
JOÃO CORAÇÃO & SAMUEL ÚRIA
Sábado, 20 de Fevereiro, 22h0
Como será a música feita por um genuíno cavalheiro? O João Coração tem uma resposta e a resposta é a sua música. Trovador, voluntário, impetuoso, viola ou bandolim em punho, queixo erguido, entra pelos ouvidos e instala-se nos ossos.
Após “Nº1 Sessão de Cezimbra” seguiu-se “Muda que Muda”, segundo e mais recente disco de Coração. Canções cheias de sol e estrada que vieram para lavar a alma dos portugueses. Entre a contagiante festividade e a melancolia esperançosa vamos escutando. Uma voz plácida, rica e melodiosa, cheio de instrumentos a seu redor, achou-se um legítimo herdeiro dos grandes trovadores portugueses, do charme Gainsbourg, do bolero de Bryan Ferry e do roque da estrada 61. E daqui para a frente o que esperar deste cavalheiro? Rir, chorar, dançar e às vezes só mesmo o inesperado.
Samuel Úria, nome artístico de Samuel Úria, viveu nos últimos anos por Coimbra, Leiria, Figueira da Foz ou Évora, cidades que de bom grado lhe acolheram a inspiração. É, contudo, a eterna Tondela natal que lhe está presente na voz e nas canções: o humor castiço, a loquaz despreocupação, os blues campesinos, o grande espaço dos pequenos sítios.
Um dos pais fundadores da profícua FlorCaveira, o trajecto musical de Samuel Úria passa pelos discos e concertos, em nome próprio, pelo punk-rock vintage, dos Velhas Glorias, e pelas filarmonias, de Os Ninivitas.
Ingressos, a 12 euros, disponíveis em www.theatrocirco.bilheteiraonline.pt e na bilheteira do Theatro Circo.
Após “Nº1 Sessão de Cezimbra” seguiu-se “Muda que Muda”, segundo e mais recente disco de Coração. Canções cheias de sol e estrada que vieram para lavar a alma dos portugueses. Entre a contagiante festividade e a melancolia esperançosa vamos escutando. Uma voz plácida, rica e melodiosa, cheio de instrumentos a seu redor, achou-se um legítimo herdeiro dos grandes trovadores portugueses, do charme Gainsbourg, do bolero de Bryan Ferry e do roque da estrada 61. E daqui para a frente o que esperar deste cavalheiro? Rir, chorar, dançar e às vezes só mesmo o inesperado.
Samuel Úria, nome artístico de Samuel Úria, viveu nos últimos anos por Coimbra, Leiria, Figueira da Foz ou Évora, cidades que de bom grado lhe acolheram a inspiração. É, contudo, a eterna Tondela natal que lhe está presente na voz e nas canções: o humor castiço, a loquaz despreocupação, os blues campesinos, o grande espaço dos pequenos sítios.
Um dos pais fundadores da profícua FlorCaveira, o trajecto musical de Samuel Úria passa pelos discos e concertos, em nome próprio, pelo punk-rock vintage, dos Velhas Glorias, e pelas filarmonias, de Os Ninivitas.
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