sexta-feira, 14 de agosto de 2026

MATA LIMA AO VIVO EM LAGOS

 



















Depois de anunciar uma tour pela Europa, Marta Lima continua a revelar datas especiais e regressa agora à sua cidade natal para um concerto no Centro Cultural de Lagos, no dia 19 de setembro.

Este será um momento particularmente especial para a artista, que apresenta ao público de Lagos, em primeira mão, alguns dos caminhos do seu álbum de estreia, atualmente em preparação e com lançamento previsto para o início de 2027. Para esta noite especial, Marta Lima convida ainda Joana Alegre, que se junta à cantautora em palco como convidada especial do concerto.

Depois de dar a conhecer “Maré Cheia”, o primeiro single deste novo trabalho, Marta Lima anuncia assim mais um concerto marcante, que assinala o início de uma nova fase na carreira da cantautora e antecipa o universo sonoro do seu primeiro longa-duração.

Até ao final de 2026, Marta Lima promete ainda algumas surpresas, entre elas a revelação de mais um single que fará parte do álbum.

Antes do regresso a casa, a artista prepara-se para atravessar fronteiras: são oito as datas já anunciadas em França e duas em Espanha, numa tour que levará a sua música por diferentes palcos europeus.

Depois da Europa, chega o regresso às origens. Dia 19 de setembro, Marta Lima sobe ao palco do Centro Cultural de Lagos, com uma convidada especial, Joana Alegre, para uma pré-apresentação de um álbum que marca o início de um novo capítulo na sua carreira.

“Foi em Lagos que tudo começou. É em Lagos que quero celebrar o lugar onde esta estrada me trouxe, o lançamento do meu álbum de estreia. Dia 19 de Setembro vai ficar na memória como ficou o 29 de Janeiro de 2023 quando apresentei o meu EP de estreia.” Marta Lima

NOVO TEMA DE PZ NA COMPANHIA DOS AZEITONAS















© Rui Murka

PZ ligou a'Os Azeitonas em "Chamadas Que Ignoras",uma canção para desligar e voltar a atender a vida

Novo single faz parte de "Álbum de Família", 8º disco de PZ, com edição em vinil agendada para Dezembro

12 músicas. 12 convidados. 12 retratos.

“Chamadas que Ignoras” é o oitavo retrato do "Álbum de Família" de PZ, desta vez com a participação d'Os Azeitonas. Depois das colaborações com Samuel Úria, Joana Espadinha, Retimbrar, Emmy Curl, Mão Morta, Margarida Campelo e Toy, chega agora a canção de Agosto, o mês em que o melhor plano é, simplesmente, "partir para além".

Construída sobre um refrão contagiante — “São tantas chamadas que ignoras” — a música transforma uma crítica ao excesso de disponibilidade permanente num convite simples: desligar o telemóvel e recuperar o tempo para a família e para os amigos. Como canta PZ, “Eu sei que tu chamaste, mas eu não vi, porque eu parti para além…”. Mais do que ignorar chamadas, trata-se de escolher estar verdadeiramente presente, longe das notificações e da sensação de que temos de responder a tudo e a todos, a toda a hora.

A colaboração com Os Azeitonas nasce de uma amizade de longa data entre PZ e João Salcedo, Nena Barbosa e Marlon, o núcleo duro da banda, unidos por uma afinidade artística assente no humor e num olhar atento sobre o quotidiano. Não por acaso, os próprios Azeitonas abordaram recentemente a relação contemporânea com a tecnologia em “Na Palma da Mão”, tornando esta colaboração um encontro natural entre dois universos que, apesar de sonicamente distintos, partilham um olhar atento, bem-humorado e crítico sobre o quotidiano contemporâneo. Nesta gravação, João Salcedo assina o arranjo de sopros e interpreta o piano Rhodes, enquanto Nena Barbosa e Marlon emprestam as suas vozes inconfundíveis à canção. A acompanhar o grupo, participam ainda a bateria e a secção de sopros que habitualmente integram os concertos dos Azeitonas. PZ gravou o baixo, guitarra acústica e sintetizadores, para além da produção, letra e voz.

Tal como os restantes retratos do "Álbum de Família" de PZ, o tema foi gravado nos Estúdios Arda, com realização de Vasco Mendes e gravação e mistura de Zé Nando Pimenta.

Ficha Técnica

Música, letra, produção, voz, baixo, guitarra e sintetizadores: PZ 
Banda convidada: Os Azeitonas 
Voz, teclado Rhodes e arranjo de sopros: João Salcedo 
Voz: Marlon 
Voz: Nena Barbosa 
Bateria: Bruno Oliveira 
Trombone: Daniel Dias 
Saxofones: Samuel da Silva, Gabriel Neves 

Gravação e mistura: Zé Nando Pimenta 
Gravado nos Estúdios Arda

Realização Vídeo: Vasco Mendes

Design: Studio Eduardo Aires

Fotografia: Rui Murka

Assistente Produção: Francisca Lacerda

Direção Criativa: PZ, Studio Eduardo Aires, Vasco Mendes

Disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, "Chamadas Que Ignoras" integra o calendário mensal do "Álbum de Família" de PZ, projeto que, ao longo de 2026, vai revelar 12 músicas, 12 convidados, e culmina numa edição especial em vinil no final do ano.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 12/08/26

1 - Galgo - Vapor
2 - Baleia Baleia Baleia - NPC
3 - Mordo Mia - Noz_s
4 - Chat GRP - Engenheiros
5 - Polivalente - Senhorio
6 - Cortada - Fossa séptica
7 - Jasmim - Caracol
8 - Pedro de Troia - Namorada

9 - emmy Curl - Botar água na vinha
10 - Cara de Espelho - D de denúncia
11 - Lavoisier - Portugal não me respeita
12 - Luta Livre - Fado imperfeito
13 - Lituo - Assim assim
14 - Carlos Peninha - Chão ardente
15 - A. P. Braga - Lira
16 - Mateus Verde - Saudade

MXGPU COM CONCERTO NO SUB SOLO DE LISBOA





















Créditos: Ana Viotti

A 10 de outubro de 2026, a dupla portuguesa transforma um espaço escondido do Metro das Olaias numa pista de dança, para mais de oito horas de música. Com os bilhetes a vender rapidamente, a organização prevê atingir a lotação esgotada até ao final de agosto.

Depois de três datas esgotadas, de um vídeo-concerto suspenso sobre o rio Tejo (Live Over Lisbon) e de uma atuação a 30 metros de altura sobre o público do Primavera Sound Porto, MXGPU voltam a reinventar o espetáculo ao vivo com o seu projeto mais ambicioso até hoje.

No dia 10 de outubro de 2026, a dupla assume o Hidden Metro Olaias, um espaço subterrâneo escondido da cidade, para criar Live Under Lisbon: mais de oito horas de música e uma experiência de música eletrónica concebida para acontecer uma única vez.

Embora as estações do Metro de Lisboa já tenham acolhido diferentes iniciativas musicais, nunca uma dessas iniciativas implicou a transformação de um espaço subterrâneo oculto numa pista de dança com mais de oito horas de programação. É essa ocupação inédita, aliada a um concerto criado especificamente para o local, que faz de Live Under Lisbon uma experiência sem precedentes em Portugal.

A resposta do público tem acompanhado a ambição do projeto. Os bilhetes estão a vender a um ritmo acelerado e, perante a procura já registada, a organização prevê que o evento possa esgotar até ao final de agosto, mais de um mês antes da sua realização.

Mais do que um concerto, Live Under Lisbon representa um novo passo na forma como MXGPU pensam a música ao vivo. Cada projeto nasce como uma experiência irrepetível, ligada ao lugar onde acontece e impossível de reproduzir noutro contexto. Depois de levarem a sua música aos céus de Lisboa e do Porto, a dupla desce agora às profundezas da capital.

O evento contará com mais de oito horas de programação e um conjunto de artistas cuidadosamente selecionado pelos próprios MXGPU. O alinhamento completo será anunciado em breve, mas o centro criativo da noite está definido: MXGPU apresentarão um concerto especial, desenvolvido especificamente para Live Under Lisbon.

A escolha do espaço acompanha também a evolução recente da dupla. Os novos temas revelam uma linguagem mais rápida, mais incisiva, futurista e assumidamente orientada para a pista de dança. No Hidden Metro Olaias, esta nova identidade encontrará a sua expressão mais completa, através de um espetáculo que cruza música, arquitetura, luz e ambiente numa única narrativa.

Com uma digressão internacional em curso e presença confirmada em palcos como Tomorrowland, Gardens of Babylon, Mayan Warrior Brasil e Amsterdam Dance Event, MXGPU afirmam-se como uma das propostas portuguesas de música eletrónica com maior projeção internacional da atualidade.

Esta projeção não nasce apenas da música. Resulta também da capacidade da dupla para criar imagens e espetáculos que permanecem na memória: uma plataforma suspensa sobre o Tejo, uma atuação a 30 metros de altura sobre milhares de pessoas no Porto e, agora, uma pista de dança escondida sob Lisboa.

Em vez de repetirem fórmulas, MXGPU continuam a superar-se, aumentando a escala das suas ideias e explorando novas possibilidades para o espetáculo ao vivo. Live Under Lisbon é a expressão mais ambiciosa dessa visão até ao momento uma experiência inédita, criada em Portugal com dimensão internacional.

Uma noite. Mais de oito horas de música. Um espaço escondido transformado numa pista de dança.

No Metro, um som como nunca foi ouvido.

aBAND'onados VÂO GRAVAR CLIP EM CONCENTRAÇÃO MOTARD

 


















aBAND'onados vão gravar videoclipe de «Ser Motard» na 4.ª Concentração Motard dos Motores da Plaina

Os aBAND'onados vão aproveitar a sua atuação na 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina, no próximo dia 22 de agosto, para gravar o videoclipe de "Ser Motard", um dos temas mais emblemáticos da banda e uma homenagem à cultura, à estrada e ao espírito motard.

As gravações decorrerão ao longo do dia tendo como foco o concerto da banda, permitindo que a energia e a participação do público presente na concentração façam parte do videoclipe. A opção pretende conferir ao vídeo uma dimensão genuína e próxima da realidade das concentrações motards.

"Ser Motard" é um tema que traduz em música aquilo que une quem vive a estrada: a liberdade, a camaradagem, os quilómetros percorridos e o prazer de partilhar a estrada e os momentos com outros apaixonados pelas duas rodas.

Para os aBAND'onados, esta gravação representa também uma oportunidade para aproximar ainda mais a banda da comunidade motard, com a qual tem vindo a estabelecer uma relação crescente através dos seus concertos.

O videoclipe, produzido com imagens captadas durante a concentração e a atuação da banda, tem lançamento previsto para 3 de outubro de 2026.

A 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina realiza-se nos dias 21 e 22 de agosto, proporcionando o cenário onde será registado um dos momentos mais importantes da produção deste trabalho dos aBAND'onados.

A banda convida todos os motards a estarem presentes e a fazerem parte deste momento contribuindo para a transformação da noite de 22 de agosto numa celebração da música, das motos e da estrada.

Gravação do videoclip: 22 de agosto de 2026
Local: 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina (Martim, Barcelos)
Lançamento do videoclip: 3 de outubro de 2026

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JANEIRO TEM NOVO SINGLE COM META

 


















Fica hoje disponível a “Canção da Revolta”, o segundo tema do novo álbum de Janeiro, “Reticências”, com edição ainda este ano. Esta canção é um dueto com a artista Meta_, lançada em dia de eclipse do sol e foi escrita também num dia de eclipse, há três anos.

“Canção da Revolta” representando uma reflexão sobre o ciclo inevitável entre fim e o recomeço. A revolta surge aqui, não apenas como um gesto de oposição, mas como uma força transformadora: um impulso vital que rompe a inércia e devolve movimento ao que parecia condenado à espera.

A colaboração orgânica com Meta_ acrescenta uma dimensão nova e contemporânea, que reforça o caráter atmosférico da composição, fazendo da revolta não um grito de destruição, mas um espaço de reconstrução.

A imagem do eclipse atravessa toda a canção como metáfora de um momento de suspensão, em que a luz desaparece temporariamente para dar lugar a uma nova perspetiva. A órbita solar representa esse movimento contínuo da vida, onde tudo regressa, tudo gira e tudo se transforma. A frase “A vida é onde a morte reverbera” sintetiza esta ideia de que a vida carrega sempre a memória dos seus próprios fins, e que cada renascimento nasce inevitavelmente de uma perda.

Musicalmente, “Canção da Revolta” procura traduzir esse estado hipnótico e circular através da repetição, criando uma sensação de gravidade e expansão, quase ritualística.

Integrada novo álbum de Janeiro, “Reticências”, esta canção, segundo single, representa um dos seus momentos mais contemplativos, explorando a tensão entre permanecer e partir, aceitar e transformar, deixando em aberto – como o próprio título do disco sugere – aquilo que nunca termina verdadeiramente e fica em suspenso no espaço-tempo.

A canção tem letra e música de Janeiro, Meta_, Daniela Gandra, Madalena Martins e Natalia Valle. Conta com Daniel Lima ao piano, guitarra acústica nylon de janeiro e vozes de janeiro e Meta_. Foi produzida por janeiro e gravada por Nuno Simões nos estúdios de Vale de Lobos/Slow Studios.

“Canção da Revolta” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

Janeiro apresenta a canção ao vivo já hoje, dia 12 de Agosto, no Jazz na Relva em Paredes de Coura, com entrada gratuita. Um concerto cheio de surpresas e a não perder.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 11/08/26

1 - Digital Device - Space vision
2 - Summer Of Hate - Blood and honey
3 - Them Flying Monkeys - Great song
4 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Emotional
5 - The Twist Connection - Crime
6 - The Pages - Teenage rebels
7 - Pedro de Troia - Gosto tanto de ti
8 - Jasmim - Caracol

9 - O Mau Olhado - Dança d'o mau olhado
10 - Tó Trips & Fake Latinos - Rua escura
11 - Expresso Transatlântico - Não pares povo
12 - Orlando Cohen - Lullaby
13 - Miramar - Fado marafado
14 - Estaca Zero - Corridinho manouche
15 - Raia - Alvorada
16 - Carlos Raposo  - Rua do castelo

MOONSPELL ESGOTAM SINTRA DIA 12 SETEMBRO E ANUNCIAM NOVA DATA NO PORTO DIA 1 NOVEMBRO

"Depois de gravarmos o "Far From God" no Porto, o magnetismo desta bela e única cidade continua a puxar por nós e é com entusiasmo que anunciamos a abertura de uma segunda data, dia 1 de Novembro, no Hard Club! Mas, enquanto que no "Invicta Halloween" apresentaremos o "Far From God" na íntegra (e o seu novo design de palco e luzes), aproveitando para revisitar os 30 anos de "Irreligious", no dia 1 de Novembro iremos viajar por outros momentos, músicas e memórias da discografia dos MOONSPELL, assinalando, em grande, o nosso regresso aos palcos do Porto. Tal como na véspera, a primeira parte vai estar a cargo do rock gótico de inspiração eletrónica dos portuenses NU:N. O Porto, de facto, é o maior dos feitiços."

Fernando Ribeiro

O anúncio da segunda data no Porto acontece em plena tour europeia dos MOONSPELL, tendo a banda já actuado na Bélgica, Finlândia, Polónia e Alemanha, a que se seguirão passagens pela Turquia e Inglaterra. No próximo dia 20, estreiam-se no maior festival gótico de Portugal, o Extramuralhas.

No final do Verão, os MOONSPELL atravessam o Atlântico, como banda convidada dos Cradle of Filth, na tournée norte-americana que a banda inglesa vai realizar nos E.U.A e no Canadá, entre 29 de Setembro e 28 de Outubro, num total de 23 datas!

Estas novidades, incluindo esgotar o concerto de apresentação de "Far From God" em Sintra, não são alheias à forma positiva como público e crítica têm recebido o 14º álbum de estúdio da banda, uma afirmação ousadamente bela e trágica do Metal Gótico na sua forma mais pura: obscuro, romântico, dramático e assumidamente pesado. "Far From God" está disponível em formato digital, CD, Vinil e Mediabook na Rastilho.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 10/08/26

1 - O James - Miss Japan
2 - Victor Torpedo e António Olaio - In my garden
3 - John Mercy - Strong sex (com Bonnie Blossom)
4 - Duques do Precariado - Pré-boss
5 - Zeca Afonso - Galinhas do mato
6 - João Afonso - Não digas a ninguém
7 - emmy Curl - Lembra-me um sonho lindo
8 - Jasmim - Caracol
9 - Pedro de Tróia - Carrossel (com Rui Reininho)
10 - Du Nothin - Sexo rock'n roll & ecstasy
11 - puto bacoco - Deus passou
12 - Ordem Crucial - Névoa
13 - Do.Prata - Maresia
14 - Chico da Tina - Pega ou larga

VEM AÍ O BANHO DA COBRA #3





















No próximo 22 de agosto, o Banho da Cobra regressa ao Recinto Desportivo do Bairro da Lomba, no Porto, para a sua terceira edição. Com entrada livre e início marcado para as 17h00, o encontro promovido pela Lovers & Lollypops e pelos Cobrafuma volta a transformar o bairro numa paragem obrigatória do verão. O cartaz cruza diferentes gerações e linguagens da música independente portuguesa. A tarde arranca com Unsafe Space Garden (17h00), seguem-se Capela Mortuária (18h00) e Cobrafuma (19h00). A fechar, Ana Pacheco e DJ Lynce encontram-se nos decks para um set B2B (20h00).

Ao longo da tarde será também possível adquirir "Droga Total", o novo álbum dos Cobrafuma, editado pela Lovers & Lollypops e com lançamento marcado para este mês de agosto.

E porque a tarde é longa, não vão faltar comes e bebes no recinto. Convém trazer dinheiro vivo, já que não haverá pagamentos por cartão.

Banho da Cobra #3
22 de agosto
Recinto Desportivo do Bairro da Lomba, Porto Entrada livre

Horários
17h00 – Unsafe Space Garden
18h00 – Capela Mortuária
19h00 – Cobrafuma
20h00 – Ana Pacheco B2B DJ Lynce

SÈRGIO GODINHO AO VIVO

 


















A sul com o piano de Júlio Resende, a norte com os amigos festivaleiros

"Diálogos Musicais" em Faro e o Vodafone Paredes de Coura confirmam a versatilidade do escritor de canções

Mesmo no final do mês, a 31 de Agosto, Sérgio Godinho celebrará o seu 81º aniversário, com mais de cinco décadas de actividade criativa. Mas desenganem-se, as celebrações acontecerão um pouco antes, a meio do mês, altura em que se juntará aos seus Assessores e a alguns amigos para um espectáculo exclusivo no Vodafone Paredes de Coura, naquela que será sua estreia no evento nortenho.

Os milhares que comporão a audiência do anfiteatro natural junto ao rio terão a oportunidade de assistir a algo que, adivinhamos, juntará emoção e história à experiência já de si única, de escutar e ver Sérgio Godinho. Adjectivar as suas canções seria um esforço inglório já que a sua grande maioria habita o nosso subconsciente colectivo, já escutá-las quando em palco se reunem alguns dos talentos mais destacados da música produzida em Portugal, será algo que antecipamos de memorável.

Com Sérgio & Os Assessores, as presenças anunciadas de Ana Lua Caiano, A Garota Não, Manuela Azevedo, Milhanas e de Samuel Úria antecipam grande intensidade interpretativa de algumas das canções que fazem da carreira de Sérgio Godinho algo de absolutamente sui generis e de referência para as gerações que a sua música teima em atravessar.

E dois dias antes, a 12 de Agosto, mais uma debutância: a colaboração com o pianista e arranjador Júlio Resende que terá em Sérgio Godinho o seu convidado para o evento anual "Diálogos Musicais".

Num tête à tête, os dois músicos prometem uma viagem pelo repertório godineano sob o cenário único do Largo da Sé de Faro, em que a par dos seus maiores êxitos, subirão a palco canções menos habituais nas apresentações ao vivo de Sérgio Godinho mas que esta inédita colaboração com o pianista algarvio irá recuperar.

Os bilhetes para este espectáculo estão disponíveis em BOL.PT e nos locais habituais.

(foto de Paulo Martins)

GUIMARÃES RECEBE O VAI-M'À BANDA





















Vai-m'à Banda está de volta a 29 de agosto. Como sempre, é gratuito e itinerante, e os palcos não são bem palcos — são as tascas mais emblemáticas de Guimarães; sítios de bancos corridos e vinho de malga onde se guarda boa parte da memória da cidade. Foi daí que o festival nasceu: da vontade de juntar a cultura gastronómica local à música que se faz agora.

Este ano, a romaria arranca no no centro da cidade com Plaka, no Largo Condessa do Juncal, antes de subir à Penha. Lá em cima, na Adega do Ermitão teremos o folk luminoso de Lau Ro; nos Amigos da Penha vamos ouvir Filipe Sambado a tocar o "Vida Salgada" que recentemente celebrou 10 anos com uma reedição Revolve/Maternidade. O dia fecha no Tas'co Pio, com José Pinhal Post-Mortem Experience a encerrar a edição com o que será uma grande festa.

Entre um concerto e outro há petiscos, há malgas, conversa, e amigos. O Vai-m'à Banda é organizado pela Revolve, com o apoio do Município de Guimarães, e continua a ser aquilo que sempre foi: celebração da cultura gastronómica local, onde o comes e bebes se mistura com o ouves e curtes.

O evento tem início pelas 14:30 no Largo do Juncal onde se distribuirão gratuitamente as pulseiras que dão acesso à viagem de teleférico pelo preço especial de 1,50€. Com esta viagem chega-se à Penha, para ver concertos na Adega do Ermitão, Amigos da Penha, e Tas'co Pio.

Mais info no instagram.
 
Horários

14:30 Largo do Juncal — Plaka
16:30 Adega do Ermitão — Lau Ro
17:30 Amigos da Penha — Filipe Sambado toca "Vida Salgada"
18:30 Tas'co Pio — José Pinhal Post-Mortem Experience

O Vai-m’à Banda é um evento Revolve apoiado pelo Município de Guimarães.

O GAJO AO VIVO



















Mais uma semana com dose dupla do GAJO!

Desta vez, O GAJO estará a solo no dia 14 de Agosto no Festival Calçadas em São Brás de Alportel, e no dia 20 de Agosto, estará em quinteto no CAS-Auditório de SINES.

Ambos os concerto são de entrada livre!

PRÓXIMAS DATAS:
14 Agosto - São Brás de Alportel (solo)
20 Agosto - Sines
5 Setembro - Tavira
19 Setembro - Salvaterra de Magos (solo)
23 Setembro - Castelo Branco (Duo)
17 Outubro - Mafra
20 Novembro - Castelo de Vide (Cine-concerto)

SINGLE NOVO DE DU NOTHING





















Du Nothin
apresenta “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY”, novo single que antecipa o lançamento de “MUNDO DO POP”, o álbum de estreia do artista, com edição prevista para outubro. O tema surge como uma reflexão sobre a intensidade, a impulsividade e a urgência de viver que marcam os primeiros anos da vida adulta.

Assinado por Duarte Appleton, sob o alter ego Du Nothin, “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY” parte da sensação de que o tempo corre mais depressa do que a capacidade de o acompanhar. A canção observa uma fase da vida marcada pela vontade de experimentar tudo, pela dificuldade em aceitar limites e pela convicção quase inabalável de que o mundo continua aberto a todas as possibilidades. É precisamente essa energia que serve de ponto de partida para uma composição que transforma a ideia de urgência numa celebração da experiência e da descoberta.

Segundo o artista, o tema nasce da observação dessa fase em que “queremos fazer um pouco de tudo e nos é impossível conceber que não é possível fazer tudo”. Entre a força dessa crença e os inevitáveis erros que a acompanham, Du Nothin encontra um território simultaneamente vulnerável e libertador, onde convivem entusiasmo, ambição, medo e desejo de afirmação.

A canção aborda também os receios e preconceitos frequentemente associados à entrada na vida adulta e, em particular, ao universo da música. Ao longo do tema, surge uma reflexão sobre a imagem da indústria musical como um espaço de constante vigilância e competição, alimentada por ideias transmitidas de geração em geração. Contudo, mais do que uma crítica direta, “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY” procura questionar esses medos e enquadrá-los numa realidade mais ampla. Para o artista, essa tensão não é exclusiva do meio musical, mas antes uma característica transversal a muitos contextos da vida contemporânea, onde cada pessoa procura encontrar equilíbrio dentro das circunstâncias que escolhe habitar.

No centro da canção está também a apropriação de um dos mais conhecidos clichés da cultura popular - a ideia de que “amanhã podemos morrer”. Em vez de a abordar numa perspetiva fatalista, Du Nothin transforma-a num impulso de liberdade. O resultado é uma canção que assume a intensidade como valor, celebrando a vontade de viver sem pedir licença, de experimentar sem garantias e de avançar sem a necessidade constante de validação exterior.

Produzido por Chico Chique, com mistura de Daniel Constantino e masterização de Guilherme Franco, “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY” constitui mais um capítulo na construção de “MUNDO DO POP”, álbum de estreia que chegará em outubro. O disco é descrito pelo artista como uma brincadeira entre nostalgia e que promete aprofundar o universo criativo de um dos artistas mais imprevisíveis da sua geração.

necessidade de atualização, explorando o encontro entre referências clássicas e texturas contemporâneas, irreverentes e inesperadas. Um trabalho que procura refletir a identidade artística de Du Nothin: inquieta, emocional e permanentemente disponível para explorar novas formas de habitar o universo da pop.

Du Nothin afirmou-se nos últimos anos como uma das propostas mais singulares da nova música portuguesa. Depois da edição do EP “Du Somethin” em 2023, destacou-se junto da crítica especializada, integrando diversas listas de melhores lançamentos nacionais do ano, artistas revelação e concertos de destaque. Em palco, tem vindo a consolidar uma reputação marcada pela espontaneidade e proximidade com o público, com atuações em eventos e salas como Vodafone Paredes de Coura, Casa da Música, Festas do Mar, Festival da Canção e Freequency, em Milão.

Paralelamente ao percurso musical, desenvolveu também uma linguagem visual própria que o levou a colaborar com marcas internacionais como Dior, Levi’s e Scalper, expandindo a sua presença para territórios que cruzam música, moda e identidade visual.

Com “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY”, Du Nothin continua a revelar as várias camadas de “MUNDO DO POP”, um disco

XICO DA TINA COM NOVO SINGLE

 



















Chico da Tina
PEGA OU LARGA

Depois de conquistar o público com o teaser de “PEGA OU LARGA”, que já soma mais de meio milhão de visualizações no TikTok, Chico da Tina apresenta agora o quinto single de SOU GRANDE NO AMOR.

"PEGA OU LARGA" funde sonoridades lusófonas com o universo “brega tuga”, reforça o momento de afirmação do artista, que este ano acumulou sucessos como “SOU GRANDE NO AMOR” e “VÍCIOS”, chegou ao topo do Spotify Portugal e viu a sua música ganhar dimensão dentro e fora do país.

JASMIM EDITA NOVO SINGLE





















Nas palavras de Jasmim:

“Era uma vez um caracol que vivia na Serra da Arrábida. Um dia encontrou uma casa e apaixonou-se pela paz que aquele lugar lhe trazia. Desde então, sonha mudar-se para lá. A inspiração desta história surgiu de um azulejo à entrada da casa da minha avó, onde se lê um verso do poeta Pedro Tamen: "Baba-se o caracol de gozo e vida." Nos últimos anos, comecei a refugiar-me nessa casa para escrever e compor. É um lugar rodeado de silêncio e natureza. Convidei a Madalena Tamen, neta do Pedro, para cantar comigo os coros desta canção” ^

Conta com a produção e mistura de Diogo “Horse” Rodrigues e masterização de Diego Reis. Na bateria toca Francisco Santos, no baixo Pedro Castilho, nos coros Madalena Tamen e os restantes instrumentos são tocados pelo próprio. 

Jasmim continua em digressão apresentando esta e outras canções, num ano que culminará em dois concertos especiais de despedida do Dias em Branco, em Lisboa (Casa Capitão) e no Porto (RCA).

 

BAPCAT JUNTA-SE A CAROLINA DESLANDES EM “OURO”





















Depois de receber Carolina Deslandes na Bapcave, bapcat transforma o encontro criativo entre os dois artistas num novo lançamento. “OURO” já está disponível nas plataformas digitais, com letra de Carolina Deslandes e produção, mistura e masterização de bapcat.

Mais do que uma colaboração, “OURO” representa o cruzamento de duas identidades artísticas muito vincadas. De um lado, a escrita direta e emocional de Carolina Deslandes. Do outro, a assinatura de bapcat, que encontra na produção uma forma de construir narrativas, criar universos e aproximar artistas que dificilmente se encontrariam noutro contexto.

A canção fala sobre a coragem de intervir, defender aquilo em que se acredita e assumir uma posição perante o futuro. Uma mensagem que Carolina Deslandes relaciona diretamente com um dos princípios que orientam a sua vida, a vontade de construir um futuro para os filhos.

“Quando recebi este convite fiquei tão feliz que tive vontade de contar a toda a gente. O bapcat e a equipa dele construíram um dos meus projetos preferidos dos últimos tempos, e fazer parte foi uma honra. Esta canção fala sobre intervir, não ter medo de dizer aquilo que pensamos e sobre o mantra da minha vida, construir um futuro para os meus filhos”, afirma Carolina Deslandes.

“OURO” reforça o percurso de bapcat para lá dos bastidores e consolida-o como artista, produtor e curador de encontros criativos. Na Bapcave, o estúdio deixa de ser apenas o lugar onde as canções se gravam e torna-se parte da própria narrativa, um espaço onde diferentes linguagens se cruzam e dão origem a música nova.

Com Carolina Deslandes, bapcat acrescenta um novo capítulo a esse universo e apresenta uma canção que parte de uma inquietação pessoal para falar de algo coletivo, a responsabilidade de não permanecer em silêncio e de participar na construção do futuro.

INDIE MUSIC FEST REGRESSA COM MAIS DE 40 NOMES EM CARTAZ E APOSTA, PELA PRIMEIRA VEZ, EM NOMES INTERNACIONAIS











Pela primeira vez na sua história, o festival inclui artistas internacionais na programação. Entre os destaques estão os londrinos Sports Team, nomeados para um Mercury Prize, são uma das bandas mais irreverentes da nova geração do indie rock britânico, e vêm apresentar o seu mais recente álbum “Boys These Days”. Constam também no cartaz os belgas Lander & Adriaan, duo que cruza jazz com música de dança underground dos anos 90 e que se tem afirmado como um dos projetos mais entusiasmantes da nova cena eletrónica europeia. Nomes que se juntam aos belgas Lézard, que atuam pela primeira vez em Portugal, e os sintetizadores etéreos dos luso-britânicos Soma Please.

A programação reforça igualmente a presença da música nacional, com o regresso dos PAUS, numa das datas da digressão de despedida da banda, e ainda, nomes como Expresso Transatlântico, X-Tinto, Them Flying Monkeys, Vaiapraia, Femme Falafel e Capital da Bulgária, que celebram a missão primordial do Indie Music Fest de dar voz à música independente portuguesa.

A edição de 2026 arranca a 3 de setembro com um dia de entrada gratuita dedicado ao projeto Indie Talents. Depois de encerradas as candidaturas, sete artistas emergentes foram selecionados para atuar e disputar um prémio de 500 euros, bem como a gravação de um tema nos Stone Sound Studios.

Além da programação musical, o Indie Music Fest volta a apostar numa experiência alargada, com zonas de lazer como a Piscina e o Fúria; aulas gratuitas de skate e BMX, no novo Skate Park de Paredes; um novo palco dedicado a projetos emergentes; e ainda, o regresso do Mercado Indie e do espaço Mini-Indie, ambos com uma oferta reforçada.

Após o regresso em 2025, na sequência do interregno provocado pela pandemia e da mudança de recinto, o festival recebeu cerca de 8 mil visitantes. Para a edição de 2026, a organização pretende aumentar a capacidade para 9.500 pessoas, consolidando o crescimento do evento.

Os passes gerais dão acesso ao camping e encontram-se disponíveis por 35 euros. Conhecida a distribuição do cartaz pelos três dias do festival ficam agora disponíveis os bilhetes diários a 25 euros. O primeiro dia do festival mantém entrada gratuita.

3 setembro

JUG
Luís Contrário
Mariska
Marta Lima
Sem Tarola
Silly Boy Blue
The Carpets
Warout
Youth Yard

4 setembro

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Xtinto
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Nunca Mates o Mandarim
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5 setembro

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Tendency
Trouble Trouble

D.A.M.A E ÁTOA JUNTAM-SE PELA PRIMEIRA VEZ EM "112"





















D.A.M.A marcam o Verão com a participação em “112”, da banda ÁTOA. Já disponível em todas as plataformas digitais, o tema assinala a primeira colaboração entre duas bandas que nunca tinham gravado uma música em conjunto.
Com uma sonoridade pop envolvente e uma produção que cruza as identidades musicais de ambos os projetos, "112" ganha uma dimensão ainda mais especial com a participação de músicos de roda de samba (Viva o Samba), acrescentando uma energia descontraída e festiva ao tema. "112" retrata o impacto da ausência de alguém e a forma como uma perda é capaz de transformar a realidade. Através da metáfora de "chover em pleno agosto", a canção descreve o contraste entre a luminosidade do verão e a tempestade emocional provocada pela saudade, uma imagem que atravessa todo o tema e ganha especial destaque no refrão.

Os D.A.M.A continuam a afirmar-se como referência da pop portuguesa contemporânea juntando-se a ÁTOA, ambos somam êxitos e galardões e agora celebram um encontro há muito aguardado entre dois projetos que partilham uma amizade de longa data e um percurso consolidado na música portuguesa, resultando numa canção que celebra a força das ligações humanas e o poder da música em aproximar pessoas.

"112" já está disponível em todas as plataformas digitais.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

NOBLE COPMPREIMEIRA CANÇÃO EM PORTUGÊS

 



















Chegou o dia… Ontem 7 de agosto de 2026, siu em todas as plataformas, o primeiro single em português de Noble! Chama-se “Desesperado” e já está disponível nas plataformas.

Noble diz-nos sobre esta mesma questão que… “É verdade que escrevi em Inglês, não só nestes 8 anos de carreira, mas como em praticamente toda a minha vida desde que comecei a escrever as minhas próprias canções. Talvez o fizesse por causa de alguma ambição irrealista ou talvez por conforto – visto que a minha timidez se anula ao cantar numa língua à qual não tinha uma ligação emocional – mas, o que é certo é que nos últimos dois anos tenho sentido algo que nunca senti: necessidade de me expressar mais. Essa necessidade em si foi o que me levou a escrever as primeiras canções em português, queria dizer mais e nesse aspecto nada se compara com a riqueza linguística do português!”.

Mas não é apenas a língua que é uma novidade neste novo single chamado “Desesperado”. Todo o instrumental é diferente do que estamos habituados a ouvir numa canção escrita por Noble. O artista afirma mesmo: “…Sei que é bem diferente do que fiz em inglês, e das restantes canções que tenho em português, mas, apesar de ser uma canção sobre desamor, é uma festa! As guitarras, a batida, as palmas, a melodia final que me transporta logo para um almoço de Domingo que acaba com uma guitarra e toda a gente a cantar à volta da mesa (como acontece constantemente na minha vida).”

Questionado sobre o single “Desesperado” ser um “caso isolado” na sua discografia, Noble diz apenas “este não é um tema único em português. Já tenho, pelo menos, mais sete canções completas de que gosto e que podem vir a ver a luz do dia, mas isso é um futuro distante e eu prefiro saborear o que estou a fazer agora sem pensar muito no que vou fazer a seguir! Todas as canções que possam sair um dia vivem em espaços muito próprios e diferentes uns dos outros. Não há uma linha condutora, para além da língua portuguesa, a unir este projeto. Tenho ouvido muito do que se tem feito no panorama musical em Portugal e, naturalmente, fui sendo influenciado por vários registos musicais. Gostava de mostrar isso com as novas canções. Fazer uma homenagem às raízes da cultura musical portuguesa, com tudo o que ela tem para oferecer.”