O Festival Clap Your Hands, que em 2026 tem a sua oitava edição, reafirma-se como um espaço privilegiado de celebração da nova música portuguesa, da diversidade estética e do encontro entre artistas de diferentes geografias nacionais.
Com a assinatura conjunta da Fade In – Associação de Acção Cultural e da Omnichord, o Clap Your Hands distingue-se por juntar, na mesma noite e no mesmo palco, projetos emergentes e nomes já consolidados, cruzando propostas artísticas de todo o país com músicos sediados na cidade e região de Leiria. O resultado é um festival atento ao presente, plural nas linguagens e profundamente enraizado no território.
A edição deste ano arrancou a 13 de março, na Blackbox, com os concertos de Mães Solteiras e Albatroz, numa noite de casa cheia que confirmou, uma vez mais, a forte ligação do público ao festival e à nova música nacional.
Inicialmente previsto para fevereiro, o concerto de abertura com Noiserv e Grutera foi reagendado para o verão, na sequência da tempestade Kristin, passando agora a realizar-se no dia 24 de julho, no Teatro Miguel Franco.
Até lá, o Clap Your Hands vai ter mais duas noites que espelham a diversidade e a vitalidade da criação contemporânea em Portugal.
No dia 18 de abril, o Teatro Miguel Franco recebe os Expresso Transatlântico e Stone Dead. Os primeiros têm vindo a destacar-se pela forma como reinventam a música de raiz portuguesa, cruzando tradição e contemporaneidade com uma energia muito própria. Já os Stone Dead vão mostrar-nos ao vivo as maravilhosas canções do álbum Milk e a profunda revolução sonora que se deu no seio da banda alcobacense.
A 15 de maio, a Blackbox acolhe Bia Maria + Coro Local e Gisela Mabel, duas artistas que têm vindo a conquistar espaço com linguagens muito pessoais. Bia Maria destaca-se pela escrita em português e pela delicadeza interpretativa que cruza influências do jazz e da canção, e irá tocar em conjunto com um coro local, enquanto Gisela Mabel explora territórios mais etéreos e experimentais, numa abordagem sensível e contemporânea à composição.
Lembramos que ao longo das suas edições, o Clap Your Hands tem dado palco a alguns dos nomes mais relevantes e estimulantes da música portuguesa dos nossos dias. Pelo festival já passaram artistas como Ana Lua Caiano, iolanda, Fado Bicha, PAUS, Cabrita, Lavoisier, Conjunto Corona, Joana Espadinha, Cassete Pirata, Tomara, A Jigsaw, O Gajo, Wipeout Beat, She Pleasures Herself, Mike El Nite, Ermo, Eden Synthetic Corps, Fugly, Nerve, Luís Severo, Benjamim, The Twist Connection, Ghost Hunt, Cave Story e Surma, entre muitos outros.
Mais do que um ciclo de concertos, o Clap Your Hands afirma-se como um observatório ativo da música feita no nosso país, promovendo a descoberta, o diálogo artístico e a valorização da criação nacional contemporânea.
https://www.instagram.com/omnichord.pt/
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https://www.instagram.com/fadeinleiria/
Com a assinatura conjunta da Fade In – Associação de Acção Cultural e da Omnichord, o Clap Your Hands distingue-se por juntar, na mesma noite e no mesmo palco, projetos emergentes e nomes já consolidados, cruzando propostas artísticas de todo o país com músicos sediados na cidade e região de Leiria. O resultado é um festival atento ao presente, plural nas linguagens e profundamente enraizado no território.
A edição deste ano arrancou a 13 de março, na Blackbox, com os concertos de Mães Solteiras e Albatroz, numa noite de casa cheia que confirmou, uma vez mais, a forte ligação do público ao festival e à nova música nacional.
Inicialmente previsto para fevereiro, o concerto de abertura com Noiserv e Grutera foi reagendado para o verão, na sequência da tempestade Kristin, passando agora a realizar-se no dia 24 de julho, no Teatro Miguel Franco.
Até lá, o Clap Your Hands vai ter mais duas noites que espelham a diversidade e a vitalidade da criação contemporânea em Portugal.
No dia 18 de abril, o Teatro Miguel Franco recebe os Expresso Transatlântico e Stone Dead. Os primeiros têm vindo a destacar-se pela forma como reinventam a música de raiz portuguesa, cruzando tradição e contemporaneidade com uma energia muito própria. Já os Stone Dead vão mostrar-nos ao vivo as maravilhosas canções do álbum Milk e a profunda revolução sonora que se deu no seio da banda alcobacense.
A 15 de maio, a Blackbox acolhe Bia Maria + Coro Local e Gisela Mabel, duas artistas que têm vindo a conquistar espaço com linguagens muito pessoais. Bia Maria destaca-se pela escrita em português e pela delicadeza interpretativa que cruza influências do jazz e da canção, e irá tocar em conjunto com um coro local, enquanto Gisela Mabel explora territórios mais etéreos e experimentais, numa abordagem sensível e contemporânea à composição.
Lembramos que ao longo das suas edições, o Clap Your Hands tem dado palco a alguns dos nomes mais relevantes e estimulantes da música portuguesa dos nossos dias. Pelo festival já passaram artistas como Ana Lua Caiano, iolanda, Fado Bicha, PAUS, Cabrita, Lavoisier, Conjunto Corona, Joana Espadinha, Cassete Pirata, Tomara, A Jigsaw, O Gajo, Wipeout Beat, She Pleasures Herself, Mike El Nite, Ermo, Eden Synthetic Corps, Fugly, Nerve, Luís Severo, Benjamim, The Twist Connection, Ghost Hunt, Cave Story e Surma, entre muitos outros.
Mais do que um ciclo de concertos, o Clap Your Hands afirma-se como um observatório ativo da música feita no nosso país, promovendo a descoberta, o diálogo artístico e a valorização da criação nacional contemporânea.
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