quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

MARIA LEITÃO EDITA SINGLE

 



















Maria Leitão
Naquela Noite

Maria Leitão apresenta ao público “Naquela Noite”, o primeiro tema da sua carreira, assinalando oficialmente a estreia discográfica de uma das vozes mais promissoras da nova geração da música portuguesa. O single antecipa o disco de estreia, com lançamento previsto para o segundo trimestre de 2026, e conta com produção de Marcelo Camelo, músico e produtor brasileiro vencedor de um Grammy Latino e nomeado seis vezes aos Grammys.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

PROGRAMA DE 10/02/26

1 - Black Peag Meat - Sizo
2 - Flora -Thirteen minutes
3 - Mário Laginha - Santo Amaro
4 - Júlio Resende - Peace at last

5 - Lina_ & Marco Mezquida - Fado
6 - Cristina Branco - Canção da paciência
7 - Gisela João - Que força é essa, amiga
8 - Carminho - Canção à ausente
9 - Ricardo Ribeiro e Ana Moura - Maré
10 - Jonas - Gula

TOXIKULL COM NOVO CLIP















Os TOXIKULL lançam «Midnight Fire», o primeiro single e videoclip oficial retirado do seu próximo quarto álbum de estúdio, «Turbulence», com edição marcada para 24 de abril pela Dying Victims Productions.

Enquanto tema de abertura do álbum, «Midnight Fire» funciona como o primeiro contacto com o universo de «Turbulence», apresenta a energia, intensidade e direção do novo trabalho da banda, enraizado no heavy metal clássico e no speed metal.

A nível lírico, «Midnight Fire» centra-se no dilema entre manter vivo o fogo interior ou deixá-lo apagar. O fogo simboliza a paixão, a intensidade, a inquietação e a vontade de viver de forma ardente, em oposição à estabilidade, à contenção e à normalização. A canção reflete esse conflito pessoal através da pergunta central: “should I let you go, should I let you die?”.

O single foi produzido por Jaime Gomez Arellano no Arda Recorders, no Porto, produtor conhecido pelo seu trabalho com bandas como Ghost, Primordial, Mayhem, Opeth, Moonspell, Behemoth e Angel Witch.

O videoclip de «Midnight Fire» foi realizado por Simão Carvalho de Matos, com produção de Catarina Ventura, e marca o primeiro lançamento visual associado ao álbum «Turbulence».

Este lançamento assinala o arranque do novo ciclo dos TOXIKULL, antecipando aquele que será o quarto álbum de estúdio da banda.

CARLOS MENDES CELEBRA 60 ANOS DE CANÇÕES













Bilhetes: aqui

Carlos Mendes, autor, compositor e cantor de temas intemporais como "Festa da Vida", "Amélia dos Olhos Doces", "Ruas de Lisboa", "Alcácer que Vier" e "Siripipi de Benguela", com mais de 20 discos gravados, comemorou em 2024, sessenta anos de carreira.

Começou na música em 1963 como um dos membros fundadores dos Sheiks, onde permaneceu até 1967. Logo no ano seguinte, ganhou o Festival da Canção com o tema "Verão", prémio que viria a conquistar novamente em 1972 com "Festa da Vida". Em 1976, juntamente com Paulo de Carvalho e Fernando Tordo cria a primeira editora independente em Portugal chamada Toma Lá Disco. Desde essa altura e até ao presente, editou mais de 20 álbuns (alguns infantis com os quais ganhou prémios), reuniu por um curto período de tempo os Sheiks, fez projetos especiais como por exemplo Só Nós Três com Paulo de Carvalho, Fernando Tordo e o maestro Pedro Osório, realizou um sem número de espetáculos por Portugal, Europa, América e Ásia e fez teatro (em vários formatos e produções), apresentou programas de TV (generalistas e especializados na temática autoral) e teve aulas de piano e canto lírico!

Carlos Mendes, Arquiteto de Sons – 60 Anos de Canções editou uma coletânea definitiva, a 24 de Outubro de 2025 (triplo CD e livro). Este concerto pretende comemorar este notável percurso de um artista que atravessou várias gerações de portugueses. 

FESTIVAL TREMOR FECHA PROGRAMA










O Festival Tremor anuncia as últimas confirmações do programa e o alinhamento completo da sua próxima edição, que acontece entre os dias 24 e 28 de março, na ilha de São Miguel, Açores. Aos nomes já conhecidos juntam-se agora Amijas, Angine de Poitrine, Arsenal Mikebe feat. HHY, BETIX, Cate Le Bon, João Freitas, Heinali & Andriana-Yaroslava Saienko apresentam “Гільдеґарда (Hildegard)”, Maki, Mariana Lopes, Neuza Furtado e Tomás Sampaio + Marta Tavares, bem como um conjunto de residências de criação que reforçam a dimensão experimental e colaborativa do festival: Som Sim Zero + músicos de heavy metal dos Açores; Orquestra Modular Açoriana feat. Water Damage; Ínsula; e as propostas de Vera Morais e Curro Rodríguez para o Tremor Todo-o-Terreno.

Com este anúncio, ficam também disponíveis os bilhetes de fim-de-semana, que dão acesso às atividades de sexta-feira e sábado (27 e 28 de março), no Coliseu Micaelense e Portas do Mar. Os bilhetes estão à venda em 3cket.com pelo valor de €45 euros (+ taxas).

Entre os novos destaques do alinhamento estão Amijas, coletivo nascido em Braga que cruza rock fluido, instrumentos de sopro, texturas electrónicas e a tensão de duas vozes; Angine de Poitrine, banda do Québec conhecida pelo seu rock assimétrico e dissonante, marcado por grooves pulsantes e guitarras microtonais; Arsenal Mikebe, ensemble ugandês que transforma práticas rítmicas tradicionais em paisagens hipnóticas de grande intensidade acústica, aqui com participação especial de Jonathan Saldanha (HHY); BETIX, artista açoriana que apresenta um techno hipnótico em formato “live-act”, com criação em tempo real e uso ritualístico da voz; Cate Le Bon, artista e produtora galesa cuja obra explora o som como matéria emocional entre abstração e forma; Heinali & Andriana-Yaroslava Saienko, que apresentam “Гільдеґарда (Hildegard)”, uma reinterpretação da música medieval de Hildegard von Bingen através do encontro entre canto tradicional ucraniano e síntese modular; e Maki, DJ de sets enérgicos e guiados pelos graves, onde convergem influências brasileiras, hip hop e sonoridades do Reino Unido.

O festival aprofunda, este ano, a sua parceria com a Rádio Vaivém, rádio comunitária online açoriana, através de um showcase de quatro artistas emergentes, a abordagem rítmica e instrumental de João Freitas, a escrita íntima e sensível de Neuza Furtado e o diálogo entre memória, tradição e modernidade proposto por Tomás Sampaio e Marta Tavares. Esta parceria irá ainda propor a criação de uma rádio temporária, com emissões regulares durante o festival, a serem ocupadas por propostas recolhidas através de convocatória aberta. Neste programa de rádio integra-se ainda “E temos o povo”, uma sessão de escuta coletiva que revive as fitas originais da Rádio Renascença com os sons do dia 25 de Abril de 1974.

A programação do Tremor integra também duas exposições que aprofundam o diálogo entre arte, território e comunidade. A primeira resulta de uma parceria com o Centro Cultural da Caloura; a segunda - “cromofilia : apetece uma casa cor-de-rosa” - é uma proposta de Mariana Lopes que parte do trabalho de recolha de imagens que a fotógrafa fez para a criação da imagem gráfica do festival deste ano.

No plano das residências artísticas, nova criação do coletivo Som Sim Zero (ondamarela + Associação de Surdos de São Miguel) desta feita de mãos dadas com músicos de heavy metal dos Açores; a performance duracional da Orquestra Modular Açoriana será, este ano, orientada pelo coletivo americano Water Damage; e estreia-se Ínsula, uma performance desenvolvida no âmbito do projeto Ciclo deste ano, com pessoas residentes nos Açores.

Uma nota ainda sobre o ciclo de conversas (Ponto de Escuta) que dá voz aos artistas participantes e às temáticas presentes nas suas pesquisas e propostas, com especial foco no poder coletivo de criar, fazer acontecer e de definir lugares através das práticas culturais e artísticas.

Com este fecho de programa, o Tremor volta a afirmar-se como um festival que cruza música, criação artística, pensamento crítico e experimentação, reunindo um alinhamento que inclui também Abdullah Miniawy, Angry Blackmen, ASCA, aya, Buried by Lava, Candy Diaz, CLUB C.C.C., Coletivo Plugg, DJ Travella, Engengroaldenga, Escola de Música de Rabo de Peixe + Itiberê Zwarg Falcona, Housepainters, Jup do Bairro, La Familia Gitana, Maria Carolina, Matías Aguayo, Mix`Elle, MONCHMONCH, NTK, Pedrinho Xalé, The Bug + Warrior Queen, Use Knife, Vaiapraia, Water Damage e Yerai Cortés.

FESTIVAL MONTEPIO ÀS VEZES O AMOR ARRANCA ESTA SEMANA COM PROGRAMAÇÃO NACIONAL EM VÁRIAS CIDADES













Entre 12 e 15 de fevereiro, o Festival apresenta mais de uma dezena de concertos e regista vários espetáculos esgotados.

O Festival Montepio Às Vezes o Amor arranca já esta semana, entre 12 e 15 de fevereiro, com uma programação que volta a estender-se por várias cidades do país, reunindo artistas de diferentes gerações numa celebração simultânea da música e do amor.

Ao longo de quatro dias, o Festival afirma a sua dimensão nacional, com concertos a acontecer em diferentes geografias e contextos, mantendo a proximidade ao público como uma das suas marcas centrais. A forte resposta do público confirma-se também na bilheteira, com vários espetáculos já esgotados.

Entre os momentos centrais da programação destaca-se Sérgio Godinho, que apresenta As Canções de Amor de Sérgio Godinho – Biografias do Amor, espetáculo que passa por Lisboa e Porto e onde o amor se cruza com a liberdade, a memória e a cidadania — temas estruturantes de um repertório incontornável da música portuguesa.

O cartaz integra ainda concertos de GNR, Aurea, Marisa Liz, Fernando Daniel, João Pedro Pais, Carolina Deslandes, Carolina de Deus, Buba Espinho, Luís Trigacheiro, Rui Massena e o projeto José Pinhal Post-Mortem Experience.

Os concertos de Fernando Daniel, João Pedro Pais e Luís Trigacheiro, este último com duas sessões, encontram-se esgotados, refletindo a forte adesão do público a esta edição do Festival.

No Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, Lisboa recebe ainda um momento especial com um concerto de Aurea na Praça Central do UBBO, um espetáculo de entrada gratuita, integrado na programação daquele espaço.

Nota informativa sobre ajustes de programação
No contexto dos recentes acontecimentos meteorológicos que afetaram a região Centro do país, dois espetáculos integrados na programação do Festival sofrem alterações de data.

O concerto dos Delfins, inicialmente agendado para 14 de fevereiro, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, foi adiado para o dia 4 de abril, mantendo-se o horário das 22h00. Os bilhetes já adquiridos são válidos para a nova data. Para quem optar pelo reembolso, o pedido poderá ser efetuado através dos contactos disponibilizados pelo Teatro José Lúcio da Silva ou presencialmente na bilheteira, consoante o local de compra.

Relativamente ao concerto de Ricardo Ribeiro & Sociedade Filarmónica Ouriense, previsto para 14 de fevereiro, no Teatro Municipal de Ourém, o espetáculo encontra-se adiado para data a anunciar muito em breve, mantendo-se igualmente válidos os bilhetes já adquiridos.

Na sua 12ª edição, o Festival Montepio Às Vezes o Amor mantém-se como um espaço de encontro entre artistas e públicos, onde a música serve de ponto de partida para celebrar o amor em diferentes geografias e contextos.

GNR | 12 fevereiro | Multiusos de Gondomar

"As Canções de Amor de Sérgio Godinho - Biografias do Amor"
13 fevereiro | Sagres Campo Pequeno, Lisboa
+
15 fevereiro | Coliseu Porto Ageas

Aurea
13 fevereiro | Audir, Peso da Régua
+
14 fevereiro | UBBO, Amadora - Entrada Gratuita

Buba Espinho | 14 fevereiro | Amarante Cine-Teatro

Carolina Deslandes | 14 fevereiro | Centro Cultural de Paredes

Carolina de Deus | 14 fevereiro | Teatro Virgínia, Torres Novas

Delfins | Teatro José Lúcio da Silva, Leiria * NOVA DATA - 4 ABRIL

Fernando Daniel | 14 fevereiro | Teatro Municipal de Vila do Conde * ESGOTADO

João Pedro Pais | 14 fevereiro | Centro de Artes de Vale de Cambra * ESGOTADO

José Pinhal Post-Mortem Experience | 14 fevereiro | Teatro Aveirense, Aveiro

Luís Trigacheiro | 14 fevereiro | Auditório Carlos do Carmo, Lagoa * ESGOTADO

Marisa Liz | 14 fevereiro | Teatro Municipal da Lousã

Ricardo Ribeiro & Sociedade Filarmónica Ouriense | Teatro de Ourém * ADIADO - NOVA DATA A ANUNCIAR

Rui Massena | 14 fevereiro | Ponto C, Penafiel

BILHETES FESTIVAL MONTEPIO ÀS VEZES O AMOR

Sobre o Festival

O Festival Montepio Às Vezes o Amor nasceu com o objetivo de celebrar o amor em todas as suas formas, através de concertos que se realizam em simultâneo por todo o país, numa programação diversificada e de excelência. Ao longo de 11 anos, o festival consolidou-se como uma referência cultural, promovendo encontros únicos entre artistas e diferentes públicos.

Esta edição reafirma a sua relevância no panorama musical português, apresentando uma programação variada que homenageia o amor e a música, enquanto reforça o compromisso de descentralização cultural.

O Festival Montepio Às Vezes o Amor é uma iniciativa criada pelas agências Produtores Associados e Locomotiva Azul, e conta desde a primeira edição com o apoio da Montepio Associação Mutualista como naming sponsor.

JOANA MACHADO ESTÁ DE REGRESSO COM O NOVO SINGLE “DISTANCE”

 



















Joana Machado está de volta com “Distance”, o novo single com edição marcada para 27 de fevereiro.

Esta foi a canção escolhida para dar a conhecer o seu próximo álbum de originais, agendado para o final deste ano.

“Distance” é uma canção sobre um amor ainda impossível de ser vivido. A separação invoca a memória e o destino partilhado. Entre o medo e o desejo, o sentimento expressa a esperança de que, um dia, esse encontro vai acontecer.

O tema assinala o regresso da cantora e compositora às gravações em nome próprio, dez anos depois do seu último trabalho autoral, reafirmando a sua identidade artística num registo íntimo e confessional.

Em “Distance”, ela revisita a estética da canção a partir da sua voz, com uma abordagem sofisticada do ponto de vista harmónico e rítmico, refletindo influências que vão de Erykah Badu a Robert Glasper, sem esquecer a dimensão atmosférica e sensível associada a universos como o de Kate Bush.

Nascida da sua experiência pessoal e de uma procura contínua por novas sonoridades, a canção reflete o momento de maturidade e liberdade artística da cantora e compositora. Pensado para uma escuta atenta, o tema desenvolve-se com subtileza, groove e espaço para respirar. A interpretação é próxima e emocionalmente ancorada, convidando o público a entrar na narrativa da canção, num registo que privilegia a verdade, o silêncio e a cumplicidade musical.

“Distance” foi masterizado por Nelson Carvalho e conta com a participação dos músicos: Chico Santos na bateria e Lana Gasparotti nos teclados, músicos cuja interação reforça o caráter orgânico do tema. Joana Machado assina música e letra, partilhando a produção do álbum com Rodrigo Correia, que contribui igualmente na guitarra e no baixo. A abordagem de produção respeita a dinâmica natural da canção e a presença da voz como elemento central.

Com 20 anos de carreira e cinco álbuns editados, Joana Machado continua a expandir o seu léxico musical. Se o jazz permanece como o seu ponto de partida, é nas influências da música negra norte-americana — quer nas raízes profundas da soul e do R&B, quer também na eletrónica — que ela explora o vasto espectro sonoro e encontra novos desafios e outras possibilidades.

Reconhecida como uma das vozes mais originais e sofisticadas da música portuguesa, Joana Machado alimenta a sua música como um amplo espaço de enorme liberdade criativa — um “playground” onde convergem múltiplas influências, resultando num som único e singular.

Paralelamente ao seu regresso a solo, a agenda de concertos com o projeto “Elas e o Jazz” continua em força e prepara-se para revelar em breve mais música da sua autoria com o seu trio de vozes.

Com “Distance”, Joana Machado afirma-se como a artista que é hoje — madura, inquieta e profundamente ligada à canção. Este primeiro avanço é um convite à escuta, ao encontro e ao tempo partilhado.
 
O single estará disponível em edição de autor em todas as plataformas digitais a partir de 27 de fevereiro.

Joana Machado music
https://www.facebook.com/joanamachadomusic/?locale=pt_PT
(1) Instagram

LUCAS MAIA ESPALHA AMOR





















Depois de se apresentar ao público com uma sonoridade que cruza tradição e modernidade, Lucas Maia regressa com o novo single já disponível em todas as plataformas digitais.

Lucas Maia está de regresso aos lançamentos com “Amor, Amor”, dando continuidade ao percurso que tem vindo a traçar dentro do género pop luso flamenco,criando uma identidade artística singular. A música integra o alinhamento do seu próximo EP e surge como mais um capítulo na afirmação do artista no panorama musical nacional.

Produzido por Gabriel Faria e com guitarras de Zé Pedrito e André Maia, “Amor, Amor” é um tema centrado numa relação a dois, onde a entrega, a cumplicidade e o sentimento são o motor da narrativa. Este tema vem acompanhado por um videoclipe produzido e realizado por ARV, já disponível no canal oficial de YouTube do artista.

Com “Amor, Amor”, Lucas Maia regressa aos lançamentos a solo e capitaliza este momento de crescente visibilidade e reforça a consistência do seu percurso num período particularmente relevante da sua carreira. O single funciona também como antevisão do universo sonoro que o artista prepara para o seu próximo EP, projeto que promete aprofundar a fusão entre pop contemporâneo e influências flamencas que têm marcado a sua sonoridade artística desde o começo.

EDEGAR DOMINGUES VESTE A "CAMISA 10"

 



















Edgar Domingos edita hoje o seu novo single "Camisa 10" avanço para o EP "Easy Seasons 2" com data de saída em fevereiro pela editora multinacional independente EMPIRE Records.

Com uma carreira musical iniciada à 8 anos, o músico angolano move-se num território que cruza Kizomba, com R n' B e Afrobeats num caminho traçado logo cedo "... através da dança e por influência do meu irmão mais velho que era baterista na época. Mais crescido conheci o Rap por intermédio de amigos e colegas " como nos explica.

Para Edgar Domingos, fazer música só faz sentido se "escrever com a mente e o coração abertos aos meus sentimentos, não apenas criar. Viver cada palavra ou frase". Por essas mesmas razões apresente-se ao público como alguém "simples , autêntico e criativo" conclui.

Esta atitude de Edgar Domingos faz com que a sua linha orientadora, tanto na vida pessoal como na música, seja "#ÉParaFazerHistória essa hashtag é a linha orientadora da minha carreira desde o inicio", diz-nos com toda a sinceridade.

Devemos destacar que nestes primeiros anos de carreira, Edgar Domingos já consegui algumas conquistas importantes como os prémios Estrela em ascensão 2019 (Moda Luanda), Melhor Artista ou Grupo de musica Moderna 2020 (Moda Luanda) e Melhor Ghetto Zouk 2021 (Angola Music Awards). Para além destes prémios, já partilhou estúdio com alguns dos mais importantes artistas lusófonos da atualidade como Prodígio, Julinho Ksd, Djodje ou Junior Lord.

"Carmisa 10" já está disponível nas plataformas digitais.

NOVOS TALENTOS DO FADO NO CINE-TEATRO DE ESTARREJA





















O Cine-Teatro Estarreja reforça o espaço aos novos talentos do fado. Com uma iniciativa com três edições, o Trampolim já é definitivamente um marco no panorama do fado. A 21 de fevereiro, o Café Concerto do CTE recebe o talento de Matilde Cid e André Baptista.

Numa prova viva da regeneração do fado e fazendo prova da sua vitalidade, a mais recente geração do mais aclamado género musical da cultura portuguesa apresenta-se em Estarreja numa noite em que a tradição e a novidade se misturam.

“A consistência do projeto Trampolim tem apresentado resultados muito concretos. O fado é um género nobre na cultura portuguesa e o CTE acompanha não só com os grandes nomes da área mas também abrindo espaço aos talentos que despontam”
Luís Portugal (programador cultural do Cine-Teatro Estarreja)

O Café Concerto recebe no dia 21 de fevereiro duas atuações de uma dupla representante do que o fado tem apresentado de maior novidade.

Matilde Cid leva consigo a força da sua voz e carisma em cima de palco. Com uma carreira, que conta com o mais recente trabalho - intitulado “Desassossego” (2023), a fadista tem sido das vozes mais ativas nas casas de fado.

É numa das mais icónicas casas de fado que André Baptista mantém a sua residência. A Casa de Linhares, em Lisboa, já recebeu dos nomes mais conceituados da história do fado e agora é o espaço no qual o vencedor do Prémio Revelação (Fundação Amália Rodrigues) explana o seu talento.

Os fadistas são acompanhados à viola por Mauro Resende e na guitarra portuguesa Sebastião Pereira. Tendo todos experiência em casas de fado, é também nas apresentações ao vivo por todo o país que o novo talento do fado tem oportunidade de demonstrar o seu valor.

A iniciativa Trampolim já contou com atuações de nomes como Sérgio Onze, Beatriz Felício, Zé Maria e Filipa Biscaia (2023), bem como Geadas, Mel, Francisco Moreira e Ana Rita Prada (2025). Em 2026 é a vez de Matilde Cid e André Baptista.

BILHETES TRAMPOLIM 2026

ANIFERNYEN ANUNCIAM NOVO DISCO


















Os Anifernyen anunciam o lançamento do seu novo trabalho de originais, “Ex Tenebris Lvx”, com edição marcada para o próximo 9 de abril.

Trata-se de um álbum conceptual, inspirado no livro fictício "De Umbrarum Regni Novem Portis", peça fundamental na obra O Clube Dumas, de Arturo Pérez-Reverte, e estruturado em nove faixas, cada uma correspondendo simbolicamente às nove portas descritas na narrativa. O disco desenvolve-se como uma viagem temática e musical entre o oculto, o conhecimento e a transcendência.

O alinhamento de “Ex Tenebris Lvx” é composto pelos seguintes 9 temas:

Silentium Est Aureum
None Shall Be Denied
The Lost Word
Fortuna
Frustra
Ditesco Mori
Disciple Surpasses the Master
Virtue Lies Defeated
From Darkness Comes Light

A pré-venda da edição em vinil já se encontra disponível a partir de hoje, através do site da editora Ethereal Sound Works: https://www.etherealsoundworks.com/?298,anifernyen-ex-tenebris-lvx-(lp). O Vinil tem uma produção limitada a 100 cópias numeradas à mão e conta com um booklet de 8 páginas, completamente ilustrado. O preço é 23€ até ao dia 8 de Abril.

É igualmente anunciada a capa oficial do álbum. O artwork do álbum foi realizado na integra por Gonçalo Sousa (@ash.and.debris). A abordagem visual reforça a dimensão simbólica e obscura que atravessa todo o conceito do disco.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

AURORA KATANA COM NOVO SINGLE

 



















AURORA KATANA tem traçado um ambicioso percurso artístico transdisciplinar, movendo-se com fluidez no questionamento e na descontrução dimensional das suas valências. Lança agora o novo single “VIDEOGAME”.

Acompanhado por um videoclipe que entra no mundo da criadora, “VIDEOGAME” forma as primeiras impressões do dance-pop futurista apocalíptico de KATANA, terceiro LP e culminar da identidade AURORA num manifesto biónico.

Produzido pela própria, KATANA será editado com selo Maternidade dia 6 de março.

VIDEOGAME” é a última declaração de amor para o ex - é um manifesto sobre amor íntimo, sedução, prazer e jogo de tesão entre dois nerds que viveram uma paixão obsessiva. O videoclipe foi filmado em parceria com as BFFs Carlota Flor, Yunne Isabella, Maroskas, Elisa, Kyara, Francisca Marvão e Sombria.

- AURORA KATANA

NO SALÃO BRAZIL

 



















Filipe Karlsson
13 Fevereiro • 22:00

Em 2026, Filipe Karlsson regressa à estrada para uma tour que marca um novo capítulo na sua trajetória artística. Com uma identidade sonora cada vez mais afirmada, onde o estilo pop contemporâneo se cruza com uma estética retro, estes concertos foram pensados para uma relação próxima e intensa com o público onde serão apresentadas novas músicas, lado a lado com temas já reconhecidos pelos ouvintes.

Abertura de portas: 21h30
ESGOTADO

Ajtai | Vicente | Nilssen-Love Trio
14 Fevereiro • 22:00

Três vozes distintas da música improvisada europeia encontram-se num trio movido pela liberdade, intensidade e profunda consciência musical.

Luis Vicente, uma figura chave da cena musical criativa de Lisboa, move-se com fluidez entre a improvisação livre e as estruturas compostas. Colaborou com artistas como Carlos Zingaro, William Parker, Hamid Drake, Akira Sakata e John Dikeman, moldando uma voz de trompete marcada pela abertura e energia crua.

Paal Nilssen-Love, nascido num clube de jazz em Stavanger, é conhecido pela sua abordagem enérgica e dinâmica. Uma força central em grupos como The Thing, Atomic, Scorch Trio, Frode Gjerstad Trio e Peter Brötzmann Chicago Tentet, continua empenhado no imediatismo, no risco e no movimento musical contínuo.

Péter Ajtai é uma das figuras centrais da cena musical improvisada húngara, ativo tanto como intérprete como iniciador de novos projectos. Trabalhou com músicos húngaros de renome e artistas internacionais, incluindo Hamid Drake e Alexander von Schlippenbach. O seu som de baixo, ressonante e fundamentado, reflecte uma prática informada tanto pela performance como pela investigação.

Juntos, o trio cria música que é crua, espaçosa e viva - três fortes identidades musicais dedicadas à abertura, à exploração e à alegria da descoberta.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 8 euros ● 10 euros
BILHETEIRA ONLINE

HUGO VASCO REIS APRESENTA "TÉNUE"

 



















Hugo Vasco Reis apresenta  “Ténue” – Sonic Figures Project em digressão, com Trevor McTait e Miquel Bernat 

Início a 5 de março, no Lisboa Incomum

O compositor e investigador Hugo Vasco Reis apresenta Ténue – Sonic Figures Project, um projeto de música contemporânea e experimental para viola d’arco, percussão e eletrónica, em digressão nacional entre março e abril, com atuações em Lisboa, Mafra, Aveiro, Castelo Branco e Porto.

O repertório de Ténue é a continuação dos trabalhos “Cinco Lugares Sobre a Fragilidade”, instalação sonora e álbum do compositor Hugo Vasco Reis, concebida para 24 canais e imagem, explorando a fragilidade através da música contemporânea e ambientes sonoros e “Imago” – Sonic Figures Project, que "através da prática artística experimental, o projeto visa compreender o fenómeno da escuta e da mediação de ambientes sonoros silenciosos, numa relação com a ecologia, a civilização, corpo e pensamento, como forças geradoras na construção do conhecimento”

A digressão tem início a 5 de março, no Lisboa Incomum, seguindo-se o Museu Nacional da Música, em Mafra, a 8 de março, a Universidade de Aveiro, a 10 de março, e a Fábrica da Criatividade, em Castelo Branco, a 18 de março. Em abril, Ténue apresenta-se no Porto, com concertos no dia 11 no PEMS (Porto Electronic Music Symposium), Casa da Música, e a 12 no Sonoscopia.

Ténue resulta de uma colaboração estreita entre Hugo Vasco Reis (composição e eletrónica), Trevor McTait (viola d’arco) e Miquel Bernat (percussão), propondo uma escuta aprofundada de ambientes sonoros discretos e frequentemente ignorados. A partir de gravações de campo realizadas em contextos como o interior de árvores, ambientes subaquáticos ou vibrações estruturais, os materiais sonoros são mapeados, orquestrados, estratificados e espacializados, sendo mediados instrumental e eletronicamente.

O projeto desenvolve-se numa prática artística colaborativa e experimental, investigando a escuta enquanto forma de conhecimento e reflexão, numa relação com a ecologia, o corpo, a civilização e o pensamento.

TÉNUE
para viola, percussão e eletrónica

Trevor McTait . viola
Miquel Bernat . percussão
Hugo Vasco Reis . composição e eletrónica

Datas 2026

05.Março. Lisboa Incomum (Lisboa)
08.Março. Museu Nacional da Música (Mafra)
10.Março. Universidade de Aveiro (Aveiro)
18.Março. Fábrica da Criatividade (Castelo Branco)
11.Abril. PEMS (Porto Electronic Music Symposium), Casa da Música (Porto)
12.Abril. Sonoscopia (Porto)

MXGPU VÃO AO TOMORROWLAND





















MXGPU começam o ano de 2026 com uma grande notícia: estão oficialmente confirmados no Tomorrowland, na Bélgica.

O Tomorrowland é um dos maiores e mais influentes festivais de música eletrónica do mundo. Realiza-se anualmente em Boom, Bélgica, desde 2005 e atualmente decorre ao longo de dois fins de semana, este ano, de 17 a 19 de julho e de 24 a 26 de julho. Conhecido pela produção cenográfica espetacular, com centenas de artistas, mais de 15 palcos e todos os géneros da música eletrónica representados, o festival recebe anualmente milhares de pessoas vindas de todo o mundo.

‘Consciencia’, o tema desta edição, revela um mundo onde as emoções se transformam em paisagens cruas e profundamente humanas, o cenário ideal para receber MXGPU. 400.000 pessoas, 200 nações, unidas por ‘Wonder, Love, Anger, Joy, Desire e Sadness’.

Com atuação marcada para dia 19 de Julho, esta confirmação surge após um período particularmente marcante para o projeto. O ano de 2025 foi um ano cheio para MXGPU, assinalado pelo lançamento de Sudden Light, o álbum de estreia de 11 faixas, pelas suas sessões de apresentação, esgotadas em Lisboa e no Porto, e pelo vídeo-concerto ‘LIVE OVER LISBON’, uma performance impactante em que MXGPU atuaram suspensos por uma grua, sobre o rio Tejo, em Lisboa.

O universo de Sudden Light, profundo, imersivo e centrado na ligação entre humanidade e tecnologia, tem sido moldado em palco através de experiências transformadoras, que aproximam os artistas do seu público. MXGPU levam agora esta visão artística a um dos maiores palcos do mundo da música eletrónica.

O Tomorrowland 2026 marca um novo capítulo na trajetória de MXGPU.

E é só o começo.

ADRÉ CARVALHO APRESENTA DISCO EM LISBOA


O compositor e contrabaixista André Carvalho apresenta em Lisboa o seu novo álbum, Of Fragility and Impermanence, no dia 28 de Fevereiro, no BOTA-Anjos, Lisboa. 

Lançado em Novembro, Of Fragility and Impermanence afirmou-se rapidamente como uma das obras mais marcantes do percurso de André Carvalho, merecendo amplo reconhecimento da crítica nacional. O álbum integrou as listas de Melhores do Ano de 2025 da Jazz.pt, e a sua apresentação no Guimarães Jazz foi destacada por Gonçalo Frota (Público) como um dos melhores concertos de 2025.

“Of Fragility and Impermanence” nasce de uma reflexão profunda sobre fragilidade, perda, memória e transformação, assumindo cada peça como uma meditação autónoma. A música atravessa temas como a vulnerabilidade, a parentalidade, a melancolia do desejo de retorno a um estado primordial e a beleza efémera do quotidiano. A escrita procura o espaço, o silêncio e a suspensão como elementos estruturais, criando - nas palavras de Gonçalo Frota - “uma música notavelmente abstracta, a meio caminho entre o jazz e a criação erudita contemporânea, procurando silêncios e vazios”, onde cada gesto instrumental ganha significado e densidade expressiva.

No Público, Gonçalo Frota sublinha ainda que o compositor “interpreta com magnífica sensibilidade uma partitura que está não apenas nas pautas, mas também nas histórias que a música pretende contar e nos estados que se propõe atingir”, destacando a intensidade e a riqueza do universo sonoro do álbum.

Para esta apresentação, André Carvalho reúne um quinteto formado por José Soares (saxofone), Raquel Reis (violoncelo), José Diogo Martins (piano), André Carvalho (contrabaixo) e João Hasselberg (electrónica). O grupo dá corpo à visão do compositor através de um delicado equilíbrio entre escrita e improvisação, num diálogo constante entre intimidade, escuta colectiva e liberdade interpretativa.

O concerto no BOTA-Anjos propõe uma experiência próxima e imersiva, convidando o público a habitar um espaço sonoro onde a música se afirma como gesto de cuidado, atenção e partilha, reflectindo sobre a natureza transitória e vulnerável da condição humana. 

Próximas datas

● 21 de Fevereiro, 18h00 - Casa Jardim da Estrela, Lisboa
CriaSons / Musicamera - música original inspirada no livro “Jerusalém”, de Gonçalo M. Tavares

● 28 de Fevereiro - BOTA-Anjos, Lisboa
“Of Fragility and Impermanence”

● 26 de Março - Cine-Teatro João Mota, Sesimbra (Aqui Há Jazz)
“Of Fragility and Impermanence” - concerto antecedido de masterclasse

● 30 de Abril – Igreja da Misericórdia – Templo da Música, Tomar
“Of Fragility and Impermanence”

● 22 de Maio – Seia Jazz and Blues Fest, Seia
“Of Fragility and Impermanence”

● 17 de Junho – Tasca das Artes, Lisboa
“Of Fragility and Impermanence”
18 de Junho – Teatro Municipal de Bragança
“Of Fragility and Impermanence”

Outras actividades próximas

No dia 21 de Fevereiro, às 18h00, André Carvalho apresenta música original inspirada no livro Jerusalém, de Gonçalo M. Tavares, na Casa Jardim da Estrela, em Lisboa. Este concerto resulta de uma comissão do Musicamera, integrada no ciclo CriaSons, um projecto que cruza música e literatura, com curadoria literária de José Luís Peixoto e direcção artística de Luís Pacheco Cunha.

Neste contexto, André Carvalho e Filipe Duarte estão a criar uma suíte original a partir do universo literário de Gonçalo M. Tavares, explorando a relação entre palavra, silêncio e matéria sonora.

O projecto será apresentado em formato trio, com André Carvalho (contrabaixo, composição, direcção musical), Paulo Gaspar (clarinete) e Filipe Duarte (guitarra, composição).

https://www.instagram.com/andrecarvalho.bass/ 
https://www.facebook.com/carvalhobass
 
https://www.andrecarvalhobass.com/
 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

FIPOS COM NOVO SINGLE

 













Com quase 30 anos de palcos, FIP0S (Filipe Martins do Vale) é uma das figuras centrais na música Rock açoriana. Iniciou-se em 1997 (Pop Rock e Metal), destacando-se como vocalista versátil em bandas de covers durante longos anos. Criou o programa "Açores Underground" (2009) e venceu "Melhor Performance Rock" nos International Portuguese Music Awards 2022 com a sua ex-banda Duques (2021) nos Estados Unidos da América. Em 2024, fundou a Black Orange Studio onde ensaia, compõe e grava. Atualmente, é co-fundador e vocalista da banda ORANGE 3 e mantém o seu projeto a solo FIP0S bem como atua como freelancer no circuito musical açoriano

NOVO DISCO DE BARDINO

 


















Em 2021 a atriz e realizadora Ana Cunha convidava o trio para compor a banda sonora do seu primeiro filme enquanto realizadora, A Traição do Padre Martinho, uma produção da Ukbar Filmes integrada no projeto Contado por Mulheres e transmitida pela RTP. O filme parte de um texto de Bernardo Santareno e passa-se numa pequena aldeia portuguesa no final dos anos 60, onde um jovem padre toma o partido da população, acaba expulso pelo patriarcado e defendido pelo seu povo. Para um grupo que ao longo de três discos - o EP homónimo (2017), Centelha editado pela Saliva Diva (2020), e o Memória da Pedra Mãe editado pela Jazzego (2024) - sempre procurou ligar a sua música a lugares e paisagens concretas, a proposta de habitar o universo fechado e carregado de um drama de Santareno representava um desafio de outra natureza. A Traição do Padre Martinho OST é o resultado desse encontro.

Os Bardino escreveram a música numa residência artística em Anadia, rodeados pelo laranjal da casa da avó Alice, numa produção deliberadamente lo-fi e guiada pela visão da realizadora. Há uma intimidade neste processo que se transfere para a música, que soa mais despida e próxima do que o habitual no universo do trio. Rui Martins assina a produção, mistura e masterização, além de tocar teclados, Nuno Fulgêncio contribui com bateria e percussão, e Diogo Silva com o baixo, num registo contido que serve a narrativa do filme sem deixar de soar inequivocamente a Bardino.

Ao longo de dez faixas e pouco mais de vinte minutos, o álbum constrói-se como um arco dramático que espelha a estrutura da história. Três peças intituladas "Padre Martinho" funcionam como pilares - um Prelude que abre, um Interlude que marca a viragem, e um Postlude que encerra -, enquanto entre elas surgem as peças dedicadas às personagens e momentos-chave da trama: "Alice", "Bernardo", "Albino", "O Cerco", "Guarda", "Escadas". Cada uma destas composições funciona como um retrato sonoro, breve e essencial, que evoca mais do que descreve.

Quase cinco anos separam a residência artística da publicação deste disco. Esse intervalo, longe de diminuir a relevância do material, dá-lhe uma qualidade particular, como se a música tivesse amadurecido no mesmo silêncio das paisagens que sempre inspiraram os Bardino. A Traição do Padre Martinho OST é uma obra que prova que a sua linguagem musical, tantas vezes associada a paisagens abertas e explorações sonoras sem destino definido, pode também habitar o espaço fechado e carregado de um drama humano.

Já disponível em todas as plataformas digitais e no Bandcamp.

Fotografia da capa por Ana Cunha.

PROGRAMA DE 07/02/26

1 - IAMTHESHADOW - This vertigo
2 - Phantom Vision - Global worning
3 - Necro - Cold cut
4 - Uncanny Chamber -  Dark eyes
5 - Electric Man - New wave
6 - Floating Ashes - Deceivers
7 - Jorge Ferraz Trio - Liga magrebe rosa
8 - mARCIANO - Bissetriz
9  - Corsage - O canto e o gelo
10 - Turning Point - imensidão
11 - Ocaso Épico - Asa branca
12 - Spreader - RCP - Reanimação cardiopulmonar
13 - Belaflor Oração 1


sábado, 7 de fevereiro de 2026

BRUNO CELTA E CONJUNTO!EVITE UNEM ESFORÇOS EM ALVERCA





















No próximo dia 14 de março, a Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (SFRA) recebe um cartaz duplo que celebra a diversidade e a energia do rock nacional. O evento reúne em palco Bruno Celta e Conjunto!Evite, dois projetos com identidades distintas, mas que partilham a mesma entrega à música.

Bruno Celta:
Artista multifacetado que celebra 15 anos de carreira este ano é recusa artifícios tecnológicos como o Auto-Tune. Com influências que viajam entre o Rock e o Pop Moderno, a sua performance é pautada por uma entrega vocal crua e emotiva, frequentemente comparada à força de ícones como Chris Cornell. Com temas na novela Morangos com Açúcar, o revivalismo "Emo" pisa o palco da SFRA.

Conjunto!Evite:
O colectivo traz a Alverca uma fusão vibrante de rock progressivo, psicadélico e pop. Atualmente a promover o álbum "Suite Giacometti" (2025), o destacam-se como banda progadélica, com arranjos complexos de guitarras e sintetizadores, garantindo um espetáculo que é tanto uma experiência técnica como sensorial.

Informações do Evento

Local: Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (Alverca).
Data: 14 de Março de 2026.
Horários: Abertura de portas às 21h00 | Início dos concertos às 21h30.
Bilhetes: 10€ (disponíveis para venda direta no local).

Produção: Silver Fox Management.
Este encontro na SFRA promete ser uma noite de celebração para os amantes da música ao vivo, unindo a abordagem íntima e poderosa de Bruno Celta à energia coletiva e hipnótica de Conjunto!Evite.