segunda-feira, 8 de junho de 2026

SOUTO ROCK ESTÁ A CHEGAR A BARCELOS





















O festival Souto Rock vai assinalar a 20.ª edição de apoio à música independente e alternativa a 10 e 11 de julho, na freguesia de Roriz, no concelho de Barcelos.

No dia 10, o Largo do Souto recebe concertos de OFFTIDES, Baleia Baleia Baleia, Madmess, The Rocket Mobsters e a noite termina com DJ Set de Dedos Bionicos + Lovers&Lollypops.

Já no sábado, sobem ao palco Jepards, Doutor Assério, Criatura-dança e Chat GRP. No Plátano Koberto, a dupla da ‘casa’ Carlos&Custódio vai fechar o festival num DJ Set que contará com vários convidados.

O Souto Rock é um festival organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Roriz desde 2005, que junta nomes emergentes da música nacional num ambiente de convívio típico das festas do Minho. Conta com o apoio do Município de Barcelos e Junta de Freguesia de Roriz.

Todos os espetáculos do Souto Rock são de entrada livre e o campismo é gratuito.

Documentário estreia a 26 de junho

No âmbito das celebrações dos 20 anos e da 20.ª edição, o Souto Rock vai estrear um documentário comemorativo realizado por Mário Negrão. A exibição está agendada para 26 de junho, no Salão Paroquial de Roriz, em Barcelos.

TATIANA DUARTE E JIMMY P JUNTOS EM "TENTAR"





















Tatiana Duarte
acaba de lançar "Tentar", o seu novo single, que conta com a participação de Jimmy P. 

Com influências de pop, R&B e música urbana, "Tentar" fala sobre aquelas relações que parecem nunca chegar verdadeiramente ao fim. Entre afastamentos, reencontros e promessas que ficam pelo caminho, a canção retrata duas pessoas que continuam a voltar uma para a outra, mesmo quando sabem que talvez não o devam fazer.

A ideia da música surgiu durante o processo de escrita de Tatiana Duarte, que rapidamente sentiu que a história precisava de duas perspectivas. O convite a Jimmy P surgiu de forma natural, dando voz ao outro lado da relação retratada na canção.


"Quando comecei a escrever 'Tentar', percebi que a música precisava de mostrar os dois lados de uma relação marcada por avanços, recuos e segundas oportunidades. O Jimmy P foi a primeira pessoa em quem pensei. Apesar de ter lançado 'Valer a Pena' em 2015, foi em 2016 que alguém muito especial me mostrou essa canção. É um tema que me traz muitas memórias e, desde então, acompanho e admiro o trabalho dele. De certa forma, 'Tentar' acaba por ser inspirada nessa história e nessa fase da minha vida, por isso fez todo o sentido convidar o Jimmy para dar voz à perspectiva masculina da canção e fazer parte desta narrativa", refere Tatiana Duarte.

Para Jimmy P, o desafio passou por entrar numa história já iniciada e acrescentar-lhe uma nova leitura.

"Quando a Tatiana me mostrou o tema, senti que havia espaço para uma conversa real. Gostei da forma como ela expõe o que sente e achei interessante poder entrar na música para mostrar que, do outro lado, também existem dúvidas, falhas e coisas por resolver."

O lançamento é acompanhado por um videoclipe conceptual que transporta a dinâmica da canção para o universo de uma negociação contratual. Num cenário onde exclusividade, confiança e compromisso são discutidos como cláusulas de um acordo, o vídeo explora de forma simbólica os limites e as condições que muitas vezes tentamos impor às relações.

"Tentar" já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

NOTÍCIAS OMNILAB















O OMNILAB #7 aconteceu entre 30 de março e 5 de abril, no Serra – Espaço Cultural, e voltou a transformar uma semana em dias cheios de música e momentos bonitos que vão ficar na nossa memória. Agora chegou o momento de partilhar o trabalho realizado pelos nossos jovens músicos e as datas da próxima semana de residência que vai acontecer ainda este ano!

Nesta 7ª semana de residência, a Constança na voz e guitarra acústica , o Simão na bateria; o Tiago na guitarra elétrica , o Óscar na voz e guitarra elétrica e o Eduardo no piano e sintetizadores, conheceram-se pessoal e artisticamente, e viveram uma semana em modo banda.

Juntos trouxeram à vida a uma versão da música Tan Line da artista Lisa Sereno e um original Viagem-Destino, uma música indie rock cantada em português perfeita para acompanhar a chegada dos dias de verão, que conta ainda com um videoclipe que demonstra a viagem pela semana de residência, onde os 5 jovens nos deixam entrar um pouco na sua vida e perceber como foi o seu dia a dia a viver e respirar música durante uma semana.

INSCRIÇÕES ABERTAS OMNILAB #8

Depois de uma semana mágica como esta ficámos com vontade de mais!

Por isso, anunciamos agora que as inscrições para o OMNILAB #8 já estão abertas!

A próxima edição vai decorrer entre 1 e 7 de setembro, no nosso querido Serra – Espaço Cultural, onde um novo grupo de jovens dos 14 aos 21 anos voltará a viver uma semana intensa de criação, descoberta, amizade e muita música. As inscrições decorrem até 17 de julho.

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÕES


Para realizar a inscrição no Omnilab #8, basta preencher o formulário de inscrição e enviar um vídeo a tocar um instrumento ou cantar, seja original ou cover. Em caso de dúvida contactar através de geral@omnichord.pt 

Com mais de trinta participantes ao longo das suas edições, 8 músicas originais, várias versões de temas de artistas da Omnichord, videoclipes, um vinil, uma edição dedicada às almas jovens com mais de 60 anos e ainda um concerto que reuniu as 4 primeiras edições, o Omnilab é um projeto que continua a reinventar-se graças à criatividade, vontade e energia de todos os que dele fazem parte, principalmente dos nossos jovens músicos que edição após edição continuam a encarar o Omnilab com seriedade e felicidade e a mostrar o porquê deste projeto fazer sentido.

NOVO SINGLE DE MEU GENERAL

 



















A Programação Segue dentro de Momentos” é novo álbum de originais de Meu General.

Com uma forte identidade rock , destaca-se pela sua intensidade sonora e pela autenticidade das guitarras, trazendo uma abordagem moderna sem perder a essência .

Será editado em formato Vinil ,CD e e formato Digital,numa aposta que valoriza o objeto físico e o colecionismo musical.

O lançamento oficial tem data marcada para o dia 22 de Julho.

” Quero e Não Quero” é uma canção carregada de energia, atitude e sonoridade crua, que promete marcar esta nova etapa do grupo.

Meu General afirma-se como uma das propostas mais genuínas do panorama rock atual, apresentando um tema intenso, direto e feito para se ouvir alto.

Neste álbum, a banda conta com a participação especial de João Cabeleira, dos Xutos & Pontapés, na canção “Se Esperas”

Edição Independent Records
Edição Digital - Farol Musica
Agenciamento – Xinfrim

No dia de edição a 22 de Julho será realizado um evento sui generis no Arda Recorders Studios(Porto), tendo como

convidado Especial: João Cabeleira - Xutos & Pontapés. Fiquem atentos.

No dia 10 de Julho a banda vai estar em concerto em Cinfães (Paúves), a convite do Motoclube Cinfanense

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VASCO MENDONÇA APRESENTA NOVO DISCO

 



















3 de junho, 16h, Casa da Música, Sala Cibermúsica
(conversa sobre o disco e visualização de vídeo, com convidados)

O compositor português Vasco Mendonça apresenta o seu terceiro álbum, “Third Places”. O disco reúne um conjunto de interpretações de referência e conta com a participação de nomes incontornáveis da música contemporânea internacional, entre os quais o contratenor Iestyn Davies, a mezzo-soprano Barbara Kozelj, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, o ensemble Het Muziek e os maestros Brad Lubman e Ernest Martínez Izquierdo.


Mais do que um registo discográfico, “Third Places” afirma-se como um espaço de reflexão artística e política sobre o presente. Inspirado no conceito de 'terceiro espaço' de Ray Oldenburg - um espaço para além da casa e do trabalho onde a vida comunitária acontece, o título do álbum remete para os lugares onde estas obras ganharam vida, a Casa da Música e o Muziekgebouw aan ’t IJ, em Amesterdão: territórios de encontro, diálogo e resistência cultural. Para Vasco Mendonça, estes espaços simbolizam “a capacidade de elevar a forma como comunicamos uns com os outros e de resistir aos nossos impulsos mais primitivos e violentos”.

A voz ocupa o centro gravitacional deste trabalho. As composições exploram a dimensão teatral, íntima e política da expressão vocal, convocando textos de elevada carga social e emocional para criar um espaço partilhado de escuta e questionamento sobre o estado atual do mundo.

Uma das obras centrais do disco nasce de uma inquietação profundamente contemporânea. Inspirado pelo turbulento clima político norte-americano após as eleições de 2016 e pela descoberta da poesia de Terrance Hayes e Tracy K. Smith, Vasco Mendonça compôs um ciclo de canções inicialmente concebido para voz e percussão, posteriormente transposto para orquestra. O resultado é descrito pelo compositor como “uma espécie de folclore imaginário da América”, onde coexistem excesso, transcendência, fascínio e medo.

O álbum inclui ainda uma reinvenção de materiais da ópera “Bosch Beach”, criada em 2016 para as celebrações dos 500 anos da morte de Jheronimus Bosch, por encomenda da fundação holandesa Stichting Bosch 500. A partir de um libreto do escritor Dimitri Verhulst, a obra refletia sobre a crise migratória europeia através de um retrato mordaz da indiferença humana. Em “Third Places”, Mendonça revisita parte desse material musical para construir uma incisiva reflexão sobre o discurso político contemporâneo, transformando os números da ópera em arquétipos de campanhas eleitorais, populismo e comunicação performativa.

American Settings foi gravado ao vivo em 19 de abril de 2024 na Casa da Música Porto
Three Speeches and a Technique foi gravado ao vivo em 16 de março de 2025 em Muziekgebouw aan 't lj por NTR
Engenheiro: Hugo Romano Guimarães
Editora: Holuzam
Imagem da capa: © Inês d'Orey

Entre contemplação e confronto, lirismo e tensão política, “Third Places” posiciona-se como um dos projetos discográficos mais ambiciosos da criação musical portuguesa contemporânea, propondo uma experiência simultaneamente estética e crítica, onde música e pensamento se cruzam de forma visceral.

“Third Places” vai estar disponível em vinil e nas plataformas digitais. De destacar que a versão digital do disco vai incluir uma peça extra, “Marathon”, onde é explorada a analogia entre música e corrida de longa distância, criando uma obra onde o tempo se transforma através da respiração, da pulsação e da repetição ritualizada do movimento e do corpo, em constante tensão entre exaustão e sobrevivência.

MIA BENITA JUNTA-SE A MURTA NO NOVO SINGLE 'DÁ-ME A MÃO'





















Fotografia: Diogo Noversa

Produzida por LEFT., a canção Pop e R&B antecipa o primeiro EP da cantora e compositora, com lançamento previsto para o último trimestre deste ano.

Mia Benita continua a revelar o seu universo e identidade artística com o novo single 'DÁ-ME A MÃO', uma parceria com Murta, já disponível nas plataformas digitais. Escrito pela dupla com o produtor LEFT. (Fernando Daniel, INÊS APENAS, Diogo Piçarra), o tema Pop e R&B apresenta uma energia leve, descontraída e luminosa e uma narrativa sobre presença, conexão emocional e liberdade.

'DÁ-ME A MÃO', afirma Mia Benita, "fala sobre viver verdadeiramente o presente sem medo - algo que muitas vezes é difícil. É sobre sentir o momento sem ficar preso ao passado ou ansioso com o futuro. É uma música sobre conexão, liberdade emocional e a importância de simplesmente deixar acontecer. Gostava que esta canção pudesse ser vista como um hino à reconciliação, à empatia e à importância de estarmos presentes uns para os outros sem condições, sem divisões e sem pensarmos constantemente nas diferenças ou nos conflitos que nos afastam. No final, o que importa é sentir, apoiar e viver o momento com verdade".

Acompanhado por um videoclipe realizado por Bruno Ferreira com assistência de realização por Thomas Zimmermann, 'DÁ-ME A MÃO' dá seguimento ao caminho iniciado com 'MALMEQUER', o single anterior, aprofundando a sonoridade fortemente influenciada pela estética dos anos 2000, mas agora com uma abordagem mais íntima, nostálgica e emocional. A colaboração com Murta surgiu de forma espontânea e rapidamente evoluiu para uma sessão em estúdio.

"O Murta enviou-me uma mensagem super querida de apoio quando lancei a ‘Separar’, a minha primeira música em português. Foi totalmente inesperado, porque eu não o conhecia pessoalmente - era apenas fã dele e da sua música e até ia aos concertos. Pouco tempo depois surgiu-me a ideia de o convidar para colaborar, porque senti que a energia, assim como a voz dele, fariam sentido num tema comigo", revela Mia Benita. "O processo em estúdio, foi bastante rápido, espontâneo e genuíno. Tudo começou com um beat criado pelo LEFT. e, a partir daí, fomos improvisando melodias e ideias em freestyle. A química surgiu logo nos primeiros minutos e muitas das ideias iniciais acabaram por ficar na versão final da música. Foi daqueles momentos em que tudo flui sem esforço e em que sentimos imediatamente que estamos a criar algo especial", acrescenta a artista.

'DÁ-ME A MÃO' marca mais um passo na construção do universo artístico de Mia Benita. O tema serve de antecipação ao EP de estreia da cantora e compositora, com lançamento previsto para o final deste ano. "Sinto que estou mais confiante do que nunca no processo de descobrir e consolidar a minha identidade artística. Estou preparada para mostrar o meu universo ao mundo e tenho trabalhado imenso, com muita dedicação e foco naquilo que quero construir. Vou lançar mais singles ao longo dos próximos meses até chegar ao EP. Quero continuar a evoluir, arriscar e tentar deixar a minha marca na música portuguesa com autenticidade, atitude e personalidade", afirma a cantora.

'DÁ-ME A MÃO' confirma Mia Benita como um dos novos nomes a acompanhar na música nacional, reafirmando a sua identidade Pop e R&B. Já disponível nas plataformas digitais, este novo single antecipa outros lançamentos rumo ao EP de estreia da artista.

Mia Benita nasceu em Lisboa e cedo demonstrou ter uma forte aptidão musical. Cresceu rodeada de música e logo percebeu que essa é uma forma de arte através da qual é natural expressar emoções, embora na altura ainda não as soubesse explicar por palavras. Teve aulas de canto desde os 8 anos, estudou piano, guitarra e teoria musical e frequentou workshops e cursos de interpretação na área do Teatro, que contribuíram para desenvolver a sua escrita e capacidades performativas.

Deu-se a conhecer ao público em 2021, ao participar no The Voice Kids, da RTP, uma experiência marcante, pela aprendizagem e crescimento. Acompanhada pelo mentor Carlão, Mia Benita ganhou confiança, contacto com o palco e uma maior consciência artística. Chegou à final do programa e, posteriormente, colaborou com Carlão no single 'Na Margem' e participou no concerto do artista no Campo Pequeno, em Lisboa.

Em 2022, Mia Benita deu início ao seu percurso discográfico em nome próprio, com o lançamento do single 'Sometimes'. No ano seguinte edita 'FIRE' e é Finalista do Songwriter Competition 2023 - Song Academy (Inglaterra). Ainda em 2023 lança 'Separar', faixa coescrita com LEFT. e Clara Duailibi e nomeada para duas categorias nos International Portuguese Music Awards (EUA), "Performance Pop" e "Canção do Ano". Já em 2024 colabora com a editora Nova-Iorquina Nervous Record e o influente DJ e produtor Oscar G (Madonna, Donna Summer, Pet Shop Boys). Por esta altura atuou em salas e eventos como o Capitólio e as Festas do Seixal e as suas músicas chegaram às rádios nacionais e internacionais, nomeadamente no Luxemburgo e Canadá.

A era mais promissora e determinante no percurso de Mia Benita tem início em março de 2026, com o single 'MALMEQUER', um tema Pop e R&B escrito e composto com LEFT. (Diogo Piçarra, INES APENAS, Fernando Daniel). O produtor voltou a encontrar-se em estúdio com a compositora para o single seguinte, 'DÁ-ME A MÃO', uma parceria com Murta escrito pelo trio, que apresenta uma energia leve, descontraída e luminosa e uma narrativa sobre presença, conexão emocional e liberdade.

sábado, 6 de junho de 2026

PROGRAMA DE 06/06/26

1 - So Dead - Roadkill
2 - Atomic Vandals - Pretty in pink
3 - Spray - Saudade (c/ Joana Rosa)
4 - Tsunamiz - Slide
5 - Electric Man - New wave
6 - Wipeout Beat - Endless road
7 - Sensible Soccers - Fim
8 - This Penguin Can Fly - The lightning bolts are here!

9 - Kara Konchar - Apocalipse
10 - António Cova e Oko Yono - Linha do Oeste
11 - Lisboa Negra - Morremos sós
12 - La Chanson Noire - Bordel de lucifer
13 - Spreader - Perfilados de medo
14 - mARCIANO - Bisectriz

CROW MACHINE LANÇAM O NOVO SINGLE "NOT A BEAT"

 



















Já disponível em todas as plataformas digitais

A banda portuguesa Crow Machine acaba de lançar o seu mais recente single, "Not a Beat", um tema intenso e emocional que combina atmosferas cinematográficas, rock alternativo contemporâneo e influências industriais numa identidade sonora única.

Disponível em todas as principais plataformas digitais, "Not a Beat" representa um novo passo na evolução artística da banda. A canção aborda temas como a distância emocional, a transformação e as ligações humanas que existem para além dos ritmos mecânicos da vida moderna.

Sustentado por paisagens sonoras envolventes, melodias marcantes e uma intensidade crescente, o tema conduz o ouvinte numa viagem emocional que culmina num refrão poderoso e memorável, refletindo a visão artística singular dos Crow Machine.

A essência da canção encontra-se resumida numa frase que acabou por se tornar o seu manifesto:

"Not a beat, but a tide. Two bodies learning distance."

Mais do que um simples lançamento, "Not a Beat" reforça a aposta da banda na criação de música emocionalmente impactante e artisticamente ambiciosa. Cruzando elementos de rock alternativo, eletrónica atmosférica e narrativa cinematográfica, os Crow Machine continuam a construir um universo sonoro próprio e distintivo.
UMA VOZ PRÓPRIA NA MÚSICA ALTERNATIVA

Num panorama musical cada vez mais saturado de fórmulas previsíveis, os Crow Machine destacam-se pela capacidade de unir intensidade emocional, produção contemporânea e uma forte identidade visual.

As suas influências atravessam o rock alternativo, o industrial e a eletrónica atmosférica, resultando numa proposta artística coerente, moderna e facilmente reconhecível.

Com uma presença crescente junto do público e uma visão artística que ultrapassa a música para abraçar também a componente visual, os Crow Machine afirmam-se como uma das propostas emergentes mais interessantes da nova música alternativa portuguesa.

Instagram: https://www.instagram.com/crow.machine.music/
Facebook: https://www.facebook.com/crow.machine/
Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3jjQD1R0Wl8NyoNIgg9b8o
YouTube: https://www.youtube.com/@Crow-Machine

PROGRAMA DE 05/06/26

1 - Navegantes da Rua - Guterres
2 - Flora - Now thar we know
3 - Black Pig Meat - Savana
4 - Rafael Toral - Easy living
5 - This Penguin Can Fly - The lightning bolts are here!
6 - Sensible Soccers - Pássar
os
7 - Lisa Sereno - Mystery
8 - Minta & The Brook Trout - Cantaloupe
9 - Tracy Vandal & John Mercy - To remember who you were (c/ Alex Kapramos)
10 - Victor Torpedo e António Olaio - Where Paris used to be
11 - Noiserv - A long journey in a little train to Poland



NOVO SINGLE DE PEDRO BRANCO





















Quatro anos depois da sua estreia a solo com “A Narrativa Épica do Quotidiano” e depois de várias maventuras como líder e co-líder dem projectos (Tape Junk & Pedro Branco, Branco toca Marco Paulo e Old Mountain), Pedro Branco volta a editar mem nome próprio, de forma independente e em jeito dem homenagem, uma versão de Fausto Bordalo Dias da canção “Não Canto Porque Sonho” . O lançamento está previsto para o dia 1 de Julho, dia que marca dois anos do falecimento de uma das maiores figuras da cultura portuguesa.

Este single é a primeira amostra do novo disco a solo de Pedro Branco, com data prevista para o próximo ano. A relação de Branco com Noiserv e Tipo já vem de longe, sendo parceiros na banda You Can’t Win, Charlie Brown e contando com diversas participações nos seus próprios projectos a solo. Entre 2022 e 2024 fazem uma extensa tour a apresentar o disco a solo de Branco onde tocam de forma contínua esta versão, sendo por isso a ponte perfeita para este novo capítulo dam carreira do guitarrista.

Em 2022 Pedro Branco fez também parte da banda que acompanhou Fausto Bordalo Dias naqueles que viriam a ser os seus últimos concertos, a celebração dos 40 anos de Por Este Rio Acima, com dois concertos emotivos numa Aula Magna completamente esgotada.

“A música do Fausto sempre me maravilhou desde novo, tanto a riqueza melódica e harmónica das suas canções bem como a poesia com imagens que tinham tanto de tangível como de fantástico. Eu gostava de dizer que o Fausto foi uma inspiração, mas a qualidade do seu génio é tão inalcançável que parece quase redutor pô-lo nestes termos. Considero que o que fizemos foi, mais do que uma versão, uma humilde homenagem a um mestre absoluto da palavra, da língua e do sentir, e só me resta esperar que este nosso contributo possa tocar a alguém pelo menos uma ínfima parte daquilo que a sua música me tocou a mim e
aos meus companheiros”.

Pedro Branco

A música foi gravada de forma caseira, em casa e no estúdio de cada um dos nmúsicos, com a produção a ficar a cabo de Pedro Branco. A música foi misturada e masterizada por Eduardo Vinhas nos Golden Pony Studios e a foto da capa do single é da autoria do João Hasselberg.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

NOVO ÁLBUM DE RICARDO SAVEDRA: MÁQUINA DO TEMPO





















Ricardo Jorge Romão Zorrinho nascido a 14 de agosto de 1979 na Vila de Alcochete Distrito de Setúbal, O seu percurso, começou por ser traçado de forma distinta aos 9 anos de idade entre a música ligeira e recusa ficar preso a géneros e a escolas musicais. Assume algumas influências no panorama do pop/rock clássico que atualmente ainda estão presentes nas suas sonoridades. Após o lançamento do álbum Voltar a Amar em 2021, veio despertar a enorme vontade em ter um álbum inteiro de sua autoria, em 2024 iniciou-se esse trajecto com o seu primeiro single, e agora em 2026 o lançamento do álbum: Máquina do Tempo.

Link Directo Para as Plataformas Digitais do Álbum - Máquina Do Tempo
 
Como definir este trabalho mais recente?

O álbum tem uma energia nostálgica que evoca de forma marcante a pop dos anos 90, fazendo uso de elementos musicais e de uma sonoridade característica dessa era, incluindo as bases em sintetizadores, acordes envolventes e solos de guitarra ou até mesmo de saxofone que se destacam. A produção ficou a cargo de Paulo Martins, conhecido por trabalhar com grandes nomes como Rita Guerra entre outros, garante que cada componente sonoro seja perfeitamente calibrado para criar uma experiência auditiva única. 

Este álbum é uma verdadeira representação do artista, capturando a sua essência e personalidade. A alegria contagiante presente na música é complementada por uma mensagem de amor, esperança e alguma nostalgia, uma celebração da continuidade e da força dos sentimentos verdadeiros.

Ricardo Savedra, com seu novo álbum, traz um trabalho repleto de emoção genuína e uma autenticidade que promete tocar o coração do público. O artista não só oferece uma experiência rica em estúdio mas também se compromete a levar essa mesma energia para as suas apresentações ao vivo, onde planeia uma aproximação com os seus fãs de uma forma mais directa através da venda de CDs autografados, oferecendo algo tangível para todos aqueles que admiram o seu trabalho.

MARGARIDA REVELA HOJE O ÁLBUM DE ESTREIA "DESCONHECE-ME"





















Com apenas 18 anos, Margarida edita hoje "Desconhece-me", o seu álbum de estreia. O disco reúne 15 canções escritas ao longo dos últimos anos e apresenta, pela primeira vez em formato longo, o universo criativo de uma das mais promissoras novas vozes da música portuguesa. "Deconhece-me" já está disponível em todas as plataformas digitais.

Depois dos temas já conhecidos "Repreendida", "Ninguém de Confiança" e "Só a Mim", chega agora o retrato completo de uma artista que tem encontrado na escrita o seu principal espaço de expressão. Construído a partir de canções nascidas em diferentes momentos, "Desconhece-me" revela uma linguagem íntima e observadora, onde as experiências pessoais se transformam em histórias abertas à identificação de quem as escuta.

Sem procurar respostas definitivas, o álbum percorre emoções, relações e inquietações que marcaram os últimos anos da vida da artista. Ao longo das suas 15 faixas, Margarida cruza vulnerabilidade e lucidez, construindo um conjunto de canções que ganham força na forma desarmada como olha para si própria e para os outros.

Nascida em 2007, em Vila Real, Margarida começou a escrever canções ainda muito cedo e encontrou na música a sua principal forma de expressão. Apesar de ter iniciado o seu percurso discográfico há apenas um ano, já esgotou o Grande Auditório do Teatro de Vila Real em nome próprio, foi convidada para a primeira parte dos concertos de Mari Froes no Porto, Braga e Lousada, e participou também em espetáculos de Miguel Araújo, Nena e Carolina de Deus.

Com "Desconhece-me" agora disponível em todas as plataformas digitais, Margarida prepara-se para levar as novas canções aos palcos. Os próximos concertos já confirmados incluem as Festas da Cidade de Vila Real, a 10 de junho e concertos em nome próprio, no Cinema Passos Manuel, no Porto, a 12 de novembro, e na Casa das Artes de Miranda do Corvo, a 14 de novembro. Aos 18 anos, Margarida dá passos firmes no início de uma carreira que se adivinha longa e “Desconhece-me” reforça a ideia de que se está a acompanhar o crescimento de uma artista com identidade, frescura e maturidade invulgares.

10 de junho — Festas de Vila de Real, Vila Real 
21 de julho — a anunciar 12 de novembro — Cinema Passos Manuel, Porto 
14 de novembro — Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo 

DE OLIVEIRA LANÇ SINGLE















"Tens Razão" une pop emocional e produção eletrónica num single feito para os grandes momentos coletivos. Hugo de Oliveira, artista natural de Guimarães que cruza fado, pop e rock contemporâneo, lança o single, numa versão remix assinada por RIOT, produtor e DJ reconhecido pelo seu percurso nos Buraka Som Sistema.


O tema chega às plataformas como uma das apostas mais sólidas da música portuguesa para o verão de 2025: acessível, emocional e construído para durar além da estação.

Mais do que uma colaboração, "Tens Razão" é um encontro entre dois universos criativos que raramente se tocam: a sensibilidade melódica e íntima De Oliveira, habituado a transformar experiências do quotidiano em histórias universais e e a assinatura eletrónica vibrante de RIOT, um dos nomes mais credenciados da produção musical portuguesa na última década.

Depois do lançamento daquela que foi a música que, em Outubro do ano passado, teve 650mil visualizações no YouTube, surge agora esta nova remix que promete trazer ainda mais ritmo e energia, consolidando-se num som singular. 

"A colaboração surgiu de forma muito natural. O convite ao RIOT fez todo o sentido pela sua capacidade de trazer uma sonoridade moderna e energética. Ambos depositámos neste trabalho autenticidade, boa energia e a vontade de criar algo que conecte as pessoas."

— Hugo de Oliveira

"Quis criar algo leve, muito verão, mas sem cair numa música descartável. Uma música que possas ouvir numa discoteca, numa viagem de família, num sunset ou até enquanto lavas a loiça."

— RIOT

A PERTINÊNCIA DO TEMA

Num panorama musical onde o verão português é dominado por influências externas, "Tens Razão" é uma aposta deliberada na identidade local, com letra em português, produção de nível internacional e uma mensagem que celebra a partilha, a emoção coletiva e a leveza das relações humanas. É uma música que funciona no Spotify, numa festa ou no carro com os amigos.

O resultado é um cruzamento entre a sensibilidade melódica e emocional de Hugo de Oliveira e a assinatura eletrónica vibrante de RIOT, criando um tema versátil, pensado tanto para as pistas de dança como para acompanhar os momentos simples do quotidiano.

“Tens Razão” afirma-se assim como uma canção agregadora, carregada de ritmo, emoção e identidade portuguesa, capaz de unir diferentes gerações e ambientes num mesmo sentimento de celebração.

Com este lançamento, Hugo de Oliveira reforça o seu percurso enquanto artista independente, apostando numa música autêntica, próxima das pessoas e marcada pela liberdade criativa.

SOBRE HUGO DE OLIVEIRA

Natural de Guimarães De Oliveira constrói uma linguagem musical própria que cruza tradição e modernidade, fundindo influências da música tradicional portuguesa, do fado, do pop e do rock contemporâneo. As suas canções destacam-se pela dimensão emocional, pelas letras intimistas e pela capacidade de transformar experiências do quotidiano em histórias universais. Com este lançamento, reforça o seu percurso enquanto artista independente, apostando numa música autêntica e próxima das pessoas.

SOBRE RIOT

DJ e produtor português, RIOT é um dos nomes mais reconhecidos da música eletrónica nacional, com um percurso que inclui anos de trabalho nos Buraka Som Sistema — coletivo que colocou Portugal no mapa da música eletrónica mundial. A sua capacidade de fundir sonoridades globais com identidade portuguesa torna-o uma referência incontornável.

Data de lançamento: 5 de junho de 2026
Disponível a partir do dia do lançamento, em todas as plataformas digitais (Spotify, YouTube, Apple Music)
Colaboração: Hugo de Oliveira + RIOT (Buraka Som Sistema)
Género: Pop contemporâneo / Electronic · Verão 2026

LIKA FEAT. LUIZ CARACOL NAS PLATAFORMAS DIGITAIS





















Lika
nasceu no Cazaquistão. É cantora, guitarrista e compositora, vive em Portugal há 10 anos e escreve todas as suas canções.

O novo single, “O Meu Salmo", conta com a participação especial de Luiz Caracol.

"O Meu Salmo" fala-nos do vazio, de solidão, do querer, de recomeços e desilusões. Uma história triste que nos agarra e comove, muito sentida, que nos dá esperança com um solo de guitarra a cheirar a rock 'n’roll, para a seguir nos deixar cair, lentamente, no colo da realidade. 

“Esta canção foi escrita em Lisboa, na Praça do Comércio, com os olhos mergulhados no rio e as costas viradas para o Arco da Rua Augusta”. – confidencia-nos Lika.

O vídeo tem estreia marcada para as 21h.

LUÍSA SOBRAL EDITA NOVO SINGLE





















Fotografia: Kenton Thatcher
Design: Marta Castro

"Cartas de Desamor" é o oitavo álbum de Luísa Sobral e assinala a sua aproximação à música tradicional portuguesa. Explorando novos territórios, este trabalho nasce como um renascimento criativo e emocional após um período de maior introspecção. Sem nunca perder o foco nas letras e na canção de autor, a compositora cruza a sua identidade com os ritmos e as percussões da nossa cultura.

A produção ficou a cargo de Ricardo Dias (que já colaborou com grandes nomes, como Fausto e Vitorino) e o disco conta com algumas participações especiais. Disponível a partir de 9 de Outubro, "Cartas de Desamor" afirma-se, assim, como uma celebração da reinvenção, que une o passado e o presente da música portuguesa.

A artista apresentará este novo trabalho em Lisboa, no dia 11 de Novembro, no Teatro Tivoli BBVA, e no Porto, a 16 de Novembro, na Casa da Música. Os bilhetes estão a partir de hoje disponíveis.

Teatro Tivoli BBVA - 11 de Novembro
Casa da Música - 16 de Novembro

"Felicidade" é o primeiro single, já disponível em todas as plataformas digitais.

O single "Felicidade" dita o tom de uma nova fase: nascida do pulsar de um adufe, a canção surge como o primeiro raio de sol após a tempestade, celebrando o regresso da alegria. É algo diferente de tudo o que já fiz, mas é essa a magia da arte, a possibilidade de nos reinventarmos, partilha a artista.

NOVO SINGLE DE MARA





















Chega hoje às plataformas digitais o novo single de Mara, “Só Gente”. Este é o segundo tema conhecido do álbum que será editado no final deste ano, do qual já conhecíamos “Emergir”. A canção hoje editada tem a autoria de A Garota Não.

"“Só Gente” nasceu da vontade profunda de cantar o amor sem fronteiras, sem género, sem medo, sem a necessidade de justificar aquilo que é tão natural e humano. Cantar o amor como ele é: verdadeiro, livre e igual em qualquer corpo.

Quando convidei a Cátia — A Garota Não — para também ela ser semente neste novo disco, partilhei-lhe essa vontade. E ela devolveu-me esta canção tão bonita, tão inteira e tão cheia de humanidade.

A Cátia, alma bonita, tem um coração enorme e uma forma muito especial de olhar para o mundo e transformá-lo em canção. Há uma verdade desarmante nas palavras dela, uma delicadeza firme, uma coragem rara. E esta música chegou até mim exatamente assim: como um grito e um abraço ao mesmo tempo.

“Só Gente” ficou imediatamente num lugar muito particular dentro de mim. Porque não tenta explicar o amor. Apenas o olha como ele é. Puro. Humano.

É daquelas canções que sinto no corpo inteiro. Como um hino de amor. Uma manifestação de liberdade. Um lugar onde o amor não precisa pedir licença para existir.

Cantá-la é dizer que no fim de tudo, antes dos rótulos, antes do medo, antes de tudo o que nos tenta separar... somos só gente. Gente que ama, que sonha, que sente. Só gente."

Mara

O tema tem letra e música de A Garota Não e arranjos e produção de Sérgio Miendes e Mara. Conta com Mara na voz, Sérgio Miendes na guitarra, João Godinho no piano, Diogo Sousa na bateria e um coro composto por Aline Bernardo, Ana Beato, Ana Silvestre, Colectivo dos Remédios, Nuno Veras, Patricia Claudino, Rita Dias, Rolando Galhardas, Sofia Ângelo, Sofia Nunes, Ophelia e Tiago Mendes.
A fotografia é de Inês Sambas, a arte gráfica de Vanda Sim Sim e o design de Ana Polido.

“Só Gente” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

SOBRE MARA

Mara é cantora e compositora portuguesa. Cresceu num contexto em que o cante e o fado faziam parte do quotidiano, mas cedo sentiu que a sua voz precisava de atravessar fronteiras, afirmando-se numa linguagem musical contemporânea que combina tradição, autoria e interpretação.

A sua voz é profunda, expressiva e versátil, capaz de habitar tanto a delicadeza como a intensidade.
Ao longo do seu percurso, colaborou com artistas de diferentes geografias e linguagens, como Chico César, Kepa Junkera, A Garota Não, Selma Uamusse, Uxía, Luís Varatojo, entre outros, e participado em projetos de criação para cinema, teatro e dança.

Paralelamente, mantém um trabalho continuado com comunidades do Alentejo, dirigindo coros e dinamizando oficinas de voz que promovem a participação cultural e a criação coletiva, reforçando a dimensão social e comunitária da música.

Nos últimos anos, tem assumido a direção musical e artística do projeto Vozes de Abril.

Participou em festivais e circuitos profissionais em Portugal e no estrangeiro, passando por contextos tão diversos como o Bons Sons, EXIB Música, Atlantic Music Expo, WOMAD Cáceres, Mercat de Música Viva de Vic, entre outros, levando a sua música a Portugal, Espanha, França, Itália e Cabo Verde.

SQUARE REGRESSA EM 2027










Depois da estreia em 2025, o SQUARE regressa para a sua segunda edição entre os dias 27 e 30 de janeiro de 2027. Mantendo a sua estrutura de festival-convenção dedicada à música nascida nas margens do Atlântico, o evento volta a afirmar-se como uma plataforma de encontro entre artistas emergentes e profissionais do setor da música, promovendo a circulação artística e o diálogo entre diferentes territórios e comunidades criativas.

Em 2027, o SQUARE continua a ter como epicentro da sua programação a cidade cidade de Braga, onde decorrerá toda a programação da conferência, de clubbing e o dia maior de concertos (sábado, 30 de janeiro). Ao longo dos primeiros três dias o festival organizará algumas extensões às cidades de Famalicão, Guimarães e Viana do Castelo, reforçando a colaboração intermunicipal e o compromisso com a descentralização cultural. Ao longo de quatro dias, o festival combinará concertos, showcases, conferências, conversas e momentos de networking, distribuídos pelos diferentes territórios parceiros. Através da música, o evento convida, ainda, à descoberta de espaços históricos, culturais e naturais das cidades anfitriãs.

Num contexto de constante transformação da indústria musical, o SQUARE continua a distinguir-se pela criação de uma plataforma de networking focada em profissionais comprometidos com diversidade, inovação e desenvolvimento sustentável de cenas musicais independentes. Com um olhar direcionado para artistas e agentes culturais que vivem e trabalham nos territórios banhados pelo Atlântico, o festival pretende fortalecer ligações entre programadores, promotores, editoras, festivais e estruturas culturais de diferentes geografias.

A segunda edição manterá igualmente uma forte aposta em colaborações locais, nacionais e internacionais, contando novamente com parceiros de programação que irão contribuir para a construção artística e profissional do evento. Os nomes dos parceiros envolvidos nesta edição serão anunciados em breve.

À semelhança do que aconteceu na primeira edição, o festival lança, na próxima segunda dia 8 de junho, uma convocatória dirigida a artistas e projetos musicais que desejem integrar a programação do evento. O festival procura propostas de artistas que vivam e trabalhem nos territórios banhados pelo Atlântico, aceitando candidaturas de qualquer género musical, formação ou língua. As candidaturas estarão abertas até 15 de agosto de 2026 e serão avaliadas pela equipa de programação do festival. Os resultados serão comunicados aos participantes no final de agosto, com anúncio público previsto para setembro. Os projetos selecionados integrarão o programa de showcases e concertos do SQUARE 2027 e terão acesso a cachet, apoio técnico, alimentação e alojamento, de acordo com as condições definidas pela organização. Todas as informações relativas ao processo de candidatura e regulamento estarão disponíveis no website oficial do festival em squarefestival.pt.

Serão criados três tipos de bilhetes que dão acesso a experiências direcionadas para diferentes interesses: Bilhete PRO, Passe Geral e Passe de Fim-de-Semana. Os detalhes de cada modalidade de bilhete serão divulgados a 1 de julho, juntamente com os primeiros passes PRO a preço promocional.

O SQUARE é um legado da Braga 25 - Capital Portuguesa da Cultura, sendo promovido pela Faz Cultura - Empresa Municipal de Cultura de Braga, com organização da Lovers & Lollypops.

IOLANDA LANÇA “NOITE INTEIRA” O TERCEIRO SINGLE DO ÁLBUM DE ESTREIA QUEBRANTO





















Foto: Sara Albuquerque

IOLANDA lança hoje “Noite Inteira”, o terceiro single retirado de Quebranto, o aguardado álbum de estreia da artista, com edição prevista para o último trimestre de 2026. Depois de “Olha P’ra Ela” e “Responso”, a cantora e compositora continua a desvendar diferentes camadas emocionais daquele que será o seu trabalho mais ambicioso até à data.

“Noite Inteira” mergulha numa relação marcada por uma forte atração física e emocional entre duas pessoas que se desejam na mesma medida, mas que vivem esse sentimento de formas diferentes. É uma canção sobre a incapacidade de resistir a alguém, mesmo quando se reconhece que essa ligação dificilmente poderá transformar-se em algo permanente.

Desde os primeiros versos, a narradora assume o conflito que atravessa toda a canção. Sabe o efeito que tem na outra pessoa, conhece as suas próprias intenções e reconhece o medo do compromisso que a impede de ficar. Ainda assim, a intensidade da ligação torna impossível a distância. Entre avanços e recuos, ambas permanecem presas a uma dinâmica onde o desejo fala sempre mais alto.

A artista descreve ainda “Noite Inteira” como “uma relação que dá match em tudo menos no compromisso: quanto mais tentam afastar-se, mais voltam a cair uma na outra, presas num loop de desejo e saudade.”

Ao longo da canção, a cama surge como símbolo central desta relação. Não como lugar de estabilidade ou reconciliação, mas como o espaço onde a intensidade cresce e onde o desejo alimenta continuamente aquilo que ambas tentam controlar. É precisamente essa contradição que dá força à narrativa de “Noite Inteira”: a maldição de querer muito alguém, mas não saber ficar.

Se “Olha P’ra Ela” apresentava uma personagem observada e julgada pelo mundo à sua volta, e “Responso” revelava a sua procura interior e necessidade de reencontro, “Noite Inteira” mostra agora a sua dimensão mais impulsiva e contraditória. É mais uma peça fundamental na construção do universo narrativo de Quebranto, um disco onde diferentes emoções, fragilidades e relações se cruzam para formar um mesmo retrato.

Produzida por Luar, com co-produção de Extrazen e IOLANDA, “Noite Inteira” volta a reunir uma equipa criativa que tem acompanhado a construção do universo sonoro de Quebranto. Na composição e letra, juntam-se IOLANDA, Luar, Extrazen, Carolina Deslandes e Matheus Paraizo, num encontro de diferentes sensibilidades autorais que ajudam a dar forma a uma das canções mais intensas reveladas até agora do álbum de estreia.

Após representar Portugal na Eurovisão e alcançar o melhor resultado nacional dos últimos anos, IOLANDA tem vindo a consolidar o seu percurso como uma das mais relevantes autoras e intérpretes da nova geração da música portuguesa. Em paralelo com a edição de Quebranto, a artista encontra-se atualmente em digressão por todo o país, preparando também aquele que será um dos momentos mais importantes da sua carreira: a apresentação oficial do álbum num concerto especial em formato 360.º no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 07 de dezembro.

“Noite Inteira” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

31 jul. — Vila de Rei
18 set. — Santa Maria da Feira
07 set. — Coliseu dos Recreios (Lisboa)

JOAQUIM FERREIRA APRESENTA NOVO SINGLE





















Joaquim Ferreira
apresenta “Voltar a Ver”, um novo single já disponível nas plataformas digitais, afirmando-se como o tema mais pessoal do percurso do artista até ao momento. A canção surge na sequência da participação de Joaquim Ferreira no The Voice Portugal 2025, experiência que contribuiu para consolidar uma nova etapa artística e reforçar a vontade de editar material original.

Assente numa abordagem pop centrada na emoção e na vulnerabilidade, “Voltar a Ver” nasce de uma experiência de separação sem explicação - uma relação interrompida sem despedida, deixando para trás um conjunto de perguntas sem resposta. A canção desenvolve-se em torno desse vazio e da dificuldade em compreender o desaparecimento de alguém que ocupava um lugar central no quotidiano.

Ao longo da letra, Joaquim Ferreira constrói uma narrativa marcada pela repetição da dúvida e pela tentativa de reconstruir o que ficou por esclarecer. “E dou voltas, p’ra entender / O que nos levou até isto acontecer” canta no refrão, condensando a sensação de suspensão emocional que atravessa todo o tema. Entre memórias domésticas, silêncios e ausência, “Voltar a Ver” propõe uma leitura universal sobre perda, afastamento e incompletude.

A música e letra são assinadas por Joaquim Ferreira. O tema conta com piano e guitarra de Fernando Mendoza, baixo e programações de Mike Pestana, com produção, mistura e masterização asseguradas por Nagana. A sonoridade desenvolve-se num registo contido e melódico, privilegiando a proximidade da interpretação vocal e a dimensão emocional da canção.

O lançamento é acompanhado por um videoclipe concebido por Joaquim Ferreira e Simão Silva, responsável também pela realização e colorização. A direção de fotografia contou com Pedro Ferreira enquanto gaffer, com produção da Freak Films. A maquilhagem ficou a cargo de Margarida Ferreira, o cabelo de Rita Branco e a decoração contou com apoio do BricoMarchê Estarreja. Os bastidores foram registados por Gonçalo Rodrigues.

Natural de Estarreja, Joaquim Ferreira iniciou o percurso musical ainda em criança, começando os estudos de solfejo aos sete anos e escolhendo o trombone aos nove, instrumento que o levou ao Conservatório de Música de Aveiro, onde integrou também um coro. Mais tarde aprofundou a formação vocal na Academia de Música de Oliveira de Azeméis, sob orientação de Eva Dannin.

Depois de começar a publicar versões no YouTube, apresentou-se ao público em 2021 no programa All Together Now. Em 2022 editou o single “Agradeço”, dedicado à mãe e à irmã, seguindo-se “Aqui P’ra Ti” em 2023. Já em 2025, lançou “Fazes-me falta”, em colaboração com Peter Owl, aprofundando uma abordagem pop-rock marcada pela tensão entre distância e proximidade.

Atualmente, Joaquim Ferreira encontra-se também a desenvolver trabalho ao vivo com a sua própria banda, apresentando um repertório centrado nas diferentes etapas do seu percurso. O próximo concerto acontece no dia 11 de junho, nas Festas de Santo António de Estarreja, onde atuará antes de Pedro Abrunhosa.

ORCA EDITA ANTECIPA NOVO SINGLE

 













© Pedro Jafuno

Orca apresenta “Sobras das Sombras”, novo single já disponível nas plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe realizado pela própria Leonor Cabrita. O tema surge como o primeiro avanço de “Apneia”, novo álbum com edição agendada para setembro de 2026 pela Facada Records.

“Sobras das Sombras” parte de uma reflexão sobre família, herança emocional e trauma, explorando a forma como as relações familiares moldam a identidade individual. Entre reprodução e rutura, a canção observa a tensão entre aquilo que se transporta inconscientemente e o desejo de quebrar ciclos afetivos e comportamentais profundamente enraizados.

“É uma canção sobre família e sobre as heranças emocionais que carregamos: desde as coisas boas ao trauma”, refere Leonor Cabrita. “As relações que temos com as pessoas que nos criam têm um impacto profundo em quem nos tornamos, seja porque as reproduzimos consciente e/ou inconscientemente, seja porque as queremos desconstruir para quebrar ciclos muitas vezes tóxicos.” É nesse território de dualidade - entre proximidade, memória, repetição e resistência - que o tema se constrói.

Do ponto de vista sonoro, “Sobras das Sombras” desenvolve-se num registo íntimo e atmosférico, centrado na voz e no piano de Leonor Cabrita, expandindo-se depois através de uma instrumentação coletiva marcada pela contenção e pela construção textural. A composição e letra são assinadas pela própria artista, acompanhada por Bá Álvares no baixo, Miguel Sobral Curado na bateria, Yaw Tembe no trompete e Francisco Menezes no saxofone soprano. Os coros contam com a participação de Catarina Branco, chica, Mariana Camacho e Sallim.

A produção ficou a cargo de Leonor Cabrita e Bá Álvares. A captação foi realizada por Eduardo Vinhas, com mistura de Catarina Branco e masterização de João Almeida.

O videoclipe prolonga visualmente o universo emocional da canção através da sobreposição entre memória familiar e presente. Com ideia e montagem de Leonor Cabrita, o vídeo integra filmagens antigas de uma cassete de 1997, registadas por membros da família da artista e cruzadas com novas imagens captadas por João Reis.

Orca é a identidade musical que parte das canções de Leonor Cabrita. Tal como os cetáceos dependem das vocalizações para comunicação e orientação, também as canções surgem aqui como necessidade de expressão, relação e sobrevivência emocional. Entre o amor, o fim das coisas e a resistência, Orca constrói uma linguagem profundamente pessoal, mas simultaneamente coletiva.

Embora o processo de composição surja de forma solitária, a concretização do projeto tem-se desenvolvido num contexto comunitário, através de colaborações próximas e recorrentes. Depois do álbum “Paisagem Trânsito” (2023) e do EP “Não Há Tempo” (2024), Orca prepara agora a edição de “Apneia”, trabalho que será revelado em setembro de 2026.

Com “Sobras das Sombras”, Orca inaugura um novo capítulo do projeto, aprofundando uma escrita centrada na memória, nos vínculos familiares e na tentativa de compreender aquilo que permanece, mesmo quando tudo parece já ter passado.