Depois do lançamento do primeiro disco do Filipe Furtado Trio "Como Se Matam Primaveras" no passado dia 30 de maio, o grupo anuncia agora um concerto na Feira do Livro de Coimbra, que acontecerá no dia 24 de junho, às 21h30 no Palco Carlos Paredes, na Praça do Comércio.
Inserido numa série de concertos que o Trio está a preparar e que já vem a fazer desde o início de 2025.
O novo trabalho do açoriano Filipe Furtado, sedimenta o formato trio junto dos camaradas Filipe Fidalgo (saxofone) e Paulo Silva (bateria). Na passagem pelos muitos palcos desde da estreia de "Prelúdio" (Marca Pistola, 2022) e nos novos processos de escrita e composição, gradualmente, foram deixando a guitarra em segundo plano, para que o piano e os teclados continuassem esse universo que o single "Uma Coisa Linda Morrer" prometia.
O single de apresentação “Ada” é cantada a duas vozes na companhia de Ana Maria Pardal, que sabe navegar naturalmente essa intemporalidade dos timbres da tradição popular. O dueto é uma leitura musical sobre o romance de Vladimir Nabokov. A excepção que confirma a regra, um álbum que abraça deliberadamente os desvios e as ramificações instrumentais, aqui entregue a uma balada sem estradas paralelas ou desvios da canção.
Os temas do novo disco abraçam sem medo o espaço, cada vez maior e assertivo, entre as letras e instrumentais do trio. As influências do jazz e do cancioneiro tradicional imiscuem-se nos universos indie e bebem de referências mais cinematográficas. Importa a viagem e cada um dos seus portos de abrigo.
Gravado entre Lisboa e Coimbra, nos estúdios da Escola Superior de Música e da Blue House, este compêndio de novas canções envolve a relação umbilical e musical com Alexandre Furtado, irmão mais novo e conhecedor íntimo dos primeiros esboços das composições, que assume a captação, mistura, masterização e assina a produção do álbum.
quem é filipe furtado trio
Filipe Furtado Trio é uma formação que parte da canção para explorar territórios de improvisação, influências jazzísticas e sonoridades contemporâneas. Com raízes em Coimbra, o trio afirma-se como um espaço de criação colectiva, onde as composições ganham corpo através do diálogo entre piano, saxofone e bateria. Ao vivo o grupo ganha com a electrónica e voz.
O projecto nasce em 2022, a partir do repertório autoral de Filipe Furtado — músico e compositor açoriano radicado em Coimbra desde 2010 — e do encontro com Paulo Silva (bateria e parte integrante do projecto desde 2018, quando ainda se traçava as primeiras experiências em estúdio) e Filipe Fidalgo (saxofone, voz e electrónica), músicos com ampla experiência no jazz e em múltiplos universos musicais. Ao longo do demorado trabalho, o trio foi consolidando uma linguagem própria, abraçando as várias camadas da música instrumental e improvisada.
Embora alguns temas do álbum Prelúdio (2022) — lançado por Filipe Furtado a solo e gravado nos estúdios da Blue House com o selo da label açoriana Marca Pistola — integrem o repertório do grupo, o trabalho do trio tem vindo a expandir esse universo, através de novas composições e da reinvenção contínua do que já foi escrito. É neste espírito de re-descoberta permanente que os músicos têm vindo a apresentar-se ao vivo, com destaque para os palcos do Festival Tremor, Cistermúsica, as primeiras partes de Jay-Jay Johanson no Porto e em Coimbra, e, mais recentemente, como finalistas do Festival Termómetro 2024, no Capitólio.
Inserido numa série de concertos que o Trio está a preparar e que já vem a fazer desde o início de 2025.
O novo trabalho do açoriano Filipe Furtado, sedimenta o formato trio junto dos camaradas Filipe Fidalgo (saxofone) e Paulo Silva (bateria). Na passagem pelos muitos palcos desde da estreia de "Prelúdio" (Marca Pistola, 2022) e nos novos processos de escrita e composição, gradualmente, foram deixando a guitarra em segundo plano, para que o piano e os teclados continuassem esse universo que o single "Uma Coisa Linda Morrer" prometia.
O single de apresentação “Ada” é cantada a duas vozes na companhia de Ana Maria Pardal, que sabe navegar naturalmente essa intemporalidade dos timbres da tradição popular. O dueto é uma leitura musical sobre o romance de Vladimir Nabokov. A excepção que confirma a regra, um álbum que abraça deliberadamente os desvios e as ramificações instrumentais, aqui entregue a uma balada sem estradas paralelas ou desvios da canção.
Os temas do novo disco abraçam sem medo o espaço, cada vez maior e assertivo, entre as letras e instrumentais do trio. As influências do jazz e do cancioneiro tradicional imiscuem-se nos universos indie e bebem de referências mais cinematográficas. Importa a viagem e cada um dos seus portos de abrigo.
Gravado entre Lisboa e Coimbra, nos estúdios da Escola Superior de Música e da Blue House, este compêndio de novas canções envolve a relação umbilical e musical com Alexandre Furtado, irmão mais novo e conhecedor íntimo dos primeiros esboços das composições, que assume a captação, mistura, masterização e assina a produção do álbum.
quem é filipe furtado trio
Filipe Furtado Trio é uma formação que parte da canção para explorar territórios de improvisação, influências jazzísticas e sonoridades contemporâneas. Com raízes em Coimbra, o trio afirma-se como um espaço de criação colectiva, onde as composições ganham corpo através do diálogo entre piano, saxofone e bateria. Ao vivo o grupo ganha com a electrónica e voz.
O projecto nasce em 2022, a partir do repertório autoral de Filipe Furtado — músico e compositor açoriano radicado em Coimbra desde 2010 — e do encontro com Paulo Silva (bateria e parte integrante do projecto desde 2018, quando ainda se traçava as primeiras experiências em estúdio) e Filipe Fidalgo (saxofone, voz e electrónica), músicos com ampla experiência no jazz e em múltiplos universos musicais. Ao longo do demorado trabalho, o trio foi consolidando uma linguagem própria, abraçando as várias camadas da música instrumental e improvisada.
Embora alguns temas do álbum Prelúdio (2022) — lançado por Filipe Furtado a solo e gravado nos estúdios da Blue House com o selo da label açoriana Marca Pistola — integrem o repertório do grupo, o trabalho do trio tem vindo a expandir esse universo, através de novas composições e da reinvenção contínua do que já foi escrito. É neste espírito de re-descoberta permanente que os músicos têm vindo a apresentar-se ao vivo, com destaque para os palcos do Festival Tremor, Cistermúsica, as primeiras partes de Jay-Jay Johanson no Porto e em Coimbra, e, mais recentemente, como finalistas do Festival Termómetro 2024, no Capitólio.

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