quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

TSUMANIZ - WE WONT THE WORLD

PROGRAMA 21/01/2021

1 – Mazgani – The gambler song
2 – Birds Are Indie – Black (or the art letting go)
3 – Eigreen – It’s on
4 – António Olaio – An army of angels (c/ Victor Torpedo e Silvestre Correia)
5 – Mancines – Some rise
6 – Vaarwell – Heat
7 - Rodrigo Leão & Cinema Ensemble – Vida tão estranha
8 – Rui Tinoco - Affections

9 – Três Tristes Tigres – Língua franca
10 – Clã – Tudo no amor
11 – Silente – Ninguém tem de saber
12 – Samuel Úria – O muro
13 – Flávio Torres – Olá meu bem
14 – Noiserv – Neutro
15 – André Henriques – As melhores canções de amor

MOONSPELL LANÇAM VIDEOCLIPE PARA “ALL OR NOTHING” 3.º SINGLE DE ‘HERMITAGE´
















HERMITAGE, o 13.º disco de originais dos MOONSPELL, foi gravado e misturado por Jaime Gomez Arellano (Paradise Lost, Ghost) nos estúdios Orgone, Crawley, Inglaterra. Tem edição marcada para 26 de fevereiro de 2021 com o selo Alma Mater Records, numa parceria internacional com a Napalm Records.

O disco HERMITAGE é escuro. Revolucionário. Intuitivo e certeiro. Uma caminhada pelo fim dos tempos, um testemunho sentido de uma época triste, confusa e doentia, dado pelo Heavy Metal, pela musicalidade dos MOONSPELL que com este trabalho procuram promover a união nestes tempos de dor e de sombras. “Esperamos que este disco chegue aos nossos fãs, que levem a música com eles para o seu sítio secreto, para o seu eremitério”, comenta Fernando Ribeiro.

Os dois singles já lançados, “The Greater Good” e “Common Prayers“ não só demonstram a modernidade da banda, como abraçam a tradição dos MOONSPELL sendo que já contam com mais de 250.000 streams no Spotify.

Agora, a banda apresenta-nos um terceiro single, “All Or Nothing“, que traz de volta os sons etéreos e melódicos de MOONSPELL, acompanhados por uma bela paisagem musical o que, provavelmente, torna este single uma das músicas mais profundas que a banda alguma vez compôs e escreveu.

Realizado por Guilherme Henriques, e filmado no histórico teatro de 1908, Teatro Chaby Pinheiro, na Nazaré, All or Nothing é uma canção quase biográfica, com o ritmo da escuridão e da esperança, do que é estar, tanto anos depois, numa banda como os Moonspell.

“O vídeo de 'All Or Nothing’ foi gravado num teatro vazio. Simboliza os dias que correm em que a solidão domina a cultura e a música. À mercê do tudo o que pode vir a ser, ou do nada que terá vindo para ficar. ”, conta-nos Fernando Ribeiro.

HERMITAGE, o 13º disco de originais dos MOONSPELL, foi gravado e misturado por Jaime Gomez Arellano (Paradise Lost, Ghost) nos estúdios Orgone em Inglaterra. Tem edição marcada para 26 de fevereiro de 2021 com o selo Alma Mater Records, numa parceria internacional com a Napalm Records.

Em Portugal este disco já se encontra em pré-venda, nomeadamente, através de uma parceria com a FNAC que oferece edições especiais, autografadas pela banda e com oferta de um Tote Bag MOONSPELL exclusivo.

Revelando desde o primeiro tema uma faceta mais progressiva e melodiosa, HERMITAGE remete para uma viagem através dos dias mais negros da Historia da Humanidade e que são, naturalmente, incontornáveis para a banda.

Essa associação é feita, desde logo, no primeiro e segundo temas do novo disco a ser revelado: COMMON PRAYERS e THE GREATER GOOD .

MEMA. LEVA "CLARO COMO ÁGUA" AO FESTIVAL DA CANÇÃO 2021 EM PARCERIA COM STEREOSSAURO
















Autor Convidado: Stereossauro
Canção: “Claro Como Água”
Intérprete: mema.
Música: Stereossauro, mema.
Letra: mema.

mema. foi a parceira escolhida por Stereossauro para aceitar o desafio realizado pela RTP e finalmente participar no Festival da Canção. Depois de muitas horas de trabalho, partilha e troca de ideias, a dupla de artistas chegou a "Claro como a Água", o tema que irão apresentar nas semifinais agendadas para fevereiro.

"Conheci o Stereossauro no final do ano passado, por altura do lançamento do meu EP "Cidade de Sal". Um dia acordo e tenho uma mensagem dele no Bandcamp a dizer "bora lá fazer um som?". O sim foi inevitável e a partir daí começamos a trabalhar juntos. O Festival da Canção surgiu por acaso. Vários amigos enviaram-me a notícia sobre o festival e incentivaram-me a concorrer. Estive quase para não o fazer... mas lá me deram o empurrão final e desafiar o Stereossauro foi, por consequência, um reflexo quase natural. Ele tinha já recebido o convite da RTP e assim juntaram-se várias forças. Temos, felizmente, uma fantástica dinâmica de trabalho, o Tiago começou logo no dia seguinte a enviar-me instrumentais para experimentar. Acabamos por criar uma canção que reflecte uma vontade gigante de inverter a ordem das coisas, para contrariar o ano pesado que tivemos. "Claro Como Água" fala então de libertação pessoal, de propósito, de como há um bichinho dentro de nós que, apesar de todas as dificuldades, nos move e nos faz avançar. Demorei muito tempo a aceitar-me como sou e este tema para mim marca o início dessa viagem", explica mema.

A cantora, guitarrista e produtora de Aveiro, apresentou em outubro de 2020 o EP de estreia "Cidade de Sal” em formato físico e digital. O primeiro registo de estúdio da artista conta com seis temas originais e está disponível para audição em todas as plataformas de streaming.

mema. representa a desconstrução do folk, assim como a sua colisão com o indie eletrónico e a música pop através de uma busca pela cultura e música tradicional portuguesa, conseguida graças à fusão de instrumentos como o adufe, a guitarra portuguesa e a flauta. A eletrónica influenciada por Berlim e por artistas como Röyksopp, Fever Ray, Azam Ali, Baiuca, a pop entranhada pelas palavras sofridas de Lykke Li, pelo experimentalismo apelativo de Björk, por fortes artistas nacionais como Madredeus e António Variações.
 

CRUZ DE FERRO EDITAM PELA RASTILHO

















Do centro de Portugal, com Portugal no centro. Essa é a matriz da Cruz. Heavy metal épico onde a heroica memória nacional ecoa. Neste início de ano, os Cruz de Ferro empreendem nova investida com o EP “Leão dos Mares”, cinco novas composições que prometem não defraudar quem tem estado com eles nesta última década e agremiar mais um bom número de novos combatentes.

A banda oriunda de Torres Novas, distrito de Santarém, volta a evocar importantes figuras da História de Portugal, algumas nem sempre lembradas pelos feitos notáveis de séculos idos. É o caso de Afonso de Albuquerque, o Leão dos Mares, que dá nome a esta nóvel campanha do quarteto ribatejano. Governador da Índia Portuguesa na viragem do Séc. XV, O Grande de Goa era tão temido nos oceanos como diplomata de excelência. “Leão dos Mares” é antecipado pelo tema que lhe dá nome em videoclip já disponível.

Neste trabalho registado pelo produtor Arlindo Cardoso e pelo guitarrista Ricardo Pombo nos Southern Studios, faz-se referência a uma outra personagem dos primórdios da identidade portuguesa - Gonçalo Mendes da Maia, tutor do próprio Afonso Henriques. Reza a lenda que o “Lidador” contava já 90 anos quando derrotou os mouros numa frente de batalha, em Beja. O tema que fecha este novo e triunfante EP dos Cruz de Ferro revela a banda numa cavalgada rítmica ao estilo de uns Amon Amarth, esgotando as últimas espiras do disco ao som da guitarra portuguesa.

Numa edição Rastilho, limitada e exclusivamente em vinil, há espaço para novos elementos na música de um grupo que continua, ainda assim, fiel à tradição do heavy metal puro e duro, cantado em português. “A Nau dos Loucos”, tema que aborda o costume medieval de embarcar os proscritos e os loucos à deriva, revela uma faceta mais insana da Cruz, com blastbeats e solos suplicantes. Já “Conselho de Guerra” ataca num ritmo compassado, de implacável flama decretada pelos sinistros versos iniciais. Do novo disco faz ainda parte a faixa “Velada de Armas”, inspirada no hábito de rezar às armas antes de uma batalha.

Os Cruz de Ferro começaram por lançar o EP “Guerreiros do Metal” em 2012 para, três anos depois, vincarem todo o seu poder combativo através do álbum “Morreremos de Pé”. Em 2017, “Guerreiros do Metal” sai numa versão aumentada, com cinco novos temas gravados com Arlindo Cardoso, onde se estreia o baterista Bruno Guilherme. Seguem-se os EPs “Imortal” (2018) e “Soldado Desconhecido” (2020), ano pandémico em que a banda esteve longe de parada, pois também colocou cá fora a cassete ao vivo “A Batalha de Torres Novas”, registo do primeiro concerto de sempre, a 8 de Fevereiro de 2013, no Cine-Teatro Virgínia.

2021 é mais um ano cravado pela Cruz de Ferro. Oito anos após a estreia em disco, estes Guerreiros do Metal estão prontos para nova batalha e, como sempre, vão sair vencedores, tal é o arsenal que carregam em mais um glorioso EP! Melodias argutas, riffs destemidos, ritmos avassaladores e a língua portuguesa expressa com orgulho e vigor, num trabalho que merece estar bem junto ao coração de todos os metaleiros lusos… e por todo esse mundo fora. A Cruz Está de Volta!

Tracklist, LP
A1. Leão dos Mares
A2. A Nau dos Loucos
B1. Velada de Armas
B2. Conselho de Guerra
B3. Lidador

O GRITO DE JOÃO FARINHA

"GRITO" é o NOVO videoclipe do disco SOLTO de João Farinha.
Depois de "Pepa" e "Embalando o menino", "Grito" é o terceiro videoclipe do mais recente disco do músico de Coimbra, SOLTO.

Após o recente adiamento do concerto de dia 21 de Janeiro no Live@aCasinha, motivado pelas medidas de confinamento decretadas pelo governo, João Farinha lança, na mesma data, o videoclipe do tema "GRITO" que faz parte do seu mais recente disco "SOLTO". Com imagens surpreendentes, para o universo do fado de Coimbra, o video foi lançado nas redes sociais do músico, nomeadamente Facebook, Instagram e Youtube, na data em que comemora 45 anos de vida.

PARA OS DAGUIDA O FUTURO É QUANDO FOR

Na ressaca de mais um aniversário dos daguida é tempo de rever 2020 e imaginar o futuro, seja lá isso quando for…

2020 trouxe-nos mais um vírus, impediu-nos de estarmos juntos, mas não nos impediu de fazer o que estamos sempre a fazer, trabalhar!

Sem ensaios, sem concertos, sem festas privadas, salvou-nos uma vez mais o trabalho!

 

Em janeiro de 2020, lançamos Vamos ao Trabalho, um tema de chamada ao ofício, um alerta aos valores da família, um apelo à procura da missão individual de cada um, mas também uma espécie de premonição para o que ainda estava para chegar.

Chegada a pandemia, em abril, foi então que decidimos olhar ainda mais de perto o que é isto de ser um país. A convite do Tiago Pereira e da Música Portuguesa a Gostar dela Própria lançamos, pela voz do nosso Yuran e sem sairmos do mesmo sítio, o País do Ronaldo.

Mas era pouco…Era ainda muito pouco... Impunha-se fazer mais e continuar a trabalhar!

Na impossibilidade de regressar aos palcos, às festas privadas e aos ajuntamentos, os daguida lançaram então em junho, o Projecto Paralelo, uma espécie de sub-cave criativa transformada em laboratório de experimentação sonora para um futuro pós-pandémico. Surge assim, num país de mão estendida, o tema Quero Tacho, dedicado a todos os interessados e a todos os interesses, bem como um apelo à consciência colectiva para o bem comum.

2020 trouxe-nos também tempo, o tempo que nunca tínhamos tido para perceber que é só estúpido não dizer um Bom Dia!

Declarado o estado de emergência, o impulso deu-se e saímos à rua contra os olhares cabisbaixos e a falta de esperança para apresentar Estúpida Mania.

O já conhecido lema dos daguida #daguidasempreatrabalhar fez-se novamente verdade a convite do Festival Há Festa na Aldeia. O convite era para um mini-concerto e em jeito de presente, no dia 20 de dezembro, lançamos 4 novos temas, gravados em estúdio, num formato intimista e de uma assentada: Tempos de Criança, Livro de Instruções, Conceição e Macaco.

E foi assim mais esta volta ao sol, repleta de boas paragens para espalhar a mensagem, que incluíram a Praça da Alegria na RTP, o Alô Ricardo no Porto Canal e ainda no Ao Vivo da Rádio Observador. Já em 2021, e perante as baixas temperaturas registadas em território nacional, a TVI convidou-nos a aquecer o ambiente e nós fomos, Em Família.

Seguimos!

Sempre a trabalhar, a preparar novas mensagens e novas sonoridades, porque estamos certos de que aquele dia, o dia que todos esperamos, há-de chegar!

Até já,
daguida

JOANA ALEGRE NO FESTIVAL DA CANÇÃO 2021


Foram hoje anunciados os nomes dos intérpretes que vão participar na edição de 2021 do Festival da Canção. Joana Alegre, que em Dezembro passado já tinha sido confirmada enquanto compositora será também a intérprete da canção a que deu o título de "Joana do Mar".

"Hoje, finalmente, esta canção passa a ser vossa! Escolhi-a por sentir que podia trazer-vos força e ânimo nestes tempos difíceis", afirma Joana Alegre acrescentando ainda que o tema diz o essencial sobre quem ela é, e que por isso mesmo, espera que todos gostem"

Ao seu lado na gravação do tema estiveram: Emiliana Silva, Sara Fidalgo, Mário Delgado, Vicente Palma, Nuno Gonzalez, Carlos Miguel. A canção conta ainda com a produção de Luísa Sobral e mistura e masterização do Rui Guerreiro.

Nesta edição do Festival da Canção 2021 estarão nomes como Ana Tereza, Ariana, The Black Mamba, Tainá, Mema, Pedro Gonçalves, Eu Clides, Neev, Miguel Marôco, Karetus + Romeu Bairos, Graciela, Irma, Ian, Valéria, Sara Afonso, Fábia Maia, Da Chick, Carolina Deslandes e Nadine.

Joana Alegre apresenta "Joana do Mar" a 27 de Fevereiro na 2.ª semifinal (a 1.ª será a dia 20 do mesmo mês) do Festival da Canção. A final terá lugar no dia 6 de Março.

Joana Alegre, cantautora de Indie Folk / Baroque Pop, desde cedo percebeu que a música e a poesia fariam inevitavelmente parte da sua vida. Estudou na Academia Duarte Costa, no Hot Club de Portugal, e posteriormente na Escola de Verão Veneto Jazz, organizada em Itália pela New School For Jazz and Contemporary Music (Universidade de Nova Iorque). Seguiu-se uma temporada em Nova Iorque, onde aprendeu e colaborou com grandes referências do Jazz Contemporâneo.

A sua primeira colaboração enquanto vocalista foi com a produtora Joana de Melo, dando voz ao seu tema “Tribute to M”, o qual viria a alcançar o quarto lugar na competição mundial Billboard World Songwriting Contest de 2008. Mais tarde, em 2010, apresentou-se como lead singer e letrista nos “The Pulse”, com álbum homónimo.

Desde então, tem desenvolvido uma série de parcerias e colaborações com músicos de renome do jazz e da pop nacionais, entre os quais Mikkel Solnado com quem faria o conhecido dueto “E Agora?” e que viria a produzir o seu primeiro disco, “Joan & The White Harts”, álbum conceptual com o qual foi cantautora semifinalista no International Songwriting contest em 2016 e em 2019.

Foi finalista do The Voice Portugal 2019/20, onde encantou os jurados e o público com vários temas, entre os quais se pode destacar a sua mágica interpretação de “Jenny Of Oldstones”, versão que rapidamente ultrapassou o meio milhão de visualizações no Youtube. Conquistou o terceiro lugar com o voto do público.

Recentemente compôs e produziu dois temas para o filme “Big vs Small”, vencedor do SAL | Surf At Lisbon Film Fest, no Cinema São Jorge, uma produção finlandesa sobre Joana Andrade, a única surfista portuguesa a desafiar as ondas gigantes da Nazaré.

Actualmente está a gravar o seu segundo álbum de originais com produção de Luísa Sobral, com o apoio cultural da Sociedade Portuguesa de Autores, e irá participar no Festival da Canção 2021, como autora e intérprete.

IAN INTERPRETA TEMA ORIGINAL "MUNDO" NO FESTIVAL DA CANÇÃO 2021


















IAN é uma das artistas convidadas a participar no Festival da Canção 2021, cuja final a 06 de março em Lisboa decidirá a canção que irá representar Portugal em Roterdão, no próximo mês de maio. A artista irá interpretar o tema original "Mundo", da sua autoria.

Mundo é o tema que a cantora, violinista e compositora, irá apresentar. Nas palavras da artista "é uma canção que fala em união, em tolerância. A humanidade está constantemente a ser posta à prova, o MUNDO apela à bondade e humanismo. Uma canção cheia de ternura com electrónica áspera que desagua nas linhas melódicas".

Conhecida pelo seu trabalho na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, como primeiro violino, IAN lançou no final de 2020 "RaiVera", o disco de estreia do seu projeto a solo. O nome dado ao álbum é um neologismo composto que em russo significa “paraíso” (rai) e “fé” (vera) e que encaixa na perfeição com o sentimento atual. O título esperançoso pode enganar pelo seu aparente otimismo quando comparado com o que dizem as nove canções do disco. Mas ao mesmo tempo não o desmentem.

Apesar da virtuosidade como violinista, IAN é muito mais do que isso. É um desafio à originalidade, quer na forma magnífica como funde a eletrónica com melodias cativantes, quer na atitude que em palco transmite, acompanhada por uma dimensão performativa que irá surpreender quem a vir.

Apesar de 2020 ter sido um ano controverso, houve muitas vitórias para Ianina. Para além de ter lançando o seu primeiro-longa duração “RaiVera”, com a apresentação do mesmo com alguns espetáculos ao vivo, a artista foi ainda responsável pelo tema genérico da recém-estreada série da SIC, “O CLUBE”, tendo ainda recebido o convite para autora do Festival da Canção 2021.

IAN iniciou os seus estudos musicais com apenas cinco anos em Moscovo e mais tarde ingressou na Escola Profissional de Música Gnessin, na classe de L. Shevrekuko, onde aos oito anos fez a sua primeira tournée com a Gnessin Virtuosos Orchestra. Em 1995 venceu o 2.º prémio no Concurso para Jovens Músicos de Moscovo e no ano seguinte foi estudar para a Holdstadt Schulle em Schlewig-Holstein, na Alemanha. Aos 15 IAN instala-se finalmente em Portugal.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

PROGRAMA DE 20/01/21

1 - Minus & MrDolly - The break
2 - The Lemon Lovers - Pocket (live)
3 - Cristóvan - The spin
4 - At Freddy's House - A little hope
5 - Time For T - Best behaviour
6 - Motherflutters - One day
7 - The Twist Connection - Theese foolish fears (com Ruby Ann)
8 - Rodrigo Leão & Cinema Ensemble - A mãe
9 - Rui Tinoco - Affections
10 - Carnim - Sopa fria
11 - Corte - Oxalá
12 - :papercutz - Do outro lado do espelho (com Maree Lawn e mema.)
13 - Elisa Rodrigues - Não voltes mais
14 - Maudito (feat João Não) - Dá-me espaço
15 - Diron Animal - Mamãe

DUETOS CROSSOVER COM NOVA DATA






















Devido à situação pandémica que o nosso país atravessa os concertos Duetos Crossover têm vindo a ser alterados.
Continuamos em busca do Natal perdido e o concerto irá realizar-se a 5 de Março às 20.30

SOBRE O ESPETÁCULO

A Ópera e a música Pop/rock juntam-se neste espectáculo para uma apresentação arrebatadora e única no país. Duas das melhores vozes nacionais , dois dos artistas mais carismáticos em Portugal, unem-se para criar momentos arrebatadores junto do público com alguns dos temas mais conhecidos do mundo!

Yolanda Soares e Bruno Correia regressam para mais um espectáculo com interpretações extraordinárias, num espectáculo especial de Natal que traz ao público outro olhar sobre a música clássica.

Dia 05 de Março às 20h30 no Casino Estoril

OS QUATRO E MEIA CONQUISTAM DOIS NOVOS SINGLES DE OURO






















Os Quatro e Meia acabam de ser reconhecidos com dois galardões de ouro, atribuídos aos singles “A Terra Gira” e “P’ra Frente é que é Lisboa”.

A canção “A Terra Gira” faz parte do novo álbum de originais da banda, “O Tempo Vai Esperar”, editado no passado mês de setembro e detentor do #1 da tabela nacional na semana do seu lançamento. Já o tema “P’ra Frente é que é Lisboa” faz parte do disco de estreia do grupo “Pontos nos is” e foi o êxito responsável por dar a conhecer a banda ao grande público. No YouTube, os videoclipes dos dois temas — “A Terra Gira” e “P’ra Frente é que é Lisboa” — já somam entre si mais de quatro milhões de visualizações.

Estas serão certamente duas das canções esperadas para o alinhamento do espetáculo agendado para dia 30 de abril, naquela que será a estreia da banda na Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota. Este concerto de apresentação do segundo álbum de originais, vai contar com os convidados especiais Carlão e Tatanka, tal como aconteceu no Campo Pequeno, no passado dia 04 de dezembro.

O espetáculo na invicta, na impossibilidade de cumprir o distanciamento social obrigatório entre espectadores, terá nova lotação para cumprimento das normas impostas pela DGS (Direção Geral de Saúde). Os bilhetes comprados online serão atualizados automaticamente para a nova configuração da sala, bastando para isso aguardar pelo contacto da Ticketline. Já os adquiridos em loja deverão ser trocados até dia 31 de janeiro de 2021, no respetivo ponto de venda.

Os Quatro e Meia são Tiago Nogueira (voz e guitarra), Ricardo Liz Almeida (voz e guitarra), Mário Ferreira (teclas, acordeão e vozes), João Cristovão Rodrigues (violino e bandolim), Pedro Figueiredo (percussão) e Rui Marques — Meia (baixo e contrabaixo).



terça-feira, 19 de janeiro de 2021

PROGRAMA DE 19/01/21

1 – Misfist Trauma Queen - Glass jow
2 – João Vairinhos – Vénia
3 – Metadivice – Metter (to moloch)
4 – ET3R – The world outsider
5 – Anywhereoutoftheworld – Can’t cross the night
6 – Ode Filipica - Libera nos a malo
7 – Rodrigo Leão & Cinema Ensemble – A corda
8 - Rui Tinoco – Affections

9 – Morte Psíquica – O fantasma
10 – Desolate Man – Um homem qualquer
11 – Actvus Tragicvs – Sinais ausentes
12 – Cello – Ce soir (demo)

NOVO SINGLE EM VINIL DOS THE TWIST CONNECTION


Os The Twist Connection chegam a 2021 com o passado às costas mas os olhos postos no futuro. Reflexão negra - sem um pingo de nostalgia! - acerca de fantasmas do passado que nos assombram vida fora, Young Kid surge, com corpo e balanço rock'n'roll, como novo single da banda de Coimbra. No 7" respectivo vem acompanhado por These Foolish Fears, canção que conta com a participação especial de uma verdadeira rockabilly queen: Ruby Ann! Uma edição Lux Records.

Os The Twist Connection são: Carlos "Kaló" Mendes (bateria e voz), Samuel Silva (guitarra) e Sérgio Cardoso (baixo).

NOVA CANÇÃO DE AT FREDDY'S HOUSE



Tal como as restantes canções que tem vindo a revelar, "A Little Hope" nasce em finais 2011. Embora que, o título da canção nos possa levar a pensar nos tempos actuais, a realidade é outra, pois o "quadro mental" que projectou para criar este tema está inserido no universo da banda desenhada, onde o herói/protagonista da história resolve partir à aventura reunindo todos os seus pertences num lenço atado a um pau. 
 
Sim, de facto é uma canção de esperança...ou talvez mais do que isso...de coragem, vontade, ambição ou talvez a simples necessidade...cada um poderá optar. 
 
O tema tem um traço folk com laivos de vaudeville/circense, onde a informação e arranjos são uma constante a ocuparem todos os espaços. Tudo isto tem um motivo e, apoiado uma vez mais no  "quadro mental" verifica-se que o nosso herói é cativado pela novidade, daí a necessidade ou imposição dos múltiplos arranjos/distrações. 
 
Como vem sendo hábito, a letra é da autoria da Susana de Noronha. A canção conta ainda com a colaboração dos amigos e camaradas Amir no contrabaixo e Rui Rodrigues na bateria. O vídeo é da autoria do Valter Hugo Mãe. Foi captado e editado na Islândia pelo próprio no período em que estava a escrever o livro a "Desumanização". O vídeo é muito engraçado e,  agarrou na perfeição a essência da canção.

NOVO DISCO DE O INCRÍVEL HOMEM BOMBA





















O Incrível Homem Bomba (OIHB) está de regresso com a “Estrada“, o single de apresentação do EP "Monstros juram que são Anjos."

"A estrada" é uma canção forte, que nos agarra desde o primeiro momento, uma procura incessante pelo amor, seja ele fatal, normal ou fora da caixa. Quem nunca esteve cego de amor

No ano em que completam os 10 anos de existência, O Incrível Homem Bomba volta a baralhar e prepara-se para iniciar uma nova etapa musical com "Monstros juram que são Anjos", experimentando novas abordagens e caminhos, novas ideias e novos ruídos, mantendo a coerência e a dinâmica sonora a que nos habituaram.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

PROGRAMA DE 18/01/21

1 - Knok Knok - Maze
2 - Linha da Frente - Coro das vozes cativas
3 - Luta Livre - Política
4 - Dream People - People think
5 - Terminal - Everything is new
6 - Maria Casal - Amor tropical
7 - Joana Almeirante - Bem me quer
8 - Rui Tinoco - Affections
9 - Rodrigo Leão & Cinema Ensemble - 1939
10 - Moullinex - Inner child (Patrice Baumel remix)
11 - Raez - Altered states
12 - Mike el Nite - Norte
13 - Bispo x D'AY - Influencer

JÁ ANDA POR AÍ O PRIMEIRO DISCO DE MÖGNÖ

 














O álbum é enquadrado pela peça principal, “Gaia”, que se encontra dividida em três partes: a primeira, “Âmago”, serve como prelúdio, introduzindo o ouvinte ao conceito; a segunda parte, intitulada “Fragmento”, é um interlúdio que nos surge no início do segundo disco; e a terceira e última parte, “Entropia”, completa o ciclo do álbum e da peça como um todo. A faixa “Gaia” aparece-nos, assim, dividida. Como uma peça única, flui dentro do álbum; mas também opera como uma obra individual dentro do próprio disco. O álbum “Gaia” está disponível nas plataformas Spotify, Youtube, Apple Music e Bandcamp desde o dia 20 de novembro.

Os Mögnö são uma banda de rock experimental portuguesa natural do Montijo. O seu primeiro EP foi lançado em 2014, e desde então a banda tem trabalhado na exploração de novas texturas, melodias e estruturas musicais. O som dos Mögnö é caracterizado pela conjunção de elementos sinfónicos e electrónicos, mantendo uma estética pesada e psicadélica.

VEM AÍ NOVO DISCO DE O GAJO



O novo disco do GAJO está pronto e aqui fica um pequeno vídeo com alguns momentos captados durante as gravações que aconteceram no estúdio Vale de Lobos.

A apresentação do primeiro single acontecerá ainda em janeiro de 2021.

O GAJO - Viola Campaniça
Carlos Barretto - Contrabaixo
José Salgueiro - Percussão
Carlos Vales (Cajó) e Guilherme Vales - Botões e Micros
o disco conta ainda com outros 2 convidados:
Thomas Attar Bellier - Viola Campaniça
António José Bexiga - Viola Campaniça

JOANA ALMEIRANTE GRAVA VIDEOCLIPE DE "BEM ME QUER" NO ESTÚDIO CHIU DE MIGUEL ARAÚJO
















O single de Joana Almeirante, que marca o lançamento da jovem cantora em nome próprio, já conta com registo em vídeo. O tema “Bem Me Quer” faz-se acompanhar de um videoclipe gravado no Estúdio Chiu, de Miguel Araújo, com a realização a cargo de Paulo Bico.

O tema que colocou a artista na ribalta, genérico da novela da TVI com o mesmo nome, tornou-se um verdadeiro êxito e garantiu a Joana Almeirante a atenção dos fãs e da crítica, graças ao seu timbre único e sedutor. A letra e a música são da autoria de Miguel Araújo, a produção esteve a cargo de João André e a masterização foi trabalhada por Mário Barreiros.

Joana Almeirante, natural de Santa Maria da Feira, encetou no mundo da música desde muito cedo. Aos 13 anos teve o primeiro contacto sério com a guitarra e mais tarde iniciou o curso de profissional de instrumentista de jazz em guitarra no Conservatório de Música da JOBRA. Aos 18 anos Joana integrou a banda de Miguel Araújo, da qual faz parte.

A artista já se encontra a trabalhar nos próximos originais, que deverá editar ainda durante o primeiro semestre do ano.