Western. Fado. Tango. Dead Combo. Tó Trips e Pedro Gonçalves. O TAGV rendido a uma música instrumental feita de vários encantos. Umas vezes suave como uma brisa de verão outras raivosa como um dia de tempestade.
O concerto foi perfeito. Ouviram-se temas de "Vol. I" e temas de um disco que vem por aí, se calhar ainda este ano. "A Menina Dança" traz ao palco um tango. São precisos dois para dançar. A fechar, versão divinal de "Temptation" de Tom Waits.
O público deixa-se levar. Rende-se. Pede um encore e no intervalo compra discos da banda.
Os Dead Combo ganharam a noite. A música entrou em nós para ficar.
O concerto foi perfeito. Ouviram-se temas de "Vol. I" e temas de um disco que vem por aí, se calhar ainda este ano. "A Menina Dança" traz ao palco um tango. São precisos dois para dançar. A fechar, versão divinal de "Temptation" de Tom Waits.
O público deixa-se levar. Rende-se. Pede um encore e no intervalo compra discos da banda.
Os Dead Combo ganharam a noite. A música entrou em nós para ficar.
Passado quase um ano da saída do primeiro disco, os Quinteto Tati saíram do exílio para mostrar "Exílio".
Não são um quinteto. Para alem dos seis elementos da banda, trazem com eles, neste concerto, uma secção de sopros, que revestiu de forma sublime alguns dos temas.
JP Simões mostra ser um excelente mestre de cerimónia, enquanto Sérgio Costa se revela um exímio maestro.
Entre valsas, tangos e jazz, ouviram-se histórias de amor, de emigração, do futuro e do presente. Cantadas em português (excepto "No Jazz" e uma versão). JP tem a escrita na ponta da língua. Ao lado dos Quinteto Tati estiveram igualmente Chico Buarque e Scott Walker.
Ao vivo as canções de "Exílio" ganham novas cores. Fazem a nossa alma rejubilar de alegria. São leves como uma pomba. De consumo fácil. Entram na nossa cabeça e vão connosco até à nossa almofada para nos ajudar a adormecer.
Na noite de quarta-feira o Gil Vicente viveu horas de canções intensas. O público agarrou-a com unhas e dentes. Saiu satisfeito...
Não são um quinteto. Para alem dos seis elementos da banda, trazem com eles, neste concerto, uma secção de sopros, que revestiu de forma sublime alguns dos temas.
JP Simões mostra ser um excelente mestre de cerimónia, enquanto Sérgio Costa se revela um exímio maestro.
Entre valsas, tangos e jazz, ouviram-se histórias de amor, de emigração, do futuro e do presente. Cantadas em português (excepto "No Jazz" e uma versão). JP tem a escrita na ponta da língua. Ao lado dos Quinteto Tati estiveram igualmente Chico Buarque e Scott Walker.
Ao vivo as canções de "Exílio" ganham novas cores. Fazem a nossa alma rejubilar de alegria. São leves como uma pomba. De consumo fácil. Entram na nossa cabeça e vão connosco até à nossa almofada para nos ajudar a adormecer.
Na noite de quarta-feira o Gil Vicente viveu horas de canções intensas. O público agarrou-a com unhas e dentes. Saiu satisfeito...
Nuno Ávila
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