Noite de festa. O reggae a escorrer pelas paredes do TAGV. Mal Prince Wadada começou a tocar, os corpos começaram a dançar. Para quê as cadeiras? A gente queria é mexer a anca. Metade do teatro de pé a curtir o ritmo.
Prince Wadada mostrou ser um verdadeiro mestre de cerimónias. Transpirou alegria. Encheu a alma dos presentes com uma enorme paz de espirito. E mesmo quando o “Táxi Para Luanda” entrou a alta velocidade na pista, soube reduzir a velocidade sem se despistar. E mesmo quando o microfone perdeu o piu, soube como dar a volta interagindo com o público.
Com um naipe de músicos competentes, Wadada foi um verdadeiro príncipe, dando um enorme “abraço lusófono” a todos os presentes.
Da próxima vez há que ver este “mano” noutro espaço, onde a malta possa saltar e dançar à vontade.
A escolha da RUC para esta VII Semana Cultural da Universidade de Coimbra, mostrou-se certeira. O reggae vem da Jamaica, mas maioria das vezes antes de chegar ao seu destino pára em África, para se fundir com os ritmos quentes da terra mãe. Foi o caso…
Nuno Ávila
Prince Wadada mostrou ser um verdadeiro mestre de cerimónias. Transpirou alegria. Encheu a alma dos presentes com uma enorme paz de espirito. E mesmo quando o “Táxi Para Luanda” entrou a alta velocidade na pista, soube reduzir a velocidade sem se despistar. E mesmo quando o microfone perdeu o piu, soube como dar a volta interagindo com o público.
Com um naipe de músicos competentes, Wadada foi um verdadeiro príncipe, dando um enorme “abraço lusófono” a todos os presentes.
Da próxima vez há que ver este “mano” noutro espaço, onde a malta possa saltar e dançar à vontade.
A escolha da RUC para esta VII Semana Cultural da Universidade de Coimbra, mostrou-se certeira. O reggae vem da Jamaica, mas maioria das vezes antes de chegar ao seu destino pára em África, para se fundir com os ritmos quentes da terra mãe. Foi o caso…
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