“Para Todo o Mal” é um disco assim assim. Não chega aos calcanhares do primeiro, mas tem alguns momentos superiores ao segundo.
Começa em grande o disco, com quatro brilhantes temas, onde se destaca a pérola do registo de nome “Tribunal da Relação”. Um tema tão cintilante como muitos do primeiro registo.
O restante deste disco tem altos e baixos. A viagem não se faz por uma estrada recta. Os Mesa metem-se por caminhos turbulentos, ao perderem-se em alguns experimentalismos, como acontece em “Biombo Acústico”.
No entanto convém destacar ainda os temas “Boca do Mundo (Chama)”, que apesar de não ter cara de single, consegue prender a nossa atenção e “Não Vai Ser Bom”, uma musica frenética, que convida a abanar o corpo.
Ao terceiro disco, João Pedro Coimbra e Mónica Ferraz continuam a oferecer-nos uma pop onde sons electrónicos servem de almofada. Cantada em português, com letras inspiradas.
Depois de um primeiro disco, editado três vezes, e de um empolgante sucesso, com o público e a critica a aplaudirem, esperava-se um futuro mais risonho para a banda. Eles não conseguiram manter a fasquia elevada e apesar de continuarem a fazer boas canções, sente-se nalguns momentos que a inspiração já não é a de outras horas, isto apesar de estarmos na presença de músicos muito competentes.
No entanto, esta é uma banda que devemos ir acompanhando, porque apesar de tudo, são deles algumas das melhores canções que a pop portuguesa conheceu nos últimos anos.
Começa em grande o disco, com quatro brilhantes temas, onde se destaca a pérola do registo de nome “Tribunal da Relação”. Um tema tão cintilante como muitos do primeiro registo.
O restante deste disco tem altos e baixos. A viagem não se faz por uma estrada recta. Os Mesa metem-se por caminhos turbulentos, ao perderem-se em alguns experimentalismos, como acontece em “Biombo Acústico”.
No entanto convém destacar ainda os temas “Boca do Mundo (Chama)”, que apesar de não ter cara de single, consegue prender a nossa atenção e “Não Vai Ser Bom”, uma musica frenética, que convida a abanar o corpo.
Ao terceiro disco, João Pedro Coimbra e Mónica Ferraz continuam a oferecer-nos uma pop onde sons electrónicos servem de almofada. Cantada em português, com letras inspiradas.
Depois de um primeiro disco, editado três vezes, e de um empolgante sucesso, com o público e a critica a aplaudirem, esperava-se um futuro mais risonho para a banda. Eles não conseguiram manter a fasquia elevada e apesar de continuarem a fazer boas canções, sente-se nalguns momentos que a inspiração já não é a de outras horas, isto apesar de estarmos na presença de músicos muito competentes.
No entanto, esta é uma banda que devemos ir acompanhando, porque apesar de tudo, são deles algumas das melhores canções que a pop portuguesa conheceu nos últimos anos.
Nuno Ávila
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