O nome não engana. Carrega-se na tecla do play do leitor de CD e aí está o som dos Carbilly a buscar tudo o que de bom tem o rock, o rockabilly e o blues.
Devotos da música de outros tempos, os Carbilly de Beja, trazem até nós quatro temas, que nos surpreendem, pela qualidade que cada um apresenta. São uma banda que se começa agora a afirmar, seguido estrada fora, seguros do que querem fazer e sabendo retirar dos sítios certos a gasolina, para o carro andar.
Os Carbilly estudaram bem a lição, assentam a sua base musical em temas que se inspiram num tempo que não é o nosso, mas que eles nos oferecem, cuidando muito bem da produção do EP, não fazendo contudo que o efeito místico deste som se perca.
Inspirados por boa música, carros e bebidas (assim reza o seu myspace), a banda, chega-nos de uma zona do país, o Alentejo, onde os grandes descampados, nos fazem por vezes lembrar as terras Americanas. E é aí, ao outro lado do Atlântico que a banda vai buscar todo o alimento para crescer.
São projectos destes que nos fazem querer que a música não tem idade, dividindo-se apenas naquela que achamos boa e na outra que por alguma razão não conseguimos escutar. Os Carbilly enquadram-se definitivamente do lado da primeira. Fazem música boa, daquela que queremos escutar muitas vezes, sentados ao volante de um belo descapotável com uma linda miúda ao lado.
Devotos da música de outros tempos, os Carbilly de Beja, trazem até nós quatro temas, que nos surpreendem, pela qualidade que cada um apresenta. São uma banda que se começa agora a afirmar, seguido estrada fora, seguros do que querem fazer e sabendo retirar dos sítios certos a gasolina, para o carro andar.
Os Carbilly estudaram bem a lição, assentam a sua base musical em temas que se inspiram num tempo que não é o nosso, mas que eles nos oferecem, cuidando muito bem da produção do EP, não fazendo contudo que o efeito místico deste som se perca.
Inspirados por boa música, carros e bebidas (assim reza o seu myspace), a banda, chega-nos de uma zona do país, o Alentejo, onde os grandes descampados, nos fazem por vezes lembrar as terras Americanas. E é aí, ao outro lado do Atlântico que a banda vai buscar todo o alimento para crescer.
São projectos destes que nos fazem querer que a música não tem idade, dividindo-se apenas naquela que achamos boa e na outra que por alguma razão não conseguimos escutar. Os Carbilly enquadram-se definitivamente do lado da primeira. Fazem música boa, daquela que queremos escutar muitas vezes, sentados ao volante de um belo descapotável com uma linda miúda ao lado.
Nuno Ávila
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