segunda-feira, 6 de setembro de 2021

ZARATAN APRESENTA






















ANTÓNIO OLAIO | My Fourth Incarnation


ABERTO | 9 de Setembro - 30 de Outubro 2021
HORÁRIOS | Qui-Dom, 16:00 – 20:00
ENTRADA | Livre*
APOIO /// SUPPORT | República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

“In my first incarnation, I was Caesar
In my second incarnation, I was Jesus
In my third incarnation, I was Marie Antoinette
In my fourth incarnation, I was...
I don’t remember what I was in my fourth incarnation”

[Canção com Vítor Torpedo, editada no cd “Anywhere else”, Lux Records]

Estes são os primeiros versos do vídeo/canção* “A little bird in a tree”, título que traduz a condição em que se encontrará este indivíduo na presente encarnação. Mas, antes de ser pássaro numa árvore, terá sido outras coisas de que se lembra e outras não…

É esta quarta encarnação indefinida que abre as possibilidades para os trabalhos nesta exposição.

Um espaço de pura plasticidade em que os desenhos vão encontrando forma e lugar, formas em passagem entre as coisas de que nos lembramos, as coisas que acreditamos descobrir, as coisas que poderão ter existido, as coisas que já foram, as coisas em devir e as coisas que não são coisa alguma _ António Olaio [Cortesia:Galeria Kubik]

BIO:
ANTÓNIO OLAIO (1963, Lubango, Angola). Vive em Coimbra. Licenciado pela Escola de Belas Artes do Porto em 1987. Doutorado pela Universidade de Coimbra em 2000. Professor no Curso de Arquitectura e Director do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Investigador do Centro de Estudos Sociais. As suas performances dos anos 80 levaram-no à música, num percurso onde a utilização de vários meios (pintura, desenho, vídeo, música) decorre duma forte relação com a performance. É representado pela Galeria Kubik no Porto.

Entre as exposições individuais mais recentes destacam-se: ”Next to the Next Century”, Galeria Kubik (2021, Porto) ; “João, also known as James, also known as Steve, also known as Franz, also known as Boris”, Galeria Kubik (2020, Porto); “Desterrado, Galeria Ala da Frente (Famalicão, 2020); “Sleeping Beauty”, Casa das Artes (2019, Porto); “What do you think you’re drawing?, Centro das Artes de Águeda (2019); “Next Stop is Yesterday”, Galeria Municipal de Leiria (2019); “My own Moon”, Espaço Mira (2018, Porto); “Headless Crowns”, Cooperativa Árvore (2018, Porto); “Cleaning up the Vacuum – Prelude” Gabinete Edições (2018, Lisboa); “Cleaning up the Vacuum”, Galeria Fernando Santos (2017, Porto); “Young people thinking about each other - Cabeças em trânsito”, Galeria João Esteves de Oliveira (2016, Lisboa); “Livro de lembranças dos planetas”, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (2016); “Stuffing my dreams into my head2, MCO, (2015, Porto); “Heading West", Appleton Square (2015, Lisboa); “The sorrows of electricity”, Filomena Soares (2013, Lisboa); “Square feet”, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2012); “This widow is blocking my Windows”, Museu do Chiado (2011, Lisboa); “Shall I vote for Elvis?”, Teatro Municipal da Guarda (2011); “La Prospettiva is sucking reality”, Museu do Neo-Realismo (2010, Vila Franca de Xira); “Na cátedra de S. Pedro”, Museu Grão Vasco (2010, Viseu); “La prospettiva”, Mario Mauroner (2009, Viena); “Brrrrain”, Culturgest (2009, Lisboa); “Crying my brains out”, Filomena Soares (2009, Lisboa ); “I think differently now that I can paint”, Centro Cultural Vila Flor (2007, Guimarães); “Under the stars, ZDB (2006, Lisboa); “Pictures are not movies”, Filomena Soares (2005, Lisboa); “40 years in a plane”, Kenny Schachter conTEMPorary (2004, Nova Iorque); “I’m growing heads in my head”, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2004); “You are what you eat”, Centro Cultural Andratx (2003, Palma de Maiorca); “Telepathic agriculture”, Galerie Schuster (2002, Berlin e Frankfurt); “Foggy Days in Old Manhattan”, Filomena Soares (2001, Lisboa). Entre as últimas exposições coletivas: “Nella Cohorte di de Chirico”, Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2021); “O Lápis Mágico”, Museu Municipal de Faro(2021); Bienal Anozero, Coimbra (2019); “Constelações”, Museu Berardo (2019, Lisboa); “Wait”, Museu Berardo (2019, Lisboa); “Trabalho Capital”, Centro de Arte Oliva (2019, São João Da Madeira); “GERMINAL. O núcleo Cabrita Reis na Coleção de Arte Fundação EDP”, Galeria Municipal do Porto e MAAT, Lisboa (2018); “Victória Sobre o Sol – from Black Square to Lopphole”, Colégio das Artes (2018, Coimbra). http://antonioolaio.com /// ANTÓNIO OLAIO (1963, Lubango, Angola) lives in Coimbra. Graduated from the School of Fine Arts of Porto in 1987. Doctorate from the University of Coimbra in 2000. He is professor in the Architecture Course, Director of the College of Arts of the University of Coimbra and researcher at the Center for Social Studies. His performances in the 80s led him to music, on a path where the use of various media (painting, drawing, video, music) stems from a strong relationship with performance. He is represented by Galeria Kubik in Porto. Among the most recent solo exhibitions, the following stand out: ”Next to the Next Century”, Galeria Kubik (2021, Porto) ; “João, also known as James, also known as Steve, also known as Franz, also known as Boris”, Galeria Kubik (2020, Porto); “Desterrado, Galeria Ala da Frente (Famalicão, 2020); “Sleeping Beauty”, Casa das Artes (2019, Porto); “What do you think you’re drawing?, Centro das Artes de Águeda (2019); “Next Stop is Yesterday”, Galeria Municipal de Leiria (2019); “My own Moon”, Espaço Mira (2018, Porto); “Headless Crowns”, Cooperativa Árvore (2018, Porto); “Cleaning up the Vacuum – Prelude” Gabinete Edições (2018, Lisbon); “Cleaning up the Vacuum”, Galeria Fernando Santos (2017, Porto); “Young people thinking about each other - Cabeças em trânsito”, Galeria João Esteves de Oliveira (2016, Lisbon); “Livro de lembranças dos planetas”, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (2016); “Stuffing my dreams into my head2, MCO, (2015, Porto); “Heading West", Appleton Square (2015, Lisbon); “The sorrows of electricity”, Filomena Soares (2013, Lisbon); “Square feet”, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2012); “This widow is blocking my Windows”, Museu do Chiado (2011, Lisbon); “Shall I vote for Elvis?”, Teatro Municipal da Guarda (2011); “La Prospettiva is sucking reality”, Museu do Neo-Realismo (2010, Vila Franca de Xira); “Na cátedra de S. Pedro”, Museu Grão Vasco (2010, Viseu); “La prospettiva”, Mario Mauroner (2009, Vienna); “Brrrrain”, Culturgest (2009, Lisbon); “Crying my brains out”, Filomena Soares (2009, Lisbon ); “I think differently now that I can paint”, Centro Cultural Vila Flor (2007, Guimarães); “Under the stars, ZDB (2006, Lisbon); “Pictures are not movies”, Filomena Soares (2005, Lisbon); “40 years in a plane”, Kenny Schachter conTEMPorary (2004, New York); “I’m growing heads in my head”, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2004); “You are what you eat”, Centro Cultural Andratx (2003, Palma de Maiorca); “Telepathic agriculture”, Galerie Schuster (2002, Berlin and Frankfurt); “Foggy Days in Old Manhattan”, Filomena Soares (2001, Lisbon). Among the latest collective exhibitions: “Nella Cohorte di de Chirico”, Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2021); “O Lápis Mágico”, Museu Municipal de Faro (2021); Bienal Anozero, Coimbra (2019); “Constelações”, Museu Berardo (2019, Lisbon); “Wait”, Museu Berardo (2019, Lisbon); “Trabalho Capital”, Centro de Arte Oliva (2019, São João Da Madeira); “GERMINAL. O núcleo Cabrita Reis na Coleção de Arte Fundação EDP”, Galeria Municipal do Porto and MAAT, Lisbon (2018); “Victória Sobre o Sol – from Black Square to Lopphole”, Colégio das Artes (2018, Coimbra).

[*No contexto da pandemia Covid-19, para visitar a exposição é obrigatório o uso de máscara sanitária e a entrada é sujeita a lotação máxima, no respeito das normas de higiene e segurança.] /// * [In the context of the Covid-19 pandemic, to access the exhibition the use of sanitary mask is mandatory and entry is subject to maximum capacity, in compliance with hygiene and safety standards.]

NEW MAKER ENSEMBLE
Transcendo fronteiras e barreiras


CONCERTO |10 Setembro, 19:00
ENTRADA | 3,5€ [quota mensal de sócio] /// ENTRY | 3,5€ [monthly membership]
RESERVAS | booking@zaratan.pt [No contexto da pandemia Covid-19, para assistir os eventos é obrigatório o uso de máscara sanitária e os lugares são limitados]

‘Transcendo fronteiras e barreiras’ é um concerto interdisciplinar que junta músicos, compositores, artistas, investigadores, cientistas e filósofos, todos em busca de histórias elementares. Da pedra à terra, do gelo à água, o concerto mergulha nas longas transformações de um planeta vivo, e nos encontros, mais recentes, que tem tido com as forças humanas. Partilhando voz com uma multitude de formas-vivas, este programa alinha-nos com a materialização das coisas, e elucida as formas pelas quais estas incorporam o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro.Este concerto na Zaratan é apresentado por Sara Rodrigues, Roxanna Albayati e Rodrigo B. Camacho. /// ‘I transgress borders and boundaries’ is an interdisciplinary concert that brings together musicians, composers, artists, researchers, scientists and philosophers in search of elemental histories. From stone to soil and ice to water, the concert delves into deep time transformations of one living planet and its more recent encounters with human forces. By sharing a voice with a multitude of life-forms, the programme seeks to tune in to matters that come to matter, and that simultaneously embody our past, present and future.
This concert at Zaratan is presented by Sara Rodrigues, Roxanna Albayati and Rodrigo B. Camacho.

+INFO: http://www.nmensemble.com/i-transgress-borders-and...

BIO: O New Maker Ensemble foi criado em Londres (2014) como laboratório experimental de diversas formas de nova música e de arte performativa, demarcando-se por receber e por entrelaçar passados e vivências muito diferentes. A partir duma cultura permeável de colaboração e de interdisciplinaridade, o grupo desenvolveu concepções de música bastante expandidas; daquilo que é, e daquilo com que pode interagir. Abordando a criação sempre de forma crítica, o NME tem uma visão holística e investigativa perante um ambiente em constante mudança. /// BIO: The New Maker Ensemble was formed in London (2014) as a laboratory for experimentation with various forms of new music and performance art, welcoming and bringing together individuals of different backgrounds. Through a permeable culture of collaboration and interdisciplinarity, the group has developed extended notions of what music can be or interact with. Always approaching creation critically, the NME stands holistically and investigatively before our ever-changing environment.

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