Rita Rocha lança hoje “8”, a primeira parte do álbum “8 ou 80”. Em destaque com este lançamento está a canção “engana-me que eu gosto”, com a participação de pikika, que fala sobre o estar preso num ciclo vicioso de expectativas e desilusões por amar alguém, sobre o quanto a dependência emocional pode afetar a vida de uma pessoa e as suas prioridades. Com melodias envolventes, a faixa une duas das mais promissoras figuras femininas da pop nacional.
“8” reflete o lado mais silencioso e introspectivo da adolescência, cheio de hesitação, desejo e autoconhecimento, que se materializa em canções pop emocionais e inteligentes, que falam para uma Geração Z que cresce em polos de emoções.
O longa duração conta com colaborações de peso: Pedro Abrunhosa (em “manual de instruções”), Carolina Deslandes (em “supermercado”), pikika (em engana-me que eu gosto) e Guga (em “sem hora marcada”), num verdadeiro equilíbrio entre as referências consagradas em quem a artista se inspira e a nova geração de talentos que fortalecem e espelham o que de melhor se faz no país. A produção executiva é de Diogo Seis e o disco conta com produções também de Feodor Bivol e João André.
Das mais proliferantes vozes do panorama musical português, o percurso de Rita Rocha está marcado pela sua dedicação, originalidade e talento indiscutível. Cantora e compositora, deu-se a conhecer ao público em 2021 no The Voice Kids e editou o single de estreia - e agora dupla platina - Mais ou Menos Isto, com apenas 14 anos. Seguiram-se prestigiantes palcos e destaques com foco nos temas Outros Planos (ouro) e A Miúda do 319, que dá título ao EP de estreia. Em Junho desse ano, estreou-se também em nome próprio, com dois concertos esgotados, no Teatro Sá da Bandeira no Porto e no Capitólio em Lisboa.
O segundo capítulo do álbum, 80, será lançado em Novembro e mostrará o outro lado da mesma história: mais impulsivo, directo e irreverente. Enquanto 8 sussurra, 80 grita. Juntas, as duas partes formam uma obra coesa, honesta e geracional, que afirma Rita Rocha como uma das grandes revelações da música portuguesa contemporânea.
«Ser adolescente nem sempre é tão fácil como parece.
Tens de tirar boas notas para entrares naquilo que queres mas também tens de arranjar tempo para os teus amigos, idealizas 1001 cenários que sabes que só vão acontecer na tua cabeça mas que não consegues parar de os inventar, tens de te apaixonar mas isso nunca é suficiente, tens de conhecer pessoas novas mas ser seletivo com quem pode entrar na tua vida, tens de fingir ser o 40 num mundo onde só se conhece o 8 ou 80, o cinzento onde só existe o branco e preto, o equilíbrio numa idade em que tudo o que está a acontecer à nossa volta é desequilibrado.
Eu nunca fui boa a fingir. Apresento-vos os últimos 12 meses da minha vida onde não fui a filha perfeita, fiquei ansiosa, conheci pessoas mal intencionadas, pedi desejos em todas as capicuas e pus pontos finais em histórias que tinham demasiadas vírgulas
Eu sou o 8 a 80! Nós somos o 8 a 80! Não só o 8 nem só o 80, mas todos os números entre eles» partilha Rita Rocha.
“8” já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.

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