
Tudo muito negro. Máquina do tempo rumo aos anos 80. Peter Murphy na voz. The Chameleons no pensamento. The Cure nas guitarras. Joy Division na adoração. Os The Other Side terminaram a prestação com a versão de “Transmission” da banda de Manchester.
Muito palco nas pernas. Tocar muito faz toda a diferença. Nível alto de prestação por parte dos músicos.
Gótico, sim! Com muita alma. A fazer todo o sentido neste presente. Apesar de todas as comparações apontadas… Recordar é viver.
Muito palco nas pernas. Tocar muito faz toda a diferença. Nível alto de prestação por parte dos músicos.
Gótico, sim! Com muita alma. A fazer todo o sentido neste presente. Apesar de todas as comparações apontadas… Recordar é viver.

Outra vez negro. O negro dos blues. Com rock a agitar o corpo. Muita garra de leão. Muito suor. Baquetas a fugirem das mãos de suadas de Rodrigo Cassiano, que toca bateria, canta e faz a festa. É um animal (selvagem) de palco. Baixo e guitarra a acompanharem a preceito a fúria da música. Público a pedir mais. Esta musica tem carne de gente. Mete-se em nós e faz estragos saudáveis. No fim a sala fica como se tivesse passado por ali um furacão. Foram ventos animais.
Texto & Fotos Nuno Ávila
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