sexta-feira, 16 de novembro de 2018

PROGRAMA DE 16/11/18

1 - Madrepaz - Salsa xamani
entrevista Nuno Canina (Madrepaz)
2 - Madrepaz - Mil folhas
3 - Desolate Man - Maio
4 - GNR - Pós-modernos 
5 - Senhor Doutor - Miguel
entrevista Senhor Doutor
6 - Senhor Doutor - Quarta-feira (ao vivo no estúdio)
7 - Comitiva Charlie - Aos outros

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MACAIA NA SEGUNDA COM "CASA DE OPORTUNIDADES"















Macaia apresenta, a 19 de novembro, o single “Casa de Oportunidades”, o grito pelas corridas, vitórias e derrotas que, nunca em vão, ajudam a alcançar os objetivos. Após várias participações, entre as quais com Mundo Segundo, Maze e Porte, Macaia lança-se a solo para o seu primeiro disco. 

2018 marca o arranque da apresentação de Macaia a solo. Com o hip-hop como alicerce, decide, agora, explorar outros estilos como soul, neo-soul e groove no seu primeiro disco que está a ser gravado no 2Piso com Mundo Segundo e no Blackbrown Recording Studios com Yann Georges. 

“Casa de Oportunidades” é a entrada para o que vai ser o primeiro disco do artista. O novo single é muito claro na sua mensagem. Todos os altos e baixos, alegrias e desilusões não acontecem em vão para alguém que luta para alcançar os objetivos. No entanto, “mesmo com todas as oportunidades e facilidades que nos vão aparecendo, mesmo com as chances que a vida nos oferece, nós não honramos as mesmas”, explica Macaia. Chegamos, então, a uma casa de oportunidades e “assim que chegamos, o nosso corpo está lá dentro, mas a mente não”, termina. 

TIAGO GUILLUL REEDITA IV




















Reedição em CD triplo já disponível nas lojas e nas plataformas digitais

2008 foi um ano em que música portuguesa mudou (e melhorou). Um dos ingredientes nessa história foi o disco "IV", de Tiago Guillul. Aproveitando a marca redonda da década, a FlorCaveira e a Valentim de Carvalho reeditam o "IV" em versão tripla: o original, o disco regravado por quinze músicos e uma colecção de outtakes.

Participam no disco: Luís Severo, Lacraus, HMB, Filipe da Graça, Filipe Sambado, João Eleutério, Jorge Cruz, Manuel Fúria, Benjamim, Tiago Bettencourt, Samuel Úria, O Martim, Bruxas/Cobras, Suave e B Fachada.

Concerto de apresentação: 29 de Novembro no B.Leza

Sobem ao palco nessa noite: Tiago Guillul, Luís Severo, HMB, João Eleutério, Manuel Fúria, Benjamim, Tiago Bettencourt, Samuel Úria, O Martim, Bruxas/Cobras, Suave e B Fachada.

DISCO 1
IV - A edição original
Apple Music | Spotify

1. Folclore
2. Beijas como Uma Freira
3. Dentes de Lobo
4. 4ª-Feira de Cinzas
5. Canção para o Rodrigo
6. A Lareira da Europa
7. Ouço Chamar o Meu Nome
8. Igrejas cheias ao Domingo
9. Tu És o Inimigo
10. Canção do Tiago Lacrau
11. Arranja-Me Um Jumentinho
12. Diogo, És Cão
13. Lou Reed Quer Ser Preto
14. 120 Anos
15. Canção de Natal
16. Não Há Descanso no Sistema da Babilónia
17. Dor de Trono

DISCO 2
IV - Celebrado por amigos
Apple Music | Spotify

1. Folclore feat. Luís Severo
2. Beijas como Uma Freira feat. Os Lacraus
3. Dentes de Lobo feat. HMB
4. 4ª-Feira de Cinzas feat. Filipe da Graça & The Snakes
5. Canção para o Rodrigo feat. Filipe Sambado
6. A Lareira da Europa feat. João Eleutério
7. Ouço Chamar o Meu Nome feat. Jorge Cruz
8. Igrejas cheias ao Domingo feat. Manuel Fúria
9. Tu És o Inimigo feat. Benjamim
10. Canção do Tiago Lacrau feat. Tiago Bettencourt (videoclipe)
11. Arranja-Me Um Jumentinho feat. Samuel Úria
12. Diogo, És Cão feat. O Martim
13. Lou Reed Quer Ser Preto feat. Bruxas/Cobras
14. 120 Anos feat. Suave
15. Canção de Natal feat. B Fachada
  
DISCO 3
IV - O homem que ronrona
Apple Music | Spotify

1. Grave e Agudo
2. O Homem Que Ronrona
3. Vamos Empurrar o País para a Ribanceira
4. Sara, Sara a Nossa Terra
5. Hei-de Limpar o Punk de todos os Surfistas
6. Tu És Gigante
7. Eu Tenho Um Tubarão dentro da Minha Bíblia
8. Pior que Gente Devassa É Um Clero com Preguiça
9. O Rapaz Que se Enforca nos Auscultadores
10. Prego o Evangelho
11. Tambor
12. As Forças do Inferno
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TRINTA E UM DE VOLTA













A formação clássica dos Trinta e Um está reunida de novo para homenagear Sérgio Curto (Bifes)!

Após 8 anos de distanciamento, Pedro Ataíde (Sarrufo) e Ricardo Rações voltam a subir ao palco com Hugo Lourenço (Goblin) para uma sentida homenagem ao recentemente falecido baixista dos Simbiose. A enorme amizade que todos tinham pelo Sérgio (Bifes) fez assim encurtar as distâncias e reacendeu uma chama que muitos julgavam definitivamente apagada.

Esta é a formação que gravou clássicos como "O cavalo mata!", "Não há Regresso" ou "Terceiro Assalto" que incendiou palcos de norte a sul entre 1995 e 2000.

Este fim de semana, dia 17 de Novembro, nos Nirvana estúdios o improvável vai mesmo acontecer, as divisões serão metidas de lado e os Trinta e Um vão subir ao palco juntos para entoar os grandes clássicos em memória de Sérgio Curto!

Evento: https://www.facebook.com/events/763754937309718/

BONGA MEETS BATIDA




















BONGA MEETS BATIDA - "BANZA RÉMY" REMIX

Batida remistura Bonga no album de celebração do 30º Aniversário da editora LUSAFRICA
Disponível hoje em todo o lado!

A editora referencial na promoção da musica Lusófona nas últimas 3 décadas, que representa artistas como Cesária Evora, Bonga ou Tito Paris, celebra o 3º aniversário com um novo departamento dedicado à musica urbana, e convidando 5 artistas da nova musica de dança electronica feita com influências da musica tradicional Africana para remisturar o seu catálogo. Batida teve a responsabilidade e o privilégio de refazer um tema do Bonga.

Esta compilação é distribuída pela Sony França, e pode ser ouvida aqui:
Spotify | iTunes

Facebook: https://www.facebook.com/lusafrica
Website: http://www.lusafrica.com
Youtube: http://bit.ly/LusafricaYoutube

CARLÃO COM NOVO SINGLE E VÍDEO

"Alma e Coração" é o novo tema de Carlão e Moullinex, autores da letra e música respetivamente, que conta com a participação de Silk, frontman da banda Cais Sodré Funk Connection.

Uma canção cheia de boas energias, criada de raiz para dar som ao genérico da novela da SIC com o mesmo nome – Alma e Coração.

"Sempre que penso que já não há grandes surpresas nos meus caminhos na música, aparece algo que me leva a provar o contrário. Desta feita foi o convite para criar uma canção para o genérico da novela “Alma e Coração” da SIC. Pediram-me um tema que celebrasse a vida e por isso a parceria com o Moullinex pareceu-me perfeita, já que na sua linguagem musical pulsa sempre um fulgor contagiante. A meio da viagem, que foi imediata e intensa como é apanágio nos processos de criação que valem mesmo a pena, concordámos em chamar uma voz com swing e groove que pudesse cristalizar aquilo que era a mensagem da letra e cor da música num refrão digno desse nome, e um dos primeiros nomes a surgir nas nossas cogitações foi o de Silk, frontman dos Cais Do Sodré Funk Connection, que para além de ser um dos artistas com mais “alma e coração” em paisagens portuguesas, por acaso é meu primo, família de sangue com quem estranhamente as estradas, estúdios e palcos foram percorridos em paralelo até esse momento. Tudo a bater certo neste cruzamento proporcionado em boa hora pelo desafio proposto pela SIC e SP, que agora ganha um vídeo que ajuda, e muito, a cumprir a premissa que nos guiou nesta aventura: celebrar a vida, mesmo na adversidade!”.

Carlão

O vídeo, que ilustra a música, levou Carlão e Silk aos cenários originais da novela Alma e Coração, nas instalações da SP Televisão. Essas imagens foram editadas com highlights da novela que conta com Cláudia Vieira, Soraia Chaves, José Fidalgo, Afonso Pimentel, entre outros reconhecidos atores. Assim, este conteúdo, cruza os dois universos num cenário único.
 

ATR APRESENTA




















Este domingo (18 de Novembro) às 16h há o lançamento do split em vinil dos infames dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) e dos intrépidos Parpar na Feira de Vinil de Lisboa, evento que estará a decorrer no Mercado de Santa Clara nos dias 16, 17 e 18 de Novembro! Entretanto já está disponível o novo teledisco para um dos temas do disco, “Jean-Louis is not a crime”, realizado pela Francisca Marvão! (+ info em baixo e aqui)

E entretanto na sexta-feira (16 de Novembro) o terapeuta do ruído (e membro dos infames dSCi) Boris regressa aos palcos lisboetas como Boris dos Bosques para um concerto inserido no ciclo Linguados Poetas, mostra de cantautores que está a acontecer no Má Língua durante este mês e que nesta sessão vai contar também com a ilustre presença de Kopke! E no sábado (17 de Novembro) os Kafunfo noSoundsystem, o colectivo de djs da ATR, transformam-se em Kafunfo K7s para participarem na Aliens Are Coming, festa organizada pelo colectivo Acidente que vai suceder no Aposentadoria e que incluirá jantar, vários dj sets e muitas outras actividades alienígenas! (+ info aqui e ali)

Na próxima semana haverá o regresso a Portugal do “noisemaker” tailandês Pisitakun, que passou pelo nosso país em Março deste ano e que está de volta para fazer barulho no Disgraça (Lisboa) no dia 19 de Novembro (juntamente com o “one-man-noise-band” italiano Makhno e D.i.ys.K.u.r.v.a., o novo projecto a solo do membro dos infames dSCi sOrRISoemeiO), no Café au Lait (Porto) no dia 22 de Novembro e no MEIA 2018 (Aveiro) no dia 24 de Novembro! E no dia 23 de Novembro o terapeuta do ruído (e membro dos infames dSCi) Boris estará a actuar mais uma vez em Lisboa, desta feita como Catapulta, na Casa Virginie por ocasião da inauguração da exposição Tutti Fútil de Raf Cruz! (+ info em breve e aqui e ali)
 
Lançamento do split dSCi/PARPAR

18 de Novembro | domingo | 16h

dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (pt)
Parpar (pt)

Feira de Vinil de Lisboa
Mercado de Santa Clara - Campo de Santa Clara - Lisboa
entrada livre

Depois de terem partilhado os palcos em diversas ocasiões, incluindo na recente Ñekñek Tour, os infames dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) e os intrépidos PARPAR preparam-se para editar um split em conjunto. Gravado pelo maestro Milo Gomberoff no seu estúdio Hukot em Barcelona em Outubro do ano passado durante a KsChNpSk Tour dos dSCi e a Tuktuk Tour dos PARPAR e misturado e masterizado pelo próprio nos meses seguintes, o disco será lançado em vinil no dia 18 de Novembro por ocasião da Feira de Vinil de Lisboa, evento que irá decorrer no Mercado de Santa Clara nos dias 16, 17 e 18 de Novembro.

A edição em vinil será feita numa parceria entre os colectivos Associação Terapêutica do Ruído (ATR) e A Besta e as editoras Epicericords (França), Et Mon Cul C'est Du Tofu? (França), Experimentáculo Records (Portugal), Gaffer Records (França), Lepers (Itália) e Panda Records (Tailândia), sendo que será também editado em versão digital pela ATR, A Besta, Lepers e pela netlabel portuguesa Enough Records.

O disco, que conta com o artwork de Katafu (Krafica), inclui 4 temas dos dSCi: os já bastante rodados “Jean-Louis is not a crime”, “Glut” e “Dr. Músculo” (aka “Mr. Muscle”, com a participação especial de Pedro Arelo dos PARPAR) e o novo “Benco”, versão completa do tema do lado B do single “Poda/Enco” editado em Janeiro deste ano; e 3 temas dos PARPAR com o convidado André Calvário (aka Jorge) no baixo: novas versões de “STOSTO” e “PAIPAI” e o novíssimo “HUKHUK”, que foi feito durante esta sessão de gravação (e que é a primeira improvisação do duo com um terceiro elemento).

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

HELENA SARMENTO EM LISBOA

PROGRAMA DE 15/11/18
















1 - Budda Power Blues & Maria João - I feel so blessed
2 - Budda Power Blues & Maria João - I lost a friend
entrevista Budda Power Blues
3 - Budda Power Blues & Maria João - Excited & confused
4 - Desolate Man - Maio
5 - GNR - Da fundo
6 - Huggs - Find out
entrevista Huggs
7 - Huggs - Losing
8 - Salto - Teorias
9 - Quantic MOde - Trying to forget


VAMOS AJUDAR O CABEDELO















No sábado, o Cabedelo Calling entra pelo Teatrão adentro com tanta força como a Leslie entrou pela Figueira da Foz, mas pelos melhores motivos. Irão ser mais de dez grupos de Coimbra e arredores a juntar esforços e muita música neste festival solidário para ajudar o Gliding Barnacles.

Cabedelo Calling
17 de novembro
A partir das 17h
Entrada: 10€

A tempestade Leslie chegou a Portugal há mais de um mês, sem bater à porta, mas determinada em deixar um rasto de destruição. Como vimos com os nossos próprios olhos, lá ou nas notícias, a Figueira da Foz foi uma das áreas mais arrasadas pelo temporal. A zona do Cabedelo foi fustigada pela dureza dos ventos e o parque de campismo e o hangar do iSURF foram severamente atingidos, com muito do seu material a ser danificado ou até mesmo perdido, comprometendo assim a realização do Festival Gliding Barnacles.

É neste contexto que o Teatrão acolhe a primeira edição do Cabedelo Calling e – como diz Victor Torpedo – esperemos que a última. Os artistas que se juntam não foram escolhidos à toa: para além de Victor Torpedo, Ruby Ann, Raquel Ralha e Pedro Renato, The Walks, Gypos, D3O, Wipeout Beat, Marc Valentine, Ruze, Fromatomic, Subway Riders e The Rooms são os nomes confirmados e muitos deles já passaram pelo palco do festival que se realiza na Figueira da Foz.

Desta vez a reunião é em Coimbra, com solidariedade e união, e com música pela tarde e noite dentro. No final, o dinheiro angariado na bilheteira será inteiramente doado ao Gliding Barnacles.

KADYPSLON COM NOVO TEMA




















TUDO, é o novo single de Kadypslon. O rapper português radicado na Inglaterra, lança a nova música num estilo diferente do habitual

Esta música que viaja do pop ao Hip Hop, conta ainda com os convidados Ricardo Dias e Mariana Azevedo.

A Música TUDO, é feita em parceria com a MR Diffusion, e conta om a produção de Marcos César, sendo lançada a 19 de Novembro nas plataformas digitais.

Em breve será apresentado o lyric video oficial da música.

Ricardo Almeida aka Kadypslon, nasceu em Portugal dia 13 de dezembro de 1979.

No princípio dos anos 90 teve o primeiro contacto com Hip Hop, através dos Videoclips de Rap. Por volta dos 13 anos, começou a escrever as suas primeiras rimas em português juntamente com dois primos.

Nessa altura, o Rap era algo novo e não tinha muita popularidade na zona onde vivia, por isso, nunca levou essa paixão muito a sério.

Em 2004, decidiu emigrar para o Reino Unido na esperança de encontrar melhores oportunidades de emprego. O tempo passou e, em 2008, desperta a curiosidade e começa a fazer uma pesquisa aprofundada sobre a Universal Zulu Nation como fundação e sobre os pioneiros da Cultura Hip Hop. Nesse momento a sua vida mudou de direção, finalmente tinha encontrado seu propósito.

Kadypslon apercebe-se que também tem uma historia para contar. Organiza as suas líricas e começa a gravar as suas primeiras faixas.

Em 2013, lançou a sua primeira Mixtape “Pandemonium” onde retrata ideais da sua juventude.

Em 2016, foi o arquiteto de “Sem Fronteiras Vol.1”, um projeto épico que conta com a colaboração de artistas por toda a Europa como Polónia, Inglaterra, Lituânia, entre outros…

Em 2017, depois da gravação do seu primeiro Álbum, regressa a Portugal para divulgar a sua marca. Nesta viajem, encontra Ana Rita Chaves (Zulu Queen) no seu caminho, e sendo já uma pessoa alerta e positiva, voluntariamente decide juntar-se a Ana em “Tomando Rumo”, um projeto social que consiste na reinserção e desenvolvimento pessoal de reclusos.

Em Junho de 2018, Kadypslon lança uma Mixtape "Equilibrium" , retratando o extremo dos 2 polos existentes em cada ser humano e a necessidade de se encontrar o Equilíbrio entre eles. Mais tarde em Outubro reaparece com um EP com o título "Cultura da Rua",que foca no estilo de vida criado pelas comunidades mais carenciadas e reforça a ideia que também há coisas positivas na falta de condições. 

ANAQUIM EM PALCO












O novo álbum dos Anaquim, "O Quarto de Anaquim", entrou directamente para oitavo lugar no top de discos mais vendidos em Portugal na semana da edição. Lançado a 2 de Novembro, o sucessor d' "As Vidas dos Outros" foi apresentado ao vivo na Casa da Música, com casa cheia, e dia 1 de Dezembro chega a Lisboa, ao Teatro Ibérico, e dia 6 ao Convento São Francisco em Coimbra.

Entre os mais aplaudidos estiveram os singles de apresentação d'"O Quarto de Anaquim": "Meio Caminho Andado" e "Optimista".
 
Em "O Quarto de Anaquim", José Rebola (voz e guitarras), Pedro Ferreira (teclados), Luís Duarte (guitarra), Filipe Ferreira (baixo) e João Santiago (bateria) apresentam-se num cruzamento entre as origens e os novos caminhos, por onde passam os bluesman que venderam a alma ao diabo, os vagões rumo a Nova Orleães, as raízes do country e do jazz e a sua transformação pelos primos europeus. Esse cruzamento, entre o velho e o novo mundo, só podia ocorrer em Portugal, expressar-se nas suas contradições, no seu quotidiano saudosista e visionário, na dúvida do seu optimismo e no bater do seu relógio. Mais especificamente, esse cruzamento só podia ocorrer no quarto de Anaquim.

Trata-se, assim, de um esperado regresso dos autores dos radiofónicos “As Vidas dos Outros”, “Na Minha Rua”, “Sou Imune ao Teu Charme” e “Apontar é Feio”, com o mesmo romantismo, ironia e sentido de humor.

EM OLIVEIRA DE AZEMÉIS




















Dia: 17 novembro 2018
Horário: 21h30
Local: O Cinema (antigo Cinema Gemini)

A Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis promove, a 17 de novembro, a noite de concertos do Azeméis Seasons Sounds (2ªedição), com o melhor da música alternativa local e nacional, a partir das 21h30, no espaço «O Cinema» (antigo Cinema Gemini). A iniciativa é organizada em parceria com a associação juvenil Agir Fora da Caixa e conta com os seguintes artistas em cartaz:

JOÃO DA ILHA AO VIVO




















 Como já anunciado e prometido, cá estão as apresentações ao vivo do novo álbum "Mares da Indecisão"!
  
17 NOV. 21:30
ALPENDRE
ANGRA DO HEROÍSMO
 
23 NOV. 22:00
CASA DA CULTURA
SETÚBAL

O concerto do próximo sábado dia 17 de novembro será pautado por uma toada intimista muito própria da sala do Alpendre Grupo de Teatro em Angra do Heroísmo, num formato a solo com a participação dos convidados especiais: Nuno Pinheiro na bateria, Timmy Lima na guitarra elétrica, Paulo Cunha no contrabaixo e Sofia Dutra na voz.

Dia 23 de novembro na Casa da Cultura em Setúbal estarei no formato quarteto muito bem acompanhado pelos suspeitos do costume e artesãos deste álbum: Filipe Silva (trompete, bandolim, guitarra jazz, coros), Sandro Maduro (baixo elétrico, coros) e Manu Teixeira (bateria, percussões). Iremos ainda contar com a participação de Joana Negrão, especialíssima convidada que cantou num dos temas do álbum.

Depois da edição digital, "Mares da Indecisão" é agora editado em formato físico numa tiragem limitada com apoio da Ideias Pop e um belo trabalho artístico de AzulArtist, direcionando este disco para os colecionadores e apreciadores deste conceito em vias de extinção. :)

Para dezembro e janeiro aguardem novas datas a anunciar!

Sigam tudo e partilhem nos canais habituais!!
#JoaoDaIlha #MaresDaIndecisão

SÓNIA OLIVEIRA LANÇA “PAZ”




















“Paz” é o novo disco da cantora Sónia Oliveira, que será lançado já no próximo dia 16 de Novembro e que conta com a participação de diversos músicos de relevo na música portuguesa – como a cantora Maria João, que trás ao álbum o seu cunho inconfundível.

Este novo disco de Sónia Oliveira foi realizado ao longo de dois anos e nasceu, enquanto conceito, quando a cantora se encontrava a realizar um curso de Mestrado em Performance Jazz, na Escola Superior de Música de Lisboa. O objetivo passava, então, por estudar as possibilidades da voz enquanto instrumento e, mais concretamente, o potencial interpretativo da melodia sem palavra – o que levou a realizar uma investigação em que entrevistou alguns cantores nacionais e internacionais, relevantes neste contexto estilístico.

Paralelamente, Sónia Oliveira encontra espaço para desenvolver, juntamente com o contrabaixista João Vargas, uma sonoridade experimental que vem a trabalhar há algum tempo, em que combina a sua voz com apenas um contrabaixo em peças de música original da autoria de três compositores portugueses (Jorge Ramos, Daniel Davis e Miguel Sobral Curado), com inspiração entre o jazz e a música contemporânea, destacando-se a peça "Merge", que tem sido notada tanto em Portugal como internacionalmente.

No decorrer deste processo, a cantora depara-se com a interrupção da sua primeira gravidez, o que a levou a atravessar uma das fases emocionais mais difíceis da sua vida, que acabou por influenciar o seu trabalho, melancolizando-o com a composição de temas como "Lamento", "Aceitação" e "Teu Lugar" (a balada principal do disco).


Sobrou ainda espaço para a imensa influência que a música brasileira tem na formação da cantora que, aproveitando os trabalhos recentes com o baixista Yuri Daniel, regrava o tema "Maracatu" (da autoria do baixista) e ainda a composição de Hermeto Pascoal, "Música das Nuvens e do Chão", onde conta com a participação da cantora Maria João.

O resultado final é um conjunto algo heterogéneo em termos sonoros, mas que permite compreender não só o percurso (pessoal e musical) da cantora nos últimos dois anos, como também demonstra como trajetos emocionais mais complexos (e até dolorosos) podem ser atenuados pela arte, tendo sido a música utilizada como elemento catártico.

"Paz" é uma experiência de introspeção, reflexão e autorestabelecimento, cujo desfecho deixa claro que nem tudo tem resolução, mas ainda assim é possível seguir em frente.

LUSTRO COM NOVIDADES

Para os Lustro, o Rock n´roll não é um “peso morto”.

É o motor que os faz viver, que os faz trabalhar , e que faz acreditar que é possível ir sempre mais longe.

“Peso Morto ” é o novo single dos Lustro e sucede ao EP de estreia , “Nu Ar”, editado em Novembro de 2017.

Este single demonstra o lado mais Rock da banda , com guitarras distorcidas e uma melodia marcante . O tema vagueia por riffs que vão do Rock mais clássico , ao alternativo …. deixando sempre em suspense, o que vem a seguir.

Do som para a tela, com a realização e edição de José Dinis e câmaras de João Martins e José

Dinis e com um agradecimento especial à Absolutauge Produções, o vídeoclip de "Peso Morto" trás ao olhar o que o som já pronunciava.... Misterioso e poderoso.

Os Lustro são Paulo Pereira (voz/guitarra ), Rui Gomes (guitarras ), Mike Ferreira (bateria ) e Miguel Coutinho (baixo).

Facebook.com/lustro.banda
 

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

AVEIRO RECEBE MEIA











Improviso e o Experimentalismo estão de volta à cidade de Aveiro entre os dias 22 e 25 de novembro.

Nesta quinta edição, o festival da música mais desafiante, espalha-se pelos quatro palcos mais activos da cidade de Aveiro.

No dia 22 o mini-auditório da VIC, recebe Fantasma, alter ego do portuense Pedro Centeno, artista visual, músico, dj e curador de eventos de música independente como as festas da Parva. Na mesma noite o clarinetista inglês Noel Taylor, activo improvisador da cena londrina, membro da London Improvisers Orchestra e recentemente radicado em Lisboa convida Maria do Mar (violino) para um concerto guiado pela exploração da música clássica à contemporânea através da improvisação.


Na sexta feira, 23, o festival segue para o auditório do GrETUA para uma sessão de Desterronics. A habitual sessão de quarta feira de música electrónica improvisada da cave do Desterro em Lisboa, move-se até Aveiro para 3 horas de música non-stop em que o Finlandês, Jari Marjamaki, conduz uma dezena de músicos experimentalistas, munidos de equipamentos electrónicos.

A grande festa está reservada para sábado, 24, na Associação Cultural Mercado Negro, com a presença do tailandês Pisitakun, artista multidisciplinar fortemente empenhado no activismo politico através das suas criações artísticas. Na mesma noite tocarão os Baphomet, quinteto que usa o improviso como elo de ligação do free-jazz ao rock progressivo ou psicadélico com a electrónica à mistura. Mais tarde Hugo Branco (Piurso) e Rui Veiga (Caloriouz) juntam-se aos visuais de Ivo Reis (Animatek) numa performance improvisada de electrónica. Para fechar a noite, o produtor João Melo conhecido pelo seu trabalho em Mind Safari, apresenta o seu mais recente projecto Joan, lançado pela editora Fungo e que tem como maiores influências as bandas sonoras nipónicas.

recentemente inaugurado Avenida Café-Concerto, recebe o ultimo dia de concertos com, Khaori, projecto de Henrique Vilão e Tiago Damas e Ensembleia, uma ensemble que tem como base a criação de sonoridades experimentais e/ou improvisadas em tempo real.
 
Nos dias 24 e 25, haverá ainda lugar a um workshop dedicado à criação de esculturas sonoras realizado pelos israelitas Roi Carmeli e Tom Krasny. O workshop decorrerá nas instalações da VIC - Aveiro Arts House.

Programa:

Dia 22
Local: VIC // Aveiro Arts House
22h00 - Pedro Centeno aka Fantasma (live) (pt)
23h00 - Noel Taylor/Maria do Mar (uk/pt)
Noel Taylor - Clarinetes
Maria do Mar - Violino

Dia 23
Local: GrETUA
22h-01h - Desterronics (live) (pt)

Dia 24
Local: Associação Cultural Mercado Negro
22h00 - Pisitakun (th)
23h00 - Baphomet (PT)
Guilherme Camelo - Guitarra Elétrica
Paulo Duarte - Guitarra Elétrica
Mestre André - Saxofone
ChicoGoBlues - Percussões
Pedro Santo - Bateria
00h00 - Piurso + Caloriouz + Animatek (live) (pt)
01h00 - Joan (live) (pt)

Dia 25
Local: Avenida Café-Concerto
Khaori (pt) - 18h30
Ensembleia (pt) - 19h30

Workshops:

"Estratégia Musical"
por Bitocas Fernandes
23 de novembro 18h30 e 24 novembro das 11h00 às 12h30 

"Introduction to Sound Sculptures"
por Roi Carmeli e Tom Krasny (il)
24 e 25 novembro 14h30 - 19h30

Bilhetes:
Dias 22, 23 e 24
4€ com reserva; 5€ sem reserva
Dia 25 - entrada gratuita
Geral: 12€

Reservas e mais informações:
passarovago@gmail.com
+351 914647117
+351 916361470

PROGRAMA DE 14/11/18

1 - Luísa Sobral - O melhor presente
entrevista Luísa Sobral
2 - Luísa Sobral - Dois namorados
3 - GNR - Choque frontal
4 - Desolate Man - Maio
5 - Cati Freitas - Estrangeira
6 - Joana Espadinha - Contramão
7 - Aline Frazão - Peit ta segura
8 - Tsunamiz - Era de noite e levaram
9 - Dr. Estranhoamor - Egologia
19 - Tiago Bettencourt - Canção do Tiago Lacrau

NO CARMO 81


DISCO DE FILIPE CABEÇADAS A CHEGAR




















“20.1” é o álbum de estreia de Filipe Cabeçadas. 20 é um número de celebração que reúne aventuras e experiências que enchem um caminho musical. O número 1 define um novo tempo dentro desses 20 – uma nova abordagem, um novo desafio.

 Com um conjunto de oito canções escritas durante um período de um ano e meio, “20.1” movimenta-se por paisagens sonoras do rock independente e pelas estéticas atuais do rock contemporâneo. Todas as músicas possuem uma personalidade distinta como em “1981” decorada de sintetizadores dos anos 80, “Shining Away” como uma canção rock motivadora ou como “HELL WITH YOU” recheada de reverbs e samples atuais. “Light Man, Heavy Soul” conta com Daniel Kemish, cujo dá o seu contributo na criação de um hino inspirador ao espírito rebelde do homem de viagens. Um olhar mais controverso surge em “Everybody Wants To Be The Boss”, uma canção alegre com um toque à lá Beatles uma pequena dose de ironia à mistura. “The End Frame” resulta como uma confissão e uma homenagem à família, amor e amizade finalizando com um arranjo épico com a participação de músicos da Orquestra Filarmónica de Sofia.

Em suma, encontram-se mais de 20 emoções em 1 disco. Este é o “20.1”.

“Tentei reunir estes primeiros vinte anos na minha forma de organização sonora favorita: canções. Com isso em mente, sabia também que tinha algo a dizer, fantasmas a enfrentar, escrever sobre valores e causas que defendo e reflexões contemporâneas às quais buscamos respostas no nosso dia-a-dia. Não pretendo aprovação ou reconhecimento, mas procurar a Verdade em mim através do processo de criação musical” – Filipe Cabeçadas.

CONCERTOS DE APRESENTAÇÃO:

24/11 – Club Farense, Faro, 22h.
29/11 – “Choque Frontal Ao Vivo”, TEMPO, Portimão, 21h30


“20.1”
Edição física DELUXE apenas disponível nos concertos de lançamento (2 faixas bónus)

Plataformas Digitais
iTunes: https://itunes.apple.com/us/artist/filipe-cabe%C3%A7adas/1288612101
Spotify: https://open.spotify.com/artist/7HjyHRPhNOYyMGO3TkZy9E
Bandcamp: https://filipecabecadas.bandcamp.com/

NOITE BAZUUCA NO MUSICBOX



















 

A primeira parceria Bazuuca/Musicbox chega na parte final de 2018, a tempo e horas da explosão de dois dos mais reconhecidos projectos que têm saído de Braga nos últimos anos: Bed Legs e Grandfather's House.

A festa realiza-se no próximo dia 23 de Novembro, a partir das 22h30, e o bilhete tem o custo de 6€.
 

NOVIDADES DE MEDEIROS/LUCAS

 Novo single de Medeiros/Lucas, “Galgar”, incluído no álbum “Sol de Março”, apresentado em Março do presente ano. Este lançamento coincide com o anúncio das últimas datas da tour de 2018:

03/11 Musicbox, Lisboa
16/11 GNRation (Festival Para Gente Sentada), Braga
17/11 Teatro Micaelense, Ponta Delgada
23/11 Tabacaria do Teatrão, Coimbra
01/12 Avenida Café-Concerto, Aveiro
20/12 Maus Hábitos, Porto
21/12 Centro das Artes do Espectáculo, Sever do Vouga


ANDRÉ M SANTOS RECRIA ANTÓNIO VITORINO D'ALMEIDA














"Desde sempre sou um seguidor da música do António Vitorino d`Almeida (AVA), talvez seja mesmo uma das minhas principais referências que me levaram a estudar composição. No entanto, o AVA quase não tem peças com guitarra ao que quando descobri esta "Fantasia" fiquei super entusiasmado. Descobri esta peça pelo meu professor de guitarra Piñero Nagy na Escola Superior de Música de Lisboa enquanto estudante. Na altura lembro-me de começar a ler a peça pelo próprio manuescrito do compositor, um verdadeiro luxo! Mais tarde descobri que já existe uma partitura editada da música mas preferi sempre ser fiel e fazer a minha própria versão directamente da versão do compositor. Confesso que tive de fazer alguns ajustes pois tinha coisas impossíveis de se tocar na guitarra, mas a música é tão boa e cativou-me tanto que valeu a pena o esforço! Esta é talvez a peça mais "erudita" do meu disco "Sete" e claro que tinha de ser de um compositor português e que me influência a toda a hora.

 O vídeo foi gravado pelo meu amigo do peito Miguel Verissimo nas redondezas da minha casa".

André M. Santos

NO PLANO B












CONCERTO: QUADRA
16 nov, 23h

QUADRA é um local imaginário onde a convergência de estilos musicais e a flexibilidade de fórmulas de construção musical são o combustível perfeito de uma sonoridade intensa, vibrante, poderosa e muitas vezes capaz de transformar qualquer ouvinte num inesperado bailarino. Editaram em Abril o seu primeiro disco de estúdio, “Cacau", a dar seguimento ao EP homónimo que os fez tornar uma banda nacional revelação de 2017.

Depois de actuarem em festivais como o Vodafone Paredes de Coura e Indie Music Fest, os Quadra preparam-se para se apresentarem pela primeira vez no Porto e no Plano B.

BIRDS ARE INDIE ASSINALAM PRESENÇA NO SUPER BOCK EM STOCK COM VÍDEO “CLOSE, BUT NO CIGAR“

Nas vésperas de tocarem no Super Bock em Stock, os Birds Are Indie revelam o novo vídeo do seu disco Local Affairs. Realizado por Silvana Torricella, "Close, but no cigar" fala-nos do choque de personalidades que surge entre pessoas que optam por tomar decisões e as que preferem deixar que o tempo as vá tomando.

Para captar o espírito deste tema, Ricardo Jerónimo, Joana Corker e Henrique Toscano fecharam-se durante um fim-de-semana numa antiga casa nos arredores de Coimbra e foram-se preenchendo com as memórias que esta lhes parecia ir contando. O resultado final conjuga diversas sequências, umas mais planeadas, outras mais intuitivas, reflectindo a lógica da letra.

Depois de “Come into the water” e “Messing with your mind”, este é o 3º single do álbum Local Affairs, gravado nos estúdios Blue House, e editado pela conimbricense Lux Records.

Entretanto, os Birds Are Indie continuam a preencher a agenda de concertos. Nos próximos meses continuarão a andar de norte a sul do país e, como é habitual, também por Espanha. 

23 Novembro 2018 – LISBOA – Super Bock em Stock
14 Dezembro 2018 – FIGUEIRA DA FOZ – Centro de Artes e Espectáculos
19 Janeiro 2019 – COIMBRA – Teatro Académico de Gil Vicente
02 Fevereiro 2019 – PORTO – Hard Club
07 Fevereiro 2019 – VIGO (ES) – Radar Estudios
08 Fevereiro 2019 – PONTEVEDRA (ES) – El Pequeño
09 Fevereiro 2019 – GALIZA (ES) – a anunciar
28 Fevereiro 2019 – AVEIRO – Teatro Aveirense

Os Birds Are Indie surgiram lá atrás, em 2010, quando Joana Corker e Ricardo Jerónimo – um par já muito enamorado na altura e que tão bem enamorado continua(rá) – decidiram que era tempo de juntar três acordes e fazer uma música. Mas como só dois era pouco e afinal foram três acordes que os fizeram nascer, aos dois Birds juntou-se um amigo de longa data, Henrique Toscano. Estava montado o trio de afinados “pássaros” para definir um plano: serem uma banda. Ora e se três pontos definem um plano, três amigos mais três acordes, definem um distinto plano.

Se provas forem precisas para atestar que a geometria apresentada está correcta, no palmarés do trio contam-se já vários EP’s e três álbuns auto-editados: How music fits our silence (2012), Love is not enough (2014) e Let’s pretend the world has stopped (2016).

Com Local Affairs chegam ao seu 4º longa-duração, juntando-se agora à família da Lux Records, histórica editora de Coimbra, cuja actividade tem fervilhado nos últimos anos, com edições de The Twist Connection, Ghost Hunt, d3ö, Raquel Ralha & Pedro Renato, The Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders, entre muitos outros.

Em ebulição está também o estúdio conimbricense Blue House, onde o disco foi gravado, com a preciosa colaboração na produção de João "Jorri" Silva (a Jigsaw, The Parkinsons). Como este músico também se junta habitualmente ao trio, em palco, tornou-se de forma natural em convidado especial nas gravações, ao qual emprestou o seu talento nas teclas e no baixo.

Neste cenário de cumplicidade musical (e não só) que se tem sentido em Coimbra, a banda foi-se entregando a diversos “affairs” que influenciaram a construção do álbum, desde o som, a algumas letras, passando pelo “artwork”.

Local Affairs tem a assinatura dos Birds Are Indie: canções pop, com melodias contagiantes e descontraídas. Desta vez, com arranjos mais elaborados, acrescentam uma faceta algo musculada às composições, onde se sente a pulsão do baixo e o impulso da bateria, que convidam a abanar a anca e a bater o pé.

 
 

O FANTASMA DE ANTÓNIO SILVA

O single “Fantasma” já se encontra disponível para audição. Podem encontrá-lo aqui: Fantasma

Este é o primeiro tema de uma trilogia de canções que surgiram do curso “Como Escrever Canções” lecionado pela canto-autora brasileira Adriana Calcanhotto na Universidade de Coimbra.

Fantasma conta com a participação do violinista Manuel Maio (líder do grupo A Presença das Formigas) e com o multi-instrumentista argentino Luciano Cuviello.

É com muita alegria que vos posso anunciar que o segundo tema “Amor não consumido”, irá ser lançado dia 1 de Janeiro e conta com a participação da Adriana Calcanhotto e de Nuno Castelhano coautor desta música.

Para mais informações  para seguirem as novidades que aí vêm, podem estar atentos ao website: https://www.antoniosilva.org/pt-pt/
 

FOGO FOGO ATUAM NO FESTIVAL EUROSONIC 2019




















Fogo Fogo, projeto que regularmente faz explodir, com incontrolável energia, a pista de dança da Casa Independente, apresenta o seu mais recente EP "Nha Cutelo" em Groningen na Holanda, no âmbito do Festival Eurosonic Noorderslag.

O Eurosonic Noordeslag é a maior conferência e showcase festival da Europa e acontece em Groningen de 16 a 19 de janeiro de 2019. Para os Fogo Fogo é uma ótima oportunidade de mostrar o novo EP, que conta com as primeiras músicas originais do grupo num novo palco internacional.

Fogo Fogo é um projeto que nasce do desafio feito pela Casa Independente ao músico João Gomes para que reavivasse os bailes dançantes de domingo, evocando esta Lisboa vibrante e avassaladora, essa Lisboa onde cabe toda a África, mas sobretudo a que fala português, a do passado, presente e a do futuro. Nha Cutelo, que conta com os primeiros originais da banda, nasce na Casa Independente e tem o selo discográfico Espanta Bjon, o nome dos eventos na Casa Independente. Agora também se encontra disponível nas plataformas digitais como Apple Music, Deezer, Spotify, entre outras.

A banda tem vindo a apresentar os novos temas originais em vários palcos e festivais nacionais como o NOS Primavera Sound, Boom Festival, entre outros, e leva "Nha Cutelo" ao renovado Super Bock em Stock no dia 23 novembro - Casa do Alentejo.

NO SALÃO BRAZIL









Sab, 17 nov, 22h00
TELECTU
Vítor Rua e António Duarte revisitam "Belzebu"

"A nave “Telectu” beijou languidamente a superfície do planeta “Salão Brazil”.

O oiro do rio cravejava em mil estrelas o firmamento da ramagem; raios de vento solar agitavam os anéis refulgentes da água, argênteos cometas sopravam nas “Rotas” do veludo das folhas.

 Cada cintilação era relativa a um som específico no radar mental.

 Muito longe, a neblina de Betelgeuse, quase uma “Opera” silenciosa; além, Aldebaran, mais próxima e intensa, chispando clusters; com um ruído fantástico, a fosforescente Alfa Centauri; deleitou-se com a energia sónica radioforme do frutedo de Cassiopeia; mini-relâmpagos de “Tenet” alumiavam o líquido Orion num som estrídulo percussivo e contínuo de “Arepo”.

Ouvia-se o chocalhar do rio na sua curva de Via Láctea, rasgando a vegetação atonal; a nebulosa magalhânica das copas; o estampido duma super nova ofuscante; seguiu-se um vazio silêncio que cegava… depois… misticamente… glissando e, súbita agitação das folhas audiovisuais prenhes de seiva.

 Ouviu-se uma gama entre sons infra e ultra, raios resplandecentes “Sator”,

Impulsos sonoros analógicos variáveis , cordas eléctricas sibilantes.

 Na perspectiva textural, uma corola, Tau Ceti, roçava em elipses as pétalas de Andrómeda; pressentiu-se o explodir microacústico dum planetóide alojado numa semente; a queda asa delta amarela dum meteoro arpejado vindo do topo da árvore dissonante que ao poisar no solo levantou poeira sideral.

 O concreto e o imaginário; mais longe até a vista ficar louca de som imenso: o Sol, que naquela manhã embebedava de radiações audioextravagantes… e nos confins da Galáxia, entre os sons da Natureza - uma melodia arcaica de uma guitarra Fender Jaguar a esvair-se...

“Música!”- o Humano não estava só no Universo...". Vitor Rua

Concerto integrado na programação paralela da conferência internacional Política e Imagem
 
Bilhetes: 9€, 8€ (BOL e LOJAS PARCEIRAS)

Sex, 23 Nov, 22h00
D'ALVA

MAUS ÊXITOS é o nome do segundo esforço de estúdio do duo que fez mexer a Pop independente nacional. O título encerra em si uma dualidade peculiar reflectida nas canções, e quem sabe reveladora do que o duo experimentou nestes últimos quatro anos. No bom, no mau, e em tudo o que há pelo meio, Alex D’Alva Teixeira e Ben Monteiro encontraram as espectativas e o medo de falhar. Largaram-nas, abraçaram-no, e encontraram-se num disco (ainda) sónicamente Pop, pessoal e honesto, onde procuraram canções que falem por si, mais que a produção ou outros quaisquer “fireworks”.

Bilhetes: disponíveis, na BOL e nas lojas parceiras
Bilhetes: 9€/8€ ( BOL e lojas parceiras)

Sab, 24 Nov, 22h00
BEAUTIFY JUNKYARDS
Ao terceiro album, os Beautify Junkyards passam a integrar o catálogo da mítica editora britânica Ghost Box. "The Invisible World of Beautify Junkyards" mantém as sonoridades pastorais e luminosas, mas explora igualmente ambientes mais noturnos. Com a entrada de Helena Espvall (violoncelo e guitarra) o som da banda de João Branco Kyron, Rita Vian, João Moreira, Sergue Ra e Antonio Watts explora sonoridades e texturas dos instrumentos acústicos, ao mesmo tempo que a electrónica se torna mais predominante que nos trabalhos anteriores.

Bilhetes: 7€, 6€ ( BOL e lojas parceiras)

terça-feira, 13 de novembro de 2018

PROGRAMA DE 13/11/18

1 - Little Friend - Sombre song
2 - Quinta-Feira 12 - Cama rasa
3 - Alen Tagus - Black hole
4 - Cate - Pride away
5 - D'Alva - P'ódio
6 - José Cid - Se Chico Buarque me cantasse um fado
7 - António Zambujo - Sem palavras
8 - GNR - Ao soldado desconfiado
9 - Desolate Man - Maio
10 - Richie Campbell - Water (com SlowJ)
entrevista DJ Dadda
11 - DJ Dadda - Cafeína (com Plutónio)
12 - Dino D'Santiago - Nova Lisboa
13 - Selma Uamusse - Mati

OS QUINTA-FEIRA 12 LANÇAM NOVO SINGLE

Os Quinta-Feira 12 regressam ao estúdio e estreiam novo single. O segundo LP da banda chega-nos pelo single de avanço ‘Cama Rasa’.

Dois anos depois do primeiro LP ‘Fiasco’ (2016), João Correia, Rodolfo Jaca, Pedro Freitas e Pedro Correia trazem-nos um som elétrico e digital. Uma composição mais madura que ‘Cama Rasa’ adianta e abre caminho para a descoberta de um novo universo na sonoridade da banda.

Uma fusão de um ambiente digital com um mundo definitivamente mais cru, onde as guitarras etéreas reclamam o espaço devido.

O single estreia-se com um videoclip que traz para a frente a banda com a vontade de nos abrir os sentidos e lembrar que é preciso trazer mais cor aos nossos dias. Em estreia na Vice Portugal.


O segundo álbum chega-nos já no início do próximo ano, altura em que a banda se prepara para regressar à estrada.

‘Cama Rasa’ já pode ser ouvida no Spotify e nas restantes plataformas digitais.

Os Quinta-Feira 12 estrearam-se em 2016 com ’Fiasco’, o primeiro LP da banda, que conta com os singles ‘Fiasco’ - que empresta o nome ao álbum - e ‘Carrinha Trágica’.

2 anos depois, João Correia, Rodolfo Jaca, Pedro Freitas e Pedro Correia regressam ao estúdio e preparam-se para lançar o segundo LP já no início do próximo ano. ‘Cama Rasa’ é o single de avanço e traz-nos a descoberta de um novo universo na sonoridade da banda - uma fusão de um ambiente digital com um mundo mais cru e orgânico.


DOIS TIAGOS JUNTOS











2008 foi um ano em que música portuguesa mudou (e melhorou). Um dos ingredientes nessa história foi o disco "IV", de Tiago Guillul.

A Time Out, celebrando dez discos dos últimos dez anos, escreveu: "É difícil conceber o que seria a música portuguesa hoje sem o «IV»".

Aproveitando a marca redonda da década, a FlorCaveira e a Valentim de Carvalho reeditam o "IV" em versão tripla: o original, o disco regravado por quinze músicos (Luís Severo, Lacraus, HMB, Filipe da Graça, Filipe Sambado, João Eleutério, Jorge Cruz, Manuel Fúria, Benjamim, Tiago Bettencourt, Samuel Úria, O Martim, Bruxas Cobras, Suave  e B Fachada), e uma colecção de outtakes.
 
A reedição (de luxo!) do disco triplo "IV" chega no dia 16 de Novembro às lojas e à internet.

O concerto de apresentação já está marcado, vai ser memorável e histórico: dia 29 de Novembro no B.Leza, em Lisboa. Os convidados que dão agora nova vida ao "IV" subirão ao palco nessa noite.

Luís Severo, HMB, João Eleutério, Manuel Fúria, Benjamim, Tiago Bettencourt, Samuel Úria, O Martim, Bruxas/Cobras, Suave e B Fachada estão já confirmados.
 
Toda a informação de bilheteira no evento oficial (link).


O segundo single de apresentação do disco, é uma versão da icónica "Canção do Tiago Lacrau", pela voz de Tiago Bettencourt.

Silas Ferreira, amigo e colaborador de longa data de Tiago Guillul, assina o videoclipe já disponível no Youtube, em formato lyric video para que todos possamos juntar as nossas vozes ao 10º aniversário de um dos mais importantes momentos da música portuguesa contemporânea.
 

NO TEATRÃO














Na quinta a Tabacaria continua a reforçar a aposta em música acabada de sair do forno. Os Huggs e os Go Cactus dão o duplo concerto de apresentação dos seus primeiros EPs, numa noite cheia de garage rock, coming-of-age e indie para bater o pé e sacudir os ombros.

Huggs + Go Cactus
15 de novembro
22h
Entrada: 5€

Os Huggs são o encontro entre as melodias influenciadas pelo underground britânico de Duarte Queiroz e a da bateria punk de Jantónio. O projeto começou este ano, mas não perdeu tempo. Em setembro lançaram o primeiro EP, “Did I Cut These Too Short?”, com seis músicas que falam dos amores e desamores deles e de outros protagonistas.

Agora andam na digressão que já passou duas vezes por Lisboa, que deu um salto pelo Porto e por Guimarães, e que visita Coimbra esta semana. Ao vivo, junta-se a eles Guilherme Correia, dos Ditch Days, para dar uma mãozinha no baixo. “Take my hand”, “Cocaine” e “Find out” foram os primeiros singles da banda lisboeta e são três dos seis temas para descobrir na Tabacaria.

Do outro lado da península vêm os Go Cactus. A banda de Palma de Maiorca é quase tão fresca como os Huggs e também já tratou de lançar um álbum de curto formato. “Hi, We Are Cactus” é o EP de estreia, com uma sonoridade entre o surf e o garage rock e com músicas bem mexidas. Os espanhóis também andam têm andado ocupados em digressão. Depois de umas voltas por Espanha e uma passagem por Portugal, visitaram o Reino Unido, no mês passado, para dar a conhecer “Come out tonight”, “Something in your drink” e muito mais

CLUBE DOS CORAÇÕES SOLITÁRIOS DO CAPITÃO CID EM CD+DVD+PEN


















Depois de uma primeira edição em vinyl esgotada, chegou o momento de editar o mais recente trabalho de José Cid numa segunda versão muito especial.

O álbum vem agora em CD com 16 temas e numa pen revolucionária! Insira-a no seu computador ou automóvel e poderá ouvir os mesmos temas contidos no CD.

Este digipack, que inclui o CD e a pen, traz ainda um DVD com 14 videoclips.

O álbum Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid tem um grafismo “beatleniano” onde pode colocar a sua foto, personificando a capa.

É sem dúvida um álbum com grandes canções, sem lacunas, e muito diversificado. De referir ainda que foi masterizado nos míticos estúdios Abbey Road por Simon Gibson.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

PROGRAMA DE 12/11/18

1 – The Gift - Love without violins (c/ Brian Eno)
2 – Isaura – Closer
3 – Sequin – Queen
4 - Bluish – Mess
5 – Surma – Plass
6 – Dullmea – Cor
7 – Desolate Man – Maio
8 – GNR -  Bellevue

9 - Toxikul – Surrender or die
entrevista Mosher Fest (Rui Alexandre)
10 – Bizarra Locomotiva – Cada homem





JOSÉ VALENTE COM NOVO REGISTO














José Valente continua a percorrer um trilho desassossegado, mapeado pela constante descoberta de novas possibilidades musicais para o seu instrumento, a viola d’arco, agora com o novo álbum «Serpente Infinita». O violetista portuense revela assim a segunda etapa de uma inquietação pertinente inaugurada em 2015 com “Os Pássaros estão estragados”, desta feita tendo como ponto de partida o quotidiano enquanto terreno fértil para a apatia e para a banalidade, apresentando-nos uma peça obscura mas enérgica e virtuosa, carregada de nuances musicais cuidadosas, detalhadas e imprevisíveis. «Serpente Infinita» foi gravado a convite do Centro Internacional de Danças e Músicas do Mundo Ibérico – Musibéria, que publica este álbum sob a alçada da sua plataforma editorial, Respirar de Ouvido.
 
PRÓXIMOS CONCERTOS

14 Novembro 2018 | VISEU @ Carmo 81
21 Novembro 2018 | AVEIRO @ LoopLab
30 Novembro 2018 | OVAR @ Casa do Povo
24 Janeiro 2019 | PORTO @ (sala a anunciar)
 

ZABRA RECORDS APRESENTA

A ZABRA Records tem o prazer de apresentar o videoclip original do single "UNÇÃO" de azul-revolto. Este tema é o primeiro avanço de um EP a ser editado no dia 19 de Novembro. A edição conta 4 faixas originais e um remix do músico Random Gods [Danse Noire].

Realizado por João Pedro Fonseca

Actores: João Pedro Fonseca & Rui Ribeiro Alves

Assistente de câmera: André Teixeira

Lançamento do EP > 19/11

ZABRA003 – azul-revolto - SEIVA

1. azul-revolto – Emboscada
2. azul-revolto – Unção
3. azul-revolto – Cura
4. azul-revolto – Riacho
5. azul-revolto – Unção (Random Gods Remix)

SITE OFICIAL

Bandcamp . Youtube . Soundcloud . Website
 

DUARTE NA CASA DA MÚSICA




















Fadista apresenta este sábado o disco "Só a Cantar" na Casa da Música no Porto.

Este álbum conta com a produção de João Gil e é composto por onze temas. A orientação artística é de Aldina Duarte que contribui com a sua autêntica e significativa vivência de trabalho na matéria dos fados, apontando quais as melhores melodias do fado tradicional que serviriam as letras de Duarte.

Duarte | Voz e Guitarra
Pedro Amendoeira | Guitarra Portuguesa
João Filipe | Viola de fado
Carlos Menezes| Baixo Acústico

Um disco a ouvir e um espectáculo a não perder.
 

LITTLE FRIEND ESTÃO DE VOLTA COM "SOMBRE SONG"












5 anos depois de "We Will Destroy Each Other", álbum que deu a conhecer os Little Friend, a banda de John Almeida está de regresso com "Sombre Song", primeiro avanço para "A Substitute for Sadness", novo álbum com edição agendada para 2019.

Os Little Friend estiveram ausentes durante um período em que houve uma desconstrução gradual de tudo o que estava a ser escrito e vivido, até ser inevitável uma reconstrução quase total da música, do som, e até da identidade da banda. Depois de mudanças profundas, tanto a nível pessoal como criativo, este disco pretende chegar a uma nova sonoridade, com mais arranjos e orquestração, e uma produção mais cuidada, sem nunca perder o objectivo de escrever canções. De novo numa parceria e colaboração muito próxima com o seu produtor André Tentugal, também responsável pelos arranjos e composição, os Little Friend têm como single de avanço "Sombre Song" que reflecte o fascínio pela fronteira sonora entre a estética de cantautor dos finais dos anos 60 e a orquestração do início da década de 70, que trouxe temas mais sombrios para as letras e tentou alargar os limites da produção. Gravado e misturado nos Estúdios Sá da Bandeira, no Porto, por João Brandão, este tema dá-nos um sinal do que virá brevemente. O desconcertante videoclip, com a presença intensa do ator Tommy Luther, foi também realizado por André Tentugal.
 

CONAN OSIRIS E ANA PRIOR NA MADEIRA












São raros os fenómenos fulminantes e consensuais do universo cultural português. Em cerca de três meses, Conan Osiris passou de ilustre desconhecido a um dos mais elogiados produtores e cantautores do mercado, fazendo de “Adoro Bolos” paragem obrigatória de escuta nas prateleiras de novas edições nacionais. Da estreia no programa 5 para a Meia Noite ao palco da Galeria Zé dos Bois (prove-se aqui a transversalidade da sua música), umas quantas semanas de elogios da crítica e entusiasmo do público baptizaram o seu trabalho como “música do futuro”. Tiago Miranda discorda, chama-lhe música normal, daquela que dá para rir, chorar, dançar, viajar ou tomar banho. Do futuro ou do agora, certo é que de Borrego a Adoro Bolos há mundos imensos de referências, do eterno Variações ao funaná, do electro-chunga ao hip hop, num caldeirão que nunca se ouviu antes, que grita urgência e se prova tão pensante quanto divertido. Um vício, portanto, este que marca a edição mais electrónica do Aleste.

Marcado para 24 de Novembro no Mercado Dos Lavradores do Funchal, o Ilhatrónica conta ainda com a actuação de Anna Prior. A baterista dos Metronomy reserva um gosto especial pelo ritmo e pela música e, quando não anda em tour com a sua banda, pode ser encontrada a dirigir os decks de alguns dos clubes nocturnos da moda. Para abrir a noite, às 21h30, espaço de honra para o disc jockey da casa, Diogo Freitas.

Os bilhetes podem ser adquiridos na Fnac, Barreirinha Bar Café e Café do Museu, pelo valor de 15€.

sábado, 10 de novembro de 2018

PROGRAMA DE 10/11/18

1- Diabo na Cruz -“ Malhão 3.0
2 - Senhor Doutor - Miguel
3 - Camaleão - A tasca
4  - Há Lobos Sem Ser Na Serra - Querido Alentejo
5 - Medeiros/Lucas - Elena Poena
6 - Sérgio Godinho - Artesanato
7 - Samuel Úria  -Vem de novo
8  -  Vicente Palma  - Parto

9 - Señoritas  - Enlouqueci
10 - Márcia  -  Tempestade
11 - Nó Cego -  Pequena
12 -  Lavoisier - Vira
13 - Ela Vaz  - Amar é ser quem sou
14 - Danças Ocultas -  O teu olhar (c/ Carminho)
15 - Cristina Branco - Este corpo
16 - Luísa Sobral - O melhor presente

OS 40ANOS DOS UHF









A banda rock UHF, liderada por António Ribeiro, está a celebrar 40 anos, com dois espetáculos, em Lisboa e no Porto, em dezembro, e a edição, em CD, este mês, de três álbuns até agora apenas disponíveis em vinil.

A 22 de dezembro, os UHF atuam na Aula Magna da Universidade de Lisboa, e, a 29 de dezembro, na Casa da Música, no Porto. Nestes dois concertos são convidados Ana Bacalhau, Frankie Chavez e The Legendary Tiger Man.

Antes destes dois espetáculos, no próximo dia 16, os UHF sobem ao palco do Teatro Avenida, em Castelo Branco, sem convidados especiais.

Além de António Manuel Ribeiro (voz e guitarra), constituem atualmente os UHF, António Côrte-Real (guitarra), Ivan Cristiano (bateria), Luís Simões (baixo), Fernando Rodrigues (teclas), “a formação mais consistente e duradoura da banda”, disse à agência Lusa António Manuel Ribeiro.

Um dos três CD a editar é “Persona Non Grata”, álbum de 1982, com os temas “Voo para a Venezuela”, “Um Mau Rapaz” e “Fim da Vida”, entre outros, e a faixa bónus “Amigos Até Logo”, inicialmente editada no lado B do ‘single’ “Um Mau Rapaz”.

A este junta-se o álbum “Ares e Bares de Fronteira” (1989), cujo CD inclui como faixas bónus “Chris”, que saiu originalmente no lado B do ‘single’ da etiqueta Orfeu (SINP 5), datado de 1983, e ainda “Puseste o Diabo em Mim” e “De Um Homem”, temas editados num ‘single’ Orfeu (SINP 19), de 1984.

O conjunto de três álbuns fica completo com “Ao Vivo em Almada. No Jogo da Noite” (1985), “o primeiro álbum ao vivo do rock português”, disse António Manuel Ribeiro. O CD inclui como faixa bónus “Rapaz Caleidoscópio”.

Este álbum, que o músico qualificou como “carismático” e “pioneiro”, foi gravado no Centro Cultural do Alfeite, base naval em Almada, onde a banda ensaiava.

Sobre a edição dos três CD, António Manuel Ribeiro afirmou à Lusa que foi a sua primeira celebração do 40.º aniversário da banda, e que se sentiu “mais emocionado do que se tivesse colocado cá fora um álbum de originais”.

Estes três álbuns em vinil foram editados pela discográfica Rádio Triunfo/Orfeu que, “entretanto, desapareceu". "Ninguém sabe onde está a editora, não há comunicação, não saem discos novos, e não há nada”.

Os Long Play (LP), agora editados em CD, têm mais de 30 anos, tendo António Manuel Ribeiro decidido avançar para uma edição em CD, depois de ter feito uma leitura do contrato que assinou com a discográfica Rádio Triunfo, que mais tarde adquiriu a Orfeu.

“Decidi fazer uma edição, salvaguardando os direitos [autorais e conexos] de quem os apresentar, porque no fundo fiz um contrato com a Rádio Triunfo, que hoje não sei quem é o seu detentor, e se é que hoje existe alguém, legalmente, seu detentor”, disse o músico que realçou o “prejuízo enorme” que representou esta “ausência” dos álbuns no mercado.

A discográfica Rádio Triunfo e a etiqueta Orfeu, cujo espólio inclui nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Sérgio Godinho, entre outros, foram adquiridas em 1979, pela Movieplay Portuguesa.

Os UHF começaram a editar na Rádio Triunfo/Orfeu a partir de 1982, altura em que deixaram a Valentim de Carvalho, e que Ribeiro qualificou como “o verão do 'PREC' dos UHF”.

Referindo-se à edição dos três CD, a partir de discos originalmente editados pela Rádio Triunfo/Orfeu, António Manuel Ribeiro afirmou: “Neste momento estamos a fazer história”.

“Este é um caso de lesa património cultural e lesa capacidade do artista e do autor, em poder realizar a sua obra e vendê-la. Não tem justificação, e tentei tudo. Tentei tudo, licenciar, comprar a obra, até que, em 2011, mandei uma carta registada e ninguém me respondeu, portanto acabou”.

“Eu assumo tudo, não são os UHF, sou eu, salvaguardando os direitos de autor, dos artistas. E quem aparecer como legal detentor do contrato [assinado entre os UHF e a discográfica] vai ter de negociar comigo, pois neste momento deve-me dinheiro”, desafiou.

Referindo-se à efeméride, e a projetar o novo álbum de originais dos UHF, António Manuel Ribeiro, em entrevista à agência Lusa qualificou o percurso artístico como “uma vida de entrega, uma causa uma forma de vida”.

“Quando começámos não havia nenhuma ideia, nem um sonho. Qual sonho?... É evidente que nós queríamos comprar uma guitarra, dar uns espetáculos, gravar um disco, mas eram sonhos muito próximos. Nem nunca pensei que pudesse durar dez anos, quanto mais quarenta”, disse.

Para o músico, a carreira foi fazendo-se, “vivendo, entendendo-se o país, a viver dentro deste país e com convicções”.

Sobre a longevidade da banda e os sucessos que teve, como “Rua do Carmo”, “Cavalos de Corrida” ou “Matas-me com o teu Olhar”, o músico afirmou que se deve ao facto de “ter tido os melhores professores da escrita mundial, nomeadamente os autores da canção de intervenção”.

“Nós temos grandes, grandes 'cantautores' em Portugal, seja o José Afonso, seja o José Mário Branco, o Adriano [Correia de Oliveira] ou a poesia do Manuel Alegre e do [José Carlos] Ary dos Santos. E, depois, tenho o ‘punk’, que é a devolução à rua, a quem não tem dinheiro, a demonstração de que a música se faz assim, sem meios, numa altura em que, após o 25 de Abril estava em moda o rock sinfónico e o rock jazz e, quanto ao resto, a rebeldia, é olhar à volta”, disse.

“Nós passámos a falar para a nossa geração com liberdade”, disse António Manuel Ribeiro, referindo que essa liberdade contrastava com o que se compôs nos tempos da Censura política, antes do 25 de Abril, que motivou “soluções de escrita fantásticas”, recorrendo os autores, então, à metáfora e ao uso da comparação.

Os UHF, originários da Costa de Caparica, no concelho de Almada, surgiram em 1978 na cena musical portuguesa. A formação inicial era composta por António Manuel Ribeiro (voz e guitarra), Renato Gomes (guitarra), Carlos Peres (baixo) e Américo Manuel (bateria).

O 'single' "Cavalos de Corrida", o segundo da banda, saído em outubro de 1980, vendeu mais de 100.000 exemplares, tendo sido o primeiro da banda editado pela Valentim de Carvalho.

Em julho de 2017, a banda contabilizou 1.700 concertos em Portugal e no mundo, somava a venda de mais de 1,5 milhão de discos – entre álbuns, 'extended plays','singles' e cassetes – e a edição de quinze álbuns de estúdio.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

PROGRAMA DE 09/11/18

1 - Bruma Project - O sol
2 - Magano - Chamaste-me extravagante
3 - Quiné Teles - A garça
4 - Senza - Mistura
entrevista Senza
5 - Senza - Goa
6 - Samuel Úria - Vem de novo
7 - Vicente Palma - Tens tempo
8 - Best Youth - Nightfalls
9 - Gimba - Vá lá


DANÇAS OCULTAS NO PORTO COM CARMINHO







DANÇAS OCULTAS apresentam “DENTRO DESSE MAR” no MISTY FEST
participação especial de Carminho

21 Novembro | Casa da Música (Porto) | 21h00

“Com o toque de Jaques Morelebaum, os Danças Ocultas mostraram ao vivo os sons do seu novo disco, mas sem renunciar à força e ao poder mágico das concertinas em festa, quando contracenam e se desafiam (…) um momento de exaltação ímpar, prova da excelência do som do grupo. (…) danças nada ocultas, numa sonoridade que se vai apurando a olhar o futuro.”

Nuno Pacheco in Público

“Há danças que não se podem perder. E cabe tanto mar dentro destas concertinas. Foles que nos fazem querer dançar numa demonstração de um som orgânico e de uma paleta de ritmos e timbres que, desde o primeiro álbum de 1996, nos mostra como este é um dos projectos mais singulares da música moderna portuguesa. “

Miguel Marujo in Diário de Notícias

Assim foi o espectáculo de apresentação de Dentro Desse Mar no Tivoli BBVA no dia 3 de Novembro, que perante um público bastante efusivo, comprovou que os Danças Ocultas de Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel são um dos grandes tesouros da música portuguesa contemporânea.

Contando com convidados especiais como Jaques Morelenbaum (produtor do disco) no violoncelo, Dora Morelenbaum na voz, Marco Figueiredo no piano e Quiné Teles na percussão, os espectáculos de lançamento deste belíssimo álbum, integrados na 9ª edição do MISTY FEST, levaram “Dentro Desse Mar” também aos palcos do Convento de São Francisco (Coimbra) e do Teatro Aveirense, onde o quarteto foi acolhido, em plateias esgotadas, com enorme entusiasmo.

O próximo espectáculo acontece a 21 de Novembro na Casa da Música (Sala Suggia) pelas 21h00 e contará, para além dos convidados habituais, com uma participação muito especial: a cantora Carminho que colaborou na gravação do novo disco com “O Teu Olhar”, tema com letra de Tiago Torres da Silva.

Os bilhetes estão à venda na Casa da Música, FNAC, Ticketline e locais habituais.
Com quase três décadas de carreira, as quatro concertinas mais desconcertantes da música portuguesa são um caso sem paralelo na história moderna da música em Portugal. O grupo conseguiu levar a sua música às mais respeitadas salas nacionais e internacionais, dividir palcos com orquestras clássicas e colaborar com importantes nomes da música, de Rodrigo Leão a Carminho, de Maria João e Mário Laginha a Dead Combo, entre outros.

Dentro Desse Mar, o tão aguardado novo disco lançado a 28 de Setembro, é o mais ambicioso projecto artístico da carreira do grupo. Gravado nos estúdios Casa do Mato, no Rio de Janeiro, o álbum teve o conceituado Jaques Morelenbaum aos comandos da produção. Este novo trabalho, que tem recolhido inúmeros aplausos da crítica e do público, conta com composições e arranjos dos próprios Danças Ocultas, as participações especiais de Carminho, Zélia Duncan e Dora Morelenbaum nas vozes e do próprio Jaques no violoncelo.

É Dentro Desse Mar que os Danças Ocultas querem agora viajar, abrindo-nos um oceano de novas abordagens, amplo na sua abertura ao mundo. E todos estamos convidados a embarcar com eles, rumo a estas novas aventuras