“Esta era a minha casa” é o primeiro trabalho de originais dos DEEPWAY e culmina dois anos de trabalho intenso da jovem banda da Lourinhã e será editado hoje, dia 22 de outubro.
“Ao longo de “Esta era a minha casa” ocorre uma jornada de superação e maturidade. Desmistificam-se ilusões sobre a vida adulta e espectativas associadas, caminhando num sentido de apreciar as pequenas conquistas diárias e a própria incerteza associada ao futuro que, tantas vezes, abre novas oportunidades e horizontes.
É uma viagem sobre aprender a viver, a ter esperança e lutar pelo que acreditamos e, no processo, aprender a abandonar utopias e apreciar a realidade como ela é, na sua plenitude.
É recorrente uma alegoria associada ao dia e à noite com uma forte componente temporal associada. Representando respetivamente esperança e incerteza, o dia e a noite sucedem-se como verdades inquestionáveis.
A casa simboliza, para além de conforto, certezas absolutas e convicções inflexíveis, conceitos que são abandonados e desvalorizados quando barram o nosso crescimento e impedem-nos de atingir o nosso máximo potencial.” - Deepway
Gravado entre 2019 e 2020, por Tiago Ribeiro nos estúdios Aquário Music Lab (Benedita) e será distribuído digitalmente pela Farol Music.
“Muralha” vê hoje a luz do dia e é o 2ºsingle retirado de “Esta era a minha casa” e sucede a “Nada Me Vai Parar”, tema que alcançou 22 mil visualizações no canal YOU TUBE. “Muralha “estreia em simultâneo com a edição do álbum.
“É uma música que fala sobre a vulnerabilidade na confiança em nós próprios e nos outros, a capacidade de sermos genuínos, reais e coerentes connosco em todas as circunstâncias, por mais assustador e aflitivo que isso possa parecer.” - Deepway
Os Deepway são uma banda Pop-Rock composta por Carolina Mourato, voz e guitarra elétrica, Mariana Miguel, teclado e sintetizadores, Bruno Santos, bateria e António Santos, baixo elétrico. Conheceram-se na escola da Lourinhã, por volta dos 12/13 anos, por frequentarem o mesmo clube de educação musical. A amizade nasceu e decidiram formar uma banda.
O ritmo e o estímulo da descoberta foi tal, que era necessário concentrar energias e ensaiar. O clube de música da escola já não permitia ter o tempo de ensaio necessário e, por isso, as 2ºfeiras na sala de música, passaram a ser só deles. Fecharam a escola inúmeras vezes.
A vontade não esmoreceu e trataram de ganhar tempo de ensaio noutros locais. Mais tarde a banda precisava de um baixista, e surge o António, primo de Carolina.
Na verdade, esta poderia ser uma história semelhante a tantas outras..., mas a deles, não fica por aqui.
Tal como tantos outros jovens, cada um, individualmente, descobriu a música como meio criativo e de expressão na sua abertura ao mundo.
Nos últimos seis anos, e fora da sua zona de conforto, o grupo ganhou “anticorpos” a tocar versões das suas bandas preferidas nas festas e aldeias por esse país fora. Entretanto Tatiana, membro original da banda, saiu por falta de tempo.
Hoje, todos na casa dos vinte e um anos de idade, são estudantes nas mais variadas áreas profissionais, mas o conhecimento e a experiência acumulada na área musical transformaram-nos em algo mais sério e foi semente que germina agora num primeiro álbum de originais cantado em português.
“Esta Era A Minha Casa” tem edição amanhã, 22 de Outubro de 2021 e foi possível graças ao apoio do Programa Garantir Cultura.
“É uma música que fala sobre a vulnerabilidade na confiança em nós próprios e nos outros, a capacidade de sermos genuínos, reais e coerentes connosco em todas as circunstâncias, por mais assustador e aflitivo que isso possa parecer.” - Deepway
Os Deepway são uma banda Pop-Rock composta por Carolina Mourato, voz e guitarra elétrica, Mariana Miguel, teclado e sintetizadores, Bruno Santos, bateria e António Santos, baixo elétrico. Conheceram-se na escola da Lourinhã, por volta dos 12/13 anos, por frequentarem o mesmo clube de educação musical. A amizade nasceu e decidiram formar uma banda.
O ritmo e o estímulo da descoberta foi tal, que era necessário concentrar energias e ensaiar. O clube de música da escola já não permitia ter o tempo de ensaio necessário e, por isso, as 2ºfeiras na sala de música, passaram a ser só deles. Fecharam a escola inúmeras vezes.
A vontade não esmoreceu e trataram de ganhar tempo de ensaio noutros locais. Mais tarde a banda precisava de um baixista, e surge o António, primo de Carolina.
Na verdade, esta poderia ser uma história semelhante a tantas outras..., mas a deles, não fica por aqui.
Tal como tantos outros jovens, cada um, individualmente, descobriu a música como meio criativo e de expressão na sua abertura ao mundo.
Nos últimos seis anos, e fora da sua zona de conforto, o grupo ganhou “anticorpos” a tocar versões das suas bandas preferidas nas festas e aldeias por esse país fora. Entretanto Tatiana, membro original da banda, saiu por falta de tempo.
Hoje, todos na casa dos vinte e um anos de idade, são estudantes nas mais variadas áreas profissionais, mas o conhecimento e a experiência acumulada na área musical transformaram-nos em algo mais sério e foi semente que germina agora num primeiro álbum de originais cantado em português.
“Esta Era A Minha Casa” tem edição amanhã, 22 de Outubro de 2021 e foi possível graças ao apoio do Programa Garantir Cultura.
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