quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

NOVO ÁLBUM DE CAROLINA DE DEUS "FELIZ(MENTE) TRISTE" É EDITADO A 29 DE JANEIR

 

















Carolina de Deus anuncia hoje a data de lançamento do seu segundo álbum de originais, Feliz(mente) Triste, que chega ao público a 29 de janeiro. O anúncio é acompanhado pela revelação da capa oficial do disco, assinalando mais um momento-chave no caminho até à edição do novo trabalho da cantora e compositora.

Feliz(mente) Triste nasce do lugar onde emoções opostas coexistem. Um disco que assume o paradoxo de sentir demasiado, de oscilar entre a leveza e o peso, entre a felicidade que tenta resistir e a tristeza que insiste em ficar. Ao longo do álbum, Carolina de Deus aprofunda a sua escrita confessional e constrói um retrato honesto de relações, despedidas, recomeços e fragilidades, sempre com a emoção no centro da narrativa.

Este percurso tem vindo a ser apresentado ao público através de vários temas já editados, que antecipam diferentes camadas do universo do disco. “Modo Auto-Piloto”, “Três e Meia”, com Ricardo Liz Almeida, “Depois do Pecado”, “Amor Borderline” e o mais recente “Domingo à Noite”, em colaboração com Jimmy P, funcionam como peças de um mesmo puzzle emocional, revelando a diversidade sonora e temática deste novo capítulo.

Paralelamente ao lançamento do álbum, Carolina de Deus prepara-se para levar Feliz(mente) Triste para o palco. A digressão de apresentação do disco passará por auditórios de norte a sul do país, com datas já anunciadas para Lisboa, Porto, Coimbra, Tábua, Braga, Leiria e Portalegre. Um formato pensado para a proximidade, onde as canções ganham espaço para serem sentidas de perto, com a honestidade e intensidade que definem esta fase.

Depois de conquistar o público com o álbum de estreia Dores de Crescimento (2023), Carolina de Deus afirma-se como uma das vozes mais marcantes da nova música portuguesa. Com uma carreira construída entre canções que se tornam hinos geracionais e concertos cada vez mais sólidos, a artista entra agora num momento de maturidade criativa. Feliz(mente) Triste surge como a confirmação desse caminho, um disco que transforma vulnerabilidade em identidade e emoção em força.

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