sexta-feira, 3 de julho de 2026

RODRIGO MOREIRA REGRESSA COM NOVO SINGLE 'MEMÓRIAS' E ANÚNCIA ÁLBUM DE ESTREIA





















Fotografia: Pedro Ferraz

"MEMÓRIAS" é o single que marca o regresso de Rodrigo Moreira. Já disponível nas plataformas digitais, a canção escrita e composta pelo próprio artista e produzida por Pedro Rafael mergulha no processo de aceitação do final de uma relação, transformando a saudade num exercício de gratidão e crescimento. Inspirada pelas grandes baladas rock da década de 1990 e do início dos anos 2000, a faixa apresenta uma combinação de emoção, nostalgia e intensidade.

"MEMÓRIAS", afirma Rodrigo Moreira, "é uma canção sobre um amor que já não existe da forma como existiu um dia. Fala do processo de aceitar o fim de uma relação e de fazer o luto dessa história, não a partir do arrependimento, mas da aceitação. No fundo, é uma celebração do amor e da capacidade de seguir em frente sem ressentimentos. O tema inspira-se fortemente nas grandes baladas rock dos anos 90 e início dos anos 2000, com referências como Bon Jovi ou Aerosmith, e carrega uma forte componente nostálgica, evocando a intensidade emocional e o dramatismo característicos dessa época".

Após a estreia com "TENTO" e "FADE AWAY", Rodrigo Moreira edita aquele que considera um dos temas centrais do seu primeiro álbum, uma obra que percorre as diferentes fases do amor, através de uma narrativa profundamente pessoal, mas universal. O projeto conceptual, cujo título será anunciado futuramente, divide-se em três atos e apresenta um universo musical autobiográfico, no qual as emoções ocupam sempre o lugar principal.

Enquanto os dois primeiros lançamentos do cantor e compositor pertencem ao primeiro capítulo - dedicado ao entusiasmo e à descoberta de uma relação -, o novo single "MEMÓRIAS" inaugura o segundo ato, marcado pela perda, pelo luto e pela aceitação. Esta fase inclui mais um tema antes da chegada do derradeiro ato e outros dois a anteceder o terceiro e último ato, que completa o projeto.

"Apesar de já ter o conceito do álbum definido após os meus dois primeiros lançamentos, senti necessidade de parar para perceber qual seria o caminho certo a seguir. Hoje sinto que estou finalmente preparado para retomar esta narrativa. Regressar com "MEMÓRIAS", uma das canções mais marcantes do disco, parece-me a forma ideal de apresentar uma nova fase do projeto", conclui Rodrigo Moreira.

Já disponível em todas as plataformas digitais. "MEMÓRIAS" vem confirmar a identidade Pop Rock que Rodrigo Moreira tem vindo a construir desde os primeiros lançamentos e que irá explorar no primeiro álbum.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

PROGRAMA DE 02/07/26

1 - Hause Plants - Pleasure
2 - Paus - Ficamos por aqui
3 - Mães Solteiras - Sala de espera
4 - Moonspell - The great wolf in the sky
5 - Os Vultos - Árvores
6 - The Legendary Tigerman - Break my bone
7 - Cabrita - Good morning
8 - DarkSunn - Bravo, meu bem
9 - John Giovanni - Minuto de desvario
10 - puto bacoco - Maldição
11 - Benjamim - Os dias do nada 
12 - Rapaz Ego - Ainda tenho mentiras por contar (ao vivo)
13 - Extrazen - Demon

PUTO BACOCO AO VIVO

 











puto bacoco regressam à estrada este mês com uma série de concertos que prometem contagiar o público com a sua energia e sonoridade única, que cruza o groove urbano com raízes da música popular portuguesa.

Depois de uma temporada de atuações marcantes, o grupo apresenta-se em quatro palcos distintos:

11 julho — Café Concerto MAVY, Braga, às 22h
17 julho — Casa da Cultura de Setúbal, às 21h30
18 julho — Festival Artes à Vila, às 18h - Claustro V · Palco Emergentes GDA - no Artes à Vila com a sua estética irreverente e profundamente contemporânea, num concerto que promete marcar a edição deste ano. No Claustro V, o artista traz uma performance intensa, inteligente e cheia de identidade, reforçando o compromisso do festival com as novas vozes da música portuguesa.
19 julho — Fnac Aveiro, às 16h

Com produção seivabruta e apoio indiemusic, esta digressão reforça o percurso de puto bacoco como uma das propostas mais originais da nova música portuguesa — um projeto que combina humor, crítica social e uma estética sonora vibrante.

JOHN GIOVANNI LANÇA NOVO SINGLE





















Este segundo single antecipa o álbum de estreia e funciona como uma ponte entre dois mundos: começa no abismo existencialista e melancólico que define a obra, para depois explodir num refrão pop, inesperadamente otimista. Com a colaboração vocal de Helder Barreto e mistura a cargo de João André — um dos nomes mais influentes da produção musical em Portugal —, a faixa é a prova da versatilidade do disco "Todos os Lugares" têm uma Luz que um Dia se Apaga». Trata- se de uma peça conceptual de 12 temas onde cada hora no relógio serve de cenário para um ajuste de contas com a passagem do tempo.

John Giovanni é o alter ego musical de João Simões. Com formação clássica pelo Conservatório de Coimbra e anos de estrada em bandas de rock, a sua sonoridade habita um nicho entre o Art Rock e o Indie alternativo, onde a melancolia do piano colide com a urgência das guitarras. Lisboa, 28 de junho de 2026

O artista prepara atualmente uma série de apresentações ao vivo que sucederão ao lançamento do álbum no verão de 2026.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

PROGRAMA DE 01/07/26

1 - Miguel Calhaz - Lembra-me um sonho lindo
2 - Camané - Inquietação
3 - JP Simões - Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
4 - Isabel Rato - Liberdade
5 - Márcia - Às vezes o namor (c/ Sérgio Godinho) 
6 - Pedro Branco Não canto porque sonho (c/ Noiserv e Tipo)
7 - The Legendary Tigerman - Naked blues
8 - Cabrita - Good morning
9 - Teresinha Landeiro - Será que lhe descobres a poesia?
10 - Carminho - Canção à ausente
11 - Sara Correia - Roupa ao sol (c/ A garota não)
12 - Raquel Tavares - Ai se os meus olhos falassem
13 - Lina_ e Marco Mezquida - Senhora do Almortão
14 - Cristina Branco - Canção do deserto

CIGA 239 EM FESTA

 



















Nos dias 17 e 18 de Julho, Coimbra volta a ser o epicentro da cultura clubbing com o regresso do CIGA Festa. O festival de música eletrónica vai decorrer entre as 23h00 e as 04h00, reunindo no mesmo cartaz a comunidade artística local e artistas de renome/emergentes da cena eletrónica nacional e internacional.

O evento conta com o apoio institucional da Câmara Municipal de Coimbra, do Teatrão, da Casa das Artes Bissaya Barreto e da Rádio Universidade de Coimbra. Para além de uma celebração na pista de dança, o festival também serve para apresentação de projetos desenvolvidos pela editora ao longo destes últimos dois anos, assim como para mostrar artistas emergentes na cena eletrónica nacional e internacional.

Lado a lado com artistas da coletivo CIGA239, a programação traz à cidade artistas proeminentes na cena eletrónica global:

holândes: Artista emergente oriundo de Pernambuco (Brasil), que funde a energia do baile funk com electro, jungle, dubstep e techno.

Violet: Produtora, DJ e um dos maiores nomes do clubbing left field nacional, cofundadora

da editora naive, da Rádio Quântica e do espaço Planeta Manas.

Lake Haze: Um dos nomes mais prolíficos e respeitados do electro e do breakbeat em Portugal.

DJ Doraemon: Nome incontornável e uma das grandes referências do ghetto-bass e das batidas da periferia de Lisboa.

Saya: DJ multigénero com raízes palestinianas (atualmente sediada entre Portugal e a Galiza), cujo trabalho reflete uma rica bagagem multicultural.

Os DJs CIGA que se encarregam de abrir a pista para estes talentos são, no dia 17, Bhikha e DJ No New News, e, no dia 18, Caucenus e dj f1lhot, DJs membros da Associação Cultural CIGA239.

Alinhamento

17 JUL

23H00
DJ No New News & BHIKHA

00H00
Saya

01H30
Lake Haze

02H30
Violet

18 JUL

23H00
Caucenus & dj f1lhot

01H30
DJ Doraemon

02H30
Holândes

O bilhete para os dois dias de festival tem o custo de 10€ e pode ser adquirido através da plataforma shotgun

https://shotgun.live/pt-pt/events/ciga-festa-2026

BENJAMIM REVELA HOJE "OS DIAS DO NADA"

 



















Benjamim edita hoje "Os Dias do Nada", o segundo single de antecipação de Crónicas do Monte Zeus, álbum com lançamento marcado para 18 de Setembro.

Depois de "Recursos Humanos", primeiro tema a dar a conhecer o novo disco, "Os Dias do Nada" aprofunda o universo de um álbum que assinala o regresso de Benjamim à canção no seu estado mais directo. Em Crónicas do Monte Zeus, a palavra volta a ocupar o lugar de desatque: são oito composições onde se entretecem actualidade, amor, trabalho, transformação e sobrevivência. 

Se "Recursos Humanos" expunha os mecanismos do presente, "Os Dias do Nada" detém-se sobre aquilo que esses mecanismos deixam nas pessoas. A nova canção desenha um retrato de suspensão, desgaste e erosão íntima, abrindo-se também a uma leitura geracional particularmente forte. Entre a auto-ironia, o desencanto e a observação social, Benjamim escreve sobre restos, omissões e fragmentos de identidade, até chegar a um refrão de grande força: "Nestes dias do nada / ficam bocados de nós". Há, ao longo do tema, uma tensão constante entre a experiência individual e o sentimento colectivo, entre a falha privada e uma espécie de apagamento comum. Uma lucidez inquieta sobre o vazio, a precariedade e as promessas falhadas do presente.

Musicalmente, "Os Dias do Nada" reafirma a linguagem orgânica e rigorosa deste novo ciclo. Produzido por João Correia e Benjamim, o tema foi gravado no Submarino, misturado pelos próprios e masterizado por Nelson Carvalho. Para além de Benjamim - aqui na voz, guitarras, percussão, teclados e coros - participam João Correia na bateria, Nuno Lucas no baixo, Bruno Pernadas no solo de guitarra, e ainda Inês Sousa, Margarida Campelo e Afonso Cabral nos coros.

Mais do que um novo avanço, "Os Dias do Nada" confirma Crónicas do Monte Zeus como um disco de maturidade e observação afiada, sublinhando o lugar de Benjamim como um dos mais consistentes escritores de canções da música portuguesa contemporânea.

“Crónicas do Monte Zeus”, um disco com o selo RTP Antena 3.

SARA CRUZ NO CICLO SOL E PIMENTA NO MUSEU DE LISBOA

 



















25 JULHO | LISBOA
CICLO SOL E PIMENTA
17h00

"Good Thing", "Faithful" e "Go-Getter" são presenças obrigatórias no alinhamento do espetáculo que Sara Cruz apresentará a 25 de julho, no Museu de Lisboa, no âmbito do Ciclo Sol e Pimenta. Neste concerto inspirado no álbum "Fourteen Forty-Five", a cantora e compositora natural dos Açores será acompanhada pelo guitarrista Miguel Garcia. A entrada é livre.

PEDRO JÓIA EM NOITES ESPECIAIS EM REGUENGOS DE MONSARAZ E PONTE DE LIMA





















Em julho, o guitarrista e compositor Pedro Jóia promete noites de grande qualidade artística e emoção musical. No dia 14, atua no Adro da Praça Central do Castelo de Reguengos de Monsaraz, no âmbito da Bienal da Cultura — Monsaraz Museu Aberto; a 18 de julho, sobe ao palco do Auditório da Costa da Caparica; e a 31 de julho leva a sua fusão de influências do fado, flamenco e música mediterrânica ao Festival Percursos da Música, em Ponte de Lima.

DO CABO DO MUNDO FAZ UMA VERDADEIRA FESTA EM OVAR

 



















11 JULHO | OVAR
FESTA | 18h00

Estreia ao vivo no norte do país e também num espetáculo ao ar livre, do projeto Do Cabo do Mundo, um tributo imigrante a Fausto. Sob direção de Carlos César Motta, conta com as vozes de Nancy Vieira, Selma Uamusse, Luca Argel e Nani Medeiros. A 10 de julho, na véspera do concerto no Palco Verde do FESTA OVAR, o projeto edita digitalmente o seu muito aguardado primeiro álbum.

CRISTINA BRANCO APRESENTA "MÃE" EM ESPANHA





















No dia 11, Cristina Branco leva o fado às Noches de San Benito, em Valladolid. Antes, no dia 3, canta "Fado em Movimento" em Bruère-Allichamps, e no regresso, no dia 23, atua com a OJM no Matosinhos em Jazz. Destaque ainda para as sessões de "Amália na América", nas quais se une à Orquestra das Beiras, a Raquel Tavares e Ricardo Ribeiro. Será no Festival dos Canais, Aveiro (dia 16), no FIMPV (18) e no Cistermúsica, Alcobaça (19).

NOVO SINGLE DE HAUSE PLANTS





















Foto de Manuel Casanova

Tema editado pela Spirit Goth (US) e Cuca Monga Discos (PT) é mais um avanço da álbum de estreia da banda lisboeta

A produção ficou a cargo de Gordon Raphael, produtor responsável pelos primeiros discos dos The Strokes

Em março deste ano, os Hause Plants deram-nos a conhecer "Do It Like This", o primeiro single do seu álbum de estreia, com saída prevista para o final deste ano. Em pouco mais de três minutos, a banda lisboeta apresentou-se com uma roupagem totalmente diferente, encostando-se a uma sonoridade mais dançável, suja e provocante.

Depois de nos últimos três meses a banda ter atuado em Nova Iorque e dado vários concertos e DJ Sets em Portugal, dos quais se destaca a abertura para os Two Door Cinema Club, no Coliseu dos Recreios, o grupo lisboeta lança agora "Pleasure", mais um avanço daquele que será o seu primeiro disco.

Mais focada e direta ao assunto que o single anterior, "Pleasure" gira à volta de um beat de drum machine e de uma linha de baixo pujante e distorcida, para descrever, em pouco mais de dois minutos, o sentimento de regressar a casa depois de uma saída à noite que não correu como se esperava.


Produzido por Gordon Raphael, produtor responsável por discos de The Strokes, Regina Spektor, Hinds e The Cribs, este novo tema foi gravado nos Eiger Studios, em Leeds, por Guilherme Machado Correia, Dani Royo, João Simões e Hugo Luzio.

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terça-feira, 30 de junho de 2026

MEU GENERAL COM NOVIDADES

 









O álbum vê a luz do dia a 22 de Julho, numa sessão de apresentação muito especial no Arda Recorders, no Porto.

Mais do que um concerto, será uma experiência diferente: o álbum será interpretado ao vivo em estúdio, num espaço de referência nacional e internacional.

Editado em VINIL E CD, este novo trabalho assinala uma nova fase na carreira de Meu General, reforçando uma identidade sonora mais madura, enérgica e emocional.

É estar com a banda no seu ambiente natural. Desvendar os detalhes de um estúdio e a sua dinâmica.

A apresentação contará ainda com a participação especial de João Cabeleira(Xutos&Pontapés), convidado da banda no tema "Se Esperas", nesta noite de celebração.

A sessão tem lotação extremamente limitada a apenas 50 entradas, tornando este momento ainda mais exclusivo.

O acesso ao concerto é garantido através da aquisição do álbum (VINIL + CD).

Oportunidade de assistir ao vivo Meu General, num ambiente único e de grande proximidade com a banda.

No dia 22 de julho, todos os caminhos vão dar ao Arda Recorders.

Uma noite irrepetível para celebrar um disco que foi feito para ser sentido ao vivo.

No dia 10 de Julho a banda vai estar em concerto em Cinfães (Paúves), a convite do Motoclube Cinfanense.

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EXTRAZEN LANÇA NOVO SINGLE "DEMON"





















Acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais "Demon", o novo single de Extrazen e o regresso do artista português em nome próprio depois de quase um ano dedicado à produção para outros nomes. O tema, que já está disponível em streaming e também em vídeo no canal oficial de YouTube do artista, é uma faixa eletrónica e melancólica, construída a partir de synths e chops de vozes high pitched, que culmina num drum & bass caótico.

"'Demon' marca o final de quase um ano sem lançamentos em nome próprio, depois de ter estado envolvido na fase de produção para outros artistas", partilha Extrazen. "Fala da experiência de ser pintado como o vilão e de carregar essa cruz, sabendo que esse lado nunca deve ditar quem realmente somos. É aceitar o que não conseguimos controlar e continuar a andar, mesmo com a cruz às costas." partilha Extrazen.

A faixa nasce desse lugar íntimo e desconfortável, o de ser olhado pelo pior ângulo, e da recusa em deixar que essa imagem defina o artista. A sonoridade acompanha o percurso emocional da canção, partindo de uma melancolia contida até explodir num caos rítmico que espelha a tensão interior.

Este novo lançamento reafirma a inquietação criativa e a identidade artística de Extrazen, que tem vindo a afirmar-se como uma das figuras mais ousadas e imprevisíveis da nova música portuguesa. Depois da colaboração com o italiano Ethan em "Plano de Dios" e do hip hop visceral de "BANG DEM WALLZ ft. prettyboyface", "Demon" mostra um lado mais introspectivo e eletrónico, mas com a mesma assinatura estética que já se tornou marca da sua discografia. "What To Do With Your Hands" foi amplamente destacado como um dos trabalhos mais relevantes da nova música alternativa feita em Portugal, com elogios que atravessam fronteiras. Extrazen não dá sinais de abrandamento e continua a presentear os fãs com música nova e sempre a apontar para lá de Portugal.

O GAJO AO VIVO



















Mais 3 concertos do GAJO nos próximos dias:

3 Julho - Festival Artimanhas
Vila pouca de Aguiar
4 Julho - Festival portas do Sol
Covilhã
11 Julho - Museu Rural e do Vinho
Cartaxo

CONCERTO DE CANDURA ENCERRA BIENAL ANO ZERO

 











A sexta edição do Anozero – Bienal de Coimbra aproxima-se do fim. Até 5 de julho, ainda é possível descobrir mais de 50 participantes distribuídos por oito espaços da cidade, numa edição dedicada ao tema «Segurar, dar, receber».

Desde abril, milhares de visitantes percorreram o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, o Convento São Francisco, o Museu Municipal de Coimbra (Sala da Cidade e Edifício Chiado), o Jardim Botânico, o MUSEU, o Círculo Sede e o Círculo Sereia, encontrando obras que interrogam as formas de habitar, cuidar, partilhar e construir comunidade num mundo marcado pela incerteza.

Com curadoria de Hans Ibelings e John Zeppetelli, e curadoria-adjunta de Daniel Madeira, esta edição reúne artistas de diferentes geografias e gerações, entre os quais Taryn Simon, Thomas Demand, Shilpa Gupta, Nan Goldin, Eyal Weizman, Rui Chafes, Adriana Molder, Jonathas de Andrade e Julian Charrière

É precisamente no contexto do programa de encerramento da Bienal que terá lugar, no próximo dia 5 de julho, domingo, pelas 17h30, o concerto dos Candura, no Refeitório do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. A apresentação decorre no espaço que acolhe «From Ruin», obra criada por Rui Chafes e pelos Candura e integrada no percurso expositivo do Anozero’26.

Formado em Lisboa por André Hencleeday e Pedro Coragem, o projeto Candura tem vindo a afirmar-se como uma das propostas mais singulares da música experimental portuguesa, desenvolvendo uma linguagem sonora que cruza drone, noise, improvisação e composição contemporânea. Em «From Ruin», o duo estabelece um diálogo direto com o universo escultórico de Rui Chafes, um dos mais reconhecidos artistas portugueses contemporâneos.

No refeitório do Mosteiro, uma escultura suspensa em ferro, envolta em penumbra, surge como uma presença simultaneamente frágil e ameaçadora. A experiência sonora proposta pelos Candura prolonga e amplifica esse ambiente, conduzindo o público para um território de intensidade física, contemplação e recolhimento. Como escreveu o crítico James Mayor, em ArteCapital.Art (29/04/2026) , «asas de ferro negro rejeitam o excesso para ascender a espaços éticos mais elevados, numa exploração da espiritualidade e da transcendência que equilibra peso e leveza, ao som de uma banda sonora melancólica de Candura.O concerto integra a Finissage do Anozero’26 e terá a duração aproximada de uma hora.

A entrada é gratuita, mas, devido à lotação limitada do espaço, requer reserva prévia. A reserva efetuada não dispensa o levantamento de pulseira nas instalações do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova até às 15h30 do dia do concerto. Após esse horário, os lugares não reclamados serão disponibilizados aos visitantes presentes.

As inscrições serão consideradas por ordem de receção até ao limite da lotação disponível, neste formulário bit.ly/5JULCandura_Anozero26 .

O programa completo da Finissage do Anozero’26, que decorre nos dias 4 e 5 de julho, bem como as informações para reservas, encontram-se disponíveis em www.anozero26bienaldecoimbra.pt.

O Anozero – Bienal de Coimbra é uma iniciativa organizada pelo Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Câmara Municipal de Coimbra e Universidade de Coimbra desde 2015. É também um programa de ativação e reflexão sobre espaços patrimoniais, cujo momento fundador foi a classificação da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia como Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, em 2013.

LUÍS BITTENCOURT LEVA A PALCO "ARQUITETURAS DAS ÁGUAS"





















“Arquiteturas da Água” reúne obras de grandes nomes da música experimental e estreia uma nova criação inspirada neste elemento essencial

26 de julho | Teatro Helena Sá e Costa, Porto | 17h

DIGRESSÃO:

Porto | Leiria | Castelo Branco | Mondim de Basto

A água é o elemento central de “Arquiteturas da Água”, o novo espetáculo performativo e transdisciplinar de Luís Bittencourt que explora as dimensões sonoras, visuais e simbólicas deste recurso essencial através de uma abordagem artística singular. O projeto reúne num mesmo programa um acontecimento raro na música moderna e contemporânea: a apresentação de quatro obras homónimas, “Water Music”, de alguns dos mais influentes criadores dos séculos XX e XXI: Tan Dun, Joseph Byrd, Toru Takemitsu e John Cage.

A digressão vai passar no dia 26 de julho, pelo Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, às 17h; segue depois a 27 de setembro para o espaço Black Box, em Leiria, às 19h30. A 22 de outubro será a vez do Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, às 21h30, e a 12 de novembro sobe ao palco do Favo das Artes, em Mondim de Basto.

Entre experimentação sonora, performance e instalação, “Arquiteturas da Água” propõe uma experiência imersiva onde a água é utilizada tanto como elemento conceptual quanto como instrumento performativo. Ao longo do espetáculo, o público é convidado a descobrir novas possibilidades acústicas e visuais geradas pela interação entre corpos, objetos, instrumentos e água, num percurso artístico que desafia fronteiras entre disciplinas e linguagens.

O programa inclui as primeiras audições nacionais das obras “Water Music” de Joseph Byrd e Toru Takemitsu, compositores fundamentais para o desenvolvimento da música experimental e contemporânea. A estas obras juntam-se as emblemáticas criações de John Cage e Tan Dun, artistas que marcaram profundamente a relação entre som, natureza, ritual e inovação artística.

Como ponto culminante do espetáculo, será apresentada a estreia absoluta de uma nova obra intitulada “Water Music”, criada pelo portuense Rui Penha, compositor, artista de novos media e investigador na área das tecnologias musicais. Esta criação inédita, feita sob encomenda para o projeto, caracteriza-se por seu teor colaborativo e de co-criação entre o Rui Penha e Luís Bittencourt. A obra estabelece também uma ponte entre tradição experimental, performance contemporânea e práticas artísticas mediadas pela tecnologia.

Reconhecido como músico, compositor, improvisador, produtor musical, artista-investigador e comunicador de ciência, Luís Bittencourt tem sido apontado como uma das vozes mais inovadoras da criação sonora contemporânea. Descrito pela revista Visão como “um mestre da experimentação sonora” e elogiado internacionalmente pelas suas performances imersivas e de elevada intensidade artística, desenvolve um trabalho que cruza música contemporânea, improvisação, arte sonora e investigação performativa.

O seu percurso inclui apresentações em diversos países da Europa, Oceânia, América do Norte e América do Sul, bem como colaborações com figuras incontornáveis da música experimental e contemporânea, entre as quais Lee Ranaldo e Leah Singer (Sonic Youth), Jeffrey Ziegler (ex-Kronos Quartet), Phill Niblock, Jon Rose, Gabriel Prokofiev, David Cossin (Bang on a Can) e Found Sound Nation.

DIGRESSÃO

26 de julho | Teatro Helena Sá e Costa, Porto | 17h00 
27 de setembro | Black Box, Leiria | 19h30 
22 de outubro | Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco | 21h30 
12 de novembro | Favo das Artes, Mondim de Basto | horário a anunciar

Bilhetes disponíveis através dos espaços de acolhimento 

BIOGRAFIA

Luís Bittencourt é um músico visionário, compositor, artista-investigador e produtor musical, reconhecido pelas suas contribuições inovadoras para a música contemporânea e a arte sonora. Conhecido pela sua criatividade sem fronteiras, Bittencourt foi descrito como um “mestre da experimentação sonora” (Revista Visão), cativando audiências com performances inovadoras que fundem diversas tradições musicais, experimentação de vanguarda e uma forte componente imersiva. As suas atuações a solo, elogiadas como “torrentes de originalidade”, combinam a precisão da música clássica, a alma da música popular sul-americana, a improvisação de vanguarda e sonoridades experimentais contemporâneas, criando experiências auditivas transformadoras. 

“A pluralidade de sons e instrumentos apresentada por Luís Bittencourt eleva a sua arte a um grau alquímico. Os seus movimentos corporais são revestidos pelo jogo de luzes, transformando-o num xamã instantâneo, uma espécie de sumo sacerdote do som.” - (*Grings Memorabilia, Brasil*)

Ao longo da sua carreira, Bittencourt apresentou-se a solo por toda a Europa, Oceânia, América do Norte e América do Sul, recebendo reconhecimento de prestigiadas instituições e salas de espetáculo, como a Casa da Música, em Portugal. Estreou composições próprias e obras de compositores de renome, como Tan Dun, Gabriel Prokofiev, Steve Reich e vários outros criadores contemporâneos. Através de colaborações com artistas reconhecidos internacionalmente, como Lee Ranaldo e Leah Singer (Sonic Youth), Jeffrey Ziegler (antigo membro do Kronos Quartet), Phill Niblock, Jon Rose, entre outros, Bittencourt enriqueceu o seu percurso artístico com parcerias diversificadas e intercâmbios criativos de grande relevância.

Enquanto compositor e produtor musical, os seus feitos são igualmente notáveis. As suas composições receberam diversos reconhecimentos, incluindo a conquista do prestigiado prémio “Legends of China – Confucius Arts Institute Award 2016”. Colaborou com artistas e instituições de referência, como o fotógrafo George Lange, o Instagram®, o Cannes Lions International Festival of Creativity e a Organização das Nações Unidas (ONU), demonstrando a sua versatilidade e excelência na produção musical e na composição original. 

Investigador apaixonado e inovador, Bittencourt dedica-se à exploração das interseções entre som, performance e criatividade experimental. A sua investigação pioneira sobre técnicas não convencionais de percussão e a redefinição dos instrumentos musicais posicionou-o como uma referência no meio académico. É professor no Mestrado em Música Computacional e Design de Som da Universidade de Coimbra, na ESAP – Escola Superior Artística do Porto e na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco. As suas contribuições académicas estendem-se ainda a colaborações internacionais com a Society for Artistic Research (SAR) e a Percussive Arts Society (PAS), onde desempenha funções como revisor científico (*peer reviewer*) e consultor artístico.

Detentor de um Doutoramento e de um Mestrado em Performance Musical, bem como de uma Licenciatura em Performance de Percussão, Bittencourt alia rigor académico à exploração artística. O seu álbum de estreia a solo, *Instrumentalities and Audible Volitions* (2023), evidencia as suas composições originais e a sua abordagem inovadora ao som.

Seja em palco, através de performances eletrizantes, ou em contextos académicos, impulsionando novas fronteiras para a música, Luís Bittencourt personifica criatividade, inovação e excelência, afirmando-se como uma força transformadora na comunidade artística e musical global.

NOVO DISCO DE MOONSPELL CHEGA ESTA SEXTA





















É já esta sexta-feira, dia 3 de Julho, que é editado o novo e muito aguardado álbum dos MOONSPELL, "Far From God", um disco nascido de cinco anos de procura criativa e derradeira redescoberta. A sua resposta musical a uma verdadeira crise existencial que, nos últimos anos, atingiu a banda e o estilo. Em vez de se dobrarem às tendências modernas, os MOONSPELL reforçam identidade e substância. "Far From God" é uma afirmação ousadamente bela e trágica do Metal Gótico na sua forma mais pura: obscuro, romântico, dramático e assumidamente pesado. "Far From God" vai ser disponibilizado em formato digital, CD, Vinil e Mediabook, via Alma Mater Books and Records, sob licença exclusiva da Napalm Records.

Produzido por Jaime Gomez Arellano (Paradise Lost, Ghost, Sólstafir), "Far From God" reconecta os MOONSPELL ao espírito clássico de álbuns como "Irreligious", mas com uma sonoridade poderosa e contemporânea. Tematicamente, percorre o amor baudelariano, a culpa existencial e a redenção, rejeitando o brilho artificial em favor de uma fantasia ancorada na sinceridade. O primeiro single e tema-título revelou-se um imediato sucesso, ultrapassando as 300 mil visualizações no YouTube e mais de 80 mil streams no Spotify em apenas algumas semanas.

“The Great Wolf in the Sky”, o novo single da banda, é um dos momentos mais majestosos e emocionalmente marcantes de "Far From God". Escrita em memória dos lobos que acompanharam o percurso da banda, é dedicada a um fã e amigo (Pedro Silva) que partiu antes de poder ouvir este álbum.

"Far From God" vai ser motivo de reflexão em duas FNAC Talks, nos dias 3 e 4 de Julho, no Colombo e NorteShopping, respectivamente. Em Lisboa, a moderação está a cargo do Padre João Sarmento e, no Porto, de José Carlos Guimarães do site Caminhos Metálicos. A entrada é livre.

À noite, a reflexão é outra: dia 3 de Julho é a Festa de Lançamento de "Far From God", no RCA Club, em Lisboa, e dia 4 de Julho há nova comemoração no Gym Bar 748, no Porto. Em ambas as festas, a banda vai estar presente e meter música até às 04h

"Far From God" é o disco mais importante de sempre da história dos MOONSPELL

Concertos de Apresentação
12.09: Quinta da Ribafria, Sintra [Blueticket]
31.10: Hard Club, Porto [Ticketline]

FESTIVAL QUE JAZZ É ESTE REVELA CARTAZ


Está fechado o cartaz da 14.ª edição do Festival Que Jazz É Este?, que decorre de 8 a 19 de julho em Viseu. Depois de duas semanas em que o jazz percorre hospitais, lares, um estabelecimento prisional, aldeias, ruas, museus e outros espaços da cidade, o festival concentra o seu momento mais intenso nos dias 18 e 19 de julho, transformando o Parque Aquilino Ribeiro, no coração de Viseu, no principal ponto de encontro entre artistas, públicos e comunidade.

Fiel à identidade que tem vindo a afirmar ao longo de catorze edições, o Que Jazz É Este? continua a cruzar diferentes linguagens musicais e artísticas, reunindo nomes consagrados, projetos emergentes e criação local numa programação de entrada livre que volta a desafiar as fronteiras do jazz.

No sábado, 18 de julho às 17h30 ouve-se Songsayer, o projeto de Rita Maria e Nuno Costa, que também orientam este ano o 18.º Workshop de Jazz de Viseu. Amigos e colaboradores de longa data, apresentam um concerto intimista onde voz, guitarra, eletrónica e improvisação reinventam canções que marcaram o percurso de ambos, criando um espaço de escuta sensível, experimental e profundamente pessoal.

Às 19h00, sobe ao palco Azul Piscina, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues, onde composição e improvisação convivem numa criação coletiva em permanente transformação.

A noite prossegue, às 21h30, com um dos concertos mais aguardados desta edição: Maria Luiza Jobim, que apresenta em Viseu uma música onde a MPB, a eletrónica subtil e a linguagem do jazz se encontram numa escrita delicada e contemporânea.

O primeiro dia termina de forma diferente. A partir das 23h00, o festival junta-se à DANCETERIA, projeto da companhia Mochos no Telhado, para uma sessão especial Que Jazz É Este?. que transforma o parque numa pista de dança aberta a todos, começando com uma aula de Giant Steps, orientada por Maria Antunes, seguida de um momento de convívio e partilha que convida o público a permanecer no festival para lá dos concertos.

No domingo, 19 de julho, a música regressa ao Parque Aquilino Ribeiro com o Hugo Santos Quintet, que às 17h30 apresenta composições originais do jovem baterista, vencedor do Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro nas categorias de Melhor Ensemble e Melhor Composição Original, afirmando uma linguagem onde jazz, rock e funk convivem naturalmente.

Às 19h o encerramento da 14.ª edição acontece com um encontro verdadeiramente especial: Omar, uma das vozes maiores da soul britânica, sobe ao palco acompanhado pela Gira Big Band, coletivo de jovens músicos da região de Viseu dirigido por João Martins e desenvolvido no âmbito do trabalho contínuo da Gira Sol Azul. Com uma carreira de mais de quatro décadas e colaborações com artistas como Stevie Wonder, Erykah Badu ou Angie Stone, Omar protagoniza um concerto inédito que simboliza o espírito do festival: promover encontros improváveis entre artistas internacionais e a criação musical local.

Ao longo das tardes de sábado e domingo, o Parque Aquilino Ribeiro acolhe ainda emissões especiais de rádio ao vivo conduzidas por Sandra Rodrigues, Filipa Fróis e a dupla Daniela Madaleno e Pedro Coutinho, a apresentação do novo livro do guitarrista viseense Luís Lapa, ‘Chave Mestra’, além de um mercado de livros e discos, reforçando a dimensão multidisciplinar e participativa do festival.

A programação completa integra ainda o Jazz ao Domicílio, que leva a música ao Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, ao Internato Dr. Vítor Fontes e ao Estabelecimento Prisional de Viseu; o Jazz na Rua, que atravessa a feira semanal da cidade; a programação em Várzea de Calde; o 18.º Workshop de Jazz de Viseu; as jam sessions no Carmo'81; e a oficina Cartazes Animados, orientada pela artista plástica Beatriz Rodrigues, que decorre no dia 11 de julho, às 15h00, na nova sede da Gira Sol Azul, na histórica Rua Direita. Nesta oficina, os participantes serão convidados a criar composições visuais e pequenas animações inspiradas nos artistas que integram o cartaz desta edição.

Todas as atividades mantêm entrada livre, mediante donativo consciente, um contributo voluntário que ajuda a tornar possível um festival acessível sem desvalorizar o trabalho dos artistas e de toda a equipa envolvida.

A realização da 14.ª edição conta com o apoio do Município de Viseu, parceiro fundamental para que o Que Jazz É Este? continue a afirmar-se como um projeto cultural de proximidade, criação e serviço público.

De 8 a 19 de julho, o Que Jazz É Este? volta a ocupar Viseu com música, encontros e experiências que ultrapassam o palco. Mais do que um festival, continua a ser um lugar onde a cidade se escuta a si própria - e onde o jazz continua a encontrar novas formas de acontecer.

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NO SALÃO BRAZIL
















Centenário Salão Brazil
4 julho • 10h30 - 00h00

O Salão Brazil celebra, em 2026, o seu centenário.
Há 100 anos, o edifício acolhia a Panificação de Coimbra, como testemunha esta rara fotografia do Largo do Poço. Desde 2012, o primeiro e segundo andares são uma casa das artes e das culturas no coração da Baixa de Coimbra.
Para assinalar esta data, o Jazz ao Centro Clube promove, ao longo do ano, um programa comemorativo que arranca já a 4 de julho, Dia da Cidade, com uma grande festa de entrada livre entre o Largo do Poço e a Praça do Comércio.

Agenda do dia 4 de Julho - Entrada Livre
10h30 |⁠ ⁠Mostra dos resultados das intervenções do Laboratório de Cidadania e Cocriação - Largo do Poço
11h00 - 13h00 |⁠ ⁠Casa Aberta “Há mais Salão” - Salão Brazil
11h00 |⁠ ⁠"Flores de Coimbra", de Carlos Costa (exposição) - Salão Brazil

14h00 - 16h00 | ⁠Casa Aberta “Mais Salão” - Salão Brazil
18h00 |⁠ ⁠Sara Serpa & Matt Mitchell (concerto) - Salão Brazil

21h30 | Baile da Rosa com o grupo Telefonia - Praça do Comércio
23h00 | ⁠Caucenus & Zhang Qinzhe "Corrupted Memories // Future Ruins" Largo do Poço

Embryo #5
Diogo Alexandre e Luis Figueiredo
7 julho • 21h30

Embryo é o projeto do pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo que, ao longo de cinco sessões, sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês, promove um espaço de encontro com cinco destacados músicos do panorama do jazz, convidados para atuar em duo com o pianista. Em julho, o convidado é Diogo Alexandre, baterista e compositor português nascido em Leiria, em 1998, cuja abordagem ousada ao instrumento e linguagem musical singular o têm afirmado como uma das vozes mais marcantes da nova geração do jazz português. Editou o álbum de estreia, Pipe Tree (JACC Records), distinguido pela Jazz.pt como um dos melhores discos do ano, e colaborou com músicos como André Fernandes, Pedro Melo Alves, Bram De Looze, Ben Van Gelder, Fabrizio Cassol, João Mortágua e João Barradas. O seu percurso tem sido reconhecido com o 1.º Lugar no Prémio Jovens Músicos (RTP/Antena 2, 2019), o prémio Músico Revelação (RTP/Festa do Jazz, 2020) e a distinção Revelação do Ano (Jazz Logical, 2021), consolidando uma carreira em crescente afirmação no panorama nacional e internacional.

Abertura de portas: 21h00
Bilhetes: 7 eur • 5 eur
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