2 - Jonny Abbey, José Manuel Neto - Armandinho
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
PROGRAMA DE 04/09/26
2 - Jonny Abbey, José Manuel Neto - Armandinho
FESTIVAL DE MÚSICA FOLK DA MAIA
A 5.ª edição realiza-se de 25 a 27 de setembro, em Nogueira, com entrada livre, sete concertos e duas oficinas que voltam a colocar a comunidade no centro do festival.
O Festival de Música Folk da Maia regressa para a sua quinta edição com uma novidade que marca uma nova etapa no seu percurso: o evento passa a ocupar três dias e instala-se num novo espaço, o Monte Calvário, em Nogueira, Maia. Entre 25 e 27 de setembro, o festival reúne diferentes gerações em torno da música tradicional portuguesa, das suas raízes e da capacidade de continuar viva, atual e em permanente transformação.
Com entrada livre, o programa articula projetos que preservam a memória e o património musical português com propostas que os reinventam através de novas linguagens, influências e sonoridades. Bicho Carpinteiro, Trevo de Cordas, 7 Saias, Trigueirinha, Galandum Galundaina, Rastolhice e Daniel Pereira Cristo compõem um cartaz que percorre diferentes territórios da música de raiz, da festa popular à criação contemporânea.
Mais um dia, um novo lugar de encontro
A extensão para três dias permite ampliar o programa e aprofundar a relação entre artistas, públicos e território. A mudança para o Monte Calvário transforma este espaço de Nogueira num ponto de encontro aberto à descoberta, à escuta, à dança e à celebração coletiva, reforçando a ligação do festival à comunidade local.
A comunidade participa, aprende e dança
As oficinas regressam como parte essencial da identidade do festival. No sábado, Diana Azevedo orienta uma oficina de danças tradicionais. No domingo, Daniel Pereira Cristo conduz “Um encontro com as raízes…”, uma viagem pela diversidade dos instrumentos tradicionais portugueses, cruzando conversa, música ao vivo, histórias e curiosidades. Mais do que atividades paralelas, estes momentos convidam o público a experimentar, partilhar saberes e participar ativamente na continuidade da cultura tradicional.
PROGRAMA
25 DE SETEMBRO
BICHO CARPINTEIRO –17h00
TREVO DE CORDAS –18h30
7 SAIAS – 22h00
26 DE SETEMBRO
WORKSHOP – DIANA AZEVEDO 11H00
TRIGUEIRINA – 18h30
GALAMDUM GALUNDAINA – 21h30
27 DE SETEMBRO
DANIEL CRISTO – Oficina: Um encontro com as raízes – 11h00
RASTOLHICE – 18h30
DANIEL PEREIRA CRISTO – 21h30
LOCAL
Monte Calvário, em Nogueira, Maia
25, 26 e 27 de setembro de 2026
Entrada livre
Uma iniciativa da Câmara Municipal da Maia
Produção e programação: Trovas Soltas e In Rock we Trust
VIRGEM SUTA LANÇAM NOVO SINGLE "TOMO CONTA DESTA TUA CASA"
"Tomo Conta Desta Tua Casa” habita o lugar estranho entre o amor e a ausência. Uma casa cheia de vestígios, onde as memórias ainda respiram e os corpos permanecem presos a um desencontro que o tempo não resolveu. Entre a embriaguez, o desejo e o silêncio, a canção percorre os restos de uma relação — aquilo que se perdeu, aquilo que ainda dói e aquilo que se finge não sentir.
O tema "Tomo Conta Desta Tua Casa” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais (ouvir aqui).
O disco "Sala de Estar" reunirá dez canções da banda em formato acústico, revisitando alguns dos momentos mais marcantes da sua discografia, como “Linhas Cruzadas”, “Dança de Balcão” e “Tomo Conta Desta Tua Casa”. Este novo trabalho assinala o início de um novo ciclo criativo, que ganhará vida em palco numa digressão nacional com arranque previsto para Outubro, numa digressão acústica que já tem três datas anunciadas: 17 de Outubro, no Cine-Teatro Oriental, em Aljustrel; 7 de Novembro, na Casa das Artes de Miranda do Corvo; e 8 de Novembro, no Coliseu Club, em Lisboa.
Estes três concertos contam com o apoio da Fundação GDA, no âmbito do seu programa de apoio à circulação de espetáculos.
MALEDICTUS LANÇAM VÍDEO
Hoje, os MALEDICTUS revelam o seu terceiro single, intitulado «Madam Death», retirado do seu próximo álbum de estreia «Lazarvs», que será editado no dia 13 de novembro através da Fireflash Records.
A banda comentou sobre o tema:
“Alguns fantasmas não são sepultados na terra, mas sim nos nossos corações. Não pedem para ser lembrados; apenas pedem para ser suportados até que o amor se transforme em veneno, ensinando-nos que não há sepultura suficientemente profunda para uma mentira. A Madam Death grita em agonia dolorosa, com a sua dor por sepultar e forjada na raiva. ‘Ele amava a Senhora da Morte como um mortal ama a lua — de longe e em silêncio, sabendo que um dia ela faria dela o seu lar’.”
O baixista Butch Cid criou o vídeo verdadeiramente épico para a faixa, que merece atenção e se ajusta perfeitamente às letras sombrias e à música emocional.
O grupo foi formado por músicos que procuravam explorar um som mais pesado e expressivo, combinando virtuosismo técnico com uma composição cativante e uma atmosfera cinematográfica. A sua música atinge um equilíbrio entre intensidade e melodia, movendo-se entre passagens de guitarra avassaladoras, ritmos dinâmicos e interpretações vocais dramáticas.
“A nossa música reflete quem somos e a forma como processamos a vida e as nossas próprias emoções. A música é a vida manifestada através da alma de um artista. Todos nós processamos a vida com um sentimento de melancolia sombria”, comenta o guitarrista Ben Stockwell. Como a história nos ensinou, as bandas de metal portuguesas são conhecidas pelo seu som melancólico, que reflete a sua identidade cultural.
Desde a sua formação, os MALEDICTUS têm estado focados na criação de música que reflete os aspetos mais sombrios e emocionais do género metal. Inspirando-se em projetos de metal clássicos e contemporâneos, a banda ambiciona criar um som que pareça familiar, mas distinto, apelando aos fãs de metal poderoso e atmosférico.
Contando com um alinhamento de músicos experientes e uma visão artística clara, os MALEDICTUS estão a desenvolver novo material e a estabelecer a sua presença na cena de metal portuguesa e mais além. O seu álbum de estreia, «Lazarvs», será lançado na Sexta-feira, 13 de novembro. O título do álbum inspira-se fortemente na história bíblica de Lázaro no Evangelho de João, na qual Jesus realiza o grande milagre de ressuscitar o seu amigo falecido, Lázaro, dos mortos, após este ter estado no túmulo durante quatro dias.
«Lazarvs» já pode ser pré-encomendado numa edição limitada em vinil branco (que inclui um cartão com autógrafo assinado), bem como em CD Digipak e formato digital. No Bandcamp, também é possível adquirir uma t-shirt com a capa do álbum e vários bundles.
Com Rez na voz, a banda conta com um cantor excecional, dono de uma voz poderosa e distinta. “Ele é, sem dúvida, um dos melhores que por aí andam, com poder, alma, extensão vocal e um timbre único. Tudo se encaixa perfeitamente no nosso som. Não poderíamos ter pedido uma voz ou um vocalista melhor”, diz o guitarrista. As letras de Rez são outro complemento perfeito para o som sombrio, épico e parcialmente progressivo da banda. Os temas líricos focam-se nos momentos mais sombrios da vida. “A morte traz uma oportunidade de renovação, tal como as nossas lutas mais difíceis, que exigem que uma parte de nós morra para ser superada.”
Concerto de apresentação de «Lazarvs»:
Data: Sábado, 5 de Dezembro
Local: República da Música
Hora: 21:00
Bilhetes: à venda brevemente!
CAT SOUP LANÇAM NOVO SINGLE “LOOM”
Cat Soup, banda portuense em ascensão na cena rock instrumental portuguesa, edita o segundo single do seu próximo disco. “Loom” é o novo convite de um álbum que sairá numa edição de autor a 9 outubro.
Originários do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a desenfreada energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. Depois de tocarem em vários palcos, abrirem para MAQUINA. e participar da Maratona de Bandas da Antena 3, o grupo prepara-se, em 2026, para lançar um novo longa-duração.
“Loom” é um novo capítulo que se descobre deste prometido álbum. Com 7 minutos de duração, é um tema que se vai estendendo, tecendo e progressivamente ficando mais e mais intenso, quase como se vivêssemos na primeira pessoa a formação de uma tempestade, que se promete eclodir sobre nós a qualquer momento.
O tema conta com uma secção rítmica incessante: guitarras lacerantes abrem caminho, um saxofone uivante rasga o espaço, tudo avança, tudo se acumula, tudo parece conduzir ao mesmo lugar incontornável.
No fim, aquilo que estava ao longe, a crescer, a ameaçar, desvanece-se num desenlace de proporções épicas. “Loom” encontra-se disponível em todas as plataformas digitais.
Os Cat Soup vão nos próximos meses e até ao fim de 2026 fazer-se à estrada um pouco por todo o país, com concertos agendados - por ordem cronológica - para Lisboa, Porto, Covilhã e Santarém. Confira todas as datas mais abaixo, sendo que outras serão anunciadas em breve.
O concerto de apresentação do novo disco estará para anunciar em breve também.
Biografia Cat Soup:
Os Cat Soup preservam uma familiaridade cativante com o heavy rock. O seu primeiro LP, “you only 180”, editado em 2024, reafirma o poder da banda em palco, com atuações explosivas em salas e festivais de norte a sul do país.
Com novas composições que desafiam a forma e a estrutura ortodoxa, os Cat Soup abrem caminho a uma nova fase criativa, já com o olhar posto no terceiro álbum previsto para 2026.
GONÇALO GUINÉ MOSTRA COMO A MÚSICA DÁ TRABALHO
Depois de dez semanas de criação, experimentação artística e descoberta, o Programa Educativo de Verão da Blue House chega ao fim com 300 inscrições. Desenvolvido, pelo primeiro ano, em dois núcleos, o programa que, até 11 de setembro, propõe oficinas de base artística a crianças dos 6 aos 12 anos, encerrará no Epicentro, no dia 12, com duas sessões dedicadas às crianças.
Durante o verão, a Blue House voltou a transformar as férias escolares num espaço de encontro com as artes, com um programa dirigido a crianças dos 6 aos 12 anos que, ao longo de dez semanas, propôs experiências de criação e descoberta através da intersecção de diferentes linguagens artísticas.
Desenvolvido, nesta edição, em dois núcleos, um em articulação com a Escola Superior Agrária de Coimbra e outro através de um projeto piloto promovido pela Junta de Freguesia de Eiras e São Paulo de Frades, o Programa assume um compromisso com a descentralização da educação de base artística, aproximando-se de diferentes comunidades e trabalhando a expressão artística enquanto expressão de identidade e de comunidade.
Nestas oficinas, as crianças foram convidadas a observar, construir, brincar e refletir através de propostas orientadas por artistas, criadores e mediadores culturais.
Rita Sousa (Maré), João Tarrafa, Cláudio Vidal, Catarina Parente, Filipe Furtado, Íris Faria, Manon Capelline e Bruno Lucas, Iúri Oliveira, Rute Silva e João Marques foram os artistas envolvidos nesta edição, desenvolvendo propostas que valorizam o processo criativo e a ludicidade.
Música, teatro, movimento, fotografia, artes visuais, palavra e outras formas de expressão artística cruzaram-se com ao longo destas semanas para promover a sensibilidade estética, o pensamento crítico e a capacidade de resolução de problemas
A par do trabalho dos artistas, o reforço da equipa que acompanha diariamente as crianças assumiu uma dimensão central nesta edição. Educadores, monitores, artistas e mediadores trabalharam em conjunto para criar experiências significativas, memórias e afectos que perduram para lá de cada semana de atividades.
O trabalho continua no Epicentro
O encerramento das Oficinas de Verão não representa o fim do trabalho educativo desenvolvido pela Blue House. No próximo dia 12 de setembro, o Epicentro, iniciativa que encerra a programação do Verão a Dois Tempos, recebe duas sessões especialmente dedicadas às crianças, às 09h30 e às 11h30, numa colaboração entre a Blue House e o Serviço Educativo do Jazz ao Centro Clube (JACC). A participação é sujeita a inscrição prévia.
É neste contexto que se apresenta A Música Dá Trabalho + Gonçalo Guiné, uma proposta que cruza educação, música e criação artística e que dá continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo do ano pelo Serviço Educativo do JACC. Promovidas pela Omnichord, as oficinas A Música Dá Trabalho aproximam crianças e jovens das múltiplas profissões que existem no universo da música, revelando os processos criativos, técnicos e humanos que estão por detrás da construção de um espetáculo e de uma carreira artística. Através de atividades práticas, momentos de descoberta e contacto com profissionais do setor, o projeto promove a literacia cultural e musical, estimulando a curiosidade, a criatividade e o pensamento crítico.
A colaboração com Gonçalo Guiné, rapper e beatmaker com um percurso ligado à cultura hip-hop na região Centro, parte precisamente deste território de encontro entre educação e criação. Na sequência do trabalho desenvolvido nas oficinas, o artista apresenta uma proposta construída a partir do diálogo entre os processos educativos e a criação artística, aproximando as crianças dos diferentes elementos que compõem a sua prática musical.
Depois da passagem por projetos como A Resistência e Velha Capital, da edição do EP Arquivos de um Confinamento e do álbum Vida num Loop, Gonçalo Guiné apresenta-se acompanhado por Filipe Furtado, Paulo Silva e Filipe Fidalgo, num espetáculo que cruza palavra, improvisação, rap, hip-hop, loops, bases eletrónicas e instrumentos acústicos. A proposta explora também as afinidades entre o hip-hop e o jazz, criando um espaço de experimentação sonora e construção coletiva.
A presença de Gonçalo Guiné no Epicentro prolonga, assim, uma linha de trabalho que a Blue House e o JACC têm vindo a desenvolver através das suas áreas de educação e mediação, reforçando a importância de criar oportunidades para que crianças e jovens não sejam apenas espectadores, mas também participantes ativos nos processos de criação e contacto com a música.
AURORA PINTO TEM NOVO SINGLE
«A “Jogo das Escondidas” é um tema que surgiu num writing camp com alguns membros dos Vizinhos, Átoa, José Francisco e outros artistas. A canção fala, metaforicamente, de andar a jogar às escondidas com o amor e ele arranjar sempre forma de se esconder. É uma canção leve, calma, com uma mensagem esperançosa de que o amor para a vida há de aparecer, mesmo que pareça estar bem escondido.» partilha a artista.
Entre a vontade de encontrar alguém e a sensação de que esse encontro está constantemente a escapar, “Jogo das Escondidas” fala sobre a incerteza de procurar a pessoa certa sem saber quando ou onde ela vai aparecer. Sem dramatismo, AURORA aborda essa espera de forma leve e otimista, mantendo a esperança de que o amor acabará por se revelar.
Apesar da juventude, AURORA tem vindo a construir o seu espaço na música portuguesa, tanto enquanto intérprete como compositora. Depois de passar pelo The Voice Kids e pelos LUA, iniciou o seu percurso a solo, do qual fazem parte temas como “até que a morte nos separe”, “o amor é tudo”, em colaboração com Maninho, e “se ligares, atendo”. Em paralelo, tem escrito para outros artistas, sendo coautora de sucessos dos Vizinhos como “Pobre Ex-Namorado”, distinguido com dupla platina, e “Casar É Pra Esquecer”, que alcançou a platina. O novo single dá agora continuidade a esse percurso, reforçando uma identidade artística marcada por uma escrita próxima, emocional e inspirada nas relações e sentimentos do quotidiano.
“Jogo das Escondidas” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.
PIPA DE MA$$A EDITA ÁLBUM DE ESTREIA "PIPA$TAR"
Fotografia: Ema de Marte
A artista radicada em Berlim lança o primeiro trabalho de originais, que inclui o hit viral 'papagaio loiro' e o novo single 'circo da vida', uma colaboração com João Borsch e o palhaço Batatinha.
Sobre "PIPA$TAR", a artista conta que "é um álbum pop, mas a minha versão daquilo que um álbum pop pode ser. Nunca pensei vir a ser uma artista pop mas decidi, pela primeira vez, tentar fazer pop comercial de rádio. Falhei redondamente, mas pelo menos fi-lo com alguma falta de respeito pelas regras do género". O título "PIPA$TAR" refere-se à sua "vida imaginária de popstar" e também às "relações, emoções e pequenas situações do quotidiano que, na minha cabeça, com as quais quem me ouve se pode identificar", explica PIPA DE MA$$A.
Em termos sonoros, o álbum apresenta passagens pelo rock, punk, hyperpop, música electrónica, "club music" e "música de circo". A artista mostra "o resultado do que me dá vontade de criar no momento e acho que é essa mistura que dá identidade ao disco. É um álbum para quem gosta de sorrir, dançar e não tem vergonha alheia". PIPA DE MA$$A refere que "a identidade visual é muito importante no disco, porque ajuda a construir este mundo meio sonho cor-de-rosa em que ele existe. Há estrelinhas, bolhinhas, corações e referências pop, mas também há um lado mais rock, com guitarras, referências dos Nirvana e toda a parte da palhaçada e do circo"
O álbum encerra com a surpreendente colaboração entre PIPA DE MA$$A, João Borsch e o palhaço Batatinha, na faixa 'circo da vida'.
"Sou super fã do João Borsch e queria muito ter neste disco algo mais teatral, quase como um musical. A canção fala da minha expectativa do que é ser “industry planted”: e se alguém aparecesse, do nada, com um contrato, uma caneta dourada e dissesse que me ia tornar numa estrela? O álbum é também a minha tentativa de sair da casca e do underground e pôr mais olhos em mim, por isso, achei engraçado imaginar o que seria ser “plantada” na indústria e tudo aquilo que estaria disposta a dar em troca desse sucesso", explica a artista.
Para PIPA DE MA$$A, "a relação que tenho com a indústria é obviamente um circo e a analogia acabou por ser literal. Sou muito ligada a esse universo - até organizo uma festa de palhaços aqui em Berlim -, por isso tornou-se óbvio convidar o Batatinha para participar neste tema. Trabalhar com ele foi absolutamente incrível. É um génio da comédia, uma das minhas maiores inspirações e, provavelmente, a minha primeira popstar favorita. Na música, o Batatinha é o meu amigo e fã, que me incentiva a entrar neste mundo, enquanto o João Borsch representa o “diabo da indústria”. É uma negociação comigo própria sobre se quero realmente esta vida e se vale a pena entrar neste circo".
O álbum é coproduzido por PIPA DE MA$$A e o produtor alemão Baby Rocket. A artista revela que o conheceu "em Berlim e começámos por criar os singles 'sonhos cor-de-rosa' e 'pop/rock', uma experimentação mais pop comercial, e percebemos que funcionávamos bem e nos divertíamos a trabalhar juntes. O Baby Rocket está mais no universo do hyperpop e club music, enquanto eu tenho referências muito mais diversas. Ele nunca diz que não a uma ideia, por mais estúpida que possa parecer", revela PIPA DE MA$$A.
Os palcos são o próximo passo de PIPA DE MA$$A. A artista e DJ que, anteriormente, se apresentou em vários espaços e festivais nacionais, como Musicbox, Casa Capitão, Faculdade de Belas-Artes, Maus Hábitos, Passos Manuel, Festival Impulso e, internacionalmente, em Berlim, Paris, Londres e Nova Iorque, prepara agora a apresentação ao vivo do álbum de estreia em Lisboa e no Porto: "quero muito que o disco ganhe vida ao vivo e que seja uma mistura entre ir ao teatro, a uma rave e ao circo. Vou explorar mais a minha teatralidade, a dança, criar uma experiência bastante imersiva e, acima de tudo, um ambiente seguro e divertido, onde as pessoas se sintam à vontade para serem um bocadinho parvas comigo. O meu único objetivo é divertir-me e ver o público a sorrir e a dançar. Não vou estar sozinha em palco e já estou a preparar algumas surpresas e participações especiais para este circo!".
Cantora, compositora, produtora e DJ, PIPA DE MA$$A nasceu nos subúrbios de Lisboa. Em contacto com a música desde criança, quando assistia a desenhos animados, ao Batatoon, ou cantava em qualquer lugar, começou o percurso como performer em 2021, com os primeiros DJ sets e experimentações como produtora e cantora.
Um ano depois, 'beto de vilamoura', o primeiro lançamento oficial, tornou-se viral nas redes sociais e deu início ao percurso como artista musical. Seguiram-se 'água fria brrrr', 'sync button', em 2023, e o EP "não foi só uma fase :(", em 2024. A artista e DJ já se apresentou em vários espaços e festivais nacionais, como Musicbox, Casa Capitão, Faculdade de Belas-Artes, Maus Hábitos, Passos Manuel, Festival Impulso e, internacionalmente, em Berlim, Paris, Londres e Nova Iorque. A "maior palhaçada" do seu percurso artístico foi "ter cantado para cerca de 10 mil pessoas na Uber Arena, em Berlim, num espetáculo de circo".
PIPA DE MA$$A reside em Berlim desde 2023, quando quis fugir da precariedade e da crise habitacional em Portugal. Na Alemanha, tem conseguido construir uma vida com mais possibilidades de financiar o próprio trabalho artístico, enquanto trabalha como DJ e babysitter. Em 2026 edita 'papagaio loiro', que rapidamente se tornou viral na plataforma TikTok, seguindo-se 'sonhos cor-de-rosa', 'pop/rock' e 'circo da vida', em colaboração com João Borsch e o palhaço Batatinha. Os temas fazem parte do álbum de estreia "PIPA$TAR", um disco-circo que apresenta a artista ao público português, pronta para todos os aplausos.
NOVO SINGLE DE ANA RITA
Início, meio e fim” é um pop português sobre reencontrarmo-nos e termos coragem para escrever a nossa própria história. Nasceu em Londres, cidade com que sonhava desde criança e onde Ana Rita realizou o sonho de estudar música. Escreveu-a junto à janela do seu quarto, entre a mudança, a saudade e a liberdade. É um grito de crescimento, identidade e recomeço feita para todos os que ainda se permitem sonhar.
Ana Rita é uma cantora e compositora portuguesa que encontrou na música, desde muito cedo, uma forma de sonhar, sentir e contar histórias. Aos 12 anos criou o seu primeiro canal de YouTube, onde começou a partilhar covers e a dar os primeiros passos do seu caminho artístico.
Encontra no pop a sua principal linguagem, explorando temas como o amor, a mudança e os sonhos. Em 2024, participou no The Voice Portugal, experiência que marcou uma nova etapa no seu percurso. Desde então, tem vindo a afirmar-se tanto na composição como nos palcos, tendo já partilhado palco com Diogo Piçarra e atuado nas Festas de São João e na Festa na Praça do Continente , ambas em Braga.
A passagem por Londres trouxe novas experiências e inspiração para a sua escrita, dando origem a algumas das suas canções mais pessoais. Assim nasce “Início, meio e fim”, uma canção sobre recomeços e a coragem de continuar a acreditar nos próprios sonhos.
A Ana Rita está totalmente disponível para uma entrevista em estúdio ou por chamada, onde poderá partilhar os bastidores da composição, o conceito criativo e os próximos passos do projeto.
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
CONTRACULTO APRESENTAM "A-NORMAIS"
contrAculto apresentam “A-Normais”, segundo single em português.
Depois de "Abominável", o contrAculto regressam com "A-Normais", um segundo single que mantém a intensidade da estreia e aprofunda o olhar crítico que está no centro da identidade da banda.
Em "A-Normais", a banda vira o espelho para a própria humanidade. Uma espécie que se considera superior e evoluída, mas que destrói, consome, repete e transforma o caos em normalidade.
"Não somos normais.
Criamos caos em volta.
Uns animais."
Com uma abordagem pesada e visceral, cantada em português, "A-Normais" questiona a fronteira entre aquilo que consideramos civilizado e aquilo que insistimos em atribuir aos animais.
O lançamento é acompanhado por um vídeo de performance com a banda, reforçando a dimensão física e crua da música.
A-Normais já está disponível para ouvir e ver.
Se a proposta do contrAculto despertou o vosso interesse com "Abominável", este é o momento de conhecer o segundo passo da banda.
PROGRAMA DE 03/09/26
2 - Baleia Baleia Baleia - Deixa o frio entrar
O GAJO AO VIVO
É já neste próximo sábado dia 5 de Setembro que O GAJO viaja até TAVIRA para participar na Feira da Dieta Mediterrânea.
O formato será o quinteto e na mochila, leva o novo disco "Trovoada".
O concerto começa às 20h30 no Palco da Antiga Lota e a entrada é gratuita.
5 SETEMBRO
Palco da antiga Lota
20h30, Entrada Livre!
PRÓXIMAS DATAS:
5 Setembro - Tavira
19 Setembro - Salvaterra de Magos
20 Setembro - Aveiro
25 Setembro - Castelo Branco
17 Outubro - Mafra
20 Novembro - Cine-Concerto - Castelo de Vide
21 novembro - Odemira
NENA ANTECIPA NOVO ÁLBUM COM “TENHO SAUDADES DE CASA”
Nena apresenta “tenho saudades de casa”, o segundo e último single de avanço de "debaixo de água, contigo", sucessor de "o amor existe". O tema antecede a chegada do terceiro álbum de originais da artista portuguesa, com lançamento marcado para 01 de outubro, e revela mais um lado desta nova fase. O novo tema já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.
Em “tenho saudades de casa”, Nena escreve sobre a distância e sobre tudo aquilo que transforma um lugar em casa. Uma canção construída a partir das pequenas coisas que ganham outro peso quando se está longe: os sons familiares ao fundo de uma chamada, a nossa cama, as rotinas, os gestos e, sobretudo, as pessoas que nos devolvem a sensação de pertença.
“Esta canção nasceu de estar em vários lugares e, ainda assim, sentir que nenhum deles era verdadeiramente a nossa casa. De ligarmos tarde para casa, quase sem nada para dizer, só para ouvir ao fundo os sons que conhecemos de cor e que, de alguma forma, nos fazem sentir perto. É também sobre sentir falta de uma cama que não tem nada de extraordinário, mas que é a nossa. Da rotina, dos pequenos detalhes, daquilo que só percebemos que nos faz falta quando estamos longe. Escrevi-a sobre perceber que casa não é necessariamente um lugar, mas sim as nossas pessoas”, explica Nena.
“tenho saudades de casa” aproxima-se do universo mais íntimo e emocional de "debaixo de água, contigo", um disco onde Nena se aproxima daquilo que normalmente fica por dizer, sem perder a a honestidade que sempre marcou a sua escrita.
Nos últimos anos, Nena tem vindo a consolidar o seu percurso na música portuguesa, com dois álbuns editados e concertos esgotados em salas como o Sagres Campo Pequeno, o Coliseu dos Recreios e a Super Bock Arena. "debaixo de água, contigo" abre agora um novo capítulo desse percurso e será apresentado também ao vivo numa digressão homónima por várias cidades do país.
Entre as datas já anunciadas destaca-se a estreia no Multiusos de Guimarães, no dia 24 de outubro, e o regresso à Super Bock Arena, no Porto, a 13 de março de 2027, num concerto que contará com a participação especial d’Os Quatro e Meia. A nova digressão prolonga em palco o universo do álbum e marca a chegada desta nova fase de Nena ao público, depois da edição do disco a 1 de outubro.
4 de setembro — Festas Nª Srª da Conceição, Alandroal
11 de setembro — Expomora, Mora
12 de setembro — Feira e Festa de Sobral de Monte Agraço, Sobral de Monte Agraço
18 de setembro — Feira de São Mateus, Soure
25 de setembro — Festa do Brinquedo, Alfena
4 de outubro - a anunciar
23 de outubro — Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo — digressão "debaixo de água, contigo"
24 de outubro — Multiusos de Guimarães, Guimarães — digressão "debaixo de água, contigo"
20 de novembro — Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco — digressão "debaixo de água, contigo"
24 de novembro — Teatro Tivoli BBVA, Lisboa — digressão "debaixo de água, contigo"
11 de dezembro - a anunciar
13 de dezembro — Jazz Cafe, Londres — digressão "debaixo de água, contigo"
16 de janeiro — Espaço Vita, Braga — digressão "debaixo de água, contigo"
25 de fevereiro — Convento São Francisco, Coimbra — digressão "debaixo de água, contigo"
27 de fevereiro — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra — digressão "debaixo de água, contigo"
13 de março — Super Bock Arena, Porto — digressão "debaixo de água, contigo”
3 de abril — Teatro das Figuras, Faro —digressão "debaixo de água, contigo"
8 de abril — Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, Caldas da Rainha — digressão "debaixo de água, contigo"
17 de abril - a anunciar
19 de junho — a anuncia
EPICENTRO DE VOLTA Á ESTAÇÃO NOVA
A antiga Estação Nova recebe, de 11 a 13 de setembro, o EPICENTRO, iniciativa que encerra a programação do Verão a Dois Tempos com 14 momentos de música, performance, cinema, artes visuais, oficinas e criação comunitária. A programação, maioritariamente de entrada livre, reúne artistas, estruturas culturais e comunidades ao longo de três dias.
O EPICENTRO integra o Verão a Dois Tempos, promovido pelo Município de Coimbra em coorganização com a Blue House, Associação Há Baixa, Fila K, CAV / Encontros de Fotografia, A Escola da Noite, APBC, Festival das Artes e Jazz ao Centro Clube.
Ao longo do verão, esta rede de estruturas culturais ativou diferentes espaços da Baixa de Coimbra com uma programação partilhada, aproximando linguagens, públicos e formas de criação. O Epicentro assume agora o momento de fecho desse percurso, reunindo num único lugar algumas das propostas e processos que marcaram o ciclo.
Durante três dias, a antiga estação será ocupada por 14 momentos de música, performance, cinema, artes visuais, oficinas e encontro comunitário, numa programação que procura refletir a diversidade do trabalho desenvolvido pelos parceiros do Verão a Dois Tempos.
A música assume um lugar central na programação, cruzando diferentes linguagens e geografias, da música tradicional portuguesa à eletrónica, do hip-hop ao samba e das sonoridades balcânicas à criação experimental, em diálogo com o cinema, a performance e as artes visuais.
Programação arranca a 11 de setembro
O programa abre na sexta-feira, 11 de setembro, com Nada se Perde, Tudo se Transforma, uma criação que junta os Lavoisier ao BAIXaVOZ, Coro da Baixa de Coimbra, assinalando os dez anos da Associação Há Baixa. Segue-se Ether Sculptures, concerto imersivo do compositor Hélder Bruno, com Surma, Iúri Oliveira, Jorri e Maria Redes Martins. A noite termina com a atuação dos portuenses Sereias, que apresentam o universo de A Odisseia de Carlos Bizarro.
No sábado, 12 de setembro, o EPICENTRO começa com A Música Dá Trabalho, oficina promovida pela Omnichord, que se junta ao trabalho de Gonçalo Guiné numa proposta dirigida aos mais novos, aproximando crianças e jovens das diferentes dimensões da criação musical.
Durante a tarde, a programação prossegue com Claiana e Balklavalhau, antes de receber Xullaji (fka Chullage), que apresenta o resultado de uma residência artística desenvolvida com a comunidade emigrante dos países da lusofonia residente em Coimbra.
Ainda no sábado, durante a tarde, o CAV – Centro de Artes Visuais assinala o encerramento da exposição Intervalo, de Eduardo Matos, integrada na programação do Verão a Dois Tempos. O momento inclui uma visita guiada pelo artista e a performance L’Histoire de la Croquette, encerrando a primeira exposição de arte contemporânea apresentada na antiga Estação Nova.
À noite, música e cinema encontram-se no cineconcerto de Page of Madness. A escolha do filme, Page of Madness (1926), parte de um desafio lançado pela Fila K aos músicos, convidados a criar uma nova banda sonora para esta obra do cinema japonês. Filipe Furtado, Jasmim Pinto, Maria Paulo e Pedro Branco respondem ao desafio através de uma criação construída entre composição e improvisação, executada em tempo real e em diálogo permanente com as imagens. O resultado propõe uma nova leitura sonora de uma obra marcada pela sua dimensão psicológica e visual.
O dia termina com IBSXJAUR, duo que cruza techno, drum and bass e pop numa performance marcada pela energia da cultura das free parties e pela relação direta com o público.
Almoço comunitário e música no último dia
O último dia, domingo, 13 de setembro, abre com um Almoço Comunitário realizado pela APCC, convidando artistas, equipas, habitantes da Baixa e público a partilhar a mesma mesa. A participação está sujeita a inscrição e o convite é para que cada pessoa possa contribuir para a mesa comum, trazendo entradas, sobremesas ou bebidas.
O encontro prolonga a dimensão comunitária do EPICENTRO e reforça a ideia de uma programação construída também a partir da participação de quem habita e atravessa a cidade.
À tarde, a música regressa com o Coro Sem Maneiras + Selma Uamusse, resultado de uma residência artística desenvolvida em Coimbra, e com Vozes, de Mayara Baptista, proposta da Linha de Fuga que explora a voz e o corpo como territórios de memória, identidade e resistência.
O EPICENTRO encerra com Central do Samba, numa roda de samba que convida músicos e público a partilhar o mesmo espaço de celebração.
O EPICENTRO tem entrada gratuita na generalidade da programação. A participação na oficina A Música Dá Trabalho e no Almoço Comunitário está sujeita a inscrição. Mais informações em: Verão a Dois Tempos
INSCRIÇÃO EPICENTRO | A MÚSICA DÁ TRABALHO
INSCRIÇÃO EPICENTRO | ALMOÇO COMUNITÁRIO
O IMPULSO REVELA PROGRAMAÇÃO DA SEGUNDA PARTE DA TEMPORADA 2026
O Impulso voltou desde março 2026 no seu já habitual formato "season", uma programação anual a decorrer em vários espaços culturais de Caldas da Rainha, com apostas em talento alternativo, emergente e efervescente da música nacional e internacional.
Nesta segunda parte da temporada 2026 do Impulso a programação musical divide-se em vários momentos e ciclos temáticos: o “Sororidade” que acontece como residência mensal, iniciativa do Centro Cultural e de Congressos com o apoio da DGArtes e RTCP ; as “Noites Impulso”, que ocupam espaços inusitados e de proximidade com a cidade ; e os espetáculos associados ao Caldas Film Fest que decorre de 24 a 26 de setembro.
Até dezembro teremos nomes sonantes da música emergente nacional, mas também muitas descobertas de talentos que estão neste preciso momento a começar: de Leonor Arnaut aos c-mm, Candy Diaz, Cave Story, Calcutá, Catarina Branco, Tipo, Tristany Mundu, Terrible Mistake, Humberto, mas também Ensemble of Other Living Beings, Ilusão Gótica, I´A´V, Sereias ou o encontro de João Pimenta Gomes com Bob Weston (dos Shellac de Steve Albini) e Gabriel Ferrandini, entre outros nomes.
As residências artísticas afirmam-se, em 2026, como um dos eixos estruturantes da Season Impulso. São espaços de experimentação abertos ao público em formato work in progress, expondo processos, decisões, dúvidas e caminhos em desconstrução, com risco partilhado. Especial destaque para a criação de novo registo dos Beautify Junkyards, aprofundando uma identidade que tem vindo a marcar a música portuguesa contemporânea; e o regresso dos históricos caldenses Loopooloo com Nádia Schilling, num encontro entre memória e reinvenção.
É logo no início da segunda parte da temporada de 2026, em setembro, que a relação do Impulso com o cinema se intensifica na 3.ª edição do Caldas Film Fest, onde concertos e a imagem em movimento se contaminam mutuamente, expandindo a experiência sensorial e narrativa. O cruzamento disciplinar é matriz central, com espectáculos de Cave Story, Adufe & Alguidar, Terrible Mistake, Suzana, Ilusão Gótica e a estreia das MONSTERA com o coro Aterateia.
A fechar a Season, uma noite especial em parceria com o projecto “Frequência 440” da Fundação Inatel com os concertos de Tipo, Puçanga e a estreia dos Martin Limbo.
Em 2026, o Impulso volta a assumir vários formatos e apresenta-se como temporada. De março a dezembro, mais de 60 momentos de criação — entre concertos, residências, cinema e performance — desenham um mapa vivo da música e de um ecossistema artístico que passa por vários espaços da cidade. Agora é revelada a programação da segunda parte da temporada, que se expande de setembro a dezembro.
A Season Impulso 2026 é, acima de tudo, um compromisso: com a continuidade, com o território, com a diversidade e com a experimentação. Que é possível fazer muito com foco, consistência e criatividade. A esperança de que a cultura, vivida ao longo do tempo, possa transformar o lugar onde acontece.
Programação completa, por ciclos, aqui:
17 de Setembro (Noite Impulso @ Silos)
The Selva
Sereias
Candy Diaz
18 de Setembro (Sororidade @ CCC)
Leonor Arnaut
Beautify Junkyards
24 de Setembro (Caldas Film Fest @ Fábrica Molda)
Cave Story
+ *Concerto Surpresa*
25 de Set (Caldas Film Fest @ Fábrica Molda)
Ilusão Gótica
MONSTERA com o coro Atearateia
26 de Set (Caldas Film Fest @ Fábrica Molda)
Adufe & Alguidar
Suzana
Terrible Mistake
+ Clubbing
09 de Outubro (Noite Impulso @ local a anunciar)
Calcutá
Ensemble of Other Living Beings
22 de Outubro (Sororidade @ CCC)
I´A´V
Humberto
+ Clubbing
13 de Novembro (Noite Impulso @ local a anunciar)
RE.SET
27 de Novembro (Noite Impulso @ local a anunciar)
Catarina Branco
Loopooloo
C-mm
28 de Novembro (Sororidade @ CCC)
João Pimenta Gomes X Bob Weston X Gabriel Ferrandini
Tristany Mundu
18 de Dezembro (Noite Impulso em parceria com INATEL Frequência 440)
Tipo
Martin Limbo
Puçanga
MIKE EL NITE COM NOVO SINGLE
Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite (Simplesmente Miguel), o tema chega agora em formato oficial: um italo-disco à portuguesa que é uma espécie de extensão do verão. “Esplanada” já está disponível em todas as plataformas digitais.
O novo single é um convite à rentrée feita à portuguesa: reencontrar os amigos numa esplanada, prolongar a conversa, comer, beber e, sobretudo, não ter pressa. Um hino ao ócio numa altura em que parece existir uma obsessão em medir as pessoas pela sua produtividade. Porque, no meio de um estilo de vida cada vez mais acelerado, também é preciso lembrar que viver não devia ser uma tarefa secundária.
Um selo da cultura portuguesa e mediterrânica, este novo single de Mike El Nite é uma espécie de extensão do verão - um verão que, graças às alterações climáticas, parece cada vez mais disposto a prolongar-se até outubro.
A canção parte dessa ideia para celebrar uma cultura de convívio profundamente ligada ao Mediterrâneo, mas que também está a desaparecer das cidades, à medida que espaços públicos e lugares autênticos de encontro são substituídos por negócios privados. Aqui, Lisboa transforma-se em Nápoles e a Arrábida na Sicília. O cenário é português, mas a banda sonora vem de um imaginário mediterrânico onde o italo disco de Pino D'Angiò se cruza com as influências de Nu Genea e Pellegrino.
É um italo disco à portuguesa, com uma linha de baixo cativante e uma abordagem contemporânea que se aproxima do house e recupera também o espírito lounge - algures entre a pista de dança, a esplanada e a banda sonora de uma tarde interminável, com ecos de St. Germain e do universo Café del Mar. Música para ouvir com uma bebida fresca na mão e os olhos postos num prato de camarões.
O single é produzido por Baco, com letra de Miguel e co-produção de Miguel. O videoclipe tem realização de Tommy Loureiro e edição de Mariana Aguilar.
No fundo, é uma canção sobre uma coisa simples e cada vez mais rara: estar. Estar com os outros, estar à mesa, estar na rua, estar sem fazer nada – e perceber que, às vezes, isso já é fazer tudo o que importa.
Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite, o tema chega agora em formato oficial. Surge depois de uma fase de estrada e de várias apresentações em contextos tão distintos como a tour de apresentação que passou de norte a sul do país, o Piquenique Dançante, o Sonoridades em Santo Tirso e o Toupeiro em Óbidos. Em formato DJ Set, quer em eventos públicos ou privados, passou este ano pelo Ocupar a Velga em Valezim, Sever do Vouga no Myrtillus Fest e pelas Festas de Lisboa.
Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.
Esta nova fase e o lançamento do álbum Existencisensual (2026) revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Existencisensual é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade — sempre com romance no centro.
CADITA LANÇA NOVO DISCO
Projeto de Luis Soares, lança novo álbum Meta: Voo.
Disponível em todas as plataformas a 18 de Setembro.
O disco, com dez temas originais, é produzido por Sérgio Mendes, produtor de referência na música portuguesa, responsável por trabalhos de A Garota Não, João Pedro Pais, entre muitos outros. "Meta: Voo" dá continuidade ao primeiro avanço do álbum, "Dança Impossível" — homenagem a Sara Tavares, lançado em maio — e aprofunda o conceito central do disco: voar como metáfora do que parece inalcançável, mas que a música torna emocionalmente possível.
O universo visual do álbum, assinado pela ilustradora Ana Polido, gira em torno de um pássaro que voa entre o abstrato e o real, apresentando-se sob diferentes formas ao longo da capa e dos materiais promocionais. É uma imagem do possível e do impossível, da superação de limites e metas — e da música como catalisador para imaginar e alcançar novas metas.
É esse mesmo universo que dá corpo ao single "SUPER", a ser lançado no mesmo dia do álbum, acompanhado de videoclipe totalmente animado, construído a partir da linguagem visual da capa.
APRESENTAÇÃO
CADITA apresenta "Meta: Voo" ao vivo em concerto de lançamento a 25 de setembro, no Tokyo Lisboa, pelas 22h.
SOBRE CADITA
Membro da Sociedade Portuguesa de Autores desde 2006, Luís Soares tem uma carreira que atravessa mais de duas décadas. Começou sob o nome Louie Djimé, destacando-se no Concurso de Música Moderna de Setúbal entre 2005 e 2007, com a banda premiada como melhor do concelho em várias edições. Em 2010 lançou o álbum Djimi – Novo Dia, com dois temas em rotação permanente na série Morangos com Açúcar, e participou em programas de televisão como Portugal no Coração, Curto Circuito, Canal Q e Porto Canal, além de concertos nas Fnac de todo o país e no Cinema São Jorge, em Lisboa. Em 2015 lançou o EP Walking Lights e em 2021 o projeto CADITA – Movimento.
"Meta: Voo" é o seu álbum mais ambicioso: dez temas originais produzidos por Sérgio Mendes, com a participação de Luís Gaspar (bateria), João Telha (baixo), Yuri Oliveira (percussão) e Mafalda Louro. Ao vivo, a banda conta com Rui "Ruca" Rosado na percussão e Henrique Silva na guitarra/synth.
BALEIA BALEIA BALEIA COM NOVAS DATAS
Depois de uma passagem pela Irlanda no final de agosto, com três concertos em Dublin, Mullingar e Stradbally, os BALEIA BALEIA BALEIA regressam a Portugal para dar continuidade à digressão de apresentação de “OUTRA VEZ ARROZ”. A banda anuncia agora uma nova série de datas entre setembro e dezembro, com passagem por diferentes pontos do país e um concerto já esta sexta-feira, 4 de setembro, na Festa do Avante!.
O regresso aos palcos nacionais acontece no Palco Paz da Festa do Avante!, onde o duo atua às 22h30. Seguem-se, ainda em setembro, concertos no Beira Rock IV, na Covilhã, a 11, no Pica Miolos, em Leiria, a 12, no B’Leza, em Lisboa, a 24, e no Pátio da Casa, em Portalegre, a 26.
A digressão prossegue em outubro com quatro novas paragens: Uma Noite Irreversível, em Famalicão, no dia 4; A Quinta, em Couto de Cima, a 10; Ponto C, em Penafiel, a 16; e Mavy, em Braga, a 24. Em novembro, os BALEIA BALEIA BALEIA têm ainda uma atuação prevista em Fafe, no dia 21, com local a anunciar.
O calendário prolonga-se até dezembro, começando no dia 6 no Mesmo ao Lado da Estação II, em Seixas, e seguindo para Aveiro, no dia 10, numa data cujo local será anunciado posteriormente. O ciclo termina a 26 de dezembro no Barreirinha Bar Café, no Funchal, numa apresentação integrada na curadoria mensal da Saliva Diva e pensada num formato particular: os BALEIA BALEIA BALEIA vão realizar três concertos no mesmo dia, cada um dedicado a um dos três álbuns editados pela banda.
As novas datas dão continuidade à circulação ao vivo de “OUTRA VEZ ARROZ”, terceiro longa-duração do duo portuense formado por Manuel Molarinho, no baixo e voz, e Ricardo Cabral, na bateria e voz. Editado com selo da Saliva Diva e o apoio da Fundação GDA, o disco sucedeu a “Baleia Baleia Baleia” (2018) e “Suicídio Comercial” (2022) e encontra-se também disponível em vinil e CD.
Criado integralmente pela dupla, “OUTRA VEZ ARROZ” mantém o baixo, a bateria e a voz como núcleo da linguagem dos BALEIA BALEIA BALEIA, cruzando a matriz do rock alternativo com punk, ruído, humor e crítica social. Temas como “ANTIFA AO CONTRÁRIO É OTÁRIO”, “AUTO-EXTINÇÃO”, “SUPER-AGROBETO”, “NPC”, “SOBRESTIMULADOS” ou a faixa que dá título ao álbum percorrem um disco construído a partir da identidade DIY que acompanha o projeto desde a sua formação.
A passagem recente pela Irlanda junta-se a um percurso internacional que já levou a música dos BALEIA BALEIA BALEIA a Espanha, Bélgica e Brasil. De regresso a Portugal, a banda prolonga agora a digressão de “OUTRA VEZ ARROZ” até ao final do ano, entre festivais, salas e espaços independentes.
Próximas datas — “OUTRA VEZ ARROZ”
4 setembro — Festa do Avante! — Palco Paz, 22h30
11 setembro — Beira Rock IV, Covilhã
12 setembro — Pica Miolos, Leiria
24 setembro — B’Leza, Lisboa
26 setembro — Pátio da Casa, Portalegre
4 outubro — Uma Noite Irreversível, Famalicão
10 outubro — A Quinta, Couto de Cima
16 outubro — Ponto C, Penafiel
24 outubro — Mavy, Braga
21 novembro — Fafe — local a anunciar
6 dezembro — Mesmo ao Lado da Estação II, GRCA, Seixas
10 dezembro — Aveiro — local a anunciar
26 dezembro — 100m Barreirinha / Barreirinha Bar Café, Funchal — três concertos no mesmo dia
FILIPA BISCAIA APRESENTA NOVO ÁLBUM AO VIVO NO LARGO DO PANTEÃO NACIONAL
Fotografia: Carolina Marta
"Antes Que Os Rios Sequem" é o título do novo álbum da fadista Filipa Biscaia. O disco de 10 faixas, lançado em maio deste ano, será apresentado ao vivo no Largo do Panteão Nacional, em Lisboa, no dia 18 de setembro pelas 21h00, com entrada livre. Produzido pelo músico Ricardo Dias, o longa duração conta com a participação do incontornável fadista António Rocha.
Filipa Biscaia conta que "este álbum diferencia-se do primeiro, sobretudo por ter maioritariamente temas originais, o que lhe dá uma identidade mais própria e mais madura. É mais luminoso, mais alegre, mas não deixa de dar destaque a temas urgentes". Em "Antes Que Os Rios Sequem", a artista revela um lado mais pessoal, espelhado na escolha dos poemas e das influências "da canção de intervenção com que cresci, assim como influências do fado de Coimbra e do folclore", acrescenta.
A fadista explica que o disco "fala sobre a urgência de sentir, de não adormecer perante o mundo, de não perder a capacidade de amar, de questionar e de agir. Fala de um tempo em que há guerras, desigualdades e uma crescente falta de empatia, mas também da responsabilidade de não virar a cara a isso. Há uma dimensão consciente e quase política em alguns temas, no sentido humano da palavra, de olhar para o outro e de perceber o lugar que ocupamos. E é também um álbum que equilibra essa inquietação com o lado mais íntimo: o amor, a dúvida, o caminho pessoal e os erros que nos constroem".
Para Filipa Biscaia, o título "Antes Que Os Rios Sequem" funciona como um apelo e um alerta para não deixarmos morrer o que nos torna humanos, com os rios a servirem de metáfora para as emoções, a empatia e a capacidade de sentir e de agir. Se os deixarmos secar, ficamos mais distantes uns dos outros e de nós próprios. A artista considera que "ainda vamos a tempo de cuidar, de mudar e de preservar aquilo que nos liga".
Antecipado pelos temas 'Cravos Prá Festa', com letra de Capicua e 'Ilusão', um poema de Amália Rodrigues, o álbum inclui também as faixas 'Dona Filipa' e 'Canção de Tantos Outros', dois singles que "resumem bem o equilíbrio do álbum: entre o interior e o exterior, entre o íntimo e o político, entre o caminho pessoal e a responsabilidade de olhar para o mundo", conta Filipa Biscaia.
'Dona Filipa', uma letra de Teresinha Landeiro, música de José Nunes e a participação do fadista António Rocha, "representa o lado mais íntimo do disco. Fala do caminho individual, das dúvidas, dos erros e da confiança no percurso - essa ideia de que nem tudo tem de fazer sentido imediato para nos levar ao sítio certo. É uma canção de entrega e de identidade, e por isso faz sentido destacá-la como cartão de visita. Nesse tema, tenho o privilégio de contar com a participação do fadista António Rocha, que surge a meio como que a aconselhar-me a seguir o meu caminho e a confiar nos meus sonhos, acrescentando uma dimensão quase narrativa e de transmissão", revela a cantora.
Já em 'Canção de Tantos Outros' - com música e letra de Pi e a participação da própria fadista na composição - apresenta o lado coletivo e mais urgente: "é um tema que olha diretamente para o mundo em que vivemos, para os conflitos, a falta de empatia e as decisões que nos afastam uns dos outros. Mas, ao mesmo tempo, afirma a importância de continuar a sentir, a amar e a resistir".
"Antes Que Os Rios Sequem" tem produção de Ricardo Dias - músico, arranjador e compositor reconhecido com três Prémios José Afonso, que já trabalhou com artistas como Fausto Bordalo Dias, Vitorino, Carlos do Carmo, Mísia e Cristina Branco, entre outros. Além disso, conta com a participação dos músicos André Dias na guitarra portuguesa, Bernardo Viana na viola de fado, Daniel Pinto no baixo acústico, João Caetano na percussão e também do próprio Ricardo Dias no piano, acordeão e teclado. O novo álbum de Filipa Biscaia já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Filipa Biscaia demonstra interesse pela Música desde cedo, mas é quando entra para a faculdade que integra a Tuna Feminina da Universidade de Coimbra - as FANS - que essa aptidão se intensifica. Aqui teve oportunidade de cantar como solista, interpretando temas tradicionais portugueses, maioritariamente Fado de Coimbra. É no meio académico que Filipa Biscaia ganha visibilidade a nível musical e, a convite do Fado Ao Centro, um centro cultural de Coimbra, começa a cantar fado profissionalmente, em 2015. Em 2019 muda-se para Lisboa e passa a apresentar-se ao vivo em várias Casas de Fado.
Em 2022 lança o primeiro álbum, "Dois a Dois", cujo single 'Rosa Secreta' esteve nomeado para os International Portuguese Music Awards. Em 2023 edita a gravação ao vivo de 'Maria Faia', que vence o prémio de “Melhor Performance Tradicional” nesse mesmo certame.
Tendo como principais referências nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Amália Rodrigues, Fernanda Maria e Maria José da Guia, edita em 2025 ' o primeiro avanço de um novo álbum, 'Cravos Prá Festa', com letra de Capicua. Seguem-se os temas 'Ilusão', escrito por Amália Rodrigues e 'Canção de Tantos Outros', com a contribuição da própria fadista na composição. Em maio de 2026 lança o segundo disco, "Antes Que Os Rios Sequem".
GANSO LEVAM CELEBRAÇÃO DOS 10 ANOS AO PORTO
A tour dos 10 anos de carreira dos Ganso continua e conta com nova paragem: o Porto. A 27 de novembro o grupo pousa no Hard Club num concerto que promete ser único e com vários convidados especiais ainda por anunciar.
Os Ganso voltam à estrada depois de celebrarem, no passado mês de março, uma festa com mais de duas horas de música, convidados e muita cantoria em uníssono num Coliseu dos Recreios cheio.
No seguimento desta emblemática data e de atuarem junto de 3000 fãs numa das salas mais icónicas do país - naquele que foi o maior concerto dos Ganso em nome próprio até à data - o grupo prepara-se para repetir a dose, apontando a trajetória de voo para Norte.
Na bagagem trazem não só os discos Pá Pá Pá (2017) Não Tarda (2019) e Vice Versa (2024), como o duplo single mais recente “Mal Vestido” e “Deixar-te”.
O alinhamento promete ainda passar por favoritas do público e dos fãs da banda, como “Sorte a Minha”, “Fetiche Fonético”, “Gino (O Menino Bolha)” e “Papel de Jornal”.
Este concerto contará com convidados especiais a anunciar em breve, com a pista de que são vários artistas do Norte e que se intersectam de alguma forma no universo de Ganso.
João Sala, vocalista da banda, refere: “No ano em que celebramos 10 anos e depois de termos feito o Coliseu de Lisboa, faz todo o sentido fazermos o nosso maior concerto em nome próprio no Porto. É uma cidade onde sempre fomos bem recebidos, com um dos públicos mais efusivos do país. É também a primeira vez que fazemos o nosso tradicional concerto de fim de ano fora de Lisboa, que também é uma forma de celebrar estes 10 anos no Norte de uma maneira mais especial.”
Os bilhetes estão a partir de hoje disponíveis na BOL e na bilheteira do Hard Club.
















