terça-feira, 24 de março de 2026

FESTIVAL SANTOS DA CASA -1ª SEMANA





















27 de Março de 2026
Slim Charley Santus
+ dj set Santos da Casa
Pinga Amor
22h00

Natural de Águeda, Slim Charley Santus denotou, desde muito novo, uma sensibilidade especial ao blues. Sempre que ouvia um tema a sua atenção despertava. Começou a aprender piano aos 8 anos, mas foi a viola que o cativou, como autodidata, desde os 14. Depois do casamento com as seis cordas veio a paixão pelo improviso, que o tem acompanhado até hoje.

Oil can guitar e cigar box guitar são os instrumentos que Slim Charley Santus explora. 




27 Março 2026 - 13 Maio 2026

27/3 Slim Charley Santus + dj set santos da casa - Pinga Amor (22h)
12/4 10ComunA.L. + apresentação editora K FORA - Salão Brazil (18h)
13/4 António Bastos - Corredor da RUC (19h)
21/4 Esteves Sem Metafísica #cafecurto - Café Concerto do Convento São Francisco (19h30)
23/4 alga - Casa das Artes Bissaya Barreto (22h)
25/4 Electric Man + dj set santos da casa - Associação Recreativa e Musical de Ceira (22h)
05/5 Esteves #cafecurto - Café Concerto do Convento São Francisco (19h30)
07/5 "PSICOSE" de P. Novo - Centro Cultural Penedo da Saudade (18h)
13/5 Henrique Tomé - Corredor da RUC (19h)

BADOXA COM NOVO SINGLE





















Badoxa editou “Mãe Grande”, o seu novo single já disponível em todas as plataformas digitais, num afropop que transforma um pedido de casamento num momento intimista, direto e profundamente emocional. No seu registo eclético e genuíno, o artista constrói uma narrativa que se aproxima de uma declaração onde o amor é dito com simplicidade, mas com peso. Frases como “não me vejo envelhecer ao lado de outra pessoa” tornam-se o centro da música, criando uma ligação imediata com quem ouve, introduzindo-nos num momento privado que agora ganha banda sonora.

Produzida e composta pelo próprio Badoxa, “Mãe Grande” nasce de um impulso criativo espontâneo que acabou por definir toda a sua essência. «Criei a letra às 4 da manhã. Perdi o sono, estava com a melodia na cabeça, peguei na viola e no gravador e comecei a captar no telemóvel. Depois deixei-me levar», explica. A partir dessa madrugada, surge não só a melodia, mas também a ideia de reinventar o clássico pedido de casamento, fugindo ao formato tradicional e criando um momento mais leve, cúmplice, marcado pela sonoridade envolvente já reconhecida do Badoxa ao longo dos seus vários anos de carreira com vários sucessos.

Ao mesmo tempo, o tema carrega uma dimensão profundamente identitária. «Foi uma forma de fazer uma homenagem aos meus pais. Meu pai é de Cabo Verde e fiz referência à Somada, e minha mãe por ser angolana, fiz referência à Ilha de Luanda», partilha Badoxa. Essa ligação às suas raízes não surge como um detalhe, mas como parte estrutural das suas músicas, visível na forma como o artista imagina o casamento entre dois lugares que também contam a sua própria história. Essa dualidade cultural reflete-se numa sonoridade orgânica, que mantém a essência da kizomba enquanto a expande com uma sensibilidade contemporânea, criando uma atmosfera onde cada detalhe tem intenção.

“Mãe Grande” encaixa nesse universo, mantendo essa capacidade de cativar enquanto acrescenta uma camada mais emocional e pessoal. É mais um passo num percurso onde Badoxa não tenta complicar o que já funciona: cria músicas que se sentem, que se vivem, e que fazem as pessoas quererem fazer parte daquele momento, seja a dançar, a cantar ou simplesmente a acompanhar. O single antecipa o próximo EP, previsto para a primeira metade de 2026, onde o artista deverá continuar a explorar novas sonoridades e colaborações, mantendo a essência que o caracteriza e a proximidade que constrói com o público, dentro e fora da música.

“Mão Grande” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

ROBALO APRESENTA





















Lota 22 - Domingo, 29 de Março
Penhasco Arte Cooperativa

Este Domingo, estamos de volta à Penhasco! 

17h-2Oh

•Diogo Alexandre Solo
•Gonçalo Marques e Jeff Williams
•Crianças ao Poder
•João Carreiro e Lucas Xerxes

Entrada 10 euros
17h-2Oh Penhasco Arte Cooperativa Rua Neves Ferreira, 10, Lisboa

Design: Maria Bouza

 

FRANK BAK EDITAM "MAIS UMA VOLTA AO SOL"





















Chegou "Mais Uma Volta Ao Sol" O novo álbum de Frank Bak . 

Lançado agora em março deste ano, através da Harmony Waves (Coimbra). Vários estilos, do hip-hop ao ritmo de dança. Cada faixa, de "Manel Das Costas Tortas", a "Sai do Sofá Teresa", carrega uma mensagem positiva e motivadora para cuidar do corpo. Já disponível nas plataformas digitais 


DO CABO DO MUNDO – UM TRIBUTO IMIGRANTE A FAUSTO





















“Do Cabo do Mundo – um tributo imigrante a Fausto” é um novo projeto musical que revisita a obra de Fausto Bordalo Dias a partir da experiência de artistas imigrantes que vivem e trabalham em Portugal, reunindo as vozes de Luca Argel, Nani Medeiros, Nancy Vieira e Selma Uamusse. Idealizado pelo músico e diretor musical Carlos César Motta, em colaboração com Fred Martins, o projeto cruza origens africanas e brasileiras numa leitura contemporânea de um dos mais relevantes cancioneiros da música portuguesa.

Num tempo marcado por discursos de divisão, fronteiras reforçadas e identidades colocadas em confronto, “Do Cabo do Mundo – um tributo imigrante a Fausto” afirma-se como um gesto artístico de encontro. Um projeto que parte da ideia de travessia, tão central na obra de Fausto, para a reinscrever no presente, convocando diferentes histórias, sotaques e pertenças como matéria criativa, afirmando o seu contributo ativo para o presente cultural em Portugal. A sua proposta não é apenas revisitar um repertório, mas ativá-lo: devolvê-lo ao espaço público como lugar de escuta, de diálogo e de reconhecimento mútuo.

É nesse contexto que o Atlântico surge como eixo simbólico e estrutural. Mais do que um espaço geográfico, é entendido como território de ligação entre Portugal, África e Brasil, no fundo, um ponto de convergência histórico e cultural que a obra de Fausto atravessa de forma singular e que este projeto prolonga a partir de novas perspetivas.

Essa travessia traduz-se numa linguagem musical fortemente marcada pelo ritmo e pela polirritmia, onde a percussão assume um papel central e os arranjos exploram a convivência entre diferentes tradições: do samba ao maracatu, do funaná à morna. Neste território sonoro, canções emblemáticas como “Por Este Rio Acima”, “Lembra-me um Sonho Lindo” ou “Rosalinda” são revisitadas, revelando novas camadas de leitura e reafirmando a intemporalidade da escrita de Fausto.

A direção musical está a cargo de Carlos César Motta, baterista e percussionista com mais de três décadas de carreira, reconhecido pela sua sensibilidade, versatilidade e rigor artístico. Ao longo do seu percurso, integrou durante 12 anos a banda de Maria Bethânia e colaborou com artistas como Elza Soares, Simone ou Zélia Duncan. Residente em Portugal desde 2018, tem vindo a desenvolver um trabalho que cruza tradição e contemporaneidade, sendo também colaborador próximo de Luca Argel.

As vozes que dão forma a este projeto refletem a diversidade que o sustenta: Luca Argel, músico, poeta e escritor luso-brasileiro, cuja obra cruza criação artística e reflexão histórica; Nani Medeiros, cantora brasileira com raízes portuguesas, que integra de forma orgânica a tradição da música popular brasileira com o fado; Nancy Vieira, uma das mais reconhecidas intérpretes da música cabo-verdiana, profundamente ligada à morna e ao seu legado; e Selma Uamusse, artista moçambicana residente em Portugal, cuja presença artística se distingue pela intensidade e identidade própria.

Em conjunto, estes artistas constroem uma leitura que coloca a obra de Fausto em movimento, revelando a sua capacidade de dialogar com o presente. Nascido em pleno Atlântico, Fausto construiu um percurso artístico onde a viagem, os encontros e as tensões históricas se transformam em matéria musical. Uma herança que aqui se prolonga, não como exercício de memória, mas como prática viva.

O projeto estreia-se ao vivo a 11 de abril, no Teatro-Cine de Pombal, marcando o primeiro encontro com o público e antecipando a sua edição discográfica. A apresentação em palco antecede o lançamento do primeiro single, agendado para 24 de abril, que por sua vez antecipa a edição digital do álbum completo, com distribuição Symphonic, prevista para o mês de maio. O disco conta com a coprodução da Casa Varela e do Teatro-Cine de Pombal.

“Do Cabo do Mundo – um tributo imigrante a Fausto” afirma-se, assim, como uma homenagem à obra de Fausto que é também uma tomada de posição artística: um projeto que, a partir da música, propõe um espaço de escuta onde a diversidade não é ruído, mas linguagem.

DO CABO DO MUNDO – UM TRIBUTO IMIGRANTE A FAUSTO

11 abril — Teatro-Cine Pombal

Ficha Artística

Idealizadores do projeto: Carlos César Motta e Fred Martins
Direção Musical e Arranjos: Carlos César Motta, Fred Martins e Kito Siqueira

Artistas Convidados:
Nancy Vieira – Voz
Selma Uamusse – Voz
Luca Argel – Voz
Nani Medeiros – Voz

Banda
Carlos César Motta – Percussões
Lizz Marchi - Percussões
Daniel Félix - Percussões
João Pitta - Violão
Rolando Semedo – Baixo
Pablo Marques e Kito Siqueira – Metais
Pri Azevedo – Teclado/Acordeão

NOVO DISCO DE JOÃO BARRADAS

 



















The Space Within é o novo disco de João Barradas, que estará disponível em CD e nas plataformas de streaming a partir de 27 de março, com o selo Artway Next. Foi gravado na atmosfera única e inspiradora da Kulturkirche Altona, em Hamburgo.

Um fabuloso encontro entre o acordeonista e a prestigiada orquestra alemã Hamburger Symphoniker, dirigida pelo maestro Sylvain Cambreling. Com uma carreira que continua a impressionar pelo alcance mundial e pela versatilidade sem limites, que se estende da música clássica à improvisada e ao jazz, o instrumentista português lançou uma proposta ambiciosa: e se Mozart tivesse escrito um concerto para acordeão e orquestra? O próprio Barradas transcreveu o Concerto para piano n.º 23, uma obra que, muito mais do que fogo-de-artifício, exige do solista uma profunda imersão no diálogo com a orquestra e um superior talento para transmitir emoções. Desafios plenamente conquistados nesta gravação com uma formação de prestígio mundial. Com ela divide ainda a interpretação de uma composição do japonês Toshio Hosokawa, Voyage IV – Extasis, destinada especificamente a acordeão e orquestra. A obra exprime-se com rara sensualidade musical e evoca a sonoridade milenar do shō, um instrumento tradicional japonês.





BUDDA POWER BLUES NA ARDA RECORDERS

 















Os Budda Power Blues apresentam a sessão de gravação ao vivo registada no estúdio Arda Recorders, no Porto, um trabalho que vem sendo revelado ao público ao longo dos últimos meses O primeiro vídeo foi lançado há cerca de dez meses, abrindo caminho para uma série de interpretações intensas e autênticas que captam a essência da banda em estado puro.

Ao todo, são seis vídeos que traduzem essa energia crua e envolvente, onde cada música respira verdade e entrega. A jornada ainda não terminou, em breve, será revelado o último vídeo desta série, fechando este ciclo com a mesma força com que começou.

Convidamos você a assistir aos vídeos já disponíveis no canal da banda e a acompanhar este percurso até ao seu desfecho final.

BOMBAZINE ESTREIAM-SE NO COLLJAZZ














O dia de 25 de julho conta mais uma estreia no Ageas Cooljazz. A banda portuguesa BOMBAZINE sobe ao palco do festival para apresentar o seu mais recente álbum “Samba Celta”. Os Franz Ferdinand atuam também pela primeira vez no festival, onde apresentam o seu mais recente álbum “The Human Fear” (Janeiro 2025), bem como os clássicos do seu repertório de duas décadas.

Filipe Andrade (baixo), Manuel Figueiredo (teclas), Manuel Granate (bateria), Manuel Protásio (guitarra) e Vasco Granate (voz/guitarra) formaram a banda BOMBAZINE em 2022, conquistando rapidamente um espaço no panorama indie pop/rock nacional. No ano seguinte, lançaram o EP de estreia “Grã-Matina” e o single “Tábua Rasa” com o produtor João Sampayo. A banda editou ainda os singles “Cartago”, “Pouca Dura” e “Continuar Assim”, parte do seu primeiro álbum “Samba Celta”, onde explora novas texturas, criando uma sonoridade que afirma a sua identidade. Entre a energia, o groove e a cumplicidade, BOMBAZINE leva o público numa viagem musical em constante evolução.

Na mesma noite, Franz Ferdinand apresentam o seu mais recente disco, “The Human Fear” (Janeiro 2025), no palco do Ageas Cooljazz. A irreverente banda escocesa navega entre o indie, rock, dance e eletrónica, contando com 9 álbuns no repertório. O single de sucesso “Take Me Out”, do álbum “Franz Ferdinand” (Fevereiro 2024), foi um dos que imortalizou a banda, conquistando a público de todas as idades ao longo dos anos. Com solos de guitarra e batidas constantes, os seus concertos eletrizantes convidam o público a dançar livremente com a sua sonoridade única.

A edição de 2026 do festival conta ainda com confirmações como Gilberto Gil, Maria Luiza Jobim (8 Julho), David Byrne, Bia Maria (14 Julho), Loyle Carner, Ana Lua Caiano (15 Julho), Jamiroquai (18 Julho – esgotado), Diana Krall, Gisela Mabel (22 Julho), Franz Ferdinand, Bombazine (25 Julho), Scissor Sisters, Saint Caboclo (29 Julho) e Chet Faker (31 Julho) na edição de 2026 do Ageas Cooljazz, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.

O Ageas Cooljazz tem 4 Concertos por noite.
Com abertura de portas às 19h, as Cascais Jazz Sessions by Smooth FM têm início às 20h no Anfiteatro do Parque Marechal Carmona depois no Palco Ageas, o primeiro Concerto seguindo-se o Grande Concerto no mesmo palco. Após término do grande concerto no palco Ageas, as Late Nights arrancam no Anfiteatro do Parque Marechal Carmona.

Venha mais cedo e desfrute do Cool Pick & Go, no Parque Marechal Carmona.

Ageas Cooljazz, Cool by Nature

segunda-feira, 23 de março de 2026

NO SALÃO BRAZIL





















Alex D´Alva x Rita Onofre
LIVRE x BRUTA
27 Março • 22:00

LIVRE, de Alex D’Alva, e BRUTA, de Rita Onofre, são dois novos trabalhos de originais que se encontram numa mesma tour de concertos — uma celebração da criação independente e da força de correr riscos em conjunto.

No EP LIVRE, editado em fevereiro 2026, Alex D’Alva explora a eletrónica como território de descoberta pessoal e coletiva: uma experiência dançável que cruza pop, club culture e experimentação, celebrando a liberdade como força criativa.

No álbum BRUTA, editado a março 2026, Rita Onofre apresenta um manifesto emocional e intenso, onde vulnerabilidade e poder coexistem em canções eletrónicas que tocam o espiritual e o físico.

Duas linguagens distintas, mas complementares.

LIVRE x BRUTA propõe um diálogo entre universos — o leve e o visceral, o íntimo e o comunal — revelando que a música independente em Portugal vive do encontro entre forças opostas que se reconhecem.

Num panorama onde o risco é raro, LIVRE x BRUTA é um gesto de coragem partilhada: dois artistas, duas visões, um mesmo impulso de criar e mostrar sem concessões.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 12 euros
BILHETEIRA ONLINE

LUTA LIVRE apresenta CONTRAFAÇÃO
28 Março • 22:00

Luís Varatojo, artista com longa carreira na música portuguesa, fundador de bandas como os Peste & Sida ou A Naifa, apresenta ao vivo C O N T R A F A Ç Ã O, o terceiro álbum do seu mais recente projeto, LUTA LIVRE. C O N T R A F A Ç Ã O é um espaço híbrido onde se canta a saudade e se gritam palavras de ordem ao embalo de um quarteto inusitado - guitarras, percussão eletrónica, sintetizadores e vozes - que toca fado, corridinho e malhão, mas também se faz à morna, ao rap e ao jazz. É uma espécie de comício numa casa de fados dançante; uma sessão de esclarecimento musicada, com mensagens fortes e ritmos certeiros; um apelo à consciência e à resistência; um momento de partilha e de festa, porque não há luta sem festa, nem festa sem luta.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 15 euros
BILHETEIRA ONLINE

RIOT E COLETIVO GIRA JUNTOS EM PALCO





















No dia 28 de março, a Fábrica do Pão, no Beato Innovation District, recebe um encontro especial entre dois universos musicais que marcaram a cultura recente de Lisboa: Coletivo Gira e RIOT.

O evento nasce de uma colaboração artística iniciada em 2025, quando os dois projetos se juntaram para lançar o single “O Canto de Lá”. A partir dessa ligação criativa surgiu a ideia de levar essa energia para o palco num formato único, onde a roda de samba e a eletrónica se encontram ao vivo.

Durante a tarde e início de noite, o público poderá assistir a diferentes momentos que refletem a identidade de cada projeto. O Coletivo Gira, fenómeno que tem redefinido a noite lisboeta com as suas rodas de samba, traz a força coletiva do samba tocado ao vivo. Já RIOT, DJ e produtor com um percurso que passa por projetos fundamentais da música portuguesa como Buraka Som Sistema e Bateu Matou, apresenta-se em formato de DJ set.

O ponto de encontro entre estes dois mundos acontece num momento especial da noite, em que DJ e roda de samba partilham o palco, misturando eletrónica, percussão e vozes ao vivo numa interpretação conjunta de “O Canto de Lá”, o tema que uniu os dois artistas.

Mais do que um concerto ou uma festa, este evento propõe um formato híbrido entre clube e roda, celebrando o encontro entre tradição e contemporaneidade, Lisboa e Brasil, pista de dança e música tocada ao vivo.

Este encontro celebra a energia coletiva da música e da pista de dança, juntando dois universos que raramente se cruzam desta forma: a roda de samba e a eletrónica, ao vivo e no mesmo espaço. Os últimos bilhetes estão à venda em shotgun.live, com preço a partir de 12€.

OLA HASS EDITA NEBLINA



O single antecipa o segundo álbum da banda, Onde a consciência desagua, com influências como Nirvana, Courtney Barnett, Pega Monstro ou Vaiapraia, e sairá na íntegra dia 22 de maio com edição em CD pela Ticket to Ride.

NOVO DISCO DE BIRDS ARE INDIE A CHEGAR















@ Tiago Cerveira

“Not Today” é o novo single do trio de Coimbra cheio de tensão, pulsação e confronto interior.

Os Birds Are Indie regressam com “Not Today”, o primeiro avanço para o 7.º trabalho de originais, The Stone of Madness, que tem edição marcada para 27 de Março.

Depois da direcção sonora mais sintética e consciente do tempo em que vivemos inaugurada em Ones & Zeros, este novo longa duração reforça esse pulso. Se em 2023, o foco era dado ao colectivo, ao mundo e às suas fracturas, este novo trabalho desloca o foco para o interior, mais propriamente, para os mecanismos mentais, as recorrências, as tensões invisíveis que atravessam cada indivíduo.

É na repetição e contenção interiores que nasce "Not Today", que traduz a sensação de adiamento constante, tão própria da contemporaneidade. Algo que está prestes a acontecer mas não hoje.

A interpretação vocal de Joana Corker, amadurecida em palco antes de ser fixada em estúdio, transporta para a gravação uma intensidade física que amplifica o sentimento de frustração e claustrofobia mental presente na letra.

O videoclipe de “Not Today” surge, não apenas como uma ilustração da canção, mas como parte integrante de um tríptico visual pensado como extensão conceptual do álbum.

Com The Stone of Madness, os Birds Are Indie aprofundam a identidade autoral que têm vindo a desenvolver, mantendo o controlo criativo sobre música, imagem e narrativa.

NOT TODAY é o primeiro avanço do que promete ser um novo capítulo na discografia dos Birds Are Indie.

O novo álbum The Stone of Madness começa a ser apresentado ao vivo a partir de 26 de Março, com datas já confirmadas em várias cidades do país (em baixo).

TOUR THE STONE OF MADNESS

26 MAR / PORTO / Maus Hábitos
27 MAR / GUIMARÃES / CAAA
28 MAR / BRAGA / RUM by Mavy
16 ABR / LISBOA / BOTA
17 ABR / BARREIRO / Sala 6
18 ABR / COIMBRA / Salão Brazil
23 MAI / SABUGAL / Auditório Municipal
05 JUN / ÉVORA / Armazém 8
20 JUN / CASTELO BRANCO / Café com Leite

WOLFBALL UNE MÚSICA, NATUREZA E SOLIDARIEDADE

 



















No próximo dia 28 de março, o Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa recebe o Wolfball, um evento de angariação de fundos que cruza música, cultura e sustentabilidade numa experiência imersiva e única.

O Wolfball assinala o encerramento do Act in Synch, uma conferência dedicada à música, cinema e sustentabilidade, que decorre nos dias 27 e 28 de Março no Museu do Côa.

Na semana que antecede o evento, Vila Nova de Foz Côa acolhe uma residência artística, que conta com o apoio da Fundação GDA e que reúne músicos portugueses e internacionais. Estes artistas são convidados a colaborar na criação de novas peças musicais inspiradas nos “Sons do Côa” — uma coleção de sons provenientes da natureza, das tradições musicais e da comunidade local, recolhidos e curados ao longo de fevereiro e março por Vasco Ribeiro Casais (OMIRI), reconhecido pelo seu trabalho na preservação da música tradicional.

As receitas do Wolfball revertem a favor da Rewilding Portugal, apoiando iniciativas de proteção e preservação da biodiversidade, com destaque para a conservação do lobo-ibérico, bem como projetos de sensibilização ambiental.

O bilhete inclui jantar e concerto. As inscrições poderão ser feitas para: wolfballmusic@gmail.com

O concerto será de entrada livre para os residentes de Foz Côa, que poderão contribuir através de donativos voluntários.

O Wolfball é organizado pela Scarlet Bloom e Lusitanian Music Publishing, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa, Altano Douro, Volkswagen Gavis, Mermaids & Albatrosses, Digital Distribution e Fundação GDA.

CARA DE ESPELHO LEVAM “B” À CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO















Depois de duas estreias absolutamente esgotadas, em Loulé e, mais recentemente, na Culturgest, em Lisboa, os Cara de Espelho levam agora o espetáculo “B” à Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, no próximo 28 de março, naquele que será o primeiro concerto do novo álbum na região Norte.

Editado a 30 de janeiro, “B”, o segundo disco de estúdio da banda, tem vindo a afirmar-se como um dos lançamentos mais marcantes do início do ano, reforçando a singularidade do projeto Cara de Espelho no panorama da música portuguesa contemporânea.

A estreia ao vivo do novo trabalho confirmou essa força em palco. Nos dois concertos já realizados, ambos esgotados, o público assistiu a espetáculos intensos e envolventes, onde as novas canções ganharam uma dimensão expandida, entre momentos de observação mordaz e uma energia coletiva que se foi construindo ao longo da noite. A cumplicidade entre banda e público tornou-se evidente desde os primeiros temas, culminando em salas rendidas, de pé.

Mais do que um concerto, estas primeiras apresentações afirmaram “B” como um novo capítulo sólido no percurso da banda, aprofundando o universo já revelado com "Cara de Espelho" (2024), o primeiro registo da banda, e consolidando a centralidade da palavra como elemento estruturante da sua identidade artística.

É neste contexto que Vila Nova de Famalicão recebe agora o espetáculo, numa data que marca não só a continuidade da digressão, mas também a primeira oportunidade para o público do Norte assistir ao vivo às novas canções. Em palco, “B” revela-se num equilíbrio entre tradição, experimentação e uma escrita que observa, questiona e devolve ao público um retrato reconhecível do presente, sempre com a ironia e a inflexão que caracterizam Cara de Espelho.

Depois de Famalicão, a digressão segue para Aveiro (11 de abril), Castelo Branco (2 de maio) e Sever do Vouga (16 de maio).

OMIRI COM NOVO SINGLE





















Tradição, ritmo e surpresa, “Uma Cabra Birrolada” é o novo single de OMIRI e já está disponível em todas as plataformas digitais.

“Uma cabra birrolada” nasce de uma viagem improvável que atravessa lugares, vozes e memórias. Tudo começou em Lisboa, onde surgiu a primeira centelha desta música. A partir daí, o tema ganhou nova vida através de recolhas feitas em Seia, trazendo consigo ecos da tradição oral e a espontaneidade dos instrumentos e ofícios tradicionais. A peça encontra o seu último detalhe num trava-línguas gravado na Carrapateira, que entra na música como um sorriso travesso — rápido, rítmico e cheio de carácter.


No meio deste mosaico sonoro, a viola braguesa guia-nos pela história: ora desenha uma melodia íntima e nostálgica, ora explode em riffs frenéticos que sacodem a tradição e a projetam para o presente. É neste contraste que vive a identidade de OMIRI — transformar fragmentos do passado em algo vivo, inesperado e pulsante. “Uma cabra birrolada” não é apenas uma canção; é um encontro entre lugares, gerações e energias diferentes, onde a tradição portuguesa se reinventa com irreverência, humor e profundidade.

Vasco Ribeiro Casais: Viola Braguesa

Recolhas:

Maria Francisca da Silva - Voz
Lucinda Santos - Bombo
Marco Carmo Martins - Luthier de violinos
António Pais - Triângulo
Nuno Almeida - Bandolin
Abel Brito - Peneira
Joaquim Cabral - Pandeireta
Zés Pereiras da Folgosa da Madalena - Bombos

TREMOR ARRANCA AMANHÃ EM s: MIGUEL















Entre 24 e 28 de março de 2026, a ilha de São Miguel acolhe a décima-terceira edição do Tremor, transformando-se num epicentro de música, arte e comunidade. Com concertos, experiências performativas e iniciativas que promovem participação, sustentabilidade e inovação cultural, o festival apresenta uma programação diversificada que cruza criação artística, território e pensamento crítico.

Com um cartaz musical que cruza géneros, fronteiras e gerações, o alinhamento do festival integra um total de 55 artistas e coletivos, dos quais 22 são oriundos ou residentes nos Açores. Integram a edição deste ano no plano musical: Abdullah Miniawy, Amijas, Angine de Poitrine, Angry Blackmen, Arsenal Mikebe ft HHY, ASCA, aya, Buried by Lava, Betix, Candy Diaz, Cate Le Bon, CLUB C.C.C., Coletivo Plugg, DJ Travella, Engengroaldenga, Falcona, George Silver, Heinali & Andriana-Yaroslava Saienko, Housepainters, João Freitas, Jup do Bairro, La Família Gitana, Maki, Maria Carolina, Mariana Lopes, Matías Aguayo, Mix`Elle, MONCHMONCH, Neuza Furtado, NTK, Pedrinho Xalé, The Bug + Warrior Queen, Tomás Sampaio + Marta Tavares, Use Knife, Vaiapraia, Water Damage e Yerai Cortés.

A edição de 2026 inclui várias residências artísticas que reforçam a dimensão experimental e colaborativa do Tremor: a nova criação do coletivo Som Sim Zero com músicos de heavy metal dos Açores; a Orquestra Modular Açoriana, este ano sob coordenação de Water Damage; a estreia de Ínsula, performance criada com pessoas residentes nos Açores no âmbito da proposta formativa do Ciclo; a residência da Escola de Música de Rabo de Peixe com Itiberê Zwarg e as propostas de criação para o Tremor Todo-o-Terreno, a cargo de Vera Morais e Curro Rodríguez. Uma nota para a palestra performance “As Camadas da Escuta: Música & Psicologia”, por Maria Tereza Maldonado e Itiberê Zwarg a ter lugar dia 25 de março pelas 11:00 na Aula Magna da Universidade dos Açores.

No plano expositivo, o festival integra duas propostas que aprofundam o diálogo entre arte, território e comunidade. A primeira resulta de uma parceria com o Centro Cultural da Caloura, enquanto a segunda, “cromofilia: apetece uma casa cor-de-rosa”, de Mariana Lopes, parte do trabalho de recolha de imagens que serviu de base à identidade visual do festival deste ano.

O Tremor 2026 reforça ainda a sua parceria com a Rádio Vaivém, rádio comunitária online açoriana, com a emissão de programas ao vivo durante o festival e um showcase de artistas emergentes. Esta programação inclui ainda a sessão “E temos o povo”, uma sessão de escuta coletiva que viaja até ao dia 25 de Abril de 1974. Paralelamente, o ciclo de conversas Ponto de Escuta dá voz aos artistas participantes, explorando temáticas presentes nas suas pesquisas e refletindo sobre o poder coletivo de criar, fazer acontecer e definir lugares através das práticas culturais e artísticas.

O Tremor tem ainda em venda bilhetes semanais e de fim-de-semana que dão acesso às atividades no Coliseu Micaelense e nas Portas do Mar.

FONTES SONORAS 2026

O projeto Fontes Sonoras regressa à mais bonita Aldeia das Fontes, em Leiria, entre 12 e 19 de abril, no florescer da primavera para a segunda residência artística de 2026.

A apresentação pública está prevista para 19 de abril pelas 15h30 e o público será convidado a acompanhar esta experiência de escuta expandida, onde gravações detalhadas do território se cruzam com o fluxo vivo do rio, revelando dimensões invisíveis e subtis do ambiente.

Matilde Meireles

Matilde Meireles é uma artista sonora e field recordist cuja prática artística tem sido descrita como algo que “gira como o rolo de um filme invisível”. O seu trabalho combina improvisação, gravação de campo e composição, criando aquilo que chama de “sonic drifts”: percursos de escuta que revelam as relações entre diferentes espectros sonoros, escalas e temporalidades dos espaços que habitamos.

A sua proposta passa por observar e amplificar os micro-movimentos sonoros da paisagem, especialmente nas margens do rio. A artista pretende realizar um trabalho detalhado de captação e documentação de sons normalmente inacessíveis ao ouvido humano, utilizando técnicas de gravação especializadas, incluindo hidrofones, que permitem escutar o interior do rio.

Ao longo de uma semana de residência, Matilde Meireles irá desenvolver um trabalho de investigação e criação centrado no rio Liz, propondo um percurso sensorial que a artista descreve como uma uma deriva 

sonora onde diferentes tempos, escalas e camadas de escuta se entrelaçam.

FONTES SONORAS #4

Na quarta residência de Fontes Sonoras, Gil Delindro chegou à mais bonita aldeia das fontes que desta vez se apresentava com uma paisagem diferente do costume, com árvores caídas e marcas da tempestade que passou por nós.

Gil Delindro apresentou três instalações diferentes, baseadas na utilização de materiais deixados para trás pela tempestade e na grande potência sonora que é a Nascente do rio nesta altura do ano.

Como um artista com experiência em trabalhar em contextos marcados por transformações do território, o Gil fez o que sabe melhor: meteu mãos à obra, retratou o local não como ele é mas como ele se encontra neste determinado momento temporal e no fundo, deixou a sua marca na aldeia e nas pessoas com se cruzou ao longo da residência

Agora, partilhamos o documentário que acompanhou o processo criativo e os dias que o artista passou nas Fonte

ALEX D'ALVA E RITA ONOFRE ATUAM JUNTOS A PARTIR DESTA SEMANA NA DIGRESSÃO LIVRE X BRUTA





















LIVRE, de Alex D’Alva, e BRUTA, de Rita Onofre, são dois novos discos que se encontram numa mesma tour de concertos — uma celebração da criação independente e da força de correr riscos em conjunto.

No EP LIVRE, editado a 4 de fevereiro numa edição de autor, Alex D’Alva explora a eletrónica como território de descoberta pessoal e coletiva: uma experiência dançável que cruza pop, club culture e experimentação, celebrando a liberdade como força criativa.

No álbum BRUTA, que foi recentemente editado a 18 de março, Rita Onofre apresenta um manifesto emocional e intenso, onde vulnerabilidade e poder coexistem em canções eletrónicas que tocam o espiritual e o físico.

Duas linguagens distintas, mas complementares.

LIVRE x BRUTA propõe um diálogo entre universos — o leve e o visceral, o íntimo e o comunal — revelando que a música independente em Portugal vive do encontro entre forças opostas que se reconhecem.

Num panorama onde o risco é raro, LIVRE x BRUTA é um gesto de coragem partilhada: dois artistas, duas visões, um mesmo impulso de criar e mostrar sem concessões.

A tour LIVRE x BRUTA vai passar pelo Lux Frágil (Lisboa) no dia 26 de março, Salão Brazil (Coimbra) no dia 27 de março, Maus Hábitos (Porto) no dia 3 de abril, INDIEROR (Chaves) no dia 9 de abril, Texas Club (Leiria) no dia 10 de abril e, por fim, pela Sociedade Harmonia Eborense/Noite Capote Música (Évora) no dia 11 de abril.

BILHETES LIVRE X BRUTA JÁ DISPONÍVEIS:

26 MAR - LUX FRÁGIL, LISBOA. AQUI
27 MAR - SALÃO BRAZIL, COIMBRA. AQUI
03 ABR - MAUS HÁBITOS, PORTO. AQUI
09 ABR - INDIEROR, CHAVES. AQUI
10 ABR - TEXAS CLUB, LEIRIA. AQUI
11 ABR - SHE, ÉVORA. AQUI

PEDRO MOUTINHO E HÉLDER MOUTINHO JUMTOS EM PALCO PARA CELEBRAR "OS POETAS CONVIDADOS"

 











Os irmãos Pedro Moutinho e Hélder Moutinho vão juntar-se em palco para celebrar o Fado e os poetas que tanto têm enriquecido o património artístico português. Mais do que um concerto especial, “Os Poetas Convidados” é um encontro de duas vozes de referência na atualidade que se juntam, agora, para dois espetáculos no Porto e Lisboa: dia 17 de junho, na Casa da Música; e dia 1 de julho, no São Luiz Teatro Municipal.

No Fado tradicional, as letras foram escritas, maioritariamente, por autores populares. A partir da segunda metade do século XX, surgiram nomes maiores da literatura que, embora não tivessem iniciado o seu percurso neste universo, acabaram por ser conduzidos até ele pela voz e sensibilidade de intérpretes como Amália Rodrigues, Carlos do Carmo, João Braga e Beatriz da Conceição. Entre esses poetas destacam-se David Mourão-Ferreira, Pedro Homem de Melo, Alexandre O’Neill, José Carlos Ary dos Santos e Pedro Tamen.
No final do século XX, mantendo-se a continuidade dos autores tradicionais, novos criadores começaram também a escrever para o Fado, oriundos da música pop, do rock ou da música tradicional portuguesa. Muitos eram – e continuam a ser – vozes relevantes da literatura contemporânea, convidados a contribuir para este património vivo. Entre eles, Manuela de Freitas, Maria do Rosário Pedreira, Vasco Graça Moura, Amélia Muge e João Monge.

Uma celebração rara, um encontro há muito aguardado em palco, dos irmãos Pedro e Hélder Moutinho.
Recorde-se que Hélder Moutinho é um dos mais destacados fadistas do século XXI, uma peça fundamental na engrenagem cultural de Lisboa. Mais do que um intérprete de voz profunda e magnética, é um criador de conceitos, um poeta e um produtor que tem dedicado a sua vida a expandir os horizontes da canção urbana de Lisboa, sem descurar as suas raízes mais profundas.
Já Pedro Moutinho, com mais de duas décadas de um percurso sólido e coerente, afirma-se como uma das vozes mais refinadas do Fado contemporâneo. Um percurso ímpar vivido intensamente com espetáculos por todo o país e também por todo o mundo.

Os bilhetes para o concerto na Casa da Música estão à venda na bilheteira da sala e on-line; e para o São Luiz Teatro Municipal, nos locais habituais e on-line.

MICROSSONS EM GRÂNDOLA COM NOVA DATA

 



















O Microsons Grândola 2026 já tem nova data para os concertos que haviam sido adiados devido às previsões meteorológicas adversas registadas no início de fevereiro. As atuações de Cristóvam e Jorge Cruz, inicialmente agendadas para o dia 7 de fevereiro no Cine Granadeiro - Auditório Municipal, terão agora lugar no dia 13 de junho, mantendo o mesmo local e horários.

Na altura, a organização decidiu adiar a programação prevista para esse dia após o comunicado emitido pela Proteção Civil de Grândola, que alertava para condições meteorológicas desfavoráveis. A decisão foi tomada em articulação com o Município de Grândola, priorizando a segurança do público, artistas e equipas técnicas.

Com a nova data agora confirmada, o Microsons regressa ao Cine Granadeiro - Auditório Municipal para completar a programação inicialmente prevista para Grândola. O concerto de Cristóvam terá início às 21h30, seguindo-se Jorge Cruz às 22h30, numa noite dedicada à música de autor portuguesa.

A edição de 2026 do Microsons reforça o caráter itinerante do festival, que tem percorrido diferentes cidades do país com uma programação centrada na proximidade entre artistas e público. Depois do sucesso da passagem por Palmela e da noites já realizada em Grândola com Jhon Douglas e Lena d’Água, o festival regressa agora à vila alentejana para completar a sua programação.

Promovido pela Luckyman Music, em parceria com o Município de Grândola, o Microsons afirma-se como um projeto cultural que valoriza a música de autor e a descentralização da oferta cultural, criando espaços de encontro entre artistas, comunidades locais e novos públicos.

Com a confirmação desta nova data, o Microsons Grândola encerra assim a programação prevista para a edição de 2026 na vila, mantendo a aposta num formato intimista e numa programação que destaca alguns dos nomes mais relevantes da música portuguesa contemporânea.

Microsons Grândola 2026

Cine Granadeiro – Auditório Municipal
13 de junho

Jorge Cruz - 22.30h
Cristovam - 21.30h