Fotografia: Joana Cherries
O primeiro disco da artista madeirense inclui os singles ‘Amor Com Amor’, ‘Tanta Gente’, ‘Não é Amor’ e ‘Água’, este último apresentado no Festival da Canção 2024
A cantora e compositora MELA acaba de lançar o aguardado álbum de estreia, “Aguarelas”. O disco de caráter biográfico traduz a procura da artista madeirense pela sua identidade musical, num universo sonoro que a própria descreve como pop cinemática e que tem como inspiração a conexão com os elementos naturais da sua ilha Natal. Composto integralmente por MELA, “Aguarelas” é um retrato artístico dos últimos três anos da sua vida.
"Este álbum é extremamente biográfico e acompanha a busca pela minha identidade artística. Conceptualmente, a ideia era incluir vários elementos naturais, como as flores e água, que remetem para as minhas origens na ilha da Madeira e, esteticamente, inspirei-me na arte renascentista e barroca, culminando numa imagem dramática mas graciosa", revela a cantora e compositora. Nas palavras de MELA, "o disco "Aguarelas" retrata várias épocas da minha vida, sendo que cada canção é parte de um todo e na sua união formam uma "pintura" dos últimos 3 anos do meu percurso. Este título representa o abstrato e a beleza de nos deixarmos levar quando fazemos arte. A ideia de lhe chamar "Aguarelas" surge, também, da junção da palavra água, referente ao primeiro single do álbum e a faixa que iniciou todo este processo, e MELA, o meu nome artístico".
O processo de gravação teve inicio em 2021, no Planta Studio Lab, no qual nasceram temas como ‘Água’ - que apresentou no Festival da Canção em 2024 -, 'Não é Amor' e 'Tanta Gente'. Com a produção de oputovitor e Jonny Abbey, MELA aprofundou a sonoridade que sempre quis explorar, e assina também a coprodução de algumas faixas, nomeadamente ‘Diamantes’ e 'Amor com Amor', o single mais recente.
Com uma sonoridade dark pop que resulta da união entre música clássica e eletrónica, 'Amor com Amor' inclui vários excertos da peça "Requiem" de Mozart. A canção, confessa a artista, "é para mim a mais importante do álbum. Simboliza a “morte” da antiga MELA e o renascimento de alguém mais forte, capaz e confiante. Foi influenciada por um grande sentimento de injustiça e assenta no provérbio "amor com amor se paga”, que descreve a lei do retorno, quer nos sentimentos bons, quer nas ações erradas que cometemos".
"Aguarelas" inclui, ainda os singles 'Tanta Gente' que, segundo MELA, "retrata os sentimentos de nostalgia e luto que se seguem ao final de uma relação, quando deixamos de ter alguém importante na nossa vida e tentamos preencher o vazio" e expressa essa frustração de procurar alguém especial sem o encontrar"; 'Não é Amor', que fala do sufoco de um amor não correspondido, "da perspetiva da pessoa que vive esse amor mas não o sente, pelo menos não com a mesma intensidade que o outro" e também sobre "aspetos de insegurança e indisponibilidade para se deixar sentir”, e ‘Água’, um hino ao amor-próprio, que a cantora escreveu "numa altura em que continuar na música era uma realidade incerta", para reforçar a ideia de "valorização do nosso ‘eu’ mais verdadeiro e transparente”.
Com uma sonoridade cinematográfica e uma estética visual marcante, “Aguarelas” apresenta-se como um dos lançamentos mais cativantes da nova música portuguesa. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais.
A cantora e compositora MELA acaba de lançar o aguardado álbum de estreia, “Aguarelas”. O disco de caráter biográfico traduz a procura da artista madeirense pela sua identidade musical, num universo sonoro que a própria descreve como pop cinemática e que tem como inspiração a conexão com os elementos naturais da sua ilha Natal. Composto integralmente por MELA, “Aguarelas” é um retrato artístico dos últimos três anos da sua vida.
"Este álbum é extremamente biográfico e acompanha a busca pela minha identidade artística. Conceptualmente, a ideia era incluir vários elementos naturais, como as flores e água, que remetem para as minhas origens na ilha da Madeira e, esteticamente, inspirei-me na arte renascentista e barroca, culminando numa imagem dramática mas graciosa", revela a cantora e compositora. Nas palavras de MELA, "o disco "Aguarelas" retrata várias épocas da minha vida, sendo que cada canção é parte de um todo e na sua união formam uma "pintura" dos últimos 3 anos do meu percurso. Este título representa o abstrato e a beleza de nos deixarmos levar quando fazemos arte. A ideia de lhe chamar "Aguarelas" surge, também, da junção da palavra água, referente ao primeiro single do álbum e a faixa que iniciou todo este processo, e MELA, o meu nome artístico".
O processo de gravação teve inicio em 2021, no Planta Studio Lab, no qual nasceram temas como ‘Água’ - que apresentou no Festival da Canção em 2024 -, 'Não é Amor' e 'Tanta Gente'. Com a produção de oputovitor e Jonny Abbey, MELA aprofundou a sonoridade que sempre quis explorar, e assina também a coprodução de algumas faixas, nomeadamente ‘Diamantes’ e 'Amor com Amor', o single mais recente.
A cantora e compositora MELA acaba de lançar o aguardado álbum de estreia, “Aguarelas”. O disco de caráter biográfico traduz a procura da artista madeirense pela sua identidade musical, num universo sonoro que a própria descreve como pop cinemática e que tem como inspiração a conexão com os elementos naturais da sua ilha Natal. Composto integralmente por MELA, “Aguarelas” é um retrato artístico dos últimos três anos da sua vida.
"Este álbum é extremamente biográfico e acompanha a busca pela minha identidade artística. Conceptualmente, a ideia era incluir vários elementos naturais, como as flores e água, que remetem para as minhas origens na ilha da Madeira e, esteticamente, inspirei-me na arte renascentista e barroca, culminando numa imagem dramática mas graciosa", revela a cantora e compositora. Nas palavras de MELA, "o disco "Aguarelas" retrata várias épocas da minha vida, sendo que cada canção é parte de um todo e na sua união formam uma "pintura" dos últimos 3 anos do meu percurso. Este título representa o abstrato e a beleza de nos deixarmos levar quando fazemos arte. A ideia de lhe chamar "Aguarelas" surge, também, da junção da palavra água, referente ao primeiro single do álbum e a faixa que iniciou todo este processo, e MELA, o meu nome artístico".
O processo de gravação teve inicio em 2021, no Planta Studio Lab, no qual nasceram temas como ‘Água’ - que apresentou no Festival da Canção em 2024 -, 'Não é Amor' e 'Tanta Gente'. Com a produção de oputovitor e Jonny Abbey, MELA aprofundou a sonoridade que sempre quis explorar, e assina também a coprodução de algumas faixas, nomeadamente ‘Diamantes’ e 'Amor com Amor', o single mais recente.
Com uma sonoridade dark pop que resulta da união entre música clássica e eletrónica, 'Amor com Amor' inclui vários excertos da peça "Requiem" de Mozart. A canção, confessa a artista, "é para mim a mais importante do álbum. Simboliza a “morte” da antiga MELA e o renascimento de alguém mais forte, capaz e confiante. Foi influenciada por um grande sentimento de injustiça e assenta no provérbio "amor com amor se paga”, que descreve a lei do retorno, quer nos sentimentos bons, quer nas ações erradas que cometemos".
"Aguarelas" inclui, ainda os singles 'Tanta Gente' que, segundo MELA, "retrata os sentimentos de nostalgia e luto que se seguem ao final de uma relação, quando deixamos de ter alguém importante na nossa vida e tentamos preencher o vazio" e expressa essa frustração de procurar alguém especial sem o encontrar"; 'Não é Amor', que fala do sufoco de um amor não correspondido, "da perspetiva da pessoa que vive esse amor mas não o sente, pelo menos não com a mesma intensidade que o outro" e também sobre "aspetos de insegurança e indisponibilidade para se deixar sentir”, e ‘Água’, um hino ao amor-próprio, que a cantora escreveu "numa altura em que continuar na música era uma realidade incerta", para reforçar a ideia de "valorização do nosso ‘eu’ mais verdadeiro e transparente”.
Com uma sonoridade cinematográfica e uma estética visual marcante, “Aguarelas” apresenta-se como um dos lançamentos mais cativantes da nova música portuguesa. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais.
A cantora e compositora MELA acaba de lançar o aguardado álbum de estreia, “Aguarelas”. O disco de caráter biográfico traduz a procura da artista madeirense pela sua identidade musical, num universo sonoro que a própria descreve como pop cinemática e que tem como inspiração a conexão com os elementos naturais da sua ilha Natal. Composto integralmente por MELA, “Aguarelas” é um retrato artístico dos últimos três anos da sua vida.
"Este álbum é extremamente biográfico e acompanha a busca pela minha identidade artística. Conceptualmente, a ideia era incluir vários elementos naturais, como as flores e água, que remetem para as minhas origens na ilha da Madeira e, esteticamente, inspirei-me na arte renascentista e barroca, culminando numa imagem dramática mas graciosa", revela a cantora e compositora. Nas palavras de MELA, "o disco "Aguarelas" retrata várias épocas da minha vida, sendo que cada canção é parte de um todo e na sua união formam uma "pintura" dos últimos 3 anos do meu percurso. Este título representa o abstrato e a beleza de nos deixarmos levar quando fazemos arte. A ideia de lhe chamar "Aguarelas" surge, também, da junção da palavra água, referente ao primeiro single do álbum e a faixa que iniciou todo este processo, e MELA, o meu nome artístico".
O processo de gravação teve inicio em 2021, no Planta Studio Lab, no qual nasceram temas como ‘Água’ - que apresentou no Festival da Canção em 2024 -, 'Não é Amor' e 'Tanta Gente'. Com a produção de oputovitor e Jonny Abbey, MELA aprofundou a sonoridade que sempre quis explorar, e assina também a coprodução de algumas faixas, nomeadamente ‘Diamantes’ e 'Amor com Amor', o single mais recente.

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