sexta-feira, 29 de maio de 2026

MANILA COM SINGLE NOVO















Os MANILA apresentam “Tou mal”, o novo single que sucede a “Formigas” e que surge como segundo avanço do álbum de estreia da banda. O tema já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Depois de um primeiro single que explorava a ansiedade através de uma construção pop marcada pela tensão, “Tou mal” desloca o foco para um registo mais noturno e introspectivo, sem abdicar da dimensão rítmica que caracteriza o grupo. A canção afirma-se como um tema funky, assumidamente pop, construído com apontamentos de disco e neo-soul.

A génese do tema parte de um riff funk improvisado, desenvolvido posteriormente num registo em live take, opção que contribui para uma sonoridade retro-moderna, onde grooves de matriz vintage se cruzam com uma produção contemporânea. A música e letra são assinadas pelos MANILA, com produção e mistura de João Sampayo, gravação conduzida por Miguel Peixoto nos Namouche Studios e masterização de Miguel Sá Pessoa.

Liricamente, “Tou mal” habita o espaço da noite. A canção desenvolve-se em torno do desejo de desaparecer sem sair do lugar, de estar presente mas deslocado, invisível por escolha e não por ausência. A narrativa centra-se numa figura que abdica da necessidade de se justificar, fazendo as pazes com o que carrega e encontrando equilíbrio na própria confusão. Nesse processo, constrói uma frequência íntima e reconfortante, onde referências como Jobim ou Rita Lee coexistem com a ideia de liberdade - a possibilidade de simplesmente fazer o que se quiser.

O resultado é uma faixa dançável, marcada por um peso descomplicado que a banda tem vindo a afirmar como parte da sua identidade. “Tou mal”, mas ‘tass bem’ - uma frase que sintetiza o tom ambíguo entre aceitação e descompressão que atravessa o tema.

O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado e editado por Carmo Braga da Costa, vocalista da banda, prolongando visualmente o universo do single.

Formados por Gerard Torres (teclas), Ricardo Pedrosa (baixo), Carmo Braga da Costa (voz), João Serra (guitarra) e Zé Lobo da Costa (bateria), os MANILA têm vindo a construir um percurso no universo do alt pop português, cruzando influências de soul, jazz e R&B com uma escrita direta e emocional. Depois do EP “Domingo à Tarde” e do lançamento de “Formigas”, a banda dá continuidade ao processo de afirmação do seu primeiro longa duração.

Com “Tou mal”, os MANILA aprofundam a sua linguagem, propondo uma escuta que oscila entre a introspeção e o impulso rítmico, num equilíbrio entre presença e fuga, tensão e leveza.

XICO GAIATO EDITA "VOLTAS E VOLTAS"













Xico Gaiato é a persona artística de Francisco Barata, um projeto musical e performativo que nasce da Beira Interior e que assume a urgência de transformar emoções, tensões e observações sobre a vida, em canções e ações de palco provocadoras.

Com uma abordagem que não evita o desconforto nem a estranheza, Xico Gaiato parte das vivências do lugar onde cresceu para criar canções intensas, cruas e frontais, onde a inquietação e o confronto fazem parte da própria linguagem artística. A valorização da Beira Interior e a necessidade de descentralizar o panorama cultural português ocupam um lugar central no projeto.

Em 2025, apresentou-se ao país no Festival da Canção através da livre submissão com o tema “Ai Senhor!”, antecipando o disco de estreia “A Cada Passo Que Dou”, com data de lançamento já marcado para 10 de setembro.

NOVO SINGLE

“Voltas e Voltas” é o novo avanço desse disco e uma das canções mais antigas.

Escrita durante a chegada de Xico a Lisboa para estudar, a canção nasce de um período marcado pela desorientação, pela ausência de referências e pelo confronto com o desconhecido.

Entre labirintos interiores, ciclos que se repetem e a sensação constante de sufoco, “Voltas e Voltas” retrata a dificuldade de encontrar espaço para existir no meio do ruído do quotidiano.

Ao longo do tema, surgem imagens de claustrofobia, desgaste e inquietação que espelham tanto aquilo que observamos à nossa volta como aquilo que carregamos dentro de nós. É uma canção sobre ficar perdido, mas também sobre continuar à procura de saída.

“Voltas e Voltas” marca também a entrada de Xico Gaiato na Omnichord e antecipa os próximos passos de um dos projetos emergentes mais singulares da nova música portuguesa, com novas canções e com concerto marcado para o dia de estreia do disco, no lugar onde tudo começou!

Dia 10 de Setembro, às 21h30 no Fundão

RITA VIAN EDITA "LIGA DURA"





















LIGA DURA” constitui o título do novo trabalho de Rita Vian. O álbum conta com 15 novas músicas escritas por Rita Vian. A artista portuguesa anuncia também uma apresentação em Lisboa: Capitólio, 19 de novembro. Álbum e bilhetes já disponíveis.

“LIGA DURA é sobre o que não se vê por fora, tudo o que aprendemos e nos transforma ao longo da vida. Há coisas boas e coisas difíceis que nos moldam, mas as últimas são as mais importantes porque, conseguindo passar por elas, fazem-nos ver o mundo com mais lucidez e empatia. Separei a palavra porque a vida é sempre um imprevisto atrás do outro, nada permanece igual, e para mim só faz sentido assim. Gosto da mudança, de estar sempre a aprender algo novo, sobre mim e sobre os outros”
(Rita Vian sobre LIGA DURA)

“AMANHEÇA” apresentou a linha artística do novo trabalho de Rita Vian. Numa co-produção entre a artista e os gémeos GOIAS (Henrique e António Carvalhal) - dupla que trabalha com artistas como Slow J, Dillaz e Papillon - a escritora e compositora explora neste novo álbum o impacto das suas experiências quotidianas transformando-as em poemas, ao mesmo tempo que explora as conexões sonoras entre eletrónica, canto tradicional português e urbano.

Puxa
encosta e sente a cintura
se eu empurro tu recuas,
deixo a minha mão na tua,
e sua,
e fica,
sei que nenhum de nós se explica,
o que é que isto significa,
deu-nos um sentido à vida

(“Tua”, Rita Vian)

“LIGA DURA” sucede a “SENSOREAL” (2023), o primeiro álbum de Rita Vian, que inclui temas como “Animais”, “Podes Ficar”, “Cuido de Mim” e “Ir Embora”, em que a artista explorou várias dimensões como composição, escrita, produção e imagem. O primeiro compêndio de temas surgiu com o EP “CAOS`A” (2021), que conquistou o público com temas como “Trago”, “HPA” e “CAOS`A”. O percurso ao vivo de Rita Vian tem sido bastante intenso com apresentações por todo o território nacional em teatros e festivais como NOS Alive, Vodafone Paredes de Coura, Primavera Sound, Ageas Cooljazz, Bons Sons ou Courage, entre outros.

Para 2026, a compositora e intérprete tem agendadas várias apresentações do seu novo trabalho, nomeadamente no Primavera Sound Porto, e acaba de anunciar a sala Capitólio (Lisboa) a 19 de novembro.

NUNCA MATES O MANDARIM LANÇAM “HISTÓRIAS” COMO SINGLE















Os Nunca Mates o Mandarim, trio portuense de pop-rock cantado em português, lança “Histórias” como novo single, com direito a uma versão inédita em formato acústico.

2026 está a ser um ano recheado de novidades para os Nunca Mates o Mandarim, depois de chegarem ao pódio do Festival da Canção 2026 com o tema “Fumo” e editarem o seu disco de estreia Bola de Bilhar, o grupo volta aos lançamentos com uma versão em formato “unplugged” de “Histórias”, uma das 9 canções do longa-duração.

“Histórias”, uma canção-balada marcante do álbum, é agora relançada como single em conjunto com um lado B do mesmo tema em formato acústico, enfatizando a subtileza dos seus arranjos e o imaginário ‘noir’ da sua lírica. Este lançamento é o primeiro de uma edição expandida do LP que irá revisitar algumas das suas faixas através de novas roupagens e com data de lançamento apontada para os últimos meses do ano.

A acompanhar este lançamento há também um videoclipe realizado por João Mendes Pinto e que já se encontra disponível no canal oficial da banda.

O seu primeiro longa-duração, Bola de Bilhar, habita na oposição entre música mainstream e música de cariz interventivo, marcando o amadurecimento da banda com a aposta num território mais sério e texturado.

O trio Nunca Mates o Mandarim tem vindo a construir um percurso singular no panorama musical nacional onde convivem refrões, heranças do pop-rock português e uma forte preocupação poética.

Em breve continuam na estrada, com concertos ao longo do verão, culminando no Indie Music Fest em Baltar-Paredes, no início de setembro.

Biografia Nunca Mates o Mandarim:

Nunca Mates o Mandarim são João Amorim, João Campello e Manuel Dinis.

Depois do EP de estreia “Parou P’ra Ver” (2023), que conferiu algum reconhecimento ao trio, e de “Nunca Mates o Mandarim Cantam os Clássicos” (2024), com arranjos que remexem na purpurina do bailarico português, lançam “Bola de Bilhar” (2026), um longa-duração que revela uma banda amadurecida sem perder a sua veia indie.

A ESTREIA DE HELENA CALDEIRA COM "ABALAR"





















(C) DR

A atriz portuguesa apresenta a sua primeira aventura na música. Helena Caldeira já tinha revelado o single “Vizinhas” e agora é o momento de ABALAR, um trabalho de 9 músicas inéditas, que estabelece uma ode à Mulher, ao Campo e ao Alentejo numa homenagem às heranças culturais e um apelo às origens. A artista apresenta o projeto ABALAR em Lisboa no próximo dia 4 de novembro, no Teatro Maria Matos.

"Esta música é das primeiras músicas que escrevi, numa altura em que à minha volta, na minha casa, só haviam mulheres, todas de gerações diferentes. "Ninguém sabe" fala sobre as dores que vi e vivi com elas. É o retrato que pintei delas, uma catarse à espera de compreensão e um apelo à cura coletiva feminina." Helena Caldeira sobre novo tema "Ninguém sabe"

Maioritariamente reconhecida pelo grande público através do sucesso da série da Netflix (“Rabo de Peixe”), Helena Caldeira agrega a música à sua vasta experiência na área do teatro e do cinema. No próprio vídeo do tema “Ninguém Sabe”, com realização da artista, reflete um exercício artístico em que Helena Caldeira assume o protagonismo na tela, mas também na letra e composição (parceria com FOQUE).

No centro desta exploração musical, a artista com raízes alentejanas (Montemor-o-Novo) procura cantar as histórias das mulheres que a rodeiam, onde cada música é uma história que vive entre os ambientes sonoros e melódicos do Alentejo. Com produção de FOQUE, Helena Caldeira assume escrita e voz, criando uma ponte entre a sonoridade tradicional com a eletrónica contemporânea.

“Vizinhas” constituiu o primeiro avanço dado a conhecer em março de 2026 seguindo-se agora o restante material do projeto ABALAR, em que a artista assume voz, letra e composição.

No próximo dia 4 de novembro, o projeto ABALAR apresenta-se ao vivo no Teatro Maria Matos (em Lisboa). Os bilhetes já estão disponívei

NOVO SINGLE DE PULLMAO














Pullmao
apresentam “Wood & Wool”, o novo single do projeto liderado por Pedro Galhoz, já disponível em todas as plataformas digitais. O tema conta com a participação especial de Martin Harley e sucede aos lançamentos de “De Camino al Mar” e “Acid Dreams”, antecipando o primeiro longa-duração do projeto.

Em “Wood & Wool”, Pullmao aprofundam a vertente cinematográfica e psicadélica que tem marcado o percurso do projeto, construindo uma paisagem instrumental inspirada pelo imaginário dos western spaghetti. A composição parte da influência de autores como Ennio Morricone, Bruno Nicolai, Luis Bacalov ou Franco Micalizzi.

Segundo Pedro Galhoz, “Wood & Wool” procura criar “um universo western com um certo tempero psicadélico”, remetendo para “uma paisagem cinemática árida de texturas hipnóticas”. O tema desenvolve-se entre tensão e contemplação, cruzando ambientes áridos, pulsação rítmica e uma abordagem instrumental marcada pela construção atmosférica.

A faixa conta com a participação de Martin Harley, músico britânico reconhecido pelo trabalho na slide guitar e pela ligação ao universo do acoustic blues. A presença do músico acrescenta uma nova dimensão ao tema, prolongando a lógica de colaboração internacional que tem atravessado o projeto. A bateria volta a ser assegurada por Nico Guedes, colaborador recorrente de Pullmao desde o single de estreia.

Depois da jornada desértica de “De Camino al Mar” e da deriva psicadélica de “Acid Dreams”, “Wood & Wool” surge como um novo capítulo na construção do universo de Pullmao, aprofundando uma linguagem instrumental onde convivem psicadelismo, imaginário cinematográfico e exploração textural.

O projeto nasceu da vontade de Pedro Galhoz explorar territórios instrumentais centrados na guitarra e na criação de ambientes sonoros imersivos. Conhecido pelo trabalho em projetos como Pedro e os Lobos, Plástica e LovedStone, bem como pelo percurso ligado à Luckyman Music, o músico tem vindo a afirmar Pullmao como um espaço de liberdade criativa e experimentação.

Com “Wood & Wool”, Pullmao continuam a antecipar aquele que será o álbum de estreia do projeto.

GUI ALY LANÇA EP "THIS IS WHAT LOVE FEELS LIKE"





















Gui Aly edita hoje THIS IS WHAT LOVE FEELS LIKE, o seu novo EP que une cinco faixas originais, escritas e compostas por si, com produção de Survival. O trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais e inclui No Matter Where I Go, o single que o antecipou e que está a conquistar as principais rádios nacionais. A 9 de julho, o artista regressa ao festival onde tudo começou, o NOS Alive, para apresentar ao vivo o novo trabalho no palco WTF Clubbing. 

THIS IS WHAT LOVE FEELS LIKE é uma viagem pelas várias fases do amor, e um porto seguro no meio do caos. Com uma energia contagiante e ritmos dançáveis, cada faixa é uma forma de abrigo, o amor, em todas as suas versões, fases e imperfeições, torna-se aqui bússola, cura e celebração. Um projeto que acolhe quem chega, oferece a leveza dos dias de verão e lembra o que realmente importa, as pessoas que nos são queridas, a empatia que nos liga, a felicidade que se constrói nos gestos simples.

"Do início ao fim, o EP conta uma história contínua, explorando cenários distintos que qualquer um reconhece. É um porto seguro, daqueles que ficam. Para quem nele atracar, promete ser o abraço reconfortante que às vezes só a música sabe dar.", partilha Gui Aly.

A história de Gui Aly é a de alguém que está a subir etapas pela porta certa, com talento, consistência e canções que ficam. Em 2020, com menos de 19 anos, venceu o EDP Live Bands entre centenas de candidatos e assinou com a Sony Music Entertainment. A pandemia adiou os palcos, mas não travou a escrita. Quando finalmente chegou ao NOS Alive, em 2022, fê-lo com o álbum de estreia White Walls debaixo do braço, um trabalho que confirmou aquilo que já se pressentia, uma identidade artística rara no panorama nacional, construída a partir da guitarra, de uma escrita emocional precisa e de uma voz com personalidade própria. O reconhecimento não tardou, nomes como Noah Kahan e Alec Benjamin elogiaram publicamente o seu trabalho, um sinal claro de que a sua música ressoa muito além de Portugal.

O percurso continuou a crescer. Em 2025, foi escolhido pelo próprio Miles Kane para abrir os seus concertos em Portugal, no Porto e em Lisboa, uma escolha artística e um reconhecimento entre pares de alguém que claramente pertence a esses palcos.

É neste momento de maturidade e afirmação que surge THIS IS WHAT LOVE FEELS LIKE, o seu trabalho mais livre e confessional até à data. O regresso ao NOS Alive, a 9 de julho, fecha um ciclo e abre outro. Gui Aly regressa com mais história, mais canções e uma identidade ainda mais sólida. Um caso de sucesso construído canção a canção, e que está apenas a começar.

SINGLE NOVO DE AURORA PINTO

 



















Aurora Pinto edita hoje o seu novo single “se ligares, atendo”, mais uma canção que reforça a jovem como uma das vozes mais proeminentes da nova geração de artistas portuguesas.

Após o lançamento do tema “Pessoa Certa” com os Vizinhos, grupo para o qual escreveu grande parte dos temas do disco (tais como “Pobre Ex-Namorado” e “Casar é para Esquecer”), Aurora Pinto lança “se ligares, atendo”, uma canção que apresenta uma nova vertente artística explorada pela artista, diferente de “cães e gatos”, “até que a morte nos separe”, “SERENATA” (feat. ZARKO) e “o amor é tudo” (feat. Maninho), outras músicas lançadas pela cantautora.

Esta canção mistura uma letra melancólica, visual, com personalidade e esperançosa, com uma vibe musical leve, cativante e para a frente. “se ligares, atendo”, marca mais um lado de Aurora Pinto, uma artista emergente e compositora de muitas bandas sonoras da atualidade, que se tem vindo a afirmar como extremamente versátil e aberta a novas sonoridades.

«Esta música representa muito para mim. Escrevi a letra toda, fiz as melodias, escolhi os acordes, tenho uma relação muito íntima com esta canção. Cantar esta história representa muito para mim, espero que as pessoas sintam tanto quanto eu estas palavras.» partilha Aurora Pinto.

A canção tem letra de Aurora Pinto e música de Aurora Pinto e Luís “Twins” Pereira. Voz de Aurora Pinto, guitarra acústica de Dinis Mateus, guitarra elétrica, teclados, baixo e programação de Luís “Twins” Pereira. Produção de Luís “Twins” Pereira, co-produção de Dinis Mateus e assistência à produção de Joana Feu.

“se ligares, atendo” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

CAT SOUP APRESENTAM NOVO SINGLE “COME IN, THANK YOU”





















Cat Soup, banda portuense em ascensão na cena rock instrumental portuguesa, edita o primeiro single do seu próximo disco. “Come In, Thank You” é o primeiro convite de um álbum que sairá numa edição de autor em outubro.

Vindos do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. Depois de tocarem em vários palcos, abrirem para MAQUINA. e participar da Maratona de Bandas da Antena 3, o grupo prepara-se, em 2026, para lançar o primeiro longa-duração da sua carreira.

“Come In,Thank You” é um gesto simples: um convite a entrar. Nas palavras do grupo “uma luz que entra por uma porta entreaberta”. No instante da suspensão, no limbo entre o chegar e o partir, este tema é o empurrão.

Guitarras etéreas expandem-se como corredores longos. A secção rítmica pulsa, marchante, como quem avança sem destino. Uma linha de saxofone hipnotizante: a voz invisível que diz “venham conosco”, um convite deixado até ao lançamento do novo disco.

Há textura, espaço, respiração. Silêncios interrompidos por ondas de intensidade que parecem abrir novas divisões dentro da própria música. Leituras infinitas à mercê de cada ouvinte. Neste movimento dançável, deixaram a porta aberta para a luz entrar. Um novo começo, uma nova viagem.

O single marca uma nova etapa para Cat Soup, agora com mais um membro, aprofundando a sua identidade dentro do post-rock.

“Come In, Thank You” fica a partir de agora disponível em todas as plataformas digitais.

Biografia Cat Soup:

Cat Soup é um quinteto de rock instrumental.

Vindos do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. O seu primeiro EP, “you only 180”, editado em 2024, reafirma o poder da banda em palco, com atuações explosivas em salas e festivais de norte a sul do país.

Com novas composições que desafiam a forma e a estrutura ortodoxa, os Cat Soup abrem caminho a uma nova fase criativa, já com o olhar posto no terceiro álbum previsto para 2026.

NOVO SINGLE DE MILHANAS

 



















Milhanas
Deserto

“Deserto” marca o início de um novo capítulo artístico para Milhanas, sendo o primeiro single de avanço do seu próximo álbum de originais, o segundo da sua carreira, com edição prevista para o último trimestre deste ano.

Depois do universo íntimo e melancólico apresentado em Sombra a Sombra, este novo tema surge como um ponto de rutura e transformação. “Deserto” abandona o espaço interior anteriormente habitado, marcado por uma devoção inconsciente à tristeza, para abrir caminho a uma visão mais consciente, vulnerável e luminosa da existência.

Construído sobre uma ideia de renúncia diária ao peso acumulado até aqui, o tema acompanha um movimento de reconstrução emocional onde o eixo muda profundamente: a procura deixa de estar centrada na permanência da dor e passa a aproximar-se da beleza das pequenas coisas, da presença e da possibilidade de recomeço. Em “Deserto”, a tristeza continua presente, mas deixa de ser encarada como um destino inevitável. Pela primeira vez, transforma-se numa escolha consciente, observada, compreendida e lentamente desmontada.

Sonoramente, o single introduz também novas texturas e uma abordagem mais orgânica ao universo de Milhanas, antecipando a identidade estética e emocional do próximo disco. Com este lançamento, o eixo muda e o caminho passa agora por uma procura sincera, íntima e profundamente comovida pela beleza nas pequenas coisas.

NOVO SINGLE DE THEM FLYING MONKEYS

 



















Depois do lançamento de "Best Behavior", o seu terceiro álbum de estúdio, numa co-edição entre a gig.ROCKS e a editora francesa Only Lovers Records os Them Flying Monkeys tiveram um ano em cheio com 40 datas um pouco por todo o país mas também pela europa. Agora depois do single "Big Boy" e de uma passagem de sucesso pelo Eurosonic, um dos maiores festivais de bandas emergentes do mundo, lançam "Attrition", single que dará o mote para um Verão em grande.

“Attrition” capta a erosão lenta que acontece quando a sobrecarga emocional se torna rotina. Quando a ansiedade e o cansaço começam a traçar a linha entre o tóxico e o saudável. Numa perspectiva pessoal, a música percorre pensamentos fragmentados, energia nervosa e momentos de ironia. Em vez de oferecer respostas, a canção convida-nos a entrar nesse espaço instável entre o burnout e a persistência, onde ruído, repetição e emoção colidem.

O single já está disponível em todas as plataformas de streaming e o vídeo pode ser visto, aqui.

DISCO REMISTURADO DE VAIAPRAIA













© Mário Negrão

Vaiapraia | Alegrigrigria

1. Way Way (Sónia Trópicos Remix)
2. Juro (Taxila Remix)
3. Eu Quero Eu Vou (CONAN OSIRIS Remix)
4. Ponte S (Mário Valente Remix)
5. Kolmi (Junglehussi Remix)
6. Ulucrudador (EDND Remix)
7. Tupperware Furado (DJ Punche De Cloqq Remix)
8. Ar Com Ar (Marie Dior Remix)
9. Plañidera (Carpideira) - Sanje
10. Sing Along (Vanity Crystal Remix)
11. Corta-Unhas (Callaz Remix)

"Já não sei quando sonhei com esta compilação de remisturas (e uma inesperada versão em espanhol) do Alegria Terminal feita por artistas com quem ao longo dos anos me cruzei e travei afinidade. Todes abraçaram voluntariamente este desafio, dialogando livremente com os stems da canção que escolhi como sua. Quando estava a começar a trabalhar neste disco, achei que o ia gravar a solo e num contexto mais electrónico e de dança até, mas a dinâmica com as minhas companheiras de banda estava demasiado boa pra ser ignorada. A ideia inicial era levar o que nós gravámos para a pista de dança, mas isto acabou por se tornar algo mais livre e amorfo do que isso. Ouvir do princípio ao fim é alinhar numa viagem sonora de contraste e dissonância, tal como os solavancos silábicos de pronunciar Alegrigrigria."

- Rodrigo Vaiapraia

RAMON GALARZA COM NOVIDADES





















Data de edição: 22 de maio

O icónico álbum de estreia a solo regressa em maio de 2026 como ponto de partida para uma nova plataforma artística e sensorial.

Ramón Galarza assinala um novo capítulo na sua trajetória artística com o relançamento de “51.11”, o seu primeiro disco em nome próprio, originalmente editado em 2009. Agora apresentado numa edição remasterizada, o álbum marca simultaneamente o arranque oficial de “Herr G Projects”, uma nova iniciativa criativa concebida como um espaço de experiências entre compositor e melómano.

Sob o título “Vol. #1 – “51.11” – Remastered”, esta nova edição, disponível em todas as plataformas digitais, revisita a obra que representou o início da afirmação de Ramón Galarza enquanto compositor, reunindo um impressionante coletivo de músicos e amigos com quem trabalhou ao longo da sua carreira. Entre os convidados encontram-se nomes como Rui Veloso, Zé Nabo, Tim, Zé Pedro, Alexandre Frazão, Filipe Raposo, Mário Delgado, Marino Freitas, entre muitos outros artistas que ajudaram a construir esta obra singular.

Mais do que um álbum, “Herr G 51.11” assume-se como uma viagem emocional e multicultural, profundamente marcada pelas influências da World Music e pelas experiências acumuladas por Ramón Galarza nos “quatro cantos do mundo”. A obra retrata a filosofia interior do artista através de fragmentos da diversidade humana e sonora, transformando memórias, geografias e sentimentos numa linguagem musical universal.

Com uma sonoridade que atravessa diferentes paisagens culturais, “51.11” revela um criador que entende a música como expressão máxima da poética dos sentidos. Entre atmosferas intimistas e ambientes multiculturais, o disco propõe uma escuta sensorial onde “as paisagens interiores se saboreiam, os aromas dos lugares se sentem e as tonalidades do mundo se fundem numa mesma identidade artística”.

O álbum foi também concebido como uma homenagem a todos os músicos que cruzaram o percurso de Ramón Galarza ao longo das últimas décadas. O resultado é uma obra coletiva, apaixonada e profundamente humana, considerada desde a sua edição original uma das produções portuguesas mais fascinantes de 2009.

Com “Herr G Projects”, Ramón Galarza abre agora portas a novas edições, colaborações e experiências artísticas, tendo “51.11” – Remastered” como ponto de partida de uma plataforma dedicada à criação sem fronteiras.

BLAYA JUNTA-SE A MARIA JOÃO PARA O NOVO SINGLE 'BIRI BAM BAM' ​





















Fotografia: Melissa Vieira

Escrita pela artista com a cantora de Jazz, a canção explora uma narrativa profundamente pessoal e apresenta uma sonoridade quente, intensa e sem fronteiras, que une Dancehall e Forró.

'Biri Bam Bam' é o novo single de Blaya, já disponível nas plataformas digitais. Editada através da Universal Music, a faixa, escrita e interpretada em colaboração com a lenda do Jazz Maria João e composta pela dupla com João Barradas, une Dancehall a elementos de Forró e explora uma história profundamente pessoal: o percurso dos pais de Blaya que, vindos do Brasil, deixaram a família para trás e atravessaram o Oceano Atlântico a caminho de Portugal, rumo à estabilidade que, até então, não tinham encontrado. ‘Biri Bam Bam’ transforma essa herança numa canção feita de resistência, força e sobrevivência emocional e a parceria com Maria João amplifica, precisamente, essa energia ancestral que o tema pede: um lado espiritual, cru e visceral, atravessado pela luta, pela dor e, em simultâneo, por um forte sentido de superação.

"Nesta fase da minha vida quero contar toda a minha história através de canções do meu gingado misturado. A primeira foi 'No Meu Tempo de Escola' e agora esta 'Biri Bam Bam' - cada uma retrata uma fase da minha vida. Este ano estou a juntar todas as "Blayas" - do Forró ao Semba, do Samba à Kizomba, do Funk à Música Urbana...", afirma a cantora e compositora. "Quis que o Forró estivesse presente, captando algumas referências, mas que a canção tivesse também um ritmo para a frente. Começámos com o Forró e fomos acrescentando a parte tribal, à medida que a letra ia sendo construída. Por sorte, o encontro com Maria João num projeto partilhado deu o clique para esta colaboração verdadeiramente fora da caixa", acrescenta Blaya.

'Biri Bam Bam' sucede-se e dá seguimento à narrativa iniciada no passado mês de março com 'No Meu Tempo de Escola', um tema alegre e nostálgico que revisita as memórias da infância no Alentejo e as raízes brasileiras da artista. Esta fusão de todas as versões de si mesma surge como resposta a uma necessidade de Blaya de unir todas as sonoridades que fazem parte do seu ADN artístico e pessoal, o que resulta num "gingado misturado".

O vídeo que acompanha 'Biri Bam Bam' traduz visualmente a intensidade emocional e a energia crua da faixa. Blaya conta que "o videoclipe passa-se numa casa com uma parede cheia de molduras - cada uma com uma imagem diferente, para destacar um capítulo distinto da minha história na música. O conceito visual espelha perfeitamente a letra: uma vida inteira contada em fragmentos, em retratos, em memórias que não se apagam".

Figura incontornável da música urbana portuguesa, Blaya aprofunda a sua identidade artística híbrida e sem limites com ‘Biri Bam Bam’ e o seu cruzamento de Dancehall e Forró. A canção junta-se a ‘No Meu Tempo de Escola’, antecipando outros lançamentos da artista, que abrem caminho para um aguardado novo álbum de originais em torno do conceito de "gingado misturado".

Blaya reúne-se entretanto com os Buraka Som Sistema, para celebrar os 20 anos da icónica banda no NOS Alive, no já esgotado dia 11 de julho. Em nome próprio, a cantora e compositora percorre os palcos com “ARRAIÁ.L”, um novo espetáculo que mistura a energia dos arraiais populares portugueses com o espírito vibrante das festas juninas brasileiras. Blaya complementa, assim, ao vivo e com o seu público, esta fase celebração da identidade luso-brasileira, numa viagem por todas as suas eras - das origens no Forró e no Samba aos maiores êxitos, como 'Faz Gostoso' e 'Só Love', passando pela vertente mais íntima do álbum “Lado B”, editado em 2025. “ARRAIÁ.L” vem reforçar o posicionamento de Blaya como uma das artistas mais autênticas, imprevisíveis e multifacetadas da música portuguesa contemporânea.

Nascida no Brasil e criada em Portugal, Blaya construiu uma identidade artística singular e sem fronteiras, na qual o Afro, o Baile Funk, o Dancehall e a Pop se cruzam, numa linguagem crua, explosiva e profundamente performativa. Entre sensualidade, irreverência e liberdade criativa, a artista tornou-se uma das figuras mais disruptivas e carismáticas da música portuguesa contemporânea.

Antes de se afirmar numa sólida e popular carreira a solo, Blaya ganhou notoriedade como elemento dos Buraka Som Sistema, coletivo que revolucionou a música de dança de cariz urbano feita em Portugal e projetou o chamado “som de Lisboa” para o mundo. Convidada por Branko, Riot, Conductor e Kalaf para integrar o grupo em 2008, participou nos álbuns “Komba” (2011) e “Buraka” (2014), bem como em digressões internacionais e apresentações explosivas, que passaram pelos maiores festivais e salas mais emblemáticas. Durante esse percurso, os Buraka Som Sistema foram distinguidos e nomeados para vários prémios internacionais, incluindo os MTV Europe Music Awards, o que consolidou o impacto global do projeto.

Em nome próprio, Blaya lança em 2018 a música ‘Faz Gostoso’, do álbum “Blaya con Dios”, de 2019, que ultrapassa os 15 milhões de streams e mais de 42 milhões de visualizações, tornando-se um fenómeno reinterpretado por Madonna e Anitta no álbum “Madame X”, que alcançou o Número 1 da tabela americana. Singles como ‘Eu Avisei’, ‘Só Love’ e ‘Vem na Vibe’ consolidam Blaya como uma figura incontornável da música nacional, reconhecida pela sua autenticidade sem filtros, atitude irreverente e ligação visceral ao público. Ao longo da carreira, soma nomeações e distinções em prémios como os PLAY - Prémios da Música Portuguesa, reforçando o seu estatuto como uma das artistas mais marcantes da Pop e Música Urbana nacional. Editado em 2025, o segundo álbum, “Lado B”, marca o início de uma fase mais íntima, madura e emocionalmente exposta, revelando novas sonoridades e camadas da artista.

Em 2026, dá início a uma nova era artística onde junta todas as versões de si mesma e todas as sonoridades que fazem parte do seu ADN pessoal e musical. O resultado é aquilo que a própria descreve como um “gingado misturado”: uma fusão pulsante, quente e contagiante que vai do Forró ao Semba, do Samba ao Kizomba, do Funk ao Pop. ‘No Meu Tempo de Escola’ e ‘Biri Bam Bam’ são os primeiros capítulos deste novo universo artístico e consolidam a visão de Blaya, num cruzamento intenso entre força feminina, identidade cultural, vulnerabilidade e liberdade criativa.

NOVO SINGLE DE BRUNO CELTA





















Bruno Celta apresenta “Atlas”, o segundo single de antecipação do seu próximo álbum. Preparem-se para uma viagem intensa: o peso e a energia de “Atlas” chegam hoje a todas as plataformas digitais.

Se “La Vendetta” abriu caminho para esta nova fase, “Atlas” vem consolidar definitivamente a visão artística de Bruno Celta. O tema revela uma identidade sonora mais sólida e emocionalmente densa, marcada por influências do universo Emo e do Rock Alternativo.

Mais do que uma evolução estética, “Atlas” afirma-se como um manifesto de maturidade artística e técnica, mantendo a ligação ao trabalho anterior, mas sem receio de explorar sonoridades mais pesadas e atmosferas mais intensas. 

Fiel ao seu percurso enquanto artista multifacetado, Bruno Celta volta a assumir a composição, produção e interpretação instrumental do tema, tendo também sido responsável pela gravação e mistura. A masterização ficou a cargo de Rui Dias, numa colaboração que reforça a qualidade e o impacto sonoro do single.

“Atlas” surge como uma peça central na construção do próximo capítulo da carreira do artista. O lançamento serve de antevisão para “Ad Astra Per Aspera”, o novo álbum de originais com edição prevista para outubro — um título que reflete a profundidade e a exigência criativa desta nova etapa.

Reconhecido pela sua versatilidade entre composição, performance e produção, Bruno Celta continua a afirmar-se como uma das vozes mais autênticas e completas da nova geração da música nacional, conciliando sensibilidade melódica com a intensidade do rock alternativo.

LOS PERDICIÓN NAS PLATAFORMAS DIGITASIS

 










Los Perdición
apresentam o seu primeiro single, “A Preferida”.

Com uma identidade sonora marcada pela fusão entre pop contemporâneo, inspirações flamencas e influências do fado, “A Preferida” é um tema intenso e emocional que explora os conflitos de um amor proibido, a desilusão e a necessidade de seguir em frente depois de uma relação marcada pela incerteza.

A canção transporta uma forte carga sentimental, equilibrando vulnerabilidade e força através de uma interpretação emotiva e de uma sonoridade latina envolvente. 

“A Preferida” revela a história de alguém que mesmo nunca tendo sido assumida plenamente, sabe que ocupou um lugar impossível de esquecer.

“A letra começou a ser escrita em 2023, mas o tema ganhou forma definitiva durante uma viagem entre a Golegã e Montemor-o-Novo, momento em que a composição foi concluída e a narrativa emocional da música encontrou o seu desfecho”. – Revelam Los Perdición. 

Com este lançamento, os Los Perdición apresentam-se como um novo projeto musical que cruza referências latinas, pop e fadistas, procurando criar uma identidade própria dentro da música portuguesa contemporânea

GOSTAVO REINAS COM SINGLE NOVO

 



















Gustavo Reinas
Rota de Colisão

"Latitude 40º" é o novo EP de Gustavo Reinas. Dentro do projeto, um dos destaques é “Rota de Colisão”, que reforça a identidade artística de Gustavo Reinas através de uma sonoridade pop moderna, alinhada com a estética que o artista tem vindo a construir com os seus mais recentes lançamentos. Com uma produção contemporânea, melodias envolventes e uma interpretação emotiva, o tema destaca-se pela forma como combina elementos atuais do pop com uma abordagem emocional e autêntica

NOVO TEMA DE DESCENDENTES





















Descendentes
Carolina

“Carolina” é o novo single dos Descendentes. A terceira canção a ser editada pela banda e que marca uma aproximação a uma sonoridade pop-folk, sem nunca perder as suas raízes. O tema surge numa fase de afirmação dos Descendentes como uma das bandas revelação da nova música portuguesa. Com uma abordagem orgânica e emotiva, o tema reforça a evolução artística do grupo e demonstra a capacidade da banda em explorar novas sonoridades sem perder autenticidade.

 

SINGLE NOVO DE XICO DA TINA





















Chico da Tina
Arqueólogo

“SOU ARQUEÓLOGO” é o novo single de Chico da Tina e mais uma antecipação do álbum SOU GRANDE NO AMOR, onde o artista continua a explorar a sua estética singular entre o popular e o luso-piseiro. Estreado ao vivo nas Queimas das Fitas e já muito aguardado pelos fãs, o “SOU ARQUEÓLOGO” chega agora às plataformas digitais como um verdadeiro hino aos Santos Populares, reforçando o forte momento vivido pelo minhoto, que tem conquistado destaque nas tabelas nacionais e consolidado o impacto do seu próximo disco.

SOFIA CAMARA COM SINGLE NOVO


 

















Sofia Camara
The Last Encounter

Sofia Camara apresenta o seu mais recente single “The Last Encounter”.

Nesta faixa, Sofia aprofunda a honestidade emocional que tem vindo a definir a sua escrita, refletindo sobre a aceitação silenciosa que surge ao perceber que uma relação chegou ao fim.

O resultado é um tema assente numa sonoridade contida e cinematográfica, destacando-se pela sua atmosfera íntima e emotiva.