sexta-feira, 4 de abril de 2025

FESTIVAL SANTOS DA CASA 2025





















De 21 de março a 13 de maio a espalhar ovos sons nos palcos


O Santos da Casa, programa de música portuguesa da Rádio Universidade de Coimbra, que vai para o ar todos os dias entre as 19h e as 20h, em 107.9 ou www.ruc.fm, comemora 33 anos em 2025. O festival que o programa criou, com o intuito de dar a conhecer novas bandas à cidade, atinge este ano os vinte e sete anos de festival.

Os propósitos continuam a ser os mesmos. Mostrar em palco, bandas e artistas que regularmente são divulgados no programa, no blog e no facebook. Continuar a trazer artistas que nunca por aqui mostraram o seu talento. Sempre que possível apadrinhar o nascimento de novas bandas e apresentar novos espaços para a realização de concertos e debates e outras atividades.

Este ano o festival começa com a primavera e termina no dia 13 de maio sempre a mostrar música nova... Depois de em 2023 termos ido até Viseu e em 2024 termos ido ao Porto e regressado a a Cadima (Cantanhede), este ano vamos até à Pena (Cantanhede).

Continuamos com a intenção de provar a todos que existem boas bandas para ver e ouvir.

Começámos quando a rádio fazia 13 anos, com 13 bandas a tocar no antigo auditório Salgado Zenha na AAC. Concertos transmitidos em direto no programa. Algumas bandas a terminarem o ensaio de som já com o indicativo do programa no ar. Uma saudável pilha de nervos para todos. Mas o bicho ficou cá dentro a roer e nunca mais parámos de organizar coisas.

Depois, enquanto o Le Son foi vivo, fizemos desse espaço a morada do Festival. Assim que ele fechou portas, o Festival Santos da Casa tornou-se nómada e tomou de assalto todos os espaços da cidade onde era possível mostrar som. O corredor e terraço da nossa RUC, o Museu dos Transportes, o àCapella, a FNAC, a Via Latina, a Galeria Santa Clara, o Ar D’Rato, o Arte à Parte, o Salão Brazil, o States, o CITAC, o TEUC, o Aqui Base Tango, o Auditório do Conservatório de Coimbra, o Café Santa
Cruz, o Teatro Loucomotiva, em Taveiro, a Vinharia da Sé e o Pinga Amor, foram alguns dos espaços que acolheram as bandas por nós escolhidas. Esta itinerância tornou-se marca da casa.

Bandas? Tantas e sempre tão boas, por isso, as escolhemos. Muitas estreias, que com orgulho nosso se tornaram em certezas. Muitos grupos a regressarem a Coimbra para comprovar o seu talento. Algumas noites com casas de respeito.

Destaques? É sempre ingrato. Todos merecem o nosso carinho e admiração. Contudo, se vos falarmos de A Naifa, Paus, Anaquim (que tocaram pela primeira vez na vida no nosso Festival), Sam The Kid, Linda Martini, Dealema, B Fachada, Capicua, Dead Combo, Samuel Úria, Balla, D’Alva, Valter Lobo, Maze, Miramar, A Cantadeira ou Bandua, os outros nos desculparão. Mas todos eles nos encheram as
medidas e se tornaram amigos do peito.

Se nos perguntam se continua a ser válido mostrar em palco alguns dos sons que divulgamos no nosso programa, blog e facebook, dizemos sem pestanejar que sim. Existem por aí muitas bandas a valerem este nosso esforço.

Este ano a festa volta a ser grande. Vão ser tardes e noites memoráveis com um naipe de bandas e artistas que nos enchem de vaidade. E muitos concertos de entrada livre.

Por isso, contamos com todos. O público é sem dúvida o prato forte deste festival. A vocês pedimos que apareçam para ver novas bandas ou daqui a uns meses lamentar-se-ão por terem deixado escapar um nome que poderiam ter visto quase em primeira mão.

FESTIVAL SANTOS DA CASA 2025 (21 de março a 13 de maio)


21/03/2025 (sex) 22h - mARCIANO – Salão Brazil
21/03/2025 (sex) 23h - Nuno Ávila dj set - Pinga Amor
03/04/2025 (qui) 22h – Tomé Silva + dj RUC – Casa das Artes Bissaya Barreto
14/04/2025 (seg) 18h – Ritos e Mitos de Dionísio – Corredor RUC
15/04/2025 (ter) 19h30 – P.S. Lucas – Café Concerto Convento São Francisco (Café Curto)
02/05/2025 (sex) 23h00 – Baleia Baleia Baleia + Santos da Casa dj set – CCR Pena
09/05/2025 (sex) 18h – Vitória Vermelho – Centro Cultural Penedo da Saudade
11/05/2025 (dom) 16h – RimaRussa + Balbúrdia (ensaio aberto) Sede ASMUSITEC (Music Light)
12/05/2025 (seg) 18h – Líquen – Corredor RUC
13/05/2025 (ter) 19h30 – Yosune conversa concerto – Café Concerto Convento São Francisco (Café Curto #200)

Sexta, 21 de março 2025 às 22H00
Salão Brazil
mARCIANO
Bilhete 7€


Após ter lançado os singles “Bissectriz (2021) ” e “Missão Amar-te (2023)” , 2 amigos são atraídos pelas forças gravitacionais de Marte. Entram então em 2023 para o projecto, Rui Geada (baixo) e Nuno Francisco (bateria), consolidando o grupo como um trio.

Agora, com “MISSÃO AMAR-TE”, o 2º disco, lançado a 14 de Fevereiro de 2025, a banda busca uma nova sonoridade portuguesa, ajudando Marciano a cantar a sua melancolia, esperando que ecoe profundamente no coração de quem ouve.

Sexta, 21 de março 2025 às 23H00
Pinga Amor
Nuno Ávila dj set
Entrada gratuita

Começa a ser tradição abrir o festival com uma festa recheada da melhor música portuguesa para dançar.

Quinta, 3 de abril 2025 às 21h00
Casa das Artes Bissaya Barreto
Tomé Silva + DJ RUC
Bilhete 4€

 
Tomé Silva é um produtor, compositor e instrumentista almadense. O seu trabalho define-se por uma falta de fronteiras estilísticas, que podem ir de música de dança e ambiente até à música improvisada ou canção.

Desde 2016, apresenta uma torrente de interessantes lançamentos, quer de forma independente no Soundcloud e Bandcamp, quer através de diversas editoras também independentes, como a Rotten \ Fresh, Angel, Fera Felina e surf. Trabalhou e trabalha intimamente em projetos com Farpas, Bejaflor e Maria Reis, sendo atualmente o baterista da formação ao vivo de Maria Reis e Panda Bear, o projeto a solo de Noah Lennox. Na relação com o meio artístico, Tomé Silva zela sempre pela procura do acidente, da fragilidade, do espiritual e da contradição como meios para um fim que seja simultaneamente desconhecido e familiar.

Segunda, 14 de abril 2025 às 18h00
Corredor da RUC
Ritos e Mitos de Dionisio
Entrada gratuita


Ritos e Mitos de Dionísio é um dos vários projetos a solo de Gil Dionísio, que conhecemos dos Criatura, dos Pás de Problème ou dos Contos e Lenga Lendas.

Estreia-se em Coimbra no nosso festival mostrando vários temas já lançados e outros que deverão fazer parte de um primeiro disco a sair.

Terça, 15 de abril 2025 às 19h30
Café Concerto do Convento São Francisco
P.S. Lucas
Café Curto
Entrada gratuita


PS Lucas começou a caminhar em casa própria no ano de 2021, após experimentações eletrónicas a partir do património oral dos Açores, com o projeto O Experimentar Na M’Incomoda, e do início de um percurso como compositor e produtor para o grupo Medeiros/Lucas. Depois de “In Between”, trabalho que lançou em 2021, quando o mundo era um sítio muito distante, “Villains & Chieftains” aparece, em 2024, como uma tranquila revolução, daquelas que fazem estremecer os corações de quem as escuta. Neste disco, onde Lucas escreve, canta, toca guitarras e até alguns sintetizadores, rodeou-se de novos e velhos amigos, tendo a multi-facetada Mariana Ricardo (Minta & The Brook Trouts, Lena d’Água) ao leme da produção.

Sexta, 2 de maio 2025 às 23h00
C. C. R. Pena
Baleia Baleia Baleia + Santos da Casa dj set
Entrada gratuita


Os BALEIA BALEIA BALEIA são uma dupla formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz), sediada no Porto.

Com um nome que é uma piada rodada, a banda surgiu em 2015 a partir de jams informais, no estúdio Quarto Escuro em Cedofeita. Hoje, têm já 2 discos editados, depois de um primeiro EP pirata.

Para além de várias salas de norte a sul, já passaram por festivais como Paredes de Coura, Bons Sons, Super Bock em Stock, Circuito Super Nova e ZigurFest.

Alicerçados no espírito DIY, o mote é simples: falar de assuntos sérios com leveza, inspirados na inesgotável fonte de ideias absurdas que a realidade contemporânea movimenta.

Sendo o palco o habitat natural do duo, estão permanentemente em andamento. A banda é uma das mais ativas no panorama underground português, contando com mais de 200 concertos e muitos quilómetros de estrada. As (muitas vezes longas) performances de energia e poesia visceral têm sido elogiadas constantemente pelo público e pela crítica, culminando frequentemente em momentos de sintonia e catarse.

Estão já a criar para um novo trabalho e poderá até haver material novo ao vivo.

Sexta, 9 de maio 2025 às 18h00
C. C. Penedo da Saudade
Vitória Vermelho
Entrada gratuita


Vitoria Vermelho, o nome artístico de Francisca Oliveira, emergiu no cenário artístico do Porto em 2023, apresentando o seu trabalho autoral.

Francisca começa a sua jornada com aulas de guitarra no Centro Comercial Stop e posteriormente com o Marco Nunes e mais tarde foca-se no canto na Escola de Jazz do Porto. Foi lá que desenvolveu a sua voz, o seu instrumento principal, e realizou apresentações mais sérias, como o festival Caldas Nice Jazz em 2019. Participou no The Voice Portugal 2021/2022 onde chegou a atuar na Semi-Final.

O nome “Vitoria Vermelho” é uma fusão do seu nome favorito e um sobrenome que foi deixado para trás pela sua avó, criando uma identidade sonante e forte. Em 2022/2023 realiza os seus primeiros concertos em Paris e no Porto, onde apresenta o seu álbum de estreia Homónimo. Este álbum é uma coleção de músicas que começaram como uma forma de terapia, um processo de confronto e aceitação de emoções intensas.

O disco foi editado em finais de 2024 pela Biruta Records e nele podemos encontrar temas como “Não Me o Dês” e “Always” (já com bastante rotação em algumas rádios como RUC, Antena 3 ou Smooth FM.

Domingo, 11 de maio 2025 às 16h00
Sede da ASMUSITEC (Music Light)
RimaRussa + Balbúrdia
Ensaio aberto
Entrada gratuita


Duas bandas da Confraria do Rock Tuga num ensaio aberto na Music Light

Os RimaRussa são uma banda independente que descende da cena cultural e artística da cidade do Porto. Afirmam-se como exploradores do carácter forte da língua portuguesa conduzida por turbulências sonoras e melódicas próprias do seu universo artístico tão introspectivo quanto interventivo.

Depois de diversos concertos ao vivo, estrearam-se em 2023 com seu primeiro single e videoclipe - Espiral, apresentando-se oficialmente ao mundo por via da abertura das suas plataformas streaming e redes sociais. No ano 2024, foram distinguidos com o 1o prémio no concurso de bandas da ASMUSITEC, ano em que lançaram os seus segundo e terceiro singles/videoclipes oficiais com os temas - Endorfina e Fora de Ti.

Balbúrdia, banda natural do concelho de Soure é, antes de mais, um grupo de amigo que se juntou em 1996 para criarem as suas próprias músicas, tendo sempre como linha mestra o rock, sem ligarem a modas ou estilos emergentes. Em termos de registos, os Balbúrdia editaram até à data 11 trabalhos individuais e contam ainda com a participação em várias coletâneas e compilações dedicadas ao rock português.

No que respeita a concertos, dentro das largas de espetáculos, podem-se destacar as “partilhas de palco” com bandas como Xutos & Pontapés, Fischer Z, UHF, Clã, Peste & Sida, entre outros. Mas o maior destaque vai para os espetáculos denominados “Philarbúrdia”, onde os Balbúrdia se juntaram aos mais de 100 músicos das centenárias Filarmónica Vilanovense e Banda do Cercal, para interpretar arranjos para alguns dos mais emblemáticos temas da sua carreira.

Segunda, 12 de maio 2025 às 18h00
Corredor da RUC
Líquen
Entrada gratuita


Líquen parte do imaginário e da expressividade de Constança Ochoa, cantora natural de Coimbra que, unindo a voz à poesia e às polifonias vocais, assume um projecto com uma identidade fluida, circulando através do pop, o jazz, a MPP e outras influências.

A co-criadora de Peixinhos da Horta e membro de Human Natures abraça, a composição a solo e mergulha numa estratégia colectiva de produção das suas canções, aliada a três músicos e produtores: Buga Lopes, Leonardo Patrício e Pepas.

Revoltas internas que se desenlaçam da tragédia humana, da mais pesada à mais corriqueira, da morte aos amores, dos vícios aos remédios, da paz ao desatino.

Terça, 13 de maio 2025 às 19h30
Café Concerto do Convento São Francisco
Yosune conversa concerto
Café Curto #200
Entrada gratuita

Yosune nasceu na Venezuela, mas vive em Portugal desde 2017. Em 2024 lançou “Madre Tierra”, um trabalho com a produção de Quico Serrano e que traz um apelo à nossa liberdade mais profunda, uma celebração da vida e da nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.

A 13 de maio mostra a sua música num evento que, simultaneamente, encerra o Festival Santos da Casa 2025 e que é a edição 200 do Café Curto. A performance musical é intercalada com conversa com o radialista Fausto da Silva, da Rádio Universidade de Coimbra, no dia em que comemora 42 anos de atividade radiofónica.

SIMBIOSE - "NÃO!

ROCK DE COMBATE EM LISBOA

 



















VICTOR TORPEDO, é um músico e artista plástico português de Coimbra, Portugal.

Como guitarrista, fez parte de várias bandas de punk e rock 'n' roll, como os Tédio Boys ou, mais famosos, os The Parkinsons.

Em 2024, Victor Torpedo lançou 12 álbuns, um por mês, todos atualmente compilados numa box de luxo pela Lux Records. Os Pop Kids foram originalmente formados para serem a banda de suporte de Victor Torpedo, mas deves esperar concertos explosivos sempre que os vires em palco! Victor Torpedo and The Pop Kids é composto por Miguel Benedito na bateria, Pedro Antunes no baixo e Filipe Fidalgo no saxofone, para além do próprio Victor Torpedo na guitarra.

MADURO MAIA "Canção de Combate" é um projeto a solo de Flávio Torres onde a guitarra, os samples e loops se unem para reviver as canções da Revolução e os seus originais mais interventivos .

Através de arranjos contemporâneos, Maduro Maia traz à vida hinos de liberdade, celebrando a memória e a luta pela democracia.

LUIS VARATOJO, músico e produtor, iniciou a sua carreira no final dos anos 80 com a banda de punk rock, PESTE & SIDA. Projetos como os DESPE E SIGA, LINHA DA FRENTE, A NAIFA e FANDANGO fazem parte do seu currículo. Desde 2021 tem gravado e actuado ao vivo sob o nome de LUTA LIVRE, projecto a solo onde aborda, sobretudo, questões políticas e sociais.

Paralelamente, tem mantido uma actividade regular como DJ com sets ecléticos que são um espelho do seu percurso como compositor e intérprete. Em eventos alusivos ao 25 de abril dá preferência a canções de combate, mas mantendo um repertório eclético que passa pelo Rock, Reggae, Rap, World, Electrónica, etc., o que for preciso para animar a malta.

Uma noite seguramente de combate, com o Rock e a música como armas principais.

Pré-Venda 10€ | No dia 12€
Link: https://forms.gle/HVGxPoD62o6NySxe7

Abertura de Portas: 20h30
Warm-Up Luis Varatojo DJ Set: 21h00
Maduro Maia: 21h30
Vitor Torpedo and The Pop Kids: 22h15
Luis Varatojo DJ Set: 23h30
Encerramento: 1h00

Local: ADF - Academia Dramática Familiar
Rua Praia de Pedrouços, 76
1400-280 Lisboa

BOVO VÍDEO DE SIMPLES MENTE





















fotografia por Carolina Parente

"ATROPELEI-ME" é o EP de estreia do artista pela Biruta Records, com lançamento a 9 de maio.

O Simples Mente (OSM) é a mais recente adição ao roster da editora Biruta Records. Natural de Viana do Castelo e, atualmente, a viver em Barcelona, onde está a tirar o mestrado em gestão e produção musical da ESMUC, este artista de 25 anos destaca-se pela sua versatilidade e independência, assinando tanto a composição como a escrita das suas músicas. No entanto, a sua abordagem colaborativa também se faz notar ao longo da sua ainda jovem carreira, como comprovam os EPs O Puto (2023), criado em parceria com Marrquise, e Vino Blanco at 4AM (2021), fruto da colaboração com Leexo.

Depois de ARRENDAR, lançado em janeiro, OSM regressa com um novo single, VENTOSO, que antecipa o EP ATROPELEI-ME e as nortadas do verão. Esta faixa, que deu origem ao EP, traz uma sonoridade mais pop dentro do universo hip-hop, sem perder a escrita consciente que caracteriza o artista. Mais do que uma canção, VENTOSO marca uma nova fase na sua vida. Apesar dos vendavais, OSM surge aqui num tom de celebração, abraçando tudo o que está por vir.

A música chega acompanhada de um videoclipe que, segundo OSM, “é uma homenagem à amizade. Retrata o verão de 2024 por terras minhotas, recolhe momentos e paisagens que não ficam para sempre, pessoas que só voltamos a ver no próximo ano”. O vídeo foi criado por Leonardo Amorim, Carolina Parente e Helena Ferreira.

O single “VENTOSO” já está disponível em todas as plataformas digitais de streaming. Foi escrito por Leonardo Amorim (OSM), com produção a cargo de Manel G e OSM e contribuições de Tuito Loureiro na bateria e Marrquise nos sintetizadores.

O EP ATROPELEI-ME será lançado no dia 9 de maio, e a pré-encomenda já pode ser feita no Bandcamp da Biruta Records, nos formatos digital e físico (Chave-Pen USB). No site, também é possível conferir a capa e a tracklist do projeto.

NOVO SINGLE DE CÁTIA GONÇALVES

 


















Cátia Gonçalves
acaba de lançar “Diz-me se ela é mais”, o primeiro single do seu aguardado EP de estreia, afirmando a sua identidade musical no panorama do R&B cantado em português. Com um groove envolvente e uma interpretação intensa, a artista transporta-nos para um universo onde a mulher assume o controlo da sua narrativa, transformando a dor em autossuficiência e poder pessoal.

Neste tema, Cátia canaliza emoção e energia numa experiência sonora que prende o ouvinte desde o primeiro momento. Através de linhas melódicas impactantes e de uma letra autêntica, a canção reflete a superação e o empoderamento feminino, celebrando a resiliência e a força interior. Com uma produção refinada que combina elementos do R&B contemporâneo, “Diz-me se ela é mais” destaca-se pela fusão entre sensualidade e autenticidade, oferecendo uma experiência musical inesquecível.

A canção conta com letra e música da própria Cátia Gonçalves, que assume também a voz principal, acompanhada ao piano por Rebeca Miranda, ao baixo por Sérgio Marques (Ginho), à bateria por Luís Inácio Martins e na guitarra por Tonny Teixeira. Nos coros, juntam-se Carlota Anjos, Diana Martínez, Luana Torrão e Gil Alves. Os arranjos e direção dos sopros estiveram a cargo de Samuel Silva, com a interpretação de Samuel Silva, João Sêco e João Sousa. A produção do tema ficou a cargo de Diana Martínez e João André, que assinou também a mistura e masterização. A equipa de produção contou ainda com o apoio de Diogo Caldas, Manel G Gonçalves, Rebeca Miranda e Pedro Cunha.

Natural de Ovar, Cátia Gonçalves descobriu a paixão pela música aos 11 anos, quando comprou a sua primeira guitarra. Desde então, a sua trajetória tem sido marcada por atuações na rua, em bares e grandes palcos, onde foi consolidando as suas influências e desenvolvendo um estilo próprio. Com uma abordagem que oscila entre o groove e a intimidade melódica, a sua música mergulha no R&B e no neo-soul, criando um espaço emocional onde cada nota e cada palavra ressoam com profundidade.

Com este lançamento, Cátia Gonçalves dá o primeiro passo para um EP que promete explorar a sua identidade musical de forma autêntica e intensa. “Diz-me se ela é mais” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

SALVADORICO LANÇA PRIMEIRO SINGLE

 


















"Acércate" é uma canção que nos inspira a assumir o controlo da nossa estabilidade emocional, e tem letra e música da autoria do cantor e compositor.

Salvadorico acaba de editar o seu primeiro single 'Acércate', com a participação de Mimicat, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do cantor e compositor, a canção apresenta uma sonoridade pop latina, e explora todo o imaginário e criatividade de Salvadorico, bem como a construção estética e o conceito de cada detalhe de cada música que compõe e escreve.

"O tema Acércate nasceu de um processo criativo muito dinâmico e divertido com o meu produtor Francisco Marques, que me acompanha há alguns anos, da Next Level Productions", afirma Salvadorico. "Ficamos normalmente horas a ouvir músicas de todo o mundo e de vários estilos, com muitos instrumentos, e que me transmitem muitas sensações diferentes. Eu levo sempre a música de artistas que admiro: Rocío Jurado, Lola Flores, Nathy Peluso", refere Salvadorico.

"A intro é de uma música da La Lupe, a Puro Teatro", completa Salvadorico. "A Acércate é uma música de poder, de assumirmos o controlo da nossa estabilidade emocional, mesmo quando alguém nos quer desestabilizar", afirma Salvadorico. "Não sei se sou feminista, mas sei que as mulheres sempre foram mais inspiradoras para mim, e em parte porque reconheço que tudo para elas custa o dobro daquilo que custa a um homem, e ser a La Lupe em Cuba, nos anos 50 e 60, e conquistar aquilo que ela conquistou, inclusive a liberdade de se exprimir como ela queria”, revela Salvadorico. "Esta é a minha homenagem mais que merecida à La Lupe, emocionante, mas acima de tudo inspiracional. Depois de ouvirem a Acércate, vão todos ouvir a La Lupe, tenho a certeza", incentiva Salvadorico.

Tendo Salvadorico raízes espanholas, canta em espanhol. E sobre isso o cantor confessa que "sobre cantar em espanhol, por acaso tenho raízes espanholas, mas não é isso que me faz cantar em espanhol. Canto em espanhol porque as minhas maiores influências vêm de Espanha, e países da América Latina. A minha estética nasce com os filmes de Almodóvar, e com ele nasce toda a minha construção estética", e partilha que "com a minha avó nasce a admiração pelas divas espanholas, como a Rocío Jurado, a Lola Flores, a Isabel Pantojas ou a Sara Montiel. É por isso que canto em espanhol, porque quase tudo o me inspira ou me influencia são estes artistas que vivem a música como uma performance completa, envolvendo várias áreas da arte, o teatro, a moda, o cinema, a fotografia… O kitsch, o brega que virou cool, o excesso com uma atitude humilde fabricada, a emoção quase visceral, o tornar visível partes da sociedade que são historicamente silenciadas. A minha vontade de cantar em espanhol não passa por querer ser controverso, mas sim por querer ser livre e entender qualquer expressão artística como totalmente livre. Se qualquer artista for limitado na sua arte, seja por que motivo for, a sua arte ficará comprometida."

Sobre a participação de Mimicat, para além de amigos, Salvadorico foi Diretor Criativo do projeto de Mimicat no Festival da Canção em 2023. Projeto esse que levou Mimicat à Eurovisão em Liverpool, com o seu tema "Ai Coração".

O tema tem videoclipe com realização a cargo de Samir Suleman, "que tem feito parte da minha equipa, e que me está a acompanhar no processo de criação e produção deste EP", conta ainda Salvadorico.

quinta-feira, 3 de abril de 2025

FESTIVAL SANTOS DA CASA - 2ª SEMANA

 



















Quinta, 3 de abril 2025 às 21h00
Casa das Artes Bissaya Barreto
Tomé Silva + DJ RUC
Bilhete 4€

Tomé Silva é um produtor, compositor e instrumentista almadense. O seu trabalho define-se por uma falta de fronteiras estilísticas, que podem ir de música de dança e ambiente até à música improvisada ou canção.

Desde 2016, apresenta uma torrente de interessantes lançamentos, quer de forma independente no Soundcloud e Bandcamp, quer através de diversas editoras também independentes, como a Rotten \ Fresh, Angel, Fera Felina e surf. Trabalhou e trabalha intimamente em projetos com Farpas, Bejaflor e Maria Reis, sendo atualmente o baterista da formação ao vivo de Maria Reis e Panda Bear, o projeto a solo de Noah Lennox. Na relação com o meio artístico, Tomé Silva zela sempre pela procura do acidente, da fragilidade, do espiritual e da contradição como meios para um fim que seja simultaneamente desconhecido e familiar.

NA ZDB

 



















DOMINGO 06 ABRIL / 21H

Big Brave ← MJ Guider ← NECRØ (CA/US/PT)

Big Brave, trio formado por Mathieu Ball na guitarra, Robin Wattie na voz e guitarra e Tasy Hudson na bateria e percussões traz a sua avalanche cada vez mais personalizada de riffs repetitivos, feedback, passagens atmosféricas, ritmos marciais e a voz expressiva de Wattie com ‘A Chaos of Flowers’, novamente na Thrill Jockey.

Sob o nome de MJ Guider, Melissa Guion constrói canções dream pop espaçosas e meditativas, utilizando máquinas de percussão, uma guitarra baixo e montes de eco e outros efeitos.

NECRØ, o mais recente projecto de João Vairinhos e Sara Inglês, está rapidamente a afirmar-se como uma força dentro da cena europeia de música eletrónica obscura, combinando elementos de industrial, darkwave e sintetizadores cinematográficos.

TERÇA-FEIRA 08 ABRIL / 21H

Six Organs of Admittance ← Helena Espvall (US/PT)

Ben Chasny regressa à ZDB na sua duradoura encarnação como Six Organs of Admittance. Entre o lirismo acústico devedor do fingerpicking e a electricidade celestial, Chasny tem deixado cravada à guitarra uma linhagem única de busca constante pelo sublime. Já nesta década, este trovador alquímico e meta-guitar hero deixou-nos as paisagens droney e solos cósmicos de The Veiled Sea em 2021 e a depuração mais cancioneira de Time is Glass para encetar também uma união transcendente da sua guitarra e voz às batidas e texturas percussivas de Shackleton no surpreendente Jinxed by Being.

No início da noite, actuará a violoncelista/guitarrista Helena Espvall, que vem sedimentando um percurso musical rico e diverso, entre a folk, a música experimental e a improvisação livre.

QUARTA-FEIRA 09 ABRIL / 21H

Clarissa Connelly ← Vitória Vermelho (DK/PT)

Clarissa Connelly, radicada na Dinamarca desde a sua infância, recorda o folclore celta entrelaçando-o com todo o universo ancestral nórdico. Retira da acústica instrumental o musgo da sua música enquanto recorre à expressão eletrónica para salientar os sinais texturais que explora numa obra em movimento. O seu novo álbum, World of Work, toma inspiração das esferas do rock progressivo e do minimalismo, assim como da folk mais esotérica.

Vitoria Vermelho é o nome artístico de Francisca Oliveira, uma personagem musical intensa, cheia de emoções à flor da pele. O seu disco de estreia, Homónimo, é fruto da junção de canções escritas ao longo do período formativo da artista e que começaram como forma de terapia.

QUINTA-FEIRA 10 ABRIL / 21H

Fire! apresenta Testament ← Ravenna Escaleira (SE/PT)

O trio sueco Fire!, formado por Mats Gustafsson, Johan Berthling e Andreas Werliin chega à ZDB em rodagem do recente Testament. Focando toda a energia colectiva num mesmo espaço físico-mental, Testament engaja as premissas da improvisação, do jazz, do rock, do noise e do psicadelismo inerente a todo este movimento em temas tão imediatos no seu impacto como expansivos nas suas possibilidades por entre o sopro primordial de Gustafsson, a segurança e fluidez do baixo de Berthling e a bateria certeira e plena de ginga de Werliin, num caso raro de sintonia absoluta.

Ravenna Escaleira, artista originária do Porto e atualmente radicada em Lisboa, constrói a sua identidade musical num processo contínuo de experimentação e depuração.

QUARTA-FEIRA 16 ABRIL / 21H

Maria Reis ← Anaís (PT)

Maria Reis regressa às edições com ‘Suspiro…’. Álbum criado em estreita colaboração com Tomé Silva, captado na intimidade do seu quarto, e que sem cortar com esse passado ainda recente, reflecte uma maturidade lírica e de arranjos apenas possível a quem reconheceu todos os ensinamentos prévios para daí chegar a um novo patamar para a eternidade da canção. Disco que em 11 canções compõe todo um mosaico de vivências reais e imaginadas onde todas se podem, de uma ou outra forma, espelhar. No fundo, algo que Maria Reis sempre tem vindo a fazer com notável saber, honestidade e jogo de cintura.

Em 2024, Anaís lançou a sua primeira EP intitulada “Dores de Crescimento”, e a partir daí seguiram-se outras canções sobre as coisas que lhe vão acontecendo. Dentro do seu quarto produz músicas nos universos do lo-fi, bedroom pop, bossa nova e pop-rock.

QUINTA-FEIRA 17 ABRIL / 21H

NINA ← Clauthewitch (UK/PT)

A solo, a pop/rock NINA não é tão frontal como nos bar italia. Seja em Classics (2021) ou em Twins (2020) ou nas canções que vão caindo aqui e ali, há um arrastar pop que se alinha com o constante desaparecimento. A música de Nina não pode existir sem o nevoeiro que cria, como se quisesse desaparecer em si mesmo, isto é, extinguir-se após ser ouvida. Se é a música que confirma a existência de Nina, é também ela que teima em que se oiça Nina como algo fugaz, momentâneo, pronto a desaparecer.

Clauthewitch é uma banda composta por Cláudia Noite, Diogo Lourenço (guitarra) e Nico Grazina (synths), amigos de longa-data. O seu disco Begonia forma uma atmosfera etérea de rock alternativo ao combinar shoegaze e indie folk, caracterizado por melodias nostálgicas e efeitos de voz em mutação ao longo das cinco faixas.

QUINTA-FEIRA 24 ABRIL / 21H

Ilpo Väisänen ← Fantasia in Dub (FI/PT)

O registo mais recente de Ilpo Väisänen, Keskipäivän Hetken Sumea Vaillinaisuus, é um disco-tratado contra a guerra declarada da Rússia à Ucrânia, que reflecte esse estado de ansiedade contínua num espaço electro-acústico reverberante, por entre metais ressonantes, ruídos, cadências electrónicas intermitentes, texturas subterrâneas e a imensidão claustrofóbica dos grandes espaço confinados que nunca resvala para a tragédia melodramática nem para o terror gratuito. 

Enquanto co-fundador da associação Filho Único, a vida desta cidade, hoje em dia, foi Nelson que ajudou a inventar. O seu percurso conduziu a um passo lógico: ser Disc Jockey. Depois do facto selou muito rapidamente a vocação e os sets que faz são autênticas composições de energia. Suor, concentração (não são incompatíveis) e uma onda de felicidade que se entende à distância.

SÁBADO 26 ABRIL / 22H

Filipe Sambado apresenta Gémea Analógica (PT)

Gémea Analógica é o nome do espectáculo de concertos acústicos que Filipe Sambado levou para a estrada no ano findado, na sequência de Três Anos de Escorpião em Touro (2023). Ao despir a imponente expressividade da produção das versões de estúdio, não fica a descoberto somente o seu lado íntimo e frágil: descobre-se a própria pele da canção.

TERÇA-FEIRA 29 ABRIL / 21H

Acid Mothers Temple 30th Anniversary Tour ← Divã (JP/PT)

Os Acid Mothers Temple celebram trinta anos em 2025. Há trinta anos que Kawabata Makoto anda a concretizar uma ideia tão simples, mas arrojada, e que é tão poucas vezes concretizada por artistas que se colocam ao rótulo do psicadelismo: fazer música que é uma tripe do caraças. Digamos que tem cumprido. Fazer rock psicadélico, sem merdas, ou motivos de maior para lá disso -ser uma tripe do caraças – tem sido suficiente para nos deixar felizes ao longo de – caramba, já? – trinta anos.

Divã são uma banda de pós-punk, sediada na Amadora. Desde o momento de união compõem ativamente músicas originais, escritas em português. São ecléticos, cinemáticos e vibrantes. Como membros conta com dois gajos de Matosinhos, um de Almada, um puto de Carcavelos e uma senhora de Mafamude.

QUARTA-FEIRA 30 ABRIL / 22h

Mun Sing ← IBSXJAUR (UK/PT)

Foi na luta do luto que Harry Wright, identidade real do produtor de Bristol Mun Sing, projetou um álbum complexo e desconcertante. Inflatable Gravestone advém da tragédia pessoal e percorre uma inevitável demanda metafísica – e material, recuperando escritos e gravações do seu pai e assim desenhando esboços para o disco. É pela mão da sua Illegal Data que The Frolic vê luz do dia. Adaptando a personagem de Espantalho, do clássico Feiticeiro de Oz, tem vindo a criar concertos de uma insólita natureza conceptual.

IBSXJAUR nasce do cruzamento entre JAUR (cantautora pop) e INFRABASSESATURE (produtor de música eletrónica). A dupla representa a pista de dança noturna underground, fundindo techno e drum and bass com uma pop crua, melódica e destemida. Preparam agora o lançamento do seu primeiro longa duração, que tem edição prevista para 2025

FESTIVAL MÊDA+ REVELA CARTAZ COMPLETO





















A cidade da Mêda prepara-se para receber a 11.ª edição do Festival Mêda+, que regressa entre os dias 24 e 26 de julho, com warm-up agendado para o dia 23. Com entrada e campismo gratuitos, o evento consolida a sua identidade enquanto festival inclusivo e acessível, promovido por uma associação juvenil sem fins lucrativos e ancorado na celebração da música nacional, da comunidade e da cultura.

Este ano, o Mêda+ apresenta um cartaz que se estende por três palcos — Pé em Triste, Mercado e Meda+ — e que combina nomes emergentes e consagrados, numa programação que vai do pós-punk ao hip-hop, do jazz à canção popular. Entre os destaques da edição de 2025 estão Capicua, Emmy Curl, Bia Maria, Vitória Vermelho, e ainda uma forte presença de projetos autorais que refletem a diversidade da cena musical portuguesa contemporânea.

A edição deste ano arranca com um warm-up no dia 23 de julho, num momento especial de abertura no palco Pé em Triste. A partir das 21h30, atua a Orquestra de Formação de Mêda, seguindo-se, às 23h, o concerto de Vitória Vermelho — uma das novas vozes em destaque na programação de 2025.

A 24 de julho, no palco Pé em Triste, o dia começa com Evaya (17h30), seguindo-se os 800 Gondomar (19h). O palco Mercado recebe Carlos Raposo às 20h15 e Romeu Bairos às 21h15. O palco Meda+ abre com Emmy Curl (22h30), seguida de Humana Taranja (23h45) e MAQUINA. (01h00). A noite termina com um DJ set de Félix Gambino (02h30), no palco Mercado.

Dia 25 de julho, Tyroliro (17h30) e Girls96 (19h) atuam no palco Pé em Triste. No Mercado, sobem a palco Caio (20h15) e Rossana (21h15). O palco Meda+ acolhe os concertos de Manga Limão (22h30), Bombazine (23h45) e Them Flying Monkeys (01h00). O encerramento da noite fica a cargo de Ohxala (02h30).

No último dia de festival, 26 de julho, o palco Pé em Triste recebe Anti-Medo (17h30) e Conferência Inferno (19h). O palco Mercado dá lugar a Marlow Diggs (20h15) e à colaboração especial entre Bia Maria e a Academia Sénior de Mêda (21h15). Amaura (22h30), Quadra (23h45) e Capicua (01h00) encerram os concertos no palco Meda+, seguidos do DJ set de Mike El Nite (02h30), no Mercado.

A edição deste ano traz ainda novas propostas culturais que enriquecem a experiência do público durante os dias do festival. Ao longo das manhãs e inícios de tarde, estarão disponíveis oficinas de cerâmica, olaria com roda de oleiro, pintura a óleo, aguarela, fotografia e provas de vinho comentadas por produtores locais. Esta programação cultural complementar reforça a ligação entre o festival e o território, promovendo o património, os saberes e a tradição da região. 

AMADORA JAZZ





















Amadora Jazz 2025: Carlos Bica, Hamid Drake, Luís Vicente, Mário Laginha e Myra Melford na 13ª Edição do Festival.

Na sua 13ª edição e ao longo de quatro dias de 8 a 11 de maio, em três equipamentos culturais do concelho da Amadora - Recreios da Amadora, o Cine-Teatro D. João V e Auditório de Alfornelos (TPN) - o Amadora Jazz acolhe figuras cimeiras do Jazz na cena nacional e global, ao mesmo tempo que promove jovens músicos em etapa de formação.

O Festival abre a 8 de Maio (Quinta, 21h00), nos Recreios da Amadora, com um concerto aborda o legado da música de Carlos Paredes, no ano em que se celebra o seu centenário. O quarteto liderado pelo pianista Mário Laginha, com Julian Argüelles (saxofone) Romeu Tristão (contrabaixo) e João Pereira (bateria) resulta de uma encomenda do Theatro Circo (Braga), e terá aqui uma das suas primeiras apresentações.

No dia seguinte, 9 de Maio (Sexta, 21h00), será a vez do Carlos Bica Quarteto subir ao palco dos Recreios da Amadora para apresentar “11:11”, trabalho discográfico que a revista jazz.pt elegeu como disco do ano em 2024. Os parceiros do contrabaixista Carlos Bica, figura incontornável do jazz português e europeu, são jovens músicos que estão a deixar a sua marca no jazz contemporâneo: José Soares (saxofone), Eduardo Cardinho (vibrafone) e Gonçalo Neto (guitarra e banjo).

O “Splash Trio” da pianista e compositora Myra Melford apresenta-se no Sábado, dia 10 de Maio (21h00), em data única no nosso país. Com Melford, estarão Michael Formanek (contrabaixo) e Cher Smith (bateria e vibrafone).

Este ano, a principal novidade no figurino do festival está na inclusão de um momento de criação no âmbito de uma residência artística que decorrerá no Auditório de Alfornelos, juntando o trompetista Luís Vicente e o percussionista Hamid Drake. Após alguns dias de partilha, os dois irão apresentar-se em concerto, às 23h00 do dia 10 de Maio, no mesmo espaço em que trabalharam nos dias anteriores.

O encerramento do Amadora Jazz, no dia 11 de Maio (Domingo, 16h00) cabe à GeraJazz que, mais uma vez e tal como se tem vindo a tornar um hábito, sobe ao palco do Auditório Cineteatro D. João V.

Segundo a Câmara Municipal da Amadora, "o Amadora Jazz é um evento que tem contado com “figuras cimeiras do jazz nacional e internacional”. Nesta edição estarão presentes projetos significantes do meio jazzístico, dirigidos aos mais diversos públicos, apostando mais uma vez na diversificação da oferta e na qualidade das propostas apresentadas, procurando em simultâneo fidelizar públicos reforçando a aposta no universo jazzístico."

Para José Miguel, director da JACC, "numa edição em que todos os concertos merecem igual destaque, convém sublinhar que, pela primeira vez, o Amadora Jazz acolhe um momento de criação, através de uma residência artística que junta o trompetista português Luís Vicente ao percussionista de Chicago, Hamid Drake. Estarão a trabalhar, durante quatro dias, no espaço do Auditório de Alfornelos (Teatro Passagem de Nível). As sessões e o concerto com o qual culminará a residência serão gravados para posterior edição discográfica, no catálogo da JACC Records".

O Festival é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, tendo como parceiro de programação a associação Jazz ao Centro Clube.

Os bilhetes do Amadora Jazz estão à venda em https://ticketline.sapo.pt/ e no local duas horas antes do início dos concertos, sendo que os seus preços variam entre os 10 e os 15 euros.

SOAM AS GUITARRAS 2025











Soam as Guitarras arranca a 10 de abril com concertos intimistas em Oeiras

André Sardet, Joana Almeirante e Luísa Amaro (celebração de Carlos Paredes) são as primeiras propostas

A 9ª edição do Soam as Guitarras tem início para a semana e acontece em Oeiras, Póvoa de Varzim e Setúbal, reunindo nomes como Carolina Deslandes, Sara Correia, João Pedro Pais, Luísa Amaro, Pedro Branco, entre muitos outros, numa celebração intimista da guitarra.

O Festival Soam as Guitarras regressa entre abril e maio de 2025, celebrando novamente a diversidade e magia da guitarra. Distribuída por Oeiras, Póvoa de Varzim e Setúbal, a programação promete noites marcantes e intimistas em algumas das salas mais emblemáticas destas cidades.

O arranque da 9.ª edição acontece já em abril, em Oeiras, com uma série de concertos a não perder no Auditório Municipal Ruy de Carvalho. André Sardet Trio (10 de abril), Joana Almeirante (11 de abril) e Luísa Amaro – que presta tributo ao centenário do mestre Carlos Paredes (12 de abril) – abrem esta celebração dedicada à guitarra com três noites únicas, onde emoção e virtuosismo andam de mãos dadas.

A programação em Oeiras estende-se até maio com propostas singulares como a revisitação dos clássicos de Marco Paulo por Pedro Branco, acompanhado por Benjamim, Luís Severo e Margarida Campelo (8 de maio), Tainá que convida Joana Alegre (9 de maio) e o encontro entre André Santos e Manuela Azevedo (10 de maio). Já a Fábrica da Pólvora de Barcarena – Pátio do Enxugo recebe Sara Correia e Diogo Clemente num diálogo íntimo entre voz e guitarra (23 de maio), e Carolina Deslandes num concerto especial com o guitarrista Feodor Bivol (24 de maio).

Na Póvoa de Varzim, o Cine-Teatro Garrett será palco das atuações de João Pedro Pais, acompanhado pelo guitarrista Sérgio Mendes (16 de maio) e Carolina Deslandes, acompanhada por Feodor Bivol (17 de maio), num convite ao público do norte para duas noites envolventes, pautadas por grandes canções e muita emoção.

Setúbal acolhe a diversidade sonora com espetáculos no Cinema Charlot Auditório Municipal, que contam com a curadoria de Vasco Durão (Guitarras Ao Alto), resultado de uma colaboração singular entre dois festivais que partilham a mesma paixão pela guitarra e pelas suas infinitas possibilidades artísticas. Destaque para Inóspita com João Luzio e Rafael Chiotti (Academia de Guitarra. Música e Tecnologia) (22 de maio) e Velho Homem (23 de maio), projeto recentemente formado por Afonso Dorido (Homem em Catarse, indignu) e Francisco Silva (Old Jerusalem).

Já o icónico Fórum Luísa Todi recebe Sara Correia e Diogo Clemente (28 de maio) e Carolina Deslandes (30 de maio), encerrando o festival com um espetáculo marcante ao lado de Feodor Bivol, culminando numa celebração final repleta de sonoridades que atravessam gerações e estilos musicais.

NUNO RIBEIRO NO COLISEU DOS RECREIOS DE LISBOA





















O cantor, compositor e produtor, Nuno Ribeiro,conhecido por êxitos gigantes como Maria Joana (com Calema e Mariza),Rosa (com Conan Osiris), Por ti (com a espanhola Ainoa Buitrago) ou o mais recente “Essa Mulher”, entre muitos outros,acaba de anunciar o seu primeiro concerto no Coliseu dos Recreios em Lisboa.

Depois do sucesso no Coliseu do Porto, em novembro de 2023, chegou agora a vez de Nuno Ribeiro subir ao palco da emblemática sala de Lisboa onde irá apresentar muitos dos seus maiores êxitos e também as canções mais recentes do seu novo álbum “Falar de Nós”. Sobre a emoção de tocar no Coliseu, em Lisboa, pela primeira vez Nuno Ribeiro conta-nos que “o sonho trouxe-me até aqui ! Do Norte, diretamente para o Coliseu dos Recreios! Sempre foi um dos concertos mais desejados por mim, e posso garantir que vamos viver cada pedaço da história que me trouxe até este dia.

Dia 18 de Abril de 2026, a minha verdade estará aqui presente!

Até já!”

Nuno Ribeiro tem tido um percurso extraordinário, com vários êxitos nos Top’s de radio e streaming como são o caso “Maria Joana” com Calema e Mariza (5xPlatina) e “Rosa” com Conan Osiris (Platina) ou

“Nas Ondas do Mar” (Platina), “Dias Cinzentos” (Platina) “Longe” (Ouro) e “Tarde Demais” (Ouro), entre muitos outros.

Desde 2018, altura em lançou a sua carreira, conquistou já 9 certificações de Platina e 5 de Ouro. Venceu ainda o prémio de Canção do Ano nos Prémios Play com o tema “Maria Joana” e tem percorrido todo o país com as suas canções. Em 2025 Nuno Ribeiro fará mais de 60 concertos em Portugal e também algumas actuações noutros países.

Nuno Ribeiro é hoje reconhecido com um dos mais talentosos cantores e compositores da musica nacional com um futuro extremamente promissor.

2025 promete ser um ano brilhante para este jovem artista. Um novo álbum (“Falar De Nós”) repleto de grandes canções, como nos tem habituado e um Verão onde o irá apresentar por todo o país e também fora de Portugal.

2026 será o ano em que finalmente se apresentará na lendária sala de espectáculos de Lisboa.

Os bilhetes já estão disponíveis em Bilheteiraonline .

TIAGO SOUSA AO VIVO




















3 Abr 21h
Quarto Mundo
Rua de Santa Catarina, Porto
Electric Organ + Taped Loops
+ info: quartomundoporto@gmail.com

4 Abr 21h
Teatro Municipal de Bragança
Praça do Professor Cavaleiro de Ferreira, Bragança
Grand Piano + Electric Organ + Taped Loops
Buy Tickets

11 Abr 21h
Casa do Comum,
Rua da Rosa 285, Lisboa
Grand Piano + Electric Organ + Taped Loops
Entrada 10€ bilhetes à porta

quarta-feira, 2 de abril de 2025

PROGRAMA DE 02/04/25

1 - Aldina Duarte - A dúvida
2 - Gisela João - Acordai
3 - Fábia Rebordão - Elixir da eterna juventude
4 - Camané - Inquietação
5 - Sérgio Onze -  Sapatinhos
6 - Jonas - Gula
7 - Bed Legs - Sixteen
8 - The Legendary Tigerman - These boots are made for walkin' (c/ Maria de Medeiros)
9 - Miguel Calhaz - Canção com lágrimas
10 - JP Simões - Mariazinha
11 - JH Lab - E depois do adeus
12 - O Castelo - Parece setembro
13 - O Ladrão do Sado - Viver de lobo
14  - Homem em Catarse - Hipoteca

GOLDCOBRA APRESENTA DISCO DE ESTREIA


OUTRUN é o novo trabalho de originais e o álbum de estreia apresentado por goldcobra, alter ego de Marcos Alfares.

Após ‘Paris, Los Angeles’ (2019) e ‘Late Night Nostalgia’ (2020), goldcobra regressa em 2025 com uma nova proposta. Renovando a sua pele uma vez mais, Marcos Alfares traz agora consigo uma Pop de mãos dadas com uma Eletrónica mais arrojada e moderna, sem nunca renunciar às suas habituais influências Rock e Synthwave da década de 80.

OUTRUN é a nova linguagem visual e viagem sonora revelada através de sintetizadores ruidosos, linhas de baixo palpitantes ou saxofones aveludados, associados ainda a canções arrebatadoras de amor, paixão e perda.
 

"DEIXEM O PIMBA EM PAZ" REGRESSA AOS PALCOS NO VERÃO COM 12 ESPETÁCULOS EM LISBOA





















O espetáculo “Deixem o Pimba em Paz”, em torno do repertório de canções da música portuguesa popular e ligeira, celebra este ano o 12.º aniversário com 12 concertos e 12 convidados, em Lisboa no verão.

De acordo com a Força de Produção, num comunicado hoje divulgado, as 12 apresentações do espetáculo, uma ideia do humorista Bruno Nogueira, com Manuela Azevedo, Filipe Melo, Nuno Rafael e Nelson Cascais, acontecem entre 24 de junho e 16 de julho no Teatro Maria Matos.

Os bilhetes já estão à venda e custam 22 euros. Os nomes dos 12 convidados não foram divulgados, mas espetáculos anteriores contaram com a participação de artistas como António Zambujo, Salvador Sobral ou Samuel Úria.

Com novos arranjos, o quinteto interpreta canções de artistas como Quim Barreiros, Ágata, José Malhoa, Marco Paulo, Nel Monteiro e Marante.

O alinhamento integra, por exemplo, “24 rosas”, “Comunhão de bens”, “Porque não tem talo o nabo”, “Azar na praia” e “Garagem da vizinha”.

Os primeiros concertos de “Deixem o pimba em paz” aconteceram em 2013 e, na altura, Bruno Nogueira contava à agência Lusa que a intenção era “explorar o potencial da música pimba para lá do que as pessoas conhecem”.

“Incomoda-me essa coisa de rotular a música. O pimba é uma música unificadora, mais popular, passa em festas e bailes, mas não é tudo brega; também abrange histórias que podiam passar-se com qualquer um”, sustentou o humorista.

Aliás, Bruno Nogueira sublinhava que “a maior parte das pessoas que criticam a música pimba são as primeiras a ir dançar”.

O espetáculo já foi editado num álbum ao vivo e teve apresentações com a Orquestra Metropolitana de Lisboa.

JRS (SS) // TDI
Lusa/Fim

DA WEASEL. PLUT´ONIO. MIMINHO VAZ MAIA; MATIAS DAMASIO E MAIS CONFIRMADOS NO SOL DA CAPARICA





















Da Weasel, Plutonio, Dillaz, David Carreira, Nininho Vaz Maia, Matias Damásio e Lon3r Johny são alguns dos artistas confirmados para o festival O Sol da Caparica que decorre de 14 a 17 de agosto.

O Sol da Caparica revelou hoje o alinhamento completo da 10.ª edição, que se realiza como é hábito no Parque Urbano da Costa da Caparica, em Almada, no distrito de Setúbal, reunindo um cartaz com diversos nomes da música lusófona.

Desde o regresso aos palcos que os Da Weasel pensavam fazer um concerto na zona onde "nasceram", surgindo agora como cabeças de cartaz neste festival.

“Estamos em casa e isso é ao mesmo tempo uma grande responsabilidade”, referiram, em declarações à agência Lusa.

O alinhamento do palco principal fica completo com as atuações de Julinho KSD no dia 14 de agosto, Richie Campbell a 15 de agosto, Soraia Ramos e Rich e Mendes a 16 de agosto e Bispo a 17 de agosto, último dia do festival.

No palco secundário destacam-se as confirmações de Florito e Sertaneijinho, que atuam a 14 de agosto, Mariana Pereira e Chá de Funk a 15 de agosto, Miguel Luz, Mundo Segundo e DJ Francisco Cunha a 16 de agosto e CarnaFest a 17 de agosto.

Na apresentação d’O Sol da Caparica, que decorreu hoje na Costa da Caparica, André Sardet, diretor artístico do festival, explicou que a edição deste ano apresenta como novidade o Palco Digital, pensado para a nova geração e para quem acompanha as tendências nas redes sociais.

“Este ano conseguimos introduzir um novo palco, o Palco Digital, dedicado ao universo dos influenciadores, algo que ligará ainda mais o festival às gerações mais jovens”, disse.

Este novo palco conta com as atuações de Os Primos, a 14 e 17 de agosto, e dos ‘podcasts’ Plágio e Cubinho, a 15 e 16 de agosto, respetivamente.

André Sardet classifica o festival O Sol da Caparica como um evento único e especial e que acontece “num espaço fantástico a dois passos do mar”.

Já a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, considerou que um festival com música com artistas de todos os países de língua portuguesa faz todo o sentido num concelho como Almada. 

“É sempre uma experiência fantástica. Não apenas pelos artistas, mas também pelo ambiente especial que tem, um festival de famílias e de fraternidade”, disse.

O Sol da Caparica é organizado desde 2024 e até 2026 pelo consórcio das empresas Domingo no Mundo e Music Mov, encabeçado por André Sardet e António Gomes, em conjunto com a Câmara Municipal de Almada, recebendo o município uma contrapartida financeira de 123 mil euros, 41 mil por cada ano.

Desde 2014, o evento reúne artistas dos países de língua portuguesa, promovendo a diversidade musical e cultural lusófona.

Os bilhetes para esta edição estão disponíveis na plataforma Blueticket e nos pontos de venda físicos habituais.

O bilhete diário, em 1.ºlote, tem o preço de 23 euros, o passe de dois dias custa 42 euros e o passe geral para os quatro dias está disponível por 68 euros.

Os residentes no concelho de Almada beneficiam de descontos exclusivos, podendo adquirir o passe geral por 66 euros e o pacote família por 153 euros.

Os bilhetes para residentes estão disponíveis na Music Mov, na Charneca da Caparica.

GC // TDI
Lusa/Fim

PAULO DE CARVALHO ATUA NAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL EM ÉVORA

 



















O cantor Paulo de Carvalho, autor da música que foi a primeira senha do 25 de abril, “E depois do adeus”, vai atuar na noite do dia 24, em Évora, nas comemorações da Revolução dos Cravos.

Segundo o programa dos festejos deste ano do 25 de Abril, consultado hoje pela agência Lusa na página de Internet da Câmara de Évora, Paulo de Carvalho sobe, às 22:30, ao palco instalado na Praça do Giraldo, considerada a ‘sala de visitas’ da cidade.

À meia-noite, após o espetáculo do músico, vai cantar-se a canção “Grândola Vila Morena”, de Zeca Afonso, com a participação do Grupo Cantares de Évora, seguindo-se um espetáculo pirotécnico.
Mas as celebrações em Évora dos 51 anos da Revolução dos Cravos arrancam logo no dia 23, com os primeiros pequenos concertos protagonizados pelo coletivo Vozes de Abril por vários locais da cidade, que se prolongam até 01 de maio.

Também no dia 23 de abril, às 18:30, vai realizar-se um concerto comemorativo do 25 de Abril pelo Coro Polifónico Eborae Mvsica, no Palácio de D. Manuel, e, às 22:00, a festa de aniversário da Sociedade Harmonia Eborense, na Praça do Giraldo.

Já para o dia 25, estão previstas atividades desportivas no parque infantil e plásticas para famílias na ludoteca, um almoço na Arena d’Évora e, à noite, um concerto das Vozes de Abril com a Orquestra de Cordas do Alentejo na Praça do Giraldo.

As comemorações incluem ainda a divulgação nas redes sociais do projeto “Antigamente é que era bom!”, desenvolvido pelo coletivo Ai Filhas.

Este projeto, pode ler-se no ‘site’ do município, “comemora os 50 anos do 25 de Abril com 50 vídeos que relacionam testemunhos de trabalhadoras rurais do concelho de Évora às mudanças trazidas pela Constituição da República Portuguesa”.

SM // RRL
Lusa/Fim

MÚSICA EM MATOSINHOS

 













Durante o mês de Abril, Matosinhos recebe os espectáculos de Mundo Cão e Cantigas de Maio. Integrados em diferentes espaços da cidade, como o caso do Teatro Municipal Matosinhos Constantino Nery e Salão Nobre dos Paços do Concelho, os referidos concertos constituem o destaque na agenda de abril em Matosinhos, no que à música diz respeito.


No Teatro Municipal, mas no âmbito do evento LeV – Literatura em Viagem, os Mundo Cão tem atuação marcada para o dia 12 de abril, às 22 horas (12,5€) . Ainda sobre a LeV, de referir também que a Galeria Municipal de Matosinhos recebe a exposição “Matosinhos – Lugar e Memória” entre dia 5 e 13 de Abril, uma exposição de fotografia que reflete sobre o passado e o presente de Matosinhos, com imagens de Gabriel Basílico e espólio do Arquivo da Câmara Municipal de Matosinhos, com entrada gratuita.

A celebração do dia 25 de Abril conta com o concerto do projeto Cantigas de Maio, na noite de 24 de Abril pelas 22h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Um projeto de Bernardo Moreira, com homenagens aos grandes autores como José Afonso, Fausto Bordalo Dias, Sérgio Godinho e José Mário Branco, com entrada gratuita.

No dia 26 de Abril, o Quarteto de Cordas de Matosinhos sobre ao palco do Salão Nobre dos Paços do Concelho, às 18h.

Toda a programação disponível no site da Câmara Municipal de Matosinhos.

CAMANÉ E MÁRIO LAGINHA NA FIGUEIRA DA FOZ E PORTO













Camané e Mário Laginha não são estranhos. Já deram vários concertos juntos. Do excelente entendimento sentido nessas colaborações esporádicas, resultou agora o inevitável aprofundamento dessa simbiose: "Aqui está-se sossegado" é um novo projecto pensado de raiz para dar mais brilho a uma voz e a um piano que se descobriram cúmplices desde a primeira vez que encheram um palco.

O desenho dos concertos que configuram o projecto "Aqui está-se sossegado", contará com cerca de duas dezenas de temas, saídos do cânone fadista tradicional, do repertório de Camané e incluirá também inéditos compostos por Mário Laginha que, recorde-se, musicou já um poema de Álvaro de Campos "Ai Margarida", que integra um dos últimos discos de Camané.<

SOFIA LEÃO LANÇA SEGUNDO SINGLE















Foto: Tristão Queiroga

A jovem cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora acaba de lançar “Não me conheço”, o segundo single que antecipa a chegada do álbum de estreia, Mar, com edição marcada para 9 de maio pela UGURU.

Neste single, a artista assume as vozes, piano e sintetizadores, e conta com Bruno Silva na viola de arco. Com música e letra assinada pela própria Sofia, “Não me conheço” tem a produção da artista e de João Elautério.

Neste tema, Sofia coloca perguntas que são universais -"Onde é que o mar acaba? Onde é que o céu começa?" -, mas que ganham outra ressonância com a sua voz tranquila, quase sussurrada.

“Este tema dá voz a algumas perguntas que me fazem curiosa. Elas caem do céu e sobrepõem-se umas às outras e, antes sequer de aparecer uma resposta, surge uma nova pergunta.

Quanto mais me apercebo da distância a que estou destas respostas, mais tranquila me sinto.”, explica Sofia Leão.

“Não me conheço” já está disponível nas plataformas digitais e dá seguimento a “Valsa”, o primeiro single de Mar, o álbum de estreia de Sofia Leão. Esta obra, com edição marcada para 9 de maio, é composta por canções feitas de melodias transparentes e simples desenhadas ao piano, envoltas em cordas ou ambientes eletrónicos fugazes, elevadas por harmonias que cria com a sua voz, como puzzles vocais em que encaixa as peças que a sua imaginação lhe oferece.

6 VIOLAS CELEBRA 25 DE ABRL COM 4 CONCERTOS















O sexteto de violas d'arco percorre o país para celebrar o 25 de Abril com "Águas paradas não movem moinhos" - uma homenagem a José Mário Branco.

Concertos
26 de abril (18:30h) - Musibéria, Serpa
28 de abril (18:00h) - Reitoria da Universidade Nova, Lisboa
30 de abril (18:30h) - Salão Brazil, Coimbra
3 de maio (18:00h) - Biblioteca Almeida Garrett, Porto

6 VIOLAS regressa à estrada para interpretar “Águas paradas não movem moinhos”, o primeiro álbum deste sexteto inédito em Portugal, que homenageia José Mário Branco. É em palco que 6 VIOLAS assinala a Revolução dos Cravos, numa digressão que conta com o apoio da Direção-Geral das Artes, através do programa "Arte pela Democracia".

Pensado e levado a cabo pelo aclamado compositor e violetista José Valente, este projeto estabelece um inesperado vínculo entre a música erudita e a canção de intervenção como forma de homenagem e enaltecimento ao incontornável legado do cantautor desaparecido em 2019, um dos mais importantes da história da música em Portugal.

A tour de 6 VIOLAS inicia-se a 26 de abril, às 18:30h, com um concerto no Musibéria em Serpa. No dia 28 de abril, 6 VIOLAS ruma a Lisboa, onde se vai apresentar no Auditório da Reitoria da Universidade Nova, às 18h. No dia 30 de Abril, o concerto será no Salão Brazil, em Coimbra, às 18h30. A digressão termina com uma apresentação no Porto, às 18h do dia 3 de Maio, no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett. Nestes vai ser possível escutar temas icónicos do reportório do cantautor como "Eu vi este povo a lutar" e "Inquietação" e, ainda, algumas surpresas.

Para esta viagem, juntam-se a Valente cinco dos mais brilhantes violetistas da nova geração de músicos clássicos: Isabel Pereira, Leonor Fleming, Gustavo Rebelo, Joana Nunes e Tânia Trigo.

Os concertos contam com a cenografia do reputado artista plástico Paulo Mendes, uma exposição em palco concebida com imagens marcantes da vida e obra de José Mário Branco. Além disso, após as atuações em Lisboa e Porto haverá uma conversa pós-concerto, entre músicos, público e alguns convidados: Lavoisier (Patrícia Relvas e Roberto Afonso) e Manuel Pedro Ferreira, em Lisboa, e Mónica Guerreiro e Luís Bittencourt, no Porto.

Muito mais que um tributo à música de José Mário, estes serão momentos onde a música erudita abraça a música de intervenção, derruba ideias pré-concebidas e alarga os padrões da Arte para lá dos termos convencionais, sem descurar a originalidade artística.

"Um disco precioso" nas palavras de Francisco Louçã, "Águas paradas não movem moinhos", editado pela Respirar de Ouvido e com o selo disco Antena 2, foi considerado um dos discos do ano pelo mítico programa "Santos da Casa" e mereceu destaque nos principais órgãos de comunicação nacionais: Público, RTP2, RDP Internacional, SIC Notícias, Comunidade Cultura e Arte, Jazz.pt, entre muitos outros.

Desde a sua estreia, no Auditório CCOP (Porto) e no Auditório do Musibéria (Serpa), o sexteto atuou em diversas salas do país, das quais se destacam o CCB - Centro Cultural de Belém (Lisboa) e o Teatro Garcia de Resende (Évora) com lotações esgotadas.

MIGUEL MOUTA EDITA DISCO AO VIVO



"MM On Air - Canções de Dó Ré e Dor - Volume 2” dá título ao segundo trabalho de Miguel Mouta, que tem data de lançamento a 18 de Abril de 2025.

Este disco, composto por seis temas, fecha o ciclo de dois trabalhos que começou em 2024 com "MM On Air - Canções de Dó Ré e Dor". Trabalho marcado por uma sonoridade crua e despida de proteções, ondas as letras convidam-nos a mergulhar nas suas vivências, origens e emoções. As canções envolvem-nos numa sonoridade melancólica que nos conduz a um estado de introspeção.

Destaque ao tema "Café", que é o primeiro single e videoclip retirado do novo disco, "MM On Air - Canções de Dó Ré e Dor - Volume 2”. A música conta com a participação especial da cantautora Lika.

Miguel Mouta começou a escrever as suas canções nos anos 90 quando tinha 15 anos. Rapidamente formou a sua primeira banda de originais, "Sugar Baby Condoms", com a qual ganhou vários prémios com destaque para o concurso de música moderna de Palmela que lhe permitiu gravar o seu segundo disco em Inglaterra.

Em 2012 formou um novo trio, "The Brunch", projeto que viu incluído um tema na série Morangos Com Açúcar. Uns anos mais tarde, em 2015, ex-membros dos Ex-Votos lançaram o desafio para abraçar um novo projecto, Deserto. Aqui, Miguel Mouta pela primeira vez passou a escrever e cantar em português, sem a sua guitarra.

Links
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Apresentação do disco ao vivo
3 Maio, 17h00 - FNAC Almada
4 Maio, 17h00 - FNAC Alfragide
9 Maio, 18h30 - FNAC Chiado
10 Maio, 16h00 - FNAC Cascais
16 Maio, 18h30 - FNAC Colombo
17 Maio, 17h00 - FNAC Av. de Roma
18 Maio, 17h00 - FNAC Vasco da Gama

FESTIVAL DO MAIO ANUNCIO PROGRAMAÇÃO










6ª edição - 30 e 31 de maio - Parque Urbano do Seixal

Numa altura em que assistimos ao avanço dos populismos e das derivas autoritárias um pouco por todo o mundo, e em que a ordem do dia é desinformar - sobretudo através da disseminação de notícias falsas - torna-se urgente intervir, informar e acordar consciências; como dizia o Zeca: “o que faz falta é avisar a malta”.

E as artes, sobretudo a música, têm um papel fundamental no esclarecimento e mobilização dos cidadãos e na persecução de ideais que conduzam a sociedades mais solidárias, mais evoluídas e mais justas. Neste sentido, a Câmara Municipal do Seixal, com a curadoria do músico Luis Varatojo, apresenta, nos dias 30 e 31 de maio de 2025, no Parque Urbano do Seixal, a 6ª edição do FESTIVAL DO MAIO.

Este ano apostamos, pela primeira vez, num dia inteiramente dedicado ao rock; justifica-se, com os Xutos & Pontapés a assinalarem os 40 anos do mítico álbum CERCO (espetáculo especialmente concebido para o festival) e outras duas grandes bandas de rock nacionais, Mão Morta e Linda Martini, com discos novos na bagagem. No segundo dia, o Parque Urbano do Seixal enche-se de sonoridades tropicais - afrobeat, mpb, reggae e hip hop - pelas vozes ativistas de Capicua (com um novíssimo álbum), Seun Kuti & Egypt 80, também com disco acabado de editar, e Criolo, uma grande figura da música e da cultura brasileira atual.

6ª edição do Festival do Maio

30 de maio

XUTOS & PONTAPÉS - especial 40 anos do álbum Cerco
MÃO MORTA
LINDA MARTINI
O poema é uma arma (video poemas)

31 de maio

CRIOLO (BR)
SEUN KUTI & EGYPT 80 (NIG)
CAPICUA
O poema é uma arma (video poemas)

Abertura de portas: 19h

Entrada gratuita, limitada à lotação do recinto

ROMEU BAIROS EM BARCELOS

 



















Romeu Bairos atua, na quinta-feira, no Theatro Gil Vicente, em Barcelos. Este espetáculo, que integra o ciclo de concertos triciclo, tem início às 22:00.

Nascido nas Furnas, Açores, desde cedo que Romeu Bairos decidiu dedicar a sua vida à música. Influenciado em parte pela proximidade de sua família com a cultura musical açoriana, teve a oportunidade de representar os Açores no Festival da Canção 2021, depois do convite que surgiu em plena pandemia para compor a música “Saudade” que levaria os Karetus ao Festival da Canção.

Em 2023, Romeu viu o seu trabalho saltar para as luzes da ribalta, ao integrar o elenco da série “Rabo de Peixe” (Netflix).

No seu trabalho tem vindo a trabalhar numa reinterpretação contemporânea dos cantares tradicionais açorianos, explorando novos instrumentos, como a viola de dois corações.

Concluiu recentemente o seu primeiro álbum, com produção de B Fachada. O disco de estreia, “Romê das Fürnas”, foi lançado em fevereiro e será apresentado em Barcelos.

Bilhetes disponíveis na bilheteira do Theatro Gil Vicente, BOL e locais habituais.

CLAP YOUR HANDS 2025





















Clap Your Hands é um festival que resulta da união de esforços e da colaboração entre entidades de créditos firmados: Omnichord e Fade In. Com o apoio da Câmara Municipal de Leiria, o evento decorre sempre durante a primeira metade do ano na Blackbox e no Teatro Miguel Franco, em pleno coração da cidade de Leiria.

Com atuações de bandas e projetos portugueses emergentes, com destaque para as bandas mais recentes de Leiria que, como se sabe, é um berço fértil em talento musical, o Clap Your Hands mostra-nos o quão ecléctica e valorosa é a cena local e incita o público à exploração e ao embarcar numa viagem.

A sinalizar o Dia Internacional do Jazz, dia 30 de abril, pelas 21h30m, recebemos no Teatro Miguel Franco dois projetos bastante diferentes que mostram a fluidez e transversalidade características deste género musical.

Damos carta branca aos jovens Gui Maricato e Vicente Almeida para nos mostrarem algo novo e feito de raiz propositadamente para esta noite. Gui Maricato foi um dos participantes do primeiro Omnilab promovido pela Omnichord, em 2023 - um laboratório musical para jovens com talento vocal e/ou instrumental que queiram viver uma experiência única de residência artística de criação e experimentação em formato banda. O Clap Your Hands dá agora palco a este jovem leiriense que, num duo com o igualmente talentoso Vicente Almeida, usam a bateria e a guitarra para explorar novas sonoridades no jazz, combinando modernidade com tradição, sonoridades acústicas e eletrónicas, misturando temas do cancioneiro de jazz e composições originais.

Os The Rite of Trio chegaram em 2013 à nossa realidade, estimularam o jazz com nervuras rock e movimentos angulosos e mostraram não só a irreverência da juventude dos seus elementos, bem como as sementes para um futuro pouco convencional. O palco é mais um espaço adicional de criação, com narrativas e movimentos transversais à música. Este trio de jazz delirante, com composições maduras e uma ideia de encenação que reforça o lugar peculiar que ocupam, mostram que no panorama do jazz poucas fronteiras existem! A sua música é feita de escombros de vanguardas passadas, oriundas do jazz, da música clássica contemporânea, do metal, do punk e de outras referências da contracultura. O resultado é, tal como o título promete, um delírio de sons e de formas.

A última sessão do Clap Your Hands acontece no dia 18 de Maio, pelas 21h30m, na Black Box com os concertos de Lisa Sereno e Branco toca Marco Paulo.

Lisa Sereno, cantora e compositora de Leiria, encontrou a sua voz no coro da igreja local, onde se conectou pela primeira vez com o poder transcendental da música. Agora, ela canaliza essa devoção em músicas profundamente pessoais que refletem sua visão sensível do mundo, moldada pelas suas experiências.

Com formação em música clássica e influências do folk, Lisa cria composições harmonicamente ricas e emocionalmente densas, misturando guitarra acústica com elementos eletrónicos para criar um som que é tanto nostálgico quanto contemporâneo.

A sua música é um espaço cru e sem filtros onde processa as suas emoções, transformando experiências passadas em arte que ressoa com autenticidade.

Branco toca Marco Paulo é o mais recente projecto do guitarrista Pedro Branco. O projecto baseia-se numa reinterpretação da vasta obra artística do famoso cantor português Marco Paulo numa formação ainda pouco explorada por Branco, o formato trio de jazz. A ele juntam-se os músicos João Sousa na bateria e Carlos Barretto no contrabaixo. O projecto começou por se basear numa interpretação de temas exclusivamente do disco Ver e Amar de 1970, disco pouco conhecido do grande público. A esse repertório juntaram-se arranjos de temas sobejamente conhecido tais como "Eu tenho dois Amores", "Sempre que Brilha o Sol" ou "Joana".

O objectivo do projecto é juntar duas linguagens musicais bastante distintas no seu propósito bem como na sua estética, mas encontrar nessa dicotomia traços em comum que se convertam em momentos musicais relevantes. O convite a uma das figuras mais históricas do jazz português Carlos Barretto tem também como objectivo encontrar novas soluções dentro de ideias musicais díspares. As canções são despidas à sua essência e o resultado final mistura uma improvisação contemporânea com clássicos da cultura pop portuguesa sem perder o sentido de humor e a imprevisibilidade performativa.

Bilhetes:

Teatro Miguel Franco
7,5 euros / bilhete regular
5 euros / bilhete c/ desconto
Compra através do site https://www.teatrojlsilva.pt/ ou nas bilheteiras físicas do Teatro Miguel Franco.

Blackbox

Entrada gratuita, mediante reserva através de email para blackbox@teatrojlsilva.pt

https://www.facebook.com/CYHANDS