SÁBADO 2 MAIO / 22H
Cinna Peyghamy ← Mariana Pinho
Mariana Pinho é uma artista sonora e investigadora interdisciplinar. A sua pesquisa e prática têm estado ligadas à ecologia e ao som. Nas suas performances explora meios electro-acústicos, sintetizadores modulares e objectos sonoros auto-construídos.
SÁBADO 9 MAIO / 22H
Steve Gunn apresenta Daylight Daylight ← Martim Beles
.A música de Martim Beles - artista que acaba de lançar o seu EP de estreia - movimenta-se entre o Indie-folk. Apresenta quer canções mais íntimas, quer canções de crítica social e pessoal, acompanhadas de guitarras influenciadas pela sua fixação na sonoridade dos anos 60, juntamente com exageradas layers de sintetizador.
SEXTA 15 MAIO / 22H
Rita Braga apresenta Fado Tropical ← Inóspita
Rita Braga tem feito carreira em reformular cancioneiros. O seu novo álbum, Fado Tropical, resulta de uma busca por temas esquecidos, dos primórdios do fado, que renascem agora com cores que lhes servem para o presente. Os arranjos com ukelele, marimba, vibrafone, violoncelo, saxofone e o uso de sons concretos tornam este fado num lugar encantatório. O fado, música de raiz, pode aqui viver um lado burlesco, teatral, em que nada parece desajustado, apenas reintegrado no aqui e hoje. O novo álbum será apresentado na companhia de Rui Rodrigues, na percussão, e João Cabrita, no saxofone.
Inóspita, alter ego da lisboeta Inês Matos, é a procura de um compromisso com o formato da canção e de uma abordagem própria ao seu instrumento, privilegiando a narrativa melódica apenas à guitarra
DOMINGO 17 MAIO / 19H / ZDB 8 MARVILA
NU NO — Canto Ventríloquo
Trata–se de comunicar a inquietante estranheza da língua. A voz emanada do amplificador carece do timbre corpóreo distintivo da voz humana natural. A partir dos fragmentos do sentido, é precisamente no maquinismo, num ponto de ruptura, que se formula então, de súbito, a nostalgia da comunicação.
É assim que NU NO, ou Nuno Marques Pinto, expressa a natureza de ‘Canto Ventríloquo’, álbum que apresentará - em formato peça-concerto - na ZDB 8 Marvila, na sequência de uma residência artística nesse mesmo espaço. Seguindo-se a registos como ‘Turva Lingua’ ou ‘Invenção Única’, neste seu novo álbum editado pela francesa La République des Granges, NU NO continua o seu processo de disrupção das lógicas canónicas e formais da linguagem, onde o corpo se faz voz para daí assumir uma multiplicidade de significantes e significados, sob a forma de repetições obsessivas, urros, palatos rítmicos, processamento, corte e colagem, canto
SÁBADO 9 MAIO / 22H
Steve Gunn apresenta Daylight Daylight ← Martim Beles
.A música de Martim Beles - artista que acaba de lançar o seu EP de estreia - movimenta-se entre o Indie-folk. Apresenta quer canções mais íntimas, quer canções de crítica social e pessoal, acompanhadas de guitarras influenciadas pela sua fixação na sonoridade dos anos 60, juntamente com exageradas layers de sintetizador.
SEXTA 15 MAIO / 22H
Rita Braga apresenta Fado Tropical ← Inóspita
Rita Braga tem feito carreira em reformular cancioneiros. O seu novo álbum, Fado Tropical, resulta de uma busca por temas esquecidos, dos primórdios do fado, que renascem agora com cores que lhes servem para o presente. Os arranjos com ukelele, marimba, vibrafone, violoncelo, saxofone e o uso de sons concretos tornam este fado num lugar encantatório. O fado, música de raiz, pode aqui viver um lado burlesco, teatral, em que nada parece desajustado, apenas reintegrado no aqui e hoje. O novo álbum será apresentado na companhia de Rui Rodrigues, na percussão, e João Cabrita, no saxofone.
Inóspita, alter ego da lisboeta Inês Matos, é a procura de um compromisso com o formato da canção e de uma abordagem própria ao seu instrumento, privilegiando a narrativa melódica apenas à guitarra
DOMINGO 17 MAIO / 19H / ZDB 8 MARVILA
NU NO — Canto Ventríloquo
Trata–se de comunicar a inquietante estranheza da língua. A voz emanada do amplificador carece do timbre corpóreo distintivo da voz humana natural. A partir dos fragmentos do sentido, é precisamente no maquinismo, num ponto de ruptura, que se formula então, de súbito, a nostalgia da comunicação.
É assim que NU NO, ou Nuno Marques Pinto, expressa a natureza de ‘Canto Ventríloquo’, álbum que apresentará - em formato peça-concerto - na ZDB 8 Marvila, na sequência de uma residência artística nesse mesmo espaço. Seguindo-se a registos como ‘Turva Lingua’ ou ‘Invenção Única’, neste seu novo álbum editado pela francesa La République des Granges, NU NO continua o seu processo de disrupção das lógicas canónicas e formais da linguagem, onde o corpo se faz voz para daí assumir uma multiplicidade de significantes e significados, sob a forma de repetições obsessivas, urros, palatos rítmicos, processamento, corte e colagem, canto

Sem comentários:
Enviar um comentário