TERÇA 06 MAIO / 21H
MIZU ← Fangs (US/PT)
MIZU constrói paisagens sonoras expansivas através do seu toque único de violoncelo. As suas composições de marca registada fundem camadas auto-gravadas do instrumento com a manipulação eletrónica e produção experimental.
Os dois álbuns auto-produzidos por MIZU, Forest Scenes e Distant Intervals, foram dignos de louvor internacional.
Fangs é um projeto a solo de Sebastian Kubit, um artista visual e músico de Lisboa, Portugal.
Fangs esforça-se por alcançar uma sensação de “exterioridade” na sua música – um som alienígena impulsionado por pura obsessão com o desconhecido e o além.
Som e fúria, sem significar nada.
QUINTA 08 MAIO / 21H
Rainy Miller apresenta Joseph, What Have You Done? ← redoma (UK/PT)
Artista em constante definição, Rainy Miller tem-se revelado uma força transversal na música popular britânica nos últimos anos. Cinemático na forma como evoca histórias, sonhos e certamente pesadelos, absorve ecos da música ambiental, rnb, hip hop ou eletrónica labiríntica que desafia entendimentos superficiais. O seu novo álbum Joseph, What Have You Done? volta a trocar-nos as voltas numa das obras mais prometedoras deste 2025.
redoma cumpre o milagre da multiplicação em pensamentos. A dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues apresenta-se pela primeira vez no formato longa-duração com “santos da minha mente”, num trabalho que supera a experiência temática e sonora do aclamado EP “parte”, editado em 2022.
QUINTA 08 MAIO / 21H
Rainy Miller apresenta Joseph, What Have You Done? ← redoma (UK/PT)
Artista em constante definição, Rainy Miller tem-se revelado uma força transversal na música popular britânica nos últimos anos. Cinemático na forma como evoca histórias, sonhos e certamente pesadelos, absorve ecos da música ambiental, rnb, hip hop ou eletrónica labiríntica que desafia entendimentos superficiais. O seu novo álbum Joseph, What Have You Done? volta a trocar-nos as voltas numa das obras mais prometedoras deste 2025.
redoma cumpre o milagre da multiplicação em pensamentos. A dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues apresenta-se pela primeira vez no formato longa-duração com “santos da minha mente”, num trabalho que supera a experiência temática e sonora do aclamado EP “parte”, editado em 2022
QUARTA 14 MAIO / 21H
Elvin Brandhi & Pedro Alves Sousa ← Bruna de Moura (UK/PT)
Elvin Brandhi, metade da dupla pai/filha de noise-improv ‘Yeah You’ regressa à ZDB para um curta residência artística com Pedro Alves Sousa que culmina neste concerto. Elvin Brandhi é uma jovem artista que toma a intensidade do momento como salto para algo maior. A erupção da voz, o ruído da electricidade e o ritmo maquinal são elementares nos seus projectos.
Reconhece-se ao saxofonista de rodagem imparável Pedro Alves Sousa a capacidade admirável de habitar e confundir diversas esferas musicais. Na passagem pelo jazz em várias formas, pela electrónica mais arisca, pelo rock enviesado e improvisações sem nome nem lugar nunca perde o acervo e cunho pessoal dos mais honestos e inconformados.
Bruna de Moura é violoncelista, performer, improvisadora. Nunca esquecendo a sua formação clássica, transforma-se e manifesta-se em vários géneros da música atual, tanto em projetos originais como a tocar com outres artistas. Navega pelo teatro e cinema, pela ligação entre a música e as artes visuais, e também pela música para dança.
EXTA 16 MAIO / 22H
Wolf Manhattan apresenta Real Life is Overrated ← Lisa Sereno (PT)
O resultado da vida do produtor Wolf Manhattan são canções despojadas que falam de corações partidos, dúvidas e dívidas pessoais, más decisões, sonhos perdidos e empregos precários. Num extravaso que nasce de uma urgência criativa, João Vieira socorreu-se de referências lo-fi para construir esta nova persona folk-punk-garage. Ao vivo as canções orelhudas e directas são apresentadas através de um emocionante concerto com personagens, cenários e momentos inesperados que dão acesso a todo o universo que envolve esta misteriosa personagem.
Com uma formação em música clássica e influências folclóricas, Lisa Sereno cria composições harmonicamente ricas e emocionalmente carregadas, misturando a guitarra acústica com elementos electrónicos para criar um som que é simultaneamente nostálgico e contemporâneo.
SÁBADO 17 MAIO / 22H
Cortada 'Gānbēi' ← Gatafunho ← Escárnio ← Techorpsen (PT)
Cortada são uma banda sempre em excesso de velocidade: uma rajada de noise-punk que atropela o tédio e carrega o fardo desse caminho que nunca chega a lado nenhum. Pedro Almeida, Daniel Fonseca, Lourenço Abecasis e Bernardo Pereira nunca param de correr. Gānbēi ( 干杯 ) é um disco graúdo mas revoltado, onde a guitarra não pára de uivar e o baixo tem muito para dizer.
Gatafunho são uma banda formada no Porto composta por Miguel Ferreira (bateria); Luís Gigante (guitarra/voz); André Pereira (baixo); Xavier Paes (eletrónica); Valley Rosário (Voz). As suas apresentações ao vivo primam pela particularidade do inesperado, da catástrofe e das senhas de bebidas oferecidas.
Escárnio alimenta-se de revolta e verdade através de um rock sentido na pele e no osso, de acção directa. Punk no feeling e quase glam na forma como encarreira o rugido das guitarras e o stomp da bateria em refrões infecciosos. Tudo a servir uma lírica ácida e acutilante, sem medos.
Techorpsen leva para a cabine a mesma energia que imprime nas telas. Numa fusão de ritmos pulsantes e ecos orientais, a sua seleção musical não tem fronteiras.
QUINTA 29 MAIO / 21H
Mohammad Syfkhan ← Ricardo Passos (SYR/PT)
No ano passado Mohammad Syfkhan editou o seu primeiro álbum, I Am Kurdish. Syfkhan não se limita a criar a partir da tradição, junta elementos dos Balcãs, do psicadelismo turco e daquela visionada música do deserto do norte de África. A sua dinâmica é carregado de visão e de dor, arrasta uma melancolia que é expressa sem saber a história dele, ou sequer de onde vem. Funciona sem entendimento da linguagem, a comunicação é sonora e contagia.
Ricardo Passos é um músico multi-instrumentista, nascido no Porto, Portugal em 1977. Passou os últimos 20 anos a viajar pelo mundo, guiado pelo seu interesse em música e culturas de diferentes locais na Ásia, África, América e Europa. Prepara-se para o lançamento e apresentação do seu primeiro disco de originais “Noite de Luz”, dedicado à harpa chinesa, o guzheng.
Com uma formação em música clássica e influências folclóricas, Lisa Sereno cria composições harmonicamente ricas e emocionalmente carregadas, misturando a guitarra acústica com elementos electrónicos para criar um som que é simultaneamente nostálgico e contemporâneo.
SÁBADO 17 MAIO / 22H
Cortada 'Gānbēi' ← Gatafunho ← Escárnio ← Techorpsen (PT)
Cortada são uma banda sempre em excesso de velocidade: uma rajada de noise-punk que atropela o tédio e carrega o fardo desse caminho que nunca chega a lado nenhum. Pedro Almeida, Daniel Fonseca, Lourenço Abecasis e Bernardo Pereira nunca param de correr. Gānbēi ( 干杯 ) é um disco graúdo mas revoltado, onde a guitarra não pára de uivar e o baixo tem muito para dizer.
Gatafunho são uma banda formada no Porto composta por Miguel Ferreira (bateria); Luís Gigante (guitarra/voz); André Pereira (baixo); Xavier Paes (eletrónica); Valley Rosário (Voz). As suas apresentações ao vivo primam pela particularidade do inesperado, da catástrofe e das senhas de bebidas oferecidas.
Escárnio alimenta-se de revolta e verdade através de um rock sentido na pele e no osso, de acção directa. Punk no feeling e quase glam na forma como encarreira o rugido das guitarras e o stomp da bateria em refrões infecciosos. Tudo a servir uma lírica ácida e acutilante, sem medos.
Techorpsen leva para a cabine a mesma energia que imprime nas telas. Numa fusão de ritmos pulsantes e ecos orientais, a sua seleção musical não tem fronteiras.
QUINTA 29 MAIO / 21H
Mohammad Syfkhan ← Ricardo Passos (SYR/PT)
No ano passado Mohammad Syfkhan editou o seu primeiro álbum, I Am Kurdish. Syfkhan não se limita a criar a partir da tradição, junta elementos dos Balcãs, do psicadelismo turco e daquela visionada música do deserto do norte de África. A sua dinâmica é carregado de visão e de dor, arrasta uma melancolia que é expressa sem saber a história dele, ou sequer de onde vem. Funciona sem entendimento da linguagem, a comunicação é sonora e contagia.
Ricardo Passos é um músico multi-instrumentista, nascido no Porto, Portugal em 1977. Passou os últimos 20 anos a viajar pelo mundo, guiado pelo seu interesse em música e culturas de diferentes locais na Ásia, África, América e Europa. Prepara-se para o lançamento e apresentação do seu primeiro disco de originais “Noite de Luz”, dedicado à harpa chinesa, o guzheng.

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