quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

BALEIA BALEIA BALEIA SERVEM “OUTRA VEZ ARROZ”


















“OUTRA VEZ ARROZ”, o novo disco de BALEIA BALEIA BALEIA, já se encontra disponível e marca o quinto lançamento do duo portuense - e o terceiro longa-duração, depois de “Baleia Baleia Baleia” (2018) e “Suicídio Comercial” (2022). Com selo da Saliva Diva e o apoio da Fundação GDA, o trabalho chega acompanhado de edição em vinil e CD, depois de a banda ter revelado no ano passado o single de avanço, “NPC”.

A dupla formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz) mantém aqui o espírito DIY que sempre os definiu, num disco que nasce da sua assinatura particular: baixo, bateria e voz como motor criativo. “OUTRA VEZ ARROZ” é BALEIA BALEIA BALEIA a entrar na meia-idade sem queimar no tacho, malandrinho no trato, agulha no tempero. A metáfora culinária atravessa todo o conceito: quando a receita é sólida, pode repetir-se todos os dias - e a banda assume que, tendo encontrado um tempero próprio, basta agora “juntar arroz”.

No alinhamento do disco, o tema de abertura, “ANTIFA AO CONTRÁRIO É OTÁRIO” (que conta com participações de Scúru Fitchádu [Marcus Veiga], EVAYA [Beatriz Bronze] e do Coro Informal Antifa), estabelece desde o início o carácter crítico e provocatório do álbum. Em “AUTO-EXTINÇÃO” e “SUPER-AGROBETO”, a banda assume o humor como arma afiada. Já “NPC”, o single previamente lançado, explora o niilismo contemporâneo estimulado pelo pára-arranca típico do duo. Entre estas tensões surgem ainda temas como “DEIXA O FRIO ENTRAR” e “HEDONINHO”, onde a banda polvilha um horizonte duro com fragilidade, prazer e pequenas aberturas de luz. “SOBRESTIMULADOS” e “VAI CHAMAR-SE OVERTHINKING, OU SE CALHAR NÃO, TALVEZ SEJA MELHOR UM TÍTULO EM PORTUGUÊS” refletem sobre a vida sem descanso, e a faixa que dá nome ao álbum, “OUTRA VEZ ARROZ”, oferece uma pequena pausa instrumental para respirar feedbacks e outros barulhos.

“OUTRA VEZ ARROZ”, o novo disco de BALEIA BALEIA BALEIA, já se encontra disponível e marca o quinto lançamento do duo portuense - e o terceiro longa-duração, depois de “Baleia Baleia Baleia” (2018) e “Suicídio Comercial” (2022). Com selo da Saliva Diva e o apoio da Fundação GDA, o trabalho chega acompanhado de edição em vinil e CD, depois de a banda ter revelado no ano passado o single de avanço, “NPC”

A dupla formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz) mantém aqui o espírito DIY que sempre os definiu, num disco que nasce da sua assinatura particular: baixo, bateria e voz como motor criativo. “OUTRA VEZ ARROZ” é BALEIA BALEIA BALEIA a entrar na meia-idade sem queimar no tacho, malandrinho no trato, agulha no tempero. A metáfora culinária atravessa todo o conceito: quando a receita é sólida, pode repetir-se todos os dias - e a banda assume que, tendo encontrado um tempero próprio, basta agora “juntar arroz”.

No alinhamento do disco, o tema de abertura, “ANTIFA AO CONTRÁRIO É OTÁRIO” (que conta com participações de Scúru Fitchádu [Marcus Veiga], EVAYA [Beatriz Bronze] e do Coro Informal Antifa), estabelece desde o início o carácter crítico e provocatório do álbum. Em “AUTO-EXTINÇÃO” e “SUPER-AGROBETO”, a banda assume o humor como arma afiada. Já “NPC”, o single previamente lançado, explora o niilismo contemporâneo estimulado pelo pára-arranca típico do duo. Entre estas tensões surgem ainda temas como “DEIXA O FRIO ENTRAR” e “HEDONINHO”, onde a banda polvilha um horizonte duro com fragilidade, prazer e pequenas aberturas de luz. “SOBRESTIMULADOS” e “VAI CHAMAR-SE OVERTHINKING, OU SE CALHAR NÃO, TALVEZ SEJA MELHOR UM TÍTULO EM PORTUGUÊS” refletem sobre a vida sem descanso, e a faixa que dá nome ao álbum, “OUTRA VEZ ARROZ”, oferece uma pequena pausa instrumental para respirar feedbacks e outros barulhos.

A sonoridade do disco revisita, sem nostalgia gratuita, o rock alternativo dos anos 90, expandindo-o para territórios que cruzam caos, ironia e energia performativa. O grunge ganha novas torções, o punk recebe efeitos improváveis, e a sátira convive com a crítica social que marca a escrita da banda. É uma continuação assumida de um percurso que os tem levado a palcos por todo o país e além-fronteiras: Espanha, Irlanda, Bélgica e Brasil já receberam o seu espetáculo, reconhecido pela intensidade e pela relação direta com o público.

No plano técnico, “OUTRA VEZ ARROZ” foi totalmente criado pela própria banda: música e letra de BALEIA BALEIA BALEIA, bateria e voz de Ricardo Cabral, baixo e voz de Manuel Molarinho. A captação ficou a cargo de Ricardo Cabral e Bruno Barroso, sendo este último também responsável pela masterização. A mistura foi assinada por Ricardo Cabral e o artwork por Francisca Sousa. A produção é inteiramente da dupla.

“OUTRA VEZ ARROZ” reafirma BALEIA BALEIA BALEIA como uma das bandas mais ativas e singulares do panorama nacional, fiéis ao DIY e à sua permanente capacidade de transformar caos, humor e crítica em música visceral.A sonoridade do disco revisita, sem nostalgia gratuita, o rock alternativo dos anos 90, expandindo-o para territórios que cruzam caos, ironia e energia performativa. O grunge ganha novas torções, o punk recebe efeitos improváveis, e a sátira convive com a crítica social que marca a escrita da banda. É uma continuação assumida de um percurso que os tem levado a palcos por todo o país e além-fronteiras: Espanha, Irlanda, Bélgica e Brasil já receberam o seu espetáculo, reconhecido pela intensidade e pela relação direta com o público.

No plano técnico, “OUTRA VEZ ARROZ” foi totalmente criado pela própria banda: música e letra de BALEIA BALEIA BALEIA, bateria e voz de Ricardo Cabral, baixo e voz de Manuel Molarinho. A captação ficou a cargo de Ricardo Cabral e Bruno Barroso, sendo este último também responsável pela masterização. A mistura foi assinada por Ricardo Cabral e o artwork por Francisca Sousa. A produção é inteiramente da dupla.

“OUTRA VEZ ARROZ” reafirma BALEIA BALEIA BALEIA como uma das bandas mais ativas e singulares do panorama nacional, fiéis ao DIY e à sua permanente capacidade de transformar caos, humor e crítica em música visceral.

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