sexta-feira, 25 de setembro de 2026

DEZINHO LANÇA O NOVO SINGLE "TUTTO PASSA I", O PRIMEIRO DE UMA TRILOGIA.



"Tutto Passa I" é o novo single de Dezinho e já se encontre disponível digitalmente em todas as plataformas. Ouvir.

Este é o primeiro tema de uma trilogia, e o vídeo, co-realizado por Nomad e Dezinho, também estreia hoje e mergulha na história pessoal do artista, retratando várias fases da sua vida. Ver aqui.

Dezinho é o alter-ego de André Romba, nascido e criado no bairro "Zona J", em Chelas, Lisboa.
Desde cedo, Dezinho conheceu a paixão pelo hip-hop, tendo tido o primeiro contacto (e mais tarde, o gosto) através da mãe que já consumia o género, sobretudo aquele proveniente dos E.U.A nos anos 90. A paixão pela escrita das suas próprias letras começou por volta de 2009, quando ainda tinha apenas sete anos. Mais tarde, começou a espalhar o seu rap pela cidade de Lisboa e, em 2019, assina o seu primeiro contrato na música. 

Atualmente, Dezinho conta com mais de 22 milhões de streams, cerca de 60 mil ouvintes mensais no Spotify, e é já considerado por muitos um dos melhores artistas de Hip Hop da sua geração.

MOONSPELL EM ALCOBAÇA COM ORQUESTRA SINFONIETA DE COIMBRA








Frescos do enorme sucesso do espetáculo esgotado e irrepetível na Quinta da Ribafria a 12 de setembro, os Moonspell anunciam novidades ainda para este ano.

"Moonspell might still be goth metal's best kept secret, but for one night, they feel like the kings of lusty, dark allure." Portugal's biggest metal band make history with a sold-out gig on a royal estate"

- Metal Hammer UK LINK para review completa

"De todo aquello me quedo con una imagen que pude contemplar una de las veces que me alejé para ver el concierto desde cierta distancia, con Moonspell sobre el escenario, el público reunido frente a ellos y, por encima de todos, aquel enorme lobo dibujado sobre nuestras cabezas, mientras la fachada de la Quinta cerraba la escena al fondo y los jardines de Sintra se perdían en la oscuridad, uno de esos momentos que se me han quedado grabados y que probablemente tardaré mucho tiempo en olvidar. Un concierto irrepetible, destinado a permanecer en la memoria de este lugar y de quienes tuvieron la fortuna de presenciarlo."

- Metal Hammer España LINK para review completa

"Longe de perfeita, a noite encerrou com a sensação de termos presenciado um evento histórico. A dedicação que os Moonspell têm para com os seus fãs através da organização de concertos únicos e diferenciados é notória e este concerto em Sintra foi mais uma prova dessa entrega. Para a banda portuguesa a experiência e o conceito vão muito para além da mera apresentação performativa, mostrando que é através de cenários como a Quinta da Ribafria que a sua música é elevada para uma experiência multi-sensorial."

- Arte Sonora LINK para review completa

A 5 de dezembro a banda apresenta-se no Panorama de Alcobaça, a convite da prestigiada Cistermúsica e inseridos na temporada Fronteiras, com o seu espetáculo Opus Diabolicum. Depois do sucesso dos concertos orquestrais em Lisboa (MEO Arena, 2024) e na Cidade do México (Pepsi Center, 2026), os Moonspell regressam a Portugal para uma data exclusiva em Alcobaça.

Em palco estarão 50 músicos. À formação habitual dos Moonspell junta-se a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, sob a direção do maestro Vasco Pearce de Azevedo, com arranjos para orquestra do pianista e compositor Filipe Melo. 

Alcobaça recebe, assim, a terceira apresentação de sempre deste magnífico espetáculo, que alia o poder do heavy metal à grandiosidade de uma orquestra sinfónica. Imortalizado em disco e DVD ao vivo e aclamado pela crítica e pelo público, este encontro revela uma nova dimensão da banda portuguesa de maior projeção internacional.

Na Terra de Paixão, os Moonspell reinventam-se uma vez mais, num concerto imperdível.

Bilhetes à venda AQUI.

GNYK APRESENTAM "ATÉ QUANDO"



Depois de celebrarem Portugal e as suas raízes em “Pátria Mãe”, tema que conquistou as redes sociais e aproximou diferentes gerações através de uma mensagem de orgulho, união e amor pelo país, os GNTK apresentam agora “Até Quando”.

No novo single, o grupo troca a dimensão coletiva do lançamento anterior por uma história profundamente íntima. “Até Quando” fala sobre permanecer, esperar e continuar a amar alguém que parece estar cada vez mais distante.

Entre a esperança de uma reconciliação e o desgaste provocado por uma relação desequilibrada, a canção retrata a perspetiva de quem deu tudo, suportou a dor e continua preso à possibilidade de o outro regressar. No centro da narrativa está uma pergunta que se repete e ganha força ao longo do tema: até quando é possível esperar por alguém?

Com uma escrita característica, os GNTK exploram sentimentos como a ausência, a culpa, o arrependimento e a dificuldade de seguir em frente. A letra dá voz a quem se sente ignorado, mas permanece disponível, mesmo quando reconhece que essa espera lhe está a causar sofrimento.

“Até Quando” desenvolve-se como uma confissão. O tema começa por recordar tudo o que alguém carregou e escreveu para uma pessoa, admite ter chorado mais do que sorriu e acaba por reconhecer também a sua própria responsabilidade: demorou demasiado tempo a dizer o que sentia e pode ter chegado tarde.

Ainda assim, continua presente. Mesmo perante outras fases, outras histórias e outros braços, mantém-se à espera de um momento que talvez nunca chegue. É precisamente nessa tensão entre esperança e resignação que o novo single encontra a sua maior força emocional.

Depois do forte impacto digital alcançado por “Pátria Mãe”, “Até Quando” revela uma faceta mais vulnerável e introspectiva dos GNTK, com uma capacidade do grupo para transformar sentimentos universais em canções nas quais o público se pode reconhecer, algo que acontece inclusive nos próprios concertos que têm dado de norte a sul do país nos últimos meses.

“Até Quando” já está disponível em todas as plataformas digitais.

JANEIRO EM CONCERTO INTIMO





















No dia 18 de novembro, Janeiro apresenta no Coliseu Club, em Lisboa, Reticências: Uma Nova Versão de Nós, um concerto íntimo e orgânico que dá vida ao seu novo álbum Reticências.

Em palco, apenas três focos de luz e duas presenças permanentes: Janeiro, ao violão de nylon, e Daniel Lima, ao piano. Um cenário despido do excesso, onde tudo acontece no espaço entre uma canção e outra. é um disco feito de encontros, conversas e colaborações.

Oito das suas faixas contam com convidados e, por isso, o concerto transforma-se também num lugar de encontro entre Janeiro e alguns dos artistas que fazem parte deste novo capítulo. Cada convidado traz consigo uma nova voz, uma nova história e, inevitavelmente, uma nova versão das canções. Entre temas inéditos, canções que atravessaram diferentes momentos do percurso de Janeiro e alguns dos seus temas mais conhecidos, o concerto percorre passado e presente sem nunca perder o foco no agora.

Reticências: Uma Nova Versão de Nós é, acima de tudo, um concerto sobre proximidade. Sobre aquilo que acontece quando duas pessoas se encontram e, desse encontro, nasce qualquer coisa que antes não existia. Uma noite de canções, amigos e encontros onde cada reticência deixa espaço para aquilo que ainda está por dizer.

Dia: 18 de novembro 2026
Local: Coliseu Club (Lisboa) 
Hora: 21:00
Bilhetes: aqui

HÁ MÚSICA AO FUNDO DO TÚNEL


 

















Gala Lisboa – 10 OUT 
Gala Barcelos – 30 OUT 
Showcases em Algés, Oeiras, Amadora, Lisboa, Aveiro, Porto, Braga e Barcelos

A Há Música ao Fundo do Túnel (HMFT) regressa em 2026 para a sua 6.ª edição, com 49 showcases, duas Galas Solidárias de entrada livre e uma programação que, entre 9 e 30 de outubro, volta a cruzar música, cultura e sensibilização para a Saúde Mental.

Ao longo de três semanas, a iniciativa passa por Algés, Oeiras, Amadora, Lisboa, Aveiro, Porto, Braga e Barcelos, transformando estações ferroviárias e de Metro em palcos,levando a música diretamente a espaços por onde passam diariamente milhares de pessoas.

A Há Música ao Fundo do Túnel (HMFT) é uma iniciativa da Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental, sob a tutela do Ministério da Saúde, co-criada pela FILROUGE, com produção da Produtores Associados.

Desde a primeira edição, a HMFT utiliza a música como ferramenta de expressão, encontro e sensibilização para a Saúde Mental. Para quem cria, a música permite muitas vezes traduzir estados, emoções e experiências através das letras, da composição e da interpretação. Para quem escuta, pode proporcionar identificação, conforto, partilha e momentos capazes de contribuir para o bem-estar emocional.

A edição de 2026 volta também a apostar em novos valores da música portuguesa. Através da Open Call HMFT 2026, mais de 150 artistas e bandas de todo o país candidataram-se a integrar a programação, sendo deste grupo selecionados os projetos que vão atuar nas diferentes estações.

Os participantes chegam de vários pontos do território nacional, incluindo Funchal, Ponta Delgada, Faro, Figueira da Foz, Mealhada, Barreiro, Guimarães, Évora, Paredes, Bragança, Santarém, Coimbra e Almada, além das cidades onde decorrem os próprios showcases.

No total, serão realizados 49 showcases, com três atuações diárias por estação.

Entre os participantes está o Coro do Hospital Sobral Cid, integrado no Centro de Responsabilidade Integrada de Psiquiatria da Unidade Local de Saúde de Coimbra, que atuará na Estação Ferroviária de Aveiro.

A programação inclui ainda três showcases de projetos de alunos da ETIC, entidade parceira da HMFT, na Estação Ferroviária da Amadora e nas estações de Metro do Jardim Zoológico e do Cais do Sodré.

A Estação Ferroviária de Algés estreia-se este ano no roteiro da "Há Música ao Fundo do Túnel" e recebe, a 9 de outubro, projetos de grande sucesso que participaram em edições anteriores da iniciativa. 

As Galas Solidárias continuam a ser dois dos momentos centrais da HMFT, reunindo artistas conhecidos do público em atuações de formato acústico e intimista. Este ano, ambas têm entrada gratuita.

A primeira acontece a 10 de outubro, Dia Mundial da Saúde Mental, no Teatro Independente de Oeiras, às 21h30.

Em palco estarão Viviane, Héber Marques (HMB), Joana Gama, em stand-up, e o fadista Marco Rodrigues.
Em Oeiras, a entrada é gratuita mediante reserva individual online, através de um QR code presente no cartaz que dá acesso à aplicação da Câmara Municipal de Oeiras, onde será possível reservar lugar para a Gala. A entrada sem reserva poderá ser possível no próprio dia, caso existam lugares disponíveis à hora de início do espetáculo.

A edição de 2026 encerra a 30 de outubro, às 21h00, com uma Gala Solidária no Auditório São Bento Menni, em Barcelos, também esta com entrada gratuita.

Estão já confirmados Bárbara Beats, uma artista que arrasta muitos milhares de fãs nas redes sociais e que regressa ao HMFT depois de já ter participado numa edição anterior, o Coro do Hospital Sobral Cid, Tomás Matos, em stand-up, e o fadista Marco Rodrigues.

A apresentação das duas Galas volta a estar a cargo da jornalista Rita Marrafa de Carvalho, que acompanha o projeto desde o início das Galas Solidárias, reforçando uma ligação continuada à HMFT e à sua missão de sensibilização para a Saúde Mental. 

As Galas mantêm igualmente a sua vertente solidária. A Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental indicará a instituição beneficiária da edição de 2026 para a qual reverterão os donativos feitos pelos espetadores das galas.

HMFT 2026 

9 OUT
Estação Ferroviária de Algés
10 OUT
Gala Solidária de Abertura, Oeiras
Dia Mundial da Saúde Mental
Teatro Independente de Oeiras, 21h30
21 OUT
Estação Ferroviária da Amadora
22 e 23 OUT
Metro de Lisboa
Cais do Sodré, Marquês de Pombal e Jardim Zoológico
26 OUT
Estação Ferroviária de Aveiro
27 e 28 OUT
Metro do Porto
São Bento, Campo 24 de Agosto e Casa da Música
29 OUT
Estação Ferroviária de Braga
30 OUT
Gala Solidária de Encerramento, Barcelos
Auditório São Bento Menni, 21h00

Há Música ao Fundo do Túnel continua assim a ir ao encontro das pessoas e a utilizar a música para informar, sensibilizar e ajudar a normalizar a conversa em torno da Saúde Mental. A música não substitui naturalmente o acompanhamento clínico quando este é necessário, mas pode ajudar a abrir espaço à conversa, à expressão emocional e à procura de apoio.

Porque não há Saúde sem Saúde Mental. E a Saúde Mental toca a todos.

A ARTISTA PORTUGUESA MAIS NOMEADA PARA OS GRAMMYS ESTÁ DE REGRESSO!





















A cantora e compositora portuguesa Maria Mendes, duas vezes nomeada para os GRAMMY norte-americanos e duas vezes para os Latin GRAMMY, e vencedora do prestigiado Edison Jazz/World, lança a 25 de setembro «Sisterhood of Sound», o seu novo single — uma composição que celebra a irmandade feminina, o sentimento de pertença e a força que nasce quando diferentes vozes se unem.

Com produção de Jason Lindner, «Sisterhood of Sound» ganha uma dimensão sonora que cruza jazz, eletrónica, improvisação e música contemporânea. Lindner, músico e produtor nova-iorquino, integrou a formação de Blackstar, o último álbum de estúdio de David Bowie, onde tocou piano, Wurlitzer organ e keyboards.

A história de «Sisterhood of Sound» começou de forma inesperada. Em 2025, Maria Mendes criou um breve jingle para o seu podcast com o mesmo nome, concebido como um espaço de encontro entre mulheres artistas e profissionais da indústria musical.

O projeto nasceu durante um período de recuperação de um esgotamento, a partir da necessidade de criar uma comunidade onde fosse possível partilhar experiências, encontrar apoio, crescer em conjunto e celebrar o percurso de cada mulher.

O podcast rapidamente se transformou num espaço de diálogo com algumas das mais relevantes vozes femininas da música internacional. Na Season 1, Maria Mendes recebeu convidadas como Cécile McLorin Salvant, Lakecia Benjamin, Terri Lyne Carrington, Joyce Moreno e Rita Redshoes, entre outras. A Season 2 conta com nomes como Gisela João e Noa, entre outras convidadas.

Mas o pequeno jingle escondia uma história maior.

Mendes percebeu que aquele refrão podia ganhar uma nova dimensão e transformou-o no ponto de partida para uma composição mais profunda e abrangente. «Sisterhood of Sound» tornou-se, assim, uma ode musical à irmandade feminina — uma canção sobre comunidade, conexão e a força de saber que não estamos sozinhas.

Também na construção musical, o coletivo ocupa um lugar central. «Sisterhood of Sound» começa de forma íntima, com uma única voz acompanhada pela bateria. Aos poucos, novas vozes juntam-se ao conjunto, ampliando o espaço sonoro até se transformarem num coro coletivo e poderoso.

Cada nova voz acrescenta força à anterior, criando uma imagem sonora de uma comunidade que cresce, se apoia e se torna progressivamente mais forte. A pulsação rítmica, próxima de uma marcha festiva, conduz esta celebração de união e pertença.

«Acredito que a música pode ser um espaço de encontro e de acolhimento, onde cada voz reforça a voz de outra.»

— Maria Mendes

O lançamento de «Sisterhood of Sound» dá início a um novo período de intensa atividade artística para Maria Mendes.

A 23 de outubro, a cantora apresenta-se com o seu quarteto no Paradox, em Tilburg, Países Baixos, num concerto onde interpretará temas do seu repertório e apresentará também uma primeira antevisão ao vivo de TODAS, o seu quinto álbum de estúdio, com lançamento previsto para a primavera de 2027.

«Sisterhood of Sound» chega assim como uma primeira janela para esta nova etapa da carreira de Maria Mendes: uma celebração da música como lugar de encontro, de liberdade e de construção de comunidade.

SOBRE JASON LINDNER
Pianista, teclista, compositor, arranjador e produtor, Jason Lindner é uma figura de destaque da cena musical nova-iorquina, com mais de 30 anos de carreira. O seu percurso atravessa o jazz, a eletrónica, o hip-hop, a pop, a improvisação e a música contemporânea.

Colaborou com uma vasta diversidade de artistas e projetos, contribuindo para trabalhos que cruzam diferentes linguagens e géneros musicais. Entre as suas colaborações encontram-se Angélique Kidjo, Meshell Ndegeocello, Talib Kweli, Matisyahu, Avishai Cohen, Danny Elfman, Mark Guiliana, Metropole Orkest, Donna Grantis (3RDEYEGIRL), Marc Ribot, Kill Alters e Donny McCaslin, entre muitos outros.

A sua carreira inclui também a participação no aclamado álbum The Miseducation of Lauryn Hill e uma colaboração particularmente marcante com David Bowie em Blackstar, o último álbum de estúdio do artista, lançado em 2016.

O seu trabalho caracteriza-se pela exploração tímbrica e pela capacidade de estabelecer pontes entre instrumentos acústicos, eletrónicos e novas formas de processamento e criação sonora. É esta experiência e linguagem própria que traz agora para a produção de «Sisterhood of Sound» e para o novo álbum de Maria Mendes, TODAS.

SOBRE O PODCAST «SISTERHOOD OF SOUND» de Maria Mendes: 

Criado e apresentado por Maria Mendes, o podcast «Sisterhood of Sound» nasceu da vontade de criar um espaço de conversa, partilha e apoio entre mulheres ligadas à música.

Na Season 1, o podcast recebeu convidadas como Cécile McLorin Salvant, Lakecia Benjamin, Terri Lyne Carrington, Joyce Moreno e Rita Redshoes.

A Season 2 conta, entre outras convidadas, com Gisela João e Noa, dando continuidade a uma conversa que atravessa géneros musicais, gerações, geografias e diferentes experiências profissionais.

YUNG JUSE APRESENTA NOVO EP





















Composto por cinco temas, o novo projeto marca o regresso aos projetos a solo do artista e já está disponível em todas as plataformas.

“FALOU E DISSE" é o novo EP de Yung Juse e surge na sequência do single "CONSUMIDO", que assinalou o início desta nova fase da carreira do artista.

Com este lançamento Yung Juse regressa aos projetos a solo, o segundo da sua discografia, depois de se ter dado a conhecer o seu primeiro projeto de apresentação “Rio Tinto, Porto, Portugal” em 2023. Depois de conquistar o seu espaço no panorama urbano musical nacional com o projeto colaborativo “PORTOBOYZMAFIA”, Yung Juse volta aos lançamentos e com muito para dizer.

Aprofundando o registo que já vinha a explorar com o single de apresentação do projeto, o artista desabafa sobre a realidade que vê, abordando conceitos como lealdade, distância e a sua desconfiança perante o próximo.

Ao longo do projeto, Yung Juse mantém a escrita crua, dura e direta, com que habituou o seu público, profundamente ligada às suas vivências e explorando diferentes camadas deste estado de espírito.

A sua escrita ganha corpo na produção de Taye, que dá ao EP uma identidade sonora refrescante, coesa e que reforça o posicionamento e o nome do artista neste novo capítulo do seu percurso.

Nascido e criado no Porto, Yung Juse começou o seu percurso musical em 2018, desenvolvendo uma identidade artística marcada pela honestidade e pela ligação às suas origens e vivências. Em 2023, editou o seu primeiro projeto a solo, o EP «Rio Tinto, Porto, Portugal», seguindo-se, em 2024, o álbum colaborativo «PORTOBOYZMAFIA», com Joint One, de onde surgiram temas que marcaram o universo urbano português como «UMA CENA ESTÉTICA», «BACARDI», «CORRETO» e «SINFONIA À BAIRRO».

“FALOU E DISSE” chega hoje às plataformas digitais como o mais recente projeto de Yung Juse, o primeiro com a 10K Projects Portugal, reforçando a continuidade do seu percurso a solo.

FILIPE RAMOS LANÇA "AMOR DE MIÚDOS"

 
















Com uma sonoridade pop de caracter intimista e melancólica, "Amor de Miúdos" apresenta a identidade musical do cantor e abre oficialmente o percurso de um artista que encontra na música uma forma de transformar sentimentos e experiências em histórias que podem ser reconhecidas por quem as ouve.

A partir de hoje, "Amor de Miúdos" passa a fazer parte da história de Filipe, e é também a primeira oportunidade para conhecer o universo musical que traz consigo.

O tema surge como um convite a voltar a sentir sem medo, numa altura em que as experiências e desilusões acabam por condicionar a forma como nos entregamos.

"A nossa geração está demasiado presa ao medo de sentir e eu quero descontruir essa ideia e fazer com que as pessoas voltem a querer amar com intensidade, sem se prenderem nessa bolha" - explica Filipe Ramos.

NOVO SINGLE DE SALVADOR SOBRAL


Salvador Sobral acaba de revelar “Bam Bam”, o segundo single de antecipação do seu próximo álbum “A flor do recomeço”. Esta nova canção, composta por Céu, Arnaldo Antunes e Hyldon, conta com a participação especial de Ney Matogrosso, figura fundamental e icónica da cena musical brasileira contemporânea. Ney e Salvador unem as vozes num tema sublime, cheio de luz e magnetismo.

Nas palavras de Salvador:

“A colaboração com Ney Matogrosso é outra surpresa mágica que a vida me deu. Quando surgiu a possibilidade de cantarmos juntos, o meu primeiro impulso foi convidá-lo a interpretar uma balada arrebatadora, uma vez que descobri verdadeiramente a essência de Ney no disco À Flor da Pele, no qual é acompanhado apenas pela guitarra de sete cordas de Raphael Rabello. É um disco visceral e completamente nu. 

Mas, por alguma razão, quando recebi a maqueta de ‘Bam Bam’, de Céu, Arnaldo Antunes e Hyldon — uma canção divertida, luminosa e dançável —, comecei imediatamente a ouvir a voz de Ney nela, como um fantasma que se infiltrava naqueles acordes. E, ao mesmo tempo que a ouvia, tinha na cabeça a imagem dele próprio a interpretá-la, com aquela linguagem corporal tão característica. Tomei os meus devaneios mentais como um sinal e decidi enviar-lhe a canção. Talvez ele tenha sentido o mesmo, porque aceitou imediatamente o convite, não só para a gravar, mas também para participar num videoclipe. 

Admiro muitíssimo o Ney e todo o seu percurso. Adoro a cor da sua voz e a entrega das suas interpretações. Adoro a sua teatralidade absolutamente sincera. Adoro a acidez do seu corpo dançante e a sublime doçura das suas cordas vocais. É inegável a importância musical, social e política que o Ney tem tido no mundo. Mas o mundo continua a ser dele e o Ney é, hoje mais do que nunca, o presente.”

O álbum, A flor do recomeço, que será lançado a 16 de outubro de 2026, foi gravado integralmente em São Paulo, com produção dos vencedores de um Grammy Marcus Preto e Tó Brandileone. Este aguardado trabalho reúne uma extraordinária coleção de canções novas e exclusivas, escritas especialmente por artistas da dimensão de Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Chico César, Céu, Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Marcos Valle e Tim Bernardes.

NUNCA MATES O MANDARIM LANÇAM NOVA VERSÃO DE "TRÊS NOITES”















Os Nunca Mates o Mandarim, trio portuense de pop-rock cantado em português, lança “Três Noites” como novo single, numa versão que conta com a colaboração do conterrâneo Luís Lucas.

“Três Noites”, um dos momentos mais climáticos do álbum, é agora relançada como single com uma participação do multifacetado portuense Luís Lucas, numa versão do tema que reforça a sua aguçada crítica social e o tom deambulante da sua lírica.

A acompanhar este lançamento há também um videoclipe bastante único, uma animação realizada por X e que já se encontra disponível no canal oficial da banda.

2026 está a ser um ano recheado de novidades para os Nunca Mates o Mandarim, depois de chegarem ao pódio do Festival da Canção 2026 com o tema “Fumo” e editarem o seu disco de estreia Bola de Bilhar, o grupo volta aos lançamentos com uma versão em formato “unplugged” de “Histórias” e agora esta nova versão de "Três Noites" que conta com uma colaboração. Estes lançamentos antecedem uma edição expandida do LP que irá revisitar algumas das suas faixas através de novas roupagens.

O seu primeiro longa-duração, Bola de Bilhar, habita na oposição entre música mainstream e música de cariz interventivo, marcando o amadurecimento da banda com a aposta num território mais sério e texturado.

O trio Nunca Mates o Mandarim tem vindo a construir um percurso singular no panorama musical nacional onde convivem refrões, heranças do pop-rock português e uma forte preocupação poética.

Biografia Nunca Mates o Mandarim:

Nunca Mates o Mandarim são João Amorim, João Campello e Manuel Dinis.

Depois do EP de estreia “Parou P’ra Ver” (2023), que conferiu algum reconhecimento ao trio, e de “Nunca Mates o Mandarim Cantam os Clássicos” (2024), com arranjos que remexem na purpurina do bailarico português, lançam “Bola de Bilhar” (2026), um longa-duração que revela uma banda amadurecida sem perder a sua veia indie.

HERR G meets FUEL2FIGHT COM TEMA NOVO





















HERR G meets FUEL2FIGHT - GRAFISMOS

Posto de escuta: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/track/longe-onde-o-sil-ncio-encontra-a-serenidade-da-nossa-exist-ncia

Setembro e o projeto Herr G meets Fuel2Fight apresenta a nona música da sua arrojada proposta: o lançamento de um tema por mês.

Este tema intitula-se “Longe, onde o silêncio encontra a serenidade da nossa existência” e conta com a colaboração de David Polido (The Cordovox Project) no saxofone.

24.09.2026

"Longe, onde o silêncio encontra a serenidade da nossa existência"

Paisagem Sonora: Herr G meets Fuel2Fight

Convidado: David Polido (The Cordovox Project) – saxofone

Tema original dos Erros Alternados (1990)

MIO LANÇA EP DE ESTREIA















mio
lança “não há ninho, há céu”, o seu EP de estreia, um trabalho construído a partir do ciclo de vida das andorinhas como metáfora para um percurso de descoberta, consciência e liberdade. Depois de se ter apresentado ao público com “26º dia”, a artista reúne agora as diferentes etapas de um processo que parte do despertar, atravessa a decisão de abandonar a zona de conforto e encontra no ninho não apenas um lugar de partida, mas também a possibilidade de regresso.

A própria data de edição prolonga a relação do projeto com os ciclos da natureza. “26º dia”, primeiro single de mio, foi lançado a 20 de março, no início da primavera no hemisfério norte e na altura associada ao regresso das andorinhas. Cerca de seis meses depois, “não há ninho, há céu” chega na semana em que a primavera começa no hemisfério sul, transportando simbolicamente o ciclo para a outra metade do mundo.

Essa ideia percorre todo o EP. Em “20.03”, mio situa o momento do despertar e o regresso à escrita, enquanto “fim da cegueira” parte do período em que as crias das andorinhas começam a ver para representar a tomada de consciência necessária antes do salto. Já “26º dia” corresponde ao instante em que as crias deixam o ninho pela primeira vez, imagem que a artista escolheu para assinalar também a sua própria estreia pública enquanto autora.

A saída da zona de conforto ganha continuidade em “primeiro voo”, tema onde o movimento associado ao salto encontra também expressão na componente musical. A canção reflete o trabalho desenvolvido com Luzingo, produtor que acompanha mio ao longo do EP e com quem a artista procurou construir uma sonoridade coesa sem abdicar da exploração de diferentes registos. O videoclipe conta com a participação de Valete - nome fundamental na mentoria de mio na sua obra musical.

Mas “não há ninho, há céu” não se constrói apenas a partir da ideia de partida. Em “a cru”, o olhar dirige-se às pessoas que foram surgindo durante o percurso e que passaram a fazer parte dele. A faixa mais calma do EP nasceu a partir de uma guitarra de Miguel Nogueira e joga também com a ideia de “crew”, apresentando mio num registo assumidamente sem filtros e transformando a canção numa celebração dos encontros proporcionados pela arte.

No centro emocional do trabalho encontra-se “ninho”, canção dedicada ao avô da artista e à história familiar que esteve na origem da decisão de regressar à música. mio começou a trabalhar aos 14 anos na padaria da família, ao lado do pai e do avô, cuja vida foi dedicada ao trabalho e à criação de melhores condições para as gerações seguintes. A sua morte tornou-se um momento de rutura e de tomada de consciência para a artista, que decidiu recuperar um sonho presente desde a infância e procurar um caminho diferente daquele que até então imaginava para si.

O ninho assume, por isso, um significado duplo: é aquilo de que é necessário sair para poder crescer, mas permanece como o lugar ao qual se pode regressar. A vontade de construir um percurso próprio não representa uma rejeição do legado familiar, mas uma forma de o prolongar a partir das possibilidades que esse mesmo legado tornou possíveis. Cantar e escrever canções surgem, neste contexto, como uma maneira de mio honrar o caminho do avô e, simultaneamente, encontrar o seu.

O universo do EP estende-se ainda a “sítio das andorinhas”, poema nascido durante um passeio perto de casa, em Almada. O lugar onde mio sabia encontrar andorinhas e onde parava para respirar transformou-se progressivamente num espaço simbólico de segurança e tranquilidade, deixando de corresponder apenas a uma localização física para representar a possibilidade de parar, respirar fundo e recuperar a paz. O trabalho encerra com “outro”, outro momento de palavra e introspeção, construído a partir da tendência da artista para transformar pensamentos dispersos em poemas ou pequenas frases.

As letras de “não há ninho, há céu” são assinadas por mio, que partilha a composição musical com Luzingo. A produção fica maioritariamente a cargo de Luzingo, com Lopezzi a assumir a mistura e masterização de todo o trabalho e a participar também na produção de “sítio das andorinhas” e “outro”. Miguel Nogueira participa na guitarra em “sítio das andorinhas”, “fim da cegueira” e “a cru”.

O EP resulta de um percurso iniciado muito antes da estreia discográfica. mio começou a cantar ainda em criança, atuou pela primeira vez em público aos oito anos e escreveu a primeira canção aos 16. Entre os estudos, o trabalho e diferentes projetos, manteve durante anos a tensão entre a procura de estabilidade e a vontade de construir uma vida ligada à criação artística.

O reencontro com a música aproximou-a também do teatro e da Horizontal 360, estrutura que hoje considera a sua casa artística. Nesse caminho, o contacto com Valete e, posteriormente, o encontro com Luzingo assumiram um papel importante no desenvolvimento do projeto que agora chega ao primeiro registo discográfico.

Com “não há ninho, há céu”, mio reúne esse percurso numa imagem que atravessa todo o EP: crescer implica abandonar o lugar conhecido, ganhar consciência e arriscar o primeiro voo, sem que isso obrigue a esquecer o ninho de onde se partiu.

MARIZA LANÇA "BEIJOS"



Esta é a última canção a ser revelada antes de “Amor”, o primeiro álbum de originais de Mariza em oito anos, a ser editado no final de 2026.

Mariza lança hoje “Beijos”, o seu novo single, já disponível em todas as plataformas digitais. A canção chega acompanhada de um visualizer, já disponível no canal oficial de YouTube da artista. É a última canção a ser conhecida antes de “Amor”, o primeiro álbum de originais de Mariza em oito anos, com edição no final do ano

“Beijos” fala-nos de uma memória de Verão que ficou por acabar: “Roubaste-me os beijos naquela festa de Verão / Ficaram a meio e já não sei onde eles estão”. É uma canção solar à superfície, com saudade por baixo: duas características essenciais do território de Mariza, dito com palavras de todos os dias.

Tal como tem vindo a ser habitual no universo da artista, a canção assenta numa base de produção em que a tradição e a modernidade vivem ao mesmo tempo, ultrapassando os códigos e as sonoridades de géneros musicais específicos. Mariza transcende-os e cria a sua própria identidade artística única.

“Beijos” é o quarto tema de “Amor” a ser revelado. “Desamor”, com Gson, abriu o caminho e apresentou um dueto surpreendente e exemplificativo da versatilidade de Mariza. “Amar-te” foi estreado numa versão exclusiva no COLORS, reforçando a sua presença no circuito internacional. “Casa” trouxe o registo mais íntimo e doce, emocionando os seus milhares de fãs. Cada um mostrou uma face diferente do amor, o fio condutor de um disco que percorre as suas várias formas.

A letra de “Beijos” tem assinatura de Mariza, ao lado de Gonçalo Malafaya, Maninho e Nelson “Lyrics” Heleno. A música é de Mariza, Maninho, Gonçalo Malafaya, Daus, Fumaxa, Nellson Klasszik e Bluay. Já a produção ficou a cargo de Daus, Fumaxa, Nellson Klasszik, Bruno “Noize” Cruz e Stego, com produção executiva de João Pedro Ruela.

Vinte e cinco anos depois de “Fado em Mim”, Mariza é a artista portuguesa mais aclamada no mundo. Soma mais de 50 discos de platina e várias nomeações para os Latin Grammys, e é presença regular nas salas mais prestigiadas, dos Estados Unidos à Ásia. Em Lisboa, juntou recentemente cerca de 100 mil pessoas na Praça do Comércio.

A edição de “Amor” abre também um novo ciclo ao vivo. A digressão mundial leva Mariza a cerca de 35 países e arranca em França, em Janeiro de 2027, com passagem por Lyon (10 de Janeiro), Bordéus (24 de Janeiro), Toulouse (25 de Janeiro) e duas noites no Olympia, em Paris, a 27 e 28 de Janeiro. O roteiro inclui ainda Brasil, Angola, Cabo Verde, Moçambique, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e grande parte da Europa.

“Beijos” é a última porta antes do disco. O resto da história chega no final do ano, com “Amor”.

SQUARE ANUNCIA PRIMEIROS NOMES









Depois da estreia em 2025, o SQUARE regressa para a sua segunda edição, entre 27 e 30 de janeiro de 2027, com uma programação que ocupará diversos espaços das cidades de Braga, Famalicão, Guimarães e Viana do Castelo. Mantendo o formato de festival-convenção dedicado à música nascida nas margens do Atlântico, o SQUARE volta a reunir artistas, profissionais e agentes culturais de diferentes geografias, cruzando concertos, showcases, conferências, conversas e momentos de networking.

A segunda edição apresenta hoje os primeiros nomes da programação: Anna Vis (Brasil), Carme López (Espanha), Chisara (Reino Unido), Crizin da Z.O. (Brasil), Gisela Mabel (Portugal), Helviofox (Portugal), I’A’V (Portugal), IBSXJAUR (Portugal), iD-sus (Senegal), Land Whales (Cuba), Letus (Angola), Miguel Pedro & Serge Fritz (Portugal), Nico Espinoza (Chile), Sgo (Reino Unido) e TRAVO (Portugal).

Anna Vis aproxima a canção tradicional brasileira da spoken word, do noise e da música experimental, colocando a voz no centro de uma linguagem que incorpora guitarra, electrónica e técnicas vocais expandidas. A partir da Galiza, Carme López dedica-se às sonoridades da tradição oral, com especial atenção aos repertórios vocais, à percussão de mão e às possibilidades contemporâneas da música popular galega. Chisara habita um território entre música, performance e artes visuais, onde ritmos fortes, voz intensa e poesia dão forma a uma linguagem “afro-art-pop” de atitude punk. Do Brasil, os Crizin da Z.O. propõem uma electrónica rápida e física, nascida do encontro entre funk carioca, drum ’n’ bass, punk e gabba. A linguagem de Gisela Mabel parte do piano e aproxima jazz, música clássica e composição contemporânea de tradições rítmicas africanas e brasileiras. Movendo-se agilmente entre garage, afrohouse, kuduro e R&B, Helviofox afirma-se como uma das vozes mais promissoras da batida, com uma abordagem marcada por ritmos incisivos, edits inesperados e pulsação sensual. As I’A’V constroem paisagens sonoras mutáveis a partir de electrónica, voz, silêncio, texturas e instrumentos acústicos, numa música onde o delicado e o abstracto convivem. No universo de IBSXJAUR, a pop melódica e crua de JAUR encontra as produções electrónicas de IBS, entre techno, drum’n’bass e hyperpop, dando origem a uma música intensa e orientada para o corpo. A dupla iD-sus trabalha na intersecção entre matéria e som, desenvolvendo uma prática experimental que parte da eletrónica e da exploração física do som. Formados em Havana em 2021, os Land Whales exploram as zonas de contacto entre noise rock, post-punk, shoegaze e sludge. No SQUARE, Martín Schellekens apresenta-se a solo, levando esta linguagem para um formato mais experimental. No trabalho de Letus, o semba encontra o gospel, o jazz, o R&B, a salsa e o reggae, numa sonoridade enraizada na riqueza da música angolana e atravessada por temas como a esperança, a fé e a identidade. Com percursos a solo ligados ao rock, à electrónica e à música experimental, Miguel Pedro & Serge Fritz encontram-se numa criação conjunta que cruza as suas experiências e abre espaço à composição e à exploração sonora. A música de Nico Espinoza coloca a escuta no centro da experiência, combinando electrónica ao vivo, áudio espacial e elementos site-specific que propõem uma relação próxima entre corpo, espaço e ambiente. A partir de harpa, acordeão e voz, as escocesas Sgo dão uma nova forma à tradição musical da Ilha de Skye, combinando repertório e instrumentos tradicionais com composição própria. Vindos de Braga e Porto, os TRAVO levam ao palco uma mistura de psicadelismo, garage rock, prog-rock e thrash metal, construída sobre distorção, riffs, solos de guitarra, vozes guturais e uma forte dimensão física.

A decorrer em Braga entre 27 e 29 de janeiro, a conferência SQUARE propõe um programa feito de conversas, assembleias, espetáculos, visitas guiadas, filmes e programas de rádio, reunindo diferentes perspetivas em torno da ideia de Continuidade. Nesta edição, o evento dá espaço aos projetos que subsistem, aos atos de reparação e cuidado e às pessoas que constroem as redes de sustentação do ecossistema musical mais alternativo, explorando tanto as práticas que atravessam gerações como os pequenos gestos de transformação que persistem para lá das tendências da indústria e da aceleração tecnológica. Entre a utopia das rádios comunitárias, a colaboração artística transgeracional, os relatos de artistas e estruturas que atravessaram momentos de descontinuidade e a história de instrumentos centenários preservados por vontade e esforço popular, o programa questiona como se constrói a continuidade, que variáveis a sustentam e que futuros podem revelar aquilo que permanece.

Mais novidades sobre a programação musical e as pessoas e projetos convidados para a conferência serão anunciados em outubro. Os bilhetes para o SQUARE podem ser adquiridos em bol.pt , estando os preços entre os 25 e os 75 euros. Mais informações em https://www.squarefestival.pt/

O SQUARE é um legado da Braga 25 - Capital Portuguesa da Cultura, sendo promovido pela Faz Cultura - Empresa Municipal de Cultura de Braga, com organização da Lovers & Lollypops.

RØVIN APRESENTA LOUCOS





















Depois de “Não Pode Chover” e “Motard”, RØVIN apresenta “Loucos”, o novo single do projeto a solo de Rui Santos. Integralmente composta, interpretada, gravada, misturada e masterizada pelo próprio artista, a canção assume uma abordagem direta ao amor e à relação entre duas pessoas, dando continuidade a um percurso autoral construído a partir de experiências e emoções pessoais.

“Loucos” parte de uma ideia deliberadamente simples. Nas palavras do próprio RØVIN, trata-se de “uma simples canção de amor”, centrada na intimidade, no desejo e na cumplicidade que se estabelecem dentro de uma relação. Depois de abordar a frustração quotidiana em “Não Pode Chover” e a sensação de liberdade associada ao universo das motas em “Motard”, Rui Santos dirige agora a escrita para a experiência amorosa.


Ao longo da canção, pequenos gestos e manifestações de proximidade vão construindo esse retrato. O sorriso, a descoberta do outro, o beijo, o olhar ou a vontade de permanecer junto de alguém aparecem como diferentes expressões de uma mesma ligação, numa letra que encontra na ideia de “lar” uma das imagens para descrever o sentimento de pertença associado à relação.

A vontade de escapar a dois atravessa igualmente “Loucos”. Entre a afirmação de que a pessoa amada é “um mundo à parte” e o desejo de a “levar a Marte”, a canção desloca a relação para um espaço próprio, afastado do exterior. A repetição de “antes que seja tarde” introduz, por sua vez, uma ideia de urgência, contrapondo à simplicidade da declaração amorosa a necessidade de viver e expressar essa ligação no presente.

É na parte final que surge a imagem que dá título ao single. “Tu e eu / somos muito mais que loucos” transforma a loucura numa forma de nomear a cumplicidade entre os dois protagonistas, encerrando a canção a partir de uma celebração assumida da relação e daquilo que a distingue aos olhos de quem a vive.

“Loucos” reforça também a dimensão independente de RØVIN. Desta vez, Rui Santos assume sozinho todo o processo musical, da composição à interpretação vocal e instrumental, ficando igualmente responsável pela mistura e masterização. A concentração das diferentes etapas num único criador prolonga a natureza autodidata que tem marcado o desenvolvimento do projeto desde o início.

Por trás de RØVIN encontra-se um percurso construído a partir de uma relação prolongada com a escuta e a descoberta musical. Rui Santos cresceu rodeado por jazz, blues, big band, rock e pop dos anos 70, referências que começaram por chegar através das sessões de audição proporcionadas pelo pai e que viriam a marcar a sua aproximação à criação.

A aprendizagem instrumental surgiu já na idade adulta, primeiro através da viola e da guitarra e, posteriormente, do piano. Sem formação académica na área, desenvolveu de forma autodidata uma prática assente na experimentação e na utilização de ferramentas digitais de produção, acabando por encontrar na composição um espaço regular de expressão pessoal.

Depois de inaugurar o projeto com “Não Pode Chover” e de lhe dar continuidade através de “Motard”, RØVIN chega a “Loucos” com uma canção que troca a observação do quotidiano e a estrada por uma declaração amorosa sem grandes desvios: a celebração de duas pessoas, da intimidade que partilham e da possibilidade de serem “loucamente loucos” uma pela outra.

SAI HOJE O DISCO DE VORONET BLUE















Os Voronet Blue lançam hoje The Chariot, o seu EP de estreia, editado pela Lux Records. Com cinco temas, o disco reúne diferentes dimensões do som da banda, entre guitarras distorcidas, texturas sobrepostas e dinâmicas que alternam entre momentos de maior intensidade e passagens mais contemplativas.

Formados em Coimbra em 2023, os Voronet Blue são compostos por Beatriz na voz, Zé e Bernas nas guitarras, Leo no baixo e Diogo na bateria. A banda cruza shoegaze, alternative rock e post-punk, procurando um equilíbrio entre peso e contenção. Em The Chariot, essa abordagem surge através de uma sonoridade densa e detalhada, onde a intensidade convive com uma dimensão mais vulnerável e atmosférica.

O EP sucede ao lançamento de “Juliette”, editado a 26 de junho e primeiro avanço do disco. O tema apresentou uma das faces dos Voronet Blue, combinando uma sonoridade poderosa e densa com uma componente mais etérea, enquanto a sua letra trabalha uma sensação de nostalgia.

O percurso que conduz a The Chariot foi também construído ao vivo. Desde a sua formação, os Voronet Blue têm passado por espaços e iniciativas como o Salão Brazil, Casa Capitão, Ceira Rock Fest, DRAC, Lúcia-Lima Associação Cultural, Atelier A Fábrica e Buraco Pub, consolidando a presença da banda na cena musical conimbricense.

The Chariot está disponível a partir de hoje nas plataformas digitais e em formato CD, com edição da Lux Records. O lançamento é acompanhado pela estreia do videoclipe de “Grip”, tema de abertura do EP.

A apresentação ao vivo do disco acontece hoje, 25 de setembro, no Teatrão - Oficina Municipal do Teatro, em Coimbra.

quem são os Voronet Blue?

Os Voronet Blue nasceram em Coimbra, em 2023, do encontro entre músicos com diferentes percursos e de uma vontade comum de explorar novas possibilidades através da música. Inseridos numa cidade com uma longa história ligada ao rock e a uma subcultura musical própria, desenvolvem uma linguagem assente em densas paredes sonoras, riffs afiados e uma forte componente emocional. Desde a sua formação, passaram por palcos como o Salão Brazil, Casa Capitão, Ceira Rock Fest, DRAC e Lúcia-Lima, apresentando um som que cruza a energia física do rock com uma dimensão mais introspectiva e atmosférica, onde peso e emoção coexistem.

O nome Voronet Blue parte de uma referência distante da música: o Azul de Voroneț, tonalidade presente nos frescos do Mosteiro de Voroneț, na Roménia, cuja composição permanece envolta em mistério e cuja perceção se transforma de acordo com a luz e as condições atmosféricas. É nessa ideia de transformação e singularidade que a banda encontra uma metáfora para a sua própria música, feita de diferentes níveis de intensidade, peso e atmosfera. Mais do que fixar uma identidade, os Voronet Blue procuram criar um espaço sonoro em permanente transformação, partindo das referências do rock para as reinterpretar através de uma abordagem emocional e etérea.

PINK PUSSYCATS FROM HELL AVANÇM NOVO DISCO



Pink Pussycats From Hell revelam "Hellpless", primeiro single do novo disco acústico a sair dia 19 de Outubro com o selo da Raging Plane.

Poderá o vício do jogo reflectir o azar que nos acompanha? 

Ou é o azar que define o vício do jogo? Sendo um ou outro, a vida pode ser, em sí, um jogo de sorte ou azar. Sendo de azar, qualquer vício pode ser fatal.

"Hellpless" é uma música do disco Hell Niña. Vem agora com uma nova roupagem, em versão acústica e serve de cartão de visita para o disco acústico que os Pink Pussycats From Hell vão lançar já em Outubro

Os Pink Pussycats From Hell formaram-se em Lisboa e são um power duo de garage rock com traços demarcados de rock’n’roll. Com quase milhões de discos vendidos, já são considerados um dos maiores e mais bem sucedidos fenómenos musicais de todos os tempos, sendo frequentemente considerados o grupo mais importante a sair da Invasão Ambivalente.

São conhecidos pelas suas atuações eletrizantes e som irreverente. Com Mighty Hunter na guitarra e voz, e Danger Rabbit na bateria, a banda continua a ultrapassar limites e a cativar o público com a sua mistura única de música e mistério.

Com uma sonoridade que mistura o rock’n’roll com o garage, têm riffs frenéticos e uma voz densa e rouca que torna a sua identidade bastante demarcada.

Pink Pussycats From Hell lançaram em 2017 Hell-P, em 2020 Hell Niña e em 2025 HElll, todos com o selo da Raging Planet. Preparam-se agora para lançar Hellectricless, um disco acústico que revisita os seus maiores êxitos. A sair no dia 19 de Outubro com o selo da Raging Planet.

Agenda
02/10 - Side B Rocks (Alenquer)
10/10 - X Party Rock Beer (São João da Talha)
17/10 - October Festa - Fermentage (Lisboa)
15/11 - A anunciar (Lisboa)
21/11 - A anunciar (Odemira).

RITA REDSHOES LAMÇA ÁLBUM "FALA"


Rita Redshoes lança esta sexta-feira, 25 de setembro, um novo longa-duração FALA, composto exclusivamente por canções escritas por autoras portuguesas. Já está disponível em todas as plataformas digitais.

Rita Redshoes regressa às edições discográficas com FALA, o seu sétimo álbum de estúdio, que chega às lojas e plataformas digitais hoje, dia 25 de setembro.

Mais íntimo e intenso, este novo trabalho dá continuidade ao universo de The Other Women (2012), espetáculo em que Rita homenageava compositoras de diferentes partes do mundo. Desta vez, o olhar centra-se exclusivamente em autoras portuguesas, num projeto que celebra a diversidade das experiências e perspetivas femininas.

Sob o mote das múltiplas facetas do que significa ser mulher no mundo atual, Rita convidou algumas das cantautoras mais relevantes da música portuguesa a escreverem e comporem canções inéditas para este disco. A garota não, Amélia Muge, Ana Bacalhau, Cláudia Pascoal, Marília Miranda Lopes (mãe de Emmy Curl), Francisca Cortesão (Minta), Joana Espadinha, Mafalda Veiga, Márcia e Margarida Campelo, com Ana Cláudia, são as autoras que contribuem para este novo capítulo da carreira de Rita Redshoes.

As canções de FALA abordam temas ligados à experiência, identidade e condição de ser mulher, atravessando questões femininas e temas da luta feminista que permanecem atuais e relevantes. Mas é, sobretudo, um convite ao encontro, à reflexão e à construção de uma voz coletiva, feita de mulheres, homens — de pessoas.

O resultado é um disco de forte carga pessoal e política, construído a partir de diferentes vozes e sensibilidades, que conta com produção e mistura de Sérgio Mendes e co-produção de Rita Redshoes.

Com uma nova banda e um novo alinhamento, a artista regressa também aos concertos em nome próprio. Em palco, as novas composições cruzam-se com alguns dos temas mais marcantes da sua carreira, num espetáculo que estabelece uma ponte entre passado, presente e futuro.

A apresentação do novo disco acontece em dois concertos especiais: 24 de outubro, na Casa da Música, no Porto, e 28 de outubro, no Teatro Maria Matos, em Lisboa. O espetáculo conta com Rita Redshoes na Voz, Piano, Guitarra Eléctrica e Acústica e Percussões, acompanhada por Sérgio Mendes (Guitarra Eléctrica, Guitalele, Baixo e Voz), Miguel Moreira (Bateria, Percussão, Piano, Samples e Voz) e Bernardo Pereira (Baixo, Teclados, Percussão, Glokenspiel e Voz).

Os bilhetes ainda podem ser comprados nos locais habituais e online.

Cantora, compositora e multi-instrumentista, Rita Redshoes destaca-se pelo seu estilo intimista e elegante, que combina pop, rock e elementos eletrónicos. Nos últimos 16 anos, tem evoluído continuamente como artista, explorando temáticas pessoais e sociais através de letras profundas e produções sofisticadas. É também reconhecida pela sua versatilidade como instrumentista, tocando piano, guitarra e bateria em várias das suas músicas. Ao longo da carreira, lançou álbuns aclamados pela crítica, incluindo Golden Era (2008) e Lights & Darks (2010), sendo conhecida tanto pelo trabalho a solo como pelas colaborações que realiza — participou em bandas sonoras de teatro e cinema e colaborou com nomes de destaque da música nacional, como Fernando Tordo, GNR, David Fonseca e Noiserv, entre outros.

Rita Redshoes tem também trabalhado em projectos de cariz didático e pedagógico, dos quais se destaca “Chinfrim”, actualmente disponível para digressão. Neste seu novo espetáculo infantil, Rita apresenta uma abordagem criativa e interativa à música, pensada para os mais novos, mas com capacidade de cativar todas as idades.

NOVO DISCO DE JANEIRO

 



















Chega hoje às plataformas digitais o novo álbum de janeiro, “Reticências”. “Imune ao Ruído”, em dueto com Tatanka, é single em destaque deste trabalho, que será apresentado ao vivo no Coliseu Club, em Lisboa, dia 18 de novembro e no Hot Five, no Porto, dia 3 de dezembro. Os bilhetes encontram-se à venda.

“Reticências” é composto por 12 faixas, das quais já conhecemos “Cor Lá Fora” com Valter Lobo e “Canção da Revolta” com Meta, lançadas em junho e agosto, respetivamente. Conta também com as colaborações de Tatanka, Irma, Ana Mariano, Pedro do Vale, bibi e Raquel Martins.

Todas as canções do longa duração têm letra de janeiro, contando com a colaboração de Ana Mariano em “P’ra Ti Volto”, Pedro do Vale em “Caixa” e “Ninguém Se Encontra”, Meta, Nathalia Valle, Daniela Gandra e Madalena Martins em “Canção da Revolta”, Valter Lobo em “Cor Lá Fora”, Tatanka em “Imune ao Ruído”, bibi em “Amor ou Caso?” e de Irma em “’Tava Sem Tempo”. Conta com janeiro na voz e guitarra e Daniel Lima no piano. Foi gravado, misturado e masterizado por Nuno Simões nos Slow Studios / Estúdios de Vale de Lobos.

“Reticências” pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.

«Reticências nasce de um período de suspensão. Num momento em que a introspecção se sobrepôs a tudo, uma camada de silêncio começou a pairar sob as canções. O título do álbum nasce precisamente desse espaço: a fracção de segundo entre uma ação e aquilo que poderia ter sido uma outra decisão.
Reticências é, nesse sentido, uma resposta a FUGACIDADE. Se no disco anterior Janeiro explorava a dispersão, o movimento e o “quási” de Mário de Sá-Carneiro, aqui procura o lugar onde as coisas permanecem suspensas.

É um disco de calma, silêncio e contemplação. Um disco de canções despidas, construído essencialmente através de voz, guitarra de nylon e piano, com interpretações muito próximas do momento em que foram tocadas e cantadas. A edição é mínima e os takes procuram preservar a dimensão humana, orgânica e quase live das gravações.

Mais do que um disco sobre respostas, Reticências é um disco sobre permanecer algum tempo dentro da pergunta.»

janeiro

LISBOA
18 de novembro - Coliseu Club
21h - 25€
Bilhetes disponíveis aqui

PORTO
3 de dezembro - Hot Five
21h - 25€
Bilhetes disponíveis aqui

LUÍS BRAZ TEIXEIRA TEM NOVO SINGLE





















CMG (Reflexo) é um tema que combina Pop, R&B e Hip-Hop para retratar uma relação marcada pela atração, pela incerteza e pelo constante jogo entre proximidade e distância.

Através de uma escrita pessoal e melodias envolventes, o tema explora a dinâmica entre duas pessoas que se conectam profundamente, mas que vivem presas num ciclo de aproximação e afastamento. Entre desejo, tensão e vulnerabilidade, surge uma narrativa sobre sentimentos difíceis de explicar e ligações que persistem apesar das contradições.

A produção funde elementos melódicos do R&B com a energia do Hip-Hop, criando uma sonoridade contemporânea.

CMG (Reflexo) – uma canção sobre duas pessoas que continuam a gravitar uma em torno da outra, mesmo quando tudo parece empurrá-las em direções opostas.