quinta-feira, 13 de novembro de 2008

PERIFÉRICO 08





Nos próximos dias 20 a 21 de Novembro haverá cinema independente e muita música no cinema S. Jorge em Lisboa.

A produtora Periferia Filmes apresenta as sua produções cinematográficas e concertos todas as noites.

FESTA DE CINEMA PERIFÉRICO NO CINEMA SÃO JORGE - OS CONCERTOS:

QUINTA, 20 NOV. 23h00
ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL + ANTÓNIO RAFAEL - "ESTILHAÇOS"

É espectáculo de spoken word concebido para ser apresentado ao vivo.

SEXTA, 21 NOV.23h00

SUBOTNICK APRESENTA PERIFERIA SOUNDTRACKS LANÇAMENTO DA BANDA SONORA ORIGINAL DE TEBAS

THE LEGENDARY TIGER MAN
Este espectáculo será o lançamento do seu novo disco, a Banda Sonora Original de Tebas, em Vinil de 10", uma edição Periferia Filmes / Subotnick Enterprises.

SÁBADO, 22 NOV. 23h00

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS
Oportunidade para ouvir Sean Riley e a sua guitarra que destila meio século da história do pop/rock. Sean Riley & The Slowriders apresentam a Banda Sonora Original de Corrente de Rodrigo Areias, que será editado em Vinil 10" no próximo ano pela Periferia Filmes / Subotnick Enterprises.

DOMINGO, 23 NOV. 19h30

KUBIK – "A FELICIDADE" DE ALEKSANDRE MEDVEDKINE
Para concluir a Festa do Cinema Periférico, um cine-concerto, no qual Kubik porá em música um genial momento do cinema mudo: "A Felicidade" (Schastyé, 1934), do russo Aleksandr Medvedkine (1900-89). "A Felicidade" é uma obra-prima relativamente pouco vista, pois o seu realizador só foi realmente reconhecido nos anos 70, graças ao em empenho de Chris Marker. Medvedkine era contemporâneo de Eisenstein, que o admirava e escreveu a seu respeito, mas os seus filmes eram excessivamente originais para o sistema soviético. Em 1932-33, Medvedkine percorreu a Ucrânia num "cine-comboio", com uma equipa que improvisava pequenos filmes com os camponeses nas paragens. Foi desta experiência que nasceu "A Felicidade", um filme em que um estábulo ou um celeiro podem sair andando, um morto pode ressuscitar, um cavalo pode subir a um telhado de colmo para comê-lo, um filme em que o grotesco e o maravilhoso se fundem.

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