2 - Rachel Bangs - Bright eyes
Santos da Casa
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
sexta-feira, 12 de junho de 2026
PROGRAMA DE 12/06/26
2 - Rachel Bangs - Bright eyes
DANNI GATO LANÇA O NOVO SINGLE “MARÉ”, QUE CONTA COM A COLABORAÇÃO DE DIOGO PIÇARRA. O PRODUTOR ESTREIA-SE ESTE ANO NO ICÓNICO FESTIVAL BELGA DE MÚSICA ELETRÓNICA, TOMORROWLAND, A 17 DE JULHO
“Maré” é o novo single de DANNI GATO, editado hoje, que junta o produtor ao cantor e compositor DIOGO PIÇARRA. Ouvir.
DANNI GATO apresenta “Maré”, uma colaboração com Diogo Piçarra que cruza a identidade afro house do produtor com uma abordagem mais pop e melódica. A colaboração surge de forma natural entre dois artistas com percursos distintos, mas com uma vontade comum de explorar novas linguagens. Liga-os a sua origem. São ambos algarvios.
Depois de temas como “Where Are You”, “Lisboa” ou “Tudo Bem” “Maré” é mais um single de avanço de “Soldier”, o próximo álbum de DANNI GATO, que este ano estreia-se ao vivo no icónico festival belga de música eletrónica Tomorrowland, no dia 17 de julho.
+iNFO
Danni Gato é hoje um dos nomes mais marcantes da música eletrónica portuguesa. O seu percurso começou em Faro, sempre ligado às raízes cabo-verdianas que moldaram o seu ouvido e a sua forma de criar. A mistura entre a alma da morna e da coladeira com a energia do afro house tornou-se a base do seu estilo. Esse equilíbrio entre tradição e vanguarda fez com que conquistasse públicos de diferentes países e se afirmasse como um dos artistas em maior crescimento na cena afro house internacional.
A sua presença em palco levou-o a cidades como Ibiza, Paris, Londres, Amesterdão, Dubai, Boston e Nova Iorque. Partilhou cabine com nomes fortes do afro house como Shimza, Da Capo, Enoo Napa e DJeff, mostrando consistência e capacidade de adaptação em contextos muito distintos. Em Portugal, tornou-se presença habitual em festivais de referência. Atuou no Brunch Electronik, MEO Sudoeste, O Sol da Caparica, Nova Era Beach Party, Festival F e Rock in Rio, onde reforçou a reputação de DJ capaz de criar momentos de grande intensidade.
No estúdio, o seu trabalho tem gerado sucessos que circulam entre os maiores DJ internacionais. Xaguada, Gratitude e Hulk tornaram-se temas de destaque em pistas e rádios especializadas. Já Pedrinha, Oskey e Num Tás a Ver valeram-lhe vários galardões de singles de Ouro e Platina, confirmando o impacto do seu catálogo e a sua evolução como produtor.
Em Lisboa, Danni Gato alcançou um marco importante ao esgotar por três vezes o Pavilhão Carlos Lopes, reunindo milhares de fãs e reforçando a ligação que construiu com o público português. Esta capacidade de transformar a sua herança cultural em linguagem universal ajudou-o a definir uma identidade própria dentro do afro house e a levar o género a novos espaços.
Com uma combinação natural entre autenticidade, energia e visão, Danni Gato continua a marcar o ritmo da música eletrónica lusófona. O seu trabalho reflete uma evolução constante e uma vontade clara de levar a sonoridade que representa a públicos cada vez mais amplos. Cada novo set e cada novo lançamento reforçam o lugar que ocupa no panorama internacional.
MÁRCIO FERREIRA LANÇA NOVO SINGLE
Márcio Ferreira apresenta "High Off Life", o seu novo single. O tema reflete sobre a trajetória do artista e os altos e baixos que marcaram o seu percurso ao longo dos anos, traduzindo essa experiência numa canção inspiradora e cheia de energia.
Através de uma mensagem positiva e motivacional, "High Off Life" convida os ouvintes a encontrarem força nos desafios e a valorizarem cada etapa do seu caminho. A combinação entre a letra inspiradora e a energia da música resulta num tema pensado para acompanhar diferentes momentos do dia, transmitindo uma sensação de motivação e confiança.
A produção ficou a cargo de Cetti, jovem artista e produtor angolano, cuja abordagem dinâmica e inovadora contribui para a identidade sonora da canção. A colaboração entre os dois artistas dá origem a um tema marcado pela energia e pela vontade de transmitir uma mensagem positiva através da música.
"High Off Life" já se encontra disponível nas plataformas digitais.
MARIANA PINHEIRO EDITA "O DOM DE ESTAR ERRRADA"
Mariana Pinheiro lança "O Dom de Estar Errada" , um single sobre vulnerabilidade, transformação, inquietude e a coragem de dizer não.
A cantora e compositora Mariana Pinheiro apresenta "O Dom de Estar Errada"
, um tema que reflete sobre a vulnerabilidade humana, a aceitação da imperfeição e a importância de encontrar sentido mesmo nas nossas contradições. Longe de ser uma celebração da resignação, a canção nasce da consciência de que errar faz parte da experiência humana e de que aprender a dizer "não" pode ser um acto de crescimento e autenticidade. Ao longo da música, a dúvida transforma-se gradualmente em aceitação, percorrendo um caminho que parte da incerteza sobre os sentimentos e intenções do outro para chegar a uma reconciliação consigo própria, sintetizada na frase final: "Ainda bem que tudo é assim."
"O Dom de Estar Errada" aborda simultaneamente uma dimensão colectiva e uma dimensão íntima. Versos como " um planeta que implora mas ninguém o quer escutar" recordam a responsabilidade humana perante o mundo e a capacidade de agir apesar das falhas e limitações. A canção sugere que os mesmos seres humanos capazes de errar são também capazes de criar, cuidar, transformar e fazer a diferença.
O single será acompanhado por um videoclip oficial, com estreia marcada para o dia 20 de junho de 2026, às 19h00 (hora de Lisboa).
O vídeo foi gravado e editado pela dupla S&N Intercut Films e integra a paisagem da ilha de S. Miguel, transformando a geografia da mesma numa extensão visual da mensagem da canção.
A produção musical conta com arranjo do compositor Mário Raposo, participação especial de Ana Cláudia em backvocals e Nelson Félix na guitarra acústica.
Sobre Mariana Pinheiro Mariana Pinheiro é cantora, escritora, compositora e investigadora na área da literatura, cultura visual e artes. O seu trabalho artístico explora temas como identidade, memória,
transformação, vulnerabilidade e imaginação, cruzando diferentes formas de expressão criativa numa procura constante por novas formas de contar histórias.
CLAUTHEWITCH COM NOVIDADES
© Laura Toscano
Silly Flower é o nome deste portal de Clauthewitch - o onírico universo de Cláudia Noite, erguido com Miguel Grazina e Diogo Lourenço num éter de rock alternativo, shoegaze e dream pop -, o primeiro single desde a estreia com o EP Begonia (2024, Maternidade).
Uma canção de refrão forte e doce em que a direção das melodias vocais se encaixa em contra registo com o músculo rítmico do baixo e da bateria e o brilho incandescente de guitarras processadas.
PZ COM NOVO SINGLE NA COMPANHIA DE MARGARIDA CAMPELO
© Rui Murka
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"Põe-te a Milhas"]“Põe-te a Milhas” marca o miolo do “Álbum de Família” de PZ com uma performance memorável da Margarida Campelo e a sua voz inconfundível, estranhamente familiar. "Põe-te a Milhas" evoca uma certa nostalgia por um lugar melhor, longe daqui, longe da vista.
O videoclip foi realizado, mais uma vez, por Vasco Mendes, mas desta feita com a colaboração dos alunos do primeiro ano da ESAD (Escola Superior de Arte e Design) que deram asas à sua imaginação para ilustrar e animar as imagens que, como sempre, foram captadas na sessão de gravação que teve lugar nos estúdios Arda.
A música contou ainda com Leandro Leonet na bateria e com uma aparição especial de Luís Ruvina a desbundar num orgão Hammond que já lhe pertenceu.
Ficha Técnica
Música, letra, produção, voz, baixo e guitarras: PZ
Voz convidada: Margarida Campelo
Bateria: Leandro Leonet
Orgão Hammond: Luís Ruvina
Gravação e mistura: Zé Nando Pimenta
Gravado nos Estúdios Arda
Realização vídeo: Vasco Mendes
Design: Studio Eduardo Aires
Fotografia: Rui Murka
Assistente de Produção: Francisca Lacerda
Direção criativa: PZ, Studio Eduardo Aires, Vasco Mendes
Ilustração & Animação: ESAD - Escola Superior de Arte & Design
Têm sido sempre vários os motivos e coincidências que têm marcado este "Álbum de Família” que continua a surpreender enquanto nos vai fazendo companhia ao longo do ano. De relembrar que em Dezembro sai um vinil com a compilação dos 12 temas.
NOVO CLIP DE DAN RIVERMAN
Depois do lançamento do álbum homónimo, editado em novembro do ano passado, Dan Riverman apresenta agora o videoclipe de “Tell Me Stories”, um dos temas que acompanhou a chegada do disco e que surge agora com uma nova dimensão visual. A canção afirma-se como um dos momentos mais intimistas do trabalho, aprofundando uma escrita centrada na escuta, na proximidade e na partilha.
“Tell Me Stories” desenvolve-se como um convite à intimidade, habitando um espaço onde duas pessoas se encontram sem pressa, afastadas do ruído exterior e das distrações do quotidiano. A canção parte da ideia de escuta mútua, propondo um momento suspenso no tempo onde as preocupações se dissipam, as memórias permanecem e as palavras encontram finalmente espaço para existir.
Liricamente, o tema constrói-se em torno da disponibilidade emocional e da vontade de compreender o outro através das suas histórias. A voz surge próxima e desarmada, num registo que privilegia a vulnerabilidade e a contemplação. Tal como no restante álbum, Dan Riverman trabalha a partir de imagens simples e universais para explorar territórios ligados ao amor, à memória e à transformação.
A composição e a letra são assinadas pelo próprio Dan Riverman. A produção esteve a cargo de Bruno Fer, com gravações realizadas nos estúdios Arda Recorders e A Mina Studios. A mistura e masterização foram igualmente asseguradas por Bruno Fer.
O videoclipe prolonga visualmente o universo emocional da canção através de uma abordagem marcada pela contenção e pela proximidade entre imagem e narrativa. A realização, direção de fotografia e edição ficaram a cargo de Tiago Quelhas, com produção de Inês Torcato. As filmagens foram realizadas pelo próprio realizador, contando ainda com imagens adicionais captadas por Bruno Fer. O vídeo tem como protagonista Gabriela Geriante, cuja presença contribui para reforçar a dimensão intimista e contemplativa que atravessa toda a narrativa visual.
Lançado em novembro de 2025, o álbum homónimo de Dan Riverman apresentou um conjunto de canções centradas nas consequências emocionais do amor, da perda e da mudança. Entre momentos de introspeção e abertura, o disco construiu-se como um percurso marcado pela procura de sentido, pela vulnerabilidade e pela aceitação das transformações inevitáveis da experiência humana.
Ao longo da última década, Dan Riverman afirmou-se como um dos mais consistentes cantautores independentes da sua geração, com canções integradas em bandas sonoras de telenovelas, filmes e programas de televisão. Do percurso fazem parte trabalhos como o EP “Hers”, o tema “Singing King”, homenagem ao pai fadista, a participação no Festival RTP da Canção com “Lava”, bem como lançamentos posteriores como “Alright”, “Step Outside” e o EP “Riverside Sessions”.
Com a revelação do videoclipe de “Tell Me Stories”, Dan Riverman regressa a um dos temas centrais do seu mais recente álbum, aprofundando visualmente uma canção que continua a explorar a importância da escuta, da memória e da ligação humana num tempo marcado pela aceleração e pelo excesso de ruído.
TRAVO LIBERTAM SINGLE "BURIAL"
Foto: Francisco Gaspar
WASTELAND é um disco de rock agressivo e de fusão de géneros, a bater à porta do metal, mas que consegue ainda assim respirar através do caos. É uma intensa jornada de headbanging entre jams rápidas — indutoras de bad-trips — e passagens ambientais contemplativas.
O contexto criativo foi inteiramente moldado por três anos de intensa rodagem internacional. Com a bagagem cheia de digressões pela Europa, passagens por festivais de relevo e uma incendiária sessão ao vivo na KEXP, a banda aproveitou uma rara pausa na agenda e fechou-se em estúdio com uma urgência absoluta:
A sessão de gravação foi agendada sem qualquer material composto, e todo o álbum acabou por ser escrito em pouco mais de um mês intenso de ensaios. A pressão de querer dar um passo em frente com o próximo álbum começou a instalar-se e causou alguma fricção interna. Este sentimento de urgência transitou naturalmente para as canções e deu-lhes um carácter que provavelmente não teriam num ambiente de composição mais relaxado.
A abrir e a marcar o tom de WASTELAND, o single BURIAL é o primeiro tema a sair do novo longa-duração de TRAVO. Em 4 minutos e 41 segundos de puro sufoco auditivo, esbanja riffs obscuros e indutores de ansiedade, vozes hipnóticas, solos de guitarra explosivos e uma secção rítmica acelerada. Tudo isto culmina num lead de guitarra contagiante, desenhado para ficar cravado na memória durante dias. O vídeo conta com realização de Ana Martinho Moreira e performance de Jo Castro.
_ Gravado no início de 2026 nos ARDA Recorders, no Porto, WASTELAND contou com produção, mistura e masterização a cargo de Jaime Arellano (conhecido pelo trabalho com Ghost, Ulver e Behemoth).
_ Ao longo de sete faixas livremente inspiradas em diferentes secções do poema The Waste Land de T.S. Eliot, o álbum aborda a tecno-ansiedade, a desconexão, a distopia, o amor, a morte, o renascimento e a procura por uma espiritualidade coletiva.
_ Com influências do psicadelismo obscuro e da música industrial, as guitarras cruzam-se entre harmonias belas e dissonâncias insólitas, sustentadas por uma secção rítmica potente e hipnótica. Um registo que se afirma também como o álbum com maior preponderância de sintetizadores da banda até à data.
RACHEL BANGS LANÇA SINGLE
A artista portuguesa explora memória, ausência e confinamento emocional.
“Bright Eyes” é uma canção que se move entre o post-punk e o shoegaze. Com guitarras intensas e versos envolventes, Rachel Bangs reflete sobre a ideia de que o aprisionamento nem sempre é literal. No fim, tudo se reduz à emoção.
“Bright Eyes é uma canção que capta um ciclo emocional, preso entre memória e ausência. Simboliza a dificuldade de deixar o passado para trás.”
— Rachel Bangs
“Bright Eyes" fará parte do EP de estreia da artista, intitulado "Silent Memories", que sairá a 18 de Setembro.
Sobre Rachel Bangs
Rachel Bangs é o pseudónimo de Raquel Custódio, natural de Caldas da Rainha, Portugal. É uma multi-instrumentista autodidata, cuja paixão pela música surgiu desde tenra idade. A compositora portuguesa tocou com a sua banda Palmers em várias salas, como o Music Box e o Maus Hábitos, abrindo concertos para bandas como Iceage e The Parkinsons. Agora, Rachel Bangs explora o universo do Post-Punk, Shoegaze e Rock Alternativo neste novo projeto a solo.
NOVO SINGLE DE SILK NOBRE
Depois de "Beleza vs Tristeza", o primeiro avanço do seu próximo álbum de originais, Silk Nobre regressa com "Chinchada", um tema que chega hoje às plataformas digitais e que promete marcar o arranque do Verão.
Com edição prevista para Outubro de 2026, Construção Civil continua a revelar-se tema a tema. Se o primeiro single convidava à reflexão sobre o tempo, a memória e o envelhecimento, "Chinchada" abre as portas a um lado mais festivo do universo de Silk Nobre — um tema construído para celebrar o encontro, a dança e a alegria de estar junto.
O lançamento acontece numa data especial, quando Lisboa sai à rua para celebrar Santo António, numa das maiores festas populares do país. Entre música, dança, sardinhas e marchas, "Chinchada" surge como banda sonora natural dessa celebração colectiva. Um tema que que convida a abanar o corpo e que chega no momento certo para acompanhar as noites quentes que se aproximam.
Assente nas influências da diáspora africana que atravessam todo o percurso artístico de Silk Nobre, "Chinchada" transporta para o presente a força agregadora do ritmo e da dança. Entre pulsões africanas e uma abordagem contemporânea, o tema cria uma atmosfera contagiante que tanto pode ecoar numa festa de bairro como numa pista de dança.
Nascido em Moçambique, com raízes cabo-verdianas e criado em Portugal, Silk Nobre continua a construir uma linguagem própria onde diferentes geografias, culturas e experiências se encontram. Em "Chinchada", essa identidade manifesta-se através da celebração, da partilha e da energia colectiva que a música tem capacidade de gerar. Uma canção feita para ser vivida em comunidade, cantada em voz alta e dançada sem reservas.
O tema integra Construção Civil, o segundo álbum de originais do artista, um trabalho que aprofunda o seu universo criativo e reforça a sua ligação à palavra, ao ritmo e à condição humana. O disco conta com produção de Silk Nobre, Pity e Ivo Costa.
PRIMEIRO EP DE MARIA LEITÃO
Maria Leitão
Sai De Casa
NOVO SINGLE DE NO MAKA
Com 88M+ streams nas plataformas digitais, os No Maka são a banda portuguesa por detrás do número 1 da Billboard de Madonna e Anitta, ‘Faz Gostoso’, certificado com um Disco de Diamante.
Após ‘Estaca Zero’, ‘Faz Outra Vez’ e ‘Bem’, editam ‘Entrelinhas’ um tema Pop com forte inspiração Afro. Com harmonias contagiantes e uma energia quente e positiva, a canção fala sobre escolher ficar e tentar de novo numa relação mesmo sabendo os riscos.
‘Entrelinhas’ foi escrita e composta pelos No Maka com Charli Elle e produzida pela banda.
ELLI MAZE LANÇA NOVO SINGLE "DIZ-ME SÓ"
Fotografia: Joana Carvalho
Escrita pelo artista e gravada nos estúdios Nagana de Fernando Daniel, a canção une rap melódico a influências pop. O videoclipe conta com a participação de Eva Pais, vencedora do Secret Story 10.
Após a estreia com ‘Cicatrizes’, Elli Maze está de regresso com o novo single 'Diz-me Só'. Já disponível em todas as plataformas digitais, a faixa editada pela Universal Music, foi escrita pelo rapper com João Correia e gravada nos estúdios Nagana, do cantor e compositor Fernando Daniel. Com uma sonoridade que cruza rap melódico e influências pop num registo emocional e direto, 'Diz-me Só' nasceu nos estúdios Nagana e explora uma narrativa sobre um amor intenso, verdadeiro e, por isso mesmo, imperfeito.
“O processo criativo aconteceu de forma muito natural e especial. Foi uma experiência diferente para mim, principalmente por estar tão envolvido num ambiente mais orgânico, com instrumentos e criação ao vivo. Acabei por me conectar ainda mais com a música durante todo o processo. 'Diz-me Só’ fala sobre permanecer ao lado de alguém mesmo quando tudo parece incerto e quis transmitir isso através de uma sonoridade emocional, próxima e verdadeira”, afirma Elli Maze.
O artista de Santa Maria da Feira encontrou no rap uma forma de expressão e refúgio e deixa-se guiar pela importância de sentir tudo de forma verdadeira. A sua lírica destaca-se pela honestidade como transforma experiências pessoais em narrativas sobre batalhas internas, emoções, vulnerabilidade e conexão humana. Elli Maze encara esta fase da sua carreira "com maturidade e confiança. Sinto-me mais sólido, com a cabeça no sítio e cada vez mais consciente da minha identidade artística. Tenho aproveitado para crescer, arriscar mais criativamente e criar música da forma mais verdadeira e pessoal".
Composta por Simão Silva e Fernando Mendoza e com produção assinada pela dupla com Miguel Farraia, 'Diz-me Só' apresenta-se com um videoclipe realizado também por Simão Silva - vencedor do prémio de "Videoclipe do Ano" nos International Portuguese Music Awards 2025, por 'Dois', de Fernando Daniel. O vídeo é protagonizado por Elli Maze e Eva Pais, naquele que é o primeiro grande destaque audiovisual da jovem após a vitória do reality show "Secret Story 10".
Nas palavras de Elli Maze, o videoclipe de 'Diz-me Só’ é "sobre memórias que parecem eternas. Através de paisagens abertas, luz de fim de tarde e momentos íntimos entre mim e a Eva Pais. O vídeo retrata a simplicidade de um amor vivido sem pressa, feito de silêncios, olhares e pequenos gestos. Mais do que contar uma história linear, este lado visual da canção procura transmitir o mesmo sentimento da letra: o desejo de permanecer ao lado de alguém, mesmo quando o tempo passa e tudo parece incerto”.
Com 'Diz-me Só’, Elli Maze consolida a sua identidade artística emocional e direta e afirma-se como um dos artistas a acompanhar de perto na nova geração da música urbana nacional. O novo single já está disponível em todas as plataformas digitais.
Rapper e compositor português, Elli Maze é o alter ego artístico de Diogo Campos. Com o Rap como forma de expressão e refúgio e guiado pela importância de sentir tudo de forma verdadeira, o artista tem vindo a construir uma sonoridade que se estende ao Rap melódico e a influências de Pop. Natural de Santa Maria da Feira, distingue-se pela forma honesta, direta e madura como escreve e transforma experiências pessoais em narrativas sobre batalhas internas, emoções, vulnerabilidade e conexão humana.
Elli Maze cresceu num ambiente familiar profundamente ligado à música e à arte. Teve aulas de bateria, guitarra e piano, experiências que ajudaram a moldar a sua sensibilidade musical. A avó, professora de música, pianista e fadista marcou de forma indelével a sua sensibilidade artística e tornou-se a central na forma como influência as suas composições. Foi através da avó que desenvolveu uma ligação emocional à música, não apenas como expressão, mas como identidade. Dar continuidade ao seu legado e é um dos maiores objetivos de Elli Maze.
Inspirado por artistas como Meek Mill, Tory Lanez e Chris Brown, dá inicio ao seu percurso musical enquanto autor e intérprete em 2015, inicialmente sob outro nome artístico. Após anos de trabalho, evolução e persistência, assina com a Universal Music Music Portugal no início de 2026, um momento que marcou a transição para uma nova era, mais focada, consistente e com maior projeção. Assume então o projeto Elli Maze, como uma fase mais pessoal, madura, emocional e direta da sua carreira e, já através do selo UMG edita os dois primeiros singles, 'Cicatrizes' e 'Diz-me Só', Os lançamentos consolidam a identidade artística de Elli Maze e afirmam-no como um dos artistas a acompanhar bem de perto na cena urbana nacional.
NIKI MOSS DE REGRESSO COM NOVO DISCO
Niki Moss está devolta. Após uma longa espera,o músico regressa com um novo álbum.O primeiro single,“Gettingtothe Bottom”, chega já nodia19dejunho.
Cinco anos depois do último lançamento em nome próprio,o alter-ego de Miguel Vilhena regressa com“Gettingtothe Bottom”,o primeiro avanço do novo álbum a editar pela Stree tMission Records, com distribuição [PIAS]. Durante estete mpo, Miguel Vilhena não parou de fazer música, dedicou-se ao cinema, à composição para audiovisual, à produção musical em estúdio e a colaborações com outros artistas.
Agora, Niki Moss está pronto para um novo capítulo.
O novo álbum foca-se em finais:de relações, ciclos, e deversões de nós que deixam de fazer sentido. Não é sobre o fim enquanto ponto final, mas sobre tudo o que acontece depois: o desconforto, a lucidez e a possibilidade de reinvenção-essa estranha força que surge quando já não há nada a preservar.
“Getting to the Bottom” é uma canção sobre esses momentos entre a perda e a aceitação, sobre as memórias que permanecem quando se sente o peso do fim.
Intui-se que só o tempo e o futuro nos poderão salvar.
Com este single ,Niki abre um novo capítulo. O som torna-se mais amplo, textural e cinematográfico, sem perder a sensibilidade melódica que atravessa o se uuniverso.
Vai buscar sombras aos anos 80, ao synthpop, ao post-punk e ao imaginário gótico, mas encontra no rock alternativo dos anos 90 uma forma de abrir os refrães: mais luminosos, e emocionais e liricamente memoráveis. A estéticavisual desta nova fase acompanha essa transformação, que será possível encontrar no teledisco de“Getting to the Bottom”: cru, monocromático, despido.
“Getting to the Bottom”estará disponível em todas as plataforma sdigitais a19 dejunho.
quinta-feira, 11 de junho de 2026
ESTÁ QUASE A APARECER O ASTRONAUTA DESAPARECIDO
Astronauta Desaparecido - Engage Quantum Drive
ANTI-DEMOS-CRACIA
ADC158JUN2026
Formato: CD Digipack
Edição: 100 unidades
Para ouvir aqui: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/engage-quantum-drive
PROGRAMA DE 11/06/26
1 - Ana Lua Caiano - Uma vida a menos
2 - emmy Curl - Encanto
3 - Bandua - A lua (Magupi remix)
4 - Rita Braga - Fado tango
5 - Cara de Espelho - Elefante no hemiciclo
6 - Stereosauro & DJ Ride - Prosa do meio dia
7 - Xico Gaiato - Voltas e voltas
8 - Birds Are Indie - Not today
9 - Stone Dead - Plasticine
10 - Calcutá - Run come rally
11 - sUBMARINe - Deep wings
12 - Sunflowers - i got friends
13 - Bed Legs -Sixteen
MANEL SOARES EDITA EP DE ESTREIA "ESPERO QUE ESTEJAS BEM'
Fotografia: Jaime Ferreira
Nas palavras de Manel Soares, “ao fazer este EP percebi que acabava por escrever muito sobre relações passadas e o processo de tentar seguir em frente. Tanto que o título só surgiu quando fizemos a última música, ‘Espero Que Estejas Bem’. A ideia veio muito daquele momento em que envias uma última mensagem e ficas à espera de uma resposta. Quando percebes que essa resposta não vai chegar, acabas só por enviar um "espero que estejas bem" e tentas seguir em frente. Estas músicas acabaram por ser a minha forma de lidar com tudo isso".
O processo criativo do projeto decorreu ao longo de vários meses, com o produtor Filipe Survival e as cantoras e compositoras Ella Nor, Isaura e Maria Castro. Nessas sessões, Manel Soares encontrou espaço para a experimentação sem filtros, o que permitiu que encontrasse a sua identidade musical de forma sólida. O EP é acompanhado pelo novo single 'Sinal' e inclui os temas ‘Sem Mim’ e ‘Olha As Coisas Que Faço’, que anteciparam esta nova fase artística do cantor e compositor lisboeta.
“Sinto que este EP é um projeto no qual consigo mostrar quem sou musicalmente. Se alguém quiser conhecer-me através destas músicas, fico mesmo confortável com isso porque o resultado representa-me muito bem", afirma Manel Soares.
"A ‘Sinal’ fala metaforicamente da ideia de sentirmos a outra pessoa na forma de um sinal de rádio, numa frequência que não conseguimos ouvir bem, porque o sinal continua lá mas é fraco. A 'Olha As Coisas Que Faço’ nasceu da vontade de criar uma música mais feliz, com uma energia leve, que evoca ambientes de verão, praia e celebração. Finalmente, o primeiro single é uma forma de dizer adeus e apresenta uma narrativa sobre desejar que a outra pessoa esteja bem 'Sem Mim'", confessa o artista.
“Espero Que Estejas Bem” marca o arranque oficial da nova etapa artística de Manel Soares. Já disponível em todas as plataformas digitais, o EP apresenta-o como um artista que transforma vulnerabilidade em poderosos refrões Pop Rock e se afirma como um dos novos nomes da música portuguesa a acompanhar de perto. O EP conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.
Nascido em Lisboa, Manel Soares começou a estudar guitarra na adolescência. Ao descobrir o trabalho de artistas portugueses como Diogo Piçarra e Agir - especificamente os álbuns "Leva-me a Sério" e "Espelho" - rendeu-se em definitivo à ideia de aprimorar as suas aptidões musicais e começou a imaginar-se a fazer música e a dar concertos.
Já na faculdade, enquanto estudava Design, arriscou escrever as primeiras canções, inspirado pelo final de uma relação. As suas experiências pessoais são, assim, a maior fonte de inspiração para as letras que escreve. Musicalmente é influenciado por artistas como 5 Seconds Of Summer, Harry Styles, One Direction, The 1975 e Jonas Brothers. Com uma sonoridade Pop Rock distintiva no panorama musical nacional, Manel Soares tem como objetivo maior que as pessoas oiçam as suas músicas e se divirtam, que se identifiquem e as tornem a sua própria banda sonora.
O single de estreia do cantor e compositor lisboeta, '10 Minutos', foi lançado em 2023. O tema escrito com Gonçalo Malafaya (Marisa Liz, Aurora Pinto) e produzido por Hits Mike (Bárbara Tinoco, Anselmo Ralph) e Diogo Costa (SYRO, André Seravat) integrou a banda sonora da novela da TVI "Queridos Papás". Com a mesma equipa escreveu a nostálgica 'Triângulo Invertido' e 'Vai e Vem', editadas no mesmo ano. Em 2024, trabalhou com N. Drew (Aurea, LEFT., Elisa) nas canções 'Aqui' e 'És Tu'.
Após uma pausa, Manel Soares regressa em 2026 com os singles 'Sem Mim', e 'Olha As Coisas Que Faço', em antecipação ao EP de estreia "Espero Que Estejas Bem". Produzido por Filipe Survival - reconhecido pelas colaborações com Fernando Daniel, Mimicat ou INÊS APENAS -, o curta duração está já disponível em todas as plataformas digitais.
CARLOS FÉLIX ESTÁ DE VOLTA COM NOVO SINGLE 'FICA'
Fotografia: Joanna Correia
'Fica' é o novo single de Carlos Félix. Já disponível em todas as plataformas digitais, a canção pop com uma estética eletrónica foi escrita pelo artista em colaboração com Rita Onofre e apresenta uma reflexão sobre relações intensas e ambíguas.
Nas palavras de Carlos Félix, 'Fica' "vive na tensão entre risco e atração. Aquele segundo em que decides não pensar, só agir. É sobre desejo e ego mas também sobre vulnerabilidade, quase como um jogo silencioso entre duas pessoas que sabem exatamente o que estão a fazer, mas fingem que não. Há aquela sensação de ‘isto pode correr muito bem ou muito mal’ e é precisamente isso que o torna viciante. Mas mais do que uma história linear, este tema é um retrato emocional de uma geração que vive intensamente, mas que quer sempre proteger um pouco de si".
Com este novo single, o cantor e compositor não pretende contar uma história no sentido tradicional da palavra, mas antes traduzir um estado. 'Fica', acrescenta Carlos Félix, reflete "aquela energia de quando tudo está a acontecer depressa demais e, mesmo que não distingas o que é certo ou não, o que tu decides é ir atrás na mesma, seguindo o teu instinto. A letra reflete isso: frases diretas, imagens rápidas, quase como flashes de memórias de uma noite ou várias. E este tema foi sendo construído à volta desse conceito, quase como um mantra levado ao limite - que depois até aparece literalmente na repetição do verso ‘sigo a tua dança’".
A produção de NED FLANGER - que já trabalhou com artistas como JÜRA e INÊS APENAS - constrói uma base rítmica pulsante, na qual baixo e percussão conduzem a música com a intensidade e urgência que a letra carrega. O resultado é uma canção que transmite uma energia crua, imediata, trabalhada de forma intuitiva e sem excesso de racionalização. o vídeo de 'Fica' prolonga a tensão emocional para o plano visual, através da realização a cargo da dupla MANA A MANA - composta por Ana Ladislau e Joanna Correia, reconhecida sobretudo pelas colaborações com a cantora JÜRA.
"O videoclipe constrói uma atmosfera através de uma estética cuidada, meio surrealista, que cruza cenários estranhos mas ao mesmo tempo muito familiares, com um cenário íntimo e próximo de casa, criando um jogo de controlo e descontrolo da nossa emoção. Esta linha de ritmo e repetição criada também pela Joanna Correia e pela equipa MANA A MANA, acaba por resultar numa identidade que se traduz no polido e no imperfeito a coexistirem. E essa é uma imagem que eu estou a gostar muito de explorar", conta Carlos Félix.
Editado após 'Um Amor Assim' e 'Quero Ir', o novo single surge numa fase de afirmação para o cantor e compositor, marcada por uma maior consistência e clareza artísticas. Já disponível nas plataformas digitais, 'Fica' vem confirmar Carlos Félix como uma das vozes em ascensão da nova pop nacional.
Cantor, compositor e ator, Carlos Félix teve o primeiro contacto com a música no seio familiar, por influencia da avó materna, que canta frequentemente nos serões em família e é a sua inspiração maior no modo como vê, ouve e cria música. Foi também a avó que despertou nele a vontade de estudar e desenvolver as suas capacidades enquanto cantor e músico. Ingressou, assim, no Conservatório de Música de Coimbra em 2007, onde se formou em Canto e Guitarra Clássica. Em 2009 chegou à semifinal do programa de talentos "Uma Canção para Ti". Cantou depois em bandas de covers e atuou diversas vezes ao vivo em Coimbra, a sua cidade Natal, e por toda a zona centro.
Radicado em Lisboa, Carlos Félix tem vindo a investir também na formação como ator, junto de renomeados atores e encenadores nacionais e internacionais como Ricardo Neves-Neves, São José Correia, Marco Medeiros, Ricardo Conti ou Lorena de Las Bayonas. Estreou-se na companhia de teatro conimbricense “Teatrão”, participou em várias novelas entre 2019 e 2022 e em 2023/2024 protagonizou o musical “Quando for Grande Quero Ser”, encenado por Ricardo Conti. A estreia como protagonista num projeto de ficção aconteceu no ano de 2024 em "Tony”, uma série biográfica sobre Tony Carreira coproduzida pela Amazon Prime e TVI. Atualmente integra o elenco da novela "Amor à Prova".
Na música, é influenciado por cantores e compositores icónicos como Johnny Cash, Frank Sinatra e Elvis Presley mas, também, pelos contemporâneos John Legend, Josef Salvat e Stephen Sanchez e os portugueses Rui Veloso e Pedro Abrunhosa. Carlos Félix tem como objetivo conectar diferentes gerações, desde as mais jovens, que se deixam conquistar por uma sonoridade épica e diferente, como as mais velhas, que vão certamente sentir-se nostálgicas ao ouvir as suas composições. Veio sobretudo para cantar o amor nos seus mais diversos estados - seja amor próprio, amor nas relações ou amor pela família -, um amor escrito de forma a que qualquer pessoa se identifique.
É no início de 2025 que Carlos Félix dá início ao seu percurso discográfico, com o lançamento do primeiro single 'Um Amor Assim', com uma sonoridade pop e uma estética retro, inspirada pelos clássicos dos anos 60 e 70, coescrito com Rita Onofre e produzido por Ricardo Ferreira, que colaborou com Aurea no inicio da carreira da artista. Seguiu-se 'Quero Ir', que combina pop e eletrónica com a energia orgânica do piano e do violino, cuja produção ficou a cargo de NED FLANGER (IOLANDA, JÜRA, INÊS APENAS, João Maia Ferreira). Já em 2026, o cantor e compositor lança 'Fica', tema com o qual reafirma a sua estética e identidade Pop.
TAYOB J EDITA "A BELEZA DO ERRO"
Tayob J. apresenta “A Beleza do Erro”, o seu primeiro disco em nome próprio, já disponível em todas as plataformas digitais. Um álbum sobre identidade, colaboração e a possibilidade de transformar desvios em matéria criativa.
Depois de anos a construir pontes invisíveis dentro da música portuguesa — entre artistas, géneros, gerações e geografias — Tayob J. dá a conhecer “A Beleza do Erro”, o seu aguardado disco de estreia em nome próprio. Mais do que um álbum de produtor, este é um espaço de encontro: uma obra pensada como território comum entre diferentes vozes, sensibilidades e origens, onde o Rap, a Soul e o Jazz coexistem sem fronteiras rígidas.
Ao longo dos últimos anos, Tayob J. afirmou-se como uma das figuras mais discretamente influentes da nova música urbana feita em Portugal. À frente do Noiz Estúdio, trabalhou com artistas tão distintos como Wet Bed Gang, Soraia Tavares, X-Tense, Virgul ou NBC, consolidando uma linguagem própria assente na escuta, na direção artística e na capacidade rara de criar conexão entre universos aparentemente distantes. Mais do que um produtor no sentido tradicional, Tayob J. tem vindo a afirmar-se como alguém que constrói ecossistemas — quase como um realizador de cinema musical — onde cada colaboração, arranjo ou escolha estética serve uma narrativa maior.
É precisamente dessa visão que nasce “A Beleza do Erro”. Um disco que assume a colaboração não como detalhe, mas como centro criativo. Um lugar onde diferentes artistas como Rashid, Dino d’Santiago, Xullaji, Criolo, Iolanda, Murta, Djodje, Vitão, Projota, Selma Uamusse, Bateu Matou, entre tantos outros, são convidados não apenas a interpretar músicas, mas a partilhar ideias, conceitos e perspetivas, dentro de um objeto artístico pensado como contributo cultural e não apenas como coleção de faixas.
Há uma linhagem clara que inspira esta abordagem: produtores que transformaram os seus discos em plataformas de diálogo artístico, como Mark Ronson ou Robert Glasper. Com Tayob J., essa visão ganha uma identidade profundamente própria, marcada também pelas múltiplas origens que atravessam o seu percurso — Portugal, Brasil, Moçambique e Índia — e que se refletem subtilmente na forma como pensa ritmo, melodia, palavra e comunidade.
O próprio título do disco funciona como declaração estética e quase biográfica. “A Beleza do Erro” nasce da insistência numa visão musical fora do convencional, construída contra a lógica imediata e rápida do consumo contemporâneo. Um caminho mais longo, menos óbvio, onde aquilo que inicialmente poderia parecer um desvio ou um erro, se transforma, com o tempo, em linguagem, identidade e beleza. Uma honestidade artística que atravessa todo o disco. Uma nova página na música de produtor em Portugal: uma onde produzir é também criar contexto e uma curadoria de encontros.
SOBRE TAYOB J.
Tayob Mahomed Hussein Juskow II, ou somente Tayob J. é um dos produtores e multi-instrumentalistas mais versáteis da nova escola. Começando por se interessar pelo universo do Dj e beatmaking em meados de 2008, é em 2013 que começam a surgir produções assinadas pelo mesmo no panorama do Rap Português. Filho de mãe brasileira de ascendência polaca e pai moçambicano de origem indiana, é na linha da Azambuja em Lisboa que Tayob J. descobre o Rap e visualiza um caminho onde toda essa história de travessias e trajetórias se unem para formar um som, uma identidade. Desde cedo que a música como forma de protesto, foi um dos pilares de propósito para Tayob J., isso levou-o a estar ao lado de artistas como Chullage (com quem assinou produções e acompanha na estrada desde 2017), Rashid, Criolo, ou Dino d’Santiago com quem fez parte da música para a Ópera “Adilson” sobre imigração e que esgotou inúmeras salas por todo o país. Pisou alguns dos maiores palcos nacionais como o Festival Iminente, Meo Sudoeste, Gulbenkian ou o Outjazz e teve passagem por alguns palcos internacionais em Inglaterra e Espanha. Fundou em 2017 o Estúdio Noiz, agora localizado no centro de Lisboa com o nome de Noiz HUB e que funciona como uma casa multidisciplinar onde se proporcionam encontros e novas formas de expressão artística. No seu estúdio assinou produções para artistas como Vitão, X-Tense, iolanda, HMB, entre outros. Prepara para 2026 o seu álbum de estreia intitulado ‘’A Beleza do Erro’’, com um elenco de convidados invejável e onde a identidade musical de Tayob J. que une a sua multiculturalidade ao Rap, ao Soul e ao Jazz se consagra.
MAFALDA APRESENTA MAIS UM CAPÍTULO DA SUA NOVA IDENTIDADE ARTÍSTICA COM O NOVO SINGLE 'PARA TI'
MAFALDA lança hoje ‘Para Ti’, o novo single que dá continuidade à narrativa iniciada com ‘Não Há Nada’, canção editada em março. Ambos os temas integram o primeiro capítulo desta nova era artística e são um mergulho profundo no passado da personagem que a artista interpreta e constrói através da música.
‘Para Ti’ surge como uma reflexão mascarada de diálogo, um confronto entre palavras ditas, não ditas e desditas, suspensas no vazio entre nós e aqueles que amamos. Marcada por um sentimento de clausura emocional, a canção anuncia uma transformação. Depois da dor e da confissão, MAFALDA começa finalmente a mover-se.
Produzido por André Júlio Turquesa, o tema conta ainda com a colaboração de Iúri Oliveira nas percussões e é acompanhado por um videoclipe realizado por Leonardo Sol.
Com uma escrita intensa e visceral, ‘Para Ti’ reflete a dimensão mais vulnerável desta nova identidade artística de MAFALDA.
Mafalda Costa sempre precisou de escrever para ser, e foi aos 17 anos, através do alter ego Mathilda, que se estreou na música.
Lançou em 2019 o álbum ‘Changing Colours', distinguido pela revista BLITZ como um dos melhores álbuns portugueses do ano, seguindo-se um período marcado por uma intensa actividade ao vivo, com dezenas de concertos em salas e festivais de referência, em Portugal e no estrangeiro. Mais tarde colaborou ainda com St. James Park, expandindo o seu universo musical e explorando novas sonoridades.
Em 2026 surge oficialmente como MAFALDA, abraçando o seu nome de nascimento como identidade artística e inaugurando uma nova fase em português com os singles 'Não Há Nada' e 'Para Ti'.
















