quinta-feira, 21 de maio de 2026

LOTO RECUPERAM CATÁLOGO HISTÓRICO E CHEGAM AO STREAMING PELA PRIMEIRA VEZ














Durante mais de duas décadas, ouvir os Loto implicava procurar CDs esquecidos, vinis guardados em prateleiras ou ficheiros partilhados entre quem os acompanhou nos anos 2000. Numa era anterior ao streaming, grande parte da obra do grupo ficou fora das novas formas de escuta e descoberta musical. Isso muda agora.

Pela primeira vez, toda a discografia dos Loto chega às plataformas digitais, recuperando uma das obras mais originais da pop electrónica portuguesa da primeira metade dos anos 2000.

"Parece que houve toda uma vida entre o final dos Loto e hoje. Passaram-se 20 anos desde o último disco e 16 desde o último concerto. Com excepção dos velhos CDs, não deixámos forma de passar a nossa discografia para ficar na escuta de quem fosse. Enterrámos a nossa música numa cápsula do tempo e, há alguns meses, decidimos que seria hora de a abrir. Se calhar tínhamos só saudades nossas"

LOTO

Uma discografia completa, finalmente acessível

O lançamento inclui o EP Swinging on a Star, os álbuns The Club (2004) e Beat Riot (2006), e We Love You (2005), edição de remisturas de The Club. Junta-se-lhe We Love You Too, novo volume com remisturas de Beat Riot nunca antes disponibilizadas, e um álbum de novas versões gravadas ao vivo este ano.

Formados no final dos anos 90 em Alcobaça por Ricardo Coelho, JT e Pedrosa, os Loto tornaram-se um dos nomes mais relevantes da música electrónica portuguesa do período. Depois do impacto inicial de Good Feeling, foi com Back to Discos — retirado de The Club — que a banda alcançou o topo do airplay nacional e consolidou um percurso singular dentro da pop portuguesa.

The Club foi produzido pelos próprios Loto e por Armando Teixeira, e masterizado por Nilesh Patel (nome associado a trabalhos com Chemical Brothers, Daft Punk, Air, Pulp e Pet Shop Boys). O disco tornou-se uma referência da pop nacional daquele período e ajudou a consolidar a chamada "Madbaça", expressão que ficou associada à inesperada efervescência musical saída de Alcobaça nos anos 2000.

Em 2006, Beat Riot contou com colaborações de Peter Hook (Joy Division, New Order) e Del Marquis (Scissor Sisters). Ao longo de sete anos, a banda editou três álbuns, realizou mais de 400 concertos e passou por praticamente todos os grandes festivais portugueses, Paredes de Coura, Sudoeste, Super Bock Super Rock, Alive, partilhando palco com New Order, Scissor Sisters, Black Eyed Peas, The Hives, MGMT e Vampire Weekend. A banda encerrou actividade em 2010.

O grupo não descarta um regresso especial aos palcos, sobre o qual serão divulgados detalhes em breve. O formato, ainda a ser definido, deverá revisitar o universo clubbing e electrónico dos anos 2000 através de novas versões do repertório.

SARDINHAS COM BIGODES COM NOVO EP





















As Sardinhas com Bigodes apresentam o seu mais recente trabalho, “PUTOS A CRESCER”, um EP com seis temas que explora a sonoridade indie folk com a identidade portuguesa. Dos bairros de Lisboa nasce uma viagem melódica que une as raízes da música tradicional portuguesa com
sonoridades modernas.

"Mil Escadinhas” é o primeiro single que serve de porta de entrada para este universo. A canção celebra a infância vivida no bairro do Castelo, onde a rua era a extensão da casa e o cenário ideal de liberdade para "errar e aprender".

Este trabalho destaca-se por uma panóplia de harmonias de vários instrumentos que vão desde a percussão tradicional portuguesa, cavaquinho e acordeão, até aos sopros, bateria, baixo, guitarras e teclas.

“PUTOS A CRESCER” estará disponível em todas as plataformas digitais a 29 de Maio.

ZIGURFEST REVELA CARTAZ





















Festival acontece entre 20 e 22 de agosto e tem entrada livre; cartaz cruza comunidade e alguns dos nomes essenciais da música nacional

O ZigurFest regressa a Lamego entre 20 e 22 de agosto de 2026 e já revelou o cartaz para uma edição que volta a afirmar o festival como espaço de descoberta, encontro e exploração. Com entrada livre, o evento ocupa novamente os lugares que lhe deram identidade — Teatro Ribeiro Conceição, Rua da Olaria, Alameda e Bairro da Ponte — transformando as ruas da cidade em palco para três dias de concertos, residências e experiências partilhadas.

O cartaz de 2026 reúne propostas que atravessam diferentes geografias sonoras e linguagens artísticas, espelhando as inquietações e possibilidades do presente. Estão confirmados Aires e Dan Iro, com o seu ambient imersivo; a subversão minimalista de Plano Trifásico; a música celebratória de La Familia Gitana; e Vasco Alves, que estará em residência artística na cidade com foco na exploração psicoacústica de diversos espaços de Lamego.

A programação inclui ainda o encontro da imprevisível Tribo Improviso (dirigida por Bá Álvares com os utentes da Associação Portas Prá Vida) com Dora Vieira e David Machado, bem como a energia de Mangualde e Prado, a introspeção de Riva Mut, o rock em forma de canção das Lesma, o punk descomprometido de Clarisse e os Desviados, o rock feérico dos Alomorfia e a libertação sónica dos KIK.

Mais do que um alinhamento de concertos, o ZigurFest mantém a aposta numa experiência construída a partir da comunidade e do encontro entre artistas, público e cidade. A organização reforça também o compromisso de continuar a fazer do festival um espaço seguro de diversidade, inclusão e respeito, convidando o público a participar numa celebração onde a música serve de ponto de partida para a partilha e a descoberta.

A edição de 2026 assinala ainda um momento de transição para o festival, anunciada como a última vez em que o ZigurFest acontece apenas no pico do verão, deixando em aberto novos caminhos para o futuro.

O programa completo será anunciado nas próximas semanas. A entrada é livre.

O SIMPLESMENTE E LUTO JUNTOS EM SINGLE





















fotografia por Carolina Parente

“desenho novo” é o novo single de O Simples Mente, projeto artístico de Leo Amorim, em colaboração com luto, alter ego musical de Fred Severo. Editado em parceria entre a Biruta Records e a Trash Cat Records, o tema marca mais um passo na nova fase criativa do artista natural de Viana do Castelo, enquanto prepara o seu álbum de estreia.

A canção nasce de uma reflexão sobre liberdade, inquietação e a sensação persistente de nunca se estar completamente satisfeito. Entre a procura por outro caminho, outra forma de estar ou outra versão de si mesmo, “desenho novo” fala desse impulso constante de recomeço — a vontade de redesenhar o presente quando aquilo que existe já não parece suficiente.

Ao longo do tema, a voz de O Simples Mente cruza-se com as linhas de baixo de Fred Severo, que acompanham a música de forma contínua, quase como uma conversa paralela. Entre o baixo e o flow de OSM cria-se uma lógica subtil de pergunta-resposta, dando corpo à tensão interna que atravessa a canção: o desejo de avançar, mesmo quando não se sabe exatamente para onde.

O single é acompanhado por um vídeo live simples e intimista, no qual O Simples Mente surge a cantar enquanto, em segundo plano, duas pessoas jogam ping-pong. A peça homenageia uma pequena “tribo” de Barcelona que se junta em torno do jogo, num espírito comunitário semelhante ao da cultura skate.

A capa do single foi criada a partir de um quadro original de Guilherme Conde, pintado em diálogo direto com o universo emocional do tema.

“desenho novo” já se encontra disponível nas principais plataformas digitais e no Bandcamp da Biruta Records.

O Simples Mente é o projeto artístico de Leo Amorim, artista e produtor natural de Viana do Castelo. A sua música nasce de uma escrita íntima e observacional, onde a palavra funciona como escape ao overthinking e como ferramenta de autoexploração. Desde a estreia em 2019 com “Girassol”, tem construído um percurso marcado pela experimentação entre hip-hop, lo-fi e pop alternativo, com edições como “Vino Blanco at 4AM”, com Leexo, e “O Puto”, com Marrquise.

Em 2025, iniciou uma nova fase ao integrar a Biruta Records, onde editou o EP de estreia a solo “ATROPELEI-ME”. O trabalho inclui singles como “QUANTOS QUERES” e “VENTOSO”, que conquistaram espaço em algumas rádios nacionais e ajudaram a alargar o alcance do projeto. Enquanto prepara o álbum de estreia, O Simples Mente continua a editar singles em nome próprio e a colaborar com outros artistas, como intérprete e produtor.

LUIZ CARACOL HOMENAGEIA JOSÉ MÁRIO BRANCO





















No próximo dia 25 de maio, data do aniversário de José Mário Branco, Luiz Caracol edita uma nova versão de “Eu Vi Este Povo a Lutar”, numa sentida homenagem a uma das figuras maiores da música e da intervenção cultural portuguesa.

Mais do que revisitar uma canção emblemática, esta edição propõe um encontro contemporâneo com uma obra que continua profundamente viva no imaginário coletivo português. Produzida e gravada por Luiz Caracol e Rui Pedro Pity, a nova interpretação apresenta um arranjo moderno e pessoal, respeitando a força original da composição enquanto lhe acrescenta uma nova dimensão estética e emocional. A mistura e masterização ficaram a cargo de Ivo Costa (Bateu Matou).

Para Luiz Caracol, esta homenagem nasce de uma relação profunda com a obra de José Mário Branco:

“Há canções que não se escolhem. Que chegam antes de qualquer decisão, enraizadas em qualquer coisa que está dentro de nós antes mesmo de sabermos o seu nome. “Eu vi este povo a lutar”, de José Mário Branco, é uma dessas canções para mim.
JMB foi — e continua a ser — uma referência incontornável. Não apenas pela força política e humana da sua obra, pelo modo como soube transformar a resistência em beleza e a luta em poesia, mas também pela sofisticação com que construiu o seu universo sonoro. Os seus arranjos, a sua visão, a sua estética, a sua recusa em simplificar — tudo isso moldou profundamente a forma como entendo a música e o que ela pode ser.
Esta gravação nasce desse lugar de admiração e dívida. Eu e Rui Pedro Pity quisemos fazer uma versão com um forte cunho pessoal — não apenas mais uma interpretação, mas um encontro sentido e verdadeiro com a canção. Um arranjo elaborado e moderno, gravado na íntegra pelos dois, onde cada escolha é um gesto de escuta e de homenagem. A mistura e masterização ficaram a cargo de Ivo Costa (Bateu Matou), que soube preservar e ampliar tudo o que queríamos dizer.
Há muito que queria fazer isto. Pois era uma dívida antiga, agora paga com o maior dos respeitos e a maior das admirações.”
— Luiz Caracol

A edição é também acompanhada por um testemunho de Pedro Branco, filho mais velho de José Mário Branco, que sublinha a dimensão afetiva e artística desta recriação:

“Uma versão não é apenas uma nova interpretação. É uma homenagem feita da pele do que somos feitos, do tempo que damos ao namoro da obra, do lugar que escolhemos para, numa forma muito própria nossa, dizermos: Eis como me quero incluir na tua canção. “Eu vi este povo lutar”, uma canção feita de força, de bombos e de rua, transforma-se, agora, na mão dada que o Luiz resolve dar ao Zé Mário. É assim que te quero cantar, meu Mestre. Desta forma minha de saborear e de pintar a existência, a luta, os grandes valores da nossa passagem por esta vida. Obrigado, Luiz, por teres tido esta ousadia e teres conseguido tatuar, de uma forma tão tua, o teu nome nesta fundamental canção das nossas vidas.”

— Pedro Branco

MARIANA ALEIXO LANÇA DISCO DE ESTREIA





















Mariana Aleixo apresenta “Génese”, o álbum de estreia da artista. Composto por 11 temas originais escritos, compostos e produzidos pela própria artista, o disco chega como um projeto conceptual centrado na transformação emocional, na identidade e na emancipação feminina.

Natural de Coimbra, Mariana Aleixo tem vindo a construir uma linguagem artística própria, entre a intimidade, vulnerabilidade e força. Em “Génese”, essa identidade ganha forma através de uma fusão entre pop contemporâneo e referências à música portuguesa e ibérica, cruzando elementos de fado, flamenco, ritmos africanos, latinos e música popular portuguesa.

Mais do que um conjunto de canções, “Génese” funciona como uma narrativa contínua. Ao longo do álbum, cada faixa representa uma etapa de um percurso de consciencialização, ruptura e reconstrução pessoal. Através de uma escrita simbólica e visual, Mariana aborda temas como abuso emocional, dependência, repressão, perda de identidade, autonomia e libertação, refletindo sobre estruturas culturais e emocionais ainda profundamente presentes no contexto doméstico e relacional.

A nível sonoro, o disco acompanha essa narrativa através de contrastes entre delicadeza e intensidade, tradição e contemporaneidade. A voz assume um papel central, conduzindo um universo musical que procura unir diferentes referências culturais presentes em Portugal, sem perder o carácter íntimo e confessional da composição.

Sobre o álbum, Mariana Aleixo explica: “O objetivo deste projeto é quebrar tabus e trazer este tema para cima da mesa, para que quem já foi vítima de abuso e violência dentro do lugar, ou da pessoa, a que chama casa, não se sinta sozinho. Há que desconstruir, especialmente, o ideal romântico que se está a voltar a popularizar em torno da dependência e submissão da mulher.”

“Génese” representa o primeiro capítulo discográfico da artista e apresenta Mariana Aleixo como uma nova autora e produtora a acompanhar no panorama nacional, apostando numa construção artística coerente, conceptual e profundamente pessoal.

SÉRGIO GODINHO PREMIADO PELA SPA

 



















Por ocasião do "Dia do Autor Português" e da celebração do 101º aniversário da Sociedade Portuguesa de Autores, Sérgio Godinho será agraciado com o "Prémio Vida e Obra" em cerimónia a decorrer naquela instituição no próximo dia 22 de Maio.

Uma distinção atribuída pelos pares àquele que é há muito apelidado de "o escritor de canções". Com mais de cinco décadas de actividade criativa, Sérgio Godinho publicou até à data mais três dezenas de registos discográficos, entre discos de originais, ao vivo e em colaboração. Mais recentemente, a par da sua actividade em palco, a sua atenção tem-se focado na escrita ficcional, com a publicação de títulos em diversos géneros literários, como a poesia, o romance ou os contos.

O "Prémio Vida e Obra" enaltece, como alguns outros recebidos nos últimos anos, a vitalidade criativa de Sérgio Godinho e a importância que a sua obra representa enquanto testemunho do quotidiano nacional de mais de meio século.

Aliás, testemunho de que a sua inquietude se mantém, é de já atingidas as oito décadas de vida manter uma agenda profissional profícua, dividindo-se entre os concertos, as apresentações literárias e a escrita, estando previsto para o último trimestre deste ano a publicação de um novo livro.

Na companhia de "Os Assessores", a banda que o acompanha há mais de duas décadas, irá no próximo mês de Junho subir ao palco de três dos festivais que marcam o início do Verão: em Ílhavo, no dia 6, no Festival Rádio Faneca, em que contará com a participação de Samuel Úria; no dia 20, em Vila Real, no Rock Nordeste; e a 25, mais a Sul, marcará presença no Festival Med Loulé.

Também nas próxima semanas, a sua actividade literária, nomeadamente o livro de contos "Como se não houvesse amanhã", será destacada nalguns eventos nacionais, com passagens por Montalegre, Guimarães, Vieira do Minho, Lisboa, Coimbra ou Sertã.

Variadas oportunidades para descobrir um pouco mais do que motivou, e ainda motiva, Sérgio Godinho na sua escrita.

(fotos de Rita Carmo e Arlindo Camacho)

AGENDA
28MAI / ANADIA / ÀS QUINTAS NO MUSEU_CONVERSA
29MAI / MONTALEGRE / FEIRA DO LIVRO_APRESENTAÇÃO LITERÁRIA
30MAI / GUIMARÃES / FESTIVAL LITERÁRIO CONTARINHAR_APRESENTAÇÃO LITERÁRIA
04JUN / VIEIRA DO MINHO / FEIRA DO LIVRO_APRESENTAÇÃO LITERÁRIA
06JUN / ÍLHAVO / FESTIVAL RÁDIO FANECA_CONCERTO
03JUL / LISBOA / FEIRA DO LIVRO_SESSÃO DE AUTÓGRAFOS
20JUN / VILA REAL / ROCK NORDESTE_CONCERTO
21JUN / COIMBRA / FEIRA DO LIVRO_APRESENTAÇÃO LITERÁRIA
25JUN / LOULÉ / FESTIVAL MED_CONCERTO
03JUL / SERTÃ / MARATONA DA LEITURA_APRESENTAÇÃO LITERÁRIA
02AGO / MONCHIQUE / FEIRA DO LIVRO_APRESENTAÇÃO LITERÁRIA
14AGO / PAREDES DE COURA / VODAFONE PAREDES DE COURA_CONCERTO
26SET / LISBOA / FESTIVAL CUCA MONGA_CONCERTO COM ZARCO

INÊS MARXX ESTREIA-SE COM O TEMA 'SABER A QUE SABE'

















Fotografia: Bruna Oliveira

Atriz e cantautora, Inês Marxx apresenta agora o primeiro single 'saber a que sabe'. O original surge como cartão de visita para a nova faceta artística e o EP de estreia, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2026. Escrita e composta pela própria, produzida por Joana Rodrigues (da dupla redoma), com arranjos de guitarra de Beatriz Madruga e direção vocal de Carolina Viana (conhecida artisticamente como MALVA), 'saber a que sabe' é uma balada folk-pop sobre escolher ficar ou compreender a dor do "ir embora" por amor, para preservar algo maior do que nós.

"Esta canção foi escrita como um pedido de desculpa a alguém muito amado. Serve aqueles momentos em que magoamos a nossa pessoa e estamos tão tristes e cansados que achamos que a única solução é desistir. até nos apercebermos de que, se calhar, só é preciso um abraço, um poema, uma canção, que nos relembre que ainda estamos juntas nisto", revela Inês Marxx. Segundo a artista, o tema escrito em 2023 significa "regressar a um eu do passado, a uma versão de mim que já não existe e que me fez levantar o tapete e aceder a lugares emocionais muito específicos e nem sempre belos mas com o desafio de fazer as pazes com essa versão e acolhê-la com carinho".

Sobre o processo de gravação, Inês Marxx conta que "a Carolina Viana, a Beatriz Madruga e a Joana Rodrigues foram essenciais para fazer sobressair essa beleza inerente ao fim, às transformações e às possibilidades do depois do fim, sempre atentas aos detalhes técnicos e enaltecendo este tema tão simples com a sua visão e contribuição artísticas". O tema é acompanhado por um vídeo realizado por João Carmo.

"O videoclipe foi idealizado pelo João Carmo, realizador e fotógrafo com uma sensibilidade muito peculiar e um olhar belíssimo sobre a angústia e o amor. O desejo de trabalharmos juntos era antigo e esta foi a oportunidade perfeita para unirmos os nossos universos num só: música, poesia e cinema", explica Inês Marxx. O clipe de 'saber a que sabe' retrata a relação de duas mulheres que se amam profundamente mas, como conta a artista, "chegam a um ponto em que compreendem que já não estão capazes de continuar a caminhar juntas e precisam de soltar as mãos como verdadeira prova de amor". À equipa juntaram-se ainda Pablo Guerrido Carreras, na cinematografia, Bruna Oliveira, na direção de arte, Eliseu Ferreira, na maquilhagem, e a atriz Cecília Borges.

Sobre o EP de estreia, a cantautora desvenda que será constituído por 6 temas que "exploram a delicadeza na voz cantada com o foco na palavra, ao que ela remete, o espaço que cria. A poesia toma o som como veículo, porque quer tocar o outro e, na melhor das hipóteses, conversar. Estas canções são objetos muito íntimos e que querem celebrar a vulnerabilidade no seu esplendor: o amor queer, as dores de crescimento e um olhar poético sobre a minha experiência do que é amar".

O curta-duração de Inês Marxx tem edição prevista para o segundo semestre deste ano. O primeiro single, 'saber a que sabe', já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Natural do Porto, Inês Marxx é atriz e cantautora. Estudou Guitarra e Canto no Conservatório de Música do Porto. Na ACE - Escola de Artes, realizou o curso de Interpretação e licenciou-se, mais tarde, em Teatro, na ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema).

Como atriz, integrou os projetos "Tempo Para Refletir" e "Louise Michel" de Ana Borralho e João Galante. Em 2022, estreou-se como criadora em "Efeito Berbereta", com Joana Brito Silva - uma produção do Lobby Teatro na qual a artista e escreveu e compôs canções pela primeira vez. Realizou projetos para a infância com a Associação Plasticena e projetos de Intervenção Social com a Associação USINA. Mais recentemente, como atriz e cantora, integrou o elenco de "Quis Saber Quem Sou", de Pedro Penim, "Thérèse Martin", de Matilde Trocado e "A Pequena Sereia no Gelo", de Sissi Martins.

Em 2026, estreia o seu projeto musical de originais. Inês Marxx é "um lugar entre lugares, uma oscilação, uma provocação, a resposta que vem nos sonhos, a versão 2.0, é o que ela quiser ser e o que ela precisar de ser, quando precisar de ser, é o antes e o depois, é a princesa, a atriz, a poeta, a ativista dos pequenos gestos, a integração de todos os contrastes e incoerências, é uma dança, um flirt constante com a vida e o mundo". O primeiro original do projeto, 'saber a que sabe', já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. O EP de estreia, com 6 temas, tem edição prevista para o segundo semestre deste ano.

PROGRAMA DE 20/06/26

1 - Sara Correia - Avisem que eu cheguei
2 - Raquel Tavares - Trigueirinha
3 - Fábia Rebordão - A voar por cima das águas
4 - Gisela João - Que força é essa, amiga
5 - Cristina Branco - Teresa Torga
6 - Lina_ & Marco Mezquida - O fado
7 - Sci Fi Industries - VanDerLies 
8 - Ghost Hunt - October
9 - Decline And Fall - Analysis paralysis
10 - Wolf X - Abyss
11 - Bernardo Devlin - An old blood stain
12 - Floating Ashes - Deceivers

quarta-feira, 20 de maio de 2026

RECORDANDO AMÁLIA NO JARDIM DE SUA CASA















Rodrigo Simas

Recordamos Amália Rodrigues, todas as terças, quintas e sábados, no jardim secreto da sua casa.

O elenco da Fundação Amália Rodrigues é composto na voz por Célia Leiria, na Guitarra Portuguesa, Pedro Amendoeira, e Flávio Cardoso, na viola de Fado.

Conheça a arte do Fado na sua essência e deixe-se encantar pela paixão e pela magia das nossas vozes e das nossas guitarras.

Juntos estaremos também a eternizar e a homenagear uma das figuras mais marcantes do século XX.

Porque tudo isto existe, tudo isto é Fado

Bilhetes para o Fado têm um valor de 20€ (terças e quintas-feiras) e de 25€ (sábados), e estão à venda nos locais habituais, na Fundação Amália Rodrigues e online, através da Ticketline e Blueticket.

Para mais informações contactar: 21 397 18 96 ou jardimdaamalia@gmail.com

 

MALAMMORE APREWSENTA DISCO "AURORA"

 
No início deste ano, Malammore, nome artístico de Sandro Feliciano, cantor, compositor e produtor natural de Lisboa, lançou o seu álbum de estreia, Aurora. Agora, o artista apresenta versões ao vivo de cinco temas do repertório. “Todas as versões têm um elemento acústico diferente do arranjo original. Foi um desafio, mas também uma descoberta de novas possibilidades dentro das mesmas músicas”, conta o músico que também trabalha como actor. Assista aqui.

No vídeo, realizado por Miguel Zego Cebola no estúdio Lisbon Sound Society – onde o álbum foi gravado –, Malammore é acompanhado por Bruno Gama (guitarras), Rafael Killian (baixo) e Benjamin Sulla (Dj). A produção musical está a cargo de No Icon (Rodrigo Fernandes).

Com inspiração no formato Tiny Desk, com versões mais cruas e uma maior valorização da autenticidade, o músico apresenta NQQC, Musa, Olhar Assim, Tudo Passa e Aurora, o tema-título. As músicas integram um trabalho de carácter autobiográfico, que retrata a experiência de ser um jovem negro em Portugal, com uma sonoridade que cruza hip-hop, rap, trap e spoken word.

FICHA TÉCNICA

Voz e letra: Malammore 
Produção, mistura e master: No Icon
Guitarras: Bruno Gama
Baixo: Rafael Killian
Dj: Dj Sulla

Vídeo

Realização: Miguel Zego Cebola
Assistência de produção: Carolina Mendonça 
Produção de vídeo: Visual by Pegasus
Conceito: Malammore e No Icon
Local: Lisbon Sound Society

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SOBRE MALAMMORE

Malammore é o projeto musical de Sandro Feliciano, artista nascido em Lisboa em 2005. Filho biológico de pais desconhecidos até hoje, viveu os primeiros anos sob a tutela do Estado, até ser adotado em 2008 — um marco decisivo na sua identidade. Cresceu entre o Forte da Casa e a Póvoa de Santa Iria, onde encontrou na arte um espaço de pertencimento e reconstrução pessoal.

Iniciado no teatro aos sete anos, o artista integrou o Grémio Dramático Povoense até os catorze, seguindo depois para a Escola Profissional de Teatro de Cascais. Aos dezesseis, foi selecionado para a peça Casa Portuguesa, encenada por Pedro Penim no Teatro Nacional D. Maria II, onde fez a sua estreia num dos palcos centrais da cena portuguesa.

O teatro consolidou-se como um eixo da sua formação artística, sempre em diálogo com a escrita, que o acompanha desde a infância. Começou com pequenos textos e poemas influenciados por Fernando Pessoa, evoluiu para exercícios de autoconhecimento e, a partir dos dez anos, tornou-se uma prática contínua. Aos catorze, essas palavras passaram a ser musicadas, dando origem ao universo onde poesia e som se encontram em Malammore.

O primeiro passo oficial do projeto aconteceu em agosto de 2024, com o single Dia 26, seguido por NQQC, Rating Bull e Tudo Passa em 2025. Esses lançamentos anunciaram o caminho até Aurora, o primeiro álbum autoral de Malammore.

SUAV LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA "OURO" E ESTREIA HOJE O VIDEOCLIPE DO SINGLE HOMÓNIMO





















SUAV é Ricardo, alentejano de gema, criado entre Lisboa e a Margem Sul. Há dez anos trocou Portugal pela Austrália mas nunca largou a música. Designer gráfico de vocação, carrega a arte como modo de estar no mundo e a música como paixão obsessiva que o acompanha há anos. É dessa distância, e desse amor, que nasce OURO, o álbum de estreia de SUAV, já disponível em todas as plataformas digitais. SUAV é a mais recente aposta da promotora nacional Primeira Linha, que passa a agenciar o artista e anuncia os seus primeiros concertos em Portugal brevemente.

OURO não é só um título, é um manifesto: Oração ao Universo de Regresso à Origem. Uma carta aberta a Portugal, escrita de longe, tingida de café, cigarro e suor. Um pedido de regresso e pertença, autoafirmado em cada linha e em cada batida. SUAV descreve-se como uma mescla improvável de Mac DeMarco com Rap Tuga. New wave R&B na língua de casa. Linhas de baixo que dançam o compasso, Rhodes e guitarras psicodélicas. Neo soul que nasceu na saudade. Flow e feeling. Melancolia e sauce.

O disco, gravado em casa do artista, foi também um processo de colaboração com Wes Young, ex-colega de banda e parceiro de longa data, que pegou nas demos e deu produção auxiliar, mistura e masterização ao projeto, elevando-o a um patamar que SUAV reconhece não ter conseguido sozinho. Wes Young surge também como artista na faixa de fecho, Debaixo da Pedra. O disco conta ainda com Safari em Vai Dar, um momento de autodeclaração e aliança criativa entre os dois, que carrega também a memória de Yung T com a mensagem Acredita no Processo, e com Ocravodetunes, o poeta Luís Vicente Ramos, que adorna Fardo com um texto de sua autoria por cima de guitarras e bocejo melancólico em tradição fadista.

Estreia hoje o videoclipe de Ouro, faixa que abre e dá nome ao álbum. Realizado pela cineasta Nicole Hutton Lewis, com obras apresentadas em festivais como o SXSW, o clipe foi rodado com cinematografia de Mia Schirmer, gaffer Marcel Breed e atriz Kate Bell. A direção criativa, edição, pós-produção e cor são do próprio SUAV, designer gráfico de formação que guiou grande parte do processo visual do projeto.

NOVO EP DE HER NAME WAS FIRE





















HER NAME WAS FIRE são um duo de rock pesado de Lisboa, formado por João Campos e Tiago Lopes em 2016. Assente numa guitarra barítono, bateria e um setup de graves massivo, a banda sempre trabalhou a partir de uma ideia simples mas teimosa: duas pessoas devem não precisam de soar apenas a um duo.

Ao longo de dois álbuns de longa duração, Road Antics e Decadent Movement, a banda construiu um som algures entre o stoner rock, grunge, psicadélico, blues e um peso progressivo. Já fizeram mais de 50 datas por Portugal e Europa, partilharam palco com Mondo Generator, The Vintage Caravan, Radio Moscow e The Black Mirrors, e tocaram para mais de 20.000 pessoas nas Festas do Mar em Cascais.

Mas a verdadeira história por trás de HER NAME WAS FIRE é também uma história de distância e persistência. Durante quase dez anos, João e Tiago mantiveram a banda viva entre diferentes cidades e, eventualmente, diferentes países, construindo tudo por conta própria, sem comprometer o som ou a
estética.

Tudo à volta da banda é DIY: a música, a arte, os vídeos, a produção, o design e a direção visual. O projectom sempre foi tanto sobre criar um universo como sobre escrever canções.

Depois de um período de silêncio durante a pandemia, HER NAME WAS FIRE regressam com Obsidian Light, com lançamento a 8 de maio. O EP é o trabalho mais intenso que fizeram até agora: cinco temas de stoner rock pesado e orientado para o groove, moldados por anos de distância, frustração, silêncio e pela necessidade de voltar a dar sentido à banda.

As músicas movem-se entre o peso stoner, refrões directos e uma energia mais física, quase dançável e carregada de fuzz. “Electrify” abre o EP com essa sensação em primeiro plano: pesada, imediata e construída em torno do momento em que estar preso durante demasiado tempo finalmente se transforma em movimento, luz e libertação. “Facekicker” fala de dano, repetição e das formas estranhas como construímos tronos a partir daquilo que nos magoa. “Head on the Wall” aponta à cultura do hype, à uniformidade digital e à sensação de se tornar invisível enquanto toda a gente corre atrás da próxima
tendência. “Better Days” é um colosso carregado de melancolia sobre a rotina das 9 às 5, que cresce
lentamente desde a exaustão até uma libertação abrupta, quase hipnótica. “Steamed” fecha o EP como um aviso: se empurrares algo para baixo durante tempo suficiente, eventualmente volta à superfície fora de controlo.

Obsidian Light não é uma reinvenção. É uma destilação. Os riffs são mais pesados, os refrões mais directos, os grooves mais impactantes, e a banda soa mais focada do que nunca, mesmo quando as músicas as vezes se aventurem por territórios mais estranhos. É o som de duas pessoas a regressarem com tudo reduzido ao essencial: volume, melodia, graves, instinto e a vontade teimosa de continuar a construir algo a partir do nada.

Citação da banda

“Obsidian Light é para nós, como cortar todo o ruído e voltar ao que realmente importa: grooves pesados, graves fortes, melodia, e fazer isto à nossa maneira. Sem desculpas, sem tentar agradar a toda a gente, só a fazer com que as músicas batam o mais forte possível. Depois de anos de distância, silêncio e de tentar manter isto vivo entre países, este EP parece o momento em que tudo volta a encaixar.”

15ª EDIÇÃO DOS BANHOS VELHOS ARRANCA ESTE SÁBADO









De maio a setembro, o Museu Cultural de Caldas das Taipas, em Guimarães, recebe concertos, cinema, tertúlias, teatro, ateliers infantis, visitas guiadas, uma noite de astronomia e até uma aula de iniciação à canoagem. São mais de 20 iniciativas para todas as idades, sempre com entrada livre.

A 15ª edição dos Banhos Velhos traz várias novidades, tanto na programação como na utilização do espaço. Nas palavras de Luís Mota da organização, “entre as principais inovações estão novas atividades, como os Banhos de Canoa, que ligam o evento à natureza e ao rio, e a reformulação do workshop de escrita criativa, agora adaptado a diferentes públicos. A programação inclui também uma tertúlia com diretores de grandes festivais de verão, incentivando a reflexão sobre a música ao vivo em Portugal”. Há ainda um reforço da aposta na música local, com dois dias extra dedicados a bandas da região de Guimarães. Quanto ao espaço, “os concertos terão uma abordagem mais intimista, concentrando-se no recinto dos Banhos Velhos, valorizando o caráter único do local”, reforça Luís Mota.

Ao longo de mais de 4 meses, o público poderá contar com a atuação de alguns dos nomes de maior destaque da música nacional. A música chega dia 5 de junho com Inês Marques Lucas e Rapaz Ego e, no dia seguinte, com apresentação do novo projeto local de THEO & The DONS; a 4 de julho o palco é entregue a Bruno Pernadas e Hot Air Balloon; agosto traz um dia de muita festa e celebração com Memória de Peixe e Fidju Kitxora, e ainda, a tradicional Noite de Fados com o Grupo de Fados da Vila; já em setembro há dose dupla, no dia 18, com Club Makumba e PZ + Banda Pijama, enquanto que, no dia 19, a temporada encerra com as bandas locais This Penguin Can Fly e Tyroliro. Ainda no universo musical, destaque para uma tertúlia muito especial que coloca em perspetiva os últimos 15 anos de música ao vivo em Portugal e reflete sobre os próximos 15 com convidados de relevo da cena musical nacional.

A área de serviço educativo, marca o arranque da tempora cultural a 23 de maio, com a apresentação do livro “As lontrinhas regressam ao Parque das Taipas” numa parceria entre o agrupamento de escolas das Taipas, o clube Náutico das Taipas e a Taipas Termal. Há ainda para explorar duas oficinas de barro, uma aula de iniciação à canoagem, workshop de escrita criativa e character design, visitas guiadas e uma noite de astronomia.

O cinema ao ar livre é também presença regular e, por isso mesmo, regressa às Piscinas de Verão da Taipas Termal. Em julho, acontece a primeira sessão com a exibição do filme “It was just an accident” de Jafar Panahi. Em agosto, “Sentimental Value” de Joachim Trier completa o ciclo.

O teatro fará, também, o seu regresso à agenda cultural dos Banhos Velhos pela companhia de teatro ATRAMA com a peça “Aquistas” – uma peça onde o público é convidado a participar ativamente num contexto de “relax” no SPA Termal. Em setembro, a fechar a temporada, o GTAC – Grupo de Teatro Amador de Campelos, traz ao museu cultural a peça “Apeadeiro Rural”.

À 15ª edição, os Banhos Velhos consolidam um modelo que combina diversidade artística com uma forte ligação ao território, equilibrando a continuidade de iniciativas já reconhecidas pelo público com espaço para inovação, aproveitando as condições e infraestruturas da vila termal. Esta temporada cultural mantêm a sua identidade como evento gratuito, inclusivo e pensado para todas as idades. O programa completo é atualizado em permanência em taipastermal.com ou na página do Facebook e Instagram dos Banhos Velhos.

NOVO TEMA DE DANNY FRANCIS

 










Dia 22 de Maio, sexta feira sai o novo single de Danny Francis. O tema surge numa colaboração com Don Corvo que pretende pegar de estaca no panorama urbano nacional.

Com uma forte vibe de ego trip, “+351” é um hino de confiança, swagger e domínio. Ao longo da música, Danny Francis e Don Corvo são os protagonistas, abordando temas como superioridade, charme e magnetismo. A produção do tema ficou a cargo de Lil Noon e o vídeo é da responsabilidade dos ComMestria, que captam na perfeição a força e swagger que a música transmite.

Este lançamento torna-se ainda mais especial por ser o primeiro single de Danny Francis depois de ter lançado o seu segundo EP, “We Are Under The Same Sky”.

O trabalho serviu para amplificar a música do artista levando-o a alcançar novos patamares de exposição, tendo passado na RTP2 e dado uma entrevista no Jornal da Noite, com Álvaro Costa, uma das vozes mais respeitadas no mundo da música em Portugal.

NENA INICIA NOVO CAPÍTULO COM O SINGLE “O AMOR EXISTE”





















Nena acaba de editar “O Amor Existe”, o primeiro single do próximo álbum de originais e o arranque de uma nova fase artística. Depois de dois discos de grande sucesso que a levaram ao estrelato e a algumas das maiores salas do país, a cantora abre agora caminho para um novo trabalho de estúdio, onde volta a reforçar a identidade autoral e a sensibilidade observadora que têm marcado o seu percurso. O novo tema já se encontra em todas as plataformas digitais, com videoclipe oficial no YouTube.

“O Amor Existe” parte da ideia de um mundo cada vez mais estranho, acelerado e difícil de compreender, mas onde continua a existir espaço para a esperança. Nena continua a encontrar no quotidiano e nas pequenas coisas os lugares onde ainda existe verdade. Talvez seja precisamente aí, nessa atenção rara ao que parece simples, que nasce a ligação transversal que as suas canções têm criado com o público.

Este lançamento marca também o início da preparação para a nova digressão “DEBAIXO DE ÁGUA, CONTIGO”, que passará por várias cidades do país e inclui atuações em algumas das salas mais emblemáticas de Portugal, além da presença da artista no Rock in Rio Lisboa. Depois de concertos esgotados no Sagres Campo Pequeno, Coliseu dos Recreios e Super Bock Arena, Nena continua a afirmar-se como um dos maiores fenómenos de público da música nacional.

A artista confirmou ainda Os Quatro e Meia como convidados especiais do concerto na Super Bock Arena, marcado para 13 de março de 2027, num espetáculo que fará parte da nova digressão e que juntará em palco Nena a uma das maiores bandas portuguesas da atualidade.

Nos últimos anos, Nena construiu um percurso singular na música portuguesa, com canções que rapidamente passaram a fazer parte da vida do público. Além dos sucessos acumulados em rádio e plataformas digitais, a artista soma distinções como o Prémio Play de Artista Revelação e o convite para mentora do programa The Voice Kids.

DATAS 2026/2027

01 de junho — Privado, Porto
10 de ju — Festas da cidade de Vila Real, Vila Real
13 de junho — Antoninas, Vila Real
20 de junho — Rock in Rio, Portugal
13 de junho — FACIT, Tábua
25 de julho — Live Stream — a anunciar
30 de julho — Festa da Benção do Gado — Riachos
01 de agosto — Semana Gastronómica de Machico — Machico
09 de agosto — a anunciar
10 de agosto — a anunciar
13 de agosto — a anunciar
25 de agosto — a anunciar
11 de setembro — a anunciar
12 de setembro — a anunciar
18 de setembro — a anunciar
25 de setembro — a anunciar
23 de outubro — Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo — digressão "DEBAIXO DE ÁGUA, CONTIGO"
24 de outubro — Multiusos de Guimarães, Guimarães — digressão "Debaixo de Água, Contigo”
20 de novembro — Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco — digressão "Debaixo de Água, Contigo”
24 de novembro — Teatro Tivoli BBVA, Lisboa — digressão "Debaixo de Água, Contigo”
13 de dezembro — Jazz Cafe, Londres — digressão "Debaixo de Água, Contigo”
16 de janeiro — Espaço Vita, Braga — digressão "Debaixo de Água, Contigo”
25 de fevereiro — Convento São Francisco, Coimbra — digressão "Debaixo de Água, Contigo”
27 de fevereiro — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra — digressão "Debaixo de Água, Contigo”
13 de março — Super Bock Arena, Porto —digressão "Debaixo de Água, Contigo”
3 de abril — Teatro das Figuras, Faro —digressão "Debaixo de Água, Contigo”
8 de abril — Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, Caldas da Rainha — digressão "Debaixo de Água, Contigo”

GOMO DE REGRESSSO MAIS INTIMI, TENSO E EMOCIONAL

 




















Em “Cease Fire”, GOMO regressa ao território que sempre soube habitar com mais força: a intimidade emocional entre duas pessoas em desgaste. A canção nasce de um lugar de tensão e vulnerabilidade, onde o silêncio pesa, o amor ainda existe e a possibilidade de partir está sempre presente. Em vez de dramatizar a ruptura, GOMO pede uma trégua, um cessar-fogo emocional, para tentar interromper o dano antes que seja tarde demais.

Com uma melodia imediata e um refrão marcante, “Cease Fire” cruza a energia do indie pop confessional com uma escrita direta e desarmada. A pergunta “Do you really want me to go?” transforma-se no centro emocional da canção, ecoando o conflito entre desistir e continuar a tentar. Depois de mais de duas décadas a marcar a pop portuguesa, GOMO apresenta aqui um tema que fala de afastamento, mas também da possibilidade de recomeço.

Uma metáfora de reconstrução

O videoclip acompanha a música através de uma metáfora de reconstrução. Parte da ideia de que, em certas relações, já não basta continuar a repetir os mesmos gestos de sempre. Há momentos em que oferecer “mais do mesmo” deixa de resolver o que realmente está em falta.

Só depois de parar, reconhecer o dano e reconstruir a base, pode voltar a existir espaço para acreditar numa reconciliação. Nesse sentido, “Cease Fire” não fala apenas do limite entre ficar e partir, mas também da coragem de interromper o dano para tentar reconstruir.

O caminho para 2026

Este lançamento marca uma nova fase criativa para GOMO. Depois do regresso em 2023 com “You Will Grow”, “Cease Fire” abre caminho para um novo ciclo de originais que culminará num álbum, a estrear em setembro de 2026.

Sobre GOMO

GOMO é o projeto a solo de Paulo Gouveia, ativo desde 2001, e uma das vozes mais singulares da pop portuguesa. Com “Feeling Alive”, tornou-se um nome incontornável da rádio nacional, acumulando prémios, airplay e projeção internacional.

MÃO VERDE COM NOVO VÍDEO















Para celebrar um mês desde o lançamento do terceiro disco-livro e em plena época de floração, a Mão Verde publica o vídeo do tema "Jacarandás" da autoria da dupla de videastas Juno, com base nas ilustrações de Bernardo Carvalho, e direcção criativa de Macedo & Cannatà.

Numa canção contagiante, fala-se sobre a importância da organização e participação popular na defesa do que é fértil, colorido e vivo em cidades cada vez mais cinzentas, higienizadas e geridas de forma tecnocrática.

Usando a árvore de floração lilás como símbolo do que está em perigo e do que é preciso defender coletivamente, a letra foi escrita a propósito das polémicas recentes na cidade de Lisboa, onde a autarquia decidiu retirar uma alameda de Jacarandás para facilitar a construção de um parque de estacionamento, provocando uma onda de indignação popular que permitiu pelo menos adiar o corte das árvores.

Pelo direito a cidades mais verdes, mais amigas dos pedestres e desenhadas à escala humana, a defesa das árvores no espaço público é um tema de extrema importância, sendo este um tema central no novo disco da Mão Verde, não só nesta canção, mas também em "Serpentear" e "Malva da Vida".

O vídeo aproveita as belíssimas ilustrações, para brincar com a construção e desconstrução de elementos, manipulados por mãos de crianças, de forma profundamente lúdica, humana e dançante, aproveitando a energia da canção.

FRANCISCO PRIMEIRO ESTREIA "CIDADE NOTURNA"





















Francisco Primeiro apresenta CIDADE NOTURNA, primeiro single do seu aguardado segundo álbum, que saiu a 8 de Maio de 2026. Depois de lançar o disco de estreia, Gabriela, no ano passado, o artista mergulha na alma boémia da Invicta com um som que cruza soul, funk dançável, R&B e jazz sofisticado — a banda sonora perfeita para o pavimento molhado, néons tremeluzentes e conversas que só acontecem depois da terceira bebida.

"Toda a gente é santa até à terceira bebida" — esta frase, repetida nos vocal chops da bridge e no coração lírico do single, captura a essência da noite do Porto: elegante mas perigosa, sagrada mas profana, viva até de madrugada. CIDADE NOTURNA não é só uma canção, é o primeiro capítulo de um novo ciclo do artista, que se debruça sobre a vida urbana depois do pôr-do-sol.

O som mistura grooves quentes com harmonias ricas, grooves a que o corpo não fica indiferente, letras que remetem para os encontros fugazes das Galerias de Paris, Cordoaria e Ribeira. É música para quem conhece os segredos da cidade.

Sobre FRANCISCO PRIMEIRO:

Lançou o álbum de estreia Gabriela a 14 de março de 2025, com concertos no Hard Club (Porto), Tokyo (Lisboa) e outros pontos do país. O trabalho apresentou grooves de funk e R&B, harmonias soul e elementos de jazz com acessibilidade pop, consolidando a presença em palco e nas plataformas digitais.

A 8 de maio de 2026 lança "CIDADE NOTURNA", novo single e primeiro passo na apresentação do segundo álbum — um trabalho quase conceptual que marca uma nova fase do projeto e a introdução de um novo universo sonoro, onde é narrada a história de um triângulo amoroso testado pela vida boémia da noite portuense.

terça-feira, 19 de maio de 2026

PROGRAMA DE 19/05/26

1 - Desert Smoke - Fuzzy txitxu
2 - Black Pig Meat - Savana
3 - Santa Clara Blues - Hearts ans souls
4 - Them Flying Monkeys - Grat song
5 - Dapuksportif - Everything chjanges
6 - The Twist Connrction - Crime
7 - Ghost Hunt - Shadow factory
8 - Sci Fi Industries - VanDerLies 
9 - Ordem Crucial - Cais 2024
10 - Ressonant - Os ventos mudaram
11 - Duques do Precariado - Falho
12 - Lituo - Assim assim
13 - Puto Bacouco - Hoje à noite na giesta
14 - Torcido - Fora do lugar

RAIA AO VIVO



RAIA, o projeto de António Bexiga [Tozé Bexiga] regressa à estrada entre maio e junho de 2026 com uma série de concertos e apresentações especiais em diferentes pontos do país, levando a viola campaniça a novos encontros com o canto coletivo, a música de autor e o universo filarmónico.

Criado pelo músico alentejano António Bexiga, RAIA parte da viola campaniça para construir uma música de fronteira, situada entre tradição e criação contemporânea.

O novo disco UÁDI aprofunda essa identidade artística, cruzando paisagens sonoras do Alentejo com influências do Mediterrâneo, de África e de outras geografias do Sul.

Ao longo desta digressão, RAIA apresenta diferentes formatos de concerto e colaboração artística, destacando-se os espetáculos NASCENTES, em Oliveira de Frades, e Filarmonia Campaniça, no Festival MED.


DATAS:
Maio
20 maio 18h
FNAC NorteShopping — Porto
21 maio
Auditório 25 de Abril — Vouzela [concerto comentado] 15h
22 maio
FNAC Viseu — Viseu 18h
23 maio
Cineteatro Municipal Dr. Morgado — Oliveira de Frades 21h30 (NASCENTES RAIA + Cant’3 Vozes + Vozes da Terra + A Cantadeira + Paulo Pereira)
24 maio
FNAC Aveiro — Aveiro 14h30
31 maio
Vamos à Vila — Monchique 17h
Junho
4 junho
FNAC Alameda Shopping — Porto 16h
5 junho
Maus Hábitos — Porto 21h30 (RAIA + Daniel Catarino + Carlos Raposo)
28 junho
Festival MED — Loulé 21h30 (FILARMONIA CAMPANIÇA RAIA + Moçoilas + Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva)

SOBRE RAIA

RAIA é o projeto-síntese de António Bexiga, músico, compositor e produtor alentejano que parte da viola campaniça para criar uma música profundamente enraizada no Sul, mas aberta ao mundo.

Entre repetição, transe, memória e improvisação, RAIA cruza tradição popular com linguagens contemporâneas, convocando universos do Mediterrâneo, de África e da América Latina numa abordagem singular à música de fronteira.

O projeto tem passado por festivais e circuitos artísticos na Europa, Ásia, África e América Latina e colaborado com artistas como Omiri, Lenna Bahule, Muhamago, O Gajo, Xinês, Cardo Roxo e Thomas Attar Bellier (Al-Qasar), entre outros.
O novo disco, UÁDI, será o centro desta nova série de apresentações ao vivo.

A ESTREIA DE CAVADA PROJECT



Partindo da premissa de que a música deve recuperar sua alma e afastar-se do virtuosismo gélido, nasce Cavada Project. Uma proposta de metal progressivo liderada pelo compositor Juan Pablo Cavada, que acaba de lançar seu single de estreia intitulado ‘Abraxas’. Uma peça musical que atua também como um manifesto existencial inspirado na literatura de Hermann Hesse. 

Tendo como eixo central o romance “Demian”, do brilhante Prêmio Nobel de Literatura alemão, ‘Abraxas’ explora o violento, mas necessário, processo de romper certezas para alcançar uma nova consciência. A canção invoca a divindade que dá nome ao single: aquele ponto de união onde a luz e a sombra, o divino e o demoníaco, convivem em um equilíbrio necessário.

“O pássaro rompe a casca. A casca é o mundo e quem quiser nascer tem que destruir um mundo. Abraxas é o lar dessa dualidade. Minha busca sonora habita nesse espaço: uma melancolia profunda que não teme explodir em força quando a narrativa exige”, explica Cavada, enfatizando como sua visão filosófica permeia profundamente sua proposta estética e artística integral.

Em um mercado dominado pelo consumo imediato, Cavada Project se posiciona como uma proposta antissistêmica. É música desenhada para o ritual da escuta atenta, direcionada a um público melômano que busca profundidade lírica e atmosferas que convidem à introspecção.

‘Abraxas’ foi gravado nos Estudios Piso 3 e Blinded Productions. A produção ficou a cargo de Danny Barrera, destacado guitarrista da banda Éntomos. Juan Pablo Cavada assumiu as guitarras e vocais, acompanhado por Javier Barahona no baixo e Franco Mitchell na bateria. A faixa conta também com um videoclipe, realizado pela produtora Abysmo Films. Este é o primeiro passo rumo ao lançamento do álbum de estreia de Cavada Project, que se chamará “Karma 1” e promete ser uma das revelações do metal chileno para este 2026.

Siga Cavada Project em suas redes sociais:

Instagram: @cavadaproject
Facebook: @Cavada Project
TikTok: /@cavada.project

TRANQUILIZA COM NOVO SINGLE


O projeto musical Tranquiliza, uma das propostas mais consistentes da nova vaga do Indie Pop em Portugal, acaba de lançar o seu novo single, "Tudo o que não fiz".

O Single: Entre a Introspetiva e o Solar "Tudo o que não fiz" é mais do que uma canção; é um manifesto de libertação. Num momento de introspetiva profunda, o tema explora o dinamismo do pop alternativo através de uma produção orgânica que privilegia a verdade dos instrumentos. A faixa tem o poder singular de confrontar o ouvinte, de forma animada e envolvente, com as decisões não tomadas e os silêncios guardados do passado. É um convite à aceitação do tempo e à urgência de viver o presente.

O Historial: A Evolução do Som Formados no Alentejo, os Tranquiliza iniciaram o seu percurso na busca de uma sonoridade que unisse as raízes acústicas à modernidade urbana. Após um período de exploração sonora e crescimento orgânico, a banda consolidou o seu espaço no panorama nacional através de atuações que primam pela proximidade e pela entrega emocional.

Se os trabalhos anteriores serviram para definir as bases do projeto, "Tudo o que não fiz" representa o salto qualitativo esperado: uma lírica mais apurada e um "groove" que demonstra a segurança de quem sabe exatamente que mensagem quer passar. O videoclipe, gravado com uma estética cinematográfica no distrito de Portalegre, serve de moldura visual a esta nova identidade "Indie Folk Solar".

SAM THE KID. BISPO, PAPILLON, GSON e SIR SCRATC JUNTOS EM TEMA DE APOIO À SELEÇÃO NACIONAL

 



















Sam the Kid, Bispo, Papillon, Gson e Sir Scratch
É Tuga Ou Nada

“É Tuga ou Nada” é a música oficial de apoio à Seleção Nacional de Futebol. O tema reúne 5 dos mais icónicos nomes do rap tuga, Sam The Kid, Bispo, Gson, Papillon e Sir Scratch, e dá a volta à clássica expressão “tudo ou nada”, transformando-a no mote de apoio “Vai dar Portugal” que a Federação Portuguesa de Futebol lançou para este Mundial, que passará a fazer parte do vocabulário dos adeptos.

Com um instrumental de Sam The Kid, captação de Fred Ferreira, mistura e masterização de Here’s Johnny, o tema é editado pela Faded e distribuído pela Universal Music Portugal.

JORGE RIVOTI LANÇA "...AS TIAS NO SEU MELHOR..."





















…As Tias no seu Melhor… O Bestofe em Longue 
Plei.” é o novo álbum de Jorge Rivotti em VINIL EM PRÉ-VENDA AQUI (pode ser que não chegue às lojas!!!)

Esta colectânea — exclusivamente em formato vinil — reúne 10 temas interpretados em dueto com Samuel Úria, Zeca Medeiros, Manuel João Vieira, Donatello Brida e António Rivotti, entre outros músicos instrumentistas que dão vida ao disco. O alinhamento inclui Santa Apolónia, Vas’ilha, Vida de Gaveta, Fado do Bebedor, À Procura de um Perfume, Tolok, Fado Emaranhado, Rosinha Vem-te Comigo, Doce História e Dame Una Rosa — canções escolhidas a partir dos dois álbuns anteriores, …e outras canções que não quiseram ficar para Tias, volumes 1 e 2, editados em 2023 e 2025 pela AVM.

Entre estas, destaca-se “Fado do Bebedor”, originalmente editada em Dias da Publicidade (2001), que regressa agora com um novo arranjo e um lugar de destaque nesta edição. É também o tema escolhido para o primeiro videoclipe da colectânea.

Escolher canções para uma colectânea nunca é tarefa simples. Há as mais “queridas”, as que nos representam, e aquelas outras que, embora apaixonantes, ficam a meio caminho da decisão. E depois há a realidade prática: custos elevados para um álbum duplo, o editor a protestar porque “os tempos estão difíceis” e “a música não se vende”… enfim, o habitual cenário de bastidores.

Ainda assim, foram estas as canções que sobreviveram às intempéries. Lutaram pelo seu espaço, reivindicaram direitos “audiolaborais” e afirmaram a legitimidade de serem ouvidas. As restantes aceitarão, com a serenidade possível, o seu lugar na prateleira mais terna do coração do autor.

E se o formato é vinil, não é por isso que as canções são de plástico — são em plástico, sim, mas daquele que brilha. Um vinil colorido, pensado para iluminar os audiófilos nas suas emoções mais refinadas. Um verdadeiro bouquet na mediatização da música gravada e editada.

“Fado do Bebedor” tema de apresentação do novo álbum também em formato videoclipe, fala-nos da relação humana com a bebida, da forma como gerimos o estado inebriado.

Segundo a teoria no Filme “Druk”, dirigido por Thomas Vinterberg, nascemos com deficit de 0,5 g de álcool no sangue, a qual nos tenta mostrar o impacto que o consumo alcoólico pode alterar e “melhorar” a nossa relação social, com a consciência que a moderação é fundamental.

"Fado do Bebedor" é um pouco essa ideia, através de uma melodia não dramática, até um pouco festiva, em consonância com a mensagem poética transmitida.

CAPITAL DA BULGÁRIA LANÇA NOVO EP E ANUNCIA CONCERTO EM LISBOA




















Capital da Bulgária acaba de editar “Almoço”, o novo EP que reúne seis temas lançados ao longo dos últimos meses e que ganha agora um novo capítulo com o novo single, “Onde Andas”, a faixa inédita que abre o disco.

Depois de temas como “Morangos”, “morrer na praia”, “sozinha”, “nao me apetece” e “ensina-me a gostar”, “Onde Andas” surge como a porta de entrada para este universo, quase como a pergunta que faltava fazer antes do fim.

Ao mesmo tempo a cantora, compositora e produtora anuncia um concerto de apresentação do novo álbum em Lisboa, dia 25 de junho na Casa Capitão. Os bilhetes já se encontram disponíveis para venda na app DICE.

O novo EP junta-se às obras já editadas, o longa-duração “contei de deixei que tu me julgasses” (2024) e o EP de estreia “Pequeno-Almoço” (2021).

Ao longo do seu percurso, Capital da Bulgária passou por palcos como o MEO Kalorama, estreou-se em nome próprio no Musicbox Lisboa e no Plano B, e foi também convidada para assegurar a primeira parte dos concertos de The Tallest Man on Earth em Lisboa e no Porto. Recentemente, foi ainda desafiada por Salvador Martinha para participar no podcast Ar Livre, um dos formatos de conversa mais ouvidos em Portugal.”

“Almoço” já se encontra disponível na integra em todas as plataformas digitais.

AO VIVIO NA CASA DO ARTISTA AMADOR EM VILA NOVA DE FAMALICÂO





















Os Pomadinha, Novos Românticos e O Homem que Fugiu do Mundo apresentam-se no próximo dia 29 de maio na Casa do Artista Amador, em Vila Nova de Famalicão, para uma noite que reúne três projetos oriundos de universos distintos, mas ligados por uma abordagem autoral e pela procura de linguagens próprias dentro do panorama alternativo nacional. Os concertos arrancam às 21h em ponto e prolongam-se até à meia-noite. Os bilhetes estarão disponíveis exclusivamente no local, com o valor de cinco “amadores”.

Mais próximo de um alinhamento de festival do que de um concerto tradicional, o encontro propõe uma travessia entre diferentes territórios sonoros e conceptuais, cruzando pós-punk, rock instrumental psicadélico e canção experimental num contexto de proximidade e circulação contínua entre propostas artísticas contrastantes.

A noite abre com os Novos Românticos, projeto pós-punk de David Félix, sediado em Pedrouços, Maia, que recentemente editou o álbum de estreia “Criptopátria”. Assente numa abordagem interventiva e centrada na palavra, o projeto constrói um retrato simultaneamente político e emocional do presente, cruzando tensões geopolíticas, crítica social e desencanto contemporâneo numa linguagem marcada pela repetição, contenção e comentário social.

Segue-se O Homem que Fugiu do Mundo, projeto a solo de Vítor Pinto, responsável pelo recém-editado “Sílfio”. Partindo da metáfora de uma planta extinta, o disco desenvolve uma reflexão sobre exaustão, repetição e instrumentalização da experiência humana, afirmando-se como um objeto profundamente conceptual e DIY, onde composição, produção e universo visual convergem numa mesma visão autoral.

A fechar a noite estarão os Pomadinha, coletivo instrumental do Porto que cruza psicadelismo setentista, rock progressivo e improvisação. Formada por David Cruz, Fernando Azeredo, Marco Barbosa e Miguel Alves, a banda desenvolveu ao longo dos últimos anos uma linguagem marcada pela espontaneidade, humor surrealista e longas jam sessions, consolidada em trabalhos como “Síndrome Pomadinha” e “Hipocondria”. Em 2025, o grupo revelou “Time”, primeiro tema com letra, aprofundando uma abordagem mais melódica sem abandonar a dimensão cósmica e visceral que caracteriza os seus concertos.

A programação distribui-se da seguinte forma:

21h: Novos Românticos
22h: O Homem que Fugiu do Mundo
23h: Pomadinha

O concerto de 29 de maio surge assim como um ponto de encontro entre diferentes formas de abordar a canção, a improvisação e a performance ao vivo, reunindo três projetos que têm vindo a construir percursos próprios dentro da música alternativa portuguesa contemporânea.

GONÇALO GOMES JUNTA-SE A KIKA NO NOVO SINGLE 'APRENDER'





















Fotografia: Joana Guerra

O finalista do Festival da Canção 2026 e a cantora e compositora de Coimbra apresentam uma canção Pop que explora dinâmicas emocionais intensas com uma abordagem irónica e contemporânea.

plataformas digitais. Após a participação no Festival da Canção - certame da RTP no qual chegou à final -, o artista de Anadia une-se à cantora de Coimbra para esta colaboração, escrita pela dupla e composta com Umbelino, o produtor do tema. Com uma sonoridade Pop e uma abordagem ligeiramente irónica, tanto na letra como na interpretação, Gonçalo Gomes e KIKA cantam sobre uma relação emocional complexa, na qual poder, dependência e vulnerabilidade coexistem.

"Aprender", afirma a dupla, apresenta "uma dinâmica tóxica em que uma pessoa estabelece os limites, mas também os testa constantemente, enquanto a outra se deixa levar pela esperança e pela emoção. Há uma noção clara do poder emocional e, ao mesmo tempo, não há propriamente culpa suficiente para mudar o comportamento". Gonçalo Gomes e KIKA acrescentam que "a nível sonoro procurámos equilibrar e fundir as influências de ambos, criando um resultado que, embora acessível dentro do universo Pop, mantém alguma personalidade e nuance, refletindo os estilos individuais de cada um".

A canção "Aprender" surge de uma parceria natural e orgânica entre os dois artistas, que já acompanhavam o trabalho um do outro e partilham a mesma distribuidora discográfica. O produtor João Umbelino - com quem Gonçalo Gomes já tinha colaborado, nomeadamente no tema "Doce Ilusão", que apresentou este ano no Festival da Canção - teve um papel fundamental na composição musical e na produção do tema. Da junção das visões artísticas de todos resultou uma canção forte e autêntica, que funde as identidades artísticas de KIKA e Gonçalo Gomes.

Idealizado pela dupla e realizado pela própria KIKA, o videoclipe de "Aprender" inspira-se no universo cinematográfico do filme "Mr. & Mrs. Smith". A estética visual dinâmica e envolvente reforça a ironia da letra e equilibra tensão e humor.

"O videoclipe é inspirado no filme "Mr. & Mrs. Smith", trazendo uma abordagem leve e visualmente dinâmica à narrativa da letra. Através dessa referência, o vídeo revela o tom irónico da canção, explorando a ideia de uma relação intensa e conflituosa mas com um toque de humor e exagero, que ajuda a transmitir a mensagem de forma mais descontraída", conta KIKA.

"Aprender" é editado numa fase de crescimento e afirmação para ambos os cantores e compositores. Com esta canção, Gonçalo Gomes e KIKA procuram consolidar a identidade musical e expandir o alcance junto do público, mantendo um foco contínuo na evolução criativa.

Nas palavras da dupla, "esta é claramente uma fase de crescimento e afirmação e uma grande vontade de trabalhar e de elevar, cada vez mais, o nível do trabalho que apresentamos. Enquanto artistas emergentes, o nosso foco está em consolidar a identidade artística e chegar a um público cada vez mais amplo. Há um trabalho contínuo de evolução, tanto a nível criativo como estratégico, com o objetivo de construir uma carreira sólida e sustentável a longo prazo, que seja um reflexo dessa ambição de crescer e de explorar novas sonoridades e abordagens".

Com o lançamento do novo single, Gonçalo Gomes e KIKA reforçam o posicionamento na nova geração da música portuguesa e no universo Pop contemporâneo, através de uma canção que evidencia a força da escrita e da interpretação intensa e emocional. "Aprender" está disponível em todas as plataformas digitais.

INÊS MONSTRO EDITA NOVO SINGLE 'ANJO', EM ANTECIPAÇÃO AO SEGUNDO ÁLBUM





















Fotografia: Rafaela Lopes

Com produção de Choro, o tema fará parte do próximo disco de originais da artista, com lançamento marcado para o segundo semestre deste ano:

Inês Monstro apresenta um novo capítulo da sua discografia com o tema 'Anjo'. O single, já disponível em todas as plataformas digitais, é um original composto e escrito com Carolina Viana, conhecida pelos projetos redoma e MALVA, e produzido por Choro, que assinou a produção do álbum de estreia da cantora e compositora. A balada Dark Pop revela um lado mais cru, sombrio e vulnerável da artista, em antecipação do novo álbum de originais.

"Esta canção surgiu há cerca de dois anos, com a Carolina Viana. Convidei-a para escrevermos juntas porque adoro a simplicidade com que escreve e o ser humano que é. Já tinha uma ideia do que queria fazer e a Carolina foi me conduzindo", afirma Inês Monstro. Depois de ter apresentado uma versão acústica ao vivo no Festival F, em 2024, a artista trabalhou o tema em estúdio, com o produtor Choro: "partimos da estrutura melódica da canção, muito tradicional e portuguesa, mas procurámos revesti-la com uma produção mais agressiva, eletrónica e cinematográfica, apoiada nos contrastes, algo que estou a trabalhar muito neste próximo disco".

O videoclipe de 'Anjo' reforça a parceria da artista com a realizadora e fotógrafa Rafaela Lopes e a procura por colaborações com mulheres na sua equipa criativa.

Inês Monstro apresenta um novo capítulo da sua discografia com o tema 'Anjo'. O single, já disponível em todas as plataformas digitais, é um original composto e escrito com Carolina Viana, conhecida pelos projetos redoma e MALVA, e produzido por Choro, que assinou a produção do álbum de estreia da cantora e compositora. A balada Dark Pop revela um lado mais cru, sombrio e vulnerável da artista, em antecipação do novo álbum de originais.

"Esta canção surgiu há cerca de dois anos, com a Carolina Viana. Convidei-a para escrevermos juntas porque adoro a simplicidade com que escreve e o ser humano que é. Já tinha uma ideia do que queria fazer e a Carolina foi me conduzindo", afirma Inês Monstro. Depois de ter apresentado uma versão acústica ao vivo no Festival F, em 2024, a artista trabalhou o tema em estúdio, com o produtor Choro: "partimos da estrutura melódica da canção, muito tradicional e portuguesa, mas procurámos revesti-la com uma produção mais agressiva, eletrónica e cinematográfica, apoiada nos contrastes, algo que estou a trabalhar muito neste próximo disco".

O videoclipe de 'Anjo' reforça a parceria da artista com a realizadora e fotógrafa Rafaela Lopes e a procura por colaborações com mulheres na sua equipa criativa.

Inês Monstro, nome artístico de Inês Laranjeira, ficou conhecida pelo público aos 16 anos, como finalista do programa “Ídolos”, da SIC, em 2009/10. A irreverência que carrega desde cedo reflete-se, agora, numa performer madura e com narrativas únicas.

Depois de ter estudado Canto e de se ter formado como Atriz na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, Inês Monstro colaborou com vários artistas nacionais e internacionais de diferentes áreas e géneros musicais, experiências que lhe permitiram evoluir não só como cantora e atriz mas, também, como compositora.

No início de 2023 lançou o primeiro single, ‘Porque Te Quero’ - com airplay na Rádio Comercial e Batida FM -, ao qual se seguiram ‘Tanto Tempo’ e ‘Hipnose’ - com rotação na Antena 3, Batida FM e recentemente incluída na banda sonora da série da RTP "Novas Narativas de Caça") -, além de 'Sina' e 'Nunca Te Esqueço, Meu Amor'. Os temas fazem parte do aclamado disco de estreia, "Brilho", eleito um dos Melhores Álbuns de 2023 pela Blitz/Expresso. O longa duração foi apresentado ao vivo em salas como o Musicbox, em Lisboa, e em festivais como o Super Bock em Stock, Festival F, Rock in Rio Lisboa e NOS Alive.

Em 2025, Inês Monstro iniciou uma nova fase da sua carreira com o single 'Antídoto', coescrito com CONAN OSIRIS, seguindo-se em 2026 'Femme Fatale' e o mais recente 'Anjo', rumo ao segundo álbum de originais, com edição prevista para o segundo semestre do ano.