
Duo Ouro Negro – O Essencial
Nas lojas a 15 de Novembro
Em 1960, o Duo Ouro Negro edita “Muxima”, um EP seminal que ainda hoje dá frutos. 50 anos depois, a partir das pistas deixadas na crítica que João Bonifácio faz à edição “Perfil” de Duo Ouro Negro, foi lançado o desafio a Firmino Pascoal – Musidanças / Lindu Mona - para seleccionar os temas mais representativos do Duo e contextualizá-los.
A tarefa não foi fácil, mas o fio condutor é o mesmo que justifica esta edição. Nas palavras de João Bonifácio: “Para compreender a grandeza destes homens bastaria apenas pôr os ouvidos em "Africaníssimo", de 1959, e "Mulowa Afrika", de 1967. Nestes dois discos, e nos EPs que os entremeiam, está o essencial: o semba cruzado com funk, o nascimento do kwela, um ritmo zulu que adaptaram aos anos 60, as infinitas explorações melódicas da tradição angolana, os cruzamentos de ritmos. São duas obras-primas e é um crime não poderem ser ouvidas, para mais em época de releitura da cultura negra".
Não ficámos por estes álbuns e Eps, pois o Essencial de Duo Ouro Negro vai até 1975.. Firmino Pascoal explora os arquivos da Valentim de Carvalho para (re)descobrir 74 gravações, restauradas das fitas originais e remasterizadas, reunidas em 4 CD: O Espírito Blackground, Grandes Sucessos, Versões e Tradicional Angolano. Destas gravações, mais de metade (48, para sermos exactos) são inéditas em CD.
Acompanhada pela peça publicada no Ipsilon, em Maio, e por textos de Firmino Pascoal, trazemos de volta à luz uma obra que se temia perder na poeira do tempo.
Nas lojas a 15 de Novembro
Em 1960, o Duo Ouro Negro edita “Muxima”, um EP seminal que ainda hoje dá frutos. 50 anos depois, a partir das pistas deixadas na crítica que João Bonifácio faz à edição “Perfil” de Duo Ouro Negro, foi lançado o desafio a Firmino Pascoal – Musidanças / Lindu Mona - para seleccionar os temas mais representativos do Duo e contextualizá-los.
A tarefa não foi fácil, mas o fio condutor é o mesmo que justifica esta edição. Nas palavras de João Bonifácio: “Para compreender a grandeza destes homens bastaria apenas pôr os ouvidos em "Africaníssimo", de 1959, e "Mulowa Afrika", de 1967. Nestes dois discos, e nos EPs que os entremeiam, está o essencial: o semba cruzado com funk, o nascimento do kwela, um ritmo zulu que adaptaram aos anos 60, as infinitas explorações melódicas da tradição angolana, os cruzamentos de ritmos. São duas obras-primas e é um crime não poderem ser ouvidas, para mais em época de releitura da cultura negra".
Não ficámos por estes álbuns e Eps, pois o Essencial de Duo Ouro Negro vai até 1975.. Firmino Pascoal explora os arquivos da Valentim de Carvalho para (re)descobrir 74 gravações, restauradas das fitas originais e remasterizadas, reunidas em 4 CD: O Espírito Blackground, Grandes Sucessos, Versões e Tradicional Angolano. Destas gravações, mais de metade (48, para sermos exactos) são inéditas em CD.
Acompanhada pela peça publicada no Ipsilon, em Maio, e por textos de Firmino Pascoal, trazemos de volta à luz uma obra que se temia perder na poeira do tempo.
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