sábado, 7 de fevereiro de 2026

BRUNO CELTA E CONJUNTO!EVITE UNEM ESFORÇOS EM ALVERCA





















No próximo dia 14 de março, a Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (SFRA) recebe um cartaz duplo que celebra a diversidade e a energia do rock nacional. O evento reúne em palco Bruno Celta e Conjunto!Evite, dois projetos com identidades distintas, mas que partilham a mesma entrega à música.

Bruno Celta:
Artista multifacetado que celebra 15 anos de carreira este ano é recusa artifícios tecnológicos como o Auto-Tune. Com influências que viajam entre o Rock e o Pop Moderno, a sua performance é pautada por uma entrega vocal crua e emotiva, frequentemente comparada à força de ícones como Chris Cornell. Com temas na novela Morangos com Açúcar, o revivalismo "Emo" pisa o palco da SFRA.

Conjunto!Evite:
O colectivo traz a Alverca uma fusão vibrante de rock progressivo, psicadélico e pop. Atualmente a promover o álbum "Suite Giacometti" (2025), o destacam-se como banda progadélica, com arranjos complexos de guitarras e sintetizadores, garantindo um espetáculo que é tanto uma experiência técnica como sensorial.

Informações do Evento

Local: Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (Alverca).
Data: 14 de Março de 2026.
Horários: Abertura de portas às 21h00 | Início dos concertos às 21h30.
Bilhetes: 10€ (disponíveis para venda direta no local).

Produção: Silver Fox Management.
Este encontro na SFRA promete ser uma noite de celebração para os amantes da música ao vivo, unindo a abordagem íntima e poderosa de Bruno Celta à energia coletiva e hipnótica de Conjunto!Evite.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

PROGRAMA DE 06/02/26

1 - Segue-me à Capela - Zamburra
2 - Mário Laginha - Santo Amaro
3 - Leonor Arnaut - Avé, raposa
4 - Mão Morta - Corre corre corre
5 - Falso Nove - Blusa
6 - Belaflor - Oração 1
7 - Jorge Ferraz Trio - Demolidores de coração
8 - The Acoustic Foundation - O conto do vigário
9 - Mão - Brasil de janeiro
10 - Ganso - Deixar-te
11 - Nena - Diz-me na cara
12 - António Bastos - Estou com sonho
13 - sUBMARINe - Deep wings

ESTÁ AÍ O DISCO DE EXPRESSO TRANSATÂNTICO

 












Trópico Paranóia é o novo álbum do Expresso Transatlântico Este disco nasce de um período de criação vivido entre a Serra da Estrela, a Foz do Arelho e Brotas — três lugares muito diferentes entre si, mas que acabaram por moldar o som e o universo deste trabalho.

Sentimos que os lugares onde trabalhámos este disco entraram de forma natural nas canções: no ritmo, nas texturas, e na forma como as músicas se movem.

O disco foi produzido pelo Paulo Furtado (The Legendary Tigerman). Nunca tínhamos trabalhado com um produtor antes e a escolha do Paulo foi muito importante para nós, pela pessoa que é e pela sua visão artística para este disco. Às vezes chega-se a um ponto em que é difícil ver para além daquilo que já está feito, e é aí que o trabalho de um produtor é crucial, e o Paulo entendeu aquilo que queríamos e para onde estávamos a levar este disco na perfeição. A sua escuta, visão e cumplicidade tiveram um impacto muito forte na forma como as canções cresceram.

O Trópico Paranóia é o reflexo de tudo o que estamos a viver enquanto banda e do que fomos absorvendo ao longo do caminho, dos lugares, das pessoas e do tempo. Para além disso, é também um exercício sobre a nossa relação e enquadramento individual dentro de uma sociedade em decadência.

Disponível em CD e LP, via Rastilho.

Alinhamento «Trópico Paranóia»

1 - Avalanche
2 - Trópico Paranóia
3 - Tigre da Serra
4 - Bairro Fantasma
5 - Flor Trovão
6 - Fuji ao Nevoeiro
7 - Não Pares Povo
8 - Nikita Punk
9 - Bruxa do Caramelo
10 - Coro dos Mudos
11 - Fim de Festa
12 - Canção Para a Madrugada


SÉTIMA LEGIÃO REGRESSAM AO PRIMEIRO DISCO










SÉTIMA LEGIÃO revisita na íntegra o seu álbum de estreia, A Um Deus Desconhecido (1984), em mais uma data esgotada, no Porto.


7 FEV 2026, 21h00 
Casa da Música (Sala Suggia)

A Casa da Música, no Porto, volta a ser o local da viagem da Sétima Legião pelo seu LP de estreia, A Um Deus Desconhecido, lançado em 1984.

Este sábado, dia 7 de Fevereiro, pelas 21h00, o grupo vai interpretar, de uma ponta à outra, o alinhamento do icónico disco recentemente reeditado em vinil pela Phonograma. Contudo, haverá também espaço para consagrar ao vivo clássicos como “Sete Mares”, “Por Quem Não Esqueci” e “Noutro Lugar”.

Já completamente esgotado, o espectáculo surge, de forma excepcional, ainda integrado na programação do último Misty Fest, onde a Sétima Legião lotou duas sessões consecutivas no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém e uma na Sala Suggia da Casa da Música, em Novembro.

O regresso à cidade Invicta é, assim, uma nova oportunidade para reviver uma experiência única, capaz de iluminar os corações dos admiradores de uma banda fundamental na definição da música em Portugal nos anos 80 e 90.

AGIR LANÇA NOVO SINGLE





















AGIR, uma das maiores referências da sua geração e pioneiro da música urbana em Portugal, lança hoje “Essência”, o primeiro single de 2026, com produção de Mizzy Miles. Este novo tema inaugura um ano em que o artista promete dar a conhecer música nova, num ciclo de lançamentos regulares, a solo e em colaboração.

“Essência” fala sobre relações marcadas pela superficialidade e pela recusa em irmos mais fundo. A canção aborda momentos em que, por falta de amor-próprio ou insegurança, nos entregamos a ligações tóxicas onde não existe um verdadeiro interesse em conhecer o outro. Entregamo-nos ao imediato e esquecemos o essencial.

Produzido por Mizzy Miles, o tema ganha profundidade e detalhe através de um cruzamento entre R&B e Afro, que valoriza a interpretação de AGIR e reforça a carga emocional da canção. AGIR começa assim um 2025 com uma rampa de lançamentos que promete ser consistente e sólida, com novos temas a solo e em colaboração ao longo do ano.

“Essência” já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming. O vídeo oficial que acompanha o lançamento pode também ser visto no canal de YouTube de AGIR.

MANUEL BELLESA LANÇA ÁLBUM



Ao longo da sua carreira, Manuel Bellesa tem-se dividido entre a música e a poesia.

Na última década e depois do piano, decide eleger como companheiro e confidente, o Órgão Hammond. Autodidacta no instrumento e com um registo entusiasmante e invulgar na abordagem ao jazz, é visto por muitos como um dos sérios e raros casos da nova tendência do Hammond em Portugal.

"Manuel Beleza Jazz terceto" foi um projecto desenvolvido num formato completamente novo entre nós, órgão Hammond - saxofone - bateria. Com uma sonoridade que nos faz lembrar os “velhos” grupos de Larry Young com Sam Rivers e Elvin Jones, este trio construiu a sua própria história e consolidou o seu próprio som ao longo de uma década.

Desse árduo trabalho, com uma modernidade indubitável nasce o álbum, Para além de mim..., que consiste numa compilação de peças originais, compostas ao longo da carreira de Manuel Beleza como pianista, organista e compositor.

Inspiradas nos seus próprios poemas, fazem uma simbiose perfeita de todas as suas vivências e experiências musicais, que passam pelo Rock, Fusion, música Erudita e Étnica, com fortes influências Bop e Afro-latinas.

A linguagem deste trio tornou-se consistente, não só pela empatia entre os músicos, como também pela sonoridade imponente do Hammond e das harmonizações coloridas e fortemente ritmadas de Manuel Beleza.

Com a classificação de 4 estrelas, este Álbum foi considerado pelo crítico de jazz doentão Jornal Expresso – Raul Vaz Bernardo - uma jóia nacional.

Finalmente 2026, este trabalho é lançado nas plataformas de streaming e Redes Sociais como um ícone do Hammond Jazz em Portugal!


Formação:

Manuel Beleza - Órgão Hammond 
Mário Santos – Saxofone tenor e soprano 
Mário Barreiros – Bateria

” Os dias passam e eu sinto-me cada vez mais envolvido com a linguagem onde me é permitida a libertação de todo e qualquer preconceito social, racial ou estético – o Jazz. Fazer jazz é a forma viva que traduz um acto de liberdade e um ritual de cumplicidade e paixão ”.

Manuel Bellesa

SEGUE-ME À CAPELA DE REGRESSO





















“Zamburra” é o primeiro single de "Quando um fio s’ensarilha", o novo álbum de Segue-me à Capela, com edição marcada para 3 de março. Disponível a partir de 6 de fevereiro, o tema inaugura o universo sonoro e conceptual do próximo disco do grupo, assente na polifonia vocal, na percussão de raiz popular e na reinvenção da música tradicional portuguesa.

O tema é a primeira revelação de "Quando um fio s’ensarilha" e funciona como porta de entrada para um trabalho onde a tradição se cruza com a criação contemporânea, tendo a voz como eixo central.

Entre tantas canções possíveis, a escolha do single não foi imediata: era preciso começar por um nó.
“Zamburra” é o primeiro tema do álbum, frequentemente associado ao ciclo de Inverno, também cantada por alturas do Entrudo, tempo de passagem e de inversão, quando os corpos despertam do frio, as vontades se libertam e o mundo volta a animar-se.
Correm mar abaixo as coisas que o dinheiro não compra, enquanto das casas escapam espanta-males, graças e gritos desencontrados que devolvem a vida aos dias. “Zamburra” nasce precisamente desse momento liminar, quando o fio começa a ceder e a vida se reata. É o primeiro fio a ser desensarilhado.

Os arranjos são assinados por Segue-me à Capela, Amélia Muge, Zé Martins e Quiné Teles, a partir de recolha de Armando Leça, em Malpica, concelho de Castelo Branco.

“Zamburra” é, pois, o primeiro avanço de "Quando um fio s’ensarilha", o terceiro álbum de Segue-me à Capela, que surge dez anos após o último registo do grupo.

quem são Segue-me à Capela 

Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.

O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.

Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.

DAVI SANTIAGO LANÇA “OLHA O BRILHO” EM ANTECIPAÇÃO DE DISCO FUI SÓ AMOR



Davi Santiago é um músico luso-brasileiro, natural do Rio de Janeiro, de 21 anos. Após nascer com uma condição que impedia a sua voz de ser projetada, Davi realizou uma cirurgia para reverter a situação, porém a cicatriz desta concede à sua voz uma textura e rouquidão características, traços estes marcantes na sua forma de se expressar.

Começou a sua carreira em 2024, após um membro do júri de um concurso de canções no qual participou oferecer o seu estúdio pessoal para que Davi pudesse gravar o seu primeiro single, intitulado “Pra se dar". 

Com o financiamento concedido pela Câmara de Viseu, Davi teve a oportunidade de gravar o seu primeiro EP, intitulado Fui Só Amor — uma coletânea de 6 canções e um poema que, através do uso de sonoridades brasileiras e portuguesas, explora temas como a morte, o amor e o autoconhecimento através de uma narrativa que aborda a relação entre o Brasil e Portugal de forma íntima e pessoal, com letras de caráter poético e introspetivo.

Com 7 faixas, o EP foi produzido por Rúben Teixeira e Guilherme Marta e traz influências que vão desde a da América Latina como Djavan, Paulinho Pedra Azul e Tata Barahona até ao folk do hemisfério norte com Hozier, Nick Drake e Nico, criando uma sonoridade intensa e íntima. Ao contrário do seu primeiro lançamento, as canções que compõem este novo projeto são acompanhadas por 5 músicos: Gonçalo Froufe (guitarra elétrica), Guilherme Marta (guitarra braguesa), Mariana Lopes (voz), Pedro Novo (baixo) e Rúben Teixeira (bateria).

O primeiro single lançado, “Olha o Brilho”, acompanha as preces que o autor faz à lua para que o seu amor durma tranquilamente, transitando entre a realidade e o onírico ao longo de uma melodia que remete ao transe do adormecer. Abordando a ideia de que a natureza é Deus, o final da canção é composto pela mesma frase repetida diversas vezes como um mantra. O seu videoclipe, gravado, realizado e editado por Rita Cruz, com o fundo constantemente preto, remete novamente ao sono, à noite, aos sonhos, à morte e a Deus.

Segundo Davi Santiago, o EP “É uma jornada de descoberta sobre o que é o amor, até ao momento da morte”.

Fui Só Amor, a editar dia 10 de Abril, reforça a identidade artística de Davi Santiago e aponta novos caminhos para a sua carreira, dialogando com o cenário de música emergente em Portugal e no Brasil e ampliando o seu alcance dentro da música World / MPB contemporânea. 

Instagram: https://www.instagram.com/ddavi_santiago/?hl=en
Facebook: https://www.facebook.com/davi.santiago.1650
YouTube: https://www.youtube.com/@ddavisantiago
TikTok: https://www.tiktok.com/@ddavi_santiago

MIGUEL DA SILVA LANÇA DUPLO SINGLE


No tema "Consulta", lado A deste single, Miguel da Silva contou com a preciosa e perspicaz colaboração do ator Zeca Medeiros. À distância, mas unidos na intenção, exploraram a musicalidade, o desconforto, a ironia e as subtilezas deste poema, criando, com João Monge, uma obra ousada que agora partilham com o público.

Depois de “Consulta”, surge o lado B deste single duplo: "Ainda há Flor‑da‑Pele", uma resposta musical que Miguel da Silva dirige ao poema que o desafiou. Neste tema instrumental, o músico devolve em som a urgência que sentiu ao lê‑lo — a necessidade de agir, de se expor, de deixar que o impulso fale primeiro.

É nessa pulsação imediata que a viola de fado volta a ocupar o centro. Fiel companheira do seu álbum de estreia, torna‑se aqui o veículo de uma expressão crua e instintiva, dando forma a uma peça que nasce do momento e o assume sem reservas — testemunho de que, afinal, ainda há flor‑da‑pele.

MÃO JUNTA DJ VIBE E PAULO PEDRO GONÇALVES





















©Kenton Thatche

MÃO 

“Brasil de Janeiro” é o single que apresenta o novo projecto de DJ Vibe e Paulo Pedro Gonçalves

Disco de estreia, homónimo, a 16 de Abril

Tó Pereira, mais conhecido por DJ Vibe, e Paulo Pedro Gonçalves, fundador dos Heróis do Mar, formam Mão.

Tó Pereira, mais conhecido por DJ Vibe, e Paulo Pedro Gonçalves, fundador dos Heróis do Mar, formam Mão.

“Brasil de Janeiro” é o single de avanço da estreia conjunta em disco de dois nomes incontornáveis da música feita em Portugal nos últimos 40 anos

Com lançamento apontado para o dia 16 de Abril, o longa duração homónimo chega com o selo da Chic Choc Music, a editora criada pelos próprios.

“Brasil de Janeiro” marca a primeira paragem de oito viagens sonoras que traçam uma rota pelo mundo, da América à Ásia, com referências às linguagens musicais inerentes a cada destino e aos seus protagonistas.

Neste portentoso tema, Tó Pereira e Paulo Pedro Gonçalves acenam à riqueza das texturas rítmicas brasileiras, numa fusão de instrumentos com electrónica que caracteriza a identidade sem fronteiras de Mão.

Perfeito para uma noite de clubbing, “Brasil de Janeiro” constrói-se por BPMs vibrantes e arpeggios que hipnotizam no centro da pista de dança, com guitarras, programações e sintetizadores que transgridem o conceito de house music.

Com produção dos artistas que, há mais de três décadas, se cruzaram nos LX-90, a amostra inaugural do álbum de estreia do projecto foi registada no estúdio de DJ Vibe, em Lisboa.

Com produção dos artistas que, há mais de três décadas, se cruzaram nos LX-90, a amostra inaugural do álbum de estreia do projecto foi registada no estúdio de DJ Vibe, em Lisboa.

A acompanhar o single está um vídeo realizado por Richard F. Coelho, que reúne imagens analógicas de arquivo, criando um universo orgânico que encaixa plenamente na sonoridade exótica da canção, em contraste com a sua natureza electrónica.

Mão surge por iniciativa de Tó Pereira, reflexo de um constante desejo de criar e, sobretudo, de explorar novos sons. Na génese da dupla estiveram as incursões de Paulo Pedro Gonçalves no rock’n’roll, no jazz e nos blues (Scarecrow Paulo e Cabra) que impressionaram o mais internacional DJ português. O resultado é uma odisseia sónica que cartografa um mapa-múndi enriquecido por um caldeirão global de géneros.


A jornada arranca agora: o cartão de visita, “Brasil de Janeiro”, já se encontra disponível nos canais oficiais de Mão, no Bandcamp e no YouTube.

LEONOR ARNAUT LANÇA SINGLE NOVO "AVÉ, RAPOSA"
















Depois da hipnotizante “Vida Cega”, Leonor Arnaut volta às edições de originais em nome próprio com “Avé, Raposa”.

A canção é uma exploração da escolha e do desejo, que dialoga com o possível simbolismo da raposa na série de Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag”.

"Avé, Raposa" foi composta por Leonor Arnaut e produzida em colaboração com Miguel Nicolau. A faixa conta ainda com a participação de Margarida Campelo nos sintetizadores, João Pereira na bateria, Filipe Louro no baixo e Miguel Nicolau na guitarra.

O single é acompanhado de um videoclipe dirigido pelo dinamarquês Malthe Kalbakk Elgaard e filmado por Guilherme Proença no Dyrehave, nos arredores de Copenhaga, refletindo a atmosfera misteriosa e poética da canção.

Tal como o primeiro single, é editado pela CANTO, editora fundada por Sérgio Hydalgo.

Leonor foi convidada por Sessa para abrir parte dos seus concertos na Europa. Toca a solo, hoje, sexta-feira, 6 de fevereiro, em Lisboa, Casa Capitão, no dia 13 em Paris, Le Hasard Ludique, e no dia 14 em Bruxelas, Botanique.

FALSO NOVE REGRESSAM COM NOVO SINGLE “BLUSA”

 













Depois do álbum de estreia Horta da Luz (2023), falso nove regressam com “Blusa”, o primeiro avanço do seu segundo longa-duração, Não Sonho Quase Nada, com edição prevista para 2026 e produção de Pedro Joaquim Borges. Um regresso intenso, onde a banda aprofunda a escrita direta e a dimensão emocional que tem vindo a marcar o seu percurso no indie rock cantado em português.

“Blusa” nasce de um gesto simples e irreversível: crescer. A canção parte da consciência de que aquilo que fomos deixa, inevitavelmente, de nos servir, “a blusa não serve mais”, e transforma essa imagem numa reflexão sobre o desencanto, a perda da inocência e a distância crescente em relação ao lugar onde os sonhos eram “possíveis”. Não se trata de um retrato leve da idade adulta, mas de um olhar mais sombrio sobre as circunstâncias que nos empurram para longe do desejo de sonhar. Revisitar a infância surge, assim, como uma tentativa de reencontro com essa inocência perdida.

Musicalmente, “Blusa” preserva a simplicidade e frontalidade que os caracteriza, amplificadas por uma produção que acentua o lado mais cru da canção. O baixo e a bateria assumem uma presença direta, enquanto as sobreposições de guitarras acústicas e elétricas criam uma atmosfera densa e nostálgica. A introdução de guitarra elétrica, marcada por um som indefinido e ecoante, reforça a inquietude que atravessa todo o tema.

A voz, gravada quase integralmente num primeiro take, tornou-se um dos momentos mais marcantes do processo de gravação. A emoção crua dessa interpretação revelou-se irrepetível e acabou por definir a versão final da canção, deixando intacta a sua fragilidade.

Este novo single é acompanhado por um videoclipe recheado de imagens de infância dos próprios músicos, de amigos e familiares, prolongando visualmente essa viagem íntima ao passado e à memória coletiva.

Mateus Carvalho (voz, guitarra acústica e saxofone), Afonso Lima (voz e guitarra elétrica), José Amoreira (baixo), Francisco Leite (piano e teclados) e Francisco Marcelino (bateria) são os falso nove, projeto de indie rock cantado em português. Surge da vontade de criar um espaço independente de escrita e experimentação, a banda junta influências que vão do jazz à música tradicional portuguesa, num corpo de rock alternativo de forte dimensão lírica.

Em 2023, editaram o álbum de estreia Horta da Luz, um disco pensado como um ciclo de dias e de vida em torno da procura de luz, que lhes valeu as distinções de Melhor Projeto Musical no Festival Emergente e no Festival NOVA Música. Integram ainda a coletânea Fnac Novos Talentos e a bolsa OuTonalidades. Com Não Sonho Quase Nada, falso nove aprofundam o seu olhar sobre a ansiedade, a depressão e a precariedade da existência contemporânea, ligando infância e velhice como dois pólos de uma mesma interrogação sobre o sentido da vida, o amor e a liberdade.

“Blusa” encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

CRISTÓVAN COM NOVO CLIP

Novo vídeo do segundo single retirado do novo disco “Desert of Fools” é um retrato da vida na estrada e dos concertos da tour que ainda está a decorrer.

Algum tempo depois do lançamento de “Simplify”, um dos temas que mais se tem destacado do álbum “Desert of Fools”, Cristóvam prepara-se agora para revelar o respetivo videoclip. O vídeo que agora estreia, surge como um retrato íntimo e honesto da vida na estrada, reunindo imagens captadas ao longo dos concertos da tour de apresentação do disco.

Mais do que um objeto promocional, o videoclip de “Simplify” assume-se como um diário visual deste percurso: os palcos, as viagens, os encontros e a partilha constante com o público. Um registo que espelha a dimensão humana e emocional de uma canção que se tem afirmado como um dos momentos mais fortes do espetáculo ao vivo, para além de ser, até à data, o tema mais tocado de “Desert of Fools”. O vídeo prolonga essa energia e essa ligação, fixando em imagens um ciclo que continua bem vivo.

A tour “Desert of Fools” prossegue nas próximas semanas, levando este disco a diferentes pontos do país e reforçando a relação próxima que Cristóvam constrói, concerto após concerto, com quem o escuta.

Próximas datas:
7/02 - Festival Microsons, Grandola
12/02 - CC - Casa da Música, Porto

Mais informações em www.cristovammusic.com.

SEMPREALESTE NAS PLATAFOEMAS DIGITAIS

 



















Em 1980, por ocasião das Festas de Lisboa, António Sala lançava "Parabéns a Você". Ao longo de décadas, nenhum bolo de aniversário foi cortado sem antes se ouvir a versão magistralmente assinada pelo homem da rádio e da televisão, que com o seu timbre de voz inconfundível passou a fazer parte do imaginário de todos os portugueses.

Chegados a 2026, os SemprAleste pensaram ser boa ideia arranjar à que é, com grande probabilidade, a música mais cantada de sempre, uma espécie de "encore", tendo dessa forma surgido "Parabéns a Quem Te Fez"

Com rasgos de "brit-pop", letra contagiante e elevado risco de não sair da cabeça, "Parabéns a Quem Te Fez" já foi, como mandam os bons costumes, apresentada a António Sala, sendo certo que, em ambos os temas, o objetivo final é o mesmo: tornar ainda mais felizes as datas queridas.



 

TELMO PIRES EM BRAGANÇA

 

 

















Depois de uma série de cinco concertos na Alemanha, onde apresentou o seu mais recente EP FADO VARIAÇÕES, Telmo Pires regressa a Portugal para estrear este novo trabalho na cidade que o viu nascer. A apresentação terá lugar no Teatro Municipal de Bragança, no sábado, 7 de março, às 21h00.

Com FADO VARIAÇÕES, Telmo Pires reafirma a sua visão do fado como uma forma de expressão viva, contemporânea e emocionalmente verdadeira. O espetáculo assenta na essência do género — a voz, a presença e a autenticidade — e integra também uma homenagem a António Variações, figura incontornável da música portuguesa, símbolo de liberdade artística, ousadia e sensibilidade. O programa inclui ainda temas originais de Telmo Pires, retirados dos seus mais recentes álbuns.

A aproximação a António Variações não é feita de forma museológica, mas sim como um diálogo atual, pessoal e profundamente contemporâneo. FADO VARIAÇÕES reflete, assim, tanto o legado de um pioneiro da música portuguesa como a evolução artística de Telmo Pires.

A edição física do FADO VARIAÇÕES está prevista para 27 de Fevereiro.

Reconhecido internacionalmente como uma das vozes portuguesas mais relevantes da atualidade, Telmo Pires será acompanhado em palco por Miguel Conchinha (guitarra portuguesa), Mauro Resende (viola) e Pedro Sousa (baixo).

07.03. Bragança -Teatro Municipal
Bilhetes no teatro de Bragança e na Ticketline

CINZA FÉNIX COM SINGLE NOVO





















"To Reach Far" é o novo single de Cinza Fénix. Esta canção foi escrita por Mário J. Dias, Miguel Dias e por Marco Nunes (Produção. Mistura e Masterização).

NENA EDITA HOJE DUPLO SINGLE DE ANTECIPAÇÃO DO NOVO ÁLBUM DELUXE





















Nena lança hoje o duplo single que antecipa o lançamento do álbum Deluxe "Um Brinde ao Agora, mas e agora?", que chega ao público dia 27 de fevereiro. A edição especial reúne as 14 faixas originais do seu segundo álbum, "Um Brinde ao Agora", e acrescenta quatro novas canções. Os singles "Guardei-te um Lugar" e "Diz-me na Cara" já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.

Depois de um disco que convidou à pausa e à celebração do agora, o álbum Deluxe nasce da pergunta que se seguiu. “Quando o disco original saiu, percebi que era acima de tudo um lembrete para mim. Para parar, olhar à volta e tentar viver mais o agora. Depois veio a pergunta: ‘ok, estou aqui… e agora?’”, explica Nena.

"'Guardei-te um Lugar', olha para os 20’s, para as pessoas dessa fase e para quem éramos: a porta aberta, as chaves debaixo do tapete e aquela vontade de voltar, nem que seja por um bocadinho" partilha Nena. Já “Diz-me na Cara” reflete sobre dizer as coisas de frente, num tempo em que é fácil ficar atrás dos ecrãs. As duas canções antecipam o universo do Deluxe, onde memória, afeto e presença se cruzam de forma íntima e universal.

Ao longo do último ano, Nena tem vivido uma série de momentos decisivos que reforçam o seu caminho na música. Desde o início da digressão Dois Pares de Botas, ao lado de Joana Almeirante, que tem percorrido o país e irá passar em Lisboa, no Teatro Maria Matos nos dias 28 e 29 de abril, depois de um concerto especial no Coliseu do Porto, até à sua estreia como mentora no The Voice Kids, um dos programas mais queridos pelo público, a artista consolida o seu lugar na cena musical portuguesa.

Este novo lançamento surge no seguimento de “Um Brinde ao Agora”, que ultrapassou os 10 milhões de streams só no Spotify e consolidou Nena como uma das vozes mais relevantes da pop portuguesa atual. O percurso culminou na estreia em nome próprio no Sagres Campo Pequeno, a 4 de outubro de 2025, com um concerto esgotado que confirmou a sua dimensão artística e a forte ligação ao público.

14 fev – CAE Figueira da Foz | Dois Pares de Botas
20 mar – A Anunciar
21 mar – Cineteatro António Lamoso, Santa Maria da Feira | part. concerto Joana Almeirante
28 abr – Teatro Maria Matos | Dois Pares de Botas
29 abr - Teatro Maria Matos | Dois Pares de Botas
7 mai – A Anunciar
9 mai – Sagres Campo Pequeno, Lisboa | RFM “Que Grandioso Espetáculo É Este?”
10 jun – A Anunciar
13 jun – A Anunciar
20 jun – A Anunciar
26 jun – A Anunciar
25 jul – A Anunciar
1 ago – A Anunciar
9 ago - A Anunciar
10 ago - A Anunciar
13 ago – A Anunciar
25 ago – A Anunciar
25 set - A Anunciar
23 out – A Anunciar
25 nov – A Anunciar
4 dez – A Anunciar
13 dez – The Jazz Café, Londres

RØVIN ENTREIA-SE COM "NÃO PODE CHOVER"

Single de estreia de RØVIN, “Não Pode Chover”, projeto a solo de Rui Santos, agendado para o dia 27 de fevereiro. O tema transforma a frustração quotidiana num exercício leve, rítmico e irónico. Integralmente escrita e produzida pelo próprio artista, a faixa contou com o apoio de André Louro na mistura e masterização.

“Não Pode Chover” nasce de um momento reconhecível: o olhar lançado pela janela, o céu cinzento e a constatação inevitável de que os planos ficaram pelo caminho. Entre pingos de chuva, expectativas goradas e uma vontade irredutível de estar ao sol, RØVIN canaliza a irritação para a música, assumindo o lamento com humor e ritmo. É uma canção que convida à identificação imediata, feita para rir um pouco da adversidade e reclamar - com groove - quando o tempo não colabora.

Por trás do nome RØVIN está um percurso profundamente ligado à escuta e à descoberta musical. Desde muito cedo, Rui Santos cresceu rodeado por jazz, blues, big band, rock e pop dos anos 70, influências que moldaram de forma duradoura o seu imaginário sonoro. A música surge primeiro como refúgio e viagem interior, através dos headphones, e mais tarde como necessidade vital, quando começa a tocar viola já na idade adulta, num percurso totalmente autodidata.

Da viola à guitarra elétrica, e mais tarde ao piano, Rui Santos foi construindo uma relação íntima com os instrumentos e com a criação musical, sempre guiado pela curiosidade, pela experimentação e por uma disciplina constante. Sem formação académica na área, encontrou na prática diária, nas ferramentas digitais e na aprendizagem contínua os meios para desenvolver uma linguagem própria.

O impulso para compor ganhou forma definitiva nos últimos anos, culminando na decisão de assumir a criação musical como um espaço sério de expressão pessoal. “Não Pode Chover” surge assim como o primeiro passo público de RØVIN: uma canção que, sem pretensões excessivas, afirma uma identidade assente na honestidade, na observação do quotidiano e no prazer do processo criativo.

Com este single de estreia, RØVIN apresenta-se como um projeto em construção, feito música a música, onde a leveza do tema convive com um percurso marcado pela persistência, pela escuta atenta e pela vontade de avançar sem desculpas.

NOVO DISCI DE MIKE EL NITE CHEGA HOJE





















Mike El Nite (ou “Simplesmente Miguel”) lança hoje o seu tão aguardado novo álbum Existencisensual - um disco que é uma viagem íntima à essência do artista e onde cada canção é um convite ao romance, à partilha, à reflexão. Já disponível em todas as plataforma.

Existencisensual nasce de uma ideia simples mas poderosa: “Que ao pensar na vida, se apaixona por ela.” É nessa dualidade - entre a reflexão existencial e o romantismo sensorial - que Mike El Nite (ou “Simplesmente Miguel”) encontra a sua nova linguagem. As canções fundem sensualidade e filosofia, como se estivéssemos num bar de atmosfera íntima e sedutora, mas onde as palavras, em vez de efémeras, carregam peso existencial. 

Existencisensual é um álbum conceptual que acompanha uma noite de trabalho de um artista de variedades no seu turno como residente num bar de música ao vivo.” – afirma Miguel.

O disco desenrola-se como uma viagem noturna onde coexistem dois espetáculos: o que acontece em palco, perante o público, e o que decorre no interior da mente do artista “Simplesmente Miguel”. Ser artista num bar de música ao vivo exige versatilidade - e Existencisensual reflete essa polivalência.

Tendo como pano de fundo a noite lisboeta das décadas de 80 e 90 - a época dourada dos bares de música ao vivo - Existencisensual assume-se também como um retrato do cantor romântico que interpreta canções de amor à vida, enquanto tenta reacender um sentimento que se perdeu na banalidade do quotidiano.

Ao longo do álbum, Miguel cruza múltiplas sonoridades - da soul ao italo-disco, da música popular portuguesa ao city pop e ao jazz-fusão japoneses, do neomelódico napolitano à new age dos anos 90, passando pelo R&B - num exercício consciente de homenagem e desconstrução.

“É como se Ricardo Landum vivesse em Tóquio, e lá houvesse uma Lisboatown de vida noturna” - diz-nos Miguel.

Mais do que um passeio estilístico, o disco procura desmistificar a catalogação rígida da música por géneros e criar pontes entre universos que, à primeira vista, não seriam primos óbvios. Essa ideia ecoa na recuperação de um “pré-pimba” associado a nomes como Ágata, José Malhoa ou Ana, especialmente nas produções assinadas por Tó-Zé Brito, Mike Sergeant ou Luís Jardim. Essas pontes estendem-se geograficamente de Portugal à Ásia, passando pelo Mediterrâneo, para regressar ao ponto de partida - um reflexo direto da natureza multifacetada do artista.

Como sublinha Miguel: “A diferença entre o jazz e o pimba são uns meros acordes.” 

Existencisensual é um ensaio sobre a vida e a nossa forma de estar nela: é um convite para um encontro romântico entre o ouvinte e a intimidade do performer que procura fazer as pazes consigo mesmo, encontrar a paz interior, tudo isto enquanto entretém o público o melhor que consegue.

No centro desta narrativa surge uma pergunta inevitável: quem entretém o entertainer? Em última instância, ele próprio.

Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca. 

Esta nova fase revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Simplesmente Miguel é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade - sempre com romance no centroo

SINGLE JUNTA AURORA PINTO E MANINHO

 



















Aurora Pinto e Maninho
O Amor É Tudo

Aurora Pinto, a jovem voz que tem vindo a consolidar o seu lugar entre os nomes mais promissores da nova música portuguesa, lança hoje o seu mais recente single, "o amor é tudo", que a junta a Maninho numa bonita simbiose de estilos musicais e culturas. Aurora traz-nos uma canção que nos fala da forma como, no final do dia, só o amor importa. A colaboração com Maninho, artista conhecido pela sua autenticidade e carreira de sucesso, cria uma dinâmica vocal única, acrescentando uma nova camada de profundidade à canção.