Alex D'Alva Teixeira, fotografado por Kat.
Alex D’Alva lança LIVRE, EP de inéditos com edição a 4 de fevereiro, marcando o regresso às edições em nome próprio após Não É Um Projecto (2012).
Este trabalho de inéditos, que chega agora às plataformas digitais, nasce do ímpeto de Alex D’Alva em retomar um percurso individual, permitindo a exploração de territórios criativos que, por vezes, só se revelam fora do contexto coletivo. Após mais de uma década de trabalho artístico consolidado no seio da banda D’Alva, emergiu o desejo de iniciar uma travessia de redescoberta identitária.
Um disco que explora diferentes permutações da música electrónica, traçando um triângulo transatlântico entre batidas de club europeias, o baile funk brasileiro e ritmos afro-diaspóricos. A linguagem sonora do EP oscila entre Pop-Alternativa (ex.: "CARTAS" feat. Mallina) e música experimental (ex.: "EXQUIS I").
LIVRE pensa a pista de dança como espaço de libertação e catarse, onde escapismo, corpo e movimento podem também representar formas de resistência e resiliência, influenciado por vários espaços comunitários da noite lisboeta e que têm vindo a fechar, como o Planeta Manas. A estrutura do disco sugere um arco narrativo entre a noite e o amanhecer, com "ALVOR (0.0)" a funcionar como transição sensorial entre estados.
Este novo disco marca também a estreia do artista enquanto produtor musical, assumindo pela primeira vez a construção sonora do seu trabalho autoral. Um trabalho de estúdio profundamente colaborativo, com participações de MALLINA, Maudito, Choro, Sónia Trópicos, Ecstasya, Haydenmakesmusic, IAN (Ianina Khmelik), e dos prodigiosos compositores Máximo Francisco e Gisela Mabel. Colaboração na escrita com Tota, Rita Onofre e Inês APENAS. Ou seja, apesar de se tratar de um disco a solo, foi concebido através de métodos criativos que privilegiam o diálogo artístico e a construção coletiva, mais do que fórmulas fixas de produção.
O lançamento deste EP é antecedido pelos singles “LIVRE” e “MINA (F.O.Q.Q.)”, ambos com videoclipes realizados por João Descalço. O design gráfico ficou a cargo da premiada agência Desisto de Margarida Borges, Ricardo Martins e José Mendes já as fotografias são da autoria da dupla Kat V e Ruben Branches, com styling e direção de moda de Lafayette Studio.
LIVRE poderá também ser ouvido e dançado ao vivo, já que Alex D'Alva prepara a digressão “LIVRE x BRUTA”, em parceria com Rita Onofre (no âmbito do lançamento do seu novo álbum), com datas já confirmadas: Lux Frágil (Lisboa), Maus Hábitos (Porto), Salão Brazil (Coimbra), Texas Bar (Leiria), Sociedade Harmonia Eborense (Évora) e Indieror (Chaves). A tour acontece de 26 março a 11 de abril.
BILHETES LIVRE X BRUTA JÁ DISPONÍVEIS:
26 MAR - LUX FRÁGIL, LISBOA. AQUI
27 MAR - SALÃO BRAZIL, COIMBRA. AQUI
03 ABR - MAUS HÁBITOS, PORTO. AQUI
04 ABR - INDIEROR, CHAVES. AQUI
10 ABR - TEXAS CLUB, LEIRIA. AQUI
11 ABR - SHE, ÉVORA. AQUI
Sobre Alex D'Alva:
Alex D’Alva Teixeira (Luanda, 1990) é músico, compositor e DJ luso-brasileiro ligado à Moita do Ribatejo, onde deu os primeiros passos na música.
A projeção nacional chega em 2012 com o EP Não É Um Projecto (produzido por Ben Monteiro), ponto de partida dos D’ALVA. Com #batequebate (NOS Discos, 2014), a banda atua em diversos festivais como NOS Alive e Super Bock Super Rock e entra em forte rotação na Antena 3. Em 2018, Maus Êxitos estreia-se no n.º 1 do iTunes; o single «Verdade Sem Consequência» lidera o Top A3-30 durante nove semanas. Em 2022 funda, com Ricardo Martins, o duo Algumacena e, no final do ano, edita SOMOS, terceiro álbum dos D’ALVA, com participações de Isaura, Joana Espadinha, Primeira Dama, Ana Cláudia e Cláudia Pascoal.
Como autor, participa no Festival da Canção em 2019 («Inércia», Ana Cláudia) e regressa como convidado do programa da RTP em 2020, 2021 e 2024. Assina co-autoria de canções de artistas como Miguel Ângelo, Virgul e Ana Bacalhau.
Colabora com Grada Kilomba em Opera to a Black Venus (Museu Reina Sofía) e O Barco / The Boat (MAAT, Kunsthalle Baden-Baden, Somerset House/A-54, Instituto Inhotim).
No teatro, dirige a componente musical de Bravo, 2023! (Teatro Praga), integra Fazer Uma Canção e, em 2025, Audição.
Como DJ, passou por eventos e clubes de referência, do Ageas Cool Jazz e ModaLisboa ao Planeta Manas e Lux Frágil.
Este trabalho de inéditos, que chega agora às plataformas digitais, nasce do ímpeto de Alex D’Alva em retomar um percurso individual, permitindo a exploração de territórios criativos que, por vezes, só se revelam fora do contexto coletivo. Após mais de uma década de trabalho artístico consolidado no seio da banda D’Alva, emergiu o desejo de iniciar uma travessia de redescoberta identitária.
Um disco que explora diferentes permutações da música electrónica, traçando um triângulo transatlântico entre batidas de club europeias, o baile funk brasileiro e ritmos afro-diaspóricos. A linguagem sonora do EP oscila entre Pop-Alternativa (ex.: "CARTAS" feat. Mallina) e música experimental (ex.: "EXQUIS I").
LIVRE pensa a pista de dança como espaço de libertação e catarse, onde escapismo, corpo e movimento podem também representar formas de resistência e resiliência, influenciado por vários espaços comunitários da noite lisboeta e que têm vindo a fechar, como o Planeta Manas. A estrutura do disco sugere um arco narrativo entre a noite e o amanhecer, com "ALVOR (0.0)" a funcionar como transição sensorial entre estados.
Este novo disco marca também a estreia do artista enquanto produtor musical, assumindo pela primeira vez a construção sonora do seu trabalho autoral. Um trabalho de estúdio profundamente colaborativo, com participações de MALLINA, Maudito, Choro, Sónia Trópicos, Ecstasya, Haydenmakesmusic, IAN (Ianina Khmelik), e dos prodigiosos compositores Máximo Francisco e Gisela Mabel. Colaboração na escrita com Tota, Rita Onofre e Inês APENAS. Ou seja, apesar de se tratar de um disco a solo, foi concebido através de métodos criativos que privilegiam o diálogo artístico e a construção coletiva, mais do que fórmulas fixas de produção.
O lançamento deste EP é antecedido pelos singles “LIVRE” e “MINA (F.O.Q.Q.)”, ambos com videoclipes realizados por João Descalço. O design gráfico ficou a cargo da premiada agência Desisto de Margarida Borges, Ricardo Martins e José Mendes já as fotografias são da autoria da dupla Kat V e Ruben Branches, com styling e direção de moda de Lafayette Studio.
LIVRE poderá também ser ouvido e dançado ao vivo, já que Alex D'Alva prepara a digressão “LIVRE x BRUTA”, em parceria com Rita Onofre (no âmbito do lançamento do seu novo álbum), com datas já confirmadas: Lux Frágil (Lisboa), Maus Hábitos (Porto), Salão Brazil (Coimbra), Texas Bar (Leiria), Sociedade Harmonia Eborense (Évora) e Indieror (Chaves). A tour acontece de 26 março a 11 de abril.
BILHETES LIVRE X BRUTA JÁ DISPONÍVEIS:
26 MAR - LUX FRÁGIL, LISBOA. AQUI
27 MAR - SALÃO BRAZIL, COIMBRA. AQUI
03 ABR - MAUS HÁBITOS, PORTO. AQUI
04 ABR - INDIEROR, CHAVES. AQUI
10 ABR - TEXAS CLUB, LEIRIA. AQUI
11 ABR - SHE, ÉVORA. AQUI
Sobre Alex D'Alva:
Alex D’Alva Teixeira (Luanda, 1990) é músico, compositor e DJ luso-brasileiro ligado à Moita do Ribatejo, onde deu os primeiros passos na música.
A projeção nacional chega em 2012 com o EP Não É Um Projecto (produzido por Ben Monteiro), ponto de partida dos D’ALVA. Com #batequebate (NOS Discos, 2014), a banda atua em diversos festivais como NOS Alive e Super Bock Super Rock e entra em forte rotação na Antena 3. Em 2018, Maus Êxitos estreia-se no n.º 1 do iTunes; o single «Verdade Sem Consequência» lidera o Top A3-30 durante nove semanas. Em 2022 funda, com Ricardo Martins, o duo Algumacena e, no final do ano, edita SOMOS, terceiro álbum dos D’ALVA, com participações de Isaura, Joana Espadinha, Primeira Dama, Ana Cláudia e Cláudia Pascoal.
Como autor, participa no Festival da Canção em 2019 («Inércia», Ana Cláudia) e regressa como convidado do programa da RTP em 2020, 2021 e 2024. Assina co-autoria de canções de artistas como Miguel Ângelo, Virgul e Ana Bacalhau.
Colabora com Grada Kilomba em Opera to a Black Venus (Museu Reina Sofía) e O Barco / The Boat (MAAT, Kunsthalle Baden-Baden, Somerset House/A-54, Instituto Inhotim).
No teatro, dirige a componente musical de Bravo, 2023! (Teatro Praga), integra Fazer Uma Canção e, em 2025, Audição.
Como DJ, passou por eventos e clubes de referência, do Ageas Cool Jazz e ModaLisboa ao Planeta Manas e Lux Frágil.

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