Na segunda e terceira ronda da Deslargada Maternidade, Luís Severo e Filipe Sambado reunem-se em palco para um concerto em conjunto, com música de um e do outro e de outrxs. Na primeira sessão do dia, a April Marmara induz a contemplação do início da tarde e na segunda sessão a Catarina Branco traz canções antigas e novas sobre tudo e sobre nada. O Co$tanza convida-nos a um drink de início de fim de tarde, ligando ambas as sessões.
Dia 27 de Setembro no recreio d'A Voz do Operário. Bilhetes à venda em https://maternidade.bol.pt e nos locais habituais.
Filipe Sambado x Luís Severo | sessões 1 & 2
Luís Severo e Filipe Sambado conheceram-se em 2008 em casa do João Coração, nas as gravações do Muda que Muda. Aos poucos foram construindo uma forte amizade, tendo colaborado intensivamente entre 2012 e 2015:
Luís produziu Filipe em Ups, fiz isto outra vez..., Filipe produziu Luís em Cara d’Anjo. Luís foi teclista do Filipe e Filipe foi baterista e guitarrista do Luís. Dividiram estúdio, dormiram na mesma casa vezes sem conta e pagaram muitos almoços e jantares um ao outro.
Dia 27 de Setembro, no recreio d'A Voz do Operário, tocam músicas de um e do outro e de outrxs.
Luís produziu Filipe em Ups, fiz isto outra vez..., Filipe produziu Luís em Cara d’Anjo. Luís foi teclista do Filipe e Filipe foi baterista e guitarrista do Luís. Dividiram estúdio, dormiram na mesma casa vezes sem conta e pagaram muitos almoços e jantares um ao outro.
Dia 27 de Setembro, no recreio d'A Voz do Operário, tocam músicas de um e do outro e de outrxs.
As canções de April Marmara carregam elegância na voz e um tom onírico, contador de epopeias imaginadas e romances vividos e prima por demonstrar um dom natural - e por isso muito honesto - na composição.
New Home, o LP de estreia, é construído pelo mistério por trás da voz que se encontra com as letras e universo que evoca, juntando-se ora a um delicado dedilhar, ora a um furioso riff.
April Marmara consegue assim entregar uma identidade segura e reveladora: uma essência melódica inusitada, evitando lugares comuns ou caminhos previsíveis e ainda assim criando elo suficiente para estabelecer familiaridade
Catarina Branco | sessão 2
Vinda do Oeste, a Catarina Branco não toca hard-rock, hip-hop ou música de dança. A sua música não é muito jazzy nem tem gritos distorcidos. Não traz uma orquestra de 80+ músicos dirigida por um maestro de alto gabarito. Metaleiros não vão aos concertos dela. Há quem diga que é queer-pop-fofinho.
Catarina Branco estreou-se com 'Tá Sol, um EP de canções sobre amizade, amor e enfatuação e tudo o que fica na margem e zonas cinzentas dos limites dessas ideias, num exercício de síntese musical. Gravado em casa por meios próprios, tendo tido uma ajuda na pós-produção e na mistura de Luís Severo, com quem também conta agora para a produção do seu primeiro LP, que começa a desvendar na Deslargada Maternidade.
Co$tanza (DJ Set) | sessões 1 & 2
Co$tanza, de nome inspirado na personagem do icónico sitcom dos anos 90, Seinfeld, é a assinatura de Miguel Costa - como no "Linha Verde", a fascinante ode musical à linha do metro de Lisboa -, membro do colectivo de produtores Discos Volta e Meia, como Bejaflor.
Dia 27 de Setembro, Co$tanza convida-nos a um drink de meio da tarde no recreio d'A Voz do Operário ao som das suas escolhas, que tanto podem beber do seu vasto repositório de ficheiros como de beats seus.
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