Pedro Marques Pereira é o cérebro deste Projecto Fuga. Elemento fundador e responsável pela composição, produção e diversos instrumentos. A seu lado um naipe de invejáveis músicos constituído por: Miguel Gomes no violino (Orquestra de Sonhos), Celina da Piedade no acordeão (Rodrigo Leão, Uxu Kalhus, Pula-lhe o Pé, Cravo e Ferradura), Susana Santos no violoncelo (Pedro Barroso, Modas à Margem do Tempo), Pedro Pinto no contrabaixo (Quinteto Tati), Miguel Drago na guitarra portuguesa (Coimbra), Maria Pedro nas letras, Helena Caldeira na voz, Milton Batera na bateria, guitarra e composição (Joana Rios, Trio Onda Jazz, Redfones, Philip Hamilton, Silvia Nazario), Vasco Teodoro na guitarra eléctrica e acústica, Ricardo Moura no baixo e Galissá na voz e kora (artista da Guiné-Bissau).
Para dar voz aos temas o Projecto Fuga convidou JP Simões (Quinteto Tati/Belle Chase Hotel), Fernanda Takai (Pato Fu), Enjel Eneh (cantor nigeriano), Teresa Gabriel, Ana Deus (Ban/Três Tristes Tigres), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Helena Caldeira, Pedro Bonifrate (Supercordas) e Rozette.
O que se pode constatar de imediato é que um tão grande leque de participações dá uma textura muito rica ao resultado final. No entanto, e uma vez que a composição está entregue maioritariamente a Pedro Pereira, o disco mantém ao longo dos 13 temas (12, mais uma faixa escondida) uma assinalável coerência na sua estrutura.
Fica no entanto no ar a duvida: como é que o projecto vai levar isto para cima do palco? Vamos desfazer esta pergunta não tarda muito…
Pois amigos, já vai sendo tempo de vos dizer o que está escondido neste “01”. Se forem ao myspace da banda encontram a sua musica definida como pop/soul/alternativa. Assim, à primeira vista os dois instrumentais fazem-me lembrar o trabalho mais recente de Rodrigo Leão. O restante do disco traz aqui e ali notas que recordam vagamente os Quinteto Tati e os Belle Chase Hotel. Mas sim, temos aqui pop e muita, alguma soul, pitadas de alternativo e até alguma bossa trazida pelas vozes brasileiras. Tudo, criado no entanto, com arte, de forma a dar a este quadro uma cor muito própria.
“01” é um disco muito linear. Recto. Sem entrar em grandes malabarismos, apresenta arranjos certeiros e uma produção e masterização feitas da forma mais correcta.
Este é um disco escorreito sem um momento que fuja mais para lá. “01” é um registo que mantém sempre a mesma aparência.
Foi editado com a ajuda do prémio ganho num concurso da SPA e Antena 3. Chegou de mansinho. Traz dentro dele várias culturas. No entanto é uno. Porque a musica no fim de contas é uma linguagem comum.
E assim se criam discos simples. Registos que servem para comunicar sentimentos…
Para dar voz aos temas o Projecto Fuga convidou JP Simões (Quinteto Tati/Belle Chase Hotel), Fernanda Takai (Pato Fu), Enjel Eneh (cantor nigeriano), Teresa Gabriel, Ana Deus (Ban/Três Tristes Tigres), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Helena Caldeira, Pedro Bonifrate (Supercordas) e Rozette.
O que se pode constatar de imediato é que um tão grande leque de participações dá uma textura muito rica ao resultado final. No entanto, e uma vez que a composição está entregue maioritariamente a Pedro Pereira, o disco mantém ao longo dos 13 temas (12, mais uma faixa escondida) uma assinalável coerência na sua estrutura.
Fica no entanto no ar a duvida: como é que o projecto vai levar isto para cima do palco? Vamos desfazer esta pergunta não tarda muito…
Pois amigos, já vai sendo tempo de vos dizer o que está escondido neste “01”. Se forem ao myspace da banda encontram a sua musica definida como pop/soul/alternativa. Assim, à primeira vista os dois instrumentais fazem-me lembrar o trabalho mais recente de Rodrigo Leão. O restante do disco traz aqui e ali notas que recordam vagamente os Quinteto Tati e os Belle Chase Hotel. Mas sim, temos aqui pop e muita, alguma soul, pitadas de alternativo e até alguma bossa trazida pelas vozes brasileiras. Tudo, criado no entanto, com arte, de forma a dar a este quadro uma cor muito própria.
“01” é um disco muito linear. Recto. Sem entrar em grandes malabarismos, apresenta arranjos certeiros e uma produção e masterização feitas da forma mais correcta.
Este é um disco escorreito sem um momento que fuja mais para lá. “01” é um registo que mantém sempre a mesma aparência.
Foi editado com a ajuda do prémio ganho num concurso da SPA e Antena 3. Chegou de mansinho. Traz dentro dele várias culturas. No entanto é uno. Porque a musica no fim de contas é uma linguagem comum.
E assim se criam discos simples. Registos que servem para comunicar sentimentos…
Nuno Ávila
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