sábado, 28 de março de 2020

DIOGO DIVAGAÇÕES EM FORMATO DIGITAL





















 A corrida contínua do suprir de necessidades físicas cega-nos.

Num imenso mar de afazeres que é o quotidiano, carregamos a distância ao elevar do nosso ser. Deixamos para depois o que deveria ser prioridade e concebemos a um organismo, inventado, a mestria de ser alimentado para subsistirmos.

Numa sociedade cada vez mais veloz e expansiva, o zelo da observação deteriorou-se.

Carregamos marcas e status que nos potenciam. Esquecemos os cânones que nos guiam.

Trouxemos a transcendência para o plano material e esse finda rápido e sem aviso.

Num constante apelo ao mais vivemos num rodopio incessante, infrutífero e limitador. Somos escravos voluntários.

‘Esta é a era da confusão’ e ‘os sonhos estão guardados no rés-do-chão do desespero’. – diz Diogo Divagações.


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