Após o album de estreia "Violent Blue", Misfit Trauma Queen começa agora a dar os primeiros indicios do seu próximo corpo de trabalho com data indefinida para 2021. "Kubrick´s Cube" é o avanço da nova sonoridade adoptada pelo produtor - um culto de paisagens negras de magnitude cósmica em torno de uma arquitetura sonora fria, enigmática, distópica e distante. Desta vez inspirado por "2001 - A Space Odyssey", Misfit apresenta uma faixa monolítica, angular e imponente perfeitamente capaz de exemplificar a sua postura alternativa na musica eletrónica portuguesa.
Após o album de estreia "Violent Blue", Misfit Trauma Queen começa agora a dar os primeiros indicios do seu próximo corpo de trabalho com data indefinida para 2021. "Kubrick´s Cube" é o avanço da nova sonoridade adoptada pelo produtor - um culto de paisagens negras de magnitude cósmica em torno de uma arquitetura sonora fria, enigmática, distópica e distante. Desta vez inspirado por "2001 - A Space Odyssey", Misfit apresenta uma faixa monolítica, angular e imponente perfeitamente capaz de exemplificar a sua postura alternativa na musica eletrónica portuguesa.
Após o album de estreia "Violent Blue", Misfit Trauma Queen começa agora a dar os primeiros indicios do seu próximo corpo de trabalho com data indefinida para 2021. "Kubrick´s Cube" é o avanço da nova sonoridade adoptada pelo produtor - um culto de paisagens negras de magnitude cósmica em torno de uma arquitetura sonora fria, enigmática, distópica e distante. Desta vez inspirado por "2001 - A Space Odyssey", Misfit apresenta uma faixa monolítica, angular e imponente perfeitamente capaz de exemplificar a sua postura alternativa na musica eletrónica portuguesa.
Em 2020 Misfit Trauma Queen vem acrescentar um pouco de poesia à electronica experimentando timbres e atmosferas na condição da eletrónica. Pode ser thrillbient, cinematic mid-tempo, ou, crime-techno, como, crime-jazz... Rótulos à parte, MTQ reflecte em simultâneo a realidade caótica, o estado de alucinação e vertigem, da errância em que hoje se vive. O LP "Violent Blue" é a segunda aventura a solo de David Taylor, baterista e produtor auto-didacta, lançada a 7 de Fevereiro com o selo da Regulator Records. Um álbum de uma ambivalência física, cerebral, e emocional, que desvenda dez estruturas narrativas ao melhor estilo film-noir, como num bom thriller de ficção cientifica.
Experimentou também por caminhos de realização audivisual, acrescentando mais uma camada de surrealismo ao seu espectro artístico, criando dois videos para GlassJaw e EnterNoise.
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