sexta-feira, 15 de março de 2024

ALEK REIN LANÇA NOVO SINGLE “SPIRAL OF SMOKE"















Na fotografia, Alek Rein. Fotografia Vera Marmelo.

Depois do retorno de Alek Rein com “Everything's Changing”, o cantautor apresenta agora "Spiral of Smoke": 2.º single do novo álbum “Golden Montana” numa co-edição ZDB e Lay Down Recordings.

Para segundo single o artista apresenta a faixa “Spiral of Smoke”, "uma canção daquelas raras que aparece quase de uma só jorrada de escrita", refere. É um tema enganador, pois à primeira escuta, devido à doçura dos acordes escolhidos, poderíamos ser levados a achar que se trata de uma canção de amor, mas Alek Rein deixa-nos o desafio de atentar na letra e tentar perceber de que se trata.

Por curiosidade, a progressão de acordes do refrão foi inspirada numa das composições favoritas de sempre do artista, a abertura da ópera Tannhäuser do Wagner.

O compositor e músico luso-americano deixou grande expectativa em fãs e críticos de indie folk-rock psicadélico depois do sucesso do primeiro longa-duração “Mirror Lane”, considerado por muitos um dos melhores discos de 2016. Mas nada do que é bom deve ser apressado, e Alexandre Rendeiro sabe-o bem. O criador de Alek Rein, cujo universo rico em fantasia e simbolismo se estende muito além das canções, maturou o segundo álbum durante 8 anos e está agora pronto a apresentar “Golden Montana”, disco produzido e misturado por Filipe Sambado, a sair a 19 de abril de 2024.

Sobre Alek Rein:

«And I’m wondering who could be writing this song», pondera Syd Barrett em «Jugband Blues», a sua última composição enquanto membro dos Pink Floyd. Foi este o delírio genesíaco que arrancou de Alexandre Rendeiro a persona de Alek Rein: de onde vinha esta vontade de escapar através da música, ou melhor, para onde é que sua imaginação fugia quando se sentava a compor? Desde o EP de estreia Gemini (2010), passando pelo longa-duração Mirror Lane (2016), chegando ao actual Golden Montana (2024), o universo de Alek Rein tem sido lenta mas densamente povoado com personagens, criaturas e fantasias à boa moda do psych folk anglo-saxónico, espraiando-se através de influências como The Kinks, Tyrannosaurus Rex, Blue Cheer, The Velvet Underground, entre outros. Ao longo dos anos, além da proximidade com a lendária Galeria Zé dos Bois, tem contado com a amizade e estímulo criativo da produtora Filipe Sambado e colaborado, em estúdio e em concertos por todo o país, com músicos como Humberto Dias, Martim Seabra, Alexandre Fernandes, Luís Barros, Guilherme Canhão, Marco Franco, entre outros.

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