"Maybe I'm Wrong" é o single de estreia da jovem artista Rachel Bangs. A multi-instrumentista portuguesa premeia-nos com uma nova sonoridade que combina elementos de post-punk e rock alternativo contemporâneo. A artista explora agora um registo mais pesado e intenso, que difere do som a que nos tinha habituado nos seus outros projetos coletivos, Palmers e Bar Lonely
"Maybe I'm Wrong" é o single de estreia da jovem artista Rachel Bangs. A multi-instrumentista portuguesa premeia-nos com uma nova sonoridade que combina elementos de post-punk e rock alternativo contemporâneo. A artista explora agora um registo mais pesado e intenso, que difere do som a que nos tinha habituado nos seus outros projetos coletivos, Palmers e Bar Lonely.
Rachel Bangs estreia-se a solo com o novo single "Maybe I'm Wrong", um tema que revela maturidade e denota a sua evolução, e foi totalmente produzido pela mesma no seu home studio. Nesta fase, Rachel toma as rédeas e traz-nos um verdadeiro one woman show, em que revela o domínio de vários instrumentos e técnicas de mistura e produção. É-nos dado a conhecer a nova faceta da artista, num registo mais intimista e cru. Este tema abre uma janela para o universo interior de Rachel, criando uma atmosfera envolvente e vulnerável, em que exterioriza inquietações e ânsias maioritariamente provenientes de pressões sociais. A artista mistura elementos do post-punk e rock alternativo/experimental, que concedem à música uma sonoridade nostálgica e, simultaneamente, arrojada e moderna. Rachel aponta como suas principais influências bandas como VLURE, Bleib Modern, Working Men's Club, The Ninth Wave, e Franz Ferdinand que considera ser a sua banda preferida. O single "Maybe I'm Wrong" antecipa o aguardado EP de estreia da promissora artista, que terá data de lançamento em Outubro deste ano. O tema está disponível nas plataformas de streaming a partir de o dia de hoje.
Biografia
Rachel Bangs é o pseudónimo de Raquel Custódio, nascida nas Caldas da Rainha. É multi-instrumentista e autodidata, tendo a paixão pela música surgido quando era ainda muito nova, foi com a guitarra que iniciou a sua aprendizagem com apenas 13 anos. Mais tarde, aos 18 anos dedicou-se à bateria e foi como baterista que se tornou co-fundadora da banda Palmers, que viu um sucesso considerável. Com este projeto atuou em vários locais como o Musicbox e Maus Hábitos, e abriram para bandas como Iceage e The Parkinsons. Posteriormente iniciou outro projeto, Bar Lonely, em modo online durante a pandemia. Foi também durante a quarentena que se decidiu a fazer carreira a solo e criou, portanto, este projeto.

Sem comentários:
Enviar um comentário