
Musica nebulosa. Dormente. Ambiental. Guitarras minimais. Sons a criarem imagens irreais, aqui e ali ajudados pelas vozes e pelas palavras fonéticas.
Inicio dos temas sempre atribulado. Depois a ganharem corpo, no peso das duas guitarras.
Imagens de Pop Dell’Arte a virem à mente trazidas pela forma de cantar de Nuno Messias. Efeitos de som a saírem das cordas por vezes a lembrar The Duruti Column.
Os Zurrapa cativam pela diferença. Pela frontalidade. Pelo experimentalismo. São um laboratório vivo de ideias.
Necessitam de tocar mais ao vivo. De ganhar mais calo. O bom gosto em criar já por aqui mora. Por isso, com mais alguns concertos teremos banda para encher as medidas. Porque em CD já provaram ser grandes.
Esta música não é uma zurrapa para deitar fora. Tem gosto. Saboreia-se calmamente. E chora-se por mais.
Inicio dos temas sempre atribulado. Depois a ganharem corpo, no peso das duas guitarras.
Imagens de Pop Dell’Arte a virem à mente trazidas pela forma de cantar de Nuno Messias. Efeitos de som a saírem das cordas por vezes a lembrar The Duruti Column.
Os Zurrapa cativam pela diferença. Pela frontalidade. Pelo experimentalismo. São um laboratório vivo de ideias.
Necessitam de tocar mais ao vivo. De ganhar mais calo. O bom gosto em criar já por aqui mora. Por isso, com mais alguns concertos teremos banda para encher as medidas. Porque em CD já provaram ser grandes.
Esta música não é uma zurrapa para deitar fora. Tem gosto. Saboreia-se calmamente. E chora-se por mais.

Texto & Fotos Nuno Ávila
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