
Tigrala são três. Um mexicano e dois portugueses. Todos com provas dadas. São eles: o percussionista Ian Carlo Mendonza, o guitarrista Guilherme Canhão (Lobster) e o guitarrista Norberto Lobo. Três almas de quadrantes tão distintos que dificilmente imaginaríamos juntas.
Este seu primeiro registo é um disco que nos apresenta em sete temas, 40 minutos de musica dificil de catalogar. Tem um lado experimental. Tem uma vertente acústica. Tem uma alma ritual. Tem por vezes uma calma mais ambiental. Tem muitas vezes um ar festivo. Confusos? Que outra maneira poderá haver para descrever os sons que nos oferecem Tigrala?
É que estes sete temas são à primeira escuta difíceis de penetrar. Uma mata de folhagem densa, que nos dificulta a passagem. Mas à medida que vamos entrando nesta floresta, muitos encantos se nos deparam perante o nosso olhar. E com as sucessivas viagens que vamos fazendo, vamos encontrando outras belezas que nos arrebatam o coração.
A música de Tigrala tem essa magia, vai nos oferecendo novos sabores a cada audição. Por isso desistir logo à primeira é um erro irreparável e fatal.
Encontrar paralelo com o que fazem estes Tigrala é tarefa que faz transpirar. Encontram-se aqui pedaços de muitos quadros. Se nos determos com atenção no texto que apresenta este CD fala-se por lá em nomes como o de Steve Reich, de Don Cherry e Hermeto Pascoal. Referências de categoria, que elevam a um patamar superior um som que tanto vive das guitarra acústica (Guilherme), como da tambura (Norberto) ou das precursões (Ian Carlo).
Estamos assim perante uma musica imprevisível. Rica em surpresas. Construída por músicos de eleição que em grande parte do tempo fazem aquilo que deles não esperávamos. No bom sentido!
Amigos, até já… Vou ali por de novo a tocar o CD dos Tigrala, à espera de encontrar mais alguns tesouros escondidos. Depois voltarei para contar a aventura.
Este seu primeiro registo é um disco que nos apresenta em sete temas, 40 minutos de musica dificil de catalogar. Tem um lado experimental. Tem uma vertente acústica. Tem uma alma ritual. Tem por vezes uma calma mais ambiental. Tem muitas vezes um ar festivo. Confusos? Que outra maneira poderá haver para descrever os sons que nos oferecem Tigrala?
É que estes sete temas são à primeira escuta difíceis de penetrar. Uma mata de folhagem densa, que nos dificulta a passagem. Mas à medida que vamos entrando nesta floresta, muitos encantos se nos deparam perante o nosso olhar. E com as sucessivas viagens que vamos fazendo, vamos encontrando outras belezas que nos arrebatam o coração.
A música de Tigrala tem essa magia, vai nos oferecendo novos sabores a cada audição. Por isso desistir logo à primeira é um erro irreparável e fatal.
Encontrar paralelo com o que fazem estes Tigrala é tarefa que faz transpirar. Encontram-se aqui pedaços de muitos quadros. Se nos determos com atenção no texto que apresenta este CD fala-se por lá em nomes como o de Steve Reich, de Don Cherry e Hermeto Pascoal. Referências de categoria, que elevam a um patamar superior um som que tanto vive das guitarra acústica (Guilherme), como da tambura (Norberto) ou das precursões (Ian Carlo).
Estamos assim perante uma musica imprevisível. Rica em surpresas. Construída por músicos de eleição que em grande parte do tempo fazem aquilo que deles não esperávamos. No bom sentido!
Amigos, até já… Vou ali por de novo a tocar o CD dos Tigrala, à espera de encontrar mais alguns tesouros escondidos. Depois voltarei para contar a aventura.
Nuno Ávila
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