segunda-feira, 26 de outubro de 2026

SAI HOJE O NOVO DISCO DE UM CORPO ESTRANHO













Fotografia - Rui David | Colagem Digital - Pedro Franco | Tratamento de Imagem - Andreia Reisinho Costa

Entre o que acontece todos os dias e as histórias que fazemos disso, nasce Fábulas Mundanas e outros Contos de Cantar, o novo álbum de Um Corpo Estranho, editado hoje pela Malafamado Records.

Ao longo de doze temas, o duo Setubalense cruza realidade e imaginação para falar de guerra, poder, tempo, amor, esperança e da condição humana. As “fábulas mundanas” do título são precisamente essas histórias que habitam o quotidiano, transformadas em canções onde o real e o imaginado se confundem.

Partindo de situações, personagens e acontecimentos que fazem parte do mundo que nos rodeia, Pedro Franco e João Mota encontram na observação do quotidiano um ponto de partida para as suas canções. Entre o que é vivido, imaginado ou simplesmente observado, surgem histórias que procuram olhar para o presente através de diferentes perspectivas.

Esta ideia prolonga-se também na identidade visual do álbum, com colagens digitais de Pedro Franco, tratamento de imagem de Andreia Reisinho Costa, fotografia de Rui David Luís e design de Raul Reis, estabelecendo uma ligação entre a música e a imagem.

O disco conta com as participações de Adolfo Luxúria Canibal, Cátia Mazari Oliveira (A Garota Não), Diogo Sousa e Paulo Cavaco.

Fábulas Mundanas e outros Contos de Cantar foi produzido por João Mota e Pedro Franco, misturado e masterizado por Sérgio Mendes.

O álbum contou com o apoio da Fundação GDA.

Na música de João Mota e Pedro Franco, o duo Um Corpo Estranho, a estranheza apensa à designação é coisa de uma fugacidade momentânea. Não se juntaram por acaso – escolheram-se. Tiveram suficientes bandas, passaram por experiências musicais q.b. para que, no momento de, qual ritual de acasalamento, seleccionarem o parceiro ideal o fizessem com o saber acumulado responsável por: a) olharem para trás e verem no outro a cumplicidade que nunca tinham conseguido repetir daí em diante; b) terem o discernimento de perceber que a música se pode fazer a dois e não obrigatoriamente a quatro ou cinco.

Pedro e João conheceram-se aos 15 anos, altura em que a vontade de pegar numa guitarra partia do mesmo movimento ascendente de querer trepar até sonhos de reconhecimento, feitos artísticos, plateias em delírio e rendidas a canções tão importantes quanto a própria vida. Quando, passado um longo hiato em que a amizade ficou em lume brando, os dois voltaram a encontrar-se, foi também esse lastro de sonho amparado agora pela maturidade a reacender nos dois e a grudar-se nas canções nascentes. Depois, com orgulho de pais, foi adubar-lhes o caminho a essas canções e vê-las crescer, quererem sair de casa, resmungarem a toda hora, tornarem-se autónomas e só já precisarem deles para que o mundo não as estranhe em demasia.

Preparam-se agora para lançar o décimo trabalho de estúdio. Produzido por João Mota e Pedro Franco, misturado e masterizado por Sérgio Mendes, Fábulas Mundanas e outros Contos de Cantar sai hoje com o selo da Malafamado Records e o apoio da Fundação GDA.

Teve como cartão de visita "Grifo", primeiro single do disco acompanhado de um videoclipe.

FESTIVAL LUX INTIRIOR ARRANCA ESTA SEMANA





















A 7.ª edição do Festival Lux Interior começa a 29 de outubro, no Teatro Académico de Gil Vicente, com três noites de concertos que cruzam diferentes percursos da música independente. Promovido pela Lux Records, que celebra 30 anos de actividade, o festival decorre até 5 de novembro e dá palco a três novas bandas de Coimbra que serão editadas pela editora.

A Lux Records assinala este ano três décadas de actividade com mais uma edição do Festival Lux Interior, iniciativa que tem vindo a afirmar-se como um espaço de encontro entre diferentes gerações e percursos da música independente.

A 7.ª edição do festival acontece em três noites e dois espaços de Coimbra. O Teatro Académico de Gil Vicente recebe os primeiros dois dias, a 29 e 30 de outubro, seguindo-se o Salão Brazil, a 5 de novembro.

O programa cruza projectos com percursos já consolidados com bandas mais recentes, numa programação que acompanha também o trabalho de descoberta e edição da própria Lux Records.

A primeira noite, 29 de outubro, no TAGV, junta Duques do Precariado e Gata Surda. No dia seguinte, 30 de outubro, sobem ao palco Expresso Transatlântico e Voronet Blue.

A programação termina a 5 de novembro, no Salão Brazil, com Birds Are Indie e Gulag Motel.

As primeiras partes das três noites são asseguradas por Gata Surda, Voronet Blue e Gulag Motel, três projectos muito recentes de Coimbra que integram o trabalho de descoberta da Lux Records e que serão editados pela editora.

A Lux Records celebra 30 anos de atividade, três décadas em que se afirmou como uma referência incontornável da música independente portuguesa, dando palco a projetos que marcaram profundamente o panorama nacional, de Belle Chase Hotel a Tédio Boys, passando por The Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders e Wraygunn, entre muitos outros nomes que ajudaram a definir a identidade sonora de Coimbra e do país.

Os bilhetes para as três datas estão disponíveis na BOL.

Gata Surda

Com raízes no rock psicadélico, no blues e no baroque pop, os Gata Surda parte das suas referências sem as tomar como destino, construindo um som marcado por arranjos dinâmicos e espaço para a improvisação. Cada música encontra assim a sua própria direção, num processo aberto à descoberta e à transformação.

No centro do projecto está a ideia de que, num mundo marcado pela violência e pela divisão, o amor pode ser mais do que um sentimento e afirmar-se como uma força capaz de transformar o mundo. Enquanto prepara o seu primeiro LP, os Gata Surda leva para o palco essa vontade de descoberta, com canções que respiram, crescem e, quando necessário, saem dos carris.

Duques do Precariado

Os Duques do Precariado nasceram em Lisboa em 2014, quando Pedro mostrou a Fragoso as canções que tinha “no lixo”. Depois de muitas conversas e algumas gravações numa cave da Graça, deram-se a conhecer a 1 de maio de 2017 com o tema “Vou Considerar”, produzido com Bernardo Fachada. Em outubro de 2018, editaram na internet o primeiro álbum, Antropocenas, um conjunto de sete canções que retratam um encontro demorado com a certeza do colapso. Em 2023, o disco foi recuperado do esquecimento com a edição física pela Lux Records e apresentado ao vivo, por vezes em quinteto e muitas vezes apenas pelos dois. No final de 2024, já fora de Lisboa e com Neves entretanto integrado na formação, decidiram fazer um novo disco, Encarnação, celebrando as coisas que descobriram entretanto.

Em Encarnação, segundo disco dos Duques do Precariado, foi editado pela Lux Records e valeu-lhes uma capa do Ípsilon e destaque editorial na Antena 1, Antena 3 e Radar. Depois de passagens pelo NOS Alive, Festival Músicas do Mundo e Mêda+, os Duques do Precariado chegam agora ao Festival Lux Interior, com o tema “Falho” nomeado para Melhor Música nos Globos de Ouro de 2026.

Voronet Blue

Movidos por um sentido de urgência e por um impulso orgânico, os Voronet Blue são uma banda emergente de Coimbra, formada em 2023 por Beatriz (voz), Zé e Bernas (guitarras), Leo (baixo) e Diogo (bateria). O grupo constrói o seu som a partir de densas paredes sonoras, procurando um equilíbrio entre peso e contenção e cruzando influências de alternative rock, post-punk e shoegaze. O EP de estreia, The Chariot, reúne cinco temas que exploram o espaço entre a intensidade e a vulnerabilidade, através de guitarras distorcidas, texturas sobrepostas e dinâmicas em constante transformação.

O primeiro avanço do EP surgiu com “Juliette”, lançado a 26 de junho de 2026, tema que combina uma sonoridade densa e poderosa com uma dimensão etérea e uma atmosfera marcada pela nostalgia. The Chariot chega a 25 de setembro, com edição da Lux Records, em formato digital e CD, acompanhado pelo videoclipe de “Grip”, tema de abertura do EP, com estreia marcada para a mesma data.

Expresso Transatlântico

Expresso Transatlântico explora as interseções entre a tradição musical portuguesa e influências de sonoridades globais contemporâneas, tendo a guitarra portuguesa como elemento central da sua identidade sonora. Nos últimos anos, o grupo tem vindo a afirmar-se nos circuitos nacional e internacional, com passagens por eventos e festivais como a abertura da WOMEX 2022, MUMI, Colours of Ostrava, Eurosonic Noorderslag, Expo Osaka, Zomer van Antwerpen, Primavera Sound, FMM Sines, Vodafone Paredes de Coura, NOS Alive e Festival MED.

Em 2026, o grupo iniciou uma nova etapa com Trópico Paranóia, álbum produzido por The Legendary Tigerman e criado a partir de um período de trabalho desenvolvido em diferentes regiões de Portugal. O disco reflecte esses diferentes ambientes através de uma sonoridade marcada pelo rock, pelas texturas e pelo movimento, explorando também as transformações, tensões e contradições do presente. A nova fase foi sendo revelada através dos singles “Flor Trovão”, “Avalanche”, “Tigre da Serra” e “Nikita Punk”. Com a confirmação da actuação no BIME Bilbao e uma agenda preenchida por festivais e eventos culturais em Portugal, 2026 marca mais uma etapa no percurso nacional e internacional do grupo.

Gulag Motel

GULAG MOTEL é o local onde são despejados, habitam e operam os inoportunos e indesejáveis musicais que se insurgem contra um sistema velho e podre. Entre os prisioneiros deste complexo de hotelaria esclavagista, quatro dos seus hóspedes juntam-se para um projecto improvável de rock suicida, ainda que enérgico e cru.

São eles Pedro Renato (Belle Chase Hotel, Mancines) nas guitarras e teclas, Hugo Umbelino (Caustic, Babe!) na voz e textos de intervenção sócio-política, Miguel Cordeiro (Victor Torpedo & The Pop Kids, Caustic, Babe!) no baixo e teclas e Ricardo Brito (Parkinsons, Victor Torpedo & The Pop Kids) na bateria e coros. O primeiro panfleto será editado em breve pela Lux Records.

Birds are Indie

Os Birds Are Indie nasceram em Coimbra, em 2010, com Ricardo Jerónimo e Joana Corker, a que se juntou Henrique Toscano, amigo de longa data. Com uma presença regular em palcos de Portugal e Espanha, o trio tem construído um percurso independente marcado por uma identidade própria, tanto na música como na forma de estar em palco. As suas primeiras canções partiram de uma abordagem próxima do bedroom pop e da folk, numa atitude DIY minimalista, influenciada por nomes como Belle and Sebastian, Yo La Tengo, Moldy Peaches e Juan Wauters, evoluindo progressivamente para uma sonoridade mais próxima do rock.

Com uma discografia que inclui singles, EPs e LPs, os Birds Are Indie apresentam em 2026 The Stone of Madness, o seu sétimo longa-duração, editado em CD e vinil. Dando continuidade à fase iniciada com Ones & Zeros (2023), o novo álbum mantém uma essência pop, mas cruza-a com guitarras distorcidas, caixas de ritmos, sintetizadores analógicos, bateria e baixo mais presentes e vozes mais ríspidas e roucas, acompanhando a urgência das letras.

CAPITÃO FAUSTO COM NOVIDADES





















10 anos de "Capitão Fausto Têm Os Dias Contados" celebrados nos Coliseus
27 de fevereiro no Coliseu Porto Ageas e 18 de março no Coliseu dos Recreios

Os Capitão Fausto são, indiscutivelmente, uma das maiores referências da música nacional contemporânea, sendo o álbum “Capitão Fausto Têm Os Dias Contados” um dos grandes marcos da sua carreira. Esse trabalho cumpre agora 10 anos, e para o celebrar a banda anuncia dois concertos especiais, começando no Coliseu Porto Ageas dia 27 de fevereiro de 2027 e seguindo para o Coliseu de Lisboa a 18 de março. Os bilhetes encontram-se à venda.

Depois de encherem o MEO Arena no passado mês de janeiro, os Capitão Fausto regressam aos palcos míticos como são os Coliseus, locais onde a banda viveu algumas das noites mais inesquecíveis.

«Para nós há definitivamente um antes e um depois deste álbum. Como banda, vimos finalmente os nossos sonhos de um dia sermos músicos a tempo inteiro a ganharem forma. Em estúdio vivemos uma espécie de lua-de-mel criativa. Foi também nessa altura em que nos mudámos para o bairro de Alvalade, onde ainda hoje permanecemos.» partilham os Capitão Fausto.

Os bilhetes para o concerto no Coliseu Porto Ageas estão à venda na Ticketline e para o Coliseu de Lisboa na BOL. Duas noites imperdíveis para todos os fãs e curiosos, que prometem inscrever o seu lugar na história da música portuguesa.

PORTO
27 de fereveiro - Coliseu Porto Ageas
21h30 - 20€ e 40€
Bilhetes disponíveis aqui

LISBOA
18 de Março - Coliseu dos Recreios
21h30 - 30€ e 40€
Bilhetes disponíveis aqui

domingo, 25 de outubro de 2026

MARIIANA LANÇA HOJE “HOLD ON”

 













Depois dos temas originais em português, Mariiana dá agora um novo passo no seu percurso com “Hold On”, um single cantado em inglês que abre uma fase mais pop e mais emocional do seu projeto musical.

“Hold On” fala sobre aqueles momentos em que tudo parece difícil: as dúvidas, a pressão, as vozes à nossa volta e a sensação de estarmos a tentar encontrar o nosso lugar. É uma canção sobre não desistir. Sobre continuar agarrado ao que se ama, mesmo quando o caminho parece mais difícil.

Com uma sonoridade mais madura, Mariiana transforma essa inquietação numa mensagem de força e esperança. A música cruza fragilidade e determinação, mostrando uma artista em crescimento, mais consciente da sua voz e daquilo que quer comunicar.

Mais do que uma canção sobre vencer, “Hold On” é uma canção sobre continuar: continuar a sonhar, continuar a tentar e continuar fiel àquilo que nos faz acreditar.

A produção é assinada por Chris Wahle, também conhecido como Christian Wahlberg, produtor e compositor sueco com certificações de ouro e multiplatina. Com um percurso internacional, trabalha com artistas e compositores de todo o mundo. A sua experiência na produção e na composição permite-lhe explorar diferentes mercados e estilos, desde o K-pop e o J-pop na Ásia até ao pop de rádio ocidental e às sonoridades urbanas.

sábado, 24 de outubro de 2026

NOBRE LANÇA "ACELERO"















A 9 de novembro, NOBRE lança "Acelero", o primeiro single de "Sem Ar", um novo EP dedicado à ansiedade. Com uma sonoridade que aproxima o hip-hop do rock, o tema explora o ritmo acelerado do quotidiano e a dificuldade de encontrar espaço para abrandar. O projeto será apresentado progressivamente, através do lançamento de vários singles, com as próximas datas a anunciar brevemente.

Em "Acelero", NOBRE assume o rap nos versos, enquanto a voz melódica de Samanta conduz o refrão. A guitarra elétrica e a bateria conferem intensidade à produção, aproximando o tema do rock sem perder a identidade urbana do artista. Entre a cadência dos versos e a força melódica do refrão, a faixa constrói uma sonoridade enérgica que acompanha o ritmo constante retratado na letra.

O videoclipe de "Acelero" transporta o conceito da música para um contexto profissional e quotidiano, explorando o contraste entre as exigências exteriores e a experiência individual. Através de uma situação familiar, o vídeo acompanha a narrativa do tema e reforça a ligação entre a música e a sua dimensão visual.

Com "Sem Ar", NOBRE dá continuidade à exploração de experiências humanas através da música, desta vez centrando-se na ansiedade e na pressão associada às rotinas e responsabilidades diárias. O novo EP sucede a "Submerso em Sombras", projeto conceptual dedicado ao luto e à transformação pessoal, e introduz uma nova abordagem sonora no percurso do artista.

Natural de Angola e radicado em Portugal desde criança, NOBRE cresceu nos subúrbios da Linha de Sintra. A sua música distingue-se pela escrita pessoal, pelo storytelling emocional e pela aproximação entre diferentes linguagens da música urbana. Em "Sem Ar", essa identidade ganha novos contornos através do cruzamento entre hip-hop e rock.

"Acelero" conta com a participação vocal de Samanta. NEW DART é responsável pela produção, mistura e masterização, enquanto Inês Ascenso assina a fotografia e as filmagens do videoclipe. NOBRE é responsável pela conceção da capa do EP "Sem Ar".

Com "Acelero", NOBRE apresenta o primeiro avanço de "Sem Ar", um projeto que explora a ansiedade através de uma abordagem musical marcada pela energia, pelo contraste entre diferentes linguagens e pela identidade própria do artista.

BLASTED MECHANISM ANUNCIAM NOVA GERAÇÃO E CONCERTO NO SAGRES CAMPO PEQUENO A 20 DE MARÇO DE 2027


OMNESIA marca o nascimento da décima geração dos Blasted Mechanism. A banda prepara um espetáculo especial em Lisboa, a 20 de março de 2027, e abre este sábado, 24 de outubro, as inscrições para a pré-venda exclusiva de bilhetes, com preços a partir de 25 euros.

Os Blasted Mechanism vão apresentar OMNESIA, a sua décima geração, num concerto marcado para 20 de março de 2027, no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa.

Conhecida pela fusão de música eletrónica, rock e influências tradicionais, e por uma forte identidade visual, a banda prepara uma nova etapa artística, acompanhada por novas canções, personagens e um universo conceptual renovado.

OMNESIA parte da ideia de uma memória universal transformada em matéria, estabelecendo uma ligação entre o passado, o presente e o futuro dos Blasted Mechanism. Esta transformação será revelada progressivamente nos próximos meses, culminando na apresentação ao vivo no Sagres Campo Pequeno.

“30 anos depois, voltamos a ligar-nos através de uma palavra: OMNESIA.

O paradoxo de uma memória sem passado nem futuro, onde sabemos tudo e, ao mesmo tempo, nada sabemos.

É assim que entramos numa nova fase da nossa história. Uma fase de descoberta, transformação e reencontro com aquilo que sempre fomos: Blasted Mechanism.” Valdjiu

INSCRIÇÕES ABREM A 24 DE OUTUBRO PARA ACESSO EXCLUSIVO À PRÉ-VENDA

Os fãs poderão inscrever-se a partir de 24 de outubro, às 13h00, para terem acesso exclusivo ao primeiro lote de bilhetes.

As inscrições decorrem até 27 de outubro, com a pré-venda reservada aos inscritos nos dias 28 e 29 de outubro, disponibilizando bilhetes entre 25 € e 35 €, consoante o setor.

 A venda geral começa a 30 de outubro, às 13h00, com preços entre 30 € e 40 €.

Todos os fãs que efetuarem a inscrição receberão ainda um wallpaper exclusivo do universo OMNESIA, desenvolvido para os seus dispositivos digitais.

OS PRÓXIMOS SINAIS

Ao longo dos próximos meses, os Blasted Mechanism irão revelar novos temas, conteúdos audiovisuais e outras experiências relacionadas com OMNESIA.
 
Os fãs deverão permanecer atentos ao site oficial e às redes sociais da banda, onde serão divulgadas novas transmissões e sinais deste universo.

The transmissions have begun.
"The signal has been detected.
The memory remains.
It's returning."

BLASTED MECHANISM | OMNESIA
20 de março de 2027 | Sagres Campo Pequeno, Lisboa 

Abertura de portas: 20h30 
Início do concerto: 21h30 

CALENDÁRIO DA BILHETEIRA 

24 de outubro, 13h00: abertura das inscrições 
27 de outubro: encerramento das inscrições 
28 e 29 de outubro: pré-venda exclusiva para inscritos 
30 de outubro, 13h00: abertura da venda geral

BURAKA SOM SISTEMA NO MEO MARÉS





















Está confirmada a atuação dos Buraka Som Sistema no festival MEO Marés a 18 de julho, em Matosinhos. Foi em 2015 que a banda atuou pela última vez no festival, voltando agora a subir ao palco na celebração dos 20 anos do grupo.

É o regresso mais saudado da música portuguesa. O concerto avassalador do NOS Alive em julho de 2026 trouxe de novo a banda a palco. O retorno aos palcos dos Buraka Som Sistema tem sido sobejamente saudado não só em Portugal, mas também internacionalmente, como comprava a mais recente digressão do grupo pela Europa e com uma visita a São Paulo para encerrar a digressão de 2026. Festivais como o Dour (Bélgica), Paléo (Suíça), Lowlands (Países Baixos), O Days (Dinamarca), Miniteca (Inglaterra) e Coala (Brasil) receberam de forma muito entusiasta o grupo.

Numa altura que se celebra o legado do grupo assim como os 20 anos de existência, a banda anunciou ainda uma colaboração especial com a marca internacional Daily Paper. A relação entre a banda e a marca de roupa tem já muitos anos de história desde os primeiros espetáculos do grupo nos Países Baixos, país sede da Daily Paper. Peças únicas, exclusivas e limitadas estão disponíveis em pontos específicos da cidade de Lisboa (Parlamento Boavista) e Porto (ICON NEW EXPERIENCE), bem como através do site do grupo.

As atividades da banda reiniciaram em 2026 não só com espectáculos. Os Buraka Som Sistema presentearam os interessados com o lançamento de música nova. O tema intitulado “Puro Mambo” (integrado na compilação “Enchufada: A Lisbon Club Story”) passou diretamente a constar da lista de músicas que a banda leva para palco. Outros momentos icónicos do grupo são apresentados em palco como o caso de “Hangover (BaBaBa)”, “Sound of Kuduro” e “Kalemba (Wegue Wegue)”, entre outros.

Após 4 álbuns de estúdio e um disco ao vivo, uma paragem de 10 anos (2016-2026), o grupo regressa aos palcos para um concerto que contém todos os ingredientes para ficar na memória dos que vão assistir à edição de 2027 do festival MEO Marés.

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

MARIIANA EDITA SINGLE





















Depois dos temas originais em português, Mariiana dá agora um novo passo no seu percurso com “Hold On”, um single cantado em inglês que abre uma fase mais pop e mais emocional do seu projeto musical.

“Hold On” fala sobre aqueles momentos em que tudo parece difícil: as dúvidas, a pressão, as vozes à nossa volta e a sensação de estarmos a tentar encontrar o nosso lugar. É uma canção sobre não desistir. Sobre continuar agarrado ao que se ama, mesmo quando o caminho parece mais difícil.

Com uma sonoridade mais madura, Mariiana transforma essa inquietação numa mensagem de força e esperança. A música cruza fragilidade e determinação, mostrando uma artista em crescimento, mais consciente da sua voz e daquilo que quer comunicar. 

Mais do que uma canção sobre vencer, “Hold On” é uma canção sobre continuar: continuar a sonhar, continuar a tentar e continuar fiel àquilo que nos faz acreditar.

A produção é assinada por Chris Wahle, também conhecido como Christian Wahlberg, produtor e compositor sueco com certificações de ouro e multiplatina. Com um percurso internacional, trabalha com artistas e compositores de todo o mundo. A sua experiência na produção e na composição permite-lhe explorar diferentes mercados e estilos, desde o K-pop e o J-pop na Ásia até ao pop de rádio ocidental e às sonoridades urbanas. 

Mariiana deu início ontem, na FNAC do Colombo, à tour de apresentação de “Hold On”.

Nas próximas semanas, a artista continuará a percorrer diferentes espaços FNAC, numa iniciativa que reforça a ligação aos fãs e a divulgação do novo single.

FNAC CHIADO – 17h – 25/10 
FNAC CASCAIS – 18h30 – 06/11 
FNAC ALMADA FORUM – 16h00 – 07/11 
FNAC ÉVORA - 19h00 – 13/11 
FNAC GAIA – 21h30 – 20/11 
FNAC GUIMARÃES –15h30 – 21/11 
FNAC MARSHOPPING – 19h00 – 21/11 
FNAC NORTESHOPPING – 16h00 – 22/11 
FNAC LEIRIA – 16h00 – 29/11

BEJAMIM EM COIMBRA





















Benjamim actua em Coimbra já no próximo dia 6 de Novembro, pelas 22h, no Salão Brazil, para apresentar o seu mais recente álbum " Crónicas do Monte Zeus. 

Bilhetes à venda AQUI

"Desliguei-me das coisas que nos enchem os dias para ouvir o novo trabalho do Benjamim. E escolho escrever 'trabalho' e não álbum, ou disco ou canções, porque nelas ouve-se justamente o trabalho. O trabalho de compor música e o ofício de escrever palavras que a sustentem. O trabalho de insistir quando o mundo nos empurra para uma velocidade incompatível com aquilo que demora, ou quando só nos apetece puxar o lençol para cima da cabeça e dizer: hoje não vou trabalhar. E depois há outra construção. Há operários no amor, há andaimes, há quedas que podiam ter sido fatais. E há uma espécie de redenção nestas coisas, a Música, o Trabalho, o Amor. Coisas maiúsculas que nestas canções também podem ser minúsculas, a música, o trabalho, o amor. Porque o amor de que aqui se fala não é diferente do amor pelas outras coisas que fazemos, que tentamos, que repetimos. Dêem mais ou menos trabalho.

Há palavras concretas nestas canções, entre greves e recursos humanos, saídas de um mundo de esforço e de desgaste, mas que vão revelando que o amor se constrói aí, nesse território onde se insiste, onde se falha e onde se recomeça. Há o medo de perder e há também esse gesto mais simples e mais raro de viver, viver e amar. E depois, cola quente, para remendar o que se vai partindo. No fundo, uma viagem entre aquilo que nos destrói e o que nos conserta que, muitas vezes, é exactamente a mesma coisa. Volto às coisas que nos enchem os dias. O mundo não está melhor. Mas que bom quando a música nos lembra que sim, é sempre o amor que nos salva. E o amor, claro, dá muito trabalho."

- Hugo van der Ding

Editado pelos Discos Submarinos, "Crónicas do Monte Zeus" confirma Benjamim como um autor único, capaz de transformar a experiência quotidiana em canções de grande densidade humana. Mais do que um novo capítulo na sua discografia, este é um disco que reafirma o amadurecimento inequívoco da sua escrita e uma capacidade rara de encontrar, no meio do ruído do mundo, uma forma clara, directa e profundamente comovente de cantar o amor.

Mr. Marley LANÇA O NOVO ÁLBUM “RITMO & SAUDADE”

 



















"Ritmo & Saudade" é o novo álbum de MR. MARLEY lançado hoje. O conceito do projeto é juntar o antigo com o novo, o tradicional com o moderno e o clássico com o urbano, demonstrando a diversidade possível na cultura portuguesa e africana. O desafio também foi colaborar com artistas marcantes em Portugal e tentar dar-lhes roupagens novas. Ouvir


"Casa Portuguesa" é um dos singles deste álbum, um tema que mistura sonoridades, desde o fado ao trap com raízes afro e que representa a combinação da cultura portuguesa com a cabo-verdiana. De destacar igualmente temas como "Tempo" e “Longe”, com Bia Caboz", "Lisboa", com Tony Carreira, "Minha Hora", com Carina Rodrigues e LEO2745, ou "Amor", com Toy, entre muitos outros. 

o novo single "Casa Portuguesa", é um tema que mistura sonoridades, desde o fado ao trap com raízes afro.

OPAC LANÇA PRIMEIROS BOOTCAMPS PARA CRIAR UMA NOVA ORQUESTRA DAS ALDEIAS DO XISTO

 














Miranda do Corvo e Aldeia das Dez recebem, a 7 e 8 e a 14 e 15 de novembro, os primeiros encontros de formação da Orquestra Popular das Aldeias do Xisto. A participação é gratuita e o convite dirige-se a músicos de diferentes gerações, experiências e percursos, com especial enfoque nos instrumentistas das filarmónicas locais.

A construção de uma nova orquestra começa pelo encontro entre músicos, pela partilha de experiências e pela vontade de fazer música em conjunto. É este o ponto de partida da OPAx – Orquestra Popular das Aldeias do Xisto, um projeto artístico e formativo que dá os primeiros passos em novembro, com dois bootcamps abertos à participação de instrumentistas de diferentes proveniências e graus de experiência.

Os primeiros encontros decorrem nos dias 7 e 8 de novembro, na Casa Amarela / Escola de Talentos, em Miranda do Corvo, e nos dias 14 e 15 de novembro, na Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez, no concelho de Oliveira do Hospital. Sob o mote «Jazz na Filarmónica», os bootcamps propõem um fim de semana de aprendizagem e descoberta da linguagem e do repertório para big band, num contexto de experimentação, prática coletiva e contacto com diferentes abordagens musicais. Eduardo Lála orienta o primeiro encontro e Rui Lúcio o segundo.

A OPAx nasce do trabalho desenvolvido ao longo de mais de uma década no âmbito do Xjazz – Encontros do Jazz nas Aldeias do Xisto, aprofundando a relação entre música, território e comunidade. Promovida pela ADXTUR – Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto e pelo JACC – Jazz ao Centro Clube, a iniciativa pretende constituir uma orquestra que reúna diferentes gerações e linguagens musicais, valorizando a experiência das filarmónicas locais e criando novas oportunidades de formação, criação e participação artística.

O projeto dirige-se a membros de filarmónicas, bandas e agrupamentos similares, bem como a outros músicos interessados na improvisação e na prática em conjunto. A participação não exige um percurso musical específico e procura acolher instrumentistas com diferentes níveis de proficiência, num processo de construção coletiva que se prolongará até ao final de 2026.

A participação nos bootcamps é gratuita e inclui apoio logístico durante os períodos de formação e concertos, nomeadamente refeições e alojamento, quando necessário. As inscrições estão abertas através do formulário disponibilizado pela organização, neste link: https://forms.gle/JMqbMz23GQDwyLv26.

Os dois primeiros bootcamps integram um percurso de constituição da OPAx que contempla ainda outros dois encontros de formação, um estágio de orquestra orientado pelo futuro maestro e as primeiras apresentações públicas do coletivo, previstas para duas salas de concertos do território das Aldeias do Xisto.

Reconhecida como Projeto de Mérito Cultural pelo Fundo de Fomento Cultural (GEPAC / Ministério da Cultura, Juventude e Desporto), a OPAx afirma-se como uma iniciativa que procura ampliar as possibilidades de participação musical no território, criando condições para que músicos e comunidade façam parte de uma nova orquestra desde a sua origem.

Inscrição na OPAX

FILIPA BIDARRA ERDITA EP

 



















“Therapy Mode”
explora uma fase de análise emocional, convertendo experiências afetivas em registo sonoro.

Cruza a estética do teatro musical com uma linguagem pop alternativa, aproximando-se de referências como Ben Platt, Olivia Rodrigo e Lawrence. 

Depois de conquistar o público no The Voice Portugal, Filipa Bidarra afirma-se como uma das novas vozes da pop portuguesa. Cantora, compositora e atriz de teatro musical, formada pela London College of Music, constrói uma identidade artística onde a interpretação e a composição se complementam. Após passagens por palcos de teatro e televisão, regressa agora aos palcos da música com a apresentação do seu EP de estreia “Therapy Mode”.

Escrito em Londres em 2023, “Therapy Mode” nasce de um contexto de solidão e procura de identidade artística e pessoal. “Estava a viver sozinha num país tão diferente, sem muito a que me agarrar. Escrever estas canções foi o meu escape, o meu refúgio”. – diz Filipa Bidarra.

“Therapy Mode” procura afirmar uma linguagem pop alternativa mais narrativa e interpretativa no panorama musical português, valorizando a performance ao vivo, a escrita autoral e a colaboração entre músicos. O projeto representa um passo decisivo no percurso de Filipa Bidarra enquanto criadora e intérprete.

“The Game is Gone” é o single de apresentação.

CRISTINA CLARA LANÇA "ENTRETELA", UM ÁLBUM SOBRE O QUE SE TECE ENTRE AS CANÇÕES





















Fotografia: Ana Viotti

Com direção artística própria e parcerias com António Zambujo, Sérgio Godinho, Tito Paris, Rolando Semedo e Roda de Percussão Ibérica, "Entretela" é o segundo disco de Cristina Clara que é editado hoje e que será apresentado ao vivo a 3 de novembro, na Sala Bernardo Sassetti do Teatro São Luiz, em Lisboa.

"Entretela" é o novo álbum de Cristina Clara, já disponível em todas as plataformas digitais. O título refere-se à camada que se coloca entre tecidos para lhes dar corpo e estrutura, embora invisível. É precisamente essa imagem que dá nome ao novo disco de Cristina Clara: uma trama invisível que aproxima texturas que pareceriam distantes entre si.

"O fado, o batuku, a morna e outras canções de tradição oral surgem naturalmente incluídos neste trabalho como parte do meu percurso e pesquisa nos últimos anos. Não procuro resolver as diferenças ou torná-las uniformes. Pelo contrário, gosto de as celebrar, deixá-las conversar e por vezes surpreender-se umas às outras" - Cristina Clara

Depois de "Lua Adversa", editado em 2019, o novo álbum inaugura um novo momento, revelando uma artista num lugar de maior maturidade e liberdade apresentando uma linguagem própria, construída a partir da própria vivência e escuta curiosa do mundo. Amélia Muge, uma das autoras convidadas do álbum, lê o seu título: “Entretela não é apenas algo que designa um substantivo. É qualquer coisa que vai sustentando, claramente dando forma a qualquer tipo de tecido musical. Não se pense que ouvindo um tema se ouve o disco todo. O passo seguinte é sempre novo e surpreendente”.

Ao longo das 15 faixas, Cristina Clara partilha canções com António Zambujo, Sérgio Godinho, Tito Paris, Rolando Semedo e Roda de Percussão Ibérica. "Escolhi cada um dos convidados deste disco pela inspiração que me trazem enquanto artista, pela identidade e liberdade com que fazem a sua música. Acredito profundamente na força da criação coletiva e quis trazer essa partilha, que faz parte da minha vivência, para estúdio, como forma de a eternizar" - Cristina Clara.

O carácter autoral deste trabalho não se esgota nos créditos das canções, vai desde a construção dos arranjos e do imaginário visual à escrita de notas poéticas que acompanham as canções:

"Foi ela que me deixou esta saia. Ela nunca usava calças. Dizia que as saias eram uma espécie de canivete suíço para as mulheres. Cobriam e descobriam com a mesma facilidade, enchiam os salões de nenúfares coloridos nos bailes e guardavam segredos de estado nos forros de ENTRETELA. Esta saia é tua e será depois da mulher a quem contares a tua história. É uma espécie de amuleto que te deixo. Esta saia é uma oração" - Cristina Clara

Essa dimensão literária atravessa também as colaborações do disco. Entre as palavras e músicas que chegam de outros autores estão nomes como Maria do Rosário Pedreira, Sérgio Godinho, Edu Mundo, Daniel Pereira Cristo, Ana Sofia Paiva e Rolando Semedo, num trabalho em que a autoria se constrói tanto pelo gesto individual como pela relação com outros. Maria do Rosário Pedreira, outra das autoras do disco, encontra justamente na imagem de "Entretela" uma forma de falar desta voz e deste disco, dizendo-se feliz por fazer parte da “indumentária que veste a voz ecléctica de Cristina Clara. E que alegria - dos alinhavos aos pespontos - ouvi-la!”

Mais de vinte anos depois de ter chegado a Lisboa e sete anos depois do primeiro álbum, Cristina Clara apresenta um trabalho em que assume com maior nitidez a autoria do seu próprio universo artístico, sem necessidade de apagar as muitas vozes que o constituem. Talvez seja isso, afinal, a entretela: aquilo que não precisa de estar à vista para sustentar o que somos. "Entretela" será apresentado ao vivo por Cristina Clara a 3 de novembro pelas 20h00, na Sala Bernardo Sassetti do Teatro São Luiz, em Lisboa. O disco e o concerto de apresentação contam com o apoio da RTP Antena 1.

Cantora e autora com um percurso centrado na criação, interpretação e reconfiguração de repertórios ligados às canções de tradição oral e urbana de Portugal, do Brasil e de Cabo Verde, Cristina Clara tem vindo a afirmar uma linguagem artística própria, assente nesse diálogo entre as origens e a contemporaneidade. Desenvolveu a formação em voz, canto e interpretação teatral no espaço Evoé, em Lisboa. A ligação ao Teatro, com a interpretação do papel de uma fadista em contexto cénico, esteve na origem de um convite para cantar no Café Luso, que marcou o inicio da sua atividade profissional como intérprete.

Em 2021, lançou o primeiro álbum, "Lua Adversa", que articula Fado e Choro. O disco, distinguido pela Antena 1, contou com o apoio do Museu do Fado e teve distribuição digital pela Sony Music. Em 2024, foi uma das autoras convidadas do Festival da Canção, da RTP, onde chegou à final com a canção 'Primavera', cuja letra é da sua autoria e a música do compositor cabo-verdiano Jon Luz. No mesmo ano, foi selecionada para showcase oficial na WOMEX, em Manchester e, em 2025, nomeada para o Upbeat New Talent Award.

Desde então, tem apresentado o seu trabalho em palcos nacionais e internacionais, entre os quais Teatro da Trindade, Centro Cultural de Belém (no ciclo Há Fado no Cais), Festival Santa Casa Alfama, Festival Jardins do Marquês, Centre des Arts Pluriels (Luxemburgo), Casa de Portugal (São Paulo, Brasil), AME (Cabo Verde), Festival MED (Portugal), Festival Glatt & Verkehr (Áustria) ou Antwerp Spring Festival (Bélgica).

É uma das artistas fundadoras da Roda de Percussão Ibérica, um coletivo de vozes e percussão tradicional, criado por músicos de 6 nacionalidades que se encontram em Lisboa.

Paralelamente à sua atividade artística, desenvolve ações de mediação sob a forma de masterclasses e workshops dedicados às canções tradicionais portuguesas, relacionando-as com práticas de percussão de mão, historicamente associadas ao universo feminino.

JASMIM DESPEDE-SE DE “DIAS EM BRANCO” COM CONCERTOS ESPECIAIS EM LISBOA E NO PORTO





















Depois de uma digressão pelo país, Jasmim prepara-se para se despedir do seu mais recente álbum Dias em Branco (2025) com dois concertos únicos e especiais em Lisboa e no Porto.

A 20 e 21 de novembro Jasmim sobe ao palco da Casa Capitão e do RCA, respetivamente. São concertos que pretendem fechar o ciclo associado ao lançamento do seu mais recente álbum Dias em Branco, que foi editado em abril de 2025 e que conta com “Verdes Campos”, “Aprender a Ver” e “À Tua Vontade”.

Neste concerto, e em palco, Jasmim será acompanhado por Diogo Rodrigues e David Vistas na banda, como também por vários convidados especiais que se tornaram obrigatórios no universo musical do artista, como Bia Maria, Miguel Marôco, Castilho e Violeta.

Estes dois espetáculos acontecem no caminho do fim de 2026, anunciando e prevendo novidades musicais de Jasmim para muito em breve. Os bilhetes ainda se encontram disponíveis para ambas as datas.

Jasmim é o nome artístico de Martim Braz Teixeira, virtuoso artista em várias vertentes, que neste álbum se debruça num cruzamento de influências que tocam no psicadelismo, na folk americana e na música popular portuguesa, tratando-se de uma paleta enriquecedora e multi-instrumentalista.

LOVE, FRIENDS EDITAM DISCO DE ESTREAI A 29 DE OUTUBRO





















Love, Friends é o novo projeto colaborativo de Tonya Nina e Fausto Lobo, sediado em Lisboa. O álbum reúne sete temas originais, onde elementos orgânicos são constantemente transformados em matéria eletrónica, combinando ambient, experimentação sonora, sound design e referências tradicionais.

Com lançamento a 25 de outubro de 2026, o disco funde influências portuguesas e brasileiras através de piano, síntese, cordas, samplers, harmónica, escaleta e gravações de campo realizadas entre Portugal, Brasil e Japão.

Love, Friends nasce de um processo experimental marcado pela nostalgia, evocando momentos de felicidade e conforto. O nome do projeto surge dessa base afetiva, remetendo para memórias construídas através da criação e da escuta.

O disco cruza os imaginários folclóricos portugueses de Tonya Nina com referências da música brasileira presentes na composição de Fausto Lobo. Deste encontro nasce uma linguagem híbrida que transforma o orgânico em matéria sonora digital, cruzando tradição e processos eletrónicos.

Sucesso é o primeiro msingle de Love, Friends.

A segunda faixa do disco é lançada a 8/10 e introduz uma dimensão rítmica ao universo textural de organismos expansivos explorado pelas artistas em Love, Friends. Tendo a nostalgia como principal motor
criativo, as artistas apropriam-se da matriz rítmica do forró, e constroem uma paisagem sonora envolvente, evocando memórias do passado.

Tonya Nina, natural da Lousã e baseada em Lisboa, iniciou o seu percurso artístico com o projeto pop Vert Gum. Explora agora uma linguagem própria entre música, cinema e performance. A sua música habita um universo nostálgico e textural, onde sintetizadores, gravações locais e organismos melódicos se cruzam com técnicas de ressintetização, sound design e sampling, numa abordagem experimental e em constante expansão.

Fausto Lobo, natural de São Paulo e residente em Lisboa, cruza acústico e eletrónica, combinando referências brasileiras com texturas nostálgicas. Autor do álbum Lenticular, apresenta-se em Portugal e no Brasil e compõe também para cinema.

CRÉDITOS | Tonya Nina & Fausto Lobo - Love, Friends

lançamento a 25 de outubro de 2026
7 faixas [29 minutos]

Electrónica Progressiva / Ambient Rítmico
Glitch / Colagem / Electroacústica

Realizado entre outubro de 2025 e setembro de 2026

GUI ALY LANÇA NOVO SINGLE “TEACH ME TO LOVE”





















Fotografia: Lucas Coelho

Gui Aly lança hoje o novo single Teach Me to Love. É a primeira canção nova desde o EP This Is What Love Feels Like, editado em maio, que levou No Matter Where I Go ao número dois do airplay nacional e ao Top 10 do Shazam em Portugal. O novo tema chega quando Gui Aly já se prepara para voltar aos palcos, com novos concertos a anunciar muito em breve.

Teach Me to Love mantém a identidade que define Gui Aly desde o primeiro dia. É pop cantada em inglês, feita de grandes melodias, guitarras e uma escrita emocional que encontra nas relações humanas o seu ponto de partida.

O amor-próprio é o tema central de Teach Me to Love, uma canção que fala de tudo aquilo que vai minando a auto-estima e que, tantas vezes, nos impede de nos aproximarmos de quem mais gostamos. É essa insegurança que empurra para a solidão e nos leva a afastar quem está à volta e, no limite, a rejeitar-nos a nós próprios. “Como é que podemos amar alguém a 100% se não nos amamos a nós próprios? Ao fim e ao cabo, é com nós mesmos que passamos mais tempo. O refrão é um pedido de ajuda. Não pede que se ensine a amar o outro, mas sim a amarmo-nos a nós próprios, porque esse é o ponto de partida mais importante para encontrarmos e valorizarmos o amor”, explica Gui Aly.

Este novo single soma-se a um percurso que Gui Aly tem construído com tempo e sempre pela porta certa. Em 2020, ainda antes de completar 19 anos, venceu a 7.ª edição do EDP Live Bands, o que lhe abriu as portas do NOS Alive e do Mad Cool Festival e lhe valeu contrato com a Sony Music. Em 2022 editou o álbum de estreia White Walls, onde afirmou uma identidade construída a partir da guitarra e de uma escrita directa que rapidamente atravessou fronteiras, com Noah Kahan e Alec Benjamin entre os nomes que elogiaram publicamente a sua voz e as suas canções.

Este ano trouxe novos capítulos, do convite de Miles Kane para abrir os seus concertos em Lisboa e no Porto ao EP This Is What Love Feels Like, cinco faixas originais escritas e compostas por si, que apresentou ao vivo pela primeira vez no palco WTF Clubbing do NOS Alive’26.

O passo seguinte é o palco. Depois de um ano em que as canções chegaram às rádios e a um público que as procura e as reconhece, Gui Aly prepara-se para as levar ao vivo em nome próprio, e as novas datas serão reveladas em breve.

JOÃO GIL LANÇA HOJE QUATRO CANÇÕES





















Fotografia: Kenton Thatcher

Chegam hoje às plataformas digitais quatro canções de João Gil, que constituem o primeiro avanço do novo álbum do consagrado artista, “Inteiro”, que celebra os seus 50 anos de carreira. Este trabalho será constituído por 25 temas, dos quais ficamos hoje a conhecer “Mar Português”, “Regresso à Infância”, “Eu Não Sou Deus” com a participação de Tatanka e “O Cheiro dos Livros”.

Autor de mais de 400 canções, João Gil tem no álbum “Inteiro” um trabalho que celebra a vida e obra de um dos maiores músicos do país, com edição marcada para dia 30 de outubro.

As quatro canções hoje editadas já podem ser ouvidas em todas as plataformas digitais.

“Mar Português“ 

É uma “vaca sagrada“ da Poesia em Língua Portuguesa, pela mão de Fernando Pessoa. Tentei contrariar a heroicidade e a demagogia patrioteira ao procurar o interior de cada um de nós que habita o Planeta da nossa Língua. O Mar nunca foi manso para os Portugueses.
Autoria - Fernando Pessoa/João Gil, voz e guitarra - João Gil, piano - Ruben Alves, bateria - Alexandre Frazão, contrabaixo - Nelson Cascais, guitarra elétrica - Mário Delgado, coros - Sofia David.

“Regresso à Infância“
Regressamos sempre à infância e às pequenas dores dos primeiros amores, aqui pela letra sensível e inspirada da Maria do Rosário Pedreira.
Autoria - Maria do Rosário Pedreira/João Gil, voz e guitarra - João Gil, piano - Ruben Alves, bateria - Alexandre Frazão, contrabaixo - Nelson Cascais, dobro - Mário Delgado, coros - Sofia David.

“O Cheiro dos Livros “
Retirada do clássico álbum "Cabeças No Ar", esta canção tem letra do Carlos Tê numa homenagem ao professor de português que nos ensinou a amar a nossa Língua. O professor que tive no Passos Manuel dizia-nos: escutem o barulho que há na poesia.
Autoria - Carlos Tê/João Gil, voz e guitarra - João Gil, saxofone - Tomás Marques.

“Eu Não Sou Deus“
A letra única e singular do João Monge e num exercício de partilha com o Tatanka.
Autoria - João Monge/João Gil, voz e guitarra - João Gil, voz e guitarra eléctrica - Tatanka, bateria - Alexandra Frazão, baixo - Rui Pedro Pity, piano - Ruben Alves, trompete - Luís Cunha e saxofone - Tomás Marques.

NUNCA MATES O MANDARIM LANÇAM VERSÃO DELUXE DE BOLA DE BILHAR















Os Nunca Mates o Mandarim, trio portuense de pop-rock cantado em português, lança versão deluxe do seu disco de estreia Bola de Bilhar.

O primeiro longa-duração dos Nunca Mates o Mandarim, “Bola de Bilhar”, consolidou o percurso do trio portuense no panorama musical nacional, assinalando o amadurecimento da banda com a aposta num território mais sério e texturado. A banda lança agora uma edição expandida do LP, que revisita algumas das suas faixas através de novas roupagens.

O tema central do álbum, que lhe dá nome, é agora relançado com uma participação vocal de Vitoria Vermelho, artista singular da cena portuense, numa versão que acrescenta novas camadas de interpretação, transformando uma canção essencialmente romântica numa música mais sombria e matizada. A sua expressividade eleva o momento mais climático da canção - e do próprio álbum - a novos patamares, encerrando as participações especiais da edição expandida do álbum.

2026 está a ser um ano recheado de novidades para os Nunca Mates o Mandarim, depois de chegarem ao pódio do Festival da Canção 2026 com o tema “Fumo” e editarem o seu disco de estreia Bola de Bilhar, o grupo volta aos lançamentos com uma versão em formato “unplugged” de “Histórias” e uma nova versão de "Três Noites". Estes lançamentos anteciparam uma edição expandida do LP que revisita agora algumas das suas faixas através de novas roupagens.

O trio Nunca Mates o Mandarim tem vindo a construir um percurso singular no panorama musical nacional onde convivem refrões, heranças do pop-rock português e uma forte preocupação poética.

Biografia Nunca Mates o Mandarim:

Nunca Mates o Mandarim são João Amorim, João Campello e Manuel Dinis.

Depois do EP de estreia “Parou P’ra Ver” (2023), que conferiu algum reconhecimento ao trio, e de “Nunca Mates o Mandarim Cantam os Clássicos” (2024), com arranjos que remexem na purpurina do bailarico português, lançam “Bola de Bilhar” (2026), um longa-duração que revela uma banda amadurecida sem perder a sua veia indie.

CABRITA EDITA "PARTYTIME"


Cabrita apresenta “partytime”, o seu terceiro álbum a solo, acompanhado pelo novo single e videoclipe “Take me out”, realizado por Richard F. Coelho. O disco encerra uma trilogia iniciada com “Cabrita” (2020) e continuada em “Umbra” (2023), desta vez com uma abordagem centrada na celebração da vida, na amizade e na importância das experiências partilhadas. Com uma identidade musical próxima do funk, da soul e da disco dos anos 70, o novo trabalho de João Cabrita procura recuperar a dimensão coletiva da música e da dança, num momento em que o individualismo ocupa um lugar cada vez mais presente na sociedade.

Se o primeiro álbum a solo, “Cabrita”, olhava para o passado e para três décadas de colaborações musicais, “Umbra” dirigia a atenção para o presente e para as perdas que acompanham a passagem do tempo e a chegada à meia-idade. Com “partytime”, João Cabrita completa esse percurso voltando-se para o futuro, através de um disco que procura contrariar a negatividade e encontrar na festa, nos afetos e na convivência uma possibilidade de renovação.

A escolha de uma linguagem musical assente no groove e na dança acompanha essa mudança de perspetiva. Em vez de abordar a festa apenas enquanto espaço de entretenimento, Cabrita coloca-a no centro de uma reflexão sobre a necessidade de partilhar experiências e de construir relações através da música. A pista de dança e o palco surgem como lugares de encontro, onde a relação entre músicos e público pode contrariar, ainda que temporariamente, as formas de isolamento e individualismo que atravessam o quotidiano.

A inspiração para o álbum começou a ganhar forma em 2024, quando João Cabrita foi convidado a reunir uma secção de sopros portuguesa para acompanhar os norte-americanos The Temptations durante a sua passagem por Portugal, num evento realizado no Casino Estoril. O contacto com o universo musical do grupo, uma das referências históricas da soul, contribuiu para a aproximação às sonoridades que viriam a orientar “partytime”.

A partir dessa experiência, Cabrita reuniu um conjunto de músicos com quem mantém relações artísticas e pessoais construídas ao longo de vários anos. Ivo Costa e Rui Alves, na bateria, Iuri Oliveira, na percussão, Francisco Rebelo e Renato Chantre de Almeida, no baixo, João Gomes, nos teclados, e David Pessoa e Milton Gulli, nas vozes e guitarras, integram o universo musical do disco. Mais do que reunir diferentes instrumentistas, a escolha reflete a importância atribuída às relações de confiança, à experiência coletiva e à partilha de uma linguagem musical comum.

Essa dimensão colaborativa encontra-se também na forma como “partytime” foi concebido. João Cabrita assumiu a direção musical, partilhando a produção com Guilherme Gonçalves, responsável pela vertente sonora, mistura e masterização. O álbum foi gravado por Cabrita no NTP Studio, em 2025, com exceção de algumas sessões de bateria e baixo realizadas no Barulho Estúdio e no Nascer do Som Studio.

O disco desenvolve-se a partir de uma narrativa associada aos diferentes momentos de uma noite de festa, explorando tanto o entusiasmo e a liberdade que acompanham a experiência como os excessos e as consequências que podem surgir quando a noite termina. Essa abordagem começou a ser revelada através de “Good Morning”, primeiro single, que apresentava precisamente o despertar depois da festa, invertendo a ordem habitual de uma história que, em vez de começar pela preparação para a noite, se iniciava no seu desfecho.

O segundo avanço, “Party Life”, com a participação de David Pessoa, acrescentou outra dimensão à narrativa. A canção acompanha uma personagem incapaz de resistir ao apelo da festa, apesar das promessas repetidas de abandonar os excessos. Com uma escrita mais próxima do formato tradicional de canção, Cabrita e David Pessoa desenvolveram uma história marcada pela tensão entre o arrependimento e a vontade de voltar a sair. O tema contou ainda com a participação da atriz Teresa Mello Sampayo, responsável pelo spoken word e pela interpretação da figura de Circe.

Agora, com o lançamento do álbum, “Take me out” surge como novo single e prolonga o ambiente festivo que atravessa o trabalho. Construída em torno de um convite para sair à noite, a canção concentra-se na expectativa e no entusiasmo que antecedem o encontro. A repetição do apelo para aproveitar o momento, associada às referências à noite e à disposição para dançar, aproxima o tema de uma dimensão mais imediata e celebratória, em contraste com o arrependimento e as hesitações explorados em “Party Life”.

Musicalmente, “Take me out” reúne Ivo Costa na bateria, Iuri Oliveira na percussão, Renato Chantre no baixo e João Gomes nos teclados, enquanto Cabrita assume teclados, guitarra e saxofones. As vozes são partilhadas por Milton Gulli, David Pessoa, Cabrita, Tamin, Guiomar e Clara, reforçando o carácter coletivo de uma composição construída em torno do ritmo e da interação entre diferentes elementos.

O novo single é acompanhado por um videoclipe realizado por Richard F. Coelho, responsável também pelos vídeos anteriormente apresentados no âmbito de “partytime”. Os trabalhos audiovisuais integram um conjunto de quatro vídeos concebidos para desenvolver a narrativa do disco e estabelecer uma continuidade entre as diferentes canções. A componente visual prolonga, assim, a abordagem conceptual do álbum, acompanhando os vários momentos e perspetivas associados ao universo da festa.

Editado com o selo da Omnichord Records, “partytime” representa também uma nova etapa no percurso individual de João Cabrita. Com mais de três décadas de atividade na música portuguesa, o saxofonista, compositor e multi-instrumentista tem desenvolvido uma carreira marcada pela colaboração com diferentes artistas e projetos, entre os quais Sérgio Godinho, Dead Combo, The Legendary Tigerman, Cais Sodré Funk Connection, Virgem Suta, Susana Félix, X-Wife, Selma Uamusse e Márcia.

Essa experiência coletiva esteve igualmente presente nos trabalhos que antecederam o novo disco. Em “Cabrita”, editado em 2020, o músico recuperou diferentes momentos e relações construídas ao longo da carreira, enquanto “Umbra”, lançado em 2023, apresentou uma abordagem mais introspetiva, associada à perda e à passagem do tempo. O EP “Afterlife”, editado em 2026, integrou também esse percurso de exploração autoral, antes da chegada de “partytime”.

A apresentação do novo álbum terá continuidade em palco, com dois concertos agendados para novembro. No dia 3, Cabrita atua no Coliseu Club, em Lisboa, seguindo-se uma apresentação no Teatro Académico de Gil Vicente, integrada no festival Coimbra em Blues. Os espetáculos permitirão transportar para o contexto ao vivo a dimensão coletiva que orientou a criação do disco, aproximando os músicos e o público através de um repertório pensado em torno do groove, da dança e da celebração.

Com “partytime”, João Cabrita encerra uma trilogia que atravessa passado, presente e futuro, encontrando na experiência partilhada o elemento que estabelece uma ligação entre os três trabalhos. Depois de revisitar as colaborações que marcaram a sua carreira e de refletir sobre as perdas associadas à passagem do tempo, o músico propõe agora um olhar voltado para a vida que continua, para os encontros que permanecem possíveis e para a importância dos afetos. Entre o funk, a soul e a disco, o terceiro álbum a solo transforma a festa num espaço de encontro e afirma a música enquanto experiência que ganha sentido quando é partilhada.

SANTOS & PECADORES COM NOVO DISCO

















Fotografia: Rita Carmo

Chega hoje a todas as plataformas digitais o novo álbum de Santos & Pecadores, “As Canções Falam Por Si”. Nascido de encontros e partilhas, este trabalho conta com a participação de Tim, Camané, Marisa Liz, Fernando Cunha & Miguel Angelo, que completam assim as oito canções que o compõem.

“As Canções Falam Por Si” começou muito antes de chegar ao disco - começou em conversas a partir das quais a música passou para primeiro plano, com os Santos & Pecadores a entregarem as suas canções aos convidados, invitando a interpretações próprias e únicas. Banda e convidados fizeram assim um caminho em que entraram no universo de cada um, reinterpretando canções clássicas com novas roupagens e abordagens.