Dias: 9 e 16 Abril
Local: Salão Brazil
Horário: 21h30
Organização: Fila K Cineclube | Parceria: JACC
Entrada
5€
2€ (sócios Fila K Cineclube e JACC)
| 9 Abril |
Berlim: A Sinfonia de Uma Capita; (1927) de Walther Ruttmann
Cine-concerto João Mortágua
| 16 Abril |
O Último dos Homens; (1924) de F.W. Murnau
Cine-Concerto Luís Pedro Madeira
SINOPSE
Nos dias 9 e 16 de Abril, no Salão Brazil realiza-se a quinta edição do Ciclo Formas, organizado
pela Fila K Cineclube em parceria com o JACC.
O Ciclo Formas é um espaço de incentivo à criação de cruzamentos, diálogos entre o Cinema e as diferentes linguagens artísticas. Na edição de 2019, o destaque são apresentações ao vivo no formato cine-concerto por diferentes composições musicais. O objetivo do ciclo é incentivar a criação de bandas sonoras originais interpretadas ao vivo no formato cine-concerto. Também, expor a relação entre o Cinema e Música através de práticas artísticas que convida o público a explorar de uma forma livre a relação entre imagens e sons.
Gonçalo Barros, programador do Ciclo Formas
Salão Brazil | 21h30
“BERLIM: A SINFONIA DE UMA CAPITAL” (1927), Walter Ruttmann
Cine-concerto | João Mortágua
Duração total: 65 min.
Sinopse
Salão Brazil | 21h30
“BERLIM: A SINFONIA DE UMA CAPITAL” (1927), Walter Ruttmann
Cine-concerto | João Mortágua
Duração total: 65 min.
Sinopse
João Mortágua (saxofonista e compositor) é o músico que vai apresentar ao vivo no formato cine-concerto para acompanhar o filme “Berlim: A Sinfonia de uma Capital” de Walter Ruttmann. O filme é um documentário histórico que retrata o dia-a-dia de uma grande metrópole, da manhã à meia-noite, marcada pelo pitoresco, o trabalho e a movimentação da população, num estilo vanguardista a montagem revela uma poesia visual. O filme de Walter Ruttmann faz parte de um género de filmes chamado “Sinfonia Urbana” surgido na década de 1920 na Europa e Nova Iorque.
Entre os norte-americanos, há entre outros “Manhatta” (1921), de Charles Sheeler e Paul Strand, “24 Dollar Island” (1926), de Robert Flaherty. Na Europa, os mais representativos são “Berlim, Sinfonia de uma Capital” (1927), e “O Homem da Câmara de Filmar” (1929), de Dziga Vertov, dois cineastas cujas formações artísticas incluem a música. Ainda como exemplo, temos o filme do brasileiro Alberto Cavalcanti “Nada Além das Horas” (1926).
Natural de Estarreja, João Mortágua concluiu o curso básico de piano e o oitavo grau de saxofone no Conservatório de Música de Aveiro, onde integrou a Big Band, o Quarteto de Saxofones e a Banda Sinfónica. Paralelamente frequentou masterclasses com o Quarteto de Saxofones de Amesterdão, tendo também integrado a Orquestra Juvenil do Centro.
Dado o crescente interesse pelo jazz, partiu em 2005 para Lisboa, onde frequentou a escola de jazz do Hot Club de Portugal.
Licenciado em Jazz pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE-Porto), integrou o Septeto premiado na Festa do Jazz do S. Luiz 2007. Participou no 39º Seminário do Siena Jazz, tendo obtido uma bolsa para a 40ª edição. Tocou em inúmeros espaços e festivais nacionais, incluindo o Guimarães Jazz, Festival de Jazz de Portimão e Festival de Jazz de Valado dos Frades. Participou na gravação dos álbuns Joyce (Zelig), Our Secret World (OJM e Kurt Rosenwinkel) e Agromando (Iago Fernandez). Enquanto trabalha em projectos como o seu quarteto Janela ou o trio experimental m3, toca também com grupos emergentes da cena portuguesa como o sexteto de Miguel Moreira ou o quinteto de Gonçalo Moreira. O seu disco de estreia Janela foi editado em 2014 pela Carimbo Porta-Jazz.
16 Abril 2019
Salão Brazil | 21h30
“O ÚLTIMO DOS HOMENS” (1924), F. W. Murnau
Cine-concerto | Luís Pedro Madeira
Duração total: 1h17 min.
16 Abril 2019
Salão Brazil | 21h30
“O ÚLTIMO DOS HOMENS” (1924), F. W. Murnau
Cine-concerto | Luís Pedro Madeira
Duração total: 1h17 min.
Sinopse
“O Último dos Homens” é a proposta do músico e compositor Luís Pedro Madeira para acompanhamento musical ao vivo no formato cine-concerto. O músico é autor de várias bandas sonoras para cinema, dança, membro dos Pensão Flor e fez parte, por exemplo, dos Belle Chase Hotel e Azembla’s Quartet. Em 2019, Luís Pedro Madeira foi nomeado para os Prémios Sophia 2019 – Academia de Cinema Portuguesa pela melhor Banda Sonora Original para o filme “Pedro e Inês” de António Ferreira.
“O Último dos Homens” é a proposta do músico e compositor Luís Pedro Madeira para acompanhamento musical ao vivo no formato cine-concerto. O músico é autor de várias bandas sonoras para cinema, dança, membro dos Pensão Flor e fez parte, por exemplo, dos Belle Chase Hotel e Azembla’s Quartet. Em 2019, Luís Pedro Madeira foi nomeado para os Prémios Sophia 2019 – Academia de Cinema Portuguesa pela melhor Banda Sonora Original para o filme “Pedro e Inês” de António Ferreira.
O filme de F. W. Murnau é a obra-prima do Kammerspiel, a corrente “realista” do cinema mudo alemão, cujo principal teórico foi o argumentista Carl Mayer. Um brilhante exercício de cinema (o plano-sequência inicial que ficou famoso; ausência de intertítulos) que é também uma crítica ao culto do uniforme. Sem ele, o porteiro de um grande hotel (a criação maior de Emil Jannings) fica reduzido a ser o último dos homens.
Um “happy-end” foi acrescentado pelos produtores ao sombrio final.

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