ANAIFA – AUDITÓRIO DO ISEC DIA 06/04/05
Silêncio que se vai cantar o fado. Fado?! Sim! O fado que se escutou nesta noite não é um fado qualquer. É fado urbano. Mistura-se com a pop. Por vezes até convida a dançar.
A Naifa veio a Coimbra mostrar "Canções Subterrâneas". E estas "Canções Subterrâneas" ao vivo mostram muito mais força. Existe mais espaço para cada uma delas respirar. Ganham novos contornos. Novas cores. Arrebatam corações. Conseguem empolgar um auditório muito bem composto.
A voz de Maria Antónia projecta-se no ar e enche a sala. A guitarra portuguesa de Luís Varatojo traz o lado fadista ao palco. O baixo de João Aguardela pinta o som com cores pop, enquanto a bateria e todos os ritmos manejados por Vasco Vaz dão um ar mais trip hop à cena.
Mas não foram só as "Canções Subterrâneas" que fizeram a noite brilhar. Tempo ainda para ouvir alguns temas da Linha da Frente e as versões de "Sentidos Pêsames" dos GNR, "Alfama" dos Mler Ife Dada e "Tourada" de Fernando Tordo.
E quando A Naifa entrou para o primeiro encore e pelo ar soaram as palavras e sons de "Tourada" o publico entrou em delírio. Afinal ainda existem boas canções... Músicas que o tempo não esquece...
Esta noite, fadista, vai ficar por muito tempo na alma. Sim porque afinal isto também é fado. Existem muitas maneiras de se cantar e tocar o fado.
A Naifa veio a Coimbra mostrar "Canções Subterrâneas". E estas "Canções Subterrâneas" ao vivo mostram muito mais força. Existe mais espaço para cada uma delas respirar. Ganham novos contornos. Novas cores. Arrebatam corações. Conseguem empolgar um auditório muito bem composto.
A voz de Maria Antónia projecta-se no ar e enche a sala. A guitarra portuguesa de Luís Varatojo traz o lado fadista ao palco. O baixo de João Aguardela pinta o som com cores pop, enquanto a bateria e todos os ritmos manejados por Vasco Vaz dão um ar mais trip hop à cena.
Mas não foram só as "Canções Subterrâneas" que fizeram a noite brilhar. Tempo ainda para ouvir alguns temas da Linha da Frente e as versões de "Sentidos Pêsames" dos GNR, "Alfama" dos Mler Ife Dada e "Tourada" de Fernando Tordo.
E quando A Naifa entrou para o primeiro encore e pelo ar soaram as palavras e sons de "Tourada" o publico entrou em delírio. Afinal ainda existem boas canções... Músicas que o tempo não esquece...
Esta noite, fadista, vai ficar por muito tempo na alma. Sim porque afinal isto também é fado. Existem muitas maneiras de se cantar e tocar o fado.
Está lá o tique da cantora e os trejeitos na voz não deixam mentir. Está lá a guitarra. O baixo e a bateria estão ali para disfarçar e para trazer a esta casa um público que se calhar de outra forma não encararia o fado.
Agora é tempo de voltar a por o disco a tocar e sentir se todas as canções que o preenchem já fazem mais sentido juntas.
Nuno Ávila
Agora é tempo de voltar a por o disco a tocar e sentir se todas as canções que o preenchem já fazem mais sentido juntas.
Nuno Ávila
Sem comentários:
Enviar um comentário