
Os Cinemuete estão vivos. Em “Aurora Cora”mostram-nos a sua vitalidade. Provam que faz todo o sentido continuarem a escrever canções.
O ouvinte mais desprevenido, não vá de ouvidos à espera de encontrar coisa muito inovadora neste novo registo da banda. Também temos a certeza que não é isso que a banda de Sophia Vieira e João Vaz nos quer oferecer. A dupla preocupa-se essencialmente em nos dar um disco certinho e direitinho. E “Aurora Cora”, está de facto um disco escorreito. Não se mete em grandes aventuras de produção, mas consegue apresentar um som cheio e limpo que nos atrai.
Segundo a dupla, os Cinemuete, são um grupo que faz um som que tudo deve ao rock, ao alternativo e à pop. Acrescento eu, que deve igualmente alguma coisa ao hard-rock e ao gótico.
É bem verdade que a banda maioria do tempo imprime algum peso ao seu som, não descorando no entanto o lado mais melódico das canções.
Ajudados em “Aurora Core” por Ricardo Amorim dos Moonspell na guitarra e Pedro Cardoso dos [F.E.V.E.R.] na bateria, a banda mostra que vale a pena batalhar, e acima de tudo ser frontal. Só assim se pode ir dando passos certos. Um de cada vez, para não se cair em tentações.
E assim aqui estamos nós perante um disco, que dá prazer ouvir, sobretudo porque não quer ser mais do que aquilo que pode ser na verdade.
Por isso deixem-se envolver pela voz quente de Sophia e mergulhem neste festival de curtas metragens.
O ouvinte mais desprevenido, não vá de ouvidos à espera de encontrar coisa muito inovadora neste novo registo da banda. Também temos a certeza que não é isso que a banda de Sophia Vieira e João Vaz nos quer oferecer. A dupla preocupa-se essencialmente em nos dar um disco certinho e direitinho. E “Aurora Cora”, está de facto um disco escorreito. Não se mete em grandes aventuras de produção, mas consegue apresentar um som cheio e limpo que nos atrai.
Segundo a dupla, os Cinemuete, são um grupo que faz um som que tudo deve ao rock, ao alternativo e à pop. Acrescento eu, que deve igualmente alguma coisa ao hard-rock e ao gótico.
É bem verdade que a banda maioria do tempo imprime algum peso ao seu som, não descorando no entanto o lado mais melódico das canções.
Ajudados em “Aurora Core” por Ricardo Amorim dos Moonspell na guitarra e Pedro Cardoso dos [F.E.V.E.R.] na bateria, a banda mostra que vale a pena batalhar, e acima de tudo ser frontal. Só assim se pode ir dando passos certos. Um de cada vez, para não se cair em tentações.
E assim aqui estamos nós perante um disco, que dá prazer ouvir, sobretudo porque não quer ser mais do que aquilo que pode ser na verdade.
Por isso deixem-se envolver pela voz quente de Sophia e mergulhem neste festival de curtas metragens.
Nuno Ávila
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