segunda-feira, 21 de setembro de 2026

VIVIANE DÁ NOVA VOZ A “A ANDORINHA DA PRIMAVERA”, DOS MADREDEUS



Viviane apresenta “A Andorinha da Primavera”, uma nova leitura do tema dos Madredeus que ficou para sempre associado à voz de Teresa Salgueiro.

Com letra de Pedro Ayres Magalhães e música de Carlos Maria Trindade, “A Andorinha da Primavera” integra originalmente o álbum “O Paraíso”, editado pelos Madredeus em 1997. Na interpretação de Viviane, a canção ganha uma nova identidade, preservando a delicadeza e a força poética do original, enquanto se aproxima do universo musical singular da artista.

“A Andorinha da Primavera” é o quarto single de “Ela por Elas”, o oitavo projeto discográfico de Viviane, com edição marcada para 25 de setembro. Neste novo trabalho, a cantora e compositora algarvia presta homenagem a algumas das vozes femininas que marcaram a música portuguesa, apropriando-se das canções com respeito pela sua memória, mas imprimindo-lhes uma linguagem própria.

O percurso até ao álbum começou, a 13 de fevereiro, com “Alfama”, dos Mler Ife Dada, tema originalmente interpretado por Anabela Duarte. Seguiu-se, a 1 de maio, “Amor Errante”, dos Diva, celebrizado pela voz de Natália Casanova.

Em julho, Viviane apresentou “Como Se Eu Fosse Tua”, canção dos Salada de Frutas que marcou o início do percurso discográfico de Lena d’Água. “A Andorinha da Primavera” acrescenta agora Teresa Salgueiro a este encontro entre diferentes gerações, sensibilidades e universos da música portuguesa.

Mais do que um disco de versões, “Ela por Elas” é um exercício de memória, reconhecimento e liberdade artística. Viviane parte de repertórios que atravessam a pop, o rock, o fado e a música de raiz portuguesa para construir uma narrativa pessoal sobre as mulheres e as vozes que ajudaram a transformar a música feita em Portugal.

Concertos de apresentação em Lisboa e no Porto
“Ela por Elas” será apresentado ao vivo em dois concertos especiais:
6 de outubro, Teatro da Trindade, Lisboa
28 de outubro, Sala 2 da Casa da Música, Porto


Nestes espetáculos, Viviane dará vida ao repertório do novo álbum, acompanhada por Tó Viegas, na guitarra portuguesa, Filipe Valentim, nos teclados, e João Vitorino, na viola acústica, num encontro entre as novas interpretações e alguns dos temas mais marcantes da sua carreira.

Os bilhetes para o Teatro da Trindade têm preços entre 14 e 20 euros. Para a Casa da Música, os bilhetes custam 20 euros.

Ela por Elas” chega a 25 de setembro às plataformas digitais. 

Alinhamento:

Alfama
Autoria: Nuno Rebelo
Banda original: Mler Ife Dada
Intérprete: Anabela Duarte 

Amor Errante
Autoria: António Freire, João Vitorino, Natália Casanova, Óscar Coutinho e Pedro Solaris
Banda original: Diva
Intérprete: Natália Casanova

Como Se Eu Fosse Tua
Letra: Luís Pedro Fonseca e Zé da Ponte
Música: Zé da Ponte
Banda original: Salada de Frutas
Intérprete: Lena d’Água

“A Andorinha da Primavera”
Letra: Pedro Ayres Magalhães
Música: Carlos Maria Trindade
Banda original: Madredeus
Intérprete: Teresa Salgueiro

“É Demais”
Letra: Tozé Brito
Música: Pedro Brito
Banda original: Doce
Intérpretes: Fátima Padinha, Teresa Miguel, Lena Coelho e Laura Diogo

“Cantiga d’Amor (Mesmo Assim)”
Autoria: Rádio Macau
Banda original: Rádio Macau
Intérprete: Xana

“Música”
Letra: José Luís Peixoto
Música: A Naifa
Banda original: A Naifa
Intérprete: Mitó Mendes

“Salvé Maravilha”
Letra e música: Nuno Rodrigues
Banda original: Banda do Casaco
Intérprete: Né Ladeiras

TIAGO VILHENA COM NOVO DISCO





















A vida passa e o tempo pára. Quatro anos depois do último disco de Tiago Vilhena, chega-nos um trabalho novo, fresco e onde o estilo já conhecido do artista continua a estar presente, mas abre espaço a elementos inéditos na sua discografia. O cantautor regressa com Salatrano no dia 25 de Setembro, antecipado pelo single “Amadores da Praça”.

O percurso que aqui desagua é longo. Começou no rock dos Savanna, passou pela pop de língua inglesa assinada como George Marvinson e amadureceu na canção portuguesa com Portugal 2018 e Canções Mundanas. Salatrano recolhe um pouco de cada uma destas vidas e junta-lhes territórios novos, num disco que se permite ser, ao mesmo tempo, o mais eclético e o mais descontraído da discografia do músico.

O título é, também ele, uma criação do autor. Salatrano é uma palavra inventada por Tiago Vilhena, que prefere guardar para si o seu significado. Fica o som da palavra e um disco inteiro para que cada ouvinte encontre a sua própria definição.

O Tiago regressa com um disco de 10 músicas ao seu estilo. Ou melhor, aos seus estilos. Numa salada de frutas, conceitos, humores, histórias e banalidades, Salatrano é um disco jovem e maduro. Chega para fechar o verão, preparar o inverno e certamente que tem uma banda sonora para todos os estados de espírito. Desde o habitual folclore português, ao indie das suas raízes, cruzam-se influências improváveis de uma forma elegante sempre com a já conhecida vontade de trazer ligeireza a qualquer tema.

No primeiro single, “Mau Mau Bem Bem” Tiago apresenta-nos uma canção sobre sermões e a vontade de contrariar a autoridade ao som de um ritmo popular. Noutros temas, parece até que há um saudosismo do rock das suas origens em Savanna. A meio do disco, como que para fazer uma pausa, surge uma música instrumental ao estilo quase de uma obra do Stravinsky perdida na floresta. Há também espaço para uma balada que nunca revela por completo se fala de amor ou de outra forma de ligação. São dez canções, todas cantadas em português, que atravessam o rock, a bossa nova, a kizomba, o reggae, o fado e a música de orquestra sem perderem o fio que as une: a escrita brincalhona, o gosto pela palavra e aquela atmosfera sem nação que, ainda assim, respira costumes portugueses.

Salatrano foi gravado nos estúdios Cuca Monga com Domingos Coimbra e Manuel Palha, dos Capitão Fausto, e misturado "em casa", nos estúdios Pontiaq, por Miguel Vilhena, irmão do músico e colaborador de longa data.

“Amadores da Praça” é o segundo single do disco, e chega como uma incursão assumidamente rock num território que o músico não explorava há já algum tempo. A canção reúne vários dos elementos clássicos do género: uma voz potente, um solo de guitarra rápido, técnico e virtuoso, mas também emotivo, uma secção carregada de chorus, vozes e alguma confusão, e uma bridge de ambiente mais espacial, construída em torno de um piano eléctrico. O resultado é uma canção de rock expansiva, com músculo e detalhe, que recupera uma linguagem que Tiago Vilhena conhece bem, mas que há algum tempo não ocupava o centro da sua música. O título “Amadores da Praça” nasce de um poema de Ary dos Santos, poeta que tem sido uma referência recorrente no universo criativo de Tiago Vilhena e cuja obra, neste caso, esteve particularmente próxima da génese da canção.

aBAND'onados AO VIVO


aBAND'onados regressam ao palco no Liquidâmbar a 26 de setembro

Os aBAND'onados regressam aos palcos no próximo dia 26 de setembro, para um concerto no Liquidâmbar, em Coimbra. A atuação acontece numa altura em que a banda continua a promover ao vivo o seu mais recente álbum, levando para o palco um repertório que cruza os temas do disco com a identidade rock que tem marcado o percurso do grupo.

Formados em Coimbra, os aBAND'onados apresentam uma abordagem assente no rock cantado em português, com uma sonoridade direta e letras que abordam diferentes experiências, temas do quotidiano e a realidade que rodeia a própria banda. Ao longo do seu percurso, o grupo tem vindo a afirmar uma identidade própria através de temas originais e de uma forte componente de atuação ao vivo.

O concerto no Liquidâmbar surge assim como mais uma etapa na apresentação ao vivo do álbum, num momento em que os aBAND'onados continuam também a desenvolver novos conteúdos em torno do seu trabalho.

Entre esses conteúdos está o videoclipe de “Ser Motard”, cujo lançamento está marcado para o próximo dia 3 de outubro. O vídeo foi gravado durante o último concerto da banda, realizado a 22 de agosto, em Martim, Barcelos, no âmbito da IV Concentração do Moto Clube Motores da Plaina.

A escolha desse momento para a gravação do videoclipe não é casual. “Ser Motard” é um tema que estabelece uma ligação direta com o universo das concentrações motard e com o ambiente vivido pela banda em palco, permitindo que o vídeo registe não apenas a interpretação da música, mas também a energia e a proximidade características das atuações dos aBAND'onados.

Depois da apresentação em Martim e antes do lançamento do videoclipe, a banda passa agora pelo Liquidâmbar, dando continuidade a um percurso que tem no palco um dos seus principais espaços de expressão.

O concerto está marcado para as 22h00 de 26 de setembro, no Liquidâmbar, em Coimbra.

Data: 26 de setembro de 2026
Hora: 22h00
Local: Liquidâmbar, Coimbra

AL-JICÇ EM CONCERTO

 



















A Cossoul recebe Al-jiçç com “Níger Suite”, o sétimo disco do projecto, num concerto que cruza improvisação, jazz e influências das tradições musicais do Mali e de Marrocos.

Com Nuno Damião (guitarras, teclados e composição), Gonçalo Lopes (clarinetes), Ricardo A. Freitas (baixo eléctrico) e Jorge Lopes Trigo (bateria e percussão), Al-jiçç constrói uma música onde motivos improvisados, ritmos e diferentes texturas se encontram.

Níger Suite reúne seis temas e conta ainda com a participação da cantora e improvisadora Maria Radich em dois deles.

O disco será apresentado na íntegra, acompanhado por uma nova componente visual e os temas serão apresentados em novos arranjos, concebidos especialmente para esta apresentação.

Um concerto de exploração sonora, entre composição e improvisação.

JANEIRO AO VIVO

 



















Na próxima sexta, dia 25 de setembro, janeiro volta às edições musicais com o álbum “Reticências”, que será apresentado ao vivo no Coliseu Club, em Lisboa, dia 18 de novembro e no Hot Five, no Porto, dia 3 de dezembro. Os bilhetes encontram-se à venda.

“Reticências” é composto por 12 faixas, das quais já conhecemos “Cor Lá Fora” com Valter Lobo e “Canção da Revolta” com Meta, lançadas em junho e agosto, respetivamente. Conta com mais colaborações que serão relevadas na sexta-feira, com o lançamento do novo trabalho.

Ainda antes do lançamento e da respetiva apresentação nas salas de Lisboa e do Porto, o artista convida o seu público, amigos e curiosos para a listening party do álbum, que terá lugar na Collect do LX Factory, em Lisboa, a partir das 19h de dia 23 de setembro, com entrada gratuita.

LISBOA
18 de novembro - Coliseu Club
21h - 25€
Bilhetes disponíveis aqui

PORTO
3 de dezembro - Hot Five
21h - 25€
Bilhetes disponíveis aqui

SAI HOJE NOVO SINGLE DE POST SAUDADE


Sai hoje "Miss Cocaine'" segundo single de Primitive Internet, novo disco de Post Saudade, a sair no dia 23 de Novembro com o selo da Raging Planet.

“Miss Cocaine” explora a lógica circular da adição: querer afastar-se de algo e, ao mesmo tempo, continuar a gravitar à sua volta. A repetição funciona como compulsão, uma frase que tenta transformar-se numa decisão, mas acaba por revelar dependência. O objecto do desejo pode ser uma substância, uma pessoa, um comportamento ou uma ideia, o que importa é o momento em que deixa de ser escolha e começa a tornar-se necessidade.

A canção move-se entre atração e repulsa, prazer e desgaste, impulso e culpa. Em vez de representar a adição como uma queda linear, apresenta-a como um ciclo, aproximar, rejeitar, regressar, negar, insistir. Há algo de quase ritual nessa repetição, como se a vontade tentasse impor-se continuamente a um corpo ou a uma mente que já não obedecem por completo.

Mais do que falar de excesso, “Miss Cocaine” fala de perda de soberania, daquele ponto estranho em que ainda dizemos “eu quero” quando talvez já devêssemos admitir “eu preciso”.

Post Saudade é uma banda de rock alternativo do Porto, formada em 2023 por Jonny Saudade , inicialmente como projeto a solo e consolidada com a formação atual em 2025, com a entrada dos restantes membros: Amish Saudade (guitarra, back vocals), Henry Saudade (bateria) e Oscar Saudade (baixo).

A sonoridade que os caracteriza cruza o rock alternativo, com stoner e hard rock, combinando riffs pesados com momentos mais atmosféricos e imprevisíveis e longas camadas de distorção, algum fuzz e densidade sonora.

Entre as suas influências destacam-se QOTSA, Bowie, Kyuss, Black Sabbath e Faith No More. O resultado é um som denso, feito de dualidades entre agressividade e calmaria, com momentos melódicos.

Ao vivo, conseguem esmagar o público com uma parede sonora que não se sente em disco. O impacto é imediato, com riffs esmagadores que se conjugam com uma atmosfera quase tranquilizante, apresentando várias paisagens ao longo de cada música, revelando, também, diretas e dançáveis.

ANTÓNIO ZAMBUJO AO VIVO


António Zambujo continua a percorrer Portugal e o mundo com a digressão do novo álbum Oração ao Tempo, que tem novas datas: Vila Real, Braga e Aveiro juntam-se agora ao itinerário nacional, respetivamente a 20 de novembro, 23 de janeiro e 27 de fevereiro, enquanto Faro recebe uma segunda sessão, no dia 1 de dezembro, às 18h00, e Coimbra uma segunda data, a 11 de dezembro.

Depois das três noites, em abril, nos Coliseus do Porto e de Lisboa, e de uma digressão de 12 concertos no Brasil, António Zambujo prossegue também o percurso internacional de Oração ao Tempo. A próxima paragem acontece já este mês, no dia 26 de setembro, em Santiago de Compostela, seguindo-se a Corunha, a 2 de outubro, Vigo, a 16 de janeiro e Londres, a 18 de fevereiro.

Recorde-se que em Portugal, a digressão passa ainda pelos já anunciados Pax Julia, em Beja, com data extra no dia 9 de outubro, depois de a primeira data, dia 10 de outubro, ter esgotado; Teatro Cine de Pombal, a 17 de outubro; Vila Real, a 20 de novembro; Europarque, em Santa Maria da Feira, a 28 de novembro; CNEMA, em Santarém, a 4 de dezembro; Centro Cultural de Viana do Castelo, a 5 de dezembro; Panorama, em Alcobaça, a 19 de dezembro.

Em 2027, António Zambujo regressa aos Coliseus de Lisboa e do Porto com Miguel Araújo para dez espetáculos, sete dos quais já esgotados, uma década depois dos históricos 28 Coliseus esgotados. Com os três concertos de apresentação de Oração ao Tempo realizados em abril, António Zambujo atuará nos Coliseus um total de 13 vezes neste ciclo, prolongando uma relação com estas salas que tem marcado alguns dos momentos mais emblemáticos do seu percurso ao vivo.

Esta semana pudemos ouvir António Zambujo em “O Pack Inteiro”, a nova música de PZ, em que participa como convidado. António Zambujo está também entre os nomeados para os Globos de Ouro, cuja cerimónia de entrega se realiza já no próximo dia 26 de setembro, na categoria de Melhor Espetáculo, com E Agora Fado, uma atuação especial que em novembro de 2025 o juntou a Camané e Ricardo Ribeiro em três noites, em Lisboa e no Porto.

Editado a 19 de março, Oração ao Tempo é o décimo primeiro álbum de estúdio de António Zambujo e resulta de um processo criativo iniciado durante a pandemia, marcado por uma reflexão sobre o tempo e sobre a forma como este transforma a vida, os afetos e a memória.

O tema-título, originalmente composto por Caetano Veloso, surge neste álbum em dueto com o próprio autor. Ao longo dos quinze temas que compõem o alinhamento, António Zambujo volta a reunir autores e compositores fundamentais no seu percurso, como Maria do Rosário Pedreira, João Monge e Pedro da Silva Martins, ao mesmo tempo que abre espaço a novas colaborações, entre elas Carolina Deslandes, MimiFroes e Rita Dias.

Com arranjos e produção de André Santos, Oração ao Tempo foi integralmente gravado com os músicos que acompanham António Zambujo em palco: João Salcedo (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), João Moreira (trompete), Francisco Brito (contrabaixo), José Conde (clarinete baixo) e o próprio André Santos (guitarra).

Próximos concertos 2026 - 2027

26 set. Santiago de Compostela, Espanha 
02 out. Corunha, Espanha 
09 out. Pax Julia, Beja — DATA EXTRA
10 out. Pax Julia, Beja — ESGOTADO 
20 nov. Vila Real 
28 nov. Europarque, Santa Maria da Feira 
01 dez. Teatro das Figuras, Faro — SESSÃO EXTRA 18h00 
01 dez. Teatro das Figuras, Faro 
04 dez. CNEMA, Santarém 
05 dez. Centro Cultural, Viana do Castelo 
11 dez. Convento São Francisco, Coimbra — DATA EXTRA 
12 dez. Convento São Francisco, Coimbra 
19 dez. Panorama, Alcobaça 
16 jan. Vigo, Espanha 
23 jan. Theatro Circo, Braga 
18 fev. Londres, Reino Unido 
27 fev. Teatro Aveirense, Aveiro

NOVO SINGLE DE SOFIA CÂMARA

 



















Sofia Camara
Hallucinating

Sofia Camara apresenta o seu novo single “Hallucinating”, que antecipa o seu EP, Still Somewhere Here, com lançamento marcado para 9 de outubro.

Luminoso, divertido e contagiante, o tema traduz a euforia de perceber que alguém que parecia completamente fora do nosso alcance pode, afinal, sentir o mesmo por nós, captando precisamente esse momento quase irreal.

A artista luso-canadiana, que tem vindo a destacar-se junto das novas gerações com a sua identidade pop e presença crescente nas plataformas digitais, estreou-se pela primera vez em Portugal este ano, no palco do Rock In Rio Lisboa. 

FESTIVAL CUCA MONGA: HORÁRIOS JÁ DISPONÍVEIS E ÚLTIMOS PASSES GERAIS





















O Festival Cuca Monga volta ao coração da capital, nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, para a sua 4.ª edição. Em ambos os dias há concertos a partir das 18H00 e até às 02H00.

Depois de na 3.ª edição o Festival Cuca Monga se ter estreado com sucesso nos jardins do Museu de Lisboa - um oásis verde no meio da azáfama citadina ,um esconderijo sonoro coberto de relva, vagar e tranquilidade -, o evento volta a este espaço para celebrar a música ao vivo, com um cartaz que volta a apostar em talento estabelecido e emergente da música independente nacional e ligações internacionais, principalmente criando uma ponte cada vez mais sólida com o Brasil.

Novamente com dois dias cheios de música ao vivo, as confirmações são: Capitão Fausto, Manel Cruz, Sérgio Godinho & ZARCO, Marquise, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, Vaiapraia, Rapaz Ego, Rita Cortezão, Bruno Berle, Beatriz Pessoa, Leonor Arnaut, Manu Julian, IBSXJAUR e Miguel Marôco.

A encabeçar o primeiro dia de festival há Capitão Fausto, no regresso da banda à sempre saudosa Alvalade que os viu crescer. Esta é a primeira data do grupo em Lisboa depois de uma mítica atuação no Meo Arena em janeiro deste ano. Ainda no dia 25 de setembro há Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, banda de São Paulo que tem uma digressão nacional a começar após este primeiro espetáculo no Festival Cuca Monga.

Já a 26 de setembro o destaque do dia vai, claro, para um concerto especial e irrepetível de Sérgio Godinho e ZARCO, no qual serão tocados e cantados temas de ambos. A este acontecimento juntar-se-á Leonor Godinho, filha de Sérgio e companheira de sempre de ZARCO, que cantará no espetáculo. A amizade vai passar por aqui. Manel Cruz também atua neste dia, nome do rock português que dispensa apresentações e que promete trazer na bagagem o álbum Vida Nova (2019) e canções como “O Navio Dela” e “Ainda Não Acabei”.

O Festival Cuca Monga foca-se em promover música alternativa e independente. Uma celebração sonora da amizade entre artistas e profissionais da área, feita por músicos experientes que sabem o que é preciso para montar um bom espetáculo. Nas palavras da organização “Sejam artistas consagrados, artistas emergentes, ou artistas da Cuca Monga com música nova, a ideia é que todos partilhem palco e tenham lugar. O ponto em comum é adorarmos toda a música que recebemos.”

O espetáculo será montado nos dias 25 e 26 de setembro nos jardins do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, um recinto fechado, com 2 palcos, várias bancas de comes&bebes, merchandise e, claro, contará com música a partir da tarde até madrugada fora.

Os bilhetes diários estão a partir de agora à venda por 30€, já os passes gerais com acesso aos dois dias de Festival Cuca Monga estão a 50€. Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline aqui, mas os passes gerais estão prestes a esgotar.

ALICE BOAVISTA ANTECIPA EP COM COM SINGLE "VINDIMA"





















Alice Boavista
apresenta “Vindima”, novo single que antecipa a edição de “Boa Nova”, o seu EP de estreia em nome próprio, agendado para 26 de setembro. Depois de “Boa Nova”, “Beija-Flor” e “Canto da Janela”, a cantora, compositora e multi-instrumentista natural de Marco de Canaveses revela uma nova canção ligada às tradições do Minho e Douro Litoral, recuperando a vindima enquanto prática comunitária e espaço de encontro.

“Vindima” desenvolve uma narrativa alegre e descritiva em torno do processo tradicional da apanha da uva na região do Vinho Verde. A canção recupera um contexto em que as videiras se desenvolviam em bardos e ramadas e em que a vindima mobilizava a comunidade envolvente, reunida nas quintas para a colheita e para a posterior pisa das uvas nos lagares.

Ao acompanhar as diferentes etapas desse percurso, Alice Boavista olha para a vindima não apenas enquanto trabalho agrícola, mas também enquanto momento de convivência. A reunião de diferentes pessoas em torno de uma tarefa comum transforma-se num espaço de proximidade e celebração, prolongando na canção uma dimensão comunitária que atravessa igualmente o futuro EP.

É a partir desse cenário que “Vindima” desenvolve uma segunda narrativa. Entre a apanha das uvas, a participação coletiva e os momentos de convívio, a descrição do processo acaba por desembocar poeticamente numa história de início de namoro. A dimensão amorosa surge assim no interior de um retrato mais amplo de uma prática onde trabalho, festa e relações humanas coexistem.

A instrumentação reforça a ligação da canção a esse universo. Alice Boavista assume a voz, a primeira viola amarantina e as tracanholas, acompanhada por Eduardo Kosta na segunda viola amarantina e Cláudia Oliveira na terceira. Sebastião Antunes participa na voz e na guitarra, numa formação que coloca instrumentos associados à tradição no centro da construção do tema.

“Vindima” é o quarto avanço de “Boa Nova”, depois da faixa homónima, “Beija-Flor” e “Canto da Janela”. Ao longo das cinco canções que integram o EP, Alice Boavista estabelece um diálogo entre música tradicional portuguesa e criação autoral contemporânea, trabalhando ideias relacionadas com memória, pertença, transmissão e identidade.

Se “Boa Nova” parte da saudade e do desejo de regresso a um lugar que permanece na memória, “Beija-Flor” constrói um universo imaginário em torno de uma sociedade de flores ao ritmo do côco brasileiro. Já “Canto da Janela” aproxima diretamente o trabalho da tradição oral portuguesa, entrelaçando “Ó meu amor tira a roupa”, recolhida do Rancho Folclórico de Santo Isidoro, em Marco de Canaveses, com as melodias da Beira Baixa “Cravo Roxo” e “Cantiga Bailada”. O alinhamento completa-se com “Quietude do Momento”, composição de Alice Boavista a partir de um poema de Alcino Vieira.

“Boa Nova”, com edição marcada para 26 de setembro, será a primeira edição discográfica da artista enquanto autora e intérprete a solo. Produzido por Alice Boavista, o trabalho reúne músicos convidados como Ana Laíns e Sebastião Antunes e percorre diferentes referências e instrumentos, do piano à viola amarantina e de Portugal ao Brasil, mantendo como ponto de encontro a relação entre tradição e criação contemporânea.

As gravações do EP decorreram em janeiro de 2026 no I Am Studio, de Artur Martins, e na EMA, em Coimbra. A mistura e masterização ficaram a cargo de Ricardo Ferreira, com fotografia de Miguel Teixeira e arte gráfica de Isabel Sixel.

Nascida em 2001, em Marco de Canaveses, Alice Boavista é cantora, pianista, maestrina, percussionista, arranjadora, compositora e multi-instrumentista. Formou-se em Direção, Teoria e Formação Musical na Universidade de Aveiro, depois de estudar no Conservatório do Vale de Sousa, e tem desenvolvido um percurso ligado à música tradicional portuguesa, à criação contemporânea e à prática coral.

Foi maestrina do Coro de Santa Joana entre 2021 e 2025 e toca viola amarantina desde 2023. Atualmente integra o Quarteto Nota do Meio como pianista, é cofundadora do duo Marca D’Água e do projeto Gomo de Tangerina, integra o grupo CRUA e participa como coralista no Zêzere Arts Vocal Ensemble.

Com “Vindima”, Alice Boavista apresenta a última antecipação de “Boa Nova” antes da chegada do EP a 26 de setembro, colocando uma prática coletiva ligada ao território no centro de uma canção onde tradição, comunidade e uma história de amor se encontram.

FESTA D'ANAIA ESTÁ A CHEGAR

 



















Festa D’Anaia nasceu em 2017 com intuito de trazer à nossa região o que de melhor se faz na música nacional. É uma Festa de todos e para todos os gostos, onde o que prima é a diversidade.

Nasceu da vontade do Centro Cultural e Recreativo da Pena e, desde a sua génese, passaram pelos seus palcos Samuel Úria, Best Youth, Xinobi, Benjamim, The Parkinsons, Joana Espadinha, Filipe Sambado, Linda Martini, Fogo Fogo, Cassete Pirata, Club Makumba, The Legendary Tigerman, Expresso Transatlântico, B Fachada, entre muitos outros. No entanto, a Festa D’Anaia não se esgota na música. É uma Festa multifacetada, com exposições e com grande dedicação à partilha da cultura regional da Bairrada.

Assim, antes dos concertos, é possível degustar os melhores vinhos da Pena nas Tardadas N’Adega, onde um bom copo de vinho acompanha concertos intimistas e depois, fazer uma viagem ao passado, até à Sede mãe - o Grémio - onde começa o lançamento e o calor para os concertos da noite.

Pela partilha, pela cultura e pela certeza de viver bons momentos te dizemos - é uma Pena faltares!

sábado, 19 de setembro de 2026

NUNO DA CÂMARA PEREIRA VOLTA AO LOGAR ONDE TUDO COMEÇOU

 




















Em 1977, numa noite no Coliseu dos Recreios, nascia profissionalmente o fadista Nuno da Camara Pereira. Meio século depois, o artista regressa à mesma sala para celebrar uma vida inteira dedicada ao fado e à música portuguesa.

Será uma noite única, carregada de história, emoção e memórias, onde se revisitam cinco décadas de canções que marcaram gerações. Dono de um timbre inconfundível e pioneiro da renovação do fado nos anos 80, Nuno da Camara Pereira levou o país a cantar temas como Mar Português, Pode Ser Saudade, Cavalo Ruço ou Rosinha dos Limões.

Nesta celebração especial, o palco do Coliseu recebe grandes nomes do fado português: Rodrigo, Custódio Castelo, Jorge Fernando, Artur Batalha e Mário Pacheco, entre outros convidados que integram esta viagem pela memória viva do fado.

Uma celebração de uma carreira, de uma voz e de um país.

18 de junho de 2027 · Coliseu de Lisboa

Bilhetes: 23 € – 40 €

50 anos depois, o regresso a casa.

GOD VILAIN COM NOVO CLIP



A Lei de Murphy parte de um princípio avassalador: tudo o que pode correr mal, irá correr mal. Aqui, no videoclipe do single Murphy’s Law, de God Villain, a ideia ganha asas num sentido completamente diferente.

Escolhendo este como o tema que provavelmente mais significado traz ao seu triplo testemunho musical, God Villain demonstra como as agruras do seu trauma e as desventuras do seu drama acabaram por resultar no culminar de um universo de cor e luz.

Colorido por afetos, novas histórias, reencontros, pela descoberta do sentido da vida e pela certeza de que o amor nos pode salvar daquilo que nos amassa ao longo do percurso, este é o derradeiro vídeo que ilustra uma amálgama de momentos simples e sublimes. Um verdadeiro flash sobre a intimidade do artista que percebeu que o Karma não é um castigo, mas uma porta para novos caminhos, para outros encontros e para um quotidiano tão simples quanto belo.

O último videoclipe num voo a solo, já que God Villain se prepara agora para desbravar novos sentidos e seguir novos rumos ao lado de companheiros de viagens antigas, Miguel Barros e Pedro Martins (Comité Caviar).

Texto por Susana Faria

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

DRENAZ DE REGRESSO

 



















Fiel a uma escrita que privilegia mensagens de autoafirmação e bem-estar, o artista traz em "Fala Di Mi" uma declaração de independência emocional, um convite a viver o momento sem se deixar condicionar pelo julgamento alheio, valorizando a liberdade de ser e de existir à sua maneira.

Assente numa sonoridade Afro envolvente e energética, o tema traduz um verdadeiro mindset: mais do que uma música, "Fala Di Mi" é uma vibe, uma energia positiva que acompanha o ouvinte no dia a dia.

"Fala Di Mi" confirma-se, assim, como mais um momento luminoso da discografia de Drenaz, reforçando a sua identidade artística e a capacidade de transformar vivências pessoais em mensagens universais de positividade.

RICARDO TOSCANO E E JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA APRESENTAM NOVO DISCO















8 de outubro, 21h Culturgest, Lisboa

Duas gerações, saxofone e piano, encontram-se num primeiro registo em duo marcado pela escuta, pela exploração e por uma extraordinária sensibilidade ao som e ao espaço

The Third Beside Us reúne o saxofonista Ricardo Toscano e o pianista João Paulo Esteves da Silva, figuras de proa do jazz nacional, de gerações distintas. Foi há pouco mais de uma década que os dois se encontraram pela primeira vez em palco, tendo desde então mantido uma colaboração semi-regular, mas este é o primeiro registo do seu trabalho em duo, gravado no Auditório Emílio Rui Vilar (Culturgest) e produzido por João Esteves da Silva (Artway Jazz).

A peça central do álbum é uma suite de autoria colectiva, em que o saxofone alto e o piano interagem com enorme contenção e sensibilidade ao timbre, às dinâmicas ou ao espaço: harmonicamente densa, exploratória, mas também lírica, esta música promete surpreender até os mais fiéis admiradores destes dois músicos criativos de excepção. Além da suite, o álbum abre com a composição “Grito Mudo”, de Toscano, outrora gravada em quarteto, e fecha com “A Entrevista”, um tema recente de Esteves da Silva. Nas notas de programa, o conceituado pianista britânico Alexander Hawkins fala num “milagre de cumplicidade musical”.

O disco vai ser lançado e apresentado ao vivo na Culturgest, no dia 8 de outubro, às 21h, em Lisboa.


Bilhetes para o concerto de lançamento em CULTURGEST.PT

ED EM TODAS AS PLATAFORMAS DIGITAIS





















O artista volta mostrar o porquê de ser uma das vozes mais autênticas da nova geração da música portuguesa com o lançamento do seu novo single, já disponível em todas as plataformas digitais.

quase nada” surge como confissão, um desabafo de quem escolhe perder-se numa relação, trocando a vida à sua volta por tudo o que está inerente a esse vínculo, como o conforto e a estabilidade, mas também o sufoco e a dependência de estar com alguém. A mesma pessoa, que provém algo positivo e necessário, é também a mesma que desestabiliza tudo o resto, criando um paradoxo que atravessa toda a canção e que traduz esse sentimento que é o amor. É desse contraste que nasce o título: abdicar de tudo para viver apenas em função de outra pessoa pode significar, afinal, viver muito pouco.

A letra da música foi escrita pelo próprio ed, em conjunto com Tomás Martins, enquanto produção ficou a cargo do artista em colaboração com Fabrice, Diogo Purpura e Afonso Carvalhido.

O novo single surge acompanhado por um videoclipe, disponível no canal oficial de YouTube do artista, produzido por ARV Mário que dá forma visual a uma música muito especial e que não deixa ninguém indiferente.

ed foi o primeiro artista a assinar pela Atlantic Records Portugal, onde se estreou com “tua falta” feat. Lhast. A sua sonoridade é marcada pelas raízes da música portuguesa, enquanto a sua formação em ópera, durante o ensino secundário, teve um papel importante no desenvolvimento da sua técnica vocal, na construção de melodias e na colocação de voz, sem definir, no entanto, o género musical pelo qual escolheu expressar-se.

Desde “tua falta”, ed tem vindo a afirmar-se também através da colaboração com outros artistas, marcando presença nos álbuns de Lhast e xtinto, e a construir um percurso cada vez mais assente numa escrita pessoal e numa interpretação próxima e intimista.

“quase nada” é o primeiro avanço do projeto "músicas para adormecer sem ti" e já está disponível em todas as plataformas digitais. Este lançamento marca uma nova fase na carreira do artista, que se irá apresentar pela primeira vez ao vivo, a solo, no dia 21 de setembro, segunda-feira, no Coliseu Box, no Porto.
 

AVESSO ATECIPAM NOVO EP















AVESSO lançam ‘eterno retorno’, single que antecipa o EP uma morte por mil cortes com lançamento previsto para novembro de 2026.

Este tema surge como um cartão de visita para o universo sonoro e conceptual do novo trabalho, revelando uma abordagem intensa que cruza sonoridades contemporâneas com uma escrita lírica cortante. 'Eterno retorno' traduz, desde logo, a identidade artística da banda, explorando inquietações e narrativas enraizadas na ideia de contemporaneidade como o produto de reverberações, ad aeternum, da história humana.

O single apresenta-se como um dos momentos mais marcantes do novo ciclo dos AVESSO, inspirado na força intemporal dos rubaiyat de Omar Khayyam. Com imagens poderosas e evocativas, a banda constrói um tema que oscila entre a inquietação e a contemplação, convidando o ouvinte a confrontar a efemeridade da vida. O resultado é uma canção que reforça a identidade artística dos AVESSO e antecipa a intensidade do EP que está por chegar.

Em Novembro de 2026, sairá uma morte por mil cortes, um EP composto por quatro temas que consolidam o percurso da banda e assinalam uma nova etapa na sua evolução estética e musical. O ponto alto deste novo ciclo será o concerto de apresentação oficial, agendado para o dia 28 de Novembro, no MOUCO, Porto. Este espetáculo foi concebido para transportar para palco a intensidade e a estética do novo EP, prometendo um momento marcante que poderá afirmar definitivamente a banda no contexto da nova música nacional.

Idealizado como residência artística no início de 2022, o encontro improvável de músicos oriundos de diferentes linguagens musicais, rapidamente se transformou num consistente e promissor projeto artístico. Assim, surge AVESSO que lançaram em 2023, desassossego, o seu primeiro disco.

Os AVESSO são constituídos por Diogo Leite na bateria, Dani Valente na guitarra, Vitor Hugo na guitarra e voz e Paulo Rui no baixo e voz. Exploram, através de rock vocalizado em Português, os domínios do espírito humano, dos seus pântanos aos seus cumes, não se fechando em sonoridades nem em fórmulas de criação ou expressão, trazendo assim uma mistura experimental tanto de melodias como dissonâncias.

PRIMITIVE REASON DE REGRESSO A LISBOSA PARA CONCERTO













Lisboa - 21 de Novembro - LX Factory
Primitive Reason · The Skints · Meryl Streek · Bad Tomato

Depois do regresso triunfante aos palcos em Lisboa, os Primitive Reason estão de volta à capital para um segundo concerto este ano, desta vez como headliners no LX Factory, no dia 21 de Novembro, numa noite que junta ainda The Skints, Meryl Streek e Bad Tomato.

A passagem anterior por Lisboa, em Março, marcou o aguardado regresso da banda aos palcos da cidade, mas a enorme procura e o sold out do concerto no LAV deixaram muitos fãs sem bilhete. Agora, a oportunidade surge novamente: os Primitive Reason regressam para um concerto especial, pensado também para quem não conseguiu estar presente na primeira data.

Formados em Cascais em 1993, os Primitive Reason tornaram-se uma das bandas mais singulares e influentes da música alternativa portuguesa, cruzando rap, punk, hardcore, reggae e ska numa mistura explosiva que marcou toda uma geração. O clássico Alternative Prison, lançado em 1996, tornou-se um dos discos de referência da cena alternativa nacional e continua a ser uma peça fundamental na história da banda.

Mas este regresso não vive apenas da nostalgia. Em Novembro, os Primitive Reason apresentam também material do seu segundo álbum, Tips & Shortcuts, acrescentando novas dimensões ao alinhamento e mostrando que a história da banda continua a escrever-se em palco.

A formação reúne os fundadores Brian Jackson, Guillermo de Llera e Jorge Felizardo, acompanhados por Mark Cain e Abel Beja, recuperando a química e a energia que sempre definiram os Primitive Reason ao vivo.

Com um cartaz que promete uma noite intensa e imprevisível, o LX Factory recebe uma celebração de várias gerações da música alternativa, com The Skints, Meryl Streek e Bad Tomato a juntarem-se aos Primitive Reason para uma noite de punk, reggae, hardcore, ska e atitude.

Os bilhetes para este grande regresso dos Primitive Reason com a sua formação original já estão à venda com o bilhete early bird a custar 30€.

Comprar Bilhete Primitive Reason no LX Factory

NOVO SINGLE DE FILIPA BIDARRA

 










“Farewell”
é o novo single de Filipa Bidarra e fará parte do EP “Therapy Mode”, a ser lançado em outubro, onde cada tema representa uma etapa distinta de um processo emocional, convertendo vivências pessoais numa narrativa musical.

Com uma linguagem pop alternativa e uma clara influência de teatro musical, aproxima-se de referências como Sara Bareilles e Ben Platt.

Depois de conquistar o público no The Voice Portugal, Filipa Bidarra afirma-se como uma das novas vozes da pop portuguesa. Cantora, compositora e atriz de teatro musical, formada pela London College of Music, constrói uma identidade artística onde a interpretação e a composição se complementam. 

Escrito em Londres em 2023, através de uma abordagem introspetiva, “Farewell” nasce de um contexto de crescimento pessoal e procura de identidade artística. “Estava a viver sozinha num país tão diferente, sem muito a que me agarrar. Escrever canções foi o meu escape, o meu refúgio.” 

Projeto desenvolvido nos estúdios MalwareSoundProd com banda acústica: David Jerónimo, Helder Godinho, Miguel Camilo, Ricardo Dikk. Gravado e produzido por David Jerónimo, mistura realizada por João Martins e masterização por Miguel Marques.

“Farewell” procura afirmar uma linguagem pop contemporânea e interpretativa no panorama musical português, consolidando a identidade artística de Filipa Bidarra enquanto compositora e intérprete.

LIKA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS





















LIKA lança hoje o seu novo single "Remember Me".

Esta canção conta-nos um dia na vida de dois amantes.

Fala-nos da manhã, do dia e da noite de duas pessoas que se encontram e se amam e coloca-nos no cenário onde um amor surge despido, sem nódoas, completo.

O refrão ("Remember me as I am") relembra-nos do conforto do que realmente importa: a certeza na autenticidade.

A batida, com uma energia incrível e irresistivelmente dançável, enche-nos de lembranças antigas e de agora. Uma loucura de bom que nos deixa a pedir mais e nos coloca no sítio certo: a única coisa que guardamos para sempre é aquilo que damos. Um mantra que nos fica, para sempre. 

Em junho deste ano lançou o EP “AL-MA” com a participação de João Cabeleira (Xutos & Pontapés) e Luiz Caracol.