segunda-feira, 19 de outubro de 2026

NUNO RIBEIRO AO VIVO NO PORTO





















Nuno Ribeiro sobe ao palco do Sagres Campo Pequeno a 10 de Abril de 2027, no arranque da tour Norte-Sul 27. Bilhetes já disponíveis nos locais habituais.

Nuno Ribeiro anuncia o maior concerto da sua carreira. A 10 de Abril de 2027, o cantor, compositor e produtor sobe ao palco do Sagres Campo Pequeno, em Lisboa. É a maior sala em que o artista já actuou em nome próprio. É também o concerto que inaugura a tour Norte-Sul 27, que o levará a percorrer todo o país.

No Sagres Campo Pequeno, Nuno Ribeiro junta os êxitos que o tornaram um dos nomes mais ouvidos da música portuguesa às canções novas que abrem a próxima fase do seu percurso. Entre elas está “Saia Da Mãe”, o seu single mais recente, editado este mês. Depois de uma sequência de êxitos de grande dimensão, é a canção em que Nuno Ribeiro se mostra mais íntimo como autor e intérprete.

O Sagres Campo Pequeno chega depois de dois Coliseus esgotados. Em Novembro de 2023, Nuno Ribeiro encheu o Coliseu do Porto. Em Abril deste ano, foi a vez do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, numa noite partilhada com Calema, Nelson Freitas, Bluay, Conan Osiris, Anjos, Soraia Ramos, Loony Johnson e Porbatuka. Esse concerto deu o arranque à tour “Norte Sul” de 2026. A tour Norte-Sul 27 continua agora esse caminho, a partir de um palco maior.

Desde 2018, Nuno Ribeiro tem construído uma das carreiras mais consistentes da música portuguesa, com êxitos sucessivos na rádio, nas plataformas digitais e nos palcos de todo o país. Ao juntar a tradição portuguesa a sonoridades urbanas, criou uma assinatura reconhecível à primeira escuta. Soma 13 certificações de Platina e 6 de Ouro. Venceu o prémio de Canção do Ano nos Prémios Play com “Maria Joana” e foi nomeado em dois anos consecutivos para Melhor Canção nos Globos de Ouro, com “Maria Joana” (2024) e “Essa Mulher” (2025). Todos os anos percorre o país com largas dezenas de concertos. É hoje reconhecido como um dos mais talentosos cantores e compositores da música nacional.

A tour Norte-Sul 27 parte do Sagres Campo Pequeno para levar Nuno Ribeiro de norte a sul do país, com os êxitos de sempre e as canções novas que tem vindo a lançar.

Do Norte ao Coliseu, do Coliseu ao Sagres Campo Pequeno. A 10 de Abril de 2027, Nuno Ribeiro tem encontro marcado com os fãs em Lisboa. Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais.

PEDRO DA LINHA AO VIVO COM MÚSICA MENOR MAS FELIZ





















Pedro da Linha, que recentemente editou Música Menor mas Feliz, prepara-se para subir ao palco da Casa Capitão em Lisboa para o primeiro concerto de apresentação do seu novo álbum. É já esta sexta-feira, dia 23 de outubro.

Na apresentação ao vivo de Música Menor mas Feliz, Pedro da Linha atua em formato banda e faz-se acompanhar pelos músicos Pedro Ferreira no baixo e guitarra elétrica e Zé Cruz na viola, pandeiro, percussão e trompete. Os bilhetes para a apresentação ao vivo a 23 de outubro na Casa Capitão em Lisboa ainda estão disponíveis.

Sobre Música Menor mas Feliz:
Pedro da Linha mostra-nos o milagre transformador que a música pode carregar em Música Menor mas Feliz. Falamos da transformação da tristeza em alegria, num arco de superação em que, sem esquecer que o mundo nem sempre é um lugar bonito, a felicidade se assume, muitas vezes, como uma arma de combate e de resistência. Sobretudo quando a música puxa o corpo para o seu lado, quando lhe dá corda num convite para baixar as defesas e para se entregar por completo àquilo que, num certo sentido, é a única coisa que realmente existe: o agora.

E se há coisa que vibra além das colunas e dos auscultadores e nos invade com uma certeza é a de Música Menor mas Feliz nos inundar com essa sensação de que é feita para o agora. Para o presente, enquanto tempo histórico em que vivemos; mas também para nos fazer presentes, libertando-nos de outras distracções e exigindo a nossa libertação total.

Música Menor mas Feliz ganha corpo e forma através da convicção pessoal de Pedro da Linha de que, dentro da tristeza, é também possível dançar e estar feliz. De que a tristeza não é uma prisão, nem tão-pouco limitativa ou infértil. Mesmo que os acordes e as escalas sejam menores, é sempre o que fazemos com eles que determina a sua verdadeira natureza.

Testados ao vivo em concertos ou em DJ sets, e depois ajustados e ajeitados às reacções que foram produzindo, os temas de Música Menor mas Feliz colocam-nos perante a clara sensação de que estes “pedaços de tristeza”, como Pedro da Linha lhes chama, se convertem noutra coisa na presença de outros. Este é um álbum em que se celebra essa transformação e essa capacidade de sermos resgatados pelo colectivo.

E este é Pedro da Linha a ganhar foco em 12 canções para as quais nos convida. Tenhamos nós a coragem de, percebendo a precariedade do mundo, celebrar o facto de estarmos vivos agora.

Música Menor mas Feliz já gerou vários singles além do mais recente "Alma": "Para Quê" com Lucy Val, "Dos Olhos Teus" com ela li e "Força".

Sobre Pedro da Linha: 

Pedro Maurício, mais conhecido como Pedro da Linha, é considerado um dos nomes de peso da música eletrónica portuguesa, tendo a batida como base essencial da sua produção musical. Natural da Damaia, conquistou inicialmente o cenário da música eletrónica global com produções que evidenciam o som dos subúrbios de Lisboa.

Já colaborou com vários artistas e produtores de destaque na música tradicional e urbana portuguesa, como Carlão, Ana Moura, Pedro Mafama, Branko, Eu.Clides, Dino D’Santiago, ProfJam, Diogo Piçarra, além de Rincon Sapiência, do Brasil. Em 2017, uma das suas faixas, “Drenas”, foi apresentada num dos desfiles do Savage X Fenty Show, de Rihanna. Em 2024, Pedro da Linha regressou aos lançamentos em nome próprio com dois EPs, um de remisturas e o mais recente, Dicas. Foi curador e protagonista das festas “Arrebita”, durante a sua residência no Musicbox, em Lisboa, e, em digressão, passou por cerca de duas dezenas de palcos de norte a sul do país.

Este ano, Pedro da Linha continua a revolucionar as pistas de dança nacionais, lançando Música Menor mas Feliz que promete consolidar, ainda mais, o seu lugar como um dos nomes mais inovadores da música eletrónica portuguesa.

SAI HOJE O DISCO ACÚSTICO DOS PINK PUSSYCATS FROM HELL

 













Os Pink Pussycats From Hell anunciam um novo álbum acústico. Conhecido pela sua energia caótica de garage rock’n’roll, mitologia teatral e um universo implacavelmente “Hell”, o duo de Lisboa revela agora um lado inesperado: íntimo, cru e estranhamente hipnótico.

O resultado é Hellectricless, um disco com novas versões acústicas de temas da banda, que inclui ainda uma faixa totalmente inédita, bem como uma versão reinventada de “Tainted Love”, trazida para o universo dos Pink Pussycats From Hell.

A ideia de reconstruir as músicas da banda nasceu durante o apagão. Sem amplificadores, sem pedais e sem electricidade, o disco mostra uma nova perspectiva sobre as músicas, mantendo a mesma atitude e a personalidade de Mighty Hunter e Danger Rabbit.
Às escuras, a banda viu-se a colocar uma pergunta simples: o que aconteceria ao rock’n’roll se a energia nunca voltasse?

“Há bandas que fazem discos acústicos para mostrar maturidade, nós fizemos um porque faltou a luz.”

Em vez de um disco “unplugged” tradicional, Hellectricless soa a rock’n’roll sem distrações. Como deve ser!
Para o disco contam com The Midnight Crooks: Lowdown Luke (baixo), Jimmy Jive ( teclas e sintetizadores), Johann Riff (piano), Lazy Eye Louie (guitarra), Carlitos Del Mar (percussão), Hank Singleton (kazoo) e Portlock Brass Ensemble (tuba e trombone).

Gravado, misturado, masterizado, tocado, idealizado, cantado, escrito, interpretado, arranjado e produzido por Pink Pussycats From Hell no Donkey Shot Studios, em Lisboa, Hellectricless sai no dia 19 de Outubro com o selo da Raging Planet e será apresentado no dia 15 de Novembro no Fermentage, Lisboa.

Os Pink Pussycats From Hell formaram-se em Lisboa e são um power duo de garage rock com traços demarcados de rock’n’roll. Com quase milhões de discos vendidos, já são considerados um dos maiores e mais bem sucedidos fenómenos musicais de todos os tempos, sendo frequentemente considerados o grupo mais importante a sair da Invasão Ambivalente.

São conhecidos pelas suas atuações eletrizantes e som irreverente. Com Mighty Hunter na guitarra e voz, e Danger Rabbit na bateria, a banda continua a ultrapassar limites e a cativar o público com a sua mistura única de música e mistério.

Com uma sonoridade que mistura o rock’n’roll com o garage, têm riffs frenéticos e uma voz densa e rouca que torna a sua identidade bastante demarcada.

Pink Pussycats From Hell lançaram em 2017 Hell-P, em 2020 Hell Niña e em 2025 HElll, todos com o selo da Raging Planet.
Como cartão de visita do novo disco, lançaram o single "Hellpless" no dia 25 de Setembro.

BANDUA AO VIVO EM LISBOA





















Fotografia por Alessandra Peviani

A 23 e 24 de outubro, os Bandua levam à Sala Estúdio Valentim de Barros, nos Jardins do Bombarda, o segundo álbum da dupla, BANDUA II. Entre o cancioneiro popular português e a música eletrónica, Bernardo D’Addario e Edgar Valente exploram novas geografias, memórias e identidades, num espetáculo que cruza música, cenografia e vídeo-arte.

Depois da edição de BANDUA II, a 2 de outubro, em CD, vinil e no Bandcamp, pela editora berlinense Ajabu! Records, e a 9 de outubro nas restantes plataformas digitais, os Bandua apresentam o novo álbum ao vivo em dois concertos, a 23 e 24 de outubro, na Sala Estúdio Valentim de Barros, nos Jardins do Bombarda, em Lisboa. As atuações dão início à tRAVEssia, a digressão de lançamento do segundo trabalho da dupla formada por Bernardo D’Addario e Edgar Valente.

Em BANDUA II, os Bandua partem da relação entre memória, território e futuro para alargar o universo musical apresentado no primeiro álbum. Se Bandua I construía um mito de origem entre Berlim e a Beira Baixa, o novo disco desloca o foco para o encontro entre diferentes identidades, tradições e geografias. Como explica Edgar Valente, “o eixo deixa de ser a identidade e passa a ser a alteridade”, numa reflexão sobre a pluralidade e a transformação que resultam do contacto entre culturas.

O cancioneiro popular português continua a ser uma das bases do projeto, agora alargado a referências de outras regiões, como o Alentejo, e a diferentes heranças culturais, do Egito Antigo ao Norte de África e às tradições célticas. A estas referências juntam-se canções originais e uma abordagem renovada à música eletrónica. O downtempo perde a predominância do primeiro álbum, dando lugar a ritmos mais acelerados, momentos progressivos e incursões pelo drum and bass.

A ideia de circulação atravessa também o imaginário do disco. Portugal surge como um porto de passagem, onde memórias, pessoas e legados se encontram e transformam. A metáfora da polinização traduz esta dinâmica de troca, enquanto o barco, central no tema “Barquinho”, representa a necessidade de navegar em conjunto. É a partir desta imagem de ligação e interdependência que os Bandua constroem uma nova etapa do projeto.

Nos concertos de Lisboa, este universo ganha uma dimensão cénica própria. A cenografia, concebida por Pedro Conceição em parceria com o Centro Cultural de Lagos, amplia para o palco o barco de papel presente na capa do álbum. A estrutura será acompanhada por lasers e conteúdos de vídeo-arte da Paleta Itinerante, desenvolvidos a partir de imagens captadas por João Alkmim. O espetáculo integra ainda o universo visual associado ao disco, cuja capa foi concebida por Carolina Mandrágora e cujos novos figurinos são da autoria de Nuno Gama.

quem são Bandua

Bandua é um projeto musical colaborativo entre o músico e produtor luso-brasileiro Bernardo D’Addario e o músico e cantor português Edgar Valente. A sua prática assenta na articulação entre a memória e a cultura portuguesa e as tendências musicais contemporâneas globais, construindo uma linguagem de música eletrónica enraizada no território. O resultado cruza elementos digitais e orgânicos, tecnologia e tradição, esbatendo fronteiras entre campo e cidade, passado e futuro, local e global.

D’Addario e Valente inscrevem-se, neste contexto, como parte de uma geração que convoca e cruza heranças culturais diversas, refletindo simultaneamente uma ancestralidade plural e uma prática artística aberta à absorção e transformação das linguagens musicais contemporâneas.

Se em BANDUA o discurso incidia sobre dimensões identitárias e interpretativas de uma narrativa que se iniciava com “Era Assim”, em BANDUA II o enfoque desloca-se para a afirmação do presente e das suas possibilidades, assumindo uma abordagem menos centrada na construção de mito e mais orientada para a realidade, sintetizada na formulação “É Assim”.

Trata-se de um disco que coloca no centro a aceitação da alteridade, em articulação com a revisão crítica das noções de identidade. Um movimento de reaproximação ao passado com o objetivo de produzir música no presente, orientada por uma escuta projetada para o futuro.

VÃO SER REEDITADOS TRABALHOS DO ORGANISTA JoAQUIM SIMÕES DA HORTA





















O Orgão da Sé Catedral de Évora
O Orgão de Santa Maria de Óbidos
O Orgão Barroco da Sé Catedral do Porto

Em 2026, ano em que se registam três décadas passadas desde o desaparecimento de Joaquim Simões da Hora (1941-1996), organista português de maior destaque no século XX, a Valentim de Carvalho reedita os primeiros três álbuns desse exímio intérprete de música antiga.

Originalmente publicados na icónica etiqueta A Voz do Dono (EMI), estas gravações agora remasterizadas e publicadas em formato digital, trazem de volta à memória sonora coletiva do público melómano a sonoridade única de uma importante parte do património musical histórico português, com registos únicos levados a cabo na Sé de Évora (1975), na Igreja de Santa Maria de Óbidos (1981) e na Sé do Porto (1985), lançados originalmente na coleção "Lusitana Musica", um marco pioneiro na discografia portuguesa de música antiga do século XX.

Joaquim Simões da Hora (1941-1996) destacou-se durante o último quartel do século XX como o maior intérprete português de música antiga ibérica para órgão. Nesse domínio a sua qualidade como intérprete assumiu reconhecimento internacional, tanto em diversos países europeus como nos Estados Unidos da América. Foi professor de órgão no Conservatório Nacional, entre 1977 e 1995. Ao longo da sua carreira esteve profundamente envolvido na divulgação do património musical português, especialmente no que diz respeito ao órgão, bem como na produção e supervisão musical de grande parte das edições discográficas de música erudita publicadas em Portugal nas últimas três décadas do século XX.

A reedição agora levada a cabo, sob a direção do musicólogo e produtor Tiago Manuel da Hora, permite preservar, recuperar e divulgar o legado desse grande organista, que foi também um destacado produtor das edições de música erudita da Valentim de Carvalho entre 1974 e 1985.

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domingo, 18 de outubro de 2026

PROGRAMA DE 17/10/26

1 - A Garota Não - Este país não é para mães
2 - Leonor Arnaut - Avé, raposa
3 - Mafalda - Para ti
4 - Márcia - Manhã bela
5 - Inês Sousa - Tornado
6 - Três Tristes Tigres - Água
7 - Tio Rex - É como é como é como é
8 - André Júlio Turquesa - Release the fire

9 - Pink Pussycat From Hell - Hellton John
10 - Them Flying Monkeys - Great song
11 - Dapunksportif - Everything changes
12 - The Twist Connection - Crime
13 - Democrash - The concept of clothing
14 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Emotional
15 - The Pages - Teenage rebels
16 - Post Saudade - Miss cocaine

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

VALLE ENTRA EM “MODO VOO” E APRESENTA O SEU ÁLBUM DE ESTREIA





















O primeiro álbum de estúdio do artista português percorre diferentes dimensões do R&B, entre relações, sonhos, solidão e crescimento pessoal, e conta com a colaboração de Harold em “lutamos”.

Já disponível nas plataformas digitais

Valle apresenta “modo voo”, o seu primeiro álbum de estúdio, um projeto que reúne diferentes experiências e estados emocionais através do R&B. Entre o amor, as relações, os sonhos, a solidão e a superação, o artista explora as contradições do crescimento pessoal e os desafios de encontrar o próprio caminho.

O título do álbum parte da ideia de entrar em “modo voo”: afastar-se do ruído exterior, ganhar perspetiva e continuar a avançar, rodeado por quem contribui positivamente para o percurso. Ao longo do projeto, Valle desenvolve esta ideia através de diferentes momentos, refletindo sobre as relações que marcam o seu caminho, a necessidade de desligar e a vontade de perseguir os próprios objetivos.

Entre os temas que compõem o álbum, destaca-se “lutamos”, com Harold, uma colaboração que junta duas vozes portuguesas num tema de afirmação e força. A participação integra um projeto que cruza diferentes vivências e emoções, mantendo o R&B como elemento central da identidade musical de Valle.

Depois de apresentar o single “modo voo”, que antecipa o universo sonoro e temático do projeto, Valle dá agora a conhecer o álbum na sua totalidade. “modo voo” marca o início de uma nova etapa no percurso do artista, afirmando a sua identidade musical e a sua expressão dentro do R&B português.

A 12 de novembro, Valle sobe ao palco da Casa Capitão, em Lisboa, para apresentar ao vivo o universo de “modo voo”. O concerto será uma oportunidade para levar este primeiro álbum de estúdio ao público, num momento importante desta nova fase do artista. Os bilhetes já estão à venda na Dice.

“modo voo”, o álbum de estreia de Valle, já está disponível em todas as plataformas digitais.

CRIS EDITA EP
















CRIS apresenta “overthinker”, o seu EP de estreia, acompanhado pelo lançamento do novo single “unsafe”. Depois de ter revelado “maré” como primeiro avanço do projeto, a cantautora portuguesa reúne agora quatro canções num trabalho que parte da inquietação, da dúvida e da tendência para permanecer nas perguntas, procurando compreender não apenas aquilo que acontece dentro de si, mas também o outro e as razões que o movem.

Num tempo marcado pela procura constante de respostas rápidas, “overthinker” escolhe precisamente o movimento contrário. Ao longo do EP, CRIS rema contra a própria maré, perde-se entre diferentes versões de si mesma e procura encontrar um rumo no meio de pensamentos e perguntas que nem sempre encontram resolução. Mais do que tentar eliminar essa inquietação, o disco assume-a como ponto de partida para um exercício de aproximação a si própria e aos outros.

Entre o pop alternativo e o neo-soul, essa dimensão introspetiva encontra uma linguagem construída em torno da voz, que ocupa o centro das quatro canções. Guitarras de expressão orgânica e a riqueza harmónica do rhodes sustentam uma sonoridade que privilegia a intimidade e acompanha um EP onde dúvida, repetição e vulnerabilidade surgem não como problemas a resolver, mas como parte de uma tentativa continuada de compreender.

“unsafe”, novo single que acompanha a edição do trabalho, prolonga essa procura através de uma pergunta que permanece sem resposta. A canção nasce da tentativa de perceber aquilo que poderá ter faltado e, sobretudo, aquilo que poderá ter magoado alguém antes de essa dor acabar por atingir os outros.

Sem procurar justificar ou desculpar, CRIS abre espaço para uma fragilidade que nem sempre é imediatamente visível. “unsafe” observa a possibilidade de compreender o outro sem apagar aquilo que aconteceu, admitindo simultaneamente que o perdão e o acolhimento podem continuar a existir mesmo perante aquilo que não se consegue explicar por completo.

Essa tentativa de compreensão acaba também por devolver o olhar à própria artista. Ao procurar reconhecer as vulnerabilidades do outro, a canção aproxima-se daquelas que existem em cada um, sugerindo que a empatia poderá funcionar nos dois sentidos. Entre aquilo que nos fragiliza e aquilo que procuramos compreender em quem está à nossa frente, “unsafe” encontra assim uma das ideias fundamentais de “overthinker”: continuar a perguntar mesmo quando não existe uma resposta definitiva.

O EP representa a primeira edição fonográfica de CRIS enquanto artista principal, mas surge depois de um percurso iniciado ainda na infância. A cantautora começou os estudos musicais aos sete anos na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde concluiu o 5.º grau de guitarra clássica, coro e formação musical, tendo participado desde cedo em festivais da canção infantojuvenis e gravado, juntamente com a irmã, o disco de música infantil “Cantigas da Minha Infância”.

Ainda jovem, participou no programa televisivo “Uma Canção Para Ti”, onde venceu o respetivo grupo, e integrou o elenco do musical “Annie”, encenado por Filipe La Féria no Teatro Rivoli. Paralelamente, foi desenvolvendo experiência enquanto intérprete ao vivo em diferentes contextos e construiu uma presença digital através de um canal dedicado a covers no YouTube, que reúne mais de 100 mil subscritores.

Em 2022, passou a integrar a banda de Tiago Nacarato como backing vocal, participando em concertos e gravações de estúdio e assumindo também arranjos vocais. Dessa colaboração nasceu ainda a participação em “Cedo”, em dueto com o músico. Ao longo do percurso, colaborou igualmente como backing vocal com a Orquestra Bamba Social e com New Max.

É depois desse caminho enquanto intérprete, instrumentista e colaboradora que CRIS se apresenta agora através de um projeto autoral próprio. Com “overthinker”, a artista transporta para quatro canções uma forma inquieta de observar aquilo que sente e aquilo que a rodeia, recusando a necessidade de chegar a conclusões definitivas. Entre o pop alternativo e o neo-soul, o EP encontra precisamente nas perguntas, nas contradições e na vulnerabilidade o espaço a partir do qual CRIS começa a definir a sua identidade enquanto artista a solo.

GONÇALO GOMES LANÇA EP DE ESTREIA “PRÓLOGO”​

 


















No primeiro curta duração, o finalista do Festival da Canção 2026 explora temas como a perda, culpa e a aceitação e reflete sobre uma indústria que transforma experiências pessoais em conteúdo.

Gonçalo Gomes apresenta o EP de estreia “Prólogo”. O curta duração reúne oito temas, unidos pela narrativa de uma mesma personagem: uma relação conturbada, a perda da pessoa que ama e a culpa que permanece depois do fim. Dividido em dois pontos de vista, o projeto começa pelo lado de quem “errou” e avança depois para a perspetiva de quem ficou do outro lado, construindo uma história feita de diferentes momentos e emoções.

"Este EP fala sobretudo de perda, culpa e da forma como uma experiência pode continuar a perseguir-nos mesmo depois de ter terminado. Existe uma narrativa que atravessa as músicas, acompanhando uma personagem que passa por uma relação complicada, perde a pessoa que ama e fica presa à culpa pelo que aconteceu", explica Gonçalo Gomes. "Mais do que contar uma história de forma linear, quis que as músicas fossem construindo diferentes momentos e emoções dentro dessa narrativa, deixando também espaço para que o ouvinte interprete o que realmente aconteceu", acrescenta o artista.

As primeiras quatro músicas - 'Doce Ilusão', 'Erros', 'Não Sei Viver' e 'Apocalipse' - acompanham o percurso de quem “errou” e exploram a culpa, a tristeza e a dificuldade em lidar com as consequências das próprias ações. A segunda metade do EP apresenta o outro lado da história, desde a vontade de continuar em 'Meia-Noite' à raiva de 'Mau da Fita', passando pelo desespero de 'Castigo' e chegando finalmente à aceitação do término em 'Ainda Estou Aqui'.

"Ao longo do EP, essa história começa a cruzar-se cinematograficamente com a ideia de indústria e de como uma tragédia pessoal pode ser transformada numa narrativa vendável. A personagem principal deixa de ser apenas alguém a viver aquilo e passa, aos poucos, a ser alguém que está a ser observado, moldado e transformado numa figura artística, passando a ser tratado como um mero fantoche", conta Gonçalo Gomes.

Musicalmente, "Prólogo" apresenta uma sonoridade Pop, assumindo uma forte componente emocional e abrindo espaço à experimentação. O trabalho foi desenvolvido por Gonçalo Gomes com João Umbelino, produtor do projeto e colaborador no single 'Meia-Noite'.

"Acho que essa liberdade foi importante para o EP, porque permitiu que cada música encontrasse a sua própria identidade sem deixarmos de ter uma linha condutora. Em comparação com os meus lançamentos anteriores, sinto que houve também uma maior preocupação em experimentar e em pensar não só nas músicas individualmente, mas na forma como funcionam enquanto conjunto e dentro da narrativa do projeto", diz o cantor e compositor.

“Prólogo” inclui o single de avanço 'Apocalipse' e é acompanhado pelo novo 'Ainda Estou Aqui', faixa que encerra o EP e representa o momento de aceitação e libertação. Nas palavras do artista, "é, de certa forma, uma análise de toda uma relação: olhar para aquilo que foi vivido, reconhecer que as coisas já não estavam bem e perceber o momento em que deixar de ficar passa a ser a única forma de seguir em frente. É também um grito de libertação de alguém que deixou de se sentir preso àquela relação e que já sabe que não vai voltar, mesmo que a outra pessoa lhe peça para ficar".

Com “Prólogo”, Gonçalo Gomes apresenta um projeto pensado como um conjunto, em que diferentes canções, emoções e perspetivas vão construindo uma narrativa que não fecha completamente a interpretação sobre aquilo que realmente aconteceu. “Prólogo” está disponível em todas as plataformas digitais.

Cantor, compositor e performer, Gonçalo Gomes nasceu em Coimbra e cresceu em Anadia. Em 2026, chegou à final do Festival da Canção com ‘Doce Ilusão’, num momento decisivo para a afirmação da sua identidade artística e para a projeção do seu trabalho junto de um público mais amplo.

O percurso musical de Gonçalo Gomes começou aos 14 anos. Nessa altura, iniciou aulas de canto orientadas por um maestro e integrou dois coros polifónicos, experiências que contribuíram para a sua formação vocal e musical. Atualmente, frequenta o curso de Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Em 2023, participou no The Voice Portugal, onde conquistou o público e o mentor António Zambujo com interpretações marcadas pela entrega e pela emoção.

Entre a Pop e a canção portuguesa, Gonçalo Gomes tem vindo a construir uma linguagem própria, onde a melancolia, a vulnerabilidade e a intensidade emocional convivem com uma dimensão mais leve e irreverente. Inspirado por nomes como Joji e Rita Rocha, escreve a partir daquilo que conhece e sente, transformando experiências pessoais em canções que procuram estabelecer uma ligação direta com quem as ouve. Para Gonçalo Gomes, a vulnerabilidade não é uma fraqueza - é matéria-prima.

Depois de se destacar no Festival da Canção, continuou a desenvolver esse universo através de temas como ‘Apocalipse’ e ‘Heróis’, que contribuíram para ultrapassar as 100 mil reproduções nas plataformas de streaming e as 600 mil visualizações nas redes sociais. Seguiu-se ‘Aprender’, um dueto com a cantora e compositora conimbricense Aris, num momento de crescimento e exploração de novas possibilidades dentro da sua identidade artística.

Agora, com “Prólogo”, Gonçalo Gomes leva essa linguagem mais longe. O novo EP mergulha em territórios de perda, culpa, desejo e aceitação, cruzando uma narrativa emocional com uma dimensão cinematográfica e conceptual. É mais um passo num percurso ainda em construção - e precisamente por isso, sem medo de experimentar, mudar de forma e descobrir até onde pode ir.

 

NASPA E JLIA MESTRE COM SINGLE JUNTOS

 



















NAPA e Julia Mestre
Canção Pra Dois

Os NAPA apresentam “Canção Pra Dois”, tema de destaque de Semitrópico, o novo álbum da banda, em colaboração com a artista brasileira Julia Mestre. Romântica, luminosa e subtilmente sensual, a canção vive da cumplicidade entre duas vozes que se cruzam num registo íntimo, quente e envolvente, evocando a naturalidade de uma história de amor.

Conduzida pela guitarra e por texturas acústicas, “Canção Pra Dois” cresce de forma gradual e cinematográfica: começa num plano próximo e delicado, expande-se com a entrada do piano, das cordas e de uma secção rítmica contida, e culmina num crescendo emocional amplo, sem perder a elegância e a suavidade que definem o tema.

A canção reflete o universo de Semitrópico, onde os NAPA aprofundam a sua identidade indie pop-rock, cruzando a Madeira — geográfica, afetiva e musicalmente no centro do álbum — com influências da música portuguesa e brasileira. Pela sua melodia imediata, interpretação emotiva e produção orgânica, “Canção Pra Dois” é uma forte aposta para rádios de perfil pop, indie, lusófono, adulto contemporâneo e programas de nova música.

Depois do forte impacto em rádio de “Deslocado” e “Sortudo”, os NAPA apresentam agora um tema mais íntimo e cinematográfico, com potencial para prolongar a sua relação crescente com a rádio e com o público.

MONSTRO APRESENTAM " GOLDEN HAIR"















Monstro apresentam “Golden Hair”, o primeiro avanço para um novo disco previsto para 2027

A banda bracarense regressa com um novo single. Depois de um 2026 marcado por passagens por palcos como o Festival Vilar de Mouros e o Indie Music Fest, Monstro preparam-se para um novo capítulo, com disco e mais concertos no horizonte.

“Golden Hair” é o mais recente single de Monstro e o primeiro avanço para um novo trabalho, com edição prevista para 2027, que sucederá a Unborn Love, editado em novembro de 2025.

Com este novo lançamento, a banda bracarense volta a convidar o público a entrar no seu universo, abrindo novamente a porta a um imaginário cinematográfico que define a sua identidade artística. “Golden Hair” assinala assim o início de um novo ciclo criativo, antecipando o caminho que a banda irá percorrer até à chegada do próximo disco.

O lançamento surge depois de um 2026 repleto de momentos especiais, que levou Monstro a palcos como o Festival Vilar de Mouros e o Indie Music Fest, consolidando o percurso ao vivo do projeto. Com 2027 já no horizonte, a banda prepara-se agora para dar continuidade a esta trajetória, com um novo álbum e mais concertos previstos.

Até lá, Monstro continuam a encontrar o público ao vivo, com três datas agendadas para os próximos meses:

23 de outubro — Mavy, Braga (duo)
3 de novembro — Café Curto, Coimbra (duo)
9 de novembro — Lovers & Lollypops, Porto

“Golden Hair” já se encontra disponível nas plataformas digitais.

QUADEA COM SINGLE NOVO





















Os Quadra apresentam “Nada é Certo”, o novo single que antecipa o próximo álbum da banda, com edição prevista para março de 2027. O tema cruza o groove orgânico do funk e do soul com a energia contagiante da pop, numa abordagem que privilegia o ritmo, a melodia e a vontade de dançar.

Com uma linha vocal marcante e um arranjo cuidado, “Nada é Certo” aproxima-se do universo sonoro de nomes como Jamiroquai, Franc Moody e Say She She, cruzando referências do funk e da disco com uma sensibilidade pop contemporânea. O resultado é um tema dançável, construído em torno de um groove envolvente e de uma melodia que fica no ouvido.

Entre a energia das pistas de dança e a sofisticação dos arranjos, o single revela uma faceta dos Quadra que encontra na fusão de géneros o espaço para desenvolver uma identidade própria.

“Nada é Certo” abre assim caminho para o novo disco, previsto para março do próximo ano, e deixa antever a direção musical que a banda está a explorar nesta nova fase.

O novo álbum dos Quadra tem edição prevista para março de 2027.

RODRIGO LOURENÇO COM SINGLE NOVO





















Novo single "Um Acaso" com produção musical de Ângelo Freire e letra de Francisco Guimarães.

Rodrigo Lourenço lança novo single “Um Acaso”, com poema original de Francisco Guimarães e produção musical de Ângelo Freire. Este single surge como uma afirmação do artista no Fado.

Este fado tradicional fala de um encontro inesperado que, ainda hoje, poderia acontecer a qualquer um de nós. Duas pessoas cruzam-se por acaso, apaixonam-se e descobrem no outro o desejo de construir um futuro juntos. Sonham com uma casa, com um casamento e com uma vida partilhada, transformando um simples acaso numa promessa de amor para a vida.

“Um Acaso” é valorizado por um conjunto de músicos de referência no género. A produção musical está a cargo de Ângelo Freire, que assume também a guitarra portuguesa, acompanhado por João Domingos, na viola de fado, e Vasco Sousa, no contrabaixo. A letra é da autoria de Francisco Guimarães, poeta com um percurso ligado à escrita para vários nomes do fado.

“Um Acaso” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

Natural de Castelo Branco, Rodrigo Lourenço tem 21 anos e uma relação com a música que começou muito cedo. Ao longo do seu percurso, passou por uma academia de música, e pelo Conservatório, onde adquiriu uma formação clássica. Recentemente, licenciou-se em Jazz e da Música Moderna na Universidade Lusíada de Lisboa, conciliando diferentes influências na construção da sua identidade enquanto intérprete e compositor.

Em 2021, alcançou reconhecimento nacional ao vencer o programa “The Voice Portugal”, onde se destacou pela dimensão vocal, maturidade interpretativa e versatilidade. Entre os momentos mais marcantes do seu percurso no programa encontram-se as interpretações de “La Llorona”, de Chavela Vargas, “Maldição”, de Amália Rodrigues, e “Senhora do Almortão”, tema tradicional da Beira Baixa. Destacou-se ainda a interpretação de “Louca”, em dueto com Gisela João, autora do tema.

Desde essa vitória, Rodrigo tem levado a sua música a diferentes palcos e públicos em todo o país, mantendo também uma presença regular na televisão, nomeadamente no programa "Em Casa D’Amália”, e nas redes sociais, onde continua a partilhar o seu trabalho e a fortalecer a relação com os seus fãs.

O carisma e a entrega do Rodrigo é hipnotizante. Com ele nasce a certeza de que o fado ganhou uma voz com um futuro promissor no mundo da música portuguesa. 

UNDERWATER SONGS APRESENTA PRIMEIRO SINGLE













📸 Margot Rident

Depois da boa receção ao álbum homónimo de estreia e da digressão que se lhe seguiu, Underwater Songs regressa aos lançamentos discográficos a 13 de novembro, com "Underwater Songs Vol. 2", o segundo álbum de originais do projeto de voz e piano de Manuel Rocha e Luís Figueiredo. “Graça”, o single de apresentação do disco, é editado hoje, seguindo-se “You Won’t Return to Me”, com lançamento marcado para 30 de outubro.

Dando continuidade ao universo sonoro apresentado no primeiro álbum, esta nova criação de Luís Figueiredo (piano, composição e arranjos) e Manuel Rocha (voz) volta a cruzar canções em português e inglês. Entre a simplicidade e o detalhe, estas onze composições exploram memórias, paisagens sonoras e emoções profundas, num registo que privilegia a expressividade e a subtileza. "Underwater Songs Vol. 2" tem edição da Lado B Records.

«Pouco depois da edição de "Underwater Songs (2024)", dei por mim a escrever canções no mesmo espírito, à volta dos mesmos temas, e com uma certa sonoridade muito próxima do disco que tínhamos acabado de lançar. Pareceu-me que continuava a escrever para esse disco, apesar de ele já ter sido gravado e editado. Gradualmente, fomos incluindo essas novas canções nos concertos, até que começaram a ser demasiadas. Nessa altura, ficou claro que estava na hora de gravar um segundo volume, registando essas novas canções. É, claramente, um volume 2, no sentido em que a intenção dos dois discos é a mesma: gravámos no mesmo estúdio, com o mesmo técnico de som e o mesmo piano; na capa deste volume 2 está uma nova imagem, mas da autoria da mesma fotógrafa que assinou a capa do primeiro volume. Underwater Songs é uma história contada em duas partes — neste momento não prevejo que haja mais.»
Luís Figueiredo

A apresentação ao vivo do novo álbum arranca a 11 de dezembro, no ciclo Jazz Consigo, do El Corte Inglés, em Lisboa. Em janeiro, a dupla prossegue o percurso pelos palcos nacionais, com um concerto no dia 19 no Café Curto, o café-concerto do Convento São Francisco (Coimbra), no dia 22, na Fundação José Saramago (Lisboa), e no dia 24, no Auditório do Solar da Música Nova (Loulé).
AGENDA

11 DEZ
LISBOA
El Corte Inglés (Jazz Consigo)
Sala de Âmbito Cultural | Piso 6
18:30

19 JAN
COIMBRA
Convento São Francisco (Café Curto)
19:30

22 JAN
LISBOA
Fundação José Saramago

24 JAN
LOULÉ
Auditório do Solar da Música Nova

Underwater Songs é um projeto musical que reúne o pianista e compositor Luís Figueiredo e o guitarrista e vocalista Manuel Rocha, num encontro artístico marcado pela cumplicidade, pela subtileza e pela intimidade. A partir do diálogo entre voz e piano, os dois músicos exploram as possibilidades expressivas da canção, cruzando influências do jazz e da música portuguesa contemporânea com uma abordagem delicada, cinematográfica e emocional.

Reconhecido pelo seu percurso no jazz e na música portuguesa, Luís Figueiredo tem desenvolvido uma carreira de destaque como pianista, compositor e arranjador, colaborando com artistas como Cristina Branco, António Zambujo e Salvador Sobral. O seu trabalho caracteriza-se pela versatilidade e pela capacidade de transitar entre diferentes universos musicais, do jazz ao fado e à música erudita.

Manuel Rocha, guitarrista e vocalista de timbre distintivo, tem colaborado com artistas como Luísa Sobral e MARO, afirmando uma identidade musical própria, marcada pela sensibilidade interpretativa e pela atenção à palavra. Em Underwater Songs, a sua voz encontra no piano de Luís Figueiredo um espaço de escuta e partilha, dando forma a uma linguagem musical comum.

XICO GAIATO APRASENTA VÍDEOCLIP


Depois de editar o álbum de estreia A Cada Passo Que Dou, pela Omnichord, Xico Gaiato apresenta o videoclipe do tema que dá nome ao disco, numa criação que se prolonga também por “e o vento no final da tarde”, outra das canções que integram o álbum. Realizado por André Ivo, o vídeo junta os dois temas numa peça visual que percorre diferentes dimensões do universo do artista.

Gravado no Centro de Migrações do Fundão, com o apoio da Câmara Municipal do Fundão, o videoclipe explora o lado mais cru e físico de Xico Gaiato, numa performance intensa que conta com três bailarinas: Beatriz Felício, Beatriz Catarino e Marta Cardoso. A participação especial da avó do artista acrescenta uma dimensão íntima e geracional à criação, aproximando o universo do disco das pessoas e das memórias que fazem parte da sua história. 

Em “A Cada Passo Que Dou”, a procura de uma semente perdida na terra surge como metáfora para a esperança que nos mantém em movimento, mesmo quando o caminho implica quedas, dúvidas e erros. A terra assume um lugar central: é chão, origem e memória, mas também um ponto de regresso quando nos perdemos de nós próprios. É no confronto com aquilo que somos e com o caminho que percorremos que encontramos novas respostas e a força para continuar.

Essa procura encontra outro sentido em “e o vento no final da tarde”, onde a natureza surge como espaço de pausa e renovação. O vento traz consigo a possibilidade de recuperar forças, limpar o ruído acumulado e reencontrar a energia necessária para seguir em frente.

Entre a terra e o vento, a queda e a resistência, o videoclipe reúne duas canções que refletem sobre o caminho, as transformações que nos marcam e a relação com as nossas raízes. Um retrato pessoal de Xico Gaiato, onde a memória e a origem não representam apenas um lugar ao qual regressar, mas também aquilo que nos permite continuar a avançar.

A Cada Passo Que Dou reúne 14 canções e tem sido apresentado ao vivo em várias cidades do país, com passagens pelo Auditório da Moagem, no Fundão, pelo Teatrão, em Coimbra, pela Casa da Criatividade, em São João da Madeira, e pela Casa Capitão, em Lisboa. e nos Maus Hábitos, no Porto.
Os próximos concertos estão marcados para 13 de novembro, no Palmeiras – Palácio em Revolução, em Lisboa, e 23 de janeiro, em Leiria.

As edições físicas do álbum, em vinil e CD, já estão disponíveis no Bandcamp da Omnichord

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LOGG INAUGURA NOVO PROJETO "PLANTA LIVE" COM SHOWCASE DE CINCO CANÇÕES
























Fotografia: Pluma

A cada dois meses, será lançado no YouTube e nas plataformas digitais um novo episódio da série promovida pela Planta Livre, com um novo artista convidado e uma identidade visual própria.

LOGG é o protagonista do primeiro episódio do “Planta Live”, um novo projeto que cruza música, natureza e expressão artística, através de sessões ao vivo. Em “Planta Live - Ep.1: LOGG”, o cantor e compositor apresenta um showcase de cinco canções que percorre diferentes momentos do seu repertório, desde o EP de estreia, “LOGGin”, aos lançamentos mais recentes, numa abordagem que lhes dá uma nova dimensão, através da interpretação ao vivo. O formato dinamizado pela Planta Livre - empresa portuguesa dedicada à produção e comercialização de plantas - apresenta no alinhamento faixas como ‘Estrelas’, ‘Luz Verde’ e uma versão de ‘Agarra em Mim’, de Ana Moura e Pedro Mafama.

“O "Planta Live" é uma oportunidade de mostrar as minhas músicas de uma forma diferente, num ambiente que nos desafia a sair do habitual e a olhar para as canções de outra perspetiva. Gosto da ideia de valorizar a música, a interpretação e a energia de tocar em conjunto. É também uma forma de revisitar o meu percurso e mostrar aquilo que sou hoje, enquanto artista”, afirma LOGG.

"Neste showcase revisito temas como o 'Don Juan' e o 'LIKE THIS' e também apresento uma nova leitura de ‘Agarra em Mim’. Escolhi propositadamente este tema pela forma como cruza diferentes universos musicais e a intensidade emocional que transmite, o que me permite explorá-lo a partir da minha própria identidade", diz ainda o cantor.

Neste primeiro episódio do “Planta Live”, LOGG é acompanhado por Anderson Ivo nas teclas, Eron Gabriel na bateria, Dodas Spencer na guitarra e Pedro Dias no baixo, numa formação que reforça a dimensão musical e performativa do projeto.

Com uma cenografia marcada pela presença de plantas que se irá adaptar ao universo de cada artista, o “Planta Live” aposta num ambiente intimista e numa identidade visual própria, colocando a música no centro da experiência. A cada dois meses, será disponibilizado um novo episódio, que dará continuidade a uma série que pretende explorar diferentes universos musicais e criar momentos únicos de atuação ao vivo. O “Planta Live” pretende dar espaço a diferentes artistas e apresentar novas interpretações dos seus repertórios, através de conteúdos pensados para o consumo digital.

LOGG é o alter-ego artístico de Gonçalo Gonçalves. O cantor e compositor estreou-se em 2019 com ‘Idnt’ e editou o primeiro EP, “LOGGin”, em 2021. No mesmo ano, foi escolhido pela MTV Portugal para integrar o projeto MTV PUSH, reconhecimento que acompanhou uma fase importante do seu percurso. Mais recentemente lançou os singles ‘Luz Verde’ e ‘LIKE THIS’, que refletem a evolução da sua identidade artística e a vontade de construir um caminho próprio na música.

“Planta Live – Ep.1: LOGG” está disponível no YouTube e em todas plataformas digitais.

LOGG é o alter-ego do cantor e compositor Gonçalo Gonçalves. Embora natural de Guimarães e com família em Cabeceiras de Basto, no distrito de Braga, o artista viveu sempre entre Sintra e Cascais. Ligado à música desde cedo, estudou guitarra e teve aulas de canto.

Muito por influência do pai, cresceu a ouvir os mais variados estilos musicais, sobretudo o Punk Rock de bandas como os Green Day, mas também Fado, Reggae e Pop. O seu enorme interesse musical levou a que quisesse frequentar aulas de guitarra. Quase de forma imediata começou a trautear as músicas que queria aprender a tocar e passou a gostar de cantar e de se ouvir. Por também gostar de escrever, acabou por juntar os dois mundos, num processo que descreve como natural e orgânico, de busca pela sua identidade e espaço artístico. O Punk Rock continua a ser um género muito presente na playlist de LOGG, mas os principais estilos musicais que ouve atualmente são o Hip Hop e o Pop nacionais. O rapper Plutónio é uma das suas principais referências musicais, artísticas e de carreira.

Em 2019 estreou-se com 'Idnt', uma colaboração com Goshi. Em 2020 lançou os singles 'Don Juan' e 'Estrelas' e no ano seguinte 'Dói', temas que abriram caminho para o primeiro EP, "LOGGin", de 2021. O curta duração foi escrito por LOGG com o amigo Carlos Ferreira e conta, ainda, com as colaborações de Edu Monteiro e Francesco Meoli. No mesmo ano editou 'TB' e '20 e Tal' e tornou-se artista MTV PUSH, a convite da MTV Portugal.

Após um hiato, regressa aos lançamentos em 2024 com 'Nada Para Sentir', canção escrita com os D.A.M.A - Kasha, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho - e produzida por Francesco Meoli, ao qual se seguiu, em 2025, 'Luz Verde', um tema sobre sobrevivência e resiliência emocional escrito com vários compositores, entre os quais Riic Wolf, e produzido por GUERRA, que compôs a melodia com Francesco Meoli. No início de 2026 LOGG edita ‘LIKE THIS’, um manifesto sobre a dificuldade de vingar profissionalmente, que celebra quem constrói o seu próprio caminho e se recusa a cair em dinâmicas de influência. O novo tema foi escrito e composto pelo cantor com o produtor GUERRA, Carolina Martins, Magnus Wise e Riic Wolf.

Através da sua arte, LOGG veio para tentar influenciar de uma forma positiva quem o rodeia e todos os que acompanham o seu percurso e evolução musical. Não se deixa influenciar pela ditadura dos números e do algoritmo e, embora sinta orgulho do que fez, está ansioso por mostrar o que aí vem. Agradece o que vier, confia no processo e acredita que com trabalho e empatia tudo se consegue. Tem como objetivo maior que a sua música o leve a sítios cada vez melhores.

Luísa Sobral lança álbum "Cartas de Desamor"

 



















Fotografia: Kenton Thatcher
Design: Marta Castro

"Cartas de Desamor" marca os 15 anos de carreira de Luísa Sobral.

Explorando novos territórios, o oitavo álbum da cantauratora assinala a sua aproximação à música tradicional portuguesa, fruto de um renascimento criativo e emocional após um período de maior introspecção. Sem nunca perder o foco nas letras e na canção de autor, a compositora cruza a sua identidade com os ritmos e as percussões da nossa cultura.

A produção ficou a cargo de Ricardo Dias (que já colaborou com grandes nomes, como Fausto e Vitorino) e o disco conta com as participações especiais de Sopa de Pedra, A Garota Não e Vitorino.

"Cartas de Desamor" afirma-se como uma celebração da reinvenção que une o passado e o presente da música portuguesa. 

Disponível em todas as plataformas digitais

Disponível para pré-venda em CD e Vinil

Teatro Tivoli BBVA - 11 de Novembro
Casa da Música - 16 de Novembro

SINGLE NOVO DE DANIELA GALHOZ

 













Daniela Galhoz
apresenta “Feelings Are Not for Fools”, novo single e tema que dá nome ao álbum de estreia da cantora e compositora portuguesa, com edição prevista para o final de 2026. Entre um riff de guitarra de inspiração retro e uma sonoridade marcada pela energia e por uma dimensão nostálgica, a canção parte de uma reflexão sobre amor, responsabilidade emocional e a descoberta de que nem todas as pessoas estão preparadas para lidar com aquilo que sentem — ou com os sentimentos que despertam nos outros.

Radicada em Madrid depois de um percurso que passou também por Lisboa e Londres, Daniela Galhoz encontra no novo tema um momento de consciencialização sobre a forma como as relações são construídas. “Feelings Are Not for Fools” nasce da constatação de que assumir a responsabilidade pelos próprios atos nem sempre é simples e de que essa dificuldade se torna ainda mais evidente quando implica reconhecer o impacto emocional que se tem sobre outra pessoa.

Mais do que procurar uma definição para o amor, a canção concentra-se precisamente na dificuldade de o compreender. A escrita acompanha a tensão entre aquilo que se sente e aquilo que se consegue racionalizar, entre a expectativa de reciprocidade e a possibilidade de o outro não possuir a mesma disponibilidade ou maturidade para responder ao que lhe é entregue.

É nesse desencontro que “Feelings Are Not for Fools” encontra o seu ponto de partida. Para Daniela Galhoz, a maturidade emocional não surge automaticamente com a experiência e amar implica uma responsabilidade que nem todos estão preparados para assumir. Perante essa diferença, a canção acaba por se aproximar também de uma ideia de amor-próprio: reconhecer os limites do outro sem permitir que essa incapacidade determine o próprio valor.

Musicalmente, o tema abre com um riff de guitarra de inspiração retro e desenvolve-se sobre um ritmo dinâmico, recuperando uma certa nostalgia sem abandonar uma abordagem contemporânea. O single prolonga o encontro entre indie alternativo e soul que tem acompanhado o percurso da artista e que estará também no centro do seu primeiro longa-duração.

“Feelings Are Not for Fools” é o single principal e dá título ao álbum de estreia de Daniela Galhoz, previsto para o final de 2026. Escrito entre diferentes geografias, de Londres a Madrid, passando por Lisboa, o disco percorre temas como o medo, a ambição e o amor, entendido não apenas enquanto sentimento, mas sobretudo através da procura constante por compreendê-lo.

Todas as canções e letras do álbum são assinadas por Daniela Galhoz e compostas em conjunto com o produtor André Indiana, numa colaboração desenvolvida a partir de uma visão artística partilhada. Entre referências do soul e do indie, o disco procura reunir diferentes momentos e lugares do percurso pessoal e criativo da artista, colocando a experiência emocional no centro da escrita.

O caminho até ao primeiro álbum começou em 2025 com “Wild and Fun”, tema de estreia construído em torno da liberdade e do reencontro consigo própria. Seguiram-se “Happier”, uma reflexão mais introspetiva sobre crescer sem perder a própria essência; “Partes de Ti”, primeira canção da artista integralmente em espanhol; e “Either Way”, onde Daniela Galhoz reduziu a composição à expressão mais elementar de voz e guitarra.

Cantora e compositora portuguesa atualmente radicada em Madrid, Daniela Galhoz iniciou o percurso musical aos seis anos, no Conservatório de Lisboa, antes de prosseguir a formação no Reino Unido, primeiro em Cambridge e posteriormente em Londres. Durante os dois anos em que viveu na capital britânica, passou por salas como Hammersmith Arms, The Half Moon Putney e Amersham Arms e abriu concertos de Martin Harley e Dylan LeBlanc.

Já em Espanha, atuou na sala Intruso, em Madrid, tendo regressado a Portugal em fevereiro para uma atuação no Festival Sons de Vez. Com Amy Winehouse e Ray LaMontagne entre as suas referências, desenvolve uma linguagem que cruza indie alternativo e soul, mantendo a voz e a escrita como elementos centrais das suas composições.

Com o álbum de estreia no horizonte, Daniela Galhoz tem já concertos previstos em Portugal e Espanha para apresentar o novo trabalho ao vivo, com passagens pelo Coliseu Club, em Lisboa, pela Casa da Cultura, em Setúbal, e pela sala Honky Tonk, em Madrid.

“Feelings Are Not for Fools” abre agora uma nova etapa nesse percurso, antecipando diretamente um primeiro longa-duração construído em torno daquilo que nem sempre é simples traduzir em palavras: o medo, a ambição, o amor e as diferentes formas de aprender a lidar com aquilo que se sente.

MESA COM NOVO SINGLE













© Clara Tapadas/ João Azevedo

Depois do regresso aos palcos em 2025 com dois concertos memoráveis, na Casa da Música, no Porto, e no Lux Frágil, em Lisboa, onde revisitaram os temas mais emblemáticos dos seus 20 anos de carreira, os MESA regressam agora aos originais com «Amor de Papel», a primeira canção inédita da dupla Mónica Ferraz e JP Coimbra desde o álbum «Automático» (2011).

Com letra e música de JP Coimbra e a voz quente e inconfundível de Mónica Ferraz, «Amor de Papel» cruza uma declaração de amor com a realidade da guerra. A sua sonoridade luminosa contrasta com a gravidade do tema, transformando a distância em desejo de reencontro e o afecto num gesto de resistência.

26 de Novembro de 2026, às 21h00 | Atmosfera M - Lisboa
22 de Janeiro de 2027, às 21h00 | Maus Hábitos - Porto

BRUNO CELTA ESTREIA “LA VENDETTA” A 24 DE OUTUBRO: UM VIDEOCLIPE EM FORMATO DE CURTA-METRAGEM QUE DESAFIA O CONVENCIONAL

 



















O novo single antecipa o álbum AD ASTRA PER ASPERA, com lançamento previsto para novembro. A apresentação oficial do videoclip terá lugar na FNAC de Évora e contará com uma conversa com a jovem artista Margarida Sousa, para o projeto/podcast “É Mais ou Menos Assim”.

Bruno Celta prepara-se para voltar a surpreender com o lançamento oficial do videoclip de “LA VENDETTA”, agendado para o próximo dia 24 de outubro, às 09h00.

Mais do que um simples videoclip, “LA VENDETTA” apresenta-se como uma curta-metragem musical, realizada e produzida pelo próprio artista, numa abordagem que cruza música, narrativa visual e uma identidade marcadamente cinematográfica.

Conhecido pela sua vontade de desafiar fórmulas e recusar os caminhos mais previsíveis da criação artística, Bruno Celta promete, uma vez mais, uma verdadeira pedrada no charco do convencional.

Com uma atitude assumidamente rock, uma sensibilidade emo e uma linguagem visual que procura ir além do formato tradicional do videoclip, “LA VENDETTA” afirma-se como uma proposta artística que não pretende acomodar-se a tendências nem corresponder a expectativas.

UM VIDEOCLIPE QUE É TAMBÉM CINEMA

Idealizado e produzido por Bruno Celta, o projeto aposta numa dimensão cinematográfica, em que a imagem assume um papel narrativo e expressivo que complementa a música.

O projeto contou com edição de Pedro Marques e trabalho de câmara, fotografia e maquilhagem de Tatiana Santos, numa colaboração criativa que procura conferir ao videoclip uma identidade visual própria.

O resultado é uma obra que se propõe ultrapassar os limites habituais do vídeo musical, aproximando-se da linguagem da curta-metragem e reforçando a dimensão artística e performativa do universo de Bruno Celta.