segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

CELSO LANÇAM NOVO ÁLBUM A 26 DE FEVEREIRO E ATUAM NA CASA CAPITÃO A 26 DE MARÇO





















Fotografia: Ana Silvestre

"INDIECORNO" é o segundo disco da banda indie rock lisboeta, antecipado pelo single com o mesmo nome. Os bilhetes para o concerto de apresentação já estão à venda:

Os CELSO acabam de anunciar o segundo trabalho de originais, "INDIECORNO", com lançamento marcado para dia 26 de fevereiro. O sucessor de "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", de 2021, é um álbum sobre caos geracional. Escrito pela banda lisboeta e coproduzido maioritariamente com Pedro Joaquim Borges (João Borsch, NAPA), "INDIECORNO" apresenta uma nova sonoridade e uma maturidade redobrada para o grupo formado em 2017 e composto por João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria).

Nas palavras dos CELSO, "INDIECORNO" é o adjetivo que "sintetiza a experiência de uma pessoa nos seus 20s, a simplicidade parva e contundente que revela o caos geracional em que estamos. Conseguimos identificar claramente as experiências dos últimos anos da nossa vida neste álbum. Nele estão espelhadas as nossas novas ansiedades: deixar de estudar e passar a trabalhar; a decadência da nossa geração, minada pelas câmaras de eco da internet; as nossas tentativas de fuga desta realidade... "INDIECORNO" é a síntese sonora e temática de todos os indiecornos da tuga. Somos todos indiecornos e o álbum é dedicado a todos os indiecornos".

Em relação ao disco de estreia, "INDIECORNO" apresenta uma banda mais madura, que assume o controlo criativo sobre a sua obra e, assim, ganha impulso para um salto rumo a uma sonoridade renovada. Os CELSO descrevem esta fase como "um reflorescer por completo. Embora seja o nosso segundo disco, assume-se como aquele em que verdadeiramente tivemos o maior controlo da estética, produção e sonoridade. Isso deve-se, principalmente, ao facto de ter sido 100% gravado e maioritariamente produzido por nós, num processo muito cerebral em que a própria produção se mistura com a composição".

O início do universo do álbum "INDIECORNO" começou em 2023, com o single 'LUCi', que explora uma distopia digital e ultra tecnológica baseada numa realidade desconcertante. Seguiu-se 'DOPAMINADO', de 2024, canção que celebra o caos que é o mundo atual, e 'INDIECORNO', lançado no final de 2025 e descrito pelos CELSO como "uma ode autocrítica aos putos alternos. Uma celebração mordaz da cena musical nacional. Um afeto hostil a todos os nossos pares". A narrativa e a sonoridade do disco - uma mistura aguerrida de eletrónica, folk, indie e pós-punk - vai refletir-se na forma como a banda se apresenta ao vivo.

Os CELSO contam que o novo espetáculo é "mais contundente, mais estético, com uma sonoridade aprimorada que nos obriga a trazer novas soluções para o palco - o nosso vocalista João Paixão vai estar mais livre para cantar e explorar o espaço à sua volta, a qualidade do som terá maior prioridade e o concerto vai ser mais marcante. Vamos tocar o disco na íntegra mas, quem sabe, se não tocamos também alguns temas antigos".

A banda teve a oportunidade de testar o novo concerto ao vivo em setembro de 2025, quando abriram o espetáculo do grupo australiano The Cat Empire no Campo Pequeno, em Lisboa. A apresentação oficial do novo álbum, "INDIECORNO", acontece a 26 de março, na Casa Capitão, também em Lisboa. Exatamente um mês antes, o segundo disco dos CELSO será lançado em todas as plataformas digitais.

A música uniu um grupo de amigos a terminar o secundário por volta de 2017. Nasceram assim os CELSO, banda lisboeta que se assume como alternativa com toques de eletrónica, folk, indie e pós-punk, uma sonoridade que João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria) descrevem como celsofilia.

O primeiro álbum dos CELSO, "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", foi editado em 2021 e colocou a banda no mapa da cena indie, por conta de canções como 'Bate-Papo', 'Queimar Tempo', 'Rambóia' e 'Más Línguas'. Gravado e produzido maioritariamente por Artur Gomes da Costa, com mistura e masterização de Luís Montenegro, o disco deu a conhecer oito faixas sobre vários paradoxos e contra sensos sonoros e temáticos, com recurso à “portugalidade” e ao tradicional, com espaço para experimentação, ligeira galhofa e esporádica subversão. "Não Se Brinca Com Coisas Sérias" passou por palcos como o Musicbox, Capitólio, Mouco e Plano B e levou o grupo a festivais como o MIL Lisboa e a Festa do Avante.

Em 2023 os CELSO deram início a um novo universo narrativo com o single 'LUCi', uma distopia digital e ultra tecnológica baseada numa realidade desconcertante. Seguiu-se 'DOPAMINADO', de 2024, uma celebração do caos que é o mundo atual, e 'INDIECORNO', lançado em 2025 e descrito pela banda como uma ode autocrítica aos putos alternos e uma celebração mordaz da cena musical nacional. Foi com estas três canções que os CELSO deram o mote para o segundo álbum, "INDIECORNO", com lançamento a 26 de fevereiro de 2026. No segundo disco do seu percurso, a banda assume total controlo criativo sobre a sua obra e apresenta um conjunto de canções que exploram a experiência de caos geracional de uma pessoa nos seus 20s.

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