quarta-feira, 25 de abril de 2018

FESTIVAL SANTOS DA CASA COMEMORA 20 ANOS DE CONCERTOS

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Santos da Casa, programa de música portuguesa da Rádio Universidade de Coimbra, que vai para o ar todos os dias entre as 19 e as 20h, em 107.9 ou www.ruc.fm, festeja em 2018, 26 anos de emissões. O festival que o programa criou, com o intuito de dar a conhecer novas bandas à cidade de Coimbra, atinge este ano, 20 primaveras de edições regulares. Por isso em 2018, a 20.ª edição do Festival Santos da Casa, tem muito mais significado, ao assinalar tão importante data.

Os propósitos continuam a ser os mesmos. Mostrar em palco, bandas e artistas que regularmente são divulgados no programa e no blog. Continuar a trazer à cidade, artistas que nunca por aqui mostraram o seu talento. Sempre que possível apadrinhar o nascimento de novas bandas e apresentar novos espaços para a realização de concertos e debates. 20 é um número que nos enche de orgulho. Perceber a quantidade de horas que “oferecemos” de música à cidade, chega a dar-nos um arrepio na espinha. Mas acima de tudo, uma vontade enorme de continuar a trazer a Coimbra alguns dos projetos que todos os dias divulgamos e em que acreditamos.

E cá estamos de volta com o Festival Santos da Casa, no ano em que o programa da RUC com o mesmo nome chega aos 26 anos de vida. Por isso, de 8 a 25 de abril vamos encher a cidade de música.

Sempre foi esse o nosso fito, tentar provar a todos que existem boas bandas para ver e ouvir. Começámos quando a rádio fazia 13 anos com 13 bandas a tocar no antigo auditório Salgado Zenha na AAC. Concertos transmitidos em direto no programa. Algumas bandas a terminarem o ensaio de som já com o indicativo do programa no ar. Uma saudável pilha de nervos para todos.

Mas o bicho ficou cá dentro a roer e nunca mais parámos de organizar coisas. E é o que se vê. Depois, enquanto o Le Son foi vivo, fizemos desse espaço a moradia do Festival. Assim que elefechou portas, o Festival Santos da Casa tornou-se nómada e tomou de assalto todos os espaços da cidade onde era possível mostrar som. O corredor e terraço da nossa RUC, o Museu dos Transportes, o àCapella, a FNAC, a Via Latina, a Galeria Santa Clara, o Ar D’Rato, o Arte à Parte, o Salão Brazil, o States, o CITAC, o TEUC, o Aqui Base Tango, o Auditório do Conservatório de Coimbra e o Teatro Loucomotiva em Taveiro e o Café Santa Cruz foram alguns dos espaços que acolheram as bandas por nós escolhidas. Este ano estreamos um espaço novo, que é também uma vinharia. Falamos da Vinharia da Sé. Esta itinerância tornou- se marca da casa.

Bandas? Tantas e sempre tão boas. Por isso as escolhemos. Muitas estreias, que com orgulho nosso se tornaram em certezas. Muitos grupos a regressarem a Coimbra para comprovar o seu talento. Algumas noites com casas de respeito.

Destaques? É sempre ingrato. Todos merecem o nosso carinho e admiração. Contudo, se vos falarmos de A Naifa, Paus, Anaquim (que tocaram pela primeira vez na vida no nosso Festival), [F.E.V.E.R.]. Sam The Kid, Linda Martini, Dealema, B Fachada, Capicua, Dead Combo, Samuel Úria, Ermo, Balla, D’Alva ou Maze, os outros nos desculparão. Mas todos eles nos encheram as medidas e se tornaram amigos do peito

Nestes últimos anos temos alargado o nosso campo de ação. Não só os concertos fazem parte da agenda. Temos tido agradáveis conversas sobre música e já projetámos som na tela.
Se nos perguntam se continua a ser válido mostrar em palco alguns dos sons que divulgamos no nosso programa, blog e facebook, dizemos sem pestanejar que sim. Existem por aí muitas bandas a valerem este nosso esforço.

Este ano a festa volta a ser grande. Vão ser noites memoráveis com um naipe de bandas e artistas que nos enchem de vaidade.

Por isso, contamos com todos. O público é sem dúvida o prato forte deste festival. A vocês pedimos que apareçam para ver novas bandas ou daqui a uns meses vão lamentar-se por terem deixado escapar um nome que poderiam ter visto quase em primeira mão.

domingo, 22 de abril de 2018

FESTIVAL SANTOS DA CASA - 3ª SEMANA
















Fantasma Lusitano
Aqui Base Tango
Dia 18 - 22h00
Documentário + Conversa
Após a exibição do documentário conversa sobre o mesmo
Entrada livre

Fantasma Lusitano é um documentário sobre Jorge Bruto, figura icónica do rock'n'roll nacional. Foi a voz dos Emílio e a tribo do rum, é igualmente o único membro original dos Capitão Fantasma e tem ainda no cv os Bruto and the cannibals e os Club Sin.

Um filme realizador por David Francisco e Nuno Calado com o Selo Moopie e Antena 3
 

















Minta & The Brook Trout
abacaria/Teatrão
Dia 19 - 22h00
Bilhete 5€

Francisca Cortesão veste a pele de Minta há dez anos. "Slow", lançado no início de 2016, é o terceiro disco da banda e sucede à estreia homónima de 2009 e a "Olympia" (2012) que foi relançado mais tarde em formato cassete pela Hope For The Tape Deck, de Filadélfia, nos EUA. O ano passado trouxe mais três temas inéditos reunidos no EP digital “Row”. "You", lançado em 2008 pela extinta Naked e co-produzido por Nuno Rafael, tinha cinco músicas. Uma delas, "A Song To Celebrate Our Love" foi lançada também na compilação Novos Talentos FNAC. O projecto a solo transformou-se entretanto em banda, no coração da qual estão as canções sucintas de Francisca Cortesão e os arranjos minimais de Mariana Ricardo.
 
Dez anos depois da estreia em disco, Francisca Cortesão regressa ao formato voz e guitarra para revisitar a sua discografia e privilegiar o contacto directo com o público em concertos mais intimistas


















Monday
abacaria/Teatrão
Dia 19 - 22h00
Bilhete 5€

One é o nome do disco de estreia de MONDAY, projecto liderado por Cat Falcão - metade do duo folk Golden Slumbers. As 10 canções do disco foram escritas por Cat Falcão, muitas das quais durante um período entre discos de Golden Slumbers em que viveu em Londres. Já regressada a Lisboa, a produção foi assumida pelo multi-instrumentista António Vasconcelos Dias - colaborador de Benjamim e FLAK, entre muitos outros. Neste conjunto de canções, partindo das bases e influências folk da Cat, são exploradas novas sonoridades, mais eléctricas e, a espaços, experimentais.
 

















Mathilda
Corredor da RU(
Dia 21 - 19h00
Entrada livre

Mafalda Costa (Guimarães, 18 de Fevereiro de 2000) é uma compositora, cantora e instrumentista portuguesa. Depois de pisar alguns dos melhores palcos do país, como o Festival Paredes de Coura e a Casa da Música, surge o alter ego musical Mathilda. Mafalda refugia-se neste termo, que não é mais do que uma variação do germânico Mahalta, de onde deriva o seu nome, para expor fragilidades, acompanhada ora por um ukulele, ora por uma guitarra eléctrica. Ao vivo, faz-se acompanhar por Diogo Alves Pinto, mais conhecido pela sua one-man band Gobi Bear, que desenvolve arranjos com percussões e guitarra. Em Novembro de 2017, o seu primeiro lançamento "Lost Between Self Expression and Self Destruction" é editado com o selo Planalto Records. Em Janeiro de 2018 foi finalista do reputado Festival Termómetro, organizado pelo Fernando Alvim.

"A primeira amostra musical, Infinite Lapse, mostra uma sensibilidade rara para bordar as cordas e deslizar a voz nas melodias. E isto ainda é só o começo." - Time Out (Aposta para 2018)

"Mathilda tiene sólo 17 años, una voz dulce que recuerda a la de la cantante noruega Aurora y sobre todo, mucho talento por explotar. Tras ‘Infinitive Lapse’, acaba de presentar un segundo tema, ‘Oddest of Things’ y esperamos que 2018 traiga un disco completo de esta artista que promete darnos muchas alegrías." - No Sólo Fado
 

















NO!ON
Corredor da RU(
Dia 22 - 19h00
Entrada livre
NO!ON são dois: Marco Pereira (TatsuMaki; NyX Kaos) e Márcio Alfama (Dead Men Talking, Vanished Into Nowhere), seus passos no circuito da música alternativa portuguesa não são novos. NO!ON nasceram em 2015, mais precisamente no dia 1 de novembro, em Braga, e sua música absorve influências de estilos tão diversos como a eletrónica , o industrial e o experimental. Em 13 de outubro, a dupla lançou o EP 7 (https://noonbandnoon.bandcamp.com/releases) . Este "7". O EP 7 trouxe algumas boas notícias à banda. "Assume My Hate", uma das faixas do EP, foi eleito consecutivamente por 5 semanas o melhor tema na estação de rádio R.U.M.

A boa notícia é que o EP 7 não é acompanhado por um período de pós-abstenção, uma vez que a dupla já tem uma nova versão prevista para Abril de 2018: EP 6. Além disso, em 2018, lançará o primeiro trabalho de longa duração, intitulado "From 7 to 6" que é o resultado da compilação dos dois EPs. Este álbum de estreia também é acompanhado por duas sessões visuais.
 

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Minta & The Brook Trout na Oficina Municipal do Teatro (Teatrão) em Coimbra - 19/04/18













 
Minta sozinha sem os The Brook Trout.
Voz e guitarra. E muita simpatia.
Músicas a voltarem a nascer. Assim muitas foram criadas, até se tornarem adultas.
Tempo para discos pedidos. Tempo para o público cantar.
Assim quase nuas estas canções provam ainda mais a sua genialidade.
E a pop quer-se assim leve e doce, como o chupa que lambemos até nos lambuzarmos todos.
E assim se se comemoram 10 anos de careira...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Texto  & Fotos Nuno Ávila

quinta-feira, 19 de abril de 2018

IMPLODING STARS EDITAM “RIVERINE” DIA 18 DE MAIO

Riverine é o nome do novo álbum da banda de post-rock Imploding Stars. Após o lançamento de A Mountain and a Tree (2014), a banda sonora Mizar & Alcor (2016) para a versão portuguesa do documentário From Earth to Universe e a participação com Treeless prairie na coletânea T(h)ree - Vol. 5 - Portugal - Cazaquistão - Uzbequistão (2017), Riverine será lançado na primavera de 2018.

O segundo álbum de estúdio da banda aborda o princípio da compreensão dos diferentes estágios de desenvolvimento da vida humana, desde o momento que nascemos até o momento que morremos. Durante a nossa vida, experimentamos diferentes sensações que levam à criação de memórias. No entanto, estamos normalmente limitados aos limites da perceção humana e às decisões sobre o que é bom ou mau nas bifurcações que vamos encontrando. Mas afinal o que é bom ou mau? E se não houver limites nessa perceção humana? E se pudéssemos, de alguma forma, viver para sempre ou reviver. A ideia foi transpor em melodias e ritmos as experiências, sentimentos, movimentos e ações que estão relacionados com esses estágios de vida. A abordagem pretende remover os limites da nossa mente e do universo, permitindo-nos criar um envolvimento entre os oitos temas do álbum à história de vida de cada ouvinte.

Correndo de montante para a jusante, desde a nascente até gigantesco oceano, Riverine é o modo como os Imploding Stars sentem que a vida deveria soar.

Demise de Riverine corresponde ao 7º momento/fase da vida humana, a morte, num álbum que explora o ciclo da vida. De olhos fechados deixamos o nosso corpo flutuar até à imensidão do desconhecido. Não há força nem medo, só o vazio. Viver não nos deixa muito tempo para pensar em não viver. Estamos condenados aos limites da vida humana. E se quebrarmos esses limites?

O videoclip de Demise, realizado por Diogo Louro e com participação de Teresa Arcanjo, Afonso Santos e Catarina Costa, aborda o desaguar na imensidão do mar. Uma relação que se esforça para ultrapassar adversidades acaba destruída pela derradeira separação e o ponto sem retorno lança a protagonista numa espiral deslocada do espaço e do tempo onde só consegue observar o seu próprio desaparecimento.

Riverine será apresentado ao vivo no dia 19 de Maio no gnration em Braga, 25 de Maio no Plano B no Porto e 30 de Junho no Sabotage em Lisboa.

PROGRAMA DE 19/04/18

1 - Isaura - Gone now
2 - Os Azeitonas - Efeito do observador
3 - Ricardo Azevedo - Ombro aqui
4 - Malino - Sumagre
5 - Henrique Borges - Incursão
6 - Anabela - És tão lesto a escutar
7 - Señoritas - Rato
8 - Minta - A song to celebrate our love
entrevista Francisca Cortesão (Minta)
9 - Minta & The Brook Trout - I can't handle the summer
10 - The Acoustic Foundation - By my side
11 - Monday - Change


RUSSA COM COISAS NOVAS














Depois de lançar o seu álbum de estreia em formato físico e digital no Spotify, RUSSA disponibiliza no seu canal YouTube as 13 faixas do álbum com as respectivas letras.

A obra vai para além de simples lyric videos. O plano, trabalho de luzes e até indumentária estão em harmonia com a temática de Catarse sendo quase como uma metáfora cinematográfica para a música da rapper portuguesa.

Assim se apresenta Catarse, o disco que pretende marcar o movimento de trap consciente no país.

Live:
Russa @ Eka Palace
19 abril 2018
22h00

“LIST OF WHYS”, O PONTO DE PARTIDA DE MARIA FERNANDES














Da grande nação que é o Porto, mais concretamente Paços de Ferreira, chega uma das novas promessas da música nacional. O seu nome é Maria Fernandes, tem 19 anos, e estreia-se com “List of Whys”, single Pop/Rock editado pela Music For All.
 
Com uma voz sem igual, e uma letra inspiradora, Maria promete dar melodia a ouvidos indiscretos e aquecer corações por onde passar. Habituada a pisar o grande palco que é o Youtube Maria enfrenta agora um novo desafio: dar-se a conhecer com um original da sua autoria: “List of Whys”!

Maria Fernandes carrega o talento dos predestinados e a garra de quem se quer mostrar ao mundo. Nasceu a tempo de assistir à viragem do milénio, tendo atingido o ano passado a maioridade, em Paços de Ferreira, distrito do Porto. Desde sempre que as letras das músicas que ouvia lhe despoletavam uma curiosidade especial, o que a levou a frequentar o conservatório a partir do último ano da escola primária. Frequentou o Conservatório do Vale do Sousa durante sete anos. Lá teve aulas de guitarra clássica, coro e formação musical, criando desta fase as bases de que necessitava.

Atualmente frequenta a JAHAS - Escola de Música Contemporânea, no Porto, local onde frequenta aulas de canto e combo (uma disciplina onde se encontram alunos com formação diferenciada, criando do zero diversas “bandas”).
Ansiosa por partilhar com o mundo a sua paixão, cria um canal de Youtube, a plataforma ideal para mostrar as composições próprias e as covers que lhe aquecem a alma. Quem visita o seu canal fica a conhecer Maria Fernandes sem filtros ou barreiras em vídeos simples e repletos de sentimento.
 
Apesar de jovem, já se apresentou em palco por diversas vezes, nomeadamente nos espetáculos do Conservatório. A isto soma-se ainda um curso intensivo de verão, realizado em 2016, no reputado “British and Irish Modern Music Institute”, tendo participado num concerto em Stamford Bridge, estádio do Chelsea Football Club.
 
Maria Fernandes tem no Jazz, na Música Clássica e principalmente no Pop/Rock as suas preferências musicais, sendo possível encontrar referências a nomes como Ed Sheeran, Sam Smith e Adele, mas também James Bay, Nial Horan ou Lukas Graham.

Na reta final de 2017 assina com a Music For All, iniciando o novo ano com o lançamento do seu primeiro single de originais. “List Of Whys” é o título do tema que promete conquistar tudo e todos!

PRIMEIRO DISCO DE RADDA




















O 1º album de Radda encontra-se disponível em https://radda.bandcamp.com/

A música foi inspirada na 'Trilogia da Incomunicabilidade' de Antonioni (tendo um dos temas um excerto de um diálogo do filme 'A Noite') e por Alice Coltrane, Bernardo Sassetti e Jakob Bro. 

A capa é uma fotografia sem informação de data nem local dos arquivos Art Library da Fundação Calouste Gulbenkian da colecção 'Ultramar'.

MOWHERE TO BE FOUND COM NOVIDADES












Criados em 2014 e com um álbum de estreia em 2016, para os Nowhere To Be Found, 2017 assume-se o ano da confirmação: produzem e gravam com o sueco Henrik Udd, “Produtor do Ano 2017” nos Heavy Music Awards, e masterizam em Nova Iorque com Ted Jensen, lendário engenheiro de som - vencedor de um Grammy e nomeado para outros quatro - o preferido de gigantes como os Metallica, Green Day, Muse, Deftones, Slipknot, Paul McCartney, Madonna ou Coldplay. Pelo meio, confirmando o potencial das novas músicas, conseguem o primeiro featuring europeu de Matty Mullins, frontman dos norte-americanos Memphis May Fire (cujos 3 mais recentes álbuns alcançaram o top10 US Billboard) e também de Emily Lazar dos September Mourning, norte-americanos recorrentes nas tours de Marylin Manson.

Os Nowhere To Be Found são uma das bandas nacionais com maior volume e atividade de seguidores nas redes sociais (~65 mil seguidores da banda e seus elementos), sendo de destacar que o público internacional representa largamente a sua maioria

O segundo álbum de originais dos Nowhere To Be Found (ainda sem nome anunciado) encontra-se em fase de produção, com o sueco Henrik Udd, e gravação nos estúdios Wrecords, com lançamento previsto para 2018.

JANEIRO LANÇA NOVO CLIP

Janeiro tem sido uma das grandes revelações da Pop em Portugal ao despertar uma enorme curiosidade junto do público, que culminou mais recentemente com o grande entusiasmo com que foi recebido no último Festival da Canção.

Depois de compor e interpretar a canção (sem título) para o Festival a convite de Salvador Sobral, com o vídeo da sua atuação a atingir em menos de uma semana meio milhão de visualizações, Janeiro anuncia que o tema fará parte do seu disco de estreia, a ser editado muito em breve e disponibilizou o vídeoclip oficial no seu canal de YouTube.

(sem título) é agora o segundo tema revelado do disco de estreia, depois do single de avanço "Canção Para Ti", e que deixa antever um trabalho com canções Pop em português, influenciado pela Bossa Nova, pelo Jazz e a música eletrónica.

A juntar a todas estas novidades, Janeiro desvenda ainda que depois de ter recebido Miguel Araújo, Salvador Sobral e Ana Bacalhau na webseries "Janeiro Sessions", o próximo artista convidado será o Tiago Nacarato.

Agenda:

19 de Maio - Museu da Música, Lisboa
23 de Maio - Teatro de Vila Real, Café Concerto

MARIZA LANÇA DUAS CANÇÕES NO MESMO DIA




















Mariza está de regresso com a edição, não de apenas um, mas de dois novos singles, no dia 27 de Abril: "Quem Me Dera", da autoria de Matias Damásio, e "Trigueirinha", com música de Jorge Fernando e letra de António Vilar da Costa.

Com a edição destas duas novas canções, no mesmo dia, Mariza quis mostrar-nos já dois lados do seu novo e muito aguardado álbum de estúdio que deverá estar disponível ainda no mês de Maio.

Por um lado, uma balada lindíssima, verdadeiramente emocionante como é "Quem Me Dera" e, por outro, um Fado castiço ao jeito sempre arrebatador de Mariza.

Em estúdio, acompanhantes de primeira água como José Manuel Neto e Pedro Jóia, um produtor atento e disposto a levar a sua voz sempre mais longe no espanhol Javier Limón, prosseguindo uma colaboração que chega aqui ao terceiro disco.

 E, acima de tudo, aquela voz, cada vez mais expressiva, cada vez mais maleável, cada vez mais à vontade em tudo o que muito bem lhe aprouver. Aquela voz que já reconhecemos à primeira nota, que nos conquista à segunda frase, que nos arrebata pelo refrão final. É Mariza, de regresso em 2018. É Mariza, por inteiro, inteira, Mariza.
 

NO PLANO B





















A LOBA nasce no Porto para os que recusam pertencer a um "rebanho". Uma cerveja artesanal para quem tem opinião e quer liderar. Está na rua porque os gostos se discutem e rejeita ser “mais uma”.

Estas cervejas artesanais estão disponíveis no Plano B desde 22 de Fevereiro e estarão gradualmente disponíveis por todo o país em pontos de venda especializados em cerveja artesanal, querendo liderar a alcateia das cervejas artesanais.
Sobre FUGLY

Dois anos depois do primeiro EP Morning After, após muito sangue, suor e lágrimas, os FUGLY seguem o seu percurso em busca do caos e da excentricidade frenética do noise e do garage, bem como a cura para a ressaca, com o novo Millennial Shit, a ser lançado pela editora independente O Cão da Garagem.

O álbum, completamente produzido e gravado pela banda no Adega Studios, arranca a todo o gás com Hit the Wall, Ciao (You’re Dead), Millennial Shit, Take You Home Tonight e Yey. Todas elas com um registo harmónico e melódico muito simples, directo ao assunto. Músicas rápidas, com pouco tempo e que em poucos versos, introduzem a história: a decadência emocional de quem acabou de ficar sozinho, perdido no meio de copos e tal, em que nem os amigos conseguem fazer nada para mudar, apenas uma epifania causada por muito desgaste psicológico. É em Delirium que temos esse ponto de viragem, o momento de reflexão. Rooftop,Inside My Head e The Sun, dão esperança à personagem de poder mudar tudo, de começar de novo e perceber a lição que foi aprendida. Vemos aqui também um registo mais apurado, fugindo um pouco à estética punk e dando-nos uma espécie de viagem ao centro do Ser. As letras são mais expressionistas e mais densas. Finalizando com uma surpresa no disco, uma música sem nome, XXXXX, FUGLY homenagem o fechar de um ciclo e o recomeço de outro que estará para vir.

PROGRAMA DE 18/04/18

1 – Capitão Fantasma – Soutien negro
entrevista Nuno Calado e Jorge Bruto
2 – Emílio ea Tribo do Rum - Rock da caveira
3 – Capitão Fantasma - Hu uá uá
4 – Capitão Fantasma - Clube do ódio
5 – Señoritas – Rato 
6 – Anabela - Fado português
7 – Brass Wires Orchestra – Youth
8 – TT Syndicate – No one’s gonna rule my world (c/Marta Ren)
9 – Lola Lola – Voodoo man
10 – The Poppers – Peyote
11 – Frankie Chavez – My religion (c/ Same Alone)
12 – The Millions – My way with you
13 – The Legendary Tigerman – Motorcycle boy
 

DEAD COMBO EM PALCO













Os DEAD COMBO editaram a 13 de Abril, o seu sexto álbum de originais. “Odeon Hotel”, assim se chama o novo disco dos DEAD COMBO, foi gravado em Lisboa, nos Estúdios Namouche, entre Outubro de 2016 e Setembro de 2017. Com produção de Alain Johannes (Queen Of Stone Age, PJ Harvey, Chris Cornell, etc), este novo disco é a síntese perfeita da portugalidade e universalidade existentes na música dos DEAD COMBO.

Este sábado dia 21 de Abril, pelas 18h00, a banda apresenta o disco num concerto gratuito nos Armazéns do Chiado. Um Encontro Marcado para apresentar “Odeon Hotel” aos fãs. A apresentação ao vivo do novo trabalho da banda, será seguida de uma sessão de autógrafos no fórum da FNAC do Chiado para todos os que se apresentem com o novo disco “Odeon Hotel” ou algum dos outros álbuns do catálogo dos DEAD COMBO.

Composto por treze músicas, o novo disco, contou com a participação de diversos músicos convidados na sua gravação, nomeadamente, Alexandre Frazão na Bateria, Bruno Silva na Viola D’Arco, Mick Trovoada na Percussão e João Cabrita nos Sopros. Alain Johannes, para além de assinar a produção deste disco, também participou na sua gravação. O destaque especial para as participações neste novo disco, vai para o cantor e compositor norte-americano Mark Lanegan, que dá voz a “I Know, I Alone”, um dos mais belos poemas escritos em língua inglesa por Fernando Pessoa.

Pela primeira vez na história da banda, o disco sera editado em todo o mundo.

O novo disco dos DEAD COMBO será apresentado em Portugal, numa Tour com início previsto para Abril e que se estenderá até 2019.

Ao vivo, a banda apresentar-se-á com uma formação inédita com músicos convidados:

Tó Trips – Guitarras
Pedro Gonçalves – Guitarras, Contrabaixo, Melódica, Pianinho
Alexandre Frazão – Bateria, Voz
Gui – Sopros, Mellotron, Voz
António Quintino – Contrabaixo, Guitarras, Mellotron

quarta-feira, 18 de abril de 2018

MÚSICA DO DIA PARA A NOITE NO INDIELISBOA











A música é uma das apostas essenciais no cartaz do IndieLisboa. Da secção dedicada aos documentários sobre artistas, géneros e movimentos musicais, IndieMusic, até às festas que ocuparão a Casa Independente são várias as propostas para ver e dançar nesta primeira semana de festas do IndiebyNight.

Da editora independente Xita Records, noite de e para amigos. Sexta 27 de Maio, à boleia de um dos filmes “sensação” da edição deste ano do IndieLisboa, Amor, Avenidas Novas, a Casa Independente será literalmente ocupada com concertos e djsets de um dos mais enérgicos colectivos da cidade. A partir das 23h00 há Lucía Vives e Tomás Varela em concerto no terraço, DJMeias, Duarte Coimbra e Primeira Damaa rodar discos na sala principal e actuação de CAIXADURA na casa de banho. Casa ocupada, gente feliz.

Noite de Sábado, dia 28, ainda na Casa Independente, olhamos o Hip Hop, tema forte do IndieMusic deste ano com a passagem de dois documentários nacionais sobre o percurso do género no nosso país. As despesas da festa são assumidas por Sleep在Patterns e Lost Soul, responsáveis pela banda sonora do filme Hip to da Hop, e Silab'n'Jay Fella Uma noite de ritmo em que é provável que apareçam espontaneamente alguns b'boys e b'girls para uns passos de breakdance.

E porque nem ao Domingo é dia de descanso no IndieLisboa, as festas seguem com visita às míticas sessões Desolation Center, míticos eventos da América de Ronald Reagan, organizados por uma geração de miúdos punk que procurava a rebelião, pelas mãos do seu fundador: Stuart Swezey.

Destaque ainda para o diálogo inesperado entre Ricardo Martins e Gabriel Ferrandini numa noite dedicada ao universo musical intemporal de Milford Graves. Segunda, 30 de Abril

XITA RECORDS INVADE A CASA INDEPENDENTE COM A AJUDA DE DUARTE COIMBRA
27 SEXTA/FRIDAY, 23:00, CASA INDEPENDENTE

FILME RELACIONADO AMOR, AVENIDAS NOVAS
Alinhamento: Lucía Vives e Tomás Varela (concerto)
CAIXADURA (live) / electrónica
Primeira Dama e Duarte Coimbra (dj set)
DJ Meias (dj set)
Entrada livre

HIP TO DA HOP AFTER PARTY
28 SÁBADO/SATURDAY, 23:00, CASA INDEPENDENTE

FILME RELACIONADO HIP TO DA HOP
Sleep在Patterns (live)
Lost Soul (live)
Silab n Jay Fella (live)
Preço: €5

ANTES DO BURNING MAN, LOLLAPALOOZA E COACHELLA HAVIA O DESOLATION CENTER
29 DOMINGO/SUNDAY, 23:00, CASA INDEPENDENTE
FILME RELACIONADO DESOLATION CENTER
Stuart Swezey (dj set)

A NARIZ ENTUPIDO APRESENTA: HOMENAGEM A MILFORD GRAVES
30 SEGUNDA/MONDAY, 23:00, CASA INDEPENDENTE
FILME RELACIONADO MILFORD GRAVES FULL MANTIS
Gabriel Ferrandini e Ricardo Martins (concerto)
Preço: €5

FOLCLORE IMPRESSIONISTA PELA NARIZ ENTUPIDO




















CAMPOS ESPECTRAIS vol. 1 – Who is This, Who is Coming?

Concerto de lançamento
18 de Abril \ 22h30 \ DAMAS

A caixa. A caixa como objecto e como resultado de um exercício de recolha visual e sonora pelo vale do Côa.

O Côa território bem mais amplo do que aquele confinado aos limites da cidade. O vale e as diferenças extremas de cota, o encaixe entre os socalcos e o rio, relações muito diferenciadas em função da altitude, o recortado dos socalcos e ao mesmo tempo uma linearidade nada óbvia que remete para um território transfronteiriço, muito para lá dos limites entre as Beiras e Trás os Montes ou entre Portugal e Espanha. Território amplo, de intrincadas relações, relações essas nem sempre do domínio do tangível.

A caixa que dá a conhecer este universo. Ou antes dá a conhecer um determinado momento, uma forma de o observar e uma tentativa de o interpretar, ou seja a génese de um exercício. Exercício que foi desde o seu início colaborativo da recolha sonora e sua modelação pelos Folclore Impressionista, mas também visual através das fotografias do António Caramelo e dos desenhos do João Fonte Santa, do Xavier Almeida e Pedro Petiz.

"CAMPOS ESPECTRAIS vol. 1 – Who is This, Who is Coming?" foi lançado no Banco, numa instalação sonora preparada para o efeito. Chegou o momento de transportar este universo para o formato de concerto, desta vez nas DAMAS, numa noite que contará com Folclore Impressionista - António Caramelo (theremin e sampler), João Paulo Daniel (sampler e synths) e Sérgio Silva (synths) e um conjunto de convidados - Bruno Humberto (synths e emissores de RF), Carlos Godinho (percussão), Maria do Mar (violino), Miguel Mira (violoncelo), Rui Esteves (modular synth e tapes) e Violeta Azevedo (flauta processada). Durante o concerto, projeções de António Caramelo e após o mesmo DJ set de Sar.

NE003 | Folclore Impressionista | Campos Espectrais Vol. 1 – Who is This, Who is Coming?Composição Folclore Impressionista (João Paulo Daniel, Sérgio Silva and António Caramelo)
Gravações de Campo António Caramelo, João Paulo Daniel
Gravações Hidrofónicas António Caramelo
Mistura e Masterização João Paulo Daniel
Capa João Fonte Santa
Postais António Caramelo
Poster Paisagem Xavier Almeida
Poster Mapa Pedro Petiz
Booklet João Paulo Daniel
Design João Paulo Daniel, António Caramelo, Pedro Petiz and João Castro
Impressão em Risografia Pedro Petiz
Impressão em Serigrafia Gonçalo Duarte
Formato Cassete

“Os temas não são estruturados como canções, nem seguem uma narrativa temporal. Pertencem a um tempo que não existe e não têm um tempo próprio. O seu sentido surge quando, em conjunto, funcionam como uma banda sonora imaginária.” Rimas e Batidas

Entrada Livre

Folclore Impressionista Facebook \ Bandcamp
Evento Facebook

Morada DAMAS : Rua da Voz do Operário, 60, Lisboa (Graça)
Transportes a_734 \ e_28
Cartaz João Fonte Santa

X-WIFE AO VIVO




















Os X-Wife editaram a 6 de abril o seu álbum homónimo e apresentam-no agora ao vivo no próximo dia 21 de abril no Estúdio TimeOut em Lisboa e no dia 28 de abril no Hard Club no Porto.

Quando uma banda como os X-Wife está praticamente 7 anos sem lançar um álbum, a expectativa é sempre grande. Quando, neste prolongado intervalo, a sua única canção lançada foi a “Movin’ up” e o trabalho dos seus membros se reflecte em projectos sólidos como Mirror People ou White Haus, a expectativa deste retorno é ainda maior.

João Vieira, Fernando Sousa e Rui Maia têm uma identidade muito própria quando trabalham juntos e podemos perceber isso no conjunto de 10 canções que compõem “X-Wife”. 10 canções trabalhadas ao mais ínfimo pormenor, e que são agora apresentadas nestes concertos em Lisboa e no Porto.

Em ambos os espetáculos o público pode esperar por uma festa de celebração dedicada a "X-Wife", o novo disco, mas sem esquecer alguns dos temas mais importantes e memoráveis da carreira da banda.

O concerto no Estúdio TimeOut, Lisboa, começa às 22H00 no sábado, 21 de abril, e o espetáculo no Hard Club, Porto, começa também às 22H00 de dia 28 de abril.

Concerto Lisboa:
21 abril | Estúdio TimeOut
Hora: 22H00
Preço: 12€
http://bit.ly/2Dhfx6o

Concerto Porto:
28 abril | Hard Club
Hora: 22H00
Preço: 10€
http://bit.ly/2tuue6a

HUGGS ESTREIAM-SE COM “TAKE MY HAND”

Simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, os Huggs nascem do contraste entre as melodias contagiantes do Duarte Queiroz na guitarra e voz e a irreverência punk e bateria pesada do Jantónio, quando os dois se conhecem por acaso num projecto de faculdade.

Ao vivo apresentam-se como power trio, contando para isso com a ajuda do Guilherme Correia (Ditch Days) que, depois de assistir a um ensaio, não só se encarregou do baixo como ajudou a produzir e completar as primeiras canções da banda.

Desta forma, Huggs imediatamente nos transporta para uma atmosfera tão suja, fria e insensível - impossível não lembrar a tão aclamada série Shameless - quanto quente e apaixonante.

“Take My Hand” é o single de apresentação da banda e foi retirado de um primeiro EP com edição marcada para o último trimestre de 2018, gravado pelo Gonçalo Formiga (dos Cave Story) no seu estúdio nas Caldas da Rainha e produzido pelo próprio em conjunto com a banda. O videoclip ficou a cargo do Manuel Casanova, que já trabalhou com bandas como Comeback Kid, Japandroids ou Hills Have Eyes.

Duarte Queiroz - Voz, Guitarra
Jantónio Nunes da Silva - Bateria
Guilherme Correia – Baixo

Facebook: www.facebook.com/freehuggssuck
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Bandcamp: www.freehuggssuck.bandcamp.com

SATURNIA COM NOVO REGISTO










The Seance Tapes é o novo álbum de Saturnia. Uma viagem pelos 6 ábuns anteriores, revisitados pelo seu criador, o conceituado músico e produtor Luís Simões. A apresentação deste novo trabalho está marcada para 5 de Maio, no Musicbox, em Lisboa. Com raras aparicões ao vivo, e um processo criativo desde sempre envolto em secretismo, este concerto de Saturnia é um dos imperdíveis de 2018!
O novo álbum – editado mais uma vez pela alemã Elektrohasch – é um convite a uma viagem à música de transe semi improvisacional de Saturnia, dominada por camadas de orgão, sintetizador, guitarra e sitar que tecem ambientes calmos, efeitos hipnóticos e melodias esvoaçantes em torno de grooves fundamentais, tudo encimado pela voz suave de Luís
Simões.
The Seance Tapes representa uma nova abordagem sonora, numa espécie de “disco ao vivo no estúdio” – um híbrido entre um "best of" e um álbum ao vivo, gravado organicamente em formato power trio. Deixando para trás as influências electrónicas iniciais, o actual som está muito mais no espírito de bandas do fim dos anos 60/início dos anos 70 de space- rock- psicadélico, proto-progressivo; com assumidos piscares de olho a artistas como Pulsar, Pink Floyd, Hawkwind, Can, King Crimson, Tangerine Dream e por vezes até toques de Ravi Shankar.

Saturnia é criação do multi-instrumentista e produtor Luís Simões, na guitarra, sitar indiano, theremin, gongo, bass pedals, orgão, sintetizador, piano eléctrico, mellotron e voz. É o arquétipo de one-man band de estúdio que desenvolve o seu trabalho criativo essencialmente sozinho, de uma «forma reclusiva, apenas partilhando a sua estética com convidados selecionados, como Daevid Alle (Gong), Nik Turner(Hawkwind) e Stefan Koglek(Colour Haze). Já ao vivo, a presença mais assídua nas raras aparições de Saturnia foi a de Francisco Rebelo, dos Orelha Negra.
Melómano incontrolável e eclético, Simões alia o seu ethos musical à urgência da partilha estética como motor para a sua incessante criação. Neste processo, tocou e gravou com artistas como The Gift, Cool Hipnoise, More República Masónica, Ritual Tejo, Lulu Blind, Ena Pá 2000, The Firstborn, Nigga Poison, 31 ou Plastica.

Há ainda que destacar o seu papel nos Blasted Mechanism; sob a égide de Zymon, o músico participou no processo criativo dos últimos quinze anos da banda, tendo saído este ano por divergências criativas; e nos Shrine, uma das bandas lendárias da primeira vaga do thrash metal nacional, sempre evocada ao lado dos sacrossantos Thormentor.

É esta partilha estética que também marca presença no dia 5 de Maio, na apresentação do LP The Seance Tapes, num concerto que vai contar com a participação de músicos notáveis que nos vão conduzir por uma selecção de repertório extraído da história dos 6 álbuns de Saturnia

CONCERTO DE APRESENTAÇÃO DO NOVO ÁLBUM
Local: MusicBox
Entrada: 8 euros
Bilhetes à venda na Bilheteira da Sala e em www.bol.pt
Link directo de compra: https://bol.pt/Comprar/Bilhetes/60287-saturnia-musicbox/
O novo álbum estará à venda no concerto – e todos os álbuns de Saturnia podem ser adquiridos em www.elektrohasch.de

terça-feira, 17 de abril de 2018

PROGRAMA DE 17/04/18

1 – The Joy Of Nature – Sombras dos nossos ancestrais
2 – Morte Psíquica – Fado do túnel (c/ Xarah Dion)
3 – Vulto Violeta – Esqueleto
4 – Mão Morta + Remix Ensemble – Berlim (morreu a nove)
5 – Ermo – Vem nadar ao mar que enterra
6 – IAMTHESHADOW – Anoiteceu ( álcool - Mário de Sá Carneiro)
7 – Anabela – A raposa e as uvas
8 – Señoritas – Rato
9 – Quadra – Mutações
10 – Galgo – Bambaré
11 –PAUS– Madeira
12 – Linda Martini – Boca de sal
13 – Trêsporcento – Tempos modernos