Fotografia de Diogo Rodrigues
Os Macacos do Chinês (MDC) continuam a afirmar o seu regresso com o lançamento de “Desta Vez”, novo single editado hoje que sucede a “´96”, tema que marcou o primeiro lançamento de originais da banda, após quase 15 anos de hiato, e que foi nomeado por vários meios como um dos melhores temas do ano 2025.
“Desta Vez” é uma ode à ambição, aos sonhos e à coragem desmedida. Um tema que reforça a identidade dos MDC enquanto coletivo progressista, atento ao presente e projetado no futuro, onde palavra, ritmo e fusão sonora continuam a ser território de risco e afirmação.
Os Macacos do Chinês têm estado em estúdio a trabalhar em novos originais, que irão dar origem a um EP com edição prevista para esta primavera, consolidando esta nova etapa criativa.
O ponto de partida para o reencontro dos Macacos do Chinês aconteceu em julho passado, com o concerto no Festival NOS Alive, considerado pelo Expresso/BLITZ como o melhor concerto nacional desta edição. Esse momento funcionou como um aquecimento para tudo o que o coletivo de hip hop ainda tem para revelar. Em novembro, encheram o Lux Frágil, em Lisboa, num concerto em nome próprio, assinalando um verdadeiro regresso ao futuro de uma das bandas mais singulares da música nacional.
Este é apenas o início: os Macacos do Chinês prometem que 2026 trará muitas novidades, novos caminhos e mais música para continuar a empurrar o coletivo para a frente.
SOBRE OS MACACOS DO CHINÊS:
Formados em 2007, os Macacos do Chinês são Alx (Alexandre Talhinhas – guitarra e voz), Apache (André Pinheiro – percussão, programações, baixo, teclas e sopro), Pité (MC e letras) e Drupez (MC e letras) .
A fusão sempre foi o eixo central da sua criação: a língua portuguesa e a guitarra, a influência do universo cultural do Reino Unido (grime, bass culture) e a fluidez do crioulo coexistem numa linguagem própria, que permanece atual e relevante.
Apesar de uma carreira interrompida, os MDC deixaram marca com dois álbuns — “Ruídos Reais” e “Vida Louca” —, uma mixtape (“Mixtape do C#&-#”*) e temas emblemáticos como “Rolling na Reboleira”, “Plutão”, “Lázaro”, “Selva” e “Saudade”.
Em novembro do ano passado, regressaram aos lançamentos de originais com “´96”, nomeado com uma das melhores músicas do ano por vários meios, como as rádios Antena3 e Oxigénio.
“Desta Vez” é uma ode à ambição, aos sonhos e à coragem desmedida. Um tema que reforça a identidade dos MDC enquanto coletivo progressista, atento ao presente e projetado no futuro, onde palavra, ritmo e fusão sonora continuam a ser território de risco e afirmação.
Os Macacos do Chinês têm estado em estúdio a trabalhar em novos originais, que irão dar origem a um EP com edição prevista para esta primavera, consolidando esta nova etapa criativa.
O ponto de partida para o reencontro dos Macacos do Chinês aconteceu em julho passado, com o concerto no Festival NOS Alive, considerado pelo Expresso/BLITZ como o melhor concerto nacional desta edição. Esse momento funcionou como um aquecimento para tudo o que o coletivo de hip hop ainda tem para revelar. Em novembro, encheram o Lux Frágil, em Lisboa, num concerto em nome próprio, assinalando um verdadeiro regresso ao futuro de uma das bandas mais singulares da música nacional.
Este é apenas o início: os Macacos do Chinês prometem que 2026 trará muitas novidades, novos caminhos e mais música para continuar a empurrar o coletivo para a frente.
SOBRE OS MACACOS DO CHINÊS:
Formados em 2007, os Macacos do Chinês são Alx (Alexandre Talhinhas – guitarra e voz), Apache (André Pinheiro – percussão, programações, baixo, teclas e sopro), Pité (MC e letras) e Drupez (MC e letras) .
A fusão sempre foi o eixo central da sua criação: a língua portuguesa e a guitarra, a influência do universo cultural do Reino Unido (grime, bass culture) e a fluidez do crioulo coexistem numa linguagem própria, que permanece atual e relevante.
Apesar de uma carreira interrompida, os MDC deixaram marca com dois álbuns — “Ruídos Reais” e “Vida Louca” —, uma mixtape (“Mixtape do C#&-#”*) e temas emblemáticos como “Rolling na Reboleira”, “Plutão”, “Lázaro”, “Selva” e “Saudade”.
Em novembro do ano passado, regressaram aos lançamentos de originais com “´96”, nomeado com uma das melhores músicas do ano por vários meios, como as rádios Antena3 e Oxigénio.

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