sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

LALA LANÇA EP DE ESTREIA















A artista portuguesa LALA acaba de lançar o seu primeiro EP, “Longe de Mim”, já disponível em todas as plataformas digitais. O registo marca uma nova etapa no percurso da cantora e compositora, assumindo-se como um trabalho de mudança, cura e recomeço, onde a música surge como espaço de reconciliação consigo mesma.

Depois de se ter estreado em 2022 com o single “Alive” e de ter editado “I Need More” em 2023, LALA apresenta agora um projeto mais íntimo e coeso, inteiramente cantado em português. “Longe de Mim” reúne três canções - “Longe de Mim”, “Quem Me Conheceu” e “Fatal” - que exploram diferentes dimensões da transformação emocional, do abandono do que já não pertence ao presente e da recuperação da identidade.

A faixa homónima, “Longe de Mim”, é um tema sobre a procura de força em contextos de instabilidade e sobre o crescimento que nasce da dor. Com uma sonoridade marcada pela nostalgia e pela intensidade emocional, a canção transforma memórias de tempos difíceis em resiliência, sublinhando a importância dos laços humanos que sustentam o processo de mudança.

Em “Quem Me Conheceu”, LALA aborda o momento de libertação após uma relação que deixou de curar. É uma canção sobre o silêncio depois da tempestade, sobre respirar de novo e escolher abandonar o que fere para permitir o nascimento de uma nova versão de si mesma.

O EP encerra com “Fatal”, uma viagem emocional pela experiência do primeiro amor. O tema reflete a intensidade quase irrepetível desse encontro inaugural, um sentimento profundo e marcante que deixa uma impressão duradoura. Cada verso e cada melodia procuram captar a pureza e a força desse vínculo inicial.

Natural de Santarém, LALA viveu durante 11 anos em Inglaterra, depois de se mudar com a família aos oito anos de idade. Foi nesse período que começou a escrever canções e a tocar guitarra, encontrando na música um espaço seguro para transformar emoções em linguagem artística. Essa vivência entre dois contextos culturais continua a moldar a sua identidade sonora, onde se cruzam raízes portuguesas, uma estética retro e uma abordagem honesta e emocional.

As canções de LALA falam para quem sente intensamente - da ansiedade ao amor, da perda ao recomeço - num registo de pop-rock com ecos dos anos 80 e 90, sempre orientado pela procura de uma voz própria.

“Longe de Mim” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

MIGUEL SILVA EDITA SINGLE

















Consulta & Ainda há Flor‑da‑Pele


“Sinto‑me bem, doutor, será perigoso?

(…)

Sinto‑me bem, doutor, acha que perdi a flor‑da‑pele?”

Há poemas que nos desinstalam. Que nos obrigam a olhar de frente para algo tão simples e tão precioso como a capacidade de sentir. Foi precisamente esse desconforto — subtil, inquietante, humano — que levou Miguel da Silva a musicar Consulta, de João Monge. Assim nasce o lado A de um single duplo que antecipa o seu álbum de estreia.

Nesta Consulta, Miguel da Silva contou com a colaboração sensível e perspicaz de Zeca Medeiros, cuja voz recitada acrescenta novas camadas de ironia, fragilidade e tensão ao poema. À distância, mas unidos na intenção, músicos e ator exploraram a musicalidade e as entrelinhas do texto, criando — com o próprio João Monge — uma obra ousada, que agora se revela ao público.

Do lado A nasce naturalmente o lado B: Ainda há Flor‑da‑Pele.

Se a Consulta é a pergunta, este tema instrumental é a resposta. Uma reação visceral do músico ao poeta — um impulso de urgência, de movimento, de sensibilidade recuperada. Através da sua viola de fado, instrumento que atravessa todo o álbum, Miguel da Silva compõe um gesto afirmativo: a prova de que, apesar da dúvida inicial, ainda há flor‑da‑pele.

CALCUTÁ EDITA ÁLBUM DE ESTREIA















Fotografia: Rui Palma

Está disponível a partir desta 6ª Feira, 23 Janeiro, o muito aguardado álbum de estreia de Calcutá - Soon After Dawn, com selo Ovo Estrelado.

O registo é fruto de vários anos de composição, gravações e de uma série de mudanças na vida de Teresa Castro, desde logo a cidade do Porto que a acolheu nestes últimos anos.

Em Soon After Dawn há uma exploração de ritmos hipnóticos, drones circulares e camadas de vozes, dando origem a canções enraizadas na folk mas que vivem em ambiente psicadélico e sempre atmosférico. O resultado é um conjunto de temas de rara beleza e de forte identidade autoral.

Teresa Castro, para além de compor e tocar inúmeros instrumentos, como guitarra, harmónio, sintetizadores ou piano, contou com as colaborações de Luís Barros na bateria, Catarina Marques na Campanula (instrumento semelhante ao violoncelo mas com cordas simpatéticas) e vozes de Rodrigo Vaiapraia.

Primeiros concertos de apresentação de Soon After Dawn:

30 Jan. Porto - Radio Clube Agramonte 
31 Jan. Lisboa - Casa Capitão 
14 Fev. Coimbra - Casa das Artes Bissaya Barreto

SÓNIA TRÓPICOS LANÇA NOVO SINGLE “SEREIA DO TEJO”





















Sónia Trópicos, produtora e DJ, nascida e criada na margem sul no dia da revolução dos cravos, anuncia a edição de novo EP. BABY DRAMA chega em março, mas para o antecipar é agora revelada a primeira canção.

“Sereia do Tejo” é uma dança testa-com-testa que narra uma chamada sem resposta feita através de um motorola. Perdida entre margens e linhas, sem sinal do outro lado, evoca uma frustração de silêncio pela falta de respostas. Um rio central onde tudo se cruza e se desencontra, suspensa na linha do seu telefone.

Esta canção vive e concretiza-se num estilo visual e sonoro que empresta muito da nostalgia e escapismo do movimento y2k, com vocais etéreos apoiados em synths e batidas melodramáticas entre o ambient electronica, apontamentos de edm e influências de kizomba, com mudanças de bpm que crescem no sentimento e acentuam a intensidade.

É o canto da sereia eletrónica e um bailado de uma ligação falhada, que se desespera, se reprime e repreende em busca de respostas através das suas nuances. Assim se canta, dança, sente e exprime na música portuguesa no quase apocalíptico 2026.

O EP BABY DRAMA, com data acertada para 13 de março, é um pequeno drama que ganha proporções de tragédia íntima — um turbilhão de emoções feito por uma baby que sente tudo demasiado. É a produção como veículo de espelho emocional, deixando que a música eletrónica chore, dance e deseje ao mesmo tempo.

Em breve serão anunciados novidades de BABY DRAMA, mais música nova e concertos ao vivo.

Sobre Sónia Trópicos:

Sónia Trópicos emerge na cena musical eletrónica em 2022, após iniciar o seu percurso DIY no seio do coletivo Beats By Girlz, onde expandiu uma prática artística originalmente material e visual para o território do som, da produção eletrônica e posteriormente do DJing.

O seu som, influenciado por sonoridades do espectro lusófono, viaja entre ritmos e melodias que irrompem em melancolia e agressividade. Através de sintetizadores, samples e da desconstrução rítmica, desafia fronteiras de género, privilegiando o mood, a tensão e o contraste em detrimento de estilos fixos. A sua música vive do diálogo entre introspecção e movimento físico.

Em 2022, a vitória no concurso PULSAR com o single de estreia “Mar Alto” assinala um momento decisivo no seu percurso, dando origem à edição do primeiro EP “Astral Anormal”. Em 2023, aprofunda essa linguagem com “Singela”, consolidando uma identidade artística própria. Desde então, Sónia Trópicos tem vindo a afirmar-se também através de colaborações em produção e remisturas com artistas como Pedro Mafama, Anna Prior, Evaya, Vaiapraia, Mormaid, St. James Park, entre outros, expandindo o seu universo sonoro e a sua presença na cena musical contemporânea.

Esse percurso levou-a a integrar cartazes de alguns dos festivais mais relevantes do panorama nacional, como NOS Alive, Coala Festival, Ageas Cooljazz, Festival MIL, Festival Aleste e Westway Lab, ao mesmo tempo que a sua música tem cruzado fronteiras, com atuações internacionais em cidades como São Paulo, Praga, Genebra e Amesterdão.

Ao vivo, Sónia Trópicos apresenta-se em dois formatos distintos — LIVE e DJ set. No formato LIVE, a performance desenvolve-se a partir do uso da voz, de synths e da construção de beats em tempo real, explorando o som como matéria viva e em constante transformação. Já nos seus DJ sets, transporta para a pista um universo de referências que a inspiram, através de uma curadoria pessoal de produtores, remisturas, ritmos e sonoridades que dialogam diretamente com a sua própria prática enquanto produtora.

BATEU MATOU EDIATAM EP





















Os Bateu Matou editam hoje “EP1”, o primeiro lançamento de vários ao longo deste ano, que será apresentado já na edição de estreia de “O Nosso Baile”, dia 22 de Fevereiro na Casa Capitão. Em destaque com este lançamento está a canção "Vou pó Baile".

O “EP1” é composto pelas canções “Vou pó Baile”, “Zuk Zuk” e pelas já conhecidas “Pomperó” e “Dombolô” com Paulo Flores. Este é o primeiro passo para um disco que irá sair no fim do ano, com o espírito de comunidade que os Bateu Matou constroem com cada canção, em cada concerto.

«Vamos começar pelo princípio. 2026 é o ano do Nosso Baile porque precisamos de Baile mais do que nunca - um sitio seguro, rodeados da nossa gente, elevados na mesma clave e abraçados pelo mesmo refrão. Mesmo tristes, o baile recebe-nos de braços abertos.
EP 01 é o início desse caminho. 4 músicas, 4 acendalhas de festa, 4 razões para ir dançar e deixar as mágoas no chão do terreiro. Vou pó baile é o single que anuncia o EP 01 e explica bem este sentimento. “Hoje eu recomeço, depois do final. Vou ser Ano Novo, vou ser Carnaval.”» partilha a banda.

Os Bateu Matou fazem também parte da edição de 2026 do Festival da Canção com a canção inédita “Nos Teus Olhos”, que será apresentada dia 21 de Fevereiro.

No dia 22 de Fevereiro a banda estreia a residência “O Nosso Baile”, que acontecerá todos os meses na Casa Capitão, num domingo por mês para um almoço e uma tarde de atividades em torno da ideia original e agregadora do baile. A primeira edição terá um almoço de sarapatel, um DJ set, e Bateu Matou no Chão, que apresentam o “EP 01” ao vivo num show completamente novo. Os bilhetes podem ser adquiridos na Dice.

LUCA ARGEL EDITA NOVO ÁLBUM "O HOMEM TRISTE"





















Pintura original da artista plástica Mariana Poppovic

O Homem Triste, o novo álbum de Luca Argel, é editado a 23 de janeiro, após a apresentação dos singles “Primeiro Mar” (2 de janeiro), “Arqueologia do Armário” (9 de janeiro) e “Se Acabou” (16 de janeiro). Produzido por Moreno Veloso, o disco reúne canções que refletem sobre a forma como os homens aprendem, ou não aprendem, a lidar com as próprias emoções.

Partindo de uma experiência íntima, Luca Argel aborda temas como a frustração, a tristeza, o fracasso e a dificuldade em reconhecer a fragilidade. O Homem Triste nasce da consciência de que muitos homens crescem sem vocabulário emocional para compreender o que sentem, sendo ensinados a esconder a dor, a evitar o pedido de ajuda e a confundir força com invulnerabilidade.

Ao longo do álbum, essas questões são trabalhadas sem discursos fechados ou respostas definitivas. As canções funcionam como espaços de escuta e identificação, onde a fragilidade surge não como fraqueza, mas como condição humana inevitável. A produção de Moreno Veloso acompanha essa abordagem com subtileza e rigor, criando um ambiente sonoro que respeita a palavra, o tempo e a respiração de cada tema.

Musicalmente, O Homem Triste constrói-se a partir de uma linguagem orgânica e plural, onde o violão e a voz de Luca Argel assumem o centro, em diálogo com uma formação que cruza bateria, baixo, percussões, guitarras e teclados, filtrados por um olhar atento à canção popular e ao cancioneiro contemporâneo. A presença da orquestra de cordas, com arranjos assinados por Marcelo Caldi e interpretados pela Arnema Orchestra sob a direção de Sílvio Cortez, adiciona uma dimensão sinfónica que expande o universo sonoro do disco e sublinha a sua ambição estética. Neste percurso, encontram-se ecos de tradições que vão da canção popular brasileira ao folk intimista e à música de autor contemporânea, atravessando referências à tradição acústica e às texturas orquestrais que, tal como em singles como “Primeiro Mar”, “Arqueologia de Armário” e “Se Acabou”, articulam sobriedade, lirismo e uma sensibilidade narrativa própria. A escolha de Moreno Veloso como produtor reforça essa ponte entre universos, raízes e territórios musicais que fazem parte da identidade artística de Luca Argel.

A acompanhar o disco, o músico desenvolveu também o Mapa d’O Homem Triste, uma cartografia simbólica que amplia o universo do álbum. Neste mapa, emoções, silêncios e zonas de conflito surgem transformados em lugares e percursos imaginários, convidando a uma leitura livre e subjetiva. Longe de funcionar como guia ou interpretação fechada, o mapa assume-se como uma extensão visual e poética das canções, reforçando a dimensão artística e emocional do projeto.

Mais do que um exercício autobiográfico, O Homem Triste propõe um olhar generoso sobre o que significa ser homem num mundo cheio de perigosas fórmulas prontas. O disco convida à empatia, ao cuidado e à possibilidade de relações mais ricas e conscientes — consigo próprio e com os outros.

Com este álbum, Luca Argel aprofunda um percurso artístico atento às contradições e desafios das dimensões emocionais e humanas da experiência humana contemporânea, afirmando O Homem Triste como um trabalho de maturidade, escuta e coragem.

S. PEDRO EDITA NOVO SINGLE "PARACETAMOL"





















S. PEDRO edita hoje “Paracetamol”, o seu novo single, já disponível em todas as plataformas digitais, com videoclipe disponível no YouTube oficial do artista. A nova canção marca um novo momento no percurso do cantor e antecipa uma fase mais rítmica e contemporânea, sem perder a escrita íntima e honesta que tem definido o seu trabalho.

"Ultimamente, tinha vindo a explorar outras sonoridades. Canções que viviam mais do piano e da intensidade da interpretação, mais baladonas, vá! Mas este Paracetamol também sou eu. O beat e os sintetizadores. E acho que estava a precisar de uma canção assim. Só para desenjoar" partilha o artista.

Em “Paracetamol”, S. PEDRO parte do rescaldo de uma noite que insiste em não desaparecer. O que começa como uma ligação fácil e sedutora prolonga-se no tempo, transformando-se numa obsessão silenciosa, feita de dúvida e repetição. Entre a tentativa de distração e a incerteza sobre o que foi real ou imaginado, a canção traduz a confusão emocional num tema leve, moderno e contagiante, que permanece muito para lá da primeira escuta.

Depois de se dar a conhecer com os doismileoito, S. PEDRO iniciou a carreira a solo em 2017 com “O Fim”, seguido de “Mais Um” em 2019. Autor de canções como “Apanhar Sol” e “Passarinhos”, construiu um percurso singular na música portuguesa, equilibrando a observação do quotidiano com uma escrita sensível e direta.

Em 2025, celebrou 10 anos de carreira com o álbum “TUDO AO MESMO TEMPO”, um disco gravado sem plano nem pressa, que reflete a forma livre e curiosa como vive a vida e a música. Apresentado ao vivo no Teatro Maria Matos e na Casa da Música numa sala completamente esgotada, o álbum consolidou um percurso atento à emoção, às histórias e à música como lugar de encontro, traços que continuam presentes em “Paracetamol”
 

AGENDA 2026

7 mar – Auditório Municipal do Sabugal
21 jun – A Anunciar
7 jul – A Anunciar
12 set – A Anunciar 

JOÃO SÓ E TIAGO NOGUEIRA EDITAM NOVO SINGLE "QUEM NÃO SABE AMAR"

 



















João Só e Tiago Nogueira editam “Quem Não Sabe Amar", o novo single do projeto conjunto "João Só e Tiago Nogueira cantam coisas em Portugês e em Estrangeiro" que tem vindo a afirmar a cumplicidade criativa entre os dois músicos. Já disponível em todas as plataformas digitais e com videoclipe oficial no YouTube dos artistas, o tema é o segundo original da parceria, depois de “Maldita a Hora”.

"Quem Não Sabe Amar é uma canção construída como provérbio popular: quem não arrisca, não ama; quem não sabe amar, fica sozinho. Guitarras acústicas, harmonia vocal cúmplice e produção moderna servem uma mensagem intemporal, daquelas que se cantam em coro sem pedir licença." partilham os artistas.

Depois de espalharem magia “e alguma confusão” por todo o País, João Só e Tiago Nogueira continuam a levar o seu karaoke imersivo aos teatros. A digressão ganha uma nova dimensão com o concerto no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, marcado para 11 de dezembro de 2026, uma nova etapa na viagem que têm feito juntos.

O projeto, que une João Só e Tiago Nogueira, nasceu da vontade dos dois cantores de celebrar as músicas que marcaram os seus percursos enquanto artistas e sobretudo, amantes de canções. É nos intervalos das agendas complicadas dos projetos dos dois, que a digressão ganha vida. Com um alinhamento que atravessa géneros e décadas, a dupla entrega uma viagem sonora onde se cruzam clássicos intemporais e guilty pleasures. Mais do que um concerto, cada espetáculo é uma celebração da música sem rótulos, onde a cumplicidade entre os dois artistas dita o rumo da noite.

"A pior ideia de sempre desde a invenção do minidisc."

Tiago Nogueira

“Tocar com o Tiago Nogueira é partilhar o palco com um músico inspirador, um amigo leal… e uma pessoa que me tira do sério dia sim, dia sim. É como viver num dueto constante entre a harmonia e o caos. E eu adoro.”

João Só

Com 15 anos de carreira, João Só construiu um percurso sólido na música portuguesa, distinguindo-se pela sua versatilidade enquanto compositor, intérprete e produtor. Em 2024 editou “Nos Tempos Livres”, o seu sexto álbum de estúdio, criado e gravado precisamente durante os seus tempos livres, entre os múltiplos compromissos, tarefas e obrigações que a sua vida pessoal e o seu trabalho acarretam.

Tiago Nogueira, voz e guitarra d'Os Quatro e Meia, é uma figura incontornável da música Portuguesa da atualidade. A sua capacidade de contar histórias através das canções, aliada a uma presença em palco cativante, foi essencial para o sucesso da banda, que quando ainda contava apenas com um álbum, já esgotava salas de espetáculo de norte a sul do País.

Com os primeiros concertos já gravados na memória do público, João Só e Tiago Nogueira preparam-se agora para levar este espetáculo ao prestigiado Coliseu dos Recreios em Lisboa.


DANIS FRANCIS COM VERSÃO ACÚSTICA

 



















O tema “We Are Under The Same Sky”, faixa-título do novo EP de Danny Francis “ We Are Under The Same Sky “, ganha agora uma nova dimensão numa versão acústica que aprofunda a sua carga emocional e o seu lado mais íntimo.

Nesta interpretação mais despida, a música é conduzida pelo piano de Lil Noon, que além de músico é também o produtor do EP. A abordagem minimalista realça a melodia e a intensidade da letra, criando um ambiente íntimo e honesto, onde cada nota respira e cada silêncio tem peso.

A versão acústica surge como uma extensão natural do EP “We Are Under The Same Sky”, reforçando a ideia de que, nos momentos de amor, dúvida ou entrega, existem emoções universais que aproximam quem sente, mesmo quando tudo parece distante. No fim, estamos todos debaixo do mesmo céu.

Uma interpretação crua e honesta, pensada para ser sentida sem distrações, onde o amor e a emoção falam mais alto.

A versão acústica estará disponível dia 29 de Janeiro no YouTube, com o respetivo vídeo, captado pelos ComMestria e dia 30 de Janeiro disponível em todas as plataformas de streaming.

VALTER ROLO EDITA "ÁS VOLTAS"

 













“Às Voltas” é um retrato íntimo do movimento interior — das voltas que damos por dentro quando a inquietação se impõe e as ideias se cruzam sem mapa. Nasce da sensação de caminhar em círculos entre a razão e o desejo, entre o que somos e o que sonhamos ser. É uma canção onde a palavra conduz e a música respira urbanidade, universalidade e verdade.

Este tema surge de uma procura constante: a vontade de escapar à própria teia, de imaginar outros lugares, de vestir outra pele e ir na volta do mar. É na música que esse espaço de libertação se revela — um território onde o coração se abre, os sentidos despertam e o mundo abranda. As palavras, escritas por Fernando Gomes dos Santos, traduzem com precisão essa viagem interior, que ganharam voz na interpretação sensível de Beatriz Nunes, que trouxe corpo e emoção a esta viagem interior.

Os arranjos e orquestrações, assinados por Lino Guerreiro e Valter Rolo – autor de “Às Voltas”, dão corpo e profundidade a esta travessia sonora, gravada com secção de cordas e enriquecida pela participação especial de Ângelo Freire na guitarra portuguesa, estabelecendo uma ligação intensa à tradição, à emoção e à herança do fado.

“Às Voltas” antecipa um primeiro trabalho discográfico de Valter Rolo, “O Som da Palavra– vol. I, marcado pela escuta, pelo silêncio e pela verdade — um álbum que se constrói a partir do essencial e se afirma como um espaço de encontro entre a canção, a identidade e a liberdade criativa.

RAPAZ EGO LANÇA "FAZER AS PAZES"





















"Fazer as Pazes" é o novo álbum de Rapaz Ego, o mais pop até ao momento e também o mais experimental. 

Depois das 3 canções editadas ao longo de 2025, "Tão Perto", "Bater de Frente" e "Filho d'um Filho" chegam-nos agora novos temas como "Pingo de Vergonha", "Culpa", "Bomba de Fumo" e "Caso Sério".

"Fazer as Pazes", nas palavras de Rapaz Ego, foi o seu lançamento que "saiu mais do pelo, mas por isso também o mais íntimo" (...) "é sobre fazer-se as pazes connosco e como isso é importante para conseguir fazer as pazes com os outros".

O lançamento é acompanhado de uma digressão nacional e conta já com várias datas de apresentação por todo o país. Os concertos de Lisboa e Porto acontecem respectivamente nos dias 31 de Janeiro na Casa Capitão e a 6 de Fevereiro no Plano B. Bilhetes já disponíveis aqui.

NOVO SINGLE DE EXPRESSO TRANSATLÂNTICO





















@Miguel Marquês

Depois de anunciar o lançamento do seu segundo álbum “Trópico Paranóia” para 30 de Janeiro e os concertos especiais de apresentação em Março, o Expresso Transatlântico revela agora "Nikita Punk", o quarto tema de avanço.

Combinando influências da tradição portuguesa com sonoridades contemporâneas de alcance global, o projeto de Gaspar Varela, Sebastião Varela e Rafael Matos é um dos novos grupos mais aclamados da cena musical atual e tem conquistado, desde 2021, os principais palcos e festivais nacionais e internacionais, em centenas de concertos.

Depois de “Flor Trovão”, “Avalanche” e “Tigre da Serra", "Nikita Punk" é o quarto single que continua a desbravar caminho para um novo capítulo desta viagem transatlântica, rumo a novas paisagens sonoras. O novo tema será lançado a 23 de Janeiro.

"Nikita Punk" é, segundo o grupo, “o reflexo de uma fase da composição do novo álbum em que sentimos a vontade de puxar um lado da banda para um território mais dançável e eletrónico, mas sem abdicar daquilo que é o nosso som. É um tema que reflete bem aquilo que fomos vivendo ao longo destes anos durante os concertos, é como se toda a energia que o público nos foi passando estivesse lá.

A nossa viagem à Madeira em Dezembro de 2024 para tocarmos no Barreirinha também tem a sua importância nesta música. Estávamos numa fase de descoberta e preparação para gravar o álbum e metemo-nos a beber Nikitas... Foi só acrescentar o Punk!

A «Nikita Punk» é sobre deixar as coisas acontecerem naturalmente, confiar no instinto e deixar fluir, foi isso que sentimos durante o processo criativo.”

Sobre o video que acompanha o novo single, dizem-nos: “Desta vez optámos por fazer um lançamento diferente. Depois de um ano cheio de concertos e viagens, sentimos que fazia sentido apresentarmo-nos de outro modo. Em vez de fazer apenas um videoclipe, percebemos que nos interessava mais procurar mostrar a comunicação e o intercâmbio que temos vindo a fortalecer com as pessoas que nos acompanham. Nesse sentido, decidimos realizar uma live session da música, onde a vemos a ser tocada ao vivo com a banda toda. Para o fazer, achámos por bem registar em película, como já é habitual, porém agora de uma forma mais orgânica e interventiva no próprio espaço, de modo a que a “narrativa” (se é que ela existe), sirva para dar espaço ao tema e mostrar o relacionamento entre a câmara e o
próprio momento efêmero em que gravamos a música.”

O segundo longa-duração “Trópico Paranóia” será lançado a 30 de Janeiro, com produção de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) e promete marcar um ponto de viragem na travessia musical do Expresso Transatlântico, sem perder a alma e a fusão de sonoridades que o caracteriza.

Os concertos de apresentação do novo álbum são:

- Porto - Casa da Música - 13 de Março de 2026 
- Lisboa - Capitólio - 14 de Março de 2026 

Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

PROGRAMA DE 22/01/26
















1 - mARCIANO - Missão amar-te
entrevista João Paulo e Ricardo (Confraria RockTuga)
2 - Peter Strange - Fim de vida
3 - emmy Curl - Porto
4 - Calcutá - Run come rally
5 - Mizzura - Resistir
entrevista Artur e Grace (Mizzura) e Rafa e André (Fjords)
6 - Fjords - Purgatório
7 - Sereias - Extrema-direita fascista



FÚRIA DO AÇÚCAR" ANUNCIAM "A RETOMADA DA PASTILHA TOUR 2026"





















É oficial: os FÚRIA DO AÇÚCAR estão de volta aos palcos. A banda liderada por João Melo anuncia a tour “A Retomada da Pastilha”, que marca o seu aguardado regresso à atividade ao vivo em 2026.

O primeiro espetáculo acontece já no dia 27 de março de 2026, na Music Station, em Lisboa, com início marcado para as 22h00.

Neste regresso, a banda traz novo reportório e uma nova imagem, sem nunca esquecer o legado histórico e as canções que fizeram dos Fúria do Açúcar uma referência singular no panorama musical português.

O passado e o futuro cruzam-se num espetáculo que promete energia renovada, identidade reafirmada e uma ligação direta ao público que sempre acompanhou a banda.

Uma noite imperdível para fãs de longa data, para os novos fãs e para quem quiser descobrir ou redescobrir a força criativa dos Fúria do Açúcar ao vivo.

Os Fúria do Açúcar iniciam esta nova fase com uma nova estrutura de apoio, ficando a GOLDEN CONCERTS responsável pelo management e produção executiva da banda.

AGENDA FÚRIA DO AÇÚCAR – “A RETOMADA DA PASTILHA”

Data: 27 de março de 2026
Hora: 22h00
Local: Music Station – Lisboa

Produção: GOLDEN CONCERTS
Bilhetes: Já disponíveis nos canais oficiais:
https://blueticket.meo.pt/pt/event/15850

PASSOS PESADOS AO VIVO A COMEMORAR 35 ANOS

















No dia 7 fevereiro de  2026, no Bar Baía dos Anjos, em Ponta Delgada, pelas 22:00, para o 1º concerto de 35º Aniversário dos Passos Pesados.

Será feita uma retrospetiva musical de 35 anos de vida, assim como a apresentação ao vivo, dos primeiros quatro temas do 12º álbum da banda, que terá como titulo "Nasci Nesta Ilha Verde", e que está a ser gravado no estúdio TOCASOM.

A banda contará em alguns temas com a presença do convidado, baixista Zé Moreira.

A abertura do concerto estará a cargo do projeto "Profeta Morbus"

A banda anuncia também que está a preparar (para meados de Agosto) um 2º concerto de aniversário, onde se fará acompanhar por uma orquestra sinfónica e que terá a direção musical do Maestro Marco Torre, e onde serão executados os temas mais emblemáticos da banda, como "Professora Margarida, Vida Boa, Pensamentos Sós, Fuel, Sou Açoreano, Johhny Johhny" entre outros...



dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS VOLTAM AOS PALCOS





















Este fim-de-semana os dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS voltam aos palcos para tocar no Uncle Joe's Bar em Esmoriz AMANHÃ (sexta-feira | 23 de Janeiro) às 23h e na VIC // Aveiro Arts House em Aveiro no sábado (24 de Janeiro) às 21h30 com os Musgos, duo aveirense de rock experimental pós-progressivo com quem tiveram o prazer de partilhar o palco em Berlim em 2012! (+ info em baixo e aqui e ali)

23 de Janeiro | sexta-feira | 23h

dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (pt)

Uncle Joe's Bar

Avenida da Praia, 2354 - Esmoriz

entrada: 5 euros

24 de Sábado | sábado | 21h30

dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (pt)

Musgos (pt)

VIC // Aveiro Arts House

Rua do Príncipe Perfeito, 14 - Aveiro

entrada: 8 euros

NO CENTRO DE ARTES DE ÁGUEDA














Concertos de Bolso

SUSIE FILIPE
Em Tempo Real

qui 29 jan, 21h

Café Concerto | M/3 | 3€

Susie Filipe, atriz e baterista aveirense de projectos como Moonshiners, Siricaia, Estro/Watts, Sangue Suor, entre outros, apresenta-se pela primeira vez enquanto cantora e compositora, com recurso a guitarra, piano e bateria.

“Em Tempo Real” é um espectáculo onde a música, a poesia e o teatro vivem em tempo real. Este novo projeto de Susie Filipe é vestido com músicas que tem escrito ao longo dos últimos anos, num registo sala de estar, partilhando com o público sentimentos, lugares, amores e desamores. 

FRANCISCO FONTES PARTICIPA NO FESTIVAL DA CANÇÃO 2026 COM “COPILOTO”















Créditos: Capotar.

Francisco Fontes, cantautor que em 2023 editou o seu disco de estreia “Cosmopolita”, desvenda a canção “Copiloto”, que participa na edição de 2026 do Festival da Canção.

Sobre a canção que leva a participação, Francisco Fontes diz-nos que “Copiloto” é uma canção simples e de mensagem simples: “Fala sobre companheirismo, sobre a construção de confiança e apreço pelo outro.”

Com uma sonoridade leve, despreocupada e desempoeirada, “Copiloto” transporta-nos para temperaturas veranis, estradas sem fim e viagens de carro com os amigos. É uma canção precisamente sobre memórias, a criação de amizades e os micro-gestos associados a ela, captados pelo olhar atento e a poesia delicada de Francisco Fontes na sua letra.

“Copiloto” participa no Festival da Canção 2026 através das submissões livres, sendo um dos temas selecionados de entre 600 candidaturas que a RTP recebeu para a atual edição do programa.

O tema faz parte de um novo disco longa-duração que Fontes vai editar após a sua participação no Festival da Canção. O álbum, que terá o selo da agência e editora lisboeta louva-a-deus, será lançado em abril 2026 e apresentado ao vivo em vários concertos que serão anunciados muito em breve.

Francisco Fontes é o intérprete da sua própria composição e atua na segunda semifinal do Festival da Canção 2026, com transmissão em direto na RTP 1 a 28 de fevereiro. Caso esteja entre as 5 canções apuradas à final, atua novamente a 7 de março.

Biografia do autor: 

Em 2023, inspirado pela agitação da cidade, lança Cosmopolita, considerado um dos melhores discos nacionais desse mesmo ano pela rádio Super Bock Super Rock e com destaque nos Novos Talentos Fnac.

“Cosmopolita” passou por salas como o Musicbox ou a ZDB, bem como pelo Festival Cuca Monga. Em abril de 2024, Francisco Fontes teve a oportunidade de atuar pela primeira vez fora do país, em Itália, com dois concertos em Milão.

Entre 2020 e 2025, integra como baterista os projetos Miguel Marôco, Celso, Península e Zaratan. Conta também com uma colaboração com A Sul, em 2024, na canção ‘Caminho e Meio’ gravada ao vivo na Cossoul e com MALVA, no tema ‘rajada’, que integra o disco “poros”, editado em 2025.

Em 2026, em nome próprio, prepara-se para lançar o seu segundo álbum.

EVAYA PARTICIPA NO FESTIVAL DA CANÇÃO 2026 COM “SPRINT”





















Créditos: Diana Matias

EVAYA, artista que em 2024 editou o seu disco de estreia “Abaixo Das Raízes Deste Jardim”, desvenda a canção “SPRINT”, que participa na edição de 2026 do Festival da Canção.

Sobre a canção que leva a concurso, EVAYA diz-nos que “SPRINT” é o momento em que se chega à meta da decisão. “A canção nasce quando já não é possível ficar. É confusão e lucidez, apego e gratidão a percorrerem ciclos emocionais, até que a urgência de ir se torna clara.”

“SPRINT” combina a poesia onírica tão característica de EVAYA, com uma sonoridade nostálgica mas esperançosa, quase contraditória, como se tivéssemos saudade do futuro. Marcadamente electro-pop etéreo e hipnótico, com forte influência do synthwave e dream pop.

EVAYA participa no Festival da Canção 2026 sendo uma das compositoras convidadas diretamente pela RTP, desafio que aceitou de forma quase automática por ser um dos seus maiores sonhos participar deste palco tão icónico não só para a televisão, como para a cultura nacional.

Ainda antes de subir ao palco do Festival da Canção, é possível ver EVAYA ao vivo. Já no próximo dia 30 de janeiro a artista sobe ao palco da Casa Capitão, em Lisboa, uma oportunidade única de ver ao vivo o álbum “Abaixo Das Raízes Deste Jardim” e também de aceder às primeiras edições da sua versão em vinil, já que será a primeira data em que estarão disponíveis.

EVAYA é intérprete da sua própria composição e atua na primeira semifinal do Festival da Canção 2026, com transmissão em direto na RTP 1 a 21 de fevereiro. Caso esteja entre as 5 canções apuradas à final, atua novamente a 7 de março.

Biografia da autora:

EVAYA, é uma cantora, compositora, produtora e artista visual portuguesa, natural do Poceirão, no concelho de Palmela. A sua música habita no limiar entre o orgânico e o sintético, o ritual e a pop.

Estreou-se em 2020, com o EP ”INTENÇÃO”, gravado e produzido de forma independente durante a pandemia. Em 2024, lançou o seu primeiro álbum, “Abaixo Das Raízes Deste Jardim”, uma edição Saliva Diva. A sua estética desafia as convenções da canção pop, criando um território híbrido onde a natureza se dissolve no digital, entre paisagens sonoras imersivas, pulsos rítmicos envolventes e uma escrita lírica em constante mutação.

Ao vivo, EVAYA tem vindo a afirmar-se na cena independente portuguesa com atuações em festivais como NOS Alive, MIL, ID No Limits, Zigur Fest, Impulso, A Porta, Meda+, Tallinn Music Week (Estónia), entre outros. Em 2025 realizou uma tour no Brasil com apoio da DGArtes pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espirito Santo. Em 2026, participa no Festival da Canção.

CRAVO APRESENTA "LIÇÃO"





















“Lição” é uma canção sobre aprendizagens, reflexões e o valor da música feita de forma honesta. Partindo do lado indie e DIY do projeto, o tema recusa ambição desnecessária e superficialidade, celebrando o prazer de criar algo que realmente importa ao autor. É um momento de introspeção que leva à aceitação: aquilo que se faz tem o valor que tem, e se traz felicidade, vale a pena continuar.

A faixa carrega influências de Foge Foge Bandido e do álbum Here Comes The Cowboy de Mac DeMarco, resultando num som simples, caloroso e sincero. A letra deixa uma mensagem clara:
“faço tudo à mãoe espero que se sinta o tom sincero”

Visualmente, a capa e a animação mostram um close-up de um homem a tocar guitarra portuguesa para um microfone, reforçando a intimidade e proximidade da canção. O loop do vídeo acompanha o gesto de tocar, enfatizando a dedicação e o detalhe de cada nota.

cravo é um projeto independente de música e imagem que se recusa a colocar o artista no centro da obra. Cada “cravo” é um gesto artístico completo: uma canção, uma animação e uma ilustração. Não há rosto, apenas música e imagem.

“Lição” sucede a “Bem-vindos”, “À Margem”, “Salta Desse Barco”, “Castigo”, “Chuva”, “No Fundo” e “De Lado”, mantendo o formato de lançamentos mensais do projeto. Enquanto os cravos continuam a ser publicados regularmente, cravo prepara também um álbum com novas músicas ainda não lançadas.

JUNKBREED COM NOVO SINGLE













“Misantrophe” é um retrato cru da alienação humana e da autodestruição mascarada de ambição. A música fala sobre alguém cego pela própria importância, preso a ilusões, enquanto caminha rumo ao vazio. É uma crítica à hipocrisia, ao poder corrosivo do ego e à facilidade com que se aceita a mentira como verdade.

O vídeo traduz visualmente o sentimento de desorientação e vazio que atravessa a música, mas com um tom assumidamente menos sério. Há já algum tempo que a banda queria explorar um registo mais leve e irônico, e este vídeo nasceu dessa vontade. Os cinco elementos surgem como personagens principais numa busca aparentemente épica, iniciada pela descoberta de um mapa de tesouro. Ninguém sabe exatamente o que procura, nem para onde se dirige. A procura transforma-se assim numa viagem absurda e sem propósito, espelhando a crítica central da música, a obsessão por objetivos ilusórios e a facilidade com que se segue um caminho sem o questionar.

Na era em que nos encontramos, onde tudo é mera produção e consumo, seja o que for. Onde qualquer coisa vale mais que a empatia e, até, a vida humana, paramos muitas vezes para pensar como é que chegámos aqui. Onde e quando é que o ser humano deixou a humanidade para passar a ser máquina? Onde é que os princípios se perderam e deram lugar ao egoísmo, ao ódio e à violência?
E a arte? onde fica a arte? aquela que se alimenta do sentir?

O segundo disco de JUNKBREED é um murro na mesa! Na mesa e no estômago. É um grito de revolta nesta era da desumanização na tentativa de poder acordar quem adormeceu no caminho. 

Sick Of The Scene apresenta uma evolução natural mas corajosa do som da banda, misturando rock, punk e post-hardcore com a sua energia crua e a atitude provocadora que está no ADN da banda. Apresenta um som mais directo e imediato, sem perder o caos criativo que os caracteriza. A ideia era manter a intensidade, experimentando estruturas mais tradicionais, acabando por ser o álbum mais pesado que fizeram até à data.

Há uma certa maturidade, onde se percebe que a banda continua a explorar novos territórios com ousadia e sem filtros. 

Desafiam o ouvinte a escutar o disco com atenção, revelando que há detalhes subtis que mostram o quão se desafiaram na criação do álbum.

Este disco mergulha num conceito provocador e atual, fazendo uma crítica metafórica ao impacto da inteligência artificial na arte.

Apesar de fascinante, a tecnologia está a desumanizar a criação artística. A capa do disco, a cargo de Miranda, foi feita de forma satírica com recurso a IA, entrando em perfeito contraste com o título. 

Sick Of The Scene tem nove faixas e não é apenas um grito contra o conformismo! É um verdadeiro assalto sonoro que prova que a criatividade e a identidade podem (e devem) andar de mãos dadas.

O disco foi gravado nos estúdios SinWav, teve mistura e masterização por parte de Mau e saiu no dia 10 de Outubro de 2025 com o selo da Raging Planet. 

CAROLINA DE DEUS CRIA CANAL EXCLUSIVO NO WHATSAPP PARA PARTILHAR NOVIDADES DO NOVO ÁLBUM





















Carolina de Deus lança hoje um canal exclusivo no WhatsApp, pensado como o primeiro espaço onde começa a revelar o universo do seu próximo álbum de originais. O acesso é gratuito e o canal já se encontra disponível para todos os fãs.

Ao longo das próximas semanas, este será o lugar onde a artista irá partilhar músicas, excertos de canções ainda inéditas e histórias sobre o processo criativo do disco, bem como vídeos, fotografias e áudios que ajudam a contextualizar este novo capítulo. Este espaço nasce como uma extensão natural da relação que Carolina mantém com o seu público: direta, próxima e sem filtros.

O canal serve como uma primeira janela para Feliz(mente) Triste, o segundo álbum de originais da artista, que será editado no dia 29 de janeiro. O disco retrata uma fase em que lucidez e caos emocional coexistem, transformando ansiedade, amor, expectativas e reencontros consigo própria em canções que combinam sensibilidade, autenticidade e força. Alguns temas já conhecidos como, “Modo Auto-Piloto”, “Três e Meia” com Ricardo Liz Almeida, “Depois do Pecado”, “Amor Borderline” e o mais recente “Domingo à Noite”, com Jimmy P, antecipam diferentes camadas deste universo musical.

A digressão de apresentação do álbum passará por Lisboa, Porto, Coimbra, Tábua, Braga, Leiria e Portalegre. Em palco, cada canção ganha espaço para ser sentida de perto, oferecendo momentos de proximidade e intensidade que refletem o espírito do disco.

Com uma escrita honesta e uma identidade artística cada vez mais afirmada, Carolina de Deus tem vindo a construir um percurso marcado pela ligação próxima com quem a escuta. Este canal no WhatsApp reforça essa relação, oferecendo acesso antecipado e contínuo ao novo álbum e a tudo o que o rodeia.

UHF NO UNDERGROUND





















E o que significa isto? Um desafio que está a empolgar a banda, um acto único que fique registado para memória futura.

Em 1979, na sequência da edição do EP "Jorge Morreu", António Sérgio, o radialista guru que todos esperávamos por ouvir quando a noite já era um manto, introdutor das novidades do eixo Manchester/Londres e de uma boa parte do besouro sedeado na Greenwich Village, qualificava o primeiro 3 canções dos UHF de underground português, sem aspas. Descobriu o António ali uma nova linguagem literária e musical, saída da periferia da margem esquerda do Tejo. Dura de realidade e crua de meios.

Passa um pouco mais dos 47 anos sobre esse mês de Novembro de 1978, o Ano Um dos UHF. Centenas de quilómetros de cordas de guitarras volvidos, por aqui e por todo o ali, a ‘locomotiva de Almada’, como alguns lhe chamaram no início, vai realizar um concerto único, que é um desafio (outro, que a rotina incomoda), e chamaram-lhe UNDERGROUND-UHF. Mas o que é esta coisa musical?
Um repertório virgem, que a banda anda vigorosamente a discutir, e que somará 22 canções nunca antes tocadas ao vivo, ou que, por engano, um dia uma ou outra se ouviu. Aceitando levantar a cortina, ouvimos a Caçada (1979), Concerto (1982), Lisboa Hotel (1993), ou Quero Sair Vivo (deste mundo menor) (2023). Mas será assim? 

Não se aceitam pedidos. Este é um concerto de UMA SÓ NOITE.

Os bilhetes para o espetáculo custam 25 euros, à venda a partir da próxima sexta- feira, 23 de Janeiro, pelas 09:00, em https://uhf.pt/ e nos locais habituais.

Horários:
Abertura Portas: 20h30
Inicio do espetáculo: 21h30

MONDAY ANTECIPA DIA DOS NAMORADOS COM CONCERTO NO BOTA ANJOS EM LISBOA

 



















A 7 de fevereiro, Monday desafia à celebração antecipada do Dia de São Valentim, com um concerto muito especial na BOTA Anjos, em Lisboa. No espetáculo exclusivo “Love Underwater (voz e piano)”, Catarina Falcão apresenta um percurso sonoro dedicado ao universo romântico do Dia de São Valentim, revisitando alguns dos mais emblemáticos standards de jazz.

Acompanhada ao piano por João Abelaira, a cantora empresta a sua interpretação íntima e envolvente a canções em torno do romance que atravessam várias épocas e múltiplas emoções.

Entre melodias intemporais e novas leituras carregadas de afeto, o público é convidado a mergulhar numa celebração da música, do amor e da partilha, num concerto pensado para encantar corações e despertar memórias.

Na sua conta de Instagram, Monday convida os apaixonados a sugerirem canções que poderão integrar o alinhamento do espetáculo que marca a sua despedida dos palcos antes da estreia na maternidade.


Reconhecida pela voz emotiva e envolvente, estética sonhadora e influências folk com uma sensibilidade pop, Cat Falcão tem vindo, desde 2014, a afirmar-se como uma figura de referência na cena musical alternativa em Portugal, primeiro no duo Golden Slumbers e, desde 2018, a solo sob o nome artístico Monday.

Após a estreia em "One", em 2020 foi tempo do EP "Room for All", editado também no Japão e presente nas listas dos melhores discos do ano da crítica especializada. Em 2024, revelou "Underwater, feels like eternity", um álbum onírico de arranjos delicados, produzido pela própria artista e que explora a nostalgia associada ao fim da juventude e de relações passadas. Minimalista na produção, mas denso no sentimento, o disco é uma afirmação de sensibilidade, de identidade e de uma voz a ter em conta na música portuguesa contemporânea.

Já em 2025, a artista mergulhou no projeto “Live Underwater“, em que apresenta versões ao vivo e intimistas das faixas “Wasteland“, “When I Loved Another Man”, “One Foot in Line" e “On and On". 

RESERVAR BILHETES

PROGRAMA DE 21/01/26

1 - A Garota Não - No train a curtir Coltrane
2 - Esteves Sem Metafísica - Sóbria
3 - Três Tristes Tigres - Água
4 - Redoma - Lugar
5 - Vitória Vermelho - Não me o dês
6 - Márcia - Manhã bela
7 - Calcutá - Run come rally
8 - emmy Curl - Passos Manuel

9 - Rafael Toral - My funny valentine
10- Peachfuzz - A peach o comboio

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

JOANA ALEGRE COM SINGLE "NO BOLSO"





















O projecto POLYGLOT, a Incubadora Europeia de Intercâmbio de Canções cofinanciada pela União Europeia, estabelece um novo modelo de distribuição de música que visa criar e impulsionar êxitos na sua língua original e promover a diversidade europeia. Lançado em 2024, o modelo europeu de intercâmbio de canções conta com parceiros de 7 países e visa contrariar a hegemonia do inglês. Trata-se de um projeto apoiado pelo programa Europa Criativa e DGartes, que convida autores/compositores a testar o potencial das suas obras e, possivelmente, a levá-las a novos públicos noutros países. O projeto acompanha a tendência dos artistas locais que cantam nas suas línguas originais e visa interligar os mercados mais pequenos da Europa com o objetivo de, juntos, alcançarem uma maior resiliência. Coordenado pela Music Hungary, da Hangveto Lda., reúne parceiros de Portugal, Espanha, Itália, Polónia, Letónia, Ucrânia e Hungria.

Dentro das canções Portuguesas a serem traduzidas e lançadas lá fora encontram-se músicas de Joana Alegre, Samuel Úria, Retimbrar, A Garota Não & Luca Argel, Nástio Mosquito, Mariana Reis e Duarte, entre outros autores e compositores. No sentido inverso, a primeira canção a ser traduzida para Português é oriunda da Hungria. 

O tema “No Bolso”, interpretado por Joana Alegre é a tradução não literal do título húngaro “Szívverés” — batimento cardíaco — uma canção de sonoridade folk envolvente que nos transporta para um ambiente doméstico, quente e acolhedor. O tempo abranda em ternura, proteção e desejo lento: um peito que protege, um bolso onde se cabe, dois corpos que se abraçam. A voz respira nesse conforto macio, embalada.

“No Bolso” é uma reinterpretação em português de “Szívverés”, tema original da artista húngara Noemo. Com tradução, adaptação fonética e voz de Joana Alegre, com André Santos nas guitarras e braguinha, a canção assume um novo arranjo e uma identidade própria. Aos poucos, porém, o transe desfaz-se. Abre-se uma fenda onde o abrigo começa a sufocar, numa tensão que revela a fragilidade do romance. A ternura vira clausura e culmina no desejo de fuga que atravessa a voz — primeiro em Noemo, e agora em Joana Alegre — nesta versão de pulso mais rock, marcada pela urgência da liberdade.

Gravado e produzido no Estúdios Canoa, com mistura e masterização de Nelson Canoa, o tema " No Bolso" estará disponível a partir de 29 de janeiro nas plataformas de streaming.

TREVO DE CORDAS AO VIVO EM BARCELOS















foto de Anita Pimenta

O quarteto Trevo de Cordas vai atuar, na noite de quinta-feira, na Igreja do Terço, em Barcelos. O concerto está inserido no ciclo de concertos triciclo, tem início às 21:30 e a entrada é livre.

Os músicos de Barcelos juntaram-se para formar uma banda com inspiração folk. Vão apresentar o álbum de estreia, composto por instrumentais épicos com cordas, percussão variada, flauta e voz.

Beatriz, Gabriela, Sara e Tiago são os responsáveis por este quarteto animado por lendas tradicionais, contos e histórias “do arco da velha”

Em fevereiro, o ciclo de concertos triciclo recebe o saxofonista matthieu ehrlacher (dia 06) e a dupla de rock francesa Moundrag (dia 20).

A programação completa está disponível em www.triciclobcl.pt

RECANTE AO VIVO NA CASA DO ALENTEJO





















Os Recante estreiam-se no dia 28 de fevereiro na Casa do Alentejo, em Lisboa, num concerto que se assume como um momento especial no percurso do projeto e que contará com a participação de uma panóplia de ilustres convidados, a anunciar em breve. A apresentação marca o arranque oficial da temporada de 2026 e afirma-se como um ponto estratégico na consolidação dos Recante enquanto proposta musical de referência no panorama nacional.

Encabeçado pela voz e interpretação de Maria João Jones, o grupo tem vindo a dar a conhecer o cancioneiro tradicional e as modas seculares alentejanas de uma forma singular, aliando a paixão pelo património imaterial do Alentejo a ambientes criados por sintetizadores e batidas energéticas. Partindo da música tradicional alentejana - dos seus modos, cadências e poéticas -, os Recante reinventam-na através de uma linguagem contemporânea, onde a eletrónica e a experimentação sonora surgem como ferramentas de expansão, nunca como substituição da identidade de raiz. A paisagem sonora criada pelo projeto dialoga com universos eletrónicos e experimentais das décadas de 1960 e 1970, assim como com abordagens mais recentes que cruzam tradição, espiritualidade e música do mundo.

“Desde o início, questionamos o que significa reinventar sem descaracterizar, criar sem romper com a raiz. Existe desde o primeiro dia, a vontade de experimentar mas também o respeito profundo pelo cancioneiro alentejano e a permanente ideia de que a tradição é um organismo vivo”. - explica Maria João Jones, voz inconfundível que lidera o projeto.

Desde a sua estreia em 2023, no Cineteatro Louletano, integrada no evento RHI-Think do Arte Institute, os Recante têm construído um percurso consistente e progressivo. Em novembro de 2023 editaram o seu primeiro EP, “As Horas que São”, e em 2024 a tour homónima percorreu várias localidades do país, dando origem a um documentário orgânico apresentado em cine-concerto nos Cinemas NOS do Fórum Algarve, numa sessão esgotada. Nesse mesmo ano, o ciclo “Em Volta Redonda” passou por palcos como o Cineteatro de Almodôvar, o Teatro Municipal de Portimão e a Fortaleza de Sagres.

Já em 2025, com a digressão “Põe-se o Sol vem a Geada”, o projeto afirmou-se em festivais e salas de referência como o Festival F, o Festival Periférico, o Teatro das Figuras e o Auditório da Música Nova, em Loulé. O ano ficou ainda marcado pela primeira atuação internacional do grupo, no Festival de Literatura de São Tomé e Príncipe, e pelo encontro em palco com o Grupo Coral Raízes do Cante, no Centro Cultural de Cuba.

É precisamente esse diálogo entre tradição e contemporaneidade que volta a acontecer na Casa do Alentejo, com a participação especial do Grupo Coral Raízes do Cante de Cuba, num momento de cruzamento entre a vertente mais tradicional do cante e a abordagem arrojada e contemporânea dos Recante. Trata-se de um encontro simbólico entre memória, território e presente, num espaço profundamente ligado à cultura alentejana.

Para a temporada de 2026, os Recante apresentam-se com uma formação que integra, para além de Maria João Jones e do multi-instrumentista, produtor e diretor musical Luís Caracinha (Alfaro), o pianista Miguel Guerreiro, que se juntou ao projeto em 2025, e o baterista Ivo Martins, cuja abordagem híbrida incorpora texturas da percussão tradicional portuguesa.

Mais do que um concerto, a apresentação de 28 de fevereiro na Casa do Alentejo assume-se como um gesto de afirmação cultural. A música que nasce do Alentejo regressa simbolicamente à sua casa, agora em contexto urbano e nacional, reforçando a dimensão identitária, patrimonial e contemporânea do projeto. O espetáculo propõe um encontro entre território, memória e contemporaneidade, num momento de escuta, proximidade e celebração da música enquanto herança viva.

Os bilhetes já se encontram à venda, com o valor de 15 euros até 31 de janeiro ou para os primeiros 50 bilhetes, passando a 18 euros em bilhete normal.

OS AZEITONAS DE REGRESSO A LISBOA

 



















Os Azeitonas regressam a Lisboa 9 anos depois da sua última apresentação para um concerto no Teatro Tivoli BBVA no dia 12 de Março, com convidados e surpresas. Os bilhetes encontram-se à venda.

Compostos por Marlon, Nena e Salsa, Os Azeitonas regressam a Lisboa passados 9 anos. A celebração acontece já em Março, num concerto especial que visitará os maiores êxitos da banda, além de várias novidades e surpresas para o público presente.

Os Azeitonas conquistaram um lugar único na cena musical portuguesa, combinando um estilo pop original, com um repertório composto temas marcantes e incontornáveis no cancioneiro nacional, como “Quem és Tu Miúda”, “Tonto de ti”, “Ray Dee Oh”, “Guitarrista do Liceu” e “Anda Comigo ver os Aviões”, que marcam gerações.

Depois de um Coliseu do Porto esgotado, é agora a vez de Lisboa. Os bilhetes para o concerto no Teatro Tivoli BBVA no dia 12 de Março têm o valor de 20€ a 50€ e estão disponíveis na Ticketline e nos locais habituais.

LISBOA
12 de Março - Teatro Tivoli BBVA
20h (portas) e espetáculo às 21h - 20€

INÊS MARQUES LUCAS NA CASA CAPITÃO















Arranca esta semana a tour de Inês Marques Lucas. Com o seu mais recente EP, intitulado “trinta”, a artista sobe ao palco da Casa Capitão esta sexta-feira (23 janeiro), seguindo-se a estreia no Teatro Municipal Matosinhos Constantino Nery (28 fevereiro), Teatro Municipal de Ourém (7 março) e festival Primavera Sound (11 junho).

Músicas mais recentes como “Não Posso Afinal”, “Saltamos Daqui” e “Elefante na Sala” juntam-se às já clássicas do repertório de Inês Marques Lucas como são o caso de “Sofá”, “Curto-Circuito” e a seminal “Do Avesso”.

Inês Marques Lucas destaque-se pela composição das suas canções, com narrativas pessoais que visam o cotidiano de aprendizagens da artista. Com uma forte presença nas redes sociais, Inês Marques Lucas, navega no indie-pop. Neste novo trabalho “trinta”, explora a ligação entre a pop e eletrónica, produzidas com verdade e essência de quem vive as histórias que conta. Designer de formação, é compositora e instrumentista, sendo responsável criativa de todo o seu projeto. Acompanhada por banda, já passou por palcos como o Coreto NOS Alive, Ageas Cooljazz ou Novas Quintas Teatro Aveirense.

Esta sexta-feira, Inês Marques Lucas sobe ao palco da Casa Capitão, com um concerto novo, onde apresenta os novos temas do EP “trinta” e revisita o seu primeiro disco.

INÊS MARQUES LUCAS AO VIVO | BILHETES

LUCAS ORTET EDITA PRIMEIRO ÁLBUM "ME & MY GUITAR"






















Fotografia: Anabela de Sousaa

Lucas Ortet acaba de editar o aguardado álbum de estreia “Me & My Guitar”, já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade centrada na voz e guitarra, o lançamento reúne as canções que o tornaram um verdadeiro fenómeno no TikTok, rede social na qual alcançaram mais de 18 milhões de visualizações. Lucas Ortet escreve, essencialmente, sobre o seu quotidiano, as suas experiências pessoais e aquilo que o rodeia.

"As minhas letras falam de amor e sobre um romance, com os seus altos e baixos. Refletem, de certa forma, como vejo as relações amorosas. Apenas uma das músicas se desvia desse tema, a última faixa do álbum, que é sobre a minha avó Aldina, daí o titulo 'Nha Aldina', que significa 'minha Aldina' em Criolo", revela Lucas Ortet. "A 'Nosso Love' é a minha perspetiva sobre a história de dois jovens apaixonados e 'Mantém Distância' é sobre um coração partido devido a uma traição e a revolta com a minha geração quando se fala em relacionamentos, por não serem levados muito a sério", conta ainda.

Com produção de Sebastian Crayn - colaborador habitual de artistas como Bárbara Bandeira, Ivandro, Maninho ou HMB -, as faixas escritas e compostas por Lucas Ortet ganham uma abordagem mais madura e polida, inspirada na música urbana brasileira, entre o R&B e a Pop, com algumas texturas de Hip-Hop.

Este era um momento há muito aguardado pelos seguidores do cantor, compositor e guitarrista, que podem agora ouvir numa versão final as músicas que conheceram através das redes sociais, entre as quais os singles 'Mantém Distância' e o mais recente 'Nosso Love'.

"Sinto-me profundamente entusiasmado com esta nova fase e por poder passar os meus originais das redes para o streaming. Estou, também, bastante aliviado por poder finalmente entregar ao meu público o que me pedem há tanto tempo e por poder aproximar-me mais ainda das pessoas que gostaram das músicas antes mesmo de as ter lançado", afirma Lucas Ortet. "Sinto um grande apoio por parte de quem acredita nas minhas músicas e na minha carreira. Quem me segue nas redes sociais pede sempre uma e outra e outra vez para que lance as canções que já apresentei online. No entanto, nem todas as músicas que estão nas minhas redes integram o álbum, mas posso prometer que serão editadas em breve", acrescenta o artista.

Acompanhado por uma experiência visual composta por vídeos que têm vindo a ser disponibilizados no YouTube do artista, "Me & My Guitar" marca o início oficial da carreira discográfica de Lucas Ortet. O álbum afirma o cantor, compositor e guitarrista português de 19 anos com ascendência angolana e cabo-verdiana, nascido e criado na Linha de Sintra como uma das vozes mais promissoras da pop portuguesa, com uma identidade autoral e uma estética orgânica.

Cantor, compositor e guitarrista, Lucas Ortet é natural de Lisboa, cresceu no Cacém, em plena Linha de Sintra, e tem ascendência angolana e cabo-verdiana. Tem na música a sua verdadeira paixão, embora estude Engenharia Mecânica no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.

Foi na infância que desenvolveu o gosto musical, inicialmente pela guitarra e, mais tarde, pelo piano. Ainda muito pequeno, pegava em todas as guitarras que encontrasse e fingia que tocava. Aos 8 anos ingressou no Conservatório de Música de Sintra, onde cultivou a sua noção musical e alcançou o 5º grau de formação. Inspirado e incentivado pelo pai, Lucas Ortet começou a escrever as suas próprias músicas com apenas 9 anos de idade. Aos 14 já publicava alguns vídeos nas redes sociais e aos 16 partilhou a primeira música original. Influenciado pela estética urbana brasileira, entre o R&B e a música Pop, Lucas Ortet escreve letras inspiradas pelo próprio quotidiano.

O ano de 2025 marca a sua estreia discográfica pela Universal Music Portugal, com o single 'Mantém Distância', bem como o agenciamento na Sons Em Trânsito. Em janeiro de 2026 é editado o álbum "Me & My Guitar". Com uma estética baseada em voz e guitarra, o longa-duração reune as músicas que se tornaram virais nas redes sociais, sobretudo no TikTok, rede social onde acumula um total de 18 milhões visualizações. "Me & My Guitar" foi produzido por Sebastian Crayn, colaborador habitual de artistas como Bárbara Bandeira, Ivandro, Maninho ou HMB. O disco marca o início do seu percurso nas plataformas de streaming e afirma Lucas Ortet como uma voz promissora da pop nacional.