1 - Máximo - Winter
2 - Hélder Bruno - Alma
3 - Rui Massena - Parent's house
4 - Mário Laginha - Santo Amaro
4 - Júlio Resende - Mano a mano - agora somos irmãos
5 - From Atomic - Gigantic
6 - John Mercy & Tracy Vandal - Angel's don't cry
7 - So Dead - Roadkill
8 - Mekong - Danse danse
9 - When The Roses Die - Spirit
10 - Wolf X - Spirit
11 - Decline And Fall - Lost astray
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
sábado, 14 de fevereiro de 2026
PROGRAMA DE 14/02/26
NOVO DISCO DE TURNING POINT A CAMINHO
TURNING POINT - “A POESIA É PARA COMER!”
Já chegou o single de avanço para o novo álbum dos Turning Point, a banda de Santa Maria da Feira.
O tema (“DO SENTIMENTO TRÁGICO DA VIDA”) serve de antevisão para o longa-duração “A POESIA É PARA COMER!”, com lançamento agendado para o dia 21 de Março.
O disco sairá com o selo da editora independente ANTI-DEMOS-CRACIA e é apresentado pelo trio — Simão Valinho, Raquel Sousa e Lígia Lebreiro — da seguinte forma:
“Escolhemos a poetisa Natália Correia como ponto de partida e inspiração… uma voz que clama por liberdade quando, mais uma vez, urge devolver a voz aos poetas, que a defendem como quem precisa de ar para viver!
Enquanto o nosso primeiro álbum perseguia a beleza das palavras e dos silêncios de Carlos da Cunha, desta vez escolhemos Natália Correia, mulher provocadora e mordaz, uma voz indomável, uma figura intelectual e política essencial na luta do nosso país contra a ditadura. Pareceu-nos que, mais do que nunca, devemos dar voz à liberdade e combater as novas formas de censura escondidas num tempo em que regressamos à lei do mais forte!
É um álbum de revolta, de defesa da liberdade, da identidade e também do amor.”
Posto de escuta: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/
TONDELA ROCKS ANUNCIA CARTAZ
Com produção da Rocha Produções, o festival reafirma a sua identidade enquanto espaço de encontro entre diferentes vertentes do rock e do metal, consolidando-se como uma das apostas mais relevantes do circuito independente em Portugal.
Master regressam a Portugal em data única
O grande destaque internacional da noite são os MASTER, veteranos norte-americanos e pioneiros do death metal, que celebram 41 anos de carreira com uma digressão mundial. A passagem por Tondela será data única em Portugal em 2026, prometendo um concerto histórico para os fãs do género.
Energia, peso e diversidade sonora no cartaz
Os Revolution Within, com duas décadas de percurso, trazem o seu groove/thrash metal intenso e técnico, enquanto os lisboetas Black Hill Cove apresentam uma abordagem mais próxima do hardcore, marcada pela agressividade e impacto ao vivo.
Do norte do país chegam os Voidwomb, uma das propostas mais obscuras e intrigantes do atual underground nacional, com uma fusão de black/death metal que tem vindo a conquistar destaque pela sua identidade sonora e estética sombria.
A cidade de Coimbra marca presença com duas bandas de universos distintos: os Mizzura, com a sua energia punk/crust, e os aBAND’onados, que apresentam um rock musculado, dinâmico e marcado por influências funk, destacando-se pela intensidade em palco e pela forte ligação ao público.
A abrir o festival estarão os Propagandaz, com uma proposta de rock direto e sem filtros, preparando o terreno para uma noite de alta voltagem sonora.
Horários e bilhetes
As portas abrem às 16h00, com início dos concertos marcado para as 17h00.
Os bilhetes têm o custo de 15€ em venda antecipada e 20€ no dia do evento.
Os bilhetes já se encontram à venda na TicketLine e através de MB Way, diretamente junto da organização do festival.
Um festival com identidade própria
Ao longo das suas edições, o Tondela Rocks tem vindo a afirmar-se como uma plataforma de valorização da música pesada, promovendo o cruzamento entre nomes consagrados e novos projetos, e contribuindo para o fortalecimento da cena rock e metal em Portugal.
Bilhetes
Facebook - Tondela Rocks
Facebook - Rocha ProduçõesBandas (links):
Master: Spotify | YouTube | Instagram | Facebook
Revolution Within: Spotify | YouTube | Instagram | Facebook
Voidwomb: Website | Spotify | YouTube | Instagram | Facebook
aBAND'onados: Website | Spotify | YouTube | Instagram | Facebook
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
POLAR OPPOSITES COM NOVIDADES
Gota do Tempo retrata a pressão de crescer e lidar com o tempo quando parece que tudo muda rápido demais. Há um lado frágil e honesto na letra, uma luta interna entre tentar salvar os outros e perceber que às vezes nem sabemos como nos salvar a nós. Entre sorte e azar, fé e dúvida, o tema mostra alguém que só quer encontrar o seu lugar sem desiludir quem acredita nele.
A sonoridade acompanha essa jornada. Começa mais calma e pensativa e depois ganha energia na segunda parte com uma transição para pop experimental, trazendo mais intensidade e emoção. “Gota do Tempo” é sobre sentir tudo ao mesmo tempo enquanto o relógio continua a andar.
GAEREA ANUNCIAM EVENTO ERSPECIAL DE PRÉ- ESCUTA DE "LOSS"
No dia 14 de março, os GAEREA vão abrir as portas do Museu de Lamas na sua cidade natal, para uma sessão privada de escuta de «LOSS», poucos dias antes do lançamento oficial do álbum.
Trata‑se de um evento extremamente limitado, concebido como uma experiência íntima e imersiva.
Os participantes irão ouvir «LOSS» na íntegra, no mesmo espaço onde a banda prepara os seus espetáculos ao vivo.
A sessão será organizada pelos próprios músicos, oferecendo uma oportunidade rara de contacto direto com o coletivo.
Não haverá concerto. Não haverá encenação. Apenas som, atmosfera e presença.
A totalidade das receitas será doada ao Museu de Lamas, como forma de agradecimento por ser a instituição da terra que acolheu a banda de braços abertos.
Bilhetes disponível em www.gaerea.com
«Loss» é editado dia 20 de março de 2026 através da Century Media/Sony Music Portugal
GAEREA online:
https://www.facebook.com/gaerea
https://www.instagram.com/gaerea_
https://www.tiktok.com/@gaereaofficial
https://www.youtube.com/@gaereaofficial
https://discord.com/invite/WPyJQeV72z
https://open.spotify.com/intl-pt/artist/1wXoI3Ajpv4WwQ3LmcrSBw
https://music.apple.com/us/artist/gaerea/1383640506
https://www.gaerea.com/
PUTO BACOCO COM NOVO SINGLE
Uma canção que se dilata em ritmos e melodias remanescentes de sentimentos simples, em circunstâncias complexas. A explicitação de uma etnografia vigorosa, reflectida numa hubris sem pudor, nem julgamento - qual “grito de uma guerra já há muito perdida”.
Porque, mais do que os feitos, as histórias falam, sim, das vontades.
E, mais que a própria realidade, as gentes desejam viver sonhos.
É, que: “Ter voz, ainda interessa
“Hoje à noite, na Giesta”.
Produtor: Nuno Mendes
Intérpretes / Músicos:
Gil da Costa – Voz; Guitarras; Ukulele; Palmas; Segundas Vozes
Nuno Mendes – Guitarras; Guitarra Eléctrica; Percussão; Palmas
Edu Silva – Contrabaixo
Ruca Lacerda – Bateria; Percurssão; Guitarras
Gileno Santana – Trompetes
Técnica:
Mistura: Nuno Mendes
Masterização: Nuno Mendes
Estúdio(s): “El Estudio”; “Largo Recording Studio”;
Créditos adicionais:
Composição e Arranjos: Gil da Costa e Nuno Mendes
Letras: Gil da Costa
Capa: Jorge “Grator” Ferreira
Vídeo: Joana Pedro
Performance: Charlotte Bispo
O tema “Hoje à noite na Giesta” aprofunda esta fusão entre memória e modernidade, explorando ritmos expansivos, emoções densas e uma voz que funciona como testemunho e catarse — “um grito de uma guerra já há muito perdida”, nas palavras do autor.
O single antecipa o álbum de estreia, “Uma Noite Muito Estranha”, com edição marcada para 27 de março de 2026.
Os puto bacoco, projeto liderado pelo compositor portuense Gil da Costa, lançam hoje o novo single “Hoje à noite na Giesta”. Depois da estreia com “Deus Passou”, o grupo reafirma a sua identidade singular, cruzando tradição popular com uma estética contemporânea de forte carga narrativa.
O tema “Hoje à noite na Giesta” aprofunda esta fusão entre memória e modernidade, explorando ritmos expansivos, emoções densas e uma voz que funciona como testemunho e catarse — “um grito de uma guerra já há muito perdida”, nas palavras do autor.
O single antecipa o álbum de estreia, “Uma Noite Muito Estranha”, com edição marcada para 27 de março de 2026.
Com edição e distribuição pela indiemusic.pt, os puto bacoco continuam a afirmar-se num território de fronteira entre canção de autor, experimentação tímbrica e crónica social
Com edição e distribuição pela indiemusic.pt, os puto bacoco continuam a afirmar-se num território de fronteira entre canção de autor, experimentação tímbrica e crónica social.
Label: indiemusic.pt27 Março
o | M.OU.C.O.| Porto | 21h30
28 Março | FNAC Coimbra | 16h00
29 Março | Pensão Amor | Lisboa | 18h00
11 Abril | FNACs Lisboa
FNAC Chiado | 16h00
FNAC Vasco da Gama | 18h30
12 Abril | FNAC Leiria | 16h00
JOTTAPE EDITA "A MIÚDA MAIS BONITA"
Mais que um intérprete, compositor ou cantor, Jottape é um storyteller!
Jottape é um contador de histórias com uma sonoridade própria onde cada palavra promete transmitir sentimento.
Considera-se como um romântico, sensível e intenso. Ao longo dos anos foi escrevendo e compondo vários temas.
Vê a música como a continuação do seu processo criativo. “Confesso que o que me entusiasma são os desafios lançados a partir de um tema.” – diz o artista.
O seu desejo é que as suas canções sejam ouvidas seja como cantor ou autor ou colaborando com outros artistas.
Jottape (João Pedro) assume finalmente o papel de intérprete em 2026.
Com a bagagem de quem já fez de tudo um pouco na música, desde a animação de eventos, à colaboração com diversos artistas, mas sempre no backstage, considera que esta é a sua melhor fase fazendo com que este se torne o momento certo para se dar a conhecer.
“A Miúda Mais Bonita” retrata o impacto profundo que uma pessoa pode ter na vida de outra. Embora não seja algo biográfico, explora uma experiência universal.
Diz Jottape: “Quem nunca ouviu alguém que aquele amigo que nunca teve coragem de dizer o quanto admirava aquela miúda que todos os dias via a passar e que até sabia a cor dos sapatos, como estava penteada, se sorria ou estava triste?
Alguém que teve medo de arriscar e dar o passo e fala como aquela miúda seria a mulher perfeita para ele (hoje).
A letra transmite a ideia de que quando estamos com alguém, pensamos ou até sonhamos, queremos que o tempo pare, porque esse momento simples vira algo mágico… Também fala do receio de sofrer, do coração ter vida própria, palpitando sem pedir autorização, revelando a força dos nossos sentimentos e a incerteza perante a intensidade de uma nova ligação.
Fala sobre o amor e o amar em cada detalhe”!
DIOGO PIÇARRA E MARIOZA LIZ JUNTOS EM "AMANHÂ"
Diogo Piçarra e Marisa Liz
Amanhã
Diogo Piçarra e Marisa Liz juntam-se em “Amanhã”, um novo tema que assinala o encontro de dois dos maiores nomes da música nacional.
Uma colaboração poderosa entre duas vozes únicas, “Amanhã” afirma-se como um verdadeiro hino de esperança - positivo, inspirador, e que promete deixar qualquer um motivado e pronto a conquistar tudo o que aí vem.
NAPA PRESTAM TRIBUTO A FLORBELA ESPANCA
NAPA
Amor Que Morre (Tributo Florbela Espanca)
O projeto Florbela, disco-tributo à obra de Florbela Espanca, apresenta um novo avanço com o lançamento de “Amor Que Morre”, interpretado pelos NAPA. O tema integra este álbum coletivo que musicou 14 sonetos da poetisa, numa abordagem contemporânea assinada por algumas das vozes mais relevantes da música portuguesa atual.
O álbum completo chega a 20 de março - véspera do Dia Mundial da Poesia, uma data que sublinha o carácter literário e simbólico do projeto
X-TENSE COM NOVIDADES
X-Tense e Tatiana Duarte
Flexin On U
Após o lançamento de “Kela Bullshit” do projeto “Gato Preto”, X-TENSE apresenta agora “Flexin On U”, do disco Nuno, um dueto com Tatiana Duarte num registo soul, inédito no catálogo do artista, e um instrumental clássico que remonta ao Doo-Wop dos anos 50. Neste novo single, X-TENSE e Tatiana narram uma separação com 2 perspectivas num dueto dramático. “Flexin On U” equilibra tradição e modernidade, resultando num tema intemporal com forte identidade artística. A canção explora a vulnerabilidade emocional de uma separação, apresentada em formato de diálogo, duas perspetivas complementares que se cruzam num dueto intenso e cinematográfico.
Flexin On U” amplia, mais uma vez, o espectro artístico de X-TENSE, provando a sua versatilidade criativa e a capacidade de reinventar a sua linguagem musical, explorando novos territórios sonoros e surpreendendo constantemente o seu público.
Sobre X-TENSE
X-TENSE, rapper e produtor português, construiu um percurso sólido e independente, marcado por uma escrita crua, irónica e profundamente autoral, aliada a uma identidade estética forte e coerente. Ao longo do seu trajeto lançou projetos marcantes como O Rei Vai Nu, Rosa Dragão, PABLO, IMFF (In My Fucking Feelings) e Nuno, trabalhos que revelam diferentes fases criativas e uma abordagem honesta e introspectiva à música. Para X-TENSE, cada projeto é pensado como um todo onde som, conceito e imagem caminham lado a lado. Reconhecido pela versatilidade e constante evolução, o artista tem vindo a expandir a sua linguagem sonora, cruzando influências e assumindo riscos criativos que reforçam a sua maturidade artística e ambição no panorama nacional.
Sobre Tatiana Duarte
Tatiana Duarte destaca-se como uma das vozes emergentes mais promissoras do universo Soul e R&B nacional. Com forte presença vocal e elevada sensibilidade interpretativa, imprime profundidade emocional a cada performance. A sua participação em “Flexin On U” consolida o seu posicionamento como artista de assinatura própria, capaz de transitar entre o clássico e o contemporâneo com elegância e autenticidade.
DAVID FONSECA LANÇA "NADA A PERDER"
“Há uns meses dei de caras e ouvidos com uma cassete que gravei num gravador digno de filme de breakdance em casa dos meus pais. Talvez tenha uns 15 ou 16 anos nesta gravação onde, armado com um orgão EKO, canto algumas canções que fiz na altura. Ao ouvir de novo esta gravação, não foram tanto as canções que me ficaram no ouvido (não gostei especialmente de nenhuma), mas o espírito de novidade e entusiasmo que senti quando as gravei sentado na cama do meu quarto de adolescente fez-me lembrar a razão pela qual gosto tanto de música. Talvez seja a forma mais evidente para mim de traduzir um ímpeto, uma força abstracta que, acredito, vive em cada um de nós constantemente e que procura a porta certa para sair. O primeiro single do meu décimo disco de originais em nome próprio (?!) estende a mão a essa energia da possibilidade, à ideia aventureira de ir só por ir, a fazer perguntas só no fim. A música continua a ser para mim um lugar de liberdade e risco, um sítio onde tudo pode ser maior do que parece, uma viagem sem chegada ou partida."
David Fonseca
David Fonseca edita hoje "Nada a perder" o primeiro single do seu décimo álbum de originais, que será apresentado ao vivo em Lisboa, no Sagres Campo Pequeno, no dia 28 de novembro e no Porto, na Super Bock Arena, no dia 21 de novembro. O single, que já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, antecipa um disco inteiramente cantado em português, onde a música surge como espaço de liberdade, aventura e risco, e revela a energia criativa que acompanha o cantor desde a adolescência.
O tema nasceu do encontro inesperado com uma cassete antiga, gravada em casa dos pais, onde a curiosidade e o entusiasmo de um adolescente se fizeram ouvir. Essa descoberta inspira um single que é, ao mesmo tempo, uma homenagem à essência de quem começou a escrever música por impulso e uma celebração da ideia de seguir caminhos sem garantias, de arriscar antes de medir.
Estas novidades surgem depois de um ano histórico para David Fonseca, que celebrou 25 anos de carreira a solo, com uma digressão que percorreu o país de norte a sul. Ao longo de mais de duas décadas e meia, editou 14 álbuns de estúdio e inúmeros singles que se tornaram referência, como “Kiss Me, Oh Kiss Me”, “Deixa Ser” ou “Someone That Cannot Love”, mantendo uma presença sólida, consistente e profundamente ligada ao público.
O último ano ficou ainda marcado com o regresso aos palcos dos Silence 4, com a banda a percorrer o país e a encher as maiores salas de espetáculos do país, incluindo quatro concertos na Super Bock Arena e dois na MEO Arena. Cada concerto reforçou a força duradoura de um repertório que atravessa gerações e mostrou a ligação única da banda com o público.
Este novo single prepara o terreno para o álbum de originais previsto para 2026. Entre memória, descoberta e inovação, David Fonseca reafirma-se como um artista que transforma a música em experiência, onde passado e futuro se cruzam e cada canção é uma porta aberta à possibilidade.
28 fev - CAE Portalegre
21 mar – A Anunciar
17 abr – A Anunciar
23 mai – Casino da Figueira, Figueira da Foz
30 mai – Evento Privado
5 jun – A Anunciar
24 jul – A Anunciar
16 ago – A Anunciar
11 set – A Anunciar
10 out – A Anunciar
21 nov – Super Bock Arena, Porto
28 nov – Sagres Campo Pequeno, Lisboa
MIDUS COM NOVO DISCO
Midus está de volta com “85–25”, um álbum que reflete (parte) dos 40 anos de vida “britânica” da cantora e baixista portuguesa. A viver em Londres desde meados dos anos 80, Midus retrata-se musicalmente neste álbum, com toda a experiência ali vivida, (em cujo início foi fundamental o apoio, o talento e a amizade de Luís Jardim, então um nome maior na cena musical britânica) experiência que a levou a tocar com gente como Anne Clark, Tanita Tikaram, Bryan Ferry, Aynsley Lister, Hugh Cornwell (Stranglers) ou Mel C (ex-Spice Girl), entre muitos outros.
“85-25” assume-se como uma viagem com quinze paragens (leia-se 15 temas) em épocas marcantes da música pop. De “Close to you” (100% Midus) a “Porto de Abrigo” o tema de apresentação do álbum, com João Cabeleira dos Xutos, como convidado, passando pelo rock do inicio dos anos 60 em “Shakin All Over” /Johnny Kidd), com uma paragem “Lá Longe”, tema de 1985, regravado 40 anos depois com dois nomes de peso: Tim Alford, guitarrista e parceiro musical de Midus, desde os primórdios desta experiência londrina e Christopher Elliot, pianista e orquestrador, nome impar no panorama musical britânico, que trabalhou com gente como Amy Winhouse, Mark Ronson, Adele, Miley Cyrus, George Michael, Paul McCartney, Marianne Faithfull, Elvis Costello ou Pretenders.
“85–25” permite-nos um olhar surpreendente sobre a carreira de Midus, um nome incontornável no universo pop rock mesclado de raízes lusas e britânicas. Ou talvez universais…
António Ramos
PZ CONVIDA JOANA ESPADINHA PARA MUSICA
© Rui Murka
Para este diálogo, cantado PZ convidou Joana Espadinha, cuja voz acrescenta ironia, empatia e clareza emocional ao tema. O resultado é um dueto cúmplice, onde duas perspetivas se cruzam como numa conversa de cozinha ao final do dia.
Musicalmente, a canção cruza electrónica, guitarras e elementos acústicos num registo inspirado pelo disco. Os arranjos de cordas — desenvolvidos por João Salcedo e PZ — ficaram a cargo das AdLib Strings, que já tinham colaborado com PZ na versão ao vivo de “Cara de Chewbacca”, trazendo uma dimensão mais emocional e cinematográfica ao tema
“Quem é Que Vai Lavar a Banca?” está disponível desde hoje nas principais plataformas digitais. O tema integra o calendário mensal do "Álbum de Família" de PZ, projeto que, ao longo de 2026, vai revelar 12 músicas, 12 convidados, e culmina numa edição especial em vinil no final do ano.
Ficha Técnica
Música, Letra, Produção, Voz, Baixo e Guitarra: PZ
Voz convidada: Joana Espadinha
Arranjo violinos: João Salcedo e PZ
Violinos: ADLIB Strings (Alexandra Camboa, Francisca Pinto-Machado, Gabriela Peixoto, Joana Viana)
Percussão: David Areal Pimenta
Dançarinas: We Dance (Elisa Pimenta, Leonor Quelhas, Mafalda Quelhas, Sofia Seada)
Assistente Produção: Francisca Lacerda
Gravação e Mistura: Zé Nando Pimenta
Assistente de Som: Sebastian Cabal
Gravado nos Estúdios Arda
Realização Vídeo: Vasco Mendes
O videoclipe, realizado por Vasco Mendes, nasce diretamente da sessão de gravação nos estúdios Arda e reforça o conceito de família alargada que atravessa todo o projeto: participam a filha de PZ, aluna da escola de dança WeDance; o seu sobrinho nas percussões; e, como sempre, o irmão Zé Nando Pimenta, responsável pela captação e mistura do som. O resultado é uma peça #ElectroDoméstica que cruza gerações, rotinas e afetos.
VELHOTE DO CARMO LANÇA NOVO SINGLE
Velhote do Carmo regressa com “Controlado”, um novo single que marca mais um passo firme no seu percurso e antecipa o lançamento do álbum de estreia, Transparente, previsto para Abril de 2026.
Escrita e composta por Velhote do Carmo, “Controlado” impõe-se desde o primeiro acorde pela sua força imediata: um tema com balanço pop-rock sustentado por músicos de enorme solidez. Na produção, Benjamim juntou-se a Velhote do Carmo para reforçar a identidade sonora electrizante de uma canção que promete ficar nos nossos ouvidos durante muito tempo.
“Controlado” é o retrato lúcido de alguém que não se apresenta resolvido, mas consciente. A canção não romantiza a superação nem promete finais redondos; assume o caos como parte da experiência e revela a aprendizagem silenciosa de quem aprendeu a mantê-lo à distância. Entre a instabilidade e a disciplina emocional, emerge uma voz que ainda procura respostas, mas que já encontrou o essencial: uma forma de continuar, com mais calma, menos solidão e um sentido de avanço sustentado pelo auto-conhecimento. — Velhote do Carmo.
Desde o lançamento do seu EP de estreia, Páginas Amarelas (2023), Velhote do Carmo tem sido apontado como uma das vozes mais promissoras da nova música portuguesa. Desde então tem vindo a pavimentar o seu percurso a solo com consistência, proximidade com o público e uma crescente maturidade artística.
Transparente, com edição prevista para Abril de 2026, nasce de um exercício profundo de auto-reflexão, crescimento e partilha, revelando um Velhote do Carmo mais consciente e aberto, mas sempre fiel à sua identidade.
Até ao lançamento de Transparente serão revelados mais dois singles.
Até lá há "Controlado" para ouvir em repeat!
BRUNO PERNADAS EDITA "UNLIKELY, MAYBE"
Bruno Pernadas lança hoje o seu 5.º álbum de originais, numa edição Pataca Discos. "unlikely, maybe" já está disponível em todas as plataformas e em breve na sua versão física em CD e vinil.
Uma obra dividida em 9 composições para secção rítmica, vozes, metais, madeiras e eletrónica. Um álbum que varia entre diversos estilos, onde a improvisação e a presença do jazz assumem um papel determinante.
Ao escutarmos "unlikely, maybe", somos levados pelas paisagens sonoras da música de fusão dos anos 80, indie, pop, jazz descontrolado, passando pelo dance hall proveniente da cultura sound system da Jamaica dos anos 50 e 60.
Bruno Pernadas assina como compositor, autor e produtor deste disco, com exceção da letra de "Já não tem mais encanto", que partilha com Rita Westwood, co-autora de trabalhos anteriores. O novo trabalho conta com a participação dos músicos Margarida Campelo, António Quintino, João Correia, Diogo Alexandre, José Soares, Teresa Costa, Jéssica Pina e Eduardo Lála. À voz de Margarida Campelo juntam-se também as cantoras convidadas Leonor Arnaut, Lívia Nestrovski e Maya Blandy.
Gravado no verão de 2025 entre Lisboa, Porto, Funchal e Azeitão; e o apartamento de Bruno Pernadas em pleno dia, sem isolamento acústico.
Nos próximos dias 19 e 20 de fevereiro, Bruno Pernadas e a sua banda renovada sobem ao palco da Culturgest, em Lisboa, a partir das 21H00 para os primeiros espetáculos de apresentação de "unlikely, maybe". A primeira data já se encontra lotada, mas é ainda possível comprar bilhetes para a segunda apresentação em Lisboa.
No dia 21 do mesmo mês atuam no Auditório de Espinho - Academia, num concerto que arranca às 21H30 e que se encontra igualmente esgotado.
Mais datas serão anunciadas em breve na digressão do novo disco de Bruno Pernadas.
Formação da banda ao vivo:
Direção musical, guitarras, sintetizadores, voz - Bruno Pernadas
Baixo elétrico, contrabaixo - António Quintino
Bateria - João Correia
Rhodes e sintetizadores - José Diogo Martins
Trompete, flugelhorn, voz - Jéssica Pina
Saxofone, flauta, voz - Maria João Leite
Flauta, voz - Teresa Costa (Lisboa) e Clara Saleiro (Espinho)
Voz, guitarras - Afonso Cabral
Voz (convidada) - Leonor Arnaut
"UNLIKELY, MAYBE" AO VIVO:
19 FEVEREIRO 2026 - CULTURGEST, LISBOA. Esgotado
20 FEVEREIRO 2026 - CULTURGEST, LISBOA. Bilhetes aqui [NOVA DATA]
21 FEVEREIRO 2026 - AUDITÓRIO DE ESPINHO - ACADEMIA. Esgotado
FEIRA POPULAR LANÇA "CARROSSEL"
Depois de se estrear em 2025 com o single “Não Sei Bem”, FEIRA POPULAR revela agora “Carrossel”, o segundo tema do projeto de António Agostinho e Gonçalo Costa e novo avanço para o EP de estreia, com lançamento marcado para 13 de março.
“Carrossel” conta com a participação especial de Femme Falafel e desenvolve-se em dois momentos distintos. O primeiro remete para o passado, convocando referências à Feira Popular de Lisboa - do Poço da Morte à vidente robótica que lia a sina por vinte escudos - e abordando de forma leve e nostálgica esse parque de diversões decrépito e cómico onde tantas memórias felizes da infância foram construídas.
O segundo momento surge no refrão e transporta a narrativa para o presente, deixando para trás as luzes e as memórias de outros tempos para um quotidiano onde a alegria ingénua parece ter-se dissipado. A canção reflete sobre o medo e a desconfiança generalizada dos dias de hoje, sublinhando a importância de manter o humanismo, a amizade e a entreajuda como formas de contrariar o mal que possa surgir.
FEIRA POPULAR é o projeto de António Agostinho e Gonçalo Costa, que conta pequenos contos da cidade com grandes sentimentos, cantando sobre os fantasmas de Lisboa e a promessa de algo novo que parece nunca chegar. Com canções em português diretas e viciantes, pensadas para o sing along, o duo transforma nostalgia em melodia synth pop.
“Carrossel” sucede a “Não Sei Bem”, single de estreia lançado no ano passado, que marcou a apresentação oficial do projeto e o início do percurso rumo ao primeiro EP. Tal como nesse tema inaugural, FEIRA POPULAR mantém uma escrita direta e imagética, onde passado e presente se cruzam num espaço emocional suspenso, agora ampliado pela colaboração com Femme Falafel.
O novo single “Carrossel” já se encontra disponível nas plataformas digitais e antecipa o EP de estreia de FEIRA POPULAR, com edição prevista para 13 de março.
O HOMEM QUE FUGIU DO MUNDO EDITA DISCO DE ESTREIA
Depois de lançar o single “Ícaro desce e vamos falar do sol” a 16 de janeiro, O Homem que Fugiu do Mundo acaba de editar o seu álbum de estreia, “Sílfio”, um trabalho conceptual que parte da metáfora de uma planta extinta para refletir sobre a condição humana contemporânea. O álbum conta com o Apoio Fundação GDA.
O Sílfio foi uma promessa de grandeza que se extinguiu, vítima da sua própria importância. Foi consumido pelo presente, sem que nada restasse para o futuro. Hoje, vivemos numa estranha repetição: a mente humana tornou-se o novo Sílfio. Mas com uma diferença cruel: nós somos a planta, e somos também quem a colhe. Uma força interior extrai e abusa da nossa humanidade, ignorando a nossa fragilidade, apenas para manter o sistema a funcionar. À medida que o real e o irreal colapsam numa simbiose explosiva, o disco confronta o ouvinte com uma questão inquietante: o que restará dos humanos? Talvez apenas um quotidiano trivial, esvaziado de origem e significado. Um mundo onde tudo continua, mas onde nada parece real.
Este universo conceptual começou a revelar-se com “Ícaro desce e vamos falar do sol”, primeiro avanço do álbum, onde o projeto propõe um diálogo simbólico entre Sísifo e Ícaro para refletir sobre o cansaço da repetição, a recusa do castigo mecânico e a necessidade de autodeterminação. A canção antecipou a lógica de “Sílfio”, um disco que observa criticamente um presente em que a mente se torna simultaneamente recurso e vítima de um sistema que exige produtividade constante, colocando em tensão o real e o irreal, o esforço e o colapso, a escolha e a fatalidade.
O Homem que Fugiu do Mundo é o projeto a solo de Vítor Pinto, músico, compositor e mente criativa ligada aos Malibu Gas Station. Embora exista há mais de uma década, o projeto manteve-se durante anos num registo íntimo e reservado, ganhando agora corpo público através de uma abordagem assumidamente DIY. Em “Sílfio”, tal como nos lançamentos anteriores, Vítor Pinto assina todas as etapas do processo criativo - da composição à produção, gravação e edição visual - afirmando uma linguagem autoral marcada pela introspeção, pela recusa de fórmulas e pela construção de um imaginário próprio.
O Homem que Fugiu do Mundo é o projeto a solo de Vítor Pinto, músico, compositor e mente criativa ligada aos Malibu Gas Station. Embora exista há mais de uma década, o projeto manteve-se durante anos num registo íntimo e reservado, ganhando agora corpo público através de uma abordagem assumidamente DIY. Em “Sílfio”, tal como nos lançamentos anteriores, Vítor Pinto assina todas as etapas do processo criativo - da composição à produção, gravação e edição visual - afirmando uma linguagem autoral marcada pela introspeção, pela recusa de fórmulas e pela construção de um imaginário próprio.
“Sílfio” afirma-se, assim, como um álbum de estreia profundamente reflexivo, que cruza pensamento filosófico, crítica social e experiência pessoal, propondo uma leitura inquieta do presente e do lugar do indivíduo num mundo em colapso silencioso.
LEFT. LANÇA VERSÃO DO HIT INTERNACIONAL 'FOLDED' PARA ASSINALAR O DIA DOS NAMORADOS
Fotografia: Guilherme Cabral
"Eu e a Sara somos obcecados com esta música desde que saiu, há quase um ano. Achei que era a oportunidade perfeita, especialmente desde que viralizou, para fazermos a nossa versão. A canção está super bem escrita e é um clássico instantâneo", afirma LEFT., que assina a produção do tema.
'Folded', de LEFT. e Sara Cruz, integra a compilação dedicada ao Dia de São Valentim, "Love 6.0", composta por reinterpretações de faixas de outros artistas, numa iniciativa anual que reúne vários cantores, músicos e produtores de todo o mundo. A canção é editada através do perfil alternativo de LEFT. nas plataformas de streaming, Right Right, no qual soma mais de 10 milhões de streams de reinterpretações de canções de outros cantores, à luz da sua própria palete de sonoridades.
Esta versão de 'Folded' junta-se à lista de temas que LEFT. tem vindo a lançar anualmente por altura do Dia dos Namorados, no âmbito do projeto da editora IndieMono: 'I'm With You' de Avril Lavigne, em 2021, o clássico 'My Funny Valentine', em 2022, 'if you're not the one' de Daniel Bedingfield, em 2023, ‘A Thousand Miles’ de Vanessa Carlton, em 2024 e 'So Sick' de Ne-Yo, em 2025.
'Folded' é o tema que sucede a 'Não Te Vou Largar', uma parceria entre LEFT. e Beatriz Caixinha, e 'Espinho', com o rapper xtinto e a cantora Sara Megre. As faixas foram lançadas em 2025 e integram "VOLUME II", o segundo álbum da AVALANCHE, plataforma de artistas que tem como propósito criar e promover música feita em colaboração.
LEFT. está a trabalhar em novas composições, após o terceiro disco e o primeiro inteiramente em português, "Limbo", considerado um dos 50 Melhores Álbuns Portugueses de 2024 para a BLITZ/Expresso. O projeto inclui os singles 'Violento' com L-ALI e Rossana, que teve rotação na Antena 3, 'Siga', com airplay na Rádio Comercial e Antena 3, 'Volto a Ti', que o cantor apresentou no Festival da Canção 2024, e 'Pulso', com JÜRA, faixa que teve rotação na Rádio Comercial e Batida FM.
LEFT. é o nome artístico de António Graça. Cantor, compositor, músico e produtor, só no Spotify, a sua discografia ultrapassa os 20 milhões de streams. Já trabalhou com alguns dos maiores nomes da música nacional, como Diogo Piçarra, Aurea, Rita Redshoes ou Fernando Daniel, e atuou em salas como o Musicbox, em Lisboa, e em festivais como o NOS Alive, apresentando-se, ainda este verão, nas Festas do Mar, em Cascais, e no Festival F, em Faro,
Enquanto Antony Left editou em 2017 o álbum de estreia indie-folk “Influence”. LEFT. nasceu em 2019 com uma sonoridade pop e eletrónica, audível nos singles ‘Indigo’, ‘Love’, ‘Confident’, ‘Gods Of Nothing’ e ‘Sympathize’, do aclamado álbum “Perspective”, editado em 2021.
Em 2023 lançou o EP "Pop-Snacks", composto por temas que foi partilhando em pequenos vídeos nas redes sociais, como 'Single', 'Bala' e 'Nemo', e colaborou com INÊS APENAS, em ‘Leve(mente)’, tema com rotação na Rádio Comercial e na Antena 3.
No final de 2024, LEFT. editou o terceiro álbum e o primeiro inteiramente em português, "Limbo", do qual fazem parte os singles 'Violento', com L-ALI e Rossana, com rotação na Antena 3, 'Siga', com airplay na Rádio Comercial e Antena 3, 'Volto a Ti', que apresentou no Festival da Canção 2024, e 'Pulso', com JÜRA, com rotação na Rádio Comercial e Batida FM. O disco foi considerado um dos 50 Melhores Álbuns Portugueses de 2024 para a BLITZ/Expresso, ocupando um honroso Nº 27.
Em simultâneo, LEFT. tem vindo a desenvolver o projeto AVALANCHE, um grupo de artistas que cria música em colaboração e que editou em 2022 o álbum "VOLUME I" e, mais recentemente, singles como 'Espinho', que junta LEFT. ao rapper xtinto e à cantora Sara Megre e 'Não Te Vou Largar', uma parceria entre LEFT. e Beatriz Caixinha. Ambas as faixas fazem parte de "VOLUME II", o segundo álbum da plataforma, lançado no final de 2025.
VSP AST LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA "LOBOTOMIA POP"
Lobotomia Pop, o álbum de estreia de VSP AST, já está disponível em todas as plataformas digitais. O projeto de Fernando Gariso apresenta um conjunto de 13 faixas que consolidam a estética sonora que o artista tem vindo a desenvolver, marcada pela fusão entre hyperpop, punk digital e influências urbanas contemporâneas. LP conta com produções de Bapcat, Survival, Cozy e Sr. Timóteo, reforçando a abordagem experimental que define o universo do músico.
A apresentação oficial do álbum está marcada para o dia 13 de março, na Casa Capitão, em Lisboa. O concerto assinala a primeira oportunidade de ouvir ao vivo o novo trabalho, e os bilhetes já se encontram disponíveis nos pontos de venda oficiais.
Assente num conceito provocador, LOBOTOMIA POP parte de duas ideias em tensão: “LOBOTOMIA”: inovação controversa, sacrifício aos deuses do conhecimento, um mal necessário; “POP”: inovação controversa, sacrifício aos deuses do conhecimento, um mal necessário?
O álbum emerge num contexto em que “o revival está morto” e a música gravada parece aproximar‑se de um ponto de saturação. A metáfora cirúrgica que atravessa o disco, o cirurgião que já não distingue um braço de uma perna, o paciente que não se queixa, funciona como imagem de um processo criativo que se move entre o caos, a reinvenção e a urgência de rasgar formas estabelecidas.
Depois do EP Putos Fixes Não Dormem (2025) e dos singles “Dúvida” e “Manicómio”, VSP AST aprofunda aqui a sua identidade artística. “Manicómio é a minha cabeça a falar sem filtros”, afirmou o artista no lançamento do segundo single, revelando um território psicológico onde pressão, ironia e confusão coexistem e se transformam em matéria musical.
Com Lobotomia Pop, VSP AST afirma‑se como uma das vozes mais inquietas da nova música portuguesa, explorando vulnerabilidade, instabilidade e intensidade emocional como motores de criação
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
PROGRAMA DE 12/02/26
2 - Macacos do Chinês - Desta vez















