sexta-feira, 24 de abril de 2026

FESTIVAL SANTOS DA CASA - 4ª SEMANA





















21 de abril de 2026
Esteves Sem Metafísica
Teresa Esteves da Fonseca
Café Concerto Coimbra
Convento São Francisco
19h30

#cafecurto
#fsdc2026
BLUE HOUSE

Esteves sem Metafísica nasceu Teresa, em 1991. Cresceu em Arruda dos Vinhos, onde a paisagem e o silêncio se tornaram matéria-prima da sua escrita e da sua música. Formada em Artes e Humanidades pela Faculdade de Letras de Lisboa, iniciou o seu percurso criativo entre a crítica literária e musical, publicando ocasionalmente na revista Brotéria desde 2018.

Em 2023, publicou, em edição de autor, o livro de poesia, A Morte não tem Pátria, um exercício de lucidez e desassombro que marcou o início de uma voz rouca no panorama contemporâneo português. No final de 2024, realizou uma residência artística em Cernache, onde compôs duas das canções que constam do seu álbum de estreia, de.bu.te., um trabalho que cruza palavra, som e textura, num gesto de libertação do excesso, de reconciliação com o quotidiano, e do reconhecimento da fragilidade como inesperada fonte de fortaleza.

Inspirada pela personagem de Álvaro de Campos em Tabacaria, Esteves sem Metafísica assume o desassossego como método e a dúvida como ponto de partida. A sua ligação antiga aos Beatles, o assombro pela cultura irlandesa, a literatura como companheira dos silêncios, e o Fado como amante secreto (um antigo amor não correspondido), são testemunhos de um imaginário que combina melancolia, humor, intensidade, leveza, e uma curiosidade obstinada pela imperfeição humana.

 





















23 de abril de 2026
alga
Casa das Artes Bissaya Barreto
22h00

#FSDC2026


alga, pseudónimo de cláudia simões, interessa-se por música sob uma perspectiva performática e emocional, levando o ouvinte numa caminhada sensorial e sobrenatural por uma paisagem sonora profundamente pessoal e evocativa. Com vozes espectrais, field recordings, improvisações e loop, cria um campo sonoro assombrado por espíritos, paciente e contemplativo, pejado de memórias e alusões nebulosas. 































25 de abril de 2026
Electric Man
+ dj set SANTOS DA CASA - RUC
ARMC - Associação Recreativa e Musical de Ceira
22h00

#FSDC2026

ELECTRIC MAN é Tito Pires a solo numa verdadeira aventura de exploração ‘Do It Yourself’ em formato “one man band”, revelando-se num universo diverso, criativo e dançável, construído entre o rock e a música electrónica

MXGPU LANÇA NOVO SINGLE 'TREE OF LIFE'.





















MXGPU regressa com 'tree of life'. Um tema house com energia que traz de volta a sensação clássica dos anos 90 com um toque moderno.

MXGPU é a fusão de duas forças criativas, Moullinex e GPU Panic, com a sua colaboração enraizada em Lisboa, Portugal. O duo tem vindo a trabalhar em conjunto há vários anos, começando com ‘Innerchild’, um projeto cujo tema, estética e produção estabeleceram na perfeição as bases para tudo o que se seguiu até ao álbum de estreia ‘Sudden Light’ e à respectiva edição deluxe, que contou com remisturas de nomes como Xinobi, JOPLYN, Sam Shure, entre outros. Com ‘tree of life’, lançado pela Discotexas, MXGPU começa um novo capítulo.

No coração da pista de dança, o duo afirmou-se como um dos atos ao vivo mais distintivos da música electrónica, oferecendo um espetáculo imersivo a 360° que remove quaisquer fronteiras entre o palco e público, com multidões esgotadas por toda a Europa, Ásia, América do Norte e do Sul.

MXGPU prepara-se para uma nova era. Mais rápida, mais arrojada e assumidamente orientada para o club, ‘tree of life’ marca uma mudança de direção inevitável e urgente. ‘’Imaginem a pista de dança perfeita. Sem mesas e áreas VIP, unidos pelo mesmo motivo: o colectivo. Foi para este exacto momento que criámos a 'tree of life’.

Os lançamentos de MXGPU têm sido apoiados por nomes como &ME, Adam Port, Damian Lazarus e RÜFÜS DU SOL, tendo também músicas suas remisturadas por artistas como Patrice Bäumel.

Atualmente em digressão mundial, com presenças confirmadas em festivais como Mayan Warrior, Primavera Sound e Tomorrowland, os fãs podem esperar uma experiência sonora completa que evidencia a química musical única de MXGPU.

CRISTINA BRANCO RECEBE PRÉMIO JOSÉ AFONSO EM CONCERTO NA AMADORA















Após o espetáculo ontem realizado no Cineteatro D. João V, Cristina Branco recebeu em palco o Prémio José Afonso 2026, atribuído pelo Município da Amadora. «Uma homenagem ímpar, que não só não desvirtua os originais como lhes imprime uma camada de originalidade e de frescura que transporta José Afonso para os dias de hoje de forma exemplar», ditou o júri do galardão.

A digressão "Mulheres de Abril — Cristina Branco canta José Afonso" terá continuidade com concertos no Cine-Teatro São Pedro em Alcanena (hoje, dia 24) e no Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco (dia 25). A 17 de maio, A Voz do Operário (Lisboa) será palco de uma performance única com a participação especial do Coro Infantil daquela instituição.

Neste projeto, Cristina Branco é acompanhada por músicos de excelência: Alexandre Frazão (bateria), Bernardo Moreira (contrabaixo), Mário Delgado (guitarras), Ricardo Dias (piano) e Tomás Marques (saxofone).

PRÓXIMAS DATAS:

24 ABRIL
ALCANENA
Cine-Teatro São Pedro
21h00

25 ABRIL
CASTELO BRANCO
Cine-Teatro Avenida
21h30

17 MAIO
LISBOA
A Voz do Operário
18h00

Com quase 30 anos de carreira, 19 álbuns editados e inúmeros concertos por todo o mundo, Cristina Branco é uma incansável embaixadora da cultura e da língua portuguesas. A música tradicional é a sua principal raiz estética, mas a influência do jazz, da literatura e dos músicos com quem partilha o palco confere à sua obra um carácter universal e um charme sublime.

Em "Mulheres de Abril", o seu novo disco, Cristina Branco regressa ao universo de José Afonso com uma obra fundamental tanto para a sua discografia como para o património musical português. Se em “Abril” (2007) explorou o repertório do cantautor com refinada sensibilidade e profundidade emocional, agora foca-se num prisma específico e revelador: o universo feminino.

A originalidade desta proposta reside precisamente na abordagem centrada no feminino, revelando dimensões ainda pouco exploradas do legado do compositor. Cristina Branco desvenda e dá voz a personagens femininas marcantes, estabelecendo um diálogo entre épocas sobre questões de género na sociedade portuguesa.

NOVO SINGLE DE CARLOTA



Depois de “Para Hoje Te Dizer Olá” e “Não Era Por Aqui”, Carlota Ulrich revela agora o seu terceiro single, “2 Sem 3”, uma nova página na construção de um percurso artístico marcado pela sensibilidade e pela honestidade emocional.

Neste novo tema, a artista mergulha num momento íntimo de despedida adiada, onde duas pessoas permanecem lado a lado, mesmo sabendo que o fim é inevitável. Entre gestos simples e silêncios carregados de significado, “2 Sem 3” capta essa tentativa quase instintiva de prolongar o instante, como se o tempo pudesse ser suspenso antes da distância se tornar real.

A canção explora a contradição entre o desejo de ficar e a consciência de que, por vezes, há relações que terminam antes de verdadeiramente começarem. Fica um vazio subtil, feito de palavras por dizer e memórias que persistem, mesmo quando cada um segue o seu caminho.

No refrão, a expressão “não há duas sem três” surge como eixo emocional da música, reforçando a ideia de repetição, encontros e desencontros que parecem fazer parte de um ciclo contínuo, alimentado pela esperança silenciosa de que, talvez desta vez, tudo possa ser diferente.

Com um registo pop contemporâneo e intimista, Carlota Ulrich volta a transformar vivências pessoais em canções universais, onde a fragilidade se torna força e a vulnerabilidade encontra espaço para respirar. A letra da canção ficou a cargo de Carlota e João Só, e a produção é assinada por João Só no Estúdio Zeco.

“2 Sem 3” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

MALEDICTUS COM NOVO SINGLE


Hoje, os MALEDICTUS apresentam o seu segundo single, intitulado «Silentium», e comentam:

"A morte traz o silêncio da vida. É deste destino doloroso e inevitável que se ergue o grito de «Silentium»: um uivo de raiva e fúria contra o jogo viciado a que chamamos viver, onde habitam todas as nossas batalhas e demónios. Esta canção foca-se em como as nossas lutas mais difíceis e a incapacidade de encontrarmos paz connosco próprios podem causar a nossa própria destruição”.

Os MALEDICTUS são uma banda portuguesa de metal formada em Lisboa, reunindo músicos experientes com uma visão partilhada de música pesada sombria, poderosa e atmosférica.

Construída sobre uma base de riffs agressivos, melodias assombrosas e vocais movidos pela emoção, a banda funde elementos do heavy metal moderno com influências mais obscuras e melódicas.

Desde a sua formação, os MALEDICTUS têm-se focado na criação de música que reflete tanto o lado mais sombrio como o mais emocional do género metal.

Inspirando-se em atos de metal clássicos e contemporâneos, a banda visa criar um som que pareça simultaneamente familiar e distinto, apelando aos fãs de metal poderoso e atmosférico. Os MALEDICTUS continuam a desenvolver novo material e a estabelecer a sua presença na cena metal portuguesa e não só.

"Nós somos Maledictus… amaldiçoados por nada, movidos por tudo. O monstro desperta."

Formação dos Maledictus:

· Rez — Voz

· Ben Stockwell — Guitarra

· Josh Riot — Guitarra

· Butch Cid — Baixo

· Peter Crushes — Bateria


MALEDICTUS online:

• Facebook - http://facebook.com/themaledictusband

• Instagram - https://www.instagram.com/themaledictusband

• YouTube - https://www.youtube.com/@TheMaledictusband

• TikTok - https://www.tiktok.com/@themaledictusband

• Linktr.ee - https://linktr.ee/themaledictusband

“DO CABO DO MUNDO – UM TRIBUTO IMIGRANTE A FAUSTO” APRESENTA “POR ESTE RIO ACIMA”





















“Do Cabo do Mundo – um tributo imigrante a Fausto” revela hoje o seu primeiro momento de escuta: “Por Este Rio Acima”, já disponível nas plataformas digitais.

Interpretado por Nani Medeiros, o single assinala o início do percurso discográfico de um projeto que reúne quatro vozes com percursos distintos e profundamente ligados à música de raiz: Luca Argel, Nancy Vieira, Nani Medeiros e Selma Uamusse.

Idealizado por Carlos Cesar Motta e Fred Martins, o projeto parte da obra de Fausto Bordalo Dias para a reinterpretar a partir da experiência de artistas imigrantes que vivem e trabalham em Portugal, cruzando origens africanas e brasileiras numa abordagem contemporânea a um dos mais relevantes cancioneiros da música portuguesa.

A escolha de “Por Este Rio Acima” estabelece uma ligação direta a um dos álbuns mais marcantes de Fausto. Nesta versão, a canção encontra outra respiração na voz de Nani Medeiros, cantora brasileira radicada em Lisboa, cujo percurso cruza a música popular brasileira com o fado e a tem levado a diferentes palcos dentro e fora de Portugal.

“Este projeto nasce da vontade de revisitar a obra do Fausto a partir da experiência de quem vive hoje em Portugal vindo de outras geografias. A riqueza dessa obra, tanto do ponto de vista poético como musical, permite esse tipo de leitura e transformação. Escolhemos ‘Por Este Rio Acima’ como primeiro single pela importância que esse álbum tem no percurso do Fausto e pela ligação pessoal que tenho com esse universo”, explica Carlos Cesar Motta, diretor musical do projeto.

Com uma banda inteiramente composta por músicos imigrantes, “Do Cabo do Mundo – um tributo imigrante a Fausto” constrói uma linguagem musical assente na polirritmia e no encontro entre diferentes tradições, com a percussão no centro e arranjos que abrem novas abordagens ao repertório.

O segundo single, “Foi por Ela”, será lançado a 8 de maio.
O álbum completo chega às plataformas digitais em julho deste ano, com edição física prevista para setembro.

“Por Este Rio Acima” conta com interpretação de Nani Medeiros, acompanhada por Fred Martins (guitarra acústica), Rolando Semedo (baixo), Pri Azevedo (acordeão), Carlos Cesar Motta (percussões) e Kito Siqueira (sopros), que assina também os arranjos com Carlos Cesar Motta.

Editado de forma independente, com distribuição digital pela Symphonic, o disco conta com a coprodução da Casa Varela e do Teatro-Cine de Pombal.

“Do Cabo do Mundo – um tributo imigrante a Fausto” apresenta-se como uma homenagem à obra de Fausto que é também um gesto artístico de encontro, onde a música se revela como espaço de escuta e diálogo.

SAI HOJE O NOVO DISCO DE TSUNAMIZ
















Depois do disco Love is Never Enough, lançado no dia 5 de Dezembro de 2025, Tsunamiz regressa a estúdio para mais um disco.
“Apocalypsing” é o primeiro single de apresentação do novo álbum de originais de Tsunamiz — o nono da sua discografia e o quinto lançado nos últimos cinco anos.

O single é um crossover de alta intensidade que funde uma atitude punk crua com a produção big beat agressiva inspirada em The Prodigy. Construída sobre uma dinâmica de “calma ao caos”, à la Pixies, a faixa alterna entre momentos contidos e explosões de energia, cruzando guitarras distorcidas com breakbeats intensos.

Escrita como uma resposta a experiências de bullying e a dinâmicas de hostilidade, a canção transforma esse confronto numa descarga catártica. O resultado é um tema que combina a energia rave dos anos 90 com a intensidade da música industrial e a crueza do underground contemporâneo.

Sai hoje acompanhado de um videoclipe que resume vários momentos de Tsunamiz.

Tsunamiz é o nome artístico do compositor, produtor e multi-instrumentista português Bruno Sobral, artista independente e difícil de catalogar. A sua música cruza rock alternativo e música electrónica, combinando sintetizadores, guitarra, beats e voz num universo sonoro energético, melódico e imprevisível.

Natural da margem sul do Tejo, cresceu numa família humilde, num ambiente urbano onde diferentes culturas e sonoridades coexistiam no quotidiano. Na infância começou a escrever as suas primeiras canções antes mesmo de saber tocar um instrumento, depois de descobrir o rock de bandas como Nirvana e Guns N’ Roses, um momento que despertou a vontade de criar a sua própria música. Mais tarde, o seu universo expandiu-se para o punk hardcore, nu-metal, hip hop e para as influências africanas e ciganas presentes nas ruas onde cresceu. Apaixonou-se também pela música eletrônica — do electroclash ao synthpop — e pelo rock psicadélico, desenvolvendo uma curiosidade musical aberta a tudo o que, para si, é sinónimo de boa música, independentemente do estilo.

Inspirado pela filosofia “Be water” de Bruce Lee, Bruno Sobral desenvolveu uma abordagem artística livre de fronteiras estilísticas. Tal como em projetos autorais de artistas como Beck, The Prodigy ou Gorillaz, a música de Tsunamiz desafia classificações fáceis e explora diferentes linguagens sonoras, mantendo sempre um objectivo central: criar grandes canções sem preconceitos de género. Trabalhando de forma totalmente independente, Bruno compõe, grava e produz a sua própria música construindo, ao longo dos anos, um catálogo consistente de oito álbuns de estúdio. O mais recente, Love Is Never Enough, lançado em Dezembro de 2025, confirma Tsunamiz como um artista em constante evolução, explorando territórios entre post-punk e synthpunk, mantendo intacta a força melódica e emocional das suas canções.

A música de Tsunamiz tem recebido airplay em rádios nacionais como Antena 3 e Rádio Radar, e algumas das suas composições foram também utilizadas em séries de televisão, ampliando o alcance do projeto para além do circuito independente.
Em palco, Tsunamiz apresenta-se com uma performance intensa e física, marcada pela energia do punk e pela atitude inspirada no hip-hop. Frequentemente vestido com fato de treino para privilegiar conforto e liberdade de movimento, Bruno Sobral transforma os concertos em momentos de entrega total onde sintetizadores, guitarra e voz se fundem numa experiência direta e visceral.

Com uma ética DIY e uma produção constante de nova música, Tsunamiz continua a expandir o seu universo criativo — lançando singles com regularidade, atuando ao vivo e construindo um percurso independente que aponta cada vez mais para palcos e audiências internacionais.

ENCHUFADA CELEBRA 20 ANOS





















A história de duas décadas da editora portuguesa de música electronica apresenta já o próximo capítulo com um evento de celebração na cidade do Porto. É já no dia 26 de abril, no espaço Mouco, que a editora Enchufada celebra 20 anos de atividade com um alinhamento com um set especial de Branko, Kalaf Epalanga, Pedro da Linha e Maribel. Em maio, os festejos seguem para Londres, no The Lower Third a 9 maio.

A compilação "A Lisbon Club Story" fica hoje disponível, celebrando o percurso de 20 anos da editora. Ao longo de 20 temas, inéditos e clássicos, a compilação apresenta o impacto da história musical criada pela Enchufada desde 2006.

Os motivos de celebração tem sido muitos. No passado dia 10 de abril, a editora lançou o terceiro single da compilação comemorativa, intitulada “Enchufada: A Lisbon Club Story”. O tema inédito (“Puro Mambo”) tinha assinatura dos Buraka Som Sistema, num regresso às edições musicais de inéditos, precisamente 12 anos depois do último lançamento do grupo português (“Buraka”, 2014).

Enchufada at 20: A Lisbon Club Story as Quilt, Mosaic and Movement
(Afropop Worldwide)

A compilação já tinha marcado a agenda com o lançamento do single “Outfit (Shake it)”, da autoria da dupla BLOQO, composta por Branko e Pedro da Linha. O projecto estreou-se pela Enchufada no final de 2025, tendo editado recentemente o seu segundo EP, Floorwrk, pela Aus Music (editora que colaborou com artistas centrais da música de dança como Bicep ou Joy Orbison). No alinhamento desta edição comemorativa da editora portuguesa é reforçado o sentido de criação de pontes entre sonoridades como o afro-house, batida, kuduro e electrónica. A compilação fica agora disponível (24 de abril), e tem também uma edição física limitada, disponível depois do lançamento digital.

BILHETES PORTO | 26 ABRIL
BILHETES LONDRES | 9 MAIO


Tracklist:

01. Bison & Squareffekt – Passengers
02. Tusabe – Rainha
03. Buraka Som Sistema – Puro Mambo
04. Joss Dee – Nsákidilla
05. Shaka Lion – Depois do Eclipse
06. Vanyfox – Moh Bechona
07. Traz Agua – G130
08. BLOQO, Branko, Pedro da Linha – Outfit (Shake It)
09. Buraka Som Sistema – Yah! (feat. Petty)
10. Roulet – Kitamanda
11. DJ Marfox – Urban ADN
12. Buraka Som Sistema – Zouk Flute
13. DJEFF – Kissange
14. DJ N.K. – Água de Coco
15. Dotorado Pro – African Scream (Marimbas)
16. Branko – Eventually (feat. Alex Rita & Bison)
17. Dengue Dengue Dengue – Badman
18. Mina – Boing (feat. Nané)
19. Branko & Pedro da Linha – MPTS
20. Pedro da Linha – Toques (feat. Deekapz)

TOKYO WANDER COM BOVO DISCO



ⓒ José Duarte

















Seis anos depois do seu último lançamento, Tokyo Wanderer está de regresso com Last Ditch Effort.

O novo trabalho a solo de Nuno Cruz, composto, gravado e produzido pelo próprio, regista uma evolução artística resultante de novas experiências musciais e pessoais.

As vivências de Tokyo Wanderer são transformadas em oito músicas que resistem a categorização, oscilando confiantes entre línguas e géneros.

A transbordar de emoção, Last Ditch Effort aterra com intensidade para estrear a forma reinventada mais autêntica de Tokyo Wanderer.

«Este álbum é um dos meus projetos mais ambiciosos até à data, tanto a nível técnico como emocional. Canalizei todo o conhecimento musical que tenho vindo a adquirir para expressar tudo o que aconteceu na minha vida nos últimos 3 anos.

Desde começar um trabalho novo, a perder familiares, documenta tudo de uma forma aberta que permite que o ouvinte se relacione, mesmo sem saber a fundo o que se passa na minha vida.

Estilisticamente, passa por tudo desde o metal ao rap, mas na sua essência não tem um estilo definido, é simplesmente Tokyo Wanderer.

Last Ditch Effort é tudo o que tenho a oferecer, sem filtros. Além disso, é o primeiro álbum que gravei, compus e produzi sozinho.»

— Nuno Cruz

Tokyo Wanderer nasce em 2015 quando Nuno Cruz, músico e produtor almadense, se aventura na onda future funk e vaporwave.

Inicialmente, navega influências que convergem em lançamentos únicos repletos de sintetizadores, que chamam a atenção da editora baseada em Hong Kong Neoncity Records, com quem lança Sleepless (2017), e da americana Coraspect, que edita Incubus em 2019.

Após uma década de carreira, Nuno deixa o future funk por um rock electrónico com o lançamento Last Ditch Effort, sem desaprender o groove já estudado.

Lança-se sozinho ao novo álbum, abarcando todos os instrumentos, voz e produção. O resultado são oito faixas pessoais, intensas, e arduamente trabalhadas.

NOVO SINGLE DE XICO DA TINA

 



















Chico da Tina
Vícios

“VÍCIOS” é o novo single de Chico da Tina e dá continuidade ao universo de "SOU GRANDE NO AMOR", ao mesmo tempo que antecipa um álbum que consolida a sua identidade no luso-forró. Com uma sonoridade que evolui para um luso-piseiro apaixonado, o tema reforça o lado mais romântico e emotivo do artista minhoto, explorando o amor como o seu maior vício.



Produzido em conjunto com José C. Monteiro e os irmãos GOIAS, e com instrumentação marcada pelo acordeão de Marcello Costa e a concertina de Bruno Freitas, “VÍCIOS” mantém a energia dançável e o calor emocional já presentes nos lançamentos anteriores, revelando um Chico da Tina mais íntimo, mas igualmente contagiante.

EDITORA K FOR COM NOVO LANÇAMENTO


















A nova editora de Coimbra, nasce com apenas uma missão, meter discos cá para fora, ou como se diz na gíria das margens do Mondego, meter discos K FORA.

A tricefalia do movimento, passa por Bernardo Matos, Bernardo Rocha e João Toscano, sendo que a ideia será que a editora seja uma rede de colaboração artística, focada no registo de encontros entre artistas, poetas e marginais pelas margens repletas de ondas sonoras inevitáveis.

A missão é a dita anteriormente, meter discos K FORA, as primeiras edições da editora vão estar disponíveis em breve no bandcamp da editora, havendo disco de estreia que reúne a tricefalia referida com o novo grupo 10comunA.L., gravado no Color Sound Studios em Portunhos.

A K FORA tem várias edições na calha, sendo que já estão a ser preparadas obras em colaboração com a editora Profound Whatever unindo esforços para editar a estreia do Coletivo Descartável que apresentam o resultado do primeiro encontro do septeto composto por Bernardo Rocha, Catarina Silva, Gonçalo Alves, Guilherme Correia, Júlia Miranda, João Toscano e Luís Nunes. O registo foi desenvolvido com o apoio do movimento dos Estúdios Mó, situado no Centro Norton de Matos, em Coimbra.

A edição #1 da K FORA saí em março de 2026 e assim nasce a editora fiel à sua missão genética com uma certeza, 100% de música humana, feita por humanos para quem queira escutar!

Sabem o que é que dá estas coisas?


dádá

dádá
dádá


discos K FORA

IOLANDA HOMENAGEIA ROSALÍA E CARMINHO E ANUNCIA NOVAS DATAS DA DIGRESSÃO QUE ANTECEDE O ÁLBUM QUEBRANTO





















Depois de desvendar, “Responso”, o segundo single que antecipa o seu álbum de estreia Quebranto, IOLANDA volta a destacar-se com uma interpretação profundamente sentida de “Memória”, tema de Rosalía com Carminho, no programa Confessions da Mega Hits. A artista apresentou a canção ao vivo, numa versão intimista recebida com enorme entusiasmo nas redes sociais, pela sua voz e a capacidade de dialogar com referências que moldam a nova pop ibérica.

Em paralelo com este momento especial, IOLANDA acaba de anunciar novas datas da digressão que acompanha a chegada do seu primeiro longa-duração. Depois de iniciar a tour em Ílhavo, a 20 de fevereiro, a artista prepara-se para atravessar o país com uma série de concertos que reforçam a relação próxima que tem vindo a construir com o público.

À semelhança do que tem acontecido nos últimos meses, estes espetáculos continuarão a revelar ao vivo alguns dos temas inéditos de Quebranto, álbum que chegará ainda este ano e que será apresentado num concerto único e em nome próprio, em formato 360.º, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 7 de dezembro de 2026.

25 ABR — Fafe (part. A Mulher é uma Arma)
17 MAI — Grândola
06 JUN — Fafe
19 JUN — Vila Real
24 JUL — A Anunciar
31 JUL — Vila de Rei
18 SET — Santa Maria da Feira
07 DEZ — Coliseu dos Recreios (Lisboa)

IVO LUCAS APRESENTA “DEIXA ARDER” PRIMEIRO SINGLE DO ÁLBUM DE ESTREIA

 



















Ivo Lucas revela “Deixa Arder”, o primeiro capítulo de um muito aguardado álbum de estreia, com edição prevista para o final de 2026. Um regresso às origens que não vive de nostalgia, mas antes de uma linguagem que sempre lhe foi natural.

Neste novo tema, o artista mergulha num R&B de inspiração early 2000s, território onde começou a desenhar a sua identidade, trazendo-o para o presente com uma abordagem mais contemporânea. “Deixa Arder” nasce desse cruzamento entre memória e maturidade, entre o que foi e aquilo que agora se afirma com mais intenção.

A canção revela um Ivo Lucas mais ousado e confiante, explorando uma dimensão mais sensual da sua interpretação, sem nunca perder a carga emocional que o caracteriza. A escrita, direta e sentida, reforça essa entrega, tornando-se cada vez mais uma assinatura no percurso do artista.

“Deixa Arder” foi escrita por Ivo Lucas, Gonçalo Malafaya e Mariana Moreira, com composição assinada por Ivo Lucas e Marcus Costa. A produção ganha forma no Estúdio Catorze, espaço criativo criado pelo próprio, onde tem vindo a consolidar uma sonoridade própria e cada vez mais distinta.

O single surge na sequência de “Custa Aceitar”, uma colaboração com Noninho Navarro, tema que ultrapassou os 8 milhões de streams combinados e já é disco de ouro, afirmando Ivo Lucas como uma presença sólida no panorama pop nacional.

Agora, “Deixa Arder” abre caminho para uma nova fase, mais coesa, mais ambiciosa, e onde afirma a sua identidade, antecipando um projeto de longa duração que promete aprofundar o universo artístico de Ivo Lucas e reforçar o seu lugar na música portuguesa.

TAYOB J. COM NOVO SINGLE

“Na Vanguarda de Mim Mesmo”, é o mais recente avanço do muito aguardado álbum de estreia de Tayob J., ''A Beleza do Erro'', com lançamento marcado para o final do mês de maio, deste ano. Este tema junta dois nomes incontornáveis, Rashid, rapper brasileiro, que conta com uma vasta discografia, e hits que estão marcados na história do rap feito no Brasil. E Dino d'Santiago, nome que carrega muito mais que música, um artista e ativista, que tem criado pontes de diálogo dentro de Portugal e também construído algumas, mais longas, com o Brasil.

A paisagem do tema é uma quase balada noturna em que Tayob, Rashid e Dino conversam entre rimas e notas de piano, e que culmina nas batidas e linhas de baixo características de Tayob J., acrescentadas pela grandeza da voz de Dino d'Santiago.
A inspiração para o tema parte de uma reflexão do produtor Tayob J. sobre a ausência de formação musical e teórica dentro do Rap, e de como a arte encontra sempre os seus caminhos, fazendo da ''ideia', o seu trunfo. Da conclusão a que chegou, nasceu o nome e o mote da música, estar no rap, é estar ''Na Vanguarda de Mim Mesmo''.

Quando chegou a Rashid, a ideia ganhou uma nova vida, partiu para um sítio de empoderamento, de força e de compreender que a nossa maior competição é connosco próprios.

A pré-produção do tema foi iniciada em 2023. O ''briefing'' foi enviado para Rashid, que prontamente aceitou o desafio. A gravação final aconteceu já em 2024, em São Paulo, onde Tayob J. e Rashid falaram da possibilidade de convidar Dino d'Santiago. Dino tinha já uma ligação de trabalho próxima com Tayob, e uma relação ainda maior com o próprio conceito da música, o que fez com que rapidamente se tornasse uma colaboração em forma de trio.

De volta a Lisboa, em 2025, os três artistas reuniram-se para filmar o videoclipe.

Realizado por Chris Costa, foi idealizado como sendo um pano de fundo cinematográfico para o tema, em que os 3 artistas contracenam ouvindo atentamente a prestação um do outro, como quem aprecia e celebra a vanguarda de si próprio, no próximo.

''Na Vanguarda de Mim Mesmo'' é o segundo avanço do álbum de estreia do compositor e produtor Tayob J.. O primeiro foi o tema “Alibi” com Soraia Tavares e X-Tense, lançado em 2025. O álbum que sairá em breve, conta com participações de artistas como Criolo, Murta, Djodje, Iolanda, Bateu Matou, Selma Uamusse, Vitão, Projota, entre muitos outros.

SOBRE TAYOB J.

Tayob Mahomed Hussein Juskow II, ou somente Tayob J. é um dos produtores e multi-instrumentalistas mais versáteis da nova escola. Começando por se interessar pelo universo do Dj e beatmaking em meados de 2008, é em 2013 que começam a surgir produções assinadas pelo mesmo no panorama do Rap Português. Filho de mãe brasileira de ascendência polaca e pai moçambicano de origem indiana, é na linha da Azambuja em Lisboa que Tayob J. descobre o Rap e visualiza um caminho onde toda essa história de travessias e trajetórias se unem para formar um som, uma identidade. Desde cedo que a música como forma de protesto, foi um dos pilares de propósito para Tayob J., isso levou-o a estar ao lado de artistas como Chullage (com quem assinou produções e acompanha na estrada desde 2017), Rashid, Criolo, ou Dino d’Santiago com quem fez parte da música para a Ópera “Adilson” sobre imigração e que esgotou inúmeras salas por todo o país. Pisou alguns dos maiores palcos nacionais como o Festival Iminente, Meo Sudoeste, Gulbenkian ou o Outjazz e teve passagem por alguns palcos internacionais em Inglaterra e Espanha. Fundou em 2017 o Estúdio Noiz, agora localizado no centro de Lisboa com o nome de Noiz HUB e que funciona como uma casa multidisciplinar onde se proporcionam encontros e novas formas de expressão artística. No seu estúdio assinou produções para artistas como Vitão, X-Tense, iolanda, HMB, entre outros. Prepara para 2026 o seu álbum de estreia intitulado ‘’A Beleza do Erro’’, com um elenco de convidados invejável e onde a identidade musical de Tayob J. que une a sua multiculturalidade ao Rap, ao Soul e ao Jazz se consagra.

ÁTOA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

 


















Após um ano de conquistas históricas, que consolidaram a sua posição no topo da pop nacional, os ÁTOA preparam-se para tocar o país com o lançamento de “Mesa Noutro Lugar". O novo single já está disponível em todas as plataformas digitais e promete tornar-se num hino à vulnerabilidade e à honestidade emocional.

O grupo celebra mais de uma década de carreira com uma trajetória invejável, impulsionada por uma sequência de êxitos sem precedentes. Após o sucesso estrondoso de "Tu na Tua”, que já ultrapassou a marca dos 10 milhões de streams, a banda somou novos marcos com o fenómeno "Já Não Saio" em parceria com os Vizinhos, e a colaboração internacional "Na Próxima Vida", com 100 mil streams logo na semana de estreia. Estes números provam que a capacidade dos ÁTOA de gerar hits é indissociável da sua evolução artística.

Num registo Pop-Rock que privilegia a intensidade, "Mesa Noutro Lugar" fala do impacto real de um fim de ciclo. A música combina a energia da banda com uma letra confessional sobre o peso de esconder a verdade de quem nos rodeia. Esse contraste explode no refrão: “O meu pai não sabe, a minha mãe não sabe, que amanhã não vais aparecer para jantar” a ilustração perfeita de uma mesa que, apesar do convite feito, já tem um lugar vazio.

Com um percurso sólido que atravessa gerações, os ÁTOA reafirmam-se como figuras centrais da música portuguesa contemporânea. A banda de Évora continua a marcar presença constante no airplay radiofónico e nos cartazes dos principais festivais do país, sustentada pela composição distintiva de João Direitinho, que se mantém como a força motriz de um projeto capaz de fundir a tradição melódica com a modernidade da pop.

Esta nova música revela uma maturidade artística onde a transparência assume o papel principal, fazendo de "Mesa Noutro Lugar" uma fórmula segura para os artistas se ligarem ao público. Ao traduzir sentimentos comuns em temas intemporais, o grupo demonstra que, mesmo após dez anos de estrada, a sua maior conquista é a capacidade de criar canções que se tornam parte da vida de quem as ouve.

“Mesa Noutro Lugar” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

AGENDA

BEJA
2 de Maio - Ovibeja

PORTO
3 de Maio - Queima das Fitas do Porto

PORTO
5 de Junho - North Festival

MADEIRA
19 de junho - São João de Porto Santo

ALMADA
16 de Agosto - Sol da Caparica

PORTO D'AVE
4 de Setembro - Noite Gerações

MAIS DATAS EM BREVE

RUMEI BAIROS RIVALIZA O VALE Das FÜRNAS





















© Mário Roberto

Rivaliza o Vale das Fürnas, single de avanço de Romê das Fürnas Vol. II: A Segunda Comunhão (a editar no dia 8 de Maio) de Romeu Bairos, afirma-se como um gesto de celebração enraizado na tradição, mas filtrado por uma sensibilidade contemporânea. Romeu trabalha a canção como espaço de encontro entre o coletivo e o íntimo, onde a repetição e a economia melódica não são apenas traços formais, mas dispositivos que reforçam a dimensão coletiva da canção, com cores e coros que fazem dela um gesto partilhado, quase ritual.

Os Açores - e as Furnas neste tema em particular - emergem como ex-libris afetivo, lugar de beleza insistente, cantado não apenas como paisagem, mas como experiência vivida,onde ser açoriano é motivo bastante para a felicidade. Mais do que um exercício de evocação, o tema inscreve-se numa lógica de afirmação territorial que ultrapassa o mero gesto celebratório. Ao colocar o Vale das Furnas em “rivalidade” com o restante território, a canção opera uma inversão subtil das hierarquias centro-periferia, afirmando que no “cantinho do país”, existe um lugar capaz de se afirmar pela intensidade da sua beleza e pela alegria de quem o habita.

Há também um traço folclórico de vaidade assumida, quase provocatória - uma malícia leve, de quem canta a sua terra com orgulho, de peito cheio, carregando na voz tanto brilho como dor. Entre o orgulho local e a consciência insular, “Rivaliza o Vale das Fürnas” é um exercício de reterritorialização poética, posto em prática numa canção “bairrista”.

Mais do que um exercício de evocação, o tema inscreve-se numa lógica de afirmação territorial que ultrapassa o mero gesto celebratório. Ao colocar o Vale das Furnas em “rivalidade” com o restante território, a canção opera uma inversão subtil das hierarquias centro-periferia, afirmando que no “cantinho do país”, existe um lugar capaz de se afirmar pela intensidade da sua beleza e pela alegria de quem o habita. Há também um traço folclórico de vaidade assumida, quase provocatória - uma malícia leve, de quem canta a sua terra com orgulho, de peito cheio, carregando na voz tanto brilho como dor. Entre o orgulho local e a consciência insular, “Rivaliza o Vale das Fürnas” é um exercício de reterritorialização poética, posto em prática numa canção “bairrista”.

ACÁCIA MAIOR LANÇA NOVO ÁLBUM 'VINDO DO ESPAÇO'.













Um trabalho com uma toada mais festiva e ligada à tradição, o álbum faz uma abordagem inovadora dos temas de sempre: o amor, a saudade da terra e a crítica social.

Após 3 anos do lançamento do primeiro disco do colectivo Acácia Maior - ‘Cimbron Celeste’ - o projecto musical cabo verdiano volta às edições com o trabalho ‘Vindo do Espaço’, uma coletânea que recolhe vários singles, featurings, remixes e temas inéditos produzidos nos últimos 2 anos.

Um trabalho com uma toada mais festiva e ligada à tradição, o álbum faz uma abordagem inovadora dos temas de sempre: o amor, a saudade da terra e a crítica social.

Ritmos como a Kazukuta casam-se com o carnaval de São Vicente, ou a Coladeira com o Semba, o Funaná com Rock, ou a Banderona com a Morna. Criação, fusão e tradição serão para sempre os alicerces deste colectivo.

Um disco que, como já é a norma para os Acácia Maior, conta com um leque de convidados muito variado: a super diva Nancy Vieira, os lendários Tony Lima, Ndu Carlos e Braima Galissá, as jovens promessas da música de Cabo Verde como Yacine Rosa ou Berlok, do rastafarianismo cabo-verdiano, Nunuka Apuuli, da fadista Cristina Clara à eletrónica de OSSN e Fidju Kitxora.

Tal como no seu primeiro longa duração, a produção caseira dos Acácia Maior continua a fazer parte da sonoridade das suas músicas. Reiterando o princípio, que acompanha o colectivo na sua criação, de que nunca foram necessários grandes equipamentos ou estúdios para fazer acontecer as suas canções. Em ‘Vindo do Espaço’ acontece o mesmo, a electrónica dança com o som orgânico como se de um Kolá Sanjon se tratasse.



quinta-feira, 23 de abril de 2026

BEJAFLOR EDITA PRIMEIRO DISCO

 



















Bejaflor regressa com o seu primeiro e antecipado longa-duração, Bejaflor 3.

Dividir // Perdão, é o segundo single duplo de avanço, que, à semelhança de DADA // Fechado em Casa, espelha tanto a dicotomia sonora como temática do álbum: a tensão entre a produção avant-garde e maximalista do (hyper) pop e o minimalismo DIY de cantautor de canções despidas; a urgência da exteriorização das contendas da vida social fora de casa vs a introspeção do isolamento na segurança do lar.

Bejaflor 3, recuperado da corrupção de ficheiros com 5 anos, chega a 8 de Maio.

“Perdão” foi uma música espontânea criada em 2023 no quarto de casa dos meus pais, apenas com um DX7 e um Volca Sample, com pouca mais produção adicional. Os acordes paralelos, quentes mas digitais, e o loop de drums criam um ambiente onde consegui expressar sinceramente o que sentia naquele momento. O peso do dia a dia começava a sentir-se com o meu crescer, e os primeiros sinais de uma depressão estavam visíveis. Entre relações tortas de amor e amizade, lutas com o meu valor pessoal e tentativas desesperadas de mudar, nasce um medo de que essa mesma sinceridade me leve de volta a mim mesma mas sem me perdoar das escolhas que fiz. Não me passava nada pela cabeça - e ainda bem que não - e mais tarde esses pensamentos intrusivos cimentaram o seu lugar na minha vida. Esta musica serviu quase como um desabafo num diário e é um dos momentos mais sinceros e vulneráveis do álbum.

— Bejaflor

MAEZ APRESENTA NOVO SINGLE 'L1BERDADE'





















Fotografia: Eliseu Ferreira

maez está de regresso com o novo single 'l1berdade', já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade Pop fortemente influenciada por Jazz e Música de Intervenção, a cantora e compositora reflete neste tema sobre os limites da liberdade individual no atual contexto social e político desafiante. Escrita pela própria maez, o alter ego artístico de Mara Nunes, a faixa conta com produção de Daniel Constantino (INÊS APENAS, Miss Universo) e mistura e masterização de Pedro Rafael (Dinis Mota, Mariana Tereso).

'l1berdade', afirma maez, "é um grito de desespero vindo de quem precisa de lutar pela sua liberdade mas que se sente cada vez mais presa para o fazer. Cansada pela rotina exaustiva do dia a dia e sem conseguir ir sequer a uma manifestação - porque a renda ao fim do mês pesa e não há tempo. Cresci a ouvir que vivíamos numa era progressista em que os nossos direitos humanos eram agora garantidos e não só tem havido muitos retrocessos nos últimos anos, como lutar pela própria liberdade e autonomia é um privilégio não acessivel a todas as pessoas. E é por isso que 'l1berdade' tem também, na minha opinião, algo de intervenção".

Influenciada pela música de intervenção de autores como Zeca Afonso, Ary dos Santos, Capicua e A garota não, que a motivam a lutar pelos seus valores e ideais, maez escreveu este tema "numa altura em que me sentia especialmente desmotivada, devido ao contexto político mundial. Cada vez que assistia às notícias via mais uma coisa que me deixava com pouca esperança no futuro. Nas redes sociais, os meus comentários enchiam-se de ódio e sentia que não podia falar das coisas mais importantes, porque acabava a ser censurada. Então, decidi escrever uma carta à liberdade e o que saiu não foi tudo bonito e inspirador. O título 'l1berdade', com o "1" a substituir o "i", é uma espécie de truque anti-censura para que o algoritmo não apanhe a palavra e me bloqueie, como já aconteceu no TikTok".

Realizado pelo coletivo Mal Criadas, o videoclipe que acompanha 'l1berdade' expande o universo emocional da canção, ao explorar a liberdade através da comunidade. Partindo de experiências pessoais, o vídeo reúne pessoas e grupos que marcaram o percurso da artista. O resultado é um retrato coletivo, no qual se cruzam diferentes perspetivas numa reflexão íntima e partilhada sobre pertença, segurança e expressão individual.

"Para o videoclipe decidi ir um pouco mais longe do que a letra e pensar nos momentos da minha vida em que me senti mais livre. Cheguei à conclusão de que esses momentos estavam intrinsecamente ligados à comunidade e que esse sentido de comunidade - como um grupo de pessoas que nos aceita, nos mantém seguros e nos ajuda num piscar de olhos - é algo em que eu própria deveria investir mais tempo e carinho. Chamei, então, para participar no vídeo pessoas que já me tinham feito sentir assim: segura, divertida, aceite… livre. Cada um deles trouxe a sua perspetiva do que seria dirigirem-se à liberdade e gravámos. Estou apaixonada por cada uma destas pessoas", afirma a artista.

Com 'l1berdade', maez afirma-se como uma das vozes emergentes mais conscientes da nova música portuguesa, cruzando Pop contemporâneo com discurso político e identitário. O single reforça o universo conceptual e a abordagem artística da cantora e compositora enquanto espaço de reflexão, resistência e expressão. 'l1berdade' antecede outros lançamentos de maez previstos para este ano.

TOUR DE FINGERTIPS





















A digressão de 2026 dos Fingertips arranca já este sábado, dia 25 de abril, no Centro Cultural de Paredes, e a resposta do público foi contundente. As duas primeiras datas da tour já se encontram totalmente esgotadas, confirmando a enorme vitalidade da banda.

O novo espetáculo foi desenhado com um foco muito claro, transformar o recinto numa grande pista de dança. Este vai ser um concerto vibrante e intenso, que cruza a vitalidade das novas canções com a viagem obrigatória pelos grandes hinos que toda a gente canta a plenos pulmões, garantindo uma noite memorável e de forte ligação com o público.

Os Fingertips atravessam um excelente momento com uma comprovada capacidade de mobilização. Recentemente, o clássico "Picture of My Own" atingiu o 1º lugar no Top Viral do Shazam em Portugal, o que demonstra que a música da banda continua a ser massivamente redescoberta, conquistando as novas gerações.

Esta enorme energia de verão servirá de rampa de lançamento para um marco muito especial, a edição do novo álbum de originais em outubro. A força deste novo capítulo já se reflete na estrada e tem presença confirmada em palcos de excelência como o Coliseu Micaelense em Ponta Delgada, a Super Bock Arena no Porto e o Centro Cultural de Viana do Castelo, entre muitos outros