segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

AURORA KATANA COM NOVO SINGLE

 



















AURORA KATANA tem traçado um ambicioso percurso artístico transdisciplinar, movendo-se com fluidez no questionamento e na descontrução dimensional das suas valências. Lança agora o novo single “VIDEOGAME”.

Acompanhado por um videoclipe que entra no mundo da criadora, “VIDEOGAME” forma as primeiras impressões do dance-pop futurista apocalíptico de KATANA, terceiro LP e culminar da identidade AURORA num manifesto biónico.

Produzido pela própria, KATANA será editado com selo Maternidade dia 6 de março.

VIDEOGAME” é a última declaração de amor para o ex - é um manifesto sobre amor íntimo, sedução, prazer e jogo de tesão entre dois nerds que viveram uma paixão obsessiva. O videoclipe foi filmado em parceria com as BFFs Carlota Flor, Yunne Isabella, Maroskas, Elisa, Kyara, Francisca Marvão e Sombria.

- AURORA KATANA

NO SALÃO BRAZIL

 



















Filipe Karlsson
13 Fevereiro • 22:00

Em 2026, Filipe Karlsson regressa à estrada para uma tour que marca um novo capítulo na sua trajetória artística. Com uma identidade sonora cada vez mais afirmada, onde o estilo pop contemporâneo se cruza com uma estética retro, estes concertos foram pensados para uma relação próxima e intensa com o público onde serão apresentadas novas músicas, lado a lado com temas já reconhecidos pelos ouvintes.

Abertura de portas: 21h30
ESGOTADO

Ajtai | Vicente | Nilssen-Love Trio
14 Fevereiro • 22:00

Três vozes distintas da música improvisada europeia encontram-se num trio movido pela liberdade, intensidade e profunda consciência musical.

Luis Vicente, uma figura chave da cena musical criativa de Lisboa, move-se com fluidez entre a improvisação livre e as estruturas compostas. Colaborou com artistas como Carlos Zingaro, William Parker, Hamid Drake, Akira Sakata e John Dikeman, moldando uma voz de trompete marcada pela abertura e energia crua.

Paal Nilssen-Love, nascido num clube de jazz em Stavanger, é conhecido pela sua abordagem enérgica e dinâmica. Uma força central em grupos como The Thing, Atomic, Scorch Trio, Frode Gjerstad Trio e Peter Brötzmann Chicago Tentet, continua empenhado no imediatismo, no risco e no movimento musical contínuo.

Péter Ajtai é uma das figuras centrais da cena musical improvisada húngara, ativo tanto como intérprete como iniciador de novos projectos. Trabalhou com músicos húngaros de renome e artistas internacionais, incluindo Hamid Drake e Alexander von Schlippenbach. O seu som de baixo, ressonante e fundamentado, reflecte uma prática informada tanto pela performance como pela investigação.

Juntos, o trio cria música que é crua, espaçosa e viva - três fortes identidades musicais dedicadas à abertura, à exploração e à alegria da descoberta.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 8 euros ● 10 euros
BILHETEIRA ONLINE

HUGO VASCO REIS APRESENTA "TÉNUE"

 



















Hugo Vasco Reis apresenta  “Ténue” – Sonic Figures Project em digressão, com Trevor McTait e Miquel Bernat 

Início a 5 de março, no Lisboa Incomum

O compositor e investigador Hugo Vasco Reis apresenta Ténue – Sonic Figures Project, um projeto de música contemporânea e experimental para viola d’arco, percussão e eletrónica, em digressão nacional entre março e abril, com atuações em Lisboa, Mafra, Aveiro, Castelo Branco e Porto.

O repertório de Ténue é a continuação dos trabalhos “Cinco Lugares Sobre a Fragilidade”, instalação sonora e álbum do compositor Hugo Vasco Reis, concebida para 24 canais e imagem, explorando a fragilidade através da música contemporânea e ambientes sonoros e “Imago” – Sonic Figures Project, que "através da prática artística experimental, o projeto visa compreender o fenómeno da escuta e da mediação de ambientes sonoros silenciosos, numa relação com a ecologia, a civilização, corpo e pensamento, como forças geradoras na construção do conhecimento”

A digressão tem início a 5 de março, no Lisboa Incomum, seguindo-se o Museu Nacional da Música, em Mafra, a 8 de março, a Universidade de Aveiro, a 10 de março, e a Fábrica da Criatividade, em Castelo Branco, a 18 de março. Em abril, Ténue apresenta-se no Porto, com concertos no dia 11 no PEMS (Porto Electronic Music Symposium), Casa da Música, e a 12 no Sonoscopia.

Ténue resulta de uma colaboração estreita entre Hugo Vasco Reis (composição e eletrónica), Trevor McTait (viola d’arco) e Miquel Bernat (percussão), propondo uma escuta aprofundada de ambientes sonoros discretos e frequentemente ignorados. A partir de gravações de campo realizadas em contextos como o interior de árvores, ambientes subaquáticos ou vibrações estruturais, os materiais sonoros são mapeados, orquestrados, estratificados e espacializados, sendo mediados instrumental e eletronicamente.

O projeto desenvolve-se numa prática artística colaborativa e experimental, investigando a escuta enquanto forma de conhecimento e reflexão, numa relação com a ecologia, o corpo, a civilização e o pensamento.

TÉNUE
para viola, percussão e eletrónica

Trevor McTait . viola
Miquel Bernat . percussão
Hugo Vasco Reis . composição e eletrónica

Datas 2026

05.Março. Lisboa Incomum (Lisboa)
08.Março. Museu Nacional da Música (Mafra)
10.Março. Universidade de Aveiro (Aveiro)
18.Março. Fábrica da Criatividade (Castelo Branco)
11.Abril. PEMS (Porto Electronic Music Symposium), Casa da Música (Porto)
12.Abril. Sonoscopia (Porto)

MXGPU VÃO AO TOMORROWLAND





















MXGPU começam o ano de 2026 com uma grande notícia: estão oficialmente confirmados no Tomorrowland, na Bélgica.

O Tomorrowland é um dos maiores e mais influentes festivais de música eletrónica do mundo. Realiza-se anualmente em Boom, Bélgica, desde 2005 e atualmente decorre ao longo de dois fins de semana, este ano, de 17 a 19 de julho e de 24 a 26 de julho. Conhecido pela produção cenográfica espetacular, com centenas de artistas, mais de 15 palcos e todos os géneros da música eletrónica representados, o festival recebe anualmente milhares de pessoas vindas de todo o mundo.

‘Consciencia’, o tema desta edição, revela um mundo onde as emoções se transformam em paisagens cruas e profundamente humanas, o cenário ideal para receber MXGPU. 400.000 pessoas, 200 nações, unidas por ‘Wonder, Love, Anger, Joy, Desire e Sadness’.

Com atuação marcada para dia 19 de Julho, esta confirmação surge após um período particularmente marcante para o projeto. O ano de 2025 foi um ano cheio para MXGPU, assinalado pelo lançamento de Sudden Light, o álbum de estreia de 11 faixas, pelas suas sessões de apresentação, esgotadas em Lisboa e no Porto, e pelo vídeo-concerto ‘LIVE OVER LISBON’, uma performance impactante em que MXGPU atuaram suspensos por uma grua, sobre o rio Tejo, em Lisboa.

O universo de Sudden Light, profundo, imersivo e centrado na ligação entre humanidade e tecnologia, tem sido moldado em palco através de experiências transformadoras, que aproximam os artistas do seu público. MXGPU levam agora esta visão artística a um dos maiores palcos do mundo da música eletrónica.

O Tomorrowland 2026 marca um novo capítulo na trajetória de MXGPU.

E é só o começo.

ADRÉ CARVALHO APRESENTA DISCO EM LISBOA


O compositor e contrabaixista André Carvalho apresenta em Lisboa o seu novo álbum, Of Fragility and Impermanence, no dia 28 de Fevereiro, no BOTA-Anjos, Lisboa. 

Lançado em Novembro, Of Fragility and Impermanence afirmou-se rapidamente como uma das obras mais marcantes do percurso de André Carvalho, merecendo amplo reconhecimento da crítica nacional. O álbum integrou as listas de Melhores do Ano de 2025 da Jazz.pt, e a sua apresentação no Guimarães Jazz foi destacada por Gonçalo Frota (Público) como um dos melhores concertos de 2025.

“Of Fragility and Impermanence” nasce de uma reflexão profunda sobre fragilidade, perda, memória e transformação, assumindo cada peça como uma meditação autónoma. A música atravessa temas como a vulnerabilidade, a parentalidade, a melancolia do desejo de retorno a um estado primordial e a beleza efémera do quotidiano. A escrita procura o espaço, o silêncio e a suspensão como elementos estruturais, criando - nas palavras de Gonçalo Frota - “uma música notavelmente abstracta, a meio caminho entre o jazz e a criação erudita contemporânea, procurando silêncios e vazios”, onde cada gesto instrumental ganha significado e densidade expressiva.

No Público, Gonçalo Frota sublinha ainda que o compositor “interpreta com magnífica sensibilidade uma partitura que está não apenas nas pautas, mas também nas histórias que a música pretende contar e nos estados que se propõe atingir”, destacando a intensidade e a riqueza do universo sonoro do álbum.

Para esta apresentação, André Carvalho reúne um quinteto formado por José Soares (saxofone), Raquel Reis (violoncelo), José Diogo Martins (piano), André Carvalho (contrabaixo) e João Hasselberg (electrónica). O grupo dá corpo à visão do compositor através de um delicado equilíbrio entre escrita e improvisação, num diálogo constante entre intimidade, escuta colectiva e liberdade interpretativa.

O concerto no BOTA-Anjos propõe uma experiência próxima e imersiva, convidando o público a habitar um espaço sonoro onde a música se afirma como gesto de cuidado, atenção e partilha, reflectindo sobre a natureza transitória e vulnerável da condição humana. 

Próximas datas

● 21 de Fevereiro, 18h00 - Casa Jardim da Estrela, Lisboa
CriaSons / Musicamera - música original inspirada no livro “Jerusalém”, de Gonçalo M. Tavares

● 28 de Fevereiro - BOTA-Anjos, Lisboa
“Of Fragility and Impermanence”

● 26 de Março - Cine-Teatro João Mota, Sesimbra (Aqui Há Jazz)
“Of Fragility and Impermanence” - concerto antecedido de masterclasse

● 30 de Abril – Igreja da Misericórdia – Templo da Música, Tomar
“Of Fragility and Impermanence”

● 22 de Maio – Seia Jazz and Blues Fest, Seia
“Of Fragility and Impermanence”

● 17 de Junho – Tasca das Artes, Lisboa
“Of Fragility and Impermanence”
18 de Junho – Teatro Municipal de Bragança
“Of Fragility and Impermanence”

Outras actividades próximas

No dia 21 de Fevereiro, às 18h00, André Carvalho apresenta música original inspirada no livro Jerusalém, de Gonçalo M. Tavares, na Casa Jardim da Estrela, em Lisboa. Este concerto resulta de uma comissão do Musicamera, integrada no ciclo CriaSons, um projecto que cruza música e literatura, com curadoria literária de José Luís Peixoto e direcção artística de Luís Pacheco Cunha.

Neste contexto, André Carvalho e Filipe Duarte estão a criar uma suíte original a partir do universo literário de Gonçalo M. Tavares, explorando a relação entre palavra, silêncio e matéria sonora.

O projecto será apresentado em formato trio, com André Carvalho (contrabaixo, composição, direcção musical), Paulo Gaspar (clarinete) e Filipe Duarte (guitarra, composição).

https://www.instagram.com/andrecarvalho.bass/ 
https://www.facebook.com/carvalhobass
 
https://www.andrecarvalhobass.com/
 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

FIPOS COM NOVO SINGLE

 













Com quase 30 anos de palcos, FIP0S (Filipe Martins do Vale) é uma das figuras centrais na música Rock açoriana. Iniciou-se em 1997 (Pop Rock e Metal), destacando-se como vocalista versátil em bandas de covers durante longos anos. Criou o programa "Açores Underground" (2009) e venceu "Melhor Performance Rock" nos International Portuguese Music Awards 2022 com a sua ex-banda Duques (2021) nos Estados Unidos da América. Em 2024, fundou a Black Orange Studio onde ensaia, compõe e grava. Atualmente, é co-fundador e vocalista da banda ORANGE 3 e mantém o seu projeto a solo FIP0S bem como atua como freelancer no circuito musical açoriano

NOVO DISCO DE BARDINO

 


















Em 2021 a atriz e realizadora Ana Cunha convidava o trio para compor a banda sonora do seu primeiro filme enquanto realizadora, A Traição do Padre Martinho, uma produção da Ukbar Filmes integrada no projeto Contado por Mulheres e transmitida pela RTP. O filme parte de um texto de Bernardo Santareno e passa-se numa pequena aldeia portuguesa no final dos anos 60, onde um jovem padre toma o partido da população, acaba expulso pelo patriarcado e defendido pelo seu povo. Para um grupo que ao longo de três discos - o EP homónimo (2017), Centelha editado pela Saliva Diva (2020), e o Memória da Pedra Mãe editado pela Jazzego (2024) - sempre procurou ligar a sua música a lugares e paisagens concretas, a proposta de habitar o universo fechado e carregado de um drama de Santareno representava um desafio de outra natureza. A Traição do Padre Martinho OST é o resultado desse encontro.

Os Bardino escreveram a música numa residência artística em Anadia, rodeados pelo laranjal da casa da avó Alice, numa produção deliberadamente lo-fi e guiada pela visão da realizadora. Há uma intimidade neste processo que se transfere para a música, que soa mais despida e próxima do que o habitual no universo do trio. Rui Martins assina a produção, mistura e masterização, além de tocar teclados, Nuno Fulgêncio contribui com bateria e percussão, e Diogo Silva com o baixo, num registo contido que serve a narrativa do filme sem deixar de soar inequivocamente a Bardino.

Ao longo de dez faixas e pouco mais de vinte minutos, o álbum constrói-se como um arco dramático que espelha a estrutura da história. Três peças intituladas "Padre Martinho" funcionam como pilares - um Prelude que abre, um Interlude que marca a viragem, e um Postlude que encerra -, enquanto entre elas surgem as peças dedicadas às personagens e momentos-chave da trama: "Alice", "Bernardo", "Albino", "O Cerco", "Guarda", "Escadas". Cada uma destas composições funciona como um retrato sonoro, breve e essencial, que evoca mais do que descreve.

Quase cinco anos separam a residência artística da publicação deste disco. Esse intervalo, longe de diminuir a relevância do material, dá-lhe uma qualidade particular, como se a música tivesse amadurecido no mesmo silêncio das paisagens que sempre inspiraram os Bardino. A Traição do Padre Martinho OST é uma obra que prova que a sua linguagem musical, tantas vezes associada a paisagens abertas e explorações sonoras sem destino definido, pode também habitar o espaço fechado e carregado de um drama humano.

Já disponível em todas as plataformas digitais e no Bandcamp.

Fotografia da capa por Ana Cunha.

PROGRAMA DE 07/02/26

1 - IAMTHESHADOW - This vertigo
2 - Phantom Vision - Global worning
3 - Necro - Cold cut
4 - Uncanny Chamber -  Dark eyes
5 - Electric Man - New wave
6 - Floating Ashes - Deceivers
7 - Jorge Ferraz Trio - Liga magrebe rosa
8 - mARCIANO - Bissetriz
9  - Corsage - O canto e o gelo
10 - Turning Point - imensidão
11 - Ocaso Épico - Asa branca
12 - Spreader - RCP - Reanimação cardiopulmonar
13 - Belaflor Oração 1


sábado, 7 de fevereiro de 2026

BRUNO CELTA E CONJUNTO!EVITE UNEM ESFORÇOS EM ALVERCA





















No próximo dia 14 de março, a Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (SFRA) recebe um cartaz duplo que celebra a diversidade e a energia do rock nacional. O evento reúne em palco Bruno Celta e Conjunto!Evite, dois projetos com identidades distintas, mas que partilham a mesma entrega à música.

Bruno Celta:
Artista multifacetado que celebra 15 anos de carreira este ano é recusa artifícios tecnológicos como o Auto-Tune. Com influências que viajam entre o Rock e o Pop Moderno, a sua performance é pautada por uma entrega vocal crua e emotiva, frequentemente comparada à força de ícones como Chris Cornell. Com temas na novela Morangos com Açúcar, o revivalismo "Emo" pisa o palco da SFRA.

Conjunto!Evite:
O colectivo traz a Alverca uma fusão vibrante de rock progressivo, psicadélico e pop. Atualmente a promover o álbum "Suite Giacometti" (2025), o destacam-se como banda progadélica, com arranjos complexos de guitarras e sintetizadores, garantindo um espetáculo que é tanto uma experiência técnica como sensorial.

Informações do Evento

Local: Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (Alverca).
Data: 14 de Março de 2026.
Horários: Abertura de portas às 21h00 | Início dos concertos às 21h30.
Bilhetes: 10€ (disponíveis para venda direta no local).

Produção: Silver Fox Management.
Este encontro na SFRA promete ser uma noite de celebração para os amantes da música ao vivo, unindo a abordagem íntima e poderosa de Bruno Celta à energia coletiva e hipnótica de Conjunto!Evite.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

PROGRAMA DE 06/02/26

1 - Segue-me à Capela - Zamburra
2 - Mário Laginha - Santo Amaro
3 - Leonor Arnaut - Avé, raposa
4 - Mão Morta - Corre corre corre
5 - Falso Nove - Blusa
6 - Belaflor - Oração 1
7 - Jorge Ferraz Trio - Demolidores de coração
8 - The Acoustic Foundation - O conto do vigário
9 - Mão - Brasil de janeiro
10 - Ganso - Deixar-te
11 - Nena - Diz-me na cara
12 - António Bastos - Estou com sonho
13 - sUBMARINe - Deep wings

ESTÁ AÍ O DISCO DE EXPRESSO TRANSATÂNTICO

 












Trópico Paranóia é o novo álbum do Expresso Transatlântico Este disco nasce de um período de criação vivido entre a Serra da Estrela, a Foz do Arelho e Brotas — três lugares muito diferentes entre si, mas que acabaram por moldar o som e o universo deste trabalho.

Sentimos que os lugares onde trabalhámos este disco entraram de forma natural nas canções: no ritmo, nas texturas, e na forma como as músicas se movem.

O disco foi produzido pelo Paulo Furtado (The Legendary Tigerman). Nunca tínhamos trabalhado com um produtor antes e a escolha do Paulo foi muito importante para nós, pela pessoa que é e pela sua visão artística para este disco. Às vezes chega-se a um ponto em que é difícil ver para além daquilo que já está feito, e é aí que o trabalho de um produtor é crucial, e o Paulo entendeu aquilo que queríamos e para onde estávamos a levar este disco na perfeição. A sua escuta, visão e cumplicidade tiveram um impacto muito forte na forma como as canções cresceram.

O Trópico Paranóia é o reflexo de tudo o que estamos a viver enquanto banda e do que fomos absorvendo ao longo do caminho, dos lugares, das pessoas e do tempo. Para além disso, é também um exercício sobre a nossa relação e enquadramento individual dentro de uma sociedade em decadência.

Disponível em CD e LP, via Rastilho.

Alinhamento «Trópico Paranóia»

1 - Avalanche
2 - Trópico Paranóia
3 - Tigre da Serra
4 - Bairro Fantasma
5 - Flor Trovão
6 - Fuji ao Nevoeiro
7 - Não Pares Povo
8 - Nikita Punk
9 - Bruxa do Caramelo
10 - Coro dos Mudos
11 - Fim de Festa
12 - Canção Para a Madrugada


SÉTIMA LEGIÃO REGRESSAM AO PRIMEIRO DISCO










SÉTIMA LEGIÃO revisita na íntegra o seu álbum de estreia, A Um Deus Desconhecido (1984), em mais uma data esgotada, no Porto.


7 FEV 2026, 21h00 
Casa da Música (Sala Suggia)

A Casa da Música, no Porto, volta a ser o local da viagem da Sétima Legião pelo seu LP de estreia, A Um Deus Desconhecido, lançado em 1984.

Este sábado, dia 7 de Fevereiro, pelas 21h00, o grupo vai interpretar, de uma ponta à outra, o alinhamento do icónico disco recentemente reeditado em vinil pela Phonograma. Contudo, haverá também espaço para consagrar ao vivo clássicos como “Sete Mares”, “Por Quem Não Esqueci” e “Noutro Lugar”.

Já completamente esgotado, o espectáculo surge, de forma excepcional, ainda integrado na programação do último Misty Fest, onde a Sétima Legião lotou duas sessões consecutivas no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém e uma na Sala Suggia da Casa da Música, em Novembro.

O regresso à cidade Invicta é, assim, uma nova oportunidade para reviver uma experiência única, capaz de iluminar os corações dos admiradores de uma banda fundamental na definição da música em Portugal nos anos 80 e 90.

AGIR LANÇA NOVO SINGLE





















AGIR, uma das maiores referências da sua geração e pioneiro da música urbana em Portugal, lança hoje “Essência”, o primeiro single de 2026, com produção de Mizzy Miles. Este novo tema inaugura um ano em que o artista promete dar a conhecer música nova, num ciclo de lançamentos regulares, a solo e em colaboração.

“Essência” fala sobre relações marcadas pela superficialidade e pela recusa em irmos mais fundo. A canção aborda momentos em que, por falta de amor-próprio ou insegurança, nos entregamos a ligações tóxicas onde não existe um verdadeiro interesse em conhecer o outro. Entregamo-nos ao imediato e esquecemos o essencial.

Produzido por Mizzy Miles, o tema ganha profundidade e detalhe através de um cruzamento entre R&B e Afro, que valoriza a interpretação de AGIR e reforça a carga emocional da canção. AGIR começa assim um 2025 com uma rampa de lançamentos que promete ser consistente e sólida, com novos temas a solo e em colaboração ao longo do ano.

“Essência” já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming. O vídeo oficial que acompanha o lançamento pode também ser visto no canal de YouTube de AGIR.

MANUEL BELLESA LANÇA ÁLBUM



Ao longo da sua carreira, Manuel Bellesa tem-se dividido entre a música e a poesia.

Na última década e depois do piano, decide eleger como companheiro e confidente, o Órgão Hammond. Autodidacta no instrumento e com um registo entusiasmante e invulgar na abordagem ao jazz, é visto por muitos como um dos sérios e raros casos da nova tendência do Hammond em Portugal.

"Manuel Beleza Jazz terceto" foi um projecto desenvolvido num formato completamente novo entre nós, órgão Hammond - saxofone - bateria. Com uma sonoridade que nos faz lembrar os “velhos” grupos de Larry Young com Sam Rivers e Elvin Jones, este trio construiu a sua própria história e consolidou o seu próprio som ao longo de uma década.

Desse árduo trabalho, com uma modernidade indubitável nasce o álbum, Para além de mim..., que consiste numa compilação de peças originais, compostas ao longo da carreira de Manuel Beleza como pianista, organista e compositor.

Inspiradas nos seus próprios poemas, fazem uma simbiose perfeita de todas as suas vivências e experiências musicais, que passam pelo Rock, Fusion, música Erudita e Étnica, com fortes influências Bop e Afro-latinas.

A linguagem deste trio tornou-se consistente, não só pela empatia entre os músicos, como também pela sonoridade imponente do Hammond e das harmonizações coloridas e fortemente ritmadas de Manuel Beleza.

Com a classificação de 4 estrelas, este Álbum foi considerado pelo crítico de jazz doentão Jornal Expresso – Raul Vaz Bernardo - uma jóia nacional.

Finalmente 2026, este trabalho é lançado nas plataformas de streaming e Redes Sociais como um ícone do Hammond Jazz em Portugal!


Formação:

Manuel Beleza - Órgão Hammond 
Mário Santos – Saxofone tenor e soprano 
Mário Barreiros – Bateria

” Os dias passam e eu sinto-me cada vez mais envolvido com a linguagem onde me é permitida a libertação de todo e qualquer preconceito social, racial ou estético – o Jazz. Fazer jazz é a forma viva que traduz um acto de liberdade e um ritual de cumplicidade e paixão ”.

Manuel Bellesa

SEGUE-ME À CAPELA DE REGRESSO





















“Zamburra” é o primeiro single de "Quando um fio s’ensarilha", o novo álbum de Segue-me à Capela, com edição marcada para 3 de março. Disponível a partir de 6 de fevereiro, o tema inaugura o universo sonoro e conceptual do próximo disco do grupo, assente na polifonia vocal, na percussão de raiz popular e na reinvenção da música tradicional portuguesa.

O tema é a primeira revelação de "Quando um fio s’ensarilha" e funciona como porta de entrada para um trabalho onde a tradição se cruza com a criação contemporânea, tendo a voz como eixo central.

Entre tantas canções possíveis, a escolha do single não foi imediata: era preciso começar por um nó.
“Zamburra” é o primeiro tema do álbum, frequentemente associado ao ciclo de Inverno, também cantada por alturas do Entrudo, tempo de passagem e de inversão, quando os corpos despertam do frio, as vontades se libertam e o mundo volta a animar-se.
Correm mar abaixo as coisas que o dinheiro não compra, enquanto das casas escapam espanta-males, graças e gritos desencontrados que devolvem a vida aos dias. “Zamburra” nasce precisamente desse momento liminar, quando o fio começa a ceder e a vida se reata. É o primeiro fio a ser desensarilhado.

Os arranjos são assinados por Segue-me à Capela, Amélia Muge, Zé Martins e Quiné Teles, a partir de recolha de Armando Leça, em Malpica, concelho de Castelo Branco.

“Zamburra” é, pois, o primeiro avanço de "Quando um fio s’ensarilha", o terceiro álbum de Segue-me à Capela, que surge dez anos após o último registo do grupo.

quem são Segue-me à Capela 

Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.

O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.

Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.

DAVI SANTIAGO LANÇA “OLHA O BRILHO” EM ANTECIPAÇÃO DE DISCO FUI SÓ AMOR



Davi Santiago é um músico luso-brasileiro, natural do Rio de Janeiro, de 21 anos. Após nascer com uma condição que impedia a sua voz de ser projetada, Davi realizou uma cirurgia para reverter a situação, porém a cicatriz desta concede à sua voz uma textura e rouquidão características, traços estes marcantes na sua forma de se expressar.

Começou a sua carreira em 2024, após um membro do júri de um concurso de canções no qual participou oferecer o seu estúdio pessoal para que Davi pudesse gravar o seu primeiro single, intitulado “Pra se dar". 

Com o financiamento concedido pela Câmara de Viseu, Davi teve a oportunidade de gravar o seu primeiro EP, intitulado Fui Só Amor — uma coletânea de 6 canções e um poema que, através do uso de sonoridades brasileiras e portuguesas, explora temas como a morte, o amor e o autoconhecimento através de uma narrativa que aborda a relação entre o Brasil e Portugal de forma íntima e pessoal, com letras de caráter poético e introspetivo.

Com 7 faixas, o EP foi produzido por Rúben Teixeira e Guilherme Marta e traz influências que vão desde a da América Latina como Djavan, Paulinho Pedra Azul e Tata Barahona até ao folk do hemisfério norte com Hozier, Nick Drake e Nico, criando uma sonoridade intensa e íntima. Ao contrário do seu primeiro lançamento, as canções que compõem este novo projeto são acompanhadas por 5 músicos: Gonçalo Froufe (guitarra elétrica), Guilherme Marta (guitarra braguesa), Mariana Lopes (voz), Pedro Novo (baixo) e Rúben Teixeira (bateria).

O primeiro single lançado, “Olha o Brilho”, acompanha as preces que o autor faz à lua para que o seu amor durma tranquilamente, transitando entre a realidade e o onírico ao longo de uma melodia que remete ao transe do adormecer. Abordando a ideia de que a natureza é Deus, o final da canção é composto pela mesma frase repetida diversas vezes como um mantra. O seu videoclipe, gravado, realizado e editado por Rita Cruz, com o fundo constantemente preto, remete novamente ao sono, à noite, aos sonhos, à morte e a Deus.

Segundo Davi Santiago, o EP “É uma jornada de descoberta sobre o que é o amor, até ao momento da morte”.

Fui Só Amor, a editar dia 10 de Abril, reforça a identidade artística de Davi Santiago e aponta novos caminhos para a sua carreira, dialogando com o cenário de música emergente em Portugal e no Brasil e ampliando o seu alcance dentro da música World / MPB contemporânea. 

Instagram: https://www.instagram.com/ddavi_santiago/?hl=en
Facebook: https://www.facebook.com/davi.santiago.1650
YouTube: https://www.youtube.com/@ddavisantiago
TikTok: https://www.tiktok.com/@ddavi_santiago

MIGUEL DA SILVA LANÇA DUPLO SINGLE


No tema "Consulta", lado A deste single, Miguel da Silva contou com a preciosa e perspicaz colaboração do ator Zeca Medeiros. À distância, mas unidos na intenção, exploraram a musicalidade, o desconforto, a ironia e as subtilezas deste poema, criando, com João Monge, uma obra ousada que agora partilham com o público.

Depois de “Consulta”, surge o lado B deste single duplo: "Ainda há Flor‑da‑Pele", uma resposta musical que Miguel da Silva dirige ao poema que o desafiou. Neste tema instrumental, o músico devolve em som a urgência que sentiu ao lê‑lo — a necessidade de agir, de se expor, de deixar que o impulso fale primeiro.

É nessa pulsação imediata que a viola de fado volta a ocupar o centro. Fiel companheira do seu álbum de estreia, torna‑se aqui o veículo de uma expressão crua e instintiva, dando forma a uma peça que nasce do momento e o assume sem reservas — testemunho de que, afinal, ainda há flor‑da‑pele.

MÃO JUNTA DJ VIBE E PAULO PEDRO GONÇALVES





















©Kenton Thatche

MÃO 

“Brasil de Janeiro” é o single que apresenta o novo projecto de DJ Vibe e Paulo Pedro Gonçalves

Disco de estreia, homónimo, a 16 de Abril

Tó Pereira, mais conhecido por DJ Vibe, e Paulo Pedro Gonçalves, fundador dos Heróis do Mar, formam Mão.

Tó Pereira, mais conhecido por DJ Vibe, e Paulo Pedro Gonçalves, fundador dos Heróis do Mar, formam Mão.

“Brasil de Janeiro” é o single de avanço da estreia conjunta em disco de dois nomes incontornáveis da música feita em Portugal nos últimos 40 anos

Com lançamento apontado para o dia 16 de Abril, o longa duração homónimo chega com o selo da Chic Choc Music, a editora criada pelos próprios.

“Brasil de Janeiro” marca a primeira paragem de oito viagens sonoras que traçam uma rota pelo mundo, da América à Ásia, com referências às linguagens musicais inerentes a cada destino e aos seus protagonistas.

Neste portentoso tema, Tó Pereira e Paulo Pedro Gonçalves acenam à riqueza das texturas rítmicas brasileiras, numa fusão de instrumentos com electrónica que caracteriza a identidade sem fronteiras de Mão.

Perfeito para uma noite de clubbing, “Brasil de Janeiro” constrói-se por BPMs vibrantes e arpeggios que hipnotizam no centro da pista de dança, com guitarras, programações e sintetizadores que transgridem o conceito de house music.

Com produção dos artistas que, há mais de três décadas, se cruzaram nos LX-90, a amostra inaugural do álbum de estreia do projecto foi registada no estúdio de DJ Vibe, em Lisboa.

Com produção dos artistas que, há mais de três décadas, se cruzaram nos LX-90, a amostra inaugural do álbum de estreia do projecto foi registada no estúdio de DJ Vibe, em Lisboa.

A acompanhar o single está um vídeo realizado por Richard F. Coelho, que reúne imagens analógicas de arquivo, criando um universo orgânico que encaixa plenamente na sonoridade exótica da canção, em contraste com a sua natureza electrónica.

Mão surge por iniciativa de Tó Pereira, reflexo de um constante desejo de criar e, sobretudo, de explorar novos sons. Na génese da dupla estiveram as incursões de Paulo Pedro Gonçalves no rock’n’roll, no jazz e nos blues (Scarecrow Paulo e Cabra) que impressionaram o mais internacional DJ português. O resultado é uma odisseia sónica que cartografa um mapa-múndi enriquecido por um caldeirão global de géneros.


A jornada arranca agora: o cartão de visita, “Brasil de Janeiro”, já se encontra disponível nos canais oficiais de Mão, no Bandcamp e no YouTube.

LEONOR ARNAUT LANÇA SINGLE NOVO "AVÉ, RAPOSA"
















Depois da hipnotizante “Vida Cega”, Leonor Arnaut volta às edições de originais em nome próprio com “Avé, Raposa”.

A canção é uma exploração da escolha e do desejo, que dialoga com o possível simbolismo da raposa na série de Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag”.

"Avé, Raposa" foi composta por Leonor Arnaut e produzida em colaboração com Miguel Nicolau. A faixa conta ainda com a participação de Margarida Campelo nos sintetizadores, João Pereira na bateria, Filipe Louro no baixo e Miguel Nicolau na guitarra.

O single é acompanhado de um videoclipe dirigido pelo dinamarquês Malthe Kalbakk Elgaard e filmado por Guilherme Proença no Dyrehave, nos arredores de Copenhaga, refletindo a atmosfera misteriosa e poética da canção.

Tal como o primeiro single, é editado pela CANTO, editora fundada por Sérgio Hydalgo.

Leonor foi convidada por Sessa para abrir parte dos seus concertos na Europa. Toca a solo, hoje, sexta-feira, 6 de fevereiro, em Lisboa, Casa Capitão, no dia 13 em Paris, Le Hasard Ludique, e no dia 14 em Bruxelas, Botanique.

FALSO NOVE REGRESSAM COM NOVO SINGLE “BLUSA”

 













Depois do álbum de estreia Horta da Luz (2023), falso nove regressam com “Blusa”, o primeiro avanço do seu segundo longa-duração, Não Sonho Quase Nada, com edição prevista para 2026 e produção de Pedro Joaquim Borges. Um regresso intenso, onde a banda aprofunda a escrita direta e a dimensão emocional que tem vindo a marcar o seu percurso no indie rock cantado em português.

“Blusa” nasce de um gesto simples e irreversível: crescer. A canção parte da consciência de que aquilo que fomos deixa, inevitavelmente, de nos servir, “a blusa não serve mais”, e transforma essa imagem numa reflexão sobre o desencanto, a perda da inocência e a distância crescente em relação ao lugar onde os sonhos eram “possíveis”. Não se trata de um retrato leve da idade adulta, mas de um olhar mais sombrio sobre as circunstâncias que nos empurram para longe do desejo de sonhar. Revisitar a infância surge, assim, como uma tentativa de reencontro com essa inocência perdida.

Musicalmente, “Blusa” preserva a simplicidade e frontalidade que os caracteriza, amplificadas por uma produção que acentua o lado mais cru da canção. O baixo e a bateria assumem uma presença direta, enquanto as sobreposições de guitarras acústicas e elétricas criam uma atmosfera densa e nostálgica. A introdução de guitarra elétrica, marcada por um som indefinido e ecoante, reforça a inquietude que atravessa todo o tema.

A voz, gravada quase integralmente num primeiro take, tornou-se um dos momentos mais marcantes do processo de gravação. A emoção crua dessa interpretação revelou-se irrepetível e acabou por definir a versão final da canção, deixando intacta a sua fragilidade.

Este novo single é acompanhado por um videoclipe recheado de imagens de infância dos próprios músicos, de amigos e familiares, prolongando visualmente essa viagem íntima ao passado e à memória coletiva.

Mateus Carvalho (voz, guitarra acústica e saxofone), Afonso Lima (voz e guitarra elétrica), José Amoreira (baixo), Francisco Leite (piano e teclados) e Francisco Marcelino (bateria) são os falso nove, projeto de indie rock cantado em português. Surge da vontade de criar um espaço independente de escrita e experimentação, a banda junta influências que vão do jazz à música tradicional portuguesa, num corpo de rock alternativo de forte dimensão lírica.

Em 2023, editaram o álbum de estreia Horta da Luz, um disco pensado como um ciclo de dias e de vida em torno da procura de luz, que lhes valeu as distinções de Melhor Projeto Musical no Festival Emergente e no Festival NOVA Música. Integram ainda a coletânea Fnac Novos Talentos e a bolsa OuTonalidades. Com Não Sonho Quase Nada, falso nove aprofundam o seu olhar sobre a ansiedade, a depressão e a precariedade da existência contemporânea, ligando infância e velhice como dois pólos de uma mesma interrogação sobre o sentido da vida, o amor e a liberdade.

“Blusa” encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.