sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

ANTÓNIO ZAMBUJO LANÇA NOVO DISCO




















O novo álbum de António Zambujo, Oração ao Tempo, será editado no dia 19 de março. Dois dias antes, a 17 de março, os subscritores da sua plataforma terão acesso a uma pré-escuta exclusiva do disco.

“Oração ao Tempo”, a canção que dá título ao álbum, é um dueto gravado com Caetano Veloso, autor do tema original, e já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming. O novo álbum será apresentado ao vivo nos Coliseus, a 11 de abril, no Porto AGEAS, e a 16 e 17 de abril, em Lisboa. Segue-se uma digressão no Brasil, entre 1 e 24 de maio, com um total de onze datas.

Com três temas da sua autoria, António Zambujo volta a colaborar com letristas e compositores centrais na sua discografia, ao mesmo tempo que dá voz a novos autores e artistas. Maria do Rosário Pedreira, Pedro da Silva Martins, João Monge, Carolina Deslandes, João Gil, Diogo Zambujo, Mimi Froes, Rita Dias e José Eduardo Agualusa são alguns dos nomes que assinam textos e músicas.

Além do dueto com Caetano Veloso, há ainda versões de Tom Jobim e Torquato Neto, e poesia de Vinicius de Moraes, Amalia Bautista e João Paulo Esteves da Silva, nos quinze temas que compõem o alinhamento de Oração ao Tempo:

Pequenos Prazeres (Letra: Maria do Rosário Pedreira / Música: António Zambujo)
Palma da Mão (Letra: Pedro da Silva Martins / Música: Luís Martins)
Prescrição (Letra e Música: Mimi Froes)
Nossa Alma é Siamesa (Letra: Carolina Deslandes / Música: André Santos / Poema de Amalia Bautista, No Fundo)
Regresso à Infância (Letra: Maria do Rosário Pedreira / Música: João Gil)
Perguntas Difíceis (Letra e Música: Mimi Froes)
Foi a Noite (Letra: Newton Mendonça / Música: António Carlos Jobim)
Poética (Autor: Vinicius de Moraes)
Oração ao Tempo (Letra e Música: Caetano Veloso)
Três da Madrugada (Letra: Torquato Neto / Música: Carlos Pinto)
Que se Dane (Letra: João Monge / Música: António Zambujo)
Nº 9 5º Frente (Autor: João Paulo Esteves da Silva)
Contradança (Letra: Rita Dias / Música: André Santos
Espera Vã (Letra: Diogo Zambujo / Música: António Zambujo)
Mestre dos Batuques (Letra: José Eduardo Agualusa / Música: Márcio Faraco) 

Com arranjo e produção de André Santos, Oração ao Tempo foi integralmente gravado pelos músicos que acompanham António Zambujo em palco: João Salcedo (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), João Moreira (trompete), Francisco Brito (contrabaixo), José Conde (clarinete baixo) e André Santos (guitarra).

11 de abril Coliseu do Porto Ageas

Cadeiras de Orquestra 60€
1ª Plateia 50€
2ª Plateia 45€
Tribuna 45€
Camarote de 1ª 40€
Frisas 35€
Balcão Popular 35€
Galeria 30€
Geral 25€
Camarote de 2ª 20€

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h30

16 (nova data) e 17 de abril Coliseu dos Recreios, Lisboa

Cadeiras Orquestra 65€
1ª Plateia 55€
2ª Plateia 50€
Balcão Central Com Marcação 45€
Balcão Lateral Sem Marcação (Vis.
Reduzida) 40€
Camarotes 1ª Frente 45€
Camarotes 1ª Lado – Vis. Reduzida 40€
Camarotes 2ª Frente 35€
Camarotes 2ª Lado – Vis. Reduzida 30€
Galeria de Pé 25€

Abertura de Portas 20h30
Início do Espetáculo 21h3

Próximo Concertos

21 de março
Auditório Municipal Augusto Cabrita – Barreiro, Portugal

10 de abril
Casino de Chaves – Chaves, Portugal

11 de abril
Coliseu do Porto – Porto, Portugal

16 e 17 de abril
Coliseu dos Recreios – Lisboa, Portugal

1 de maio
Instituto Baía dos Vermelhos – Ilhabela, Brasil

2 e 3 de maio
Sesc Pinheiros – São Paulo, Brasil

6 de maio
Teatro do Bourbon Country – Porto Alegre, Brasil

7 de maio
Centro Integrado de Cultura – Florianópolis, Brasil

8 de maio
Sesc Palladium – Belo Horizonte, Brasil

9 de maio
Teatro do Parque – Recife, Brasil

13 de maio
Teatro RioMar Fortaleza – Fortaleza, Brasil

16 de maio
Circo Voador – Rio de Janeiro, Brasil

20 de maio
Teatro Oficina – Campinas, Brasil

24 de maio 
Centro de Convenções – Brasília, Brasil

BANDUA LANÇA PRIMEIRO SINGLE DO ÁLBUM DE REMISTURAS E ANUNCIA NOVO ÁLBUM DE ORIGINAIS PARA 2026.















Bandua, a dupla formada pelo produtor e músico Bernardo d’Addario e o músico e cantor Edgar Valente, anunciam o regresso às edições em 2026 com dois novos álbuns.

O primeiro será “BANDUA REMIXES”, uma revisita ao capítulo inicial de “Bandua” através das remisturas de sete produtores portugueses, reinterpretando vários temas do disco original e de “Pena no Peito”, single mais recente. O selo será da prestigiada editora independente britânica Earthly Measures.

A abrir caminho, saiu hoje (20 de Fevereiro), o primeiro single de remisturas, uma reinterpretação de “A Lua” pelo produtor, percussionista e baterista português Magupi (Márcio Pinto). Magupi acelera o pulso da canção original, conduzindo-a para um território mais progressivo, ancorada num kick forte e pulsante e numa linha de baixo mais densa. Uma lua com fundações emocionais e melódicas idênticas à original mas com novas camadas que acentuam o movimento e dinâmica da faixa, reenquadrando-a num contexto de pista de dança mais imersivo.

O segundo single do álbum de remisturas será uma versão drum and bass de “Macelada” produzida pelo artista Phragmant e tem lançamento previsto para 13 de Março. “BANDUA REMIXES” chegará depois na íntegra no dia 27 de Março. O artwork da capa e dos dois singles, assinado por Fábio Luzia, será também uma remistura visual da capa do original.

Mais do que simples reimaginações, as remisturas elevam a elasticidade da linguagem de Bandua. As versões sonoras desdobram-se como percursos paralelos que abrem pelo downtempo, o drum and bass, a música progressiva, psicadélica ou ambiente. Releituras que em comum trazem retrospectiva e evolução: ora revisitando as intenções originárias da dupla, ora abrindo pistas e tendências do que poderá surgir a seguir.

Em Abril será tempo de brotarem os singles de avanço de “BANDUA II”. O novo disco de originais será editado pela editora independente sueco-alemã Ajabu! Records e já tem lançamento marcado para o início de Maio

Entretanto, os Bandua preparam-se para já em Março subirem ao palco da prestigiada BABEL MUSIC EXPO, em Marselha, França, um dos mais relevantes encontros europeus dedicados às músicas do mundo e às novas linguagens sonoras. Um showcase que confirma a presença de Bandua num contexto internacional, abrindo caminho à expressão do seu universo artístico ao panorama europeu.

JOAQUIM ROSA TEM NOVO SINGLE





















“Fugir Pra Longe” é o novo single de Joaquim Rosa, disponível em todas as plataformas a partir de hoje, 20 de fevereiro de 2026, que integra o próximo álbum, Introspectivo. O tema sucede “Planos”, “Indecisão”, “Não Choro” e “Dor de Sonhar”.

Com uma sonoridade pop/jazz, a canção explora o cansaço emocional e a vontade de fugir ao quotidiano.

O single marca uma nova etapa no percurso do cantautor eborense pois explora novas sonoridades nunca antes ouvidas nos temas anteriores.

Joaquim Rosa é um cantautor e guitarrista português de Évora. 

O seu trabalho cruza pop alternativo, folk, blues, rock e mais recentemente, jazz. Com canções intimistas que abordam temas como a saúde mental, as relações humanas e a solidão, Joaquim iniciou em 2025 o lançamento do seu álbum de estreia, Introspectivo, apresentado faixa a faixa, projeto que continua a desenvolver e consolidar em 2026.

Ao vivo, apresenta-se a solo ou com banda completa, com forte foco na autenticidade e na ligação emocional com o público.

MARIA LEÓN APRESEMTA NOVO SINGLE

 



















Maria León apresenta novo single "E Tão Imóvel me Deixo" e anuncia espetáculo “Brumas do Luar - Lisboa, Mar e Alma” a 15 de abril no Coliseu Club.

Após o lançamento do álbum Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma e dos singles Barquinho de Papel, (Maria León), Presságio (Maria León / Fernando Pessoa) e Miragem (Rodrigo Leão / Maria León), Maria León apresenta agora o quarto single do projeto: E Tão Imóvel Me Deixo, com música, letra e arranjos de Carlos Maria Trindade.

Num tempo marcado pela velocidade e pelo consumo imediato, o tema afirma-se como um gesto de pausa e resistência poética. De estética orgânica e humanista, celebra uma poesia romântica moderna e contemporânea, onde a natureza e a imperfeição se tornam expressão de humanidade em contraposição à criação através da inteligência artificial.

Com piano e arranjos de Carlos Maria Trindade e participação especial de Rão Kyao na flauta transversal, a composição revela uma atmosfera contemplativa, dialogando com o naturalismo do espírito de Alberto Caeiro, dentro do universo pessoano que atravessa o álbum.

O single antecede o concerto “Brumas do Luar - Lisboa, Mar e Alma”, no Coliseu Club, Lisboa, a 15 de abril de 2026 (21h30). O espectáculo contará com convidados especiais: Carlos Maria Trindade, Pedro Jóia e Pedro León, que se juntam para uma noite única dedicada à musica e à alma da cidade.

XTINTO LANÇA ÁLBUM "EM SONHOS, É SABIDO, NÃO SE MORRE"





















O artista português xtinto acaba de lançar o seu novo álbum, "Em sonhos, é sabido, não se morre.," um trabalho profundamente pessoal e cinematográfico que marca a fase mais madura da sua carreira. O disco será apresentado ao vivo no Capitólio, em Lisboa, no dia 11 de março de 2026, naquele que será o seu primeiro grande concerto em nome próprio numa das salas mais emblemáticas da capital. Os bilhetes já se encontram disponíveis nos pontos de venda oficiais. 

O nome do álbum inspira-se na canção Lisboa que Amanhece, de Sérgio Godinho, uma das maiores referências criativas de xtinto. A frase “Em sonhos, é sabido, não se morre” ecoou no artista pela multiplicidade de leituras possíveis e pela forma como espelha a inevitabilidade da música na sua vida. Sempre que ponderou desistir, regressou à criação, como quem acorda depois de “morrer” num sonho, pronto para recomeçar. O disco parte dessa ideia de renascimento para explorar temas íntimos e sociais, atravessados por sonhos individuais e coletivos: as raízes, os amigos, a família, a terra natal, o amor, o desamor e a saudade. É um projeto que percorre lugares e estados de espírito, sempre com transparência, vulnerabilidade e uma escrita cada vez mais depurada.

Em sonhos, é sabido, não se morre. conta com produção de Beiro, Kidonov e Lunn, e participações de iolanda, Ed, João Não e L-Ali, reunindo algumas das vozes mais relevantes da nova música portuguesa. O resultado é um álbum que expande o território sonoro de xtinto, cruzando hip-hop contemporâneo, pop, música alternativa e experimentação, num registo mais ousado e emocional.

Entre as faixas que compõem o disco, destaca-se “Dividir”, um dos temas mais consensuais do projeto e aquele que xtinto considera o single que melhor representa o espírito do álbum. A canção nasceu no primeiro camp criativo realizado em Ourém, onde o artista reuniu a sua equipa da Munnhouse com os amigos de infância, num ambiente de partilha que viria a moldar o próprio conceito do disco.

“Dividir” reflete as convicções sociais de xtinto e a valorização da comunidade em oposição à individualidade, uma filosofia que também guiou o processo de criação do álbum. O tema chega hoje acompanhado de um videoclipe já disponível no canal de YouTube do artista, que conta com a participação especial do Chef Henrique Sá Pessoa, reforçando a dimensão humana e colaborativa que atravessa todo o projeto.

O primeiro avanço, “Assunto Meu”, apresentou uma crítica mordaz à apatia coletiva e à indiferença social, inaugurando uma fase mais incisiva e conceptual na escrita do artista. Seguiu-se “Vento”, um tema de forte carga emocional, lançado em duas versões complementares: a gravação original e uma performance exclusiva para a série FILTR by, já disponível no YouTube. A interpretação crua e cinematográfica reforça a dimensão íntima do tema, que xtinto descreve como “o final perfeito” para um álbum que considera um dos mais importantes da sua carreira.

Natural de Ourém, xtinto tem-se afirmado como uma das vozes mais distintivas da nova geração da música urbana em Portugal. Desde a estreia com Odisseia (2015) até ao álbum Latência (2023), passando por temas como “Opus Magnum”, “Pentagrama”, “Marfim”, “Android” e “Éden”, distinguido com galardão de ouro, o artista construiu um universo marcado pela escrita meticulosa, pela criação de narrativas conceptuais e por uma estética sonora em constante evolução.

Em 2026, regressa com Em sonhos, é sabido, não se morre., um trabalho que aprofunda questões de identidade, fragilidade e reconstrução, consolidando a sua posição como um dos criadores mais sensíveis e inventivos da sua geração.

BONANÇA EDITA NOVO SINGLE “TÃO PERTO”


 

















bonança, cantautor oriundo da Massamá, lança novo single “tão perto” e aponta para o seu álbum de estreia a solo, que será editado em maio.

Depois de no fim de 2025 ter lançado uma faixa intitulada “o corpo”, um tema-experimentação sonora, o artista apresenta agora um single que antecipa o seu disco de estreia “só”.

“tão perto” nasce de uma experiência muito pessoal de bonança, assume-se na sua letra como uma purga à apatia. É uma canção em forma de reconexão ao mundo, ao pôr por palavras o que o artista sente quando percebe que por mais que o amor, a amizade e o sentido das coisas por vezes estejam a um palmo de distância, nem sempre temos forma de os abraçar.

“«tão perto» é, no fundo, um momento de lucidez, o olho da tempestade, tanto emocional quanto sonicamente, e é o tentar fazer disso sentido”, conclui bonança.

A acompanhar este lançamento há um videoclipe oficial realizado e editado pelo próprio artista. Parte de gravações feitas com uma lente fisheye e que foram depois recontextualizadas com imagens que bonança desenterrou do Internet Archive. Estas, maioritariamente de viagens ao espaço na década de 70, serviram para criar composições de recortes, máscaras e sobreposições que permitiram ao cantautor tentar explorar a ideia de solidão a um nível mais fundamental - uma solidão que assola o indivíduo e que o deixa a sentir deslocado dos próprios destinos do mundo.

Este é um dos primeiros vislumbres daquele que será o disco “só”, o álbum de estreia a solo de bonança. Composto ao longo dos últimos 3 anos, esta coleção de canções escancara tanto janelas quanto portas para a realidade de alguém que permanece incerto quanto ao seu lugar no mundo, numa fase em que os sonhos da infância já há muito se desvaneceram mas o vazio das rotinas do resto da vida ainda custa a engolir.

Em maio terá edição de autor e seguirá depois para a estrada em concertos de apresentação que serão anunciados em breve.

Sobre bonança:

bonança começou a ganhar forma em 2018, num quarto em Massamá, quando Ricardo Barroso decide tentar materializar as ideias musicais que lhe vêm à cabeça.

Tendo a mensagem como alicerce, bonança navega de modo despreocupado pelos géneros musicais, que vão desde post-rock ao bedroom pop, do IDM ao pop-punk.

Em 2021, o tema ‘Oceanário’ foi selecionado para a coletânea ‘Novos Talentos Fnac 2021’, o que se revelou uma plataforma de lançamento para a carreira do artista.

Em 2026, irá editar o seu álbum de estreia ‘só’, no qual se afasta do formato com banda e dos concertos frenéticos dos anos antecedentes, apresentando um conjunto de canções no qual

bonança regressa ao essencial, como tudo começou: voz e guitarra.

BIÉ E EMMY CURL JUNTOS EM TEMA



Bié e Emmy Curl juntam forças em 'Seca', canção que é o novo single de avanço do próximo álbum de Bié ('Enigma') e também já há vídeo disponível no YouTube!

ELISA EDITA NOVO SINGLE "CONVERSAR"

 



















Elisa edita hoje “Conversar”, o novo single que antecipa o seu segundo álbum de originais. A canção, que vai poder ser ouvida na nova novela da SIC "Páginas da Vida" a partir de dia 23 de fevereiro, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e marca mais um passo na construção deste novo capítulo artístico.

Se o amor é fonte inesgotável de canções quando começa e quando corre bem, também o é quando chega ao fim. “Conversar” nasce precisamente desse lugar: o momento em que uma relação deixa de ser vivida a dois. A canção, escrita pela cantora Nena e produzida pelo cantor e compositor João Só, é uma constatação clara de quem já não quer ser a única pessoa investida em que algo resulte.

Este novo single surge na sequência de “Asas”, “É a Tua Vez” e “Como é Fraco o Coração”, dueto com Tiago Nogueira, que será editado nas plataformas digitais em formato acústico no dia 06 de março, temas que têm vindo a revelar, passo a passo, o universo do próximo álbum. Um disco mais maduro e consciente, apresentado ao vivo numa digressão que passou pelo Porto, Coimbra e Funchal, e que recentemente esgotou duas datas consecutivas em Lisboa, no Auditório Carlos Paredes.

Musicalmente contida e emocionalmente precisa, “Conversar” revela uma Elisa cada vez mais segura da sua linguagem, onde a vulnerabilidade não pede licença e a intimidade se transforma em partilha. A voz, próxima e sem artifícios, conduz uma canção que fala da dificuldade de permanecer quando o diálogo já não acontece.

Natural da Madeira, Elisa venceu o Festival da Canção em 2020 com “Medo de Sentir”, tema que não chegou a levar ao Festival Eurovisão da Canção devido à pandemia, e editou, em 2021, o álbum de estreia "No Meu Canto". Com um percurso marcado pela autenticidade e por uma escrita emocionalmente honesta, afirma-se hoje como uma das vozes mais singulares da nova música portuguesa. “Conversar” confirma esse caminho e antecipa um disco onde sentir, dizer e silenciar fazem parte da mesma conversa.

27 de fevereiro — A anunciar
29 de maio — Madeira — A anunciar
03 de julho — A anunciar
14 de novembro — A anunciar

FRANKIE CHAVEZ AO VIVO













Ao vivo no Teatro Maria Matos, a 4 de março

Frankie Chavez: 15.º aniversário de “Family Tree” celebrado com reedição em vinil e ao vivo com convidados, em Lisboa 

Para assinalar o 15.º aniversário da estreia em disco, Frankie Chavez reedita esta sexta-feira, dia 20, “Family Tree”, remasterizado e com uma nova versão de “December 21st 2012”, que conta com a participação de Tatanka, na voz, e de João Correia, na bateria/percussão e produção. 

Disponível em vinil (edição limitada) e formato digital, este disco apresentou Frankie Chavez como uma das vozes mais originais do blues, folk e rock em Portugal. 

“O ‘Family Tree’ foi o meu primeiro longa-duração e, por isso, ocupa um lugar muito especial na minha vida. Era a segunda vez que entrava num estúdio profissional e sentia-me como uma criança numa loja de brinquedos: imensas guitarras, um engenheiro de som com todos os meios e a possibilidade – ainda ingénua – de transformar canções simples em algo maior. Tocava as músicas como as sentia e aos poucos as canções encontraram o seu caminho. Este processo deu ao disco um carácter muito próprio, uma sonoridade sem filtros, que ainda hoje me diz muito”, lembra Frankie Chavez. 

Sobre as canções, acrescenta: “Tinha sido pai, mudado de casa e casado há pouco tempo. Estava a construir um ninho. O ‘Family Tree’ poderia ter-se chamado ‘nesting’, mas acabou por surgir como algo mais profundo – quase um desígnio. Um plano de raízes e ramos que, sem que eu o soubesse, viria a concretizar-se ao longo dos anos. Quinze anos depois, tenho uma família maior, mais discos gravados e outra consciência sobre quem sou enquanto músico e pessoa.” 

À reedição do disco segue-se um concerto de celebração, dia 4 de março, no Teatro Maria Matos. Ao vivo, o músico vai contar com a participação especial de Tatanka, mas também emmy Curl e Kalú – ambos convidados de “Family Tree” (2011). 

O concerto no Teatro Maria Matos começa às 21h00 e os últimos bilhetes estão à venda nos locais habituais e on-line.

UNSAFE SPACE GARDEN DÃO "MAIS UMA VOLTINHA"





















©Matilde Cunha

“Mais Uma Voltinha” é o segundo avanço de O Melhor e o Pior da Música Biológica, o novo álbum com lançamento a 4 de Março de 2026.

Aqui vai mais uma voltinha 
Quem me leva que o faça com jeitinho 
Que isto às vezes fica estranho pelo caminho

Prestes a lançar o quarto longa duração, os Unsafe Space Garden apresentam um novo single. “Mais Uma Voltinha” é a segunda amostra do muito aguardado O Melhor e o Pior da Música Biológica, disco onde definem o português como matéria-prima no corpo de trabalho da banda, com edição no dia 4 de Março.

O “virou” da vocalista Alexandra Saldanha dá o mote para o tema que, depois do vertiginoso “FKNKU” – o single anterior, revelado em Outubro de 2025 –, solidifica a relação dos vimaranenses com a língua materna e as raízes da música nacional ao juntar a tradição ao seu vocabulário psicadélico de cores garridas.

De acordo com os Unsafe Space Garden, o tema simboliza “a possibilidade de renascer com todos os embates e lições, celebrando a capacidade de abraçar de novo cada oportunidade que nos é dada para recomeçar e a sede pela própria vida”.

Onde “FKNKU” surge como um furacão que coloca o dedo na ferida, “Mais Uma Voltinha” torna-se num gentil curativo amplificado por vozes cantadas em uníssono. O conforto de um abraço regenerador, em forma de canção, na caminhada rumo à invencibilidade.

Neste doce bálsamo para a alma, o sexteto convoca um coro vocal composto pelos Alunos de Música da Universidade Sénior de Moreira de Cónegos, fruto do trabalho desenvolvido pelos principais compositores dos Unsafe Space Garden, Nuno Duarte e Alexandra Saldanha, com comunidades um pouco por todo o país. A experiência tem-lhes permitido contactar com grupos de diferentes índoles que representam autênticos arquivos vivos da tradição oral e musical portuguesa. Inevitavelmente, as sementes dessa partilha permearam as novas criaças.

“Mais Uma Voltinha” prolonga-se na talentosa animação em 3D concebida pelo Studio Sparks, de Cristiana Figueiredo e Lucas Moreira, que intensifica o universo colorido da banda e as tonalidades vivas transmitidas pelo single dedicado a questões de inclusão, solidão e alienação perante o mundo.

Com sede no Porto, o estúdio de design vai acolher uma Listening Party onde será conhecido, em primeira mão, O Melhor e o Pior da Música Biológica, a 3 de Março, pelas 18h30, um dia antes do lançamento oficial [RSVP aqui].

Mas por agora, e enquanto os Unsafe Space Garden também se preparam para os concertos internacionais anunciados – no SXSW (EUA), em Março, e no The Great Escape (Reino Unido), em Maio –, celebremos a existência e a humanidade no amparo de “Mais Uma Voltinha”, já disponível nas plataformas digitais.

“Mais uma vez. Só mais uma.”

A MÚSICA NÃO TEM IDADE



O OMNILAB + nasce como um novo momento dentro do universo OMNILAB, com o objetivo de abrir espaço a outras gerações e afirmar que a vontade de criar música não tem idade. Dedicado a “almas jovens” com mais de 60 anos, este laboratório musical decorreu entre 1 e 6 de dezembro, na Black Box do Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, e resultou na criação de um tema original e num mini-documentário que acompanha todo o processo de criação em modo banda.

Durante uma semana de residência artística, quatro participantes: Cristóvão Santos na guitarra e voz, Vítor Salvino no bandolim, Rogério Fonseca no baixo e António Afonso na bateria, voltaram a agarrar nos instrumentos, partilharam histórias, referências e experiências de vida, e viveram a música intensivamente em formato banda.

Entre conversas, ensaios e escuta mútua, nasceu “Rock Ingolês”, uma canção que fala de amor e amizade, construída a partir de uma letra escrita por Camilo Barata, amigo de longa data de um dos participantes, que começou por ser cantada como uma serenata numa roda de amigos, há vários anos na praia do pedrógão em 1982.

Mais do que um exercício de criação musical, o OMNILAB + foi um espaço de reencontro com a música, com o prazer de tocar em conjunto e com o tempo necessário para criar sem pressas. Essa vivência é agora partilhada através de um mini-documentário, que retrata os dias passados em residência artística e o caminho coletivo que levou à criação do original.

O lançamento de “Rock Ingolês” e do documentário assinala o resultado desta edição especial e reforça a identidade do OMNILAB como um projeto que continua a afirmar a música enquanto lugar de encontro, escuta e criação, em diferentes fases da vida.

Esta primeira edição do OMNILAB+ abre caminho para futuras residências dedicadas a músicos com mais de 60 anos. O projeto continuará atento a novos encontros e participantes, quem tiver interessado poderá contactar as redes da Omnilab e da Omnichord.

https://www.instagram.com/omnilab_music/
https://www.instagram.com/omnichord.pt/

https://www.facebook.com/omnichord.pt/


FESTIVAL DO DIA DOS NAMORADOS REGRESSA EM 2027 NOS DIAS 12, 13 E 14 DE FEVEREIRO















12.ª edição reuniu 16.500 espectadores em 14 cidades com 16 concertos ao longo de quatro dias.

O Festival Montepio Às Vezes o Amor encerra a sua 12.ª edição com um balanço amplamente positivo: 16.500 espectadores celebraram o amor através da música, ao longo de 4 dias, em 14 cidades, num total de 16 concertos realizados entre 12 e 15 de fevereiro.

Com uma programação que voltou a afirmar a dimensão nacional do Festival, esta edição ficou marcada pela forte adesão do público, com vários espetáculos esgotados, nomeadamente os concertos de Carolina Deslandes, Fernando Daniel, João Pedro Pais e Luís Trigacheiro, este último com duas sessões completamente lotadas em Lagoa.

Entre os momentos centrais de 2026 destacou-se o espetáculo especial “As Canções de Amor de Sérgio Godinho – Biografias do Amor”, apresentado por Sérgio Godinho em Lisboa e no Porto, num encontro entre repertório, memória e liberdade que se afirmou como um dos pontos altos da programação.

A 12.ª edição integrou artistas que passaram a fazer parte do cartaz do Festival pela primeira vez, como Sérgio Godinho, Rui Massena, Luís Trigacheiro, José Pinhal Post-Mortem Experience e os Delfins, cuja atuação em Leiria, inicialmente prevista para fevereiro, terá lugar a 4 de abril, mantendo-se integrada na programação desta edição.

No plano territorial, Gondomar, Paredes e Vale de Cambra passaram a integrar o mapa do Festival, reforçando a sua presença nacional e o compromisso com a descentralização cultural que tem marcado o projeto desde a sua criação.

O cartaz contou ainda com atuações de GNR, Aurea, Marisa Liz, Carolina de Deus, Buba Espinho e outros momentos que voltaram a afirmar o Festival como o maior evento de música dedicado ao Dia dos Namorados em Portugal.

Ao longo de doze edições, o Festival Montepio Às Vezes o Amor consolidou-se como um projeto de referência no panorama cultural português, levando a música a diferentes contextos e públicos, e promovendo encontros únicos entre artistas e comunidades. Com mais de uma década de história, o Festival continua a crescer de forma sustentada, mantendo a sua identidade e reforçando a sua relevância no calendário musical nacional.

O Festival Montepio Às Vezes o Amor regressa em 2027 nos dias 12, 13 e 14 de fevereiro.

Sobre o Festival

O Festival Montepio Às Vezes o Amor nasceu com o objetivo de celebrar o amor em todas as suas formas, através de concertos que se realizam em simultâneo por todo o país, numa programação diversificada e de excelência. Ao longo de 11 anos, o festival consolidou-se como uma referência cultural, promovendo encontros únicos entre artistas e diferentes públicos.

Esta edição reafirma a sua relevância no panorama musical português, apresentando uma programação variada que homenageia o amor e a música, enquanto reforça o compromisso de descentralização cultural.

O Festival Montepio Às Vezes o Amor é uma iniciativa criada pelas agências Produtores Associados e Locomotiva Azul, e conta desde a primeira edição com o apoio da Montepio Associação Mutualista como naming sponsor.

OS RELÍQUIA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS






















Os Relíquia são um grupo jovem e promissor que nasceu em 2024, após uma atuação marcante na Taberna O Barranquenho, em Moura. Formado por três talentosos cantadores – um de Moura e dois de Pedrógão –, o grupo rapidamente conquistou o público, culminando na vitória da 3.ª temporada do Estrelas ao Sábado, na RTP, em 2025. Desde então, a sua agenda tem estado sempre preenchida, levando a autenticidade, a emoção e a força do cante alentejano a novos públicos e palcos.

No início de 2026, Os Relíquia entram numa nova etapa do seu percurso.

Rosa de Santana” marca um momento especial na história do grupo: o encontro entre a raiz mais pura do cante alentejano e a vontade de o fazer crescer, chegar mais longe e dialogar com novas gerações, sem nunca perder a alma. Simboliza o começo de um novo capítulo para Os Relíquia, onde tradição e futuro caminham lado a lado, reafirmando o cante como uma expressão viva, atual e profundamente ligada à identidade do Alentejo.

Os Relíquia são: António Engrola, António Marques e Luísa Engrola.

Dpois de afirmarem a sua identidade no cante tradicional, dão agora o primeiro passo na criação origial com o lançamento do seu primeiro tema, “Rosa de Santana”.

BLUAAY E BUBA ESPINHO JUNTOS EM TEMA

 



















Bluay e Buba Espinho
Cidade

Bluay regressa com “Cidade”, um novo single em colaboração com Buba Espinho. O tema marca o encontro entre a sonoridade urbana e contemporânea que tem caracterizado o percurso de Bluay e a identidade mais tradicional associada a Buba Espinho.

“Cidade” assenta numa produção moderna, com base urbana, à qual se juntam elementos instrumentais ligados à música portuguesa. A guitarra tradicional contribui para a textura do tema e o acordeão, interpretado por David Mendonça — membro da banda revelação do último ano, “Vizinhos” — reforça essa componente identitária, acrescentando uma camada diferenciadora à sonoridade final. O resultado é um cruzamento equilibrado entre duas abordagens musicais distintas, que aqui convergem de forma natural.

NOVO SOM DE CARLÃO

 



















Carlão
Para Lá da Espuma

É oficial! Carlão tem um álbum novo que se intitula Quinta-Essência 75/25, com lançamento marcado para 27 de março, assinalando o seu regresso ao formato de longa duração, oito anos depois de Entretenimento (2018).

A par do anúncio do disco, Carlão desvenda o single de avanço Para Lá da Espuma, inteiramente escrito por si, com beat e produção de Fred Ferreira, com quem trabalhou nos projetos Dias de Raiva, 5-30 e no seu álbum Quarenta de 2015.

Neste tema, ao som de uma batida pulsante, Carlão fala diretamente com uma figura feminina e reflete sobre o que é realmente importante na vida e nas suas relações, ou seja, o que permanece ao longo dos anos e para além dos momentos finais (“Lutamos e choramos / sonhamos e amamos / é o que levamos / para lá da espuma”).

NARY FAQUIRÁ COM NOVO SINGLE

 



















Nayr Faquirá acaba de lançar o novo single “Púrpura”, uma balada pop/soul/R&B que surge como primeiro avanço da versão deluxe do álbum de estreia “Entrelinhas”, editado a 23 de maio do ano passado. A versão deluxe contará com temas adicionais e marcará o encerramento do capítulo de “Entrelinhas”, com data de lançamento a anunciar em breve.

“Púrpura” nasceu do desejo de homenagear a profundidade que as nossas almas podem carregar. Composta pela artista e produzida por Alec Chassain, com quem trabalha há anos, a faixa explora intensidade emocional, mistério e vulnerabilidade, aproximando-se mais de uma declamação do que de uma canção comum. Trata-se de um dos temas extra do iminente “Entrelinhas” versão deluxe.


A artista explica que no amor e na vida em geral, a intensidade sempre esteve presente, e encontrar o meio-termo nunca foi fácil. Ao aprender a aceitar-se assim, Nayr começou a fazer as pazes com aquilo que esta cor representa: mistério, incerteza, força, vulnerabilidade e uma certa realeza. A cor púrpura carrega uma história própria, associada ao poder, à introspeção, ao sagrado e ao raro, vivendo entre mundos - entre o azul espiritual e o vermelho emocional - uma dualidade que reflete o que sente ao compor e ao viver.

Neste tema, não só canta como declama. “Púrpura” aproxima-se mais de uma confissão do que de uma simples canção: é quase uma declamação em que cada palavra pesa, cada pausa respira e cada silêncio diz o que a voz não alcança.

A versão deluxe de “Entrelinhas” nasce do sentimento de que ainda há histórias por contar e será, assim, uma forma de revisitar o que já existe, ao mesmo tempo que apresenta novas camadas da música e da alma de Nayr Faquirá.

Lançado em maio do ano passado, “Entrelinhas” afirmou-se como um manifesto íntimo sobre identidade, resiliência e liberdade, reunindo temas que atravessam o amor próprio, o empoderamento feminino e negro, e uma escrita lírica confessional. Com “Púrpura”, Nayr Faquirá abre agora um novo momento deste percurso, aprofundando o universo emocional do álbum e preparando o terreno para o seu encerramento em versão deluxe.

NOVO SINGLE DE JOANA ALMIRANTE

 



















Joana Almeirante
Soamos Todas Iguais

Joana Almeirante edita hoje “Soamos Todas Iguais”, o primeiro single de avanço do seu segundo álbum de originais, com lançamento previsto para outubro. A canção já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e antecipa o disco que será apresentado ao vivo a 21 de março, na sala principal do Cine-Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, numa noite já esgotada. O concerto contará com a participação especial de Nena e Miguel Araújo.

“Soamos Todas Iguais” é um tema pop irónico e afirmativo que parte de uma crítica tantas vezes repetida para a virar do avesso. A frase que pretende diminuir transforma-se aqui em força criativa: a canção satiriza os discursos seguros de si, mas vazios, e devolve-lhes humor, identidade e confiança. Entre leveza e provocação, Joana assume a sua voz sem filtros.

Em paralelo, a artista continua a dar palco a 2 Pares de Botas, projeto que divide com Nena e onde as duas exploram a linguagem country, cruzando-a com canções originais e os êxitos das duas cantoras. Depois de subirem ao palco do Coliseu do Porto, a dupla segue agora para o Teatro Maria Matos, em Lisboa, em dose dupla, nos dias 28 e 29 de abril, confirmando uma ligação que tem crescido de norte a sul do país. Em palco, há partilha, cumplicidade e celebração.

Com um EP, um álbum de estúdio e um disco ao vivo editados, Joana Almeirante tem vindo a afirmar-se como uma das intérpretes e guitarristas mais consistentes da nova geração. No catálogo contam-se “Leva-me Pra Longe”, “Dois Corações Partidos”, ao lado de Samuel Úria, “Bem Me Quer”, "Erro" entre muitos outros temas. Guitarrista integrante da banda de Miguel Araújo, a artista tem construído um percurso seguro, autoral e em permanente crescimento.

“Soamos Todas Iguais” marca o arranque de um novo ciclo. Entre ironia e afirmação, Joana Almeirante volta a lembrar que identidade não se pede emprestada, constrói-se, canção a canção.

HOLLY HOOD COM SINGLE NOVO

 















Lisboa - 14 de março - Coliseu dos Recreios

Dez anos depois de ter iniciado uma das caminhadas mais impactantes do panorama musical urbano, Holly Hood apresenta o seu novo álbum: “Opressionismo”. Mais do que um disco, o projeto é o fecho de uma trilogia documental, um exercício de "Boyhood", aplicado ao rap, que solidifica David como um dos artistas mais transversais e detalhistas da sua geração.

A carreira a solo de Holly Hood nasceu num Portugal de contrastes: entre a Web Summit e a Geringonça, entre os táxis e a chegada da Uber. Enquanto o país mudava, o "dread de Unhos" mantinha-se fiel ao seu local, provando que não era preciso sair da Linha da Azambuja para chegar à linha da frente. Desde o impacto de "Cobras e Ratazanas" e "Fácil", a obra de Holly Hood tem servido como um passaporte temporal para o público. “Opressionismo” surge agora como a resposta ao desafio da intemporalidade, evitando o "bafiento" e focando-se num presente que pressagia o futuro.

Em 2026, num mercado saturado de fórmulas repetitivas, o “Opressionismo” define-se como um perfume novo que subjuga o vulgar e o óbvio. É um projeto de quem escolheu criar tendências em vez de as seguir, mantendo o "jiu-jitsu na caneta" que o caracteriza desde o primeiro dia.

"Opressionismo é um aroma para quem está cansado de mais do mesmo. Num meio que prioriza o vazio, Holly Hood oferece peso e intenção." O novo disco já pode ser ouvido em todas plataformas de streaming e o single "Amazónia" conta também com um vídeo que já está disponível no canal da Superbad.

SAI HOJE O SEGUNDO DISCO DOS THE LAST PISS BEFORE DEATH













A resistência pode ser uma força que se mantém firme ou uma defesa contra o ataque. É um modo de oposição à opressão e repressão. Nos tempos que correm é urgente resistir e lutar pela liberdade que ainda nos resta.

A música, para além de ser uma bela companheira de luta, é, também, uma das melhores mensageiras, ainda possíveis, de usar e é através dela que os Last Piss Before Death nos mostram que ainda podemos lutar e resistir.

Resistance é o segundo disco dos Last Piss Before Death e revela quatro anos de resistência criativa, entre a composição e experimentação, que deram origem a um testemunho cru e honesto da persistência de uma banda. É o resultado de uma travessia artística mas também emocional, onde os riffs e as palavras se tornaram atos de sobrevivência. O título reflete não apenas a resistência contra o desencanto, o silêncio e a erosão interior, mas também a resistência contra as adversidades do mundo exterior.

Musicalmente menos centrado no groove metal do passado, o álbum abre espaço para ambientes progressivos e texturas atmosféricas, sem abdicar da ferocidade do death metal e da intenção visceral do thrash que sempre definiu a identidade da banda.

Depois de “Reset”, lançado em Abril de 2024, segue-se o single “Echoes” em jeito de antecipação do disco. Resistance foi gravado e produzido por Pedro Lourenço nos MrKing Studios e Terrasse Studios e masterizado também por Pedro Lourenço no Tokyo Cave. Sai hoje, juntamente com o vídeo de "Echoes", com o selo da Raging Planet e será apresentado hoje no Side B, em Alenquer.

“Este disco é sobre o saber resistir e não desistir da música nem de nós próprios, e tentar manter a chama acesa daquilo que gostamos mais de fazer.” 

Last Piss Before Death é o resultado da união de quatro amigos nascidos e criados em Portugal que partilham a mesma paixão pelo Caos e Metal.

Com sede de mosh, agitação corporal e explosões sonoras de adrenalina pura, a criação dos Last Piss Before Death surge de ideias diluvianas da voz de Edgar Alves (Lbh, X Alternative, Vulkanik) e da guitarra de Pedro Lourenço (Fallen Seasons, YSGA, Woman in Panic, Dollar Llama), de formar uma banda de Old School, Groove e Thrash Metal.

Em Março de 2019 começam a ensaiar já com Eduardo Caturra no baixo (Sannedrin, Gang Baco) mas a banda só ficaria completa em Junho com a entrada de João Gama (Bala Verde) para a bateria, altura em que o quarteto começou a dedicar-se à composição dos temas que fariam parte do álbum de estreia.

Em Outubro de 2020 a banda lança o seu primeiro single “Devil's Road”. O vídeo que acompanha o tema pretendeu fazer uma homenagem aos espaços Lisboetas associados à cultura underground, que fecharam portas na época da pandemia e em Março de 2021 a lança “Tear Down the Walls”, um apelo à paz e união em jeito de premeditação para os tempos conturbados que se vieram a revelar.

Apesar do hiato pandémico algo longo, que retirou à banda um pouco a noção do tempo, os Last Piss Before Death continuaram a compor o seu álbum de estreia, tendo a 21 de Fevereiro de 2022 lançado LPBD com o selo da Raging Planet com apresentação no RCA e que rodou vários palcos do país, destacando-se o after party do Evil Live Festival e os festivais Laurus Nobilis e Viseu Rock Fest.

Depois de no dia 25 de Abril de 2024 terem lançado “Reset", tendo como mote a liberdade de expressão, lançam agora o seu segundo disco.

VICTORIA LEUCA EDITA EP DE ESTREIA "DEIXA-ME ENCONTRAR__"





















O conjunto de sete temas inclui o mais recente single 'virada do avesso', coescrito com IOLANDA, e um dueto com INÊS APENAS

Victoria Leuca edita o EP "deixa-me encontrar__", já disponível em todas as plataformas digitais. A estreia da cantora e compositora reúne sete canções originais, entre a Pop e o R&B, e a participação de nomes como IOLANDA e INÊS APENAS.

Para a artista "este EP é uma busca, não só da necessidade de definir e encontrar uma identidade artística, como também de auto confiança, de amor, paz e calma. Essencialmente, é uma forma de me encontrar a mim, na minha plenitude, e foi nestas sete canções que encontrei diferentes 'Victorias', em constante transformação e metamorfose".

Dividido em duas partes, o EP começa com '__o início', e o interlúdio '__o amor' surge como o segundo capítulo deste trabalho: "Até chegarmos ao interlúdio, o meu Eu está em busca, a tentar encontrar algo - identidade, segurança, confiança, amor. A partir daí, entramos num Eu mais calmo e sereno, mais seguro de si e com as prioridades bem definidas, como podemos ouvir nas duas últimas canções", revela Victoria Leuca.

O single mais recente, 'virada do avesso', foi composto e escrito em parceria com a cantora e compositora IOLANDA e lançado com um videoclipe realizado por Damião Rodrigues.

"Este tema surgiu há quase dois anos, numa fase marcada pela busca de respostas sem ainda saber bem quais eram as perguntas. Por esse motivo, achei interessante trazer essa temática para a canção, numa procura de amor próprio e auto confiança, com o mote de deixar para trás o que nos faz mal", afirma Victoria Leuca. Depois de várias sessões de songwriting com Alex Mey e Diogo Brandão, que assinam outras produções deste EP, a artista conta que "sentimos que a faixa podia crescer ainda mais e convidámos a IOLANDA, que foi essencial em todo o processo criativo da escrita da canção".

"deixa-me encontrar__" está disponível em todas as plataformas digitais. O EP conta com produções de Constantino, Alex Mey, Diogo Brandão e HolyGrail, o dueto com a artista INÊS APENAS, na faixa 'colo', e os singles de avanço, '' e 'desculpa'.