quarta-feira, 19 de agosto de 2026

ÏGOR CELEBRA PORTUGAL COM LISBOA NA CABEÇA





















Natural do Barreiro e atualmente residente em Londres, ÏGOR continua a conquistar reconhecimento internacional com Lisboa Na Cabeça, um single bilingue inspirado nas suas raízes portuguesas. Misturando R&B; contemporâneo, hip-hop e pop, a canção aborda temas como identidade, migração e saudade.

Gravado de forma totalmente independente num iPhone XS Max, o lançamento recebeu destaque em publicações internacionais na Europa, África e Américas, ultrapassou um milhão de visualizações no TikTok através de conteúdos relacionados e valeu ao artista um convite para integrar o Big Hug Music Group Sync Catalogue após avaliação da equipa de A&R.

Quem é Ïgor?

Nascido em Portugal e atualmente residente em Londres, Ïgor é um artista independente que funde R&B; alternativo, Hip-Hop e Pop com letras em português e inglês.

Natural do Barreiro, construiu um percurso assente na autenticidade, explorando temas como identidade, saudade, pertença e resiliência.

Enquanto artista totalmente independente, gravou os seus mais recentes lançamentos num iPhone XS Max, enquanto vive com uma condição crónica nos joelhos. Apesar das limitações físicas, continuou a escrever, gravar e editar a sua música de forma independente.

O seu trabalho conquistou reconhecimento internacional através de publicações na Europa, África e Américas e conteúdos com a sua música ultrapassaram 1 milhão de visualizações no TikTok.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Orange 3 VÂO LANÇAR NOVO EP








A banda micaelense Orange 3 prepara-se para lançar, no próximo dia 21 de agosto, o seu segundo EP de estúdio, intitulado "A Metade". O novo trabalho marca uma etapa de maturidade e diversa exploração sonora, apresentando ao público a outra metade da matriz criativa da banda.

O lançamento do EP é acompanhado pelo single com videoclipe '(A)mar'.

Este foi o tema escolhido como cartão de visita desta nova fase que a banda pretende mostrar. Através de uma sonoridade envolvente que cruza a energia vibrante com a atitude, "(A)mar" traduz uma parte deste EP com a essência emocional e reflexiva que caracteriza a escrita e a identidade da banda.

Composto por um total de 5 faixas, "A Metade" reúne 4 temas originais e uma reinterpretação do clássico "Paixão", dos incontornáveis Heróis do Mar, um tema emblemático lançado originalmente em 1983 e agora readaptado com a assinatura e a sonoridade própria dos Orange 3.

"Com este EP quisemos mostrar a continuidade do nosso espelho criativo. 'A Metade' reflete o equilíbrio entre a energia crua que nos define no palco e a sensibilidade introspectiva das nossas composições," destaca a banda.

O EP "A Metade" e o single "(A)mar" estarão disponíveis em todas as plataformas de streaming de música a partir de 21 de agosto.

PROGRAMA DE 18/08/26

1 - Sci Fi Industries - Diminuendo
2 - Alex FX - A turn point
3 - Herr G meets Fuel 2 Fight - Ás vezes lá no meu monte
4 - Astronauta Desaparecido - Comme ça - (c/ voz de Antonin Artaud)
5 - Jesuíno - Hollyfood
6 - Aftervoid - Negative space 2
7 - Retimbrar - Vai não vai
8 - Alice Boavista - Boa nova
9 - Lituo - Assim assim 
10 - Romeu Bairos - Jacinta
11 - Luta Livre - Nossa senhora da malveira
12 - emmy Curl - Mirandum
11 - Cara de Espelho - D de denúncia

O GAJO AO VIVO




















É já nesta próxima quinta-feira dia 20 de Agosto que O GAJO chega ao Auditório do Centro de Artes de Sines no formato quinteto para apresentar o novo disco "Trovoada".

O concerto começa às 21h30 e a entrada é gratuita com o levantamento do bilhete.

20 AGOSTO
CAS-Auditório - SINES
21h30, Entrada Livre!

Mais info

PRÓXIMAS DATAS:

20 Agosto - Sines
28 Agosto - Castelo de Vide
5 Setembro - Tavira
19 Setembro - Salvaterra de Magos
20 Setembro - Aveiro
25 Setembro - Castelo Branco
17 Outubro - Mafra
20 Novembro - Cine-Concerto - Castelo de Vide

GUI ALY É NÚMERO DOIS DE AIRPLAY NACIONAL COM O SINGLE NO MATTER WHERE I GO





















O single "No Matter Where I Go" de Gui Aly é a segunda música mais ouvida nas rádios em Portugal e está também no Top 10 do Shazam, com milhares de pesquisas pelo tema e pelo artista. Nesta mesma semana, o jovem artista português presenteia os fãs com a versão ao vivo do single, gravada nesta última edição do NOS Alive'26 e já disponível no seu canal de YouTube.

É um percurso construído longe dos atalhos mais óbvios: pop cantada em inglês, feita de grandes melodias, guitarras e uma escrita emocional que encontra nas relações humanas o seu ponto de partida. Foi assim que, em 2020, com menos de 19 anos, venceu o EDP Live Bands, o que lhe valeu contrato com a Sony Music. A pandemia adiou os palcos mas não travou a escrita, e em 2022 chegou o álbum de estreia White Walls, apresentado precisamente no NOS Alive, um trabalho que rapidamente atravessou fronteiras: Noah Kahan e Alec Benjamin contam-se entre os nomes que já elogiaram publicamente o seu trabalho. Em 2025, foi o próprio Miles Kane a escolhê-lo para abrir os seus concertos em Portugal, no Porto e em Lisboa.

Este ano, a 29 de maio chegou This Is What Love Feels Like, o seu mais recente EP, cinco faixas originais escritas e compostas por si, com produção de Survival. Uma viagem pelas várias fases do amor, um porto seguro no meio do caos, onde cada canção se torna abrigo e bússola. "É um porto seguro, daqueles que ficam. Para quem nele atracar, promete ser o abraço reconfortante que às vezes só a música sabe dar", partilha Gui Aly.

"No Matter Where I Go" foi o primeiro avanço do EP e o tema que trouxe Gui Aly de volta ao festival onde tudo começou. A 9 de julho, subiu ao palco WTF Clubbing do NOS Alive'26 para apresentar o novo trabalho ao vivo, e é esse momento que a versão agora lançada recupera.

As atenções que Gui Aly tem atraído não são um pico isolado, mas a soma de decisões certas, feitas uma de cada vez: um festival vencido, um contrato assinado, um álbum apresentado, um convite de Miles Kane, um EP editado, e agora uma canção que o público continua a descobrir e a procurar.

BLAYA E MANGA LIMÃO LANÇAM “PAU SANTO”





















Um tema que junta Portugal e Brasil através dos ritmos tropicais, boas energias e muita dança.

Blaya junta-se aos Manga Limão para lançar o quarto single do próximo álbum Gingado Misturado. Umtema quente e dançante que cruza o universo provocador da artista com o groove tropical afro-pop dabanda, num ritual de purificação feito de música, movimento e boas energias.

Depois de “No Meu Tempo de Escola”, “Biri Bam Bam” e “Bate o Pé no Chão”, Blaya apresenta “Pau Santo”,o seu novo single e mais um capítulo de Gingado Misturado, o álbum que irá reunir diferentes fases, memórias e experiências da artista numa espécie de autobiografia cantada.

Se os primeiros temas começaram por revisitar a infância, a família e o crescimento, “Bate o Pé no Chão” abriu a porta para uma dimensão mais energética e libertadora. Agora, “Pau Santo” dá cotinuidade a esse ritual de limpeza, mas fá-lo através de um groove tropical afro-pop, quente, envolvente e irresistivelmente dançante.

O nome do tema parte de uma referência real: o pau santo, conhecido como “madeira sagrada”, é uma árvore nativa da América do Sul cuja madeira aromática é tradicionalmente utilizada em rituais de purificação, associado à limpeza energética e à criação de um ambiente de tranquilidade e bem-estar. É precisamente este imaginário de renovação que Blaya transporta para “Pau Santo”.

No fundo é um convite à purificação do prazer, a deixar para trás as más energias, a permitir que o corpo ganhe o seu espaço para se mexer e o “pau santo” torna-se pretexto para esta celebração e libertação.

“GINGADO MISTURADO”: UMA AUTOBIOGRAFIA CANTADA

Para Blaya, “Pau Santo” é mais do que um novo single. É uma peça de um projeto maior.
 
O futuro álbum Gingado Misturado nasce da vontade de transformar diferentes momentos da sua vida em música, permiƟndo que cada canção explore uma fase, uma memória ou uma faceta diferente da artista.

“No Meu Tempo de Escola” e “Biri Bam Bam” mergulham nas memórias da infância, da família e do crescimento. “Bate o Pé no Chão” e “Pau Santo” entram no território das energias, da libertação e de uma Blaya mais atrevida e provocadora.

As próximas canções continuarão a explorar esta dimensão, fazendo de Gingado Misturado um projeto musical tão diverso quanto a própria história da artista. 

Mais do que um álbum de um só género, é um disco de muitas Blayas.

UM ENCONTRO NATURAL ENTRE BLAYA E MANGA LIMÃO

A colaboração com os Manga Limão surge de forma paticularmente natural. A banda portuguesa, formada por Pedro BapƟsta, Yuri Dias, Henrique Hauzer e Tommaso Antico, tem vindo a construir uma identidade assente na fusão entre disco, hip-hop e ritmos tropicais, criando uma sonoridade vibrante, luminosa e feita para o movimento.

É precisamente nesse território de cruzamento que os universos de Blaya e Manga Limão se encontram.

Com uma linguagem musical marcada pelo groove e pela celebração do encontro, os Manga Limão trazem para “Pau Santo” uma dimensão orgânica e tropical que ressoa diretamente com a energia e a identidade arơstica de Blaya.

A banda lançou o seu primeiro álbum, Carungo Groove, em 2024, trabalho que teve destaque na série Morangos com Açúcar e passagem pela Antena 3, seguindo-se atuações em palcos como o Teatro Lethes, Festival F, Expofacic, Indie Music Fest, Açoteias, FesƟval Meda+ e a Passagem de Ano de Faro.

No início deste ano, os Manga Limão apresentaram DizFruta Vol.1, o segundo álbum de originais, onde revelam uma sonoridade mais orgânica, acústica, quente e intimista - um disco atravessado pelo amor enquanto força universal e energia transformadora, que procura criar pontes através da música, cruzando também referências entre Portugal e Brasil.

É neste contexto que “Pau Santo” ganha paticular pertinência: Blaya e Manga Limão encontram-se num território musical onde o corpo, a energia, a celebração e as raízes tropicais assumem o papel principal.

BLAYA — UMA CARREIRA FEITA DE RITMO E REINVENÇÃO

Nascida em Fortaleza, no Brasil, e criada no Alentejo, Blaya cresceu entre a dança e a música. Foi a dança que a levou, em 2008, a integrar os Buraka Som Sistema, projeto fundamental na renovação da música urbana portuguesa e na projeção internacional dos seus ritmos.

Em 2013, Blaya lançou o seu primeiro EP Blaya e, em 2018, lançou o single “Faz Gostoso”, que se tornou um dos grandes êxitos da sua carreira, acumulando mais de 15 milhões de streams e 42 milhões de visualizações. No ano seguinte este tema foi inclusivamente regravado por Madonna e AniƩa.

Desde então, Blaya tem afirmado uma identidade arstica em constante reinvenção, cruzando referências que vão do forró ao semba, do samba à kizomba, do funk à música urbana.

Conhecida pela sua energia arrebatadora e pela sua presença magnética em palco, Blaya transforma os seus espetáculos em verdadeiras celebrações coletivas, onde a dança e a música criam uma ligação direta com o público. A Tour ARRAIÁ.L aprofundou precisamente esta fusão de universos, aproximando os arraiais portugueses das festas juninas brasileiras e refletindo as múltiplas raízes e influências que fazem parte da artista.

Agora, em Gingado Misturado, essa identidade ganha uma dimensão ainda mais pessoal.

“Pau Santo” é o quarto single de uma história que ainda está a ser contada — e que promete continuar a misturar ritmos, memórias, raízes e diferentes versões de Blaya.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 17/08/26

1 - Necro - Cold cut
2 - Uncanny Chamber - Dark eyes
3 - Antipole & Pedro Code - Your dreams explode
4 - Mekong - Danse danse
5 - The Manchesters - Love my way
6 - Tsunamiz - Slide
7 - Alice Boavista - Boa nova
8 - Retimbrar - Maneio (c/ Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro)

9 - Marta Pereira da Costa -Tom Waits (c/ Ivan Melón Lewis)
10 - Teresinha Landeiro - Será que lhes descobres a poesia?
11 - Carminho - Canção à ausente
12 - Sara Correia - Avisem que eu cheguei
13 - Cristina Branco - Canção do deserto
14 - LIna_ & Marco Mezquida- Senhora do Almortão

NOVO SINGLE DE A TROUXA MOUXA AVANÇA EP
















“ Fai Como José Maria “ é a segunda canção que A Trouxa Mouxa avança do seu EP de estreia - “ Título Provisório “ e já está disponível no YouTube.

Esta canção constitui uma homenagem ao gaiteiro de Urrós, José Maria Fernandes, apresentado como exemplo a seguir. José Maria é descrito como alguém que usa a boina com orgulho, toca gaita-de-fole, dança as danças tradicionais, preserva as modas antigas e une pessoas através da música. As suas mãos, usando uma técnica antiga de tocar o instrumento, são comparadas a abanicos e às pás de um moinho, imagens que sugerem movimento, energia e capacidade de pôr toda a gente a dançar.

Esta canção valoriza o papel dos tocadores e dinamizadores culturais na preservação da identidade mirandesa. José Maria Fernandes simboliza a transmissão das tradições entre gerações e a capacidade de a música tradicional criar comunidade
O grupo A Trouxa Mouxa é um projecto artístico originário de Vila Real, fundado em 2006. A sua história começou no teatro, surgindo inicialmente como uma companhia teatral onde a música tradicional desempenhava um papel complementar às encenações. Durante esta primeira fase, o grupo estreou várias peças e desenvolveu actividades de animação e formação teatral.

Com o passar dos anos, a vertente musical ganhou cada vez mais relevância, levando o colectivo a dedicar-se exclusivamente à música tradicional. Ao longo do seu percurso, cerca de três dezenas de pessoas integraram o projecto, desempenhando diversas funções artísticas e técnicas.

A Trouxa Mouxa centra o seu repertório no cancioneiro tradicional e popular de Trás-os-Montes e Alto Douro, incorporando também influências da música galega. O grupo tornou-se presença assídua em festas populares, feiras medievais, festivais e arruadas, tanto em Portugal como no estrangeiro. Uma das suas características distintivas é a capacidade de apresentar espectáculos de rua e de palco com formatos distintos, mantendo sempre o ambiente festivo e popular que caracteriza a sua música.

Em 2022, o grupo iniciou uma nova etapa artística, apostando em concertos de palco dedicados à recriação do património musical transmontano, procurando conciliar a fidelidade à tradição com uma abordagem contemporânea. Entre os músicos que integraram esta fase recente destacam-se Henrique Fernandes, Ricardo Almeida, Tiago Santos e Vítor Hugo Ribeiro.

A Trouxa Mouxa é hoje uma referência da música tradicional transmontana, distinguindo-se pelo trabalho de valorização do património musical do Nordeste português e pela sua forte ligação às manifestações culturais populares. Este disco, composto exclusivamente por originais, pretende perpetuar o imagináriotransmontano e associá-lo a formas novas de expressão musical.

sábado, 15 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 15/08/26

1 - Luca Argel - Homem triste
2 - Afonso Rodrigues - Já nem sei
3 - Ezequiel - Portugalidade
4 - António Zambujo - Perguntas dificeis
5 - Puto Bacoco - Hoje à noite na giesta
6 - Rodrigo Leão - Andava eu (c/ Francisco Palma)
7 - Jasmim - Caracol
8 - Pedro de Trioa - Ballet

9 - Lisa Sereno - Mystery
10 - Minta & The Brook Trout - Cantaloup
11 - Bruno Pernadas - Steady grace
12 - Bloom - Walking on waters
13 - Victor Torpedo e António Olaio - Crying my brains out
14 - John Mercy - Strong sex
15 - Ray - Only light
16 - Miguel Cordeiro - Long way

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

MARTA LIMA AO VIVO EM LAGOS

 



















Depois de anunciar uma tour pela Europa, Marta Lima continua a revelar datas especiais e regressa agora à sua cidade natal para um concerto no Centro Cultural de Lagos, no dia 19 de setembro.

Este será um momento particularmente especial para a artista, que apresenta ao público de Lagos, em primeira mão, alguns dos caminhos do seu álbum de estreia, atualmente em preparação e com lançamento previsto para o início de 2027. Para esta noite especial, Marta Lima convida ainda Joana Alegre, que se junta à cantautora em palco como convidada especial do concerto.

Depois de dar a conhecer “Maré Cheia”, o primeiro single deste novo trabalho, Marta Lima anuncia assim mais um concerto marcante, que assinala o início de uma nova fase na carreira da cantautora e antecipa o universo sonoro do seu primeiro longa-duração.

Até ao final de 2026, Marta Lima promete ainda algumas surpresas, entre elas a revelação de mais um single que fará parte do álbum.

Antes do regresso a casa, a artista prepara-se para atravessar fronteiras: são oito as datas já anunciadas em França e duas em Espanha, numa tour que levará a sua música por diferentes palcos europeus.

Depois da Europa, chega o regresso às origens. Dia 19 de setembro, Marta Lima sobe ao palco do Centro Cultural de Lagos, com uma convidada especial, Joana Alegre, para uma pré-apresentação de um álbum que marca o início de um novo capítulo na sua carreira.

“Foi em Lagos que tudo começou. É em Lagos que quero celebrar o lugar onde esta estrada me trouxe, o lançamento do meu álbum de estreia. Dia 19 de Setembro vai ficar na memória como ficou o 29 de Janeiro de 2023 quando apresentei o meu EP de estreia.” Marta Lima

NOVO TEMA DE PZ NA COMPANHIA DOS AZEITONAS















© Rui Murka

PZ ligou a'Os Azeitonas em "Chamadas Que Ignoras",uma canção para desligar e voltar a atender a vida

Novo single faz parte de "Álbum de Família", 8º disco de PZ, com edição em vinil agendada para Dezembro

12 músicas. 12 convidados. 12 retratos.

“Chamadas que Ignoras” é o oitavo retrato do "Álbum de Família" de PZ, desta vez com a participação d'Os Azeitonas. Depois das colaborações com Samuel Úria, Joana Espadinha, Retimbrar, Emmy Curl, Mão Morta, Margarida Campelo e Toy, chega agora a canção de Agosto, o mês em que o melhor plano é, simplesmente, "partir para além".

Construída sobre um refrão contagiante — “São tantas chamadas que ignoras” — a música transforma uma crítica ao excesso de disponibilidade permanente num convite simples: desligar o telemóvel e recuperar o tempo para a família e para os amigos. Como canta PZ, “Eu sei que tu chamaste, mas eu não vi, porque eu parti para além…”. Mais do que ignorar chamadas, trata-se de escolher estar verdadeiramente presente, longe das notificações e da sensação de que temos de responder a tudo e a todos, a toda a hora.

A colaboração com Os Azeitonas nasce de uma amizade de longa data entre PZ e João Salcedo, Nena Barbosa e Marlon, o núcleo duro da banda, unidos por uma afinidade artística assente no humor e num olhar atento sobre o quotidiano. Não por acaso, os próprios Azeitonas abordaram recentemente a relação contemporânea com a tecnologia em “Na Palma da Mão”, tornando esta colaboração um encontro natural entre dois universos que, apesar de sonicamente distintos, partilham um olhar atento, bem-humorado e crítico sobre o quotidiano contemporâneo. Nesta gravação, João Salcedo assina o arranjo de sopros e interpreta o piano Rhodes, enquanto Nena Barbosa e Marlon emprestam as suas vozes inconfundíveis à canção. A acompanhar o grupo, participam ainda a bateria e a secção de sopros que habitualmente integram os concertos dos Azeitonas. PZ gravou o baixo, guitarra acústica e sintetizadores, para além da produção, letra e voz.

Tal como os restantes retratos do "Álbum de Família" de PZ, o tema foi gravado nos Estúdios Arda, com realização de Vasco Mendes e gravação e mistura de Zé Nando Pimenta.

Ficha Técnica

Música, letra, produção, voz, baixo, guitarra e sintetizadores: PZ 
Banda convidada: Os Azeitonas 
Voz, teclado Rhodes e arranjo de sopros: João Salcedo 
Voz: Marlon 
Voz: Nena Barbosa 
Bateria: Bruno Oliveira 
Trombone: Daniel Dias 
Saxofones: Samuel da Silva, Gabriel Neves 

Gravação e mistura: Zé Nando Pimenta 
Gravado nos Estúdios Arda

Realização Vídeo: Vasco Mendes

Design: Studio Eduardo Aires

Fotografia: Rui Murka

Assistente Produção: Francisca Lacerda

Direção Criativa: PZ, Studio Eduardo Aires, Vasco Mendes

Disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, "Chamadas Que Ignoras" integra o calendário mensal do "Álbum de Família" de PZ, projeto que, ao longo de 2026, vai revelar 12 músicas, 12 convidados, e culmina numa edição especial em vinil no final do ano.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 12/08/26

1 - Galgo - Vapor
2 - Baleia Baleia Baleia - NPC
3 - Mordo Mia - Noz_s
4 - Chat GRP - Engenheiros
5 - Polivalente - Senhorio
6 - Cortada - Fossa séptica
7 - Jasmim - Caracol
8 - Pedro de Troia - Namorada

9 - emmy Curl - Botar água na vinha
10 - Cara de Espelho - D de denúncia
11 - Lavoisier - Portugal não me respeita
12 - Luta Livre - Fado imperfeito
13 - Lituo - Assim assim
14 - Carlos Peninha - Chão ardente
15 - A. P. Braga - Lira
16 - Mateus Verde - Saudade

MXGPU COM CONCERTO NO SUB SOLO DE LISBOA





















Créditos: Ana Viotti

A 10 de outubro de 2026, a dupla portuguesa transforma um espaço escondido do Metro das Olaias numa pista de dança, para mais de oito horas de música. Com os bilhetes a vender rapidamente, a organização prevê atingir a lotação esgotada até ao final de agosto.

Depois de três datas esgotadas, de um vídeo-concerto suspenso sobre o rio Tejo (Live Over Lisbon) e de uma atuação a 30 metros de altura sobre o público do Primavera Sound Porto, MXGPU voltam a reinventar o espetáculo ao vivo com o seu projeto mais ambicioso até hoje.

No dia 10 de outubro de 2026, a dupla assume o Hidden Metro Olaias, um espaço subterrâneo escondido da cidade, para criar Live Under Lisbon: mais de oito horas de música e uma experiência de música eletrónica concebida para acontecer uma única vez.

Embora as estações do Metro de Lisboa já tenham acolhido diferentes iniciativas musicais, nunca uma dessas iniciativas implicou a transformação de um espaço subterrâneo oculto numa pista de dança com mais de oito horas de programação. É essa ocupação inédita, aliada a um concerto criado especificamente para o local, que faz de Live Under Lisbon uma experiência sem precedentes em Portugal.

A resposta do público tem acompanhado a ambição do projeto. Os bilhetes estão a vender a um ritmo acelerado e, perante a procura já registada, a organização prevê que o evento possa esgotar até ao final de agosto, mais de um mês antes da sua realização.

Mais do que um concerto, Live Under Lisbon representa um novo passo na forma como MXGPU pensam a música ao vivo. Cada projeto nasce como uma experiência irrepetível, ligada ao lugar onde acontece e impossível de reproduzir noutro contexto. Depois de levarem a sua música aos céus de Lisboa e do Porto, a dupla desce agora às profundezas da capital.

O evento contará com mais de oito horas de programação e um conjunto de artistas cuidadosamente selecionado pelos próprios MXGPU. O alinhamento completo será anunciado em breve, mas o centro criativo da noite está definido: MXGPU apresentarão um concerto especial, desenvolvido especificamente para Live Under Lisbon.

A escolha do espaço acompanha também a evolução recente da dupla. Os novos temas revelam uma linguagem mais rápida, mais incisiva, futurista e assumidamente orientada para a pista de dança. No Hidden Metro Olaias, esta nova identidade encontrará a sua expressão mais completa, através de um espetáculo que cruza música, arquitetura, luz e ambiente numa única narrativa.

Com uma digressão internacional em curso e presença confirmada em palcos como Tomorrowland, Gardens of Babylon, Mayan Warrior Brasil e Amsterdam Dance Event, MXGPU afirmam-se como uma das propostas portuguesas de música eletrónica com maior projeção internacional da atualidade.

Esta projeção não nasce apenas da música. Resulta também da capacidade da dupla para criar imagens e espetáculos que permanecem na memória: uma plataforma suspensa sobre o Tejo, uma atuação a 30 metros de altura sobre milhares de pessoas no Porto e, agora, uma pista de dança escondida sob Lisboa.

Em vez de repetirem fórmulas, MXGPU continuam a superar-se, aumentando a escala das suas ideias e explorando novas possibilidades para o espetáculo ao vivo. Live Under Lisbon é a expressão mais ambiciosa dessa visão até ao momento uma experiência inédita, criada em Portugal com dimensão internacional.

Uma noite. Mais de oito horas de música. Um espaço escondido transformado numa pista de dança.

No Metro, um som como nunca foi ouvido.

aBAND'onados VÂO GRAVAR CLIP EM CONCENTRAÇÃO MOTARD

 


















aBAND'onados vão gravar videoclipe de «Ser Motard» na 4.ª Concentração Motard dos Motores da Plaina

Os aBAND'onados vão aproveitar a sua atuação na 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina, no próximo dia 22 de agosto, para gravar o videoclipe de "Ser Motard", um dos temas mais emblemáticos da banda e uma homenagem à cultura, à estrada e ao espírito motard.

As gravações decorrerão ao longo do dia tendo como foco o concerto da banda, permitindo que a energia e a participação do público presente na concentração façam parte do videoclipe. A opção pretende conferir ao vídeo uma dimensão genuína e próxima da realidade das concentrações motards.

"Ser Motard" é um tema que traduz em música aquilo que une quem vive a estrada: a liberdade, a camaradagem, os quilómetros percorridos e o prazer de partilhar a estrada e os momentos com outros apaixonados pelas duas rodas.

Para os aBAND'onados, esta gravação representa também uma oportunidade para aproximar ainda mais a banda da comunidade motard, com a qual tem vindo a estabelecer uma relação crescente através dos seus concertos.

O videoclipe, produzido com imagens captadas durante a concentração e a atuação da banda, tem lançamento previsto para 3 de outubro de 2026.

A 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina realiza-se nos dias 21 e 22 de agosto, proporcionando o cenário onde será registado um dos momentos mais importantes da produção deste trabalho dos aBAND'onados.

A banda convida todos os motards a estarem presentes e a fazerem parte deste momento contribuindo para a transformação da noite de 22 de agosto numa celebração da música, das motos e da estrada.

Gravação do videoclip: 22 de agosto de 2026
Local: 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina (Martim, Barcelos)
Lançamento do videoclip: 3 de outubro de 2026

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JANEIRO TEM NOVO SINGLE COM META

 


















Fica hoje disponível a “Canção da Revolta”, o segundo tema do novo álbum de Janeiro, “Reticências”, com edição ainda este ano. Esta canção é um dueto com a artista Meta_, lançada em dia de eclipse do sol e foi escrita também num dia de eclipse, há três anos.

“Canção da Revolta” representando uma reflexão sobre o ciclo inevitável entre fim e o recomeço. A revolta surge aqui, não apenas como um gesto de oposição, mas como uma força transformadora: um impulso vital que rompe a inércia e devolve movimento ao que parecia condenado à espera.

A colaboração orgânica com Meta_ acrescenta uma dimensão nova e contemporânea, que reforça o caráter atmosférico da composição, fazendo da revolta não um grito de destruição, mas um espaço de reconstrução.

A imagem do eclipse atravessa toda a canção como metáfora de um momento de suspensão, em que a luz desaparece temporariamente para dar lugar a uma nova perspetiva. A órbita solar representa esse movimento contínuo da vida, onde tudo regressa, tudo gira e tudo se transforma. A frase “A vida é onde a morte reverbera” sintetiza esta ideia de que a vida carrega sempre a memória dos seus próprios fins, e que cada renascimento nasce inevitavelmente de uma perda.

Musicalmente, “Canção da Revolta” procura traduzir esse estado hipnótico e circular através da repetição, criando uma sensação de gravidade e expansão, quase ritualística.

Integrada novo álbum de Janeiro, “Reticências”, esta canção, segundo single, representa um dos seus momentos mais contemplativos, explorando a tensão entre permanecer e partir, aceitar e transformar, deixando em aberto – como o próprio título do disco sugere – aquilo que nunca termina verdadeiramente e fica em suspenso no espaço-tempo.

A canção tem letra e música de Janeiro, Meta_, Daniela Gandra, Madalena Martins e Natalia Valle. Conta com Daniel Lima ao piano, guitarra acústica nylon de janeiro e vozes de janeiro e Meta_. Foi produzida por janeiro e gravada por Nuno Simões nos estúdios de Vale de Lobos/Slow Studios.

“Canção da Revolta” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

Janeiro apresenta a canção ao vivo já hoje, dia 12 de Agosto, no Jazz na Relva em Paredes de Coura, com entrada gratuita. Um concerto cheio de surpresas e a não perder.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 11/08/26

1 - Digital Device - Space vision
2 - Summer Of Hate - Blood and honey
3 - Them Flying Monkeys - Great song
4 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Emotional
5 - The Twist Connection - Crime
6 - The Pages - Teenage rebels
7 - Pedro de Troia - Gosto tanto de ti
8 - Jasmim - Caracol

9 - O Mau Olhado - Dança d'o mau olhado
10 - Tó Trips & Fake Latinos - Rua escura
11 - Expresso Transatlântico - Não pares povo
12 - Orlando Cohen - Lullaby
13 - Miramar - Fado marafado
14 - Estaca Zero - Corridinho manouche
15 - Raia - Alvorada
16 - Carlos Raposo  - Rua do castelo

MOONSPELL ESGOTAM SINTRA DIA 12 SETEMBRO E ANUNCIAM NOVA DATA NO PORTO DIA 1 NOVEMBRO

"Depois de gravarmos o "Far From God" no Porto, o magnetismo desta bela e única cidade continua a puxar por nós e é com entusiasmo que anunciamos a abertura de uma segunda data, dia 1 de Novembro, no Hard Club! Mas, enquanto que no "Invicta Halloween" apresentaremos o "Far From God" na íntegra (e o seu novo design de palco e luzes), aproveitando para revisitar os 30 anos de "Irreligious", no dia 1 de Novembro iremos viajar por outros momentos, músicas e memórias da discografia dos MOONSPELL, assinalando, em grande, o nosso regresso aos palcos do Porto. Tal como na véspera, a primeira parte vai estar a cargo do rock gótico de inspiração eletrónica dos portuenses NU:N. O Porto, de facto, é o maior dos feitiços."

Fernando Ribeiro

O anúncio da segunda data no Porto acontece em plena tour europeia dos MOONSPELL, tendo a banda já actuado na Bélgica, Finlândia, Polónia e Alemanha, a que se seguirão passagens pela Turquia e Inglaterra. No próximo dia 20, estreiam-se no maior festival gótico de Portugal, o Extramuralhas.

No final do Verão, os MOONSPELL atravessam o Atlântico, como banda convidada dos Cradle of Filth, na tournée norte-americana que a banda inglesa vai realizar nos E.U.A e no Canadá, entre 29 de Setembro e 28 de Outubro, num total de 23 datas!

Estas novidades, incluindo esgotar o concerto de apresentação de "Far From God" em Sintra, não são alheias à forma positiva como público e crítica têm recebido o 14º álbum de estúdio da banda, uma afirmação ousadamente bela e trágica do Metal Gótico na sua forma mais pura: obscuro, romântico, dramático e assumidamente pesado. "Far From God" está disponível em formato digital, CD, Vinil e Mediabook na Rastilho.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 10/08/26

1 - O James - Miss Japan
2 - Victor Torpedo e António Olaio - In my garden
3 - John Mercy - Strong sex (com Bonnie Blossom)
4 - Duques do Precariado - Pré-boss
5 - Zeca Afonso - Galinhas do mato
6 - João Afonso - Não digas a ninguém
7 - emmy Curl - Lembra-me um sonho lindo
8 - Jasmim - Caracol
9 - Pedro de Tróia - Carrossel (com Rui Reininho)
10 - Du Nothin - Sexo rock'n roll & ecstasy
11 - puto bacoco - Deus passou
12 - Ordem Crucial - Névoa
13 - Do.Prata - Maresia
14 - Chico da Tina - Pega ou larga

VEM AÍ O BANHO DA COBRA #3





















No próximo 22 de agosto, o Banho da Cobra regressa ao Recinto Desportivo do Bairro da Lomba, no Porto, para a sua terceira edição. Com entrada livre e início marcado para as 17h00, o encontro promovido pela Lovers & Lollypops e pelos Cobrafuma volta a transformar o bairro numa paragem obrigatória do verão. O cartaz cruza diferentes gerações e linguagens da música independente portuguesa. A tarde arranca com Unsafe Space Garden (17h00), seguem-se Capela Mortuária (18h00) e Cobrafuma (19h00). A fechar, Ana Pacheco e DJ Lynce encontram-se nos decks para um set B2B (20h00).

Ao longo da tarde será também possível adquirir "Droga Total", o novo álbum dos Cobrafuma, editado pela Lovers & Lollypops e com lançamento marcado para este mês de agosto.

E porque a tarde é longa, não vão faltar comes e bebes no recinto. Convém trazer dinheiro vivo, já que não haverá pagamentos por cartão.

Banho da Cobra #3
22 de agosto
Recinto Desportivo do Bairro da Lomba, Porto Entrada livre

Horários
17h00 – Unsafe Space Garden
18h00 – Capela Mortuária
19h00 – Cobrafuma
20h00 – Ana Pacheco B2B DJ Lynce

SÈRGIO GODINHO AO VIVO

 


















A sul com o piano de Júlio Resende, a norte com os amigos festivaleiros

"Diálogos Musicais" em Faro e o Vodafone Paredes de Coura confirmam a versatilidade do escritor de canções

Mesmo no final do mês, a 31 de Agosto, Sérgio Godinho celebrará o seu 81º aniversário, com mais de cinco décadas de actividade criativa. Mas desenganem-se, as celebrações acontecerão um pouco antes, a meio do mês, altura em que se juntará aos seus Assessores e a alguns amigos para um espectáculo exclusivo no Vodafone Paredes de Coura, naquela que será sua estreia no evento nortenho.

Os milhares que comporão a audiência do anfiteatro natural junto ao rio terão a oportunidade de assistir a algo que, adivinhamos, juntará emoção e história à experiência já de si única, de escutar e ver Sérgio Godinho. Adjectivar as suas canções seria um esforço inglório já que a sua grande maioria habita o nosso subconsciente colectivo, já escutá-las quando em palco se reunem alguns dos talentos mais destacados da música produzida em Portugal, será algo que antecipamos de memorável.

Com Sérgio & Os Assessores, as presenças anunciadas de Ana Lua Caiano, A Garota Não, Manuela Azevedo, Milhanas e de Samuel Úria antecipam grande intensidade interpretativa de algumas das canções que fazem da carreira de Sérgio Godinho algo de absolutamente sui generis e de referência para as gerações que a sua música teima em atravessar.

E dois dias antes, a 12 de Agosto, mais uma debutância: a colaboração com o pianista e arranjador Júlio Resende que terá em Sérgio Godinho o seu convidado para o evento anual "Diálogos Musicais".

Num tête à tête, os dois músicos prometem uma viagem pelo repertório godineano sob o cenário único do Largo da Sé de Faro, em que a par dos seus maiores êxitos, subirão a palco canções menos habituais nas apresentações ao vivo de Sérgio Godinho mas que esta inédita colaboração com o pianista algarvio irá recuperar.

Os bilhetes para este espectáculo estão disponíveis em BOL.PT e nos locais habituais.

(foto de Paulo Martins)