O projeto a solo de Hugo Barão, que conta com a colaboração de David Bastos, está de volta com o tão aguardado EP, SOMA, que tem o selo da ZigurArtists. Lançado no dia 16, no Porto, ao abrigo do Café au Lait e do resto da família Zigur (Zigur Label Day), Hugo Barão mostra três faixas inéditas que quase nos sabem a pouco.
Mas não haverá ninguém melhor para escrever sobre o seu novo trabalho do que um amigo e colaborador.
Eis as palavras de Mr Herbert Quain.
"O que azul-revolto nos propõe neste disco é diferente. A dimensão física é irrecusável em sucessivos apelos, quase reflexivos, ao movimento e à dança mecânica dos corpos. Mas estes já não são corpos separados da sua consciência. Em SOMA, os baixos, as batidas quebradas, as cadências progressivas, tudo isso está lá ao serviço, não apenas do corpo, mas da mente e dos seus devaneios. Divaga-se por estas três faixas com a convicção de que nos podemos projectar livremente em cada um dos universos que nos são propostos, apesar das turbulências, das hesitações e do nevoeiro que ameaça turvar-nos o caminho."
Mas não haverá ninguém melhor para escrever sobre o seu novo trabalho do que um amigo e colaborador.
Eis as palavras de Mr Herbert Quain.
"O que azul-revolto nos propõe neste disco é diferente. A dimensão física é irrecusável em sucessivos apelos, quase reflexivos, ao movimento e à dança mecânica dos corpos. Mas estes já não são corpos separados da sua consciência. Em SOMA, os baixos, as batidas quebradas, as cadências progressivas, tudo isso está lá ao serviço, não apenas do corpo, mas da mente e dos seus devaneios. Divaga-se por estas três faixas com a convicção de que nos podemos projectar livremente em cada um dos universos que nos são propostos, apesar das turbulências, das hesitações e do nevoeiro que ameaça turvar-nos o caminho."

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