quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

JUNKBREED COM NOVO SINGLE













“Misantrophe” é um retrato cru da alienação humana e da autodestruição mascarada de ambição. A música fala sobre alguém cego pela própria importância, preso a ilusões, enquanto caminha rumo ao vazio. É uma crítica à hipocrisia, ao poder corrosivo do ego e à facilidade com que se aceita a mentira como verdade.

O vídeo traduz visualmente o sentimento de desorientação e vazio que atravessa a música, mas com um tom assumidamente menos sério. Há já algum tempo que a banda queria explorar um registo mais leve e irônico, e este vídeo nasceu dessa vontade. Os cinco elementos surgem como personagens principais numa busca aparentemente épica, iniciada pela descoberta de um mapa de tesouro. Ninguém sabe exatamente o que procura, nem para onde se dirige. A procura transforma-se assim numa viagem absurda e sem propósito, espelhando a crítica central da música, a obsessão por objetivos ilusórios e a facilidade com que se segue um caminho sem o questionar.

Na era em que nos encontramos, onde tudo é mera produção e consumo, seja o que for. Onde qualquer coisa vale mais que a empatia e, até, a vida humana, paramos muitas vezes para pensar como é que chegámos aqui. Onde e quando é que o ser humano deixou a humanidade para passar a ser máquina? Onde é que os princípios se perderam e deram lugar ao egoísmo, ao ódio e à violência?
E a arte? onde fica a arte? aquela que se alimenta do sentir?

O segundo disco de JUNKBREED é um murro na mesa! Na mesa e no estômago. É um grito de revolta nesta era da desumanização na tentativa de poder acordar quem adormeceu no caminho. 

Sick Of The Scene apresenta uma evolução natural mas corajosa do som da banda, misturando rock, punk e post-hardcore com a sua energia crua e a atitude provocadora que está no ADN da banda. Apresenta um som mais directo e imediato, sem perder o caos criativo que os caracteriza. A ideia era manter a intensidade, experimentando estruturas mais tradicionais, acabando por ser o álbum mais pesado que fizeram até à data.

Há uma certa maturidade, onde se percebe que a banda continua a explorar novos territórios com ousadia e sem filtros. 

Desafiam o ouvinte a escutar o disco com atenção, revelando que há detalhes subtis que mostram o quão se desafiaram na criação do álbum.

Este disco mergulha num conceito provocador e atual, fazendo uma crítica metafórica ao impacto da inteligência artificial na arte.

Apesar de fascinante, a tecnologia está a desumanizar a criação artística. A capa do disco, a cargo de Miranda, foi feita de forma satírica com recurso a IA, entrando em perfeito contraste com o título. 

Sick Of The Scene tem nove faixas e não é apenas um grito contra o conformismo! É um verdadeiro assalto sonoro que prova que a criatividade e a identidade podem (e devem) andar de mãos dadas.

O disco foi gravado nos estúdios SinWav, teve mistura e masterização por parte de Mau e saiu no dia 10 de Outubro de 2025 com o selo da Raging Planet. 

CAROLINA DE DEUS CRIA CANAL EXCLUSIVO NO WHATSAPP PARA PARTILHAR NOVIDADES DO NOVO ÁLBUM





















Carolina de Deus lança hoje um canal exclusivo no WhatsApp, pensado como o primeiro espaço onde começa a revelar o universo do seu próximo álbum de originais. O acesso é gratuito e o canal já se encontra disponível para todos os fãs.

Ao longo das próximas semanas, este será o lugar onde a artista irá partilhar músicas, excertos de canções ainda inéditas e histórias sobre o processo criativo do disco, bem como vídeos, fotografias e áudios que ajudam a contextualizar este novo capítulo. Este espaço nasce como uma extensão natural da relação que Carolina mantém com o seu público: direta, próxima e sem filtros.

O canal serve como uma primeira janela para Feliz(mente) Triste, o segundo álbum de originais da artista, que será editado no dia 29 de janeiro. O disco retrata uma fase em que lucidez e caos emocional coexistem, transformando ansiedade, amor, expectativas e reencontros consigo própria em canções que combinam sensibilidade, autenticidade e força. Alguns temas já conhecidos como, “Modo Auto-Piloto”, “Três e Meia” com Ricardo Liz Almeida, “Depois do Pecado”, “Amor Borderline” e o mais recente “Domingo à Noite”, com Jimmy P, antecipam diferentes camadas deste universo musical.

A digressão de apresentação do álbum passará por Lisboa, Porto, Coimbra, Tábua, Braga, Leiria e Portalegre. Em palco, cada canção ganha espaço para ser sentida de perto, oferecendo momentos de proximidade e intensidade que refletem o espírito do disco.

Com uma escrita honesta e uma identidade artística cada vez mais afirmada, Carolina de Deus tem vindo a construir um percurso marcado pela ligação próxima com quem a escuta. Este canal no WhatsApp reforça essa relação, oferecendo acesso antecipado e contínuo ao novo álbum e a tudo o que o rodeia.

UHF NO UNDERGROUND





















E o que significa isto? Um desafio que está a empolgar a banda, um acto único que fique registado para memória futura.

Em 1979, na sequência da edição do EP "Jorge Morreu", António Sérgio, o radialista guru que todos esperávamos por ouvir quando a noite já era um manto, introdutor das novidades do eixo Manchester/Londres e de uma boa parte do besouro sedeado na Greenwich Village, qualificava o primeiro 3 canções dos UHF de underground português, sem aspas. Descobriu o António ali uma nova linguagem literária e musical, saída da periferia da margem esquerda do Tejo. Dura de realidade e crua de meios.

Passa um pouco mais dos 47 anos sobre esse mês de Novembro de 1978, o Ano Um dos UHF. Centenas de quilómetros de cordas de guitarras volvidos, por aqui e por todo o ali, a ‘locomotiva de Almada’, como alguns lhe chamaram no início, vai realizar um concerto único, que é um desafio (outro, que a rotina incomoda), e chamaram-lhe UNDERGROUND-UHF. Mas o que é esta coisa musical?
Um repertório virgem, que a banda anda vigorosamente a discutir, e que somará 22 canções nunca antes tocadas ao vivo, ou que, por engano, um dia uma ou outra se ouviu. Aceitando levantar a cortina, ouvimos a Caçada (1979), Concerto (1982), Lisboa Hotel (1993), ou Quero Sair Vivo (deste mundo menor) (2023). Mas será assim? 

Não se aceitam pedidos. Este é um concerto de UMA SÓ NOITE.

Os bilhetes para o espetáculo custam 25 euros, à venda a partir da próxima sexta- feira, 23 de Janeiro, pelas 09:00, em https://uhf.pt/ e nos locais habituais.

Horários:
Abertura Portas: 20h30
Inicio do espetáculo: 21h30

MONDAY ANTECIPA DIA DOS NAMORADOS COM CONCERTO NO BOTA ANJOS EM LISBOA

 



















A 7 de fevereiro, Monday desafia à celebração antecipada do Dia de São Valentim, com um concerto muito especial na BOTA Anjos, em Lisboa. No espetáculo exclusivo “Love Underwater (voz e piano)”, Catarina Falcão apresenta um percurso sonoro dedicado ao universo romântico do Dia de São Valentim, revisitando alguns dos mais emblemáticos standards de jazz.

Acompanhada ao piano por João Abelaira, a cantora empresta a sua interpretação íntima e envolvente a canções em torno do romance que atravessam várias épocas e múltiplas emoções.

Entre melodias intemporais e novas leituras carregadas de afeto, o público é convidado a mergulhar numa celebração da música, do amor e da partilha, num concerto pensado para encantar corações e despertar memórias.

Na sua conta de Instagram, Monday convida os apaixonados a sugerirem canções que poderão integrar o alinhamento do espetáculo que marca a sua despedida dos palcos antes da estreia na maternidade.


Reconhecida pela voz emotiva e envolvente, estética sonhadora e influências folk com uma sensibilidade pop, Cat Falcão tem vindo, desde 2014, a afirmar-se como uma figura de referência na cena musical alternativa em Portugal, primeiro no duo Golden Slumbers e, desde 2018, a solo sob o nome artístico Monday.

Após a estreia em "One", em 2020 foi tempo do EP "Room for All", editado também no Japão e presente nas listas dos melhores discos do ano da crítica especializada. Em 2024, revelou "Underwater, feels like eternity", um álbum onírico de arranjos delicados, produzido pela própria artista e que explora a nostalgia associada ao fim da juventude e de relações passadas. Minimalista na produção, mas denso no sentimento, o disco é uma afirmação de sensibilidade, de identidade e de uma voz a ter em conta na música portuguesa contemporânea.

Já em 2025, a artista mergulhou no projeto “Live Underwater“, em que apresenta versões ao vivo e intimistas das faixas “Wasteland“, “When I Loved Another Man”, “One Foot in Line" e “On and On". 

RESERVAR BILHETES

PROGRAMA DE 21/01/26

1 - A Garota Não - No train a curtir Coltrane
2 - Esteves Sem Metafísica - Sóbria
3 - Três Tristes Tigres - Água
4 - Redoma - Lugar
5 - Vitória Vermelho - Não me o dês
6 - Márcia - Manhã bela
7 - Calcutá - Run come rally
8 - emmy Curl - Passos Manuel

9 - Rafael Toral - My funny valentine
10- Peachfuzz - A peach o comboio

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

JOANA ALEGRE COM SINGLE "NO BOLSO"





















O projecto POLYGLOT, a Incubadora Europeia de Intercâmbio de Canções cofinanciada pela União Europeia, estabelece um novo modelo de distribuição de música que visa criar e impulsionar êxitos na sua língua original e promover a diversidade europeia. Lançado em 2024, o modelo europeu de intercâmbio de canções conta com parceiros de 7 países e visa contrariar a hegemonia do inglês. Trata-se de um projeto apoiado pelo programa Europa Criativa e DGartes, que convida autores/compositores a testar o potencial das suas obras e, possivelmente, a levá-las a novos públicos noutros países. O projeto acompanha a tendência dos artistas locais que cantam nas suas línguas originais e visa interligar os mercados mais pequenos da Europa com o objetivo de, juntos, alcançarem uma maior resiliência. Coordenado pela Music Hungary, da Hangveto Lda., reúne parceiros de Portugal, Espanha, Itália, Polónia, Letónia, Ucrânia e Hungria.

Dentro das canções Portuguesas a serem traduzidas e lançadas lá fora encontram-se músicas de Joana Alegre, Samuel Úria, Retimbrar, A Garota Não & Luca Argel, Nástio Mosquito, Mariana Reis e Duarte, entre outros autores e compositores. No sentido inverso, a primeira canção a ser traduzida para Português é oriunda da Hungria. 

O tema “No Bolso”, interpretado por Joana Alegre é a tradução não literal do título húngaro “Szívverés” — batimento cardíaco — uma canção de sonoridade folk envolvente que nos transporta para um ambiente doméstico, quente e acolhedor. O tempo abranda em ternura, proteção e desejo lento: um peito que protege, um bolso onde se cabe, dois corpos que se abraçam. A voz respira nesse conforto macio, embalada.

“No Bolso” é uma reinterpretação em português de “Szívverés”, tema original da artista húngara Noemo. Com tradução, adaptação fonética e voz de Joana Alegre, com André Santos nas guitarras e braguinha, a canção assume um novo arranjo e uma identidade própria. Aos poucos, porém, o transe desfaz-se. Abre-se uma fenda onde o abrigo começa a sufocar, numa tensão que revela a fragilidade do romance. A ternura vira clausura e culmina no desejo de fuga que atravessa a voz — primeiro em Noemo, e agora em Joana Alegre — nesta versão de pulso mais rock, marcada pela urgência da liberdade.

Gravado e produzido no Estúdios Canoa, com mistura e masterização de Nelson Canoa, o tema " No Bolso" estará disponível a partir de 29 de janeiro nas plataformas de streaming.

TREVO DE CORDAS AO VIVO EM BARCELOS















foto de Anita Pimenta

O quarteto Trevo de Cordas vai atuar, na noite de quinta-feira, na Igreja do Terço, em Barcelos. O concerto está inserido no ciclo de concertos triciclo, tem início às 21:30 e a entrada é livre.

Os músicos de Barcelos juntaram-se para formar uma banda com inspiração folk. Vão apresentar o álbum de estreia, composto por instrumentais épicos com cordas, percussão variada, flauta e voz.

Beatriz, Gabriela, Sara e Tiago são os responsáveis por este quarteto animado por lendas tradicionais, contos e histórias “do arco da velha”

Em fevereiro, o ciclo de concertos triciclo recebe o saxofonista matthieu ehrlacher (dia 06) e a dupla de rock francesa Moundrag (dia 20).

A programação completa está disponível em www.triciclobcl.pt

RECANTE AO VIVO NA CASA DO ALENTEJO





















Os Recante estreiam-se no dia 28 de fevereiro na Casa do Alentejo, em Lisboa, num concerto que se assume como um momento especial no percurso do projeto e que contará com a participação de uma panóplia de ilustres convidados, a anunciar em breve. A apresentação marca o arranque oficial da temporada de 2026 e afirma-se como um ponto estratégico na consolidação dos Recante enquanto proposta musical de referência no panorama nacional.

Encabeçado pela voz e interpretação de Maria João Jones, o grupo tem vindo a dar a conhecer o cancioneiro tradicional e as modas seculares alentejanas de uma forma singular, aliando a paixão pelo património imaterial do Alentejo a ambientes criados por sintetizadores e batidas energéticas. Partindo da música tradicional alentejana - dos seus modos, cadências e poéticas -, os Recante reinventam-na através de uma linguagem contemporânea, onde a eletrónica e a experimentação sonora surgem como ferramentas de expansão, nunca como substituição da identidade de raiz. A paisagem sonora criada pelo projeto dialoga com universos eletrónicos e experimentais das décadas de 1960 e 1970, assim como com abordagens mais recentes que cruzam tradição, espiritualidade e música do mundo.

“Desde o início, questionamos o que significa reinventar sem descaracterizar, criar sem romper com a raiz. Existe desde o primeiro dia, a vontade de experimentar mas também o respeito profundo pelo cancioneiro alentejano e a permanente ideia de que a tradição é um organismo vivo”. - explica Maria João Jones, voz inconfundível que lidera o projeto.

Desde a sua estreia em 2023, no Cineteatro Louletano, integrada no evento RHI-Think do Arte Institute, os Recante têm construído um percurso consistente e progressivo. Em novembro de 2023 editaram o seu primeiro EP, “As Horas que São”, e em 2024 a tour homónima percorreu várias localidades do país, dando origem a um documentário orgânico apresentado em cine-concerto nos Cinemas NOS do Fórum Algarve, numa sessão esgotada. Nesse mesmo ano, o ciclo “Em Volta Redonda” passou por palcos como o Cineteatro de Almodôvar, o Teatro Municipal de Portimão e a Fortaleza de Sagres.

Já em 2025, com a digressão “Põe-se o Sol vem a Geada”, o projeto afirmou-se em festivais e salas de referência como o Festival F, o Festival Periférico, o Teatro das Figuras e o Auditório da Música Nova, em Loulé. O ano ficou ainda marcado pela primeira atuação internacional do grupo, no Festival de Literatura de São Tomé e Príncipe, e pelo encontro em palco com o Grupo Coral Raízes do Cante, no Centro Cultural de Cuba.

É precisamente esse diálogo entre tradição e contemporaneidade que volta a acontecer na Casa do Alentejo, com a participação especial do Grupo Coral Raízes do Cante de Cuba, num momento de cruzamento entre a vertente mais tradicional do cante e a abordagem arrojada e contemporânea dos Recante. Trata-se de um encontro simbólico entre memória, território e presente, num espaço profundamente ligado à cultura alentejana.

Para a temporada de 2026, os Recante apresentam-se com uma formação que integra, para além de Maria João Jones e do multi-instrumentista, produtor e diretor musical Luís Caracinha (Alfaro), o pianista Miguel Guerreiro, que se juntou ao projeto em 2025, e o baterista Ivo Martins, cuja abordagem híbrida incorpora texturas da percussão tradicional portuguesa.

Mais do que um concerto, a apresentação de 28 de fevereiro na Casa do Alentejo assume-se como um gesto de afirmação cultural. A música que nasce do Alentejo regressa simbolicamente à sua casa, agora em contexto urbano e nacional, reforçando a dimensão identitária, patrimonial e contemporânea do projeto. O espetáculo propõe um encontro entre território, memória e contemporaneidade, num momento de escuta, proximidade e celebração da música enquanto herança viva.

Os bilhetes já se encontram à venda, com o valor de 15 euros até 31 de janeiro ou para os primeiros 50 bilhetes, passando a 18 euros em bilhete normal.

OS AZEITONAS DE REGRESSO A LISBOA

 



















Os Azeitonas regressam a Lisboa 9 anos depois da sua última apresentação para um concerto no Teatro Tivoli BBVA no dia 12 de Março, com convidados e surpresas. Os bilhetes encontram-se à venda.

Compostos por Marlon, Nena e Salsa, Os Azeitonas regressam a Lisboa passados 9 anos. A celebração acontece já em Março, num concerto especial que visitará os maiores êxitos da banda, além de várias novidades e surpresas para o público presente.

Os Azeitonas conquistaram um lugar único na cena musical portuguesa, combinando um estilo pop original, com um repertório composto temas marcantes e incontornáveis no cancioneiro nacional, como “Quem és Tu Miúda”, “Tonto de ti”, “Ray Dee Oh”, “Guitarrista do Liceu” e “Anda Comigo ver os Aviões”, que marcam gerações.

Depois de um Coliseu do Porto esgotado, é agora a vez de Lisboa. Os bilhetes para o concerto no Teatro Tivoli BBVA no dia 12 de Março têm o valor de 20€ a 50€ e estão disponíveis na Ticketline e nos locais habituais.

LISBOA
12 de Março - Teatro Tivoli BBVA
20h (portas) e espetáculo às 21h - 20€

INÊS MARQUES LUCAS NA CASA CAPITÃO















Arranca esta semana a tour de Inês Marques Lucas. Com o seu mais recente EP, intitulado “trinta”, a artista sobe ao palco da Casa Capitão esta sexta-feira (23 janeiro), seguindo-se a estreia no Teatro Municipal Matosinhos Constantino Nery (28 fevereiro), Teatro Municipal de Ourém (7 março) e festival Primavera Sound (11 junho).

Músicas mais recentes como “Não Posso Afinal”, “Saltamos Daqui” e “Elefante na Sala” juntam-se às já clássicas do repertório de Inês Marques Lucas como são o caso de “Sofá”, “Curto-Circuito” e a seminal “Do Avesso”.

Inês Marques Lucas destaque-se pela composição das suas canções, com narrativas pessoais que visam o cotidiano de aprendizagens da artista. Com uma forte presença nas redes sociais, Inês Marques Lucas, navega no indie-pop. Neste novo trabalho “trinta”, explora a ligação entre a pop e eletrónica, produzidas com verdade e essência de quem vive as histórias que conta. Designer de formação, é compositora e instrumentista, sendo responsável criativa de todo o seu projeto. Acompanhada por banda, já passou por palcos como o Coreto NOS Alive, Ageas Cooljazz ou Novas Quintas Teatro Aveirense.

Esta sexta-feira, Inês Marques Lucas sobe ao palco da Casa Capitão, com um concerto novo, onde apresenta os novos temas do EP “trinta” e revisita o seu primeiro disco.

INÊS MARQUES LUCAS AO VIVO | BILHETES

LUCAS ORTET EDITA PRIMEIRO ÁLBUM "ME & MY GUITAR"






















Fotografia: Anabela de Sousaa

Lucas Ortet acaba de editar o aguardado álbum de estreia “Me & My Guitar”, já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade centrada na voz e guitarra, o lançamento reúne as canções que o tornaram um verdadeiro fenómeno no TikTok, rede social na qual alcançaram mais de 18 milhões de visualizações. Lucas Ortet escreve, essencialmente, sobre o seu quotidiano, as suas experiências pessoais e aquilo que o rodeia.

"As minhas letras falam de amor e sobre um romance, com os seus altos e baixos. Refletem, de certa forma, como vejo as relações amorosas. Apenas uma das músicas se desvia desse tema, a última faixa do álbum, que é sobre a minha avó Aldina, daí o titulo 'Nha Aldina', que significa 'minha Aldina' em Criolo", revela Lucas Ortet. "A 'Nosso Love' é a minha perspetiva sobre a história de dois jovens apaixonados e 'Mantém Distância' é sobre um coração partido devido a uma traição e a revolta com a minha geração quando se fala em relacionamentos, por não serem levados muito a sério", conta ainda.

Com produção de Sebastian Crayn - colaborador habitual de artistas como Bárbara Bandeira, Ivandro, Maninho ou HMB -, as faixas escritas e compostas por Lucas Ortet ganham uma abordagem mais madura e polida, inspirada na música urbana brasileira, entre o R&B e a Pop, com algumas texturas de Hip-Hop.

Este era um momento há muito aguardado pelos seguidores do cantor, compositor e guitarrista, que podem agora ouvir numa versão final as músicas que conheceram através das redes sociais, entre as quais os singles 'Mantém Distância' e o mais recente 'Nosso Love'.

"Sinto-me profundamente entusiasmado com esta nova fase e por poder passar os meus originais das redes para o streaming. Estou, também, bastante aliviado por poder finalmente entregar ao meu público o que me pedem há tanto tempo e por poder aproximar-me mais ainda das pessoas que gostaram das músicas antes mesmo de as ter lançado", afirma Lucas Ortet. "Sinto um grande apoio por parte de quem acredita nas minhas músicas e na minha carreira. Quem me segue nas redes sociais pede sempre uma e outra e outra vez para que lance as canções que já apresentei online. No entanto, nem todas as músicas que estão nas minhas redes integram o álbum, mas posso prometer que serão editadas em breve", acrescenta o artista.

Acompanhado por uma experiência visual composta por vídeos que têm vindo a ser disponibilizados no YouTube do artista, "Me & My Guitar" marca o início oficial da carreira discográfica de Lucas Ortet. O álbum afirma o cantor, compositor e guitarrista português de 19 anos com ascendência angolana e cabo-verdiana, nascido e criado na Linha de Sintra como uma das vozes mais promissoras da pop portuguesa, com uma identidade autoral e uma estética orgânica.

Cantor, compositor e guitarrista, Lucas Ortet é natural de Lisboa, cresceu no Cacém, em plena Linha de Sintra, e tem ascendência angolana e cabo-verdiana. Tem na música a sua verdadeira paixão, embora estude Engenharia Mecânica no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.

Foi na infância que desenvolveu o gosto musical, inicialmente pela guitarra e, mais tarde, pelo piano. Ainda muito pequeno, pegava em todas as guitarras que encontrasse e fingia que tocava. Aos 8 anos ingressou no Conservatório de Música de Sintra, onde cultivou a sua noção musical e alcançou o 5º grau de formação. Inspirado e incentivado pelo pai, Lucas Ortet começou a escrever as suas próprias músicas com apenas 9 anos de idade. Aos 14 já publicava alguns vídeos nas redes sociais e aos 16 partilhou a primeira música original. Influenciado pela estética urbana brasileira, entre o R&B e a música Pop, Lucas Ortet escreve letras inspiradas pelo próprio quotidiano.

O ano de 2025 marca a sua estreia discográfica pela Universal Music Portugal, com o single 'Mantém Distância', bem como o agenciamento na Sons Em Trânsito. Em janeiro de 2026 é editado o álbum "Me & My Guitar". Com uma estética baseada em voz e guitarra, o longa-duração reune as músicas que se tornaram virais nas redes sociais, sobretudo no TikTok, rede social onde acumula um total de 18 milhões visualizações. "Me & My Guitar" foi produzido por Sebastian Crayn, colaborador habitual de artistas como Bárbara Bandeira, Ivandro, Maninho ou HMB. O disco marca o início do seu percurso nas plataformas de streaming e afirma Lucas Ortet como uma voz promissora da pop nacional.



PROGRAMA DE 20/01/26

1 - Desert Smoke - Fuzzy txitxu
2 - kakerlakk - Every time I die
3 - Dark Miles - Nothing left to feel
4 - Dapunksportif - Everything changes
5 - Spiralist - Underbelly
6 - Junkbreed - Misanthrope
7 - emmy Curl - Good dancers
8 - Calcutá - Run come rally

9 - Estrela Alexandre Orchestra - Dedicatória
10 - Marta Pereira da Costa - Viagem
11 - Bruno de Almeida - Mr. Lucky
12 - Moura - Casa de cartão
13 - Estaca Zero - Movimento perpétuo
14 - Miraramar - Fado marafado

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

DRKNSS COMN NOVIDADES

 



















DRKNSS regressa ao panorama musical com uma formação renovada e uma visão artística que reafirma o seu papel no rock gótico português. A banda apresenta-se com uma estrutura que combina continuidade e reinvenção: BarrosOnyx (voz) Xola (baixo) e Lobo, três pilares da formação original, mantêm viva a identidade que moldou o som da banda desde os seus primeiros passos. No entanto por questões de saúde o nosso Lobo teve-se que ausentar. A este núcleo juntam-se novas forças criativas que expandem o alcance estético do projeto. Jorge Oliveira (WAV) assume teclados e programações, trazendo uma abordagem contemporânea marcada por atmosferas densas e texturas eletrónicas. Na guitarra emerge Marco Void, músico experiente do panorama nacional, cuja presença acrescenta peso, precisão e uma assinatura sonora impossível de confundir.

Com esta formação, DRKNSS mergulha num território onde tradição e modernidade coexistem de forma orgânica, dando origem a um som maduro, escuro e profundamente hipnótico. A estética clássica do rock gótico é honrada e simultaneamente reinventada através de uma linguagem contemporânea, marcada por ambientes densos e cinematográficos. Cada faixa transforma‑se numa viagem emocional e sensorial, onde a melancolia, a intensidade e a atmosfera se entrelaçam para definir a identidade sonora renovada da banda.

Mais do que um simples retorno, este momento representa um novo capítulo na história da banda — uma celebração consciente do seu passado e, simultaneamente, uma afirmação clara da sua ambição futura.

A presença desta sonoridade manifesta‑se de forma absoluta no CD “The Darkness”, lançado a 06/11/2024, um marco que abriu as portas para um universo sonoro denso, profundo e envolto em sombras. Agora, essa mesma essência renasce com ainda mais força no novo CD de remisturas, datado de 06/01/2025, “Six Degrees Below the Horizon”, onde cada faixa mergulha o ouvinte num abismo de ecos obscuros e atmosferas subterrâneas.

Duas pérolas negras — não apenas obras, mas rituais sonoros que celebram o abismo e a beleza que nele habita.

THE BATELEURS REGRESSAM À "CANÇÃO DO MAR"















Há momentos em que olhar para trás é a melhor forma de avançar. Entre sessões de escrita e pré-produção de novo material, os The Bateleurs decidiram revisitar canções antigas — algumas suas, outras herdadas — como quem testa o pulso à própria identidade artística. O resultado são registos crus, ao vivo, sem rede, captados num espaço onde a música portuguesa também deixou marcas profundas: os Estúdios Namouche, em Lisboa.

Um desses momentos é agora partilhado em vídeo: uma interpretação intensa e inesperada de “Canção do Mar”, tema eternizado por Amália Rodrigues e mais tarde projetado internacionalmente pela voz de Dulce Pontes. Uma canção que, neste “pequeno quintal da Europa Ocidental”, pode parecer excessivamente conhecida, mas que, fora dele, continua a ser uma porta de entrada poderosa para a cultura musical portuguesa.

Os Bateleurs assumem o risco: pegar num tema clássico, revisitado vezes sem conta, e abordá-lo a partir de um território onde raramente foi colocado — o de uma banda de rock’n’roll. Não há arranjos ornamentais nem artifícios de estúdio. Tudo o que se ouve foi tocado ao vivo, num único take, sem overdubs, edições ou truques. O que fica é a verdade do momento: respiração, tensão, entrega.

Há também uma camada simbólica que não passa despercebida. Foi nestes mesmos estúdios que, em 1993, Dulce Pontes gravou “Lágrimas”, um disco fundamental da música portuguesa contemporânea. E foi a sua versão de “Canção do Mar” que viria a integrar a banda sonora de Primal Fear, levando esta melodia a um público global. Esse percurso ecoa agora nesta leitura dos The Bateleurs: uma canção profundamente local, embrulhada numa estética que fala uma linguagem mais universal.

Este vídeo é o primeiro de uma série de sessões que a banda promete partilhar, registos de experimentação, memória e descoberta — exercícios de liberdade criativa que ajudam a perceber para onde pode apontar o próximo capítulo dos The Bateleurs. Um convite simples: ouvir, sentir e reconhecer que a tradição não é um lugar fixo, mas algo que se transforma cada vez que alguém lhe pega com honestidade.

RAMÓN GALARZA'S BAND APRESENTA "SONUS"

 

















Com uma carreira de 50 anos dedicada ao mundo da música, Ramón Galarza — músico, produtor, orquestrador, compositor, letrista — apresenta um novo projeto discográfico da Ramón Galarza’s Band, o disco “SONUS”.

Este novo trabalho sucede aos álbuns “Galarza” (2018) e “Qu’est-ce qui se passe?” (2022), reforçando o percurso artístico consistente e multifacetado do músico. “SONUS” é composto por 10 temas inéditos, todos da autoria de Ramón Galarza, e está disponível nas plataformas digitais.

A Ramón Galarza’s Band é constituída por Diogo Sebastião dos Santos no piano e teclados, Ryoko Imai nas percussões tímbricas e rítmicas, Bernardo Fesch no baixo, Ramón Galarza na bateria, percussões, teclados e programações, Moisés Fernandes no trompete e flugel.

O disco conta ainda com a participação especial dos músicos convidados Miguel Noronha de Andrade (guitarras), Nana Sousa Dias (saxofones), Desidério Lázaro (saxofones), Paulo Gravato (saxofones), Daniel Dias (trombone) e Raquel Queirós (violoncelo).

De natureza instrumental, o álbum explora influências harmónicas e melódicas do Jazz e da Fusão, integrando uma abordagem contemporânea marcada pelas tendências da World Music e pelas sonoridades atuais. O resultado é um trabalho sofisticado, onde a liberdade criativa e a identidade musical de Ramón Galarza se afirmam de forma clara e madura.

A produção de “SONUS” esteve a cargo de Ramón Galarza e Bernardo Fesch, reforçando a coesão artística e sonora do projeto.

Com este novo lançamento, Ramón Galarza reafirma a sua relevância no panorama musical contemporâneo, apresentando um álbum que cruza experiência, inovação e uma visão musical global.

BRUNO PERNADAS EDITA "UNLIKELY, MAYBE" A 13 DE FEVEREIRO





















Créditos: Francisco Nave

unlikely, maybe, próximo álbum de Bruno Pernadas, ganha capa e data de lançamento. A 13 de fevereiro é editado em todas as plataformas digitais pela Pataca Discos.

Bruno Pernadas anuncia a data de lançamento e a capa oficial de unlikely, maybe, uma fotografia tirada pelo próprio da sua secretária de trabalho. Esta será uma obra dividida em 9 composições para secção rítmica, vozes, metais, madeiras e eletrónica. O novo álbum varia entre diversos estilos, onde a improvisação e a presença do jazz assumem um papel determinante.

Em unlikely, maybe somos levados pelas paisagens sonoras da música de fusão dos anos 80. Indie, pop, jazz descontrolado, passando pelo dance hall proveniente da cultura sound system da Jamaica dos anos 50 e 60, até nos fixarmos na sonoridade herdada pela espiritualidade dos mestres do jazz dos anos 60. “Steady Grace” e “Juro que vi túlipas” (com a cantora convidada Maya Blandy) foram os primeiros temas escolhidos por Bruno Pernadas para apresentar o disco, revelados em dezembro.

Bruno Pernadas assina como compositor, autor e produtor deste disco, com exceção da letra que partilha com Rita Westwood, co-autora de trabalhos anteriores. O novo trabalho conta com a participação dos músicos Margarida Campelo, António Quintino, João Correia, Diogo Alexandre, José Soares, Teresa Costa, Jéssica Pina e Eduardo Lála. À voz de Margarida Campelo juntam-se também as cantoras convidadas Leonor Arnaut, Lívia Nestrovski e Maya Blandy.

unlikely, maybe foi gravado no verão de 2025 entre Lisboa, Porto, Funchal e Azeitão e no apartamento de Bruno Pernadas em pleno dia, sem isolamento acústico.

A 19 de fevereiro, Bruno Pernadas e a sua banda sobem a palco da Culturgest, em Lisboa, a partir das 21H00 para o primeiro espetáculo de apresentação de unlikely, maybe. No dia 21 do mesmo mês atuam no Auditório de Espinho - Academia, num concerto que arranca às 21H30.

Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais. Mais datas serão anunciadas em breve na digressão do novo disco de Bruno Pernadas.

Formação da banda ao vivo:
Direção musical, guitarras, sintetizadores, voz - Bruno Pernadas
Baixo elétrico, contrabaixo - António Quintino
Bateria - João Correia
Rhodes e sintetizadores - José Diogo Martins
Trompete, flugelhorn, voz - Jéssica Pina
Saxofone, flauta, voz - Maria João Leite
Flauta, voz - Teresa Costa (Lisboa) e Clara Saleiro (Espinho)
Voz, guitarras - Afonso Cabral
Voz (convidada) - Leonor Arnaut

"UNLIKELY, MAYBE" AO VIVO:
19 FEVEREIRO 2026 - CULTURGEST, LISBOA. Bilhetes aqui
21 FEVEREIRO 2026 - AUDITÓRIO DE ESPINHO - ACADEMIA. Bilhetes aqui

NOVO DISCO DE BALEIA BALEIA BALEIA















Os BALEIA BALEIA BALEIA acabam de anunciar o lançamento de “OUTRA VEZ ARROZ”, novo álbum do duo portuense, com edição marcada para o dia 12 de fevereiro. O disco será editado pela Saliva Diva, com o apoio da Fundação GDA, e contará com edição em vinil e CD, estando já disponível a pré-venda do vinil em quantidade limitada.

“OUTRA VEZ ARROZ” marcará o quinto lançamento da banda e o terceiro longa-duração, depois de “Baleia Baleia Baleia” (2018) e “Suicídio Comercial” (2022). O anúncio surge após a divulgação, no ano passado, do single de avanço “NPC”, que antecipou o universo sonoro e conceptual deste novo trabalho.

Formados por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz), os BALEIA BALEIA BALEIA mantêm neste disco o espírito DIY que sempre definiu o projeto, partindo da sua assinatura particular - baixo, bateria e voz - como motor criativo. A metáfora culinária atravessa todo o conceito de “OUTRA VEZ ARROZ”: quando a receita é sólida, pode repetir-se todos os dias. A banda assume que, tendo criado um tempero próprio, basta agora “juntar arroz”. Como sintetizam, “OUTRA VEZ ARROZ é BALEIA BALEIA BALEIA a entrar na meia-idade sem queimar no tacho, malandrinho no trato, agulha no tempero”.

A sonoridade do disco irá revisitar o rock alternativo dos anos 90 sem nostalgia gratuita, expandindo-o para territórios onde convivem caos, ironia e energia performativa. O grunge ganha novas torções, o punk recebe efeitos improváveis, e a sátira cruza-se com a crítica social que marca a escrita da banda, dando continuidade a um percurso que os tem levado a palcos de norte a sul do país e também a Espanha, Irlanda, Bélgica e Brasil.

Em paralelo com o anúncio do álbum, encontra-se já aberta a pré-venda da edição em vinil de “OUTRA VEZ ARROZ”, com selo da Saliva Diva. Esta pré-venda é limitada a 50 exemplares, com o valor de 25 euros, e contempla diferentes modalidades associadas à compra: a possibilidade de entrada num dos concertos exclusivos na sala de ensaios da banda, no Porto, nos dias 14 ou 15 de fevereiro (limitados a 20 pessoas); a oferta dos portes de envio; ou a entrada num dos concertos de apresentação do álbum.

O álbum “OUTRA VEZ ARROZ” será lançado a 12 de fevereiro. A pré-venda do vinil encontra-se disponível através do formulário cedido pela Saliva Diva, com informações adicionais através do contacto salivadiva.label@gmail.com

NO SALÃO BRAZIL





















Sr. Maia | Timbuktu Itinerante
23 Janeiro • 22:00

A Associação Timbuktu convidou quatro bandas para uma série de concertos por diferentes cidades do país. Em Coimbra recebemos Sr. Maia.

O Sr. Maia apresenta o seu primeiro disco em nome próprio, no qual a canção é a principal protagonista. O disco “Dançado com Nancy Sinatra" oferece um olhar íntimo do imaginário do próprio, que ao longo dos últimos anos tem acompanhado alguns dos mais importantes artistas e músicos portugueses. As canções são cruas, despidas e intimistas e por detrás da sua simplicidade esconde-se a visão profunda e por vezes sofrida do autor.

Abertura de portas: 21h30
Bilhetes: 6 eur
BILHETEIRA ONLIN
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Lisa Sereno
24 Janeiro • 22:00

Lisa Sereno apresenta-se ao vivo para revelar ao público o seu álbum de estreia, Belonging, editado pela Omnichord Records. Depois de conquistar ouvintes e crítica com os singles “Mystery” e “Tan Line”, a cantautora de Leiria traz ao palco a sua folk intimista e atmosférica, marcada por uma voz aveludada e uma escrita profundamente emocional. Belonging é um convite à introspeção e à busca de pertença, um percurso poético entre o que se perde e o que se encontra quando aceitamos que “casa” pode existir dentro de nós.
O álbum alcançou o 2.º lugar na lista dos Melhores do Ano da Antena 3 e foi destacado pela Blitz e pelo programa Português Suave (RUM) como um dos melhores de 2025.

Com uma formação que passou pelo Conservatório Nacional e raízes que remontam aos coros da sua infância, Lisa Sereno canaliza a herança da música coral e da folk contemporânea numa estética singular, feita de harmonias etéreas e paisagens sonoras envolventes.

Abertura de portas: 21h30
Bilhetes: 10 eur
BILHETEIRA ONL
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ANTI-DEMOS-CRACIA COM NOVO LANÇAMENTO

 



















Volume 3 de "idiossINcrasias" chega em formato físico

Com lançamento oficial agendado para 24 de Janeiro, já tivemos acesso ao Volume 3 da série "idiossINcrasias". Seguindo o conceito da coleção, este novo capítulo apresenta-se num formato split entre a Orquestra Popular de Paio Pires (OPPP) e os Dub Station.

Ambos os projetos são naturais do concelho do Seixal e já colaboraram anteriormente com a ADC, mas estreiam-se agora no formato CD. A OPPP continua a destacar-se pela sua irreverência, lembrando marcos como o projeto de 2012 (um EP mensal durante um ano) ou o recente álbum em usb, "150 A Morte do Borrego", com mais de 8 horas de duração. Por sua vez, os Dub Station regressam após o seu álbum homónimo de 2010.

Esta é uma edição limitada da ANTI-DEMOS-CRACIA, apresentada em formato CD-Digipack e numerada a apenas 40 exemplares.

ANTI-DEMOS-CRACIA 
ADC150JAN2026 
Formato: CD Digipack 
Edição limitada a 40 exemplares numerados 

ADC desde 1988, registando sonoridades diferenciadas! 

Posto de escuta: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/idiossincrasias-vol-3

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

PROGRAMA DE 19/01/26

1 - Santa Clara Blues - Hearts and souls
2 - Rita Onofre - crescer
3 - Iolanda - Olha pra ela
4 - Matilde Leite - Não não
5 - O Homem que Fugiu do Mundo - Ícaro desce e vamos falar de sol
6 - Garajau - Funcionário do mês
7 - João Mesquita - Filho da mãe
8 - Calcutá - Run come rally
9 - emmy Curl - Devesas
10 - On The Loose - Soulless destruction
11 - Black Pig Meat - Savana