
Co-produção: Granular com Gabriel Ferrandini e Pedro Lopes
Apoio: Trem Azul
Na sua segunda edição, o ciclo Improvisível volta à Trem Azul Jazz Store, em Lisboa, para propôr durante as quintas-feiras do mês de Fevereiro uma série de solos protagonizados por músicos que nunca, ou raramente, tentaram a fórmula antes. Aos solos somam-se duos em que os conceitos e as práticas de cada um se colocam “em relação”. Os motes são a improvisação total e a imprevisibilidade das combinatórias.
18 Fev 19h30
Solo 1
Ulrich Mitzlaff violoncelo
Ulrich Mitzlaff violoncelo
Com formação clássica e um celebrado percurso pela música improvisada, o jazz e o experimentalismo electroacústico, o alemão (residente em Portugal desde 1996) Ulrich Mitzlaff vem marcando presença em projectos partilhados com Carlos "Zíngaro", Nuno Rebelo, Carlos Bechegas, Pedro Carneiro, Rodrigo Amado, Vítor Joaquim e Pedro Rebelo, entre outros. Enquanto compositor de cena, trabalhou para Vera Mantero, Paulo Ribeiro e Romulus Neagu. Nos palcos, tocou já com figuras internacionais como Bertrand Gauguet, Stefano Zorzanello, Bart Maris, Phill Niblock, Mark Whitecage e Fried Dahn, sempre situando-se na "terra de ninguém" entre as várias famílias musicais.
Solo 2
Nuno Torres saxofone alto
Colaborador frequente dos investimentos musicais do artista visual e instalacionista Ricardo Jacinto, Nuno Torres é em Portugal também o mais reconhecido saxofonista do chamado reducionismo, emparceirando com figuras desta área da improvisação como Ernesto Rodrigues, José Oliveira e Carlos Santos. Ainda que proveniente da escola jazzística do bop, não segue uma lógica discursiva com base na escala e no tom, preferindo a construção de texturas e uma exposição não-linear dos materiais sonoros, regra geral no limiar do silêncio. A este nível, é mesmo um estilista, pois fá-lo com elegância e um profundo sentido de musicalidade.
Colaborador frequente dos investimentos musicais do artista visual e instalacionista Ricardo Jacinto, Nuno Torres é em Portugal também o mais reconhecido saxofonista do chamado reducionismo, emparceirando com figuras desta área da improvisação como Ernesto Rodrigues, José Oliveira e Carlos Santos. Ainda que proveniente da escola jazzística do bop, não segue uma lógica discursiva com base na escala e no tom, preferindo a construção de texturas e uma exposição não-linear dos materiais sonoros, regra geral no limiar do silêncio. A este nível, é mesmo um estilista, pois fá-lo com elegância e um profundo sentido de musicalidade.
Duo
Ulrich Mitzlaff / Nuno Torres
Ulrich Mitzlaff / Nuno Torres
entrada 5 euros
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