quarta-feira, 8 de julho de 2026

FERSTIVAL ARTES À VILA REGRESSA AO MOSTEIRO DA BATALHA














O Festival Artes à Vila está prestes a iniciar mais uma edição, voltando a ocupar o Mosteiro da Batalha com três dias dedicados à música, ao património e à participação da comunidade. De 17 a 19 de julho, o evento volta a afirmar-se como um dos momentos culturais de referência na região, reunindo artistas consagrados, novas propostas artísticas e atividades para públicos de todas as idades, num cenário classificado como Património Mundial da UNESCO.

Cartaz e programação artística

A edição de 2026 apresenta um conjunto diversificado de artistas que irão atuar nos dois palcos do festival — Palco Play Tradicional e Palco Emergentes GDA. Entre os nomes confirmados estão Jorge Palma, Tomás Wallenstein, Ana Lua Caiano, Gabriel Gomes, puto bacoco, Lisa Sereno, thispage e Os Mimos, reforçando a aposta do Artes à Vila na música portuguesa, na criação contemporânea e na descoberta de novos talentos.

Atividades paralelas

Para além dos concertos, o festival integra exposições, oficinas, atividades para famílias e visitas guiadas ao Mosteiro da Batalha, num programa concebido para promover o diálogo entre música, património e comunidade, proporcionando experiências acessíveis e intergeracionais.


Compromisso com a comunidade

Membro do Clube para a UNESCO, o Artes à Vila reforça este ano o seu compromisso social, convidando instituições da região a levar gratuitamente os seus utentes aos concertos de Tomás Wallenstein e puto bacoco. Esta iniciativa pretende aproximar a cultura de públicos que habitualmente enfrentam maiores barreiras de acesso.

Informações gerais

O festival decorre de 17 a 19 de julho, no Mosteiro da Batalha. O programa completo encontra-se disponível online.

Os últimos bilhetes estão à venda.



TRIBUTO IMIGRANTE A FAUSTO CHEGA ÀS PLATAFORMAS DIGITAIS A 10 DE JULHO E APRESENTA-SE AO VIVO EM OVAR





















Idealizado por Carlos Cesar Motta e Fred Martins, o projeto reúne músicos residentes em Portugal para revisitar o universo de Fausto a partir de novas geografias musicais.

O lançamento digital acontece esta sexta-feira, 10 de julho, seguindo-se a apresentação ao vivo no sábado, 11 de julho, no FESTA – Sons da Lusofonia, em Ovar.
 
Há artistas cuja obra permanece em permanente movimento. Fausto é um deles. poeta, compositor e contador de histórias, fez da viagem, da diáspora, do encontro entre povos e da memória atlântica alguns dos grandes temas da música portuguesa contemporânea. Não por acaso, nasceu em pleno Oceano Atlântico, durante uma viagem marítima entre Portugal e Angola — um lugar de passagem que, décadas mais tarde, parece encontrar um novo significado em Do Cabo do Mundo – Um Tributo Imigrante a Fausto.

Idealizado pelos músicos Carlos Cesar Motta e Fred Martins, o projeto reúne um coletivo de artistas emigrados residentes em Portugal que partilham uma condição comum: viver entre geografias, culturas e identidades. É precisamente desse "entre-lugar" que nasce esta homenagem, construída a partir de diferentes perspetivas musicais e culturais, mas unida pela língua portuguesa e pela extraordinária atualidade da obra de Fausto.

O álbum fica disponível em todas as plataformas digitais já a 10 de julho, seguindo-se, no dia 11 de julho, a sua apresentação ao vivo no FESTA – Sons da Lusofonia, num concerto marcado para as 18h00, no Palco Verde do Parque Urbano de Ovar.

Mais do que um disco de versões, Do Cabo do Mundo – um Tributo Imigrante a Fausto propõe uma nova leitura do repertório de Fausto. As canções mantêm intacta a força da sua escrita, mas encontram novas cores através das tradições musicais africanas e brasileiras trazidas pelos músicos que lhes dão voz.

A direção musical é assinada por Carlos Cesar Motta, que partilha os arranjos com Fred Martins e Kito Siqueira. O resultado é uma sonoridade onde o ritmo assume um papel central: uma linguagem construída sobre a polirritmia, a riqueza das percussões e a convivência natural entre diferentes universos musicais, aproximando o cancioneiro de Fausto de expressões como o samba, o maracatu, o forró, a bossa nova, a morna, o funaná e outras tradições do espaço atlântico.

Também as diferentes origens e sotaques dos intérpretes passam a integrar a própria narrativa musical do disco. Se na obra de Fausto o Atlântico é território de partida, chegada e cruzamento de culturas, neste projeto torna-se igualmente um espaço de criação contemporânea, onde Portugal dialoga com Brasil, Cabo Verde e Moçambique através da música.

Ao longo de nove temas, Do Cabo do Mundo – um Tributo Imigrante a Fausto revisita algumas das composições mais marcantes de Fausto:

Lembra-me um Sonho Lindo
Por Este Rio Acima
Ali Está a Cidade
Foi Por Ela
De Ocidente ao Oriente
Gargalham Muito as Sarracenas
Soldados de Baco
À Deriva Porto Rico
Rosalinda

 
O álbum conta com as participações especiais dos cantores Selma Uamusse, Nancy Vieira, Luca Argel e Nani Medeiros, reunindo ainda uma banda composta por músicos provenientes de diferentes geografias lusófonas:

Fred Martins – violão
Rolando Semedo – baixo
Carlos Cesar Motta – percussões
Pablo Marques – sopros
Kito Siqueira – sopros
Pri Azevedo – teclado e acordeão

Mais do que celebrar um dos mais importantes compositores portugueses, Do Cabo do Mundo – um Tributo Imigrante a Fausto reafirma a capacidade da obra de Fausto para continuar a inspirar novas leituras e novos encontros. Um tributo que não procura recriar o passado, mas prolongar a viagem iniciada pelas suas canções, fazendo delas um lugar de diálogo entre diferentes culturas, gerações e margens do Atlântico.

Edição independente, com distribuição Symphonic, o disco conta com a coprodução da Casa Varela e do Teatro-Cine de Pombal, onde foi estreado ao vivo em abril. 

MANEL SOARES EDITA EP DE ESTREIA "ESPERO QUE ESTEJAS BEM'





















Fotografia: Jaime Ferreira 

Após os singles ‘Sem Mim’ e ‘Olha As Coisas Que Faço’, o cantor e compositor apresenta o primeiro curta duração, com canções Pop Rock sobre amores mal resolvidos, noites longas e a tentativa de seguir em frente.

“Espero Que Estejas Bem” é o EP de estreia de Manel Soares, já disponível em todas as as plataformas digitais. Produzido por Filipe Survival - reconhecido pelas colaborações com artistas como Fernando Daniel, Mimicat e INÊS APENAS - e com influências que vão da Pop ao Rock, passando pela música alternativa, o curta duração reúne um conjunto de canções emocionais, diretas e com uma estética pensada para o palco, construídas entre desgostos amorosos, memórias e aquela sensação persistente de existir algo por resolver quando uma relação termina.

Nas palavras de Manel Soares, “ao fazer este EP percebi que acabava por escrever muito sobre relações passadas e o processo de tentar seguir em frente. Tanto que o título só surgiu quando fizemos a última música, ‘Espero Que Estejas Bem’. A ideia veio muito daquele momento em que envias uma última mensagem e ficas à espera de uma resposta. Quando percebes que essa resposta não vai chegar, acabas só por enviar um "espero que estejas bem" e tentas seguir em frente. Estas músicas acabaram por ser a minha forma de lidar com tudo isso".

O processo criativo do projeto decorreu ao longo de vários meses, com o produtor Filipe Survival e as cantoras e compositoras Ella Nor, Isaura e Maria Castro. Nessas sessões, Manel Soares encontrou espaço para a experimentação sem filtros, o que permitiu que encontrasse a sua identidade musical de forma sólida. O EP é acompanhado pelo novo single 'Sinal' e inclui os temas ‘Sem Mim’ e ‘Olha As Coisas Que Faço’, que anteciparam esta nova fase artística do cantor e compositor lisboeta.

“Sinto que este EP é um projeto no qual consigo mostrar quem sou musicalmente. Se alguém quiser conhecer-me através destas músicas, fico mesmo confortável com isso porque o resultado representa-me muito bem", afirma Manel Soares.

"A ‘Sinal’ fala metaforicamente da ideia de sentirmos a outra pessoa na forma de um sinal de rádio, numa frequência que não conseguimos ouvir bem, porque o sinal continua lá mas é fraco. A 'Olha As Coisas Que Faço’ nasceu da vontade de criar uma música mais feliz, com uma energia leve, que evoca ambientes de verão, praia e celebração. Finalmente, o primeiro single é uma forma de dizer adeus e apresenta uma narrativa sobre desejar que a outra pessoa esteja bem 'Sem Mim'", confessa o artista.

“Espero Que Estejas Bem” marca o arranque oficial da nova etapa artística de Manel Soares. Já disponível em todas as plataformas digitais, o EP apresenta-o como um artista que transforma vulnerabilidade em poderosos refrões Pop Rock e se afirma como um dos novos nomes da música portuguesa a acompanhar de perto. O EP conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.



SARAH NEGRA LANÇA NOVO SINGLE “GIRA” DO PRIMEIRO ÁLBUM DE ORIGINAIS AMOR E MAGIA



Depois do concerto de lançamento de Amor e Magia na Casa Capitão, Sarah Negra revela "Gira", um dos temas mais luminosos e libertadores do álbum.

A canção nasce da convicção de que o corpo guarda uma sabedoria própria e de que o movimento é uma das formas mais poderosas de transformação.

Mais do que uma canção sobre dançar, "Gira" é um convite a regressar ao corpo como lugar de presença, liberdade e regeneração. Através do ritmo, da repetição e da entrega ao movimento, o tema explora a forma como a dança pode dissolver tensões, desbloquear emoções e alterar a nossa energia. Cada volta, cada passo e cada gesto tornam-se uma possibilidade de libertação, lembrando que o corpo possui uma inteligência capaz de nos reconectar com a nossa essência.

"Gira" ocupa um lugar especial enquanto manifesto de liberdade corporal e emocional. É uma canção que convida cada pessoa a abandonar o controlo, a escutar o próprio corpo e a descobrir, no movimento, uma forma de cura, renovação e transformação.
 
Sarah Negra (Sara Ribeiro) é uma criadora multidisciplinar, poeta, cantora. Criadora e atriz, a sua afirma-se pela intensidade, pelo risco e por uma presença artística profundamente magnética. O seu trabalho atravessa música, artes performativas e visuais, construindo um universo onde o corpo, a palavra e a emoção se tornam ferramentas de transformação e confronto e libertação direta com o público.

Entre palco e estúdio, Sarah Negra afirma-se como uma artista total — uma mulher que escreve, interpreta e transforma, criando experiências que rompem e questionam os formatos tradicionais dos encontros entre artistas e públicos, e se aproximam de um território onde arte, corpo magia e presença se fundem.

Na música, desenvolve um percurso autoral onde a canção se cruza com a poesia e a performance. Fundadora de projetos como Los Negros e, mais recentemente, Sarah Negra, assume a escrita, composição, voz e direção artística, construindo uma linguagem própria que escapa a géneros e convenções. No universo de Sarah Negra, cada canção é um ato de presença — um espaço de libertação, tensão e transcendência, aqui ao lado dos músicos Ricardo Martins e Alexandre Bernardo a liberdade é matéria de ascensão.

O seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, consolida a sua identidade enquanto uma das vozes mais singulares da nova criação contemporânea portuguesa e expande o seu universo artístico, cruzando música, ritual, política e espiritualidade numa proposta estética intensa, atual e profundamente envolvente.

O novo disco conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo e vídeos de Carlos Miranda. Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígida.

https://www.instagram.com/itsarahnegra/

MIGUEL MARÔCO AO VIVO

 



















Depois de ter enchido o B.Leza para a apresentação em Lisboa do álbum “Desgraça”, Miguel Marôco anuncia novas datas na sua digressão, incluindo passagens por grandes festivais, como o Ageas Cool Jazz, dia 31 de Julho, e o Jazz na Relva, em Paredes de Coura, dia 13 de Agosto.

A digressão passa então pelo Ageas Cool Jazz, em Cascais, dia 31 de Julho, pelo Jazz na Relva, em Paredes de Coura, dia 13 de Agosto, por Famalicão, dia 15 de Agosto, pelo Porto, acompanhado por Mimi Froes, dia 30 de Agosto, por Alcanena no 19 de Setembro, acompanhado por músicos do CAORG e da Sociedade Musical Mindense dirigido por Martim Sousa Tavares e pelo Festival Cuca Monga, em Lisboa, dia 25 do mesmo mês.

O álbum “Desgraça” conta com 12 canções originais, todas com autoria e composição de Miguel Marôco, excepto a canção de abertura, “Desgraça (check-in)”, com letra e narração de Madalena Tamen. Os arranjos e a produção ficaram também a cargo de Miguel Marôco, sendo a mistura de Gonçalo Bicudo e a masterização de Pedro Joaquim Borges. Conta com a participação de Zé Maria no tema “Farra & Folia” e de Justin Stanton em “Nuvem”.

“Desgraça” pode ser ouvido em todas as plataformas digitais e os bilhetes para os concertos encontram-se à venda nos locais habituais.

AGENDA

AGEAS COOL JAZZ
31 de Julho - Parque Marechal Carmona
Bilhetes disponíveis aqui

PAREDES DE COURA
13 de Agosto - Jazz na Relva
Entrada gratuita

FAMALICÃO
15 de Agosto - ⁠Praça Mercado de Famalicão

PORTO
30 de Agosto - TBA
Entrada gratuita

ALCANENA
19 de Setembro - TBA
Entrada gratuita

FESTIVAL CUCA MONGA
25 de Setembro - Lisboa
Bilhetes disponíveis aqui

BRUNO CELTA CELEBRA 15 ANOS DE CARREIRA





















Bruno Celta celebra 15 anos de carreira com regresso em grande aos palcos no Cooperativa Fest. O músico e produtor sobe ao palco no dia 18 de julho para apresentar, em primeira mão, os novos singles "La Vendetta" e "Atlas" no festival que promete abanar a Margem Sul.

Bruno Celta está oficialmente de volta aos grandes palcos. O reconhecido músico e produtor escolheu a primeira edição do Cooperativa Fest para celebrar uma marca redonda e incontornável no seu percurso: 15 anos de uma carreira pautada pela irreverência e pela paixão pela música.

O reencontro com o público está marcado para o próximo dia 18 de julho, por volta das 21h30, num alinhamento que promete elevar a temperatura da Margem Sul. Para além de revisitar o seu legado, Bruno Celta traz na bagagem dois trunfos de peso: a apresentação ao vivo dos seus novos e aguardados singles, "La Vendetta" e "Atlas".

Surgindo com a força e o espírito do extinto e saudoso Sons no Montijo, o Cooperativa Fest emerge pela primeira vez este ano como uma lufada de ar fresco no panorama cultural regional e prometendo afirmar-se rapidamente como uma referência no circuito de música ao vivo.

A atuação de Bruno Celta neste novo palco assume-se como um dos momentos mais aguardados do festival, fundindo a maturidade de 15 anos de estrada com a energia crua e renovada do seu material mais recente.

Informações do Evento:
Evento: Cooperativa Fest (1.ª Edição)
Artista: Bruno Celta
Data: 18 de Julho de 2026
Hora: 21h30
Local: Montijo

terça-feira, 7 de julho de 2026

PROGRAMA DE 07/07/26

1 - Paul Oak - Sunny afternoon
2 - John Mercy - Strong sex
3 - Victor Torpedo e António Olaio - Follow me
4 - Bloom - Walking on water
5 - Bruno Pernadas - Steady grace
6 - Noiserv - 20.27. a long journey in a little train to Poland
7 - Monsterpiece - Bottle of wishes
8 - Voronet Blue - Juliette
9 - Astronauta Desaparecido - Comme ça (c/ Voz de Antonin Artaud)
10 - Jesuíno - Lust to dust
11 - Aftervoid - Negative space II
12 - João Lucas - Chaos paradise
13 - Orquestra Popular de Paio Pires - Arroz doce

CARLOS ALBERTO MONIZ CELEBRA 55 ANOS DE CARREIRA













No próximo dia 25 de julho, o palco do Teatro Micaelense recebe um dos momentos mais aguardados da programação da PDL 26 - Ponta Delgada Capital Portuguesa da Cultura. O emblemático cantautor Carlos Alberto Moniz une-se ao talentoso pianista Gabriel Pinto para o espetáculo "Na Primeira Pessoa", uma viagem musical que cruza memórias, poesia e a alma açoriana.

Um dos poucos cantores e autores que viveram e cantaram a revolução antes do próprio dia 25 de Abril de 1974, Carlos Alberto Moniz traz ao palco um concerto que é o espelho exato do seu percurso de vida. Aos 76 anos de idade e com 55 anos de uma rica carreira artística, o músico convida o público a navegar por um mar de influências, cumplicidades e vivências.

Tendo como pano de fundo as suas raízes, o Mar e os Açores, o espetáculo terá um foco muito especial na palavra. Carlos Alberto Moniz irá interpretar temas que imortalizam a beleza e a força da música açoriana, prestando uma sentida homenagem aos poetas açorianos e aos grandes vultos da nossa língua, numa viagem musical que cruza os Açores com as marés de todo o Portugal.

"Este concerto recusa parar no passado. É um cantar vivo contra o esquecimento, contra a inércia e o conformismo; um manifesto pela Verdade, pelo Conhecimento, pela Integração e, no fundo e sempre, pela LIBERDADE!"

A entrada para este espetáculo é gratuita, mas sujeita a reserva prévia obrigatória. Devido à lotação limitada do espaço e ao carácter histórico do evento, aconselha-se o público a garantir o seu lugar com antecedência junto da bilheteira do Teatro Micaelense ou através dos canais oficiais da PDL 26.

SINGLE DE ESTREIA DE LUME AZUL

Os Lume Azul surgem de forma espontânea em 2025, em Almada. Embora a vontade de criar música em conjunto já existisse há muito, foi um convite inesperado para tocar num evento que transformou essa intenção em realidade.

O que começou como um momento pontual rapidamente se tornou numa ambição contínua. Inicialmente apresentaram temas originais em formato de dueto, explorando a dinâmica entre duas vozes, guitarra e baixo, e dando os primeiros passos na construção de uma identidade própria.

Com o tempo, as músicas foram pedindo mais corpo e novas camadas sonoras. O projeto expandiu-se com a integração de novos músicos na guitarra, baixo e bateria, dando origem à formação atual da banda. 

Hoje, os Lume Azul afirmam-se como um projeto coletivo de pop-rock português, construído a partir da combinação de diferentes influências e experiências musicais, mas sempre com mesmo ponto de partida: a vontade de criar e partilhar música de forma autêntica.

MEU GENERAL A 10 DE JULHO EM CINFÃES





















O ÁLBUM VÊ A LUZ DO DIA A 22 DE JULHO, numa sessão de apresentação muito especial no Arda Recorders, no Porto.

Mais do que um concerto, será uma experiência diferente: o álbum será interpretado ao vivo em estúdio, num espaço de referência nacional e internacional.

Editado em VINIL E CD, este novo trabalho assinala uma nova fase na carreira de Meu General, reforçando uma identidade sonora mais madura, enérgica e emocional.

É estar com a banda no seu ambiente natural. Desvendar os detalhes de um estúdio e a sua dinâmica.

A apresentação contará ainda com a participação especial de João Cabeleira(Xutos&Pontapés), convidado da banda no tema "Se Esperas", nesta noite de celebração.

A sessão tem lotação extremamente limitada a apenas 50 entradas, tornando este momento ainda mais exclusivo.

O acesso ao concerto é garantido através da aquisição do álbum (VINIL + CD).

Oportunidade de assistir ao vivo Meu General, num ambiente único e de grande proximidade com a banda.

No dia 22 de julho, todos os caminhos vão dar ao Arda Recorders.

Uma noite irrepetível para celebrar um disco que foi feito para ser sentido ao vivo. 

O GAJO AO VIVO





















No próximo sábado dia 11 de Julho, O GAJO estará no Cartaxo para a apresentar o disco "Trovoada".

O concerto integra a programação cultural do Museu Rural e do Vinho, que propõe o ciclo “Um Copo de…”, juntando música e vinhos, com provas de vinhos Tejo durante os concertos.

Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo
21h30, Entrada Livre

PRÓXIMAS DATAS:
- 11 Julho - Cartaxo
- 25 Julho - Arcos de Valdevez
- 26 Julho - Santiago de Compostela
-14 Agosto - São Brás de Alportel
- 20 Agosto - Sines
- 5 Setembro - Tavira
- 19 Setembro - Salvaterra de Magos

MÊDA+ REVELA PROGRAMAÇÃO DIÁRIA


 

















O Festival Mêda+ acaba de revelar a distribuição diária da programação da sua 12.ª edição, que regressa à cidade da Mêda entre os dias 22 e 25 de julho. Com entrada e campismo gratuitos, o festival volta a afirmar-se como um dos projetos mais singulares do circuito nacional, distribuindo a sua programação pelos palcos Pé em Triste, Mercado e Mêda+.

A edição de 2026 arranca no dia 22 de julho com o tradicional warm-up, que terá lugar no palco Pé em Triste. A noite de abertura contará com o concerto de Novos Românticos, às 22h00, e DJ Tam, às 23h30, antecipando três dias de programação dedicada à música portuguesa contemporânea.

No dia 23 de julho, o festival inicia-se com atuações de Themandus e MALABOOS no palco Pé em Triste. Seguem-se Bonança e o espetáculo especial que reúne Félix Gambino, Saloio e O Homem que Fugiu do Mundo, resultado de uma residência artística centrada na interpretação de poemas de Manuel Daniel, figura maior da cultura e da escrita da Mêda. A programação principal prossegue com Esquerda, Mr. Gallini e Mães Solteiras, encerrando a noite com Sónia Trópicos.

A 24 de julho, sobem aos palcos Clarisse e os Desviados, bbb hairdryer, Ana de Llor e Duques do Precariado. No palco principal, a noite será marcada pelos concertos de Marquise, Da Chick e Unsafe Space Garden, terminando com Magupi no palco Mercado.

O último dia do festival, 25 de julho, recebe Deambula, Traz os Monstros, Monch Monch e o concerto especial de Senza com a Orquestra do Centro de Formação Musical de Mêda. O encerramento da edição ficará a cargo de Três Tristes Tigres, Expresso Transatlântico e Motherflutters, seguindo-se M.Dusa para a última atuação da noite.

Ao longo de quatro dias, o Mêda+ mantém a aposta numa programação que cruza propostas emergentes, projetos experimentais e artistas já consolidados, preservando uma identidade construída em torno da descoberta musical, da proximidade com o público e da valorização cultural do interior do país.

Promovido por uma associação juvenil sem fins lucrativos, o festival continua a afirmar-se como um espaço de encontro entre música, território e comunidade, mantendo um modelo raro no contexto dos festivais de verão portugueses através da gratuitidade da entrada e do campismo.

22 de julho (Warm-up)

Palco Pé em Triste

22h00 - Novos Românticos
23h30 - DJ Tam

23 de julho

Palco Pé em Triste

18h00 - Themandus
19h00 - MALABOOS

Palco Mercado

20h15 - Bonança
21h00 - Félix Gambino + Saloio + O Homem que Fugiu do Mundo

Palco Mêda+

22h30 - Esquerda
23h45 - Mr. Gallini
01h00 - Mães Solteiras

Palco Mercado

02h30 - Sónia Trópicos

24 de julho

Palco Pé em Triste

18h00 - Clarisse e os Desviados
19h00 - bbb hairdryer

Palco Mercado

20h15 - Ana de Llor
21h00 - Duques do Precariado

Palco Mêda+

22h30 - Marquise
23h45 - Da Chick
01h00 - Unsafe Space Garden

Palco Mercado

02h30 - Magupi

25 de julho

Palco Pé em Triste

18h00 - Deambula
19h00 - Traz os Monstros

Palco Mercado

20h15 - Monch Monch
21h00 - Senza + Orquestra do Centro de Formação Musical de Mêda

Palco Mêda+

22h30 - Três Tristes Tigres
23h45 - Expresso Transatlântico
01h00 - Motherflutters

Palco Mercado

02h30 - M.Dusa

Festival Mêda+ 2026
22 a 25 de julho
Entrada e campismo gratuitos

JANEIRO NO JAZZ NA RELVA EM PAREDES DE COURA















Fotografia: Daniela Gandra

Depois de lançar o primeiro single do seu próximo álbum, o tema “Cor Lá Fora” em dueto com Valter Lobo, Janeiro ruma a Paredes de Coura para um concerto no Jazz na Relva, dia 12 de Agosto, no qual se podem esperar surpresas.

Ainda no fim de Junho o artista atuou em Macau a propósito das comemorações do Mês de Portugal, na sala Fantasy Box do MGM Macau, num espetáculo que emocionou o público e a imprensa presentes, ditando um futuro auspicioso para esta nova fase da carreira do artista.

Deste concerto especial surge um vídeo ao vivo da nova canção “Cor Lá Fora”, desta feita sem Valter Lobo mas com Miguel Marôco a acompanhar, que nos traz um pouco do ambiente e da beleza do espetáculo que Janeiro levou a Macau.

Janeiro regressa aos palcos já dia 12 de Agosto, no Jazz na Relva em Paredes de Coura, com entrada gratuita. Um concerto a não perder.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

PROGRAMA DE 06/07/26












1 - Heavenwood - The moon
entrevista Ricardo Dias dos Santos (Heavenwood)
2 - Heavenwood - The world
3 - Voronet Blue - Juliette
4 - Monsterpiece - Erotic heaven
5 - Musgos - Floresta
6 - Albatroz - Old school rock and roll
7 - Homem-Fluxo - Silêncio

NOVO TEMA DE JOÃO FARINHA





















Já se encontra disponível em todas as plataformas digitais "COIMBRA", o novo tema de João Farinha, inspirado na identidade única da cidade e na profunda ligação que gerações de estudantes, artistas e visitantes mantêm com Coimbra.

O videoclipe oficial teve a sua estreia absoluta no passado 4 de julho, no âmbito da Cerimónia Comemorativa do Dia da Cidade de Coimbra, realizada na Antiga Igreja do Convento São Francisco, tendo assinalado, por convite da Câmara Municipal de Coimbra, a abertura da cerimónia oficial.

Mais do que um lugar, Coimbra é uma memória coletiva, um património vivo construído por gerações que nela estudaram, viveram, sonharam e cantaram. Cidade de conhecimento, cultura e tradição, continua a afirmar-se como um espaço de encontro entre passado e futuro, onde a história se cruza diariamente com a criação artística.

Com letra e música de João Farinha e arranjos de Pedro Carvalho, o tema une a tradição do Fado de Coimbra a uma dimensão orquestral contemporânea, numa interpretação que reúne João Farinha, Hugo Gamboias (guitarra portuguesa), Diogo Passos (guitarra clássica) e a Orquestra Clássica do Centro, sob direção do maestro Sérgio Alapont.

Gravado no Cineteatro Messias, na Mealhada, "COIMBRA" presta homenagem ao espírito coimbrão através de uma linguagem musical que aproxima a tradição do Fado de Coimbra da sonoridade da Orquestra Clássica do Centro.

O tema e o respetivo videoclip encontram-se já disponíveis nas principais plataformas digitais.

Ficha Técnica

Título: COIMBRA

Letra e Música: João Farinha
Arranjos: Pedro Carvalho
Áudio Voz: João Farinha
Orquestra: Orquestra Clássica do Centro
Direção da Orquestra: Maestro Sérgio Alapont
Guitarra Portuguesa: Hugo Gamboias
Guitarra Clássica: Diogo Passos
Gravação, edição, mistura e masterização: Rodolfo Cardoso
Gravado no Cineteatro Messias (Mealhada), maio de 2026
Vídeo Captação e edição: Tiago Cerveira

OMT EM COIMBRA RECEBE NOITE DE COMEMORAÇÃO DE FAUSTO BORDALO DIAS

 










No dia 8 de julho (4ª feira), às 21h30, a Sala Laborinho Lúcio da Oficina Municipal do Teatro vai acolher uma noite muito especial. O Coimbra Jazz Ensemble, em coprodução com o Teatrão e a ACERT no âmbito da rede Centro Radiante, vai passar pela sala principal deste teatro com o seu mais recente projeto: “Como um sonho lindo – uma viagem através do cancioneiro de Fausto Bordalo Dias”. O projeto conta com direção artística de Rui Lúcio, arranjos e direção musical de Luís Figueiredo e João Mortágua e vozes de José Santos e Carolina Cardetas.

O universo onírico serve de fio condutor à viagem musical que de evocação e tributo à obra singular de Fausto Bordalo Dias que o Coimbra Jazz Ensemble propõe. Criador de uma linguagem estética inconfundível, Fausto inscreveu no nosso imaginário um repertório onde a História, a reflexão política e a tradição popular se entrelaçam com rara densidade poética, desafiando sucessivas gerações a escutar para além do óbvio e a redescobrir matrizes sonoras menos exploradas. 

Movido por uma profunda ligação às suas raízes culturais, o compositor percorreu e reinventou os ritmos tradicionais portugueses, enriquecidos por influências sonoras de diversas geografias, da África à Ásia, numa paleta musical ampla e sofisticada que confere à sua obra um carácter simultaneamente identitário e universal.

Neste concerto, dez das suas canções mais emblemáticas são reinterpretadas pelo Coimbra Jazz Ensemble, projeto fundado em 2014 e reconhecido pela sua vocação multicultural que cria pontes entre diferentes linguagens musicais. Mais do que um concerto, esta será uma noite de encontro entre memória e reinvenção, onde tradição e contemporaneidade se cruzam para dar nova vida a um dos universos mais marcantes da música portuguesa.

O Coimbra Jazz Ensemble é um projeto musical multicultural, fundado por Rui Lúcio, que reúne um grupo de músicos da Região Centro de Portugal. Desde a sua fundação, em 2014, procurou desenhar um trajeto de abrangência com vários géneros musicais e outras formas de expressão artística, criando, sempre que possível, pontes artísticas com vários parceiros nacionais e estrangeiros. Ao longo dos últimos dez anos partilhou o palco com referenciados artistas de diferentes esferas musicais, como: Jacinta Ramos, Kiko Pereira, Adam Rapa, Gileno Santana, Giovani Malini, Rafael Rocha ou Chuck Wansley.

Os bilhetes estão esgotados.

SENSIBLE SOCCERS ANUNCIAM NOME DO DISCO E PRIMEIRAS DATAS DE APRESENTAÇÃO


















Créditos: Carlos Lobo.

Depois da edição de 2 EPs de remisturas, os Sensible Soccers apresentam Camminando Di Notte, novo longa-duração que chegará no seu formato físico e a todas as plataformas de distribuição musical em setembro 2026.

Ao vivo a digressão deste novo espetáculo arranca no Theatro Circo (Braga), a 25 de setembro, seguindo depois para o Clube B.Leza (Lisboa), a 15 de outubro. Serão as estreias em palco do quinto álbum da banda, intitulado Camminando di Notte, editado pela 8mm Records e marcando o início de um novo capítulo num percurso que tem vindo a afirmar-se como um dos mais singulares da música instrumental portuguesa.

Os bilhetes para os concertos de apresentação já se encontram disponíveis aqui. Mais datas serão adicionadas à digressão de apresentação de Camminando Di Notte.

Composto por oito temas, o novo álbum sucede a Manoel e chega após a edição de dois EPs de remisturas assinadas por nomes como Mad Professor, Danilo Plessow (Motor City Drum Ensemble), Peaking Lights e Tolouse Low Trax. As remisturas chegaram antes das próprias faixas, abrindo caminho para as versões originais que só agora se revelarão.

Os Sensible Soccers são André Simão, Hugo Gomes, Manuel Justo e Sérgio Freitas, juntando-se-lhes em palco João Nuno Vilaça.

Depois de várias edições iniciais — um EP em 2011, Fornelo Tapes Vol. 1 e o single “Sofrendo Por Você” —, a banda lançou em 2014 o seu primeiro álbum, 8, destacado pela imprensa nacional como um dos discos portugueses do ano. Em 2016 editaram Villa Soledade, que deu origem a uma extensa digressão em Portugal e no estrangeiro. Seguiu-se Aurora (2019), produzido por B Fachada. Durante a pandemia, o grupo compôs novas bandas sonoras para os filmes Douro, Faina Fluvial e O Pintor e a Cidade, de Manoel de Oliveira, trabalho que deu origem a Manoel, o quarto álbum da banda.

Desde o final de 2024, os Sensible Soccers dedicam-se à criação deste novo disco, que chega em setembro e cuja apresentação ao vivo assinala mais um passo na evolução de uma linguagem musical própria, onde a eletrónica e os instrumentos orgânicos convivem num equilíbrio entre pulsação, melodia e estruturas em constante progressão.

BILHETES THEATRO CIRCO (BRAGA) - 25 SETEMBRO
BILHETES B.LEZA (LISBOA) - 15 OUTUBRO

TRIO PAGÚ EM BRAGA

 



















O Trio Pagú apresenta-se em Braga na Praça Municipal no próximo dia 9 de julho, às 21h45, com o seu mais recente espetáculo, “Simplesmente”.

Num ambiente intimista, acolhedor e envolvente, a banda convida o público a embarcar numa viagem musical marcada pela sensibilidade e autenticidade. O repertório reúne composições originais que retratam o quotidiano, os afetos e, sobretudo, o amor, através de letras profundas e melodias cativantes.

O Trio Pagú é formado por Alex Liberalli, Budda Guedes, Cláudio Cacau e Aury Santos, músicos que unem talento, cumplicidade e uma identidade artística singular, proporcionando um concerto memorável e de grande proximidade com o público.

A entrada é gratuita.

domingo, 5 de julho de 2026

BARCO'26 ATRACA DIA 11 DE JULHO EM GUIMARÃES

 



















Praia Fluvial de Barco, em Guimarães, recebe no próximo sábado, 11 de julho, mais uma edição do BARCO, festival dedicado à música alternativa, ao rock independente e à descoberta de novos projetos nacionais e internacionais.

A partir das 21h00, nove bandas vão passar pelos dois palcos do recinto, num formato pensado para manter a música em permanência e reduzir ao mínimo os intervalos entre concertos.

O cartaz do BARCO’26 reúne os norte-americanos Acid Tongue, Serena Kaos, Zamora, Must Be Blue, Madmess, Flor Girino, Time for T e Cobra ao Pescoço.

Entre propostas de rock psicadélico, garage, indie, punk e sonoridades mais experimentais, a programação procura apresentar diferentes linguagens da música alternativa contemporânea, juntando nomes com percurso consolidado a projetos que estão a afirmar-se no circuito nacional.
Um festival construído a partir da comunidade

Organizado em parceria com a Junta de Freguesia de Barco e com o apoio do Município de Guimarães, o BARCO mantém uma identidade profundamente ligada ao território e à comunidade local.

A edição deste ano contará também com uma componente visual inspirada nas vidrarias e na tradição industrial da região, integrando elementos decorativos criados especificamente para o espaço da Praia Fluvial.

Mais do que uma sequência de concertos, o BARCO pretende criar uma noite de encontro entre músicos, público, associações e comunidade, valorizando a música independente e descentralizando a oferta cultural do concelho.
Última chamada para o BARCO’26

Com a chegada da última semana antes do festival, a organização deixa o convite ao público de Guimarães e de toda a região:

“O BARCO 26 resulta de uma enorme vontade coletiva. É um evento construído por pessoas que acreditam na música, no território e na importância de criar espaços para projetos que nem sempre encontram lugar nos grandes circuitos. No dia 11 de julho, queremos voltar a transformar a Praia Fluvial de Barco num ponto de encontro para quem gosta de descobrir música nova.”

BARCO’26

Data: 11 de julho de 2026
Abertura: 21h00
Local: Praia Fluvial de Barco, Guimarães

Cartaz:
Acid Tongue (USA) · Serena Kaos · Zamora · Must Be Blue · Madmess · Flor Girino · Time for T · Cobra ao Pescoço

Organização: Junta de Freguesia de Barco
Apoio: Município de Guimarães

NOVA BANDA POST-PUNK DE COIMBRA PRESTES A EDITAR SINGLE EM VINIL


















Lovedust apresenta o single e vídeo de estreia, “Life Goes On”, a ser lançado pela Lux Records numa edição limitada em vinil de 7 polegadas, numerada à mão .

Combinando guitarras atmosféricas, ritmos intensos, linhas de baixo urgentes e até melodias pop, a canção explora temas de libertação, descoberta pessoal e a coragem de deixar para trás relações, expectativas e identidades que já não nos servem. Equilibrando a escuridão com a esperança, “Life Goes On” abraça a incerteza como o primeiro passo rumo à liberdade pessoal.

O vídeo que acompanha a canção reflete esta jornada emocional através de uma narrativa visual de isolamento, confronto e transformação, captando a luta para quebrar padrões destrutivos e recuperar o sentido de identidade.

A ser lançado pela Lux Records, “Life Goes On” assinala o início da jornada dos Lovedust, apresentando uma banda que combina a intensidade do post-punk com a imediatidade melódica e a profundidade