Começou a fazer música no seu quarto com um computador, um sampler, e um ou dois sintetizadores quando tinha 16 anos. À medida que foi aprendendo a mexer em máquinas e a tocar vários instrumentos, num modo auto-didacta, foi desenvolvendo uma sonoridade própria.
Sendo PZ o seu projecto mais intimista, existem outros que permitem ao músico viajar por sonoridades e estados de espírito divergentes como Pplectro (alter ego que toma conta dos seu devaneios puramente electrónicos), Paco Hunter (projecto que desenvolveu com o seu irmão Zé Nando Pimenta) e a Zany Dislexic Band (banda de improviso que conta também com Zé Nando Pimenta, Sérgio Freitas e Duarte Araújo).
Por mais estranho e contraditório que pareça, PZ vai construindo a sua identidade neste lugar multi-facetado e multi-disciplinar. A coerência é dividida em mundos paralelos que vivem em dimensões próprias. Neste panorama o projecto PZ reflecte a dimensão do mundo mais real de Paulo Zé Pimenta.

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