir o rock de bandas como Nirvana e Guns N’ Roses, um momento que despertou a vontade de criar a sua própria música. Mais tarde, o seu universo expandiu-se para o punk hardcore, nu-metal, hip hop e para as influências africanas e ciganas presentes nas ruas onde cresceu. Apaixonou-se também pela música eletrônica — do electroclash ao synthpop — e pelo rock psicadélico, desenvolvendo uma curiosidade musical aberta a tudo o que, para si, é sinónimo de boa música, independentemente do estilo.

Inspirado pela filosofia “Be water” de Bruce Lee, Bruno Sobral desenvolveu uma abordagem artística livre de fronteiras estilísticas. Tal como em projetos autorais de artistas como Beck, The Prodigy ou Gorillaz, a música de Tsunamiz desafia classificações fáceis e explora diferentes linguagens sonoras, mantendo sempre um objectivo central: criar grandes canções sem preconceitos de género. Trabalhando de forma totalmente independente, Bruno compõe, grava e produz a sua própria música construindo, ao longo dos anos, um catálogo consistente de oito álbuns de estúdio. O mais recente, Love Is Never Enough, lançado em Dezembro de 2025, confirma Tsunamiz como um artista em constante evolução, explorando territórios entre post-punk e synthpunk, mantendo intacta a força melódica e emocional das suas canções.

A música de Tsunamiz tem recebido airplay em rádios nacionais como Antena 3 e Rádio Radar, e algumas das suas composições foram também utilizadas em séries de televisão, ampliando o alcance do projeto para além do circuito independente.
Em palco, Tsunamiz apresenta-se com uma performance intensa e física, marcada pela energia do punk e pela atitude inspirada no hip-hop. Frequentemente vestido com fato de treino para privilegiar conforto e liberdade de movimento, Bruno Sobral transforma os concertos em momentos de entrega total onde sintetizadores, guitarra e voz se fundem numa experiência direta e visceral.

Com uma ética DIY e uma produção constante de nova música, Tsunamiz continua a expandir o seu universo criativo — lançando singles com regularidade, atuando ao vivo e construindo um percurso independente que aponta cada vez mais para palcos e audiências internacionais.

SINGLE NOVO DE ZARKO

 


















ZARKO
Vertigens

Zarko regressa com "Vertigens", o novo single e o primeiro tema inédito desde o lançamento de Simbiose.

Com uma sonoridade pop envolvente, marcada por guitarras acústicas e uma interpretação emotiva, "Vertigens" fala sobre os desafios, as mudanças e a procura de equilíbrio dentro de uma relação.

Numa altura em que leva a Simbiose Tour aos grandes palcos, Zarko apresenta um tema sincero e intimista que reforça a sua ligação ao público.

"Vertigens", de Zarko, já disponível em todas as plataformas digitais.

 

NOVO SINGLE DE NAPA

 



















NAPA
Sortudo

NAPA regressam com "Sortudo", um novo single que cruza a identidade indie-pop da banda com influências da música brasileira e subtis nuances psicadélicas.

Assente num refrão contagiante, "Sortudo" celebra os laços que nos unem e a importância das pessoas e dos lugares que nos fazem sentir em casa, e que são o nosso "porto seguro".

Uma canção calorosa, positiva e luminosa sobre gratidão, pertença e amizade, que fala da sorte que existe para lá do acaso: a sorte de ter quem nos acompanhe, e quem nos ajude a encontrar o caminho quando tudo parece incerto.

VIRGEM SUTA REVELAM VERSÃO ACÚSTICA DE “BÁRBARA E KEN"





















Os Virgem Suta regressam com uma versão acústica do tema “Bárbara e Ken” e levantam o véu sobre o seu próximo álbum "Sala de Estar". O disco reunirá dez canções da banda em formato acústico, revisitando alguns dos momentos mais marcantes da sua discografia, como “Linhas Cruzadas”, “Dança de Balcão” e “Tomo Conta Desta Tua Casa”. Este novo trabalho assinala o início de um novo ciclo criativo, que ganhará vida em palco numa digressão nacional com arranque previsto para outubro.

“Bárbara e Ken” é um retrato agridoce sobre o amor, o desgaste do tempo e as pequenas ironias da vida a dois. Entre humor, ternura e o quotidiano, a canção acompanha a transformação de um casal aparentemente perfeito, do encanto juvenil às rotinas domésticas, dos serões de verão ao sofá partilhado em silêncio. Com a sensibilidade melódica e lírica que os caracteriza, os Virgem Suta voltam a afirmar-se como cronistas singulares das relações humanas, capazes de encontrar poesia tanto no romance como nas imperfeições da vida real.

Esta canção marca o início de uma viagem à essência dos Virgem Suta. Entre temas bem conhecidos e outros que soarão quase a inéditos, a banda convida o público a descobrir as suas canções no estado mais puro: apenas guitarra, vozes e emoção.

Como curiosidade, os Virgem Suta recordam que, no início da carreira, chamavam aos registos dos ensaios “o sumo da Virgem Suta”, uma metáfora para a procura da essência e da substância original das músicas. Um princípio que continua hoje a orientar esta nova fase e a identidade desta digressão acústica, que terá início em outubro, com a digressão “Sala de Estar”, passando por Lisboa em novembro, dia 8, no Coliseu Club. Esta digressão conta com o apoio da Fundação GDA.

Os Virgem Suta surgiram em 2009 com o álbum homónimo e, desde então, editaram “Doce Lar”, em 2012, e “Limbo”, em 2015. Em 2010 foram nomeados para os Globos de Ouro na categoria de Melhor Banda e, em 2013, na categoria de Melhor Álbum.

A banda soma centenas de concertos por todo o país e presença em alguns dos maiores festivais nacionais, como o MEO Sudoeste, MEO Marés, Festival F, Festival MED e o Festival Músicas do Mundo de Sines.

Ao longo dos anos, Nuno Figueiredo e Jorge Benvinda têm construído um percurso sólido na música portuguesa, assinando algumas das canções mais marcantes da pop nacional. Entre temas festivos e canções mais intimistas, os Virgem Suta mantêm uma rara capacidade de criar proximidade com o público e fazer com que cada concerto se sinta como um regresso a casa.

A nova versão acústica de “Bárbara e Ken” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais, convidando quem cresceu com a canção a reencontrá-la e quem a escuta pela primeira vez a descobri-la.

TOUR "SALA DE ESTAR"

CINE-TEATRO DE ALJUSTREL - 17 OUT
MIRANDA DO CORVO
COLISEU CLUB LISBOA - 8 NOV

"O INFERNO CAIU DO CÉU" GRITA RIYTA NO NOVO SINGLE "INFERNO"
















Fotografia: Carolina Rosário

Produzido por DØR, reconhecido pelas colaborações com IOLANDA e JÜRA, o tema indie pop é um manifesto emocional entre a vulnerabilidade e a superação.

RIYTA acaba de lançar o novo single "INFERNO", já disponível em todas as plataformas digitais. Produzida por DØR - colaborador habitual de artistas como IOLANDA, Rita Onofre e JÜRA - a canção Pop com influências de música alterativa apresenta-se como um manifesto de libertação e superação. Entre explosões emocionais, vulnerabilidade crua e catártica a produção atmosférica intensa, melancólica e cinematográfica, a artista transforma a queda numa oportunidade de recomeço.

"'INFERNO' fala sobre a descoberta de que é na dor que reside o crescimento. É a partir do chão que desabou que se constrói o futuro. A música traduz esse processo num manifesto sonoro de libertação e superação, onde o desespero não anula a esperança -intensifica-a", explica RIYTA.

O processo criativo aconteceu de forma espontânea, com base num instrumental de DØR e com a letra a surgir praticamente de uma só vez, dando origem a uma das composições mais pessoais da cantora e compositora até à data. RIYTA afirma que a força da produção de DØR se uniu à sua vulnerabilidade, para criar "uma obra que incendeia o passado para iluminar o futuro. É um grito que precisava de ser libertado e acabou por escorrer em forma de indie pop".

A acompanhar o lançamento de "INFERNO" chega também o respetivo videoclipe, realizado por Beatriz Silvestre, com direção de fotografia de Tiago Brito e produção da Cinema Plastique. Gravado no Algarve, o vídeo expande o universo da canção, através de uma estética visual marcada pelo fogo, pela natureza e pela ideia de renascimento.

"Os visuais cinematográficos intensificam a força emocional da música e expandem o universo do projeto. A narrativa acompanha uma protagonista que se liberta do peso e da dor, caminhando pelo sofrimento em direção ao nascer de um novo dia, quase como uma travessia até à primavera", partilha RIYTA.

"INFERNO" surge numa fase particularmente importante para a artista. Após vários anos a conciliar a música com um trabalho fora da área artística, RIYTA decidiu dedicar-se à criação a tempo inteiro, assumindo este momento como uma afirmação da sua identidade criativa e da sua devoção à arte. Já disponível nas plataformas digitais, o novo single reforça esse compromisso, apresentando uma artista cada vez mais livre, inquieta e determinada a explorar novos caminhos.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

PROGRAMA DE 18/06/26

1 - Ezequiel - Portugalidade
2 - Tomé Silva - Quarto escuro
3 - João Miguel Gordino Simões - Do svidaniya
4 - Joaquim Ferreira - Voltar a ver
5 - Ana Margarida - Cabeça de vento
6 - Daniel Galvão - Lima limão
7 - MARO - Feeling so nice
8 - Travo - Burial
9 - Mão Morta - Aum
10 - Louvado Abismo - Alma incandescente (remix)
11 - Heavenwood - Death
12 - himalion - wind rose
13 - Esteves Sem Metafísica - Redenção
14 - Samuel Úria ft Margarida Campelo & Os 12 ao Todo - Kuchisasbishii (ao vivo no Coliseu) 

FRANKIE CHAVEZ COM NOVAS DATAS





















Frankie Chavez acaba de anunciar novas datas da sua actual digressão, que o levará a actuar em Portugal e França ao longo dos próximos meses.

A nova série de concertos arranca já amanhã, dia 19 de Junho, no European H.O.G. Rally 2026, em Cascais. Segue-se uma passagem pelo Le Surfing Summer Festival, em Seignosse, França, a 27 de Junho. De regresso a Portugal, Frankie Chavez apresenta-se a 4 de Julho no MeaJazz, no Luso, e a 15 de Agosto no ciclo "A Solo (e não só) no CAE", na Figueira da Foz.

Estas datas dão continuidade a um ano particularmente importante para o músico, marcado pela celebração dos 15 anos de Family Tree, o seu álbum de estreia. Em 2026, Frankie Chavez reeditou este disco com uma nova versão do tema December 21st 2012, em dueto com Tatanka, e assinalou a efeméride com um concerto especial em Lisboa, que contou com as participações de Kalú, emmy Curl e Tatanka.

Desde que se estreou em 2010, Frankie Chavez tem vindo a afirmar-se como um dos mais estimulantes músicos da sua geração. Inspirado pelo Folk, pelo Blues e pelo Rock mais clássico, construiu um percurso singular assente na guitarra e numa linguagem musical própria, difícil de enquadrar num único género.

Em 2023 lançou Alcântara, o primeiro álbum inteiramente cantado em português da sua discografia. Actualmente, encontra-se em estúdio a trabalhar no seu sucessor, conciliando a criação de novas canções com uma agenda regular de concertos. Algumas dessas novas composições serão reveladas ainda este ano, antecipando o álbum que apresentará ao vivo em 2027.

"December 21st 2012" de Frankie Chavez feat. Tatanka / Realizado por Joana Linda:

É uma das faixas da reedição que celebra o 15.º aniversário de Family Tree. Disponível em formato vinil na Loja do Bairro.

ALEX LIBERALLI COMEMORA 33 ANOS DE CARREIRA E LANÇA NOVO A SOLO

 








Após 33 anos de trajetória na música, a artista aos 56 anos lança seu primeiro álbum a solo intitulado “Montanha Russa 33″, comemorando 33 anos de carreira mostrando que a música e um artista não têm idade e nem limites na sua arte e que o sonho de ser feliz com o que faz, é uma verdade.

Seu percurso vocal atravessa corpos sonoros diversos, é atualmente vocalista das bandas Trio Pagú e Pela Estrada Com Elis Project e, foi a voz das bandas; Big Fat Mamma, Monstro Mau e Dona Carioca, deixando em cada projeto um traço próprio, inconfundível.

Na discografia, são seis álbuns, um DVD, nove participações como convidada Especial e presença em vinte e dois álbuns de coletâneas musicais, números que não pesam, mas testemunham uma travessia constante.

Com tantas obras e participações em obras diversas, nunca teve um álbum a solo, “Montanha Russa 33” será o primeiro, uma mescla da maioria dos seus álbuns já editados. O Funk Rock foi o género escolhido para este primeiro álbum a solo.

O Álbum “Montanha Russa 33” nome este, inspirado nos altos e baixos da sua própria vida já está disponível em todas as plataformas de música digital.

O Funk Rock está de volta!!

O álbum "Montanha Russa 33" marca uma celebração especial dos 33 anos de carreira da cantora Alex Liberalli, refletindo a intensidade e a diversidade das experiências vividas ao longo dessa jornada. O nome do disco simboliza o ritmo acelerado e cheio de altos e baixos que caracterizou sua trajetória, onde a busca pelo equilíbrio entre a vida pessoal e profissional se misturou a momentos de agitação, aprendizado e crescimento na música e na vida.

Este trabalho é um convite para acompanhar a artista em uma viagem sonora que celebra a vida em suas múltiplas facetas, mostrando sua maturidade artística e a capacidade de transformar histórias pessoais em arte que toca o coração. "Montanha Russa 33" é, acima de tudo, um testemunho da paixão e da dedicação de Alex Liberalli à música e à vida.

Com 12 faixas cuidadosamente selecionadas, o álbum reúne canções que abordam temas universais como amor, família, angústias, medos e alegrias, oferecendo um retrato verdadeiro e sensível da complexidade da existência humana. "Montanha Russa 33" é uma repescagem de músicas já conhecidas dos projetos anteriores de Alex Liberalli, agora re-visitadas com arranjos renovados que trazem frescor e emoção às melodias.

Fazem parte deste álbum músicos de peso no panorama musical português, como; Budda Guedes, Rui Rodrigues, Vasco Moura, Aury Santos,

Vítor Bacalhau e, João Andresen.

Álbum foi gravando, produzido e misturado nos estúdios da Mobydick Records por Budda Guedes.

OUÇA TODO O ÁLBUM AQUI

JANEIRO COM NOVO SINGLE NA COMPANHIA DE VALTER LOBO





















Janeiro edita hoje o novo single “Cor Lá Fora”, que conta com a participação de Valter Lobo. Este é o primeiro avanço do novo álbum do artista, que será editado este ano.

Musicalmente, o tema habita um território intimista e contemplativo, onde a canção de autor portuguesa se cruza com uma produção delicada, atmosférica e emocional. A temática centra-se na capacidade de reencontrar beleza, esperança e significado para além dos momentos de dúvida ou encerramento interior, explorando a importância de voltar a olhar para o mundo com curiosidade e abertura.

A faixa conta com a participação especial de Valter Lobo, uma das vozes mais singulares da música portuguesa contemporânea, resultando este encontro dos dois artistas numa interpretação sensível e complementar, reforçando o carácter intimista e poético da canção.

«“Cor Lá Fora” aprofunda e prepara o caminho para o universo emocional do álbum. A canção surge como um convite à reconexão com aquilo que permanece luminoso mesmo nos períodos de maior incerteza, reforçando uma escrita cada vez mais direta, humana e madura.» partilha Janeiro.

A canção tem letra de Janeiro e Valter Lobo e música de Janeiro. Conta com Janeiro na guitarra acústica e vozes, Daniel Lima no piano acústico e Valter Lobo nas vozes. A produção é de Janeiro, a gravação, captação, mistura e masterização são de Nuno Simões. O videoclipe foi realizado por Gigo Cabral, Janeiro e Valter Lobo, com direção de fotografia e de arte de Gigo Cabral e produção de Janeiro.

“Cor Lá Fora” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

PROGRAMA DE 17/06/26

1 - Lisa Sereno - Mystery
2 - Tracy Vandal e John Mercy - to remember who you were (C/ Alex Kapranos)
3 - Minta & The Brook Trout - Hope and fiction
4 - Victor Torpedo e António Olaio - Follow me
5 - Bloom - Walking on waters
6 - Bruno Pernadas - Steady grace
7 - Mão Morta - Sitiados
8 - Travo - Burial
9 - Adelia - Papoilas
10 - Cara de Espelho - D de denúncia
11 - Luta Livre - Estufas e alojamento local
13 - Omiri - Ó ti ó trititi
13 - Lituo - Assim assim
14 - JP Simões - Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
15 - Miguel Calhaz - Cantar de emigração