segunda-feira, 15 de outubro de 2018

PROGRAMA DE 15/10/18

1 - André M. Santos - Valsa sem nome
2 - Prana convida Rui Veloso - Eu estou cá
3 - Miguel Rivotti - Fado Rivotti
4 - Miguel Xavier - Amor e saudade
5 - Beatriz Nunes - Rio sem margem
6 - Flak - Manto branco
7 - Comitiva Charlie - Palco da vida
8 - Keep Razors Sharp - Overcome
9 - Caffeine - Weakness song
10 - Can Cun - Dreamers I
11 - Grandfather's House - Drunken tears
12 - Wipeout Beat - Small cities big thoughts
13 - ENES - Just like the first time
14 - Cave Story - Special diners

GRANDFATHER’S HOUSE PARTEM PARA TOUR EUROPEIA COM :PAPERCUTZ

GrandFather’s House apresenta o seu terceiro single de apresentação do longa duração

Diving editado em setembro de 2017, desta vez com o tema “Drunken Tears”.
Para este terceiro single, a banda apresenta um vídeo de animação realizado por Pedro Oliveira. A narrativa retrata uma personagem que aparentemente se encontra num relacionamento de amor/ódio com outra personagem, mas que se revela ser com ela mesma.
Depois de se juntarem a :PAPERCUTZ numa residência artística onde desenvolveram um trabalho exclusivo em torno de temas de ambos os projetos, preparam um ciclo de espetáculos únicos por Portugal onde apresentarão temas seus partilhados em palco e reinventados pelos elementos de cada grupo, num espetáculo único e dinâmico.

Fora de território nacional, também no âmbito da residência, os GrandFather’s House partem assim na sua terceira tour europeia, também na companhia de :PAPERCUTZ. Depois de marcarem presença no Festival Waves Vienna, em Setembro, o projeto continua com o seu trabalho de internacionalização.
Grandfather’s House é uma banda de Braga que surge em 2012, com Tiago Sampaio na guitarra, Rita Sampaio nos sintetizadores e voz e João Costeira na bateria na sua formação incial, contam até hoje com mais de 250 concertos dados por todo o país e internacionalmente. Com o seu primeiro EP Skeleton, editado em 2014, percorrem Portugal na sua promoção. Em 2016, editam o longa-duração Slow Move sendo aclamados pelo público e pela crítica tendo, com este, lançado dois singles “Sweet Love Making” e “My Love”.

Diving é o resultado de uma residência artística no espaço gnration (Braga), contando com as participações de Adolfo Luxúria Canibal, Nuno Gonçalves e Mário Afonso, na voz, teclados e saxofone, respectivamente e é neste disco que a banda anuncia a mudança na sua composição com Ana João Oliveira a substituir João Costeira. Com um método de composição mais complexo, que contou com a participação de mais um elemento em todos os temas – o músico convidado, Nuno Gonçalves (teclas) – a banda, explora assim, uma sonoridade mais densa. As letras do disco, por Rita Sampaio, incidem nas memórias, lembranças e de certas emoções que estas trazem com elas. A temática do disco vai desde o despertar de memórias que pareciam adormecidas pelo tempo, crescendo uma raiva, quase um estado depressivo, transformando-se na sua aceitação e num estado de paz de espírito. Gravado e produzido na Mobydick Records (Braga) por Budda Guedes e Grandfather’s House, misturado e masterizado no HAUS (Lisboa) por Makoto Yagyu.

Facebook: https://www.facebook.com/grandfathershouseband/?fref=ts
Twitter: https://twitter.com/gfh_house
Instagram: www.instagram.com/grandfathers_house
Blog: http://grandfathershouse.blogspot.pt/
Bandcamp: https://grandfathershouse.bandcamp.com/
Spotify: https://open.spotify.com/artist/68ke2Df0EklH123rpyyEBt
Itunes: https://itunes.apple.com/us/album/slow-move/id1088312633
 

ORLANDO COHEN - "REGGAE ON THE BEACH"

ANDRÉ M. SANTOS LANÇA DISCO




















Pode-se dizer que a música portuguesa e a guitarra ficaram mais ricas. Obrigado André.

 A navegação em solitário tem riscos mas uma dose muito grande de introspeção na procura, no planeamento e no resultado. Essa "solidão positiva", claramente presente a solo não perde a carga nem a característica intimista nos duetos. Duetos esses em parcerias criteriosamente montadas.

 A partir de um certo patamar a música já não mente. É um reflexo transparente do que fomos, do que somos e semeia permanentemente pistas para aquilo que seremos. Qualquer registo que façamos é consequência e causa. Tem a maturidade do momento e nunca se encontra fechado. O roteiro aqui apresentado pelo André é disso testemunha. Espelha as suas visões e viagens por diversos universos musicais mas sempre dentro de um eixo ibérico, seja nos imaginativos arranjos seja nas personalizadas autorias do seu punho. E a sensação é essa, de movimento, de percurso percorrido, de conteúdo, de sofisticação e de "porta aberta".
                                                                                                                                                          
José Peixoto        
Desde há muito que o número 7 me acompanha de uma forma peculiar. Ainda novo o encarei como um número da sorte para mim. Mais tarde fui descobrindo toda a carga mística que acarreta em si, sendo mesmo considerado um número que representa a totalidade, a perfeição, a consciência, a intuição, a espiritualidade, a vontade e ainda a conclusão cíclica e renovação.

De forma humilde abraço esta simbologia para o meu primeiro trabalho em nome próprio, iniciando assim um novo ciclo no meu percurso musical.
Este disco espelha de uma forma muito completa a minha total essência enquanto músico (guitarrista, compositor e produtor) passando pelas diversas estéticas musicais que me enchem a alma.
7 são as músicas a solo, 7 são as músicas com convidados de luxo, 7 são as cores do arco-íris, 7 são os chakras, 7 são as colinas da minha linda Lisboa, 7 são...

André M. Santos

André M. Santos nasceu em Lisboa em Novembro de 1984.

Licenciado em economia pela Universidade Nova de Lisboa (2006), em guitarra (2010) e composição (2015) pela Escola Superior de Música de Lisboa. André teve aulas de Guitarra Flamenca com Oscar Herrero (Madrid) e Pedro Jóia (Lisboa).

Ao longo da sua carreira já tocou com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Coro Gulbenkian, Orquestra Chinesa de Macau e alguns dos artistas portugueses mais famosos (ex: Teresa Salgueiro, Resistência, Mariza, Ricardo Ribeiro, Mísia, etc.) em vários países do mundo.

É membro residente do Júri do “Concurso de Música de Intervenção de Almada” desde 2007. Em 2011 recebeu o prémio “Jovem Talento” pelo município de Almada.

Como compositor tem escrito para diferentes projetos e estilos de música, abrangendo grupos de música de câmara, grupos de jazz até orquestras de grande dimensão. A sua música tem sido interpretada por alguns dos mais prestigiados músicos de Portugal deste os EUA até à China.

Em 2016 ganhou o prémio de melhor edição pela Associação Nacional de Flauta dos EUA com a sua peça “O motivo da menina Laite” para flauta solo.

André é o guitarrista do grupo Melech Mechaya e faz parte do Quarteto de Guitarras de Lisboa.

BARREIROS ROCK REAGRUPA TRÊS LENDAS DO ROCK NACIONAL









O Barreiro Rocks, festival que apresentou os Black Lips a Portugal (2005) e Ty Segall à Europa (2010) está de volta para a sua 18º edição. Um festival único, consagrado pela excelência do seu cartaz e pelo ambiente único que se vive em cada uma das suas edições, chega agora à maioridade.
2018

Nas noites de 31 de Outubro, 2 e 3 de Novembro, o Barreiro Rocks regressa ao Grupo Desportivo Os Ferroviários, com passagem pela recém-inaugurada sede da Gasoline, no dia 1 de Novembro. Durante quatro dias o Barreiro transforma-se na capital do rock and roll e acolhe uma programação de luxo e centenas de visitantes sedentos de ritmos frenéticos e comemoração sem limites. Bem vindos à festa.

Este ano o festival promoveu a reunião de 3 dos maiores nomes do rock alternativo dos anos 90. É com muito orgulho que iremos ter em palco Lulu Blind (de Tó Trips), os barreirenses Gasoleene (de Fast Eddie Nelson) e os Alcobacenses Us Forretas Ocultos no dia 31 de Outubro. No palco secundário serão os Duendes do Umbigo, outra instituição no activo desde 1993, garantem o final adequado no palco #PARTYFIESTA.

No dia seguinte, 1 de Novembro, a festa vai até à sede da Associação Gasoline onde iremos apresentar o ultimo episódio da série “Dança Camarra”, realizada por Eduardo Morais. Após a projecção é altura dos Humana Taranja, banda proveniente do Programa Jovens Músicos, tomar conta do palco.

Nos dias 2 e 3 de Novembro o pavilhão dos Ferroviários volta a abrir as portas para receber o melhor garage-rock internacional: da loucura de King Khan com os Louder Than Death à coolness pintada por um contrabaixo dançante dos franceses Howlin’ Jaws, a festa será linda, como sempre.

BILHETES

PASSE GERAL 30€
DIA 31: 15€
DIA 1: GRATUITO
DIA 2: 20€
DIA 3: 20€
À venda em https://www.ticketea.com/entradas-festival-barreiro-rocks-2018/

KEEP RAZORS SHARP COM NOVO SINGLE E ÁLBUM














A quatro dias de editar o muito aguardado segundo álbum - Overcome - os Keep Razors Sharp apresentam o segundo single que o antecipa, com o mesmo nome.

Depois de um Verão passado a levantar o véu ao que aqui nos vai chegar, em festivais como o Super Bock Super Rock, Vodafone Paredes de Coura ou Indie Music Fest, é esta semana que tudo acontece. Hoje apresentam o videoclipe para o single Overcome, realizado por Joana Linda, que assina também as novas fotogafias do grupo, e na sexta feira 19 chega às lojas o novo disco.

Sobre o videoclipe, em baixo, tem a dizer a realizadora: "Overcome é um videoclipe que se posiciona entre os mortos e os vivos, o passado e o futuro. É sobre passagens e viagens, no seu sentido mais metafórico. Habita um lugar temporal e geograficamente impreciso onde as distâncias físicas e emocionais se esbatem, onde tudo pode acontecer ao mesmo tempo, onde podemos estar em todo o lado ao mesmo tempo." - Joana Linda

Ficha Técnica:
Conceito, realização e edição: Joana Linda
Agradecimentos: World of Discoveries, Débora Silva, Rubén Mezia
Filmado no "World of Discoveries"

A 25 de Outubro a banda vai apresentar a totalidade do disco ao vivo, numa noite em que partilham o palco com os brasileiros Boogarins, inserido no Festival Jameson Urban Routes no Musicbox em Lisboa. Bilhetes aqui.

Próximos Espectáculos:
25 de Outubro, Jameson Urban Routes com Boogarins
26 de Outubro, Cambra Fest
2 de Novembro, Teatro Municipal da Guarda
 
Foto: Joana Linda

SALÃO BRAZIL FAZ 6 ANOS SOB A GESTÃO DO JACC









Celebra-se, esta sexta feira, dia 19 de outubro, o 6º aniversário do Salão Brazil enquanto espaço cultural sob a gestão do Jazz ao Centro Clube.
Embora seja pertinente referir os 892 concertos realizados neste período, o Jazz ao Centro Clube acredita que o impacto do Salão Brazil na vida cultural da Cidade de Coimbra vai muito para além do número de concertos realizados.
A atividade do Jazz ao Centro Clube no Salão Brazil demonstra a relevância das salas de pequena dimensão enquanto fator de desenvolvimento de um circuito de apresentação de concertos, numa altura em que a produção musical portuguesa apresenta um impressionante vitalidade, em todos os seus géneros. Se a circulação de projetos emergentes necessita destes locais de apresentação, também os circuitos internacionais, mais ou menos qualificados ou formais, dependem da existência de centros culturais independentes.

Com uma programação eclética, assente sobretudo numa orientação artística marcada pela ideia de que a função principal do Salão Brazil é expor o público a vários géneros musicais - do jazz à música pop, da música experimental às músicas de raíz tradicional – o Salão da Baixa de Coimbra conseguiu formar um público fiel, que vai dos 18 aos 70 anos de idade e que, não raras vezes, encontra neste espaço a sua primeira experiência ligada a um género musical menos divulgado ou a propostas artísticas experimentais que poucas vezes se apresentam noutros espaços culturais.
Mas, acima de tudo, a relevância do Salão Brazil relaciona-se com o contributo para o desenvolvimento local (de base cultural), expresso, acima de tudo, pelo trabalho do Serviço Educativo do Jazz ao Centro Clube, promotor de iniciativas como o Clube UNESCO: Arte, Património e Comunidade ou do Arquivo Digital do Centro Histórico de
Coimbra.

Ao colocar as práticas artísticas no núcleo da sua intervenção na comunidade, o Jazz ao Centro Clube deseja contribuir para transformações sociais positivas, que não se esgotam na dimensão artística e cultural.

Nesta semana, onde se assinalam 6 anos de trabalho no coração da Baixa de Coimbra, o Salão Brazil acolhe o Festival Jazz ao Centro – Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra. Serão 3 espectáculos protagonizados por grupos portugueses, servindo para apresentar a criatividade e qualidade artística do Jazz feito em Portugal.

O JACC espera poder comemorar este momento com o público que tem ajudado a tornar este espaço um dos mais dinâmicos na cidade, região e país.

PROGRAMAÇÃO:
Jazz ao Centro 2018 | Pinheiro / Ferrandini / Sousa
Quinta, 18 out, 22h00
Rodrigo Pinheiro - piano
Gabriel Ferrandini - bateria
Pedro Sousa - saxofone
No início deste século, Lisboa viu surgir uma comunidade de música improvisada reunida em torno da Clean Feed/Trem Azul, cujo espaço na Rua do Alecrim (entretanto desactivado) agregou muitos dos nomes que a influente revista WIRE (em dezembro de 2017) agrupou sob a designação de New Lisbon Jazz Vanguard. Rodrigo Pinheiro (piano), Gabriel Ferrandini (bateria) e Pedro Sousa (saxofones) participaram na construção social desta comunidade, que têm exemplos perfeitos em grupos como o RED Trio, Motion Trio (de Rodrigo Amado) e a mais recente Lisbon Freedom Unit (que actuou na edição 2017 do JaC).

Este trio, em particular, tem crescido após uma residência artística realizada na Casa da Cultura do Barreiro (organizada pela OUT.RA, em 2017) tendo ganho uma sonoridade própria que tem vindo a ser trabalhada em concertos. Expectativas elevadas, portanto, para a primeira de seis noites com alguma da melhor música feita neste domínio em Portugal.
Bilhetes:
NORMAL 7,00€ / ESTUDANTES e CLIENTES CGD 5,00€
BOL, lojas parceiras e, no próprio dia, na bilheteira do Salão
Jazz ao Centro 2018 | ANDRÉ FERNANDES: CENTAURI
Sex, 19 out, 22h00
André Fernandes - guitarra
João Mortágua - saxofones
José Pedro Coelho - saxofone tenor
Francisco Brito - contrabaixo
João Pereira - bateria
Uma breve passagem pelos principais momentos da carreira de André Fernandes ao longo dos últimos 20 anos revela-nos um dos mais destacados músicos portugueses e um dos músicos merecedores de um reconhecimento mais amplo, embora o recolha, de forma unânime, junto dos pares e do público mais atento. Desde o disco de estreia, lançado pela editora Tone of a Pitch em 2002 (editora que Fernandes fundou com Nelson Cascais e Nuno Ferreira) são vários os pontos altos na sua discografia, que a cada novo lançamento renova o entusiasmo abraçando novos
territórios.

O novo trabalho de Fernandes volta a mostrar desassossego e a cartografia das novas sonoridades faz-se sob a inspiração das estrelas. “Centauri”, nome do novo grupo do guitarrista, junta-o aos saxofonista João Mortágua e José Pedro Coelho, encontrando base sólida na secção rítmica formada por Francisco Brito e João Pereira.
Contemplativa por vezes, para noutros momentos assumir a energia do rock (uma das principais influências de Fernandes), o disco “Draco” (Nischo, 2018) é o exemplo perfeito do actual “estado de graça” do Jazz feito em Portugal.

Após o concerto haverá lugar a um dj set do músico conimbricense Marcelo dos Reis.

Bilhetes:
NORMAL 7,00€ / ESTUDANTES e CLIENTES CGD 5,00€
BOL, lojas parceiras e, no próprio dia, na bilheteira do Salão
Jazz ao Centro 2018 | LOKOMOTIV
Sab, 20 out, 22h00
Carlos Barretto - contrabaixo
Mário Delgado - guitarra
José Salgueiro - bateria

20 anos depois, a locomotiva não perde força. A energia do projeto provém, sobretudo, do prazer que Carlos Barretto (contrabaixo), Mário Delgado (guitarra) e José Salgueiro (bateria) continuam a devotar em cada actuação. Com “Gnosis”, o seu novo disco, o trio continua a ser dos mais excitantes grupos ao vivo, mantendo sólidas raízes jazzísticas ao mesmo tempo que se alimenta de muitos outros interesses musicais.

Três nomes fundamentais do Jazz português, numa noite que se prevê de celebração!
Bilhetes:
NORMAL 8,00€ / ESTUDANTES e CLIENTES CGD 6,00€
BOL, lojas parceiras e, no próprio dia, na bilheteira do Salão

ALA DOS NAMORADOS 25 ANOS











COLISEU DE LISBOA: 13 de Outubro (adiado, devido às condições climatéricas) | 21 de Outubro (NOVA DATA)

O concerto dos 25 Anos da Ala dos Namorados, adiado em virtude do alerta de tempestade de 13 de Outubro, terá lugar no próximo dia 21 de Outubro, às 19:00, no Coliseu dos Recreios em Lisboa.

Por decisão tomada em reunião com todos os agentes de protecção civil e CDOS de Lisboa presidida com Exmo Sr. Presidente da Câmara de Lisboa, os eventos previstos para o dia 13 de Outubro na cidade de Lisboa foram cancelados ao final do dia. Esta situação aplicou-se, também, ao Concerto dos 25 Anos da Ala dos Namorados no Coliseu de Lisboa.

No seguimento desta informação da Protecção Civil, o espectáculo foi remarcado para o dia 21 de Outubro, às 19:00.

Conforme previsto em situações desta natureza, os bilhetes adquiridos são válidos para a nova data.

Contamos com todos vós!

NO TEATRO DA BARRACA

sábado, 13 de outubro de 2018

PROGRAMA DE 13/10/18

1 – Daniel Papel – Triste sina
2 – Sebastião Antunes – Balada do desajeitado
3 – Caio – Benedita
4 – Ruben Portinha – Pudera
5 – João Berhan – Roupa nova
6 – Janeiro – Preguiça
7 – Freddy Locks – Present
8 – Sir Giant - Muddy words

9 – O Gajo – Há uma festa aqui ao lado
10 – Palankalama - Pisga-te flamingo
11 – Alma Menor – Botão de carne (c/ Luís Peixoto)
12 – Danças Ocultas – O teu olhar (c/ Carminho)
13 – Cristina Branco – Aula de natação
14 – Aldina Duarte – Conto de fadas
15 – Elisa Rodrigues – Vai não vai
16 - Mila Dores - Alice
17 - Márcia - Tempestade

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

PROGRAMA DE 12/10/18

1 - Old Jerusalem - Black pool of water and sky
entrevista Francisco Silva (Old Jerusalem)
2 - Old Jerusalem - I could never take the place of your man
3 - Freddy Locks - Present
4 - Sir Giant - Doce cereja
5 - Tiago Rocha - Vive hoje
6 - Gimba - Vá lá
7 - Marciano - Choro cinza (Los Atléticos remix)
8 - Moullinex - Daydream (Yuksek remix)
9 - Gee-Aitch - Want it
10 - Lagardère - Pelo verão

É JÁ AMANHÃ

RUBEN PORTINHA EM GRANDE

Milhares de pessoas descobriram a "Realidade"

Foi um autêntico verão quente para Ruben Portinha. O músico percorreu alguns dos mais importantes (e belos) palcos do circuito nacional, sempre com grandes reações por parte dos que lá foram para o ver e ouvir. Das Festas do Mar à Fortaleza de Sesimbra, da FIARTIL ao Ser Mais Cultura Fusion. Diferentes públicos, diferentes atmosferas, mas sempre com a mesma vontade de tocar.

O verão já terminou, mas a música não!

Até ao fim do ano, Ruben Portinha vai continuar a mostrar ao vivo o seu primeiro disco, com algumas espreitadelas para o seguinte, cuja gravação está prevista para 2019. Mas antes de voltar ao estúdio, o músico e restante equipa têm presença marcada para vários palcos. O próximo será a Biblioteca Municipal de Alenquer, este sábado, a partir das 15:00h, no âmbito do evento "Entre Poetas". Segue-se o Tokyo, um dos mais prestigiados bares de música ao vivo de Lisboa. O espetáculo está marcado para 19 de outubro, às 23:15h. Na semana a seguir, a comitiva ruma até à Covilhã para participar no Festival Cordas. A 27 de outubro, o auditório do Unidos Futebol Clube, em Tortosendo, acolhe este evento solidário, cujas receitas irão reverter para a Associação Cordas. Antes, uma passagem acústica (voz e guitarra) pelo festival Anameza, no dia 22 de outubro, às 17:00h, no Teatro Thalia. Todas as datas e informações mais abaixo.

Um ano de "Realidade"

No dia 11 de novembro, Ruben Portinha assinala o primeiro aniversário do lançamento do seu primeiro disco. Para comemorar, está a ser preparada uma festa cheia de música, cumplicidade e descontração. O local escolhido foi o mítico Templários, um bar de música ao vivo da capital que é por demais conhecido, onde em tempos se revelaram alguns dos nomes que marcam por estes dias a música feita em Portugal. O álbum será tocado ao vivo por muitos dos que, no estúdio ou nos palcos, contribuíram para o crescimento deste trabalho. A data irá servir igualmente para a apresentação do videoclip do próximo single do álbum. Tudo isto num ambiente de proximidade, com o convite alargado a todos os que se queiram juntar à festa, com início marcado para as 16:00h.

Próximos concertos:

13 outubro, 15:00h, Biblioteca Municipal de Alenquer
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19 outubro, 23:15h, Tokyo (Lisboa)
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22 outubro, 17:00h, Teatro Thalia (Lisboa)

27 outubro, 21:00h, Festival Cordas (Covilhã)
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10 novembro, 16:00h, Biblioteca Camões (Chiado, Lisboa)

11 novembro, 16:00h, Templários (Lisboa)
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21 dezembro, 21:00h, gala Associação Dom Maior, Teatro São Luís (Lisboa)

Siga todos os detalhes na página oficial.

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MOULLINEX REMISTURADO









Inclui remisturas do produtor francês Yuksek, dos londrinos Wayward, de artistas da Discotexas, como MEERA, Mr Mitsuhirato ou Wild & Free, entre outros.
Moullinex está confirmado para tocar ao vivo no MaMA Festival, em Paris, dia 17 de Outubro, e no Festival Iminente, em Londres, dia 19.

A actual digressão tem como ponto alto o concerto ‘House of Hypersex’ que acontece, dia 31 de Outubro, no Capitólio, em Lisboa.

A fechar um dos verões mais concorridos de sempre, que levou Moullinex, em formato banda ou em DJ set, a festivais e a clubes de Portugal, Europa, Estados Unidos, América do Sul… é hoje editado um novo EP de remisturas de temas retirados do álbum “Hypersex”, editado em 2017.

Pela segunda vez este ano, Moullinex faz nova convocatória ecléctica de artistas para remisturarem os seus temas, reflectindo o espírito colaborativo do álbum.

O Hypersex foi o meu disco mais colaborativo de sempre, por isso é natural que peça a amigos e a produtores que admiro para o transformarem segundo a sua própria visão. Estou muito feliz com este conjunto de remisturas, ilustra na perfeição o que a música de dança deve ser: partilha.

Percorrendo quase na totalidade os temas de “Hypersex”, estas novas versões incluem a visão de Yuksek, produtor francês que leva “Daydream” para uma pista de dança onde cabem disco, house e pop. Como Moullinex explica, Yuksek é uma mais valia para este EP: Há anos que sou fã do Yuksek. Ele está activo há tantos anos quanto eu, e soube reinventar-se, mantendo a sua identidade. Não é fácil.

Para além de Yuksek, o EP tem ainda remisturas de MEERA, os novos membros da família Discotexas, que conseguem transformar um dos temas mais sexy de Hypersex em algo mais suave, mas não menos sedutor, bem como outros artistas da editora como os Wild & Free, de Los Angeles, e Mr Mitsuhirato, com a sua versão de um dos temas mais fortes de “Hypersex”, “Love Love Love”, completamente apontada à pista de dança, e fazendo a ponte para os Wayward, que entregam uma versão House de “Say It Slow”, demonstrando todas as qualidades que reconhecemos nestes londrinos: a sua inclusão aqui é simplesmente essencial!

O entusiasmo continua com dois estreantes. Yanagui faz parte da banda que acompanha Moullinex ao vivo e, na segunda remistura para “Daydream”, acrescenta ao tema um groove diabólico. A fechar este EP, os Romance Orchestra levam “Carnival” até ao french-disco. Um final perfeito!

LINCE APRESENTA NOVO DISCO









 
Eis, finalmente, o primeiro álbum de LINCE! Intitula-se “Hold To Gold” e inclui 11 temas inéditos inteiramente da autoria de Sofia Ribeiro, a miúda loira de olhos azuis que encontrou em LINCE o seu alter-ego musical.

Se em “Drops”, o EP publicado no Verão de 2017 e que mereceu lugar de destaque nos balanços musicais do ano, já era perceptível um padrão próprio assente numa aparente dicotomia entre emoções e sensações, “Hold To Gold” reforça essa matriz na música criada por LINCE - entre apelos à dança e à contemplação ou entre diálogos e monólogos (nalguns casos como se de mantras se tratassem num quase paralelismo musical à obra visual “Memento”) - bases sonoras que nos provocam e nos obrigam a percorrer as sonoridades clássicas de um piano por entre a densidade da electrónica servida por ritmos e registos contemporâneos. E tudo isto pela mão da sua voz cristalina e educada.

"Hold to Gold" vai ser apresentado, ao vivo, no Porto e em Lisboa, respectivamente, a 17 e 19 de Outubro, no Maus Hábitos e no Musicbox. Nestas duas primeiras apresentações de “Hold to Gold”, a compra do bilhete dá direito a um exemplar do novo trabalho de LINCE (preço bilhete – 9€).

RICHIE CAMPBELL COM NOVIDADES




















“Lisboa” é o disco português com maior número de músicas galardoadas este ano:

“Slowly” - single de ouro
“Water” ft Slow J - single de platina
“Do You Know Wrong” – single de platina
“Heaven” – single de platina
Link digital: https://RichieCampbellLisboaAlbum.lnk.to/hcVuhPR

MULTIUSOS DE GUIMARÃES - 14 DE DEZEMBRO
Primeira parte: PLUTONIO
Warm-Up: DJ DADDA


“Lisboa” de Richie Campbell, com co-produção de Lhast é neste momento o disco português com maior número de músicas galardoadas este ano: três singles de Platina com “Do You No Wrong” e “Water” ft Slow J e galardão de Ouro para “Slowly”.

Richie Campbell apresenta-se pela primeira vez no Multiusos de Guimarães a 14 de Dezembro. Depois de iniciar o ano com um concerto lotado na Altice Arena, segue-se agora um concerto em nome próprio no norte do país, onde o artista vai apresentar a mixtape “Lisboa”.

Conhecido como o primeiro fenómeno musical da internet em Portugal a ter sucesso a uma escala nacional e internacional, líder da nova geração de artistas portugueses, 2018 iniciou-se com a confirmação de uma estética renovada. Numa nova fase que demonstra um claro regresso ao R&B e Dancehall, Richie Campbell presta homenagem à Lisboa moderna, desde a sua arquitetura, às sonoridades e ao lifestyle.

Os álbuns “Focused” em 2012 e “In The 876” de 2015 levaram Richie Campbell a atuar por países como França, Suíça, Suécia, Itália, Áustria, Luxemburgo e ainda pela Jamaica e Barbados em tour, juntamente com a sua banda The 911 Band.

2016 marca o ano de mudança de Richie Campbell, com “Do You No Wrong”, um notório regresso ao R&B, produzido pelo português Lhast. O single chegou ao galardão de Platina e à nomeação para um Globo de Ouro na categoria de Música do Ano, e já ultrapassou os 14 milhões de visualizações no YouTube.

Seguiu-se “Heaven”, single de Platina co-produzido pelo artista, “Midnight in Lisbon”, “Water”, com Slow J, também já Platina e, mais recentemente, “Slowly”, que conta com o galardão de Ouro. Todos os videoclips foram filmados em Lisboa, a cidade que o viu crescer como artista e a quem presta tributo atribuindo-lhe o título da sua mais recente mixtape, toda ela composta e gravada em Lisboa com Lhast - um dos produtores portugueses em maior ascensão.

PLUTONIO será o responsável pela abertura do concerto de 14 de Dezembro no Multiusos de Guimarães. O rapper encontra-se a finalizar o seu próximo álbum, tendo lançado recentemente os hits “3:AM”, “Preciso de um Tempo” e “Cafeína”, produzido por DJ Dadda, o mais recente artista a lançar-se através do selo Bridgetown e que irá fazer o warm-up do concerto de Guimarães.

Bilhetes à venda aqui: https://ticketline.sapo.pt/evento/richie-campbell-36621 e nos locais habituais.

Redes Sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/RichieCampbellOfficial/
Instagram: https://www.instagram.com/richiecampbell/
Youtube: https://www.youtube.com/user/RichieCampbellMusic

NOVO DISCO DE FREDERICO BC




















Frederico BC apresenta-se ao público com o álbum intitulado Do Outro Lado da Rua. Um disco com 12 canções originais totalmente em português e que aposta numa produção forte realizada entre Portugal e os Estados Unidos com quase meia centena de pessoas envolvidas.

À semelhança do que tem feito ao longo da sua carreira, o artista idealizou um disco que pretende unir gerações através de um formato musical destemido e que procura chegar ao público de uma forma directa. Letras simples e arranjos musicais ousados vestem a história de cada canção.
Para esse efeito e para além de músicas de sua autoria, convidou alguns amigos e autores portugueses para colaborem consigo na escrita e composição de algumas canções, tais como: Diogo Brito e Faro, João Sanguinheira, João Só, Miguel Rebelo e Rui Rocha.
Juntamente com os produtores Lino Guerreiro e Valter Rolo, Frederico BC convidou uma orquestra de cordas e sopros, assim como nomes notáveis da música nacional para a gravação do álbum, destacam-se: Mário Delgado, Nelson Carvalho, Orlanda Guillande, Paulo Ramos, Ricardo Toscano, Tó Cruz, Vicky Marques, entre outros.

Para além de todos estes nomes, Frederico BC, decidiu produzir o master nos Estados Unidos da América por um dos mais experientes engenheiros de som, o vencedor de 2 Grammys: Vlado Meller, que já trabalhou com alguns dos maiores artistas internacionais, Michael Jackson, Beyoncé, Muse, Pink Floyd, Paul McCartney, entre muitos outros.

O artista decidiu avançar para a edição deste disco à terceira tentativa após já o ter gravado por 2 vezes. Recorde-se que em 2013, Frederico BC editou o seu primeiro álbum, Vagueando Só. Um álbum com 9 versões e 4 originais.

Frederico BC refere: “A escolha de um produtor é fundamental e é difícil encontrar um que nos compreenda totalmente enquanto artistas. Aliás, é sempre difícil encontrar alguém na nossa vida que nos compreenda dessa forma… quanto mais um produtor. Eu sempre fui uma pessoa muito exigente comigo própria, tanto, que todos os dias exijo a mim mesmo - numa luta desmedida - que não seja preguiçoso. Em coerência com isso, gostava que o meu trabalho de originais despertasse algo de diferente mas ao mesmo tempo familiar no primeiro contacto com o público. Gostava que as pessoas sentissem nas minhas palavras a música que oiço no meu dia-a-dia. Foi por essa razão que tentei não me precipitar na edição deste álbum e foi esse o motivo que me levou a gravá-lo três vezes, com diferentes arranjos e produtores. Os produtores anteriores eram igualmente incríveis e, se esses trabalhos tivessem vindo a público, seriam bem aceites. Mas eu, enquanto artista, não me sentia feliz, não era essa a história que queria contar. Nesse capítulo, o Lino Guerreiro e o Valter Rolo, perceberam melhor a minha história e assim decidi avançar para a edição deste disco”.
O músico acrescenta: “O meu propósito enquanto artista está reflectido neste disco: unir gerações em torno da música. Em tom de brincadeira, por vezes digo que o meu objectivo é pôr os miúdos de 8 anos a gostar de Swing e os de 88 a gostar de Pop. Na música que oiço não existe preferência e exclusividade pelo estilo A ou B, existe sim, música que gosto de ouvir e música que não gosto. A música tem esta característica, unir pessoas, estilos e momentos”.

Frederico BC tem ainda espaço para um tributo muito peculiar a Carlos Tê e Rui Veloso numa das músicas deste seu álbum. O autor diz: “Fazia sentido uma música assim neste meu primeiro álbum de originais. Cresci a ouvir as músicas incríveis do Rui Veloso e a sentir os deslumbrantes cenários desenhados por Carlos Tê. “Canção do Oriente” é o nome da canção que presta esse tributo. Criámos uma melodia original em que cada verso da música é uma frase ou um título de uma canção da dupla, Carlos Tê e Rui Veloso. É uma "sopa de letras”, uma história diferente contada com palavras já conhecidas do grande público. Um puzzle onde tive todo o tempo do mundo para as regras da sensatez”.

O novo álbum de Frederico BC está hoje dia 12 de Outubro nas lojas e adiantamos já que o concerto de lançamento deste disco está marcado para o dia 10 de Novembro no renovado Cineteatro Capitólio em Lisboa.

Os bilhetes já se encontram disponíveis nos locais habituais e AQUI.
 
Frederico BC nasceu em Janeiro de 1985.

Lança o seu primeiro álbum em 2013 chamado Vagueando Só, depois de ter estudado música numa conceituada academia londrina.

Em 2012, Frederico BC, juntamente com a sua banda de tributo ao Swing, editam um DVD chamado Frederico BC With Swing Affair Band Live in Lisbon. Desde então, até aos dias de hoje, o artista tem estado presente nos mais prestigiados clubes, bares, casinos e eventos privados e tem levado alguns dos maiores clássicos da música nacional e internacional a um encontro de gerações.
Quem segue este artista, sabe que este conta com um vasto curriculum contando com mais de 260 concertos entre os anos de 2014 e 2016.

 A constante procura dos seus espectáculos, fez com que Frederico BC em 2017, inicia-se a gravação do novo disco: Do Outro Lado da Rua, que é editado hoje dia 12 de Outubro de 2018.

CHEGA HOJE O NOVO DISCO DE MÁRCIA




















Hoje é o dia em que chega ao nosso mercado o novo disco de Márcia. “Vai e Vem” é assim o sucessor de “Quarto Crescente”, de 2015, e foi precedido pelo lançamento no passado dia 21 de Setembro do single “Tempestade”. O single saiu acompanhado de um videoclip, filmado no Bairro da Fonte da Prata, com realização de Filipe C. Monteiro e Direcção de Fotografia de Ricardo Magalhães. Um vídeo tocante e que conta com a participação de vários moradores do bairro.

O novo álbum contém 12 novas canções e as participações de alguns amigos como António Zambujo, Samuel Úria e Salvador Sobral.

Todos os temas são da autoria de Márcia e a produção esteve a cargo de Filipe C. Monteiro (Tomara), João Pimenta Gomes (Kid Gomez) e Márcia, excepto,“Vai e Vem”, produzido por Márcia e Luis Figueiredo; “Agora” e “Tempo de Aventura”, produzidos por Filipe C. Monteiro e Márcia; “Manilha”, “Mil Anos” e “Ao Chegar” produzidos por Márcia.

O álbum foi gravado por Nelson Carvalho, assistido por João Pedreira, nos estúdios Valentim de Carvalho. Misturado por Nelson Carvalho com Márcia e Masterizado por Andy Vandette.

Márcia é hoje considerada por público, Media e muitos artistas em Portugal como uma das melhores compositoras do nosso país e entrega-nos, de novo, um álbum repleto de emoções, e que nos enche a alma.

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OS AZEITONAS REGRESSAM AO COLISEU DO PORTO













Pisar o palco do Coliseu do Porto não é novidade para Os Azeitonas: já por duas vezes encheram a mais mítica das salas de espetáculos da cidade do Porto. A estreia foi em 2013, com um concerto que, além de incluir big band, fanfarra e quartetos de cordas e clarinetes, acabou na rua, com banda e fãs a fazerem a festa no exterior. Em 2016 voltaram para mais um concerto memorável, que contou com Tatanka (The Black Mamba), Presto (Mind da Gap) e Luisa Sobral como convidado.

Dia 12 de Outubro de 2019, ou seja, daqui a exactamente um ano, a banda regressará ao Coliseu para mais uma noite que será certamente especial.

Mais uma vez, a banda irá apresentar alguns dos êxitos mais marcantes dos seus mais de quinze anos de carreira, e que são já bem conhecidos do público, como “Quem És Tu Miúda”, “Ray-Dee-Oh” ou “Nos Desenhos Animados (nunca acaba mal)”, mas também os mais recentes temas, incluídos no último álbum de originais – Banda Sonora – tais como “Cinegirasol”, “Fundo da Garrafa” ou “Oito e Meia”.

Os bilhetes para este concerto estão já disponíveis nos locais habituais e em Ticketline.PT.

LAGARDÈRE LANÇAM NOVO SINGLE "PELO VERÃO"




















E nosso Verão não acabou, pois eles são o sol que aquece o Outono que chegou.

LaGardère lançam hoje o último single "Pelo Verão" antes do seu disco de estreia "No Lugar do Fim do Mundo" ser revelado para literalmente, todo o mundo.

O primeiro longa-duração da banda sai dia 19 de Outubro, com assinatura da Ás de Espadas. Para comemorar este feito, a banda irá tocar dia 20 no Sabotage Club muito bem acompanhados pelos Meses Sóbrio.
 
Sobre a banda:

Henri de Lagardère nasceu em Zurique em 1898. Durante a sua adolescência conheceu Camila Casali, uma pianista brasileira com quem desenvolveu uma forte amizade e que lhe deu a conhecer um novo estilo musical que mudaria drasticamente a sua vida, o Ragtime.

 Aos 25 anos, depois de ter passado muito tempo isolado a tocar este estilo musical ao piano, Lagardère sentia um enorme desespero por ninguém mostrar interesse pela sua música. É então que decide ir para o Brasil tentar a sua sorte, com o nome artístico LaGardère. Consegue fazer algumas actuações ao vivo em vários cabarets, mas acaba por desistir das suas ambições musicais graças à influência nefasta de Amiguinha, uma bailarina de Charleston com quem se casou.

 Depois de se afastar da música, mergulha numa pesada depressão que dura quase até ao final da sua vida. Aos 118 anos, conhece Malandro, um flautista lisboeta por quem desenvolve uma grande obsessão e que o leva a viajar até Lisboa. Na chegada, LaGardère, já muito debilitado pela idade, é deixado no hotel Sheraton. Ao ver o piano da recepção, e achando que não havia ninguém ali, sentiu-se livre para tocar uma das suas velhas músicas. Quando acaba de tocar é surpreendido pelo aplauso fervoroso de três jovens músicos que tomavam uma água de côco num canto escondido do hotel. O velho pianista não resistiu à emoção dos aplausos e caiu morto em cima do piano.

 É então que Yann Vaz da Silva, João Sampayo e Carlos Noronha, sentindo-se culpados pela morte de LaGardère, decidem dedicar as suas vidas a difundir as suas músicas perdidas.
 


DUARTE AO VIVO

O PONTO G DE GIMBA


















Gimba, «um alfacinha sorridente, um autêntico trovadeiro acusticurbano que assina canções em português bem escorrido», regressa aos discos, com o Ponto G!

Em meados da década de 80 fundou o histórico grupo “Os Afonsinhos do Condado”, esteve na origem, juntamento com o Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, de quem foi padrinho de baptismo, em 1991 integrou “Os Irmãos Catita”, com Manuel João Vieira, e gravou também 1 disco em nome próprio, em 1997. Foi ainda a cara do mítico “Pop Off” (RTP).

Enquanto produtor, trabalhou com artistas tão variados como Tim, Deolinda, Boss AC ou José Cid. Fez música para programas de televisão (“O Cabaret da Coxa”; “O Homem Que Mordeu o Cão”; “Estado de Graça”; “Donos Disto Tudo”). Também assinou bandas sonoras de programas de humor (“O Programa da Maria”; “Paraíso Filmes”, “Boa Noite, Alvim”), cinema (“O Crime do Padre Amaro”; “Um Passeio de Barco”), e produziu ainda repertório infantil (“As Canções da Maria”; “Contos de Salarissarim”), além de vários trabalhos em rádio, teatro e publicidade.

Eugénio Lopes, mais conhecido por Gimba começou a estudar piano aos 6 anos, e flauta aos 8, mas foi só aos 14, ao começar os estudos de guitarra que escreveu as primeiras canções.

As suas referências musicais assentam principalmente no que ouvia em casa durante a infância: discos de jazz melódico (Dave Bruebeck, Wes Motgomery, etc…), Bossa Nova (Tom Jobim, João Gilberto…), e muito do que passava na rádio (Beatles, Stones, Dylan, Soul e R&B…). Seguiu atentamente a evolução da música portuguesa desde os tempos áureos do Festival da Canção, seguindo-se a “geração Zip-Zip”, a música de intervenção do 25 de Abril, o fenómeno do rock sinfónico e o boom do “Rock Português”.

Com muita estrada na bagagem, continua fiel ao seu formato preferido – guitarra acústica e voz – e ao ecletismo que sempre o caracterizou. O leque de 11 canções vai da simples balada até ao rock de barba dura, mas sempre com um traço comum – uma toada bem disposta e moderadamente irónica, com letras cativantes em português «bem escorrido». É talvez o trovadeiro que mais se preocupa em cantar a sua língua como quem a fala. Os seus temas vão da crítica social à canção de amor, sendo o maior deles, Lisboa, a sua cidade.

Tudo isto está bem patente neste “Ponto G”, cujo lançamento será em Outubro de 2018 que coincide também com os quarenta anos de música (!) do Gimba. Especial atenção para a música “Vá lá!!”, cantada bem alto pela voz de 12 ilustres convidados (de “A” – Ana Bacalhau, a “Z” – António Zambujo), um manifesto algo panfletário, brindando «à revolução e à anarquia»! É também dedicado à memória do grande amigo do Gimba: Zé Pedro.

Composto, produzido e executado por Gimba, "Ponto G" foi gravado e misturado no Melhor Estúdio do Mundo, em Lisboa, durante o ano de 2017.

"Vá Lá!!" misturado por Gimba e Carlos Jorge Vales no estúdio Auditiv.

Vozes adicionais - Maria Vieira, Fátima Amparo e Pedro Lopes.

Cantores convidados no tema "Vá Lá!!" - António Zambujo, José Cid, Ana Bacalhau, Tim, JP Simões, Márcia, Samuel Úria, Manuel João Vieira, Mário Mata, Rita Redshoes, Marisa Liz e Camané.

Masterizado e re-masterizado por Carlos Vales nos estúdios Auditiv.
Desenhos Video "Vá lá": Nuno Markl

Capa de Gimba, Lop Cartoon e Lola Bala Design
Fotos de Rita Carmo
 

DISCO DE FREDDY LOCKS SAI HOJE




















"O guerreiro da Liberdade regressa em 2018 com mais força que nunca!

Seis anos após o seu último disco "Rootstation", Freddy Locks regressa com um novo álbum chamado "Overstand"

Depois do lançamento dos singles "Earth" e "Overstand" que tiveram grande aceitação internacional com reviews em mais de 300 rádios de reggae espalhadas pelo mundo e que fizeram Freddy Locks ser capa da maior revista de Reggae americana "IRIE".

Hojé é o dia de edição deste novo CD e do novo single "Present" que promete ter um impacto imediato e tornar irresistível ouvir o disco.

"Present" é novo single que fala em viver o momento, sentir o dia.

 Através deste tema podemos ver a energia contagiante do disco e a qualidade musical e sonora de "Overstand" que contou com a Masterização do Canadiano Dubmatix , um dos maiores nomes mundiais da cena Reggae/Dub.
 
CONCERTOS AO VIVO
02 NOV | MUSIC BOX - LISBOA
03 NOV | BANG VENUE - TORRES VEDRAS
 

NOVO SINGLE DE FLAK

"Manto Branco" é o nome do novo single de FLAK. Trata-se do segundo tema de avanço do novo disco, Cidade Fantástica, que chega às plataformas digitais no dia 19 de Outubro e já nos tinha dado a conhecer o tema Ao Sol da Manhã em finais de Agosto. O disco, produzido por Benjamim e FLAK, terá também edições em CD e Vinil, que chegarão às lojas a 9 de Novembro.

"Manto Branco. Não sei de onde me veio a frase. Manto Branco universo. Across the Universe. Olhar de Falcão. As palavras foram surgindo em simultâneo com a melodia. A segunda estrofe foi escrita mais tarde a partir do nome de uma antiga banda psicadélica brasileira, Perfume Azul do Sol. O vídeo do Vasco Mendes sugere-nos que algo vai acontecer. Por certo nada de bom. Talvez uma premonição. Um sinal dos tempos."

Os concertos de lançamento, por sua vez, serão no Teatro Ibérico, nos dias 8 e 9 de Novembro, às 21h30m (evento | bilhetes). Em palco com o FLAK estarão António Vasconcelos Dias, Zé Guilherme Vasconcelos Dias, David Santos, João Pinheiro, bem como um coro especial e outros convidados.

Ficha Técnica do Vídeo:
Realização | Dir. Fotografia | Montagem:
Vasco Mendes

Produção:
Amadeu Pena da Silva
Vasco Mendes
Elenco:
Ana Ferreira
Fernando Soares
João Pires de Campos (FLAK)
Luis Diego
Maria João Cunha
Susana Sá
Agradecimentos:
Beatriz Mendes
Camara Municipal de Matosinhos
Daniel Almeida
Fernando Rocha
Gonçalo Almeida
Gracja Zegarowicz
Jacinta Maria Oliveira Monteiro Soares Batista
João de Sousa
Rui Mendes
Zulmira Pereira
 

10 ANOS DE MATURIDADE DE NBC









Se este concerto é especial, os convidados não podiam deixar de sê-lo também. Virgul é o primeiro convidado de NBC para o espectáculo do próximo dia 10 de Novembro, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

O nome incontornável na música portuguesa e voz de temas como «I Need This Girl», «Nina» ou «Só Eu Sei» vai subir ao palco com o seu amigo de longa data para, juntos, entoarem temas do disco 'Maturidade', que celebra o seu 10º aniversário. Um momento a não perder!

A um mês da data, importa referir outra novidade: as crianças a partir dos três anos têm entrada permitida na sala de espectáculo, e podem adquirir os seus ingressos também a 15,00€ (preço único).

Os bilhetes continuam disponíveis na Ticketline, Casino de Lisboa, CC Dolce Vita, CC MMM, CC Mundicenter, El Corte Inglês, Galeria Comercial Campo Pequeno, e nos locais habituais: Agências Abreu, Lojas Worten e Lojas FNAC. Aceitam-se reservas através do contactos 219107118, 70723234, na Linha 1820 e ainda MU.SA no Centro Cultural Olga Cadaval.

UHF 40 ANOS NUMA NOITE




















Coisa simples de cantar…

Os UHF deram o seu primeiro concerto a doer no dia 18 de Novembro de 1978, há 40 anos, fundaram o movimento comummente designado por rock português e transformaram a indústria musical portuguesa quando uma canção – Cavalos de Corrida – passou a disputar os tops de vendas de discos e foi (e é) chamada para todos os palcos do país. Editada em 1980, esta canção e outras cruzam gerações, fenómeno que os teóricos saberão desvendar.

Exactamente 1.744 concertos depois (no final de Setembro), e com quase um milhão e meio de discos vendidos, os UHF fecham o ano com duas produções de grande rigor artístico: em Lisboa, a 22/12 (Aula Magna), e no Porto, a 29/12 (Casa da Música), com artistas convidados nas duas noites.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

PROGRAMA DE 11/10/18

1 - Mur Mur - Lisboa
entrevista Alexandre Cortez (Mur Mur)
2 - Mur Mur - Tenho
3 - Sir Giant - Warriah
4 - Freddy Locks - Present
5 - Niki Moss - There must be something in the water
6 - Malino - Pedra e cal
7 - Jibóia - Diatesseron
8 - Resistência - Zorro
9 - Salto - Teorias
10 - Cate - Waste my time
11 - Daxuva & Nina Miranda - Make you happy (meu amor)
12 - Holly Hood - Miúda

CAMBRAIA LANÇA SINGLE




















Os Cambraia surgem em 2007 com o intuito de explorar tradições da música Portuguesa e usar o fruto dessa exploração na composição da chamada música moderna.

Na música dos Cambraia há espaço para quase tudo: o cómico, o sonho, a dor, a alegria, o espanto, a intervenção... a vida. Em português. Sempre. E essa diversidade de energias que a banda procura passar para o público a cada atuação à medida que descobre e é descoberta por esse mesmo público.

Em 2015 lançaram o álbum “Concordar Com Gente Grande”.

Estão de regresso com um novo single, “Nua e Crua”.

Sobre o novo single dizem os Cambraia: "O que é que se diz ser nua e crua? A verdade, pois é. E este novo tema está cheio dela. Antes de mais nada, verdade na letra. Esta canção nasceu depois dela. Verdade na música que nasceu tão rápida e espontaneamente. E finalmente verdade na entrega do piano, do violoncelo, do violino e da voz que lhe deram vida. Os Cambraia são sempre verdade. Nua e Crua.“

AGENDA BAIRRO DA MÚSICA














BLIND ZERO - "Often Trees"
Além de “Often Trees”, a obra maior da banda até à data, os Blind Zero vão recuperar alguns dos mais marcantes temas do seu percurso como “Recognize”, “Tree”, “Shine On”, “Slow Time Love” e "You Have Won", entre muitos outros.

12 Out - Cineteatro Louletano, Loulé
08 Nov - Capitólio, Lisboa

ANAQUIM - "O Quarto de Anaquim"
Com 10 anos de carreira, a banda edita o quarto álbum de originais do qual fazem parte "Optimista" e "Meio Caminho Andado".

08 Nov - Casa da Música, Porto
01 Dez - Teatro Ibérico, Lisboa
06 Dez - Conv. São Francisco, Coimbra

JORGE PALMA - "Expresso do Outono"
O músico e compositor vai conjugar sonoridades eléctricas com outras, mais acústicas, numa viagem de longo curso na companhia de Pedro Vidal (guitarras e direcção musical), Gabriel Gomes (acordeão), Vicente Palma (guitarra e teclados), Nuno Lucas (baixo) e João Correia (bateria).

19 Nov - Casa da Música, Porto
21 Nov - Teatro Tivoli BBVA, Lisboa
08 Dez - Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra

RUI DAVID
"O Princípio da Incerteza"
Apresentação do álbum de estreia do qual faz parte "Sem Medo", música composta por Jorge Palma para o Festival da Canção 2018.

22 Nov - Casa da Música, Porto

ANAQUIM COM NOVO DISCO


















"Meio Caminho Andado" é o novo single de "O Quarto de Anaquim".

Já há data para o lançamento do novo trabalho dos Anaquim. "O Quarto de Anaquim" sai dia 2 de Novembro e é uma edição de autor com distribuição da Sony Music. "Meio Caminho Andado" é o novo single de antecipação do próximo registo da banda, e sucede a "Optimista ".

À edição de "O Quarto de Anaquim" seguem-se os concertos de apresentação. José Rebola (voz e guitarras), Pedro Ferreira (teclados), Luís Duarte (guitarra), Filipe Ferreira (baixo) e João Santiago (bateria) actuam na Casa da Música, no Porto, a 8 de Novembro; no Teatro Ibérico, em Lisboa, a 1 de Dezembro; e no Convento São Francisco, em Coimbra, dia 6 de Dezembro.

"O Quarto de Anaquim" retrata a banda num cruzamento entre as origens e os novos caminhos, por onde passam os bluesman que venderam a alma ao diabo, os vagões rumo a Nova Orleães, as raízes do country e do jazz e a sua transformação pelos primos europeus. Esse cruzamento, entre o velho e o novo mundo, só podia ocorrer em Portugal, expressar-se nas suas contradições, no seu quotidiano saudosista e visionário, na dúvida do seu optimismo e no bater do seu relógio. Mais especificamente, esse cruzamento só podia ocorrer no quarto de Anaquim.
 
Sucessor de “As Vidas dos Outros” (2010), “Desnecessariamente Complicado” (2012) e “Um Dia Destes” (2016), “O Quarto de Anaquim” marca o regresso da banda aos discos originais, depois da edição digital de “Anaquim – 10 anos ao vivo”, que registou o concerto do 10.º aniversário no Convento São Francisco, que contou com a participação de Ana Bacalhau, Jorge Palma, Luísa Sobral e Viviane. Recorde-se que este registo ao vivo é composto por 10 temas e um extra, o inédito "Relógio", oferta para quem comprar o disco na íntegra.

Trata-se, assim, de um esperado regresso dos autores dos radiofónicos “As Vidas dos Outros”, “Na Minha Rua”, “Sou Imune ao Teu Charme” e “Apontar é Feio”, com o mesmo romantismo, ironia e sentido de humor.

"O Quarto de Anaquim"
Lançamento a 2 de Novembro 2018
Edição de autor / distribuição pela Sony Music
 

A DATE WITH LUX




















A Date With Lux não é um festival. Não é um concerto. Não é uma performance. É isso e muito mais. O objectivo da Lux Records é iniciar um ciclo de actividades artísticas e de multimédia de entidades com ligações umbilicais, passadas, presentes ou futuras, à editora conimbricense. Desde os espectáculos musicais às edições discográficas, do lançamento de livros a exposições de fotografia, dos videoclipes aos documentários.

A primeira dessas actividades acontecerá com um concerto no Teatro Académico de Gil Vicente (Coimbra), no dia 26 de Outubro, com os X-Wife e os Wipeout Beat.

Os portuenses X-Wife estrearam-se em 2004 com o álbum “Feeding The Machine”, e a edição em vinil foi assegurada pela Lux Records. Catorze anos depois, os X-Wife apresentam o homónimo quinto álbum de originais em Coimbra, num re-encontro com a Lux Records.

A primeira parte estará a cargo dos conimbricenses Wipeout Beat, que este ano se estrearam com o álbum “Small Cities Big Thoughts”, que teve edição da Lux Records.

Em agenda estão ainda, duas edições discográficas com o título “A Date With Lux”. Uma com gravações inéditas dos Belle Chase Hotel para a Lux e outra que reúne o material gravado pelos Tiguana Bibles para a editora de Coimbra.

Em preparação está também o livro “A Date With Lux”, com as histórias da Lux Records e ilustrações de Toni Fortuna.
 

JIBÓIA COM NOVO REGISTO













Está a chegar o novo disco de Jibóia. OOOO nasce do processo de criação e residência realizada no DAMAS bar em 2017 e conta com a colaboração de Mestre André, que se junta a Ricardo Martins e a Óscar Silva para assinarem este terceiro longa duração da banda. O disco chega às lojas a 30 de Novembro com selo Discrepant.

Quando Óscar Silva apresentou Jibóia no início desta década tornou bem claro que a sua música iria beber a diferentes trópicos deste mundo, procurando uma conexão entre climas e ritmos que não obedeceriam estritamente a regras de tempo e espaço. Procurar influências na sua música é um exercício imperfeito, porque ela se abre de forma cósmica, sem barreiras, à procura de novos sons ao invés de reflectir sons que se têm presentes.

A partilha é um elemento crucial na criação da música de Jibóia. Nos seus três lançamentos anteriores procurou colaboradores que ajudassema criar a dinâmica que queria no seu som. No passado trabalhou com Makoto Yagyu (If Lucy Fell, Riding Pânico e Paus) como produtor do primeiro EP, homónimo, (2013); Sequin e Xinobi no disco seguinte, Badlav (2014), e juntou-se a Ricardo Martins para criar Masala (2016), produzido por Jonathan Saldanha (HHY & The Macumbas, Fujako). Em OOOO assumiu o formato banda, e a Ricardo Martins (Lobster, Pop Dell’Arte, BRUXAS/COBRAS, entre outros) juntou André Pinto (aka Mestre André, Notwan e O Morto), para formarem o trio com que actualmente Jibóia se apresenta.

A viagem de OOOO é mais partilhada do que as anteriores. Os três músicos partiram à experiência para criar música através de um conceito, pegando emMusica Universalis, de Pythagoras, que relaciona o movimento dos planetas e a frequência (onda) que eles produzem, com uma harmonia interespacial que essas frequências somadas produzem. Como os músicos descrevem, “é uma relação matemática, algo religiosa até, já que essa musica é inaudível. Uma espécie de conceito poético que designa, ao fim e ao cabo, o som do universo em movimento.”

Bem redondinho, é música de cosmos, e não é exagero pensar em Sun Ra como inspiração, dado o diálogo rico, fluente e aberto que acontece entre os músicos ao longo dos quatro temas de OOOO. Os primeiros três temas são referências às 3 principais relações entre as frequências propostas no conceito de Musica Universalis e em cada um deles há um ênfase nos instrumentos de cada um dos músicos: nos de Óscar Silva em Diapason, nos de Ricardo Martins em Diapente e nos de André Pinto em Diatesseron. Esta forma de criar revela uma expansão sonora no som de Jibóia. A sua música flui de um modo livre, mas rigoroso, e circular, trabalhando em constância uma ideia de movimento. É inevitável associar o movimento a viagem, uma que tanto se estende ao cosmos como reforça as convicções de Jibóia em trabalhar nas nãoconvenções do rock e do jazz.

O último tema, Topos, reserva para si uma espécie de resultado desta experiência entre os três músicos. Mais do que uma conclusão, Topos é aquilo que existe para lá da partida: uma viagem sem ponto de chegada em percurso elíptico. Não poderia ser de outra forma, música tão aberta, clara e livre é impossível de encaixar na lógica de uma narrativa normal. No fim abre-se um novo início, um ciclo fresco que começa com a certeza de que o caminho será sempre gratificante.

Jibóia são Óscar Silva, Ricardo Martins e Mestre André.
Composto durante uma residência de 4 concertos no DAMAS bar, em Lisboa, com a curadoria Startup Quesadilla.
Gravado e Misturado por Bernardo Barata na Avenida de Roma, em Lisboa.
Masterizado por Rashad Becker nos estúdios Dubplates & Mastering, em Berlim.
Artwork e direcção de arte por Margarida Borges. Foto da capa por Cristiana Morais.

MALCONTENT DE REGRESSO




















É num mundo polarizado, ainda mais intolerante, violento, com milhões subjugados ao poder do dinheiro cada vez mais na mão de poucos que os malcontent regressam. “This Is The Violence of Institutions”, o terceiro longa duração, é um retrato desse mundo onde até a democracia se autodestrói.

Quatro anos após a edição de “Riot Sound Effects”, “This Is The Violence Of Institutions” traduz um som ainda mais contundente, questionando a surpreendente incapacidade de contestar o status quo. Num universo sonoro que espelha uma sociedade onde a violência e o entretenimento se confundem, os malcontent incentivam à objecção, a uma atitude diferente.

Just Loneliness Can Save The World é o primeiro avanço do álbum que ficará disponível a 5 de novembro. O single, disponível nas plataformas digitais já a partir de 17 de outubro, é um estímulo à autoconfiança, à determinação, à liberdade individual em oposição ao unanimismo.

NOVA COMPILAÇÃO DE DICO JÁ DISPINÍVEL




















Já se encontra disponível para download gratuito a compilação digital Forged in Portugal – The Unsigned Live (Official Bootleg), a segunda compilação criada e organizada por Dico, ou Eduardo José Almeida, autor de livros como Breve História do Metal Português ou Emigrantes, Imigrantes: Experiências de Vida no Universo Metálico Português (1989 – 2018) (ainda disponíveis para aquisição através do emial emigmetal@gmail.com).

Esta é a primeira compilação ao vivo só com temas de bandas portuguesas de Metal sem contrato discográfico. No total são 15 temas ao vivo de oito grupos, a saber, Ignite the Black Sun, Cape Torment, Dawn of Ruin, Venial Sin, Veinless, Congruity, All Against e Konad

O Download gratuito da compilação pode ser feito através do link
www.dropbox.com/sh/c7d5pjc4pye5bue/AAABZjmiYWHIu3w_XC8E0S_Ja?dl=0

Ficha técnica:
Logo and layout: Luís Miguel Teixeira de Sousa
Remaster: Paulo “Paulão” Vieira
www.facebook.com/paulovieiramprecordings/
Front cover photo: Pedro Ralha
Back Cover photo: Tatiana Ramos

Sobre o autor

Atualmente, Dico é cofundador e sócio-gerente da empresa Mega Talentos e da marca MegaMiúdos, um centro de estudos e atividades educativas. Mantém a sua atividade como jornalista freelancer. Foi editor dos periódicos PCMais, ANA Aeroportos, Logista News e Prime Negócios. Fundou os influentes blogues Metal Incandescente, A a Z do Metal Português e Reflexões Musicais.

Esta é a sua segunda compilação, sendo também autor de Breve História do Metal Português - Banda Sonora Infernal. É igualmente autor dos livros Breve História do Metal Português (o primeiro alguma vez escrito sobre o Metal português), A Portuguese Rock and Metal Route – The Underground Guide e Emigrantes, Imiggrantes: Experiências de Vida no Universo Metálico Português (1989 - 2018). Foi o primeiro coach musical profissional no País.

Na última década escreveu artigos de opinião e crónicas para mais de 30 sites, e-magazines, revistas e blogues. Foi baterista de grupos como os Dinosaur ou sacred Sin, tendo com eles gravado os clássicos Dinosaur (demo-tape) e Darkside, respetivamente. Foi o homenageado do VI Festival Irmandade Metálica – Unidos Pelo Metal. Fã de Metal há 36 anos, está envolvido no Underground há 35. Tem 48 anos. É casado e tem um filho.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

PROGRAMA DE 10/10/18

1 - Danças Ocultas - Azáfama
2 - Diabo na Cruz - Roque da casa
3 - Júlio Resende - LisbonHood
4 - Tara Perdida - Nada me vai parar
5 - União das Tribos - Ninguém nos pode parar
6 - Reis da República - Fábula
7 - David Bruno - Alfa Romeu & Julieta
8 - Sir Giant - Don't turn your back on me (girl)
9 - Freddy Locks - Present
10 - Inês Pimenta - Sem pressa
11 - Salvador Sobral - Cerca del mar
12 - Dino D'Santiago - Nova Lisboa
13 - Joana Espadinha - Pensa bem

DITCH DAYS NO PLANO B ESTA SEXTA












Ditch Days nasceram do desejo de dar forma ao imaginário de Guilherme Correia, José Crespo e Luís Medeiros. É numa toalha estendida na areia de uma qualquer praia californiana, durante a exibição ao ar livre de um qualquer filme de cinema dos anos 90, que surgem as melodias dreamy e indie da banda lisboeta.

Entre 2016 e 2017, os Ditch Days levaram “Liquid Springs”, o lugar imaginado que dá nome ao seu álbum de estreia, a todos os pontos do país e a festivais como Festins, Gliding Barnacles ou Indie Music Fest. Em 2018, regressaram aos temas novos com “Downtown”, o primeiro de três singles compostos durante um retiro criativo na aldeia de Alvorninha, perto das Caldas da Rainha, e aperfeiçoados ao longo de uma tour europeia de dez datas durante o mês de Março.

A segunda amostra desta nova fase da banda lisboeta é o pretexto para uma digressão nacional que culminará num disco. A banda promete manter a linha conceptual do que tem feito até aqui, utilizando projecções de filmes e séries para alterar a envolvência dos espaços por onde passam, criando uma atmosfera sonhadora

A MIUDA DE HOLLY HOOD




















Miúda” é o mais recente single de Holly Hood, em primeiro lugar nas tendências do Youtube, muito perto de atingir 1 milhão de visualizações em apenas uma semana e também já presente no Portugal Top 50 do Spotify. “Miúda” faz parte de "Sangue Ruim", a segunda parte do álbum "O Dread Que Matou Golias".

“Miúda” é uma heart break song: fala sobre uma rapariga e todas as complicações que envolvem um relacionamento. O videoclip é muito especial: pensado e editado por Holly Hood, baseou-se num conceito único que consistiu na construção de uma câmara semi-circular analógica com a capacidade de tirar 50 fotografias ao mesmo tempo. Essas fotografias sequenciadas em stop motion permitiram o efeito de “congelar” o momento, resultando assim no videoclip a que podemos assistir. Chama-se a esse efeito bullet time e foram precisas 2000 fotografias para conseguir os 2 minutos e 45 segundos do tempo da música.


Sobre Holly Hood:

Holly Hood tinha cerca de 11 anos quando começou a fazer as suas primeiras rimas. Aquilo que o fez começar a escrever, e a perceber o que era o Rap e o que significava para si foi o álbum “Mandachuva”, do Boss AC.

As primeiras rimas foram gravadas em casa, com um amigo que sempre o acompanhou neste percurso e que tem produzido a maioria dos seus temas — o Here’s Johnny. O interesse pelo Hip Hop tornou-se cada vez maior e, ao longo dos anos, Holly Hood foi aperfeiçoando a escrita e a técnica.

Começou por participar nas mixtapes do Regula, uma das suas maiores referências do Rap da sua zona, a Linha da Azambuja, e colaborou também com Xeg, Skunk e o DJ Cruzfader — algumas dessas participações foram com outros membros do seu coletivo, Show No Love, ou da Superbad Records.

Mais tarde, e de forma natural, começou a acompanhar o Regula em palco, em dezenas de concertos por ano, espalhados por todo o país.

Em 2016, Holly Hood avançou com o seu primeiro projeto em nome próprio. O seu primeiro tema a solo de sempre, “Qualquer Boda”, foi lançado a 1 de janeiro desse ano. Seguiram-se os singles “Cobras e Ratazanas” e “Fácil”— os maiores sucessos de “O Dread Que Matou Golias”, a primeira parte do seu álbum, que é uma trilogia.

Holly Hood iniciou a partir daí um percurso que o levou a vários palcos memoráveis, como MEO Sudoeste, Lux Frágil, Festival Iminente e, este ano, Sumol Summer Fest, NOS Alive e Festival F. Da segunda parte do seu disco, “Sangue Ruim”, já foram divulgados os singles “Ignorante”, “Cala a Boca” e o mais recente “Miúda”.
 

O EP CASEIRO DOS CHOCOLATE NEGRO

Quando os quatro compuseram o que veio a ser o primeiro “single” deste EP, surgiram as primeiras ideias para criar algo mais condensadodo Rock com influências Surf, Pop ou até Indie caseiro que se fazia ouvir, desde então, só entre quatro paredes. “Tens O Diabo No Corpo” é a primeira faixa de quatro e a mais esperada quando a banda sobe ao palco, mas nem tudo se faz ouvir ao fim da mesma, com “Madalena” nexclama-se que muito mais está por vir e é com a power ballad “Vamos Dançar” que já se denota que este EP só pode acabar e assim o faz em “O Rock Morreu”, que apesar de se cantar que o género em que Elvis foi e é rei até aos dias de hoje, se extinguiu, ouve-se bem que há um novo Rock em Chocolate Negro.

Chocolate Negro, uma banda de Pop Rock do concelho de Seixal. Tudo começou há cerca de 6 anos, mas nem sempre foram os Chocolate Negro, já tiveram vários registos e já se reinventaram algumas vezes. No entanto a formação da banda pouco ou nada mudou, com um baterista, dois guitarristas e uma baixista, são quatro amigos muito unidos a trabalhar na composição de cada nova canção. Têm vindo a descobrir o que é o mundo da música em Portugal, no entanto, continuam à procura
do seu lugar nele.

Juntando a ideia de que Fernando é qualquer Pessoa e que para compor boas canções bastam quatro amigos e pouco mais, tentam sempre continuar a tentar criar momentos especiais, para eles e para todos aqueles que os puderem ouvir e ver.

Bandcamp: