Para começo de conversa dizer que esta foi uma noite memorável.
A lembrar tempos idos no Centro Popular de Trabalhadores no Bairro de Celas, aqui em Coimbra.
Uma casa cheia a ansiar ver os Parkinsons.
A banda a regressar, desta vez com kaló na bateria, e a entregar-se totalmente.
Comunhão perfeita entre músicos e público.
Desfilaram todos os seus grandes temas, muitos deles gritados a plenos pulmões pelas gentes da primeira fila.
Muito calor...humano. Rebeldia. Sem estragos. Mas tudo muito sentido.
Afonso em grande, correspondido em pleno pela mestria dos companheiros.
Até parece que a banda nunca deixou de tocar e que o Kaló sempre lá esteve.
E a verdade amigos é que o punk quer-se assim, suado.
As gotas todas que pingaram vão manchar para sempre as paredes do velho States, deixando a marca de um a grande noite de rock.
A lembrar tempos idos no Centro Popular de Trabalhadores no Bairro de Celas, aqui em Coimbra.
Uma casa cheia a ansiar ver os Parkinsons.
A banda a regressar, desta vez com kaló na bateria, e a entregar-se totalmente.
Comunhão perfeita entre músicos e público.
Desfilaram todos os seus grandes temas, muitos deles gritados a plenos pulmões pelas gentes da primeira fila.
Muito calor...humano. Rebeldia. Sem estragos. Mas tudo muito sentido.
Afonso em grande, correspondido em pleno pela mestria dos companheiros.
Até parece que a banda nunca deixou de tocar e que o Kaló sempre lá esteve.
E a verdade amigos é que o punk quer-se assim, suado.
As gotas todas que pingaram vão manchar para sempre as paredes do velho States, deixando a marca de um a grande noite de rock.
Texto & fotos Nuno Ávila
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