Os Hornet são a mais antiga banda de Coimbra em actividade e isso nota-se. De maquete em maquete têm cimentado uma evolução de fazer inveja a muitas bandas. Hoje em dia o rock que criam é o rock dos Hornet.
A maior influência da banda sempre foram os Korn. Aliás, a música que a banda toca deve tudo ao som vindo da América. Mas o que é certo é que hoje, o rock musculado dos Hornet, consegue descolar-se de muitas das referências que lhe eram apontadas no passado.
"From Scratch" abre com "Mad Rumba" o tema que mais ligações tem com as anteriores demos. Estamos, aqui, perante uma rumba disfarçada de rock, onde as mudanças de ritmos são o prato forte. Os Hornet são uma banda que gosta de experimentar ideias. São um grupo que gosta de criar temas complexos, desconstruindo o formato da tradicional canção rock. "Mad Rumba" é quase uma não-canção…
Os restantes três temas mostram-nos, que hoje, os Hornet são capazes de criar igualmente outro tipo de som. Em "Outsider", "Golden Years" e "Raise", a banda apresenta verdadeiras canções rock. São três temas de peso onde a melodia está muito bem vincada. "Raise" é mesmo, o tema mais radiofónico alguma vez criado pelos Hornet. Por vezes a fazer lembrar os Zen.
Sem querer minimizar o excelente trabalho dos restantes músicos, nesta demo é a voz de Ricardo que nos salta à vista. O vocalista dos Hornet atinge em "From the Scratch" o ponto máximo. A produção certeira de Márcio Silva, faz Ricardo brilhar.
Já que falamos no aspecto importante da produção, é bom que se diga que finalmente, os Hornet conseguiram encontrar alguém com mãos para trabalhar o seu som. Márcio Silva dá um toque de arte fundamental a esta demo. Sem abusar em demasia das tecnologias, deixa o rock dos Hornet voar.
O importante agora é passar estas músicas para CD para que elas possam atormentar muitas mentes. Exige-se neste momento um trabalho certeiro e bastante apurado da banda para que estas músicas não se percam, como aconteceu com muitos outras.
Depois de terem conseguido atingir o cume da montanha, sem nunca terem editado um trabalho a valer, o curioso será ver o que os Hornet podem ainda fazer.
Para já vou esperar pelo próximo concerto. O palco é a casa dos Hornet. Venham daí comigo…
A maior influência da banda sempre foram os Korn. Aliás, a música que a banda toca deve tudo ao som vindo da América. Mas o que é certo é que hoje, o rock musculado dos Hornet, consegue descolar-se de muitas das referências que lhe eram apontadas no passado.
"From Scratch" abre com "Mad Rumba" o tema que mais ligações tem com as anteriores demos. Estamos, aqui, perante uma rumba disfarçada de rock, onde as mudanças de ritmos são o prato forte. Os Hornet são uma banda que gosta de experimentar ideias. São um grupo que gosta de criar temas complexos, desconstruindo o formato da tradicional canção rock. "Mad Rumba" é quase uma não-canção…
Os restantes três temas mostram-nos, que hoje, os Hornet são capazes de criar igualmente outro tipo de som. Em "Outsider", "Golden Years" e "Raise", a banda apresenta verdadeiras canções rock. São três temas de peso onde a melodia está muito bem vincada. "Raise" é mesmo, o tema mais radiofónico alguma vez criado pelos Hornet. Por vezes a fazer lembrar os Zen.
Sem querer minimizar o excelente trabalho dos restantes músicos, nesta demo é a voz de Ricardo que nos salta à vista. O vocalista dos Hornet atinge em "From the Scratch" o ponto máximo. A produção certeira de Márcio Silva, faz Ricardo brilhar.
Já que falamos no aspecto importante da produção, é bom que se diga que finalmente, os Hornet conseguiram encontrar alguém com mãos para trabalhar o seu som. Márcio Silva dá um toque de arte fundamental a esta demo. Sem abusar em demasia das tecnologias, deixa o rock dos Hornet voar.
O importante agora é passar estas músicas para CD para que elas possam atormentar muitas mentes. Exige-se neste momento um trabalho certeiro e bastante apurado da banda para que estas músicas não se percam, como aconteceu com muitos outras.
Depois de terem conseguido atingir o cume da montanha, sem nunca terem editado um trabalho a valer, o curioso será ver o que os Hornet podem ainda fazer.
Para já vou esperar pelo próximo concerto. O palco é a casa dos Hornet. Venham daí comigo…
Nuno Ávila
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